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A fé vem pelo ouvir

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot

Amigas da SAF – Clube do Livro: "Uma vida de obediência" por Elisabeth Elliot

O Amigas da SAF é um clube do livro com reflexão bíblica sob a perspectiva reformada e acolhe mulheres de todas as idades!

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Legendas automáticas:

Cap e
tal. Vou tirar esse chado aqui para
aparecer.
Não, aqui não tem nada.
Tem até muita gente.
Maravilha, irmãs, irmãos, estamos nesta
manhã, manhã de outono, tão
gostosa, tão alegre, tão festiva que
Deus nos
concede. Aqui em Goiânia muito, um clima
muito ameno, muito bom. É um privilégio,
né, estarmos juntas, tirarmos momentos
de nosso tempo nos nossos afazeres, na
nossa correria.
para mensalmente nos
encontrarmos eh poucas horas, mas horas
preciosas, né, de estudo, reflexão,
aprendizado,
compartilhamento e que Deus nos concede.
um
privilégio eh que Deus nos dá para nos
reunirmos com esta finalidade de estudo
de livro cristão reformado, estudo da
palavra de Deus, onde nós eh buscamos
melhorar nossas vidas
individualmente e nos nossos
relacionamentos, que nós possamos sempre
participar. Contamos com vocês. Bom dia.
Bom dia a todos que nos assistem pela
internet. Sempre digo e repito que é um
prazer muito grande ter todos vocês
conosco aqui e também online. Que Deus
nos ajude e nos propicie
compreensão e abra nossa mente, o nosso
coração naquilo que nós buscamos e que
nós precisamos. mensalmente contamos com
vocês. Esse é esse encontro é o
penúltimo desse semestre do estudo desse
livro. No próximo encontro, em junho,
nós já teremos
pinceladas do livro do segundo semestre.
Então, vocês aguardem que nós vamos já
começar a falar. Muito obrigada a todas.
Nesse início eu vou pedir uma das
coordenadoras desse projeto, a Ana
Elisa, para vir aqui e orar.
pedindo a Deus e agradecendo a Deus.
Bom dia. Oremos.
Pai, obrigada, Senhor, por esse dia
maravilhoso que está
começando. Estamos aqui na intenção de
aprender mais de ti, que a tua palavra
entre nos nossos corações, que a
professora Regina seja usada como
instrumento nas tuas mãos nessa manhã,
pai. Obrigada por tudo, Senhor. E
obrigado por todos que estão
participando também de forma remota. Que
o Senhor abençoe e alcance cada coração
em cada cidade onde elas estiverem ou
eles estiverem. Em nome de Jesus. Amém.
Vou passar agora da conferência. Eh,
antes de passar a palavra paraa nossa
mestra, nossa professora Regina, eh, eu
gostaria de lembrar, relembrar as irmãs
da nossa primeira conferência reformada
Mulheres PPG. Nós estamos atreladas à
conferência da fé reformada e para quem
ainda não sabe, as inscrições estão
abertas. Eh, o valor da inscrição ainda
continua o mesmo. Grande parte do valor
da inscrição será revertida para quem
escrever e participar através de livros
que serão adquiridos.
Eh, pedimos que façam as inscrições. Ah,
quem fizer o a inscrição na fé
reformada, automaticamente a mulher
estará inscrita na conferência, na
primeira conferência reformada para IPG.
Quem não puder participar da fé
reformada, faça sua inscrição somente na
conferência reformada Mulheres. As
pré-eleitoras até o momento estão
confirmadas, muito animadas, muito
dispostas para servir ao Senhor e nos
ajudar nesses momentos também que serão
de grande importância. haja visto o tema
que vocês estão vendo nossa conferência.
Conclamo a todas eh que façam inscrição
aqui. E nós já sabemos que tem pessoas
de fora, eh, tem as meninas de Palmas
que estão programando para estarem aqui
conosco. Então, não esqueçam de, eh,
fazer a inscrição e divulgar essa
primeira conferência reformada da PIPG
Mulheres. Muito obrigada. Que nosso
tempo seja abençoado e muito proveitoso.
Vou passar a palavra paraa nossa
professora Regina Beatriz.
Bom dia, amadas. Bom dia. Muito, muito
bom estar aqui
e esse privilégio, essa oportunidade que
o Senhor nos dá como
povo, como povo de nós estarmos eh
reunidas, reunidos em
comunhão, tendo como alvo a palavra. Que
essa seja a nossa porção nessa terra, a
palavra do
Senhor.
Eh, como um trecho que nós vamos ver,
que a suma da nossa vida é
glorificar. Então, que esse seja o
objetivo, o alvo, a motivação de nós
estarmos aqui nessa manhã. E dou
boas-vindas também a aqueles que nos
assistem
remotamente. Nós sabemos que eles estão
remotos, mas não distantes de nós e da
palavra. Muito bem.
Em uma vida de
obediência, todo
cristão, ele é chamado a ter uma vida de
obediência.
Isso a Elizabeth Eliot, a autora, nos
afirma logo de pronto, de início do
livro, e ela diz: "A
obediência não
passa por
sentimento e sim
passa pela disciplina. Ou seja, eu não
obedeço porque eu tenho vontade. Não
dependo da vontade de
obedecer. Eu
obedeço
mediante
disciplina. E a partir daí, então, ela
apresenta quais sejam estas
disciplinas, que ela, o subtítulo, ela
dá, ela dá a conhecer que são sete, sete
disciplinas.
A disciplina para um cristão, ela
começa com o
corpo, porque é no corpo que nós
exercitamos a nossa fé. Então, essa é a
primeira disciplina que ela apresenta, a
disciplina do corpo. E foi alvo do nosso
compartilhamento no encontro de abril.
Seguindo, ela coloca a disciplina da
mente e nós vimos a
beleza de uma
mente ordenada e
limpa. Que esse seja o nosso
anseio, ter uma mente
ordenada e limpa. E hoje, então, nós
passamos agora pras próximas três
disciplinas, quais sejam: a disciplina
da
posição, a disciplina do
tempo e a disciplina das
posses. Eu queria que vocês fizessem
esse exercício. Ontem à noite eu estava
pensando quais destas cinco
disciplinas que propostas pela autora
para nos conduzir à obediência. Qual
destas ou
quais que nos atingiram?
Eu
particularmente até agora dessas
cinco, a disciplina da mente e a
disciplina do tempo que nós vamos ver.
Então pensem e aí voltem atrás no
capítulo e para firmar no seu coração
para que aquilo que atingiu aqui suba.
ou ao contrário, entrou pelos nossos
olhos, nós pensamos acerca dessa verdade
bíblica e agora ela deve descer no nosso
coração. Nós devemos abrigar, habitar,
que essa ensino habite no nosso coração.
Então vamos lá. primeira, a disciplina
da
posição. Eh, como sempre, vocês fiquem à
vontade, como a própria Ângela já falou,
para eh não é interromper, para
participar. Não sintam vocês vão
interromper, não. Podem participar e
enriquecer, trazer a sua
contribuição. Muito bem. Disciplina do
quê? da posição. Da posição. Da posição.
É o capítulo nove. Capítulo nove.
Obrigada. Então, vejam só, eh, a
ia falar Tânia.
É, tá certo, mas é a irmã é Tânia.
A irmã é Tânia.
