EU ESCREVI SOBRE JONAS MAS NO FIM É SOBRE NÓS MESMOS
26/05/2025
EU ESCREVI SOBRE JONAS MAS NO FIM É SOBRE NÓS MESMOS
Compre o livro na Amazon: https://amzn.to/4lT1IS8
Seja membro e mande perguntas para os vídeos – https://www.youtube.com/channel/UCzGwyAyWLB2Si6VDFpq8rjw/join
ACESSE O SITE: https://doisdedosdeteologia.com
+ NOSSAS REDES
– Twitter: https://twitter.com/doisdedosdeteo
– Facebook: https://www.facebook.com/doisdedosdeteologia/
– Instagram: https://www.instagram.com/doisdedosdeteologia/
+ PLAYLISTS DO CANAL
– DOIS DEDOS DE TEOLOGIA: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8Qkipu-tZcL-LBe516QbiUM
– PERGUNTE AO PASTOR: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8RiYOvgtthDIqG_74kNNBOy
– PODCAST: https://www.youtube.com/playlist?list=PLRPNvughqc8SdjEdBT40Ij_ZcosEF565H
– POR TEMAS: https://www.youtube.com/user/doisdedosdeteologia/playlists?shelf_id=13&view=50&sort=dd
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Gente, primeiro eu quero dizer o seguinte, muito obrigado por estarem aqui. Eu sei que o CLT sofre de sexta-feira, né? E aí vocês estarem aqui uma hora dessa, São Paulo. Uh, Deus abençoe. Me sinto muito honrado por poder ter vocês aqui nessa audiência. Eu tava no evento no Mackenzie e uma um pessoal que tava lá disse: "Ó, eu vou lá hoje, viu?" Eu disse: "Bu ter uma pessoa pelo menos". Eu nunca sei o que será desses eventos, né? Porque é tudo muito, muito frio nesse mundo de internet. que eu falo para uma câmera em um quarto sozinho e aí eu faço stories para um celular dizendo, por favor, apareçam lá e aparece os númerozinho e na hora da verdade eu nunca sei se vai ter alguém lá para me ouvir. E estranhamente há 11 anos sempre tem alguém para me ouvir, não é? Eu sei que isso a é uma troca e eu quero agradecer por essa troca, porque eu forneço alguma coisa, eu tento trazer algum ensino teológico, alguma edificação, alguma instrução, algum encorajamento, mas vocês me recompensam ah com atenção, ah, com carinho e com e com todo esse feedback, esses testemunhos das coisas maravilhosas que Deus faz através de gente sem futuro, que nem nós. Você nunca pergunte para um pai qual o filho favorito, né? Porque ele vai ter que mentir, né? Vai ter que fingir que não tem, né? Mas eu não tenho. Eu não tenho. O minha esposa acha que eu tenho, mas eu não tenho não. É mentira. É mentira. Mas esse eu sempre digo assim, meu livro favorito é o último que eu lancei, porque você participa desses processos, você vai sentindo a obra e vivendo a obra ah, cada vez mais. E o Arruinado, pelo amor de Deus, é um livro que tem uma história muito especial para mim, não só como como pastor de igreja, mas também como como pregador, como escritor, como como alguém que veio do ambiente missionário antes de ser pastor, né? Antes de eu ser pastor de igreja. Eu me tava me preparando para obra missionária. Eu fui pro seminário porque missões era o que queimava no meu coração. Meu primeiro púlpito foi uma sala de aula, né? Eu ia pra escola e tinha amigos lá na escola com um grupo de estudo bíblico. Eu nunca tinha pregado na minha vida, mas não tinha quem pregasse no grupo de estudo bíblico. E eu, como uma pessoa sem nenhum senso de autopreservação, não é? E vários anos depois ainda não adquiriu bastante. Orem por mim. Ah, eu disse: "Cara, depois eu prego". Eu nunca tinha pregado na minha vida, mas eu me ofereci para pregar pro pessoal da escola lá, não é? Ah, talvez se explique alguma coisa sobre o meu caráter, talvez orem por mim, certo? Mas aí fui tentar pregar sem nunca ter pregado e comecei esse processo de levar da mensagem de Deus para as pessoas, não num num púlpito de uma igreja, não com treinamento formal, mas como um adolescente de 16 anos numa sala de aula querendo levar de Cristo para quem estava à minha volta. E quando eu fui