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O Que é Molinismo? 15/15 – Antonio Neto

O Que é Molinismo? 15/15 – Antonio Neto




Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

e aí
e aí pessoal agora nós vamos partir para
nossa última aula do nosso estudo dessa
jornada de estudos a respeito do
molinismo e nessa aula eu gostaria de
finalizar os nossos o nosso estudo
apresentando aqui as principais objeções
molinistas ok ou as principais objeções
ao molinos antes de apresentar é
importante que eu faço aqui duas ou três
importantes ressalvas em primeiro lugar
e a as objeções que eu vou apresentar
aqui para vocês elas nem de perto tocam
a superfície real das objeções ou seja
como molinismo é uma uma proposta
bastante filosófica então algumas dessas
objeções que eu vou apresentar para
vocês elas possuem uma uma profundidade
filosófica
é muito maior o meu propósito aqui é
apenas introduzir vocês a essas objeções
ok mas à medida que você estuda você vai
perceber a profundidade não só de
algumas das objeções como também a
própria monismo certo aquilo que nós
falamos aqui nessa nesse sobre o monismo
nessa nossa jornada ainda carece mente
de uma aprofundamento de uma
categorização bem maior em termos
filosóficos e também teló certo em
segundo lugar é importante também que se
diga que para cada uma dessas objeções
que eu apresentar para vocês obviamente
que o sistema monista ou os molinistas
eles possuem as suas réplicas certo
então
e é importante que você saiba que as
objeções que eu vou apresentar aqui ela
já já foram respondidas ou devidamente
respondidas o que isso significa isso
significa dizer que portanto molinismo
no final das contas é quem tem razão
porque ele já deu resposta todas as
objeções não isso significa que agora
cabe a você analisar o sistema monista
analisar as objeções ao sistema
violinista e analisar as réplicas as
explicações dadas pelos modernistas e
então utilizar da sua liberdade
intelectual para chegar às suas próprias
conclusões você defina portanto tem a
está em melhor direção para com a razão
e também pessoal na terceira ressalva
que eu vou fazer aqui é a seguinte
é que como eu disse a vocês no começo
dessa matéria eu particularmente não me
identifico como um monista certo eu eu
já defende essa posição no passado mas
eu decidi a por algumas razões em
cruzeiro que eu irei comentar o porquê
que eu decidi não ser muito certo mas a
isso também não implica ok que aqui eu
concorde o fato de eu não sei monista
isso também não implica que eu estou
afirmando confirmando as objeções a uma
organismo então não não chegue também
essa conclusão de que nessa aula eu
estou apresentando aquilo que eu
acredito que de fato refuta o monismo
não porque que eu estou dizendo para
você não pensar isso porque algumas
dessas objeções que eu irei
é como eu disse a vocês ela já foram
respondidas pelos movimentos algumas
delas obviamente que pelo meu critério
intelectual algumas delas eu acredito
que foram corretamente satisfatoriamente
respondidas e outras não não
suficientemente ok então a então eu irei
durante a apresentação das objeções eu
vou comentar com vocês o porquê que eu
deixei de ser um bolo ministro certo mas
ao mesmo tempo eu preciso que você
compreenda que eu não estou aqui
afirmando que essas objeções de fato
refutam e ponto final o molinete tá bom
então ressalvas feitas vamos partir
então para a primeira réplica que é a
questão do uso inconclusivo das
escrituras alguns proponentes
em alguns que replicam ao monismo afirma
o que os textos que são apresentados
pelos modernistas eles não provam a
existência de um conhecimento médio e
nem tão-pouco que deus utilizo
conhecimento médio o conhecimento de
compra factuais para a elaboração
digamos assim do seu plano bem a deixa
eu comentar um pouco aqui a respeito
dessa regra essa é uma réplica
verdadeira certo então há de fato
inclusive quando a gente falou aqui
sobre as bases bíblicas e teológicas de
