Makários – Eclesiologia | Aula 8 | Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’ | Jônatas Hübner
02/10/2026
Makários – Eclesiologia | Aula 8 | Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’ | Jônatas Hübner
Makários II
Módulo III – Eclesiologia: entendendo as diferentes propostas de igreja
Aula 08 – Entendendo a ‘Igreja com Propósitos’
Jônatas Hübner
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เฮ [música] >> [música] [música] [roncando] >> Muito boa noite todos que nos acompanham no nosso curso Macários. Uma alegria estar com vocês hoje. Bom dia e boa tarde. Se você está em outro fuso horário ou vendo de outro vendo em outro momento a nossa aula, é uma alegria, como eu falei, estar com vocês mais uma vez. da gente que tem trabalhado nesse módulo do Macários a respeito das da igreja, num num conceito, ou seja, numa área da teologia que nós chamamos de eclesiologia. E o que que é a eclesiologia? É justamente o estudo que a gente faz da forma como essa igreja se apresenta. E a gente tem feito nos últimos, vamos dizer assim, no módulo anterior, a gente encerrou os modelos de igreja, não é? ou seja, os tipos diferentes de igreja que a gente tem. E aí não necessariamente são os modelos, mas são as linhas teológicas que definem os modelos de igreja. E agora, especificamente, nós estamos debruçados tentando aprender um pouco mais sobre a aí sim que nós chamamos de modelos de igreja, né? a gente já vai falar hoje de um modelo muito específico, eh, que é um modelo que tá conectado a um movimento que aconteceu nos Estados Unidos no final dos anos 90, início dos anos 2000. E é muito importante, interessante estudar isso aqui, porque teve um impacto muito grande no Brasil, inclusive também em várias outras partes do mundo, né? E a gente vai falar de outras formas eh eh de como a igreja se apresenta, vamos dizer assim, como a igreja eh realiza a sua obra, certo? Então, a gente vai falar hoje especificamente sobre o modelo que é conhecido como igreja com propósitos. É um modelo de igreja muito conhecido, muito, vamos dizer assim, eficiente. Inclusive, eu estou vendo que eu estou um pouco escuro aqui. Isso está me incomodando. Olha, a exposição foi demais aqui. Tá bom. Agora o brightness eu tenho que diminuir um pouco porque ele estava muito claro. Agora eu estou com um pouco mais de cor. Maravilha. Camisa. Me perguntaram aqui essa camisa da nossa querida vilã. Nossa, como é que diz lá? Aquele que corta o pescoço. Não é o é o capa não. É o exec executioner. Esqueci como é que é o nome em português. Meu Deus. Alguém me ajuda aí. Essa camisa é a camisa da Noruega. Olha que bonito. Eu adorei. Na hora que eu vi a camisa da Noruega na na Copa do Mundo, eu falei: "Tenho que comprar uma camisa dessa e é maravilhosa". Eh, e aí o que que nós estamos vendo hoje? É justamente o que já colocaram aqui no nosso chat. É exatamente um movimento que foi iniciado por Rick Warren, que é um grande pastor norte-americano. Como todo ser humano tem as suas dificuldades, mas eu prefiro focar nas qualidades dele que realmente foram muito além da sua própria pessoa e da sua própria comunidade. Abençoaram o mundo com o com ele criou, com a forma de ver a igreja da forma que ele criou. Então, a gente vai ver hoje justamente igreja com propósitos. O que que move a nossa igreja e o que deveria movê-la? Essa é a lógica, é a linha de pensamento que o Rick Warren se dispôs a a pensar, não é? Nesse momento ele da história dele, da história da sua comunidade. E a gente vai falar rapidamente sobre isso também, como que surge a comunidade? O nome da comunidade é é Shadleback. E Sadlebeck é uma região lá da cidade de São Francisco, na Califórnia, ou é Los Angeles? Eu estou na dúvida. Talvez seja São Francisco, talvez seja Los Angeles. Eu precisava ter lido isso antes, mas eu sei que o nome do região, porque eu só lembro da igreja de Sedelbeck, que é a região eh que ele eh trabalhou na época. Eu vou subir e eu vou pro outro lado. Deixa eu ver para qual lado eu vou. pro lado de cá eu atrapalho desse lado mesmo. Vou ficar aqui atrás do nosso nome Macários. Então, qual é a pergunta que é vai incomodar a gente hoje? Se alguém de fora observasse a nossa igreja por um ano inteiro, o que diria que nos move? Qual é, vamos dizer assim, o motor que faz a nossa igreja funcionar? E aí tem alguns exemplos. Isso aqui extraído, tá pessoal, do livro dele, que foi o livro que virou um bestseller, que vendeu durante ficou durante muito tempo entre os livros mais vendidos lá na naquela lista famosa do New York Times. Eh, é um livro muito conhecido nos Estados Unidos, que é justamente o livro é eh Purpose Purpose Driven Church, não é? Igreja igreja com propósitos. a ideia de que [roncando] a igreja precisa de um propósito, ela precisa de um foco muito claro para executar a sua missão. Eh, uma questão importante é que eu vi que não temos ainda perguntas, questionamentos. Então, se você tiver alguma pergunta no meio eh da nossa aula aqui, você pode lançar a sua pergunta que a gente vai tentar responder. Então, as perguntas que se levantavam era: será que é a agenda que movimenta a igreja? Ou seja, o calendário de eventos, é quem decide o que a gente vai fazer ou são os costumes? No sentido assim, é sempre assim, sempre foi feito assim e nós vamos manter a nossa tradição. Ou o que ele vai levantar, os propósitos de Deus para a igreja, ou seja, ser e fazer aquilo que Cristo mandou. para a sua igreja. E aqui tem uma um detalhe muito interessante. Eh, a gente não vai fazer essa essa dinâmica aqui, mas aqui tem um detalhe muito interessante a respeito de como surge essa essa ideia dele, porque o Rick Warren ele estava fazendo um doutorado na área de eclesiologia, na área de igrejas, e ele pensou justamente isso, o que que movimentaria as igrejas da época dele? o que que faria uma igreja cumprir todos os aspectos eh que a Bíblia coloca para essa igreja. E ele vai justamente estudar e elencar esses aspectos e vai colocar aí no seu no livro, no conteúdo do seu livro. Então, quem é Rick Warren? Vamos lá. Ele é um pastor batista norte-americano, fundador da Sadleback Church, que é no sul da Califórnia, ó, não falou o nome da cidade, que iniciou em 1980 na sala de sua própria casa com uma única família. O primeiro culto público foi num domingo de Páscoa e em 15 anos a igreja passou de 10.000 pessoas nos cultos. Ou seja, isso foi a tese de doutorado dele, não é? E aí quando ele pegou essa tese e aplicou nesse pequeno grupo, vocês veem que vem que depois de 15 anos a igreja tinha 10.000 pessoas. E o que que isso gerou? Gerou uma corrida. Muita gente foi atrás para entender o que que ele tinha feito, eh, como ele tinha produzido esse crescimento e queriam ver se podiam aplicar isso nas suas próprias igrejas. Só que vai uma ressalva aqui muito importante da boca do próprio Rick Warren e o livro dele também fala isso. Tem um outro livro que surge desse livro que é o The Purpose Driven Church, que no Brasil foi lançado como uma igreja com propósito pela editora Vida, que é o livro eh uma vida com Propósitos, né, que é o que vai ser lançado em 2002. Ele fala várias vezes isso. O foco não é o crescimento, o foco é a qualidade, é você fazer as coisas com qualidade. E aí a tese central dele é que nada precede o propósito. O ponto de partida de toda a igreja deve ser a pergunta: por nós existimos? Qual é o propósito de nós existirmos? Então, essa é a dinâmica que vai impulsionar eh todo o movimento. Colocaram aqui melhore a igreja centrada do Timot Keller. O Timot Keller bebeu muito desse conteúdo, tá? Só para vocês saberem, ele já falou inclusive sobre isso. Ele leu o livro Igreja com Propósitos e ele adaptou na visão de igreja que ele tinha. Então assim, talvez a gente possa dizer que o Igreja Centrada é uma, vou chamar de uma evolução, mas é um desdobramento, ou seja, uma uma nova fase do que o Rick Warren propôs. Obviamente