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Tema e resumo de Romanos em 10 minutos – Diego dy Carlos

Tema e resumo de Romanos em 10 minutos – Diego dy Carlos

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Palestra da Pré-Conferência da Conferência Fiel Pastores e Líderes 2024, nossa edição de 40 anos de conferências Fiel. Para acessar as demais palestras desta conferência, assim como centenas de outros conteúdos exclusivos como e-books, cursos e conferências, acesse FielDigital.com.br.

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Legendas automáticas:

diante disso na terceira e última parte
apresentarei um esboço breve do
argumento de Romanos o qual eu proponho
como um uma possível leitura do corpo da
carta Romanos 1:18 a 15 13 essa nossa
terceira parte vou encerrar com isso e
uma conclusão com algumas
aplicações na abertura versos 1 1 a 17 o
que que eu vou fazer eu vou passar por
todos os 16 capítulos agora e o
exercício vai ser a gente vai eu vou
propor uma leitura de Romanos
entendendo-a não como uma Suma Teológica
mas como uma carta circunstancial certo
e essa é uma leitura possível eu não
estou aqui dizendo que tem que ser a
única a literatura sobre romanos que tem
sido produzido sobre Romanos é mais do
que eu talvez poderia ler e você poderia
ler em uma vida vamos lá abertura 1 1 a
17 Paulo endereça A Carta à Igreja
gentílica em Roma ele introduz o seu
desejo antigo de visitá-los e
estabelecer uma relação e estabelece uma
relação de mutualidade entre ele e os
romanos mediante encorajamento mútuo
provavelmente como exemplo do tipo de
mutualidade que ele espera estabelecer
entre o fraco e o forte nos versos 16 a
17 servem de transição entre a abertura
e o corpo da carta e aqui Provavelmente
nós temos o tema eh de Romanos se você
preferir eu gosto da maneira como o
Douglas mu Ah elabora o seu tema Mas eu
modifico um pouquinho eu acho que ainda
ainda não condiz de fato com essa ideia
do Propósito duplo da carta então eu
proponho o seguinte tema com base em
romanos 1:16 a 17 aidade do Evangelho
com a história da salvação em relação às
questões envolvendo judeus e gentios
isso faz Justiça aos Versos Ao verso 16
onde nós vemos Paulo falar do Evangelho
da Salvação e primeiro a judeu e também
a grego nós temos o evangelho nós temos
a história da salvação
corpo da carta pode ser dividido em
quatro partes a primeira Grande Unidade
vai do capítulo 1 188 A 425 toda essa
primeira sessão serve para nivelar o
status de todos os cristãos romanos e
estabelecer a verdade de que todos o
fraco e o forte compõem um só grupo
noutras palavras ninguém tem base alguma
para se sentir moralmente superior ao
outro no capítulo 1 versos 18 em diante
A Ira de Deus se manifestando sobre os
pecadores gentios Esse é o tipo de
acusação que o fraco o Cristão judeu
poderia estar fazendo contra o forte o
Cristão gentil mas aí no capítulo 2
versos 1 a 320 o fraco não tinha nenhuma
vantagem sobre o forte Paulo nos diz
porque ele também estava sob o domínio
do pecado a despeito de sua identidade
étnica e o pecado em romanos é
constantemente conceitualizado
conceitualizado como um poder é
personificado que o poder do pecado
Paulo fala olha os gentios os judeus
estavam no mesmo nível sob o poder do
pecado mas aí nós encontramos Capítulo 3
21 a 26 justificação pela fé assim como
ambos os grupos compartilhavam a mesma
condição passada em romanos 3:21 a 26
Paulo argumenta que ambos os grupos
foram justificados mediante a fé em
Cristo sem nenhuma referência a etnic
ismo e submissão à lei mos
em seguida capítulos 327 A 425 à luz e
tudo isso Paulo encerra o capítulo 3 com
uma conclusão explícita de que não há
espaço para orgulho ou superioridade
Onde estará então a jacto o orgulho a
glória enquanto no capítulo 4 o exemplo
de Abraão reforça o argumento de que não
há lugar para o orgulho Pois todos os da
fé São igualmente filhos de Abraão em
suma todos estão iG mente judeus e
gentios debaixo do pecado e foram
libertos igualmente pelo mesmo Poder da
Graça de Deus a segunda grande parte
Romanos 5 a 8 Paulo elabora a agora um
pouco mais o tema da justificação
relacionando-o à ideia de
reconciliação meu tempo está acabando
mas eu gostaria muito numa outra
