DO EGO PARA DEUS – EFÉSIOS – Josemar Bessa – Coram Deo. Podcast #03
22/05/2025
DO EGO PARA DEUS – EFÉSIOS – Josemar Bessa – Coram Deo. Podcast #03
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Fonte: Josemar Bessa
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Bem-vindos ao Coronel, um podcast onde a gente mergulha de cabeça na presença de Deus, desenterrando as verdades da fé cristã para iluminar nossas mentes e dar aquele quentinho no coração, mesmo nesse mundo que tá mais caótico que um episódio de The Walking Dead. Hoje estamos começando uma aventura monumental com epístola aos Efésios, uma carta que é tipo um foguete teológico, te levando pros confins do universo divino. Sério, é com abrir o nome do vento de Patrick Rufus e sentir que cada página é uma nova magia. O pastor, que hoje será praticamente um cartógrafo nas escrituras tá aqui para nos guiar por esse mapa estelar. Bem-vindo ao Corondel. Tô vibrando. E você tá pronto para essa viagem cósmica? Tô mais do que pronto. Efésios é como foliar o fim da infância de Arthur Clark. Cada versículo te puxa para uma dimensão maior, onde você percebe que a história é muito mais épica do que imaginava. Vamos embarcar. Claro que na chegada já sei que vai ser uma jornada e tanto. OK, vamos começar com tudo. Tô super empolgada porque é dito que Efésios é uma joia rara chamada de coroa e clímax da teologia paulina e até a essência destilada da fé cristã. Caramba, é tipo dizer que é o cidadão Ke das epístolas. Mas sério, por que essa carta é tão monumental? O que faz ela ser esse colosso teológico que deixa todo mundo de queixo caído? Você tá trazendo uma energia que é como uma supernova e eu pretendo responder de maneira que vai parecer que a gente tá escrevendo um épico maior que os pilares da terra de K Fallet. Efésios é pintado como um colosso teológico e não é à toa. Quando você abre essa carta, é como entrar num cinema e Max para assistir gravidade de Alfonso Quaron. A escala é tão vasta que te deixa sem ar. Efésios é chamada de coroa e clímax da teologia paulina, porque Paulo escreve com uma paixão quase febril, como um poeta em Peterson, de Jean Jar Musk, tentando capturar o inefável. Ele tá maravilhado com o mistério, as glórias e as riquezas do plano de redenção de Deus em Cristo. E essas palavras, mistério, glórias, riquezas aparecem mais aqui do que em qualquer outra epístola, como acordes repetidos numa sinfonia de Hmov. O que faz Efésios brilhar é sua capacidade de condensar a fé cristã numa visão tão ampla e profunda que é a expressão mais sublime e majestosa do evangelho. Paulo não tá só explicando doutrinas, ele tá nos levando para um mirante cósmico, como quem sobe em Himalaia em 7 anos no Tiber para contemplar a salvação de um ângulo divino. Cada linha é carregada de um fervor que faz Paulo empilhar epítetos e adjetivos, especialmente no capítulo um e no final do três, como se as palavras humanas não fossem suficientes para conter a glória de Deus. É como ouvir rush of blood to the read do code playay e senti que cada nota tá tentando alcançar o infinito. Essa grandiosidade vem de Paulo escrever com um arrojo que desafia qualquer descrição, fazendo de Efésios uma carta que não só ensina, mas te deixa de joelhos, como quem vê a Aurora Boreal pela primeira vez. Nossa, gravidade playay. Tô vendo estrelas com essa imagem do mirante cósmico. Você já me levou para Himalaia e eu tô amando essa viagem. Tô arrepiada com essa ideia de Efésios, como uma aurora boreal teológica. Mas alguém já fez uma comparação massa com Romanos dizendo que Romanos é a expressão mais pura do Evangelho, enquanto Efésios é a mais sublime. Me lembrou o grande hotel Budapeste, que é perfeito, mas o lobo do deserto tem uma vibe mais grandiosa. Tô super curiosa para te explicar