Jesus Cristo, Mito ou Realidade?
18/09/2015Jesus Cristo, Mito ou Realidade?
Fonte: Evidências NT
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você certamente já ouviu dizer que o evangelho é a boa nova de deus para os homens de fato a palavra evangelho vem do grego evangelion que quer dizer exatamente isto uma boa notícia o que pouca gente sabe porém é que a palavra evangelho embora seja hoje conectada à teologia cristã pertence ao ambiente técnico bem anterior ao cristianismo ela já era usado em roma para descrever tecnicamente a descrição exata de uma boa notícia esta antiga inscrição encontrada entre m por exemplo e datada do ano 9 antes de cristo descreviam nascimento de augusto como sendo a grande boa nova da humanidade evangelho portanto tem a ver com uma história real não fictícia e foi talvez por isso que os escritores bíblicos resolveram chamar de evangelho a narrativa que escreveram a cerca de crise contudo são muitas as pessoas que dizem não confiar na história dos evangelhos bíblicos eles não acreditam naquela história por ser inusitado demais tudo parece fantasioso para ser verdade o homem que cura as pessoas anda sobre as águas e ainda se proclama o filho de deus tudo parece bom demais para ser verdadeiro mas seria correta esta conclusão ou teríamos na história secular indícios de que aquilo realmente aconteceu afinal de contas jesus cristo foi o mito ou uma realidade como todos sabem os evangelhos descrevem a vida e obra de jesus de nazaré falam do seu amor dos seus ensinos do seu poder de cura e de perdão por fim descreve em detalhes a sua morte espiatório na cruz do calvário ato que nos possibilita ter dá a vida eterna e finalmente anuncia o seu triunfo ao ressuscitar dentre os mortos e sua promessa de um dia voltar à terra para executar o juízo final sobre a humanidade seria isto num mero mito jesus de nazaré segundo crime a maioria dos cristãos foi de fato o único homem que em sã consciência arvorou ser um filho unigênito de deus o que segundo a mais antiga tradição bíblica o torna essencialmente divino essa doutrina apesar de um outro desafio interno ou externo empregada com veemência pelos primeiros apóstolos e sobreviveu bem através dos séculos nos credos cristãos que foram promovidos desde nicéia em 325 depois de cristo até o final da idade moderna quando os novos tempos trouxeram novos questionamentos nunca antes imaginados é que a partir do século 18 as igrejas reformadas da alemanha começaram a passar por um período de forte sobrevalorização do racionalismo em detrimento à fé este foi chamado iluminismo alemão que mudou tremendamente o pensamento de teólogos e racionalistas acerca da pessoa de jesus cristo a pretensão básica desses novos pensadores era criar uma religião cristã que fosse mais racional e menos sentimentalismo logo começaram a surgir vários escritores pretendendo expor teorias sobre quem haveria de ter sido jesus de nazaré suas novas acerca do fundador do cristianismo é claro contradiziam em muitos aspectos a visão bíblica tradicional de modo que eles faziam uma distinção entre o jesus histórico e o cristo da fé o primeiro se é que existiu pois muitos duvidavam até mesmo de sua existência foi o jesus historicamente real ao passo que o segundo seria apenas um ser mitológico inventado e mantido pela tradição da igreja através dos tempos o primeiro defensor dessas novas idéias foi relançada murray marius influenciado pelo otimismo inglês ele projetou uma enciclopédia de 4 mil volumes na qual pretendia reconstruir de modo científico a história da religião cristã entretanto foi apenas depois de sua morte que o editor alemão gottfried efraim mas em público ou parte do seu tratado numa edição anônima num dos capítulos da obra intitulado sobre a pretensão de jesus e seus discípulos ray marlos afirmou que qualquer investigação crítica sobre a vida de jesus cristo deve manter clara a distinção entre o que jesus realmente fez e ensinou e aquilo que foi posteriormente narrado pelos apóstolos em seus escritos assim esse autor entendeu que jesus fora apenas um revolucionário judeu que empreendeu revolta contra o império romano e como qualquer outro rebelde qualquer acabou condenado à morte e morte de cruz em virtude principalmente dos seus discursos políticos os seus discípulos então para não admitir o fracasso do movimento roubaram o corpo inventaram a história da ressurreição e da redenção universal da humanidade o segundo intelectual alemão a duvidar das posições tradicionais sobre cristo foi o teólogo e filósofo de berlim redes ernesto chilala imagem que influenciado pelo romantismo alemão abriu as portas para o pensamento iluminista secular e permitiu que este entrasse na esfera teológica em 1832 chile mas apresentou uma interpretação muito desconcertante acerca da vida de jesus cristo e sua obra de salvar a humanidade ele via jesus apenas como alguém que tinha uma consciência muito elevado de si mesmo de modo que foi o pensamento positivo de cristo segundo ela a imagem que fez dele um homem especial a alguém