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A fé vem pelo ouvir

DO EGO PARA DEUS – EFÉSIOS – Josemar Bessa – Coram Deo. Podcast #03

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Legendas automáticas:

Bem-vindos ao Coronel, um podcast onde a
gente mergulha de cabeça na presença de
Deus, desenterrando as verdades da fé
cristã para iluminar nossas mentes e dar
aquele quentinho no coração, mesmo nesse
mundo que tá mais caótico que um
episódio de The Walking Dead. Hoje
estamos começando uma aventura
monumental com epístola aos Efésios, uma
carta que é tipo um foguete teológico,
te levando pros confins do universo
divino. Sério, é com abrir o nome do
vento de Patrick Rufus e sentir que cada
página é uma nova magia. O pastor, que
hoje será praticamente um cartógrafo nas
escrituras tá aqui para nos guiar por
esse mapa estelar. Bem-vindo ao
Corondel. Tô vibrando. E você tá pronto
para essa viagem
cósmica? Tô mais do que pronto. Efésios
é como foliar o fim da infância de
Arthur Clark. Cada versículo te puxa
para uma dimensão maior, onde você
percebe que a história é muito mais
épica do que
imaginava. Vamos embarcar.
Claro que na chegada já sei que vai ser
uma jornada e tanto. OK, vamos começar
com tudo. Tô super empolgada porque é
dito que Efésios é uma joia rara chamada
de coroa e clímax da teologia paulina e
até a essência destilada da fé cristã.
Caramba, é tipo dizer que é o cidadão Ke
das epístolas.
Mas sério, por que essa carta é tão
monumental? O que faz ela ser esse
colosso teológico que deixa todo mundo
de queixo caído?
Você tá trazendo uma energia que é como
uma supernova e eu pretendo responder de
maneira que vai parecer que a gente tá
escrevendo um épico maior que os pilares
da terra de K Fallet.
Efésios é pintado como um colosso
teológico e não é à toa. Quando você
abre essa carta, é como entrar num
cinema e Max para assistir gravidade de
Alfonso Quaron. A escala é tão vasta que
te deixa sem ar. Efésios é chamada de
coroa e clímax da teologia paulina,
porque Paulo escreve com uma paixão
quase febril, como um poeta em Peterson,
de Jean Jar Musk, tentando capturar o
inefável. Ele tá maravilhado com o
mistério, as glórias e as riquezas do
plano de redenção de Deus em Cristo. E
essas palavras, mistério, glórias,
riquezas aparecem mais aqui do que em
qualquer outra epístola, como acordes
repetidos numa sinfonia de Hmov.
O que faz Efésios brilhar é sua
capacidade de condensar a fé cristã numa
visão tão ampla e profunda que é a
expressão mais sublime e majestosa do
evangelho. Paulo não tá só explicando
doutrinas, ele tá nos levando para um
mirante cósmico, como quem sobe em
Himalaia em 7 anos no Tiber para
contemplar a salvação de um ângulo
divino. Cada linha é carregada de um
fervor que faz Paulo empilhar epítetos e
adjetivos, especialmente no capítulo um
e no final do três, como se as palavras
humanas não fossem suficientes para
conter a glória de Deus.
É como ouvir rush of blood to the read
do code playay e senti que cada nota tá
tentando alcançar o infinito. Essa
grandiosidade vem de Paulo escrever com
um arrojo que desafia qualquer
descrição, fazendo de Efésios uma carta
que não só ensina, mas te deixa de
joelhos, como quem vê a Aurora Boreal
pela primeira vez.
Nossa, gravidade playay. Tô vendo
estrelas com essa imagem do mirante
cósmico. Você já me levou para Himalaia
e eu tô amando essa viagem. Tô arrepiada
com essa ideia de Efésios, como uma
aurora boreal teológica. Mas alguém já
fez uma comparação massa com Romanos
dizendo que Romanos é a expressão mais
pura do Evangelho, enquanto Efésios é a
mais sublime. Me lembrou o grande hotel
Budapeste, que é perfeito, mas o lobo do
deserto tem uma vibe mais grandiosa. Tô
super curiosa para te explicar como
Efésios se diferencia de romanos e
porque ela é mais majestosa?
