APOLOGÉTICA COM RUSSELL SHEDD, JONAS MADUREIRA, FRANKLIN FERREIRA E GUILHERME DE CARVALHO
03/06/2022
APOLOGÉTICA COM RUSSELL SHEDD, JONAS MADUREIRA, FRANKLIN FERREIRA E GUILHERME DE CARVALHO
Nesta sessão de perguntas e respostas realizada durante o 8º Congresso de Teologia Vida Nova, Russell Shedd, Jonas Madureira, Franklin Ferreira e Guilherme de Carvalho discutem a importância da apologética.
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Fonte: Edições Vida Nova
Legendas automáticas:
Olá irmãos e irmãs Bom dia aqueles que quiserem fazer perguntas podem fazer o sinal o Sérgio os irmãos irmãs e da Editora Vida Nova vão recolher essas perguntas para nós aqui eu queria agradecer o Jonas pela palestra dele e queria dirigir uma primeira pergunta a ele e também o Doutor Sérgio Guilherme à pergunta o seguinte a pouca ia fazer na projetica em nossas igrejas não teria relação com a perda do conteúdo do evangelho e o que fazer para recuperar esse conteúdo do Evangelho é uma sem dúvida eu acho que a a a perda da relevância da Project Kahn na igreja está ligada a ausência de consciência do conteúdo do Evangelho Sem dúvida mas ao mesmo tempo a no contexto da igreja uma certa desconfiança da Project Kahn E por que há uma desconfiança da política porque não se entende a sua missão com uma missão de libertação de evangelização e de conscientização exatamente do conteúdo evangelho então geralmente quando se pensa no apologeta se pensa numa pessoa ranzinza uma pessoa agressiva numa pessoa radical que não não não não tem amor na sua palavra no seu discurso e que isso não é verdadeiro isso não é verdadeiro e então eu acho que às vezes uma falsa com e o que é apologética também prejudica a relevância da apologética dentro dos prismas do contexto Pastoral a perda do Evangelho ela é apenas um sintoma ela não não é a causa da de não usarmos apologética ela simplesmente o resultado não usamos apologética é o fato da gente não ter uma preocupação com a verdade que faz com que a gente poder lugar tire do Horizonte fundamento doutrinário e por isso não tenha por isso volta para a própria e relevância da isso se volta contra apologética exatamente Por que se pede exatamente aquilo que garantiria a no mínimo princípio doutrinário como verdadeiro como verdade ele não apenas um pensamento o Guilherme Doutor série A e eu queria matizar que durante os meus anos aqui no Brasil tenho visto um progresso Fantástico na área de educação a nos níveis superiores quando eu Chegamos aqui 62 é uma pequena porcentagem de crença e Amparo Universidade mas agora a situação muito diferente isso os pastores os seminários não tem me parece se preparado para se confrontar com esse conhecimento vem importado por pessoas que dizem doutorado lá fora na França na Alemanha na América do Norte Inglaterra então eles trazem questões que os líderes das igrejas pastores nunca ouviram falar então ele se sente intimidado então eles vão dizer não e o evangelho e muito mais simples do que isso eu não precisa responder essa pergunta portanto um congresso com essa que está mostrando que a situação é diferente hoje 2012 do que em 1962 até nos anos 70 e 80 E se eu entendi bem a pergunta a questão é se é a perda do o enfraquecimento do evangélico em relação com a perda do desse espiritual dessa atividade o projeto dica e eu acho que não eu acho que é o inverso e é na verdade a tradição de ideologia alemã que a gente recebe aí deixa a imagem para frente ela é extremamente apologética e isso é um fato muito bem reconhecido se você pega a teologia sistemática de posts você vai ver ele começar argumentando que apologética é uma tarefa importante ela faz sentido é uma coisa que o colega inclusive o cometa em algum texto dele que eu não me lembro agora como ele percebeu essa característica na Alemanha apologética da reflexão Cristã lá então eu acho que não eu acho que é o contrário você pode dizer no caso eu diria por exemplo caso pootles me perdoo aí teve chances tiverem aqui mas eu acho que ele ia a perda do Evangelho é muito clara Mas a qualidade da apologética sem entrar no mérito dos raciocínios mas do investimento o projeto ele é muito grande muito alta a interação com o pensamento alemão e é circundante ali de tiras eu acho que não eu acho que você pode fazer muita apologética com um ponto de partida errado é muito fácil de fazer isso uma das discussões sobre teologia natural e sobre apologética Exatamente é essa é que dependendo do ponto