A Ética da Esperança – Jonas Madureira
25/11/2016A Ética da Esperança – Jonas Madureira
Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
nós vamos trabalhar a ética da esperança e eu queria relacionar dois textos em primeira pedro texto de primeira pedro capítulo 1 versículos 3 versículo 5 e o capítulo 4 que é o propriamente onde é a gente vai encontrar uma parte dessa segunda parte da epístola que vai dar um tratamento bastante e volumoso no que diz respeito à ética cristã que é os versículos de 7 a 11 não é só ver se os versículos de 7 a 11 o capítulo 4 que trata da ética cristã mas é é desse trecho que trata da ética cristã que nós gostaríamos de é comparar com texto de primeira pedro 35 e levantar algumas questões algumas implicações a partir dessa relação não é propriamente uma exposição de destas duas desses dois trechos na mas é uma relação desses dois textos a partida ea partir dessa relação trazer algumas implicações para aquilo que a gente vai chamar de a ética da esperança a gente vai então as passagens de primeira pedro capítulo 3 o perdão do capítulo 11 psico 3 vendido seja o deus e pai de nosso senhor jesus cristo que nos regenerou para uma viva esperança segundo a sua grande misericórdia pela ressurreição de jesus cristo dentre os mortos para uma herança que não parece não se contamine se altera reservada nos céus para vós que sois protegidos pelo poder de deus mediante a fé para a salvação preparada para se revelar no último tempo e agora como seus olhos para a primeira pedro capítulo 4 versículo 7 o versículo 11 dando atenção especial ao versículo 7 mas já está próximo o fim de todas as coisas portanto tem de bom senso está alertas em oração antes de tudo tem de profundo amor uns para com os outros porque o amor cobre um grande número de pecados sede hospitaleiros uns para com os outros símbolos que schaars servir uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu como bons administradores da multi fog graça de deus se alguém fala falei com quem como como quem comunica as palavras de deus se alguém serve sirva segundo a força que deus concede para quem tudo seja qualificada por meio de jesus cristo a quem pertencem à glória e o domínio para todo sempre amém recentemente eu li um livro a doe o quilmes estima ele é um japonês um literato japonês cresceu esse livro chamado pavilhão dourado ele escrever esse livro um pouco depois da segunda guerra ele é um autor bastante premiado entre aqueles que são os literatos orientais ea história todo enredo do pavilhão 9 é fruto de uma a de um caso verídico a história do pavilhão dourado que é narrada nesse livro ela não é verídica mas ela se inspira numa história verídica na história de um pavilhão exatamente um pavilhão dourado que havia um longe e esse monge ele se dedicava a cuidar desse pavilhão ele era um profundo admirador desse pavilhão como uma obra de arte incrível mas ele era tão apaixonado por esse pavilhão que um dia ele não conseguiu resistir e incendiou o pavilhão e destruiu o pavilhão e ele viu essa notícia o mish mash e achou aquele evento interessante ao ponto de escrever a história romancear essa história obviamente sem nenhum comprometimento histórico mas trabalhando exatamente esse ponto esse problema o que levou o que levou a que limongi a destruir a obra de arte que ele considerava tão bela o que faz com que ele destrua aquilo que ele considera tão belo aquilo que acho tão bonito e obviamente o que ele está interessado em discutir o porquê nós seres humanos temos a tendência de destruir coisas tão belas porque a gente tem a tendência de destruir as coisas boas que deus nos dá aquilo que de maravilhoso deus nos oferece a história a história de um jovem que ele o seu pai é um monge já avançada idade e esse monge ele era um bar dião do pavilhão dourado e esse pavilhão ele não conhecia esses jovens eu não conhecia mesmo que o pai morava no pavilhão e um filho morava em uma outra aldeia onde ele tinha que estudar e ele sempre ouviu o pavilhão dourado quando o pai dele o visitava e falava do pavilhão dourado dizendo quanto pavilhão dourado era belíssimo então aquele menino vai crescendo ouvindo o que o pai diz do pav ele nunca viu o pavilhão dourado ele não sabe o que é o pavilhão dourado ele apenas gera uma esperança uma expectativa ele cria um imaginário de como será esse pavilhão dourado de como ele deve ser e aí começa a imaginar a partir de como o seu pai lhe descreve o pavilhão ele mesmo nunca vi o pavilhão ele mesmo nunca foi até o pavilhão tudo que ele sabe do pavilhão é porque o pai lhe ensinou é porque o pai e comunicou o pai de escreveu um trecho do livro ele diz o seguinte esse jovem pensando consigo mesmo a hesitação tomava conta do meu espírito à medida que se aproximava o dia do encontro com o pavilhão dourado que eu jamais vira era de toda forma necessário que o pavilhão fosse esplêndido tudo apostei veja só não na beleza intrínseca dele mais na capacidade do meu espírito em imaginá lo bello então ele passou a vida dele toda imaginando o pavilhão e o dia em que ele iria até o pavilhão e conheceria o tal pavilhão então qual é o grande medo dele é chegar diante do pavilhão que o pai lhe havia descrito um pavilhão que tinha na frente uma fênix que ele sempre imaginou ostensiva bem bin opulência um pavilhão que o cubo brilhava de tanto esplendor é isso que ele imaginou mas qual era grande preocupação