o Rick Warren começa isso na década de 80 e ele vai ter esse boom aí do seu livro de tudo mais na década de 90, final da década de 90. Ou seja, é lançado nos Estados Unidos, nos Estados Unidos em 1995. E ele vendeu tanto esse livro, tanto que ele parou de receber salários da igreja. Só para vocês terem uma ideia, ele só vivia dos royalties desse livro, só das vendas, porque o livro foi um dos livros que, como eu falei para vocês, ficou por anos entre os mais lidos da lista do New York Times como eh na área de teologia, certo? Então, assim, ele fala isso, né, que ele parou de receber salário da igreja, ele vivia só com os e ele passou inclusive a doar grande parte do que ele ganhava com esse livro, que foi realmente um livro e assim transformador paraa igreja norte-americana. O próprio próprio Rick Warren avisa que não quer clones de sadleback. Ele fala isso no livro. Leia este livro como você come peixe. Aproveite a carne e jogue fora as espinhas. Ou seja, eh aquilo que for proveitoso para a sua igreja, você deve aplicar. Aquilo que não faz sentido na sua igreja, você não deve seguir, você não deve continuar. Então, a gente vai buscar justamente esses princípios bíblicos que ele vai colocar aqui, não vai ficar copiando os métodos dele, certo? Primeira coisa, vamos falar dos fundamentos. O que dirige uma igreja? E aí ele levanta isso no capítulo 3 do livro. Quais são as forças? A gente tá falando justamente do modelo que ele apresentou, porque é o modelo original. Se você for pensar assim: "Ah, mas no Brasil tem igrejas que seguem o modelo dele". Eh, na verdade, várias igrejas que começaram com o modelo de sadleback hoje já fizeram seu próprio modelo. Então, assim, elas ultrapassaram o Shadowback em alguns aspectos e, vamos dizer assim, regionalizaram outros. Algumas formas foram benéficas, outras não tão benéficas assim. Foram até negativas em alguns aspectos, eh, porque fizeram uma miscelânia e misturaram eh elementos de outros modelos de de crescimento de igreja também que trouxeram alguns problemas. eh paraa igreja local, certo? Então, quais são as sete forças que ele vai mencionar no livro? Primeiro, a tradição. Sempre fizemos assim: o objetivo vira perpetuar o passado. Segundo, a o que ele chama de personalidade, o que o líder quer. Igrejas muito personalistas tendem a sofrer muito quando essa personalidade se ausenta, seja porque ela falece, seja porque ela vai para um outro lugar, seja porque ela simplesmente sai da igreja. E essas igrejas extremamente personalistas, elas não têm algo que as impulsione a fazer o que elas fazem. E isso é algo que a igreja precisa estar constantemente analisando. Será que nós estamos seguindo tudo que o nosso mestre mandar, nós faremos todos? E quando o mestre não estiver mais aqui, eh, existem inúmeros casos de igrejas que foram fundadas em cima da visão do seu líder. E quando esse líder veio a falecer, por exemplo, a igreja defininhou e até acabou, ela sumiu, porque ela não tinha ali, claro, na mente da sua membresia quais eram os propósitos. Aí eu tô chamando a palavra propósito por causa da nossa aula, mas quais eram as os fatores que as motivavam, que a motivava no caso, a fazer o que ela fazia. Então, por exemplo, tem igrejas também que são lidadas diretamente com as finanças, ou seja, quanto é que vai custar? A pergunta deveria ser quem quem foi salvo. Ou seja, o foco não é se custa muito ou se custa pouco, é se o valor vai gerar frutos para o reino e aí se vale ou não vale a pena fazer. É essa é a resposta, ou seja, essa é a a o a, vamos dizer assim, a o pêndulo, né? O que vai equilibrar a coisa. O fiel da balança. Esse é essa era a palavra que eu tava querendo lembrar. Essa vai ser, esse vai ser o fiel da balança. Será que o que a gente vai fazer vai resultar em vidas transformadas, em pessoas seguindo a Jesus, seguindo Deus, seguindo os seus propósitos ali, seu seus mandamentos que estão expressos no texto bíblico e não simplesmente assim, será que vai custar muito dinheiro? Esse é um dos problemas que as igrejas enfrentam. Outro outra força que impulsiona são os programas, ou seja, a energia vai para manter programas e preencher cargos. Ou seja, a gente faz as coisas, a gente faz vários programas, a gente chamava de igreja de evento, porque a igreja sempre tinha evento atrás de evento, só que chega uma hora que é só vento, ou seja, só sopro, só sopro e não tem o crescimento que a igreja necessita. E aí você tem também um outro outro outra força que são as construções, vamos dizer assim, prédios, a a parte imobiliária da igreja. A igreja se movimenta para fazer construções, para fazer obras. E aí tem essa frase do church que ele vai utilizar, né? Nós moldamos os prédios e depois eles nos moldam. é sempre aquela ideia de você estar eh num ambiente eh agradável, ou seja, ele até faz uma crítica muito pujante, muito contundente eh sobre isso, falando, por exemplo, que muitas vezes a gente só quer participar de ambientes que sejam agradáveis onde nós estamos. Então, por exemplo, se eu estiver ou se eu tiver que ajudar um um trabalho onde não tem ar condicionado, onde a cadeira é aquela cadeira de plástico dura que tem lá naquelas mesas de bar, eh, que quebra quando você tá pesado demais. Uma vez a gente tava num evento, numa igreja mais humilde e tudo mais, e tinha uma pessoa da nossa equipe que era meio mais gorda assim, cheia. Eu não sou muito magro não, tô com quase 100 kg, mas ela era um pouquinho mais cheia do que eu, e um pouquinho mais pesada. E no meio do evento, a pessoa viu as cadeiras da mesa da da da as pernas da cadeira abrindo e ele veio ao chão e assim foi um barulho enorme e tudo mais, né? Mas assim, se o ambiente é esse, eu não vou participar porque não me agrada. Vou procurar uma igreja que tenha um um um uma atmosfera mais agradável ou eu devo pensar assim, se eu melhorar o ambiente, talvez um visitante vai querer ficar aqui. Qual o que que movimenta a o coração dessa igreja, né? Aí [roncando] você tem também eventos, né? Muita atividade, pouca produtividade, reunião no lugar do ministério, ou seja, você faz um monte de coisa que tem muito a ver com os programas também, né? Ou seja, eh, o que você mantém lá. E aqui também você tem essa questão que envolve cargos e tudo mais. É bem interessante pensar sobre isso. E aí também existe aquele aquela força que é a conexão com o mundo exterior. Ou seja, nós temos que sempre fazer algo que vai agradar a nossa clientela, que seriam aí as pessoas que não conhecem a Jesus. Em vez de nós pensarmos em como podemos levar essas pessoas para Jesus, é simplesmente fazer algo que eles vão curtir, que vai ser legal para eles. Ou seja, sensível a eles, sim, dirigida por eles, não. Essa que é a lógica dele, né? Eh, e aí ele vai falar que existe uma força que deveria impulsionar a igreja, que são os propósitos. Ou seja, perguntar primeiro para que Deus criou a igreja. E aí vamos voltar para o texto bíblico para entender qual foi a, vamos dizer assim, o sentido inicial da criação da igreja, porque Deus quis criar a igreja. E aí fala assim, ó, nenhuma dessas coisas é ruim em si. O problema é quando cada uma delas ou uma delas passa a dirigir a igreja. Qual delas mais nos tenta? É a pergunta que nós devemos fazer para não cairmos justamente nesse erro. E aí traz duas ideias, né? Ou seja, primeiro, saúde antes do crescimento. Saúde gera crescimento. A questão chave para as igrejas do século XX será a saúde da igreja e não o crescimento da igreja, como eu falei para vocês. E o segundo ponto é surfar a onda de Deus. Ou seja, ninguém fabrica ondas. O surfista reconhece a onda e aprende a pegá-la. Obviamente que essa é uma linguagem muito próxima do que ele tinha na igreja dele, porque ele tava no sul da Califórnia. onde há muitas praias de surfistas e tudo mais. Então ele pega esse elemento e traz ali pra lógica do livro dele. Vamos aprender a surfar a