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Makários – Eclesiologia | Aula 9 | Desenvolvimento Natural da Igreja | Ákilla Nascimento

Makários – Eclesiologia | Aula 9 | Desenvolvimento Natural da Igreja | Ákilla Nascimento

Makários – Eclesiologia | Aula 9 | Desenvolvimento Natural da Igreja | Ákilla Nascimento

Makários II
Módulo III – Eclesiologia: entendendo as diferentes propostas de igreja

Aula 09 – Desenvolvimento Natural da Igreja

Ákilla Nascimento

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muito boa noite para você que já chegou
aqui na nossa aula do curso de teologia
Macários. Bom ter cada um de vocês que
está acompanhando conosco a aula ao
vivo. você que tem a disponibilidade e
essa dedicação de assistir aqui ao ao
Macários toda terça e quinta-feira à
noite ao vivo ou para você que está
assistindo também em outro fuso horário
agora, mas também nossa nosso bem-vindo,
nosso bom dia ou boa tarde para todo
mundo ou mesmo boa noite para todo mundo
que vai assistir essa aula e essa
conversa, espero eu, em algum outro
momento da sua semana. Bom ter cada um
de vocês aqui paraa nossa aula de hoje,
que é a nona aula desse terceiro módulo
do Macários 2. A gente sempre coloca
essa nota explicativa no começo da aula
para poder situar você que talvez já
esteja acompanhando o Macários há algum
tempo, você que caiu de para-quedas
agora para que todo mundo esteja na
mesma página. A gente teve o Macarius
um, que é o curso básico de teologia
proposto pela IBNU a no ano passado, ano
de 2025, com três módulos, eh
totalizando ou a
definindo aquilo que é um curso básico
de teologia que você encontra em muitas
instituições
de teologia, instituições de ensino
formal, que vão sempre abordar dá essas
bases da teologia, Bíblia, doutrina e
vida prática da igreja. E agora, no ano
de 2026 a gente manteve esses três
eixos, mas propondo alguns módulos mais
avançados. Esse é o terceiro módulo
falando sobre a vida prática da igreja.
E nós estamos estudando o módulo
eclesiologia,
entendendo as diferentes propostas de
igreja. Dentro desse módulo, a gente
teve sete aulas falando da teologia
propriamente relacionada a esse tópico
da eclesiologia. Falamos sobre as
ordenanças, falamos sobre autoridade na
igreja, falamos sobre formas de governo,
vários tópicos que vale a pena você
voltar e conferir nas sete aulas
iniciais. E a partir da aula de número
oito, na semana passada, a gente começou
a falar dos modelos e das abordagens,
das propostas de organização da igreja.
Então isso contempla algumas coisas que
nós já falamos nas aulas iniciais, mas
dão uma cara mais definida para cada uma
dessas variáveis. Como é que igrejas de
perfis diferentes, igrejas eh de
tradição histórica, igrejas de missão,
igrejas pentecostais,
igrejas independentes, elas encontraram
nessa história recente, no período
contemporâneo, respostas para os seus
desafios e boa parte desses modelos
respostas para a questão do crescimento
da igreja. Então, hoje a gente vai falar
de mais uma dessas abordagens que se
chama desenvolvimento
natural da igreja, a sigla que vai se
repetir ao longo da nossa conversa DNE.
Então, só situando a gente aqui, essa é
a nona aula do módulo atual.
Essa ferramenta, o desenvolvimento
natural da igreja, não é propriamente um
modelo de igreja que vai determinar como
as coisas devem ser organizadas
ou responder algumas outras perguntas
concretas que alguns modelos se propõem
a responder e a definir dentro da igreja
que implementa esses modelos na
realidade local. Ah, qual é o autor?
Quem foi que idealizou a o
desenvolvimento natural da igreja e qual
é o problema que essa proposta aborda?
A, o autor inicial da pesquisa que
originou essa abordagem é o Christian
Schrz, um teólogo alemão de 1960,
que é formado nas igrejas livres da
Alemanha e no Movimento de Renovação
Evangélica. que fundou o Instituto para
o Desenvolvimento Natural da Igreja com
uma rede internacional de parceiros,
influenciado pelo movimento de
crescimento da igreja. Então aqui a
gente já está colocando historicamente o
DNA dentro desse conjunto de propostas
de crescimento de igreja que surgiram
nos Estados Unidos,
eh, mas que também tiveram um, esse é um
movimento que teve influência de outros
países. Por exemplo, o modelo de igreja,
igreja em células recebe uma influência
muito forte das igrejas na Coreia do
Sul.
E dentro desse conjunto de modelos, um
deles foi essa proposta feita por
Christian Schvars.
Ah, ele foi influenciado, então, pelo
movimento de crescimento da igreja do
McGargavern
da escola Fuller. O seminário Fuller é
um seminário bastante influente nos
Estados Unidos, mas ele também concebeu
o DNI como um corretivo à tendências
mecanicistas
que ele encontrou nesses modelos que
estavam surgindo, em especial na década
de 90. Esse movimento é anterior à
década de 90, mas a situação que
originou ou as motivações que
justificaram para o Christian Schvar uma
proposta diferente de modelo para
crescimento de igreja acontece nesse
contexto da década de 90 em que ele
percebeu que muitas dessas abordagens
eram bastante mecanicistas.
Elas tinham uma proposta que se o líder
ou os líderes ou a igreja local se
disponibilizassem
a implementar esses modelos, seguindo
esses passos muito bem definidos, então
o resultado necessário seria o
crescimento dessa igreja. E se isso não
acontecer, é porque esses passos não
foram devidamente implementados. Então,
existe uma relação de causa e efeito
bastante determinista para um conjunto
de fatores muito delimitados
que o Christian Schvar identificou como
uma fragilidade desses modelos. Ah,
qual é o problema então que a gente
ressalta aqui? igrejas ocidentais em
declínio numérico, eh, que estavam
sendo, ah, avaliadas e que estavam
procurando alternativas nesse período,
eh, eram comparadas com outras igrejas
que cresciam e cresciam de forma
acelerada. Então, teve uma enchurrada de
programas que prometia reverter a
situação. células de Seú, como a gente
falou na Coreia do Sul. Os cultos, aqui
ficou uma tradução equivocada, mas os
cultos voltados para o não os não
crentes da igreja de Willow Creek,
a que é a igreja que foi liderada por
muito tempo por Bill Hbelson, líder que
teve alguns reveses na sua história
pessoal recentemente, mas essa é uma
igreja que influenciou muito esse
movimento de crescimento da igreja, a
igreja de Willow Creek, e também a
igreja com propósitos. a partir do
trabalho de Rick Warren, Ricky Warren em
Shadowlebeck, que é o modelo que foi
estudado, que foi explicado na semana
passada. Pastores que copiavam programas
de igrejas bem-sucedidas frequentemente
fracassavam em seus contextos. Eu vi
isso acontecendo em diferentes
situações. E a pergunta central de
Schvars é: existem princípios universais
de igrejas saudáveis, independentes de
cultura, denominação e estilo? Estão
comparando igrejas batistas com igrejas
pentecostais, igrejas presbiterianas com
igrejas metodistas. a gente pode
perceber em diferentes países e
consequentemente em diferentes culturas,
a gente pode identificar esses
princípios que aparecem em comum, esse
denominador comum que aparece entre as
igrejas que crescem.
