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Uma Poesia de Gióia Júnior (Trecho) – Solano Portela

Uma Poesia de Gióia Júnior (Trecho) – Solano Portela


Fonte: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro

Legendas automáticas:

lendo uma poesia de jóia junho que por
certo
alguns aqui conhecem chamada ruby cruz e
atentem para as palavras porque o que o
poeta está fazendo aqui o que o jorginho
me faz é exatamente apresentar o escrito
que alguém fez e que aparentemente
retrata a vida de cristo mas lá no final
ele diz que na realidade essa visão
errada cristo não é aquele cristo é esse
soberano senhor do universo
cristo é esse soberano o senhor da sua
igreja cristo é esse soberano senhor da
sua vida poesia diz assim jóia junho
disse um poeta um dia fazendo referência
ao mestre amado o berço que ele usou na
estrebaria por acaso era dele era
emprestado e o manso jumentinho que em
jerusalém chegou montado e palmas
recebeu pelo caminho por acaso era dele
era emprestado e o pão o suave pão que
foi por seu amor multiplicado
alimentando toda a multidão por acaso
era dele era emprestado e os peixes que
comeu junto ao lago e ficou alimentado
esse prato era seu
eram emprestados e o famoso barquinho
aquele que ficou sentado mostrando a
multidão qual o caminho por acaso era
dele eram emprestados e o quarto
indiciou ao lado dos discípulos ao lado
de judas que o traiu de pedro que o
negou que por acaso era dele eram
emprestados
e o berço tumular que depois do calvário
foi usado e de onde havia de ressuscitar
o túmulo era dele era emprestado
enfim nada era dele mas a coroa que ele
usou na cruz ea cruz que carregou e onde
morreu essas eram de fato de jesus isso
disse um poeta certo dia uma hora em
busca da verdade mas não aceito essa
filosofia que contraria a própria
realidade
o berço o jumentinho o suave pão era um
dele a partir da criação ele os criou
assim diz a escritura mas a cruz a cruz
que ele usou a rua de cruz a cruz negra
e mesquinha onde meus crimes todos espio
essa não era sua
essa cruz era minha