onda. Observem bem como fazem os surfistas. Talvez para nós aqui, para alguns aqui, surfar seja alguma coisa muito estranha. Mas assim, a ideia que ele traz é justamente essa. Você vai ver a onda, você vai ver o movimento que Deus está causando e você vai surfar nesse movimento e não você vai tentar ser um criador de ondas. Veja o que Deus tá fazendo e se se ajunte, se a se conecte a esse movimento. E aí ele vai utilizar algumas frases muito impactantes. Por exemplo, igrejas saudáveis não precisam de truques para crescer. Waren descreve o crescimento em cinco direções. A igreja fica mais calorosa pela comunhão, mais profunda pelo discipulado, mais forte pela adoração, mais ampla pelos ministérios dela e maior pelo evangelismo. É isso que ele vai reunir ali nos cinco temas, as cinco ênfases que ele vai colocar na igreja. A gente vai falar sobre isso já. E aí ele vai dizer: "Crescimento espiritual é obra do Espírito Santo. O nosso papel é discernir o que Deus está fazendo e estar preparados com a estrutura saudável para acompanhar o mover dele." Acontece em muitas igrejas observar o crescimento, observar, perdão, o movimento espiritual, mas estruturalmente elas não estão preparadas, elas estão confusas, elas estão com lutas internas, elas estão com problemas e com isso elas não conseguem acompanhar mesmo esse movimento que Deus está causando. Não é nossa responsabilidade fazer ondas, mas reconhecer como Deus está agindo no mundo e unirmos a ele nessa obra. E ele colocar aqui primeiro aos Coríntios 3:6, eu aplainei, ou seja, eu plantei, desculpa, fi errado, eu plantei, Apolo regou, mas é Deus quem faz crescer. Existe uma questão muito interessante que a gente tem visto de certa forma eh recorrente eh a resistência. Se a gente voltar aqui no slide anterior sobre a tradição, principalmente a resistência de muitos movimentos religiosos em muitas igrejas em reconhecer essa onda de Deus. Por exemplo, eu vou dar um exemplo muito claro. Há mais ou menos, eu estou na IBNU 2026, então estou na IBNU há 13 anos. E antes da IBNU eu fui de uma igreja em Brasília e nessa igreja em Brasília ela já tinha a mentalidade de abençoar os irmãos que não poderiam estar na igreja. e utilizar as ferramentas possíveis para que esses irmãos pudessem participar juntamente com a igreja. Havia muitos irmãos que viajavam, reviam irmãos que foram da igreja e foram para outros estados, né? E aí eles queriam abençoar essas esses irmãos. Lá nos anos 90 eles passaram a gravar os cultos em fitas VHS. Depois veio o advento do DVD e eles gravavam os cultos em fitas VHS. reproduziu essas fitas durante a semana e na semana seguinte as pessoas podiam contribuir com a igreja comprando essas fitas VHS para enviar para as pessoas que estavam longe. Depois, com DVD, a produção ficou um pouco mais acelerada, um pouco mais eh, vamos dizer assim, profissionalizada. Eles fazziam o mesmo processo com DVDs. Aí surgiu o YouTube. Quando surgiu o YouTube, começaram a transmitir as coisas pelo YouTube. Eu [roncando] trabalhei justamente nessa área da igreja, na área de tecnologia. Então, eu conhecia bem as ferramentas, conhecia os equipamentos. Quando eu me mudei para São Paulo, eu comecei a trabalhar na IBNU, a IBNU na época ela tinha uma pessoa que gravava o áudio, o áudio, o MP3 das mensagens. Aí fazia uma edição rápida de entrada e saída dos áudios e subia numa pasta e ela compartilhava essa pasta com as pessoas que queriam assistir, não estava público. E aí eu falei: "Ah, vamos criar um canal, ou seja, um, na verdade, um um um uma área dentro do site da igreja e colocar esses áudios lá. A gente coloca o título da mensagem, quem foi o pastor, o texto que ele utilizou e põe o áudio lá para as pessoas ouvirem. OK? OK. Aí eu perguntei pro pessoal, vocês não pensam da gente transmitir isso no YouTube? Uma pessoa que trabalhava na igreja, que não conhecia do equipamento, falou assim: "É, tinha um rapaz aqui até que tava filmando e ele foi embora da igreja, ele deixou o equipamento aqui, que ele comprou o equipamento pela própria pelo recurso da IBNU. Então ele comprou o equipamento e o equipamento tá aqui. Quando eu fui olhar o equipamento, era o equipamento profissional de filmagem. Eu falei: "Gente, a gente tem tudo para transmitir. Vocês querem transmitir?" Aí na época não era transmissão, desculpa, eu tô tô tô dando um salto aqui. Na época era gravação. Eu gravava o conteúdo numa fitinha que era uma mini VHS. Eh, eu gravava o conteúdo e depois fazia uma edição. Na segunda-feira subia pro YouTube a mensagem, simplesmente a mensagem gravada. Isso nos idos de 2013. Naquela época, até 2020, e eu quero que vocês gravem bem, esses são 7 anos, nós evoluímos, compramos equipamentos novos. Eh, começamos a transmitir diretamente os nossos cultos, transmitimos o culto inteiro, inclusive, e depois que o culto tava transmitido no YouTube, a gente conseguia ir lá e fazer o recorte, colocava mensagem separado. E nós saímos, na época tínhamos cerca de 1300 inscritos da IBNU, eh, inscritos no canal da IBNU do YouTube. Em 2020, eh, nós estamos na faixa de uns 30.000 inscritos, 27.000 inscritos, mais ou menos, se eu não tô, se eu não estou enganado, foram 27.000 inscritos. E a gente já conhecia vários pastores que tinham resistência, prestem bem atenção o que eu estou falando agora para vocês, tinham resistência a colocar os seus cultos na internet. E a resistência deles, eles falavam assim: "Não, se eu colocar o culto na internet, os irmãos não vão vir na igreja, eles vão ficar assistindo de casa". É uma é uma uma preocupação válida, né? ele tava preocupado que que as pessoas pudessem participar do dos cultos presencialmente. Muitos pastores tinham essa preocupação na época. Só que 2020, em março de 2020, para ser bem preciso, nós tivemos o lockdown, o primeiro lockdown. E o lockdown obrigou as igrejas a fecharem as portas. Nós criamos um curso que está aqui nesse canal chamado Eclesiologia digital, mostrando ferramentas para igrejas que estavam desesperadas, que não faziam ideia de como alcançar as pessoas através da internet. Ou seja, foi uma onda que Deus levantou lá nos ídos dos anos 2000, no início da década do do século XX, vamos dizer assim. E a gente, alguns surfaram, outros ficaram lá na beirinha, não entraram na água, entenderam? E aí o que que aconteceu? De repente veio um tsunami. O tsunami chamou-se COVID 2019, que era Covid-19. E a COVID obrigou as as igrejas que quiseram se manter ativas a entrar na esfera digital. Tivemos todo esse período, contei essa história toda para mostrar para vocês. Tiveram todo esse período para se preparar para esse momento. Naquele momento, só para vocês entenderem a importância disso, a IBU estava preparada. Nós sabíamos o que fazer porque nós já fazíamos isso todo domingo. O que que aconteceu? Nós saímos dos nossos 27.000 inscritos para 130.000 inscritos no final da pandemia. Nós crescemos xes mais, que eu não vou fazer essa conta aqui agora, pelo menos aí 300%, mais de 300%, quase 400% nós crescemos por conta da pandemia, porque nós já estávamos fazendo isso. E muitas pessoas que não tinham a sua igreja preparada e não conseguiam assistir mais o culto da sua igreja, foram para IBNU e começaram a assistir a IBNU. Então assim, perceber a onda ou o movimento que Deus está fazendo, é isso que ele fala, que faz toda a diferença no crescimento, ou seja, na na saúde da igreja e o crescimento que vai que essa saúde vai gerar. Aí ele vai basear o seu a sua lógica, a sua, a sua ideia nessa grande comissão e no grande mandamento. Primeiro Mateus 22, onde ele diz: "Jesus respondeu: "Ame ao Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento. Esse é o primeiro e maior mandamento e o segundo é semelhante a ele. Ame o seu próximo como a si mesmo." Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. E depois em Mateus 28, que é o final do Evangelho de Mateus, ele diz: "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, [roncando] ensinando-os a obedecer a tudo que eu ordenei a vocês. E eu sempre est eh eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos." nessa lógica de que o amor a Deus e o amor ao próximo vai levantar, vai lhe movimentar para realizar a grande comissão. Ou seja, qual é o lema da igreja de Sedobbeck? Um grande compromisso com o grande mandamento e com a grande comissão produzirá uma grande igreja. Ou seja, a ideia deles é, ah, quanto mais você se dedicar a obedecer e a se comprometer com os dois grandes mandamentos, ou seja, amar a Deus e amar o próximo, e com essa grande comissão, mais saúde você vai trazer para a sua igreja. E uma igreja saudável, um dos itens é justamente esse crescimento, certo? E aí ele vai modelar esse essa igreja baseado no que a igreja primitiva apresenta ali em Atos capítulo 2, o final do capítulo 2, que é depois da conversão dos 3.000 eh das 3.000 pessoas que estavam ali ouvindo o discurso de Pedro lá na escadaria do templo. Ele vai dizer o quê? Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão. Ao partir do pão e das e as orações. Todos estavam cheios de temor e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Os que criam mantiam-se unidos e tinham tudo em comum. vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em casa e juntos participavam das refeições com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos. Então ele vai dividir nessas cinco ênfases que ele chamou de cinco propósitos da igreja, né? que é um propósito, é, é como se fosse uma fruta com cinco gomos. Então, o que que é o discipulado baseado no quê? No ensino dos apóstolos, verso 42. Comunhão, ou seja, tinham tudo em comum, versos 42 e 44. O ministério conforme a sua necessidade, ou seja, distribuiam a cada um conforme a sua necessidade. A a adoração, ou seja, louvando a Deus. E o evangelismo, ou seja, o Senhor lhes acrescentava porque eles estavam mostrando as pessoas o a nova realidade em Cristo Jesus. Então elas vinham e chegavam a eles todos os dias. Então a a ideia dos cinco das cinco ênfases é justamente extraída dessa parte do texto bíblico e vai ter a base, vai ser a base para o funcionamento da igreja. Ou seja, toda a igreja é dirigida por alguma é dirigida por alguma coisa. A proposta que o en levanta, ou seja, que a força que dirige seja aquilo que o próprio Cristo estabeleceu. Amar a Deus, amar o próximo, fazer discípulos, batizarem e ensinar. A igreja de Atos 2 já vivia esses cinco elementos juntos e o resultado foi saúde e crescimento dados por Deus. Agora vamos olhar cada propósito de perto. Vamos lá. De onde vem esses cinco propósitos? A gente falou dos grandes mandamentos e da grande comissão. Ame ao Senhor seu Deus de todo coração e de todo de o de todo o teu coração, que é a adoração, que tem o propósito de magnificar a Deus, certo? Ame ao seu próprio, o seu próximo como a si mesmo, que é justamente a questão de ministério. Antes que você pense que eu tô fazendo o símbolo assim, que é o símbolo do rock, isso aqui é o símbolo das Libras, tá pessoal? Então, um dos ministérios que é mais necessitado hoje é justamente o ministério de Libras, que é com surdos. A gente tem um casal de surdos na nossa igreja e na igreja que eu participava lá em Brasília, nós tínhamos um ministério de estudos gigantesco. Muitos das pessoas, muitas das pessoas, para vocês terem noção, que eram, que são, na verdade, né, os tradutores de Libras da igreja que eu participava em Brasília, trabalham hoje no Senado e na Câmara. Vocês veem eles na TV Câmara e na TV Senado fazendo a tradução de Libras ao vivo quando tá tendo sessão da Câmara, né? Então, muitos desses trabalham no governo e também trabalham na igreja fazendo tradução. Então, ministério servir. Aí vem a grande comissão. Façam discípulos, que é justamente a parte do evangelismo, batizando-os, que é a parte de trazer eles paraa membresia, paraa comunhão, e ensinando os obedecer, que é o discipulado, né? Então, na IBNU a gente tem um híbrido disso aqui. É um híbrido não, é um é uma é um espelho disso aqui com nomes diferentes. Nós temos, por exemplo, nossa área de adoração ou ênfase em adoração. Nós temos a ênfase em que não em ministérios, mas em serviço. Nós temos a ênfase em que não é em evangelismo, mas é cham de missão, né? nós temos a ênfase em comunhão, como tá escrito aqui, e o último é a ênfase em ensino ou discipulado, que que foca justamente mostrar eh transformar a a a vida da pessoa através do conhecimento da palavra de Deus. Ou seja, por que o batismo vira comunhão? Para Warren, ele simboliza justamente a entrada no corpo de Cristo. Diz ao mundo, essa pessoa agora é um de nós. É uma é um é um ato público de demonstração de fé em Cristo Jesus e um ato de abraçar a pessoa pela igreja. Somos chamados a pertencer e não apenas a crer. Certo? E aí vamos falar da adoração. A igreja existe, antes de tudo para Deus. Amar. Amamos a Deus de todo coração, adorando sozinhos num pequeno grupo ou com milhares de pessoas. Toda vez que expressamos nosso amor a Deus, estamos adorando. A adoração vem antes de serviço. Warren observa a ordem de Mateus 4, adorar a Deus e depois servir. Às vezes ficamos tão ocupados trabalhando para Deus que não temos tempo de expressar o nosso amor a ele e adoramos por desejo, não por obrigação. Ou seja, nós não fazemos isso como algo que não somos obrigados, mas porque nós entendemos, compreendemos o que foi feito por nós e por isso nós adoramos a Deus. Ou seja, Mateus 4: adore o Senhor seu Deus, e só a ele preste culto. Proclamem a grandeza do Senhor comigo. Juntos exaltemos o seu nome. O Salmo 34 vai dizer: "Os nossos encontros, eles devem nos levar a pessoa, levar as pessoas a se encontrar com Deus, mas muitas vezes estão levando somente a assistir um programa. Essa é uma preocupação que todos os nossos encontros devem ter, certo? Segundo ponto, ministério, ou seja, o propósito dois. Ministério é demonstrar o amor de Deus suprindo as necessidades e curando feridas em nome de Jesus. Feridas espirituais, emocionais, relacionais e também físicas. Até um copo d'água fria conta. Ou seja, você entregar água para quem está com sede é um serviço que você está prestando a essa pessoa. Todo membro é um ministro. Essa é uma ideia muito interessante. Não existe pessoas que são, vamos dizer assim, eh sócios da igreja. Todos são ministros na igreja. No exército de Deus não há voluntários. Ele convocou todos, ou seja, todos fazem parte do exército. O alerta que ele faz é esse. Em muitas igrejas, a fidelidade é medida pela presença, não pelo serviço. E os membros só sentam, absorvem e ficam azedando, como acontece em muitos ambientes eclesiásticos. Aquele crente que fica parada que nem leite parado, uma hora ele vai azedar. Agora, se você está sempre em movimento, você vai servir ao seu propósito. Você vai virar, quando você bate leite, vira o quê? creme de leite, depois você vira queijo, você vira tanta coisa boa. Olha que maravilha. Aí o que que diz Efésios 4 de 11? Com o fim de preparar os santos para a obra do ministério para que o corpo de Cristo seja edificado. É o que diz lá a respeito dos dons ministeriais. Aí a pergunta que nós levantamos é: quantos de nós servem de verdade e quantos apenas frequentam? E aí tem pessoas que assistem online as igrejas, que participam online, não conseguem servir na igreja local, mas podem servir no local onde estão. E aí precisa ter essa equalização, esse equilíbrio de encontrar a forma onde a sua vida vai se prestar um serviço também voluntário por entender que ao adorar a Deus você o adora, porque você compreende o que ele fez e isso te leva a servir por gratidão, não por obrigação também. Certo? Terceiro ponto, evangelismo. Eh, é na verdade evangelização. A igreja ela é enviada, ou seja, Deus fala: "Vão e façam discípulos. Somos embaixadores de Cristo". No grego, vão da grande comissão é