Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot
18/05/2025
Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot
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Cap e tal. Vou tirar esse chado aqui para aparecer. Não, aqui não tem nada. Tem até muita gente. Maravilha, irmãs, irmãos, estamos nesta manhã, manhã de outono, tão gostosa, tão alegre, tão festiva que Deus nos concede. Aqui em Goiânia muito, um clima muito ameno, muito bom. É um privilégio, né, estarmos juntas, tirarmos momentos de nosso tempo nos nossos afazeres, na nossa correria. para mensalmente nos encontrarmos eh poucas horas, mas horas preciosas, né, de estudo, reflexão, aprendizado, compartilhamento e que Deus nos concede. um privilégio eh que Deus nos dá para nos reunirmos com esta finalidade de estudo de livro cristão reformado, estudo da palavra de Deus, onde nós eh buscamos melhorar nossas vidas individualmente e nos nossos relacionamentos, que nós possamos sempre participar. Contamos com vocês. Bom dia. Bom dia a todos que nos assistem pela internet. Sempre digo e repito que é um prazer muito grande ter todos vocês conosco aqui e também online. Que Deus nos ajude e nos propicie compreensão e abra nossa mente, o nosso coração naquilo que nós buscamos e que nós precisamos. mensalmente contamos com vocês. Esse é esse encontro é o penúltimo desse semestre do estudo desse livro. No próximo encontro, em junho, nós já teremos pinceladas do livro do segundo semestre. Então, vocês aguardem que nós vamos já começar a falar. Muito obrigada a todas. Nesse início eu vou pedir uma das coordenadoras desse projeto, a Ana Elisa, para vir aqui e orar. pedindo a Deus e agradecendo a Deus. Bom dia. Oremos. Pai, obrigada, Senhor, por esse dia maravilhoso que está começando. Estamos aqui na intenção de aprender mais de ti, que a tua palavra entre nos nossos corações, que a professora Regina seja usada como instrumento nas tuas mãos nessa manhã, pai. Obrigada por tudo, Senhor. E obrigado por todos que estão participando também de forma remota. Que o Senhor abençoe e alcance cada coração em cada cidade onde elas estiverem ou eles estiverem. Em nome de Jesus. Amém. Vou passar agora da conferência. Eh, antes de passar a palavra paraa nossa mestra, nossa professora Regina, eh, eu gostaria de lembrar, relembrar as irmãs da nossa primeira conferência reformada Mulheres PPG. Nós estamos atreladas à conferência da fé reformada e para quem ainda não sabe, as inscrições estão abertas. Eh, o valor da inscrição ainda continua o mesmo. Grande parte do valor da inscrição será revertida para quem escrever e participar através de livros que serão adquiridos. Eh, pedimos que façam as inscrições. Ah, quem fizer o a inscrição na fé reformada, automaticamente a mulher estará inscrita na conferência, na primeira conferência reformada para IPG. Quem não puder participar da fé reformada, faça sua inscrição somente na conferência reformada Mulheres. As pré-eleitoras até o momento estão confirmadas, muito animadas, muito dispostas para servir ao Senhor e nos ajudar nesses momentos também que serão de grande importância. haja visto o tema que vocês estão vendo nossa conferência. Conclamo a todas eh que façam inscrição aqui. E nós já sabemos que tem pessoas de fora, eh, tem as meninas de Palmas que estão programando para estarem aqui conosco. Então, não esqueçam de, eh, fazer a inscrição e divulgar essa primeira conferência reformada da PIPG Mulheres. Muito obrigada. Que nosso tempo seja abençoado e muito proveitoso. Vou passar a palavra paraa nossa professora Regina Beatriz. Bom dia, amadas. Bom dia. Muito, muito bom estar aqui e esse privilégio, essa oportunidade que o Senhor nos dá como povo, como povo de nós estarmos eh reunidas, reunidos em comunhão, tendo como alvo a palavra. Que essa seja a nossa porção nessa terra, a palavra do Senhor. Eh, como um trecho que nós vamos ver, que a suma da nossa vida é glorificar. Então, que esse seja o objetivo, o alvo, a motivação de nós estarmos aqui nessa manhã. E dou boas-vindas também a aqueles que nos assistem remotamente. Nós sabemos que eles estão remotos, mas não distantes de nós e da palavra. Muito bem. Em uma vida de obediência, todo cristão, ele é chamado a ter uma vida de obediência. Isso a Elizabeth Eliot, a autora, nos afirma logo de pronto, de início do livro, e ela diz: "A obediência não passa por sentimento e sim passa pela disciplina. Ou seja, eu não obedeço porque eu tenho vontade. Não dependo da vontade de obedecer. Eu obedeço mediante disciplina. E a partir daí, então, ela apresenta quais sejam estas disciplinas, que ela, o subtítulo, ela dá, ela dá a conhecer que são sete, sete disciplinas. A disciplina para um cristão, ela começa com o corpo, porque é no corpo que nós exercitamos a nossa fé. Então, essa é a primeira disciplina que ela apresenta, a disciplina do corpo. E foi alvo do nosso compartilhamento no encontro de abril. Seguindo, ela coloca a disciplina da mente e nós vimos a beleza de uma mente ordenada e limpa. Que esse seja o nosso anseio, ter uma mente ordenada e limpa. E hoje, então, nós passamos agora pras próximas três disciplinas, quais sejam: a disciplina da posição, a disciplina do tempo e a disciplina das posses. Eu queria que vocês fizessem esse exercício. Ontem à noite eu estava pensando quais destas cinco disciplinas que propostas pela autora para nos conduzir à obediência. Qual destas ou quais que nos atingiram? Eu particularmente até agora dessas cinco, a disciplina da mente e a disciplina do tempo que nós vamos ver. Então pensem e aí voltem atrás no capítulo e para firmar no seu coração para que aquilo que atingiu aqui suba. ou ao contrário, entrou pelos nossos olhos, nós pensamos acerca dessa verdade bíblica e agora ela deve descer no nosso coração. Nós devemos abrigar, habitar, que essa ensino habite no nosso coração. Então vamos lá. primeira, a disciplina da posição. Eh, como sempre, vocês fiquem à vontade, como a própria Ângela já falou, para eh não é interromper, para participar. Não sintam vocês vão interromper, não. Podem participar e enriquecer, trazer a sua contribuição. Muito bem. Disciplina do quê? da posição. Da posição. Da posição. É o capítulo nove. Capítulo nove. Obrigada. Então, vejam só, eh, a ia falar Tânia. É, tá certo, mas é a irmã é Tânia. A irmã é Tânia. Deus. Então, na página 103, capítulo 9, a disciplina da posição. Aqui a autora, ela considera acerca de honra, respeito e dever. É