E para responder essa pergunta, para
encontrar uma base empírica ou um modelo
fundamentado na experiência de mais do
que meia dúzia de comunidades, ele fez
uma ampla pesquisa em diversos países
com diversas igrejas. E essa é a origem
do livro Desenvolvimento Natural da
Igreja. apareceu aqui em inglês, eh, na
sua tradução, originalmente foi
publicado em alemão, rapidamente
traduzido para o inglês, mas já se
encontra em português há algum tempo. E
é justamente o nome desse modelo ou
dessa proposta que é o título do livro
Desenvolvimento natural da igreja desse
autor Christians. E é nele que ele
relata a o primeiro estudo mundial ou
que ele descreve como sendo o primeiro
estudo mundial e transcultural sobre
crescimento de igrejas. Foram mais de
1000 igrejas estudadas, 4,2 milhões de
respostas
individuais em pesquisas de
congregações.
Oito características que foram
identificadas como qualidades
universais, que são justamente esses
oito princípios ou condições eh que
respondem à pergunta original do nosso
encontro de hoje. existem
características em comum, independente
de cultura, de língua e de contexto, eh,
em todas as igrejas que crescem. Então
ele se propõe a responder isso a partir
dessa pergunta com essas oito
características ou qualidades ou marcas
universais e mais de 50 anos de dados na
base acumulada em dezenas de milhares de
comunidades que participaram das
pesquisas que estão envolvidas nessa
abordagem. E nessa pesquisa inicial que
o Christian Schuvar realizou, ele
comparou igrejas crescentes, igrejas
estagnadas e igrejas em declínio,
buscando fatores que consistentemente as
distinguíam, não apenas descrevendo o
que igrejas bem-sucedidas fazem, o que é
uma característica de muitos modelos.
pega uma igreja que cresceu, uma igreja
com enorme influência eh
sobre a perspectiva de outras igrejas.
Então, influência de replicação em
outras comunidades, influência política
denominacional, influência financeira e
diz como é que as coisas funcionam lá e
como eles chegaram a esse ponto. Essa é
uma constante em muito em muito da
literatura que fala sobre crescimento de
igreja. Ele não apenas descreve o que
essas igrejas bem-sucedidas fizeram. E a
tese central do seu livro é: Igrejas
saudáveis crescem naturalmente quando
oito características qualitativas estão
presentes em equilíbrio. E a forma mais
eficaz de desenvolver uma igreja é levar
sua característica de menor pontuação.
A gente vai explicar um pouquinho melhor
essa tese fundamental do livro nos
próximos slides. paradigma eh biótico e
paradigma tecnocrático. A forma de
interpretação desses dados que foram
levantados levaram a o Christian
Schovars, na verdade, para ser mais
honesto, a identificação
eh nesses processos e nessas propostas
de crescimento da igreja que ele viu em
vários métodos surgindo na década de 90.
A identificação desse perfil
tecnocrático
fez com que ele se espelhasse em um
outro processo que não da máquina, que
não da causalidade completamente
previsível para descrever a natureza da
igreja e a natureza do processo que leva
uma igreja ao crescimento. Esse é o
contraste entre o paradigma, perdão,
biótico, e o paradigma tecnocrático.
Então, a ideia é ter como referência
analogias distintas para a realidade da
igreja. A âncora teológica do DNI é a
parábola da semente crescendo em Marcos
4:26 a 29. O agricultor semeia e a Terra
produz automaticamente ou por si mesma.
O automaté aqui aparece pelo fato de que
em alemão a palavra normalmente
traduzida nessa nessa passagem é
automatê.
A
mais nas traduções em português é mais a
ideia de que cresce por si mesma.
Humanos não podem fazer a igreja crescer
pelo seu próprio esforço, mas podem
remover obstáculos e criar condições
para que o crescimento que é dado por
Deus aconteça. Qual é a perspectiva do
paradigma tecnocrático? A igreja é uma
máquina ou uma instituição? O
crescimento resulta da identificação do
programa correto, da estratégia correta,
técnica adequada.
É por isso que as estratégias que se
espelham ou que se baseiam em um
paradigma tecnocrático de forma
consciente ou não, tem muita semelhança
com outras estratégias de crescimento e
desenvolvimento que não são originárias
no contexto eclesiástico, como por
exemplo, várias técnicas e abordagens
abordagens ligados ao crescimento
institucional no mercado privado. Aquilo
que faz uma empresa crescer tem muito em
comum com aquilo que faz uma igreja
crescer. Aquilo que dá certo nas
técnicas de marketing de um produto, de
um serviço, são muito
adequados e copiados e transportados de
uma forma bastante semelhante para o
contexto eclesiástico em alguns desses
modelos que tratam do crescimento da
igreja. Então, nessa parte da proposta,
o Cristian Chovas está fazendo uma
descrição do paradigma tecnocrático.
A pergunta sempre é: o que devemos
fazer? Quais são as forças desse
paradigma? Clareza e planos mensuráveis.
Quais são as fragilidades, tendência a
copiar outras igrejas e superestimar o
controle humano. Então, sempre o esforço
é o que que a gente tá fazendo de errado
que não tá permitindo que a gente
alcance o crescimento desejado. O
paradigma biótico tem outro ponto de
referência. A igreja é vista como um
organismo vivo. O crescimento resulta de
liberar o potencial inerente que Deus
colocou na igreja. A pergunta é: o que
impede a vida aqui?
Ou o que impede a vida de florescer
nesse lugar? E como nós podemos
liberá-la para se desenvolver da forma
que ela deve ser? Shiva argumenta que a
vida eclesial ocidental foi dominada por
pressupostos tecnocráticos que precisam
de reequilíbrio. Nesse ponto, eu não
tenho como concordar mais enfaticamente
do que o diagnóstico que esse autor,
esse teólogo alemão, realiza. Eu também
percebo que em boa parte do tempo a
preocupação das igrejas de vários perfis
denominacionais teológicos é justamente
com a identificação da técnica adequada.
Quais são os seis principais ou perdão,
os seis princípios ou características
que definem os sistemas vivos? Partindo
para um aprofundamento nesse paradigma
biótico, nessa referência que vai
fundamentar o desenvolvimento do livro
que o Shivas escreveu, ele identifica os
seguintes princípios: interdependência,
tudo está conectado em um sistema vivo.
Mudança em uma área afeta todas as
outras áreas. Por isso, melhorar a área
mais fraca eleva todo o sistema. Todas
as características que a gente tá
apresentando e discutindo nesse slide
são identificadas como características
pertinentes a todos os sistemas vivos ou
características descritivas de todos os
sistemas orgânicos.
Multiplicação. Seres v seres vivos
crescem reproduzindo unidades, não
apenas ficando maiores. Igrejas devem
multiplicar grupos, líderes e
congregações. Conheço comunidades que
experimentaram um crescimento do ponto
de vista local, mas não se preocuparam
em multiplicar isso em outras
congregações, em plantar outras igrejas,
em dar autonomia,
iniciar e dar autonomia eh para que
outras comunidades também pudessem
realizar a missão com outras pessoas ou
a partir das pessoas dessa igreja em
outro lugar.
