Eclesiologia Prática 6/10 – Felipe Prestes
10/09/2016Eclesiologia Prática 6/10 – Felipe Prestes
Fonte: Escola Charles Spurgeon
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seja bem vindo de volta às nossas aulas de teologia a especificamente falando sobre eclesiologia prática aqui na escola tinha esposa online ainda estamos falando sobre a visão teológica especificamente nessa aula falaremos sobre cultura e movimento seguindo aquela sistematização a feita pelo tio de queda eu sou o professor felipe prestes como você já tem seguido que nas aulas ea nossa idéia aqui é visualizar melhor essa questão da visão teológica na última aula nós falamos sobre a questão da base doutrinária daquilo que nós cremos naquilo que nós já acreditamos com o doutrina nós percebemos que é um hiato muitas vezes entre aquilo que nós já crescemos e aquilo como nós vamos fazer a igreja que você vai encontrar pessoas que crêem de formas semelhantes mas que fazem igreja de formas completamente diferentes onde está essa diferença nós temos visto que a diferença que o ponto está nessa visão teológica continuaremos falando sobre cultura e também como um movimento ou seja como essa questão aí da igreja pode se relacionar com outras igrejas enfim é o que nós vamos tratar na aula de hoje ah bom primeiro vamos falar aqui sobre o segredo dos frutos qual é o segredo dos frutos não é como fazer para que nós tenhamos frutos a ou o segredo da falta dos frutos né como nós quando nós não estamos a fruit ficando da forma como nós deveremos pôde ficar qual é o segredo onde é que está o ponto aqui acho que ela vai dizer que é extremamente necessário discernir onde e como a cultura pode ser desafiada e apoiada é isso é bem interessante é quando a gente fala sobre cultura né lembra sobre o discernir nós já falamos outras vezes né discernir nós temos que disse e mais pra discernir e que vieram antes né pra eu saber como diferenciar o certo do errado nós precisamos de a reflexão precisamos pensar antes de discernimos nós temos que pensa considerar sobre cultura essa cultura que nós temos com ela está como é que as pessoas acreditam quais são as suas aspirações quais são as suas os seus medos onde estão seus ídolos onde onde estão as suas afeições o que é que as fazem chorar e o que é que as fazem que pensar a cultura pensar em tudo isso pensar assim porque esse pessoal gosta tanto de futebol ele tem alguma razão para esse pessoal gosta tanto de futebol deve ter uma razão para essas mulheres gostarem tanto desse tipo de programação deve haver uma razão o nosso papel é estudar estudar essas pessoas estudar esse povo estudar essa cultura e então pensando sobre a nossa cultura sobre o bairro onde nós estamos inseridos sobre a cidade onde fica a nossa igreja nós temos que pensar como tim que ela diz vai dizer onde essa cultura pode ser desafiada onde nós podemos mostrar para as pessoas que é a cultura delas não está correta diante dos padrões de deus como como eu posso chegar e entender um ponto dessa cultura que é pecaminoso as áreas dessa cultura que são fortes contra deus e então você tem pensando de ser lindo a cultura você também cheguei em outras conclusões como onde ela pode ser apoiada deve haver dentro da aquela cultura elementos que são positivos que são prova daquilo que nós entendemos na teologia como graça comum ou seja aquilo é aquilo que é um elemento divino de alguma certa forma ou seja aquilo que é bom que é virtuoso que está dentro daquela cultura que são descrentes que pensam e agem a partir daqueles valores daquela cultura mais eles agem a partir de uma atitude que vem do próprio deus então eu posso olhar para a minha cultura e pensar existe algum andamento onde o pr onde essa cultura pode ser apoiado posso dar um exemplo nós falamos poderíamos pensar em pessoas que são conhecidos como serem serem mais a frio né aos olhos dos brasileiros vamos pensar nos brasileiros né a nossa cultura em relação a outras culturas é uma cultura que que é muito mais amável assim muito mais fácil de se relacionar que tem um elemento mais humano no sentido de ser mais próximo quando as pessoas falam os brasileiros elas falam e lembram dessas desses aspectos isso é algo bom da nossa cultura é o que a gente pode parar e pensar poxa mais que bom esse é um problema graça comum de deus porque cv e isso é algo virtuoso ser cuidadoso ser bondoso ser carinhoso e isso é algo bom se é um positivo será aberto o relacionamento de forma mais fácil é este álbum é ser hospitaleiro não como mais geral graça como um deus porém quando a gente pensa na nossa cultura brasileira nós podemos pensar que é uma cultura que pode ser desafiado no ponto da vou chamar essa palavra do jeitinho né jeitinho brasileiro né conhecido que é justamente quando a gente tenta burlar o sistema de formas levemente desonestos com intenções duvidosas e aí a gente