como Efésios se diferencia de romanos e porque ela é mais majestosa? Há uma distinção brilhante entre Romanos e Efésios. E vou desdobrar isso com todo cuidado. Romanos é a expressão mais pura do Evangelho, segundo Lutero, e é como um roteiro de 12 homens e uma sentença, onde cada argumento é de secado com precisão cirúrgica. É uma exposição lógica, quase um tratado que destrincha o evangelho. Justificação pela fé, pecado, redenção, com a clareza que corta como uma lâmina super afiada. É como ouvir Cardop Blue de Mario Davis, onde cada nota é perfeita e essencial. Efésios, por outro lado, é descrita como a expressão mais sublime e majestosa do Evangelho. Isso vem da sua perspectiva única. Enquanto Romanos é um advogado defendendo uma causa, Efésios é um poeta subindo uma montanha como Evereste para contemplar a salvação de um ângulo cósmico. Paulo, em Efésios, escreve dos lugares celestiais, uma visão elevada que transcende as controvérsias práticas de outras cartas, como Coríntios ou Gálatas, onde ele lida com brigas e dúvidas. Aqui ele tá menos preocupado em apagar incêndios e mais em pintar um quadro épico. A majestade vem do fato de que Paulo empilha epítetos sobre epítetos, adjetivos sobre adjetivos, especialmente no capítulo um e no final do três, como se estivesse tentando capturar o incapturável, como um pintor em Frida, que nunca acha a cor perfeita. Efésios é mais sublime porque em vez de explicar o evangelho com precisão simplesmente ela o celebra com uma paixão que frustra qualquer tentativa de descrição como quem ouve uma grande música e sente o coração explodir. Hoje tá me levando para um lugar tão alto que eu sinto que tô voando tipo em Up Altas aventuras. Essa ideia de Efésios ser mais majestosa que Romanos me pegou. Isso vem porque Paulo tá escrevendo dos lugares celestiais. Sério, quando eu vi isso, pensei logo em interestelar com aquelas cenas no espaço que te fazem sentir pequeno diante do universo. Tô louca para entender o que o texto quer dizer com lugares celestiais e por essa perspectiva faz Efésios tão especial. Realmente, lugares celestiais é como a lente que dá a Efésios sua vibe única. E vou desempacotar isso com todo cuidado, porque é o coração da grandiosidade da carta. Quando Paulo fala dos lugares celestiais, ele tá dizendo que tá olhando a salvação de um ponto de vista divino, como se tivesse pegado uma nave em contato de calce e subido acima da atmosfera terrestre para ver o plano de Deus em toda sua glória. Em outras epístolas, como Coríntios ou Gálatas, ele tá no chão lidando com questões práticas, brigas na igreja, dúvidas sobre a lei. Aqui ele tá nos lugares celestiais, uma perspectiva elevada que transcende as picuninhas do dia a dia. É como em o artista, onde o filme mudo te leva a uma experiência que vai além das palavras. Essa perspectiva é única porque permite a Paulo pintar um grandioso panorama da salvação sem se prender a controvérsias, como ele faz em outras cartas. Em vez de apagar incêndios, ele tá celebrando como um poeta em Walt Whitman, um poeta na América que vê o mundo com olhos de encantamento. Isso faz Efésios ter muito pouca controvérsia e muito louvor, como uma trilha sonora de Hanzí que te eleva a outra dimensão. Os lugares celestiais mudam tudo porque nos mostram a salvação como Deus a vê. Um plano eterno, majestoso, que nos deixa face a face com a glória e a grandeza de Deus. É como ouvir Cosmic Love, The Florence, the Machine e sentir que o universo tá dançando com você. Interestelar e Florence, tô flutuando nesse cosmo teológico. OK. Você me levou para as estrelas e eu tô amando cada segundo dessa viagem. Agora vamos focar no comecinho. O tema central de Efésios, logo no versículo 1, é Deus. Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus. Isso me fez pensar em a árvore da vida, onde tudo gira em torno de algo maior, o divino. Tô super empolgada para entender porque Paulo coloca Deus como ponto de partida. E o que isso nos diz sobre o espírito de Efésios? Você tá trazendo uma paixão que é como um cometa cruzando o céu. O texto é cristalino ao dizer que o tema central de Efésios, desde o primeiro versículo, é Deus. Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus. Isso não é só um detalhe, é como a primeira nota de uma ópera, como em Laboem de Putini, que define o tom de tudo. Paulo começa com Deus porque tudo é de Deus e por Deus e a ele se deve dar glória para todo sempre. A Bíblia, especialmente Efésios, é a história de Deus se revelando como uma tela gigante em cinema parao, onde cada cena aponta para ele. Paulo nunca se esquece disso, porque ele sabe que a salvação, a redenção, nossa própria existência, tudo vem de Deus. Começar com Deus é radical, especialmente num mundo que é muito subjetivo, muito egocêntrico, como os influencers em o círculo, obsecados com seus próprios reflexos. A gente vive numa cultura que tá presa em frivolidades e misérias focadas no eu, mim, comigo. Paulo como um guia em o guia do mochiliro das galáxias nos puxa para fora desse looping, dizendo: "Esqueçam o ego, olhem para Deus". O texto enfatiza que começar com Deus nos humilha, nos reorienta, como quem entra numa catedral em o código da 20 de Dan Brown e sente o peso da eternidade. Isso revela que Efésios é uma carta sobre a glória e a grandeza de Deus. Um convite para nos colocarmos na presença do eterno, sempre eterno, soberano, como quem ouve the night, o imit de Lord Huron e sente o tempo parar. É o espírito da carta. Tudo começa e termina com Deus, como uma bússola apontando pro norte. Nossa, cinema para diz e Lord Ruron. Tô sentindo o peso dessa glória. Estamos sendo levados para um lugar tão profundo que eu sinto que tô mergulhando no oceano, tipo em a forma da água. Tô apaixonada por essa ideia de Deus como centro de tudo. Nós vemos que Efésios dá um zoom na soberania de Deus, dizendo que ela é como o fio que costura toda a carta. Isso me fez pensar em Game of Thrones, onde o trono de ferro é o símbolo de quem manda. Tá ansiosa para entender como a soberania de Deus brilha em Efésios e por o texto acha ela tão reconfortante. A soberania de Deus é o alicerce de Efésios. E vou desdobrar isso com todo cuidado, porque é um tema que pulso em cada linha da carta. Desde o primeiro versículo, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, o texto mostra que a soberania é o motor de tudo. Paulo não se escolheu, como ele reforça em Gálatas, dizendo que Deus o separou desde o ventre. Essa ideia de que Deus tá no comando, aparecem frases como: "Nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, segundo o beneplasto da sua vontade, ou conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade." É como em o grande ditador de Chaplen, onde a voz que guia é maior que qualquer caos. A soberania significa que Deus é o eterno e sempre eterno autossuficiente, não precisando de ninguém, como o maestro em maestro, que controla cada nota da orquestra. Em Efésios, tudo, salvação, redenção, o chamado de cada cristão, cada eleito, é planejado e executado por Deus. Ou seja, desde a escolha dos crentes em Cristo, antes da fundação do mundo, até o envio de seu filho, como em João 3:16. Por que isso é reconfortante? No mundo onde os povos imaginam coisas vãs, como o Salmo 2 diz, saber que o Senhor continua reinando é como encontrar um farol em onivoeiro de Stephen Kinger. Mesmo com crises, guerras ou confusão, Deus tá no controle, marcando o tempo de cada evento, como um diretor em 1917, que sabe exatamente onde cada cena vai. Essa certeza nos dá consolo e segurança, porque