Transformação de energia. Organismos
convertem forças externas para seus
propósitos. A igreja canaliza a energia
do do contexto em direções positivas.
Essa é uma fala muito na direção de
leitura da sua condição contextual, no
seu contexto específico, para que você
não esteja tentando
importa
de preocupações e de características
sobre aquela comunidade, sobre aquela
realidade que não tem a ver com a
maneira como as coisas acontecem ali.
Então, é a ideia de querer às vezes
pegar um modelo que é muito influenciado
pela mentalidade, pelas falas e pela
cultura do povo americano e implementar
isso no interior do Rio Grande do Norte.
É uma realidade muito distinta. É
preciso ter sensibilidade aquilo que são
as condições daquele lugar para que as
motivações daquelas pessoas e as
necessidades daquelas pessoas naquele
lugar sejam devidamente abordados.
Multiuso. Elementos saudáveis servem
múltiplos propósitos simultaneamente.
Adoração, comunhão e evangelismo, via de
regra, estão integrados. A gente não faz
uma coisa apenas para promover comunhão
da igreja, outra coisa apenas para ser
um momento de adoração e outro momento
que serve ao evangelismo
realizado pela comunidade. A ideia é que
essas coisas acontecem simultaneamente
na vida da igreja. simbiose: diferentes
organismos se beneficiam pela
cooperação.
Ministérios e tipos espirituais
florescem pelo apoio mútuo, não pela
competição. Isso realmente é uma é um
desafio e dentro da realidade da igreja
local em que ministérios muitas vezes
disputam os recursos escassos, disputam
o dinheiro que é pouco, a atenção das
pessoas, o espaço para promover as suas
atividades e acabam enxergando as outras
pessoas e as outras iniciativas como
concorrentes e não como cooperadores.
Veja que a simbiose não é algo
pertinente apenas algumas poucas
espécies. Nós temos vários organismos
vivos dentro do nosso próprio corpo, que
é um organismo vivo. E o nosso corpo
depende desses vírus e dessas bactérias.
As bactérias nem sempre desempenham
um papel negativo dentro do corpo
humano. Veja aquilo que é o complexo
funcionamento do intestino humano. Ele
depende de uma flora intestinal que é
composta por milhões. Se eu estiver
equivocado, bilhões de espécies
diferentes, se eu não estiver enganado,
por bilhões de espécies diferentes de
bactérias que promovem a devida
digestão, absorção de nutrientes e
desempenham funções para todos os outros
sistemas do corpo. Nesse sentido, a
gente precisa perceber que a igreja ela
é completamente interdependente.
A outra coisa é a funcionalidade. forma
segue a função. Estruturas são julgadas
por cumprirem seu propósito, não por
tradição ou valor inerente. A gente vai
retornar nisso já já. Qual é o princípio
central do livro na a tentativa de
corrigir a condição ou os fatores que
estão impedindo uma igreja local de
crescer? é identificar qual é o ponto
mais frágil dessa comunidade. Ele
identifica oito princípios, faz uma
medida da percepção das lideranças ou
dos representantes dessa igreja naquilo
que são os pontos mais fortes e fracos e
depois aponta qual dessas oito dimensões
estão mais fragilidades naquela igreja.
Tomando a ciência agrícola como
referência ao chuvas, aponta a lei do
mínimo de Liebic, ah, que é um químico
do século XIX e afirma que a colheita de
uma determinada planta é limitada não
pelo total de nutrientes disponíveis no
solo, mas pelo mais escasso. Então, se
uma planta ela precisa uma espécie
vegetal de 10 nutrientes e existe não só
em boa quantidade, mas mais do que
necessário nove desses nutrientes, mas
não o décimo, a limitação da colheita, a
limitação do crescimento desse vegetal
se dá pelo ponto mais frágil. A
ilustração clássica é um barril cujo
nível
de água é determinado pelo toco mais
curto. Então, olhando aqui para esse
barril que tá na horizontal, mas coloca
ele na parte de pé. Se essas várias
estacas, né, ou essas várias eh esses
vários tocos forem colocados em níveis
diferentes, aquele que for colocado no
nível mais baixo será aquele que vai
determinar o volume total que esse
barril comporta. Então, aplicando isso
às igrejas, a maioria dos líderes
investe no que já funciona ou no que
está na moda. Então, a igreja que é
forte em, por exemplo, ensino tende a
colocar ainda mais energia na parte de
ensino, sem nem sempre perceber que a
falta de talvez evangelismo que esteja
necessitando de uma maior atenção. O DNI
argumenta que elevar um toco alto não
muda a capacidade da igreja. apenas
elevar o mais curto é que faz diferença
no seu crescimento. A estratégia então
consiste em medir as oito
características, identificar a menor
pontuação, concentrar recursos eh e
oração nessa característica mais frágil
e depois reavaliar e avançar para o novo
fator mínimo. Quais são as oito
características? Então, as oito
dimensões que caracterizam as a saúde de
uma igreja de acordo com essa
perspectiva e também a
as marcas que determinam a qualidade,
digamos, de maturidade dessa comunidade.
A primeira é liderança capacitadora.
Líderes existem para equipar, treinar e
liberar outras pessoas para que elas
realizem o ministério por elas mesmas,
não para fazer tudo sozinhos. O líder
não deve ser medido e não deve se
entender como sendo responsável por
fazer todas as coisas na igreja. Na
prática, como é que isso acontece? O
líder deve ser uma pessoa que é
conhecida por delegar responsabilidades
reais, não apenas tarefas operacionais,
acompanhar pessoas com treinamento, dar
retorno individual
e cumprir essa função de encorajador.
Ele deve formar, não apenas identificar
líderes já formados, mas formar novos
líderes e abrir espaço para que eles
sirvam na comunidade. Compartilhar a
liderança para que a igreja cresça de
forma saudável. Como reconhecer que isso
está acontecendo numa comunidade? Mais
pessoas servem com segurança e alegria.
Novos líderes surgem de forma
consistente. A liderança não concentra
tudo em poucas mãos e o ministério
avança, mesmo quando o pastor não está
em todos os lugares ao mesmo tempo.
Qual é o fundamento bíblico que o autor
aponta para isso? Efésios 4:11 a 12.
Cristo deu líderes à igreja com vistas
ao aperfeiçoamento dos santos para o
desempenho do seu serviço. Em uma igreja
saudável, o pastor equipa a comunidade
em vez de centralizar as decisões. Os
líderes de ministério treinam
voluntários e multiplicam participantes.
As pessoas recém integradas recebem
oportunidade e mentoria, acompanhamento.
Os dons da igreja são descobertos e
colocados em ação. Quando a aliança,
quando, perdão, a liderança capacita
bem, a igreja deixa de depender de
poucas pessoas e passa a mobilizar
muitos para servir com um propósito bem
definido. Segunda característica,
ministério orientado por dons. O serviço
eclesiástico, ele é mais eficaz e
sustentável quando cada membro serve de
acordo com os dons espirituais
concedidos por Deus, conforme ensinado
em Romanos 12, Primeira Coríntios 12
também e outros textos como Efésios 4,
que fala sobre a realidade dos dons.