pro seminário, quando eu larguei a faculdade de contabilidade na Federal do Ceará para começar o seminário com 19 anos, eu fui porque eu queria me preparar mais para essa obra missionária. Eu queria poder pregar melhor, ensinar melhor, não é? Quando eu cheguei no seminário, eu comecei a me apaixonar por teologia, mais do que por missões, certo sentido. Comecei a gostar muito desse mundo da exagese, do grego, do hebraico, que coisa maravilhosa, não é? Mas sempre com esse espírito e essa e essa vontade de ver o evangelho ser transmitido publicamente, né? E eu acho que muito do que eu comecei a fazer posteriormente em termos de pregação e trabalho na internet e YouTube, veio da confluência meio que dessas coisas assim, de querer discutir teologia, mas de não querer discutir teologia paraa academia, querer discutir teologia nem tanto paraa igreja no primeiro momento, mas queria discutir teologia numa numa esfera pública, numa numa arena popular de de conversa, de interesse e e ver essas pessoas ouvindo, né? Eu fui muito impactado pelo sermão do monte nesse sentido de o sermão do monte é um discurso aos discípulos diante de uma multidão. Se você reparar, então tem uma multidão e ele sobe numa montanha que é o melhor lugar para pregar. Há uma multidão porque não tinha microfone naquele tempo, então o som tinha que se espalhar pelo vento. E aí o texto diz que ele fala aos discípulos. Aí você pensa: "Aos discípulos é 12". Você junta numa casa, você resolve. Mas ele sobe no monte para pregar para 12, algo que ele queria que os milhares ouvissem, não é? E é meio que o que eu comecei a entender que a internet era, eu faço vídeos pro YouTube e eu boto sermões e eu prego alguma coisa e eu tô eu tô falando aos crentes no primeiro momento. Tô falando pros discípulos, para aqueles que compartilham da minha fé. Mas eu sei que tem uma multidão ouvindo. Eu sei que tem uma galera lá que pode chegar lá, um ateu que vai ver o vídeo e vai depois me esculhambar no vídeo dele, no react dele. Eu sei que vai ter gente de outras religiões, vai ter gente que vai me denunciar pro Ministério Público, né? Mas eu tô com desabafar já, foi mal, desculpa aí. Ah, e quando eu comecei a expor Jonas na igreja, eu tentei expor Jonas nesse mesmo espírito. Eu comecei a ficar interessado em como o livro de Jonas era um livro muito profundo para ficar condenado a cinco sermões, não é? Porque o livro de Jonas é, pô, são quatro capítulos, parece um presente de Deus, né? Você faz um mês, quatro dominguinho, resolveu, né? Quando muito, pastor corajoso, prega em cinco, né? né? Quando ele se perde ali em um capítulo mais longo e eu disse: "Cara, Jonas é um livro muito profundo. Jonas é um livro com muito conteúdo, com muita verdade, ele merece mais atenção." E eu comecei a pensar, eu vou fazer uma série de 25 sermões em Jonas, sem encher linguiça, né? Porque encher linguiça é muito fácil. Mas eu queria ver a profundidade do que esse livro tinha para dar e tentar motivar a minha comunidade, a obra missionária, a todo aquilo que tudo aquilo que era revelado no livro de Jonas. Ah, e depois eu fui para Naum também como um livro que fala da geração seguinte da cidade de Nínive, não é? Hã, eu queria falar de Jonas e de Naum para mostrar a história dessa cidade com mais cuidado, com tempo, com paciência para tentar ver o que aquele texto dizia, porque é um texto muito poético. O livro de Jonas, ele passa por um por um cenário interessante e aí eu vou conectar com o que eu falei agora no começo, que parece que eu fiz uma ruptura do nada. O livro de Jonas, ele incentivou e motivou muita, muita obra literária, muita arte, muito quadro, sabe? Se pensa muito sobre essa ideia do homem que foi engolido pela baleia, né? que nem era uma baleira, um verde de peixe, mas aí você lê no livro, você pega. Então