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A fé vem pelo ouvir

APOLOGÉTICA COM RUSSELL SHEDD, JONAS MADUREIRA, FRANKLIN FERREIRA E GUILHERME DE CARVALHO

APOLOGÉTICA COM RUSSELL SHEDD, JONAS MADUREIRA, FRANKLIN FERREIRA E GUILHERME DE CARVALHO

APOLOGÉTICA COM RUSSELL SHEDD, JONAS MADUREIRA, FRANKLIN FERREIRA E GUILHERME DE CARVALHO

Nesta sessão de perguntas e respostas realizada durante o 8º Congresso de Teologia Vida Nova, Russell Shedd, Jonas Madureira, Franklin Ferreira e Guilherme de Carvalho discutem a importância da apologética.

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Legendas automáticas:

Olá
irmãos e irmãs Bom dia aqueles que
quiserem fazer perguntas podem fazer o
sinal o Sérgio os irmãos irmãs e da
Editora Vida Nova vão recolher essas
perguntas para nós aqui eu queria
agradecer o Jonas pela palestra dele e
queria dirigir uma primeira pergunta a
ele e também o Doutor Sérgio Guilherme à
pergunta o seguinte a pouca ia fazer na
projetica em nossas igrejas não teria
relação com a perda do conteúdo do
evangelho e o que fazer para recuperar
esse conteúdo do Evangelho
é uma
sem dúvida eu acho que a a
a perda
da relevância da Project Kahn na igreja
está ligada a ausência de consciência do
conteúdo do Evangelho
Sem dúvida mas ao mesmo tempo a no
contexto da igreja uma certa
desconfiança da Project Kahn E por que
há uma desconfiança da política porque
não se entende a sua missão com uma
missão de libertação de evangelização e
de conscientização exatamente do
conteúdo evangelho então geralmente
quando se pensa no apologeta se pensa
numa pessoa ranzinza uma pessoa
agressiva numa pessoa radical que não
não não não tem amor na sua palavra no
seu discurso e que isso não é verdadeiro
isso não é verdadeiro e então eu acho
que às vezes uma falsa com e o que é
apologética também prejudica a
relevância da apologética dentro dos
prismas do contexto Pastoral
a perda do Evangelho ela é apenas um
sintoma
ela não não é a causa da de não usarmos
apologética ela simplesmente o resultado
não usamos apologética é o fato da gente
não ter uma preocupação com a verdade
que faz com que a gente poder lugar tire
do Horizonte fundamento doutrinário e
por isso não tenha por isso volta para a
própria e relevância da isso se volta
contra apologética exatamente Por que se
pede exatamente aquilo que garantiria a
no mínimo princípio doutrinário como
verdadeiro como verdade ele não apenas
um pensamento
o Guilherme Doutor série A
e eu queria matizar que durante os meus
anos aqui no Brasil tenho visto um
progresso Fantástico na área de educação
a nos níveis superiores quando eu
Chegamos aqui
62 é uma pequena porcentagem
de crença e Amparo Universidade mas
agora a situação
muito diferente
isso os pastores os seminários não tem
me parece se preparado para
se confrontar com esse conhecimento vem
importado por pessoas que dizem
doutorado lá fora na França na Alemanha
na América do Norte Inglaterra então
eles trazem questões
que os
líderes das igrejas pastores nunca
ouviram falar então ele se sente
intimidado então eles vão dizer não e o
evangelho e muito mais simples do que
isso eu não precisa responder essa
pergunta portanto um congresso com essa
que está mostrando que a situação é
diferente hoje 2012 do que em 1962 até
nos anos 70 e 80
E
se eu entendi bem a pergunta a questão é
se é a perda do o enfraquecimento do
evangélico em relação com a perda do
desse espiritual dessa atividade o
projeto dica e eu acho que não eu acho
que é o inverso
e é na verdade a tradição de ideologia
alemã que a gente recebe aí deixa a
imagem para frente ela é extremamente
apologética e isso é um fato muito bem
reconhecido se você pega a teologia
sistemática de posts você vai ver ele
começar
argumentando que apologética é uma