Este princípio move a igreja de um
modelo de voluntariado genérico para um
de contribuição intencional e
capacitada. Então, é muito importante
perceber que às vezes as pessoas não
devem simplesmente preencher o buraco
que tá vazio, preencher a lacuna naquele
ministério que precisa de voluntários. É
claro que a gente sempre precisa dar
atenção a esses pontos críticos da
igreja em que estão faltando
voluntários. Um ministério que é sempre
muito desafiador, por exemplo, é um
ministério infantil, porque exige de
muitas pessoas, mas é um trabalho que é
bastante desgastante para quem faz isso
em um volume muito elevado, sem um
treinamento ou suporte adequado,
mas a esse é um ministério que vira e
mexe está faltando gente, né? Então, o
que a gente tá apontando aqui é que não
se deve dar atenção para as necessidades
desses desses ministérios, mas olhando
para cada membro da comunidade, fazer o
esforço de primeiro identificar qual é o
seu dom e fazer com que essa pessoa
sirva com aquilo que ela mesma e a
comunidade acredita que Deus lhe deu um
dom. Identificação é fundamental
descobrir que dom é esse. Isso vem pela
convivência com a comunidade, o
reconhecimento de outras pessoas, que
você de fato desempenha isso de uma
forma muito eh capaz. você tem uma
motivação intrínseca, ou seja, você não
precisa ficar sendo empurrada para fazer
isso, acontece naturalmente.
E a percepção de que Deus abençoa a sua
ação e a sua iniciativa nesse sentido, a
outra coisa é o alinhamento estratégico.
Alinhar pessoas ao aos ministérios não é
apenas preencher vagas, mas combinar
intencionalmente os dons de cada
indivíduo com as necessidades e objetivo
do ministério. Quais são os benefícios
disso? O ministério baseado em dons
resulta em maior vitalidade
eclesiástica,
engajamento genuíno dos membros, redução
da sobrecarga pastoral e um testemunho
mais autêntico da fé cristã. A ideia é
que você não vai ter essa pessoa sempre
com aquela sensação de que tá carregando
um peso grande demais, de que ela tá
trabalhando contra a sua própria
natureza.
uma coisa que é um problema real a
quando a gente lida com a a maneira como
a igreja local de fato funciona. Tem
muitas pessoas que se propõem a ajudar,
mas nem sempre se encontram no lugar
onde elas foram alocadas para servir.
Mais que voluntariado. Diferente do
voluntariado genérico que busca mãos
para ajudar, o ministério orientado por
Duns enfoca a capacitação divina e a
paixão individual. transformando tarefas
em expressões espirituais. Terceira
característica, espiritualidade
apaixonada. A terceira característica
essencial da DNI ou do DNI é uma fé
vibrante e ativa que impulsiona a vida
cristã em fervor e alegria. O que é que
isso quer dizer? ferv genuíno, vai além
de uma religiosidade superficial,
manifestando-se em comprometimento
profundo com Deus e sua obra, irradiando
e alegria e dinamismo. Nunca lhes falte
o zelo. Sejam fervorosos no espírito,
sirvam ao Senhor. Manifestação na
congregação. Observa-se em um louvor
contagiante, algo que a gente vai falar
um pouco mais para frente. sincera,
serviço abnegado e um desejo constante
de aprender e aplicar a palavra de Deus
no cotidiano. Sinais de vida. A presença
é marcada por entusiasmo, participação
ativa, testemunho vibrante e uma
atmosfera acolhedora. Eu acho que essa
característica da espiritualidade
apaixonada, tanto do indivíduo como da
comunidade, é aquela sensação, mesmo em
igrejas pequenas ou em igrejas grandes,
que as pessoas estão buscando viver um
tipo de coerência
autêntica e intensa entre aquilo que ela
crê e aquilo que é toda a condição de
vida em que ela está inserida ou que ela
tenta construir a partir do seu próprio
eh da sua própria responsabilidade, essa
integração da espiritualidade como uma
expressão espontânea e que transborda e
que eh
supera aquilo que são muitas vezes as
barreiras desse momento de adoração
formal ou desse momento de reunião
pública que é o domingo.
A quarta característica, estruturas
funcionais servindo a missão. Isso é um
ponto muito importante. Primeira
Coríntios 14:4, Paulo fala sobre ordem e
descência. para o DNI. Isso se traduz em
estruturas e processos que, como sistema
biológico, são simples flexíveis e se
adaptam para servir ao propósito da
igreja em vez de se tornarem um fim em
si mesmo. Você conhece, eu também
igrejas que têm programações
durante a semana, não porque isso está
suprindo a necessidade da comunidade,
não porque isso está funcionando para o
propósito em que foi estabelecido, mas
pelo fato de que acontece há 50 anos de
forma ininterrupta, acontece há 70 anos
de forma ininterrupta. Então, a gente
não pode parar de fazer essa programação
todo mês de julho. A gente não pode
pensar em conversar sobre o culto de
oração que acontece na quarta-feira. A
perspectiva aqui dessa característica é
a estrutura serve a missão. Se a gente
identifica que isso está alcançando o
objetivo pelo qual isso foi iniciado,
então isso deve ser encorajado,
reforçado, nutrido.
Se existe essa perspectiva de que a
maior parte da igreja já não eh entende
mais que isso de alguma forma está
servindo a esse propósito, é preciso
repensar essa estrutura. Isso serve para
programações. Isso serve para a forma de
como a igreja implementa a forma de
governo que a caracteriza. Então, dentro
de uma igreja batista, que é uma igreja
congregacional, como é que essa
estrutura de ministérios, de lideranças,
de prestação de contas está estruturada?
Isso está servindo bem a esse propósito?
Então, a aquilo que o Cristian Chovas
vai colocar aqui é essa avaliação de
sempre identificar se a estrutura está
servindo ou está dominando a comunidade,
está sendo um facilitador ou se tornou
um obstáculo.
Ah, e para isso é preciso ter uma
cultura de avaliação e reformulação
sempre que necessário. As coisas
precisam ser simples, flexíveis, precisa
existir delegação e um foco na missão.
Então, não dá para ter uma estrutura
complicada demais que ninguém entende,
rígida demais, que nunca pode ser mudada
ou uma coisa que esteja muito
concentrada. Por isso que a estrutura
precisa contar com esse partilhamento de
responsabilidade. E o foco precisa ser
na missão daquilo que a igreja entende
que é a missão que Deus, que Cristo
estabeleceu pro seu corpo.
Outra coisa é culto inspirador. É a
quinta característica.
A, o culto inspirador não é sobre
performance, mas sobre a criação de um
espaço onde a congregação tem o desejo
por uma experiência genuína com Deus. é
uma vivência significativa
antecipada no sentido de desejada ao
longo da semana pela comunidade.
O encontro precisa ser genuíno,
priorizar a conexão espiritual e não o
mero entretenimento. Música e palavra.
harmonizar a pregação relevante com o
louvor que facilita a adoração,
participação ativa, incentivar o
envolvimento da congregação e a
diversidade
de estilos. O que é interessante é o que
o Chuvars identificou, que isso acontece
tanto em igrejas de um perfil de música
e adoração tradicional, como em igrejas
com perfil de música e adoração, mas
contemporâneo. A questão não é
simplesmente o estilo, mas a maneira
como esse culto ele consegue se
comunicar e se conectar com aquele
público que define a membresia da sua
igreja. Então, não faz sentido tentar
ser uma igreja de a comunicação, louvor,
linguagem, adoração super contemporânea
para uma comunidade que não espera, uma
membresia que não espera isso e
vice-versa.