Há uma distinção brilhante entre Romanos
e Efésios. E vou desdobrar isso com todo
cuidado. Romanos é a expressão mais pura
do Evangelho, segundo Lutero, e é como
um roteiro de 12 homens e uma sentença,
onde cada argumento é de secado com
precisão cirúrgica. É uma exposição
lógica, quase um tratado que destrincha
o evangelho. Justificação pela fé,
pecado,
redenção, com a clareza que corta como
uma lâmina super afiada. É como ouvir
Cardop Blue de Mario Davis, onde cada
nota é perfeita e essencial.
Efésios, por outro lado, é descrita como
a expressão mais sublime e majestosa do
Evangelho. Isso vem da sua perspectiva
única. Enquanto Romanos é um advogado
defendendo uma causa, Efésios é um poeta
subindo uma montanha como Evereste para
contemplar a salvação de um ângulo
cósmico. Paulo, em Efésios, escreve dos
lugares celestiais, uma visão elevada
que transcende as controvérsias práticas
de outras cartas, como Coríntios ou
Gálatas, onde ele lida com brigas e
dúvidas.
Aqui ele tá menos preocupado em apagar
incêndios e mais em pintar um quadro
épico. A majestade vem do fato de que
Paulo empilha epítetos sobre epítetos,
adjetivos sobre adjetivos, especialmente
no capítulo um e no final do três, como
se estivesse tentando capturar o
incapturável, como um pintor em Frida,
que nunca acha a cor perfeita.
Efésios é mais sublime porque em vez de
explicar o evangelho com precisão
simplesmente ela o celebra com uma
paixão que frustra qualquer tentativa de
descrição como quem ouve uma grande
música e sente o coração explodir.
Hoje tá me levando para um lugar tão
alto que eu sinto que tô voando tipo em
Up Altas aventuras.
Essa ideia de Efésios ser mais majestosa
que Romanos me pegou. Isso vem porque
Paulo tá escrevendo dos lugares
celestiais.
Sério, quando eu vi isso, pensei logo em
interestelar com aquelas cenas no espaço
que te fazem sentir pequeno diante do
universo. Tô louca para entender o que o
texto quer dizer com lugares celestiais
e por essa perspectiva faz Efésios tão
especial.
Realmente, lugares celestiais é como a
lente que dá a Efésios sua vibe única.
E vou desempacotar isso com todo
cuidado, porque é o coração da
grandiosidade da carta.
Quando Paulo fala dos lugares
celestiais, ele tá dizendo que tá
olhando a salvação de um ponto de vista
divino, como se tivesse pegado uma nave
em contato de calce e subido acima da
atmosfera terrestre para ver o plano de
Deus em toda sua glória. Em outras
epístolas, como Coríntios ou Gálatas,
ele tá no chão lidando com questões
práticas, brigas na igreja, dúvidas
sobre a lei. Aqui ele tá nos lugares
celestiais, uma perspectiva elevada que
transcende as picuninhas do dia a dia. É
como em o artista, onde o filme mudo te
leva a uma experiência que vai além das
palavras. Essa perspectiva é única
porque permite a Paulo pintar um
grandioso panorama da salvação sem se
prender a controvérsias, como ele faz em
outras cartas. Em vez de apagar
incêndios, ele tá celebrando como um
poeta em Walt Whitman, um poeta na
América que vê o mundo com olhos de
encantamento. Isso faz Efésios ter muito
pouca controvérsia e muito
louvor, como uma trilha sonora de Hanzí
que te eleva a outra
dimensão. Os lugares celestiais mudam
tudo porque nos mostram a salvação como
Deus a vê. Um plano eterno, majestoso,
que nos deixa face a face com a glória e
a grandeza de Deus. É como ouvir Cosmic
Love, The Florence, the Machine e sentir
que o universo tá dançando com você.
Interestelar e Florence, tô flutuando
nesse cosmo teológico. OK. Você me levou
para as estrelas e eu tô amando cada
segundo dessa viagem.
Agora vamos focar no comecinho. O tema
central de Efésios, logo no versículo 1,
é Deus. Paulo, apóstolo de Jesus Cristo,
pela vontade de Deus. Isso me fez pensar
em a árvore da vida, onde tudo gira em
torno de algo maior, o divino. Tô super
empolgada para entender porque Paulo
coloca Deus como ponto de partida. E o
que isso nos diz sobre o espírito de
Efésios? Você tá trazendo uma paixão que
é como um cometa cruzando o céu. O texto
é cristalino ao dizer que o tema central
de Efésios, desde o primeiro versículo,
é Deus. Paulo, apóstolo de Jesus Cristo,
pela vontade de Deus.