o plano de Deus é maior que qualquer caço. Como quem ouve, como estou sempre mencionando uma música, talvez faça disso um bordão. Esquin love de bom niver e sente que tudo vai ficar bem. Agora foi o grande ditador e Boner. Tô arrepiada com esse farol na neva. Você tá me guiando por um caminho tão incrível que eu sinto que tô explorando um labirinto, tipo em o labirinto do fauno. Essa ideia da soberania de Deus como um farol é linda. Efésios nos joga outra joia, o mistério, que aparece seis vezes em Efésios, mais do que em qualquer outra carta. Isso me lembrou o cto sentido com aquele plot twist que muda tudo. Tô super empolgada. O que Paulo quer dizer com esse mistério e porque isso é tão encantador? O mistério é um dos temas mais vibrantes de Efésios, aparecendo seis vezes como estrelas brilhando num céu escuro. E vou explorar isso com cuidado, porque é um conceito que pulsa com fascínio. Quando Paulo fala de mistério da vontade de Deus, como em Efésios 1, ele tá se referindo aos caminhos insondáveis de Deus. que nenhuma mente humana pode abarcar completamente. No capítulo 3, ele revela que esse mistério escondido por séculos é que os gentios são coerdeiros com judeus em Cristo. Uma virada tão chocante quanto o final de Clube da Luta. Antes só os judeus tinham os oráculos de Deus, mas agora, por Cristo, todos os povos, tribos e nações são incluídos como uma festa em o grande Getsby, onde as portas se abrem para todos. Esse mistério é fascinante porque mostra que Deus controla o tempo e a história, decidindo quando revelar suas verdades, a quem individualmente e a que povo. Pois nenhum pecador ou nação merece isso, tem direito a isso. Deus decide mostrar e quando mostrar como um mestre em o julgo da imitação que guarda o segredo até o momento certo. Tentar entender tudo como quem decifra o enigma em o enigma do horizonte pode nos deixar confusos ou até abalar a fé. Em vez disso, o mistério nos convida a adorar, porque é maravilhoso, encantador, glorioso, como quem lê o Pequeno Príncipe de St Experry e sente o coração crescer. E para não perder a deixa, é como ouvir Bloom de Radio Reed e perceber que o universo é maior que nossos cálculos. Um convite para se perder na grandeza de Deus. Em cada resposta temos como que algumas dicas quentes do Pequeno Príncipe e Radio Reed. Tô encantada com esse mistério. Você está nos levando para um lugar tão mágico que eu sinto que tô voando com o Mary Poppins. Esse mistério é mesmo encantador. Mas vemos aqui outra pérola. A graça que aparece 13 vezes em Efésios, como um refrão que não sai da cabeça. Quando isso, pensei em um ato de coragem, onde o líder faz algo heróico sem esperar nada em troca. Tô louca para entender mais. O teu texto quer dizer com graça e porque ela é tão estupenda. Sua paixão tá transformando esse podcast num espetáculo. É disso que precisamos na igreja de nossos dias. É necessário apresentar a graça como o coração pulsante de Efésios, mencionada 13 vezes como um mantra que ecou em cada canto da carta. É um tema que brilha como um diamante. A graça é o favor merecido de Deus, onde há demérito e só a ira infinita é merecida. Uma bondade que desce até nós que somos totalmente indignos. É Deus olhando paraa humanidade caída, rebelde, merecendo só castigo, como se detalha no capítulo dois, e em vez de nos apagar, nos oferecendo salvação. É como em Os Miseráveis de Víor Hugo, onde o bispo dá os candelábrios a Jan Valjan, mesmo ele sendo um ladrão. Isso é amor condescendente e bondade benéfica. Uma generosidade que não espera nada em troca, como a avó em minha vida com Liberace, que ama sem condições. Por que é estupenda? Porque a graça é a resposta de Deus à nossa condição desesperadora. Somos inimigos de Deus, cheios de inimizade, como em Romanos 5:8. E mesmo