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A fé vem pelo ouvir

Autismo na Igreja – Glauco Ferreira – Palestra 02

Autismo na Igreja – Glauco Ferreira – Palestra 02




Fonte: IP Goiânia

Legendas automáticas:

e com pela manhã Quem esteve aqui
presente foi um momento muito muito
importante sua fiadora algumas algumas
informações estatísticas também que
pastor óculos trouxe nos levam apenas a
a informação mas como foi tipo hoje pela
manhã e conscientização e e Ação nós
estamos aqui como poderia expressão de
Goiânia nós estamos ainda nesse segundo
passo estamos ainda caminhando a
informação conscientização e Alguns
irmãos que estiveram aqui pela manhã foi
foi bom porque trocamos algumas
experiências ouvimos alguns relatos
pessoais na rede irmãos que já estão
trabalhando com a questão da inclusão
dos autistas né e outras crianças e
irmãos com deficiências físicas mas não
vamos a Deus por isso e vamos orar pedir
ao Senhor que nos abençoe nós hoje
teremos apenas a palestra hoje de manhã
nós estendemos um pouquinho horário né
foi foi muito bom e eu conversei com
pastor dela agora nós vamos ter um
pouquinho mais de palestra e aí aqueles
momentos teremos sua pergunta nós vamos
então su Ah tá bom tendo em vista que
amanhã 9:00 nós estaremos aqui de novo
de novo com ele tá bom vamos orar mas
que vamos falar com Deus começou a
cabeça e vamos pedir ao Senhor que nos
nos abençoe por esse momento juntos
senhor nós louvamos ao Senhor por que em
tua multiforme graça senhor tem se
manifestado para estão de forma
Salvadora a nossa e vou vamos ao senhor
pai santo porque essa mesma graça aqui
no salva é aquela que nos desafia e nos
nos impulsiona para a estrada levaram o
evangelho
àqueles que necessitam
nós vamos ao senhor pai santo porque o
Senhor tem dado despreendimento ao teu
servo pastor Glauco e através dele
parecendo muitas outras igrejas irmãos
têm sido despertados a olhar pai santo
com o mesmo olhar de compaixão e afeto
que o Senhor Jesus Cristo teve por nós
somos pecadores somos falhos entendemos
pai sempre que todos aqueles que estão
distantes de ti o presidente da condição
social física mas Salto São necessitados
da tua graça tua misericórdia por isso
Oramos ao senhor que a partir daquilo
que estamos ouvindo e sendo desafiadas
pela tua palavra pelas experiências
pelas diretrizes mais tanto que o teu
servo que o Senhor tem levantado no Esse
Ministério tem nos passado que SUS
porque suposta Quais são os donos não
apenas os motivar mas também passando
pelo desafiar agir sairmos do comodismo
a nos desprendermos país tanto aqueles
que precisam e necessita não só do nosso
acolhimento como igreja Mas acima de
tudo paz tanto serem apresentados ao
evangelho de Jesus Cristo o Senhor
abençoe essa parece que teremos agora e
que atua boa mão pai santo mais uma vez
a piedade de nós e os o teu servo Para
falar os nossos corações assim pedimos e
Oramos em Cristo Jesus amém seu pastor
Oi ok
E aí
a graça e paz amém pessoal
é uma alegria
poder dar continuidade aquilo que nós
começamos
construir hoje pela manhã certo então
com certeza o motivo de muita alegria tá
aqui
foi um dia bem intenso uma manhã bem
intensa a gente conversou com algumas
pessoas ao longo do dia e algumas
pessoas chamam lá no Direct e a gente
vai tentando responder e acolher a todo
mundo certo de manhã nós conversamos um
pouquinho sobre a estrutura básica do
ministério de inclusão né que a gente
precisa pensar falamos sobre a
importância da rede de apoio é a
importância da parceria com a família e
ressaltamos o quanto que aquilo de fato
é ao que é essencial que não dá para
negociar e falamos um pouquinho sobre
algumas estruturas que a gente precisa
pensar agora à noite a gente vai entrar
num tema um pouco mais específico Oi
gente vai falar ainda um pouquinho sobre
o desafio da inclusão na igreja tá e
depois a gente vai entrar numa condição
que a maioria dos autistas também
apresentam que é o transtorno do
processamento sensorial se você
perguntar para qualquer pessoa que qual
é a ideia que ela atende uma pessoa
autista na igreja a maioria dessas
pessoas vão dizer que os autistas então
na igreja e tampa os ouvidos na verdade
não são todos os autistas que estampam
os ouvidos Mas é isso acontece devido a
alterações sensoriais em esse sem sombra
de dúvidas é o nosso maior desafio é
o primeiro desafio que a gente tem a
conscientizar a igreja mas falamos sobre
isso hoje de você É de fato mostrar essa
demanda e mostrar essa realidade para
igreja e isso No que diz respeito à
implantação do ministério de inclusão e
inclusive de manhã umas das coisas que
nós destacamos e amanhã você mais
incisivo ao abordar isso
talvez a parte mais importante o que
mais precisamos motivar é para pensar no
ministério de inclusão é porque a gente
não tem a garantia se a gente vai
precisar de ir um dia né eu falo sobre o
autismo mais ninguém está livre de viver
e conviver com uma deficiência no seu
dia a dia Então hoje você consegue vir
para a igreja de forma autônoma mas você
não sabe se amanhã se será possível
então isso é talvez precisa Líder vai
ser o nosso principal a nossa principal
motivação certo então vamos lá para a
gente começar os desafios da inclusão na
igreja o autismo na atualidade ainda é
um mistério para maioria das pessoas
muita gente
não tem a mínima noção já ouviu falar de
alguma forma ou de outra eu até eu digo
o seguinte quando a gente viu o autismo
na mídia como a gente vê hoje é isso é
uma coisa recente 56 anos para cá talvez
a gente consegue perceber isso e forma
mais presente a gente já teve novelas
que tinham personagens autistas e
algumas séries que foram surgindo nesse
período com personagens autistas Mas é
uma é uma visibilidade que era
extremamente nova né até pouco tempo
atrás a gente não não via isso não tinha
essa condição
Então hoje muitas pessoas já ouviram
falar sobre o autismo Mas elas têm uma
ideia equivocada ainda sobre o autismo é
as pessoas ainda acreditam que a pessoa
autista ela não tem condição de fazer
nada quando na verdade a gente tem
autistas hoje casados com filhos
muitos deles com diagnóstico tardio mas
pessoas que conseguem viver uma vida se
desenvolver um trabalho e ele leva uma
vida praticamente É próximo daquilo ali
que nós erradamente chamamos de normal
né mas para a maioria das pessoas o
autismo ele ainda é um mistério Muitas
pessoas não fazem a mínima ideia do que
de fato é o autismo é para algumas
pessoas o autismo também pode ser motivo
de desconforto hoje na hora do almoço eu
pastor e hoje encher conversarmos sobre
uma criança autista em que percebeu
dentro da igreja infelizmente que na
classe das crianças todas as vezes que
ela tentava se juntar a um grupo de
crianças as demais crianças saíram de
perto dela e isso a gente vai fazer uma
consideração porque elas são crianças tá
ele deixa o falar algo aqui tem uma
frase que eu gosto muito do Nelson
Mandela ele diz o seguinte ninguém nasce
odiando outra pessoa pela cor de sua
pele por sua raça por sua etnia
E essas pessoas podem ser ensinadas a
odiar elas também podem ser ensinadas a
amar
é né criança não tem preconceito
preconceito é coisa de gente grande mas
infelizmente as Finanças muitas vezes
elas repetem o comportamento e o exemplo
que elas têm em casa muitas vezes ou
então ela segue orientação de alguém que
disse para não chegar perto para não se
aproximar como se fosse ter algum
prejuízo com isso então mais do que
nunca a gente precisa do cartão BEM as
nossas crianças Eu tenho convicção até o
dito isso que eu sei que muita das
coisas que a gente está plantando a
gente não vai poder
se mais alguém vai correr em algum
momento alguém vai usufruir do trabalho
que a gente está começando e com certeza
se você se comprometer com essa causa em
algum momento alguém vai colher o fruto
que você vai começar a plantar e semear
de tudo todos os princípios bíblicos
existe um princípio que ele basicamente
um processo de fé para se cumprir que
além da semeadura o que você Plantar
você vai correr
e o que você plantar vai dar fruto pode
mandar fruto de modo que você usa o
filme do filho mais velho dá fruto para
alguém então a gente precisa cuidar na
nossa Ficou ali eu fiz uma laje com
Pastor Jeremias ano passado ele liberou
uma palavra sobre a vida do meu filho
Evangelho de Lucas Capítulo 10 Versículo
dois diz que a Seara é grande
mas os trabalhadores são poucos vamos
orar para o Deus a Seara enviar mais
trabalhadores para sua obra e esse tem
sido um desafio encorajar pessoas a de
fato acreditarem que é possível
investir a sua vida em algo que é porque
é possível e eu não tenho dúvidas de que
a igreja ela tem um potencial enorme de
refletir para a sociedade aquilo que
está acontecendo dentro dela quando ela
decide se importar com pessoas
certo é só para gente dar continuidade
então autismo ele ainda é um mistério
para muitas pessoas
o que deixou a blusa lá de meu celular
que ele ficou um pouco longe
e vamos lá e motivo de desconforto para
alguns infelizmente
é a conscientização sobre o tema é de
relevância fundamental
o atual e permeia a realidade de muitos
brasileiros é estatisticamente falando a
gente não tem números concretos vamos
ter isso agora no próximo senso que
deveria ser 2020 mas por conta da
pandemia ainda não aconteceu né mas
estima-se que o Brasil tenha mais de
dois milhões de pessoas autistas
espalhados pelo país esse número é mais
do que isso e quando a gente manda para
essas pessoas um autista não está
sozinho
É no mínimo no mínimo na pior das
hipóteses ele tem pelo menos uma mãe com
ele quando não uma família bom então é
muita gente Para gente
de fato se preocupar e E servir como
igreja né ah você me Islândia
e o processo de formação do sujeito é
altamente atravessado por suas vivências
e experiências na infância sendo que um
bom ambiente uma boa rede de apoio
mostram-se essenciais
para o seu desenvolvimento a pensar Quem
é você hoje já fiz essa pergunta quem
sou eu quem sou eu pastor Glauco nós
somos resultados uma história
e se você olhar para sua vida você vai
ver que tudo que aconteceu com você
desde quando você se entende por gente
de alguma forma contribuiu para que você
se tornar se a pessoa que você se tornou