Sexta característica, grupos pequenos
holísticos. Os grupos pequenos são o
coração pulsante de uma igreja saudável,
promovendo a comunhão integral e o
cuidado mútuo, refletindo o modelo da
igreja primitiva. São essenciais para o
crescimento, porque proporciona um
ambiente íntimo para o discipulado e
edificação, e é crucial para a
vitalidade da fé e a multiplicação
orgânica. Elementos chaves. Integra
oração, estudo bíblico e comunhão
profunda e ação missionária. Serviço
seguindo o padrão que a gente vê em Atos
capítulo 2. Conheço muitas pessoas que
na comparação de diferentes pequenos
grupos proposto por diferentes igrejas
chegam a conclusões semelhantes. Olha,
aquele pequeno grupo era interessante,
muito organizado, mas parecia que
enfatizava só um desses elementos. Era
um grupo de estudo da Bíblia. Mas não
existia uma troca eh autêntica entre as
pessoas, mas existia uma comunhão e uma
intimidade real entre os seus
integrantes. Então é importante perceber
que o pequeno grupo precisa contemplar
todos esses elementos: oração, estudo
bíblico, comunhão e ação missionária.
Não é apenas estudo. Difere de meros
grupos de estudo ao focar no
desenvolvimento de relacionamentos,
apoio mútuo e vivência prática da fé.
Multiplicação natural. A medida que
crescem, encorajam a formação de novos
grupos, garantindo que o cuidado e a
liderança se mantenham eficazes. Não é
um fim em si mesmo. Superando desafios.
lidam com a rotatividade de membros, a
falta de líderes e o risco de estagnação
através de formação contínua de visão
clara. Todo mundo que trabalha com
pequenos grupos ressalta isso, que o
gargalo tá sempre na formação de novas
lideranças, sinais de saúde, atração de
novos membros, engajamento na missão,
cuidado pastoral entre pares e alegria
genuína na comunhão. Sétima
característica, penúltima
característica, evangelismo orientado
por necessidades.
Ars revela que as igrejas saudáveis
começam o evangelismo a partir das
perguntas e necessidades genuína dos não
cristãos sem diluir a mensagem
transformada transformadora do
evangelho. A ideia não é servir,
propor um serviço, vender um produto
para aquilo que o cliente está
esperando. Não é essa mentalidade, não é
essa perspectiva. A ideia é identificar
qual é a condição daquela pessoa, quais
são as necessidades específicas
da comunidade em que a igreja, o bairro,
a cidade em que a igreja está inserido e
definir a estratégia de evangelismo a
partir daí. Então, é preciso ouvir
atentamente, estabelecer uma conexão
genuína com essas pessoas, preservar a
integridade do evangelho, ter uma
capacitação da congregação para receber
essas pessoas que chegam como
visitantes, curiosos, novos, convertidos
e que precisam ser devidamente acolhidos
e integrados na comunidade.
e está focado em superar barreiras,
enfrentar resistências como o medo da
rejeição, a falta de preparo teológico
ou a percepção negativo negativa do
evangelismo que muitas comunidades têm
por muitos eh por muitos motivos. Um
sentimento de autossuficiência, de não
urgência sobre a missão, até mesmo
problemas originários em uma teologia
equivocada. Muitas igrejas elas não
definem o evangelismo como prioridade e
não realizam isso. Por isso que esse
evangelismo orientado por necessidades
precisa dedicar uma energia considerável
para superar essas barreiras. Última
característica são os relacionamentos
marcados pelo amor. O DNI destaca que o
amor genuíno, visível e alegre entre os
membros é uma marca distintiva de uma
igreja saudável, como a gente vê
comentado em João capítulo 13. O amor
genuíno vai além dessa cordialidade
superficial e envolve aceitação, perdão,
vulnerabilidade mútua, uma manifestação
de apoio e serviço prático. As pessoas
notam isso quando elas começam a
frequent frequentar uma comunidade. Será
que os membros dessa igreja de fato não
só conhecem um ao outro de maneira
superficial, mas conhecem a realidade, a
condição e se disponibilizam para fazer
parte da vida um do outro? Conflitos e
cuidados. A capacidade dos líderes é
ou o caráter e a conduta dos líderes
modelam e ensinam as pessoas a resolver
conflitos com graça, mantendo o vínculo
do amor. A comunidade cultiva
intencionalmente ambientes de escuta e
compaixão e sinal da presença. A alegria
e o acolhimento visíveis. A resolução
pacífica de desentendimentos e o cuidado
mútuo são sinais de que o amor de Deus
permeia a comunidade. Como é que isso
acontece na prática? Uma pesquisa é
feita a pesquisa do DNI e o ciclo de
implementação. Geralmente, cerca de 30
membros ativos representativos respondem
a aproximadamente 90 afirmações que
devem ser ranqueadas em uma escala, que
devem ser avaliadas a partir de uma
escala que é proposta. Então, o o membro
que é escolhido pela pelo pastor ou pela
liderança da igreja vai dizer a partir
daquela afirmação se a igreja condiz
muito ou não tem nada a ver com aquilo
que está colocado naquela proposição.
Cada característica recebe pontuação
normalizada, onde 50 é a média, pode
variar entre 100 e zero. Ah,
todos as características, cada uma das
oito características que recebem uma
pontuação maior ou igual a 65 são
classificadas como fortes. E aquelas que
são pontuadas menor do que 35, abaixo de
35,
são avaliadas como fragilidades ou uma
fraqueza séria. A média das oito
características gera o índice de
qualidade. apareceu aqui na ordem
inversa, né? O IQ, o índice de qualidade
correlacionado com o crescimento em
frequência. Então aquilo que Christian
Chovas aponta é que
esse índice de qualidade,
ele tem uma correlação muito clara e
muito forte com o nível de crescimento
das igrejas. Quanto maior o índice de
qualidade, maior. Isso é observacional.
Ele percebeu isso. Ele não está fazendo
uma promessa que é sempre assim. tá
dizendo que naquilo que ele mediu, ele
viu que as igrejas que tm o índice de
qualidade tem um crescimento mais
acentuado. Shivas enfatiza que os
números são um espelho, não um veredito.
É um ponto de partida para oração e
conversa e não um motivo de vergonha da
igreja. Então a igreja ao se submeter a
essa avaliação, não tá querendo saber se
tirou entre zero e 10 na prova, mas
desejando saber quais são as suas
fragilidades mais características, onde
ela deve concentrar atenção e esforço. E
esse ciclo então passa por seis etapas.
Essa preparação e compromisso. Nada
acontece se a igreja não tiver
comprometida a seguir esse caminho.