Isso não é só um detalhe, é como a
primeira nota de uma ópera, como em
Laboem de Putini, que define o tom de
tudo. Paulo começa com Deus porque tudo
é de Deus e por Deus e a ele se deve dar
glória para todo sempre. A Bíblia,
especialmente Efésios, é a história de
Deus se revelando como uma tela gigante
em cinema parao, onde cada cena aponta
para ele. Paulo nunca se esquece disso,
porque ele sabe que a salvação, a
redenção, nossa própria existência, tudo
vem de Deus. Começar com Deus é radical,
especialmente num mundo que é muito
subjetivo, muito egocêntrico, como os
influencers em o círculo, obsecados com
seus próprios reflexos.
A gente vive numa cultura que tá presa
em frivolidades e misérias focadas no
eu, mim, comigo. Paulo como um guia em o
guia do mochiliro das galáxias nos puxa
para fora desse looping, dizendo:
"Esqueçam o ego, olhem para Deus".
O texto enfatiza que começar com Deus
nos humilha, nos reorienta, como quem
entra numa catedral em o código da 20 de
Dan Brown e sente o peso da
eternidade. Isso revela que Efésios é
uma carta sobre a glória e a grandeza de
Deus. Um convite para nos colocarmos na
presença do eterno, sempre eterno,
soberano, como quem ouve the night, o
imit de Lord Huron e sente o tempo
parar. É o espírito da carta. Tudo
começa e termina com Deus, como uma
bússola apontando pro norte.
Nossa, cinema para diz e Lord Ruron. Tô
sentindo o peso dessa glória. Estamos
sendo levados para um lugar tão profundo
que eu sinto que tô mergulhando no
oceano, tipo em a forma da água. Tô
apaixonada por essa ideia de Deus como
centro de tudo. Nós vemos que Efésios dá
um zoom na soberania de Deus, dizendo
que ela é como o fio que costura toda a
carta.
Isso me fez pensar em Game of Thrones,
onde o trono de ferro é o símbolo de
quem manda. Tá ansiosa para entender
como a soberania de Deus brilha em
Efésios e por o texto acha ela tão
reconfortante.
A soberania de Deus é o alicerce de
Efésios. E vou desdobrar isso com todo
cuidado, porque é um tema que pulso em
cada linha da carta. Desde o primeiro
versículo, Paulo, apóstolo de Jesus
Cristo, pela vontade de Deus, o texto
mostra que a soberania é o motor de
tudo. Paulo não se escolheu, como ele
reforça em Gálatas, dizendo que Deus o
separou desde o ventre. Essa ideia de
que Deus tá no comando, aparecem frases
como: "Nos predestinou para filhos de
adoção por Jesus Cristo, segundo o
beneplasto da sua vontade, ou conforme o
propósito daquele que faz todas as
coisas segundo o conselho da sua
vontade." É como em o grande ditador de
Chaplen, onde a voz que guia é maior que
qualquer caos.
A soberania significa que Deus é o
eterno e sempre eterno autossuficiente,
não precisando de ninguém, como o
maestro em maestro, que controla cada
nota da
orquestra. Em Efésios, tudo, salvação,
redenção, o chamado de cada cristão,
cada eleito, é planejado e executado por
Deus. Ou seja, desde a escolha dos
crentes em Cristo, antes da fundação do
mundo, até o envio de seu filho, como em
João
3:16. Por que isso é reconfortante?
No mundo onde os povos imaginam coisas
vãs, como o Salmo 2 diz, saber que o
Senhor continua reinando é como
encontrar um farol em onivoeiro de
Stephen Kinger. Mesmo com crises,
guerras ou confusão, Deus tá no
controle, marcando o tempo de cada
evento, como um diretor em 1917, que
sabe exatamente onde cada cena vai.
Essa certeza nos dá consolo e segurança,
porque o plano de Deus é maior que
qualquer caço. Como quem ouve, como
estou sempre mencionando uma música,
talvez faça disso um bordão. Esquin love
de bom niver e sente que tudo vai ficar
bem.