Deus. Então, na página 103, capítulo 9,
a disciplina da posição. Aqui a autora,
ela
considera acerca de
honra,
respeito e dever. É disso que nós vamos
falar nesses próximos 10 minutos acerca
de honra. de respeito e de dever. E como
sempre, ela é tão eh educativa, tão
formativa, tão perceptiva. A autora,
ela eh dá o significado, o quer ser, o
que que é respeito, o que que é honra, o
que que é dever. Então aí ela inicia e
nos diz assim:
"Honra, quem pensa em honra hoje em
dia?" Mas a
palavra nos diz para dar a devida honra
a todos.
E essa palavra devida, ela
significa que o que se deve
pagar é
algo
obrigatório, ou seja, o que é
exigido não tem nada a ver, repetindo,
com os nossos sentimentos sobre nós
mesmos ou sobre os outros. Não é como eu
me
sinto, certo? com relação à Sara. Não,
não é isso. É ou como eu me sinto ou
pensar acerca dela. Não. E
exigido, é
obrigatório essa honra. E aí o apóstolo
Paulo, ele nos fala lá em Romanos
13 78.
Pagai a todos o que lhes é
devido. A quem tributo, tributo. A quem
imposto, imposto. A quem
respeito,
respeito. A quem
honra, honra.
A ninguém fiqueis devendo coisa alguma,
exceto o amor. Romanos
13 7 e 8. Então, quem pensa em honra
hoje em
dia na nossa sociedade atual? É difícil,
mas aí os nossos olhos se voltam para a
palavra e a gente vê essa afirmativa,
esse
entendimento que o Senhor nos dá. Então,
honra, o que que significa honra? Honra
é alta
consideração. Honra é
reconhecimento do valor. Na honra está
embutido também respeito, mas nós vamos
falar. Mas honra significa
autoconsideração, reconhecimento de
valor. E já
respeito significa
reverência debaixo de Deus.
Honra, alta consideração. Respeito
significa
reverência
debaixo de Deus. E atualmente essa
palavra
respeito, além da
confusão sobre a definição, a noção é
que todos merecem
igualmente
respeito. A verdade, a autora nos diz, é
que nem todos têm direito a tudo. E ela
ilustra: uma criança, ela tem o direito
de ser cuidado, cuidada.
Um
adulto.
Não. Um adulto tem direito de votar, tem
direito de casar, tem direito de ser
tributado. Uma criança
não. Então, vejam a
diferença. O
cristianismo, ele ensina
justiça e não os direitos.
O cristianismo ele enfatiza a
honra e não a
igualdade. Então, a preocupação de um
cristão é o que se deve ao outro, não o
que se deve a si, é o outro
primeiro. E no entanto, hoje a
igualdade é o suposto
ideal. Então existem diferentes tipos de
honra e
respeito que são
adequados a diferentes
pessoas. E ao
discriminarmos, fazermos essa diferença,
nós realmente honramos. E quem que nós
especificamente é ordenado pela palavra
a honrar? A quem que eu devo honrar?
A isso a
Cristo. Eu,
primeiramente, aqueles que foram
colocados sobre
nós como autoridades civis, a esses eu
devo honrar, aos pais, aos
professores, aos
mestres,
mas a primeira é a pessoa de Jesus
Cristo. Outra palavra que é importante
nesse nessa nessa disciplina, disciplina
da
posição, eu tenho que ter um senso de
posição meu e do outro. Quem é o outro e
quem sou eu? E o dever, então, é outra
palavra útil. Então, o que que significa
eh dever?
simplesmente o que é
devido é dev, ou seja, uma ação,
qualquer coisa que eu deva fazer
necessária a própria posição da pessoa.
É um senso de obrigação. Eu
devo. E o respeito parece uma coisa
difícil, a Vânia tinha dito, né? É
difícil na nossa sociedade atual. Então,
a autora nos traz uma ilustração de um
seminarista. Ela é missionária,
professora,
escritora. A Elizabeth Elliot já faleceu
em 2015, mas ela transitava em
seminários, em conferências. E aí, eh,
da observação dela, lembra-se que eu
disse que ela ela é perceptiva, ela, a
percepção dela da palavra, do
ensino, eh, o seu coração dobrado. E aí
ela nos transmite essa sua percepção, o
seu entendimento, a sua compreensão. Tem
horas que a gente lê no livro dela, são
frases curtas, mas a gente lê assim, mas
o que que é que ela tá dizendo? a gente
tem que voltar e fica um pouco difícil
para compreender a o que ela está
dizendo. Não é uma leitura,
eh, vamos dizer assim, fácil, mas ela é
extremamente encantadora. ela chega, tem
horas se ela chega a ser poética e a
sinceridade
dela é nos
cativa. Então, ela conta de alunos de
eh alguns alunos que ela conheceu no
seminário que moravam com famílias, com
determinadas famílias, e eles eh
sentiam que
deveriam ter um lugar de igual para
igual na família. E aí ela coloca um
senso de saber o seu lugar. É importante
para um cristão. Nós não podemos dar
honra de vida onde ela é devida. Se eu
não tenho um senso de posição. Eu quero
honrar. Se eu se eu não souber o meu
lugar, eu não vou honrar de forma
correta. Quem é essa pessoa? Como eu já
tinha dito, pois não. O
comentário, se
eu se eu não acho que precisa, precisa,
porque eh o momento porque é lá
a na internet não houve não houve quem
está remotamente, aí fica aquele lacuna
no nosso encontro. Então é importante
ouvir a questão.
Alô, alô. Tá, pode falar.
Se eu não honro uma
pessoa,
eu a gente recebe de volta o que você
que você
faz. Eu honro a quem Cristo ensina. Daí
honra a quem tem honra. É, então, eh, se
eu como pessoa, não sou uma pessoa que
honro a o meu próximo, como que eu como
que eu eh vou honrar,
receber a Deus? Isso eu honro através do
que eu faço com meu
irmão. Deus fala muito coisa na palavra
que uma das coisas lá no capítulo lá em
Provérbios que ele fala, a coisa que
ele mais detesta. Isso é
a não
é a briga entre irmãos. Quer ver? Olha
lá. É, tô quem quem quem quiser olhar,
né, a briga entre irmãos é uma coisa que
ele abomina, abomina, abomina, abomina.
Então, se você tá com rilia com alguém,
né, aí você
realmente tá desagradando a Deus,
deshonrando,
de entristecendo a Deus, né? Obrigada,
Vânia.
A Vânia fez
referência a Provérbios 8:13. O temor do
Senhor consiste em odiar o mal. E ele
continua: "Eu odeio a soberba, a
arrogância, o mau caminho e a boca que
fala coisas perversas. Ele abomina a
contenda entre irmãos". A Sara quer
complementar.
É porque você falou aí questão de honra,
primeiramente a gente tem que honrar a
Deus. Por exemplo, se
autoridade ela vai contra a Bíblia.
Isso. O que? Então quero saber qual que
é a minha posição. Por exemplo, se eu
tenho autoridade, primeiramente é sempre
Deus, mas se eu tenho uma autoridade que
vai tudo contra a Bíblia, como é o caso
que a gente tá passando agora aqui com
esse governo aí, como é que a gente,
qual que a posição da gente, porque ou a
a quem deve é uma obrigação, isso é uma
obrigação. Então, como que eu devo me
posicionar nesse caso aí?
Muito bem, Sara.
A Sara colocou uma questão e para
responder nós vamos avançar que a
resposta vem agora.