Pesquisa e perfil, aquilo que a gente
acabou de mencionar sobre esse
instrumento de pesquisa e a definição do
perfil da igreja que é feito em conjunto
idealmente com um treinador ou com um
consultor que é certificado pelo
movimento aí pela abordagem
desenvolvimento natural da igreja.
interpretação
dos resultados e a identificação do
fator mínimo. Então, é aqui onde a gente
vai desenhar a nossa estratégia para
resolver o problema da fragilidade mais
característica da nossa comunidade. um
planejamento de ação, sequência de
passos mensuráveis que deverão ser
realizados, a implementação ao longo de
1 ano e meio a 2 anos. Então, entre 18 e
24 meses, esse plano deve ser eh seguido
com dedicação por parte da igreja e
depois uma nova pesquisa para
identificar se essa pontuação mudou de
acordo com o relato dos próprios membros
da igreja. E a partir daí a definição do
novo ponto ou da nova marca mais frágil
em que a igreja deve ser concentrada.
Quais são as forças e as limitações do
DNE?
Um ponto muito positivo, a clareza
diagnóstica. São dados que externalizam
conflitos e priorizam uma energia
limitada. Então você tem ao utilizar
essa ferramenta
uma eh identificação muito clara de qual
é a dimensão que está mais frágil ao
invés de apontar o ID dizer: "Não, então
é porque o ministério tal, fulano de tal
que não tá fazendo e tal". você tá
usando uma ferramenta eh externa à
comunidade local com referências que não
foram definidas a partir dos conflitos
que caracterizam aquela comunidade, pode
ter um tom de mais imparcialidade,
neutralidade para fazer o diagnóstico da
igreja. E também você não vai distribuir
a sua energia que é limitada em muitas
áreas diferentes. Coerência teológica,
eh, pelo menos naquilo que ele se propõe
a fazer. Imagina que todos os modelos
tenham esse esforço. Marcos 4 mantém
dependência de Deus no centro. Então,
essa é de fato a uma abordagem fazendo
um contraste. Acabei de fazer referência
que todos os modelos se propõem a fazer
uma leitura e uma proposta que são
coerentes com o texto bíblico. Mas uma
característica que distingue o
desenvolvimento natural da igreja dos
demais é que não só como princípio, mas
como método, está essa postura de
permanecer dependendo de Deus. Em nenhum
momento o Christian Schuvars Schuarz,
enfim, ele determina uma sequência de
passos que toda a igreja deve seguir
para alcançar o crescimento e promete
que isso vai acontecer de tal forma, em
tanto tempo, com tais características. A
ideia é que você está nutrindo o solo da
igreja da maneira mais apropriada, na
expectativa de que o Senhor irá abençoar
a igreja com a o crescimento. E a sua
responsabilidade é não ser omisso diante
de uma característica que eh é
identificada como uma necessidade da
igreja. Então, o papel não só do pastor,
mas da liderança e de todos os
envolvidos é suprir aquilo que são as
necessidades daquela comunidade e
esperar que o o crescimento aconteça a
partir de uma ação direta da parte de
Deus. Uso interdenominacional
é neutro quanto ao estilo e a
eclesiologia. Isso não foi feito a
partir de uma perspectiva específica de
uma denominação.
Êfase no laicato ou nos leigos alinhado
ao sacerdócio de todos os crentes. O tom
construtivo faz um diagnóstico das
fraquezas celebrando as forças
existentes. Então a perspectiva não é
negativa de estar sempre enfatizando
o que falta, mas é utilizar aquilo que
são as características mais fortes dessa
igreja. para tentar tratar aquilo que
são os seus pontos mais fracos.
Limitações. Correlação versus
causalidade. Igrejas crescentes podem
relatar pontuações mais altas por se
sentirem mais alegres. Então, as igrejas
são maiores não porque os seus membros
são mais alegres, tem uma
espiritualidade mais apaixonada,
contagente. É porque a igreja é grande
que ela promove essa sensação em seus
membros. fazer parte de um todo, ser
motivado por aquele movimento de uma
igreja maior e um conjunto de condições
mais favoráveis que uma igreja maior
pode oferecer, é que causa essa
percepção mais positiva e que o
instrumento eh reflete como a causa do
do crescimento. Então, em alguns
momentos, de fato, esse instrumento pode
cair nessa falácia, nesse engano, que é
confundir correlação com causa.
Viés de auto relato são 30 membros
ativos selecionados pela própria
liderança da igreja. Então o pastor
talvez mesmo sem perceber ou líder
responsável, mesmo sem perceber, vai
escolher um conjunto de 30 pessoas que
não representam a opinião de todos os
membros da igreja, mas que ele acredita
que são os membros mais ativos ou que
representam a diversidade de contextos
quando, na verdade são muito mais
parecidos entre si e tal. Então, existe
o perigo do viés do autor relato. O foco
interno. A teologia missional questiona
a concentração nessa qualidade da
congregação. Teologia missional tem esse
vetor muito mais forte voltado para
fora. E o desenvolvimento natural da
igreja aponta para a qualidade
da vida e do da maturidade dos
ministérios da igreja dentro.
Ecclesiologia incompleta, fidelidade
doutrinária, sacramentos no caso de
igrejas com uma teologia sacramental e
sofrimento são características pouco
discutidas e pouco presentes na
perspectiva, na leitura que o DNI parece
fazer da realidade da igreja.
Implementação custosa requer um
consultor externo, um treinador externo
e um compromisso plurianual. Então, se a
pessoa vai utilizar a ferramenta na sua
integralidade, eh, na maneira como a
rede desenvolvimento natural da igreja
propõe, isso irá custar um valor
significativo. Isso eu eu tirei de uma
fonte um pouco mais antiga. Não sei se
isso ainda permanece assim. Aqueles que
tiverem mais interesse no DNI devem
fazer uma consulta mais atualizada
sobre eh o uso desse consultor externo,
da avaliação externa dos resultados,
coisas que de fato exigem algum
investimento.
Conclusão, legado e orientação para os
praticantes. Quando é que funciona
melhor essa abordagem? Quando a
liderança é aberta a mudanças, existe um
núcleo congregacional envolvido mais do
que apenas o pastor, quando tem um
consultor presente com experiência no
uso da ferramenta, quando tem a pesquisa
como ponto de partida para a conversa e
não simplesmente aquilo que é a
impressão individual. E quando existe
esse horizonte plurianual, quando a a
comunidade está disposta a assumir a
implementação dessa abordagem para mais
do que alguns meses, mas em alguns anos.
Lembrando que o ciclo inicial toma no
mínimo 2 anos e alguns meses, porque
depois de fazer todas as etapas de
preparação, compromisso, pesquisa,
definição do perfil, identificação do
ponto fraco, você tem a implementação
que vai durar 2 anos e depois uma nova
avaliação.
Perguntas para um uso crítico. O fator
mínimo realmente reflete uma restrição
genuína? Quando você lê lá o teste,
aquilo que o teste tá dizendo é
confirmado por aquilo que é a
experiência e a leitura das pessoas
envolvidas nesse processo. Como é que o
contexto local molda cada
característica? Talvez características
mais fortes ou mais fracas estejam muito
associadas aquilo que são as condições
daquele lugar. Não é que a comunidade
não está se dedicando à aquilo, mas é
que aquele contexto é mais ou menos
favorável ao desenvolvimento de um
evangelismo, por exemplo, locais muito
hostis ao evangelismo vão tornar essa
tarefa mais difícil, mais desafiadora.