Agora foi o grande ditador e Boner. Tô
arrepiada com esse farol na neva. Você
tá me guiando por um caminho tão
incrível que eu sinto que tô explorando
um labirinto, tipo em o labirinto do
fauno. Essa ideia da soberania de Deus
como um farol é
linda. Efésios nos joga outra joia, o
mistério, que aparece seis vezes em
Efésios, mais do que em qualquer outra
carta. Isso me lembrou o cto sentido com
aquele plot twist que muda tudo. Tô
super empolgada. O que Paulo quer dizer
com esse mistério e porque isso é tão
encantador?
O mistério é um dos temas mais vibrantes
de Efésios, aparecendo seis vezes como
estrelas brilhando num céu escuro. E vou
explorar isso com cuidado, porque é um
conceito que pulsa com fascínio. Quando
Paulo fala de mistério da vontade de
Deus, como em Efésios 1, ele tá se
referindo aos caminhos insondáveis de
Deus. que nenhuma mente humana pode
abarcar completamente. No capítulo 3,
ele revela que esse mistério escondido
por séculos é que os gentios são
coerdeiros com judeus em Cristo. Uma
virada tão chocante quanto o final de
Clube da Luta.
Antes só os judeus tinham os oráculos de
Deus, mas agora, por Cristo, todos os
povos, tribos e nações são incluídos
como uma festa em o grande Getsby, onde
as portas se abrem para todos.
Esse mistério é fascinante porque mostra
que Deus controla o tempo e a história,
decidindo quando revelar suas verdades,
a quem individualmente e a que povo.
Pois nenhum pecador ou nação merece
isso, tem direito a isso. Deus decide
mostrar e quando mostrar como um mestre
em o julgo da imitação que guarda o
segredo até o momento certo. Tentar
entender tudo como quem decifra o enigma
em o enigma do horizonte pode nos deixar
confusos ou até abalar a fé. Em vez
disso, o mistério nos convida a adorar,
porque é maravilhoso, encantador,
glorioso, como quem lê o Pequeno
Príncipe de St Experry e sente o coração
crescer.
E para não perder a deixa, é como ouvir
Bloom de Radio Reed e perceber que o
universo é maior que nossos cálculos. Um
convite para se perder na grandeza de
Deus.
Em cada resposta temos como que algumas
dicas quentes do Pequeno Príncipe e
Radio Reed. Tô encantada com esse
mistério. Você está nos levando para um
lugar tão mágico que eu sinto que tô
voando com o Mary
Poppins. Esse mistério é mesmo
encantador. Mas vemos aqui outra pérola.
A graça que aparece 13 vezes em Efésios,
como um refrão que não sai da cabeça.
Quando isso, pensei em um ato de
coragem, onde o líder faz algo heróico
sem esperar nada em troca. Tô louca para
entender mais. O teu texto quer dizer
com graça e porque ela é tão estupenda.
Sua paixão tá transformando esse podcast
num espetáculo. É disso que precisamos
na igreja de nossos
dias. É necessário apresentar a graça
como o coração pulsante de Efésios,
mencionada 13 vezes como um mantra que
ecou em cada canto da carta. É um tema
que brilha como um diamante. A graça é o
favor merecido de Deus, onde há demérito
e só a ira infinita é merecida. Uma
bondade que desce até nós que somos
totalmente indignos.
É Deus olhando paraa humanidade caída,
rebelde, merecendo só castigo, como se
detalha no capítulo dois, e em vez de
nos
apagar, nos oferecendo
salvação. É como em Os Miseráveis de
Víor Hugo, onde o bispo dá os
candelábrios a Jan Valjan, mesmo ele
sendo um
ladrão. Isso é amor condescendente e
bondade benéfica. Uma generosidade que
não espera nada em troca, como a avó em
minha vida com
Liberace, que ama sem
condições. Por que é
estupenda? Porque a graça é a resposta
de Deus à nossa condição desesperadora.
Somos inimigos de Deus, cheios de
inimizade, como em Romanos 5:8. E mesmo
assim Deus nos ama
soberanamente. É um milagre que nos
deixa boqueertos, como quem assiste ao
final de Um estranho ninho, onde o
sacrifício de McMurph dá esperança aos
outros.
