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Makários – Eclesiologia | Aula 8 | Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’ | Jônatas Hübner

Makários – Eclesiologia | Aula 8 | Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’ | Jônatas Hübner

Makários – Eclesiologia | Aula 8 | Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’ | Jônatas Hübner

Makários II
Módulo III – Eclesiologia: entendendo as diferentes propostas de igreja

Aula 08 – Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’

Jônatas Hübner

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[roncando]
>> Muito boa noite todos que nos acompanham
no nosso curso Macários. Uma alegria
estar com vocês hoje.
Bom dia e boa tarde. Se você está em
outro fuso horário ou vendo de outro
vendo em outro momento a nossa aula, é
uma alegria, como eu falei, estar com
vocês mais uma vez. da gente que tem
trabalhado nesse módulo do Macários a
respeito das da igreja, num num
conceito, ou seja, numa área da teologia
que nós chamamos de eclesiologia. E o
que que é a eclesiologia? É justamente o
estudo que a gente faz da forma como
essa igreja se apresenta. E a gente tem
feito nos últimos, vamos dizer assim, no
módulo anterior, a gente encerrou os
modelos de igreja, não é? ou seja, os
tipos diferentes de igreja que a gente
tem. E aí não necessariamente são os
modelos, mas são as linhas teológicas
que definem os modelos de igreja. E
agora, especificamente, nós estamos
debruçados tentando aprender um pouco
mais sobre a
aí sim que nós chamamos de modelos de
igreja, né? a gente já vai falar hoje de
um modelo muito específico, eh, que é um
modelo que tá conectado a um movimento
que aconteceu nos Estados Unidos no
final dos anos 90, início dos anos 2000.
E é muito importante, interessante
estudar isso aqui, porque teve um
impacto muito grande no Brasil,
inclusive também em várias outras partes
do mundo, né? E a gente vai falar de
outras formas eh eh de como a igreja se
apresenta, vamos dizer assim, como a
igreja
eh realiza a sua obra, certo? Então, a
gente vai falar hoje especificamente
sobre o modelo que é conhecido como
igreja com propósitos. É um modelo de
igreja muito conhecido, muito, vamos
dizer assim, eficiente. Inclusive, eu
estou vendo que eu estou um pouco escuro
aqui. Isso está me incomodando. Olha, a
exposição foi demais aqui. Tá bom. Agora
o brightness eu tenho que diminuir um
pouco porque ele estava muito claro.
Agora eu estou com um pouco mais de cor.
Maravilha. Camisa. Me perguntaram aqui
essa camisa da nossa querida
vilã. Nossa,
como é que diz lá? Aquele que corta o
pescoço. Não é o é o capa não. É o exec
executioner. Esqueci como é que é o nome
em português. Meu Deus. Alguém me ajuda
aí. Essa camisa é a camisa da Noruega.
Olha que bonito. Eu adorei. Na hora que
eu vi a camisa da Noruega na na Copa do
Mundo, eu falei: "Tenho que comprar uma
camisa dessa e é maravilhosa".
Eh, e aí
o que que nós estamos vendo hoje? É
justamente o que já colocaram aqui no
nosso chat. É exatamente um movimento
que foi iniciado por Rick Warren, que é
um grande pastor norte-americano.
Como todo ser humano tem as suas
dificuldades, mas eu prefiro focar nas
qualidades dele que realmente foram
muito além da sua própria pessoa e da
sua própria comunidade. Abençoaram o
mundo com o com ele criou, com a forma
de ver a igreja da forma que ele criou.
Então, a gente vai ver hoje justamente
igreja com propósitos. O que que move a
nossa igreja e o que deveria movê-la?
Essa é a lógica, é a linha de pensamento
que o Rick Warren se dispôs a a pensar,
não é? Nesse momento ele da história
dele, da história da sua comunidade. E a
gente vai falar rapidamente sobre isso
também, como que surge a comunidade? O
nome da comunidade é é Shadleback. E
Sadlebeck é uma região lá da cidade de
São Francisco, na Califórnia, ou é Los
Angeles? Eu estou na dúvida. Talvez seja
São Francisco, talvez seja Los Angeles.
Eu precisava ter lido isso antes, mas eu
sei que o nome do região, porque eu só
lembro da igreja de Sedelbeck, que é a
região eh
que ele eh trabalhou na época. Eu vou
subir e eu vou pro outro lado. Deixa eu
ver para qual lado eu vou. pro lado de
cá eu atrapalho desse lado mesmo. Vou
ficar aqui atrás do nosso nome Macários.
Então, qual é a pergunta que é vai
incomodar a gente hoje? Se alguém de
fora observasse a nossa igreja por um
ano inteiro, o que diria que nos move?
Qual é, vamos dizer assim, o motor que
faz a nossa igreja funcionar? E aí tem
alguns exemplos. Isso aqui extraído, tá
pessoal, do livro dele, que foi o livro
que virou um bestseller, que vendeu
durante ficou durante muito tempo entre
os livros mais vendidos lá na naquela
lista famosa do New York Times. Eh, é um
livro muito conhecido nos Estados
Unidos, que é justamente o livro é eh
Purpose Purpose Driven Church, não é?
Igreja igreja com propósitos. a ideia de
que [roncando]
a igreja precisa de um propósito, ela
precisa de um foco muito claro para
executar a sua missão. Eh, uma questão
importante é que eu vi que não temos
ainda perguntas, questionamentos. Então,
se você tiver alguma pergunta no meio eh
da nossa aula aqui, você pode lançar a
sua pergunta que a gente vai tentar
responder. Então, as perguntas que se
levantavam era: será que é a agenda que
movimenta a igreja? Ou seja, o
calendário de eventos, é quem decide o
que a gente vai fazer ou são os
costumes? No sentido assim, é sempre
assim, sempre foi feito assim e nós
vamos manter a nossa tradição.
Ou o que ele vai levantar, os propósitos
de Deus para a igreja, ou seja, ser e
fazer aquilo que Cristo mandou. para a
sua igreja. E aqui tem uma um detalhe
muito interessante.
Eh, a gente não vai fazer essa essa
dinâmica aqui, mas aqui tem um detalhe
muito interessante a respeito de como
surge essa essa ideia dele, porque o
Rick Warren ele estava fazendo um
doutorado na área de eclesiologia, na
área de igrejas, e ele pensou justamente
isso, o que que movimentaria
as igrejas da época dele? o que que
faria uma igreja cumprir todos os
aspectos eh
que a Bíblia coloca para essa igreja. E
ele vai justamente estudar e elencar
esses aspectos e vai colocar aí no seu
no livro, no conteúdo do seu livro.
Então, quem é Rick Warren? Vamos lá. Ele
é um pastor batista norte-americano,
fundador da Sadleback Church, que é no
sul da Califórnia, ó, não falou o nome
da cidade, que iniciou em 1980 na sala
de sua própria casa com uma única
família. O primeiro culto público foi
num domingo de Páscoa e em 15 anos a
igreja passou de 10.000 pessoas nos
cultos. Ou seja, isso foi a tese de
doutorado dele, não é? E aí quando ele
pegou essa tese e aplicou nesse pequeno
grupo, vocês veem que vem que depois de
15 anos a igreja tinha 10.000 pessoas. E
o que que isso gerou? Gerou uma corrida.
Muita gente foi atrás para entender o
que que ele tinha feito, eh, como ele
tinha produzido esse crescimento e
queriam ver se podiam aplicar isso nas
suas próprias igrejas. Só que vai uma
ressalva aqui muito importante da boca
do próprio Rick Warren e o livro dele
também fala isso. Tem um outro livro que
surge desse livro que é o The Purpose
Driven Church, que no Brasil foi lançado
como uma igreja com propósito pela
editora Vida, que é o livro eh uma vida
com Propósitos, né, que é o que vai ser
lançado em 2002. Ele fala várias vezes
isso. O foco não é o crescimento, o foco
é a qualidade, é você fazer as coisas
com qualidade. E aí a tese central dele
é que nada precede o propósito. O ponto
de partida de toda a igreja deve ser a
pergunta: por nós existimos? Qual é o
propósito de nós existirmos? Então, essa
é a dinâmica que vai impulsionar eh
todo o movimento. Colocaram aqui melhore
a igreja centrada do Timot Keller. O
Timot Keller bebeu muito desse conteúdo,
tá? Só para vocês saberem, ele já falou
inclusive sobre isso. Ele leu o livro
Igreja com Propósitos e ele adaptou na
visão de igreja que ele tinha. Então
assim, talvez a gente possa dizer que o
Igreja Centrada é uma, vou chamar de uma
evolução, mas é um desdobramento, ou
seja, uma uma nova fase do que o Rick
Warren propôs. Obviamente o Rick Warren
começa isso na década de 80 e ele vai
ter esse boom aí do seu livro de tudo
mais na década de 90, final da década de
90. Ou seja, é lançado nos Estados
Unidos, nos Estados Unidos em 1995.