disso que nós vamos falar nesses próximos 10 minutos acerca de honra. de respeito e de dever. E como sempre, ela é tão eh educativa, tão formativa, tão perceptiva. A autora, ela eh dá o significado, o quer ser, o que que é respeito, o que que é honra, o que que é dever. Então aí ela inicia e nos diz assim: "Honra, quem pensa em honra hoje em dia?" Mas a palavra nos diz para dar a devida honra a todos. E essa palavra devida, ela significa que o que se deve pagar é algo obrigatório, ou seja, o que é exigido não tem nada a ver, repetindo, com os nossos sentimentos sobre nós mesmos ou sobre os outros. Não é como eu me sinto, certo? com relação à Sara. Não, não é isso. É ou como eu me sinto ou pensar acerca dela. Não. E exigido, é obrigatório essa honra. E aí o apóstolo Paulo, ele nos fala lá em Romanos 13 78. Pagai a todos o que lhes é devido. A quem tributo, tributo. A quem imposto, imposto. A quem respeito, respeito. A quem honra, honra. A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor. Romanos 13 7 e 8. Então, quem pensa em honra hoje em dia na nossa sociedade atual? É difícil, mas aí os nossos olhos se voltam para a palavra e a gente vê essa afirmativa, esse entendimento que o Senhor nos dá. Então, honra, o que que significa honra? Honra é alta consideração. Honra é reconhecimento do valor. Na honra está embutido também respeito, mas nós vamos falar. Mas honra significa autoconsideração, reconhecimento de valor. E já respeito significa reverência debaixo de Deus. Honra, alta consideração. Respeito significa reverência debaixo de Deus. E atualmente essa palavra respeito, além da confusão sobre a definição, a noção é que todos merecem igualmente respeito. A verdade, a autora nos diz, é que nem todos têm direito a tudo. E ela ilustra: uma criança, ela tem o direito de ser cuidado, cuidada. Um adulto. Não. Um adulto tem direito de votar, tem direito de casar, tem direito de ser tributado. Uma criança não. Então, vejam a diferença. O cristianismo, ele ensina justiça e não os direitos. O cristianismo ele enfatiza a honra e não a igualdade. Então, a preocupação de um cristão é o que se deve ao outro, não o que se deve a si, é o outro primeiro. E no entanto, hoje a igualdade é o suposto ideal. Então existem diferentes tipos de honra e respeito que são adequados a diferentes pessoas. E ao discriminarmos, fazermos essa diferença, nós realmente honramos. E quem que nós especificamente é ordenado pela palavra a honrar? A quem que eu devo honrar? A isso a Cristo. Eu, primeiramente, aqueles que foram colocados sobre nós como autoridades civis, a esses eu devo honrar, aos pais, aos professores, aos mestres, mas a primeira é a pessoa de Jesus Cristo. Outra palavra que é importante nesse nessa nessa disciplina, disciplina da posição, eu tenho que ter um senso de posição meu e do outro. Quem é o outro e quem sou eu? E o dever, então, é outra palavra útil. Então, o que que significa eh dever? simplesmente o que é devido é dev, ou seja, uma ação, qualquer coisa que eu deva fazer necessária a própria posição da pessoa. É um senso de obrigação. Eu devo. E o respeito parece uma coisa difícil, a Vânia tinha dito, né? É difícil na nossa sociedade atual. Então, a autora nos traz uma ilustração de um seminarista. Ela é missionária, professora, escritora. A Elizabeth Elliot já faleceu em 2015, mas ela transitava em seminários, em conferências. E aí, eh, da observação dela, lembra-se que eu disse que ela ela é perceptiva, ela, a percepção dela da palavra, do ensino, eh, o seu coração dobrado. E aí ela nos transmite essa sua percepção, o seu entendimento, a sua compreensão. Tem horas que a gente lê no livro dela, são frases curtas, mas a gente lê assim, mas o que que é que ela tá dizendo? a gente tem que voltar e fica um pouco difícil para compreender a o que ela está dizendo. Não é uma leitura, eh, vamos dizer assim, fácil, mas ela é extremamente encantadora. ela chega, tem horas se ela chega a ser poética e a sinceridade dela é nos cativa. Então, ela conta de alunos de eh alguns alunos que ela conheceu no seminário que moravam com famílias, com determinadas famílias, e eles eh sentiam que deveriam ter um lugar de igual para igual na família. E aí ela coloca um senso de saber o seu lugar. É importante para um cristão. Nós não podemos dar honra de vida onde ela é devida. Se eu não tenho um senso de posição. Eu quero honrar. Se eu se eu não souber o meu lugar, eu não vou honrar de forma correta. Quem é essa pessoa? Como eu já tinha dito, pois não. O comentário, se eu se eu não acho que precisa, precisa, porque eh o momento porque é lá a na internet não houve não houve quem está remotamente, aí fica aquele lacuna no nosso encontro. Então é importante ouvir a questão. Alô, alô. Tá, pode falar. Se eu não honro uma pessoa, eu a gente recebe de volta o que você que você faz. Eu honro a quem Cristo ensina. Daí honra a quem tem honra. É, então, eh, se eu como pessoa, não sou uma pessoa que honro a o meu próximo, como que eu como que eu eh vou honrar, receber a Deus? Isso eu honro através do que eu faço com meu irmão. Deus fala muito coisa na palavra que uma das coisas lá no capítulo lá em Provérbios que ele fala, a coisa que ele mais detesta. Isso é a não é a briga entre irmãos. Quer ver? Olha lá. É, tô quem quem quem quiser olhar, né, a briga entre irmãos é uma coisa que ele abomina, abomina, abomina, abomina. Então, se você tá com rilia com alguém, né, aí você realmente tá desagradando a Deus, deshonrando, de entristecendo a Deus, né? Obrigada, Vânia. A Vânia fez referência a Provérbios 8:13. O temor do Senhor consiste em odiar o mal. E ele continua: "Eu odeio a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca que fala coisas perversas. Ele abomina a contenda entre irmãos". A Sara quer complementar. É porque você falou aí questão de honra, primeiramente a gente tem que honrar a Deus. Por exemplo, se autoridade ela vai contra a Bíblia. Isso. O que? Então quero saber qual que é a minha posição. Por exemplo, se eu tenho autoridade, primeiramente é sempre Deus, mas se eu tenho uma autoridade que vai tudo contra a Bíblia, como é o caso que a gente tá passando agora aqui com esse governo aí, como é que a gente, qual que a posição da gente, porque ou a a quem deve é uma obrigação, isso é uma obrigação. Então, como que eu devo me posicionar nesse caso aí? Muito bem, Sara. A Sara colocou uma questão e para responder nós vamos avançar que a resposta vem agora. Então, nós