que descobriu dentro disse potencialidades divinas algo que nós em tese também poderíamos descobrir logo jesus é apenas um modelo positivo de um homem que deu certo o homem como qualquer outro ao longo da história alguém suma que sabia o que estava procurando e não filho único de deus em forma humana além disso sua imagem também não admitiria a história da ressurreição nem o significado espiatório da morte de cristo pelos nossos pecados outro interessante pesquisador da vida de jesus foi o médico e escritor albert schwitzer formado em teologia medicina e música ele chegou a ganhar um prêmio nobel em 1952 por causa dos seus trabalhos como médico missionário entre os africanos da colônia francesa do gabão mas sua aproximação do jesus histórico também é baseada no ceticismo em seu livro a busca pelo jesus da história ele dizia que o jesus pregador da moralidade jamais existiu para ele o que existiu foi apenas um judeu lunático que por descrever ou acreditar piamente no fim do mundo pregou uma mensagem anti romana e acabou crucificado ponto final isso talvez o mais destacado de todos esses escritores alemães tenha sido o conceituado professor da universidade de marburgo na alemanha chamado rodolfo hultman que criou um pretenso exercício de de mitologias ação do novo testamento última até acreditava que jesus poderia ter existido mas não cria que teremos condições de saber alguma coisa acerca de sua história real pois esta estaria completamente perdida e os evangelhos não seriam historicamente confiáveis pois não passavam de tecnologias expressas em forma de episódios que nunca aconteceu a ressurreição por exemplo era apenas uma maneira simbólica de dizer que a morte do fundador do cristianismo não foi em vão que ele continuava existindo de forma espiritual como se o corpo de jesus estivesse vivo através da pregação apostólica portanto não houve nenhuma ressurreição literal e jesus não foi de fato de carne e osso para o céu como herdeiros intelectualista de seus autores temos organizações modernas como o famoso 16 e melhor uma agremiação de aproximadamente 200 pessoas fundado em 1985 pelos teólogos robert funk falecido em 2005 e johnny crossan palestrante e autor de vários livros sobre o assunto a proposta portanto dessas vozes chamada de ala liberal é apresentar a tese de que jesus cristo pelo menos nos moldes que os evangelhos apresentam não foi um personagem real mas o judeu comum mitologia usado pelo petismo dos escritores bíblicos ea igreja posterior seria isto verdade afinal de contas você e eu podemos ou não confiar na historicidade dos evangelhos estariam esses intelectuais certos em seu questionamento a fé pelo menos num ponto intelectuais conservadores liberais poderiam estar de acordo a figura de jesus de nazaré seja histórica o mitológica é grandioso demais para passar despercebida sua história é por demais fantástica como incrédulo tomé do quadro de caravaggio gostaríamos de tocar em suas feridas tendo a certeza tátil que ele real apenas a existência da idéia de um cristo salvador da humanidade que convida todos para irem até ele e ser libertos já é o suficiente para exigir um posicionamento do discipulado ou da oposição do amor ou ódio em outras palavras o que queremos dizer é que não dá para ficar neutro diante do nome de jesus de nazaré pois se ele for um mito será a pior mentira o pior engano de todos os tempos e portanto deverá ser combatido por todos aqueles que tiverem nobreza de caráter se por ele for verdadeira será uma grande tolice não segui lo agora mesmo neutralidade é uma palavra que não existe neste contexto você pode até admirar alguns vultos da história e quem sabe discordar deles não há como pecar contra sócrates ou decepcionar ciclo aristóteles eles não estão vivos para saberem se estamos ou não seguindo os seus ensinamentos eles não sabem nada acerca de nós são apenas homens comuns e nunca arvoraram ser deus em forma humana mas com jesus era diferente ele dizia ser o filho de deus e não dá para discordar de um deus ou em sã consciência desprezar os seus ensinos nosso desafio intelectual portanto é descobrir se jesus era ou não aquilo que a bíblia afirma a seu respeito duas perguntas então se fazem necessárias nesse sentido a primeira existiu mesmo homem chamado jesus de nazaré e segunda ele era realmente aquilo que os evangelhos anunciaram estas são duas questões distintas e necessárias aliás elas são complementares pois uma coisa é provar que jesus existiu outra é verificar que a sua figura não foi mitologia usada com o passar do tempo transformando sua imagem de um simples camponeses judeu a uma espécie de herói redentor do mundo inteiro de fato o primeiro problema com a nossa busca é a carência de material fora da bíblia anterior ao segundo século que mencione jesus como um personagem real alguns talvez esperassem que devido aos seus grandiosos feitos o nome de jesus fosse registrado em cada livro ou carta que se produziu em roma mas não é bem assim jesus lembremos não foi reconhecido pelos seus contemporâneos a