E ele vendeu tanto esse livro, tanto que
ele parou de receber salários da igreja.
Só para vocês terem uma ideia, ele só
vivia dos royalties desse livro, só das
vendas, porque o livro foi um dos livros
que, como eu falei para vocês, ficou por
anos entre os mais lidos da lista do New
York Times como eh na área de teologia,
certo? Então, assim, ele fala isso, né,
que ele parou de receber salário da
igreja, ele vivia só com os e ele passou
inclusive a doar grande parte do que ele
ganhava com esse livro, que foi
realmente um livro e assim transformador
paraa igreja norte-americana. O próprio
próprio Rick Warren avisa que não quer
clones de sadleback. Ele fala isso no
livro. Leia este livro como você come
peixe. Aproveite a carne e jogue fora as
espinhas. Ou seja, eh aquilo que for
proveitoso para a sua igreja, você deve
aplicar. Aquilo que não faz sentido na
sua igreja, você não deve seguir, você
não deve continuar. Então, a gente vai
buscar justamente esses princípios
bíblicos que ele vai colocar aqui, não
vai ficar copiando os métodos dele,
certo?
Primeira coisa, vamos falar dos
fundamentos. O que dirige uma igreja? E
aí ele levanta isso no capítulo 3 do
livro. Quais são as forças? A gente tá
falando justamente do modelo que ele
apresentou, porque é o modelo original.
Se você for pensar assim: "Ah, mas no
Brasil tem igrejas que seguem o modelo
dele". Eh, na verdade, várias igrejas
que começaram com o modelo de sadleback
hoje já fizeram seu próprio modelo.
Então, assim, elas ultrapassaram o
Shadowback em alguns aspectos e, vamos
dizer assim, regionalizaram outros.
Algumas formas foram benéficas, outras
não tão benéficas assim. Foram até
negativas em alguns aspectos, eh, porque
fizeram uma miscelânia e misturaram eh
elementos de outros modelos de de
crescimento de igreja também que
trouxeram alguns problemas. eh
paraa igreja local, certo? Então, quais
são as sete forças que ele vai mencionar
no livro? Primeiro, a tradição. Sempre
fizemos assim: o objetivo vira perpetuar
o passado. Segundo, a o que ele chama de
personalidade, o que o líder quer.
Igrejas muito personalistas tendem a
sofrer muito quando essa personalidade
se ausenta, seja porque ela falece, seja
porque ela vai para um outro lugar, seja
porque ela simplesmente sai da igreja. E
essas igrejas extremamente
personalistas, elas não têm algo que as
impulsione a fazer o que elas fazem. E
isso é algo que a igreja precisa estar
constantemente analisando. Será que nós
estamos seguindo tudo que o nosso mestre
mandar, nós faremos todos? E quando o
mestre não estiver mais aqui, eh,
existem inúmeros casos de igrejas que
foram fundadas em cima da visão do seu
líder. E quando esse líder veio a
falecer, por exemplo, a igreja
defininhou e até acabou, ela sumiu,
porque ela não tinha ali, claro, na
mente da sua membresia quais eram os
propósitos. Aí eu tô chamando a palavra
propósito por causa da nossa aula, mas
quais eram as os fatores que as
motivavam, que a motivava no caso, a
fazer o que ela fazia. Então, por
exemplo, tem igrejas também que são
lidadas diretamente com as finanças, ou
seja, quanto é que vai custar? A
pergunta deveria ser quem quem foi
salvo. Ou seja, o foco não é se custa
muito ou se custa pouco, é se o valor
vai gerar frutos para o reino e aí se
vale ou não vale a pena fazer. É essa é
a resposta, ou seja, essa é a a
o a, vamos dizer assim, a o pêndulo, né?
O que vai equilibrar a coisa. O fiel da
balança. Esse é essa era a palavra que
eu tava querendo lembrar. Essa vai ser,
esse vai ser o fiel da balança. Será que
o que a gente vai fazer vai resultar em
vidas transformadas, em pessoas seguindo
a Jesus, seguindo Deus, seguindo os seus
propósitos ali, seu seus
mandamentos que estão expressos no texto
bíblico e não simplesmente assim, será
que vai custar muito dinheiro? Esse é um
dos problemas que as igrejas enfrentam.
Outro
outra força que impulsiona são os
programas, ou seja, a energia vai para
manter programas e preencher cargos. Ou
seja, a gente faz as coisas, a gente faz
vários programas, a gente chamava de
igreja de evento, porque a igreja sempre
tinha evento atrás de evento, só que
chega uma hora que é só vento, ou seja,
só sopro, só sopro e não tem o
crescimento que a igreja necessita.
E aí você tem também um outro outro
outra força que são as construções,
vamos dizer assim, prédios, a a parte
imobiliária da igreja. A igreja se
movimenta para fazer construções, para
fazer obras. E aí tem essa frase do
church que ele vai utilizar, né? Nós
moldamos os prédios e depois eles nos
moldam. é sempre aquela ideia de você
estar eh num ambiente eh agradável, ou
seja, ele até faz uma crítica muito
pujante, muito contundente eh sobre
isso, falando, por exemplo, que muitas
vezes a gente só quer participar de
ambientes que sejam agradáveis onde nós
estamos. Então, por exemplo, se eu
estiver ou se eu tiver que ajudar um um
trabalho onde não tem ar condicionado,
onde a cadeira é aquela cadeira de
plástico dura que tem lá naquelas mesas
de bar, eh, que quebra quando você tá
pesado demais. Uma vez a gente tava num
evento, numa igreja mais humilde e tudo
mais, e tinha uma pessoa da nossa equipe
que era meio mais gorda assim, cheia. Eu
não sou muito magro não, tô com quase
100 kg, mas ela era um pouquinho mais
cheia do que eu, e um pouquinho mais
pesada. E no meio do evento, a pessoa
viu as cadeiras da mesa da da da as
pernas da cadeira abrindo e ele veio ao
chão e assim foi um barulho enorme e
tudo mais, né? Mas assim, se o ambiente
é esse, eu não vou participar porque não
me agrada. Vou procurar uma igreja que
tenha um um um uma atmosfera mais
agradável ou eu devo pensar assim, se eu
melhorar o ambiente, talvez um visitante
vai querer ficar aqui. Qual o que que
movimenta a o coração dessa igreja, né?
Aí [roncando] você tem também eventos,
né? Muita atividade, pouca
produtividade, reunião no lugar do
ministério, ou seja, você faz um monte
de coisa que tem muito a ver com os
programas também, né? Ou seja, eh, o que
você mantém lá. E aqui também você tem
essa questão que envolve cargos e tudo
mais. É bem interessante pensar sobre
isso. E aí também existe aquele aquela
força que é a conexão com o mundo
exterior. Ou seja, nós temos que sempre
fazer algo que vai agradar a nossa
clientela, que seriam aí as pessoas que
não conhecem a Jesus. Em vez de nós
pensarmos em como podemos levar essas
pessoas para Jesus, é simplesmente fazer
algo que eles vão curtir, que vai ser
legal para eles. Ou seja, sensível a
eles, sim, dirigida por eles, não. Essa
que é a lógica dele, né? Eh, e aí ele
vai falar que existe uma força que
deveria impulsionar a igreja, que são os
propósitos. Ou seja, perguntar primeiro
para que Deus criou a igreja. E aí vamos
voltar para o texto bíblico para
entender qual foi a, vamos dizer assim,
o sentido inicial da criação da igreja,
porque Deus quis criar a igreja. E aí
fala assim, ó, nenhuma dessas coisas é
ruim em si. O problema é quando cada uma
delas ou uma delas passa a dirigir a
igreja. Qual delas mais nos tenta? É a
pergunta que nós devemos fazer para não
cairmos justamente nesse erro. E aí traz
duas ideias, né? Ou seja, primeiro,
saúde antes do crescimento. Saúde gera
crescimento. A questão chave para as
igrejas do século XX será a saúde da
igreja e não o crescimento da igreja,
como eu falei para vocês. E o segundo
ponto é surfar a onda de Deus. Ou seja,
ninguém fabrica ondas. O surfista
reconhece a onda e aprende a pegá-la.
Obviamente que essa é uma linguagem
muito próxima do que ele tinha na igreja
dele, porque ele tava no sul da
Califórnia. onde há muitas praias de
surfistas e tudo mais. Então ele pega
esse elemento e traz ali pra lógica do
livro dele. Vamos aprender a surfar a
onda. Observem bem como fazem os
surfistas. Talvez para nós aqui, para
alguns aqui, surfar seja alguma coisa
muito estranha. Mas assim, a ideia que
ele traz é justamente essa. Você vai ver
a onda, você vai ver o movimento que
Deus está causando e você vai surfar
nesse movimento e não você vai tentar
ser um criador de ondas. Veja o que Deus
tá fazendo e se se ajunte, se a se
conecte a esse movimento.