não podemos dar honra de vida, uma obrigatória, onde ela é devida, sem um senso de posição. Se eu não sei a minha posição, repetindo, quem é essa pessoa, quem sou eu em relação a ela. E nós todos estamos sob debaixo de autoridade e todos estamos debaixo de uma autoridade, de um rei, no caso de países que tem, ou de um presidente, dos pais, de do mestre, do professor, do marido, do chefe. que naturalmente, como a Vânia de pronto falou, sempre e mais importante a Cristo. Eh, aí ela nos traz outra ilustração. Eh, o outro estudante alegando que um professor ele é indisponível e o aluno diz: "É o único professor que eu não chamo pelo primeiro nome". Aí ela nos diz: "Ser um só na fé e no amor não significa ser amigo de estudante, ou seja, estudante e professor. O direito de ser um estudante não é o direito de ser um amigo. Se ele se tornar amigo do professor, isso não, isso é um privilégio, não é um direito. Então, nós devemos honrar, Sara, aqueles que são nossos superiores legítimos, em virtude de ocupar cargos de autoridade sobre nós. Isso toma forma de obediência. Quando eu faço isso, eu estou obedecendo e eh tornar qualquer tipo de serviço, não importa o quanto ele seja inferior, por mais, e não existe trabalho inferior, inferior. Mas quando eu torno aquele serviço, por mais humilde que seja, essa é a colocação correta, em uma oferta para Jesus, isso lança uma nova luz naquela atividade, tira a aquela eh sentimento de ser de estar lesando, sendo lesado, não colocar nessa atitude a pessoa de Jesus. Eu estou fazendo isso em honra no como uma forma de obediência. E essa forma de obediência, essa obediência que me conduz à honra. E aí, então ela dá vários exemplos da submissão de uma esposa ao seu marido. Quando ela respeita o marido, ela está respeitando a Cristo, respeita quem o marido é em Cristo. E a cada um foi dado um mandamento particular e uma força particular cumprir o seu papel. ainda tem. E aqueles que estão em autoridade, o chefe, no caso, a honra torna uma forma diferente daquela prestada eh aos que estão sob autoridade. A pessoa que está em autoridade é necessária uma humildade maior ainda. e senhores, não há lugar para intimidação para tirania. E a última honra que ela coloca é a honra especial que nós devemos a quem? Aos fracos. Quem são aqueles que não estão em posição de poder? Quem? Viúvas que não tiveram filhos. os filhos também devem receber a devida honra. E aí, então, eu quero convidá-las para ir lá na página 127 ver e acerca dos filhos. 117. 117. Nós já andamos tudo isso já comentamos, começamos lá na página 102, 103 e agora nós estamos na 117. Que honra que é essa que se deve aos filhos? Os E ela nos diz na página 117, no segundo parágrafo, os filhos também devem receber a devida honra. E vamos pro texto bíblico. Eh, Efésios 6:4. E vós, pais, não provoqueis vossos filhos a ira, mas criai-vos na disciplina e na admoestação do Senhor. Isso é justo. Justo. Isso é justo. Lembra-se que eh quando nós estávamos começando, eu disse, o cristianismo ele eh não trata de direitos, ele trata do que é justo. Eh, e aí continuando, os direitos dos filhos, quais são? Quando eu respeito, quando eu dou honra aos filhos, mas que então nós vamos dizer, mas que honra que é que se deve essa honra? Ela é um direito. O direito dos filhos inclui em serem cuidados física, espiritual e mentalmente, mas certamente não incluem o direito de serem ouvidos em assuntos sobre os quais nada sabem ou de serem tratados como iguais aos pais. não são iguais aos pais, os filhos ou aos professores. Conceder-lhes esse direito de tratamento igual de pais ou de professores, é enganá-los. É uma deshonra, pois os priva da liberdade, de liberdade. Qual liberdade? De serem filhos e de justiça. Que que justiça? O tratamento justo dos filhos. Honrá-los, portanto, é conceder-lhes quaisquer privilégios e responsabilidades que sejam justos e que possam ser exercidos adequadamente. Então, ela deixa claro que honra que é essa. Então, concluindo o nosso grande modelo disso do quê? acerca de honra, como em todos os outros aspectos da vida disciplinada, é Jesus. A honra foi o seu próprio modo de existência. Jesus usou a palavra honra pouco antes de ser crucificado. Eh, e ele usou de três maneiras, de três formas a palavra honra, eh, quais sejam: ele honrando o pai, o pai honrando o filho e os crentes honrando a Jesus. E há uma quarta maneira, Jesus honrando os crentes. O Pai honrando o Filho, o filho honrando o pai, Jesus falou, os crentes honrando a Jesus. E aí ela cresce. Tem mais uma forma de honra que que Jesus faz, honra aos crentes. Como que é isso? Vamos lá na página 123. na pala, vamos, vamos ler. Vamos lá na página 123. E aí agora vou querer eh que vocês participem, se puderem ler, tá no terceiro parágrafo. Como não é na página 123, o de cima. Sara, desculpa. Jesus. Isso. Eh, só um pouquinho. Sara tá com o microfone. É. Qual era a posição de Jesus? Um servo, um escravo. Qual era a posição de Jesus? Um servo, um escravo. A minha conduta em relação aos outros surge surge da minha vida. A minha conduta em relação aos outros surge da minha vida. Nele, em Jesus. Vou querer agora na página 124 para nós encerrarmos essa disciplina da posição. Vamos lá na 124 e eu mesma vou ler. Nós dissemos claramente que eu tenho que ter um senso de posição. Quem eu sou e quem é essa pessoa para mim dar honra, a devida honra, respeito. E aí ela encerra dizendo, concluindo, no céu a nossa preocupação não será mais posição. céu. A nossa preocupação não será mais eh posição, honra ou direitos para nós mesmos no céu. Então, qual será a nossa preocupação? bênção, honra, glória e poder para o cordeiro que está sentado no trono. Então, nós terminamos a disciplina do eh da posição e vamos, como eu disse, que me senti encantada, eh, encantada, admoestada, corrigida, reforçada na disciplina do tempo. E eu tenho certeza que a maioria de vocês devem ter se sentido também constrangidas como eu me senti ao ler eh os ensinos dela acerca da disciplina do tempo. Então aqui nós somos convidadas a pensar no significado de dois conceitos antigos paraa palavra tempo. Então a gente pensa que tempo só tem um significado. Não. Na antiguidade a palavra tempo tinha dois conceitos. Um expresso pela palavra grega, Cronos. Mas o que que é cronos? É tempo. Mas tempo esse tempo que diz respeita a quê? A minutos, a horas. a nossa, como ela diz, temporalidade. Nós estamos aqui no tempo e no espaço. E o outro