hoje isso acontece com todo mundo as
pessoas autistas têm compreensão daquilo
que acontece à sua volta uma pessoa
autista consegue perceber quando ela
está sendo discriminada
e ela consegue perceber quando ela
excluída ela consegue perceber quando as
pessoas fazem questão da ausência dela
Ah entendi então assim tudo que a gente
vive como ser humano essas pessoas
também experimento e o processo de
formação do sujeito ele é atravessado
por todas essas experiências
e
eu sempre digo o seguinte em todas as
pessoas que passam pela nossa vida nas
deixam um aprendizado todas sem exceção
O pastor mais Fulano era um péssimo
exemplo mas ele me ensinou a não ser
como ele
E isso acontece com todo mundo e pessoas
autistas elas precisam de referências
E então como igreja a gente fizesse
importar também nesse sentido nesse
quisito vamos lá já falei das
estimativas temos que o Brasil tem mais
de 2 milhões de autistas essa forma é de
suma importância compreender a situação
da criança com transtorno espectro
autista bem como a melhor forma de
auxiliá-la no seu processo de interação
social nos mais diversos espaços
inclusive na igreja tá isso no contexto
social como um todo quando a gente vem
para igreja o autismo no contexto
Eclesiástico vou falar algo aqui e eu
recomendo que você não faça o que eu vou
falar aqui eu já fiz isso por você se
você for numa rede social hoje vai lá no
grupo de Mães de autistas no Facebook
perguntar para elas se ela já viveram
uma experiência ruim na igreja eu aposto
com você que você se deprime antes do
terceiro comentário
em quais experiências e com as coisas
que a gente lhe eu contei um caso hoje
de manhã e foi um caso que viralizou nas
redes sociais mais aquilo ali acontece
todos os dias isso
que acontece que nem todo mundo tem
coragem de denunciar e muita gente não
tem nem forças para fazer isso prefere
desistir
ou prefere desistir então
infelizmente é uma breve pesquisa sobre
o autismo
nas redes sociais é capaz de revelar de
forma assustadora o quanto precisamos
avançar forma igreja para responder essa
demanda emergente
por não conhecer o autismo
o ou por não saber que suas
especificidades e comorbidades que podem
estar presente
e em muitos momentos as pessoas autistas
e seus familiares passam por situações
constrangedoras e traumáticas no
ambiente que deveria ser de acolhimento
e inclusão e amor
muitas famílias existentes frequentar a
igreja após o diagnóstico de autismo dos
seus filhos é uma realidade dura que
esbarra um despreparo das nossas
estruturas aliado à falta de compreensão
e intolerância ao diferente
hoje pela manhã eu fiz um comentário que
o nosso maior desafio não é da igreja
cheia amanhã
nosso ao Desafio na segunda-feira qual é
a transformação que a gente vai levar
quando sair daqui maior desafio da
igreja dialogar com os as demandas os
desafios do seu tempo esse é o nosso
esse é o nosso desafio como igreja o
desafio da igreja presbiteriana em
Goiânia ela desafio da igreja
presbiteriana em outros lugares é o
desafio da Igreja Metodista de todas as
igrejas
o maior desafio
responder à demanda que tá fora da
igreja respondeu os desafios desse tempo
até o tempo atrás não se falava sobre o
autismo e hoje a gente já tá graças a
Deus tendo uma certa visibilidade sobre
esse tema então a gente que se
posicionar também em relação a ele e
mostrar que a igreja de fato se importa
com isso
certo a vida apresenta várias
referências que nos mostram que a
inclusão é aqui chama o coração de Deus
desde os tempos mais remotos a mãe a
gente vai entrar especificamente na
questão bíblica como eu falei pela manhã
geralmente a gente começa esse
treinamento falando pela bíblia mas a
gente vai encerrar ele com a Bíblia
amanhã pela manhã e com certeza será um
tempo muito especial porque a gente vê
uma preocupação da parte de Deus com as
pessoas com deficiência desde os tempos
mais remotos desde o antigo testamento
e a gente vai perceber que desde muito
tempo essas pessoas estavam ali e Deus
declaravam cuidado sobre elas embora
muitas vezes o povo não tenha entendido
que Deus estava falando Mas uma hora a
gente avançar aqui onde foi que nós nos
perdemos já acabei vamos usar tanto a
referência onde foi que isso ficou pelo
caminho né a gente a gente vive uma
realidade a gente vive um tempo é
e como a cultura que eu costumo dizer
que nós temos muitos Vícios
eclesiásticos e o primeiro e o mais
forte deles é quando a gente insiste em
acreditar que tudo se resolve com oração
a oração termina com ação não é à toa
não é por acaso na verdade então assim é
a própria Bíblia dizer que a festa em
sem obras é morta
a gente vai orar sim para Deus abençoar
essas pessoas vai orar para Deus nos dá
clareza e entendimento mas a gente
precisa fazer alguma coisa em muitos
momentos a gente precisa fazer alguma
coisa então esse é o primeiro vice é o
mais presente mas tem outros vícios como
por exemplo pessoas que associam o
autismo é
pessoas que acreditam em reencarnação
por exemplo que de forma religiosa se eu
posso dizer assim não viesse religioso a
isso aí aconteceu porque no passado ele
foi uma pessoa ruim
e muitas pessoas que choram isso não é a
nossa crença não é a nossa fé mas pode
chegar um questionamento desses ou então
se nasceu autista é porque alguém estava
em Pecado
volta lá em João novos questionamento
dos disse-vos Então são questões que a
gente precisa é de fato tirar isso da
agenda da igreja e como que a gente vai
fazer isso
o reforço a tecla que nós apertamos de
manhã e educando a igreja
o educando a igreja trazendo informação
se expondo uma realidade respondo-te não
dá para ficar inerte diante é uma
situação que está cada vez mais presente
entre nós ciúme em cada 44 crianças
estão no espectro autista a gente é
tem mais do que do que
motivos para se preocupar com isso
é como eu falei de manhã e foi muito
legal conversar com a família que tá
aqui com a gente porque o filho deles um
pouco mais velho do que o meu tá com 19
anos e com certeza ela se viu sozinha
por muito tempo não conhecia outras
pessoas ou conhecer a sua poucas pessoas
ali porque não sei quem diagnóstico e
hoje é possível que quase todo mundo
conhece pelo menos um casal com filho
autista
então só uma realidade que a gente
precisa se preocupar certo
então sem sombra de dúvida eu fico muito
feliz de saber que sair da minha casa
nesse final de semana sair do meu
conforto deixei minha família lá para
achar que com pessoas assim de fato
estão dispostas a gastar sua vida na
Nobre missão
e edificar uma igreja para todos
edificar uma igreja onde todos possam
participar do que acontece nela uma
igreja que se importa em que todos
participem de forma ativa
as pessoas que entenderam que há muita
diferença entre inclusão e segregação e
inclusão e integração como nós vimos
pela manhã certo avançando aqui
compreendendo o autismo
e as dificuldades na interação com o
ambiente o que que o autismo é tão
desafiador para igreja
o motivo Ele é um transtorno do
neurodesenvolvimento
estar um hífen Sem querer aí que eu
mandei o slide
a desconsidera exijo que provoca
comprometimento de dificuldades da
comunicação nas relações sociais e
afetivos e com comportamentos
estereotipados restritos E repetitivos
como eu falei pela manhã essa definição
é do dsm 4 que vigorou até a 2013 no
dsm-5 ela não trata isso como uma triste
tá tá com uma uma dia de alterações
na socialização e no comportamento
atualmente se trata dessa forma mas como
eu falei de manhã eu prefiro fazer essa
separação que vocês vão entender no
slide aqui por quê que é tão desafiador
para ele certo então vamos lá
esse comprometimento também são
conhecidos como trilha de no autismo lá
pela dsm-4 para falar de inclusão na
igreja necessariamente é preciso
considerar os aspectos relacionados a
essa Tríade bom então vamos lá vamos com
essa Trend que hoje é dia de mais a
gente entender
três anos de comprometimento uma pessoa
autista apresenta
a dificuldade de ser a sua interação
social na sua socialização
dificuldades na sua comunicação verbal
ou não verbal e dificuldade alterações
também no seu comportamento
e hoje atenção no saquinho quando a
gente fala comunicação verbal e não
verbal a gente precisa entender duas
coisas primeiro que
comunicação não é só aquilo quer falar
de ouvido
em um ambiente Comunica a expressão
facial comunica o que acontece ao redor
comunica
Então isso é importante e segundo
segunda questão que a gente precisa
entender é que falar nem sempre a
comunicar
quem tem crianças que falam
repetem apresentam em Olaria repetem o
que houve mas essa fala não tem função
então para ser comunicação é necessário
de forma assim muito essencial que se
tenha
a fala da comunicação falada que se
tenha uma mensagem transmitida e um
código para você enviar essa mensagem aí
você tem a comunicação uma fala que não
é funcional a criança que por exemplo
repete o tempo todo a frase do desenho
Pode até ser que alguns momentos ela ela
consiga acertar aquele que quer falar
quer falar consiga demonstrar ali a sua
vontade mais geralmente não é isso que
acontece geralmente são falas
inapropriados um por um momento e que
não fazem sentido num primeiro momento e
agora olha que interessante eu vou
trazer um caso nosso meu filho quando
era mais novo Teve uma época que por não
falar ele em muitos momentos ele pegava
trechos de vidro de vídeo do YouTube e
ficava martelando aquilo até a gente
entendeu que ele queria
bom então por exemplo tem um vídeo da
Turma da Mônica que do cine gibi da
Mônica que quando ele queria ir para o
cinema Ele começava colocar aqui ele
ficava martelando aquela mensagem até a
você quer ir para o cinema Então a gente
vai no cinema
Ah entendi então vou falar não sempre
comunica assim como não falar não quer
dizer que não existe comunicação ele
pode comunicar de outras formas pode ser
comunicar é por cartões por Packs com
como é uma técnica que existe uma
ferramenta que existe hoje em dia
existem dois aplicativos que são bem
legais um deles é uma plaquinha quiser
baseado em Packs inclusive que a criança
seleciona ali o que que ela tá sentindo
o quê que ela quer e o aplicativo fala
por ela porque ela não fala então ela
seleciona a imagem a imagem