tarefa importante ela faz sentido é uma
coisa que o colega inclusive o cometa em
algum texto dele que eu não me lembro
agora como ele percebeu essa
característica na Alemanha apologética
da
reflexão Cristã lá então eu acho que não
eu acho que é o contrário você pode
dizer no caso eu diria por exemplo caso
pootles me perdoo aí teve chances
tiverem aqui mas eu acho que ele ia a
perda do Evangelho é muito clara Mas a
qualidade da apologética sem entrar no
mérito dos raciocínios mas do
investimento o projeto ele é muito
grande muito alta a interação com o
pensamento alemão e é circundante ali de
tiras eu acho que não eu acho que você
pode fazer muita apologética com um
ponto de partida errado é muito fácil de
fazer isso uma das discussões sobre
teologia natural e sobre apologética
Exatamente é essa é que dependendo do
ponto de partida do pensador você vai
para o direção completamente diferente
acusação dos reformadores em relação ao
trabalho de Tomás de Aquino que tinha um
caráter apologético é de que ele começou
com ponte partido errado eu acho que não
eu acho que a gente pelo contrário
precisa recuperar o evangelho para poder
fazer apologética direito e recuperar
evangélica é o que vai além da qualidade
da nossa reflexão são tarefas
relacionadas nos destinos então o ponto
é se pessoas não não conhecem o básico
da fé cristã fé arrependimento Cruz
porque Cristo morreu como é que elas vão
defender a fé mas aí a questão entra a
segunda pergunta ligada a primeira é
isso Jonas
a ação de questão do pastor ter a
responsabilidade de pregar a reta
doutrina Sã Doutrina é o que fazer para
recuperar o evangelho em nossas
comunidades que dicas vocês poderão dar
para isso quais sugestões práticas a
gente tem pastores presbíteros diáconos
os líderes aqui de forma geral como é
que a gente pode trabalhar para
recuperar o evangelho e defender o
evangelho também
e eu um amigo
também é professor
pastor Mas vida mais com as disciplinas
mais pastorais do seminário um dia olhou
para mim disse assim Jonas você não é um
pastor
participou porque não porque você é
Acadêmico da filosofia tá fazendo
mestrado em filosofia tá fazendo
doutorado em filosofia você não pode ser
Pastor e eu percebi que na por trás
aquele discurso tem uma crença errada
Qual é a crença errada a crença errada é
a seguinte de quem estuda tem que ficar
na universidade tem que ficar no
seminário não pode ficar dentro da
igreja eu já acho Por exemplo que eu sou
totalmente a favor dos seminários
totalmente a favor de seminários mas eu
tenho a impressão de que o seminário já
é já mostra com toda e ele tem ele
mostra também a deficiência de nossas
igrejas só existem seminários porque tá
faltando em nossas igrejas
exatamente orientação e ensino Por que
que a gente recebe o vejo lá muitos
alunos do seminário escudo aula muitos
alunos que muitos deles não estão à
procura de um preparo para o ministério
Pastoral é uma pode isso você vê que o
indivíduo não não tem um chamado para o
ministério Pastoral Mas por que que tá
fazendo seminário porque ele tem
conhecimento porque ali estudo
aparentemente né aí tiver ele ver o
cenário como substituto da catedrais
classe de catequese Auto Escola Bíblica
Dominical então ele acha ele projeto no
seminário aquela imagem de um retiro
espiritual onde vai aprender Bíblia só
que daqui a pouco ele topa com J EDP aí
é complicado né
É complicado
e quando eu viajo aceito convites para
igreja sempre levo livros
o que nem me deixa bem paz mas aqui
quase nenhuma igreja que eu visito tem
uma biblioteca da igreja e que passa
estou descendo incentivar os jovens
espécie manta aqueles que estão pensando
estão pensando nos fazer vestibular tudo
mais Ale
porque tenho respostas tem explicações
se o pastor não conhece pelo menos os