fazer daquele jeitinho não é que a gente chama de jeitinho brasileiro mas que na verdade pode ser desafiado que nós podemos fazer aquelas pessoas pensarem que é esse elemento da cultura delas é um elemento que pode ser mostrado como falha diante de deus mas se nós temos a graça de deus eu já vou dar um quê pessoal e da série se chama the spoiler né que é eu já vou falando um pouco mais na frente o que eu tinha que ela vai dizer no seu livro ele vai dizer que existem culturas a e culturas b a cultura a ser uma cultura será desculpa existem doutrinas a e doutrinas b as doutrinas a não lembra exatamente como ele fala apresenta mais o dia como eu entendi isso é as doutrinas ação as que são difíceis de receber doutrinas b só doutrinas mais fáceis de receber porque são difíceis e ficou fácil dependendo da cultura a e b pode mudar uma cultura é na cultura brasileira por exemplo a doutrina fácil de receber é que as pessoas devem ser após hospitaleiras porque aí vai pressionar mais os tratamentos já é fácil pra mim ok mas exatamente por que você é hospitaleiro você segue a deus por que jesus cristo era alguém que era hospitaleiro seja que alguém que cuidava se preocupava com as pessoas perto dele e tal amém ok por essa razão nós desafiamos mas jesus também era um homem íntegro completo e perfeito sem ânimo dobri porque jesus era um homem hospitaleiro mas ele não deixava se cuidar das pessoas passar por cima da sua integridade então por essa razão às vezes é difícil chegar numa cultura em que o jeitinho é tão próximo de nós tão comum e já começar falando de integridade é difícil mas se nós chegamos falando daquilo que é mais fácil ou seja a totalidade e decida essa oportunidade passar para a integridade é mais fácil é como se a pessoa já estivesse pronta para receber a mensagem porque ela está recebendo algo que ela já se já se assume como algo verdadeiro então você traz uma doutrina mais difícil de ela aceitar nesse sentido a pensar sobre como a cultura pode ser desafiado apoiada vai ter um impacto grande ozu o impacto sobre a nossa pregação como é que vai ser a nossa pregação que temos nós vamos enfatizar que temos nós não vamos mencionar nós vamos desafiar essa igreja em pontos que ela precisa melhorar como fazer isso qual o elemento da sua cultura pode ser apoiado e aí a gente pensar como vai ser a nossa pregação quanto tempo de pregação vai ter aquela missa naquela igreja 25 minutos meia hora 40 minutos uma hora não sei o tempo de pregação ele ele tem que vir não porque você aprendeu que a 40 minutos ele tem que ver a partir do pensamento de igreja com um texto e mensagem não é o número canônico não é um número que veio do céu é algo que você deve pensar em sensibilidade à sua cultura isso vai ter impacto sobre a evangelização sobre a organização da igreja como é que nós vamos preparar o organismo a quem nós vamos pregar sobre a organização quanto os departamentos quais departamentos o apartamento não manter quais quase levando um mês vão ser enfatizados celebrados enfim isso impacta a nossa liderança como nós cuidamos da igreja e guiamos a igreja e seu impacto no nosso discipulado empata o nosso pastor e há a cultura do rio grande do sul onde houve é uma cultura muito apegada a casa família e quando o gaúcho ele está próximo dos seus né ele está em casa e nesse sentido o pastoreio lá no rio grande do sul é um pessoal de outros contextos no passado contexto onde eu vivi no ceará e no rio grande do sul o pastoreio ele é muito na casa seja na casa do pastor na casa das pessoas mas é casa já vi em contexto que o pastoreio era mais escritório era mais no escritório da igreja mas um dia o pastor e ei especificamente era a casa do irmão em casa e isso a cultura e é algo que pode ser celebrado pode ser apoiado exatamente essa questão pastoreio pastoreio é determinado a partir muitos anos muitos elementos do pastor e são determinados a partir da sua cultura não estou dizendo que o pastoreio muda a partir da cultura não pastorear cuidar de pessoas cuidar da alma de pessoas mas a forma como você vai fazer esse pastor e é impactado pela forma como você disser a cultura do que é apoiado e do que é desafiada esse é o ponto é que nós precisamos pensar de violentos continua falando sobre a visão teológica e ele trata da seguinte forma ele disse a visão teológica permite às pessoas verem sua cultura de maneira diferente de como sempre viram aqueles capacitados pela visão teológica não vão simplesmente contra os estímulos modernos da cultura mas tomam a iniciativa de entender e se comunicar com ela do ponto de vista bíblico a visão teológica moderno deve buscar levar todo o concelho de deus a sociedade de sua época para que sua época seja transformado então vamos pensar aqui sobre cultura sujeito que de videntes favor né a visão teológica peguei as pessoas verem sua cultura de maneira diferente