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A fé vem pelo ouvir

# 10 Efésios – A Doutrina da Vida | Rev. Ericson Martins

# 10 Efésios – A Doutrina da Vida | Rev. Ericson Martins

# 10 Efésios – A Doutrina da Vida | Rev. Ericson Martins

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:

Meus irmãos, o nosso último estudo, no
capítulo 4, verso 7 até o verso 11,
vimos cinco dons edificantes na igreja.
Cinco dons que Deus concede no meio da
igreja. Todos eles estão relacionados
com o ministério do ensino. Como eu
disse, não é uma lista completa de dons.
Há outras listas de dons no Novo
Testamento. Uma delas, talvez uma das
mais conhecidas, lá em Romanos capítulo
12, você tem uma lista mais
diversificada de dons que Deus concede
ao seu povo. O foco do apóstolo Paulo
aqui é em relação aos dons de ensino.
são eles os apóstolos, de uma maneira
distinta, se referindo aqui aos 12,
incluindo também Paulo. E naqueles dias,
não apenas os 12, obviamente, que tinham
uma condição eh especial, inspirados por
Deus e pelo Espírito Santo, haviam
outros que tinham status de autoridade e
eram muito respeitados e que estavam
muito próximos do colegiado dos
apóstolos, Thago, Barnabé, Andrônico,
Júnias e possivelmente Silas, Timóteo e
Apolo.
Em Primeira Tessalonicenses,
Paulo se refere, por exemplo, a Silas e
a Timóteo, como se eles estivessem na
mesma condição que ele. A gente sabe que
não, mas o que Paulo está destacando ali
era a autoridade. Estava reconhecendo a
autoridade de Silas e também de Timóteo.
Dentre essa lista de dons, nós
encontramos dos profetas. Paulo começa
dizendo a uns, verso 11, ele mesmo
concedeu uns para apóstolos. E aí ele
distingue os apóstolos dos outros dons,
usando outros para profetas,
outros
para evangelistas e outros para pastores
e mestres. é uma outra categoria, é uma
outra, um outro colegiado de dons que
Deus concede à igreja. A função dos
profetas, ela era reconhecida, eh,
ligada muito, muito imediatamente ali
junto com os apóstolos. Por exemplo, no
capítulo do capítulo 2 de eh Efésios, no
verso 20, eles estão relacionados. Paulo
diz: "Edificados sobre o fundamento dos
apóstolos e profetas". Os profetas
estavam sempre muito próximos dos
apóstolos e a função deles, como vimos
aqui no nosso último estudo, era de
consolar com muitos conselos, conselhos
e fortalecer os crentes. Então, os
apóstolos eles anunciavam, traziam a
revelação, o ensino eh eh basilar, a
estabeleciam a doutrina e os profetas
eram aqueles que vinham consolando,
exortando, eh trazendo maiores
esclarecimentos sobre aquelas doutrinas,
tá? Então, o profeta no Novo Testamento
é aquele que anunciava
o texto da profecia, especialmente os
textos que tinham um caráter mais de
promessa, os textos mais proféticos.
Dentro até mesmo do Novo Testamento, nós
temos várias pessoas que
instrumentalizavam os textos dos
profetas, trazendo o entendimento
daquilo que tinha sido revelado e como
tinha sido cumprido na pessoa de Jesus.
Então, esse profeta aqui não é aquele
profeta que geralmente nós vemos por aí,
pessoas que se autodeclaram inspiradas
por Deus, trazendo revelações
extracanônicas. Não, não tem nada disso
aqui. Esses profetas, eles traziam
entendimento sobre as coisas que tinham
sido prometidas no passado, tinham sido
cumpridas por Cristo à luz da revelação
que o próprio Espírito estava dando aos
apóstolos. também os evangelistas,
pastores e mestres. Os evangelistas,
eles tinham um ministério mais
itinerante de divulgação da palavra de
Deus na evangelização, enquanto os
pastores e mestres permaneciam nas
congregações instruindo nos caminhos de
Deus. Todos esses dons mostram o cuidado
de Deus, primeiro através dos apóstolos,
estabelecendo a doutrina e todos os
demais, com base na doutrina dos
apóstolos, edificando, consolando,
exortando, corrigindo, pastoreando o
povo de Deus. Todos esses dons foram
dados por Deus para a edificação da
igreja. E aqui nós terminamos o nosso
estudo anterior, eh, fazendo cinco, eh,
resumindo aqui tudo que nós vimos em
basicamente quatro ensinamentos.
Primeiro, todos nós indistintamente
recebemos a graça de experimentar a
presença de Deus em nossas próprias
vidas, para que vivamos assim em
unidade. Quando Paulo diz no verso 7: "E
a graça foi concedida a cada um,". Essa
graça que foi concedida a cada um, ela é
ela está relacionada imediatamente com o
verso anterior. O verso seis. É o Deus e
Pai que age por meio de que que é sobre
todos, age por meio de todos e está em
todos. Essa graça foi dado a cada um.