um partípio, ou seja, enquanto vocês vão é indo, não é? Eh, compartilhar a fé faz parte do caminho de todo cristão, onde quer que ele esteja. Mateus 28, Marcos 16, Lucas 24, João 20 e Atos 1. Uma comissão em cada Evangelho e em Atos. Enquanto houver uma pessoa no mundo que não conhece a Cristo, a igreja tem o mandato de continuar crescendo, tanto localmente quanto enviando pessoas para alcançar os que estão distante. Serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda Judéia e Samaria e até os confins da terra. Atos 18 vai nos dizer: Pergunta que se levante é: Quem é a sua Jerusalém? Pense em alguém concretamente. Pense num nome que você pode lembrar e falar assim: "Poxa, eu poderia, gostaria de ver tal pessoa entregue ali aos pés de Jesus". É essa a dinâmica que está sendo apresentada aqui. Comunhão. Cristãos não podem viver sozinhos. Por isso que a ideia que está sendo propagada muito nos nossos dias, a ideia do desigrejados é uma ideia um pouco perigosa nesse aspecto, porque os desigrejados eles entendem que eles têm que ter comunhão com Deus e se afastam dos outros porque foram machucados e feridos de alguma forma. Esse é um dos pontos. Outros eles se decepcionaram com a liderança. Existem vários pontos aqui que a gente pode elencar, né? Mas a grande questão é que o fato de você se afastar daqueles que te machucaram também te impede de ser o o canal de transformação dessas pessoas. Você não transforma elas. E aí isso gera um problema, porque a pessoa que te machucou, às vezes ela nem sabe que te machucou ou às vezes ela acha que ela não está errada e você poderia ser o canal que transformaria a situação dessa pessoa. O que que ele vai falar? Nós somos chamados a pertencer e não apenas a crer. Não fomos feitos para ser cavaleiros solitários, mas membros do corpo de Cristo. Comunhão é carregar o fardo uns dos outros, perdoar, celebrar e chorar juntos. Para o que o Warren vai escrever no seu livro, toda a igreja precisa crescer mais calorosa pela comunhão. Na igreja em Sadlebeck, participar de um pequeno grupo é um dos compromissos básicos do membro, como o próprio Macários. A gente também prega isso aqui. Nós queremos que vocês façam parte de pequenos grupos para que vocês possam mutuamente abençoar e ser abençoados, gerar crescimento e crescer juntamente com as pessoas, né? Aí Paulo vai dizer aos Efésios, vocês já não são nem estrangeiros, não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, né? Se você sumisse por três semanas, quem perceberia e iria atrás? Eu fiz essa pergunta na igreja não faz muito tempo. Eu fui pregar sobre comunhão e eu falando sobre comunhão, eu falei: "Uma das coisas, uma das marcas da comunhão da igreja é justamente a saudade que você sente quando você está ausente. Não apenas a saudade que sentem de você, mas que você também sente." Então, a marca de que você tem uma comunhão saudável na sua igreja é quando você se ausenta, você sente saudade das pessoas que estão lá, as pessoas sentem saudade de você. A grande pergunta é essa, como nós temos desenvolvido e feito os nossos relacionamentos de comunhão na igreja? Então ele se preocupa e coloca isso como um dos pilares de uma igreja saudável, né? E o quinto propósito aqui, não em ordem de importância, mas na ordem que é lançada, é o discipulado. Obedecer não saber. discipulado eh o processo de ajudar as pessoas a se tornarem mais parecidas com Cristo em seus pensamentos, sentimentos e ações. Jesus mandou ensinar a obedecer, não apenas a conhecer os mandamentos. Ele fala: "Ensinando-os a guardar tudo que eu vos tenho eh eh ordenado, ensinando-vos a obedecer tudo que eu ordenei." Esse é o propósito da caminhada do discipulado. Por isso que ele não é ide apenas, é vão, enquanto estão indo, façam os discípulos. É a caminhada que conta, né? E o que que acontece na igreja em Serob? utiliza isso como exemplo. A classe de maturidade ensina quatro hábitos básicos do discípulo: tempo na palavra, oração, dízimo e comunhão. Ou seja, crescimento não acontece por acaso só porque alguém frequenta os cultos. Você tendo esses quatro elementos na sua vida, você vai crescer em comunhão com Deus, em comunhão com o próximo, e isso vai gerar os os resultados aí do discipulado, né? Ou seja, você vai apenas, não apenas aprender, mas vou ter condições também de ensinar as outras pessoas. Colossenses 1:28 vai dizer: "Nós proclamamos advertindo e ensinando a cada um com toda sabedoria para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo." Não é um homem capenga, mancando, mas perfeito. O objetivo da igreja deve ser esse, ensinar as pessoas para que elas sejam perfeitas em Cristo. E a pergunta que se levanta mais uma vez é: "O que você obedece hoje que não obedecia há um ano atrás? Será que você tem tido esse crescimento? Será que a sua caminhada dentro da comunhão da igreja tem te levado a estar mais próximo, mais parecido com o que Cristo ensinou? Essa é a dinâmica que ele apresenta no livro e que a gente coloca aqui como um um pilar muito interessante da proposta dele, da proposta que ele levantou. Aí os cinco juntos são uma declaração de propósito. Levar as pessoas a Jesus e a membresia em sua família, desenvolvê-las até a maturidade em Cristo e prepará-las para o seu ministério na igreja e para a sua missão no mundo, a fim de magnificar o nome de Deus. Essa é a declaração da igreja de Sedlebeck, traduzido livremente pela por mim aqui. Mas é essa a ideia. Você vê que os cinco pilares estão aqui. Levar as pessoas a Jesus e a membresia que envolve evangelização e discipulado e e comunhão. Desenvolvê-las na maturidade, que é o discipulado, prepará-las para o seu ministério, que é o serviço, e para a sua missão na igreja, que é a evangelização, que é missão, no caso. E tudo disso, o final é a adoração, eh, como o o foco principal da igreja. Então, temos o quê? Magnificar, missão, membresia, maturidade e ministério. Cinco pilares, os cinco propósitos que ele vai apresentar lá. Repare que a frase é um processo. Trazer as pessoas, edificá-las, treiná-las, enviá-las na missão, ou seja, magnificando a Deus em tudo que é a adoração. Em vez de fazer a igreja crescer com programas, faça as pessoas crescerem com um processo. A ideia é que esse crescimento pessoal, e aí nós precisamos entender que isso demanda ou deriva diretamente da fé da pessoa, eh, quando a pessoa ela tem esse crescimento espiritual pessoal, ela não consegue conter isso para si mesma, ela não consegue manter isso dentro de si. Ela vai não apenas querer passar isso paraas outras pessoas, mas ela vai demonstrar isso através das suas ações. E isso é um fator muito importante, né? Existe uma frase que é atribuída a Francisco de Assis, tem gente que não gosta muito dessa frase, eu acho que ela é um bom ponto de partida. Ele fala assim: "Pregue o evangelho, pregue a palavra de Deus o tempo todo. Se necessário for, use palavras". Dizem que ele falou isso. Não sei se existe essa essa. Aliás, eu adoro essas coisas aqui. Vamos ver se o chat GPT eh, eu não consigo falar e digitar ao mesmo tempo. Eu quero ver o que que ele vai dizer aqui no modo IA. do Gemini. Ó, já tá dizendo aqui que essa frase não é dele, não há nenhum registro que ele falou. Eh, ela é uma frase associada a ele pelo estilo de vida. Então, não necessariamente essa frase de Francisco de Assis, posso estar errado nessa coisa, mas essa frase ela resume bem a ideia aqui. Ou seja, quando a pessoa ela tem essa transformação de vida, ela vai viver de forma que as pessoas ao redor dela vão perceber essa transformação, vão perceber essa mudança e vão querer saber o porquê. Por que que a gente sabe disso? Porque o mundo nos leva para uma um afastamento, ou seja, para uma individualidade. Sociedades eh eh tradicionalmente comunitárias, ou seja, onde o foco está na comunidade, na família e não no indivíduo, principalmente as sociedades orientais, t sofrido muito com a a a onda de individualismo que tem entrado nesses lugares. E aí, muitas gerações mais novas têm sido confrontadas com as gerações anteriores justamente por essa ideia de que naquele ambiente, naquela sociedade, naquela comunidade, a a figura familiar é mais importante do que a figura individual. Então você tem essa questão da vergonha e da honra muito fortes nessas sociedades. Então assim, o que nós temos visto no Ocidente de com muita força aí, isso tá se espalhando para outras regiões do Globo, é justamente essa inclinação a desenvolver a a sua própria individualidade, a não prestar contas do que você faz, a buscar a sua ascensão pessoal, individual, a satisfação dos seus próprios desejos. E a pessoa que é transformada por essa realidade bíblica aqui, ela para de pensar em si mesma e começa a pensar no próximo. Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E essa transição impacta a sociedade que nós vivemos, certo? Então, qual o perigo do desequilíbrio que ele vai apontar no seu livro, né? Você tem cinco tipos de igreja desequilibrada. A tendência natural é a igreja enfatizar o propósito que o líder mais gosta e esquecer os outros. Ele vai descrever cinco formatos resultantes dessa desequilíbrio. Primeiro, uma igreja que é ganhadora de almas. Tudo gira em torno de decisões e batismos. O resto fica em segundo plano. É só evangelismo. A igreja que foca muito na experimentação eh de Deus, ou seja, o culto recebe mais atenção do que qualquer outra coisa. Ou seja, você tem uma adoração muito eh efusiva, muito avivada, mas você não desenvolve as outras áreas da igreja. Uma grande família, ou seja, estar juntos importa mais do que os alvos. O estima que 80% das igrejas americanas estejam assim, ou seja, a igreja só serve para si mesma. Conheço várias igrejas que têm esse problema. E assim eu chamo de problema, porque isso não faz parte do que a Bíblia apresenta. Ou seja, igrejas que quando conseguiram reunir uma gama ali de atividades que são confortáveis e agradáveis paraa sua membresia, fecharam entre si e não precisam mais buscar pessoas de fora, esquecendo um problema sério que acontece com todas as pessoas, é, eles vão morrer um dia e essa morte vai acarretar numa nova geração que talvez não esteja acostumada àquilo ali ou não esteja satisfeita com aquilo ali e vai debandar debandar uma igreja que também pode ser aula, os membros vêm com caderno, anotam e vão para casa. Ou seja, só o discipulado, só o ensino aí enfatizado. E uma igreja extremamente com consciência social, ativistas que querem mudar a sociedade, só fazem coisas para fora e não estão preocupadas com os outros pilares de acordo com o que ele mesmo falou. Cada membro costuma achar que o seu tipo é o mais espiritual. Qual deles você acha que a igreja, como nós e nós aqui, Macários, pertencemos, né? Então, o que que nós vemos aqui? Adoração, ministério, evangelismo, comunhão e discipulado não são departamentos da igreja, são a própria razão da igreja existir. Cada um nasce de uma frase de Jesus e nenhum pode ser trocado por outro. O equilíbrio não acontece naturalmente. Precisamos corrigir o desequilíbrio continuamente. Saúde é ter os cinco elementos em equilíbrio, mas pessoas reais estão em estágios diferentes. Como levar cada um a viver esses cinco propósitos, certo? Ah, os círculos de compromisso. Isso é um ponto muito importante aqui, porque você precisa justamente não apenas eh mapear a igreja, mas se mapear, olhar para si e ver em que posição você está aqui. Ele vai trata isso como uma estratégia e não uma hierarquia, certo? Tá, a hierarquia tá meio tapado ali, mas eu escrevi hierarquia ali, cinco círculos de compromisso. Então você tem, ó, a comunidade, depois você tem a multidão. A comunidade é a sociedade em geral, tá? Então você tem a multidão, depois você tem a congregação, aí da congregação você tem os comprometidos e dos comprometidos você tem o núcleo. O núcleo entendeu que os cinco pilares são importantes e correm para que os cinco pilares estejam justamente em equilíbrio, certo? Então, qual é o objetivo da igreja? Mover eh todo mundo para o centro, mover todo mundo para o núcleo da igreja. Esse é o objetivo. O Rick Warren, ele observa que as pessoas se relacionam com a igreja em níveis diferentes de compromisso. Em vez de tratar todos de forma igual, a igreja deve reconhecer onde cada um está e ajudá-lo a dar o próximo passo em direção ao centro. Se a igreja tá toda no núcleo, ela toda faz todos os trabalhos necessários. todas as atividades, todas as ênfases necessárias. Ela entende isso porque todos estão ali próximos do núcleo. Jesus também reconhecia níveis. A um interessado, ele disse: "Você não está longe do reino de Deus". E quando alguém chegou ao núcleo, War responde: "Nós o enviamos de volta à comunidade para ministrar". Ou seja, o objetivo de que você tem as pessoas no núcleo é para que ele vá pra comunidade para apresentar esse núcleo lá pra comunidade. Certo? Essa é a dinâmica. que é apresentada aqui nesses cinco pilares, ou seja, quem está em cada ciclo e o que que ele precisa. O cara que tá na comunidade sem igreja ao nosso alcance, eh sem compromisso com Cristo, nem com a igreja, qual é o propósito nesse fato, nesse caso? É o evangelismo. Quem tá na multidão, os que frequentam os cultos todo domingo, crentes e não crentes misturados. Ou seja, qual é o propósito deles? Levá-los a adorar. Porque a adoração é para além de si mesmo, é para o próprio Deus. E quando você reconhece o propósito da adoração, você percebe que você precisa se movimentar em direção a Deus. E aí você vai se movimentar do seu próprio lugar. Você vai sair da multidão e vai fazer parte agora da congregação. Quem é a congregação? São os membros, não é? Aqueles que receberam a Cristo, foram batizados e se comprometeram com a sua própria igreja. Qual é o propósito nesse caso aqui? envolvê-los na comunhão da igreja, fazer com que eles façam cada vez mais parte dessa igreja e entendam como essa igreja funciona. Com os comprometidos, eles fazem o quê? Eles oram, eles contribuem e crescem, mas ainda não servem no ministério. O propósito deles é para eles é discipulado, é ensinar a necessidade que eles têm de de entregar aquilo que eles são e aquilos que el que eles possuem para abençoar a vida tanto daqueles que estão na igreja como os que estão de fora. Desses aí vai surgir o núcleo, que é a minoria dedicada, que lidera e que serve, que é o coração da igreja. Qual é o propósito desses aí? justamente montar toda a área ministerial com para que as pessoas integrem os ministérios e possam abençoar aqueles que estão lá na comunidade, na multidão e na congregação e também que os comprometidos possam chegar ao núcleo, certo? Para cada grupo uma abordagem. Jesus começava onde cada pessoa estava. Venham e vejam. Ele dizia e depois ele vai dizer: "Tome a tua cruz". Ou seja, uma multidão não é uma igreja, mas pode ser transformada em uma igreja. O fato de terem muitas pessoas frequentando o mesmo espaço nos horários de culto não significa que nós temos uma igreja formada ali. A igreja é formada daquelas pessoas que estão no caminho de ir para o núcleo. Porque na multidão você tem os famosos clientes da fé. é o pessoal que muitas vezes vai pra igreja, ele se alimenta do que a igreja oferece, mas ele não quer compromisso, ele não quer se envolver, certo? A pergunta certa é não quantos vieram, mas quantos deram um passo para o próximo círculo nesse ano? Ou seja, a fidelidade daqueles que estão frequentando os nossos ambientes e os nossos espaços. Esse é o foco, certo? E aí nós temos esse diamante que nós no Brasil traduzimos por diamante. Lá ele utilizava a ideia de uma de um campo de baseball, né, que é inclusive o que nós estamos vendo aqui. Então você tem aqui a base, né, que é o home run, né, que é que é o home, que é esse. Eu acho que o mouse vai dar para vocês enxergarem aqui, que é essa parte de baixo