sua mensagem era dura demais para eles e tanto é que chegaram ao ponto de pedirem a sua morte ademais o ministério de jesus foi geograficamente curto percorrendo limite inferior a 400 quilômetros de diâmetro acrescente se a isto o fato de que mesmo grandes figuras do passado nem sempre têm a sua historicidade bem a testada por documentos contemporâneos da época como poderíamos supor não temos por exemplo há nenhum texto grego anterior ao terceiro século antes de cristo que confirme figuras históricas e famosos do passado como sócrates platão ou até mesmo alexandre o grande o rei nabucodonosor que construiu a suntuosa cidade de babilônia teve a sua historicidade confirmada pela arqueologia apenas no século 19 cerca de dois mil e quinhentos anos depois da sua morte e muitos para os do egito como famoso tutancâmon ea rainha rap 7 surge também não seriam conhecidos se não fosse recentemente a descoberta que fizeram de testemunhos preservados ao longo da história porém posteriores à sua morte esses personagens também poderiam ter a sua historicidade questionada a explicação para esta pobreza depoimentos históricos está no fato de que muitos documentos da antiguidade encontram se desaparecidos milhares deles foram completamente destruídos como por exemplo os mais de 700 mil manuscritos da grande biblioteca de alexandria que foi incendiada pelo califa o mar na guerra de 641 depois de cristo portanto muita coisa se perdeu e não é difícil supor que houvesse mais coisas escritas sobre a pessoa de jesus mas que não estão retidas na poeira do tempo aliás é até possível que algumas anotações documentais do movimento de cristo também fossem destruídas no incêndio provocado por nero que arruinou a cidade de roma com muitos dos seus arquivos em 66 depois de cristo mas apesar do esperado um pequeno número de documentos existe algum texto antigo fora da bíblia que ateste a autenticidade histórica de jesus cristo sim e o mais antigo deles foi escrito pelo historiador judeu flávio josefo que por muitos anos trabalhou como escrivão acompanhante das milícias romanas de tito e vespasiano escrevendo por volta do ano 90 de nossa era joseph declarou por esse tempo surgiu jesus homem sábio que talvez seja mais que um mero homem era capaz de realizar coisas extraordinárias ele arrastou a posse muitos judeus e muitos gregos era considerado o messias embora pilatos por acusações de nossos chefs o condenasse a cruz aqueles que o tinham amado desde o princípio não cessariam de proclamar que passando o terceiro dia apareceu lhes novamente vivo os profetas de deus tinha um respeito por ele ademais até o presente a estirpe dos cristãos assim chamada por referência a ele não cessou de existir esse texto é tão extraordinário que muitos julgaram que não poderia ser verdadeiro que seria fruto de uma interpelação de um escriba cristão posterior porém estudos mais avançados em tecnologia isto é o estudo de antigos manuscritos demonstram que ele faz parte com poucas variantes textuais de todas as mais antigas cópias manuscritas que temos nos escritos de flávio josefo o que reforça bastante a autenticidade do seu conteúdo note que nele o historiador que era judeu e portanto não era seguidor de cristo nem simpatizante do movimento declara que jesus era considerado o messias e não que ele mesmo cria nisto mas o seu depoimento e continua dizendo que jesus era capaz de realizar obras extraordinárias ora não seria isto um claro indício dos seus milagres note que ele chega a suspeitar que jesus até fosse mais que um mero homem esse testemunho vindo de alguém que não fazia parte do círculo de seguidores de cristo torna-se muito valioso pois josefo não teria razão nenhuma para fazer tais declarações acerca de um simples carpinteiro a menos é claro que houvesse testemunhas oculares acerca de sua atividade em comum em outro texto josé ainda faz uma segunda menção de jesus dando a entender que ele era considerado o messias dos judeus falando do golpe de estado promovido pelo sumo sacerdote anã após a morte de festa josé foods que o sumo sacerdote convocou uma assembléia de juízes e colocou diante deles o irmão de jesus que é considerado o messias seu irmão se chamava de água e com ele havia alguns outros a estes anã acusou de terem transgredido a lei e os entregou para serem apedrejados ora anã é uma forma grega de transcrever o nome ananás que justamente com a outro sacerdote caifás promoveu o julgamento contra jesus conforme está na bíblia dentro do império romano também houve valiosas menções a pessoa de jesus cristo o historiador tácito que viveu por volta do final do primeiro século início do segundo descreveu com detalhes o famoso incêndio de roma ocorrido em 64 este historiador fala da perseguição de nero aos cristãos e menciona o nome de cristo que para o seu entendimento não era um título mas o nome próprio nenhum esforço humano nenhum poder do imperador nem as cerimônias para aplacar a ira dos deuses faziam cessar a opinião infame de que o incêndio de roma havia sido mandado por isso com