Paulo está se dirigindo, obviamente, aos
crentes que se encontravam na cidade de
Éfeso. E esta doutrina da salvação que
Paulo expõe no capítulo 1 até o verso 10
do capítulo 2, ela deve ser aplicada
quanto à unidade da igreja. Ele vai
explicar isso, capítulo 2, verso 11 até
basicamente o final do capítulo 3. É
sobre isso que Paulo está tratando no
verso 1 do capítulo 4. Rogo-vos, pois,
eu, prisioneiro no Senhor, que andeis de
modo digno da vossa vocação, a que
fostes chamados. Salvação promove
basicamente duas coisas. Primeiro, a
unidade da igreja. E é isso que Paulo
trata a partir do verso 11 do capítulo
2. Como Deus uniu em Cristo Jesus judeus
e gentios derrubando a parede da
separação. Verso 14. E é isso que Paulo
está tratando aqui sobre essa graça que
Deus dá por meio de Cristo a todos nós,
a qual nos habilita a viver em unidade
como igreja. O segundo eh ensino que nós
aprendemos aqui no estudo anterior foi
que a unidade da fé cristã requer
compreensão da doutrina apostólica. O
que nos une, meus irmãos, é o acordo em
relação àquilo que é essencial para a fé
cristã, mas também das distintas
maneiras que Deus age na vida de cada
um, inclusive daqueles que ocupam
funções de ensino. Então, não apenas
pela unidade de fé que ele sintetiza no
verso 4 até o verso 6 do capítulo 4, mas
também a postura, a conduta, a maneira
de nos relacionar com a diversidade de
dons dentro da igreja. É por isso que
ele está esclarecendo a essa diversidade
de dons e como essa diversidade de dons
foi providenciada por Deus para promover
unidade e não divisão dentro da igreja.
Então, a nossa eh unidade de fé, ela
requer fundamentação bíblica,
doutrinária, apostólica, mas também
requer uma compreensão sobre como Deus
está agindo na vida de cada um dentro do
corpo de Cristo. Em Primeira Coríntios,
capítulo 12, o apóstolo Paulo diz que o
corpo, a alusão, né, uma analogia ao
corpo, tem muitos membros e os membros
são muito diferentes.
O olho é diferente da orelha, a orelha é
diferente do nariz, que é diferente da
perna, da mão. Ou seja, há muitos dons,
há muitas diferenças. E essas diferenças
existem como uma manifestação da
multiforme sabedoria de Deus. verso 10
do capítulo 3. Essas diferenças devem
ser usadas em espírito de cooperação e
não de competição. Terceiro ensino, os
dons foram dados por Deus por meio de
Cristo para a edificação, não para a
divisão. E quando nós não temos essa
compreensão, nós invejamos aquele que
supostamente Deus está usando mais do
que a mim. Ora, nós somos um corpo e
como corpo nós somos membros diferentes
nesse corpo e Deus está agindo de uma
maneira diferente na vida de cada um.
Então, os dons que existem no meio da
igreja dados por Cristo, todos eles são
úteis e são destinados para a
edificação, não para a divisão. Então,
não justifica inveja, não justifica
ciúme, não justifica disputas, não
justifica nada dessa maneira, nada nesse
sentido, tá? Nada nesse sentido. E por
fim, o dom do apostolado passou. O dom
do apostolado
pela característica do corpo apostólico
e pela inspiração do espírito a eles que
tinham a incubência de lançar os
fundamentos doutrinários para a igreja,
esse dom passou. E essa compreensão é
saudável biblicamente, não apenas pelas
evidências liter eh eh literais que nós
temos no texto bíblico, mas também pelo
aspecto da própria teologia.