sentido da palavra tempo é cairoz. E Cairoz refere-se à atemporalidade, refere-se a a eternidade. Então, vejam, tempo tem dois, vamos dizer, dois conceitos. Um que diz respeito às minutos e horas se seguindo aqui. E outro, cairoz. Mas o que que é cairoz? É o tempo com relação à eternidade de é respeito a Deus, a atemporalidade. Deus não tá limitado nosso no tempo, nós estamos. Então essa são, esses são os dois conceitos da palavra tempo. Pra gente entender, vão melhor o que que é isso. A autora ilustrou com um poema, ela gostava muito e e ela foi inspirada por essa missionária Car Michael e ela sempre faz referência a essa missionária nos seus livros. E é um poema. E eu gostaria de ler esse poema no capítulo 10. A primeira coisa que ela colocou, tu que a todos ama, estou firmada em ti, governante do tempo, rei da eternidade. Em ti há grande ou pequeno, pois tu és tudo e a tudo enche o mundo recente ao teu comando. Avança, as gotas de orvalho caem em tuas mãos, Deus dos misericordiosos, poderes do firmamento, vejo o os minutos de minha de minhas horas entrelaçar. Então aqui, eh, nesse poema, nós temos acerca da palavra tempo. E aí ela mostra que o Senhor é o governo, no segundo verso, é o governante do tempo, é o rei da eternidade. E veja o último verso. E eu estou presa aos minutos. minutos de minhas horas. Então, vejam a diferença lá em cima. É o tempo com relação a Deus, é cairoz. No último verso, minutos e horas para nós, eh, nós estamos eh confinados eh entre minutos e horas. Então aí ela faz a seguinte pergunta na página 126. Como devo dar conta se ele é o rei? Ele é o governante. Ele é o rei da eternidade. Ele é o governante do tempo. E eu agora como devo dar conta do meu tempo? ao meu mestre, ao governante eh do tempo. E aí ela explica mais. O tempo é uma coisa criada. O tempo é um presente. Nós não podemos fazer mais tempo. Isso é obrigada, Vânia. É uma criatura. Nós só podemos recebê-lo e ser mordomos no uso dele. Aí ela coloca uma expressão que eu e tenho certeza que algumas de vocês já devem ter usado essa expressão no seu dia a dia. Eu não tenho tempo. Eu não tenho tempo. Quando eu digo isso e ela desnudou o meu coração. Quando eu digo isso, ela diz: "Eu estou acobertando. Eu não quero". Quando eu não quero, eu sei que eu não quero, mas eu não vou. Eu não quero. Eu eu não quero. Eh, Hilda, eu não quero. Aí eu vou dizer: "Não, eu não tenho tempo." E aí ela diz: "Nós temos tempo. 24 horas em um dia, 7 dias em uma semana, todos temos a mesma parcela. Agora, as exigências exigências de nosso tempo é diferente. O que o meu o que é exigido de mim é diferente da Carmen da irmã Carmen. É diferente o que é exigido dela. É. E aí ela nos diz que todos nós temos tempo, 24 horas em um dia e 7 dias em uma semana. Então agora, como que eu vou resolver esse impasse? Pois não. Pois não, Van. Eh, eh, eu queria falar sobre esse, eh, voltando um pouquinho lá onde eu falei, você falou, onde ela fala, o tempo é uma criatura, uma coisa criada e um presente. Isso. E aí ela fala, não podemos fazer mais tempo aí ela fala assim: "Só podemos recebê-lo e ser fiéis mordomos do seu do uso dele. Voltando no livro lá, na página 126. Aham. Eh, no segundo parágrafo, lá no finzinho do segundo parágrafo. OK. Isso. Pode falar, Vânia. Já falei, já cheguei, já falei. Tá, tá certo. Ah, tá ótimo. Pensei que ia continuar. Obrigada pela participação. Reforçando, deixando mais claro, então, e agora, como que nós vamos resolver esse impasse? Então, é aqui que o discípulo deve consultar o mestre. O que o Senhor quer que eu faça? E haverá tempo para tudo que Deus quer que façamos. Então, vejam, quando estamos em meio de uma grande atividade ou de um trabalho, nós dificilmente pensamos em cairoz, no tempo, na eternidade. Porque nós estamos numa atividade, nós vemos apenas o cronos, os minutos passando, as horas passando e eu fazendo aquele trabalho. Dificilmente eu penso quando eu estou fazendo uma atividade em termos de eternidade. É, é quando as coisas estão calmas que nós damos conta, nos damos conta que os minutos passam lentamente assim, ah, mas como o tempo passou, como foi rápido. Aí tem quando a gente tá mais tranquila, calma, digo: "Ai, mas ainda é tantas horas, não passou ainda". Eh, então vejam agora, como eu falei, ela chega a ser poética, ela faz referência ao nascer do sol. O meio-dia, o pôr do sol, a meia-noite, os dias da semana, o primeiro dia da semana, domingo, segunda, terça, os dias se sucedem e vão formar o mês, janeiro, fevereiro, março. E eu tenho os o os meses formando os anos e os anos é passando. Isso são sinais de pontuação do tempo. Ela usa essa expressão que Deus pontua o tempo. Como que Deus pontua o tempo? Eu quero que vocês vejam eh dois minutinhos esse vídeo que a Anelisa vai passar para nós, que ilustra isso, esses sinais de pontuação, quer seja o amanhecer, o anoitecer, a primavera, o outono, Deus pontuando. Tá. Uhum. Esse filme, na medida que eu estava lendo isso, eu lembrei desse filme. É um filme antigo. Ele se denomina Um violinista no telhado. E tem uma canção muito várias, inclusive tem uns um hino muito bonito que o filme inicia. Eh, são judeus morando eh numa região da Rússia. Eles são oprimidos pelos russos, a produção deles eles devem entregar e eles eh eh se dá no início dos final de do século eh XIX, início do século XX, 1800 e pouco. E eles vão, é uma cena de um casamento, eles vão à noite com cada um com uma vela. os convidados para um lugar eh como que um galpão e lá então o pai e a mãe eh cada um diz um verso, ilustrando essa pontuação do tempo que a autora nos trouxe. Sim. Obrigada, [Música] Alan. Sunrise Sunat é auroras e crepúsculos. [Música] Quando que essa menina que eu carreguei no É esse o menino que brincava, é o [Música] noivo. Eu não lembro como que eles cresceram, ficaram tão moços. Quando foi isso? É a mãe. [Música] Quando que ela se tornou essa beleza, o pai diz da noiva que a filha, quando que ele se tornou tão alto? Ontem quando eles eram tão pequenos, crianças, [Música] auroras e crepúsculos, auroras e crepúsculos. Os dias passam voando, correm, as sementinhas se tornaram flores, as meninas, enquanto a gente as admirava. [Música] Auroras e Crepúsculo. Aurora e Crepúsculo. Os anos, os anos correm. Uma estação sucede a outra. Pode baixar um pouqu trazendo consigo alegrias e [Música] tristezas. E aí? Obrigada. Tá bom, Melissa. [Música] cortar. Obrigada. Muito obrigada. Então, vejam que beleza. Eh, esse