fato a única coisa que os molinistas
podem demonstrar pelas escrituras é que
deus tem conhecimento de contra factores
e que também o mundo atual ele é
contingen ou cê
o que as coisas poderiam ter sido
diferentes isso obviamente já refuta a
por exemplo o o fatalismo teológico
certo a ideia de que o mundo atual era o
único mundo possível porque deus é
perfeito e isso haveria essa
possibilidade a melhor de tudo certo
então isso já refuta porque a bíblia
demonstraria ou demonstra que de fato
deus tem conhecimento de contrafactuais
e que o mundo atual ele é contingente
ele poderia ser diferente certo então a
isso a réplica realmente afirma
corretamente a questão pessoal é que os
próprios molinistas afirmam isso então
ele era entregue nesse livro aqui certo
único deus sábio neste livro e ela nem
quer que ele reconhece ele reconhece
e a bíblia em conclusiva para mostrar o
conhecimento médico a mesma coisa o quê
no 5º leilão seu livro e também o ylai
entregue no seu debate sobre a
providência divina que ainda está para
ser traduzida para o português então os
molinistas não tem problema em afirmar
que não existe base bíblica para a sua
afirmação de que deus utiliza o
conhecimento médio para para a
realização do seu plano bem pessoal é
como eu disse a vocês eu iria comentar
por que que eu deixei de abraçar uma
organismo e foi justamente nesse ponto
aqui esse foi o ponto cartesiano para
mim foi o ponto de virada para mim não
necessariamente o fato da bíblia não
ensinar diretamente o conhecimento médio
é porque
e a por exemplo a bíblia não ensina
diretamente que deus são três pessoas em
uma só essência isso é tarefa teológica
isso é construção teológico também a
bíblia não ensina que a natureza divina
e humana de jesus estão unidas e pôs
taticamente isso também a tarefa até o
lógico então em sim não existe problema
no fato da bíblia não ensinar
diretamente uma coisa ok agora isso nos
coloca em uma posição em que a você
precisa julgar se uma uma determinada
construção teológica e filosófica é de
fato necessária então a pergunta que se
faz é a soberania de deus ea
responsabilidade humana precisão
realmente ser filosoficamente ajustados
e nem
e para que se de uma afirmação racional
para a compatibilidade dessas duas
doutrinas bem eu particularmente penso
que não e eu penso que uma vez que você
constrói um sistema como é o caso do
modernismo é você acaba prejudicando as
suas agências sua interpretação bíblica
porque você vai agora tentar encaixar
todos os textos bíblicos a luz desse
sistema então eu particularmente penso
que a melhor metodologia é quando você
deixa os textos falaram por si mesmo
então os textos que afirmam uma
soberania absoluta de deus e você afirma
soberania absoluta de deus mas os textos
que afirmam que o ser humano tem
liberdade como por exemplo em uma
determinada circunstância o homem pode
cair na tentação ou refri a sidecar
bom então claramente a bíblia ensina que
o homem tem liberdade então você afirma
a liberdade ok e aí surge a pergunta
como é que eu concílio essas duas
verdades você não precisa conciliar ok
essas são verdades que não são
contraditórios a única razão para tentar
conciliar essas duas coisas seria por
uma razão apologética ou seja na questão
do problema do mal na questão daqueles
que nada ouviram então aí você busca uma
explicação racional para tentar dar uma
saída para isso mas eu acredito pessoal
que às vezes a gente paga muito caro por
essa razão apologética certo então eu
acredito que a gente pode muito bem a
devolver a pergunta para que eles estão
objeto
tô fazendo a sua réplica e perguntar
pedir para eles dar uma explicação
melhor certo então por exemplo sobre o
problema do mal você pode muito bem
pedir para a pessoa explicar como é que
ele lida com o mal que existe sendo que
deus não existe certo pelo menos no
cristianismo na fé cristã nós sabemos
que deus existe o mal existe e que deus
irá vencer o mouse é claramente ensinado