quando eu penso sobre a visão teológica ou refletir sobre a minha cultura o fato é que você vai ter um olhar diferente da sua cultura porque agora você colocou a sua cultura em um ponto em que você pode analisar o antes você estava dentro dela agora é como se você saísse dela para refletir e aí você pensou sobre ela e agora você está aqui pensando sobre a cultura de fora se refletiu sobre a sua cultura isso faz com que você é a vez de forma diferente como você sempre viu aqueles capacitados pela visão teológica não vão simplesmente contra o estímulo os estilos modernos da cultura ou seja eles não vão simplesmente olhar para a cultura dizer fora cultura eles não vão simplesmente falar isso porque eles eles primeiro estou pensando a cultura e esse estilo moderno é ruim ou é bom eu tenho que pensar a partir da palavra de deus eu tenho que dissemine a minha cultura então vamos tomar um exemplo claro que o smartphone né tem um smartphone lá na igreja o smartphone é bom é ruim é um estímulo moderno estilo moderno o smartphone ajuda muitas pessoas a se comunicar e tem diversos aplicativos inclusive de bíblia não estamos levando à igreja seu smartphone e aí isso é bom ou é ruim ou tenho que pensar o papel de pensar eu tenho que refletia não tem que simplesmente dizer não é errado porque na devia ter servido de papel é um livro de papel é a onodera é algo recente depois da da do advento da imprensa antes disso não tinha um livro de papel era pega mil era caro então não deixe a mas na verdade a maior parte da história da igreja as pessoas não levam deverá ir se algo moderno então você não vai abrir a igreja eu sei que tem todo o nosso contexto mas o que eu quero dizer você pensar pensar a cultura talvez depois de pensar muito você entenda eu acho que o smartphone bíblia no smartphone na hora do culto talvez eu ainda acho que não é bom o que você pensou em discerniu considerou sobre esse ponto é isso que a gente precisa fazer então ele vai dizer é que nós não somos simplesmente contra os times do mané mas nós tomamos a iniciativa de entender se comunicar com ela e isso é muito importante nós temos que entender a nossa cultura nos comunicarmos com a nossa cultura do ponto de vista bíblico não é se comunicar com o controle de qualquer forma tem que ser de forma bíblica então a visão teológica moderno deve buscar levar todo o concelho de deus tudo aquilo que deus falou a sua revelação a sua escritura a sociedade as pessoas da nossa época para que a nossa época seja transformada nós queremos mudar as pessoas o dar a nossa cultura mas para isso nós precisamos entender a nossa cultura considerar estudar o texto vai dizer lá de que ela vai dizer que nós temos que ser versados nessas coisas nós temos saber bem essas coisas para que possamos ministrar para essas pessoas algumas perguntas pra você considerar sobre a sua formação da visão teológica então talvez seja interessante você a notar essas essas perguntas né e colocá-las em algum lugar pra que você lembre pra que você reflita sobre a sua teologia sobre a sua cultura está aqui não é um presente para nós perguntas pontinhos no igrejas entrada o que é o evangelho e como aplicamos ao coração das pessoas hoje o que é o evangelho o que é a morte e ressurreição de jesus cristo o que é a verdade sobre o nosso pecado ea nossa condenação o que é a esperança da salvação o que é o evangelho e como isso vai fazer diferença na vida das pessoas no coração das pessoas hoje não é em 1980 não é meu 850 é hoje como é que esta cultura especificamente como desculpa como é esta cultura especificamente e como os podemos estabelecer uma conexão com ela e ao mesmo tempo desafiá la em nossa comunicação é muito interessante que nós conexão e desafio entender bem se conectar bem e desafiar a cultura foi isso que paulo face face tudo para com todos ele entendeu integrou aquela cultura e desafiou aquela cultura mostrou aquelas pessoas onde estava rápido mas antes disso ele viveu esse judeu para com os judeus gentil para com gente uso isso porque ele queria desafiar aquele povo porque ele amava aquele povo e mais do que isso porque ele entende a aquelas pessoas onde estamos localizados onde é na cidade tal cento mas a cidade é grande é um grande centro urbano é uma grande metrópole ou é um bairro elegante sofisticado mais afastado da cidade um condomínio onde eu estou é uma cidade pequena zona rural e como isso afeta o meu ministério a questão não é onde você está mais como onde você está afeta a sua forma de ministérios as suas práticas ministeriais como esse é o ponto que a gente precisa se perguntar até que ponto ou de que maneira os cristãos devem se envolver na vida da cidade e na produção cultural será que os crentes devem devem se envolver na vida da cidade né tem espaço aqui na vida da cidade o cliente pode ser vereador da cidade o prefeito da cidade até