transmite ali o áudio né mas tem uma
mensagem e tem também um aplicativo que
chama pictopia os dois são gratuitos que
para organizar a agenda última dessas
crianças
o macaquinho açafrão o sal muito pouco
já não faz eu não tenho necessidade de
usar mas aprendeu usar sabe usar se
precisar assim como o pecs também ele
foi treinado nupex desde cedo então
é muito importante a gente O que acham
da comunicação e
e quando a gente olha para trilha de que
eu falei que ia separar que vai
trabalhar com a trilha de com vocês
porque a gente tem as alterações
comportamentais no autismo e geralmente
na maioria das vezes alteração
comportamental uma autismo é resultado
ou do excesso de interação social ou do
excesso de comunicação aí pode ser tanto
a comunicação
como a gente está acostumado como os
estímulos presentes no ambiente Então
são questões que a gente precisa
entender o excesso da interação social
ou o excesso da comunicação eles
geralmente provocam alterações nesse
comportamento certo avançando aqui olha
que interessante quando a gente olha
para a igreja a gente enxerga dentro da
igreja também uma Tríade
é só que duas duas coisas que a gente
não pode tirar e uma a gente não pode
tirar uma gente pode mexer
os itens vamos lá Existe Igreja sem
gente
e derruba o prédio a igreja continua
Amém Então existe igreja sem pessoas
e a Igreja
São as pessoas
não existe igreja sem comunicação sem a
palavra que é pregada sem os cânticos
sentindo que acontece também não existe
e agora vamos lá o excesso de pessoas o
excesso de interação social aliada ao
excesso de estímulos sensoriais e também
de comunicação Em alguns momentos ele
pode alterar o comportamento de uma
pessoa autista e na igreja nós temos
regras de Conduta daquele que nós
chamamos
irreverência do culto né É deixa eu
falar uma coisa para você que Jesus não
morreu por reverência
a Jesus morreu por pessoas para dar vida
para mim e para você
a Jesus morreu para que o autista
tivesse vida também e a sua família
também Pastor tá falando então que a
gente vai ser irreverente Não não é isso
mas vamos lá
das crianças autistas têm aqui algumas
delas anda pela igreja em algum momento
uma das crianças autistas que tem na
igreja alguma mentalizando bom pela
igreja ou os quais tem que ficar de
segurando tentando conter
as vezes sim né Então deixa eu te falar
o que acontece quando uma criança
autista tá no banco e de repente falar
no último bom gente ela levanta e vem
aqui na frente Senta aqui na frente
no primeiro tá andando no meio da
palavra Só que as vezes ela faz isso
para não ter uma crise
a sua safra estivesse aqui tá certo de
não é um culto então ele é minha voz não
incomoda porque ele tá acostumado com
ela mas se fosse um culto por exemplo
ele anda a igreja toda até encontrar um
lugar que para ele fosse confortável
sensorialmente e eu até imagino de
ficaria muito provavelmente Ele ficaria
bem aqui assim primeiro segundo ou
terceiro Banco Do lado de carro Porque
possa a posição da caixa de som
bom então eu já conheço as manchas eu
sei que você escolhesse um lugar ele
provavelmente irá rodar rodar rodar e a
parar aqui porque para ir a um lugar que
é mais confortável
Então usa acessos tanto de interação
social como de estímulos sensoriais e
comunicação eles vão alterar o
comportamento e aí a gente vai ver um
pouquinho sobre o comportamento daqui a
pouco e aí multimodas autistas
apresentam alguns comportamentos que é
justamente para se auto-regular e não
tem uma crise
e eles começam a aprender Que tipo de
estímulo que eu preciso para minimizar
esse botão Por exemplo quando uma
criança entra na igreja e o som tá alto
para ele mas tá normal para igreja né
mas ele tem uma hipersensibilidade ali e
ele começa a tampar os ouvidos em casos
mais graves além de tampar o vidro ainda
vai ficar o vocalizando alguma coisa na
verdade o que ele quer além de minimizar
a forma como são chega é que aquele som
que ele tá fazendo a voz que ele tá
fazendo ali e da minimiza frequência
consigo abaixar um pouco da frequência é
quando a safra era mais novo por exemplo
barulho barulho e furadeira provocar uma
crise a na certa as vezes eu não tava
nem um vinho de direito
mas a frequência o mesmo estando
distante aquela frequência incomodava
ali eu tive uma igreja lá no Rio
ministrando então garoto lá o Daniel Ele
tem 8 anos e Daniel cama e para igreja
tá incluído tá muito acostumado e para
igreja e eu fui ao treinamento como Oi e
ele sentou dentro da igreja a mãe dele
não tinha com quem deixar ele levou ele
e o Daniel começou o tempo todo
vocalizar
Oi e aí no meio da palestra o finalizei
para o pastor falei ele sempre faz isso
aí tem que tá interrompeu ali né a
palestra ele não tô pensando aqui tá
fazendo hoje eu fui não eu sei o que que
tá fazendo aí eu parei de falar eu
fiquei 1 minuto e meio
cronometrado relógio sem falar e ele
ficou um minuto e-mail sem emitir aquele
som que estava emitindo quando eu voltei
a falar de começou de novo porque porque
a frequência da minha voz é estranha
para ele não era o volume Não tava com
barulho mas a frequência da minha voz
era Estranha para ele então a minha avó
estava incomodando a ponto dele precisar
se auto-regular ele tá então isso
acontece na igreja não dá para tirar a
gente na igreja não dá para tirar a
comunicação da igreja mas algumas coisas
a gente pode ser um pouco mais tolerante
a gente precisa organizar a nossa agenda
E se eu tenho uma criança com autismo
aqui gente se oferecer alguma coisa para
ele eu vou trazer alguns recursos
algumas ferramentas que podem ajudar
vocês alguns detalhes que para nós foram
cruciais de manhã eu falei de alguns
posso até repetir para reforçar e outros
que eu vou apresentar hoje e mais uma
vez que você vai pensar nisso junto com
a família Então vamos lá não tinha que
acontece nesse ambiente
e se você tem de um lado alguém que tem
prejuízos na interação social e bota ele
no ambiente cheio de gente bater um
short se ele tem prejuízo na comunicação
e no lugar tudo comunica porque tudo
aqui comunicou ar condicionado Comunica
a luz comunica estava mais claro agora
pouco agora vamos dar um pouco mais
escuro tudo isso comunica
bom então é uma segunda questão é
ia ser aquele questão comportamento
e
os dois excessos podem alterar o
comportamento dele e ele vai se
comportar de alguma forma ou a gente
promove algumas ferramentas ou a gente
não consegue
evitar uma crise por exemplo agitação
por exemplo vamos lá avançando um
pouquinho e por que que geralmente isso
ocorre
e estima-se que mais de noventa porcento
das pessoas diagnosticadas com autismo
também tem o transtorno do processamento
sensorial
e
vamos lá
rotação de processamento sensorial é um
conjunto de alterações
na forma como o cérebro recebe e integra
e organiza informações
para realizar uma atividade e cumprir
papéis sociais de uma maneira geral
Nossa interação com o ambiente que nos
cerca acontece por intermédio dos nossos
sentidos no indivíduo com TPS os
estímulos recebidos não são processados
de maneira eficiente ocasionando
alterações importantes e influenciam
diretamente a maneira como se responde a
esse estímulo deixa eu pegar o exemplo
do dia a dia que para você quem já teve
a infelicidade de colocar a mão no ferro
de passar Kent
em qual a nossa reação pode fazer eu
quero ver tua reação bota o bota a mão
assim você tem um ferro de passar Kent
encosta nele
e se você tiver desavisado e alguém
chegar para o ferro de passar encostar
em você dizendo que tá quente a gente
realiza a mesma forma por quê que isso
acontece porque nós já sabemos que o
ferro no passado quente aquela
informação daquela temperatura ali ela
sinaliza para nós a gente compreende
isso que ai que legal oferece o risco eu
vou me queimar se eu encostar a mão e
ficar eu vou me queimar
e isso é uma resposta
do nosso processamento sensorial a
aquela entrada sua sensorial então assim
toda entrada sensorial ela vai provocar
em nós uma resposta
tá quando a pessoa tem alteração no seu
processamento sensorial essa resposta
muitas vezes não é a resposta que se
espera então por exemplo você pode ouvir
as pessoas dizerem por exemplo que
crianças autistas não sentem dor na
verdade muitas vezes é não saber
expressar essa dor ou não sabe sinalizar
essa dor
entendi por que por questões no seu
processamento sensorial Então por saber
sensorial gente recebe as informações do
ambiente fio vai para o sistema nervoso
central e é processado integrado lá pelo
nosso cérebro e dá a resposta adaptativa
para que ela condição certo de uma
maneira muito simples a grosso modo é
como se o processamento sensorial fosse
um filtro
Ah tá pois fica bem claro com a gente a
nossa proposta é que ninguém sai daqui
especialista nisso mas é como eu falei
de manhã com algumas pessoas ficavam
aqui traduzir algumas coisas de fato
ninguém vai sair daqui para um
consultório mas a entender porque
algumas coisas acontecem então de uma
maneira sem muito muito muito simples é
como se o processamento sensorial fosse
um filtro e aqui você imagina o seguinte
você tem ali os cinco sentidos que você
aprendeu na escola como eu falei de
manhã além desses sentidos tem mais dois
mas eu posso inserir o terceiro ali
inclusive E também o sistema límbico
então poder atender as duas colunas ele
e em tese
e é como se todos os nossos sentidos
estivessem em equilíbrio quando você não
tem alteração no seu processamento
sensorial Então você sabe identificar
ali um som quando ele tá alto e aquilo
que te incomoda um pouco Mas no geral
você tem um controle ali é de se adaptar
aquela condição então isso acontece na
qual a visão condição com o fato contato
com paladar é mas também acontece com
outros sistemas
outros integrantes esse sistema que pode
ser que você nunca tenha ouvido falar na
vida como se chama vestibular que está
relacionado à questão do teu equilíbrio
a questão da tua posição em muitos
momentos a questão do movimento olho e
cabeça sucesso que direção em alguns
momentos é também não se a sua própria
acepção a percepção do próprio porco né
e também nas suas intersecções com
sensores que você tem dentro de você que
vão sinalizar para você a hora de ir
para o banheiro e você vai usar para
você a hora de comer que uma sinalizar
