Eclesiologia Prática 9/10 – Felipe Prestes
10/09/2016Eclesiologia Prática 9/10 – Felipe Prestes
Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
seja bem vindo de volta às nossas aulas de eclesiologia prática aqui da escola tia da esposa online eu sou professor felipe prestes e tenho aqui com você trabalhado a nossa 9ª aula agora sobre os compromissos da igreja centrada em um segundo livro de tio de keller igrejas entrada que é um livro é excelente para pensarmos sobre essas questões da igreja especialmente sobre essa questão da visão teológica e nesta aula nós vamos tratar sobre esses compromissos com o que é exatamente a igrejas entrada é compromissada bom o primeiro elemento a qual ela está compromissada é o evangelho e é interessante timothy quer apresentar essa visão do evangelho porque nós podemos dizer assim não estou compromissado com o evangelho é claro sua igreja evangélica né igreja que busca a palavra de deus como a igreja não pode ser evangélica no sentido de seguir o evangelho bom aqui ele vai dizer que é possível defender cada uma com cada uma das doutrinas bíblicas corretas mas ainda assim na prática perder a compreensão o evangelho é possível seguir cada uma das doutrinas bíblicas sim mas na prática perder inter perder a compreensão de si todo perder a compreensão daquilo que é verdadeiramente o evangelho e nós perdemos o evangelho ele vai mostrar quando nós por exemplo caímos numa ortodoxia morta toxina mó que é quando nós queremos uma boa doutrina nós acreditamos numa boa doutrina mas só isso não fazemos nada com isso e é muito triste aquela igreja que tem uma boa pregação que tem um bom ensino que ensina palavra de deus com seriedade mas só isso ela não haja parte disso ela não é moldada a partir de ela não é transformada a partir disso ela simplesmente modo uma das pregações e ouvir de março branco nato é enfatizavam a essa diferença entre ortodoxia e muitas igrejas têm muita ortodoxia crêem esse orgulho daquilo que treino creio numa doutrina verdadeira nação doutrina na o evangelho verdadeiro e ali isso é pregado com força com vigor mas na hora da prática na hora de viver na hora de apresentar o evangelho nos relacionamentos de levar o evangelho na criação dos seus filhos de levar o evangelho no cuidado necessitado muitas vezes igreja falta não há essa igreja falta a ortorexia que é o viver aquilo que é correto orton vende se lembra de ortopedia né lembra daquilo que é que é sony do que é duro que é certo que é sólido o hotel ea idéia de que é correto e docs vem na com a ideia de daquilo que nós queremos uma doxologia correta beleza queremos nisso a man ea nossa ortografia e ele continua falando que deixamos na prática na prática não na teoria mas na prática de pregar e aplicar o evangelho a nossa própria vida por uma ortodoxia e morta ou seja uma doutrina que não mexe na minha vida ou por ênfases doutrinárias desequilibrados são aquelas igrejas que enfatizam tanto uma só doutrina que se alguém o crer naquel doutrina não é digno de ser chamado cristão eu já percebi igrejas assim né tanto o meio mais reformado quanto do meio mais a dispensação na lista talvez até no meio pt costal não não de tanto assim por não ter muita vivência nesse meio mas há o que eu tenho percebido que é o que o time mexicano vai justamente mostrar que são ênfases doutrinárias desequilibrados é aquela igreja que só enfatiza escatologia e a escatologia e escatologia e há quem pense diferente da nossa escatologia está errado quem pensa diferente da nossa escatologia está fora dos padrões de deus e é um descrente é quase um anátema aquele que pensa a doutrina da escatologia de uma forma diferente igrejas reformadas que tem um carro e mesmo a exacerbado e cuidado com essa palavra é exacerbado no sentido de que não é o problema o problema não está nas doutrinas da graça que o mesmo abraço não tenho problema em dizer que creio do calvinismo mas às vezes é um calvinismo mesmo que que não aceita qualquer forma diferente de pensar a sua teologia nem por um pouco pessoas que não crêem na doutrina da limitação da expansão limitada são vistas por todos um completo os arm anos e que pessoas que que não porque não crê em um desses pontos elas são vistas como quase hereges se algum absurdo não pode ser assim nós não podemos crer dessa forma né não pode ser tão desequilibrado assim nós podemos ter cuidado na forma como nós apresentamos as nossas crenças e nesse sentido quando nós temos essas a esses desequilíbrios doutrinários muitas vezes a gente deixa