autores dos livros em geral conhecem
seus livros são bem escolhido da vida
nova Claro mas a
é
uma biblioteca pode ser uma grande ajuda
para abrir as mentes e ajudar as pessoas
entender melhor essas questões que estão
em Pauta nas universidades biologia por
exemplo como que a gente vai falar ética
ética para hoje é isso mesmo
e a gente tem o biblioteca lá na igreja
e eu agradeço o comentário do professor
cheia de que isso vai justificar as
compras que eu vou fazer ligar vou
mas eu acho que a gente precisa de um
solo adequado e um solo de cristianismo
autêntico eu acho que ele pode gerar uma
boa apologética
eu lembro aqui é
isso até manjado né tô lembrado Kuiper
mas realmente ele tinha ficado Liberal
completamente é quando ele terminou a
formação
formação teológica dele e aí ele vai
pastorear uma pequena Congregação E lá
todo mundo é cristão autêntico Genuíno o
pessoal não tem a menor condição de
apresentar uma resposta apologética para
trocar ter mais aquele contexto produz
uma mudança dele os membros da igreja
começa orar pela conversão do pastor né
ele se converte uma senhora das e para
ele desafia as institutas de Calvino
Então eu acho que
Mas é claro isso tem explicação
fantástica e tem uma retroalimentação aí
porque a ideia essa experiência sai Type
E aí toda uma abordagem de apologética
cultural Mas aí isso também influencia a
forma como ele coloca coisa A questão
não é só a gente apresentar bons
argumentos é construir ou alimentar um
sistema cultural e da plausibilidade
para a o arrazoado Cristão para usar
argumentos cristãos isso é algo mais do
que só apologética e se envolve no
envolvimento tem a ver com envolvimento
cultural mais amplo que da
plausibilidade ali para tudo aquilo
então eu acho que a gente vê a coisa
forma mais orgânica não é só a gente
restaura apologética e Tudo Fica Bom na
verdade várias coisas têm que ser
restaurados ao mesmo tempo para que uma
boa apologética possa nascer nesse solo
o dia eu recebi uma pergunta que bem
simples mas eu eu acho que é válida
atenção pouco nela como trabalhar
conteúdos profundos em comunidades mais
simples por exemplo comunidades de
classe de e ser
E aí como é que você pode ajudar esse
irmão fez essa pergunta
e tem uma um ditado diz assim preciosos
que os filósofos falam que a gente já
sabe com palavras eles não entendi não
dizem que filósofo gosta de falar
difícil que gosta de falar complicado
mas na maior parte das vezes não é que o
filósofo ou Pensador seja complicado é
porque ele simplesmente não sabe o que
tá falando
exatamente isso porque se você está se
você tem um conteúdo intelectual
compreensível a tua função a tua missão
para você ser honesto com a tua vocação
é que o outro entenda o que você tá
dizendo se você não tá falando de uma
maneira que aquilo que você está dizendo
não pode ser compreendido e você falhou
em sua missão Então isso é muito
complicado é claro que você tem as
dimensões
de comunicação e que
determinadas que em determinados
contextos você usa um vocabulário
técnico mas é como se você saísse daqui
para um outro país e que você não
conhece a língua que para você poder
entender a entender a linguagem isso é
uma coisa outra coisa bem diferente é
quando você não entende o conteúdo faz
de conta que entende e passa para
pessoas que fazem de conta que te
entenderam se você finge que ensina os
outros veja que aprendem aprendendo
possa cheia de Guilherme alguma sugestão
e a nós trabalhamos com igrejas bem
simples no início quando nós começamos
aqui e foi uma um exercício mesmo nem
explicar com simplicidade esses
doutrinas básicas do evangelho e é
possível mas com exato É explicado tem
que entender a doutrina para poder
explicar lá e ficar com que o uso
bíblico de que Jesus ensinou que Paulo