Porque se nós não compreendermos que
este dom passou, nós teremos que admitir
que a parte dos apóstolos ainda há
pessoas inspiradas pelo Espírito Santo
lançando fundamentos da igreja. E nesse
sentido as escrituras não são
suficientes. Então, para admitir que há
ainda em nossos dias em vigor dons
revelacionais, nós temos que admitir que
a escritura não é suficiente, porque
ainda há revelação nos nossos dias a
parte da do canân bíblico, tá? Então
isso não faz o menor sentido,
biblicamente falando, porque todos os
demais dons, a partir dos fundamentos
doutrinários que foram lançados pelos
apóstolos, eles serviram para a
edificação, mas sobre um fundamento que
já tinha sido estabelecido. Então, o dom
do apostolado passou. Outros nós
acreditamos que ainda são dados por
Deus, como por exemplo o dom de
profecia, não como eu já mencionei, como
uma capacidade de trazer revelação extra
bíblica,
como alguém que está ouvindo da parte de
Deus algo que ainda não foi revelado na
escritura. Mas se compreendermos o dom
de profecia como dom
aquele que é dotado de uma maneira
especial pelo Espírito Santo para na
instrumentalização da palavra da
profecia anunciá-la, aí sim então nós
podemos compreender que Deus ainda dá
este dom de profecia, aquele que anuncia
a profecia, tá? também o dono de
evangelista do pastorado e da docência
ou do mestre do ensino propriamente
dito. E todos esses dons, conforme lemos
no verso 12, foram dados por Deus para a
edificação. E este é o ponto central
aqui do nosso estudo hoje. Então, já
vimos aqui os dons edificantes na
igreja, verso 7 ao verso 11. E hoje
veremos a finalidade destes dons na vida
da igreja. Antes vamos ler a passagem,
capítulo 4 de Efésios, versos 12. até o
verso 16, a palavra de Deus diz assim:
"Com vistas, depois de relatar os dons,
tá? Aí ele entra no verso 12 dizendo:
"Con vistas ao aperfeiçoamento dos
santos para o desempenho do seu serviço
para a edificação do corpo de Cristo,
até que todos cheguemos à unidade da fé
e do pleno conhecimento do filho de
Deus, a perfeita varonilidade,
a medida da estatura da plenitude de
Cristo, para que não mais sejamos como
meninos, agitados de um lado para o
outro e levar ados ao redor por todo
vento de doutrina, pela artimanha dos
homens, pela astúcia com que induzem ao
erro. Mas seguindo a verdade e amor,
cresçamos em tudo naquele que é a
cabeça, Cristo, de quem todo o corpo,
bem ajustado e consolidado pelo auxílio
de toda junta, segundo a justa
cooperação de cada parte, efetua o seu
próprio aumento para a edificação de si
mesmo em amor. E assim o apóstolo Paulo
termina a sua primeira aplicação dos
fundamentos eh sereológicos
ou os fundamentos da salvação, eh da
doutrina da salvação que ele faz nos
capítulos um até o capítulo 3. A
primeira aplicação que ele faz tem a ver
com a unidade da igreja, tá? algo que
ele já estava desenvolvendo a partir do
capítulo 2, verso 11, mas agora ele está
dando um enfoque diferente. Ele está
agora trazendo luz a uma particularidade
na vida da igreja que tem relação
intimamente, como já vimos, com os dons.
A partir daqui, veremos outras
aplicações que Paulo faz a partir da
consciência de que em Cristo Jesus fomos
salvos pela graça de Deus mediante a fé.
Então, hoje veremos a finalidade dos
dons na igreja.
a finalidade dos dons especiais
mencionados aqui, eh, que são concedidos
a alguns, não são concedidos a todos,
né? Gramaticalmente falando, nos chama
atenção o fato de que os apóstolos são
descritos como uns. Em relação aos
demais, o apóstolo Paulo usa outros. Ele
não generaliza, ele não totaliza os dons
na igreja. apenas uns e outros, ou seja,
não é todo mundo. não foi dado. Nenhum
destes dons não foi dado para destacá-lo
simplesmente para provar que eles são
melhores, que eles são mais especiais,
que eles são mais espirituais, que eles
têm mais privilégios da parte de Deus,
porque na verdade eles foram eh dotados
por Deus para este ministério com uma
finalidade que é de aperfeiçoar
a si mesmos os dons foram dados com a
finalidade de aperfeiçoar eles mesmos e
aqueles que recebem esses dons. E a
finalidade é de servir. A finalidade dos
dons não é para destacar-se
como aquele que está em um status
especial e mais privilegiado na presença
de Deus em relação aos outros. Os dons
eles são responsabilidades que Deus deu,
que Deus eh ofereceu gratuitamente para
que sejamos capazes de servir. E servir
como aperfeiçoando os demais. O verso 12
diz: "Com vistas ao aperfeiçoamento dos
santos para o desempenho do seu serviço
para a edificação do corpo de Cristo."
Então, os dons eles nos edificam e eles
também nos preparam para servir outros,
tá? na obra eh da edificação do corpo de
Cristo. A rigor, os dons que recebemos,
eles devem ser usados para edificar
outros, a fim de que estes outros também
sejam capacitados a edificar outros. Ou
seja, os dons são dados para servir. Os
dons eles são habilitações que Deus nos
dá para que sirvamos uns aos outros. E
Paulo ainda está falando sobre unidade.
A rigor, a graça foi concedida a cada um
de nós, segundo a proporção do dom de
Cristo. Verso 7. É assim que ele começa
o seu ensino. Ou seja, todos têm
responsabilidade mútua na edificação da
igreja, a fim de que haja compromisso
doutrinário e firme testemunho da fé.