E aí ele vai utilizar algumas frases
muito impactantes. Por exemplo, igrejas
saudáveis não precisam de truques para
crescer. Waren descreve o crescimento em
cinco direções. A igreja fica mais
calorosa pela comunhão, mais profunda
pelo discipulado, mais forte pela
adoração, mais ampla pelos ministérios
dela e maior pelo evangelismo. É isso
que ele vai reunir ali nos cinco temas,
as cinco ênfases que ele vai colocar na
igreja. A gente vai falar sobre isso já.
E aí ele vai dizer: "Crescimento
espiritual é obra do Espírito Santo. O
nosso papel é discernir o que Deus está
fazendo e estar preparados com a
estrutura saudável para acompanhar o
mover dele." Acontece em muitas igrejas
observar o crescimento, observar,
perdão, o movimento espiritual, mas
estruturalmente elas não estão
preparadas, elas estão confusas, elas
estão com lutas internas, elas estão com
problemas e com isso elas não conseguem
acompanhar mesmo esse movimento que Deus
está causando.
Não é nossa responsabilidade fazer
ondas, mas reconhecer como Deus está
agindo no mundo e unirmos a ele nessa
obra. E ele colocar aqui primeiro aos
Coríntios 3:6, eu aplainei, ou seja, eu
plantei, desculpa, fi errado, eu
plantei, Apolo regou, mas é Deus quem
faz crescer. Existe uma questão muito
interessante que a gente tem visto de
certa forma eh
recorrente eh a resistência. Se a gente
voltar aqui no slide anterior sobre a
tradição, principalmente a resistência
de muitos movimentos religiosos em
muitas igrejas em reconhecer
essa onda de Deus. Por exemplo, eu vou
dar um exemplo muito claro. Há mais ou
menos, eu estou na IBNU 2026, então
estou na IBNU há 13 anos. E antes da
IBNU eu fui de uma igreja em Brasília e
nessa igreja em Brasília ela já tinha a
mentalidade de abençoar os irmãos que
não poderiam estar na igreja. e utilizar
as ferramentas possíveis para que esses
irmãos pudessem participar juntamente
com a igreja. Havia muitos irmãos que
viajavam, reviam irmãos que foram da
igreja e foram para outros estados, né?
E aí eles queriam abençoar essas esses
irmãos. Lá nos anos 90 eles passaram a
gravar os cultos em fitas VHS.
Depois veio o advento do DVD e eles
gravavam os cultos em fitas VHS.
reproduziu essas fitas durante a semana
e na semana seguinte as pessoas podiam
contribuir com a igreja comprando essas
fitas VHS para enviar para as pessoas
que estavam longe. Depois, com DVD, a
produção ficou um pouco mais acelerada,
um pouco mais eh, vamos dizer assim,
profissionalizada. Eles fazziam o mesmo
processo com DVDs. Aí surgiu o YouTube.
Quando surgiu o YouTube, começaram a
transmitir as coisas pelo YouTube. Eu
[roncando] trabalhei justamente nessa
área da igreja, na área de tecnologia.
Então, eu conhecia bem as ferramentas,
conhecia os equipamentos. Quando eu me
mudei para São Paulo, eu comecei a
trabalhar na IBNU, a IBNU na época ela
tinha uma pessoa que gravava o áudio, o
áudio, o MP3 das mensagens. Aí fazia uma
edição rápida de entrada e saída dos
áudios e subia numa pasta e ela
compartilhava essa pasta com as pessoas
que queriam assistir, não estava
público. E aí eu falei: "Ah, vamos criar
um canal, ou seja, um, na verdade, um um
um uma área dentro do site da igreja e
colocar esses áudios lá. A gente coloca
o título da mensagem, quem foi o pastor,
o texto que ele utilizou e põe o áudio
lá para as pessoas ouvirem. OK? OK.
Aí eu perguntei pro pessoal, vocês não
pensam da gente transmitir isso no
YouTube? Uma pessoa que trabalhava na
igreja, que não conhecia do equipamento,
falou assim: "É, tinha um rapaz aqui até
que tava filmando e ele foi embora da
igreja, ele deixou o equipamento aqui,
que ele comprou o equipamento pela
própria pelo recurso da IBNU. Então ele
comprou o equipamento e o equipamento tá
aqui. Quando eu fui olhar o equipamento,
era o equipamento profissional de
filmagem. Eu falei: "Gente, a gente tem
tudo para transmitir. Vocês querem
transmitir?"
Aí na época não era transmissão,
desculpa, eu tô tô tô dando um salto
aqui. Na época era gravação. Eu gravava
o conteúdo numa fitinha que era uma mini
VHS.
Eh, eu gravava o conteúdo e depois fazia
uma edição. Na segunda-feira subia pro
YouTube a mensagem, simplesmente a
mensagem gravada. Isso nos idos de 2013.
Naquela época, até 2020, e eu quero que
vocês gravem bem, esses são 7 anos, nós
evoluímos, compramos equipamentos novos.
Eh, começamos a transmitir diretamente
os nossos cultos, transmitimos o culto
inteiro, inclusive, e depois que o culto
tava transmitido no YouTube, a gente
conseguia ir lá e fazer o recorte,
colocava mensagem separado. E nós
saímos, na época tínhamos cerca de 1300
inscritos da IBNU, eh, inscritos no
canal da IBNU do YouTube. Em 2020, eh,
nós estamos na faixa de uns 30.000
inscritos, 27.000 inscritos, mais ou
menos, se eu não tô, se eu não estou
enganado, foram 27.000 inscritos. E a
gente já conhecia vários pastores que
tinham resistência, prestem bem atenção
o que eu estou falando agora para vocês,
tinham resistência a colocar os seus
cultos na internet. E a resistência
deles, eles falavam assim: "Não, se eu
colocar o culto na internet, os irmãos
não vão vir na igreja, eles vão ficar
assistindo de casa". É uma é uma uma
preocupação válida, né? ele tava
preocupado que que as pessoas pudessem
participar do dos cultos
presencialmente.
Muitos pastores tinham essa preocupação
na época. Só que 2020, em março de 2020,
para ser bem preciso, nós tivemos o
lockdown, o primeiro lockdown. E o
lockdown obrigou as igrejas a fecharem
as portas. Nós criamos um curso que está
aqui nesse canal chamado Eclesiologia
digital, mostrando ferramentas para
igrejas que estavam desesperadas, que
não faziam ideia de como alcançar as
pessoas através da internet. Ou seja,
foi uma onda que Deus levantou lá nos
ídos dos anos 2000, no início da década
do do século XX, vamos dizer assim. E a
gente, alguns surfaram, outros ficaram
lá na beirinha, não entraram na água,
entenderam? E aí o que que aconteceu? De
repente veio um tsunami. O tsunami
chamou-se COVID 2019, que era Covid-19.
E a COVID obrigou as as igrejas que
quiseram se manter ativas a entrar na
esfera digital. Tivemos todo esse
período, contei essa história toda para
mostrar para vocês. Tiveram todo esse
período para se preparar para esse
momento. Naquele momento, só para vocês
entenderem a importância disso, a IBU
estava preparada. Nós sabíamos o que
fazer porque nós já fazíamos isso todo
domingo. O que que aconteceu? Nós saímos
dos nossos 27.000
inscritos para 130.000 inscritos no
final da pandemia. Nós crescemos
xes mais, que eu não vou fazer essa
conta aqui agora, pelo menos aí 300%,
mais de 300%, quase 400%
nós crescemos por conta da pandemia,
porque nós já estávamos fazendo isso. E
muitas pessoas que não tinham a sua
igreja preparada e não conseguiam
assistir mais o culto da sua igreja,
foram para IBNU e começaram a assistir a
IBNU. Então assim,
perceber a onda ou o movimento que Deus
está fazendo, é isso que ele fala, que
faz toda a diferença no crescimento, ou
seja, na na saúde da igreja e o
crescimento que vai que essa saúde vai
gerar. Aí ele vai basear o seu a sua
lógica, a sua, a sua ideia nessa grande
comissão e no grande mandamento.
Primeiro Mateus 22, onde ele diz: "Jesus
respondeu: "Ame ao Senhor, o seu Deus,
de todo o seu coração, de toda a sua
alma, de todo o seu entendimento.