vistas a abafar o rumor nero apresentou como culpados e condenou a tortura aquelas pessoas odiadas por sua própria torpeza a quem o povo chamava de cristãos ao nome vem de cristo que no principado de tibério o procurador pôncio pilatos entregou suplício reprimida na ocasião esta execrável superstição face em romper novamente não apenas a judéia terço daquele mau mas também em roma para onde converge e aonde se espalha tudo o que há de horrendo e vergonhoso no mundo começou se pois por perseguir aqueles que começavam depois por denúncia deles uma multidão imensa e eles foram reconhecidos culpados - do crime de incêndio a sua execução acrescentaram zombarias cobrindo-os com teles de animais para que morressem devido à mordida de cães de caça ou pregavam lhes em cruzes para que após o fim do dia fossem usados como tochas noturnas e assim consumidos tácito não demonstra nenhuma simpatia por jesus cristo mas confirma a sua existência e de uma multidão que seguia os seus ensinamentos um outro escritor romano que viveu na mesma época de tácito também faz referência a cristo seu nome é sua antônio e ele foi contratado como biógrafo oficial do império para escrever um tratado sobre a vida dos imperadores cláudio e nero no seu primeiro livro ele comenta a expulsão dos judeus de roma por volta do ano 49 durante o reinado de cláudio ali ele menciona uma estreita ligação entre alguns judeus e um certo crédito os que no entender de muitos poderia ser uma grafia errada do nome cristo estes são apenas uns poucos exemplos dimensões de jesus cristo fora dos evangelhos e isto demonstra a sua existência na história mas algumas perguntas ainda persistem teriam os evangelhos exagerado ao descrever quem jesus era não teriam eles feito como muitos escritores gregos e latinos que transformavam um homem comum num verdadeiro titã apenas por questões de ideologias enfim seriam os evangelhos uma propaganda para respondermos a estas indagações é preciso que formulemos outras perguntas que os teólogos liberais por alguma razão evitaram formular afinal desde as tem sabemos que a formulação correta de perguntas pode ser mais valiosa que a apresentação de hipóteses para o dado problema sem as perguntas corretas as respostas ficam vagas e preconceituosas como aliás parecem ter sido algumas das afirmações e publicações feitas pelos céticos que em um mundo tão às livrarias de todo o mundo nossas indagações então poderiam começar assim sabendo que as biografias e ideológicas e as propagandas visam a obtenção de ganhos o que os autores do novo testamento ganharam com a suposta fabricação do mito de jesus fama poder pelo contrário desonra e humilhação porque então criar uma história mitológica estar disposto a morrer por ela se a mesma não lhe traria ganho algum se fosse apenas um autor de tudo nós chamaríamos de louco pois os loucos podem girar ter visto aquilo que não existe mas não era apenas um autor e sim uma multidão de pessoas que dizia crer aqueles fatos se não fossem verdadeiros quanto tempo duraria faça quanto tempo ela aguentaria sem ser desmascarada note que eles eram diariamente sentenciados à morte por afirmarem a sua fé na divindade e na ressurreição de jesus nenhuma mentira subsistiria por tanto tempo mas cedo ou mais tarde a maioria se retrataria e porque isto não aconteceu agora raciocine por outro ângulo se os evangelistas tivessem a intenção de criar um jesus mitológico deveriam seguir o exemplo de outros escritores de mitos da antiguidade jamais encerraria o ministério de cristo narrando com detalhes uma vergonhosa morte na cruz que aliás só é reservada a ladrões escravos ou revolucionários fracassados este fato no mínimo seria obtido mas supondo que a condenação foi pública e os seguidores de cristo não tivessem como negá lá então alguém poderia imaginar que os apóstolos criaram a história da ressurreição para abafar o escândalo da cruz certo e errado os gregos e romanos se dividiu em dois segmentos quando o assunto era vida além do túmulo os seguidores da linha de platão o fel e pitágoras criam uma imortalidade que levava a alma a um plano superior destituído do corpo ou afasia transmigração de um corpo para outro numa idéia embrionária de reencarnação um outro grupo seguidor das idéias históricas e epicuristas entendiam que a morte é o fim não restando nada além mas numa coisa ambos os grupos concordavam com a ressurreição de uma pessoa que volta a viver no mesmo corpo físico que tinha quando estava viva era algo abaixo do inaceitável por isso o livro de atos capítulo 17 verso 32 diz que os gregos embora estivessem admirados com a cultura e inteligência de paulo simplesmente recusaram ouvir a parte em que ele falava da ressurreição de cristo esta ideia era absurda demais para os gentios de orientação greco romana que fossem simples ou eruditos sendo assim é mais sensato supor que se os apóstolos estivessem dispostos a criar uma ficção para amenizar o escândalo da cruz a idéia de uma ressurreição corpórea não seria definitivamente a melhor opção eles ganhariam muito