trecho, cerca de 2 minutos, essa música retrata o que a autora está nos dizendo. Nós estamos limitados por minutos, horas. Os nossos dias correm, os anos e cada estação, vejam que lindo esse verso, porque ele se repete, o refrão, ele se repete. Cada estação ou cada dia ou cada ano traz consigo alegrias e lágrimas. Então, eh, nós estamos no tempo, mas nós devemos estar no tempo sabendo da eternidade. Tem um significado eterno, a atemporalidade de Deus. Então, que misericórdia de Deus ter separado a luz das trevas. Seis dias seguido de um dia de descanso. Amanhã é o nosso dia de é o dia do Senhor, dia de festa, dia de descanso da nossa alma. Luas que crescem, luas cheias, luas que minguam, estações que vêm e vão. E aí nós chegamos culminando em Eclesiastes 3, que fala: "Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu." Então, o tempo para nós cristãos não é visto com tédio, com cinismo, como uma sequência de minutos sem sentidos, enfiados eh em horas, sem compreensão da obra de Deus, do começo ao fim. E aí vamos na página 129. para o cristão. O tempo. Vamos até lá, página 129. Quem pode ler? Eu. Obrigada. O que é o tempo para o cristão? Eh, para o cristão, o tempo é transfigurado à medida que os que que o vemos segundo no valor de Deus criado. Seguro, seguro, quer dizer, seguro, seguro no amor de Deus para vou começar de novo. Para o cristão, o tempo é transfigurado à medida que vemos seguro no que estamos, né? Vemos que estamos, não é? no amor de Deus, no amor de Deus, criado por e para Jesus Cristo, a quem pertence a primazia sobre todas as coisas criadas e e o qual existe, existiu antes de tudo e que tudo sustenta. Obrigada, Vânia. Até aí. É aqui. Então, vejam, eh, o tempo pro cristão, o cristão não é existencialista que vê com cinismo, com aborrecimento um dia depois do outro. Nós temos consciência do tempo presente, das nossas ações. Eh, lá no Salmo 90, acho que não vai dar tempo, mas depois leiam, vejam, eh, o Salmo 90, ele fala acerca do nosso tempo. Então, nós não vemos o tempo, como eu disse, com cinismo, sem a compreensão da obra de Deus. Eh, e o salmo que eu fiz referência 90, ele expressa esse sentido humano do tempo, nós aqui, e a sua rapidez e a seriedade, porque lá nós temos a nossa vida média, 70 anos. Mas olha com esperança o quê? a eternidade, a atemporalidade de Deus e a promessa que nós temos de uma alegria futuro. Então, eu tenho certeza que quando vocês eh relembram ou leem eh algumas das grandes histórias bíblicas, o efeito estabilizador e calmante quando a gente lê essas histórias bíblicas. Porque a gente vê nelas o tempo de Deus, que eu tô fazendo referência a que quando o servo de Abraão foi procurar uma esposa para Isaque, foi no tempo de Deus que a esposa apareceu. Rebeca apareceu no poço. Quando Rute, quando Rute foi colher nos no nos campos de Boaz, foi no tempo de Deus que ela chegou em Belém e aí conversou com a sua sogra, vai colher, né, Carmen? Nós estamos lendo lá no no clube do livro do Caminhando juntos com as esposas, o livro de Rute, do Emílio Garófalo. Eh, ainda outra outra história, quando Davi foi enviado por o seu pai a levar provisões pro seu pros seus irmãos no campo de batalha, isso tudo aconteceu, não foi o acaso, foi no tempo de Deus. No tempo de Deus. E aí a nossa autora faz uma declaração, ela é muito sincera, que se tornou parte da sua vida, que ela se apoiou nesse versículo. Nas tuas mãos estão os meus dias. Nas tuas mãos estão os meus dias. E ela completa é o Salmo 31:15. Que consolo. Muitas vezes a gente é afligida, é tomada por uma tempestade, mas lembrar nas tuas mãos estão os meus dias. E ela completa com outro salmo. Espera, espera pelo Senhor, tem bom ânimo, fortifique-se o seu coração. Espera, pois pelo Senhor. E ela nos diz: "Esta é a palavra de que eu preciso muitas vezes e cada um de nós, cada uma de nós, cada um de nós, esta é a palavra. Os meus dias estão nas tuas mãos. Eu não estou a mercer. Os meus dias estão na mão nas mãos do Senhor, que é o governante, que soberanamente conduz a história da minha vida e da vida de cada uma de vocês. E caminhando ainda na disciplina do tempo, eu já tinha dito que a suma do nosso trabalho aqui na terra é glorificar a Deus. E Jesus também assuma da tarefa de Jesus glorificar a Deus. E como é que ele fez isso? Como é que ele fez isso? Aí ela considera. Havia infinitas exigências sobre o tempo de Jesus. As pessoas o pressionavam com as suas necessidades. Os discípulos às vezes vinham a ele com reprovação, porque ele não estava disponível. Ainda tinham aqueles que queriam ser curados e que não podiam chegar até ele. E ainda deve ter havido também o que o próprio Jesus gostaria de ter feito durante aqueles 3 anos de ministério lotados. Mas ele era um homem com limitações. Ele estava em carne com limitações do tempo e do espaço. E no entanto, ele tirou tempo para descansar, para orar. E ainda no final ele fez, foi capaz de dizer a seguinte afirmação: consumei a obra que me confiasse para fazer. O que que significa? Confiei. Eh, com, vamos ver aonde que está aqui. Página 134. Quem quer acompanhar? O que que significa consumei a obra que me confiaste para fazer no meio do do da 134? Isso não foi o mesmo que dizer que ele havia terminado tudo o que podia pensar em fazer ou que ele tivesse feito tudo o que os outros lhe pediam. o que os outros lhe pediam. Ele não fez nenhuma reindic reivindicação de ter feito o que queria fazer. O que que ele afirmou? A afirmação é que era que ele fizera o que lhe havia sido dado. E essa é uma pista importante para nós. Ele fez o que foi designado por Deus. O que foi dado ao filho para fazer foi a vontade do pai. E a nós o que nos é dado fazer também a é a vontade do pai. E aí ela chega ao seguinte ponto, culminando, caminhando já para encerramento da disciplina do tempo. Sempre há tempo suficiente para fazer a vontade de Deus. A vontade de Deus. Por isso nunca podemos dizer: "Eu não tenho tempo". Quando agitados, ai me atingiu. Vamos lá. Quem encontrar pode ler. Quando agitados, eu eu estava na 134 no final. Isso. Eh, quando nos sentimos agitados e frustrados, atormentados e transtornados, é um sinal de que estamos correndo em nosso próprio horário e não no de Deus. E não no de Deus. E aí ela fez, como sempre, ela disse que gostava muito de fazer listas das coisas a fazer e as coisas da lista eh era uma longa lista e ela compartilhou com uma amiga porque nessa lista tinha mais coisas do que ela