Esse é o primeiro e maior mandamento e o
segundo é semelhante a ele. Ame o seu
próximo como a si mesmo." Desses dois
mandamentos dependem toda a lei e os
profetas. E depois em Mateus 28, que é o
final do Evangelho de Mateus, ele diz:
"Portanto, vão e façam discípulos de
todas as nações, batizando-os em nome do
Pai, do Filho e do Espírito Santo,
[roncando] ensinando-os a obedecer a
tudo que eu ordenei a vocês. E eu sempre
est eh eu estarei sempre com vocês até o
fim dos tempos."
nessa lógica de que o amor a Deus e o
amor ao próximo vai levantar, vai lhe
movimentar para realizar a grande
comissão. Ou seja, qual é o lema da
igreja de Sedobbeck? Um grande
compromisso com o grande mandamento e
com a grande comissão produzirá uma
grande igreja. Ou seja, a ideia deles é,
ah, quanto mais você
se dedicar a obedecer e a se comprometer
com os dois grandes mandamentos, ou
seja, amar a Deus e amar o próximo, e
com essa grande comissão,
mais saúde você vai trazer para a sua
igreja. E uma igreja saudável, um dos
itens é justamente esse crescimento,
certo? E aí ele vai modelar esse essa
igreja baseado no que a igreja primitiva
apresenta ali em Atos capítulo 2, o
final do capítulo 2, que é depois da
conversão dos 3.000 eh
das 3.000 pessoas que estavam ali
ouvindo
o discurso de Pedro lá na escadaria do
templo. Ele vai dizer o quê?
Eles se dedicavam ao ensino dos
apóstolos e à comunhão. Ao partir do pão
e das e as orações.
Todos estavam cheios de temor e muitas
maravilhas e sinais eram feitos pelos
apóstolos. Os que criam mantiam-se
unidos e tinham tudo em comum. vendendo
suas propriedades e bens, distribuíam a
cada um conforme a sua necessidade.
Todos os dias continuavam a reunir-se no
pátio do templo. Partiam o pão em casa e
juntos participavam das refeições com
alegria e sinceridade de coração,
louvando a Deus e tendo a simpatia de
todo o povo. E o Senhor lhes
acrescentava todos os dias os que iam
sendo salvos. Então ele vai dividir
nessas cinco ênfases que ele chamou de
cinco propósitos da igreja, né? que é um
propósito, é, é como se fosse uma fruta
com cinco gomos. Então, o que que é o
discipulado baseado no quê? No ensino
dos apóstolos, verso 42. Comunhão, ou
seja, tinham tudo em comum, versos 42 e
44. O ministério conforme a sua
necessidade, ou seja, distribuiam a cada
um conforme a sua necessidade.
A
a adoração, ou seja, louvando a Deus. E
o evangelismo, ou seja, o Senhor lhes
acrescentava porque eles estavam
mostrando as pessoas o a nova realidade
em Cristo Jesus. Então elas vinham e
chegavam a eles todos os dias. Então a a
ideia dos cinco das cinco ênfases é
justamente extraída dessa parte do texto
bíblico e vai ter a base, vai ser a base
para o funcionamento da igreja. Ou seja,
toda a igreja é dirigida por alguma é
dirigida por alguma coisa. A proposta
que o en levanta, ou seja, que a força
que dirige seja aquilo que o próprio
Cristo estabeleceu. Amar a Deus, amar o
próximo, fazer discípulos, batizarem e
ensinar. A igreja de Atos 2 já vivia
esses cinco elementos juntos e o
resultado foi saúde e crescimento dados
por Deus.
Agora vamos olhar cada propósito de
perto. Vamos lá. De onde vem esses cinco
propósitos? A gente falou dos grandes
mandamentos e da grande comissão. Ame ao
Senhor seu Deus de todo coração e de
todo de o de todo o teu coração, que é a
adoração, que tem o propósito de
magnificar a Deus, certo? Ame ao seu
próprio, o seu próximo como a si mesmo,
que é justamente a questão de
ministério. Antes que você pense que eu
tô fazendo o símbolo assim, que é o
símbolo do rock, isso aqui é o símbolo
das Libras, tá pessoal? Então, um dos
ministérios que é mais necessitado hoje
é justamente o ministério de Libras, que
é com surdos. A gente tem um casal de
surdos na nossa igreja e na igreja que
eu participava lá em Brasília, nós
tínhamos um ministério de estudos
gigantesco. Muitos das pessoas, muitas
das pessoas, para vocês terem noção, que
eram, que são, na verdade, né, os
tradutores de Libras da igreja que eu
participava em Brasília, trabalham hoje
no Senado e na Câmara. Vocês veem eles
na TV Câmara e na TV Senado fazendo a
tradução de Libras ao vivo quando tá
tendo sessão da Câmara, né? Então,
muitos desses trabalham no governo e
também trabalham na igreja fazendo
tradução. Então, ministério servir. Aí
vem a grande comissão. Façam discípulos,
que é justamente a parte do evangelismo,
batizando-os, que é a parte de trazer
eles paraa membresia, paraa comunhão, e
ensinando os obedecer, que é o
discipulado, né? Então, na IBNU a gente
tem um híbrido disso aqui. É um híbrido
não, é um é uma é um espelho disso aqui
com nomes diferentes. Nós temos, por
exemplo, nossa área de adoração ou
ênfase em adoração. Nós temos a ênfase
em que não em ministérios, mas em
serviço. Nós temos a ênfase em que não é
em evangelismo, mas é cham de missão,
né? nós temos a ênfase em comunhão, como
tá escrito aqui, e o último é a ênfase
em ensino ou discipulado, que que foca
justamente mostrar eh transformar a a a
vida da pessoa através do conhecimento
da palavra de Deus. Ou seja, por que o
batismo vira comunhão? Para Warren, ele
simboliza justamente a entrada no corpo
de Cristo. Diz ao mundo, essa pessoa
agora é um de nós. É uma é um é um ato
público de demonstração de fé em Cristo
Jesus e um ato de abraçar a pessoa pela
igreja. Somos chamados a pertencer e não
apenas a crer. Certo? E aí vamos falar
da adoração. A igreja existe, antes de
tudo para Deus. Amar. Amamos a Deus de
todo coração, adorando sozinhos num
pequeno grupo ou com milhares de
pessoas. Toda vez que expressamos nosso
amor a Deus, estamos adorando. A
adoração vem antes de serviço. Warren
observa a ordem de Mateus 4, adorar a
Deus e depois servir. Às vezes ficamos
tão ocupados trabalhando para Deus que
não temos tempo de expressar o nosso
amor a ele e adoramos por desejo, não
por obrigação. Ou seja, nós não fazemos
isso como algo que não somos obrigados,
mas porque nós entendemos, compreendemos
o que foi feito por nós e por isso nós
adoramos a Deus. Ou seja, Mateus 4:
adore o Senhor seu Deus, e só a ele
preste culto. Proclamem a grandeza do
Senhor comigo. Juntos exaltemos o seu
nome. O Salmo 34 vai dizer: "Os nossos
encontros, eles devem nos levar a
pessoa, levar as pessoas a se encontrar
com Deus, mas muitas vezes estão levando
somente a assistir um programa. Essa é
uma preocupação que todos os nossos
encontros devem ter, certo? Segundo
ponto, ministério, ou seja, o propósito
dois.
Ministério é demonstrar o amor de Deus
suprindo as necessidades e curando
feridas em nome de Jesus. Feridas
espirituais, emocionais, relacionais e
também físicas. Até um copo d'água fria
conta. Ou seja, você entregar água para
quem está com sede é um serviço que você
está prestando a essa pessoa. Todo
membro é um ministro. Essa é uma ideia
muito interessante. Não existe pessoas
que são, vamos dizer assim, eh sócios da
igreja. Todos são ministros na igreja.
No exército de Deus não há voluntários.
Ele convocou todos, ou seja, todos fazem
parte do exército. O alerta que ele faz
é esse. Em muitas igrejas, a fidelidade
é medida pela presença, não pelo
serviço. E os membros só sentam,
absorvem e ficam azedando, como acontece
em muitos ambientes eclesiásticos.
Aquele crente que fica parada que nem
leite parado, uma hora ele vai azedar.
Agora, se você está sempre em movimento,
você vai servir ao seu propósito. Você
vai virar, quando você bate leite, vira
o quê? creme de leite, depois você vira
queijo, você vira tanta coisa boa. Olha
que maravilha. Aí o que que diz Efésios
4 de 11? Com o fim de preparar os santos
para a obra do ministério para que o
corpo de Cristo seja edificado. É o que
diz lá a respeito dos dons ministeriais.
Aí a pergunta que nós levantamos é:
quantos de nós servem de verdade e
quantos apenas frequentam? E aí tem
pessoas que assistem online as igrejas,
que participam online, não conseguem
servir na igreja local, mas podem servir
no local onde estão. E aí precisa ter
essa equalização, esse equilíbrio de
encontrar a forma onde a sua vida vai se
prestar um serviço também voluntário por
entender que ao adorar a Deus você o
adora, porque você compreende o que ele
fez e isso te leva a servir por
gratidão, não por obrigação também.
