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A fé vem pelo ouvir

Jesus Cristo, Mito ou Realidade?

Jesus Cristo, Mito ou Realidade?


Fonte: Evidências NT

Legendas automáticas:

você certamente já ouviu dizer que o
evangelho é a boa nova de deus para os
homens de fato a palavra evangelho vem
do grego evangelion que quer dizer
exatamente isto uma boa notícia
o que pouca gente sabe porém é que a
palavra evangelho embora seja hoje
conectada à teologia cristã pertence ao
ambiente técnico bem anterior ao
cristianismo
ela já era usado em roma para descrever
tecnicamente a descrição exata de uma
boa notícia esta antiga inscrição
encontrada entre m por exemplo e datada
do ano 9 antes de cristo descreviam
nascimento de augusto como sendo a
grande boa nova da humanidade evangelho
portanto tem a ver com uma história real
não fictícia e foi talvez por isso que
os escritores bíblicos resolveram chamar
de evangelho a narrativa que escreveram
a cerca de crise
contudo são muitas as pessoas que dizem
não confiar na história dos evangelhos
bíblicos
eles não acreditam naquela história por
ser inusitado demais tudo parece
fantasioso para ser verdade
o homem que cura as pessoas anda sobre
as águas e ainda se proclama o filho de
deus
tudo parece bom demais para ser
verdadeiro
mas seria correta esta conclusão ou
teríamos na história secular indícios de
que aquilo realmente aconteceu
afinal de contas jesus cristo foi o mito
ou uma realidade
como todos sabem os evangelhos descrevem
a vida e obra de jesus de nazaré
falam do seu amor dos seus ensinos do
seu poder de cura e de perdão
por fim descreve em detalhes a sua morte
espiatório na cruz do calvário ato que
nos possibilita ter dá a vida eterna e
finalmente anuncia o seu triunfo ao
ressuscitar dentre os mortos e sua
promessa de um dia voltar à terra para
executar o juízo final sobre a
humanidade seria isto num mero mito
jesus de nazaré segundo crime a maioria
dos cristãos foi de fato o único homem
que em sã consciência arvorou ser um
filho unigênito de deus o que segundo a
mais antiga tradição bíblica o torna
essencialmente divino
essa doutrina apesar de um outro desafio
interno ou externo
empregada com veemência pelos primeiros
apóstolos e sobreviveu bem através dos
séculos nos credos cristãos que foram
promovidos desde nicéia em 325 depois de
cristo até o final da idade moderna
quando os novos tempos trouxeram novos
questionamentos nunca antes imaginados é
que a partir do século 18 as igrejas
reformadas da alemanha começaram a
passar por um período de forte
sobrevalorização do racionalismo em
detrimento à fé
este foi chamado iluminismo alemão que
mudou tremendamente o pensamento de
teólogos e racionalistas acerca da
pessoa de jesus cristo
a pretensão básica desses novos
pensadores era criar uma religião cristã
que fosse mais racional e menos
sentimentalismo logo começaram a surgir
vários escritores pretendendo expor
teorias sobre quem haveria de ter sido
jesus de nazaré suas novas acerca do
fundador do cristianismo é claro
contradiziam em muitos aspectos a visão
bíblica tradicional de modo que eles
faziam uma distinção entre o jesus
histórico e o cristo da fé
o primeiro se é que existiu pois muitos
duvidavam até mesmo de sua existência
foi o jesus historicamente real ao passo
que o segundo seria apenas um ser
mitológico inventado e mantido pela
tradição da igreja através dos tempos
o primeiro defensor dessas novas idéias
foi relançada murray marius influenciado
pelo otimismo inglês
ele projetou uma enciclopédia de 4 mil
volumes na qual pretendia reconstruir de
modo científico a história da religião
cristã
entretanto foi apenas depois de sua
morte que o editor alemão gottfried
efraim mas em público ou parte do seu
tratado numa edição anônima
num dos capítulos da obra intitulado
sobre a pretensão de jesus e seus
discípulos ray marlos afirmou que
qualquer investigação crítica sobre a
vida de jesus cristo deve manter clara a
distinção entre o que jesus realmente
fez e ensinou e aquilo que foi
posteriormente narrado pelos apóstolos