dele puxa esse no dia que eu encontrar o pavilhão o pavilhão não foi exatamente como eu imaginei então favor dele era exatamente ser surpreendido pela realidade de um pavilhão que não corresponde com as suas imagens do pavilhão e aí parece ser melhor viver e apenas encarar a possibilidade do pavilhão ser belo do que a realidade de um pavilhão que não é belo então é melhor se entregar a ilusão e viver na ilusão daquilo que na minha mente é belo do que de repente ser assaltado pelo real que é feio e que fará a ruir toda a minha imaginação todas as minhas expectativas criadas a partir da imagem que formei do pavilhão era assim que ele se debatia um dia o pai dele morre e ele resolve ingressar justamente a nesse contexto do monastério mas antes disso antes do pai morrer e ele se tornar um monge o pai dele o convida para visitar o famigerado pavilhão dourado não exagero afirmar que o primeiro problema com que me defrontei na vida foi a questão da beleza meu pai não passava de um humilde monge provinciano com conhecimentos deficientes de vocabulário tudo o que ele pode me ensinar tudo que pode me ensinar foi que nada neste mundo era mais belo que o pavilhão dourado ea ele encontra o pavilhão observei o pavilhão de diversos ângulos e também entre 6 a cabeça em posições diversas mas nenhuma emoção sobreveio tratava se apenas de uma pequena construção enegrecido de dois andares mesma fênix no topo do telhado me parecia contextualizando um urubu ali pousado longe de ser belo o pavilhão me dava uma impressão de desarmonias e discordância poderia a beleza ser assim filha eu acho que esse episódio ele reflete muito os nossos mecanismos intelectuais mentais imagéticos acerca de tudo aquilo que a gente espera que o porquê essa sensibilidade estética é tão importante para nós porque se aquilo que a gente considera extremamente valioso belo sublime não for sublime belo importante valioso isso trará implicações fundamentais para a nossa ética no nosso agir no mundo deixe me explicar melhores nós não agimos eticamente ou nós não agimos do mundo ou nós não agimos do mundo da vida sem um horizonte estético eu vou repetir isso nós não agimos no mundo da vida sem um horizonte estético todas as nossas ações são premeditadas por imaginações e estas imaginações geram expectativas alguém que por exemplo decide se casar e se alguém que decide se casar ele imagina o casamento ele imagina o dia a dia ele não está livre de ao agir imaginar de uma sensibilidade estética de tudo aquilo que será exatamente essa ação ou a realização desse ato ninguém está livre de nas suas acções ou no seu agir não gerar expectativas a partir de todas essas ações de todas essas atitudes e isso é aquilo que demanda toda a reflexão ética a gente poderia pensar o porquê que não existe ética entre animais porque o seu cãozinho não se não existe no mundo dele um código de ética e por que que ele age no mundo sem esse código de ética ele age nesse mundo se esse código de ética porque ele é desprovido não só da capacidade intelectual mas da imaginação proveniente dessa capacidade intelectual o cãozinho não é capaz de refletir e ética eticamente não é capaz de ponderar ele não é capaz de bom senso ele não é capaz de consciência ele não é capaz da cinderela ese aquilo que os antigos chamavam de ponderação consciente dos nossos atos de que uma pessoa quando age de uma maneira inconsciente ela a gente a primeira coisa a gente tem que perguntar se ela pode ser punida pelos seus atos o que caracteriza punição de alguém por um ato mal por um ato não consciente então todas as nossas as nossas dificuldades em entender e compreender as nossas ações no mundo é perceber qual é o papel da ética no mundo da vida eo papel da ética no mundo da vida não é o da ação em si mas é de de toda a nossa racionalização reflexão e pensamento ponderação sobre as nossas ações a ética atua no mundo da deliberação no mundo da racionalidade o problema é que às vezes a ética elas ela parece ter um delay um atraso com relação à vida parece que a gente age mal a ajuda de uma maneira não ética ea gente só consegue pensar eticamente depois que o agente agiu mal de onde vem portanto não o agir mal mas de onde vem a nossa reflexão sobre a ética sobre nossas ações e mais do que isso de onde vêm as expectativas de que se agirmos assim tudo aquilo que a gente imaginou vai acontecer então veja como isso tem a ver até mesmo com espiritualidade se você acredita e fundamenta sua ética num padrão retributivo você vai entender que o seu agir corretamente cumprindo os mandamentos de deus vai lhe prover uma retribuição divina que é guardar os seus bens guardar a sua casa guardar a sua família e portanto se você obedecer os mandamentos do senhor você vai estar protegido de todos os males porque você então terá uma prerrogativa da proteção divina e então você age corretamente porque agir corretamente significa que deus estar aguardando você e no dia que você não agir corretamente você estará vulnerável portanto as suas más ações talvez o maior exemplo bíblico que pode vir a nossa mente numa situação como essa seja o drama de jó aquele que aquele contexto em que o que se espera é que os homens agindo bem possam ter a retribuição do deus que os guarda porque eles agiram bem mas no momento em que o justo agindo bem e escolhendo bem que é agir segundo os mandamentos de deus e ser íntegro e não