Certo?
Terceiro ponto, evangelismo.
Eh, é na verdade evangelização.
A igreja ela é enviada, ou seja, Deus
fala: "Vão e façam discípulos. Somos
embaixadores de Cristo". No grego, vão
da grande comissão é um partípio, ou
seja, enquanto vocês vão é indo, não é?
Eh, compartilhar a fé faz parte do
caminho de todo cristão, onde quer que
ele esteja.
Mateus 28, Marcos 16, Lucas 24, João 20
e Atos 1. Uma comissão em cada Evangelho
e em Atos. Enquanto houver uma pessoa no
mundo que não conhece a Cristo, a igreja
tem o mandato de continuar crescendo,
tanto localmente quanto enviando pessoas
para alcançar os que estão distante.
Serão minhas testemunhas em Jerusalém,
em toda Judéia e Samaria e até os
confins da terra. Atos 18 vai nos dizer:
Pergunta que se levante é: Quem é a sua
Jerusalém? Pense em alguém
concretamente. Pense num nome que você
pode lembrar e falar assim: "Poxa, eu
poderia, gostaria de ver tal pessoa
entregue ali aos pés de Jesus". É essa a
dinâmica que está sendo apresentada
aqui. Comunhão. Cristãos não podem viver
sozinhos. Por isso que a ideia que está
sendo propagada muito nos nossos dias,
a ideia do
desigrejados
é uma ideia um pouco perigosa nesse
aspecto, porque os desigrejados eles
entendem que eles têm que ter comunhão
com Deus e se afastam dos outros porque
foram machucados e feridos de alguma
forma. Esse é um dos pontos. Outros eles
se decepcionaram com a liderança.
Existem vários pontos aqui que a gente
pode elencar, né? Mas a grande questão é
que o fato de você se afastar daqueles
que te machucaram também te impede de
ser o o canal de transformação dessas
pessoas. Você não transforma elas. E aí
isso gera um problema, porque a pessoa
que te machucou, às vezes ela nem sabe
que te machucou ou às vezes ela acha que
ela não está errada e você poderia ser o
canal que transformaria a situação dessa
pessoa. O que que ele vai falar? Nós
somos chamados a pertencer e não apenas
a crer. Não fomos feitos para ser
cavaleiros solitários, mas membros do
corpo de Cristo. Comunhão é carregar o
fardo uns dos outros, perdoar, celebrar
e chorar juntos.
Para o que o Warren vai escrever no seu
livro, toda a igreja precisa crescer
mais calorosa pela comunhão. Na igreja
em Sadlebeck, participar de um pequeno
grupo é um dos compromissos básicos do
membro, como o próprio Macários. A gente
também prega isso aqui. Nós queremos que
vocês façam parte de pequenos grupos
para que vocês possam mutuamente
abençoar e ser abençoados, gerar
crescimento e crescer juntamente com as
pessoas, né? Aí Paulo vai dizer aos
Efésios, vocês já não são nem
estrangeiros, não são estrangeiros nem
forasteiros, mas concidadãos dos santos
e membros da família de Deus, né? Se
você sumisse por três semanas, quem
perceberia e iria atrás? Eu fiz essa
pergunta na igreja não faz muito tempo.
Eu fui pregar sobre comunhão e eu
falando sobre comunhão, eu falei: "Uma
das coisas, uma das marcas da comunhão
da igreja é justamente a saudade que
você sente quando você está ausente. Não
apenas a saudade que sentem de você, mas
que você também sente." Então, a marca
de que você tem uma comunhão saudável na
sua igreja é quando você se ausenta,
você sente saudade das pessoas que estão
lá, as pessoas sentem saudade de você. A
grande pergunta é essa, como nós temos
desenvolvido e feito os nossos
relacionamentos de comunhão na igreja?
Então ele se preocupa e coloca isso como
um dos pilares de uma igreja saudável,
né? E o quinto propósito aqui, não em
ordem de importância, mas na ordem que é
lançada, é o discipulado. Obedecer não
saber. discipulado
eh o processo de ajudar as pessoas a se
tornarem mais parecidas com Cristo em
seus pensamentos, sentimentos e ações.
Jesus mandou ensinar a obedecer, não
apenas a conhecer os mandamentos. Ele
fala: "Ensinando-os a guardar tudo que
eu vos tenho eh eh ordenado,
ensinando-vos a obedecer tudo que eu
ordenei." Esse é o propósito da
caminhada do discipulado. Por isso que
ele não é ide apenas, é vão, enquanto
estão indo, façam os discípulos. É a
caminhada que conta, né? E o que que
acontece na igreja em Serob? utiliza
isso como exemplo. A classe de
maturidade ensina quatro hábitos básicos
do discípulo: tempo na palavra, oração,
dízimo e comunhão. Ou seja, crescimento
não acontece por acaso só porque alguém
frequenta os cultos. Você tendo esses
quatro elementos na sua vida, você vai
crescer em comunhão com Deus, em
comunhão com o próximo, e isso vai gerar
os os resultados aí do discipulado, né?
Ou seja, você vai apenas, não apenas
aprender, mas vou ter condições também
de ensinar as outras pessoas.
Colossenses 1:28 vai dizer: "Nós
proclamamos advertindo e ensinando a
cada um com toda sabedoria para que
apresentemos todo homem perfeito em
Cristo." Não é um homem capenga,
mancando, mas perfeito. O objetivo da
igreja deve ser esse, ensinar as pessoas
para que elas sejam perfeitas em Cristo.
E a pergunta que se levanta mais uma vez
é: "O que você obedece hoje que não
obedecia há um ano atrás? Será que você
tem tido esse crescimento? Será que a
sua caminhada dentro da comunhão da
igreja tem te levado a estar mais
próximo, mais parecido com o que Cristo
ensinou? Essa é a dinâmica que ele
apresenta no livro e que a gente coloca
aqui como um um pilar muito interessante
da proposta dele, da proposta que ele
levantou. Aí os cinco juntos são uma
declaração de propósito. Levar as
pessoas a Jesus e a membresia em sua
família, desenvolvê-las até a maturidade
em Cristo e prepará-las para o seu
ministério na igreja e para a sua missão
no mundo, a fim de magnificar o nome de
Deus. Essa é a declaração da igreja de
Sedlebeck, traduzido livremente pela por
mim aqui. Mas é essa a ideia. Você vê
que os cinco pilares estão aqui. Levar
as pessoas a Jesus e a membresia que
envolve evangelização e discipulado e e
comunhão. Desenvolvê-las na maturidade,
que é o discipulado, prepará-las para o
seu ministério, que é o serviço, e para
a sua missão na igreja, que é a
evangelização, que é missão, no caso. E
tudo disso, o final é a adoração, eh,
como o o foco principal da igreja.
Então, temos o quê? Magnificar, missão,
membresia, maturidade e ministério.
Cinco pilares, os cinco propósitos que
ele vai apresentar lá. Repare que a
frase é um processo. Trazer as pessoas,
edificá-las, treiná-las, enviá-las na
missão, ou seja, magnificando a Deus em
tudo que é a adoração. Em vez de fazer a
igreja crescer com programas, faça as
pessoas crescerem com um processo. A
ideia é que esse crescimento pessoal, e
aí nós precisamos entender que isso
demanda ou deriva diretamente da fé da
pessoa, eh, quando a pessoa ela tem esse
crescimento espiritual pessoal, ela não
consegue conter isso para si mesma, ela
não consegue manter isso dentro de si.
Ela vai não apenas querer passar isso
paraas outras pessoas, mas ela vai
demonstrar isso através das suas ações.
E isso é um fator muito importante, né?
Existe uma frase que é atribuída a
Francisco de Assis, tem gente que não
gosta muito dessa frase, eu acho que ela
é um bom ponto de partida. Ele fala
assim: "Pregue o evangelho, pregue a
palavra de Deus o tempo todo. Se
necessário for, use palavras". Dizem que
ele falou isso. Não sei se existe essa
essa. Aliás, eu adoro essas coisas aqui.
Vamos ver se o chat GPT eh,
eu não consigo falar e digitar ao mesmo
tempo.
Eu quero ver o que que ele vai dizer
aqui no modo IA.
do Gemini.
Ó, já tá dizendo aqui que essa frase não
é dele, não há nenhum registro que ele
falou. Eh, ela é uma frase associada a
ele pelo estilo de vida.
Então, não necessariamente essa frase de
Francisco de Assis, posso estar errado
nessa coisa, mas essa frase ela resume
bem a ideia aqui. Ou seja, quando a
pessoa ela tem essa transformação de
vida, ela vai viver de forma que as
pessoas ao redor dela vão perceber essa
transformação, vão perceber essa mudança
e vão querer saber o porquê. Por que que
a gente sabe disso? Porque o mundo nos
leva para uma um afastamento, ou seja,
para uma individualidade.
