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Eclesiologia Prática 6/10 – Felipe Prestes

Eclesiologia Prática 6/10 – Felipe Prestes


Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

seja bem vindo de volta às nossas aulas
de teologia a especificamente falando
sobre eclesiologia prática aqui na
escola tinha esposa online
ainda estamos falando sobre a visão
teológica especificamente nessa aula
falaremos sobre cultura e movimento
seguindo aquela sistematização a feita
pelo tio de queda
eu sou o professor felipe prestes como
você já tem seguido que nas aulas ea
nossa idéia aqui é visualizar melhor
essa questão da visão teológica
na última aula nós falamos sobre a
questão da base doutrinária daquilo que
nós cremos naquilo que nós já
acreditamos com o doutrina
nós percebemos que é um hiato muitas
vezes entre aquilo que nós já crescemos
e aquilo como nós vamos fazer a igreja
que você vai encontrar pessoas que crêem
de formas semelhantes mas que fazem
igreja de formas completamente
diferentes
onde está essa diferença nós temos visto
que a diferença que o ponto está nessa
visão teológica
continuaremos falando sobre cultura e
também como um movimento ou seja como
essa questão aí da igreja pode se
relacionar com outras igrejas enfim é o
que nós vamos tratar na aula de hoje
ah bom
primeiro vamos falar aqui sobre o
segredo dos frutos
qual é o segredo dos frutos não é como
fazer para que nós tenhamos frutos a ou
o segredo da falta dos frutos né como
nós quando nós não estamos a fruit
ficando da forma como nós deveremos pôde
ficar
qual é o segredo onde é que está o ponto
aqui acho que ela vai dizer que é
extremamente necessário discernir onde e
como a cultura pode ser desafiada e
apoiada é isso é bem interessante
é quando a gente fala sobre cultura né
lembra sobre o discernir nós já falamos
outras vezes né discernir
nós temos que disse e mais pra discernir
e que vieram antes né pra eu saber como
diferenciar o certo do errado
nós precisamos de a reflexão precisamos
pensar antes de discernimos nós temos
que pensa considerar sobre cultura essa
cultura que nós temos com ela está como
é que as pessoas acreditam quais são as
suas aspirações quais são as suas os
seus medos onde estão seus ídolos onde
onde estão as suas afeições o que é que
as fazem chorar e o que é que as fazem
que pensar a cultura pensar em tudo isso
pensar assim porque esse pessoal gosta
tanto de futebol ele tem alguma razão
para esse pessoal gosta tanto de futebol
deve ter uma razão para essas mulheres
gostarem tanto desse tipo de programação
deve haver uma razão o nosso papel é
estudar estudar essas pessoas estudar
esse povo estudar essa cultura e então
pensando sobre a nossa cultura sobre o
bairro onde nós estamos inseridos sobre
a cidade onde fica a nossa igreja
nós temos que pensar como tim que ela
diz vai dizer onde essa cultura pode ser
desafiada onde nós podemos mostrar para
as pessoas que é a cultura delas não
está correta diante dos padrões de deus
como como eu posso chegar e entender um
ponto dessa cultura que é pecaminoso as
áreas dessa cultura que são fortes
contra deus e então você tem pensando de
ser lindo a cultura você também cheguei
em outras conclusões como onde ela pode
ser apoiada
deve haver dentro da
aquela cultura elementos que são
positivos que são prova daquilo que nós
entendemos na teologia como graça comum
ou seja aquilo é aquilo que é um
elemento divino de alguma certa forma ou
seja aquilo que é bom que é virtuoso que
está dentro daquela cultura que são
descrentes que pensam e agem a partir
daqueles valores daquela cultura mais
eles agem a partir de uma atitude que
vem do próprio deus
então eu posso olhar para a minha
cultura e pensar existe algum andamento
onde o pr onde essa cultura pode ser
apoiado
posso dar um exemplo nós falamos
poderíamos pensar em pessoas que são
conhecidos como serem serem mais a frio
né aos olhos dos brasileiros vamos