para você a hora de beber a água então
por exemplo uma coisa que é muito comum
em crianças com autismo e até adulto
adultos autistas
seletividade alimentar
muita gente acha que seletividade
alimentar se resolve só com o
nutricionista e na maioria das vezes não
não sei que ela seja especialista em
seletividade alimentar mas geralmente
esse trabalho o conjunto feito com A
Terapeuta ocupacional por quê Porque
essa área é uma ara da terapia
ocupacional
é área de dar função
ou para o corpo função é para esses
temas certo então
é a grosso modo é como são as porcelanas
sensorial fossem isso uma linha de corte
ali que daria o equilíbrio para os
nossos sentidos e funcionaria de uma
forma equilibrada e você conseguiria
lidar com tudo que acontece a sua avó
quando a gente fala de pessoas que têm
Essa alteração é como se acontecesse
isso
e a linha de Equilíbrio continua ali
bom e o que é que a gente tem agora a
gente tem partes alguns sentidos que tem
um nível de resposta mais baixo e outros
que tem um livro de resposta mais alto
quem sabe a criança de tapo ouvido a
criança que tá por vida ela tem um nível
de resposta alto por isso que ela se
protege dele mas se você tiver uma outra
criança com autismo que tem
uma aí pô responsividade a tendência é
que ela busque pelo barulho
Entendi então tem muita gente Já acharam
para ficar colheu autista é só abaixar o
som não porque tem autista que vai
preferir o som alto
hoje a gente consegue equilibrar isso
quando a gente traz acomodações
sensoriais para falar disso daqui a
pouco mas só para a gente entender isso
não é um padrão tá Gente vocês tão vendo
aqui não é um padrão
por exemplo
e nessa figura nesse desenho o primeiro
ali é o da visão e ele tá com nível
baixo de resposta
é o segundo da audição tá com nível alto
mas poderia ser um universo por isso
estou autismo é tão desafiador quem tava
aqui de manhã Lembra que eu falei que
não existe material adaptado lembra
disso
é porque o filho da Madeira adaptado ele
é para cada um material adaptado ou não
é para um grupo ele adaptado para alguém
entende então quando a gente fala a
ficha que eu nem lanchei de manhã mas eu
vou mostrar o caminho para vocês
baixarem ela depois
a ficha é exatamente para ajudar nesse
sentido para essa pessoa que específico
como que eu vou ajudá-la
o que que eu posso fazer para ajudar ele
assim incluído nessa nessa classe para
aprender aquilo que a gente vai ensinar
hoje então material adaptado para alguém
vamos lá quando alterações no
processamento sensorial os estímulos são
percebidos de forma mas ou menos
intensas
há mais ou menos intensas
resultando em níveis de responsabilidade
alterados ou seja o indivíduo pode ser
hiper responsivo ou ele pode ser hipot
responsiva aos estímulos que recebem e
isso influencia diretamente no processo
de inclusão então lembre o seguinte
hiper é tudo aquilo que é grande IPO é
tudo aquilo que é pequeno né E como que
isso acontece na prática de forma
inversamente proporcional
e se em um desses sentidos essa pessoa
tem um nível baixo de resposta a uma
tendência que ela busque mais por esse
estímulo então por exemplo é
uma criança que tem ali dificuldade com
a sua própria concepção vai ser uma
criança de vai correr o tempo todo para
sentir o próprio corpo vai pular o tempo
todo para sentir o próprio corpo
é uma criança que tem é o nível de
resposta alto a hiperresponsividade
notado que que vai acontecer ela vai
evitar o toque
e ela vai evitar ser tocada
E por quê Porque qualquer coisa incomoda
a criança que é
hiporresponsiva na sua audição ela vai
querer barulho se o barulho não fosse o
suficiente para ela não vai arrumar
alguma coisa para bater ela vai arrumar
alguma coisa para fazer um aluno
e Em contrapartida se ela for
hiperresponsivas ela vai evitar
provavelmente vai tampar os seus ouvidos
ou naturalmente a família já sabe vai
trazer ela para igreja com abafador e
não quer dizer que ela não esteja
ouvindo
a sua boca do Sol aba faz uma lula o som
certo Então como que a gente vai ajudar
esse indivíduo imagina esse indivíduo
que chega aqui com o comportamento com
com o processamento sensorial
alterar-se a gente não faz nada
fatalmente ele vai buscar ou vai levar
ou buscar esses estímulos ou vai fazer
algo para tentar evitá-los
Ah tá vou dar alguns exemplos
primeiro exemplo eu já até comecei se
tarde de manhã eu vou continuar citando
agora o asaf o meu filho ele tinha dois
anos e meio mais ou menos 2 anos e 10
meses caminhando para os três anos ele
era uma criança que ele não parava não
parava sentado porque que ele não parava
sentado porque a própria concepção dele
era prejudicada ele era hiporresponsivo
da sua própria acepção
e Em contrapartida era ipe responsivo na
sua audição
qualquer barulhinho baixo é o suficiente
para chamar sua atenção
bom então ele era uma criança te ele
sentava na frente da televisão ficava 30
40 segundos ficava com a audição
hiperestimulada E como que ele com
pensava isso era buscando o estímulo da
própria secção ele ficava 30 40 segundos
sentado na frente da televisão e dois
minutos e meio três minutos correndo e
pulando dentro de casa agora você
imagina uma criança que tem esse
comportamento o tempo todo da hora que
acorda até a hora que vai dormir
e
aquelas bolas coloridas de criança
deu-nos a
e não duravam mais do que cinco minutos
até o dia que a gente teve um Insight
pode ser isso comprava aquela bola vai
brincar em chegava em casa cinco dez
minutos a bola tava estourando comprava
duas em cinco Dez minutos tava chorando
as duas porque ele sentava em cima da
Bola e começar a ficar em cima dela até
o dia que eu percebi que minha cara
quando ele tá em cima da Bola e não para
de correr a mesma hora voltei para rua
comprar bola de pilates para essa bola
vai chorar mas a gente lados ele não
histona não tem peso para tirar resolveu
resolveu a correria
E você tava na frente da TV o barulho
incomodava a necessidade dele de sentir
o próprio corpo agora não era suprida
por renda era suprida clicando em cima
da bola
o mais impressionante foi no primeiro
ano dele na escola ele não parava na
sala de aula o mais impressionante
depois de um tempo quando a professora
rematou essa agitação na sala de aula a
gente vamos trocar a cadeira tira a
cadeira fixa uma cadeira de computador
para ele e resolveu de novo a situação
de com a cadeira do computador até hoje
ele usa uma cadeira dessa na escola e
segura ela Ajeita o corpo e ele se
regula e continua focada naquilo que tá
fazendo aquilo que está sendo ensinado
para igreja no começo a gente levava a
bola de pilates hoje já não precisa mais
mas que a demanda não é tão longa né não
é bom período escolar de 4:30 5:00
Esse é o ponto segundo.
e ele tinha o tato muito alterado até
hoje tem não é tão intenso mais mas por
exemplo Asafe ele é uma criança muito
bruta
E por quê Porque ele não gosta de
carinho com ele tem que ser brutalidade
você quer ver de ficar feliz para você
deitar em cima dele é você apertar ele
adora isso chegou com carinho ele sai de
pé porque o tato dele o tato dele é
muito sensível o toque profundo é
próprio excepção
bom então ele sente o toque profundo
isso dá prazer para mim
eu só queria acho que todo mundo é igual
eles e chega para fazer um carinho ele
enfia a mão a mão dele é pesada
entende como que a gente fez por muito
tempo para protegê-lo do toque bem a
gente igreja
criança todo mundo quer pegar tu não
quer botar a mão na verdade
criança nunca vi Se tem uma coisa que as
pessoas gostam de colocar a mão em
criança pra vocês a gente sente saudade
quando o filho era pequeno ou se a gente
está sonhando e tem um filho tem um bebê
para segurar a criança para segurar e aí
quando a gente conseguiu junto com a teu
a traçar um perfil sensorial dentro que
a medida que é estimulado se desenvolve
também é
e a gente percebeu que tinha uma maneira
de protegê-lo do toque e ele começou
usar roupa de Lycra por baixo da roupa
só que penso o seguinte Rio de Janeiro
Rio 40 Graus tem uns 50 graus hoje em
dia
é mas foi uma coisa que ajudou o sabia
que frequentava a gente sempre dava um
jeito de que somente fossem climatizados
mas foi uma coisa que protegeu ele por
muito tempo e também foi uma acomodação
sensorial ele estuda numa escola que eu
lhe informo da escola uniforme
tradicional bermuda bermuda ou calça de
brim material assim e a camisa social de
botão ele nunca não conseguiu usar a
hipótese nenhuma aquele tipo de tecido e
nem sentir os botões e a parte e aberta
da camisa
esfregando nele por conta do Tatu para
escola era a mesma coisa uma camiseta de
Lycra de compressão por baixo e uma
bermudinha de Lycra por baixo da bermuda
da escola mais um ano assim e depois a
gente conseguiu tirar então só um
detalhes tudo que eu tô falando aqui são
acomodações sensoriais são maneiras de
proteger essas crianças quando a gente
entende o perfil sensorial dela o
sabidinho se às vezes a família não sabe
é bom a gente saber para recomendar
aquela busque ajuda nesse sentido a
gente consegue proteger essa criança
se você precisar a maioria dos autistas
têm
tem dificuldade para cortar cabelo e
cortar a unha agora que Eu reconheci a
Jéssica Deus abençoe a Jéssica terapeuta
ocupacional e ela pode dar resposta tudo
que eu tô falando aqui
quem
sabe qual é a sensação sabe o que que é
difícil para um autista cortar o cabelo
porque ele sente dor quando corta o
cabelo
se ele tiver alteração sensorial
importante ele sente dor o barulho da
tesoura provoca dor nele o barulho da
máquina vibração da máquina sobre a sua
pele provoca dor tem um amigos autistas
E como eu já falei
no último momento seu eu recorro a eles
antes de conversar com os profissionais
para ter uma opinião de quem tá dentro
do autismo e a outra quem tá trabalhando
com autismo e tentar chegar no centro
comum e eu aprendi isso com eles
Inclusive eu sabia que ela viu o
incômodo mas a questão de sentir dor e
de fato o açafrão para cortar a unha tem
que estar no sono mais profundos e foi a
unha do pé e da mão não da mão é
tranquila Zé pede para cortar agora a
unha do pé está no chão muito profundo
porque senão não deixa chora não entra
em crise porque para ele ainda é muito
difícil
bom então quando a gente entende isso
