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Biólogo explica complexidade do olho | I [CORTE] Olho Humano #16

Biólogo explica complexidade do olho | I [CORTE] Olho Humano #16

Biólogo explica complexidade do olho | I [CORTE] Olho Humano #16

Link do Episódio
https://youtu.be/j99KiOjc9wg

@Zooparque Itatiba

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#ORIGENSNT – INÉDITO Quinta-feira 23:00
REPRISES:
Domingo 14:30
Quarta 11:30
Sábado 15:30

Legendas automáticas:

o direto do meio do Zoológico particular
do Brasil vamos descobrir o que os olhos
dos animais têm em comum com os nossos
estamos né aqui ao redor de várias vezes
a mesma linha até meio natural da gente
fazer algumas comparações no casamento a
visão especificamente Nei você temos
aqui esse tigres lindos lindos Qual a
diferença entre a nossa missão EA deles
nós
chegamos a partir de duas cores básicas
né o vermelho eo Verde em cima dessas
cores todo o restante do nosso sistema
nervoso ele faz a diferenciação nas mais
diferentes tons e nos mais diferentes
Melhoramentos para que nós consigamos
enxergar
mais nítido possível claro que depois
vai passando o tempo a gente vai
ganhando alguns probleminhas né Isso é e
assim no caso deles né de muitas das
espécies a quantidade de cones e
bastonetes podem ser diminuídas as tá ou
podem ser aumentadas então você tem essa
variação
para que eles consigam em cima da
principalmente necessidade alimentar do
local onde eles virem encontrar então
nós estamos falando dos filhos por
exemplo
encontraram aquilo que ele quiser para
comer
acho a presa né quem tem hábitos
noturnos por exemplo
são na casa dele nem imagens noturnas
que a gente vê na TV que a gente vê por
aí que quando quando joga a luz aparece
nem a visão bem brilhante como quando
acontece com seus gatinhos em casa e a
gente quer tirar uma foto e os olhinhos
até com os cachorros sempre que perfeito
Isso é uma especificidade desses animais
que tem esses hábitos noturnos nós não
temos e a porque o redor da retina eles
têm Sais de Prata
Prata mesmo né esse que muitos uso aqui
que bonitinho pra tá pronta mesmo mais
em forma de alguns ai silicato de prata
geralmente né O que é o que determina
que eles consigam mesmo sobre baixa
luminosidade
enxergar por reflexo aquele que eles
fizeram inclusive é baseado nisso que
saiu aqueles equipamentos de visão
noturna né de que vai para esta
parecendo assim nossos gatinhos mesma
coisa então quando sai para caçar à
noite a quantidade de luz está diminuída
e eles precisarão conhece a
especificação de sais de prata ao redor
para que eles conseguissem chegar essa
presa além de falarem ver os animais que
nós temos aqui nós temos também um
invertebrados não é como funciona a
visão dele você tão complexa também por
alguns O Alex é para outros um pouco
menos dentro de uma linhagem de
invertebrados nós começamos lá atrás com
poríferos né é o Bob Esponja
você mais claro que não têm visão os
cnidários também não os primeiros serão
os platelmintos que tem os elos que são
olhos que não fornecem visão né nematoda
são outros vermes também não tem
anelídeos também não tem aí nós vemos
para os moluscos os moluscos aí já tem
uma visão muito legal povo por exemplo
tem uma visão fantástica né então os
moluscos já tem visão bem bacana E
outros não então mesmo dentro do mesmo
grupo filogenético têm visões bem
aguçados outros não e aí a gente chega
nos artrópodes insetos crustáceos
aracnídeos
esses tem aqueles olhos compostos né são
vários pontos de recebimento
jogo de luz para que eles consigam
formar em cada ponto daquele uma imagem
isso é muito interessante a gente
consegue comparar né os animais a versão
dos animais assim e a Nossa imagino que
para estudar você faz isso é comparação
mesmo para pintar e se entenderem né E
também entender aos outras espécies
educação os animais
basicamente nós temos fator dentro dos
genes dos animais o fator genético
envolvido então o ponto onde vai haver a
transformação daquela célula
indiferenciada em células que vão formar
os olhos na maioria dos animais são as
mesmas são os mesmos pontos com alguns
pontos de modificação porque os genes
realmente também não são iguais mas
dentro da variedade de espécies nós