palestra de a falar com você sobre o
modo como Paulo eh coloca lado a lado as
duas metáforas da justificação e da
Reconciliação e como Paulo está
construindo sobre o seu arcabouço do
Antigo Testamento sobre a teologia que
ele entende das escrituras do Antigo
Testamento mas tendo sido justificados e
reconciliados o novo grupo tem um novo
objeto de orgulho Paulo fala a jactância
não tem mais lugar mas agora nós nos
orgulhamos em quê Não mais na lei como
no caso do Forte não mais em um
privilégio novo como talvez no caso dos
gentios mas no Deus justificador
reconciliador nos Sofrimentos e e tudo
isso em Cristo Romanos 5:1 a 11 em
seguida do verso 12 ao ao final do
capítulo 8 Paulo coloca tudo isso toda a
condição humana antes e após Cristo em
uma perspectiva cósmica e escatológica
nos Capítulos 5 12 a 21 um antigo modo
de existência sobre o poder do pecado é
característico da raça de Adão mediante
quem o pecado entrou no mundo resultando
na fragmentação dos relacionamentos
Cristo o segundo Adão inaugura o novo
modo de vida Sob O Poder da Graça e da
justiça de Deus caracterizado por
reconciliação no capítulo 6 Paulo nos
diz que esse novo modo de novo modo de
existência é ativado mediante união com
Cristo mediante participação na morte de
Cristo para o antigo modo de existência
os cristãos Romanos não devem mais se
submeter ao ao regime do pecado com suas
práticas
divisives no Capítulo 7 Paulo Ah elabora
um apelo a Paulo nos mostra que embora o
apelo do judeu à lei
eh tivesse razões sinceras por trás O
Judeu não havia levado em consideração a
gravidade do Poder do pecado como
impecílio para o cumprimento da
lei o problema não era a lei em si que é
Santa Justa e boa mas o pecado que a
sequestrou e a tornou um instrumento de
morte e divisão no Capítulo oito uma vez
que Deus já havia providenciado um
remédio para o problema imposto pelo
pecado e a lei o que a igreja unificada
de de Cristo em Roma deve fazer é
cultivar uma mentalidade prática
Comunitária no Espírito Santo e não mais
na carne Paulo vai unindo as coisas
todas aqui e aí nós chegamos ao clímax
do argumento dele nos capítulos 9 a
11 Paulo foca diretamente nos dois
grupos agora no fraco e no forte ele
explica a partir da história da Redenção
como Deus providenciou para que em
Cristo os gentios fossem integrados ao
novo povo de Deus ao mesmo tempo em que
Deus Não havia ignorado o seu povo
original e assim sua justiça é
estabelecida no capítulo 9 1 a 29 a
eleição de Israel é dita não ter sido
por méritos mais pela graça mas os
verdadeiros israelitas Paulo diz não são
segundo a carne mas os filhos da
Promessa o Israel dentro de Israel e o
estabelecimento de um só povo composto
de judeus e gentios 9:30 1021 Paulo
apresenta Cristo como clímax da história
da salvação o cumprimento das promessas
do Antigo Testamento A História Continua
e nesse novo estgio da história da
salvação no Capítulo 11 nós temos uma
reconfiguração do Povo de Deus o
cumprimento clímax do plano Redentor de
Deus os cristãos gentios de Roma
precisavam então reconhecer o lugar de
Israel na história porque ele e os
gentios eram herdeiros da herança de
Israel portanto não há nenhum espaço
para superioridade entre eles na última
parte da carta na última parte do corpo
Capítulo 12 ao a capítulo 15 nós temos
aplicações práticas com foco no capítulo
12 e 13 A princípios comunitários de
vida Comunitária na igreja Veja por que
Paulo foca n nessas virtudes de unidade
problema da tão entre o fraco e o forte
encerra com umelo à unidade no captulo
141
a e em seguida nós temos o
encerramento quero conu com três
aplicações rápidas
primeiro ao invés de uma Suma Teológica
Antes de nós aplicarmos a carta aos
romanos com sua retórica e seleção de
tópicos teológico teológicos foi escrita
sob medida para responder a uma situação
histórica específica dos Romanos no
entanto precisamos ter cuidado para não
exageros no na historicização a da
interpretação às vezes nós exageramos
nisso nada disso minimiza o fato de que
Romanos é a escritura sagrada inspirada
por Deus portanto as suas proposições
teológicas são absolutas e falam à
igreja de todas as eras e lugares vamos
evitar os extremos de um lado ou de
outro
[Música]

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