ensinou e naturalmente como aplicar a
hermenêutica é fundamental tudo isso
para explicar realmente que a Bíblia
está ensinando
e é
isso esse esse teu me preocupa
particularmente porque eu fui muitas
vezes acusado de falar muito difícil e é
o Jonas tá certo eu descobri que em
parte das ocasiões me faltava uma
compreensão adequada do objeto realmente
Mas além disso tem essa questão da
distância cultura alguns problemas nos
quais você está imerso de repente aqui é
responder sei lá para o seu contexto de
universitário e o contexto você tem na
comunidade pode ser completamente
diferente
mas
mas existe o sempre um jeito de
comunicar eu lembro eu lembro um dia que
eu tive experiência muito engraçada é um
dia minha filha mais nova a gente tava
falando muito sobre a Trindade na
comunidade TAM minha filha mais nova fez
uma pergunta para mãe dela no momento
Tava fazendo o cabelo ela disse ô mãe
onde é que o Espírito Santo fica ele no
vídeo de do pai de Jesus
é perfeita observação teológica é o
espírito santo de acordo com Agostinha
comunhão do pai do filho né o vínculo
caritatis
então é realmente é claro ela tava
usando termos espaciais ali né bem
concreto para tentar fazer encontrar um
sentido naquilo mas poxa uma criança
então de cinco anos para e pensa sobre a
trindade e tenta resolver esse problema
então não é demais você tentar explicar
doutrina da trindade até onde é possível
estudar esse biblicamente as implicações
práticas não é eu acho que o que muitas
vezes impede e eu tive essa dificuldade
muitos anos por isso eu diria isso
às vezes não é a compreensão teórica só
abstrata mas o significado existencial
que a teologia Cristã tem eu acho que
como muitas vezes o líder cristão o
pastor não penetrou no significa o que
elas têm existencialmente ele consegue
comunicar ele dá uma classe ensina a
doutrina da trindade e do final as
pessoas Só sabem que a doutrina da
trindade é um dos pontos que ela tem que
assinar para ser aceita na igreja mas o
que ela significa em termos a sua
respiração da sua vivência Cristã não é
uma ligação de uso coração com adoração
com a comunhao a salvação né Total ela
não consegue fazer a ligação do
enunciado com a Vida Prática então aí de
repente a doutrina compreendida e termos
da sua coerência no sistema doutrinário
mas não é compreendida na sua conexão
com a existência e com as realidades da
cultura contemporânea aí eu diria que
essa compreensão que nem chega a ser
mera mente do nível intelectual
eu diria que é o maior obstáculo às
perguntas não são percebidas como sendo
relevantes
eu acho que é disso que o chefe falava
quando ele disse que os seminaristas vão
para o seminário e saem de lá com todas
as respostas só não sabem as perguntas
uma das nossas dívidas com o Doutor
Sérgio e a empresa da pregação
expositiva
eu entendo complementando o que os
irmãos têm dito que uma forma de criar
uma massa crítica na igreja justamente
expor o texto bíblico E especialmente em
comunidades mais simples em vez de
talvez começar com as epístolas que são
bem densas começar com narrativas
bíblicas de Gênesis 1 Gênesis 3 Gênesis
11 Gênesis 12 Gênesis 22 e toda a medida
que ele está expondo o texto bíblico
especialmente as histórias eu acho que
ele pode começar a chamar a atenção das
pessoas por conteúdo mais profundo do
evangelho e começa as histórias são
aprofundados elaborados do novo
testamento especialmente nas epístolas
tão me parece que a pregação expositiva
e tal A sociais interesse preparar as
pessoas para um absorver um conteúdo um
pouco mais denso um pouco mais há a
profundo metafísico Talvez né é uma
última pergunta a uma pergunta um pouco
mais provocadora a um enfraquecimento da
apologética em nosso meio não passa pela
pelo enfraquecimento do ensino e na