Sociedades
eh eh tradicionalmente comunitárias, ou
seja, onde o foco está na comunidade, na
família e não no indivíduo,
principalmente as sociedades orientais,
t sofrido muito com a a a
onda de individualismo que tem entrado
nesses lugares. E aí, muitas gerações
mais novas têm sido confrontadas com as
gerações anteriores justamente por essa
ideia de que naquele ambiente, naquela
sociedade, naquela comunidade, a
a figura familiar é mais importante do
que a figura individual. Então você tem
essa questão da vergonha e da honra
muito fortes nessas sociedades. Então
assim, o que nós temos visto no Ocidente
de com muita força aí, isso tá se
espalhando para outras regiões do Globo,
é justamente essa inclinação a
desenvolver
a a sua própria individualidade, a não
prestar contas do que você faz, a buscar
a sua
ascensão pessoal, individual, a
satisfação dos seus próprios desejos. E
a pessoa que é transformada por essa
realidade bíblica aqui, ela para de
pensar em si mesma e começa a pensar no
próximo. Amar a Deus acima de todas as
coisas e ao próximo como a si mesmo. E
essa transição impacta a sociedade que
nós vivemos, certo? Então, qual o perigo
do desequilíbrio que ele vai apontar no
seu livro, né? Você tem cinco tipos de
igreja desequilibrada.
A tendência natural é a igreja enfatizar
o propósito que o líder mais gosta e
esquecer os outros.
Ele vai descrever cinco formatos
resultantes dessa desequilíbrio.
Primeiro, uma igreja que é ganhadora de
almas. Tudo gira em torno de decisões e
batismos. O resto fica em segundo plano.
É só evangelismo. A igreja que foca
muito na experimentação
eh de Deus, ou seja, o culto recebe mais
atenção do que qualquer outra coisa. Ou
seja, você tem uma adoração muito eh
efusiva, muito avivada, mas você não
desenvolve as outras áreas da igreja.
Uma grande família, ou seja, estar
juntos importa mais do que os alvos. O
estima que 80% das igrejas americanas
estejam assim, ou seja, a igreja só
serve para si mesma. Conheço várias
igrejas que têm esse problema. E assim
eu chamo de problema, porque isso não
faz parte do que a Bíblia apresenta. Ou
seja, igrejas que quando conseguiram
reunir uma gama ali de atividades que
são confortáveis e agradáveis paraa sua
membresia, fecharam entre si e não
precisam mais buscar pessoas de fora,
esquecendo um problema sério que
acontece com todas as pessoas, é, eles
vão morrer um dia e essa morte vai
acarretar numa nova geração que talvez
não esteja acostumada àquilo ali ou não
esteja satisfeita com aquilo ali e vai
debandar debandar uma igreja que também
pode ser aula, os membros vêm com
caderno, anotam e vão para casa. Ou
seja, só o discipulado, só o ensino aí
enfatizado. E uma igreja extremamente
com consciência social, ativistas que
querem mudar a sociedade, só fazem
coisas para fora e não estão preocupadas
com os outros pilares de acordo com o
que ele mesmo falou. Cada membro costuma
achar que o seu tipo é o mais
espiritual. Qual deles você acha que a
igreja, como nós e nós aqui, Macários,
pertencemos, né?
Então, o que que nós vemos aqui?
Adoração, ministério, evangelismo,
comunhão e discipulado não são
departamentos da igreja, são a própria
razão da igreja existir. Cada um nasce
de uma frase de Jesus e nenhum pode ser
trocado por outro. O equilíbrio não
acontece naturalmente. Precisamos
corrigir o desequilíbrio continuamente.
Saúde é ter os cinco elementos em
equilíbrio, mas pessoas reais estão em
estágios diferentes. Como levar cada um
a viver esses cinco propósitos,
certo?
Ah,
os círculos de compromisso. Isso é um
ponto muito importante aqui, porque você
precisa justamente não apenas eh mapear
a igreja, mas se mapear, olhar para si e
ver em que posição você está aqui. Ele
vai trata isso como uma estratégia e não
uma hierarquia, certo? Tá, a hierarquia
tá meio tapado ali, mas eu escrevi
hierarquia ali, cinco círculos de
compromisso. Então você tem, ó, a
comunidade, depois você tem a multidão.
A comunidade é a sociedade em geral, tá?
Então você tem a multidão, depois você
tem a congregação, aí da congregação
você tem os comprometidos e dos
comprometidos você tem o núcleo. O
núcleo entendeu que os cinco pilares são
importantes e correm para que os cinco
pilares estejam justamente em
equilíbrio, certo? Então, qual é o
objetivo da igreja? Mover eh todo mundo
para o centro, mover todo mundo para o
núcleo da igreja. Esse é o objetivo. O
Rick Warren, ele observa que as pessoas
se relacionam com a igreja em níveis
diferentes de compromisso. Em vez de
tratar todos de forma igual, a igreja
deve reconhecer onde cada um está e
ajudá-lo a dar o próximo passo em
direção ao centro. Se a igreja tá toda
no núcleo, ela toda faz todos os
trabalhos necessários. todas as
atividades, todas as ênfases
necessárias. Ela entende isso porque
todos estão ali próximos do núcleo.
Jesus também reconhecia níveis. A um
interessado, ele disse: "Você não está
longe do reino de Deus". E quando alguém
chegou ao núcleo, War responde: "Nós o
enviamos de volta à comunidade para
ministrar". Ou seja, o objetivo de que
você tem as pessoas no núcleo é para que
ele vá pra comunidade para apresentar
esse núcleo lá pra comunidade. Certo?
Essa é a dinâmica. que é apresentada
aqui nesses cinco pilares, ou seja, quem
está em cada ciclo e o que que ele
precisa. O cara que tá na comunidade sem
igreja ao nosso alcance, eh sem
compromisso com Cristo, nem com a
igreja, qual é o propósito nesse fato,
nesse caso? É o evangelismo. Quem tá na
multidão, os que frequentam os cultos
todo domingo, crentes e não crentes
misturados. Ou seja, qual é o propósito
deles? Levá-los a adorar. Porque a
adoração é para além de si mesmo, é para
o próprio Deus. E quando você reconhece
o propósito da adoração, você percebe
que você precisa se movimentar em
direção a Deus. E aí você vai se
movimentar do seu próprio lugar. Você
vai sair da multidão e vai fazer parte
agora da congregação. Quem é a
congregação? São os membros, não é?
Aqueles que receberam a Cristo, foram
batizados e se comprometeram com a sua
própria igreja. Qual é o propósito nesse
caso aqui? envolvê-los na comunhão da
igreja, fazer com que eles façam cada
vez mais parte dessa igreja e entendam
como essa igreja funciona. Com os
comprometidos, eles fazem o quê? Eles
oram, eles contribuem e crescem, mas
ainda não servem no ministério. O
propósito deles é para eles é
discipulado, é ensinar a necessidade que
eles têm de de entregar aquilo que eles
são e aquilos que el que eles possuem
para abençoar a vida tanto daqueles que
estão na igreja como os que estão de
fora. Desses aí vai surgir o núcleo, que
é a minoria dedicada, que lidera e que
serve, que é o coração da igreja. Qual é
o propósito desses aí? justamente montar
toda a área ministerial com para que as
pessoas integrem os ministérios e possam
abençoar aqueles que estão lá na
comunidade, na multidão e na congregação
e também que os comprometidos possam
chegar ao núcleo, certo? Para cada grupo
uma abordagem. Jesus começava onde cada
pessoa estava. Venham e vejam. Ele dizia
e depois ele vai dizer: "Tome a tua
cruz". Ou seja, uma multidão não é uma
igreja, mas pode ser transformada em uma
igreja. O fato de terem muitas pessoas
frequentando o mesmo espaço nos horários
de culto não significa que nós temos uma
igreja formada ali. A igreja é formada
daquelas pessoas que estão no caminho de
ir para o núcleo. Porque na multidão
você tem os famosos clientes da fé. é o
pessoal que muitas vezes vai pra igreja,
ele se alimenta do que a igreja oferece,
mas ele não quer compromisso, ele não
quer se envolver, certo? A pergunta
certa é não quantos vieram, mas quantos
deram um passo para o próximo círculo
nesse ano? Ou seja, a fidelidade
daqueles que estão frequentando os
nossos ambientes e os nossos espaços.