Então, nós não podemos dar honra de
vida, uma obrigatória, onde ela é
devida, sem um senso de posição. Se eu
não sei a minha posição, repetindo, quem
é essa pessoa, quem sou eu em relação a
ela. E nós todos estamos sob
debaixo de autoridade
e todos estamos debaixo de uma
autoridade, de um rei, no caso de países
que tem, ou de um presidente, dos pais,
de do mestre, do professor, do marido,
do chefe. que naturalmente, como a Vânia
de pronto falou,
sempre e mais importante a
Cristo. Eh, aí ela nos traz outra
ilustração.
Eh, o outro estudante alegando que um
professor ele é indisponível e o aluno
diz: "É o único professor que eu não
chamo pelo primeiro nome". Aí ela nos
diz: "Ser um só na fé e no amor não
significa ser
amigo de
estudante, ou seja, estudante e
professor. O direito de ser um
estudante não é o direito de ser um
amigo. Se ele se tornar
amigo do professor, isso não, isso é um
privilégio, não é um
direito. Então, nós devemos honrar,
Sara, aqueles que são nossos superiores
legítimos, em virtude de ocupar cargos
de autoridade sobre nós.
Isso toma forma de obediência. Quando eu
faço isso, eu estou
obedecendo e
eh tornar qualquer tipo de serviço, não
importa o quanto ele seja inferior, por
mais, e não existe trabalho inferior,
inferior. Mas quando eu torno aquele
serviço, por mais humilde que seja, essa
é a colocação correta, em uma oferta
para Jesus, isso lança uma nova luz
naquela atividade, tira a aquela eh
sentimento de ser de estar lesando,
sendo lesado,
não colocar nessa atitude a pessoa de
Jesus. Eu estou fazendo isso em honra no
como uma forma de
obediência. E essa forma de obediência,
essa obediência que me conduz à honra. E
aí, então ela dá vários exemplos da
submissão de uma esposa ao seu marido.
Quando ela respeita o marido, ela está
respeitando a Cristo, respeita quem o
marido é em Cristo. E a cada um foi dado
um mandamento particular e uma força
particular cumprir o seu papel.
ainda tem. E aqueles que estão em
autoridade, o chefe, no caso, a
honra torna uma forma diferente daquela
prestada eh aos que estão sob
autoridade. A pessoa que está em
autoridade é
necessária uma humildade maior ainda.
e senhores, não há lugar para
intimidação para tirania. E a última
honra que ela coloca é a honra especial
que nós devemos a quem? Aos fracos. Quem
são aqueles que não estão em posição de
poder? Quem?
Viúvas que não tiveram filhos.
os filhos também devem receber a devida
honra. E aí, então, eu quero convidá-las
para ir lá na página
127 ver e acerca dos filhos.
117. 117. Nós já andamos tudo
isso já
comentamos, começamos lá na página 102,
103 e agora nós estamos na
117. Que honra que é essa que se deve
aos
filhos? Os E ela nos diz na página 117,
no segundo parágrafo, os filhos também
devem receber a devida honra.
E vamos pro texto
bíblico. Eh, Efésios 6:4. E vós, pais,
não provoqueis vossos filhos a ira, mas
criai-vos na disciplina e na
admoestação do Senhor. Isso é
justo. Justo. Isso é justo. Lembra-se
que eh quando nós estávamos começando,
eu disse, o
cristianismo ele
eh não
trata de direitos, ele
trata do que é
justo. Eh, e aí continuando, os direitos
dos filhos, quais são?
Quando eu
respeito, quando eu dou honra aos
filhos, mas que então nós vamos dizer,
mas que honra que é que se
deve essa honra? Ela é um direito. O
direito dos filhos inclui em serem
cuidados física, espiritual e
mentalmente, mas certamente não incluem
o direito de serem ouvidos em assuntos
sobre os quais nada sabem ou de serem
tratados como iguais aos pais. não são
iguais aos pais, os filhos ou aos
professores.
Conceder-lhes esse
direito de tratamento
igual de pais ou de professores, é
enganá-los. É uma deshonra, pois os
priva da liberdade, de liberdade. Qual
liberdade? De serem filhos e de justiça.
Que que justiça? O tratamento justo dos
filhos. Honrá-los, portanto, é
conceder-lhes quaisquer privilégios e
responsabilidades que sejam justos e que
possam ser
exercidos
adequadamente. Então, ela deixa claro
que honra que é essa. Então, concluindo
o nosso grande modelo disso do quê?
acerca de
honra, como em todos os outros aspectos
da vida
disciplinada, é
Jesus. A honra foi o seu próprio modo de
existência.
Jesus usou a palavra honra pouco antes
de ser
crucificado. Eh, e ele usou de três
maneiras, de três formas a palavra
honra, eh, quais
sejam: ele honrando o pai, o pai
honrando o filho e os crentes honrando a
Jesus. E há uma quarta maneira,
Jesus honrando os
crentes. O Pai honrando o Filho, o filho
honrando o pai, Jesus falou, os crentes
honrando a Jesus. E aí ela cresce. Tem
mais uma forma de honra que que Jesus
faz, honra aos crentes. Como que é isso?
Vamos lá na página 123. na pala,
vamos, vamos ler. Vamos lá na página
123.
E aí agora vou
querer
eh que vocês participem, se puderem ler,
tá no terceiro parágrafo.
Como
não é na página 123, o de cima. Sara,
desculpa. Jesus. Isso. Eh, só um
pouquinho. Sara tá com o microfone.
É. Qual era a posição de Jesus? Um
servo, um escravo. Qual era a posição de
Jesus? Um servo, um escravo. A minha
conduta em relação aos outros surge
surge da minha vida.
A minha
conduta em relação aos
outros surge da minha vida.
Nele, em Jesus. Vou querer agora na
página 124 para nós
encerrarmos essa disciplina da posição.
Vamos lá na 124 e eu mesma vou ler. Nós
dissemos claramente que eu tenho que ter
um senso de posição. Quem eu sou e quem
é essa pessoa para mim dar honra, a
devida honra,
respeito. E aí ela encerra dizendo,
concluindo, no céu a nossa preocupação
não será mais posição.
céu. A nossa preocupação não será
mais eh
posição,
honra ou direitos para nós mesmos no
céu. Então, qual será a nossa
preocupação?
bênção, honra, glória e poder para o
cordeiro que está sentado no trono.
Então, nós terminamos a disciplina do eh
da posição e vamos, como eu disse, que
me senti
encantada, eh, encantada,
admoestada,
corrigida,
reforçada na disciplina do tempo. E eu
tenho certeza que a maioria de vocês
devem ter se sentido também
constrangidas como eu me senti ao ler eh
os ensinos dela acerca da disciplina do
tempo. Então aqui nós somos convidadas a
pensar no
significado de dois conceitos antigos
paraa palavra tempo. Então a gente pensa
que tempo só tem um significado. Não. Na
antiguidade a palavra tempo tinha dois
conceitos. Um expresso pela palavra
grega,
Cronos. Mas o que que é cronos? É tempo.
Mas
tempo esse tempo que diz respeita a quê?
A
minutos, a horas.
a nossa, como ela diz,
temporalidade. Nós estamos aqui no tempo
e no espaço. E o outro sentido da
palavra tempo é cairoz.
E
Cairoz refere-se à
atemporalidade, refere-se a a
eternidade. Então, vejam,
tempo tem dois, vamos dizer, dois
conceitos. Um que diz respeito às
minutos e horas se seguindo
aqui. E
outro, cairoz. Mas o que que é cairoz? É
o tempo com relação à eternidade de é
respeito a Deus, a atemporalidade. Deus
não tá limitado nosso no tempo, nós
estamos.