pensar nos brasileiros né
a nossa cultura em relação a outras
culturas é uma cultura que que é muito
mais amável assim muito mais fácil de se
relacionar que tem um elemento mais
humano no sentido de ser mais próximo
quando as pessoas falam os brasileiros
elas falam e lembram dessas desses
aspectos
isso é algo bom da nossa cultura é o que
a gente pode parar e pensar poxa mais
que bom esse é um problema graça comum
de deus porque cv e isso é algo virtuoso
ser cuidadoso ser bondoso ser carinhoso
e isso é algo bom se é um positivo será
aberto o relacionamento de forma mais
fácil é este álbum é ser hospitaleiro
não como mais geral graça como um deus
porém quando a gente pensa na nossa
cultura brasileira nós podemos pensar
que é uma cultura que pode ser desafiado
no ponto da vou chamar essa palavra do
jeitinho né jeitinho brasileiro né
conhecido que é justamente quando a
gente tenta burlar o sistema de formas
levemente desonestos com intenções
duvidosas e aí a gente fazer daquele
jeitinho não é que a gente chama de
jeitinho brasileiro mas que na verdade
pode ser desafiado que nós podemos fazer
aquelas pessoas pensarem que é esse
elemento da cultura delas é um elemento
que pode ser mostrado como falha diante
de deus mas se nós temos a graça de deus
eu já vou dar um quê pessoal e da série
se chama the spoiler né que é eu já vou
falando um pouco mais na frente o que eu
tinha que ela vai dizer no seu livro ele
vai dizer que existem culturas a e
culturas b
a cultura a ser uma cultura será
desculpa
existem doutrinas a e doutrinas b
as doutrinas a não lembra exatamente
como ele fala apresenta mais o dia como
eu entendi isso é as doutrinas ação as
que são difíceis de receber doutrinas b
só doutrinas mais fáceis de receber
porque são difíceis e ficou fácil
dependendo da cultura a e b pode mudar
uma cultura é na cultura brasileira por
exemplo a doutrina fácil de receber é
que as pessoas devem ser após
hospitaleiras porque aí vai pressionar
mais os tratamentos já é fácil pra mim
ok mas exatamente por que você é
hospitaleiro você segue a deus por que
jesus cristo era alguém que era
hospitaleiro seja que alguém que cuidava
se preocupava com as pessoas perto dele
e tal
amém ok por essa razão nós desafiamos
mas jesus também era um homem íntegro
completo e perfeito sem ânimo dobri
porque jesus era um homem hospitaleiro
mas ele
não deixava se cuidar das pessoas passar
por cima da sua integridade
então por essa razão às vezes é difícil
chegar numa cultura em que o jeitinho é
tão próximo de nós tão comum e já
começar falando de integridade
é difícil mas se nós chegamos falando
daquilo que é mais fácil ou seja a
totalidade e decida essa oportunidade
passar para a integridade é mais fácil é
como se a pessoa já estivesse pronta
para receber a mensagem porque ela está
recebendo algo que ela já se já se
assume como algo verdadeiro então você
traz uma doutrina mais difícil de ela
aceitar
nesse sentido a pensar sobre como a
cultura pode ser desafiado apoiada vai
ter um impacto grande ozu o impacto
sobre a nossa pregação
como é que vai ser a nossa pregação que
temos nós vamos enfatizar que temos nós
não vamos mencionar nós vamos desafiar
essa igreja em pontos que ela precisa
melhorar
como fazer isso qual o elemento da sua
cultura pode ser apoiado e aí a gente
pensar como vai ser a nossa pregação
quanto tempo de pregação vai ter aquela
missa naquela igreja 25 minutos meia
hora 40 minutos uma hora
não sei o tempo de pregação ele ele tem
que vir não porque você aprendeu que a
40 minutos
ele tem que ver a partir do pensamento
de igreja com um texto e mensagem não é
o número canônico não é um número que
veio do céu é algo que você deve pensar
em sensibilidade à sua cultura
isso vai ter impacto sobre a
evangelização sobre a organização da
igreja
como é que nós vamos preparar o
organismo a quem nós vamos pregar sobre
a organização quanto os departamentos