A graça é estupenda porque nos dá todas
as bênçãos espirituais nos lugares
celestiais em Cristo. Uma riqueza tão
vasta que, como ele aponta, nos faz
querer correr para esse museu divino e
contemplar suas
joias. E repetindo nosso bordão final,
como quem ouve aleluia de Jeff Buckley e
sente a alma transbordar.
Os miseráveis e Jess Buckley tá sem
palavras com essa riqueza. Você tá me
deixando em êxtase com essa conversa e
eu tô sentindo que a graça é mesmo um
tesouro infinito. Mas Efésios não para
por aí. joga Cristo no centro de tudo,
dizendo que sem ele não tem graça nem
salvação. Isso me lembrou o último
samurai, onde o catsumoto é a chave para
toda a história. Tô vibrando para
entender porque o texto diz que Jesus
Cristo é tão essencial para graça e a
salvação em Efésios.
Somos categóricos ao dizer que Jesus
Cristo é o eixo de Efésios, o centro
gravitacional de toda graça e salvação.
E esse é o coração da carta. Quando
Paulo escreve a voz graça e paz da parte
de Deus, nosso pai e da do Senhor Jesus
Cristo, ele tá colocando Cristo como
canal por onde todas as bênçãos fluem.
Sem Cristo não é evangelho, porque todos
os propósitos misericordiosos de Deus
são levados a efeito por Cristo, em
Cristo, mediante Cristo. É como em
Gladiador, onde Máximus é o herói que
carrega a esperança de todos.
A graça só chega até nós porque Cristo
pagou o preço do nosso pecado com seu
sangue, como em Efésios 17, em quem
temos a redenção pelo seu sangue, a
remissão das ofensas. Sem ele, nem mesmo
Deus poderia nos perdoar, porque a
justiça divina exige pagamento como um
juiz em o julgamento de Cáfica. Cristo é
essencial porque ele é a cabeça da
igreja, acima de todo principado e
poder, sentado à destra de Deus como um
rei em rei Artur, a lenda da espada.
Ele é quem reconcilia, como Efésios 2:13
a 18 diz, unindo judeus e gentios no
novo povo. Qualquer
tentativa de falar de salvação sem
Cristo, como tudo nela e mais ninguém, é
como tentar fazer o poderoso chefão sem
ovo, Corleone.
Simplesmente não rola.
Cristo é o mediador, porque nele habita
corporalmente toda a plenitude da
divindade e todas as riquezas da graça
estão entesouradas nele como um cofre em
outro tesouro. É como ouvirconsos de
Flit Foxes e sentir que cada nota aponta
para ele o centro de tudo. Gladiador e
Frit Foxes. Tô rendida. Você tá me
levando para um lugar tão incrível que
eu sinto que tô dançando no meio de uma
galáxia, tipo em Guardiães da
Galáxia. Essa centralidade de Cristo é
de tirar o fôlego. Mas Efésios joga
outra bomba. O propósito de Deus em
Cristo de tornar a congregar todas as
coisas. Isso me fez pensar em
Invigadores, Ultimato, onde tudo
converge para um grande plano. O que é
esse propósito e como ele se desenrola?
Em Efésios nos é apresentado o propósito
de Deus em Cristo como o grande arco
narrativo de Efésios. Esse é o fio que
costura a carta. Em Efésios 1:10, Paulo
diz que Deus quer tornar a congregar em
Cristo todas as coisas na dispensação da
plenitude dos tempos, tanto as que estão
nos céus como as que estão na terra.
Esse é o plano mestre, uma missão divina
para restaurar a harmonia perdida pelo
pecado, como uma restauração em a
restauração, onde o passado é
recuperado. Devemos detalhar que o
pecado, como visto no capítulo 2,
fragmentou tudo. O homem tá em inimizade
com Deus, consigo mesmo e com os outros,
sob o domínio do príncipe das potestades
do ar.
É como em Madmex, estrada da Fúria, onde
o mundo tá em caos. Mas Deus, desde o
paraíso, Gênesis 3:15, tem um plano para
consertar isso. Primeiro, ele escolheu
os judeus, começando com Abraão como um
povo separado. Depois, em Cristo, como
Efésios 2:13 a 18 diz, ele derruba a
parede de separação entre judeus e
gentios, criando a igreja onde todos se
unem. Esse propósito culminará na
plenitude dos tempos, quando tudo, céus
e terra, será reunido em Cristo como uma
sinfonia em Od to Joy de Bethoven, onde
cada nota encontra seu lugar.