maneira que a teologia tratado em nossos
seminários faculdades teológicas
e talvez tenha a ver com a entrada do
teologia Liberal nas faculdades
teológicas na verdade até a palestra de
hoje foi a escolha da nota 20 depois foi
exatamente por isso quando você separa
disciplina doutrinária de disciplina
eclesiástica e você diz que a disciplina
eclesiástica mais importante do que a
disciplina doutrinária porque essa aqui
é prática e essa aqui é apenas
doxástica o sol da mente ou da
inteligência das crianças você perde
toda a relação de implicação que existe
da disciplina doutrinária na disciplina
eclesiástica Então o que acontece mais
ou menos é uma esquizofrenia que a gente
cria
separando é digamos assim experiência da
vivência cristã da Inteligência da fé
cristã Eu acho que isso é cometer o
suicídio dentro da vida cristã a gente
não separa coisas que não são separadas
nas essa ideia Já uma ideia Oi amiga que
sempre sempre a minhas o cristianismo
esse dualismo de colocar a alma de um
lado a inteligência de um lado EA
pragmática o a expressão da inteligência
do outro isso sempre sempre sempre
tentou entrar no cristianismo de alguma
forma eu acho que quando dessa a gente
perde essa integralidade essa relação
profunda que existe entre a minha
compreensão do evangelho e implicação
disso na prática anti perde isso a gente
perde toda a necessidade do do
entendimento da igreja não é a na vida
da igreja no dia a dia das pessoas têm
que parece também quer sair ênfase maior
na disciplina é que eles acho que não na
disciplina doutrinal tem a ver muito com
a confusão que se
estabeleceu nosso meio de entre
moralismo evangelho então pressupõe-se
que uma vida meramente moralista é uma
vida evangélica quando Evangelho não tem
nada a ver com moralismo então escola os
pecados mais escandalosos para atacar a
em fazer toda naqueles pecados mais cada
lados mas todo o conteúdo da Sã Doutrina
do Evangelho é deixado de lado como se
ele tivesse liberdade para divergir de
outros pensamentos diferentes do que o a
Bíblia exige da gente temos G
compreensão do evangelho e aderência a
própria evangélica vida porque isso não
significa que a gente tem aqui
homogenizar as Vertentes das tradições
de Interpretação da dos entre os
cristãos a gente tem problema da
diáspora a gente tem as questões
adiaforos né que são questões que você
são secundárias e que você pensa a
permissão de dirigir mas o que você está
com que está em jogo não são as questões
que a gente que sejam secundárias eu
acho que tá em jogo hoje mais do que
nunca são as questões essenciais
primordiais quando o sujeito já não vê
que Jesus é Deus quando sujeito já não
crer na ressurreição de Cristo quando o
sujeito já não crer na expiação de
Cristo
os pontos cruciais
e que a gente eu me pergunto se a gente
abrir mão deles a pergunta é
para prima é fácil a pergunta é a
seguinte Quais as implicações de abrir
mão de uma determinada doutrina como é
que eu consigo sustentar tudo isso
olhando para as escrituras mas Abrindo
mão de elementos que são fundadas pela
própria eu achei aí que mora o grande
problema né
e
eu tenho sentido uma certa dificuldade
em saber se eu estou contradizendo uma
tradição
denominacional quer dizer nós já temos
com Lutero
algodão que nós recebemos vamos criados
nessa doutrina e por se Velha por ser
toda minha vida tem que ser controlada
por exceder Como que eu posso divergir o
explicar um pouco diferente Ou
questionar essa
essa crença essa festa doutrina da
denominação a que eu pertenço eu dou
graças a Deus que hoje em dia nós temos
mais Liberdade talvez com essa liberdade
para para explicar
o que essa tradição é tradição e não
Bíblia e assim por diante do que quando
eu cheguei aqui no Brasil que igrejas
começa a se dividir eu ver grandes