ceder à corrupção e desviado mal ele percebe que este movimento gera uma sensibilidade estética um imaginário cola imaginário servindo a deus desta maneira com integridade terei a minha casa os meus filhos os meus bens as minhas propriedades tudo isso estará guarnecido tudo isso estará protegido haverá segurança porque estou seguindo os mandamentos de deus age corretamente minhas ações no tempo no mundo da vida correspondem a um age bem então logo deus vai me proteger e aí o nosso imaginário é o imaginário sempre triunfa a lista nenhum mal chegara nossa tenda não caiu a 11 a 10 mil do outro mas a gente não vai ser atingido a gente encontra textos bíblicos para reforçar nosso pensamento e também foram reforçar nossa sensibilidade estética a nossa imaginação decorrente das expectativas geradas em torno de se agir corretamente mas aí acontece o inusitado aquela imaginação uma aquilo que a gente criava dentro de um de um contexto imagético que seria extremamente coerente com as nossas boas ações não acontece em nossa casa não é protegida nossos filhos não são protegidos nossos bens não são protegidos e nem do nosso corpo e talvez uma das frases mais significativas dessa frustração da sensibilidade estética esteja na declaração de jó quando ele diz o que eu mais temia me sobreveio assim como aquele jovem monge que temia que o tempo não fosse tão bonito como ele imaginava quando ele se deparou com o tempo feio ele precisa tomar uma grande decisão ou ele aja agora com base no real ou ele continua vivendo a ilusão de sua sensibilidade estética eu acho que as escrituras elas nos alerta o tempo todo com relação à nossa sensibilidade estética e porque ela nos alerta com relação a isso porque ela influencia a nossa ética ela influencia a nossa maneira de agir no mundo porque ninguém age no mundo sem esperança sem expectativas se não temos expectativas se não temos esperança e não temos um lugar pra chegar se não temos algo na vida senão temos um fim a chegar se não temos um norte para a vida a vida não tem sentido por isso você vai encontrar filósofos como bear camino chamado no famoso livro o mito de sísifo dizendo que a pergunta mais importante da sabedoria humana é se vale a pena viver e por que vale a pena viver qual é o sentido portanto da vida porque você vive porque você trabalha porque você batalha porque você labuta porque você escolhe um caminho x e não caminho y e por que você resolveu seguir um caminho de uma conduta boa de uma conduta justa porque no fundo no fundo você espera que essa atitude boa e justa seja quanto tempo seja acompanhada de uma retribuição por conta do andar justo isso gera uma expectativa isto gera uma imaginação ninguém aqui estabelece planos para a vida por exemplo um sentido para a vida e um plano para o futuro imaginando desastres né eu vou imaginar uma história pra mim não é sobre minha vida no futuro eu vou colocar um monte de desgraça nessa história eu vou colocar na minha história de vida o dia mais feliz da minha vida um caminhão passando por cima de tudo pra eu vou fazer disto uma performance estética contemporânea de cunho da sta não sei sentido absurda óbvio que nós não fazemos isso ninguém constrói imagens isso a sensibilidade estética ninguém constrói imagens do futuro em que elas sejam capazes de serem feias rosas sentido trágicas nossa sensibilidade estética só constrói imagens belas dali se mais extraordinárias porque elas seguem nossa vontade segue nosso coração seguem nosso desejo seguem nossa mentalidade portanto a gente tem que me dá com duas coisas aqui principalmente quando a gente fala sobre ética a gente tem que falar sobre os nossos ideais ea gente tem que falar sobre o real sobre o real o engodo nesse livrinho que é o comentário de primeira pedro um livro bem interessante ele aborda várias questões interessantes e uma das questões interessantes que gostaria de destacar aqui tem muito a ver com quem está falando exatamente o que significa nesse versículo 3 no capítulo primeiro esta viva esperança veja o que ele diz fomos gerados de novo diz pedro para uma viva esperança é uma esperança qualificada como viva esperança ou talvez em uma vila esperança essa esperança é a grande e confiante expectativa da vida do porvir descrita com mais detalhes por pedro no versículo seguinte ela é viva o que significa dizer que a esperança viva que todas as nossas ações que tudo aquilo que a gente faz tem que contar com o horizonte da eternidade tem que contar com o horizonte dessa esperança que se concretiza no final d conclusão de toda história residente viva o interessante aqui um companheiro em da teologia evangélica mas diz que esse texto é uma espécie de reminiscências pessoal de pedro que o uso da expressão viva esperança remete a uma auto referência a experiência de pedro com relação à esperança e pra isso stott relê uma passagem importantíssimo e eu gostaria que você abrir rapidamente o seu texto a sua bíblia na passagem de mateus capítulo 16 no versículo 13 a 23 diz assim tendo chegado às regiões de cesaréia de filipe jesus perguntou aos discípulos que os homens dizem ser o filho do homem não é interessante esse versículo eu acho que aqui a gente não tem jesus uma crise de identidade acho que a gente poderia concordar todo mundo com isso né não jesus que no meio do ano na sua meia idade ali começa a ter uma crise de identidade quem sou eu não é que todo