de partida do pensador você vai para o direção completamente diferente acusação dos reformadores em relação ao trabalho de Tomás de Aquino que tinha um caráter apologético é de que ele começou com ponte partido errado eu acho que não eu acho que a gente pelo contrário precisa recuperar o evangelho para poder fazer apologética direito e recuperar evangélica é o que vai além da qualidade da nossa reflexão são tarefas relacionadas nos destinos então o ponto é se pessoas não não conhecem o básico da fé cristã fé arrependimento Cruz porque Cristo morreu como é que elas vão defender a fé mas aí a questão entra a segunda pergunta ligada a primeira é isso Jonas a ação de questão do pastor ter a responsabilidade de pregar a reta doutrina Sã Doutrina é o que fazer para recuperar o evangelho em nossas comunidades que dicas vocês poderão dar para isso quais sugestões práticas a gente tem pastores presbíteros diáconos os líderes aqui de forma geral como é que a gente pode trabalhar para recuperar o evangelho e defender o evangelho também e eu um amigo também é professor pastor Mas vida mais com as disciplinas mais pastorais do seminário um dia olhou para mim disse assim Jonas você não é um pastor participou porque não porque você é Acadêmico da filosofia tá fazendo mestrado em filosofia tá fazendo doutorado em filosofia você não pode ser Pastor e eu percebi que na por trás aquele discurso tem uma crença errada Qual é a crença errada a crença errada é a seguinte de quem estuda tem que ficar na universidade tem que ficar no seminário não pode ficar dentro da igreja eu já acho Por exemplo que eu sou totalmente a favor dos seminários totalmente a favor de seminários mas eu tenho a impressão de que o seminário já é já mostra com toda e ele tem ele mostra também a deficiência de nossas igrejas só existem seminários porque tá faltando em nossas igrejas exatamente orientação e ensino Por que que a gente recebe o vejo lá muitos alunos do seminário escudo aula muitos alunos que muitos deles não estão à procura de um preparo para o ministério Pastoral é uma pode isso você vê que o indivíduo não não tem um chamado para o ministério Pastoral Mas por que que tá fazendo seminário porque ele tem conhecimento porque ali estudo aparentemente né aí tiver ele ver o cenário como substituto da catedrais classe de catequese Auto Escola Bíblica Dominical então ele acha ele projeto no seminário aquela imagem de um retiro espiritual onde vai aprender Bíblia só que daqui a pouco ele topa com J EDP aí é complicado né É complicado e quando eu viajo aceito convites para igreja sempre levo livros o que nem me deixa bem paz mas aqui quase nenhuma igreja que eu visito tem uma biblioteca da igreja e que passa estou descendo incentivar os jovens espécie manta aqueles que estão pensando estão pensando nos fazer vestibular tudo mais Ale porque tenho respostas tem explicações se o pastor não conhece pelo menos os autores dos livros em geral conhecem seus livros são bem escolhido da vida nova Claro mas a é uma biblioteca pode ser uma grande ajuda para abrir as mentes e ajudar as pessoas entender melhor essas questões que estão em Pauta nas universidades biologia por exemplo como que a gente vai falar ética ética para hoje é isso mesmo e a gente tem o biblioteca lá na igreja e eu agradeço o comentário do professor cheia de que isso vai justificar as compras que eu vou fazer ligar vou mas eu acho que a gente precisa de um solo adequado e um solo de cristianismo autêntico eu acho que ele pode gerar uma boa apologética eu lembro aqui é isso até manjado né tô lembrado Kuiper mas realmente ele tinha ficado Liberal completamente é quando ele terminou a formação formação teológica dele e aí ele vai pastorear uma pequena Congregação E lá todo mundo é cristão autêntico Genuíno o pessoal não tem a menor condição de apresentar uma resposta apologética para trocar ter mais aquele contexto produz uma mudança dele os membros da igreja começa orar pela conversão do pastor né ele se converte uma senhora das e para ele desafia as institutas de Calvino Então eu acho que Mas é claro isso tem explicação fantástica e tem uma retroalimentação aí porque a ideia essa experiência sai Type E aí toda uma abordagem de apologética cultural Mas aí isso também influencia a forma como ele coloca coisa A questão não é só a gente apresentar bons argumentos é construir ou alimentar um sistema cultural e da plausibilidade para a o arrazoado Cristão para usar