que ponto até que ponto o crédito tem que ser líder comunitário pode ser líder comunitário e até que ponto o crente deve se envolver a igreja os irmãos têm que se envolver na produção cultural daquela cidade leva de uma de um irmão que era trabalhava com nuno ministro na secretaria da cultura em uma certa região e como isso faz diferença né cristão cristão sério fazendo cultura ou torcer e não era cultura de qualquer forma muito interessante como os vários ministérios da igreja a apa de palavras e de ação é comunidade instrução se relacionar uns com os outros como o ministério da deprê gar a palavra de fazer boas obras se relacionam aqueles que ensinam e aqueles que buscam pela ajuda idade isso ser feito junto como isso se relaciona o outro surge a sua visão teológica até que ponto nossa igreja será inovadora novos métodos novos estilos de ministério até que ponto isso vai ser fácil de entrar e se engajar na nossa igreja e até que ponto nós vamos ser tradicionais vamos ficar arraigados ao nosso movimento a nossa denominação como nossa igreja vai se relacionar com outras igrejas da cidade e da região como nós vamos nos relacionar mas vamos nos separar completamente como defenderemos a verdade do cristianismo diante da cultura como nós vamos defender aquilo que nós queremos diante daquilo que as pessoas são são perguntas muito importantes diante dessas perguntas que nos fazem refletir muito nós podemos pensar em igrejas que são iguais porém diferentes por exemplo nas igrejas presbiterianas que é o caso ele vai dizer que as igrejas presbiterianas tem uma base de fé comum a confissão de fé de westmister todas as imagens são de fé mas o fato é que há métodos e modalidade ministeriais diferentes em muito você vai ver igrejas presbiterianas e aqui eu tô falando igreja do experimento poderia falar de igrejas batistas que assim a opção de fé de londres é a mesma coisa há igrejas batistas que assinou a confissão batista de fé de londres e são muito diferentes em música elas assinam a confissão mas a música de uma só música clássica ao estilo clássico é só o piano ea na outra toca um rock às vezes bem pesado mas é mais assim não há mesmo confissão de fé essa é a questão algumas empregas ões de 15 minutos outras têm pegação de uma hora alguma o pregador algumas o pregador vai todo arrumado em outras o pregador foi muito muito despojado pregar maneiras de enxergar a organização ea liderança da igreja algumas têm organizações muito trabalhadas específicas outras são muito mais fluida as formas de alcançar a comunidade enfim são bem diferentes igrejas com a mesma profissão de fé mas muito muito diferentes iguais porém diferença igreja com base doutrinária que são moldadas por visões ideológicas diferentes igrejas que crêem que toda a cultura popular é corrompida a não usaram músicas que se remetam ao estilo popular em seus cultos né que usarão sete igrejas que olham para a sua cultura diz tudo isso é ruim é pecaminoso elas não vão aceitar limites daquela cultura para o culto como pensar sobre a a a cultura vai definir exatamente na sua prática ministerial então isso explica os conflitos do denominam as denominações de igrejas que apesar de treinar acrescem a mesma coisa fazem o ministério de formas diferentes porque gosto da visão tão hoje na sua reflexão sobre como que crêem pode afetar a sua forma de ministério então vemos uma forma de mistério que nos desagrada às vezes nós entendemos que a base doutrinária que está errada é essa prática o ministério está ruim não é eu acho que não é essa forma de culto eu acho que não é essa música até que deve rolar eu não acho que a pregação tem que ser desse jeito problema é que esse pessoal crer rar opa então já estou dizendo que o fato de aquele aquela visão ministerial frente está implicando necessariamente na sua base doutrinária que está errada muitas vezes não é isso enfim uma definição sobre visão teológica nesse conceito que a gente tem trabalhado aqui uma boa definição é que ela é uma reafirmação fiel do evangelho lembrando nós reafirmamos o evangelho porque cremos analisamos o que queremos mas com implicações valiosos para a vida para o ministério e para a missão isso em determinado tipo de cultura e em certo momento da história lembre-se disso reafirmação fiel do evangelho é aquilo que nós queremos mas que implica na nossa vida no nosso ministério na nossa missão dentro de um contexto específico num momento específico da nossa vida e da nossa história é esse conceito esse elemento que nós estamos apresentando aqui que vai definir como você vai realizar o ministério todos nós temos uma visão teológica todos nós mas a maioria de nós não sabe que tem muito menos sabe sistematizar essa visão nosso propósito aqui é pensarmos uma visão teológica que seja intencional mas isso é assunto para a próxima aula então que deus nos abençoe e até mais