esse mundo puxa vida preciso descobrir quem eu sou óbvio que não se trata de um cristo com uma crise de identidade na com uma crise por não saber que ele é a pergunta retórica então me pergunta por seus discípulos o que é que o povo anda dizendo que ele é e ele diz bem claramente que o filho do homem é isso significa que os discípulos sabiam do que se tratava quando jesus se referia a ele como filho do homem como barra e nasce ou como rosto antropo filho do homem como uma figura que histológica messiânica e não como uma espécie de como muitos manuais de teologia sistemática talvez é reduzir em o argumento de que o filho do homem é apenas uma evidência da humanidade de jesus e perdem de vista o fato de que o filho do homem é um título cristológico é aquilo que se chama de perífrase bíblica uso periférico do termo bíblico como você diz assim por exemplo eu digo cidade maravilhosa se alguém pensou em fortaleza que obviamente qualquer cidade aqui do contexto vai concordar com isso né mas quando a rede cidade maravilhosa ninguém está pensando rio de janeiro o que a gente pensa no rio de janeiro porque o uso que nos interessa o uso da palavra cidade maravilhosa não pode ser interpretado de forma literal a palavra de um giro aí né ela é uma perícia cela de um giro ela não significa aquilo que ela deveria significa a mesma coisa filho do homem ela não significa que ela deveria significar ela significa uma outra coisa e esta outra coisa é determinada pelo contexto cultural pelo significado aquela palavra na comunidade isso indica que os discípulos sabiam do que se tratava quando jesus se referir a si mesmo no filho do homem mas olha que coisa curiosa os discípulos respondem alguns dizem que é joão batista outros elias outro jeremias alguns profetas e jesus retorna à pergunta diz mas vocês quem dizeis que eu sou veja só você respondendo simão pedro de si tu és o cristo o filho do deus vivo uma das um dos poucos momentos em que pedro é tomado de lucidez eu acho que todas as vezes que a gente analisa a vida de pedro oscar com mantém um livro dele se dedica a analisar a teologia vida toda de peru coisa interessante a gente começa a analisar a vida de pedro ii a gente faça puxa vida trânsito analisa a vida de pedro eu fico até com a minha autoestima melhor você quer recuperar um pouco a sua auto-estima veja pedro que talvez você não seja tão ruim assim mas enfim isso é só uma brincadeira o fato é que a gente está acostumado a ver pedro sempre errando escorregando e aí agora é a certa e quando ele diz tu és o cristo o filho do deus vivo jesus é isso fico imaginando os outros discípulos num pedro acertou uma não é inacreditável mas dura pouco tempo mas é assim na vida de pedro dura muito pouco a alegria de pobre dura muito pouco logo em seguida jesus olha e diz pra ele simon bar jonas tu és bem aventurado pois não foi carne e sangue que revelaram isso mas meu pai que está nos céus ou seja quando ele acerta não podem dizer que foi ele que acertou na obra da revelação de deus e da graça de deus sobre pedro é isso que nós somos eu e vocês o que somos como pedro nunca acertamos e quando acertamos não podemos nos vangloriar com isso porque se acertamos ou pela graça preciosa dg do espírito de deus de deus do pai sobre nossas vidas pedro acertou mais o cristo o filho do deus vivo então fiquei imaginando pelo todo orgulhoso todo feliz porque o imaginário de pedro é isso mesmo ele é o messias ele é o cristo e toda a carga semântica que envolve confessar jesus como messias naquele contexto ela traz um imaginário uma sensibilidade estética incrível ele é capaz de imaginar jesus na frente e é capaz também talvez nem imaginasse junto com cristo lá na frente imagine agora quem é pedro do lado daquele que será o messias o redentor que vai sentar no trono e entrou no literal imagina pinto pensando assim entretanto o texto continua dizendo eu te darei as chaves na do reino do céu que ligares na terra terá sido ligado no céu que desligares na terra será desligado no céu vou passar bem rapidinho aqui do dia do evento discute essa parte do texto então ordenou aos discípulos que ninguém contasse em que ele era o cristo desse momento em diante jesus começou a mostrar aos discípulos que era necessário que ele fosse para jerusalém até aí tudo bem a sensibilidade estética de pedro foi agredida o imaginário dele está correspondendo com o discurso de jesus o problema é a seguir que sofresse muitas coisas da parte dos líderes religiosos a história começou a ficar feia todo o imaginário toda a sensibilidade estética para algo que seria glorioso triunfar a lista extremamente sublime agora está desmoronando diante de pedro como assim o messias que sofre pelos principais líderes religiosos dos principais acertos ribas e que fosse morto e isso se taça ao terceiro dia mas veja só o mesmo pedro que deu uma bola dentro agora volta ao normal a pedro voltou ao normal foi só um instante de lucidez chamando em particular começou a repreender jesus imagina né empreender a palavra e vou corrigir agora jesus senhor é tem compaixão de ti senhor jamais que acontecerá ele porém voltando se disse a pedro para trás de mim satanás pois para mim motivo de tropeço veja só pois não pondera não libera não pensa não trabalha a consciência mentalidade nas coisas de deus mas sim nas que são dos homens toda a sensibilidade estética de pedro está aprisionada