Então, o compromisso doutrinário, ele já
estabeleceu a doutrina, a base da
doutrina nos versos 4 a 6. E agora ele
está mostrando como tendo recebido dons
no meio da igreja, como todos nós somos
responsáveis pela edificação de uns para
com os outros. A parte dos apóstolos,
pelas razões que eu já mencionei aqui,
profetas, evangelistas, pastores e
mestres, continuam sendo dotados pelo
Senhor literalmente com vistas ao
aperfeiçoamento dos santos para o
desempenho do seu serviço. A ideia que
Paulo nos traz através dessa palavra é
que todos os membros da igreja, eles têm
uma missão
e essa missão é servir.
Então Deus ele levanta de modo especial,
com dons especiais,
profetas, evangelistas, pastores e
mestres para capacitar todos os membros
a cumprir esta missão.
Na prática, todos devem servir uns aos
outros. E a visão que Paulo nos dá, nos
traz aqui é exatamente para, como ele
diz, restituir, emendar, ajustar,
corrigir com vistas ao aperfeiçoamento.
E a palavra grega que ele usa aqui traz
exatamente essa ideia. É como se
fôssemos pedras brutas. E Deus então
levanta no meio da igreja pessoas que
vão nos corrigir, que vão nos tornar
suficientes ou preparados. para
cumprirmos a designação de Deus para
nós, que é de servirmos uns aos outros
com a palavra de Deus, ensinando,
pregando, evangelizando. Então, todos
nós somos chamados para isso, outros
para nos capacitar a melhor cumprir esta
missão. Veja essa palavra aqui que
Mateus usa no capítulo 4, verso 21.
Passando adiante, viu outros dois
irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João,
seu irmão, que estavam no barco em
companhia de seu pai. E a palavra que
ele usa aqui, o verbo que ele usa é
catartiço, consertando as redes e
chamou-os. A ideia de aperfeiçoar é
corrigir, é reparar, emendar, completar,
satisfazer, tá? Então, nós vamos sendo
lapidad por aqueles que Deus levantou no
meio da igreja. para usando a palavra do
Senhor, usando o evangelho, nos
habilitar, nos preparar para cumprir a
nossa missão. Nenhum de nós está isento
da nobre tarefa de servir e servir uns
aos outros com a instrumentalização da
palavra de Deus. Portanto, aqueles que
receberam do Senhor tais dons em nossos
dias na igreja, possuem a incubinar
restritamente a palavra aos outros. para
que estes, por sua vez, estejam
preparados para ensinar outros, como
Paulo fala para o pastor Timóteo, que se
encontrava na ilha de Éfeso ou na na
cidade de Éfeso, que aquilo que ele
tinha recebido, ele deveria comunicar a
homens idôneos e fiéis para que estes
comunicassem também a outros. A ideia é
exatamente esta. Então, nós não
recebemos dons para ostentarmos
a nossa espiritualidade na frente dos
outros, assim como os escribas e
fariseus faziam com as suas vestes e
também com as suas orações públicas e
seus jejuns, que faziam questão que
todos soubessem como Jesus eh exorta os
seus discípulos no capítulo 6 de Mateus.
Não é para isso que nós recebemos os
dons. É para nos humilhar. É para servir
uns aos outros. é para habilitar outros
a cumprir a sua tarefa. Todos nós fomos
chamados para isto. Todos nós. Deus
levanta de modo especial pessoas que nos
capacitam para cumprir exatamente esta
responsabilidade que todos nós
recebemos. A igreja ela é edificada não
por meio de programas, entretenimento,
recreações ou passeios. A igreja, meus
irmãos, ela é um corpo, um corpo
espiritual. E como corpo espiritual, ela
precisa de elemento. E esse elemento é a
palavra de Deus. A igreja, ela é nutrida
pela palavra de Deus. A igreja ela é
curada pela palavra de Deus. A igreja
ela é dirigida pela palavra de Deus. Ela
é purificada pela palavra de Deus. A
igreja precisa de palavra. A igreja
precisa de fidelidade na comunicação
daquilo que Deus já revelou aos seus
servos no passado, os apóstolos. Então,
a igreja como corpo, ela necessita de
alimento. Nós podemos fazer muitas
atividades como essas, não há nada de
errado em relação a isto, tá? passeios,
entretenimentos, recreações, não há
nenhum problema em relação a isso. A
menos que a menos que tratemos essas
estratégias como estratégias
fundamentais de crescimento da igreja.
Aí sim nós enveredamos por um caminho
que não é o caminho saudável para a
igreja. O que a igreja mais precisa é de
palavra. E hoje você percebe claramente
uma inversão. Hoje os pregadores estão
se tornando palestrantes motivacionais.
