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A fé vem pelo ouvir

A Igreja e o Espírito Santo

A Igreja e o Espírito Santo

A Igreja e o Espírito Santo

A igreja como meio do Espírito Santo para o convencimento do mundo

Legendas automáticas:

A igreja diante de sua
missão. A missão da igreja como a gente
do reino de Deus, destacando o papel do
Espírito
Santo, é o desafio de oferecer um modelo
ético e social alternativo em um mundo
marcado pela anomia, hedonismo e perda
de
valores. Ponto
um, o Espírito Santo e a missão da
Igreja.
Jesus em João 16 de 7 a 11 promete o
Espírito Santo que convencerá o mundo do
pecado, da justiça e do
juízo. O Espírito age na igreja e por
meio da
igreja. Igreja que deve cooperar com a
pessoa do Espírito Santo por meio da
entrega total. É uma questão de
devoção pela pregação do evangelho, pelo
serviço ao mundo e pela
oração. A visão de que o espírito atua
independentemente da igreja é um erro,
pois ele continua a obra de Jesus
através da comunidade cristã.
Ponto dois, a igreja como modelo de
sociedade. A igreja deve confrontar a
sociedade hedonista e sem referenciais
éticos,
demonstrando por discurso e ações um
modelo alternativo de
existência baseado nos valores do reino
de Deus.
Em um mundo onde a falta de fé em Jesus
leva a perda de propósito e à idolatria
do capital, a igreja é chamada a
denunciar a anomia e a insensibilidade
social, mostrando que é um sentido maior
para a vida.
A sociedade marcada por egoísmo e
indiferença, só reage à violência ou
injustiça quando afeta os
privilegiados, revelando assim sua
falência moral.
Ponto
três, o preço de ser
modelo. Ser um modelo alternativo
implica resistência e perseguição. Como
Paulo alerta em segundo
Timóteo, a igreja deve recuperar a
essência da fé cristã, cuidando dos
pobres
marginalizados, como faziam os primeiros
cristãos, em vez de priorizar templos e
rituais.
Transformar templos, igrejas em espaços
de serviço, tais como hospitais,
escolas, abrigos, é
essencial para testemunhar o reino. A
lógica do evangelho, perder para
ganhar exige coragem e fidelidade, mesmo
diante de críticas e
hostilidade. Quatro. Ponto. Quatro. A
última fronteira, o desafio da
biotecnologia. A biotecnologia,
especialmente a manipulação genética,
levanta questões éticas
cruciais sobre os limites da intervenção
humana.
O risco de usos eugênicos que buscam
criar uma raça perfeita remete aos
horrores do passado. A igreja deve
posicionar-se
claramente, denunciando a tentativa de
substituir Deus e defendendo o valor
intrínseco da vida
humana. Ponto cinco, a vitória final.
Jesus anuncia a justiça divina e a
derrota do príncipe deste mundo. A
igreja deve proclamar que o mal já foi
vencido e que a justiça de Deus
prevalecerá.
Sua missão inclui denunciar
injustiças, resistir às seduções do
mundo e anunciar a vitória de Cristo,
vivendo de forma a apontar para o reino
de Deus, que triunfará na história sobre
as forças do mal.
Conclusão, a igreja é chamada a ser um
farol ético e espiritual, cooperando com
o Espírito Santo para convencer o mundo
do pecado, da justiça e do
juízo, por meio de ações concretas,
serviço ao próximo e denúncia profética.
Ela deve oferecer um modelo de sociedade
que reflita os valores do reino,
enfrentando os desafios contemporâneos
com coragem e
esperança. Na onde? No quê? Na vitória
final de Cristo. Amém. M.

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