ao caráter da natureza humana e da sua possibilidade de interpretar o que é o triunfo o que é o senhorio de cristo o que é a majestade de jesus eu acho que a sensibilidade estética decorrente de nossa natureza tem determinado boa parte de nossas ações desastrosas no mundo da vida não só no contexto fora da igreja mas também no contexto dentro da igreja nossa incapacidade de doar nossa incapacidade de servir nossa incapacidade de se humilhar nossa incapacidade de dar nossa incapacidade de entregar nossa incapacidade de sermos capazes de não nos prendermos as coisas desta vida é fruto de uma sensibilidade estética humana que nos faz cada vez mais prisioneiros da realidade que nós imaginamos ser a mais bela a mais importante a que mais faz sentido no entanto jesus é o real que confronta o tãtulo o pavilhão dourado de pedro dizendo isso jesus é a feiúra que contrapõe a beleza que pedro estabelece compatível ao jesus que ele imagina veja como isso é desastroso também no mundo pastoral no exercício pastoral quantos e quantos de nós pastores por conta de nossa sensibilidade estética estabelecermos padrões éticos de relação com a comunidade baseados em como nós imaginamos ser a comunidade que pastore amos e não a realidade dessa comunidade que pastore anos pregamos os domingos em nossas igrejas ea grande pergunta que a gente deveria se fazer se estamos pregando para as imagens dessas igrejas que só existe em nossas cabeças ou para as pessoas reais com as quais convivemos o real talvez seja insuportável o real talvez seja feio demais pra nossa sensibilidade estética e é por isso que a gente é capaz de rejeitar o rebanho que deus nos entrega para pastorear rebanhos virtuais que só existem em nossa cabeça deus não nos deu autonomia para escolher aqueles a quem devemos ministrar deus não te deu essa autoridade quem escolhe a ele não você você não escolhe o tipo de pessoa que você vai cuidar empregar se alguém é soberano para escolher esse alguém não é você por isso a nossa responsabilidade não é com relação àqueles a quem deus nós achamos que deus nos entregou conforme a nossa imagem e semelhança às vezes deus nos entrega coisas extremamente feia para serem cuidadas e se preciso for pra dar até mesmo a nossa vida você já parou para pensar se jesus fosse arrebatado por uma sensibilidade estética que só considerar se aquilo que ele considera como belo estaríamos todos nós aniquilados por que não há beleza na humanidade caída é só segura o real o o real é o grande confronto ético de nossas vidas pastores sonham com igrejas só existem em suas cabeças enquanto isso o supremo pastor como pedro vai afirmar o bispo de nossas almas continua servindo sua igreja cuidando da igreja real porque isso é importante porque precisamos de uma ética realista porque precisamos de uma ética real porque precisamos dela porque é a ética real que nos faz esperar a redenção não daquilo que nós enxergamos com os nossos olhos e com as nossas perspectivas mas a confiança que estabelecemos não na nossa sensibilidade estética mais do caráter de deus na sua palavra na sua promessa veja que coisa interessante joão capítulo 14 versículo 78 diz o seguinte se vós me tivessem se conhecido conheceres também a meu pai desde agora o conheceis e tendes visto replicou-lhe filipe senhor mostra-nos o pai isso nos basta o que jesus diz a ele que ainda não viu a nossa sensibilidade estética fica nos impede de agir corretamente de agir conforme a palavra porque nossa sensibilidade estética nos torna escravo de nossa própria nosso próprio pensamento de nossas próprias idéias de nossa própria de nosso próprio pensamento note que a gente pode racionalizar nossos pecados nós podemos racionalizar as nossas fugas nós podemos racionalizar o nosso ministério para que a gente possa achar que estamos servindo a deus quando na verdade estamos em desobediência isso acontece todas as vezes que a nossa sensibilidade estética não nos permite perceber que às vezes deus nos chama para presenciar viver e até mesmo a agirem com textos extremamente feios roger estou tão escreveu um livro chamado o rosto de deus e ele mostra exatamente isso o quanto a cosmovisão cristã ela nos faz perceber que não nos interessa é um deus como causa um deus como o primeiro motor imóvel porque se deus tem um rosto e porque hoje a comunidade científica é tão arredio ao conhecimento de deus através de jesus cristo seja justamente cristo rosto de deus isto significa que nós nós conhecemos deus como uma pessoa de que o nosso relacionamento com deus ele não é mediado por uma espécie de relacionamento com uma energia ou como uma espécie de motor que deu origem a todo esse universo mas há uma pessoa e tudo isso faz com que a gente de alguma forma de o amor isi as ações de deus o gloriso ser de deus glamouriza maneira de deus construir a história ea gente sempre espera a movimentos apoteóticos movimentos que que som de uma maneira carregada de brilho carregada da beleza aos nossos olhos e me parece que toda ética cristã pautada nas escrituras ela não está divorciada do modelo de jesus cristo e ao mesmo tempo de toda a frustração que a gente sofre por este modelo não corresponder a nossa sensibilidade estética prova disso é o caso não só de pedro o caso de felipe que está diante dele jesus você não está vendo o pai não sabe que eu eo pai somos um só ou caso dos discípulos no caminho de emaús