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Eclesiologia Prática 9/10 – Felipe Prestes

Eclesiologia Prática 9/10 – Felipe Prestes


Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

seja bem vindo de volta às nossas aulas
de eclesiologia prática aqui da escola
tia da esposa online
eu sou professor felipe prestes e tenho
aqui com você trabalhado a nossa 9ª aula
agora sobre os compromissos da igreja
centrada em um segundo livro de tio de
keller igrejas entrada que é um livro é
excelente para pensarmos sobre essas
questões da igreja especialmente sobre
essa questão da visão teológica e nesta
aula nós vamos tratar sobre esses
compromissos com o que é exatamente a
igrejas entrada é compromissada bom
o primeiro elemento a qual ela está
compromissada é o evangelho e é
interessante timothy quer apresentar
essa visão do evangelho porque nós
podemos dizer assim não estou
compromissado com o evangelho é claro
sua igreja evangélica né igreja que
busca a palavra de deus como a igreja
não pode ser evangélica no sentido de
seguir o evangelho bom aqui ele vai
dizer que é possível defender cada uma
com cada uma das doutrinas bíblicas
corretas mas ainda assim na prática
perder a compreensão o evangelho é
possível seguir cada uma das doutrinas
bíblicas sim mas na prática perder inter
perder a compreensão de si todo perder a
compreensão daquilo que é
verdadeiramente o evangelho e nós
perdemos o evangelho ele vai mostrar
quando nós por exemplo caímos numa
ortodoxia morta toxina mó que é quando
nós queremos uma boa doutrina
nós acreditamos numa boa doutrina mas só
isso não fazemos nada com isso e é muito
triste aquela igreja que tem uma boa
pregação que tem um bom ensino que
ensina palavra de deus com seriedade mas
só isso ela não haja parte disso ela não
é moldada a partir de
ela não é transformada a partir disso
ela simplesmente modo uma das pregações
e ouvir de março branco nato é
enfatizavam a essa diferença entre
ortodoxia e muitas igrejas têm muita
ortodoxia crêem esse orgulho daquilo que
treino creio numa doutrina verdadeira
nação doutrina na o evangelho verdadeiro
e ali isso é pregado com força com vigor
mas na hora da prática na hora de viver
na hora de apresentar o evangelho nos
relacionamentos de levar o evangelho na
criação dos seus filhos de levar o
evangelho no cuidado necessitado muitas
vezes igreja falta
não há essa igreja falta a ortorexia que
é o viver aquilo que é correto orton
vende se lembra de ortopedia né lembra
daquilo que é que é sony do que é duro
que é certo que é sólido
o hotel ea idéia de que é correto e docs
vem na com a ideia de daquilo que nós
queremos uma doxologia correta beleza
queremos nisso a man ea nossa ortografia
e ele continua falando que deixamos na
prática na prática não na teoria mas na
prática de pregar e aplicar o evangelho
a nossa própria vida por uma ortodoxia e
morta ou seja uma doutrina que não mexe
na minha vida ou por ênfases
doutrinárias desequilibrados são aquelas
igrejas que enfatizam tanto uma só
doutrina que se alguém o crer naquel
doutrina não é digno de ser chamado
cristão eu já percebi igrejas assim né
tanto o meio mais reformado quanto do
meio mais
a dispensação na lista talvez até no
meio pt costal não não de tanto assim
por não ter muita vivência nesse meio
mas há o que eu tenho percebido que é o
que o time mexicano vai justamente
mostrar que são ênfases doutrinárias
desequilibrados é aquela igreja que só
enfatiza escatologia e a escatologia e
escatologia e há quem pense diferente da
nossa escatologia está errado quem pensa
diferente da nossa escatologia está fora
dos padrões de deus e é um descrente é
quase um anátema aquele que pensa a
doutrina da escatologia de uma forma
diferente
igrejas reformadas que tem um carro e
mesmo a exacerbado e cuidado com essa
palavra é exacerbado no sentido de que
não é o problema o problema não está nas
doutrinas da graça que o mesmo abraço
não tenho problema em dizer que creio do
calvinismo mas às vezes é um calvinismo
mesmo que que não aceita qualquer forma
diferente de pensar a sua teologia nem
por um pouco pessoas que não crêem na
doutrina da limitação da expansão
limitada são vistas por todos um
completo os arm anos e que pessoas que
que não porque não crê em um desses
pontos
elas são vistas como quase hereges se
algum absurdo não pode ser assim
nós não podemos crer dessa forma né não
pode ser tão desequilibrado assim nós
podemos ter cuidado na forma como nós
apresentamos as nossas crenças e nesse
sentido quando nós temos essas a esses