de pregar o evangelho de viver o evangelho por conta de ênfases doutrinárias desequilibradas enfim é bom a gente parar e pensar um pouco sobre isso o outro compromisso da igreja sem entrada com o contexto cultural vai dizer que todas as igrejas devem e aqui é muito importante você anotar isso entender e amar a sua comunidade e o seu ambiente social a igreja centrada ela ama ela entende ela aprende ela conhece ela descobre mais sobre o seu povo e ela ama esse povo ela ama essa comunidade essas pessoas que ela deseja alcançar mudar e transformar a igreja centrada entende conhece aprendi estuda a sua comunidade o seu povo que ama o seu povo e eu acho que ela ela entende porque a mãe ama porque m e creio que seja assim e é interessante porque ele vai além de entender e amar ele fala de identificando se com ela a idéia de se identificar de se fazer a fraco para com os fracos só deus para com os judeus sentiu para com gentil se identificasse com aquela comunidade eu quero transformar lá pois vamos nos transformar em um deles de alguma forma sem abrir mão da minha doutrina sem abrir mão da minha identidade do meu caráter mas se identificar com aquele povo e ao mesmo tempo dentro dessa identificação nós podemos nós podemos ser capazes de criticá los e desafiá-los sermos capazes disso estamos disposto dispostos igrejas que estão dispostos a fazê lo a criticarem desafiar mas eu entendo que aqui nós temos um uma progressão tendo assim nós entendemos e irmãos primeiro nós entendemos e amamos primeiro nós descobrimos como aquele povo e entendemos como aquele povo amamos aquele povo a ponto de conhecê lo de tal forma talvez até melhor que eles conhecer a história daquele daquelas pessoas de um bar conheci a história do batom ninguém sabe mas você sabe por que você está estudando porque é o povo que você quer alcançar talvez seja a história de um povo específico que eles mesmos nem sabiam daquela história mas você sabe por que você estudou aquele povo que você ama aquele povo e então de se amar e entender você pode se identificar com aquele pô você pode conhecer mais e se identificar e se um deles e brincar com eles e ri com eles e chorar com eles e nesse contexto cultural nós podemos então ser capazes de criticá los eu acho que esse seria o terceiro ponto é dessa progressão já que você entende bem esse povo já que você já se identificou com ele agora você pode criticar o desafio real às vezes nós como líderes da igreja nós queremos simplesmente criticar desafiar as pessoas a criticar desafiar aquele povo daquela cidade que segue um pecado que você não suporta mas será que antes você amou aquele povo entendeu aprendeu como aquele povo vive naquelas pessoas se comportam do que elas têm medo o que elas amam então você se identificou você se tornou um com elas no sentido de que agora você é um deles de fato de verdade então você pode criticá los e desafiá-los antes disso antes de entender e amar identificasse você criticar desafiar você perdeu o seu povo se não sabe o que fazer com eles porque eles não vão me ouvir eles não vão ouvir aqueles aquele que não ama aquele que não entende aquele que não tem compaixão não vão mudar eles não vão ser moldados ou não sei não vão se deixar ser transformados então acredito que temos um progressão venderia mraz no nosso povo identificasse com o nosso povo e aí sim criticar e desafiar esse povo eu acho que é isso que uma igreja deve fazer até poder e exortar com tanta força e vigor um certo povo enfim a a cidade com o seu contexto cultural nós podemos pensar que cada igreja deve se familiarizar tanto tanto com o seu contexto especialmente no que se trata nas características da vida humana a ponto de ser conversada nessas questões e eu acho muito interessante essa palavra forçado a uma igreja que sabe o que está fazendo ela estudou tanto aquele povo que ela é expert naquele povo não em outros pólos mas naquele porque ela quer alcançar naquela comunidade ela conhece bem aquela igreja que sabe quem são os seus vizinhos aquela igreja que sabe que horas tem um jogo de futebol das crianças no campo do bairro é aquela igreja que sabe como poderá alcançar aquela comunidade de uma forma a criar um impacto sim uma igreja que se familiariza com o seu povo ao mesmo tempo nós temos que pensar como o cristianismo como a igreja podem se engajar a interagir com a cultura em geral como como nós como igreja como cristãos podemos transformar a cultura nos relacionar com a cultura nos engajar na cultura será que nós podemos fazer parte