assim Deus nos ama soberanamente. É um milagre que nos deixa boqueertos, como quem assiste ao final de Um estranho ninho, onde o sacrifício de McMurph dá esperança aos outros. A graça é estupenda porque nos dá todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo. Uma riqueza tão vasta que, como ele aponta, nos faz querer correr para esse museu divino e contemplar suas joias. E repetindo nosso bordão final, como quem ouve aleluia de Jeff Buckley e sente a alma transbordar. Os miseráveis e Jess Buckley tá sem palavras com essa riqueza. Você tá me deixando em êxtase com essa conversa e eu tô sentindo que a graça é mesmo um tesouro infinito. Mas Efésios não para por aí. joga Cristo no centro de tudo, dizendo que sem ele não tem graça nem salvação. Isso me lembrou o último samurai, onde o catsumoto é a chave para toda a história. Tô vibrando para entender porque o texto diz que Jesus Cristo é tão essencial para graça e a salvação em Efésios. Somos categóricos ao dizer que Jesus Cristo é o eixo de Efésios, o centro gravitacional de toda graça e salvação. E esse é o coração da carta. Quando Paulo escreve a voz graça e paz da parte de Deus, nosso pai e da do Senhor Jesus Cristo, ele tá colocando Cristo como canal por onde todas as bênçãos fluem. Sem Cristo não é evangelho, porque todos os propósitos misericordiosos de Deus são levados a efeito por Cristo, em Cristo, mediante Cristo. É como em Gladiador, onde Máximus é o herói que carrega a esperança de todos. A graça só chega até nós porque Cristo pagou o preço do nosso pecado com seu sangue, como em Efésios 17, em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas. Sem ele, nem mesmo Deus poderia nos perdoar, porque a justiça divina exige pagamento como um juiz em o julgamento de Cáfica. Cristo é essencial porque ele é a cabeça da igreja, acima de todo principado e poder, sentado à destra de Deus como um rei em rei Artur, a lenda da espada. Ele é quem reconcilia, como Efésios 2:13 a 18 diz, unindo judeus e gentios no novo povo. Qualquer tentativa de falar de salvação sem Cristo, como tudo nela e mais ninguém, é como tentar fazer o poderoso chefão sem ovo, Corleone. Simplesmente não rola. Cristo é o mediador, porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade e todas as riquezas da graça estão entesouradas nele como um cofre em outro tesouro. É como ouvirconsos de Flit Foxes e sentir que cada nota aponta para ele o centro de tudo. Gladiador e Frit Foxes. Tô rendida. Você tá me levando para um lugar tão incrível que eu sinto que tô dançando no meio de uma galáxia, tipo em Guardiães da Galáxia. Essa centralidade de Cristo é de tirar o fôlego. Mas Efésios joga outra bomba. O propósito de Deus em Cristo de tornar a congregar todas as coisas. Isso me fez pensar em Invigadores, Ultimato, onde tudo converge para um grande plano. O que é esse propósito e como ele se desenrola? Em Efésios nos é apresentado o propósito de Deus em Cristo como o grande arco narrativo de Efésios. Esse é o fio que costura a carta. Em Efésios 1:10, Paulo diz que Deus quer tornar a congregar em Cristo todas as coisas na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra. Esse é o plano mestre, uma missão divina para restaurar a harmonia perdida pelo pecado, como uma restauração em a restauração, onde o passado é recuperado. Devemos detalhar que o pecado, como visto no capítulo 2, fragmentou tudo. O homem tá em inimizade com Deus, consigo mesmo e com os outros, sob o domínio do príncipe das potestades do ar. É como em Madmex, estrada da Fúria, onde o mundo tá em caos. Mas Deus, desde o paraíso, Gênesis 3:15, tem um plano para consertar isso. Primeiro, ele escolheu os judeus, começando com Abraão como um povo separado. Depois, em Cristo, como Efésios 2:13 a 18 diz, ele derruba a parede