argumentos cristãos isso é algo mais do que só apologética e se envolve no envolvimento tem a ver com envolvimento cultural mais amplo que da plausibilidade ali para tudo aquilo então eu acho que a gente vê a coisa forma mais orgânica não é só a gente restaura apologética e Tudo Fica Bom na verdade várias coisas têm que ser restaurados ao mesmo tempo para que uma boa apologética possa nascer nesse solo o dia eu recebi uma pergunta que bem simples mas eu eu acho que é válida atenção pouco nela como trabalhar conteúdos profundos em comunidades mais simples por exemplo comunidades de classe de e ser E aí como é que você pode ajudar esse irmão fez essa pergunta e tem uma um ditado diz assim preciosos que os filósofos falam que a gente já sabe com palavras eles não entendi não dizem que filósofo gosta de falar difícil que gosta de falar complicado mas na maior parte das vezes não é que o filósofo ou Pensador seja complicado é porque ele simplesmente não sabe o que tá falando exatamente isso porque se você está se você tem um conteúdo intelectual compreensível a tua função a tua missão para você ser honesto com a tua vocação é que o outro entenda o que você tá dizendo se você não tá falando de uma maneira que aquilo que você está dizendo não pode ser compreendido e você falhou em sua missão Então isso é muito complicado é claro que você tem as dimensões de comunicação e que determinadas que em determinados contextos você usa um vocabulário técnico mas é como se você saísse daqui para um outro país e que você não conhece a língua que para você poder entender a entender a linguagem isso é uma coisa outra coisa bem diferente é quando você não entende o conteúdo faz de conta que entende e passa para pessoas que fazem de conta que te entenderam se você finge que ensina os outros veja que aprendem aprendendo possa cheia de Guilherme alguma sugestão e a nós trabalhamos com igrejas bem simples no início quando nós começamos aqui e foi uma um exercício mesmo nem explicar com simplicidade esses doutrinas básicas do evangelho e é possível mas com exato É explicado tem que entender a doutrina para poder explicar lá e ficar com que o uso bíblico de que Jesus ensinou que Paulo ensinou e naturalmente como aplicar a hermenêutica é fundamental tudo isso para explicar realmente que a Bíblia está ensinando e é isso esse esse teu me preocupa particularmente porque eu fui muitas vezes acusado de falar muito difícil e é o Jonas tá certo eu descobri que em parte das ocasiões me faltava uma compreensão adequada do objeto realmente Mas além disso tem essa questão da distância cultura alguns problemas nos quais você está imerso de repente aqui é responder sei lá para o seu contexto de universitário e o contexto você tem na comunidade pode ser completamente diferente mas mas existe o sempre um jeito de comunicar eu lembro eu lembro um dia que eu tive experiência muito engraçada é um dia minha filha mais nova a gente tava falando muito sobre a Trindade na comunidade TAM minha filha mais nova fez uma pergunta para mãe dela no momento Tava fazendo o cabelo ela disse ô mãe onde é que o Espírito Santo fica ele no vídeo de do pai de Jesus é perfeita observação teológica é o espírito santo de acordo com Agostinha comunhão do pai do filho né o vínculo caritatis então é realmente é claro ela tava usando termos espaciais ali né bem concreto para tentar fazer encontrar um sentido naquilo mas poxa uma criança então de cinco anos para e pensa sobre a trindade e tenta resolver esse problema então não é demais você tentar explicar doutrina da trindade até onde é possível estudar esse biblicamente as implicações práticas não é eu acho que o que muitas vezes impede e eu tive essa dificuldade muitos anos por isso eu diria isso às vezes não é a compreensão teórica só abstrata mas o significado existencial que a teologia Cristã tem eu acho que como muitas vezes o líder cristão o pastor não penetrou no significa o que elas têm existencialmente ele consegue comunicar ele dá uma classe ensina a doutrina da trindade e do final as pessoas Só sabem que a doutrina da trindade é um dos pontos que ela tem que assinar para ser aceita na igreja mas o que ela significa em termos a sua respiração da sua vivência Cristã não é uma ligação de uso coração com adoração com a comunhao a salvação né Total ela não consegue fazer a ligação do enunciado com a Vida Prática então aí de repente a doutrina compreendida e termos da sua coerência no sistema