de uma comunidade um centro comunitário e apresentar para aquela aquele centro comunitário uma apresentação da igreja mais feita de uma forma cuidadosa excelente igrejas com fundamentos bíblicos muitas vezes têm chegado a conclusões muito diferentes sobre como christi deve impactar a ponto muitas igrejas estão é assim mostram completamente contra culturais e acham que cristo impacta a cultura se eu for completamente contra cultural tudo que existe na cultura outras já acham que você tem que se contextualizar demais às vezes elas caem terríveis erros por conta disso com a tendência vou seguir o desenvolvimento de uma tecnologia da cidade e da cultura não é uma questão nem de teologia sistemática e aqui é interessante nós pararmos de pensar pensarmos um pouco e nem de teologia nem de prática o ministério é algo concreto é um aspecto da visão teológica nós precisamos a desenvolver uma teologia da cidade uma teologia na cultura pensar pensar pensar na nossa cultura a nossa cidade uma teologia o que a bíblia diz sobre a nossa cidade é que a bíblia diz sobre cultura e isso é uma questão que vai além da teologia sistemática ea lei das práticas ministeriais a visão teológica estudar o povo basicamente isso nós também temos que pensar e esse é um compromisso da igreja centrada com o movimento interessante pensar sobre isso sobre o movimento não é movimento das igrejas com essa igreja se relaciona com outras igrejas os relacionamentos da igreja com a comunidade como aquela igreja deseja impactar aquela comunidade com aquela igreja da sé pretende alcançar aquela comunidade de tal forma que ela seja transformada esses são os relacionamentos isso faz parte do movimento tanto movimento de como essa igreja se relaciona com os que estão ao seu redor com o passado recente e mais profunda ou seja com a sua tradição como essa igreja vai se vai ser transferido trabalhada com a sua tradição ela vai romper com tudo ela vai seguir tudo ela vai buscar uma abordagem que aprenda aquilo que há de bom na sua tradição e e buscar fazer novas formas daquilo que pode ser transformado enfim qual é o relacionamento dessa igreja com outros ministérios e com outras igrejas a nossa visão teológica não tem que contemplar essas questões a quem eu vou me unir com quem o volume disponível me dês desligar um elemento da visão teológica é o que entendemos sobre tradisom o que nós vamos guardar daquilo que nos foi passado nós vamos ser vanguardistas nós vamos ser mais conservadores nós vamos e aqueles que buscam uma forma mais cuidadosa aquilo que nos foi fechado quando nós vamos pensar a tradição enfim é importante pensarmos sobre isso pensando sobre a parte da tradição nem como uma igreja se se a relaciona com a sua tradição com o seu passado existem igrejas que são altamente institucionais vale a pena pensar sobre isso talvez você já tenha se perguntado pela igreja do jeito que ela é né bom a igrejas que são fortemente institucionais ou seja elas têm uma forte ênfase com o seu passado ela elas fazem muitas vezes as coisas porque elas foram feitas assim desde o início não porque há 50 anos é assim e tem que ser assim às vezes as razões não estão ali subjacente à nação simplesmente porque o passado nos dias assim e nós temos que seguir sua igreja altamente institucionais e lembre-se que eu não estou aqui nesse momento é ser um juízo de fato de valor sobre esse tipo de igreja estou mostrando como essas igrejas são descrevendo como são inscrevem-se como leais a uma tradição eclesiástica em particular é a lealdade nós fazemos isso porque nosso movimento faz nós fazemos isso porque o presidente faz nós fazemos isso porque sempre foi assim enfim é uma tradição em particulares têm que se mostrar leal a essa tradição e valorizar as liturgias e práticas ministeriais tradicionais e históricas e aqui está um ponto importante é assim que nós louvamos então é assim que vai ser é assim que fazemos igreja então é assim que vai ser assim que são as práticas ministeriais vamos fazer dessa forma porque porque tem sido assim é a tradição nós somos tradicionais nós devemos valorizar o passado aquilo que nos foi deixado pelos mais antigos então esse é um um irs é uma ênfase né das igrejas altamente institucionais são igrejas posição muitas vezes mais engessadas em um certo tipo de prática ministerial é difícil mudar essas igrejas é difícil transformar de forma assim mais duradoura você vai demorar mais tempo nela pra trazer alguma mudança que seja significativa porque elas são muito fortemente e