Então
essa são, esses são os dois conceitos da
palavra tempo. Pra gente entender, vão
melhor o que que é isso. A autora
ilustrou com um poema, ela gostava muito
e e ela foi inspirada por essa
missionária Car Michael e ela sempre faz
referência a essa missionária nos seus
livros. E é um poema. E eu gostaria de
ler esse poema no capítulo 10. A
primeira coisa que ela
colocou, tu que a todos
ama, estou firmada em ti, governante do
tempo, rei da eternidade. Em ti há
grande ou pequeno, pois tu és tudo e a
tudo enche o mundo recente ao teu
comando. Avança, as gotas de orvalho
caem em tuas mãos, Deus dos
misericordiosos, poderes do firmamento,
vejo
o os
minutos de minha de minhas
horas entrelaçar.
Então
aqui, eh, nesse
poema, nós temos acerca da palavra
tempo. E aí ela mostra que o Senhor é o
governo, no segundo verso, é o
governante do tempo, é o rei da
eternidade. E veja o último verso. E eu
estou presa aos minutos.
minutos de minhas
horas. Então, vejam a diferença lá em
cima. É o tempo com relação a Deus, é
cairoz. No último verso, minutos e horas
para nós, eh, nós estamos eh confinados
eh entre minutos e horas.
Então aí ela faz a seguinte pergunta na
página
126. Como devo dar conta se ele é o
rei? Ele é o governante. Ele é o rei da
eternidade. Ele é o governante do tempo.
E eu agora como devo dar conta do meu
tempo?
ao meu mestre, ao
governante eh do
tempo. E aí ela explica mais. O tempo é
uma coisa criada. O tempo é um presente.
Nós não podemos fazer mais tempo.
Isso é obrigada, Vânia. É uma criatura.
Nós só podemos
recebê-lo e ser
mordomos no uso dele. Aí ela coloca uma
expressão que
eu e tenho certeza que algumas de vocês
já devem ter usado essa expressão no seu
dia a dia. Eu não tenho
tempo. Eu não tenho tempo. Quando eu
digo isso e ela
desnudou o meu coração. Quando eu digo
isso, ela diz: "Eu estou
acobertando. Eu não quero". Quando eu
não quero, eu sei que eu não quero, mas
eu não vou. Eu não
quero. Eu eu não quero. Eh, Hilda, eu
não quero. Aí eu vou dizer: "Não, eu não
tenho
tempo." E aí ela diz: "Nós temos tempo.
24 horas em um dia, 7 dias em uma
semana, todos temos a mesma parcela.
Agora, as
exigências
exigências de nosso tempo é diferente. O
que o meu o que é exigido de mim é
diferente da Carmen da irmã Carmen. É
diferente o que é exigido dela.
É. E aí ela nos
diz que todos nós temos tempo, 24 horas
em um dia e 7 dias em uma
semana. Então agora, como que eu vou
resolver esse impasse?
Pois não. Pois não, Van.
Eh,
eh, eu queria falar sobre esse, eh,
voltando um pouquinho lá onde eu falei,
você falou, onde ela fala, o tempo é uma
criatura, uma coisa criada e um
presente. Isso. E aí ela fala, não
podemos fazer mais tempo aí ela fala
assim: "Só podemos
recebê-lo e ser fiéis mordomos do seu do
uso dele.
Voltando no livro lá, na página 126.
Aham.
Eh, no segundo parágrafo, lá no finzinho
do segundo
parágrafo. OK. Isso. Pode falar, Vânia.
Já falei, já cheguei, já falei. Tá, tá
certo. Ah, tá ótimo. Pensei que ia
continuar. Obrigada pela
participação.
Reforçando, deixando mais claro, então,
e agora, como que nós vamos
resolver esse impasse? Então, é aqui que
o discípulo deve consultar o
mestre. O que o Senhor quer que eu
faça? E haverá tempo para tudo que Deus
quer que façamos. Então, vejam, quando
estamos em meio de uma grande
atividade ou de um trabalho, nós
dificilmente
pensamos em
cairoz, no tempo, na eternidade.
Porque nós estamos numa atividade, nós
vemos apenas o cronos, os minutos
passando, as horas passando e eu fazendo
aquele trabalho. Dificilmente eu penso
quando eu estou fazendo uma atividade em
termos de
eternidade. É, é quando as coisas estão
calmas que nós damos conta, nos damos
conta que os minutos passam lentamente
assim, ah, mas como o tempo passou, como
foi rápido. Aí tem quando a gente tá
mais tranquila, calma, digo: "Ai, mas
ainda é tantas horas, não passou ainda".
Eh, então vejam agora, como eu falei,
ela chega a ser poética, ela faz
referência ao nascer do sol.
O meio-dia, o pôr do sol, a
meia-noite, os dias da semana, o
primeiro dia da semana,
domingo, segunda, terça, os dias se
sucedem e vão formar o mês, janeiro,
fevereiro, março. E eu tenho os o os
meses formando os anos e os anos é
passando. Isso são
sinais de pontuação do tempo. Ela usa
essa expressão que Deus pontua o tempo.
Como que Deus pontua o tempo? Eu quero
que vocês vejam eh dois minutinhos
esse vídeo que a Anelisa vai passar para
nós, que ilustra
isso, esses sinais de pontuação, quer
seja o amanhecer, o
anoitecer, a primavera, o
outono, Deus pontuando.
Tá. Uhum.
Esse filme, na medida que eu estava
lendo isso, eu lembrei desse filme. É um
filme antigo. Ele se denomina Um
violinista no
telhado. E tem uma canção muito várias,
inclusive tem uns um hino muito bonito
que o filme inicia. Eh, são judeus
morando eh numa região da Rússia. Eles
são oprimidos pelos russos, a produção
deles eles devem entregar e eles eh eh
se dá no início dos final de do século
eh
XIX, início do século XX, 1800 e
pouco.
E eles vão, é uma cena de um casamento,
eles vão à noite com cada um com uma
vela. os convidados para um lugar
eh como que um
galpão e lá então o pai e a
mãe eh cada um diz um
verso, ilustrando essa pontuação do
tempo que a autora nos trouxe.
Sim. Obrigada,
[Música]
Alan. Sunrise Sunat é auroras e
crepúsculos.
[Música]
Quando que essa
menina que eu
carreguei
no É esse o menino que brincava, é o
[Música]
noivo. Eu não lembro como que eles
cresceram, ficaram tão
moços. Quando foi isso?
É a mãe.
[Música]
Quando que ela se tornou essa beleza, o
pai diz da noiva que a
filha, quando que ele se tornou tão
alto?
Ontem quando eles eram tão pequenos,
crianças,
[Música]
auroras e
crepúsculos, auroras e crepúsculos.
Os dias passam voando, correm,
as sementinhas se tornaram
flores, as meninas,
enquanto a gente as admirava.
[Música]
Auroras e Crepúsculo.
Aurora e Crepúsculo.
Os anos, os anos correm.
Uma estação sucede a outra. Pode baixar
um pouqu
trazendo
consigo alegrias e
[Música]
tristezas. E aí?
Obrigada. Tá bom, Melissa.
[Música]
cortar.
Obrigada. Muito obrigada. Então, vejam
que
beleza. Eh, esse trecho, cerca de 2
minutos, essa música retrata o que a
autora está nos
dizendo. Nós estamos limitados por
minutos, horas. Os nossos dias correm,
os
anos e cada estação, vejam que lindo
esse verso, porque ele se repete, o
refrão, ele se repete. Cada estação ou
cada dia ou cada ano traz
consigo alegrias e lágrimas.