animosidades crianças e tudo mais temos
que ter muito cuidado nessa área onde
nós vamos nos posicionar
como Lutero se posicionou contra a
Igreja Católica me mostra que tem uma
Bíblia eu estou errado eu vou voltar
para trás ou retrair mas se não me poder
mostrar eu fico aqui mesmo que significa
minha vida a vida
queimadas na estaca alguma coisa assim
E aí
e eu só queria observar que eu acho que
a gente precisa ter uma mudança no nosso
paradigma mesmo de Formação teológica
é é é muito comum a gente encontra isso
o tempo inteiro eu encontrei isso é essa
concepção da formação teológica como a o
esforço de produzir um a estudante
crítico né que tem senso crítico e que
consequentemente sabe fazer teologia de
forma crítica e muitas vezes a concepção
que o pessoal tem de um de um bom
teólogo é alguém que tem uma mente
aguçada que sabe os métodos que
compreende o que está acontecendo
e foi minha vivência muito tempo mas eu
acho que tem algo fundamentalmente
errado nesse modelo a gente tinha que
recuperar um um paradigma terapêutico
para pensar a teologia e sistemas
teológicos não são objetos externos que
você examina e
você pode tomar decisões e fazer
comparações com um observador externo
Bom dia muito mais com uma terapia a
qual você se submete e você não pode
tomar um antibiótico hoje trocar amanhã
você tá doente você tá Sil de tratamento
inclusive quando você tá estudando
contexto seminário você não tá só
aprendendo como você vai tratar alguém
você está em tratamento então Acho que
alguma coisa tem que mudar Aí a gente
não pode experimentar diversas
tecnologias muitas vezes eu fui obrigada
a fazer isso ensinar várias linhas
teológicas e deixar o aluno escolher
isso não existe ainda mais porque ele a
base aquele recebe o conserto ou na
igreja muitas vezes é rasa Então como
você quer que ele faça essas opções de
forma madura Consciente e criativa a
Bíblia se nem os recebeu dentro da sua
comunidade de origem não sem dúvida eu
não estou dizendo que o seu contra
pluralidade aconteça lá e a questão é
essa massa dificuldade você colocar
vários como você diz antibióticos
remédios deixar o aluno simplesmente
escolher né Não isso não funciona eu
acho que o estudante de teologia ele
precisa e subir e não há uma tradição
Sim eu vi o pessoal naquela Unidade São
ele pode mudar depois sim mas ele tem
que sentir na carne os efeitos daquela
teologia para ele saber o quão boa ou
até com ruim ela é eventualmente e eu
tive essa experiência de sentido a carne
com uma teologia pode ser destrutiva e a
compreender a verdade da fé é muito mais
do que você compreender a coerência
sistêmica do pensamento essa essa tem a
ver com a sua experiência concreta Então
eu acho que a gente tem que ter uma
mudança eu não sei como isso seria feito
em termos de estrutura de seminário não
tem alma eu não tenho competência da
experiência suficiente para dizer isso
mas que tem algo errado na minha opinião
no modelo a sugestão e caminho que a
pontaria se é possível isso é a disso
associação entre os seminários as
igrejas ou a um hiato entre elas Então
pensa se o seminário com uma casa onde
vai se produzir teólogos entre aspas
puros e como seria o pudessem ser
meramente acadêmicos né mas estou doente
disso Associados da vida que você acha
ainda que o cenário não forme pastores
me parece que é necessário que os
seminários seus legado uma igreja essa
igreja tem uma confissão os professores
aqueles seminários sejam Leais aquela
confissão tem contas do do seu credo
para aquela comunidade porque no final a
gente até algo para igreja não há razão
de ser um teólogo desassociado um
produto simplesmente uma Torre de Marfim
né nós servimos somos são chamados a
servir a igreja a comunidade e

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