eu pensei, eu tô pregando um sermão aos discípulos, mas o mundo tem ouvido sobre Jonas há muito tempo. É, faz parte do imaginário cultural e muitas obras você pensa em Pinóquio, né? Você tem o Pinóquio sendo engolido lá pelo pelo grande peixe, né? Conversando com Atum lá dentro, encontrando o Gepito. Você pensa em Mob Dick. Mob Dick tem um capítulo inteiro que é um sermão no livro de Jonas. E é um sermão bom. O mais doido é isso. É um sermão bom, excelente, melhor que muito sermão de crente que eu vi por aí já em Jonas. Você tem no capítulo 9 lá o pastor Maple pregando sobre Jonas. As traduções em português traduzem como padre Maple, tá errado. É pastor Maple, tá? Ele é um ele é um reverendo e várias obras de arte foram foram sendo esperadas. A cultura secular foi de alguma forma tocada pelo livro de Jonas. Então, quando eu comecei a expor Jonas na igreja, eu pensei: "Eu quero pregar Jonas pra minha igreja e motivar a minha comunidade a entender como a gente pode ir para além do nosso próprio círculo para alcançar algo lá fora". Mas eu queria poder dialogar com aquilo que o mundo tem visto e lido e interpretado acerca desse livro. Então, o o Arruinado, pelo amor de Deus, eu já fiz outros outros livros baseados em sermões e ele não segue parte da estrutura tradicional do que geralmente eu faço com sermões. Ele tem muito diálogo literário, ele discute muito com algumas obras, ele faz muitas referências a outros momentos da literatura. Por isso que o pessoal da mundo cristão quando escreveu aqui: "Meu óculos tá horrível aqui, me perdoem". Mas eles falam aqui atrás assim, ó. Arruinados pelo amor de Deus. Achei tão bonito. Foi tu que escreveu? Foi escrever. Agrade Daniel escreveu. Agradeço Daniel. Mande um abraço, Daniel. Obrigado, Daniel. Tá assistindo aí, tenho certeza, né? Tá vendo como é uma coisa meio esquizofrênica que eu falo para um celular, entendeu? Para uma pessoa que só vai ver depois que foi editado e for pro. Eu tô tomar remédio por isso, né? Arruinado, pelo amor de Deus, entrelaça arte e fé, revelando a conexão profunda entre a experiência estética e a busca por transcendência. Consigo nem acreditar que é sobre meu livro isso aqui. Tão bonito, né? Coisa linda. Tomando como ponto de partida uma visita ao museu do Luvre. Hum, né? Que chique. E a fascinante escultura do torço masculino de Mileto, que é o que tá aqui na na capa. Iago Martins, que sou eu, reflete sobre o poder da ruína que, mesmo em sua incompletude inspira transformação e nos convida a reconsiderar a vida. E aí, arruinado, pelo amor de Deus, é mais com a leitura, é alimento para a alma sedenta de transformação. D vontade de comprar meu próprio livro, né? Muito bonito. A Mundo Cristão fez um trabalho muito incrível aqui. O livro eu fiz os sermões na igreja. O livro tem 25 capítulos, né? Cada um desses capítulos foi um sermão que eu preguei na Manaim. E eu preparei os textos, né, já pensando na publicação, já organizei isso. O que você vai encontrar aqui na simplesmente transcrição de sermão, assim, ó, o sermão foi transcrito, eu posso ouvir no YouTube, tá tudo lá no YouTube, é mais fácil, né? Mas eles foram trabalhados, organizados necessariamente, o texto foi totalmente reescrito. Então, se você tentar ler o livro ouvindo o sermão, vai tá bem diferente a estrutura do que tá escrito, porque eu acho que isso é respeitoso com o leitor, né? O leitor às vezes tem muito livro que é transcrição de sermão, que é basicamente se eu ouvir no Spotify da mesma coisa, não é? E aqui não, aqui tá um trabalho literário muito bem feito, muito bem trabalhado pela própria mundo cristão. Ah, eu também intervi bastante nesse processo. A muitas das referências que a gente comentou aqui. O livro ficou bonito. Eu acho que isso é uma coisa que eu que eu sou muito grato em trabalhar com a Mundo