Então, eh, nós estamos no
tempo, mas nós devemos
estar no tempo
sabendo da
eternidade. Tem um
significado eterno, a atemporalidade de
Deus. Então, que misericórdia de Deus
ter
separado a luz das trevas.
Seis dias
seguido de um dia de descanso. Amanhã é
o nosso dia de é o dia do Senhor, dia de
festa, dia de descanso da nossa alma.
Luas que crescem, luas cheias, luas que
minguam, estações que vêm e
vão. E aí nós
chegamos culminando em Eclesiastes 3,
que fala: "Tudo tem o seu tempo
determinado e há tempo para todo
propósito debaixo do céu."
Então, o
tempo para nós
cristãos não é visto com tédio, com
cinismo, como uma sequência de minutos
sem sentidos, enfiados eh em horas, sem
compreensão da obra de Deus, do começo
ao fim. E aí vamos na página 129.
para o cristão. O tempo. Vamos até lá,
página
129. Quem pode ler? Eu. Obrigada.
O que é o tempo para o cristão?
Eh, para o cristão, o tempo é
transfigurado à medida que os que que o
vemos segundo no valor de Deus criado.
Seguro,
seguro, quer dizer, seguro, seguro no
amor de Deus para vou começar de
novo. Para o cristão, o tempo é
transfigurado à medida que vemos seguro
no que estamos, né? Vemos que estamos,
não é? no amor de Deus, no amor de Deus,
criado por e para Jesus Cristo, a quem
pertence a
primazia sobre todas as coisas criadas e
e o qual existe, existiu antes de tudo e
que tudo sustenta. Obrigada, Vânia. Até
aí. É aqui. Então, vejam, eh, o tempo
pro
cristão, o cristão não é
existencialista que vê com cinismo, com
aborrecimento um dia depois do outro.
Nós temos consciência do tempo presente,
das nossas
ações. Eh, lá no Salmo 90, acho que não
vai dar tempo, mas depois leiam, vejam,
eh, o Salmo
90, ele fala acerca do nosso tempo.
Então, nós não vemos o tempo, como eu
disse, com cinismo, sem a compreensão da
obra de Deus.
Eh, e o salmo que eu fiz referência 90,
ele expressa esse sentido humano do
tempo, nós aqui, e a sua rapidez e a
seriedade, porque lá nós temos a nossa
vida média, 70 anos. Mas olha com
esperança o quê? a eternidade, a
atemporalidade de Deus e a promessa que
nós temos de uma alegria futuro. Então,
eu tenho certeza que quando vocês eh
relembram ou leem eh algumas das grandes
histórias bíblicas, o efeito
estabilizador e calmante quando a gente
lê essas histórias bíblicas. Porque a
gente vê nelas o tempo de
Deus, que eu tô fazendo referência a que
quando o servo de Abraão foi procurar
uma esposa para Isaque, foi no tempo de
Deus que a
esposa apareceu. Rebeca apareceu no
poço. Quando Rute, quando Rute foi
colher nos no nos campos de
Boaz, foi no tempo de Deus que ela
chegou em Belém e aí conversou com a sua
sogra, vai colher, né, Carmen? Nós
estamos lendo lá no no clube do livro do
Caminhando juntos com as esposas, o
livro de Rute, do Emílio Garófalo.
Eh, ainda outra outra história, quando
Davi foi enviado por o seu pai a levar
provisões pro seu pros seus irmãos no
campo de batalha, isso tudo
aconteceu, não foi o acaso, foi no tempo
de Deus. No tempo de Deus. E aí a nossa
autora faz uma
declaração, ela é muito sincera, que se
tornou parte da sua vida, que ela se
apoiou nesse versículo. Nas tuas mãos
estão os meus
dias. Nas tuas mãos estão os meus dias.
E ela completa é o Salmo 31:15.
Que consolo. Muitas vezes a gente é
afligida, é tomada por uma
tempestade, mas lembrar nas tuas
mãos estão os meus dias. E ela completa
com outro
salmo. Espera, espera pelo Senhor, tem
bom
ânimo, fortifique-se o seu
coração. Espera, pois pelo Senhor. E ela
nos diz: "Esta é a palavra de que eu
preciso muitas vezes e cada um de nós,
cada uma de nós, cada um de
nós, esta é a palavra. Os meus dias
estão nas tuas mãos. Eu não estou a
mercer. Os meus dias estão na mão nas
mãos do Senhor, que é o
governante, que soberanamente conduz a
história da minha vida e da vida de cada
uma de vocês.
E caminhando
ainda na disciplina do
tempo, eu já tinha dito que a suma do
nosso trabalho aqui na terra é
glorificar a
Deus. E
Jesus também
assuma da tarefa de
Jesus glorificar a Deus. E como é que
ele fez isso? Como é que ele fez isso?
Aí ela
considera. Havia
infinitas
exigências sobre o tempo de Jesus. As
pessoas o pressionavam com as suas
necessidades. Os discípulos às vezes
vinham a ele com reprovação, porque ele
não estava disponível.
Ainda tinham aqueles que queriam ser
curados e que não podiam chegar até
ele. E ainda deve ter havido
também o que o próprio Jesus gostaria de
ter feito durante aqueles 3
anos de ministério lotados.
Mas ele era um
homem com
limitações. Ele estava em carne com
limitações do
tempo e do
espaço. E no entanto, ele tirou tempo
para
descansar, para orar.
E ainda no final ele
fez, foi capaz de dizer a seguinte
afirmação: consumei a obra que me
confiasse para fazer. O que que
significa?
Confiei.
Eh, com, vamos ver aonde que está aqui.
Página 134. Quem quer acompanhar?
O que que
significa consumei a obra que me
confiaste para fazer no meio do
do da
134? Isso não foi o mesmo que dizer que
ele havia terminado
tudo o que podia pensar em fazer ou que
ele tivesse feito tudo o que os
outros lhe pediam.
o que os outros lhe
pediam. Ele não fez nenhuma reindic
reivindicação de ter feito o que queria
fazer. O que que ele afirmou? A
afirmação é que era que ele fizera o que
lhe havia sido dado. E essa é uma pista
importante para
nós. Ele fez o que foi designado por
Deus. O que foi dado ao filho para fazer
foi a vontade do pai.
E a nós o que nos é dado fazer
também a é a vontade do pai. E aí ela
chega ao seguinte
ponto, culminando, caminhando já para
encerramento da disciplina do tempo.
Sempre há tempo suficiente para fazer a
vontade de Deus. A vontade de Deus. Por
isso nunca podemos dizer: "Eu não tenho
tempo". Quando
agitados, ai me atingiu. Vamos
lá. Quem encontrar pode ler. Quando
agitados,
eu eu estava na
134 no final.
Isso. Eh, quando nos sentimos agitados e
frustrados, atormentados e
transtornados, é um sinal de que estamos
correndo em nosso próprio
horário e não no de
Deus. E não no de Deus. E aí ela fez,
como sempre, ela disse que gostava muito
de fazer listas das coisas a
fazer e as coisas da lista eh era uma
longa lista e ela compartilhou com uma
amiga porque nessa lista tinha mais
coisas do que ela poderia realizar.