Então isso não é uma justificativa para
não fazer, mas uma justificativa para
não interpretar os resultados de uma
maneira acrítica.
Como articular esse modelo com
escritura, tradição e eclesiologia. Tudo
aquilo que a gente lê em termos práticos
na organização de uma igreja, uma
proposta de modelo de uma igreja, devem
ser continuamente submetidos. Isso não é
uma etapa inicial, não é um
pré-requisito, é uma condição contínua.
Submetidos continuamente ao escrutínio
das escrituras. Essa nossa maneira de
pensar realmente se sustenta diante de
uma leitora responsável, abrangente do
texto bíblico, ao invés de isolar uma
passagem do seu contexto ou ler apenas
aquele texto como fundamento para uma
estrutura gigantesca de tarefas,
projetos, ações, o que que a história
como um todo da igreja e do povo de Deus
está nos contando?
Um uso humilde e não um uso mecanizado.
Usado como espelho, o DNI ajuda as
congregações a se verem honestamente,
mas usado mecanicamente, a Risca
tornar-se exatamente a ferramenta
tecnocrática que pretendia substituir.
[roncando] Eu acredito que esse ponto
final aqui do nosso slide ressalta a
minha eh a minha reticência ah com
vários desses modelos de crescimento da
igreja que parecem de fato aprofundar a
crise em que nós nos encontramos de
tratar todas as coisas como a gente
trata de um sistema mecânico. A gente
trata a natureza assim, a gente trata o
nosso corpo assim, a gente trata muitas
vezes a espiritualidade assim. Se eu
fizer isso, Deus vai me dar aquilo. Se
eu agir assim, as consequências da minha
vida espiritual serão essas. E a gente
também trata a igreja assim. Se eu
seguir esse e aquele passo, se eu
conseguir convencer as pessoas ou socar
as pessoas para dentro dessa categoria,
para esse conjunto de ações aqui, eu
tenho certeza que as coisas vão caminhar
da maneira como a gente deseja e espera.
Então, é muito importante a gente é
perceber que toda a vida humana é muito
mais complexa do que um conjunto de
descrições de qualquer ordem e natureza.
A psicologia não consegue explicar a
grandeza da alma humana. A as categorias
religiosas e denominacionais não
conseguem fazer justiça aquilo que é a
complexidade da vida espiritual. as
categorias sociais não definem realmente
quem é cada um dos indivíduos e as
dinâmicas de uma sociedade. Então, a
gente precisa ter sempre esse uso
desconfiado dos instrumentos, não porque
nada disso funciona, nada disso é
benéfico. Acredito que muitas coisas
funcionam para o bem e para o mal. E de
fato, muitas coisas são benéficas, mas é
sempre preciso ter um olhar de
desconfiança, porque
assim como a gente acredita que Deus não
pode ser simplificado em um conjunto de
categorias teológicas, os seres humanos
também não podem ser manipulados e
manejados de acordo com uma estratégia,
digamos, de engenharia social
eclesiástica.
A gente vai puxando uma alavanca aqui,
colocando outra,
apertando um botão ali e a gente
consegue fazer com que todo mundo
funcione exatamente da maneira como a
gente espera que elas funcionem. Até
essa palavra é muito inadequada para
falar da totalidade do ser humano, que
elas funcionem da maneira como a gente
espera. Nós não fomos feitos para
simplesmente funcionar, mas sim para
desfrutar e manifestar uma vida na
riqueza das suas múltiplas
capacidades, limitações, incoerências,
mas definitivamente capazes de revelar a
glória de Deus, né? Bom, pessoal, eh vou
dar uma olhadinha aqui no chat. Não sei
se teremos perguntas por aqui e se
tiver, vou tentar responder agora. Teve
o pessoal aí que deu boa noite logo no
comecinho, Paulo, a Ana, Terezinha,
Manuel, Tita, Sandra, a outra Sandra,
Carlos, o Vald a Valdini
ou Valdineia, não sei muito bem, mas boa
noite também a Rose, enfim, todo o
pessoal chegando junto aqui. Deixa eu
ver o que que a gente tem de pergunta.
Até que medida nós devemos nos submeter
ao pastor como líder? Qual a importância
da mentoria? Acredito eu, né, Carla?
Bom, o papel do líder eh ou da liderança
que é o pastor dentro de uma comunidade
local é um papel fundamental. ele recebe
da parte de Deus eh essa missão
de dirigir a comunidade por um caminho
de fidelidade.
A imagem que é mais me influencia nesse
sentido, na definição do papel pastoral,
Carla, e que eu tenho refletido mais
recentemente, é que o pastor é aquela
figura que está
atentamente a Deus e que dedica muito do
seu tempo e do seu esforço
para perceber as manifestações de Deus
naquele lugar em que ele é pastor,
naquela comunidade. naquele conjunto de
pessoas em que ele é pastor
e para entender, observar e compreender
a realidade daquelas pessoas que formam
a sua comunidade.
Então, o papel do pastor é sempre
apontar e manifestar a presença de Deus
na maneira como Deus está agindo na vida
daquelas pessoas pelas quais ele é
responsável.
Então,
promover a maturidade do corpo de
Cristo, ao meu ver, é, entre outras
coisas essa tarefa pessoal que o pastor
deve assumir de atenção a Deus e a vida
da comunidade. Nesse sentido, se
submeter a um pastor que você enxerga e
percebe que se mantém fiel a essa missão
de conhecer a você, de conhecer as
escrituras e de perceber a presença de
Deus, como anunciado nas Escrituras,
atuando na sua vida, na vida da sua
família, da sua comunidade,
da sua cidade.
É, é uma condição muito
necessária e importante. submeter a sua
orientação e a sua correção é uma
condição necessária para o
estabelecimento de uma relação adequada
entre pastor e ovelha, mas é uma
submissão condicionada à sua convicção
de que as escrituras deram a ele aquela
autoridade que ele está usando
no seu ministério enquanto líder da
comunidade.
Então, nenhuma das atitudes do pastor se
justifica na autoridade que ele tem em
si mesmo. Se justifica na autoridade que
a Bíblia confere a ele. Pastor pode
salvar ou condenar alguém? É claro que
não. Pastor tem autoridade para lhe
direcionar alguma prática que não seja
clara e explícita nas escrituras com
força de mandamento. Também não. É claro
que tem muitas coisas que não são
detalhadas no texto bíblico e que são
dilemas do nosso tempo. Eutanásia. A
Bíblia não fala sobre namoro. Eh, e
ainda assim, enquanto pastor, nós temos
ou pastores, nós temos que aconselhar
pessoas e dar orientações dessa
natureza. Mas essas essas orientações
devem derivar daquilo que é claro no
texto bíblico, naquilo que está
explícito. E na hora da confrontação
ou na hora da exigência, é preciso ter
muito critério naquilo que se apresenta
como uma exigência que vem do exercício
da autoridade pastoral. Então, a
exigência que não é justificada, olha,
estamos colocando isso como uma
exigência para você, para fulano de tal,
para toda a comunidade, porque a Bíblia
nos orienta, se desce daquela forma.