Cristão e tá cada vez mais publicando pelo Mundo Cristão, porque é uma editora que ao respeitar o leitor, respeita o autor, não é? Então, ao entender que o o leitor merece o melhor livro que ele puder receber, o autor acaba sendo respeitado nesse processo, porque poxa, o meu material literário tá sendo bem trabalhado, tá sendo tratado com muito respeito. Isso me deixa muito feliz porque pós pandemia, o mercado literário teve aumento de preços muito grandes, muito grande, né? E pós 2020 os preços nunca retraíram mais, não é? E eu digo isso porque eu sou dono de um pequeno editor. Eu publico coisas também de outros autores e os preços de tudo subiu e assim, esse livro não tá barato, tá? Não acho, desculpa aí, pessoal das vendas aí. Foi mal, foi mal, foi mal, foi mal. Ah, pô, o livro não está barato, certo? Mas nenhum livro tá mais. É o novo normal, né? Triste. O novo normal. Os livros ficaram muito mais caros. Os livros de forma geral, não só o meu, tá? O meu tá dentro da média do mercado agora, mas os livros ficaram caros. E para mim, eu fico muito triste como autor e como leitor compulsivo, né? Eu escrevo e leio compulsivamente. É caro para mim para ler, é caro para quem vai me ler. O que o que traz pra gente como autor um senso de responsabilidade muito grande. O cara que vai comprar um livro meu, pô, o cara pegou uma grana que pode ser relevante para ele para comprar o material literário. Então eu não tenho o direito de desrespeitar o meu leitor. Se ele vem jogando lá uma transcrição pro sermão, tá aqui, deixa a editora fazer alguma coisa e fica por isso mesmo, né? Por isso que eu gosto muito de trabalhar com o mundo cristão, porque eu acho que é coerente esse cuidado, esse zelo com o texto, com o que tá escrito, da gente pensar 15 vezes se aquela fonte precisa estar ali ou não, se aquela citação precisa dela ou não. Geralmente o Daniel vai dizer que não, vou dizer que sim, a gente chega nessa nesse embate meia hora. Daniel adora cortar coisa dos meus textos. Eu discordo muito que eu sou um autorciumento, mas aí sempre fica melhor. Aí o que é que eu posso fazer, né? O homem tem razão. Para poder chegar até vocês o melhor material, certo? Então, se você não entende porque tem uma escultura de homelar na capa, o que é que tem a ver com Jonas, o que que tem a ver com Naum, né? Você na introdução você vai saber. Alguém na fila já leu o primeiro capítulo, introdução, já tá sabendo já, né? Tem leitores rápidos aqui, Vorazes. Eu espero que esse livro possa abençoar vocês. É um livro sobre o amor de Deus, é um livro sobre juízo, é um livro sobre graça, um livro sobre restauração, é um livro sobre condenação, mas eu acho que é um livro que acima de tudo consegue trazer encorajamento a uma igreja que precisa aprender a olhar para fora e que precisa de um Deus que possa se manifestar na vida da igreja para empurrá-la para além dela própria, né? Espero que o livro seja uma bção na vida de vocês, tá bom? Tradicionalmente todo lançamento, eu gosto de interagir com o pessoal porque vocês me ouvem e eu não vos ouço, né? Vocês deixam só comentários lá que eu leio no máximo, né? Lá no YouTube. Então eu queria poder responder umas três, quatro perguntas aí. Se alguém tiver alguma coisa para dizer, de preferência, mais ou menos dentro da temática assim do do livro, missão, sei lá, pregação. Às vezes eu tava no lançamento do fogo no parquinho, que é um livro meu sobre namoro. Aí perguntaram: "É isso, o que é que você pensa de prédestinação e tal?" Eu digo, "Rapaz, vamos deixar para pro outro lançamento, né?" Então, mas bem que tem alguma coisa de pritação aqui também, mas a gente conversa depois, não é? O meu nome é César. Prazer, César. Eu sou pastor Batista. Legal. Batista de Vila Morais. Eu queria fazer uma pergunta. Você tem aquele livro você não precisa