poderia realizar. E ela pede à amiga que ore e a amiga responde para ela: "Que a lista do Senhor seja feita". Então nós trazemos para nós, ela nos ensina fardos que não foram colocados pelo Senhor. Nós que colocamos naquela lista. É uma lista minha. É uma é uma lista que vocês fizeram. Não é uma lista do Senhor. E as listas devem ser revistas diariamente com o Senhor. O que que nos pesa, o que que nos deixa afligido? É o acréscimo de fardos que Deus nunca quis que carregássemos. E agora, uma coisa importante, aprenda a dizer não. Aprenda a dizer não. Muitas vezes somos demandadas, convidadas. E aí ela diz: "Aprenda a dizer não". E o exemplo que ela traz das exigências que os outros fazem e que não há mal em dizer: "Sinto muito, essa noite não estou disponível. Então, meus dias, ela fala, que estão nas mãos de Deus agora incluem para mim uma quantidade relativamente grande de viagens." Ela diz que a vida dela mudou nessa parte do do ano, né, da do final da vida dela. Então, frustração na página 136 não é a vontade de Deus. Do, nós podemos ter bastante certeza. No segundo parágrafo, há tempo para fazer toda e qualquer coisa que Deus quer que façamos. A obediência se encaixa perfeitamente na estrutura. dada por ele. E uma coisa que não cabe na estrutura de Deus para a nossa vida é a preocupação. E aí ela elenca seis razões para isso. Acompanhe lá na 136. A preocupação é totalmente infrutífera. Segundo, a preocupação é pior do que ser infrutífera. Terceiro, a preocupação é pegar o que não foi dado. Aí ela diz: "Nós temos permissão para planejar o dia de amanhã, mas não temos permissão para nos preocuparmos com ele. Planejar, podemos planejar, não nos preocupar. Quarto, a preocupação é recusar o que é dado, algo que não é da nossa conta. Agora, como é fácil dar apenas a metade da nossa dedicação a alguém que precisa. Estamos sobrecarregados e não conseguimos realizar. Quinto, a preocupação é antítese da confiança. E a última, a preocupação é um perverso desperdício do tempo. E aí ela termina falando acerca de ter muito tempo. Agora o contrário, mas mau gasto. A perda de tempo, ela ela fala que é irracional, um tempo mal gasto. E hoje em dia a administração do tempo, a gestão do tempo é uma ciência. Eu lembro que eu fiz até um a gestão do tempo, gestão do tempo, quando eu eu estava trabalhando ainda. E aí um colega, eu nunca tinha ouvido essa expressão, digo, é assim que eu me sinto, eu só apago o incêndio ele falando pra pessoa que estava nos dirigindo, né? Eh, então a universidade proporcionou esse curso para gestores porque eh chegavam atrasados ou não iam eh assim a gestão, então qualificar quem estava na gestão. E aí o colega falou assim: "Eh, eu me sinto e não, eu só apago o incêndio". Eu digo, como? Como assim? Disse: "Não, me sinto só apagando incêndio. Eu não consigo resolver. Eu não pego um uma tarefa, vou fazer isso não. Eu só apago o incêndio e aí o serviço não ficava, não fluía e a frustração que ele sentia, né? E muitas vezes eu me vi assim e novamente eu tenho certeza que algumas também em casa só apagando incêndio, levar um chinelo de cá para lá, botar a roupa na máquina e fazer isso, não tem uma tarefa não, hoje eu vou limpar esse armário. Então não, aquele armário ali é só joga alguma coisa, coloca, mas não termina, não tem um trabalho integral. Vai fazendo o que aparece. apareceu, fez. Muito bem. Então, eh, ela encerra dizendo que para o cristão, eh, como que começa o dia, como que ou deve ser eh gerido, administrado o tempo? A primeira coisa é o tempo reservado para Deus. Se isso for omitido, se não tiver isso, o mais que se apresentar no dia, a minha atitude para aquela pessoa, se eu não tive comunhão com o Senhor, será X e se eu tive, será Y. A minha atitude vai mudar. Então, ela recomenda, como nós já vimos em outros livros, eh o horário com o Senhor regular na primeira hora da manhã, que é a flor do dia. Eh, tem um lugar especial de comunhão com o Senhor, leitura bíblica, seguido de meditação, oração, mas tem dias que não dá. Então, eh, para fazer todo esse processo, um versículo baixar a cabeça, não esqueço, de uma eh de uma ilustração da mãe de oração. A mãe de Lutero com muitos filhos, não tinha como orar, então ela botava uma toalha na cabeça. Então, naquele horário, os filhos não conversavam com ela. na fazendo as atividades dela na cozinha com um vel tapando, eh, porque não me interrompam, eu estou orando, porque ela não tinha liberdade para sair e deixar. Então ela na cozinha mesmo colocava um pano na cabeça e aí para ninguém interromper. Então era o momento que ela tinha com o Senhor. E chegamos então agora na disciplina das posses. E o que que é considerado aqui? Coisas. Se nós vimos acerca do tempo, vimos acerca de honra, agora nós vamos ver coisas materiais. Como que eu devo me conduzir? E para aprender a disciplina das posses, ela nos oferece quatro lições. A primeira, as coisas nos são dadas por Deus. É da natureza de Deus dar. A segunda lição é que as coisas que nos são dadas para serem recebidas com ação de graças, Deus nos dá, nós recebemos. E nós estamos propensos a esquecer que foi ele quem nos deu. E a ação de graça, ela exige reconhecimento da fonte, letra maiúscula. Daí o contentamento com que é dado e não reclamação sobre o que não é dado. E a nós cabe dizer: "Obrigada, Senhor. Isso é bom e aceitável e perfeito." Queria ler um comentário eh desse autor Márcio Henry, um puritano do século X7. Ele nos diz o seguinte: "Em todos os nossos caminhos que se provem retos, justos e agradável, nos quais alcançamos satisfação, devemos reconhecer Deus com gratidão." Já quando nossos caminhos se provam cruzados, desconfortáveis e cercados por espinhos, devemos reconhecê-lo, reconhecer a pessoa de Deus com submissão, independente do nosso caminho se apresentar confortável, agradável, que nos dá satisfação. Eu devo reconhecer, devo ser grata a Deus. Mas quando o meu caminho tiver espinhos, quando ele for desconfortável, quando ele for cruzado, eu devo reconhecer a pessoa de Deus com submissão. Eh, seguindo, a terceira lição que ela nos dá é que as coisas podem ser materiais para sacrifício. Então, vamos lá. O Pai nos dá. Nós criaturas recebemos filh criaturas, filhos de Deus. damos graças e as elevamos como oferta de volta a ele. Aí ela diz o seguinte, seguindo no raciocínio dela, alguns de nós, isso também me atingiu, somos acumuladores. Esse livro, se eu não me engano, ela escreveu na década de 80. Eh, vejam