quando a gente fala de acomodação
sensorial elas vão ter para criança na
igreja duas importâncias bem específicas
a primeira delas é você proteger essa
criança
Ah tá e a segunda delas é você
conquistar atenção dessa criança porque
o que acontece
vamos lá dentro desse perfil sensorial
se eu tenho uma criança hiper responsiva
o nível de alerta dela é muito alto eu
preciso Minimizar esse estímulo para que
o nível de alerta dela de se você não
seja um pouco abaixado e ela se Encontra
comigo naquele
naquele equilíbrio ali para poder dar
uma demanda para ela Em contrapartida
seu livro de resposta baixo eu tenho que
oferecer muitos estímulos para que o
nível de alerta dela aumente a gente se
encontra ali no equilíbrio que a gente
vai ter uma troca geralmente quando a
gente entende isso e a gente oferece a
ferramenta adequada aquilo que ele
precisa a gente ganha primeira troca de
olhar com autista
e quando esse estímulo chega como ele
precisa chegar se ele a
hiperresponsividade com muito estímulo
você não vai conseguir atenção dele
porque o nível de alerta dele tá alto
para outras coisas se ele é
hyporesponsive sabe aquelas crianças que
ficam é aparentemente desligadas no que
tá acontecendo no ambiente é porque o
livro de resposta dele é baixo então a
gente precisa oferecer muito estimo para
comigo e Alerta dela aumente e ela
consiga ter uma troca com a gente então
quando a gente entende isso a gente pode
pensar nessas acomodações aí vamos lá o
que eu falei aqui falei da bola de
pilates que foi uma falei da roupa de
Lycra que foi outra
eu
falei de manhã eu vou repetir agora
sobre o abafador
tem crianças que aceitam o abalou isso é
uma coisa importante que eu não quero me
isolar de vou falar aqui como eu falei o
WhatsApp ele tinha um nível alto na
audição mas tá mentindo alto no tatu
Então tinha dois problemas que não dava
para resolver é porque um atrapalha o
outro como que você coloca o abafado em
alguém que não suporta um toque
Ah entendi então o contato do abafador
com a pele na região da urina ele
chegava abafador na hora e ficava em
dúvida de qual time seria pior
e quando a gente traçou como você
entender o perfil sensorial dele
e
era um período que ele não conseguir
entrar na igreja
eu entrava na igreja
e começava o culto ele entrava em que
eles enchem que sair às vezes ficar
dentro do carro na frente à porta da
igreja resolvia as vezes Tinha que botar
no carro levar para casa
foi assim por um período até que um dia
de madrugada estou em 2013
bom hoje graças a Deus eu falo isso a
gente tem muito material em português e
muita informação
é muita coisa tem bons canais no YouTube
tem muitos livros com preços muito
acessíveis
que você consegue até ensibo dependendo
da situação mas há um tempo atrás a
gente não tinha não tinha o material era
tudo muito escasso era todo mundo
difícil E aí eu lembro que foi um
período assim que eu dormi muito pouco
do meu remédio de duas a três horas por
dia ele trabalhava de dia chegar lá em
casa ficava com as árvores para Angélica
teu tempo dela e à noite eu estudar
sobre o autismo para tentar entender o
nosso filho
Oi e aí um dia eu estava traduzindo o
material que nem sobre o autismo que é
de terapia cognitivo-comportamental
psicologia comportamental existe uma
técnica que chama dessensibilização
sistemática quem tá anotando pode a
matar isso porque não tá no slide de
sensibilização
sistemático o que que é isso vou falar
mais uma vez de forma muito simples eu
costumo brincar com a minha vida eu
nasci para facilitar a vida dos outros
basicamente porque não adianta a gente
ficar falando um monte de termo técnico
aqui a gente mostra para casa entender
nada né verdade então assim porque a
gente precisa para igreja eu vou falar
de forma simples você vai entender e vai
conseguir botar esse plástico que que é
de sensibilização sistemática imagina
que a pessoa tem medo de cachorro por
exemplo o terapeuta vai aos poucos
apresentando esse objeto de medo para
essa pessoa até lá aprender a lidar
contigo e
Quem tem medo de altura sem medo de
barulho eu costumo brincar que lá no Rio
tem muito assalto né passar alta toda
hora o único medo que não passa de dois
homens na moto você sabe viu já sabe
Prepara o telefone prepara carteira para
perder mas do Contra esse medo não tenho
terapia cognitivo-comportamental que
resolva Não tem de sensibilização que
resolvam mas as outras coisas têm então
assim eu só tenho medo de escuro vou só
de medo de barulho a pessoa tem medo de
altura qualquer tipo de medo o terapeuta
vai fazer você trabalho de aproximação
do indivíduo o objeto de medo até que
esse medo faz eu li aquilo com traduzir
o material linha aqui no eu falei cara
não tem nada a ver com a Sasha
É mas não custa nada tentar
e daquele dia em diante eu falei agora
ele só entra na igreja quando eu tiver
pronto e eu comecei a gente o tempo da
igreja que nós estávamos na época não
sei consequência Igreja Metodista o
pastor é Itinerante de tempos em tempos
nós vamos ter me seguido de uma igreja
para outro o nosso tempo era no terno
mas é o prédio de 13 andares
e eu comecei por terceiro andar com ele
e eu não sei como acontece aqui poxa
tem igreja que a criança chega e vai
direto para o culto das Crianças na
minha igreja Aí no geral na Igreja
Metodista as crianças ficam até o
momento do louvor e na hora da palavra
nós vamos para a salinha das crianças
não sei como que é aqui aqui assim né
então o que que acontece
ele ficava bem na salinha mas ele não
conseguia ficar dentro da igreja
então eu comecei a ir para o terceiro
andar com ele e ficava lá no terceiro
andar com ele até o momento das Crianças
subirem foram as crianças subiam eu
levava ele para a sala ia para igreja
e tem umas três ou quatro semanas assim
arrisquei de sempre segundo andar dava
para ouvir o culto
e não tem forma bem mais audível
E na hora que as crianças de 1 para sala
deixava ele na sala voltava para igreja
e não demorou muito por duas ou três
semanas eu fui para o terno e o nosso
gabinete Pastoral lá era assim acabar
voltar a parede atrás de voltagem era na
o nosso gabinete ele e eu comecei a
ficar cuidando gabinete ali ouviu o
culto todo tudo
a ilha para salinha para igreja
e depois de quase um mês nessa rotina do
gabinete que já era mais intenso ele não
teve crise mas ele percebia que as vezes
ele se agitavam um pouco eu gostei ficar
na porta da igreja
o e passado mais umas duas semanas
entrei no tempo ele nunca mais Teve
crises um barulho nem na igreja e nem
nenhum outro lugar
e nem na igreja e Nem Lugar nenhum o
barulho não incomoda mais porque porque
ele aprendeu a lidar com barulho
e não foi um vazio vou para ele
ele foi aprendendo te aprendendo a lidar
com esse estímulo
Entendi então assim às vezes acomodação
sensorial não funciona mas a gente pode
ver outros métodos para que isso
aconteça o que que a terapia não autismo
terapeuta ocupacional por exemplo a
criança tem problema contato vai ser
expor de forma controlada aos ritmos até
que ele aprenda a lidar com eles é esse
o papel da terapia Essa é a função da
terapia né então a gente usou isso
também e resolveu o açafrão Nunca mais
teve crise já teve crise por outras
coisas teve crise por quebra de rotina
há pouco tempo esse mês no dia do nosso
culto azul porque eu não fiz uma
antecipação com ele ele quase teve uma
crise ele teve todos os sinais de uma
crise mas depois conseguiu se regular
porque a gente enfrentou a igreja toda
de azul para fazer o culto do autismo e
poderei a turma do tempo no cheiro do lá
uma das bolas e um ambiente diferente eu
não avisei net entrar
eu esqueci em um lápis que sim tá tão
bem na igreja melhor nem considerei que
ele poderia não gostar então no primeiro
momento ele sentiu o drama
mas depois ele foi para um canto lá que
a gente preparou um cantinho na igreja
que ele se auto-regular e depois ele foi
para o culto então uma questão simples
não acham boba mas que pode desencadear
uma crise certo vamos lá
então pensa como que você pode ajudar
esse indivíduo se ele tem um problema
com muito barulho como que eu tenho eu
posso oferecer para minimizar esse
barulho ou então o que que eu posso
oferecer de estímulo para que ele não se
concentre nesse que eu não tenho o
controle e busca que se regular com
outro estímulo eu vou falar daqui a
pouco sobre uma outra questão que nós um
kit que nós andávamos com ele que fez
muito sentido e até hoje algumas coisas
ainda fazem quando quando a gente o
controle desses estímulos
disso Quê que tá aqui e a gente não
considera essas alterações tanto na
comunicação como alterações
sensoriais fatalmente a gente vai ter
problema como comportamento lembra que
eu falei de manhã o seguinte é todo o
comportamento é uma resposta de um
estímulo
bom então isso tudo a base do
comportamento é o seguinte você tem um
estímulo antecedente o comportamento
operante ali propriamente dito EA
consequência deste comportamento
lembra-la do ferro de passar Qual o
estímulo no ferro tá quente eu toquei no
ferro Qual o comportamento esperado tu
tira a mão logo para me queimar se eu
manter a mão ali vai queimar é uma
consequência então estrutura básica do
comportamento quando a gente não sabe
disso ou não busca aprender ou então a
gente força uma situação Porque
infelizmente a muito disso também não dá
para gente forçar o olhar não dá para
gente forçar que a pessoa fique bem com
a gente então
[Música]
e quando a gente insiste em algo que tá
incomodando fatalmente a gente vai ter
alteração no comportamento
essas alterações
essa é a primeira delas pequeno trazer
com vocês hoje
a novela de fazer uma diferença entre
entre comportamento que a diferença
entre a crise EA birra
e infelizmente Por ignorância é Muitas
pessoas dizem que crianças autistas são
birrentas crianças mimadas crianças
mal-educadas
quando na verdade essas pessoas muitas
vezes estão diante de um cenário de
crise só não sabem identificar que é uma
crise
porque muitos momentos parece como eu
falei de manhã o comportamento é
basicamente vai dividindo fatos funções
ou ele é para obter atenção é para obter
Algum objeto tangível ou ele é uma Fuga
fuga do ambiente fuga de uma demanda ou
fuga até de uma pessoa ou era uma
sobrecarga sensorial sempre na igreja