em seus escritos assim esse autor
entendeu que jesus fora apenas um
revolucionário judeu que empreendeu
revolta contra o império romano e como
qualquer outro rebelde qualquer acabou
condenado à morte e morte de cruz em
virtude principalmente dos seus
discursos políticos
os seus discípulos então para não
admitir o fracasso do movimento roubaram
o corpo inventaram a história da
ressurreição e da redenção universal da
humanidade
o segundo intelectual alemão a duvidar
das posições tradicionais sobre cristo
foi o teólogo e filósofo de berlim redes
ernesto chilala imagem que influenciado
pelo romantismo alemão abriu as portas
para o pensamento iluminista secular e
permitiu que este entrasse na esfera
teológica em 1832 chile mas apresentou
uma interpretação muito desconcertante
acerca da vida de jesus cristo e sua
obra de salvar a humanidade
ele via jesus apenas como alguém que
tinha uma consciência muito elevado de
si mesmo de modo que foi o pensamento
positivo de cristo
segundo ela a imagem que fez dele um
homem especial a alguém que descobriu
dentro disse potencialidades divinas
algo que nós em tese também poderíamos
descobrir logo jesus é apenas um modelo
positivo de um homem que deu certo o
homem como qualquer outro ao longo da
história alguém suma que sabia o que
estava procurando e não filho único de
deus em forma humana
além disso sua imagem também não
admitiria a história da ressurreição
nem o significado espiatório da morte de
cristo pelos nossos pecados
outro interessante pesquisador da vida
de jesus foi o médico e escritor
albert schwitzer formado em teologia
medicina e música ele chegou a ganhar um
prêmio nobel em 1952 por causa dos seus
trabalhos como médico missionário entre
os africanos da colônia francesa do
gabão mas sua aproximação do jesus
histórico também é baseada no ceticismo
em seu livro a busca pelo jesus da
história ele dizia que o jesus pregador
da moralidade jamais existiu
para ele o que existiu foi apenas um
judeu lunático que por descrever ou
acreditar piamente no fim do mundo
pregou uma mensagem anti romana e acabou
crucificado ponto final isso
talvez o mais destacado de todos esses
escritores alemães tenha sido o
conceituado professor da universidade de
marburgo na alemanha chamado rodolfo
hultman que criou um pretenso exercício
de de mitologias ação do novo testamento
última até acreditava que jesus poderia
ter existido mas não cria que teremos
condições de saber alguma coisa acerca
de sua história real pois esta estaria
completamente perdida e os evangelhos
não seriam historicamente confiáveis
pois não passavam de tecnologias
expressas em forma de episódios que
nunca aconteceu
a ressurreição por exemplo era apenas
uma maneira simbólica de dizer que a
morte do fundador do cristianismo não
foi em vão que ele continuava existindo
de forma espiritual como se o corpo de
jesus estivesse vivo através da pregação
apostólica
portanto não houve nenhuma ressurreição
literal e jesus não foi de fato de carne
e osso para o céu como herdeiros
intelectualista de seus autores
temos organizações modernas como o
famoso 16 e melhor uma agremiação de
aproximadamente 200 pessoas fundado em
1985 pelos teólogos robert funk falecido
em 2005 e johnny crossan palestrante e
autor de vários livros sobre o assunto
a proposta portanto dessas vozes chamada
de ala liberal é apresentar a tese de
que jesus cristo pelo menos nos moldes
que os evangelhos apresentam não foi um
personagem real mas o judeu comum
mitologia usado pelo petismo dos
escritores bíblicos ea igreja posterior
seria isto verdade afinal de contas você
e eu podemos ou não confiar na
historicidade dos evangelhos estariam
esses intelectuais certos em seu
questionamento a fé pelo menos num ponto
intelectuais conservadores liberais
poderiam estar de acordo
a figura de jesus de nazaré seja
histórica o mitológica é grandioso
demais para passar despercebida
sua história é por demais fantástica
como incrédulo tomé do quadro de
caravaggio gostaríamos de tocar em suas
feridas tendo a certeza tátil
que ele real apenas a existência da