quais departamentos o apartamento não
manter quais quase levando um mês vão
ser enfatizados celebrados
enfim isso impacta a nossa liderança
como nós cuidamos da igreja e guiamos a
igreja e seu impacto no nosso
discipulado empata o nosso pastor e há a
cultura do rio grande do sul onde houve
é uma cultura muito apegada a casa
família e quando o gaúcho ele está
próximo dos seus né
ele está em casa e nesse sentido o
pastoreio lá no rio grande do sul
é um pessoal de outros contextos no
passado contexto onde eu vivi no ceará e
no rio grande do sul
o pastoreio ele é muito na casa seja na
casa do pastor na casa das pessoas mas é
casa
já vi em contexto que o pastoreio era
mais escritório era mais no escritório
da igreja mas um dia o pastor e ei
especificamente era a casa do irmão em
casa e isso a cultura e é algo que pode
ser celebrado pode ser apoiado
exatamente essa questão pastoreio
pastoreio é determinado a partir muitos
anos muitos elementos do pastor e são
determinados a partir da sua cultura
não estou dizendo que o pastoreio muda a
partir da cultura não pastorear cuidar
de pessoas cuidar da alma de pessoas mas
a forma como você vai fazer esse pastor
e é impactado pela forma como você
disser a cultura do que é apoiado e do
que é desafiada esse é o ponto é que nós
precisamos pensar de violentos continua
falando sobre a visão teológica e ele
trata da seguinte forma ele disse
a visão teológica permite às pessoas
verem sua cultura de maneira
diferente de como sempre viram aqueles
capacitados pela visão teológica não vão
simplesmente contra os estímulos
modernos da cultura mas tomam a
iniciativa de entender e se comunicar
com ela do ponto de vista bíblico a
visão teológica moderno deve buscar
levar todo o concelho de deus a
sociedade de sua época para que sua
época seja transformado
então vamos pensar aqui sobre cultura
sujeito que de videntes favor né
a visão teológica peguei as pessoas
verem sua cultura de maneira diferente
quando eu penso sobre a visão teológica
ou refletir sobre a minha cultura
o fato é que você vai ter um olhar
diferente da sua cultura
porque agora você colocou a sua cultura
em um ponto em que você pode analisar o
antes você estava dentro dela
agora é como se você saísse dela para
refletir e aí você pensou sobre ela e
agora você está aqui pensando sobre a
cultura de fora se refletiu sobre a sua
cultura
isso faz com que você é a vez de forma
diferente como você sempre viu aqueles
capacitados pela visão teológica não vão
simplesmente contra o estímulo os
estilos modernos da cultura ou seja eles
não vão simplesmente olhar para a
cultura dizer fora cultura
eles não vão simplesmente falar isso
porque eles
eles primeiro estou pensando a cultura e
esse estilo moderno é ruim ou é bom eu
tenho que pensar a partir da palavra de
deus eu tenho que dissemine a minha
cultura
então vamos tomar um exemplo claro que o
smartphone né tem um smartphone lá na
igreja
o smartphone é bom é ruim é um estímulo
moderno estilo moderno
o smartphone ajuda muitas pessoas a se
comunicar e tem diversos aplicativos
inclusive de bíblia não estamos levando
à igreja
seu smartphone e aí isso é bom ou é ruim
ou tenho que pensar o papel de pensar eu
tenho que refletia não tem que
simplesmente dizer não é errado porque
na devia ter servido de papel é um livro
de papel é a onodera é algo recente
depois da da do advento da imprensa
antes disso não tinha um livro de papel
era pega mil era caro então não deixe a
mas na verdade a maior parte da história
da igreja as pessoas não levam deverá ir
se algo moderno
então você não vai abrir a igreja eu sei
que tem todo o nosso contexto mas o que
eu quero dizer você pensar pensar a
cultura talvez depois de pensar muito
você entenda eu acho que o smartphone
bíblia no smartphone na hora do culto
talvez eu ainda acho que não é bom o que
você pensou em discerniu considerou
sobre esse ponto é isso que a gente