aqui. E o objetivo do beisbol é justamente você dar uma atacada na bola que vai ser lançada na sua direção e correr pela primeira base, segunda base, terceira base e voltar para casa, você fazer essa volta inteira. Então, para ele lá, o bebramenta maravilhosa de ensinar a a a estrutura que ele tava passando. Então, o que que ele fala? Você tem o processo de desenvolvimento. Essa era a ideia que eles desenvolveram. Isso é muito baseado na estrutura de ensino norte-americano, né? Então você tem a classe, por exemplo, que é chamada de classe 101, que é 101, e mais o pacto de membresia, onde você vai ensinar paraa pessoa eh todas as as os pilares, né, daquela comunidade. Depois ela ia pra segunda classe que é 20, que é o pacto de crescimento. Ou seja, ele depois que ele vai ter maturidade, que são os hábitos que fazem crescer, ele vai para o segundo segunda base do segundo estágio. Depois ele vai ter a ideia de como a igreja funciona, que são os ministérios, ou seja, descobrir a forma que ele pode servir, que é a classe 301. E aí eles vão para o 301, ou seja, o compromisso de serviço. Chega na terceira classe, ele vai agora para o home run, que é justamente a classe 401, que vai compartilhar a fé e a casa em em casa e em missões. Ou seja, ele vai entender que onde ele está pode se tornar um núcleo de propagação do evangelho, que a ideia lá de Shadow Beack desde o início foi ter pequenos grupos em casas para que a sua casa se tornasse um caminho de entrada aí para a o evangelho, que inclusive é um dos pilares que a IBNIL defende. A gente tem caminhado para se tornar não a igreja com células, mas uma igreja em pequenos grupos. Em pequenas células, nós chamamos de geeks, né? grupos IBNU para a comunidade. Então, a ideia é que os geeks sejam a o basilar da igreja, as células da nossa igreja e as células juntas formam o corpo. Aí o que ele vai utilizar como como eu falei para vocês, o bebê disso, como no baseball não se marca ponto por quem fica na base, mas quem dá a volta e vai para o home run. Muitas igrejas levam gente à primeira ou a segunda base, poucas chegam à terceira base ou a casa. O alvo é transformar a plateia que assiste num exército. Esse é o objetivo final do funcionamento da igreja, certo? A terceira base, ou seja, que é o quarto pilar do ministério para os leigos, para aqueles que querem servir. Cada um tem uma forma de servir. Seu ministério é determinado pela forma como Deus o fez. Ou seja, em inglês a a o nome era shape, né? E no português foi trazido por forma. Eh, quais são os cinco elementos? Dons espirituais, coração, habilidades, personalidade e experiências. Ou seja, os dons espirituais são dados pelo espírito para a edificação da igreja. A dica do Warren é comece servindo e você descobrirá quais são seus dons. Às vezes você vai servir uma área que vai te trazer mais satisfação e outra área que vai trazer menos satisfação. Às vezes a que te traz mais satisfação é justamente aquela que eh você tem o dom e você pode continuar nessa área. Coração, suas paixões, ou seja, o batimento que acelera diante de certos assuntos é aquilo que te movimenta para ser para servir, né? Habilidades, aptidões, né? talentos naturais e competências que você desenvolveu ao longo da sua trajetória, ou seja, personalidade. Aqui, por exemplo, ele utilizou que eh Êxodo 313, se eu não me engano, é o texto de Besalel e e Oliab, que diz que o espírito capacitou para produzir aquilo que Deus estava mandando. Personalidade, introvertido ou extrovertido, o mesmo dom se expressa de jeitos diferentes e vai ser utilizado de jeitos diferentes. Então você tem Pedro, Paulo, Jeremias, que são exemplos aí de pessoas bíblicas que tem formas de pensar completamente diferentes, certo? Eh, e aí você tem a questão das experiências, né, que você dê educação, trabalho, vida espiritual, ministério e até os as suas dores. Deus não vai desperdiçar nada para abençoar as pessoas. Aí, pensando na sua forma, em que tipo de serviço você seria mais útil para o reino hoje? Essa é a pergunta que você precisa fazer, né? Aí um pouco de cuidado que a gente precisa ter com o que a gente viu aqui. Parece tudo maravilhoso, mas a gente tem que ter um pouco de cuidado. Primeiro, o que que os críticos apontam Rick Warren em Sadleback? Primeiro, pragmatismo, o risco de medir a fidelidade pelo que funciona e pelos números, né? Ou seja, muitas vezes a pessoa tem muita fidelidade, mas ela tá passando por dificuldades muito grandes e não consegue servir de forma plena. E isso eh gera um um uma leitura errada da situação. Segundo ponto, foco no visitante. Adaptar a igreja demais ao gosto de quem chega pode diluir a mensagem e alimentar o consumismo religioso. Muitas igrejas têm passado por isso, inclusive. O método acima da palavra, eh, a estrutura e os programas podem ocupar o lugar da pregação bíblica e da teologia. O que que vale aproveitar aqui? Os cinco propósitos são extraídos das escrituras e não são inventados por ele. Inclusive, como eu falei para vocês, a IBNU segue justamente essa ideia aqui dos cinco propósitos, né? O próprio Warren diz que a igreja não deve ser sensível ao visitante. A igreja deve ser, perdão, sensível ao visitante, mas não dirigida por ele. E o que o método deve sempre servir a mensagem e não o contrário, né? Ele insiste que o modelo não deve ser copiado. Aproveite a carne do peixe e jogue fora as espinhas. E essa ideia de equilíbrio que é muito importante. O caminho de crescimento serve a qualquer igreja de qualquer tamanho. Equilibrar os cinco pilares é o foco que a igreja deve ter. Qual é o princípio para nós aqui do Macários? A Bíblia avalia os, não apenas esse livro, não, como todos os outros e não o contrário. Nós ficamos com o que é bíblico e testamos o resto para ver se tem pertinência ou não. Certo, meus caros? Eu acho que aqui paraa frente viria aqui um uma espécie de um um teste, a gente não vai falar sobre isso. Nós estamos aqui finalizando toda a parte teórica a respeito do que vimos nesse dia sobre a igreja com propósito, certo? Temos questões, perguntas. Se você não fez perguntas, pode fazer agora também. E nós vamos tentar responder da melhor forma possível. Deixa eu ver o que que nós temos aqui. Ah, que legal, ficou melhor. Eh, Parará. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Boa noite. Foi o Boom na época. morava na Flórida foi, na verdade sufocante. Só dava isso. Exatamente. Foi, a Adri tá falando aqui, foi realmente um momento crescimento na época que surgiu o o o a ideia da igreja com propósito que o livro surgiu e todo mundo começou a correr atrás para ver como é que era esse crescimento. Só para vocês terem uma noção, deixa eu fazer uma pesquisa aqui rápida. Qual Qual o tamanho atual da igreja de Shadow? do pastor Rick Warren. Hoje a igreja em Sadleback, ela está nada mais nada menos do que com, eu estou enrolando porque a pesquisa tá demorando um pouco aqui. É isso mesmo. Ah, ela tem uma frequência de 30.000 pessoas, mas ela tem registrados no seu R de membro 54.000. Porque tem muita gente que não mora nos Estados Unidos, que é membro da igreja lá, tá? Eh, aí tá falando aqui, a igreja fundada por Rick Warren localizada principalment Lake Forest na Califórnia, Estados Unidos. Exatamente. Que é a região de Sadelbeck. Ã lá. O livro apresenta a proposta de organização e desenvolvimento da igreja a partir de cinco propósitos bíblicos fundamentais. Ã, a teologia de Warren do livro essencialmente teologia prática de missão. Que ocorreu na igreja foi um mecanismo esquisito. Há controvérsias com certeza. Ah, a ideia do Warren foi distorcida. Isso aqui é importante falar, tá? O que o Warren recomendou, muitas igrejas não fizeram. Primeiro igrejas copiaram o que ele fez lá. Inclusive os exemplos de beisebol que brasileiro nunca jogou na vida, eles traziam para cá, né? Aí tinha pastores que inclusive usavam a camisa que ele usava, por como é uma cidade