Hoje as atividades da igreja, ao invés
de serem atividades voltadas para o
ensino, estão mais focadas em atividades
de entretenimento. E é por isso, irmãos,
que as igrejas estão cheias e ao mesmo
tempo pessoas vazias de maturidade
espiritual, de maturidade bíblica. São
pessoas que passam anos e anos e anos
numa igreja e
a parte daquelas que saem escandalizadas
e frustradas e decepcionadas não apenas
com igreja, mas transferindo
injustamente suas frustrações e e as
suas de excepções para Deus. E são
pessoas que estão sem nenhuma
fundamentação bíblica, ficam anos e anos
e anos na igreja. Você vai conversar
rapidamente, você percebe que não há
maturidade bíblica doutrinária para
nada. mal conhece a escritura, mal leu a
escritura e as igrejas continuam cheias.
Por quê, irmãos, está faltando mais do
que nunca a palavra de Deus nos púlpitos
das nossas igrejas. Está faltando mais
do que nunca pastores comprometidos com
as Sagradas Escrituras e com seus
joelhos dobrados na presença do Senhor,
clamando a Deus para que os use pela
ação misericordiosa do Espírito Santo. E
é por isso que as nossas igrejas, os
nossos dias estão tão distraídas. Todos
os sinais dos nossos dias estão
apontando para o breve retorno do Senhor
Jesus, enquanto, tristemente muitas
igrejas se encontram distraídas por
causa daqueles que a entrentém,
aqueles que estão distraindo sua
atenção, aqueles que estão iludindo a
igreja com falsas esperanças. O objetivo
de tudo isso é a edificação
uns dos outros para o serviço, não a
vanglória ou o partidarismo dentro da
igreja.
E aqui no verso 12, nós vemos que a
finalidade imediata da concessão de dons
à igreja é para ensinar outros, para que
preparados ensinem outros, tá? Ele diz
com vistas ao E aí depois nós vemos os
versos do 13 a 16, a finalidade última.
A finalidade última, ele ele diz até
aqui Paulo tá chamando a nossa atenção
para eh eh não apenas para o meio com
vistas a, mas ele chama a nossa atenção
também para uma finalidade última, vamos
assim dizer, tá? Para onde nós estamos
caminhando, qual é a nossa finalidade? E
a finalidade é a maturidade cristã
medida pela estatura do varão perfeito,
que é Jesus Cristo. Então, os dons eles
são dados com uma finalidade e a
finalidade é alcançarmos a maturidade
segundo a estatura de Cristo. A
finalidade de todo o ministério de
ensino na igreja não é o crescimento
numérico, pasmem, mas essa é uma verdade
bíblica. A finalidade do Ministério de
Ensino da Igreja não é o crescimento
numérico,
não é o crescimento estrutural, paredes,
bancos,
acampamentos,
não é a estrutura, não é também o
crescimento financeiro da igreja, nem a
sua popularidade hoje nas redes sociais.
Vamos mostrar paraa cidade o nosso
tamanho, o tamanho da nossa igreja e o
tamanho da nossa influência para
pressionarmos políticos atenderem os
nossos interesses. Meus irmãos, a
finalidade do do dos dons que Deus dá à
igreja não é nenhuma destas desses
anseios, mas a correção doutrinária e
moral dos crentes.
A correção doutrinária e moral dos
crentes, segundo a maturidade de Cristo.
E aí ele vai dizer nos versos 13 ao
verso 14, a medida da estatura da
plenitude de Cristo. Antes ele diz sobre
a perfeita varonilidade.
A medida varonilidade tem a ver com o
status masculino, o perfil
do homem, a macha, vamos chamar assim,
né? Segundo a medida da estatura da
plenitude de Cristo. Paulo está
imaginando aqui, ó, está criando a ideia
de uma criança que é imatura. Então, o
pai vai ensinar essa criança até atingir
a estatura física de um homem adulto,
maduro.
Então, essa é a perfeita varonilidade,
segundo a medida do próprio Cristo.
Então, devem os crentes ser ensinados a
sair do seu estado de infância, de
imaturidade, de infantilidade, para que
cresçam de acordo com o a estatura da
plenitude de Cristo. Versos 13 a 14. E
por fim, cresçamos em tudo naquele que é
a cabeça Cristo. Essas são as
finalidades últimas dos dons. E aí nós
ignoramos o ensino bíblico e queremos
que a igreja seja medida pelo seu
crescimento numérico, pela sua agregação
numérica, pelo seu crescimento
financeiro, pelo seu crescimento
estrutural. Nós medimos biblicamente o
crescimento de uma igreja é pela
maturidade doutrinária e também moral.
o abandono dos pecados, a rendição
completa na presença de Deus, senão nós
estamos iludindo a nós mesmos.