o que ela coloca hoje, essa palavra desapego, né? Tá muito em voga, né? Para E ela então já colocava que alguns de nós somos acumuladores. Aí ela faz perguntas: "Por que nos apegamos às coisas desnecessárias?" Aí ela levanta: "Por quê? Porque a nossa segurança está nela. Porque eu tenho um sentimento de satisfação por ter, ela diz, 42 pares de sapato. É isso. Ela faz questões para que haja uma autoavaliação. Eh, coisas há cerca de 20 anos começaram a me incomodar. me incomodar no sentido que coisas precisam ser cuidadas. Tira o pó, tira tudo de cima do balcão, aí retorna tudo. Aí tem que tirar o pó daquele pratinho, aí volta. Aas coisas devem ser cuidadas. O tempo de tenho que ter uma vida mais simples. Essas coisas estão me tomando meu tempo. Ainda mais quando a gente gosta, por exemplo, como eu, de lavar roupa. Gosto de lavar roupa. Então, é uma ciência quase para lavar a roupa. Então, eh, muitas coisas cansam, elas devem ser cuidadas. Então aqui tem uma reflexão com relação à acumulação. Eh, outra coisa, eu achava que era um cuidado pessoal. Digo, não. E eu tenho assim, eh, eu dizia conversando com amigas assim, não, roupa que eu usava no Rio Grande do Sul há 30, 40 anos, achando que era assim uma qualidade. Eu sou conservadora, eu cuido, eu cuido. Não, quando eu vou para lá, eu tenho, não preciso comprar nada, porque eu tenho a o pulover para me abrigar, o casaco. Mas eu mas eu comecei a perceber que é acumular. Por que que eu não rompo? Eu digo, é, é romper, eu li no jornal, romper emocionalmente com a roupa, romper emocionalmente com aquele prato. E ela faz essas eh análises, ela diz que quando roubaram a as pratas que ela tinha em casa, que alívio que foi, porque ela não tinha mais que limpar aquilo. Então eu digo: "Ah, então acho que eu não tô tão desviada quanto eu pensava, não?" Porque é bom a gente ler esses livros e assim e ela coloca como que ela se sente com relação aos objetos, né? Tomando tempo para dela, né? E aí então a quarta lição, as coisas materiais nos são dadas para que as desfrutemos. Olhe a palavra por um tempo. Não preciso ficar 30 anos com aquele objeto. 40 anos. Não é uma qualidade. Não é uma qualidade de jeito nenhum. Deus lá em primeiro João 2 15, Deus tudo nos proporciona ricamente para nosso aprasimento. O que Deus nos dá, eu tô na quarta lição, na disciplina das posses. Na quarta lição, eh, tô indo lá, página 148. Isso. Página 148. Página 148. Eh, o que Deus nos dá é para o nosso prazer. No texto bíblico falar prazimento. E ela diz: "Não, não que eu seja contra coisas materiais. Ela tinha a satisfação que ela sente em dormir num lençol limpo." Ela faz essa referência. Cuidado, lavado, passado, é para o nosso bem-estar. Então, o que agradecer a Deus esse essa amenidade do nosso dia de desfrutar, como ela diz que ela morou na selva amazônica por mais de 14 anos. Então, desfrutar de uma água quente, desfrutar de uma cama quente, que a umidade da floresta dormindo numa tenda, a humidade vem de baixo, a humidade vem de cima, vem dos lados. Então, reconheceu o conforto que Deus dá. Ela diz que reconhece quando ela voltou pros Estados Unidos, aí tinha oportunidade de dormir numa cama quente com um cobertor elétrico, de ter esse conforto, que esse conforto, esse aprasimento, esse prazer, Deus dá e ser grata a ele. Estamos no nosso tempo. E aí então ela encerra dizendo: "O que não é adequado e apropriado é que coloquemos o nosso coração nelas." Nelas quem? Nas coisas. Isso. As coisas temporais devem ser tratadas como coisas temporais. Repetindo, para mim, não para vocês, as coisas temporais devem ser tratadas como coisas temporais que foram recebidas, pelas quais somos gratos, que são oferecidos de volta, mas são desfrutadas. Agora, para mim, elas não devem ser tratadas como coisas eternas. como coisas eternas. Quando houve a enchente no Rio Grande do Sul, março do ano passado, eh, eu não sei porque que eu tinha dois cobertores dos meus filhos quando eram crianças, duas mantas, Paraíba, não sei se vocês chegaram a conhecer essa, duas mantas paraíba, primeira que tinha um ganho da da sua avó paterna. Eu digo, por que que é duas mantas? Vamos lá. As mantas estavam lá, aí numa mala aí guardado junto. Ah, porque era uma mala antiga também. Era uma mala antiga que tinha vindo do Rio Grande do Sul, aí guardado na mala e junto dois casacos mais até de eles. Um tem 48, outro tem 43, quase 45. dois casaquinhos. Um tinha 10 anos, o outro tinha uns 3 anos de tricô feito pela minha mãe com um ponto maravilhoso. E aí eu lembro que um dia ela falou assim: "Olha isso aqui, um dia quando eu morava lá ainda e eu tô aqui há 40 anos e ela já faleceu. Eu assim, olha, isso aqui tu nunca dá para ninguém, porque isso aqui eu fiz e me custou muito eu fazer isso. Então tem grande valor." Ela falou: "O ponto é um ponto assim porque era trançada". Eram duas linhas, marinho e cru, e tinha uma golinha, os botões dourado. Não dá para ninguém. Isso aqui é precioso. Digo, é mesmo, né, mãe? Muito lindo. Guardado na mala. Aí eu digo, mas o que que eu estou fazendo com duas mantas paraíbas, com essas roupinhas de tricô? Eu digo: "E um menininho de 10 anos naquela monte de água." E aí essas reflexões começaram, né, na minha cabeça, no meu coração. Um menino, porque o casaco era do de de 8, 10 anos quando nós chegamos aqui, o mais velho tinha oito. Eu digo, era dele com 8, 10 anos. Digo, um menino que acordar de manhã com frio naquela umidade. Não, e eu sei o que é que é aquela umidade. No no no banheiro verte, no azulejo água. Não tá chovendo, mas verte. vai pegar a toalha de rosto e ela tá úmida de tanta água. A Nelisa que passa lá uns uma temporada sabe o que que é isso. Tudo úmido. Digo, pobre, mas que isso, que coisa. Comecei a me condoer. Eu digo, não. Peguei aquilo e lá no condomínio tinha uma amiga que tava organizando um caminhão para levar. Eu digo lá, digo, não, tão bom o menininho chegar lá e encontrar aquele casaquinho na minha alegria. Eu digo: "Ai, que coisa boa ter assim dado para que que eu tava guardando acumulação?" Não. Aí, então, vamos lá. As coisas eh devem ser desfrutadas e tratadas como coisas eternas. Não devem ser tratadas. É para ficar com essas coisas por um tempo. A quarta lição dela, né? Desfrutar por um tempo. Por um tempo. Agradecer aquele lençol quente, aquele cobertor por um tempo e depois eu posso me desfazer. Eu devo me desfazer. Muito bem. E aí então ela diz o seguinte, há um quinto item. Tudo o que