precisa fazer então ele vai dizer é que
nós não somos simplesmente contra os
times do mané mas nós tomamos a
iniciativa de entender se comunicar com
ela e isso é muito importante
nós temos que entender a nossa cultura
nos comunicarmos com a nossa cultura do
ponto de vista bíblico não é se
comunicar com o controle de qualquer
forma tem que ser de forma bíblica então
a visão teológica moderno deve buscar
levar todo o concelho de deus tudo
aquilo que deus falou a sua revelação a
sua escritura a sociedade as pessoas da
nossa época para que a nossa época seja
transformada
nós queremos mudar as pessoas o dar a
nossa cultura mas para isso nós
precisamos entender a nossa cultura
considerar estudar o texto vai dizer lá
de que ela vai dizer que nós temos que
ser versados nessas coisas nós temos
saber bem essas coisas para que possamos
ministrar para essas pessoas
algumas perguntas pra você considerar
sobre a sua formação da visão teológica
então talvez seja interessante você a
notar essas essas perguntas né e
colocá-las em algum lugar pra que você
lembre pra que você reflita sobre a sua
teologia sobre a sua cultura está aqui
não é um presente para nós perguntas
pontinhos no igrejas entrada o que é o
evangelho e como aplicamos ao coração
das pessoas hoje o que é o evangelho
o que é a morte e ressurreição de jesus
cristo o que é a verdade sobre o nosso
pecado ea nossa condenação o que é a
esperança da salvação o que é o
evangelho e como isso vai fazer
diferença na vida das pessoas no coração
das pessoas
hoje não é em 1980 não é meu 850 é hoje
como é que esta cultura especificamente
como desculpa como é esta cultura
especificamente e como os podemos
estabelecer uma conexão com ela e ao
mesmo tempo desafiá la em nossa
comunicação é muito interessante que nós
conexão e desafio entender bem se
conectar bem e desafiar a cultura foi
isso que paulo face face tudo para com
todos
ele entendeu integrou aquela cultura e
desafiou aquela cultura mostrou aquelas
pessoas onde estava rápido mas antes
disso ele viveu esse judeu para com os
judeus gentil para com gente uso
isso porque ele queria desafiar aquele
povo porque ele amava aquele povo e mais
do que isso porque ele entende a aquelas
pessoas onde estamos localizados onde
é na cidade tal cento mas a cidade é
grande é um grande centro urbano é uma
grande metrópole ou é um bairro elegante
sofisticado mais afastado da cidade um
condomínio onde eu estou
é uma cidade pequena zona rural e como
isso afeta o meu ministério
a questão não é onde você está mais como
onde você está afeta a sua forma de
ministérios as suas práticas
ministeriais como esse é o ponto que a
gente precisa se perguntar até que ponto
ou de que maneira os cristãos devem se
envolver na vida da cidade e na produção
cultural
será que os crentes devem devem se
envolver na vida da cidade né tem espaço
aqui na vida da cidade
o cliente pode ser vereador da cidade o
prefeito da cidade até que ponto até que
ponto o crédito tem que ser líder
comunitário pode ser líder comunitário e
até que ponto o crente deve se envolver
a igreja os irmãos têm que se envolver
na produção cultural daquela cidade leva
de uma de um irmão que era trabalhava
com nuno ministro na secretaria da
cultura
em uma certa região e como isso faz
diferença né cristão cristão sério
fazendo cultura ou torcer e não era
cultura de qualquer forma muito
interessante como os vários ministérios
da igreja
a apa de palavras e de ação é comunidade
instrução se relacionar uns com os
outros como o ministério da deprê gar a
palavra de fazer boas obras se
relacionam
aqueles que ensinam e aqueles que buscam
pela ajuda
idade isso ser feito junto como isso se
relaciona o outro surge a sua visão
teológica até que ponto nossa igreja
será inovadora novos métodos novos
estilos de ministério até que ponto isso
vai ser fácil de entrar e se engajar na
nossa igreja e até que ponto nós vamos