nas escrituras enfim existem saídas
apologéticos que não precisam envolver
essa afirmação racional toda do molinho
então nesse ponto aqui que eu decidi
como eu falei para vocês anteriormente
montar o paradoxo no palco que ia
aceitar o paradoxo e aceitar eu não
tenho todas as explicações ok agora
vamos
a frase próximas a réplica réplica de
número dois é a principal réplica que é
utilizada filosoficamente contra o
modernismo william lane craig no seu
site rizomorfas ele define assim a
objeção de base o grau de objection ele
diz que essa objeção afirma que não há
contrafactuais verdadeiros se eu pegar
aqui era minha canetinha aqui não há
contrafactuais verdadeiros concernentes
ao que as criaturas fariam livremente
pois não há nada que torne estes
contrafactuais verdadeiros visto que
eles são contra factuais não a base ou
seja não há um fato ok não há o fato
bruto um homem um objeto uma base que
sustenta
é de verdade dessas proposições
anteriores ao decreto criativo se eles
não são verdadeiras se elas não são
verdadeiras certo elas não podem ser
conhecidas por deus deixa eu explicar
aqui essa objeção para você note que
essa objeção bem a bem bem elaborada
certo aqui basicamente a pessoa que está
tentando objetar ao molinismo está
afirmando o seguinte se são
contrafactuais então eles precisam ser
contrários ao fato
é mas se os fatos são concernentes ao
mundo que deus criou então deus só pode
conhecer contrafactuais depois de
realizar o seu decreto criativo depois
de definir quais são os fatos reais
porque é só apenas a partir destes fatos
que deus pode saber a os contra factores
ok então então afirmar que existem
contrafactuais verdadeiros antes do
decreto criativo significa então que não
a base nenhuma para afirmar que esses
contrafactuais são verdadeiros ok essa é
uma objeção muito elaborada certo
pessoal eu não tenho condições aqui de
elaborar tanto objeção é porque ela
depende de um conceito de verdade ou
seja
se torna algo verdade ou não ela depende
também da ideia da do valor de verdade
de uma proposição e como essa proposição
pode ter um valor de verdade mas é
importante que você saiba que monistas
como thomas fim algo implante da linha
próprio milano entregue já ofereceram
explicações no livro mirandolli que eu
indiquei para vocês no começo dessa
matéria tem um capítulo inteiro onde o
dia online lida com essa objeção ok e é
importante que se reconheça e essa é a
principal objeção muitos calvinistas por
exemplo eles não creem no conhecimento
médio por causa dessa objeção então se
você é calvinista e procura uma boa
réplica para o modernismo aqui está a
sua direção ok aqui é uma reta
é só fica com de bastante elaborada em
terceiro lugar terceira réplica aqui é
uma réplica vindo mais do teísmo aberto
certo e também do tomismo tanto do
teísmo aberto cômodos tô mistas é que no
molinismo deus se arrisca e ou é passe
então a o país dos abertos como william
hacker eles afirmam que ao necessitar
consultar as possíveis decisões dos
homens deus se arrisca ao se ver
limitado a galaxy de mundos viáveis aí
que que a sua objeção tá querendo dizer
que uma vez que deus decide que o seu
processo criativo ou o seu plano ele é
elaborado ao consultar o que os expôs
os homens seres humanos agentes livres
decidiriam em determinadas
circunstâncias então deus não tem
controle sobre quais são os mundos que
ele pode criar então deus ele de certa
forma se arrisca ao decidir criar e ao
decidir planejar a sua criação dessa
forma deus está se arriscando certo e
isso por exemplo para um calvinista essa
essa objeção ela não funciona para o
calvinismo porque o deus calvinista ele
não se arrisca ele simplesmente decreto
determina tudo como deve ser e eu te
está aberto ele defende que deus se
arrisca é deus ele se limita e ele acaba
se arriscando então isso colocaria o
moline
é uma espécie de teísmo aberto então
muitas muita gente inclusive afirma que
o modernismo é uma espécie de teres uma