Vamos ver cada um desses pontos. a
medida da estatura da plenitude de
Cristo, versos 13 ao verso 14, que dizem
assim: "Até que todos cheguemos à
unidade da fé e do pleno conhecimento do
filho de Deus, a perfeita varonilidade,
a medida da estatura da plenitude de
Cristo, para que não sejais como
meninos, agitados de um lado para o
outro e levados ao redor por todo o
vento de doutrina, pela artemanha dos
homens, pela astúcia dos que induzem
ao erro. Então, a maturidade cristã, ela
é descrita a partir da percepção da
perfeição de Cristo,
não de nós mesmos.
Nós podemos nos comparar com outros
irmãos e talvez chegar rapidamente à
conclusão de que somos melhores. Talvez
podemos comparar a nossa igreja com a
igreja que tá ali na esquina e chegarmos
rapidamente à conclusão de que nós somos
melhores. Podemos talvez comparar a
nossa denominação, a nossa instituição
evangélica religiosa com outras
denominações evangélicas no país e
dizer: "Nós somos a melhor denominação
do país."
Mas o apóstolo Paulo descarta essas
comparações infantis e nos desafia a nos
comparar não conosco mesmo, não com a
nossa denominação religiosa, mas com
Cristo, porque Cristo é a medida a ser
usada para discernir onde nos
encontramos na jornada da nossa
santificação, a qual é guiada pela
palavra de Deus. E quando nós nos
comparamos com Cristo, aí nós chegamos,
talvez muito lentamente
à conclusão de que nós precisamos
crescer muito ainda e de que nós não
somos toda esta esta nós não temos todo
esse status como nós estamos julgando
julgando ter. Nós, na verdade, nos
sentimos é humilhados
e isto é que nos habilita a buscar a
Deus, servir os nossos irmãos e nos
permitir ser servidos por eles. Porque
existe um padrão que é extremamente
elevado e esse padrão é o Senhor Jesus
Cristo. A inconstância doutrinária que
Paulo trata aqui no verso 14, ela revela
a insegurança e a dispersão de esforços,
tornando a pessoa vulnerável à astúcia
dos que induzem ao erro. Portanto, a
verdadeira maturidade cristã exige
unidade de fé. É o que Paulo está
falando aí, tá? No verso 13, até que
todos cheguemos à unidade de fé. Ele já
descreveu
ali em sentenças extremamente profundas.
Há um só corpo
e um só espírito, como também fosse
chamados a uma só esperança da vossa
vocação, a um só senhor, uma só fé, um
só batismo e um só Deus e Pai.
Essas sentenças carregam um corpo
doutrinário muito denso,
muito denso e que basicamente já foi
exposto no capítulo um sobre o Pai, o
Filho e o Espírito. Qual o eterno
propósito da Santíssima Trindade na
concepção espiritual dos eleitos, a fim
de que sejam preparados para as boas
obras e integrem um só corpo, o corpo de
Cristo, observando, contemplando,
esperando uma só esperança, a esperança
do retorno de Cristo. Então,
a inconstância,
ela é resultado de uma insegurança e
dispersão de esforços e que torna as
pessoas vulneráveis ao erro. E nós
corrigimos isto pela palavra de Deus,
unindo a nossa fé na mesma verdade que a
Escritura revela, também do pleno
conhecimento do filho de Deus. É isto
que Paulo tinha orado já no capítulo 1,
verso 17. Ele diz para que o Deus de
nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da
Glória, vos conceda espírito de
sabedoria e de revelação no pleno
conhecimento dele,
porque Jesus é o objeto da nossa fé, é a
lâmpada diante dos nossos pés.
E Paulo está dizendo, olha, vocês vão
alcançar a unidade da fé, olhando todos
para a mesma luz, que é Jesus Cristo.
Então, nós corrigimos isto é pela
unidade da fé e pelo pleno conhecimento
do filho de Deus. Então assim nós
alcançamos pela graça que nos é dada por
pelo pai à medida da estatura da
plenitude de Cristo. Por fim, versos 15
ao verso 16, Paulo diz outra finalidade
aqui que é de além de eh alcançarmos a a
plenitude da estatura de Cristo, ele diz
no verso 15 para que cresçamos em tudo
naquele que é a cabeça. E mais uma vez
ele fala de Cristo. E mais uma vez ele
invoca o nome de Cristo. Mais uma vez,
verso 15 e verso 16. Mas seguindo a
verdade em amor, cresçamos em tudo
naquele que é a cabeça, Cristo, de quem
todo o corpo bem ajustado e consolidado
pelo auxílio de toda junta, segundo a
justa cooperação de cada parte, efetua o
seu próprio aumento para a edificação de
si mesmo em amor. Falsos pregadores
costumam sufocar a clareza doutrinária
com filosofias complexas e confusas,
porque a priori a priori o desejo e o
anseio é de tentar provar a sua
intelectualidade, impressionar os
ouvidos, encantar os olhos e se projetar
na vida das pessoas como aquela que é
insubstituível, porque ela carrega uma
sabedoria que ninguém carrega. Então,
falsos pregadores com as suas filosofias
complexas e confusas promovem dúvidas.