E ela pede à amiga que ore e a amiga
responde para
ela: "Que a
lista do Senhor seja feita". Então nós
trazemos para nós, ela nos ensina fardos
que não foram colocados pelo Senhor. Nós
que colocamos naquela
lista. É uma lista minha. É uma é uma
lista que vocês fizeram. Não é uma lista
do Senhor. E as listas devem ser
revistas diariamente com o Senhor. O que
que nos pesa, o que que nos deixa
afligido? É o acréscimo de fardos que
Deus nunca quis que carregássemos. E
agora, uma coisa importante,
aprenda a dizer
não. Aprenda a dizer
não. Muitas vezes somos
demandadas,
convidadas. E aí ela diz: "Aprenda a
dizer não". E o exemplo que ela traz das
exigências que os outros fazem e que não
há mal em dizer: "Sinto muito, essa
noite não estou
disponível. Então, meus dias, ela fala,
que estão nas mãos de
Deus agora incluem para mim uma
quantidade relativamente grande de
viagens." Ela diz que a vida dela mudou
nessa parte do do ano, né, da do final
da vida dela. Então, frustração na
página 136 não é a vontade de Deus. Do,
nós podemos ter bastante
certeza. No segundo parágrafo, há tempo
para fazer toda e qualquer coisa que
Deus quer que façamos. A obediência se
encaixa perfeitamente na estrutura.
dada por ele. E uma coisa que não cabe
na
estrutura de Deus para a nossa vida é a
preocupação. E aí ela elenca seis razões
para isso. Acompanhe lá na 136. A
preocupação é totalmente
infrutífera. Segundo, a preocupação é
pior do que ser infrutífera.
Terceiro, a preocupação é
pegar o que não foi
dado. Aí ela diz: "Nós temos permissão
para planejar o dia de amanhã, mas não
temos permissão para nos preocuparmos
com ele. Planejar, podemos planejar, não
nos preocupar. Quarto, a
preocupação é
recusar o que é
dado, algo que não é da nossa conta.
Agora, como é fácil dar apenas a metade
da nossa dedicação a alguém que
precisa. Estamos sobrecarregados e não
conseguimos realizar. Quinto, a
preocupação é antítese da confiança. E a
última, a preocupação é um
perverso desperdício do tempo. E aí ela
termina falando acerca de ter muito
tempo. Agora o contrário, mas mau
gasto. A perda de tempo, ela ela fala
que é irracional, um tempo mal gasto. E
hoje em dia a administração do tempo, a
gestão do tempo é uma
ciência. Eu lembro que eu fiz até um a
gestão do tempo, gestão do tempo, quando
eu eu estava trabalhando ainda. E aí um
colega, eu nunca tinha ouvido essa
expressão, digo, é assim que eu me
sinto, eu só apago o incêndio ele
falando pra pessoa que estava nos
dirigindo, né?
Eh, então a universidade proporcionou
esse curso para gestores porque eh
chegavam atrasados ou não iam eh assim a
gestão, então qualificar quem estava na
gestão. E aí o colega falou assim: "Eh,
eu me sinto e não, eu só apago o
incêndio". Eu digo, como? Como assim?
Disse: "Não, me sinto só apagando
incêndio. Eu não consigo resolver. Eu
não pego um uma tarefa, vou fazer isso
não. Eu só apago o incêndio e aí o
serviço não ficava, não fluía e a
frustração que ele sentia, né? E muitas
vezes eu me vi assim e novamente eu
tenho certeza que algumas também em
casa só apagando incêndio, levar um
chinelo de cá para lá, botar a roupa na
máquina e fazer isso, não tem uma tarefa
não, hoje eu vou limpar esse armário.
Então não, aquele armário ali é só joga
alguma coisa, coloca, mas não termina,
não tem um trabalho integral. Vai
fazendo o que aparece.
apareceu,
fez. Muito bem. Então,
eh, ela encerra
dizendo
que para o
cristão, eh, como que começa o dia, como
que ou deve ser eh gerido, administrado
o tempo?
A primeira coisa é o tempo reservado
para Deus. Se isso for omitido, se não
tiver isso, o mais que se apresentar no
dia, a minha atitude para aquela pessoa,
se eu não tive comunhão com o Senhor,
será X e se eu tive, será Y. A minha
atitude vai mudar. Então, ela recomenda,
como nós já vimos em outros livros, eh o
horário com o Senhor regular na primeira
hora da manhã, que é a flor do dia. Eh,
tem um lugar especial de comunhão com o
Senhor, leitura bíblica, seguido de
meditação, oração, mas tem dias que não
dá.
Então, eh, para fazer todo esse
processo, um versículo baixar a cabeça,
não esqueço, de uma
eh de uma ilustração da mãe de oração. A
mãe de Lutero com muitos filhos, não
tinha como orar, então ela botava uma
toalha na cabeça. Então, naquele
horário, os filhos não conversavam com
ela. na fazendo as atividades dela na
cozinha com um vel tapando,
eh, porque não me interrompam, eu estou
orando, porque ela não tinha liberdade
para sair e deixar. Então ela na cozinha
mesmo colocava um pano na cabeça e aí
para ninguém interromper. Então era o
momento que ela tinha com o Senhor. E
chegamos então
agora na disciplina das posses. E o que
que é considerado aqui?
Coisas. Se nós vimos acerca do tempo,
vimos acerca de honra, agora nós vamos
ver coisas materiais. Como que eu devo
me conduzir?
E para aprender a disciplina das posses,
ela nos oferece quatro lições. A
primeira, as
coisas nos são dadas por Deus. É da
natureza de Deus
dar. A segunda
lição é que as coisas que nos são dadas
para serem
recebidas com ação de graças, Deus nos
dá, nós recebemos.
E nós estamos propensos a esquecer que
foi ele quem nos deu. E a ação de graça,
ela exige
reconhecimento da fonte, letra
maiúscula. Daí o contentamento com que é
dado e não reclamação sobre o que não é
dado. E a nós cabe dizer: "Obrigada,
Senhor. Isso é bom e aceitável e
perfeito." Queria ler um
comentário
eh desse
autor Márcio Henry, um
puritano do século X7.
Ele nos diz o
seguinte: "Em todos os nossos caminhos
que se provem retos, justos e
agradável, nos quais alcançamos
satisfação, devemos reconhecer Deus com
gratidão."
Já quando nossos caminhos se provam
cruzados,
desconfortáveis e cercados por
espinhos,
devemos reconhecê-lo, reconhecer a
pessoa de Deus com submissão,
independente do nosso caminho se
apresentar
confortável, agradável, que nos dá
satisfação.
Eu devo reconhecer, devo ser grata a
Deus.
Mas quando o meu caminho tiver espinhos,
quando ele
for
desconfortável, quando ele for
cruzado, eu devo reconhecer a pessoa de
Deus com
submissão.
Eh,
seguindo, a terceira lição que ela nos
dá é que as coisas podem ser materiais
para sacrifício. Então, vamos lá. O Pai
nos dá. Nós
criaturas
recebemos filh criaturas, filhos de
Deus. damos
graças e as elevamos como oferta de
volta a
ele. Aí ela diz o
seguinte, seguindo no raciocínio dela,
alguns de nós, isso também me
atingiu, somos acumuladores. Esse livro,
se eu não me engano, ela escreveu na
década de 80.
Eh, vejam o que ela coloca hoje, essa
palavra desapego, né? Tá muito em voga,
né? Para E ela então já colocava que
alguns de nós somos acumuladores. Aí ela
faz perguntas: "Por que nos apegamos às
coisas
desnecessárias?" Aí ela levanta: "Por
quê? Porque a nossa segurança está nela.