praiana, uma região praiana e ele tinha lá tem muita gente que usa aquelas camisas de de Havaiana, os pastores que estavam copiando Subecam camisas havaianas. É um negócio de louco que os pastores estavam fazendo. Só que isso gerou vários problemas porque a igreja não tinha o mesmo crescimento. Então esses pastores começaram a deturpar um monte de coisa, certo? E aí isso virou uma salada de fruta. Ah, que temos aqui mais? É interessante aqui a a Fe falando que não consegue acompanhar situa na na na na localidade da igreja. Mas você tá aí com sua dinâmica de vida, já tá servindo seus queridos aí, que Deus abençoe. Ah, tã. Olha que boa pergunta. Ter tudo em comum. Como abraçar essa ênfase considerando as diferenças sociais da igreja? Eh, eu acho o seguinte, hoje a igreja já dispõe de mecanismos e a sociedade também dispõe de mecanismos diferente da época que Atos estava eh vivendo ali. Quando Atos estava eh relatando essa ideia, por exemplo, de tudo em comum, havia, por exemplo, o que, inclusive até hoje em alguns ambientes religiosos judaicos acontece, havia a ideia de você pertencer à sua família, ao seu clã, né? A ideia de clã era uma ideia muito forte. quando a pessoa rompia com os preceitos religiosos, como por exemplo, ah, eu deixei de ser eh judeu, agora eu estou seguindo Yesua, sou cristão, né? Que os cristãos vão ser chamado pela primeira vez de cristãos somente na na cidade de Antioquia, ali na região de Jerusalém, eles eram seguidores de Yesua. Podia ocorrer o a expulsão da pessoa da família e ela ficar realmente a ver navios. Então, a necessidade da igreja era muito grande. Então, por isso várias pessoas vendiam tudo que tinham e compartilhavam com os que não tinham mais recursos, tá? Isso foi muito comum nessa época. Hoje nós temos igrejas com eh setores como setores de assistência social muito bem estruturados que abençoam a vida das pessoas. E também nós temos as entidades civis que fazem isso, né? Então assim, você obrigar as igrejas a as pessoas da igreja a venderem tudo e compartilhar tudo com todos também tem um outro problema. Porque assim, muitas pessoas nas nossas igrejas hoje se aproveitam dessa bondade e até seguem uma cartilha que a igreja determina para usufruir da bondade dessas pessoas. Então, é muito difícil, muito complicado esse momento, né? Eh, nós não temos assim, infelizmente, eu falo infelizmente mesmo, uma presença do espírito tamanha como tinha no início da igreja naquela época para matar os ananias e safiras que nós temos no nosso meio, com todo o respeito, amor e carinho, tá? Mas a verdade é essa, tem gente que se aproveita da bondade da igreja. E assim, tem gente, por exemplo, a gente tem vários casos, eu não vou citar todos aqui, mas a gente tem casos de pessoas que se aproximaram da nossa comunidade e a gente nunca dá dinheiro por dar dinheiro. A gente quer entender a situação da pessoa e quer abençoar, ajudar a pessoa para que ela saia daquela situação. E nós oferecemos caminhos de saída e a pessoa não queria, a pessoa simplesmente queria receber. Então, chega um momento que você precisa também colocar as barbas de molho, porque assim, o dinheiro que eu dou para uma pessoa dessa é o dinheiro que eu não estou dando para um missionário, por exemplo, para ajudar crianças na África ou ajudar missionários no interior do Japão que estão lá mostrando o Senhor Jesus para pessoas que não acreditam em Jesus. Então, assim, o dinheiro é o mesmo. Eu tenho que dizer para onde eu vou direcioná-lo apenas, né? Então, isso é uma questão que precisa muito cuidado na hora de se pensar, tá? Eh, eh, tá tá tá tá tá tá. Vamos ver. Temos mais alguma pergunta aqui? Temos uma pergunta. Eu tenho uma pergunta. Quem é filho de pastor tem maior ou menor dificuldade em ser igreja verdadeiramente, não por influência da família? Olha, eu sinceramente sou filho de pastor, não sei se vocês sabem disso. Eh, eu tenho dificuldade zero, nunca tive dificuldade de ser membro de uma igreja. E assim, porque eu via muita sinceridade na forma como meu pai lidava com isso. Então, eu acho assim, o que acontece muitas vezes em algumas igrejas é que eu quero ser bem categórico. Eu não estou criticando nenhum pastor porque eu não conheço as realidades individuais dos pastores. Mas muitas vezes ocorre muita hipocrisia pastoral. Não é? O pastor precisa ser o primeiro exemplo. E eu não tô falando que eu sou, OK? Eu estou tentando ser. Deixa bem claro isso, porque é muito difícil, é complicado, é uma luta pessoal que o pastor tem. Ele carrega problemas de muitas pessoas, muitas pessoas. E assim, muitas vezes ele ele não tem onde extravazar e estressar. E ele não pode descarregar isso na esposa. Minha esposa tem muita coisa que ela nem sabe que acontece. Ela até fica chateada porque às vezes alguém vem falar comigo e fala assim: "Você soube de fulano que aconteceu outra coisa?" Eu falei: "É, tô sabendo." E quando ela fica sabendo, ela fala: "Mas ele sabe, não me falou". Eu falei, eu não falo porque você não tem que carregar esse peso. Quem tem que carregar sou eu. Fui eu que fiz o o o propósito de carregar esse peso. Então assim, quando o pastor ele é sincero, inclusive em mostrar as mazelas que a igreja carrega, ele vai mostrar também e falar o seguinte: "Olha, por que que a gente continua na igreja? Porque dentro da igreja é a melhor oportunidade que a gente encontra na sociedade de expressar esse amor que Cristo demonstrou por nós. Então assim, você não vai conseguir fazer isso fora da igreja. Se você estiver fazendo isso fora da igreja, você está sendo igreja em outro lugar. Essa aqui é a realidade. Então, a igreja aqui, não instituição, mas a igreja corpo de Cristo, ela age dentro de um estabelecimento, de um templo, de uma construção, e ela age nas relações também interpessoais ao longo da trajetória das pessoas. Então, assim, não é pelo fato de nós estarmos ou não estarmos dentro de uma mesma construção que nós somos igreja. Nós somos igreja quando demonstramos e executamos as os mandamentos, as ordenanças de Cristo Jesus. E se você fizer isso, os filhos também vão seguir, porque eles vão seguir o exemplo. Não é realidade em todos os lugares. É claro, a gente sabe muito bem disso, que existem muitos casos aí de filhos de pastor que acabam se afastando um pouco da da do convívio por alguma decepção, por não entenderem, não não compreenderem exatamente que igreja é feito de pessoas falhas que cometem erros e tudo mais, né? Essa é a realidade. Iss pelo menos a minha forma de pensar todo o processo, certo? E BNU Oxford. Gostei dessa aí, hein. Eh, é verdade. Ah, vamos lá fundar aí Benil Oxford. Eu me até me me voluntario aí uma vez por mês aí. Olha aí, ó. Desde que paga minha passagem que não tenho dinheiro para ir todo mês, não, tá? Mas assim, a gente poderia fazer um trabalho nessa nessa dinâmica aí de termos várias ibnuses, não para sermos IBS, mas que Ibnews multipliquem o amor de Deus onde estiver. OK? Meus caros? Um prazer maravilhoso estar com vocês mais uma vez. Se não temos mais perguntas, quero agradecer de novo a presença de vocês e pedir que vocês façam uma das atividades, eh, que nós recomendamos aqui sempre, né? Se você tá chegando no nosso canal, não tá inscrito ainda, se inscreve aqui no canal do YouTube, dá um joinha nesse vídeo, ativa o sininho para receber as notificações e aí vem a sua parte de evangelização, que é distribuir esse conteúdo. E aqui não é só evangelização, que é discipulado também. Nós tentamos ensinar as pessoas como elas podem ser melhores servos de Cristo Jesus, mais parecidos com ele a cada dia através da do conhecimento da palavra de Deus. Tá bom? muito obrigado por me acompanhar até aqui. Obrigado por acompanhar a IBNU também. Somos todos maos, como vocês costumam dizer. Nos vemos numa próxima oportunidade, quando as nossos caminhos se cruzarem novamente aqui no Macários ou em outro lugar. Deus abençoe e até a próxima.