Ao invés de você ouvir a pregação e você
entender a pregação, você sair confuso.
Embora você fala: "Poxa, como ele é
inteligente, como ele faz, né, muitos
caminhos racionais".
Tem gente que a gente ouve que é preciso
colocar o o áudio novamente, ouvir
novamente e ouvir novamente, que a gente
não consegue acompanhar.
fogem da simplicidade, fogem da da da
clareza e se encantam e tentam encantar
outros com suas filosofias complexas e
confusas, promovendo dúvidas,
insegurança da salvação e dispersando a
atenção da igreja sobre aquilo que é o
óbvio e o fundamental para a fé bíblica.
E aí até descalificam, né? Ah, mas ele é
óbvio demais. Aí desclassifica, aí
ignora e rejeita aquele pregador. Não,
mas ele é básico demais. Mas meus
irmãos, sabe qual é o maior problema das
igrejas hoje? E me permitam dizer, sabe
qual o nosso maior problema hoje?
É falta de entendimento e de obediência
naquilo que é básico, aquilo que é
fundamental.
Tem gente que conhece profundamente
teologia, mas ainda não tem um hábito de
orar todos os dias e falar com Deus.
Os grandes problemas que nos adoecem e
que mais nos adoecem hoje é a falta do
básico. Esse foi o problema da igreja de
Éfeso. Ela perdeu o primeiro amor e se
encantou com obras que do ponto de vista
do mundo,
era vista como uma igreja próspera, mas
ela tinha abandonado o primeiro amor.
Tem coisa mais óbvia do que amar? Tem
coisa menos fundamental do que amar?
Falsos pregadores não se conformam com a
clareza e com a simplicidade das
escrituras. Eles querem inventar moda.
Eles querem de alguma maneira fazer uma
propaganda de si mesmo para se garantir
obviamente
contra essas astúcias. Veja como Paulo
começa o verso 14. Mas ele tinha acabado
de falar sobre a artimanha de homens
pela astúcia com que induzem ao erro.
Agora veja como ele começa o verso 15.
Mas, ou seja, ele está contrapondo o
comportamento desses homens. E aí Paulo
vai e cita uma palavra simples, dizendo:
"Seguindo a verdade em amor."
Seguindo a verdade em amor. Então,
contra essas astúcias, Paulo afirmou a
necessidade determinante de seguir a
verdade em amor, ou seja, associar
convicções doutrinárias ao cuidado de
uns para com os outros da multa
edificação. Ora, o que adianta eu saber
muito e não ser capaz de transmitir o
muito que eu conheço para a edificação
dos meus irmãos? O que que adianta eu
ter lido tantos livros, ter feito tantos
cursos, ter participado de tantas
conferências,
de ter acumulado tantos certificados, de
estar na vida cristã há tantos anos,
ouvindo pregações, participando de
escola dominical, participando de
seminários e ao mesmo tempo eu não estar
discipulando uma pessoa, eu não estar
edificando uma pessoa, eu não estar
ajudando, corrigindo, emendando,
satisfazendo, completando.
aperfeiçoando
outros que estão em minha volta.
Eu estou valorizando muito mais a mim
mesmo o meu status social do que a
missão que Deus me deu. Pois a medida
que conhecemos, pois a medida que
aprendemos é a medida que temos a
responsabilidade de edificar outros.
Então, nós não podemos ser negligentes
com o dom ou a capacitação que Deus tem
nos dado através da sua santa palavra. E
o apóstolo Paulo está deixando bastante
claro que temos que associar convicções
doutrinárias ao cuidado de uns com os
outros na multa mútua edificação, mas
seguindo a verdade em amor, cresçamos,
não é? Cresça. Cresçamos em tudo,
naquele que é a cabeça Cristo, de quem
todo o corpo bem ajustado e consolidado
pelo auxílio de toda junta, segundo a
justa cooperação de cada parte.
De cada parte. Ou seja, todos nós
sem distinção,
temos uma só responsabilidade.
Uns de ensinar, outros que aprendem de
ensinar.
Que cuidado edificante seria este? Qual
o cuidado que devemos ter uns para com
os outros? Meus irmãos, a resposta a
essa pergunta está também no próprio
texto. O texto é claro. Cristo é a
fonte. Diz o texto no verso 15:
"Cresçamos em tudo naquele que é a
cabeça." Então, de onde vem o
crescimento? De Cristo. Cristo é a
fonte. Mas Paulo declara antes que
Cristo ele é a referência, porque no
verso 13 ele diz: "Até que todos
cheguemos à unidade, até que todos
cheguemos, existe uma faixa lá na frente
e o objetivo é chegar até esta faixa,
até que cheguemos à unidade da fé e do
pleno conhecimento do filho de Deus,
a perfeita varonulidade, à medida da
estatura da plenitude de Cristo." Então,
Cristo ele é a fonte, mas ele também é a
referência da edificação de uns para com
outros. Pregações, cânticos, orações,
votos, liturgias, sacramentos,
aconselhamentos, eventos e etc, que não
exaltam a Cristo, estão condenados na
sua essência e não são frutíferos para a
saúde espiritual dos crentes à igreja.