temos um padrão e dentro deste padrão de
Hórus que nós temos aí nós temos uma
divisão em quatro tipos de olhos dentro
desse padrão de quatro tipos várias e
dentro de cada um deles tá então eu é
que a gente tem conversar e mais ou
menos isso
1.1.2 aqueles que a gente julga né esses
tem uma visão bem mais bem mais avançada
por exemplo né ah o bonitão aqui não
bonitão de olho na gente aqui e mesmo
dentro deles mesmo entre eles é as cores
muitas vezes são diferentes das que nós
chegamos na tonalidade de maior ou algo
mais documentos
havia na cidade visual assim mais aberto
ou mais fechada Depende muito do que
eles necessitam né então tem cada mesmo
dentro de casa olho a gente vê
diferenças não anatômicas mas na
funcionalidade desses olhos enquanto uma
ponta para um criador a Teoria da
Evolução vai no sentido contrário e é
isso que eu quero entender na minha
visita aos o parque de Itatiba com meu
amigo biólogo o Eric ele que o que a
teoria evolucionista nos diz sobre a
evolução dos olhos
sempre foi muito difícil relacionar
evolução dos olhos de cada espécie
com evolução né Sempre tinha elos
faltando e a gente sabe que o olho
realmente é uma maquinaria extremamente
especializada
ultimamente O que a gente tem visto e a
gente tem notado é que olho princípio
para esses aí quem tá em casa por favor
não se assuste porque eu vou falar não é
só para enxergar outras espécies a gente
considera um pouco mais evoluída mas que
na minha concepção não tem uma questão é
mais evoluído do que o outro porque
estão bem adaptados Então já estão ali
porque já são alvos de algo
especializado né então nós temos
espécies por exemplo como a lampreia
O que são animais que não tem essa parte
aqui que nós temos da mandíbula né
tem os olhos mais parecidos bem
parecidos com o nosso tá Apesar deste a
gente comparar a a complexidade do
animal em geral e dentro da linhagem
evolutiva já se parece mais com a gente
porque quando a gente pensa em evolução
a gente tá pensando em modificações que
vem ao longo do tempo
a partir de um ancestral comum
então dentro de uma linhagem evolutiva
eu parto de um ancestral comum de uma
única espécie e vou
especializando vendo ganhando em
complexidade
em
especialidade então Alguns são mais
especialistas em determinado ambiente
outro se adequaram melhor a outro tipo
mas ele não fala assim parte de um Deus
Criador onde toda beleza a especiação é
única e cada um tem o seu bonito não
parte de uma espécie comum e eles vão
ganhando características adquirindo
características se especializando
principalmente de acordo com o ambiente
que esse melhor chá de Claro o próprio
pai da evolução Charles Darwin no livro
a origem das espécies
d1859 para esse ter apoiado a ideia de
que é impossível uma evolução produzir
tal complexidade a razão me diz que se
diversas gravações de um olho perfeito e
complexa para um muito imperfeito e
simples cada graduação sendo útil ao seu
possuidor podem ser demonstrada como
esse estende-se ainda mais o olho variar
mesmo que muito leve mente e as
variações sejam herdadas que certamente
é o caso esse qualquer vai a modificação
um órgão for útil para um animal sob
condições de vida cambiantes então a
dificuldade em crer que o olho perfeito
e complexo poder se ser formado pela
seleção natural embora insuperável a
nossa imaginação
dificilmente pode ser considerada a real
complexidade do homem é tão linda tão
maravilhosa que a minha teoria não
consegue explicar claro que nós estamos
falando de
150 160 anos atrás então quando eu penso
na complexidade do olho eu tô pensando
né a partir do que Davi falou de que
algo realmente tão complexo né com lente
super acopladas todo ele interligado ao
sistema nervoso então com o nervo com o
nervo ótico tô pensando na nossa espécie
né tô pensando agora na bom
então pensando no
nervo E aí sendo interpretados em outro
lugar voltando a resposta olha como é
bonita se alguém parte aqui
e eu estou olhando para lá
e é aqui que eu vou vir para mexer essa
musculatura para virar para cá
para enxergar o que está acontecendo
para interpretar e tomar minha decisão
muito rápido então para quem tá em casa
entender com que que eu posso comparar
não não tem

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