Esse é o foco, certo? E aí nós temos
esse diamante que nós no Brasil
traduzimos por diamante. Lá ele
utilizava a ideia de uma de um campo de
baseball, né, que é inclusive o que nós
estamos vendo aqui. Então você tem aqui
a base, né, que é o home run, né, que é
que é o home, que é esse. Eu acho que o
mouse vai dar para vocês enxergarem
aqui, que é essa parte de baixo aqui. E
o objetivo do beisbol é justamente você
dar uma atacada na bola que vai ser
lançada na sua direção e correr pela
primeira base, segunda base, terceira
base e voltar para casa, você fazer essa
volta inteira. Então, para ele lá, o
bebramenta maravilhosa de ensinar a a a
estrutura que ele tava passando. Então,
o que que ele fala? Você tem o processo
de desenvolvimento. Essa era a ideia que
eles desenvolveram. Isso é muito baseado
na estrutura de ensino norte-americano,
né? Então você tem a classe, por
exemplo, que é chamada de classe 101,
que é 101, e mais o pacto de membresia,
onde você vai ensinar paraa pessoa eh
todas as as os pilares, né, daquela
comunidade. Depois ela ia pra segunda
classe que é 20, que é o pacto de
crescimento. Ou seja, ele depois que ele
vai ter maturidade, que são os hábitos
que fazem crescer, ele vai para o
segundo segunda base do segundo estágio.
Depois ele vai ter a ideia de como a
igreja funciona, que são os ministérios,
ou seja, descobrir a forma que ele pode
servir, que é a classe 301. E aí eles
vão para o 301, ou seja, o compromisso
de serviço. Chega na terceira classe,
ele vai agora para o home run, que é
justamente a classe 401, que vai
compartilhar a fé e a casa em em casa e
em missões. Ou seja, ele vai entender
que onde ele está pode se tornar um
núcleo de propagação do evangelho, que a
ideia lá de Shadow Beack desde o início
foi ter pequenos grupos em casas para
que a sua casa se tornasse um caminho de
entrada aí para a o evangelho, que
inclusive é um dos pilares que a IBNIL
defende. A gente tem caminhado para se
tornar não a igreja com células, mas uma
igreja em pequenos grupos. Em pequenas
células, nós chamamos de geeks, né?
grupos IBNU para a comunidade. Então, a
ideia é que os geeks sejam a o basilar
da igreja, as células da nossa igreja e
as células juntas formam o corpo. Aí o
que ele vai utilizar como como eu falei
para vocês, o bebê disso, como no
baseball não se marca ponto por quem
fica na base, mas quem dá a volta e vai
para o home run. Muitas igrejas levam
gente à primeira ou a segunda base,
poucas chegam à terceira base ou a casa.
O alvo é transformar a plateia que
assiste num exército. Esse é o objetivo
final do funcionamento da igreja, certo?
A terceira base, ou seja, que é o quarto
pilar do ministério para os leigos, para
aqueles que querem servir. Cada um tem
uma forma de servir. Seu ministério é
determinado pela forma como Deus o fez.
Ou seja, em inglês a a o nome era shape,
né? E no português foi trazido por
forma. Eh, quais são os cinco elementos?
Dons espirituais, coração, habilidades,
personalidade e experiências. Ou seja,
os dons espirituais são dados pelo
espírito para a edificação da igreja. A
dica do Warren é comece servindo e você
descobrirá quais são seus dons. Às vezes
você vai servir uma área que vai te
trazer mais satisfação e outra área que
vai trazer menos satisfação. Às vezes a
que te traz mais satisfação é justamente
aquela que eh
você tem o dom e você pode continuar
nessa área. Coração, suas paixões, ou
seja, o batimento que acelera diante de
certos assuntos é aquilo que te
movimenta para ser para servir, né?
Habilidades, aptidões, né? talentos
naturais e competências que você
desenvolveu ao longo da sua trajetória,
ou seja, personalidade. Aqui, por
exemplo, ele utilizou que eh Êxodo 313,
se eu não me engano, é o texto de
Besalel e e Oliab, que diz que o
espírito capacitou para produzir aquilo
que Deus estava mandando.
Personalidade, introvertido ou
extrovertido, o mesmo dom se expressa de
jeitos diferentes e vai ser utilizado de
jeitos diferentes. Então você tem Pedro,
Paulo, Jeremias, que são exemplos aí de
pessoas bíblicas que tem formas de
pensar completamente diferentes, certo?
Eh, e aí você tem a questão das
experiências, né, que você dê educação,
trabalho, vida espiritual, ministério e
até os as suas dores. Deus não vai
desperdiçar nada para abençoar as
pessoas. Aí, pensando na sua forma, em
que tipo de serviço você seria mais útil
para o reino hoje? Essa é a pergunta que
você precisa fazer, né? Aí um pouco de
cuidado que a gente precisa ter com o
que a gente viu aqui. Parece tudo
maravilhoso, mas a gente tem que ter um
pouco de cuidado. Primeiro, o que que os
críticos apontam
Rick Warren em Sadleback? Primeiro,
pragmatismo, o risco de medir a
fidelidade pelo que funciona e pelos
números, né? Ou seja, muitas vezes a
pessoa tem muita fidelidade, mas ela tá
passando por dificuldades muito grandes
e não consegue servir de forma plena. E
isso eh gera um um uma leitura errada da
situação. Segundo ponto, foco no
visitante. Adaptar a igreja demais ao
gosto de quem chega pode diluir a
mensagem e alimentar o consumismo
religioso. Muitas igrejas têm passado
por isso, inclusive. O método acima da
palavra,
eh, a estrutura e os programas podem
ocupar o lugar da pregação bíblica e da
teologia.
O que que vale aproveitar aqui? Os cinco
propósitos são extraídos das escrituras
e não são inventados por ele. Inclusive,
como eu falei para vocês, a IBNU segue
justamente essa ideia aqui dos cinco
propósitos, né? O próprio Warren diz que
a igreja não deve ser sensível ao
visitante. A igreja deve ser, perdão,
sensível ao visitante, mas não dirigida
por ele. E o que o método deve sempre
servir a mensagem e não o contrário, né?
Ele insiste que o modelo não deve ser
copiado. Aproveite a carne do peixe e
jogue fora as espinhas. E essa ideia de
equilíbrio que é muito importante. O
caminho de crescimento serve a qualquer
igreja de qualquer tamanho. Equilibrar
os cinco pilares é o foco que a igreja
deve ter. Qual é o princípio para nós
aqui do Macários? A Bíblia avalia os,
não apenas esse livro, não, como todos
os outros e não o contrário. Nós ficamos
com o que é bíblico e testamos o resto
para ver se tem pertinência ou não.
Certo, meus caros? Eu acho que aqui
paraa frente viria aqui um uma espécie
de um um teste, a gente não vai falar
sobre isso. Nós estamos aqui finalizando
toda a parte teórica a respeito do que
vimos nesse dia sobre a igreja com
propósito, certo? Temos questões,
perguntas. Se você não fez perguntas,
pode fazer agora também. E nós vamos
tentar responder da melhor forma
possível.
Deixa eu ver o que que nós temos aqui.
Ah, que legal, ficou melhor. Eh, Parará.
Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa
noite. Boa noite. Boa noite.
Foi o Boom na época. morava na Flórida
foi, na verdade sufocante. Só dava isso.
Exatamente. Foi, a Adri tá falando aqui,
foi realmente um momento crescimento na
época que surgiu o o o a ideia da igreja
com propósito que o livro surgiu e todo
mundo começou a correr atrás para ver
como é que era esse crescimento. Só para
vocês terem uma noção, deixa eu fazer
uma pesquisa aqui rápida. Qual
Qual o tamanho
atual da igreja
de Shadow?
do pastor Rick Warren.
Hoje a igreja em Sadleback, ela está
nada mais nada menos do que com, eu
estou enrolando porque a pesquisa tá
demorando um pouco aqui. É isso mesmo.
Ah,
ela tem uma frequência de 30.000
pessoas, mas ela tem registrados no seu
R de membro 54.000. Porque tem muita
gente que não mora nos Estados Unidos,
que é membro da igreja lá, tá? Eh, aí tá
falando aqui, a igreja fundada por Rick
Warren localizada principalment Lake
Forest na Califórnia, Estados Unidos.
Exatamente. Que é a região de Sadelbeck.
à lá. O livro apresenta a proposta de
organização e desenvolvimento da igreja
a partir de cinco propósitos bíblicos
fundamentais.
Ã, a teologia de Warren do livro
essencialmente teologia prática de
missão. Que ocorreu na igreja foi um
mecanismo esquisito. Há controvérsias
com certeza.
Ah, a ideia do Warren foi distorcida.
Isso aqui é importante falar, tá? O que
o Warren recomendou, muitas igrejas não
fizeram. Primeiro igrejas copiaram o que
ele fez lá. Inclusive os exemplos de
beisebol que brasileiro nunca jogou na
vida, eles traziam para cá, né? Aí tinha
pastores que inclusive usavam a camisa
que ele usava, por como é uma cidade
praiana, uma região praiana e ele tinha
lá tem muita gente que usa aquelas
camisas de de Havaiana, os pastores que
estavam copiando Subecam camisas
havaianas. É um negócio de louco que os
pastores estavam fazendo. Só que isso
gerou vários problemas porque a igreja
não tinha o mesmo crescimento. Então
esses pastores começaram a deturpar um
monte de coisa, certo? E aí isso virou
uma salada de fruta. Ah, que temos aqui
mais?