institucionais isso tem desvantagens mas também há muitas vantagens no sentido de proteção de cuidado com aquilo que é essa é nossa igreja mais difíceis de descerem a este extinta porque elas são fortemente institucionais no outro lado do espectro a igrejas que são anti institucionais são igrejas aquelas pessoas que elas têm medo só de pensar na palavra tradição falou em tradições não a equipe da bíblia porque é tradição e são pessoas que são igrejas nem pessoas dessas igrejas que olham para a tradição de uma forma como se ela fosse um quase um demônio se não há tradição mas às vezes eles saíram de gris são altamente institucionais e aí eles vão pra o outro extremo e seguem para a 1 para igrejas que que estão estão longe e querem longe distância da instituição essas igrejas por si só serão mais flexíveis obviamente igrejas mais fáceis de ser mudadas por outro lado se elas são fáceis de ser mudadas é possível que elas sejam também facilmente mudadas em áreas que não deveriam ser facilmente mudada doutrinariamente por exemplo enfim são igrejas mas marcados por constante inovação e mudança são igrejas que estão sempre mudando e às vezes isso vai causar uma mudança de pessoas que estão sempre indo e voltando e práticas abordagens ministeriais e oculto antes era de um jeito agora de outro os cantores fazem de fazer de um jeito agora fazem de outros são igreja que estão sempre mudando porque elas não estão presas a um passado teológico não conseguindo aí a vida e não seguindo aí e dependendo das novas tendências elas podem seguir ou não enfim elas não têm tanto compromisso com um passado teológico um passado institucional e nesse sentido elas tendem a ser nacional e tão facilmente com uma grande variedade de outras igrejas e outros ministérios exatamente pela sua flexibilidade pela sua facilidade em se adaptar a muitas situações novas essas igrejas elas conseguem se relacionar com muitos outros mas às vezes também é um problema porque às vezes se relacionar por ser tão flexível ela vai se se se relacionar com igrejas que ela com que ela não deveria se relacionar que talvez vão ah ah ah ah comprometer a sua finalidade a sua santidade o seu compromisso com a doutrina verdadeira enfim é importante pensar sobre isso né a sobre as igrejas que são altamente institucionais e as igrejas têm noção e institucionais mas eu quero trazer aqui também de elemento é que há o movimento esse relacionamento esse compromisso da igreja centrada com o movimento atrás questões que causam grande impacto sobre como o ministério é realmente quando conduzido hora muitas vezes o ministério é conduzida a partir da autoridade da tradição porque era feito dessa forma porque as coisas eram assim então o ministério é conduzido a partir do que é tradição ou do que não é tradição dependendo da sua visão do que é tradição o seu ministério vai ser de um jeito ou de outro você vai copiar aquilo que os passado os dois que os mais antigos fizeram ou não você vai achar tudo e dizer temos que fazer tudo novo de novo enfim essas questões elas não são resolvidas muitas vezes por confissões históricas ou declarações de fé às vezes como a gente apresentou aqui são as mesmas declarações de fé as mesmas a confissões histórica das confissões de fé mas sua igreja diferentes porque porque elas pensam elas têm uma visão teológica diferente que vão pensar tradição de formas completamente diferentes aí há muita lógica mostra como nós pensamos diferente igreja exatamente por essa razão porque eu penso diferente tradição essas questões também apresentam preocupações mais profundas do que aquelas que os livros de ministério prático conseguem responder realmente a minha relação com atrás de santo talvez nós nunca temos pensado e uma forma tão de ti da vai definir de forma muito mais profunda do que aqueles livros de manual a crise acho que vão fazer porque eles não fazem a gente refletir sobre a nossa posição com a ação a tradição não é seguir aquele modelo e fazer mas quando eu paro para pensar que eu faço com a minha tradição o que eu faço com aquilo que é a forma como as pessoas crêem dentro do meu movimento isso não é a profissão de fé é viável é a nossa visão é hoje faz a gente refletir mas enfim espero que você tenha gostado dessa aula estamos seguindo já pra perto do final espero que deus nos abençoe longe de nós nos ajude a ter uma visão teológica que seja profunda o suficiente para nos guiar por um caminho de fazer a igreja da forma que glorifique mais a deus que deus nos abençoe e até a próxima