desequilíbrios doutrinários muitas vezes
a gente deixa de pregar o evangelho de
viver o evangelho por conta de ênfases
doutrinárias desequilibradas
enfim é bom a gente parar e pensar um
pouco sobre isso
o outro compromisso da igreja sem
entrada com o contexto cultural vai
dizer que todas as igrejas
devem e aqui é muito importante você
anotar isso entender e amar a sua
comunidade e o seu ambiente social a
igreja centrada ela ama ela entende ela
aprende ela conhece ela descobre mais
sobre o seu povo e ela ama esse povo ela
ama essa comunidade essas pessoas que
ela deseja alcançar mudar e transformar
a igreja centrada entende conhece
aprendi estuda a sua comunidade o seu
povo que ama o seu povo e eu acho que
ela ela entende porque a mãe ama porque
m e creio que seja assim e é
interessante porque ele vai além de
entender e amar ele fala de
identificando se com ela a idéia de se
identificar de se fazer a fraco para com
os fracos só deus para com os judeus
sentiu para com gentil se identificasse
com aquela comunidade eu quero
transformar lá pois vamos nos
transformar em um deles de alguma forma
sem abrir mão da minha doutrina sem
abrir mão da minha identidade do meu
caráter
mas se identificar com aquele povo e ao
mesmo tempo dentro dessa identificação
nós podemos nós podemos ser capazes de
criticá los e desafiá-los sermos capazes
disso estamos disposto dispostos igrejas
que estão dispostos a fazê lo a
criticarem desafiar mas eu entendo que
aqui nós temos um uma progressão tendo
assim nós entendemos e irmãos
primeiro nós entendemos e amamos
primeiro nós descobrimos como aquele
povo e entendemos como aquele povo
amamos aquele povo a ponto de conhecê lo
de tal forma talvez até melhor que eles
conhecer a história daquele daquelas
pessoas de um bar
conheci a história do batom ninguém sabe
mas você sabe por que você está
estudando porque é o povo que você quer
alcançar
talvez seja a história de um povo
específico que eles mesmos nem sabiam
daquela história mas você sabe por que
você estudou aquele povo que você ama
aquele povo e então de se amar e
entender você pode se identificar com
aquele pô você pode conhecer mais e se
identificar e se um deles e brincar com
eles e ri com eles e chorar com eles
e nesse contexto cultural
nós podemos então ser capazes de criticá
los
eu acho que esse seria o terceiro ponto
é dessa progressão já que você entende
bem esse povo já que você já se
identificou com ele
agora você pode criticar o desafio real
às vezes nós como líderes da igreja nós
queremos simplesmente criticar desafiar
as pessoas a criticar desafiar aquele
povo daquela cidade que segue um pecado
que você não suporta
mas será que antes você amou aquele povo
entendeu aprendeu como aquele povo vive
naquelas pessoas se comportam do que
elas têm medo o que elas amam
então você se identificou você se tornou
um com elas no sentido de que agora você
é um deles de fato de verdade
então você pode criticá los e
desafiá-los antes disso antes de
entender e amar identificasse você
criticar desafiar você perdeu o seu povo
se não sabe o que fazer com eles porque
eles não vão me ouvir
eles não vão ouvir aqueles aquele que
não ama aquele que não entende
aquele que não tem compaixão não vão
mudar eles não vão ser moldados ou não
sei não vão se deixar ser transformados
então acredito que temos um progressão
venderia mraz no nosso povo
identificasse com o nosso povo e aí sim
criticar e desafiar esse povo
eu acho que é isso que uma igreja deve
fazer até poder e exortar com tanta
força e vigor um certo povo enfim a a
cidade com o seu contexto cultural nós
podemos pensar que cada igreja deve se
familiarizar tanto tanto com o seu
contexto especialmente no que se trata
nas características da vida humana a
ponto de ser conversada nessas questões
e eu acho muito interessante essa
palavra forçado a uma igreja que sabe o
que está fazendo
ela estudou tanto aquele povo que ela é
expert naquele povo não em outros pólos
mas naquele porque ela quer alcançar
naquela comunidade
ela conhece bem aquela igreja que sabe
quem são os seus vizinhos aquela igreja
que sabe que horas tem um jogo de
futebol das crianças no campo do bairro
é aquela igreja que sabe como poderá
alcançar aquela comunidade de uma forma
a criar um impacto sim uma igreja que se
familiariza com o seu povo
ao mesmo tempo nós temos que pensar como
o cristianismo como a igreja podem se
engajar a interagir com a cultura em
geral como como nós como igreja como
cristãos podemos transformar a cultura
nos relacionar com a cultura nos engajar
na cultura