principalmente sempre vai ser uma dessas
quatro funções do comportamento
basicamente Essas são as quatro funções
e como que a gente diferencia uma crise
de uma birra
e se os comportamentos São muito
parecidos chama criança não quer entrar
no dentista por exemplo uma criança tem
autismo e ela só o tamanho da mãe e sai
correndo ela pode estar no fato de birra
que tem medo porque não gosta
entende e como como diferenciar se essa
criança tá tendo uma crise ou se ela tá
tendo um quadro de birra simples
e viva tem sempre um objeto de interesse
envolvido
e por mais comportamento seja Aparecido
e se tem um objeto de interesse
se tem alguma função de sinalizar eu
quero ir Isso eu não quero isso é isso é
um quadro de birra
crise no autismo as pessoas acreditam
que elas acontecem do nada
sabe o comportamento que aconteceu do
nada a gente fala assim né na verdade
nunca é do nada tem sempre um motivo aí
só preciso identificar ele então se é
para comprar quando vai conseguir Algum
objeto alguma coisa que ele tem
interesse tão quadro de birra e se
aparentemente não tem nada que ele tem
interesse ele tá num quadro de crise
certo é importante fazer essa
diferenciação e os tipos de crise
existem basicamente três Cristã tipos de
crise no autismo tá
melt Down Shut it Down e bournout
I melt Down a crise Explosiva crise que
todo mundo vive a crise o barulhinho da
crise que tem show aqueles que têm
correria aqueles que têm agitação a
crise que embora
agressividade não é sintoma de autismo
mas quando condicionados a um nível
elevado de estresse pode sim apresentar
um quadro de agressividade Mas você com
todo mundo se você ficar com muita raiva
Você pode se tornar uma pessoa agressiva
também diante de uma situação
mas no caso de crise também pode
apresentar uma certa agressividade
principalmente se a gente insiste
naquilo que é objeto da crise então a
crise o melt Down né uma três Explosiva
aqueles que todo mundo ver e os
sentimentos são expostas não posso ficar
fora segundo tipo de crise é o Tilt Down
essa palavra ela é oriunda da
informática e ela significa literalmente
desligar o sistema
Olá pessoal tchau quando ela tem um shot
Down ela tem uma tendência de se
desligar de tudo que tá acontecendo
você pode chamar pode oferecer objeto de
interesse inclusive que ela não vai ter
troca com você ela vai ficar com o olhar
perdido no horizonte Em algumas
situações pode inclusive deitar no chão
e ficar estático ali por horas
e não é porque não tem barulho que não
seja a crise não é porque não tem
barulho que não precisa de atenção sabe
porque eu só vou levantar uma crise de
chant Down as emoções elas são
internalizadas
Oi e a crise mesmo silenciosa causa
tanto sofrimento como se fosse o meu
tudão
bom então é é ideal que a gente saiba
discernir isso também
já entrou no quadro ali the chant dawta
parado não está se relacionando com nada
que tá acontecendo ela tá em crise que
que tá provocando essa crise vamos tirar
o estímulo que tá provocando essa crise
se tiver condição de tirar do ambiente
Tá eu vou falar daqui a pouco sobre isso
que a gente faz gente num quadro de
crise tá então chant Down ou meu o
meltdown
mesmo sendo diferente mesmo sendo uma
crise silenciosa uma crise barulhenta
ele demanda atenção e a gente vai agir
da mesma forma nos dores e o terceiro
tipo de crise é o barnaut Manaus uma
crise mais prolongado barnaut ele é hoje
é uma doença ocupacional não vou dar de
presente para o trabalho mas pessoas
autistas ele também pode acontecer
principalmente
se eles forem expostas a períodos
prolongados de socialização eu falei do
Paulo Rafael de manhã que é o amigo lá
do Paraná que na última aula que a Laine
ele fez um desenho meu durante a aula
e o Paulo eu custei convencer ele a
fazer uma live comigo para gente falar
sobre diagnóstico tardio e só depois que
ele que ele fez essa Live que ele disse
o porquê que ele demorou tanto ele falou
assim a gente passou ele fez uma live
comigo no dia seis de Setembro véspera
de feriado de 2026 de setembro de 2020 e
aí eu sempre fazia Live as
quartas-feiras aí ele passou Eu não
aceitei o convite porque eu posso fazer
uma live com o senhor na quarta-feira
quinta-feira eu não saio da cama
a quinta-feira tem uma ressaca social é
o termo que eles usam uma hora na frente
da tela do celular conversando com
alguém no outro dia ele fica
literalmente prostrado na cama
e ele fez um dia seis de Setembro porque
dia 7 ele não ia trabalhar
porque era feriado então o arnault ela é
assim como quando a gente fala de uma
doença ocupacional é quem tem vaga de
Manaus pelo trabalho ele é um
esgotamento físico e mental que acontece
se apresenta depois de períodos
prolongados de Exposição social por isso
que faculdade principalmente para ele de
faculdade é muito difícil para autista
bom
porque há uma tendência de muita
interação
Entendi então podem desenvolver e qual o
risco disso um autista nível um autista
leve como as pessoas que o autista leve
para quem categorical que rotula né
Cobalt cincilio não é leve
para essas pessoas
e quando a gente vê caso de suicídio
entre autistas por exemplo geralmente
eles já estavam no quadro de barnaut e
prolongada e Ninguém percebeu
entendi isso é importante a gente se
orientar isso e qual implicância disso
na igreja é só tem uma adolescente
autista e ele não quer interage tá tudo
bem deixa ele no canto dele
E se eu tenho um adulto autista e ele
não quer participar uma mulher adulta
autista ela não quer participar do coral
das mulheres tá tudo bem deixa ela
respeita isso porque porque essa
interação pode custar muito caro para
ela quem sabe um dia lá consegue Mas ela
precisa ainda se reorganizar se adaptar
nesse ambiente porque senão ainda que
ela não tem a crise ele é que o autismo
dela tenha poucos comprometimentos ainda
assim os um período prolongado ela pode
entrar no bar Náutico
Entendi então preserva preserva essas
questões isso é importante como que a
gente vai lidar com a crise vamos lá
orientação prática primeira coisa
identifica identifica o que que provoca
essa crise eu volto lá na ficha para as
crianças que interessa mais difícil o
adolescente o adulto ele geralmente ele
tem as suas próprias
estratégias eu posso dizer assim para
sair do estímulo para fugir daquele
ambiente para minimizar e se chama
criança não e
não aprendeu a fazer isso aí então a
primeira coisa
e é
identifique qual o gatilho dessa crise e
remova a esse estímulo e imediatamente
se a coisa ficou muito feia tira do
ambiente tenha lá um lugar mais quieto
com pouco estímulo para que ele consiga
se reorganizar
o tanto multidão conta no xat.com
e agora mais importante grave e os quem
quiser anotar nota isso mais importante
do que saber como resolver uma crise é
saber como evitada
por isso a importância à frente do
ministério infantil uma das importâncias
de aliança se eu posso proteger por que
que eu vou expor se eu posso expor de
forma controlada o estímulo que eu sei
que é difícil para ele para quê que eu
vou expor de qualquer maneira entendi
porque a crise é traumática gente para
todo mundo a crise é difícil para
autista Mas é difícil para os pais é
difícil para quem tá em volta e não
consegue ajudar
Ah tá todo mundo
a gente conversava outras Você não sabe
quem vocês ocorre aí
e vamos lá pastor entrou em crise tirei
do ambiente tirei o estímulo continuem
krizia
O que que você vai fazer
Oi não chame atenção porque pode piorar
Não tente conter você só vai só coloca a
mão para conter se oferecer a gente tá
batendo a cabeça na parede aí você vai
conter se não oferece risco à tá deitado
no chão chorando tudo bem A colha crise
fica ali sentado não fica chamando
atenção deixa elas irregular
é só coloca a mão de fato assim para
tentar conter e segurar fazer força se
precisar se tiver oferecendo rio se
tivesse machucando alguma forma do
contrato tira do ambiente e tira do
estímulo e fica ali presente para que
ela perceba que não está sozinha e
consigo ali se auto-regular e sem
qualquer tipo de crise também certo
vamos lá mais uma questão do
comportamento
comportamento salto regulatórios
E lembra que eu falei que quando uma
criança sai correndo lá no último banco
e vem senta aqui no primeiro ela tá
fazendo isso por um motivo não é porque
ela é malcriada não é porque ela não tem
educação muitas vezes ou ela faz isso
ela entra em crise isso não deixa de ser
um comportamento alto regulatório mas
existe os mais clássicos as
estereotipias por exemplo o flash das
mãos agitar as mãos balançar o próprio
corpo ficar girando no mesmo lugar tudo
isso são comportamentos
autorregulatórios Estalar os dedos
e eu tenho um amigo que
quando a gente vai conversar com ele
os quatro cinco primeiros meses da
conversa Ele fica o tempo todo com a mão
aqui ó até ele se regular para que ela
internação seu
interação social ali
então mesmo sendo conhecido Mesmo tendo
sido avisado previamente e ainda tem
essa necessidade e é uma pessoa adulta
formada em duas faculdades com algumas
especializações e a única autista no
mundo que é faixa preta de jiu-jitsu
e o Mário o nome dele mora lá em Niterói
mas ele ainda sim precisa se
auto-regular
conquistou tanta coisa mas tem a demanda
de auto-regulação ainda certo então
assim que que a gente pensa que no caso
do comportamento tirou te pago no
comportamento alto regulatório a
vou chamar atenção porque tá agitando as
mãos você só vai intervir se ele é se
aquele comportamento trouxe algum tipo
de risco se tem risco Inter velha se não
tem risco tá tudo bem Até porque isso eu
te pia muda com o tempo
a criança apresenta algumas depois Elas
começam a mudar mas você é muito espinho
é normal
então assim Gate só a gente só faz
alguma coisa assim de fato porém risco
próxima questão os comportamentos do
disco objetivos aqueles comportamentos
que
não são adequados para o momento que não
são ideais só aquele momento e como eu
falei mais cedo todo o comportamento ele
tem uma função tá
e a gente precisa identificar Por que
que ele quer se realizar com esse
comportamento então assim às vezes sair
de um canto da igreja correr para o
canto ele pode estar sinalizando que ali
tá desconfortável como eu falei o
exemplo do WhatsApp ele estaria sentada