que diante de jesus um texto extremamente lamentam pela esperança perdida porque aquele que haveria de libertar todo o povo na verdade morreu e toda a esperança foi com ele é interessante como as nossas expectativas elas são geradas elas geram implicações nas nossas ações a maneira como a gente enxerga o mundo ela ela determina nosso agir no mundo ela determina a nossa ética deve estar pensando jonas onde você quer chegar com tudo isso talvez boa parte da nossa ética no mundo da vida independente do universo cristão religioso que a gente viva seja de uma sensibilidade estética e utópica que significa que talvez principalmente nós latino americanos entendem entendamos a esperança a partir de uma sensibilidade estética ou tópica que significa que a ética talvez latino-americana influenciada por ideologias utópicas nos fizeram entender a esperança não como algo real que contrapõe a nossa sensibilidade ética mas como uma utopia que corresponde com a nossa estética e que nunca precisa se realizar mas sempre precisa ser imaginada por que ela que nos move porque ela que provoca em nós a ação então o que seria essa esperança utópica o que seria essa utopia talvez tão sensível nos contextos talvez de ordem mais marxista ou de uma linha mais progressista a ideia de que existe um lugar onde você precisa chegar mas esse lugar não precisa ser real ele precisa se apenas imaginado ele precisa ser apenas uma sensibilidade à sua mente ele precisa ser apenas uma ideia é essa ideia precisa te mover essa ideia precisa fazer você ache no mundo essa idéia é preciso fazer com que você mude as circunstâncias de que você vira o jogo dá medo de virar a mesa e um jogo dessa realidade onde opressores oprimem e os oprimidos precisam virar essa mesa de uma vez por todas para que essa paz seja de alguma vez por todas realizada e aí toda a esperança do latino-americano essa esperança que não precisa acontecer ela não dizer real ela precisa apenas ser uma ideia que controla as minhas ações que controla os meus atos ela não precisa ser real dá pra entender porque as pessoas têm esperança de mudar os seus corpos porque pessoas rejeitam os seus corpos rejeitam membros dos seus corpos rejeitam a historiografia do seu corpo rejeitou a gênese do seu corpo e esperam a partir de idéias modificar o real porque a sua a sua vida a sua ação no mundo ela não é marcada pelo real é marcada pela ideia é como você se vê mais importante do que o que você é não há mais a importância de você encarar o real não há mais a importância de você encarar a figura do real você precisa sublimar você precisa se ver outros olhos você precisa ressignificar o seu corpo você precisa receber unificar o corpo do seu parceiro você precisa ressignificar a vida você precisa ressignificações você precisa ressignificar o que é certo eo que é errado você precisa ressignificar o belo já ouviu falar em perus na zona em 2015 ele fez uma exposição no mam em são paulo pelo mazoni ele defecou em um monte de latinhas e aí produzir um monte de lá tinha sempre um monte de latinhas cada latinha dessa hoje custa 120 mil euros irmãos e todos vão celebrar essa belíssima obra de arte em que ali você tem a instância visceral do artista ali presente a gente vive num contexto em que o absurdo as idéias elas devem nos remover dos grandes debates da grande realidade do grande contexto que a gente vive nossas mentes elas não foram feitas para serem autônomas a mente humana sempre foi feita para ser escrava e sempre escrava de uma idéia a pergunta é qual é a ideia que está escravizando somente existem idéias que nos escravizam ao ponto de a gente acreditar que a gente nunca vai chegar lá e isso é o que a utopia a gente nunca vai chegar lá mas a gente precisa ter essa utopia a gente não morrer no meio do caminho o cristianismo nos ensina a utopia o cristianismo nos ensina a esperança era esse blog teórico marxista um dia perguntou a teólogos cristãos protestantes alemães algo curioso ele disse assim nós somos ateus mas nós temos expectativas de um mundo melhor nós temos esperança porque vocês tendo deus não tem mais esperança não consegue mais agir no mundo da vida não conseguem mais vezes mas desenvolver absolutamente nada que considere um lugar a se chegar a um mundo se viver e parece que em parte bloco desafia de uma maneira interessante o desafio de novamente colocar luz no horizonte de nossas ações exatamente o porvir se a gente rever agora depois de tudo isso que a gente pensou primeira pedro capítulo 3 capítulo 1 versículos 3 veja só o impacto do que a palavra de deus está nos dizendo bendito seja deus e pai de nosso senhor jesus cristo o que ele fez nos regenerou para uma viva esperança esta esperança que não é alimentada pela nossa sensibilidade estética mas é alimentada pela palavra de deus que nos diz que nos convoca veja só que o texto continua dizendo segundo sua misericórdia sua grande misericórdia pela ressurreição de jesus cristo entre os mortos que é a prova cabal de que esse porvir está relacionado à redenção total do ser humano a redenção do seu corpo à ressurreição do seu corpo o primogênito dentre os mortos é aquele que qualifica nossa esperança como uma esperança real e não imaginaria não apenas uma ideia mas algo real algo que esperamos mas olha que coisa curiosa para uma esperança que não merece não se contamina não se altera reservada nos céus para vós que sois