E também é preciso ver como é que essa
eh autoridade pastoral está sendo
exercida em cada uma das comunidades a
partir da leitura de um texto bíblico,
na forma como aquele texto bíblico se
pretende no contexto em que ele foi
escrito. Então, tem muitas coisas nos
textos de Paulo, nos textos de perfil
pastoral de Paulo, que são utilizados de
forma muito equivocada por pastores e
lideranças hoje. textos que eram
originalmente textos críticos nas falas
e nas palavras de Jesus são utilizados
hoje como justificativas para medidas de
força
de pastores e de comunidades inteiras,
justificativas para posturas que são
completamente conflitantes com sem
número de outros textos e situações que
a escritura nos apresenta. Então, eu
acredito que o tanto é sempre definido
pela coerência com a palavra. É real. A
autoridade pastoral é real. Essa
autoridade se traduz em alguns momentos
com confrontação,
com disciplina, com exigências, mas não
são exigências definidas pela imaginação
pastoral. Não são confrontações que são
permitidas pelo seu bom senso, mas sim
pelo texto bíblico.
Que mais aqui?
Uma
igreja que não faz missões, podemos
considerar uma igreja saudável?
Categoricamente, eh, posso responder que
não, Fernanda. A igreja, no momento em
que deixa de fazer missões, ela deixa de
cumprir a sua missão. A igreja, ela foi
estabelecida para seu corpo de Cristo. E
o corpo de Cristo, ele é criado com o
objetivo de glorificar Deus de forma
geral, mas de maneira específica, isso
acontece no anúncio das boas novas. Isso
acontece na encarnação, em nossa própria
vida, daquilo que é a realidade do
Cristo encarnado, que morreu e
ressuscitou e se manifesta por meio dos
seus filhos, se manifesta por meio da
igreja. Uma comunidade que deixa de se
preocupar com alcançar o que não conhece
o evangelho, que não ouviu as boas novas
e amadurecer todo aquele que já foi
alcançado pelo evangelho, ela deixa de
cumprir eh o ponto mais fundamental
que define aquilo que é o que nós
estamos fazendo hoje aqui. Se não é isso
que nós estamos fazendo, o que é que
justifica a existência da igreja? É só
para eh ser um
um refúgio de resistência. A gente já
foi salvo, que a gente realmente tá
esperando aí pro céu. A gente só precisa
um lugar seguro que possa estar nos
lembrando dessas coisas elevadas da fé,
que possa estar eh mantendo quente o
nosso coração até o momento que Jesus
vai voltar. Então isso é muito
questionável, é claramente contrário
àquilo que é orientação bíblica.
As igrejas têm boa aceitação para esse
tipo de pesquisa? Olha, eu conheço
muitos contextos que não. Eu entendo que
tem muitas igrejas que fazem a leitura
que esses instrumentos de pesquisa são
justamente importações artificiais de
coisas que cabem em contextos diversos e
diferentes, mas não dentro da realidade
eclesiástica. Já outras igrejas são
muito familiarizadas com instrumentos de
mensuração, com formas de avaliação
bastante quantificáveis, né? Eh, então,
sistemas metrificados. Então eu acho que
isso é muito diverso. Eu diria que
dentro de um ambiente mais tradicional,
isso é menos comum, é menos natural, mas
igrejas de perfil ou mais contemporâneo,
igrejas mais novas, eh possuem um pouco
mais de abertura, mas isso não é uma
regra definitiva, tá? Existem muitas
igrejas tradicionais que se submetem a
instrumentos como esse.
Deixa eu ver aqui outra. Outra pergunta.
A Carla também fez essa pergunta aqui.
Existe diferença entre ser pastor da
igreja e ser pastor da pessoa? Que tanto
o pastor deve ser consultado para
decisões pessoais? Depois a gente passa
para a pergunta seguinte: Existe eh, mas
não deveria existir. É possível ser
pastor da igreja sem ter nenhum
relacionamento pessoal com o membro ou
com alguns membros ou com a maior parte
do dos membros ou com quase a totalidade
dos membros daquela comunidade?
Nesse modelo de megaigrejas que têm
ganhado mais notoriedade e que são mais
eh
cobiçadas por muitas lideranças,
existe necessariamente a condição de
desconhecimento do pastor em relação à
maior parte da comunidade. Ele
certamente não conhece o nome dessas
pessoas e mesmo em igrejas grandes em
que o pastor pode até conhecer o nome,
ela não conhece a realidade, a história,
a condição específica daquelas pessoas.
Então, sim, é possível, do ponto de
vista institucional ser pastor de uma
igreja sem conhecer a realidade dos
membros daquela igreja, sem nunca
visitar essas pessoas.
Minha percepção é que isso nunca deveria
ser aceitável. Não deveria ser aceito
pelo pastor e não deveria ser aceito
pela comunidade. O pastor da igreja deve
ser o pastor das pessoas que compõem
aquela igreja. A minha percepção é que é
impossível exercer o ministério pastoral
de forma adequada,
sem conhecer o lugar em que esse
ministério é realizado. Não é possível
ser completamente pastor de uma pessoa
simplesmente
por uma via de mão única em que o pastor
fala e a ovelha escuta. Por isso que de
forma geral, eu não acredito que uma
pessoa que escuta o mesmo pastor todos
os dias ou todas as semanas no conforto
de sua casa pela internet está sendo
pastoreada
por esse pastor. pode estar sendo
abençoada, pode estar sendo orientada,
pode estar sendo auxiliada, mas não está
sendo pastoreada, porque o pastorado é
uma relação e a relação precisa dessas
duas vias funcionando de uma maneira
muito real, muito autêntica. Então, a,
eu acredito que essa é uma diferença
importante.
Quanto que se deve consultar o pastor
para decisões pessoais? Nesse sentido
pode até parecer um contrassenso, mas de
maneira geral acho que o pastor não deve
ser consultado em uma base regular eh
para decisões pessoais. É claro que o
pastor deve estar disponível e pode
ajudar em contextos de dificuldades, em
decisões difíceis, em que é preciso
ouvir alguém.
Esse papel eh
pode e deve ser desempenhado pelo
pastor. Agora, essa relação de
dependência para que o pastor determine
todos os caminhos que você deve seguir
na sua realidade familiar, profissional,
espiritual, é muito desequilibrado, é
muito inadequado. O caminho do Novo
Testamento enfatiza essa autonomia que
todas as pessoas devem ter, justamente
por terem alcançado a maturidade em
Cristo Jesus. Isso não significa
independência, isso não significa
desprezo ou desconsideração pelo papel
pastoral, mas sim o fato de que nós
temos cabeça para pensar por nós mesmos,
temos espírito para ser habitado pelo
Espírito Santo. Então, é por isso que
devemos exercitar a nossa
responsabilidade, a nossa liberdade e
expressar dentro da nossa condição
individual aquilo que é a ação do
Espírito Santo em nossa caminhada. Tá
bom?
Bom, pessoal, vou ficando por aqui.
Espero ter respondido algumas das
perguntas mais importantes que surgiram
aí no chat e esperamos vocês para falar
de igreja em células na próxima aula,
10ª aula do Macários, quinta-feira que
vem, às 10, às 19 horas, 7 horas da
noite aqui no no horário de Brasília,
para você que talvez esteja acompanhando
aí em outro lugar. Muito obrigado pela
atenção de vocês. Forte abraço e até
nosso próximo encontro.

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