será que nós podemos fazer parte de uma
comunidade um centro comunitário e
apresentar para aquela aquele centro
comunitário uma apresentação da igreja
mais feita de uma forma cuidadosa
excelente igrejas com fundamentos
bíblicos muitas vezes têm chegado a
conclusões muito diferentes sobre como
christi deve impactar a ponto
muitas igrejas estão é assim mostram
completamente contra culturais e acham
que cristo impacta a cultura se eu for
completamente contra cultural tudo que
existe na cultura
outras já acham que você tem que se
contextualizar demais às vezes elas caem
terríveis erros por conta disso com a
tendência vou seguir o desenvolvimento
de uma tecnologia da cidade e da cultura
não é uma questão nem de teologia
sistemática e aqui é interessante nós
pararmos de pensar pensarmos um pouco e
nem de teologia nem de prática o
ministério é algo concreto é um aspecto
da visão teológica
nós precisamos a desenvolver uma
teologia da cidade uma teologia na
cultura pensar pensar pensar na nossa
cultura a nossa cidade uma teologia o
que a bíblia diz sobre a nossa cidade é
que a bíblia diz sobre cultura e isso é
uma questão que vai além da teologia
sistemática ea lei das práticas
ministeriais a visão teológica estudar o
povo basicamente isso nós também temos
que pensar
e esse é um compromisso da igreja
centrada com o movimento interessante
pensar sobre isso sobre o movimento não
é movimento das igrejas com essa igreja
se relaciona com outras igrejas os
relacionamentos da igreja com a
comunidade como aquela igreja deseja
impactar aquela comunidade com aquela
igreja da sé pretende alcançar aquela
comunidade de tal forma que ela seja
transformada
esses são os relacionamentos isso faz
parte do movimento tanto movimento de
como essa igreja se relaciona com os que
estão ao seu redor com o passado recente
e mais profunda ou seja com a sua
tradição como essa igreja vai se
vai ser transferido trabalhada com a sua
tradição
ela vai romper com tudo ela vai seguir
tudo ela vai buscar uma abordagem que
aprenda aquilo que há de bom na sua
tradição e e buscar fazer novas formas
daquilo que pode ser transformado enfim
qual é o relacionamento dessa igreja com
outros ministérios e com outras igrejas
a nossa visão teológica não tem que
contemplar essas questões a quem eu vou
me unir com quem o volume disponível me
dês desligar um elemento da visão
teológica é o que entendemos sobre
tradisom o que nós vamos guardar daquilo
que nos foi passado
nós vamos ser vanguardistas nós vamos
ser mais conservadores
nós vamos e aqueles que buscam uma forma
mais cuidadosa aquilo que nos foi
fechado
quando nós vamos pensar a tradição
enfim é importante pensarmos sobre isso
pensando sobre a parte da tradição nem
como uma igreja se se a relaciona com a
sua tradição com o seu passado
existem igrejas que são altamente
institucionais
vale a pena pensar sobre isso talvez
você já tenha se perguntado pela igreja
do jeito que ela é né
bom a igrejas que são fortemente
institucionais ou seja elas têm uma
forte ênfase com o seu passado ela elas
fazem muitas vezes as coisas porque elas
foram feitas assim desde o início não
porque há 50 anos é assim e tem que ser
assim
às vezes as razões não estão ali
subjacente à nação simplesmente porque o
passado nos dias assim e nós temos que
seguir sua igreja altamente
institucionais e lembre-se que eu não
estou aqui nesse momento é ser um juízo
de fato de valor sobre esse tipo de
igreja
estou mostrando como essas igrejas são
descrevendo como
são inscrevem-se como leais a uma
tradição eclesiástica em particular é a
lealdade
nós fazemos isso porque nosso movimento
faz
nós fazemos isso porque o presidente faz
nós fazemos isso porque sempre foi assim
enfim é uma tradição em particulares têm
que se mostrar leal a essa tradição e
valorizar as liturgias e práticas
ministeriais tradicionais e históricas e
aqui está um ponto importante é assim
que nós louvamos então é assim que vai
ser
é assim que fazemos igreja então é assim
que vai ser assim que são as práticas
ministeriais
vamos fazer dessa forma porque porque
tem sido assim
é a tradição nós somos tradicionais nós
devemos valorizar o passado aquilo que
nos foi deixado pelos mais antigos
então esse é um um irs é uma ênfase né
das igrejas altamente institucionais são
igrejas posição muitas vezes mais
engessadas
em um certo tipo de prática ministerial
é difícil mudar essas igrejas é difícil
transformar de forma assim mais
duradoura
você vai demorar mais tempo nela pra
trazer alguma mudança que seja
significativa porque elas são muito