Porque eu tenho um sentimento de
satisfação por ter, ela diz, 42 pares de
sapato. É isso. Ela faz questões para
que haja uma
autoavaliação.
Eh, coisas há cerca de 20 anos começaram
a me incomodar.
me incomodar no sentido que coisas
precisam ser cuidadas. Tira o pó, tira
tudo de cima do balcão, aí retorna tudo.
Aí tem que tirar o pó daquele pratinho,
aí volta. Aas coisas devem ser cuidadas.
O tempo de tenho que ter uma vida mais
simples. Essas coisas estão me tomando
meu
tempo. Ainda mais quando a gente gosta,
por exemplo, como eu, de lavar roupa.
Gosto de lavar roupa. Então, é uma
ciência quase para lavar a roupa. Então,
eh, muitas coisas
cansam, elas devem ser cuidadas.
Então aqui tem uma reflexão com relação
à
acumulação.
Eh, outra coisa, eu achava que era um
cuidado pessoal. Digo, não. E eu tenho
assim, eh, eu dizia conversando com
amigas assim, não, roupa que eu usava no
Rio Grande do Sul há 30, 40
anos, achando que era assim uma
qualidade. Eu sou conservadora, eu
cuido, eu cuido. Não, quando eu vou para
lá, eu tenho, não preciso comprar nada,
porque eu tenho a o pulover para me
abrigar, o
casaco. Mas eu mas eu comecei a perceber
que é acumular.
Por que que eu não rompo? Eu digo, é, é
romper, eu li no jornal, romper
emocionalmente com a roupa, romper
emocionalmente com aquele prato. E ela
faz essas eh análises, ela diz que
quando roubaram a as pratas que ela
tinha em casa, que alívio que foi,
porque ela não tinha mais que limpar
aquilo. Então eu digo: "Ah, então acho
que eu não tô tão desviada quanto eu
pensava, não?" Porque é bom a gente ler
esses livros e assim e ela coloca como
que ela se sente com relação aos
objetos, né? Tomando tempo para dela,
né? E aí então a quarta lição, as coisas
materiais nos são dadas para que as
desfrutemos. Olhe a palavra por um
tempo. Não preciso ficar 30 anos com
aquele objeto. 40
anos. Não é uma qualidade. Não é uma
qualidade de jeito nenhum. Deus lá em
primeiro
João 2 15, Deus tudo nos proporciona
ricamente para nosso aprasimento. O que
Deus nos dá,
eu tô na quarta
lição, na disciplina das posses. Na
quarta
lição, eh, tô indo lá, página 148. Isso.
Página
148. Página
148. Eh, o que Deus nos dá é para o
nosso prazer. No texto bíblico falar
prazimento. E ela diz: "Não, não que eu
seja contra coisas materiais. Ela tinha
a satisfação que ela sente em dormir num
lençol limpo." Ela faz essa referência.
Cuidado, lavado, passado, é para o nosso
bem-estar. Então, o que agradecer a Deus
esse essa amenidade do nosso dia de
desfrutar, como ela diz que ela morou na
selva
amazônica por mais de 14 anos. Então,
desfrutar de uma água quente, desfrutar
de uma cama
quente, que a umidade da
floresta dormindo numa tenda, a humidade
vem de baixo, a humidade vem de cima,
vem dos lados.
Então, reconheceu o conforto que Deus
dá. Ela diz que reconhece quando ela
voltou pros Estados Unidos, aí tinha
oportunidade de dormir numa cama quente
com um cobertor elétrico, de ter esse
conforto, que esse conforto, esse
aprasimento, esse prazer, Deus dá e ser
grata a
ele. Estamos no nosso tempo.
E aí então ela encerra dizendo: "O que
não é adequado e apropriado é que
coloquemos o nosso coração nelas." Nelas
quem? Nas coisas.
Isso. As
coisas
temporais devem ser tratadas como coisas
temporais.
Repetindo, para mim, não para vocês, as
coisas temporais devem ser tratadas como
coisas
temporais que foram recebidas, pelas
quais somos gratos, que são oferecidos
de volta, mas são
desfrutadas. Agora, para mim, elas não
devem ser
tratadas como
coisas eternas.
como coisas eternas.
Quando houve a enchente no Rio Grande do
Sul, março do ano
passado,
eh, eu não sei porque que eu tinha dois
cobertores dos meus filhos quando eram
crianças, duas mantas, Paraíba, não sei
se vocês chegaram a conhecer
essa, duas mantas paraíba, primeira
que tinha um ganho da da sua avó
paterna. Eu digo, por que que é duas
mantas? Vamos lá. As mantas estavam lá,
aí numa
mala aí guardado junto. Ah, porque era
uma mala antiga também. Era uma mala
antiga que tinha vindo do Rio Grande do
Sul, aí guardado na mala e
junto dois casacos mais até de eles. Um
tem 48, outro tem 43, quase 45.
dois casaquinhos.
Um tinha 10 anos, o outro tinha uns 3
anos de tricô feito pela minha mãe com
um ponto maravilhoso. E aí eu lembro que
um dia ela falou assim: "Olha isso aqui,
um dia quando eu morava lá ainda e eu tô
aqui há 40 anos e ela já faleceu. Eu
assim, olha, isso aqui tu nunca dá para
ninguém, porque isso aqui eu fiz e me
custou muito eu fazer isso. Então tem
grande valor." Ela falou: "O ponto é um
ponto assim porque era trançada". Eram
duas linhas, marinho e cru, e tinha uma
golinha, os botões
dourado. Não dá para ninguém. Isso aqui
é precioso. Digo, é mesmo, né, mãe?
Muito lindo. Guardado na
mala. Aí eu digo, mas o que que eu estou
fazendo com duas mantas
paraíbas, com essas roupinhas de
tricô? Eu digo: "E um menininho de 10
anos naquela monte de água."
E aí essas reflexões começaram, né, na
minha cabeça, no meu coração. Um menino,
porque o casaco era do de de 8, 10 anos
quando nós chegamos aqui, o mais velho
tinha oito. Eu digo, era dele com 8, 10
anos. Digo, um menino que acordar de
manhã com frio naquela umidade. Não, e
eu sei o que é que é aquela umidade. No
no no banheiro verte, no azulejo água.
Não tá chovendo, mas verte. vai pegar a
toalha de rosto e ela tá úmida de tanta
água. A Nelisa que passa lá uns uma
temporada sabe o que que é isso. Tudo
úmido. Digo, pobre, mas que isso, que
coisa. Comecei a me condoer. Eu digo,
não. Peguei aquilo e lá no condomínio
tinha uma amiga que tava organizando um
caminhão para levar. Eu digo lá, digo,
não, tão bom o menininho chegar lá e
encontrar aquele casaquinho na minha
alegria. Eu digo: "Ai, que coisa boa ter
assim dado para que que eu tava
guardando
acumulação?" Não. Aí, então, vamos lá.
As
coisas eh devem ser desfrutadas e
tratadas como coisas eternas. Não devem
ser tratadas. É para ficar com essas
coisas por um tempo. A quarta lição
dela, né? Desfrutar por um tempo. Por um
tempo. Agradecer aquele lençol quente,
aquele cobertor por um tempo e depois eu
posso me desfazer. Eu devo me
desfazer. Muito
bem. E aí então ela diz o seguinte, há
um quinto item.