protegidas somos protegidos pelo poder de deus mediante a fé para a salvação deixa preparada para se revelar no último tempo meira pedro capítulo 4 versículo 7 mas já está próximo o fim de todas as coisas portanto portanto tem de bom senso estai alertas em oração vejo que o grupo tem disse está próximo o fim de todas as coisas significa que os cristãos que percebem que o fim da era pode acontecer a qualquer momento devem agir com bom senso e oração o que é esse bons penso e oração a gente vê exemplo disso a partir do versículo 8 antes de tudo tende profundo amor uns para com os outros porque o amor cobre um grande número de pecados tipo você precisa amar os outros para chegar no lugar onde você quer chegar o bom senso que vem do fato de que essa história toda encontra o termo não nas nossas ações não nas nossas expectativas do futuro mas na realização da vontade soberana de deus faz com que todos os nossos planos de encastela tesouros e fazer com que nossa vida ela perdure ao longo do tempo a partir de bens a partir de uma série de outras coisas que pensamos egoísticamente auto-referente mente todas elas mostram o quanto a nossa sensibilidade estética está desprovida da conversão a palavra de deus a palavra de deus que nos alerta sobre um fim último de todas as coisas que faz com que tudo aquilo que a gente realize não seja capaz de nos redimir veja só que coisa curiosa sede hospitaleiros uns para comparar com os outros símbolos que schaars e vi uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu como bons administradores da multi fog graça de deus se alguém fala fala como quem comunica as palavras de deus se alguém serve se da segunda força que eu eu vejo nesse texto um só movimento é movimento de dar é um movimento de entregar não é um movimento de retê não é um movimento de usurpa no movimento de conquistar existe uma ética que não é a ética segundo as escrituras baseada na esperança do fim e do desfecho final da história de toda a redenção que reduz a pó tudo aquilo que a gente pode ser tentado a idolatrar como aquilo que seria a coisa mais importante da nossa vida e que nos distingue de uma maneira incrível com relação a qualquer outra pessoa deste mundo o completo desprendimentos com relação ao mundo o completo desprendimentos com relação às coisas deste mundo não estou falando só de bens materiais estou falando com relação à sua própria vida com relação a tudo que diz respeito à sua própria vida uma vez que a nossa ética está baseada na esperança de cristo jesus que vai colocar sob júdice todas as coisas já não tem mais nada que a gente queira possuir mas sim da onde foi a nossa ética baseada na esperança que eu vejo hoje talvez com um pouco de ddd de angústia um cinismo ético presente em nossas igrejas o que é um cinismo cinismo aqui não é aquele xingamento sabe quando você quer ser gentil com aquele irmão da igreja chamou de cínico nesse tipo de xingamento cínico aqui uma postura com relação à vida é o sujeito que não acredita em nada ele não tem esperança é um desesperado mas se perder não pendurar uma corda no pescoço se enforcar ele faz de conta que tudo aquilo que ele está dizendo que é a coisa mais importante da sua vida é a coisa mais importante da sua vida então talvez nossas igrejas estejam repletas de cínicos que vivem uma ética sem esperança essa ética sem esperança ela não é desprovida de sensibilidade estética não é mantida por uma sensibilidade estética ela espera sempre algo belo ela era sempre algo maravilhoso mas quando deus se revela talvez ela seja incapaz de enxergar essa revelação incapaz de enxergar a beleza escondida na revelação de deus em cristo jesus é tão interessante quando a gente olha para o cinismo e percebe o quanto ele está presente em nossos movimentos voltados principalmente para aqueles movimentos religiosos encabeçado encabeçado por teologia da prosperidade não são cristãos que abraçam a teologia da prosperidade são ateus em confesso-vos a teologia da prosperidade não é tecnologia é ateísmo inconfesso jonas está sendo muito duro não estou sendo duro veja só você se você não consegue mais acreditar que a sua esperança última é deus e que atua esperança última é o carro do ano é o dinheiro e que deus é apenas um meio para você alcançar o dinheiro carro do ano é porque você já não acredita mais que deus e somente deus seja suficiente pra você que pra você é sempre deus e mais alguma coisa deus não é suficiente pra você e nos tornamos cínicos todas as vezes em que não contamos somente com deus mas contamos com absolutamente qualquer coisa deste mundo com as imagens se criamos esperamos de coisas que vamos encontrar neste mundo disse o vê neste mundo achando que estas belezas imaginadas idealizados elas são mais importantes do que o confronto com o real do que o confronto com a realidade o cinismo impede que casamentos dentro da igreja sejam casamentos orientados pela esperança do agir de deus na vida do outro tim quer quando vai falar disso no livro não pode passar dessa vida pra outra sem nem publicado pela melhor de todas desse país chamado significado deste casamento significa do casamento ele diz o seguinte quando uma pessoa casa-se com outra pessoa ela gera uma sensibilidade estética ea sensibilidade estética vai dominar suas ações no casamento a sensibilidade estética desta pessoa é a seguinte eu imagino que a minha esposa seja assim