idéia de um cristo salvador da
humanidade que convida todos para irem
até ele e ser libertos já é o suficiente
para exigir um posicionamento do
discipulado ou da oposição do amor ou
ódio
em outras palavras o que queremos dizer
é que não dá para ficar neutro diante do
nome de jesus de nazaré
pois se ele for um mito será a pior
mentira o pior engano de todos os tempos
e portanto deverá ser combatido por
todos aqueles que tiverem nobreza de
caráter se por ele for verdadeira será
uma grande tolice não segui lo agora
mesmo neutralidade é uma palavra que não
existe neste contexto
você pode até admirar alguns vultos da
história e quem sabe discordar deles não
há como pecar contra sócrates ou
decepcionar ciclo aristóteles eles não
estão vivos para saberem se estamos ou
não seguindo os seus ensinamentos
eles não sabem nada acerca de nós são
apenas homens comuns e nunca arvoraram
ser deus em forma humana mas com jesus
era diferente ele dizia ser o filho de
deus e não dá para discordar de um deus
ou em sã consciência desprezar os seus
ensinos nosso desafio intelectual
portanto é descobrir se jesus era ou não
aquilo que a bíblia afirma a seu
respeito
duas perguntas então se fazem
necessárias nesse sentido a primeira
existiu mesmo homem chamado jesus de
nazaré e segunda ele era realmente
aquilo que os evangelhos anunciaram
estas são duas questões distintas e
necessárias
aliás elas são complementares pois uma
coisa é provar que jesus existiu outra é
verificar que a sua figura não foi
mitologia usada com o passar do tempo
transformando sua imagem de um simples
camponeses judeu a uma espécie de herói
redentor do mundo inteiro
de fato o primeiro problema com a nossa
busca é a carência de material fora da
bíblia anterior ao segundo século que
mencione jesus como um personagem real
alguns talvez esperassem que devido aos
seus grandiosos feitos o nome de jesus
fosse registrado em cada livro ou carta
que se produziu em roma mas não é bem
assim
jesus lembremos não foi reconhecido
pelos seus contemporâneos a sua mensagem
era dura demais para eles
e tanto é que
chegaram ao ponto de pedirem a sua morte
ademais o ministério de jesus foi
geograficamente curto percorrendo limite
inferior a 400 quilômetros de diâmetro
acrescente se a isto o fato de que mesmo
grandes figuras do passado nem sempre
têm a sua historicidade bem a testada
por documentos contemporâneos da época
como poderíamos supor não temos por
exemplo há nenhum texto grego anterior
ao terceiro século antes de cristo que
confirme figuras históricas e famosos do
passado como sócrates platão ou até
mesmo alexandre o grande
o rei nabucodonosor que construiu a
suntuosa cidade de babilônia teve a sua
historicidade confirmada pela
arqueologia apenas no século 19 cerca de
dois mil e quinhentos anos depois da sua
morte e muitos para os do egito como
famoso tutancâmon ea rainha rap 7 surge
também não seriam conhecidos se não
fosse recentemente a descoberta que
fizeram de testemunhos preservados ao
longo da história porém posteriores à
sua morte esses personagens também
poderiam ter a sua historicidade
questionada a explicação para esta
pobreza depoimentos históricos está no
fato de que muitos documentos da
antiguidade encontram se desaparecidos
milhares deles foram completamente
destruídos como por exemplo os mais de
700 mil manuscritos da grande biblioteca
de alexandria que foi incendiada pelo
califa o mar na guerra de 641 depois de
cristo
portanto muita coisa se perdeu e não é
difícil supor que houvesse mais coisas
escritas sobre a pessoa de jesus mas que
não estão retidas na poeira do tempo
aliás é até possível que algumas
anotações documentais do movimento de
cristo também fossem destruídas no
incêndio provocado por nero que arruinou
a cidade de roma com muitos dos seus
arquivos em 66 depois de cristo
mas apesar do esperado um pequeno número
de documentos existe algum texto antigo
fora da bíblia que ateste a
autenticidade histórica de jesus cristo
sim e o mais antigo deles foi escrito
pelo historiador judeu flávio josefo que