aqui no primeiro ou no segundo banco
nesse Canto Porque aqui já tem a caixa
de som e não parece mas quem tá sentado
aqui no primeiro segundo terceiro banco
recebe menos intensidade do som de quem
tem do que quem tá lá no último banco
bom então
são questões que são detalhes gente
precisa aprender a identificar isso tá
então os comportamentos disruptivos sai
de repente da sala o apresentar um
comportamento que a gente não espera
naquele momento a gente precisa
identificar o que que tá provocando isso
porque geralmente esse comportamento do
aparecer para evitar a crise tá vamos
almoçar um pouquinho
uma questão importante que é o seguinte
como nós o que nós podemos fazer
para tentar
se comunicar com uma pessoa autista
primeiro de tudo
é aquilo que ele tá fazendo aquele que
ele tá gostando aquilo que ele tá lendo
aquilo que ele tá vendo é mais
interessante do que qualquer coisa que
você tem para oferecer
Tá certo então primeira de todas as
dicas pastor Hoje a gente vai falar
sobre a Páscoa tá tudo bem primeira vez
a criança na igreja
e não Foca no conteúdo nesse primeiro
momento só que eu não conteúdo que ela
já tem
E então começa é sempre qualquer
abordagem sempre pelo interesse da
criança
sempre ou do Adolescente Eu falo criança
porque a gente tá falando Mais
especificamente sobre ele hoje a gente
fala de inclusão mais frequentes sobre
crianças é mais uma necessidade geral
comece sempre por interesse do autista
por quê Porque o interesse dele é muito
mais legal do que o seu
um pode não ser para você mas para ele
ele tá focado nisso e quando eles
escolhem ao como foco se você desviar a
conversa Você pode falar três quatro
minutos de outro assunto ele vai voltar
no assunto daquilo que tá focado
o e às vezes os assuntos são as coisas
mais diversas por exemplo com as águas
estavam com hiperfoco a pouco tempo de
meios de transporte e era o dia à tarde
e à noite inteira com a parte acordada
ele tem um sono muito tranquilo graças a
Deus mas enquanto tava acordado era
filme vídeo documentário e desenho sobre
meio de transporte
as figuras de meios de transporte
o papel tirou essa foto de algum tipo de
transporte tava na mão porque porque era
o objeto de interesse naquele momento
então começa pelo interesse dele
e começa pelo interesse dele porque se
você demonstra interesse ele vai começar
a interessado não pelo que você tem mas
pelo por você e se projetar se
interessando pelo polícia aqui que eu tô
gostando tá me dando atenção e no meio
do caminho você vai mudando a demanda
com essa a demanda que você quer para
ele então primeiro. Começa o interesse
baltija segundo. A gente conversava hoje
puxou a questão da natureza é Esse
princípio
a segunda questão
identifique os seus níveis de respostas
sensoriais para ofereceu o estímulo que
você quer oferecer de forma mais ou
menos intensa
terceiro gente aqui é muito importante
me respeite os limites de tempo
e de tolerância aos estímulos é melhor
passar 15 minutos dentro lá do
ministério infantil e voltar aqui no
tempo para ficar com os pais do que a
gente forçar 16 17 21 anos ele tem uma
crise Então respeite esse limite de
tempo de tolerância aos estímulos e você
vai ampliando e só aos poucos lembre-se
sempre do exemplo que eu dei aqui que eu
levei quatro meses com meu filho voltar
entrar na igreja
é porque aos poucos
tolerância aos estímulos e ele estava na
escola pequeno e ele foi para o colégio
Federal em 2016 lá no Rio Colégio Pedro
Segundo
a unidade dele a unidade principal e são
quase oito mil alunos Contando os dois
turnos no primeiro dia na escola ele
ficou 15 minutos
e no segundo dia ele ficou 16 e a gente
foi para casa fazendo festa
e até o final da primeira semana tava
ficando uns 25 minutos na escola mais ou
menos no final de duas semanas de três
semanas estava com o período todo
preenchido por quê Porque todos os dias
ele ficava um minuto a mais a gente
comemorava
então respeita o limite de tolerância
tanto de tempo conta de estímulo e
comemora todas as vezes que ele
conquistar um pouco mais porque a
tendência do comportamento que a gente
reforça a volta eu falei de manhã o
compacto comportamento que você reforça
ele vai continuar acontecendo
se reforça para repetir reforça para
ampliar tá vamo lá permita pequenas
pausas durante a realização das
atividades propostas
deixa precisam de uma pausa deixa de
fazer uma pausa ele se auto-regular
depois ele volta na atividade oferece a
reforço positivo todas as vezes que a
pessoa apresentar a resposta esperada já
falei sobre isso
tenha recursos e brinquedos sensoriais
sempre por perto para ajudar na
auto-regulação
caso a pessoa autista apresente sinais
de que está prestes a ter uma sobrecarga
sensorial principalmente se a dica que é
uma dica de ouro tá
é uma dica de ouro
se lembra do China in Box aquela
propaganda enjoada lá de 2012 2013 do
chinesinho chegando na motinha para
entregar comigo tava em alta quando a
gente conseguiu traçar o perfil
sensorial da safra junto com até o a
gente teve a ideia de montar um kit para
ele um kit de primeiros socorros e a
gente apelidou carinhosamente de
carinhosamente na época de calma e Box
pelo nome você sabe o que que tinha
mesquit
Olá tudo que não te acalmava o asaf
tinha dentro de uma bolsinha tipo uma
lancheirinha de escola é uma maletinha
plástica e aqui mandava para a gente
para todos os lugares inclusive na
igreja
que que eu tinha nesse kit
a gente tinha massinha de modelar a
gente tinha aquela geleca e que nessa
bosta daqui tem amoeba geleca
os
carrinhos que os carrinhos pequenininhos
de mental ele liderava muito carrinho
nessa época em que eu tinha nenhuma meia
dúzia de carrinhos deve do kit a gente
tinha bolinha de sabão que era uma coisa
que deixava ele muito concentrado
eu não deveria mas a gente tinha um
pacotinho de amendoim sempre
é porque a parte interna da boca dele
muito sensível até hoje e tudo que é
crocante a calma você quer ver ele é
relaxar e botar um um pote de pipoca na
frente dele que ele parece outra criança
da pipoca ele se regule pode ficar o
tempo que precisar ali então não deveria
ter comida mais era uma coisa que
funcionava muito então quando ela quase
a ponto de entrar numa crise que dava
amendoim mas ela só último recurso e uma
toalhinha uma toalhinha plástica como eu
falei ele tinha muita sensibilidade
tático
e é muito bonito
porque assim rapidamente eles aprendem a
lidar com esse kit tem outras pessoas
que usam esse kit pessoas que começaram
a usar pouco tempo é que algum momento
eu compartilhei isso e é muito legal
quando quando quando a gente consegue
fazer disso parte da rotina por quê
Porque eles começam a procurar pelo kit
poder comprar começando a ficar
desregulado Então você cria essa rotina
de ter isso por perto e se ele tá num
ambiente que está estimulando demais ele
fatalmente vai procurar algum daqueles
itens e para ele é importante naquela
hora ali hoje é sem a gente conseguiu
tirar Praticamente tudo a massinha de
modelar a gente sempre tem por com a
gente porque uma coisa que acalma muito
e a toalhinha também as outras coisas
não precisam mais em é
a questão da toalha foi muito muito
interessante assim como que se deu como
tá tu dele era muito sensível ele não
conseguia ficar muito tempo em qualquer
atividade com água por exemplo ou então
que sujasse a mão e não tivesse como
limpar então para oferecer esse tipo de
estímulo gente não ficar sentado com ele
com a toalha na mão do lado porque senão
ninguém sentava para fazer Passou o
tempo a toalha para você ficar solto em
cima da mesa EA gente começou a sair da
mesa depois a gente mostrou deixar a
toalha do outro lado da mesa lá em casa
a mesa bem grande ele ficava numa conta
fazer atividade e na outra extremidade
da mesa esse deixava a toalha lá se você
quiser você vai levantar e vai pegar e
depois chegou a atuar na mesma se eu
ficar pendurada na porta o simples fato
no primeiro sinal de regulação simples
fato dele olhar para a porta e vê que a
toalha dele tava lá ele voltava para
atividade no geral a segurança para ele
e ele quando que insistir um pouco mais
atividade então isso O que é
importantíssimo para igreja onde Vocês
pegaram a ficha lá do Michele infantil o
que que agita o que que acalma essa
criança tem essa pergunta lá o que que
dizem Bully o que que ajuda ela se
auto-regular
e preencha tudo junto com os pais
Olá tudo estimula os pais a montar em um
kit para andar com eles não só na igreja
anda por isso para tudo quanto é lugar
leva para escola se for no shopping leva
no shopping se for fazer um passeio leva
se for na casa de alguém na casa de
algum parente leva leva para todos os
lugares porque vai dar um vai gerar uma
certa segurança para eles ele sabe que
se ficar difícil eles tenham de recorrer
e se auto-regular E aí às vezes como a
gente é uma forma de acomodação
sensorial linda pouco Às vezes o
ambiente está te oferecendo o estímulo
diferente para ele mas o fato de ter um
recurso nas mãos é o suficiente para que
ele consiga se concentrar hoje eu não
coloquei aqui na foto eu peguei uma
figurinha aleatória de bloco de voltar a
peça de madeira Mas hoje a gente tem
alguns recursos é aquele Spider por
exemplo aquele brinquedinho que roda na
mão tem o palpite que aquele de apertar
que simula o plástico bolha
bom então são recursos que não custam
caro e dá para montar um kit
perfeitamente essa criança andar com ele
certo nosso último slide e a gente já
encerra
plano de ensino individualizado
e não existe material adaptado
pronto material adaptado ele é
individual ele é adaptado com alguém né
e pensa no material adaptado como a
bainha da calça
é a mesma causa para quem tem um metro e
noventa Não serve quem tem a mesma
cintura comete 60 de altura vai ter que
cortar e fazer Bahia
bom então
e o material e adaptado de forma
individual que é importante para a gente
considerar isso daqui tem um
posicionamento para pegar essas
informações lá na ficha
o primeiro de tudo acessar o nível de
desenvolvimento da pessoal titia você
precisa saber quem é essa pessoa com
nível de desenvolvimento dela
o material adaptado não quer dizer
material menor quer dizer material
funcionam
é aquele indivíduo Então estou
oferecendo aquela informação de uma