assim-assim assim assado sujeito não percebeu que ele casou com a imagem não com real e aí no dia a dia alguma coisa está errada aqui o que ele vai achar que tá errado lógico que o real era escravo ele o idealista é utópico ele não percebeu que ele vive criticando a esquerda ele não vive criticando marxismo mas ele é internamente o marxismo ele tirou max smuda língua tirou o marxismo da boca mas o machismo está no coração o progressismo está no coração aí deu lhe ideologização da vida está no coração à esperança dele ainda está idealizado esteticamente na sua cabeça e não conseguiu se entregar a esperança do evangelho ainda não conseguiu se entregar o que deus é o que deus está realizando sempre e soberanamente sobre todas as esferas da vida então que ele imagina que a pessoa tem que mudar a flona olha você frustrou as minhas expectativas você precisa mudar ele não percebeu que foi ele que se frustrou ele não percebeu que ele se tornou soberano nas suas ações ele não percebeu que ele agora está querendo transformar a mulher da vida dele segundo a sua imagem e semelhança e é dominado pela sensibilidade estética ele não é dominado pela esperança da revelação da glória de deus no final de tudo veja o que te encarna disso e eu acho que é um exemplo interessante para a gente entender isso se você entende que você tem uma esperança não mais baseado na sua sensibilidade estética mas no caráter de deus você já não casa com alguém para transformar esse alguém de acordo com a sua imagem com a sua ideia ou sensibilidade estética você casa como alguém num compromisso com deus de ser usado por ele na será testemunha de ver na sua frente deus transformando alguém na sua glória e vendesse alguém transformado de acordo com a vontade de deus naquilo que deus quer que essa pessoa se torne e que vai se tornar no desfecho final de toda a história da redenção quando já não mais estaremos limitados a toda a vivência marcada pela queda mas pela ressurreição do corpo é saber que todas as pessoas estão em transformação real de suas vidas e essa transformação não é você que faz não sou eu que faço essa transformação a transformação de deus e no casamento deus usa um cônjuge para testemunhar a obra de deus o que deus está fazendo sequer lembra o exemplo de miquelângelo que vi um pedaço de mármore e ele não viu só um pedaço de mármore ele viu ali moisés ou davi ninguém via da via sob um pedaço de mármore mas miguel ângelo via da via e aí perguntaram para mim que ângelo o que você fez eu só tirei do mármore o que não era da via e ficou só davi no final me parece que o que tinha que era tentar mostrar significar do casamento é de que a nossa relação ética no casamento não pode ser mais como a gente vai ver paulo falando em colossenses em efésios e pedro também primeira pedro chamando a atenção para o fato de que a relação no casamento pensando um exemplo ético ela não pode ser estabelecida pelos cônjuges mas o centro tem que ser deus se a mulher tem que ser submissa ao marido ela não tem que ser submissa ao marido por causa do marido ela tem que ser submissa ao marido por causa de deus ela não pode mais pensar gore camente nem o marido pensar logicamente não pode pensar mais nele como referência ele agora tem deus como referência e perdeu se como referência já não significa mais transformar alguém como eu quero mas perceber que este alguém vai se tornar aquilo que deus quer que este alguém se torne e aí eu já não mais sou tentado a transformar o mundo a realidade que o encontro de acordo com a minha sensibilidade estética que só existe na minha cabeça mas eu agora sou confrontado a entrar numa história onde eu não sou ator principal eu sou apenas um coadjuvante talvez uma talhadeira que deus usa talvez uma testemunha haver alguém ao longo de toda uma caminhada ser trabalhado por deus para se tornar semelhante ao seu filho jesus eu acho que essa é a ética da esperança diferente da ética baseada na nossa sensibilidade estética baseada em nossas nossos planejamentos em nossas em nossas expectativas por conta daquilo que a gente imagina talvez a gente faça escolhas na vida e tome decisões na vida e boa parte delas não sejam baseadas na esperança não sejam baseadas no agir de deus não se submetam a essa corte suprema que a vontade sempre soberana de deus mas talvez boa parte de nossas mentes sejam escravas de nossa sensibilidade estética que faz com que a gente aja atua no mundo tome decisões de acordo com um único padrão nós mesmos talvez o grande antagonismo entre a ética da esperança ea ética baseada na sensibilidade estética seja que a ética da sensibilidade estética seja aquela que toma um homem com uma medida de todas as coisas mas a ética da esperança é aquela que toma eternidade o fim último da história que não nos contempla com o desfecho de uma história que acaba aqui mas que nos chama a pensar sobre a eternidade que nos chama pensar no povo vi que nos chama novamente a pensar numa dimensão do reino de deus que ainda não contemplamos talvez a famosa atenção do já e ainda não deus nos abençoe e nos faça perceber quanto à ética da esperança ou a ética cristã ela precisa ser distinguida de toda ética baseada na sensibilidade estética à ética da sensibilidade estética espera o messias que só existe na nossa cabeça a ética da esperança ela espera a relação final que coloca sob júdice todas as coisas de deus abençoe amém