fortemente e institucionais
isso tem desvantagens mas também há
muitas vantagens no sentido de proteção
de cuidado com aquilo que é essa é nossa
igreja mais difíceis de descerem a este
extinta porque elas são fortemente
institucionais
no outro lado do espectro a igrejas que
são anti institucionais são igrejas
aquelas pessoas que elas têm medo só de
pensar na palavra tradição falou em
tradições não
a equipe da bíblia porque é tradição e
são pessoas que são igrejas nem pessoas
dessas igrejas que olham para a tradição
de uma forma como se ela fosse um quase
um demônio se não há tradição mas às
vezes eles saíram de gris são altamente
institucionais e aí eles vão pra o outro
extremo e seguem para a 1 para igrejas
que que estão estão longe e querem longe
distância da instituição
essas igrejas por si só serão mais
flexíveis obviamente igrejas mais fáceis
de ser mudadas
por outro lado se elas são fáceis de ser
mudadas
é possível que elas sejam também
facilmente mudadas em áreas que não
deveriam ser facilmente mudada
doutrinariamente por exemplo
enfim são igrejas mas marcados por
constante inovação e mudança são igrejas
que estão sempre mudando
e às vezes isso vai causar uma mudança
de pessoas que estão sempre indo e
voltando e práticas abordagens
ministeriais e oculto antes era de um
jeito agora de outro os cantores fazem
de fazer de um jeito agora fazem de
outros são igreja que estão sempre
mudando porque elas não estão presas a
um passado teológico não conseguindo aí
a vida e não seguindo aí e dependendo
das novas tendências elas podem seguir
ou não enfim elas não têm tanto
compromisso com um passado teológico um
passado institucional e nesse sentido
elas tendem a ser nacional e tão
facilmente com uma grande variedade de
outras igrejas e outros ministérios
exatamente pela sua flexibilidade pela
sua facilidade em se adaptar a muitas
situações novas
essas igrejas elas conseguem se
relacionar com muitos outros
mas às vezes também é um problema porque
às vezes
se relacionar por ser tão flexível ela
vai se se se relacionar com igrejas que
ela com que ela não deveria se
relacionar que talvez vão ah ah ah ah
comprometer a sua finalidade a sua
santidade o seu compromisso com a
doutrina verdadeira
enfim é importante pensar sobre isso né
a sobre as igrejas que são altamente
institucionais e as igrejas têm noção e
institucionais
mas eu quero trazer aqui também de
elemento é que há o movimento esse
relacionamento esse compromisso da
igreja centrada com o movimento atrás
questões que causam grande impacto sobre
como o ministério é realmente quando
conduzido hora
muitas vezes o ministério é conduzida a
partir da autoridade da tradição porque
era feito dessa forma porque as coisas
eram assim
então o ministério é conduzido a partir
do que é tradição ou do que não é
tradição
dependendo da sua visão do que é
tradição o seu ministério vai ser de um
jeito ou de outro
você vai copiar aquilo que os passado os
dois que os mais antigos fizeram ou não
você vai achar tudo e dizer temos que
fazer tudo novo de novo
enfim essas questões
elas não são resolvidas muitas vezes por
confissões históricas ou declarações de
fé
às vezes como a gente apresentou aqui
são as mesmas declarações de fé as
mesmas a confissões histórica das
confissões de fé mas sua igreja
diferentes porque porque elas pensam
elas têm uma visão teológica diferente
que vão pensar tradição de formas
completamente diferentes
aí há muita lógica mostra como nós
pensamos diferente igreja
exatamente por essa
razão porque eu penso diferente tradição
essas questões também apresentam
preocupações mais profundas do que
aquelas que os livros de ministério
prático conseguem responder realmente a
minha relação com atrás de santo talvez
nós nunca temos pensado e uma forma tão
de ti da vai definir de forma muito mais
profunda do que aqueles livros de manual
a crise acho que vão fazer porque eles
não fazem a gente refletir sobre a nossa
posição com a ação a tradição não é
seguir aquele modelo e fazer mas quando
eu paro para pensar que eu faço com a
minha tradição o que eu faço com aquilo
que é a forma como as pessoas crêem
dentro do meu movimento
isso não é a profissão de fé é viável é
a nossa visão é hoje faz a gente
refletir mas enfim espero que você tenha
gostado dessa aula estamos seguindo já
pra perto do final
espero que deus nos abençoe longe de nós
nos ajude a ter uma visão teológica que
seja profunda o suficiente para nos
guiar por um caminho de fazer a igreja
da forma que glorifique mais a deus que
deus nos abençoe e até a próxima