de separação entre judeus e gentios, criando a igreja onde todos se unem. Esse propósito culminará na plenitude dos tempos, quando tudo, céus e terra, será reunido em Cristo como uma sinfonia em Od to Joy de Bethoven, onde cada nota encontra seu lugar. Esse plano é necessário por causa da queda e da rebelião de Satanás, o Deus deste mundo. Ele se desenrola através da igreja, que é a prova viva desse propósito. Até que, como segunda Pedro 3:13 promete, haja novos céus e nova terra em que habita a justiça. É como em o livro de Eli, onde a jornada leva a um novo começo. Detovem. Tô vendo a sinfonia divina. Estamos indo para um lugar tão épico que eu sinto que tô assistindo ao final de Vingadores Ultimato, com todo mundo unido, tomando essa ideia do propósito de Deus reunir tudo em Cristo. E nos é dito que a igreja é tipo coração disso tudo. Isso me lembrou Brooklyrin 99, onde um grupo tão diferente vira uma família. Tô super curiosa como a igreja se encaixa nesse plano e porque ela é tão crucial. Realmente temos que apresentar a igreja como o coração pulsante do propósito de Deus em Efésios. Esse é um tema que brilha como um farol. O propósito de Deus é tornar a congregar em Cristo todas as coisas. E a igreja é o palco onde esse plano começa a se manifestar como uma prévia em O show deve continuar, que antecipa o espetáculo final. Em Efésios 2, 13 a 18, Cristo une judeus e gentios derrubando a parede de separação, criando um novo homem. A igreja como uma comunidade diversa, onde pessoas de todos os cantos se conectam. A igreja é onde se vê o propósito de Deus muito clara e objetivamente, porque reúne indivíduos diferentes, de nacionalidades diferentes, com experiências diferentes, todos unidos em Cristo Jesus. É como em o clube do livro, onde pessoas tão distintas encontram um propósito comum. A igreja é importante porque é a prova viva da graça de Deus, mostrando que ele pode transformar um mundo fragmentado num corpo unificado. No capítulo 4 em diante, Paulo insiste que os cristãos devem viver eticamente refletindo essa graça, porque a igreja é o prenúncio dos novos céus e nova terra de segunda Pedro 3:13, onde Cristo reinará de costa a costa. Esse papel dá à igreja uma responsabilidade enorme, como quem carrega uma tocha em Prometeu, iluminando o futuro. E para não perder a deixa, é como ouvir Cam Live do The Great Test Showman e sentir que a igreja é o começo de algo glorioso. The Great Tat Showman. Tô vendo a igreja como uma festa cósmica. Você tá pintando um quadro tão vibrante que eu sinto que tô dançando no meio de Lalaland. Essa ideia da igreja como um prenúncio do novo mundo é incrível, mas nossa maior necessidade é entender essas verdades, porque sem isso a gente fica preso na miséria. Isso me lembrou a sociedade dos poetas, onde o Kitten diz para aproveitar o dia. Tô fascinada. Porque entender Efésios é tão crucial paraa igreja hoje. Devemos ser enfáticos ao dizer que a maior necessidade da igreja hoje é conhecer estas verdades de Efésios. Esse é um chamado que ressoa como um trovão. Em Efésios 1:17 a 19, Paulo ora para que os olhos do nosso entendimento sejam iluminados para sabermos qual seja a esperança da nossa vocação e a sobrexcelente grandeza do seu poder. Ele tá desesperado como um professor em Wiplesh, exigindo que seus alunos alcancem o potencial máximo. sem entender essas verdades, a soberania de Deus, a graça, o propósito em Cristo, o papel da igreja, a igreja fica acabrunhada, infeliz, como ele descreve, como um náufrago em náufrago, perdido, sem direção. A igreja moderna tá enfraquecida porque se esqueceu de quem é como um superherói em Homem-Aranha de volta para o lar, que não sabe usar seus poderes. Entender Efésios é vital, porque nos mostra que somos cheios de toda a plenitude de Deus, com