pertence a Cristo é nosso, mas o que é dele é nosso. E se é assim, o que é dele é nosso. Como podemos realmente perder quando diz: "Ai, perdi isso, fui defraudada, fui roubada". É outra questão que ela levanta. Como que eu me sinto quando eu sou defraudada? Eu exijo pagamento? como que estão a a os meus punhos cerrados ou a minha mão está estendida? É outra questão que ela levanta. Então, terminando, ela nos diz o que realmente é riqueza. Página, última página da disciplina das posses. Filho, tu estás sempre comigo, o pai falando para Jesus, e tudo o que eu tenho é teu. Diz-nos o pai isso que é riqueza. Então, encerramos disciplina da das posses e foi muito bom, como eu disse, eh me debruçar, me autoavaliar nessas disciplinas e possa e em oração, eh, é o que eu desejo e espero para cada um de vocês que tiveram esse livro por um tempo, né, essas três disciplinas. Muito obrigada pela atenção amorosa de vocês e pela participação. Como o próximo encontro? Uhum. Então, eh, o nosso próximo encontro, eh, nós vamos ver mais três disciplinas no dia 14 de junho, tá próximo? no dia 14 de junho. E aí nós vamos ver a disciplina do trabalho, a disciplina dos sentimentos e troca minha vida pela dele. Esses serão os capítulos que a gente vai eh compartilhar do capítulo 12 ao capítulo 14. E esperamos vocês. Ai o microfone. Essa lição da agora veio para mim também. Que bom. Não tô sozinha. Recebi uma visita. Hã. E lá no quarto de hóspede tem uma estante que tem a Barça. Ah, eu sei. Uma coleção. Aí ela olhando falou assim: "Eh, você precisa desfazer das coisas antigas que não tem mais valor, eh, envolver com o hoje." Mas eu fiquei tão machucada, falei: "Vem na minha casa para me irmandar desfazer das minhas lembranças." Eh, não foi nada não. Passa uns dias a filha, mãe, essas e podia mandar para reciclagem é uma coleção de 20 livros assim encadernado, uma encadernação linda. É. Aí eu olho naqueles livros, vejo meus netos sentados na mesa estudando, pesquisando. E ele e tem um alvo grande da família que eu fiz com muito carinho. Eh, esses essas coisas coisas essas coisas você deve desfazer para viver mais em paz. Aquilo é recordação. É, e eu sento para olhar, para lembrar, recordar o passado. É, eu lanço essa pergunta para você. É, é erro recordar o passado? Não, não, não. Remorar, é, rememorar lembranças eh afetivas. Então, coisas afetivas, elas devem ser muito bem pensadas. Uma carta, um bilhete de um familiar querido, eh uma foto, um o álbum, não é? Eh, eu eu acredito que não há mal em guardar. Não há mal em guardar. Eu guardaria desfazer do guarda-roupa de anos atrás. É, é, é doído. Então, eh, e eu li que a gente deve, eh, deixar por último essa avaliação de lembranças afetivas e começar eh com as roupas na cozinha. Então é dificílimo. Não, mas eu posso precisar esse vidrinho, eu posso precisar essa caixinha. E vai ficando a acumulação. É, é uma, é, é assim, é difícil. Olha, eu estou passando pelo mesmo problema. Meu marido era colecionador, como fala, né, de coisas antigas. Tem uma uma sala, uma sala não, um uma um sabe um uma saleta no subsolo da minha casa. A atulhado. Nossa, dá não dá coragem de entrar de tão de tanta coisa antiga que ele guardava. Aí eu falei, eu falei pra minha filha, ela está morando comigo, eu falei: "Ah, ela eh mexe naquilo lá, despaça daquilo para dar espaço. É, é uma saleta". É. Aí meu meu neto falou assim: "Não mexe lá não, lá era do vovô, olha". E ele amava aquele cantinho. Aí o que que você faz? Deixa o neto desfrutar então do local. pelo menos, ó, não está me atrapalhando. E a minha filha ficou com olho desse tamanho, por quem diz, né? E agora? Eu falei, ó, e agora? Deixa agora mesmo. Deixa do jeito que está. Só dando licença aqui. É, tá querendo enterrar a gente, enterrar antes de você morrer. Quer, quer dividir os bens já. Não quer e o mundo tá muito acelerado. Que que é isso? Que que a gente tá vivendo? Tá parecendo um coelho numa moto que anda a 100.000 por hora. É a questão do tempo que a gente falou aqui. Você tem que diminuir seu seu tempo, você tem que diminuir seu ritmo. Não pode ser assim que nem um carro que é veloz, que nem a gente não tá conseguindo nem esperar o download lá do do celular, o tempo do celular. As pessoas coloca para ouvir a mensagem bem acelerada. A é é uma loucura isso. É a disciplina a disciplina do tempo. Misericórdia com esse negócio. Obrigada, Vânia. A Anelisa vai nos despedir em oração. Ah, sim. Bom, bom. Aqui eu vou ler quem participou conosco hoje foi a missionária Lane, a Gis. Obrigada, viu? Vocês que estavam online de outras cidades. A Marilyn Lima, que até pediu que quando vocês tiverem colocar na oração de vocês também a sogra dela que tá no hospital, foi a Melyn Lima que pediu, tá? Vamos estar orando pela sogra dela, ã, a Suelma Ribeiro, Jorge Domingues, eh, a Patrícia Oliveira sempre participa conosco. Obrigada, viu, Patrícia? Maria Cleta, Lucena. Meirinalva Costa Dias. H, deixa eu ver que mais aqui. E apareceu Raízes Profundas, alguém que mandou mensagem, participou e falou muito na questão do livro, né? Quando falo com Deus, me sinto bem melhor. É uma experiência maravilhosa. Desde que acordo até eu adormecer, estou sempre louvando e agradecendo ao Senhor por tudo. Muita roupa, muitos sapatos atrapalham quando muitos não t, né? Então, tava bem atenta ao nosso estudo aqui. E nesta vida tudo passa, tudo é fugar, somente a palavra de Deus não passará jamais. E é isso. Obrigada pela presença de todas, né? Que o próximo agora é 14 de junho, né? Que a nós possamos convidar uma amiga, uma vizinha, alguém ali do prédio que tá precisando, não tem igreja para participar. Aqui é uma oportunidade grande, né, da gente estar em comunhão e receber a palavra de Deus. Vamos estar orando, encerrando. Pai, obrigada, Senhor, por esse momento, esse momento que o Senhor também, Senhor, fala aos nossos corações de largar muito o material e estar preocupado também com o próximo, como foi a irmã Regina, que largou um material precioso da própria mãe, mas ajudou ao próximo. Então, tem certas coisas que a gente vai aprendendo só no caminhar. Obrigada por isso. Obrigada por tudo que o Senhor tem nos ensinado. Que sejamos pessoas melhores, conforme a tua vontade a cada dia. Abençoa o nosso próximo encontro. Que o Senhor possa trazer mais mulheres e outras pessoas também para ouvir a tua palavra e crescermos juntas nessa caminhada para tua honra e glória em nome de Jesus. Amém. Meninas, ehou nós temos