Esse plano é necessário por causa da
queda e da rebelião de Satanás, o Deus
deste mundo. Ele se desenrola através da
igreja, que é a prova viva desse
propósito. Até que, como segunda Pedro
3:13 promete, haja novos céus e nova
terra em que habita a
justiça. É como em o livro de Eli, onde
a jornada leva a um novo começo.
Detovem.
Tô vendo a sinfonia divina. Estamos indo
para um lugar tão épico que eu sinto que
tô assistindo ao final de Vingadores
Ultimato, com todo mundo unido, tomando
essa ideia do propósito de Deus reunir
tudo em Cristo. E nos é dito que a
igreja é tipo coração disso tudo. Isso
me
lembrou Brooklyrin 99, onde um grupo tão
diferente vira uma família.
Tô super curiosa como a igreja se
encaixa nesse plano e porque ela é tão
crucial. Realmente temos que apresentar
a igreja como o coração pulsante do
propósito de Deus em
Efésios. Esse é um tema que brilha como
um farol. O propósito de Deus é tornar a
congregar em Cristo todas as coisas. E a
igreja é o palco onde esse plano começa
a se manifestar como uma prévia em O
show deve continuar, que antecipa o
espetáculo final. Em Efésios 2, 13 a 18,
Cristo une judeus e gentios derrubando a
parede de separação, criando um novo
homem. A igreja como uma comunidade
diversa, onde pessoas de todos os cantos
se conectam.
A igreja é onde se vê o propósito de
Deus muito clara e objetivamente, porque
reúne indivíduos diferentes, de
nacionalidades diferentes, com
experiências diferentes, todos unidos em
Cristo Jesus. É como em o clube do
livro, onde pessoas tão distintas
encontram um propósito comum.
A igreja é importante porque é a prova
viva da graça de Deus, mostrando que ele
pode transformar um mundo fragmentado
num corpo
unificado. No capítulo 4 em diante,
Paulo insiste que os cristãos devem
viver eticamente refletindo essa graça,
porque a igreja é o prenúncio dos novos
céus e nova terra de segunda Pedro 3:13,
onde Cristo reinará de costa a costa.
Esse papel dá à igreja uma
responsabilidade enorme, como quem
carrega uma tocha em Prometeu,
iluminando o
futuro. E para não perder a deixa, é
como ouvir Cam Live do The Great Test
Showman e sentir que a igreja é o começo
de algo glorioso.
The Great Tat Showman. Tô vendo a igreja
como uma festa cósmica. Você tá pintando
um quadro tão vibrante que eu sinto que
tô dançando no meio de Lalaland.
Essa ideia da igreja como um prenúncio
do novo mundo é incrível, mas nossa
maior necessidade é entender essas
verdades, porque sem isso a gente fica
preso na miséria. Isso me lembrou a
sociedade dos poetas, onde o Kitten diz
para aproveitar o dia. Tô fascinada.
Porque entender Efésios é tão crucial
paraa igreja hoje.
Devemos ser enfáticos ao dizer que a
maior necessidade da igreja hoje é
conhecer estas verdades de Efésios. Esse
é um chamado que ressoa como um trovão.
Em Efésios 1:17 a 19, Paulo ora para que
os olhos do nosso entendimento sejam
iluminados para sabermos qual seja a
esperança da nossa vocação e a
sobrexcelente grandeza do seu poder. Ele
tá desesperado como um professor em
Wiplesh, exigindo que seus alunos
alcancem o potencial
máximo. sem entender essas verdades, a
soberania de Deus, a graça, o propósito
em Cristo, o papel da igreja, a igreja
fica acabrunhada, infeliz, como ele
descreve, como um náufrago em náufrago,
perdido, sem direção. A igreja moderna
tá enfraquecida porque se esqueceu de
quem é como um superherói em
Homem-Aranha de volta para o lar, que
não sabe usar seus poderes. Entender
Efésios é vital, porque nos mostra que
somos cheios de toda a plenitude de
Deus, com o mesmo poder que ressuscitou
Cristo, como Efésios 11:20 promete. Num
conferências internacionais e
perplexidade, saber que somos parte do
plano eterno de Deus é como encontrar um
mapa em as crônicas de Nárnia de CS, que
nos guia pelo desconhecido.