É interessante aqui a a Fe falando que
não consegue acompanhar situa na na na
na localidade da igreja. Mas você tá aí
com sua dinâmica de vida, já tá servindo
seus queridos aí, que Deus abençoe.
Ah,
tã.
Olha que boa pergunta. Ter tudo em
comum. Como abraçar essa ênfase
considerando as diferenças sociais da
igreja?
Eh, eu acho o seguinte,
hoje a igreja já dispõe de mecanismos e
a sociedade também dispõe de mecanismos
diferente da época que Atos estava eh
vivendo ali. Quando Atos estava eh
relatando essa ideia, por exemplo, de
tudo em comum, havia, por exemplo, o
que, inclusive até hoje em alguns
ambientes religiosos judaicos acontece,
havia a ideia de
você pertencer à sua família, ao seu
clã, né? A ideia de clã era uma ideia
muito forte.
quando a pessoa rompia com os preceitos
religiosos, como por exemplo, ah, eu
deixei de ser eh
judeu, agora eu estou seguindo Yesua,
sou cristão, né? Que os cristãos vão ser
chamado pela primeira vez de cristãos
somente na na cidade de Antioquia, ali
na região de Jerusalém, eles eram
seguidores de Yesua. Podia ocorrer o a
expulsão da pessoa da família e ela
ficar realmente a ver navios. Então, a
necessidade da igreja era muito grande.
Então, por isso várias pessoas vendiam
tudo que tinham e compartilhavam com os
que não tinham mais recursos, tá? Isso
foi muito comum nessa época. Hoje nós
temos igrejas com eh setores como
setores de assistência social muito bem
estruturados que abençoam a vida das
pessoas. E também nós temos as entidades
civis que fazem isso, né? Então assim,
você obrigar as igrejas a as pessoas da
igreja a venderem tudo e compartilhar
tudo com todos também tem um outro
problema. Porque assim, muitas pessoas
nas nossas igrejas hoje se aproveitam
dessa bondade e até seguem uma cartilha
que a igreja determina para usufruir da
bondade dessas pessoas. Então, é muito
difícil, muito complicado esse momento,
né? Eh, nós não temos assim,
infelizmente, eu falo infelizmente
mesmo, uma presença do espírito tamanha
como tinha no início da igreja naquela
época para matar os ananias e safiras
que nós temos no nosso meio, com todo o
respeito, amor e carinho, tá? Mas a
verdade é essa, tem gente que se
aproveita da bondade da igreja. E assim,
tem gente, por exemplo, a gente tem
vários casos, eu não vou citar todos
aqui, mas a gente tem casos de pessoas
que se aproximaram da nossa comunidade e
a gente nunca dá dinheiro por dar
dinheiro. A gente quer entender a
situação da pessoa e quer abençoar,
ajudar a pessoa para que ela saia
daquela situação. E nós oferecemos
caminhos de saída e a pessoa não queria,
a pessoa simplesmente queria receber.
Então, chega um momento que você precisa
também colocar as barbas de molho,
porque assim, o dinheiro que eu dou para
uma pessoa dessa é o dinheiro que eu não
estou dando para um missionário, por
exemplo, para ajudar crianças na África
ou ajudar missionários no interior do
Japão que estão lá mostrando o Senhor
Jesus para pessoas que não acreditam em
Jesus. Então, assim, o dinheiro é o
mesmo. Eu tenho que dizer para onde eu
vou direcioná-lo apenas, né? Então, isso
é uma questão que precisa muito cuidado
na hora de se pensar, tá?
Eh,
eh,
tá tá tá tá tá tá.
Vamos ver.
Temos mais alguma pergunta aqui? Temos
uma pergunta. Eu tenho uma pergunta.
Quem é filho de pastor tem maior ou
menor dificuldade em ser igreja
verdadeiramente, não por influência da
família? Olha, eu sinceramente sou filho
de pastor, não sei se vocês sabem disso.
Eh, eu tenho dificuldade zero, nunca
tive dificuldade de ser membro de uma
igreja. E assim, porque eu via muita
sinceridade na forma como meu pai lidava
com isso. Então, eu acho assim, o que
acontece muitas vezes em algumas igrejas
é que eu quero ser bem categórico. Eu
não estou criticando nenhum pastor
porque eu não conheço as realidades
individuais dos pastores. Mas muitas
vezes ocorre muita hipocrisia
pastoral. Não é? O pastor precisa ser o
primeiro exemplo. E eu não tô falando
que eu sou, OK? Eu estou tentando ser.
Deixa bem claro isso, porque é muito
difícil, é complicado, é uma luta
pessoal que o pastor tem. Ele carrega
problemas de muitas pessoas, muitas
pessoas. E assim, muitas vezes ele ele
não tem onde extravazar e estressar. E
ele não pode descarregar isso na esposa.
Minha esposa tem muita coisa que ela nem
sabe que acontece. Ela até fica chateada
porque às vezes alguém vem falar comigo
e fala assim: "Você soube de fulano que
aconteceu outra coisa?" Eu falei: "É, tô
sabendo." E quando ela fica sabendo, ela
fala: "Mas ele sabe, não me falou". Eu
falei, eu não falo porque você não tem
que carregar esse peso. Quem tem que
carregar sou eu. Fui eu que fiz o o o
propósito de carregar esse peso. Então
assim, quando o pastor ele é sincero,
inclusive em mostrar as mazelas que a
igreja carrega, ele vai mostrar também e
falar o seguinte: "Olha, por que que a
gente continua na igreja? Porque dentro
da igreja é a melhor oportunidade que a
gente encontra na sociedade de expressar
esse amor que Cristo demonstrou por nós.
Então assim, você não vai conseguir
fazer isso fora da igreja. Se você
estiver fazendo isso fora da igreja,
você está sendo igreja em outro lugar.
Essa aqui é a realidade. Então, a igreja
aqui, não instituição, mas a igreja
corpo de Cristo, ela age dentro de um
estabelecimento, de um templo, de uma
construção, e ela age nas relações
também interpessoais ao longo da
trajetória das pessoas. Então, assim,
não é pelo fato de nós estarmos ou não
estarmos dentro de uma mesma
construção que nós somos igreja. Nós
somos igreja quando demonstramos e
executamos as os mandamentos, as
ordenanças de Cristo Jesus. E se você
fizer isso, os filhos também vão seguir,
porque eles vão seguir o exemplo. Não é
realidade em todos os lugares. É claro,
a gente sabe muito bem disso, que
existem muitos casos aí de filhos de
pastor que acabam se afastando um pouco
da da do convívio por alguma decepção,
por não entenderem, não não
compreenderem exatamente que igreja é
feito de pessoas falhas que cometem
erros e tudo mais, né? Essa é a
realidade. Iss pelo menos a minha forma
de pensar todo o processo, certo?
E BNU Oxford. Gostei dessa aí, hein.
Eh,
é verdade.
Ah, vamos lá fundar aí Benil Oxford. Eu
me até me me voluntario aí uma vez por
mês aí. Olha aí, ó. Desde que paga minha
passagem que não tenho dinheiro para ir
todo mês, não, tá? Mas assim, a gente
poderia fazer um trabalho nessa
nessa dinâmica aí de termos várias
ibnuses, não para sermos IBS, mas que
Ibnews multipliquem o amor de Deus onde
estiver. OK? Meus caros? Um prazer
maravilhoso estar com vocês mais uma
vez. Se não temos mais perguntas,
quero agradecer de novo a presença de
vocês e pedir que vocês façam uma das
atividades,
eh,
que nós recomendamos aqui sempre, né? Se
você tá chegando no nosso canal, não tá
inscrito ainda, se inscreve aqui no
canal do YouTube, dá um joinha nesse
vídeo, ativa o sininho para receber as
notificações e aí vem a sua parte de
evangelização, que é distribuir esse
conteúdo. E aqui não é só evangelização,
que é discipulado também. Nós tentamos
ensinar as pessoas como elas podem ser
melhores servos de Cristo Jesus, mais
parecidos com ele a cada dia através da
do conhecimento da palavra de Deus. Tá
bom? muito obrigado por me acompanhar
até aqui. Obrigado por acompanhar a IBNU
também. Somos todos maos, como vocês
costumam dizer. Nos vemos numa próxima
oportunidade, quando as nossos caminhos
se cruzarem novamente aqui no Macários
ou em outro lugar. Deus abençoe e até a
próxima.

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