por muitos anos trabalhou como escrivão
acompanhante das milícias romanas de
tito e vespasiano escrevendo por volta
do ano 90 de nossa era
joseph declarou por esse tempo surgiu
jesus homem sábio que talvez seja mais
que um mero homem era capaz de realizar
coisas extraordinárias
ele arrastou a posse muitos judeus e
muitos gregos era considerado o messias
embora pilatos por acusações de nossos
chefs o condenasse a cruz
aqueles que o tinham amado desde o
princípio não cessariam de proclamar que
passando o terceiro dia apareceu lhes
novamente vivo
os profetas de deus tinha um respeito
por ele ademais até o presente a estirpe
dos cristãos assim chamada por
referência a ele não cessou de existir
esse texto é tão extraordinário que
muitos julgaram que não poderia ser
verdadeiro que seria fruto de uma
interpelação de um escriba cristão
posterior
porém estudos mais avançados em
tecnologia isto é o estudo de antigos
manuscritos demonstram que ele faz parte
com poucas variantes textuais de todas
as mais antigas cópias manuscritas que
temos nos escritos de flávio josefo o
que reforça bastante a autenticidade do
seu conteúdo
note que nele o historiador que era
judeu e portanto não era seguidor de
cristo nem simpatizante do movimento
declara que jesus era considerado o
messias e não que ele mesmo cria nisto
mas o seu depoimento e continua dizendo
que jesus era capaz de realizar obras
extraordinárias
ora não seria isto um claro indício dos
seus milagres
note que ele chega a suspeitar que jesus
até fosse mais que um mero homem esse
testemunho vindo de alguém que não fazia
parte do círculo de seguidores de cristo
torna-se muito valioso pois josefo não
teria razão nenhuma para fazer tais
declarações acerca de um simples
carpinteiro a menos é claro que houvesse
testemunhas oculares acerca de sua
atividade em comum
em outro texto josé ainda faz uma
segunda menção de jesus dando a entender
que ele era considerado o messias dos
judeus
falando do golpe de estado promovido
pelo sumo sacerdote anã após a morte de
festa
josé foods que o sumo sacerdote convocou
uma assembléia de juízes e colocou
diante deles o irmão de jesus que é
considerado o messias seu irmão se
chamava
de água e com ele havia alguns outros a
estes anã acusou de terem transgredido a
lei e os entregou para serem apedrejados
ora anã é uma forma grega de transcrever
o nome ananás que justamente com a outro
sacerdote caifás promoveu o julgamento
contra jesus conforme está na bíblia
dentro do império romano também houve
valiosas menções a pessoa de jesus
cristo
o historiador tácito que viveu por volta
do final do primeiro século início do
segundo descreveu com detalhes o famoso
incêndio de roma ocorrido em 64 este
historiador fala da perseguição de nero
aos cristãos e menciona o nome de cristo
que para o seu entendimento não era um
título mas o nome próprio
nenhum esforço humano nenhum poder do
imperador nem as cerimônias para aplacar
a ira dos deuses faziam cessar a opinião
infame de que o incêndio de roma havia
sido mandado por isso com vistas a
abafar o rumor nero apresentou como
culpados e condenou a tortura aquelas
pessoas odiadas por sua própria torpeza
a quem o povo chamava de cristãos ao
nome vem de cristo que no principado de
tibério o procurador pôncio pilatos
entregou suplício reprimida na ocasião
esta execrável superstição face em
romper novamente não apenas a judéia
terço daquele mau mas também em roma
para onde converge e aonde se espalha
tudo o que há de horrendo e vergonhoso
no mundo começou se pois por perseguir
aqueles que começavam depois por
denúncia deles uma multidão imensa e
eles foram reconhecidos culpados - do
crime de incêndio a sua execução
acrescentaram zombarias cobrindo-os com
teles de animais para que morressem
devido à mordida de cães de caça ou
pregavam lhes em cruzes para que após o
fim do dia fossem usados como tochas
noturnas e assim consumidos tácito não
demonstra nenhuma simpatia por jesus
cristo mas confirma a sua existência e
de uma multidão que seguia os seus
ensinamentos