o mesmo poder que ressuscitou Cristo, como Efésios 11:20 promete. Num conferências internacionais e perplexidade, saber que somos parte do plano eterno de Deus é como encontrar um mapa em as crônicas de Nárnia de CS, que nos guia pelo desconhecido. Essa compreensão sublinha nos tira da mórbda preocupação com nós mesmos e nos dá uma certeza robusta como quem ouve uma linda música e sabe que o futuro tá garantido. Sei. Náfago e Nárnia. Tô vendo o mapa da esperança. Até aqui você tá nos levando para um lugar tão alto que eu sinto que tô no topo da Evereste. Tô amando essa ideia de entender Efésios como mapa paraa nossa fé. Podemos ver como uma explosão que Cristo é exaltado acima da rejeição deste mundo. Isso me lembrou o Rei Leão com o Simba voltando para reinar. Tô vibrando para entender isso cada vez melhor. Como Efésios exalta Cristo assim? E por que isso é tão poderoso? Você tá trazendo uma energia que é como uma galáxia, expansão. Eu vou tentar responder de maneira que vai parecer que a gente tá escrevendo uma apopeia maior que Biolf, terminar com uma exaltação de Cristo que é como o clímax de o retorno do rei, onde Aragorne é coroado. E vou explorar isso porque é o gran finale de Efésios. O mundo rejeitou Cristo, vendo como um qualquer, um carpinteiro. Mas Paulo em Efésios proclama que ele é o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores. Por exemplo, em Filipenses 2:10, onde todo joelho se dobrará diante dele. Em Efésios 1, Cristo tá acima de todo principado, poder, potestade e domínio, sentado à destra de Deus como um soberano em trono de sangue de Cruza que transcende toda autoridade. Essa exaltação é poderosa porque mostra que apesar da zombaria do mundo, como os haters em círculo, Cristo reina soberano tudo em todos. Devemos enfatizar que essa certeza é um sopro de esperança, porque num mundo que repudia Cristo, saber que ele é o Salvador, como Efésios 1: 22 e 23 diz, cabeça da igreja, que é o seu corpo, nos dá uma âncora. É como em sol, é para todos, onde a justiça de áticos finte brilha apesar da injustiça. A exaltação de Cristo nos lembra todo dia a dizer: "Graças sejam dadas a Deus pelo glorioso evangelho de Jesus Cristo. Um poder que vence qualquer rejeição, como quem ouve My Sweet Lord de George Harrison, apesar de não gostarmos de toda a letra e tema final dessa música e sente a vitória final. Bef George Harrison, você fechou com chave de ouro. Tô pronta para continuar essa saga em Efésios. Espero que todos estejam tão ansiosos quanto eu para isso. Até o próximo, Corandel. Que o vento leve o vé do meu ego e que em cada passo da tua luz. Seja em mim o traço puro e [Música] sincero, que dissolve a sombra e refaz a luz. Que meu riso traga o tom da tua graça e que o tempo molde em mim tua estação. Seja a seiva que me cura, alma, raiz eterna do meu coração. Que o vento leve o vé do meu [Música] ego e que em cada passo sea a tua [Música] luz. Seja em mim o traço puro e sincero que dissolve a sombra e refaz a luz. [Música] Que meu riso trago o tom da tua graça e que o tempo molde em mim tua estação. Eja seiva que me cura alma. Raiz eterna do meu [Música] coração. Sopra em mim amor que acalma. Seja chama a me aquecer. Vem regar meu chão de estrada para em teu solo florescer. Que o ontem fique preso ao que é passado. Que o futuro seja em ti reescrito. Tua palavra é casa e ar sagrado. O caminho certo entre o não e o [Música] infinito. Que eu me renda ao pulso do teu ritmo e disfaça os nós que eu mesmo fiz. Seja o norte em meio ao labirinto. O farol que insiste em ter raiz. Pois não há lugar além da tua essência. Nada brilha mais que o teu querer. Sou um grão perdido na [Música] imensidão, mas no teu amor só renascer. [Música] Que teu ser se entregue ao vento, que te sopra sobre mim. Cristo sejo.