ser tradicionais
vamos ficar arraigados ao nosso
movimento a nossa denominação como nossa
igreja vai se relacionar com outras
igrejas da cidade e da região como nós
vamos nos relacionar mas vamos nos
separar completamente como defenderemos
a verdade do cristianismo diante da
cultura como nós vamos defender aquilo
que nós queremos diante daquilo que as
pessoas são
são perguntas muito importantes
diante dessas perguntas que nos fazem
refletir muito
nós podemos pensar em igrejas que são
iguais porém diferentes por exemplo nas
igrejas presbiterianas que é o caso
ele vai dizer que as igrejas
presbiterianas tem uma base de fé comum
a confissão de fé de westmister todas as
imagens são de fé mas o fato é que há
métodos e modalidade ministeriais
diferentes em muito
você vai ver igrejas presbiterianas e
aqui eu tô falando igreja do experimento
poderia falar de igrejas batistas que
assim a opção de fé de londres é a mesma
coisa há igrejas batistas que assinou a
confissão batista de fé de londres e são
muito diferentes em música elas assinam
a confissão mas a música de uma só
música clássica ao estilo clássico é só
o piano ea na outra toca
um rock às vezes bem pesado mas é mais
assim não há mesmo confissão de fé
essa é a questão algumas empregas ões de
15 minutos outras têm pegação de uma
hora alguma o pregador algumas o
pregador vai todo arrumado em outras o
pregador foi muito muito despojado
pregar maneiras de enxergar a
organização ea liderança da igreja
algumas têm organizações muito
trabalhadas específicas outras são muito
mais fluida as formas de alcançar a
comunidade enfim são bem diferentes
igrejas com a mesma profissão de fé mas
muito muito diferentes
iguais porém diferença igreja com base
doutrinária que são moldadas por visões
ideológicas diferentes igrejas que crêem
que toda a cultura popular é corrompida
a não usaram músicas que se remetam ao
estilo popular em seus cultos né que
usarão sete igrejas que olham para a sua
cultura diz tudo isso é ruim é
pecaminoso elas não vão aceitar limites
daquela cultura para o culto como pensar
sobre a a a cultura vai definir
exatamente na sua prática ministerial
então isso explica os conflitos do
denominam as denominações de igrejas que
apesar de treinar
acrescem a mesma coisa fazem o
ministério de formas diferentes porque
gosto da visão tão hoje na sua reflexão
sobre como que crêem pode afetar a sua
forma de ministério então vemos uma
forma de mistério que nos desagrada às
vezes nós entendemos que a base
doutrinária que está errada
é essa prática o ministério está ruim
não é eu acho que não é essa forma de
culto eu acho que não é essa música até
que deve rolar eu não acho que a
pregação tem que ser desse jeito
problema é que esse pessoal crer rar opa
então já estou dizendo que o fato de
aquele aquela visão ministerial
frente está implicando necessariamente
na sua base doutrinária que está errada
muitas vezes não é isso enfim uma
definição sobre visão teológica nesse
conceito que a gente tem trabalhado aqui
uma boa definição é que ela é uma
reafirmação fiel do evangelho
lembrando nós reafirmamos o evangelho
porque cremos analisamos o que queremos
mas com implicações valiosos para a vida
para o ministério e para a missão
isso em determinado tipo de cultura e em
certo momento da história
lembre-se disso reafirmação fiel do
evangelho é aquilo que nós queremos mas
que implica na nossa vida no nosso
ministério na nossa missão dentro de um
contexto específico num momento
específico da nossa vida e da nossa
história é esse conceito esse elemento
que nós estamos apresentando aqui que
vai definir como você vai realizar o
ministério todos nós temos uma visão
teológica todos nós mas a maioria de nós
não sabe que tem muito menos sabe
sistematizar essa visão
nosso propósito aqui é pensarmos uma
visão teológica que seja intencional mas
isso é assunto para a próxima aula então
que deus nos abençoe e até mais