Por quê, irmãos? Porque Cristo é quem dá
vida. significado. É ele quem dá
propósitos segundo a eterna vontade de
Deus. Então, eu não posso imaginar, por
exemplo, um culto que não exalte a
pessoa de Cristo, uma pregação que não
exalte a pessoa de Cristo, porque é de
Cristo que vem o crescimento e é para
Cristo que todos nós somos desafiados a
caminhar, porque ele é a nossa
referência. Então, você tira Cristo,
você tirou o quê? Você tirou a essência.
Você tirou Cristo, você tirou o quê?
Você tirou o propósito.
A igreja sem Cristo não cresce. Ela se
torna uma mera religiosidade vazia,
composta de tradições humanas e cheia de
birras, cheia de disputas, cheias de
maledicências. Um lugar horrível, tóxico
de se viver, porque é Cristo quem nos
corrige. Ele é a nossa fonte de vida e
ele é a nossa referência de vida.
Igrejas vivas,
igrejas cheias do espírito, são igrejas
que tm os seus olhos fitos no autor e
consumador da sua fé. E não pode ser
diferente. Não pode ser diferente. Sendo
assim, amamos os nossos irmãos na fé
quando qu como que nós amamos os nossos
irmã irmãos na fé? quando ensinamos
sobre Jesus Cristo, não sobre tradições
humanas ou legalismo arrogante.
Às vezes a gente tá pregando muito mais
tradições, como se vestir, que música
ouvir, que lugar frequentar, onde se
assentar no lugar da igreja, do que
falar sobre Cristo, do que anunciar
Cristo.
A cabeça, Cristo, a igreja que é o seu
corpo, deriva toda a sua capacidade de
maturidade e harmonia dos membros. É por
causa de Cristo que nós somos ou é em
Cristo que nós somos habilitados a viver
em unidade. Capítulo 2, verso 21. No
qual, falando obviamente de Jesus
Cristo, final do verso 20, capítulo 2,
verso 21, ele diz: "No qual, ou seja, em
Cristo, todo edifício bem ajustado
cresce para santuário dedicado ao
Senhor." Agora, capítulo 4, verso 16, o
texto que nós lemos: "De quem todo corpo
bem ajustado e consolidado pelo auxílio
de toda junta, segundo a justa
cooperação de cada parte, efetua o seu
próprio aumento para a edificação de si
mesmo em amor."
Então, é de Cristo que vem o crescimento
da igreja, o verdadeiro crescimento da
igreja.
A preservação dessa unidade, ela é uma
responsabilidade de todos nós. Paulo
enfatizou o crescimento do corpo, como
ele diz aí no final do verso 16, pela
justa cooperação de cada parte, não o
auto o auto crescimento. É pela justa
cooperação de cada parte. Então, todos
nós, apesar de outros, né, apesar de
alguns terem recebido dons especiais da
parte de Deus, esses dons foram
destinados para edificar ou aperfeiçoar
os demais membros da igreja para que uma
vez preparados e na medida que são
preparados fazer o mesmo por outros. Ou
seja, todos nós somos chamados ao
serviço de ensinar a palavra de Deus com
fidelidade. Com fidelidade. Não
negligenciemos o dom que Deus tem dado a
cada um de nós. Dom este para que
sirvamos ao Senhor, que é soberano para
fazer completamente a sua vontade sem
nós. Mas ele chama a mim e a você
graciosamente, não apenas para nos tirar
das trevas, mas como diz o verso 10 do
capítulo 2, para as boas obras as quais
Deus de antemão preparou para que
andássemos nelas.
Vamos orar.
Senhor meu Deus, nós te pedimos que
guardes esta palavra nos nossos corações
para não pecarmos contra ti, mas que à
luz do seu direcionamento estejamos
dando passos firmes e bem direcionados,
a fim de glorificarmos ao Senhor através
do serviço como resultado da obra da
salvação que o Senhor nos concedeu.
Nós não somos capazes de comprar a nossa
salvação e não ousamos tentar barganhar
com o Senhor qualquer favor da sua
parte. Apenas queremos te servir como
manifestação da nossa gratidão e da
nossa adoração, porque fomos salvos pela
graça e isto é um dom que o Senhor deu a
cada um de nós. Assim nós oramos e te
bendizemos e te pedimos essas coisas em
nome de Jesus. Amém. M.

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