maneira que ele entende se ele entende
vendo uma figura Ok se ele entende
cantando uma música ok
o certo seria entende sobre uma rotina
vendo um videozinho específico ok que
vai dar para tal conteúdo e forma que
ele entenda se ele consegue pegar o
lápis e pintar uma figura Ok mas se ele
não consegue fazer isso mas consegue
fazer uma atividade de colagem por
exemplo ok também
Ah tá então assim você precisa primeiro
de tudo saber o nível de desenvolvimento
desse indivíduo vamos lá o que a gente
precisa considerar importante Quatro
Pilares de um lado e três pilares aqui
do outro primeiro o que ele sabe fazer
bem
considera as habilidades
a segunda questão lembro que eu falei da
poda neuronal de manhã considerar a
habilidade estimula a aprendizagem aí
daquele já saiba continua também
estimulando isso segunda questão o que
ele já Faz com auxílio Como faz sozinho
mas se eu ajudar ele faz consegue fazer
a terceira questão quais as suas
preferências
é de atividade de material um do tipo de
atividade e o Quarto quais os seus
maiores desafios tá que a gente se
colocar o como desafio para esse
primeiro momento Em contrapartida a
gente precisa elaborar isso
alinhado com a visão da igreja
a gente sabe que a mudanças no
entendimento teológico Em alguns
momentos e a gente precisa alinhar por
isso que existe uma tela datado de
repente eu quero trabalhar um conceito
que o apresentei não entendo ali uma
forma e isso faz parte da doutrina da
igreja por exemplo Então tem que tá
ligado a visão na igreja tem que estar
alinhado com aquilo que é a visão dos
terapeutas de manhã eu esqueci o nome
dela acha Sayonara que fez a pergunta
sobre a criança autista lá do
bloco e que você falou e
não adianta eu fazer uma abordagem se a
equipe terapêutica faz uma outra
e vai atrapalhar Vai ser um tentando
ajudar a gente atrapalha Entendi então
assim não é só sobre o boa vontade
também então a gente quiser saber tipo
assim que tipo de atividade que ele tá
fazendo na escola ver com a mediadora
com a professora que tipo de atividade
que ele faz lá e a gente tenta trazer
esse mesmo modelo e padrões de atividade
para as atividades acumuladas na minha
igreja que tipo de atividade ele faz lá
no consultório com o terapeuta a família
vai ver isso e a gente vai trazer e
adaptar para o nosso contexto
o tejo como eu falei nós não somos
inimigos das ciências a ciência
comprovou que uma abordagem Funciona
porque não usar na igreja a fé não leva
assim a ciência tenta negar foi o tempo
todo mas a fé não nega a ciência certo e
a terceira questão a visão da família
que que a família faz que dá certo
também então a gente precisa
tá muito próximo para a gente poder
sobre a informação e saber como a gente
vai fazer
com esse material aí vamos lá defina
metas a longo prazo Gegê essas questões
dos slides eu vou dar um slide para
vocês o tá eu tô vendo deixa
continuidade para ler pode ficar
tranquilo slides vão pegar agora no
final da palestra a
é
definir metas de longo prazo que uma
meta de longo prazo se hoje a criança
fica 10 minutos daqui para o final do
ano eu quero estimulá-lo para que ele
fica uma hora na igreja
é daqui para dois anos que ele fique uma
hora na igreja dentro da igreja e que
ele consiga lá para sala das Crianças
meta de longo prazo
E essas metas elas precisam com tempo
para as questões cognitivas as questões
sociais questões motoras e questões de
autocuidado
Olá tudo em trabalho com a família
também passou mais alto cuidado é
importante
G1
quem é
bom graças a Deus assim a gente
a ver pouco acontecer mas também tu
muita gente não vai à igreja mas
infelizmente no Brasil nós temos casos
de crianças que foram assediados dentro
da igreja
bom então estimular o autocuidado que
essa criança tem autonomia para ir ao
banheiro sozinha por exemplo é
importante é eu vou deixar a dica se a
criança não tem autonomia para ir ao
banheiro sozinha cria uma cultura na
igreja para que os pais acompanhem essa
criança no banheiro
e a gente não sabe se no caminho da sala
para o banheiro se alguém vai
interceptar pelo caminho alguém que a
gente não conhece só visitando a igreja
então crie uma cultura com todas as
crianças Nem só que as crianças autistas
banheiro papai e mamãe acompanha
e isso é importante também
desenvolvimento e ao cuidado vamos lá
tão importante quanto definir metas e
estabelecer quando Como e onde elas irão
acontecer alguém falou de manhã não
lembro se tá aqui a pessoa sobre a a
menina autista que foi para o
acampamento dos Adolescentes esse ano
lembra do exemplo quando Como e onde vai
acontecer deu certo ela sobre o risco
mas deu certo qual era o risco o visto
ela tem que voltar para Goiânia sair do
Acampamento trazer a menina
mas deu certo tô enriquecer define-se
também como que a gente vai abordar esse
tema quando e onde que isso vai ser
feito
Oi e essa última dica Com certeza é mais
importante de tudo todas
reserve um tempo para se reunir com as
pessoas que trabalham com o seu
ministério
e reserve um tempo para isso
se lembra da frase de Abraham Lincoln
que eu citei de manhã se você tiver 8:00
para cortar uma árvore passa 6:00
namorando seu Machado
e a gente perde muito quando a gente não
tem planejamento
Oi e a gente perde muito quando a gente
não conversa sobre detalhes a gente
percebe
quando eu falo que a parceria com a
família a coisa mais importante que nós
temos é por uma questão muito simples
ela nos poupa a caminhada
a família tem muita informação que ela
pode trazer que levaria muito tempo para
descobrir as mesmas coisas
entende então isso é muito importante é
o único a sua equipe tem Uno com o
ministério trabalho e isso é plano de
ensino individualizado um documento
público por Ministério todo mundo pode
ter acesso
é o dia que você não tá foi minha irmã
que eu esqueci o nome dela pois a
pergunta de manhã e como que eu faço
essa questão de desenvolver
relacionamento e afeto com outras
pessoas a gente precisa pensar nisso
para o dia que eu faltar porque ela não
tem que dizer assistida Se eu por um
acaso não pude viajei fiquei doente não
estou na igreja para que alguém consiga
ficar com ela e saiba como como ajudar
por isso é importante a gente toma
equipe alinhada certo eu tinha colocado
pergunta mas o pastor falou Para gente
liberar perguntas você pode apontar a
câmera do teu celular aparece QR Code
vai ter um formulário Zinho o pedindo o
teu e-mail E por que que eu peço o teu
e-mail e pelo Whatsapp porque todas as
vezes que a gente tiver algum evento lá
do autismo na igreja eu vou mandar essa
comunicação para você participar a gente
sempre faz eventos inclusive agora
imagem a gente bater uma eventual seu
primeiro evento é e vai colocar mais a
cara no evento ela quase não aparece e
ela vai fazer um evento sobre
maternidade atípica para compartilhar a
experiência dela com as mães também
então Muito provavelmente você vai
receber depois uma notificação Nossa ou
mim ou dela ou do autismo na igreja
avisando também desse evento
E aí você pode tanto pegar o QR Code ou
acessar o site para facilitar o coloquei
autismo na igreja.
Com.br/png's de primeira igreja
presbiteriana em Goiânia tá você vai
preencher o formulário e vai mandar já
até chegou alguém aqui já se inscreveu
ver quem foi o primeiro a primeira
pessoa que fez aqui vai ganhar um livro
Mirian clava Félix quem é toma que vem
cá buscar seu livro minha irmã acabou de
ganhar o presente ou a primeira pessoa
que se inscreveu eu só tenho um aqui
gente então acabou de ganhar um livro
Amém
Então baixa lá o material e e às vezes
quem tiver algum evento que tiver alguma
coisa algum material novo eu vou mandar
isso para você no e-mail tá bom
bom obrigado
e foi a primeira Amei gente
então é isso amanhã de manhã a gente vai
ser quase um culto que vai ser questões
bíblicas né
contem comigo no em tudo que precisar tá
a Jéssica a Jéssica tá ali a Jéssica tem
caminhado com a gente no nosso curso a
gente tem um curso de uma escola da
inclusão e a Jéssica testemunha que eu
respondo todo mundo às vezes demora dois
dias ali ó um dia mas geralmente no
mesmo dia que a gente faz questão e eu
não coloco ninguém para falar por mim
se é certo ou quando alguma comunicação
de evento Pode ser que aconteça de o
garoto ele me ajuda com suporte falar
com as pessoas agora quando é dúvida
sobre autismo inclusão na igreja eu faço
questão de atender a todo mundo não dá
para terceirizar porque cada dia dúvida
individual e importante a gente se esse
tempo certo pessoal Deus abençoe a todos
e a gente tá aqui para servir a igreja
tá bom Deus abençoe
e os meus caso você não consiga pegar o
que ele pão de queijo lá no computador
lá atrás na tela fica mais fácil para
você pegar e baixar os arquivos amanhã
nós teremos pela manhã o culto E logo
depois nós temos a classe conjunta na
Então nós vamos aproveitar o momento do
culto para ter essa classe cola branca
um conjunto com o pastor do álcool
encerrando a participação dele conosco
não ficar em pé vamos orar pediu
circular empate Mas ou vez obrigado pela
sua presença que o Senhor possa nos
ajudar a levar adiante aquilo que que eu
vimos aqui nessa parte da manhã quanto
agora a noite se eu Deus graças te damos
e louvamos ao senhor pelo oportunidades
oleosidade pararmos um pouco e ouvirmos
sobre aspectos tão importantes da tua
igreja e principalmente mais tanto que
diz respeito à a inclusão mais santos de
crianças e adolescentes e adultos de
irmãos ou até mesmo aqueles que não
conhecem a fé cristã o que seus a visão
delas na igreja custou nos ajude pai
Santos só nos ajude a absorvermos tudo
aquilo que nós ouvimos que aprendemos
nessa manhã noite e aquilo também que
iremos ouvir amanhã pela manhã e que
isso possa não apenas para as tanto
trazer benção para as nossas vidas Mas
acima de tudo glória ao teu santo nome
edificação da tua igreja pedimos ao
senhor também que nos levem quase
segurança para os nossos lares que o
Senhor nos conceda o restante de sábado
uma noite de som de descanso orava na
tua presença e que amanhã o domingo dia
do Senhor que possamos como o teu povo
ouvir a tua Santa convocação e não se
unirmos como o teu povo igreja
representarmos o culto que lhe é devido
mas assim pedimos e Oramos em Cristo
Jesus Amém Deus abençoe meus irmãos