doutrinário mas não é compreendida na sua conexão com a existência e com as realidades da cultura contemporânea aí eu diria que essa compreensão que nem chega a ser mera mente do nível intelectual eu diria que é o maior obstáculo às perguntas não são percebidas como sendo relevantes eu acho que é disso que o chefe falava quando ele disse que os seminaristas vão para o seminário e saem de lá com todas as respostas só não sabem as perguntas uma das nossas dívidas com o Doutor Sérgio e a empresa da pregação expositiva eu entendo complementando o que os irmãos têm dito que uma forma de criar uma massa crítica na igreja justamente expor o texto bíblico E especialmente em comunidades mais simples em vez de talvez começar com as epístolas que são bem densas começar com narrativas bíblicas de Gênesis 1 Gênesis 3 Gênesis 11 Gênesis 12 Gênesis 22 e toda a medida que ele está expondo o texto bíblico especialmente as histórias eu acho que ele pode começar a chamar a atenção das pessoas por conteúdo mais profundo do evangelho e começa as histórias são aprofundados elaborados do novo testamento especialmente nas epístolas tão me parece que a pregação expositiva e tal A sociais interesse preparar as pessoas para um absorver um conteúdo um pouco mais denso um pouco mais há a profundo metafísico Talvez né é uma última pergunta a uma pergunta um pouco mais provocadora a um enfraquecimento da apologética em nosso meio não passa pela pelo enfraquecimento do ensino e na maneira que a teologia tratado em nossos seminários faculdades teológicas e talvez tenha a ver com a entrada do teologia Liberal nas faculdades teológicas na verdade até a palestra de hoje foi a escolha da nota 20 depois foi exatamente por isso quando você separa disciplina doutrinária de disciplina eclesiástica e você diz que a disciplina eclesiástica mais importante do que a disciplina doutrinária porque essa aqui é prática e essa aqui é apenas doxástica o sol da mente ou da inteligência das crianças você perde toda a relação de implicação que existe da disciplina doutrinária na disciplina eclesiástica Então o que acontece mais ou menos é uma esquizofrenia que a gente cria separando é digamos assim experiência da vivência cristã da Inteligência da fé cristã Eu acho que isso é cometer o suicídio dentro da vida cristã a gente não separa coisas que não são separadas nas essa ideia Já uma ideia Oi amiga que sempre sempre a minhas o cristianismo esse dualismo de colocar a alma de um lado a inteligência de um lado EA pragmática o a expressão da inteligência do outro isso sempre sempre sempre tentou entrar no cristianismo de alguma forma eu acho que quando dessa a gente perde essa integralidade essa relação profunda que existe entre a minha compreensão do evangelho e implicação disso na prática anti perde isso a gente perde toda a necessidade do do entendimento da igreja não é a na vida da igreja no dia a dia das pessoas têm que parece também quer sair ênfase maior na disciplina é que eles acho que não na disciplina doutrinal tem a ver muito com a confusão que se estabeleceu nosso meio de entre moralismo evangelho então pressupõe-se que uma vida meramente moralista é uma vida evangélica quando Evangelho não tem nada a ver com moralismo então escola os pecados mais escandalosos para atacar a em fazer toda naqueles pecados mais cada lados mas todo o conteúdo da Sã Doutrina do Evangelho é deixado de lado como se ele tivesse liberdade para divergir de outros pensamentos diferentes do que o a Bíblia exige da gente temos G compreensão do evangelho e aderência a própria evangélica vida porque isso não significa que a gente tem aqui homogenizar as Vertentes das tradições de Interpretação da dos entre os cristãos a gente tem problema da diáspora a gente tem as questões adiaforos né que são questões que você são secundárias e que você pensa a permissão de dirigir mas o que você está com que está em jogo não são as questões que a gente que sejam secundárias eu acho que tá em jogo hoje mais do que nunca são as questões essenciais primordiais quando o sujeito já não vê que Jesus é Deus quando sujeito já não crer na ressurreição de Cristo quando o sujeito já não crer na expiação de Cristo os pontos cruciais e que a gente eu me pergunto se a gente abrir mão deles a pergunta é para prima é fácil a pergunta é a seguinte Quais as implicações de abrir mão de uma determinada doutrina como é que eu consigo sustentar tudo isso olhando para as escrituras mas