Uma Poesia de Gióia Júnior (Trecho) – Solano Portela
15/03/2016Uma Poesia de Gióia Júnior (Trecho) – Solano Portela
Fonte: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
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lendo uma poesia de jóia junho que por certo alguns aqui conhecem chamada ruby cruz e atentem para as palavras porque o que o poeta está fazendo aqui o que o jorginho me faz é exatamente apresentar o escrito que alguém fez e que aparentemente retrata a vida de cristo mas lá no final ele diz que na realidade essa visão errada cristo não é aquele cristo é esse soberano senhor do universo cristo é esse soberano o senhor da sua igreja cristo é esse soberano senhor da sua vida poesia diz assim jóia junho disse um poeta um dia fazendo referência ao mestre amado o berço que ele usou na estrebaria por acaso era dele era emprestado e o manso jumentinho que em jerusalém chegou montado e palmas recebeu pelo caminho por acaso era dele era emprestado e o pão o suave pão que foi por seu amor multiplicado alimentando toda a multidão por acaso era dele era emprestado e os peixes que comeu junto ao lago e ficou alimentado esse prato era seu eram emprestados e o famoso barquinho aquele que ficou sentado mostrando a multidão qual o caminho por acaso era dele eram emprestados e o quarto indiciou ao lado dos discípulos ao lado de judas que o traiu de pedro que o negou que por acaso era dele eram emprestados e o berço tumular que depois do calvário foi usado e de onde havia de ressuscitar o túmulo era dele era emprestado enfim nada era dele mas a coroa que ele usou na cruz ea cruz que carregou e onde morreu essas eram de fato de jesus isso disse um poeta certo dia uma hora em busca da verdade mas não aceito essa filosofia que contraria a própria realidade o berço o jumentinho o suave pão era um dele a partir da criação ele os criou assim diz a escritura mas a cruz a cruz que ele usou a rua de cruz a cruz negra e mesquinha onde meus crimes todos espio essa não era sua essa cruz era minha