um outro escritor romano que viveu na
mesma época de tácito também faz
referência a cristo seu nome é sua
antônio e ele foi contratado como
biógrafo oficial do império para
escrever um tratado sobre a vida dos
imperadores cláudio e nero no seu
primeiro livro ele comenta a expulsão
dos judeus de roma por volta do ano 49
durante o reinado de cláudio ali ele
menciona uma estreita ligação entre
alguns judeus e um certo crédito os que
no entender de muitos poderia ser uma
grafia errada do nome cristo
estes são apenas uns poucos exemplos
dimensões de jesus cristo fora dos
evangelhos e isto demonstra a sua
existência na história mas algumas
perguntas ainda persistem
teriam os evangelhos exagerado ao
descrever quem jesus era não teriam eles
feito como muitos escritores gregos e
latinos que transformavam um homem comum
num verdadeiro titã apenas por questões
de ideologias
enfim seriam os evangelhos uma
propaganda para respondermos a estas
indagações é preciso que formulemos
outras perguntas que os teólogos
liberais por alguma razão evitaram
formular afinal desde as tem
sabemos que a formulação correta de
perguntas pode ser mais valiosa que a
apresentação de hipóteses para o dado
problema sem as perguntas corretas as
respostas ficam vagas e preconceituosas
como aliás parecem ter sido algumas das
afirmações e publicações feitas pelos
céticos que em um mundo tão às livrarias
de todo o mundo nossas indagações então
poderiam começar assim sabendo que as
biografias e ideológicas e as
propagandas visam a obtenção de ganhos o
que os autores do novo testamento
ganharam com a suposta fabricação do
mito de jesus fama poder
pelo contrário desonra e humilhação
porque então criar uma história
mitológica estar disposto a morrer por
ela se a mesma não lhe traria ganho
algum se fosse apenas um autor de tudo
nós chamaríamos de louco pois os loucos
podem girar ter visto aquilo que não
existe mas não era apenas um autor e sim
uma multidão de pessoas que dizia crer
aqueles fatos se não fossem verdadeiros
quanto tempo duraria faça quanto tempo
ela aguentaria sem ser desmascarada
note que eles eram diariamente
sentenciados à morte
por afirmarem a sua fé na divindade e na
ressurreição de jesus
nenhuma mentira subsistiria por tanto
tempo mas cedo ou mais tarde
a maioria se retrataria e porque isto
não aconteceu agora raciocine por outro
ângulo
se os evangelistas tivessem a intenção
de criar um jesus mitológico deveriam
seguir o exemplo de outros escritores de
mitos da antiguidade jamais encerraria o
ministério de cristo narrando com
detalhes uma vergonhosa morte na cruz
que aliás só é reservada a ladrões
escravos ou revolucionários fracassados
este fato no mínimo seria obtido mas
supondo que a condenação foi pública e
os seguidores de cristo não tivessem
como negá lá então alguém poderia
imaginar que os apóstolos criaram a
história da ressurreição para abafar o
escândalo da cruz certo e errado
os gregos e romanos se dividiu em dois
segmentos quando o assunto era vida além
do túmulo
os seguidores da linha de platão o fel e
pitágoras criam uma imortalidade que
levava a alma a um plano superior
destituído do corpo ou afasia
transmigração de um corpo para outro
numa idéia embrionária de reencarnação
um outro grupo seguidor das idéias
históricas e epicuristas entendiam que a
morte é o fim
não restando nada além mas numa coisa
ambos os grupos concordavam com a
ressurreição de uma pessoa que volta a
viver no mesmo corpo físico que tinha
quando estava viva era algo abaixo do
inaceitável
por isso o livro de atos capítulo 17
verso 32 diz que os gregos embora
estivessem admirados com a cultura e
inteligência de paulo simplesmente
recusaram ouvir a parte em que ele
falava da ressurreição de cristo esta
ideia era absurda demais para os gentios
de orientação greco romana que fossem
simples ou eruditos
sendo assim é mais sensato supor que se
os apóstolos estivessem dispostos a
criar uma ficção para amenizar o
escândalo da cruz
a idéia de uma ressurreição corpórea não
seria definitivamente a melhor opção
eles ganhariam muito