Abrindo mão de elementos que são fundadas pela própria eu achei aí que mora o grande problema né e eu tenho sentido uma certa dificuldade em saber se eu estou contradizendo uma tradição denominacional quer dizer nós já temos com Lutero algodão que nós recebemos vamos criados nessa doutrina e por se Velha por ser toda minha vida tem que ser controlada por exceder Como que eu posso divergir o explicar um pouco diferente Ou questionar essa essa crença essa festa doutrina da denominação a que eu pertenço eu dou graças a Deus que hoje em dia nós temos mais Liberdade talvez com essa liberdade para para explicar o que essa tradição é tradição e não Bíblia e assim por diante do que quando eu cheguei aqui no Brasil que igrejas começa a se dividir eu ver grandes animosidades crianças e tudo mais temos que ter muito cuidado nessa área onde nós vamos nos posicionar como Lutero se posicionou contra a Igreja Católica me mostra que tem uma Bíblia eu estou errado eu vou voltar para trás ou retrair mas se não me poder mostrar eu fico aqui mesmo que significa minha vida a vida queimadas na estaca alguma coisa assim E aí e eu só queria observar que eu acho que a gente precisa ter uma mudança no nosso paradigma mesmo de Formação teológica é é é muito comum a gente encontra isso o tempo inteiro eu encontrei isso é essa concepção da formação teológica como a o esforço de produzir um a estudante crítico né que tem senso crítico e que consequentemente sabe fazer teologia de forma crítica e muitas vezes a concepção que o pessoal tem de um de um bom teólogo é alguém que tem uma mente aguçada que sabe os métodos que compreende o que está acontecendo e foi minha vivência muito tempo mas eu acho que tem algo fundamentalmente errado nesse modelo a gente tinha que recuperar um um paradigma terapêutico para pensar a teologia e sistemas teológicos não são objetos externos que você examina e você pode tomar decisões e fazer comparações com um observador externo Bom dia muito mais com uma terapia a qual você se submete e você não pode tomar um antibiótico hoje trocar amanhã você tá doente você tá Sil de tratamento inclusive quando você tá estudando contexto seminário você não tá só aprendendo como você vai tratar alguém você está em tratamento então Acho que alguma coisa tem que mudar Aí a gente não pode experimentar diversas tecnologias muitas vezes eu fui obrigada a fazer isso ensinar várias linhas teológicas e deixar o aluno escolher isso não existe ainda mais porque ele a base aquele recebe o conserto ou na igreja muitas vezes é rasa Então como você quer que ele faça essas opções de forma madura Consciente e criativa a Bíblia se nem os recebeu dentro da sua comunidade de origem não sem dúvida eu não estou dizendo que o seu contra pluralidade aconteça lá e a questão é essa massa dificuldade você colocar vários como você diz antibióticos remédios deixar o aluno simplesmente escolher né Não isso não funciona eu acho que o estudante de teologia ele precisa e subir e não há uma tradição Sim eu vi o pessoal naquela Unidade São ele pode mudar depois sim mas ele tem que sentir na carne os efeitos daquela teologia para ele saber o quão boa ou até com ruim ela é eventualmente e eu tive essa experiência de sentido a carne com uma teologia pode ser destrutiva e a compreender a verdade da fé é muito mais do que você compreender a coerência sistêmica do pensamento essa essa tem a ver com a sua experiência concreta Então eu acho que a gente tem que ter uma mudança eu não sei como isso seria feito em termos de estrutura de seminário não tem alma eu não tenho competência da experiência suficiente para dizer isso mas que tem algo errado na minha opinião no modelo a sugestão e caminho que a pontaria se é possível isso é a disso associação entre os seminários as igrejas ou a um hiato entre elas Então pensa se o seminário com uma casa onde vai se produzir teólogos entre aspas puros e como seria o pudessem ser meramente acadêmicos né mas estou doente disso Associados da vida que você acha ainda que o cenário não forme pastores me parece que é necessário que os seminários seus legado uma igreja essa igreja tem uma confissão os professores aqueles seminários sejam Leais aquela confissão tem contas do do seu credo para aquela comunidade porque no final a gente até algo para igreja não há razão de ser um teólogo desassociado um produto simplesmente uma Torre de Marfim né nós servimos somos são chamados a servir a igreja a comunidade e