aberto ou de mel teísmo aberto ok
inclusive ateístas abertos e se
consideram nelma ministros ou molinistas
modificados por causa dessa ideia de
deus se arriscando ok a deus então
estaria entregando o controle as
possíveis decisões uma certo essa
objeção também muito forte e no livro
mirobaldo onde ele também dedica o tempo
para responder essa objeção bom outra
outro ponto aqui é quanto a passividade
de deus então deus estaria sendo passivo
e ao depender do conhecimento médio
então é como se se deus precisasse
consultar o seu conhecimento médio então
deus estaria sendo passivo em
conhecimento mas como deus ele não é
passivo ele não pode ser passivo porque
deus ele é um ser simples e ele é ato
puro aqui usando a linguagem comunista
então deus não pode ser passivo deus não
pode sofrer nada sendo assim o
conhecimento médio não pode ser
verdadeiro certo então essa é uma
objeção que eu já não considero tão
forte ok porque o john lehne também
responde é só objeção a mais é o
conhecimento médio não implica
impassividade divina porque o
conhecimento mede implica em deus
conhecendo certo e o conhecimento médio
é oriundo
é natural de deus então não é que deus é
passivo deus é ativo no seu conhecimento
então aqui eu já não não acho essa
objeção muito mais forte como anterior
ok um quarto lugar alguns argumentos que
no modernismo ainda existe uma forma de
determinismo objeção aqui é que se o
conhecimento médio envolve o que as
criaturas fariam em uma dada
circunstância segue-se então que as
circunstâncias é o que determinam as
decisões humano é tão uma vez que o
bolinho está firma deus sabe o que
fulano faria em determinada
circunstância
bom então você pergunta o seguinte então
a é por estar nessas circunstâncias e
ele faria isso se o violinista responde
aqui sim então molinist está afirmando
que existe um certo determinismo é por
estar nessas circunstâncias que ele
faria inclusive as inversões a
calvinistas do conhecimento médio em
defendido exatamente isso é que não é
que deus conhece as desses deus conhece
as circunstâncias que causam aquelas
decisões ok e então como deus quer que
ao aquela pessoa qua tome uma
determinada decisão deus então cria
aquela pessoa naquela circunstância
certo a mais
olá pessoal aqui nesse ponto você quer
uma outra réplica também que existe o
seu valor que inclusive pessoas como
bruce where terras thyssen em alguns
outros eles promovem eles trabalham bem
melhor aqui essa réplica mais uma vez
ela é respondida ela tem a sua resposta
no livro do johnny ok mas
particularmente eu também acredito que
há uma boa resposta para isso daqui
porque não é que o monismo afirma que
deus conhece o que as pessoas fariam em
determinadas circunstâncias porque deus
sabe o que aquela circunstâncias
levariam essas pessoas mas porque deus
conhece as sem ser dessas pessoas certo
deus conhece a natureza daquelas pessoas
e portanto a deus sabe o que elas fariam
ok
a causa essas essências ou deus não
causa essas pessoas mas deus essa
conhece ok não é necessariamente as
circumstances mas a pessoa e o que ela
decidiria naquelas circunstâncias certo
mas como eu disse se você trabalhar um
pouco mais essa réplica com certeza você
vai encontrar aqui uma boa base de
objeção contra o bolinho tá bom é isso
pessoal essas são as que acredito serem
as principais réplicas mais uma vez eu
incentivo você a se aprofundar procurar
outras réplicas e a se aprofundar nessas
réplicas aqui também ok então você vai
fazer a sua decisão diante de deus
diante da sua consciência daquilo que
você entende ser o que mais reflete as
escrituras e o que mais reflete a
realidade das tá bom espero que
de nada tenha servido de benção para sua
vida mais uma vez afirmo que se você
quiser conversar diretamente comigo
tirar as suas dúvidas me procure lá no
meu instagram eu terei todo prazer e vou
me esforçar para interagir com você ok
então fique com deus e até uma próxima
oportunidade