Tudo o que pertence a Cristo é nosso,
mas o que é dele é
nosso. E se é assim, o que é dele é
nosso. Como podemos realmente perder
quando diz: "Ai, perdi isso, fui
defraudada, fui
roubada". É outra questão que ela
levanta. Como que eu me sinto quando eu
sou defraudada? Eu exijo pagamento? como
que estão a a os meus punhos cerrados ou
a minha mão está
estendida? É outra questão que ela
levanta. Então, terminando, ela nos diz
o que realmente é riqueza.
Página, última página da disciplina das
posses. Filho, tu estás sempre comigo, o
pai falando para Jesus, e tudo o que eu
tenho é teu. Diz-nos o pai isso que é
riqueza. Então, encerramos disciplina da
das
posses
e foi muito bom, como eu
disse, eh me
debruçar, me
autoavaliar nessas disciplinas e possa e
em
oração, eh, é o que eu desejo e espero
para cada um de vocês que tiveram esse
livro por um tempo, né, essas três
disciplinas. Muito obrigada pela atenção
amorosa de vocês e pela
participação.
Como o próximo encontro? Uhum.
Então,
eh, o nosso próximo
encontro, eh, nós vamos
ver mais três
disciplinas no dia 14 de junho, tá
próximo? no dia 14 de junho. E aí nós
vamos ver a disciplina do
trabalho, a disciplina dos
sentimentos e troca minha vida pela
dele. Esses serão os capítulos que a
gente vai eh compartilhar do capítulo 12
ao capítulo 14. E esperamos
vocês. Ai o microfone.
Essa lição da agora veio para mim
também. Que bom. Não tô sozinha. Recebi
uma visita. Hã. E lá no quarto de
hóspede tem uma estante que tem a Barça.
Ah, eu sei. Uma coleção. Aí ela olhando
falou assim: "Eh, você precisa desfazer
das coisas antigas que não tem mais
valor, eh, envolver com o hoje."
Mas eu fiquei tão machucada, falei: "Vem
na minha casa para me
irmandar desfazer das minhas
lembranças." Eh, não foi nada não. Passa
uns dias a filha, mãe, essas e podia
mandar para reciclagem
é uma coleção de 20 livros assim
encadernado, uma encadernação linda. É.
Aí eu olho naqueles livros, vejo meus
netos sentados na mesa estudando,
pesquisando. E ele
e tem um alvo grande da
família que eu fiz com muito carinho.
Eh, esses essas coisas coisas essas
coisas
você deve desfazer para viver mais em
paz.
Aquilo é recordação. É, e eu sento para
olhar, para lembrar, recordar o passado.
É, eu lanço essa pergunta para você. É,
é
erro recordar o
passado? Não, não, não. Remorar, é,
rememorar
lembranças eh afetivas. Então, coisas
afetivas, elas devem ser muito bem
pensadas. Uma carta, um bilhete de um
familiar querido, eh uma foto, um o
álbum, não é? Eh, eu eu acredito que não
há mal em
guardar. Não há mal em guardar. Eu
guardaria desfazer do
guarda-roupa de anos atrás. É, é, é
doído.
Então, eh, e eu li que a gente deve, eh,
deixar por
último essa
avaliação de lembranças
afetivas e começar
eh com as
roupas na cozinha. Então é dificílimo.
Não, mas eu posso precisar esse
vidrinho, eu posso precisar essa
caixinha. E vai ficando a acumulação. É,
é uma, é, é assim, é
difícil. Olha, eu estou passando pelo
mesmo
problema. Meu marido era colecionador,
como fala, né, de coisas antigas. Tem
uma uma sala, uma sala não, um uma
um sabe um uma saleta no subsolo da
minha casa. A atulhado.
Nossa, dá não dá coragem de entrar de
tão de tanta coisa antiga que ele
guardava. Aí eu falei, eu falei pra
minha filha, ela está morando comigo, eu
falei: "Ah, ela eh mexe naquilo lá,
despaça daquilo para dar espaço. É, é
uma saleta". É. Aí meu meu neto falou
assim: "Não mexe lá não, lá era do vovô,
olha". E ele amava aquele
cantinho. Aí o que que você faz?
Deixa o neto desfrutar então do local.
pelo menos, ó, não está me
atrapalhando. E a minha filha ficou com
olho desse tamanho, por quem diz, né? E
agora? Eu falei, ó, e agora? Deixa agora
mesmo. Deixa do jeito que está.
Só dando licença aqui. É, tá querendo
enterrar a
gente, enterrar antes de você
morrer. Quer,
quer dividir os bens já.
Não quer e o mundo tá muito acelerado.
Que que é isso? Que que a gente tá
vivendo? Tá parecendo um coelho numa
moto que anda a 100.000 por hora.
É a questão do tempo que a gente falou
aqui. Você tem que diminuir seu seu
tempo, você tem que diminuir seu ritmo.
Não pode ser assim que nem um carro que
é veloz, que nem a gente não tá
conseguindo nem esperar o download lá do
do celular, o tempo do celular.
As pessoas coloca para ouvir a mensagem
bem
acelerada. A é é uma loucura isso. É a
disciplina a disciplina do tempo.
Misericórdia com esse negócio. Obrigada,
Vânia. A Anelisa vai nos despedir em
oração.
Ah,
sim. Bom, bom. Aqui eu vou ler quem
participou conosco hoje foi a
missionária Lane, a Gis. Obrigada, viu?
Vocês que estavam online de outras
cidades. A Marilyn Lima, que até pediu
que quando vocês tiverem colocar na
oração de vocês também a sogra dela que
tá no hospital, foi a Melyn Lima que
pediu, tá? Vamos estar orando pela sogra
dela,
ã, a Suelma
Ribeiro, Jorge
Domingues, eh, a Patrícia Oliveira
sempre participa conosco. Obrigada, viu,
Patrícia? Maria Cleta, Lucena.
Meirinalva Costa Dias.
H, deixa eu ver que mais aqui. E
apareceu Raízes Profundas, alguém que
mandou mensagem, participou
e falou muito na questão do livro, né?
Quando falo com Deus, me sinto bem
melhor. É uma experiência
maravilhosa. Desde que acordo até eu
adormecer, estou sempre louvando e
agradecendo ao Senhor por tudo. Muita
roupa, muitos sapatos
atrapalham quando muitos não t, né?
Então, tava bem atenta ao nosso estudo
aqui. E nesta vida tudo passa, tudo é
fugar, somente a palavra de Deus não
passará
jamais. E é isso. Obrigada pela presença
de todas, né? Que o próximo agora é 14
de junho, né? Que a nós possamos
convidar uma amiga, uma vizinha, alguém
ali do prédio que tá precisando, não tem
igreja para participar. Aqui é uma
oportunidade grande, né, da gente estar
em comunhão e receber a palavra de Deus.
Vamos estar orando,
encerrando. Pai, obrigada, Senhor, por
esse momento, esse momento que o Senhor
também, Senhor, fala aos nossos corações
de largar muito o material e estar
preocupado também com o próximo, como
foi a irmã Regina, que largou um
material precioso da própria mãe, mas
ajudou ao próximo. Então, tem certas
coisas que a gente vai aprendendo só no
caminhar. Obrigada por isso. Obrigada
por tudo que o Senhor tem nos ensinado.
Que sejamos pessoas melhores, conforme a
tua vontade a cada dia. Abençoa o nosso
próximo encontro. Que o Senhor possa
trazer mais mulheres e outras pessoas
também para ouvir a tua palavra e
crescermos juntas nessa caminhada para
tua honra e glória em nome de Jesus.
Amém.
Meninas,
ehou nós temos

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