Essa compreensão sublinha nos tira da
mórbda preocupação com nós mesmos e nos
dá uma certeza robusta como quem ouve
uma linda música e sabe que o futuro tá
garantido.
Sei. Náfago e Nárnia. Tô vendo o mapa da
esperança. Até aqui você tá nos levando
para um lugar tão alto que eu sinto que
tô no topo da Evereste. Tô amando essa
ideia de entender Efésios como mapa
paraa nossa fé. Podemos ver como uma
explosão que Cristo é exaltado acima da
rejeição deste mundo. Isso me lembrou o
Rei Leão com o Simba voltando para
reinar.
Tô vibrando para entender isso cada vez
melhor. Como Efésios exalta Cristo
assim? E por que isso é tão poderoso?
Você tá trazendo uma energia que é como
uma galáxia, expansão. Eu vou tentar
responder de maneira que vai parecer que
a gente tá escrevendo uma apopeia maior
que Biolf, terminar com uma exaltação de
Cristo que é como o clímax de o retorno
do rei, onde Aragorne é coroado. E vou
explorar isso porque é o gran finale de
Efésios. O mundo rejeitou Cristo, vendo
como um qualquer, um carpinteiro. Mas
Paulo em Efésios proclama que ele é o
Rei dos Reis, Senhor dos Senhores. Por
exemplo, em Filipenses 2:10, onde todo
joelho se dobrará diante dele. Em
Efésios 1, Cristo tá acima de todo
principado, poder, potestade e domínio,
sentado à destra de Deus como um
soberano em trono de sangue de Cruza que
transcende toda
autoridade. Essa exaltação é poderosa
porque mostra que apesar da zombaria do
mundo, como os haters em círculo, Cristo
reina soberano tudo em todos.
Devemos enfatizar que essa certeza é um
sopro de esperança, porque num mundo que
repudia Cristo, saber que ele é o
Salvador, como Efésios 1: 22 e 23 diz,
cabeça da igreja, que é o seu corpo, nos
dá uma âncora.
É como em sol, é para todos, onde a
justiça de áticos finte brilha apesar da
injustiça. A exaltação de Cristo nos
lembra todo dia a dizer: "Graças sejam
dadas a Deus pelo glorioso evangelho de
Jesus Cristo. Um poder que vence
qualquer rejeição, como quem ouve My
Sweet Lord de George Harrison, apesar de
não gostarmos de toda a letra e tema
final dessa música e sente a vitória
final.
Bef George Harrison, você fechou com
chave de ouro. Tô pronta para continuar
essa saga em Efésios. Espero que todos
estejam tão ansiosos quanto eu para
isso. Até o próximo, Corandel. Que o
vento leve o vé do meu
ego e que em cada
passo da tua luz.
Seja em mim o traço puro e
[Música]
sincero, que dissolve a sombra e refaz a
luz.
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação. Seja a seiva que me cura,
alma, raiz
eterna do meu
coração. Que o vento leve o vé do meu
[Música]
ego e que em cada passo sea a tua
[Música]
luz. Seja em mim o traço puro e
sincero que dissolve a sombra e refaz a
luz.
[Música]
Que meu riso trago o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação.
Eja seiva que me
cura
alma. Raiz
eterna do meu
[Música]
coração. Sopra em mim amor que
acalma. Seja chama a me aquecer. Vem
regar meu chão de estrada para em teu
solo florescer.
Que o ontem fique preso ao que é
passado. Que o futuro seja em ti
reescrito. Tua palavra é casa e ar
sagrado. O caminho certo entre o não e o
[Música]
infinito. Que eu me renda ao pulso
do teu
ritmo e disfaça os nós que eu mesmo
fiz. Seja o norte em meio ao
labirinto. O farol que insiste em ter
raiz.
Pois não há lugar além da tua
essência. Nada brilha mais que o teu
querer. Sou um grão perdido na
[Música]
imensidão, mas no teu amor só renascer.
[Música]
Que teu
ser se entregue ao
vento, que te
sopra sobre mim.
Cristo sejo.

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