de chamado? Meu primeiro livro, você não precisa de chamado missionário. E o chamado a que que Jonas recebeu aqui, você acha que de alguma forma esses dois lipas eh dialogam de alguma forma? Legal. Estão chamar? É, eu não dialogo tanto com esse aspecto de da grande comissão, né? A fés do você não precisa chamado missionário é que uma vez que nós temos um mandamento missionário para toda a igreja, você não tem que esperar nada para poder pregar o evangelho. Assim, todos nós já temos um mandamento. Você não tem que ter um chamado para ser generoso. Você não tem que ter um chamado para amar sua mulher. Você não tem que ser um chamado para, sei lá, só fazer sexo dentro do casamento ou para não dar o murro na cara de alguém na rua, sei lá. Você não preciso porque nós já temos o mandamento de Deus estabelecendo nossa ética. a pregação do evangelho, o evangelismo, o discipulado, isso já é um mandamento. Então, o que é que a gente espera para poder levar esse esse evangelho? Claro, existe um tipo de chamamento especial que é ministerial, que é quando Deus aparece, não, você vai se entregar a uma obra por tempo integral, mas até essa obra de tempo integral geralmente é confirmada pela ação da igreja, observando alguém que já obedece a esse chamado de alguma forma. Ninguém fica dormindo na rede, né, cantando quero trabalhar para meu Senhor, né? E e um dia a igreja diz: "Olha, o missionário". Isso não acontece. É quando você assume que já existe um mandamento, você já se envolve com cobra missionária, que aí você vai. O caso de Jonas é um pouco particular porque ele tá em um outro momento na na história da revelação em que ele é um profeta. E eu falo sobre isso no primeiro capítulo sobre quem é Jonas. Ele é um profeta da região de Gatefer, filho de Amitai, que era um outro profeta. E tá debaixo de um reinado ímpio em Judá no norte. E a gente entende que tradicionalmente reis ruins, Deus traz desgraça sobre Israel. Deus reis bons, Deus prospera Israel. Jonas é um profeta que segundo primeira Reis profetiza o crescimento do reino de Israel debaixo de um rei idólatra, o que é muito contraproducente com a própria história do livro dos dos juízes, né, e dos reis posteriormente ali. Então a gente a gente tem um um Jonas que é um profeta que gosta muito da sua terra, que tá ligado à expansão da sua terra, apesar da idolatria. Ele não tem registro dele condenando a idolatria, tem registro dele a terra vai crescer, vamos para longe e tal. Então Jonas é um cara que recebe uma visão particular de Deus. Então ele recebe o chamado missionário. Ele recebe uma visão particular de Deus. Deus fala diretamente com ele e Deus traz uma ordem para ele. Levanta-te, sai da tua terra e passa, né, pro lado de de Nínive. O texto hebraico é muito engraçado porque diz Jonas se levanta, né? Deus diz levanta. Aí diz Jonas levanta e vai se embora, né? Vai foge, vai se embora. Né? É engraçado que essa ideia dele dele se levantando é um tempo que aparece várias vezes, né? Eu acho que no segundo ou no terceiro capítulo eu falo que o o capitão do barco encontra Jonas dormindo no porão e diz: "Levanta". A mesma expressão hebraica que é usada das duas vezes anteriores ah no começo. Então parece que Deus tá falando com Jonas por meio do capitão do barco. Cara levanta. né? E ora, ora a Deus, né? E Jonas não ora a Deus. Jonas pede para morrer, né? Ele prefere morrer que orar. Então ele prefere prefere ser jogado no mar do que se resolver com Deus, né? Então isso é um dos dos capítulos do começo do livro. Então ah, a gente tem um um Jonas que recebe esse mandamento de Deus, como a gente recebe talvez na grande comissão de forma geral, né? Não é um mandamento específico para mim como pessoa, mas é um mandamento geral pra igreja. E a gente às vezes faz igual o Jonas. E aí é o que eu estabeleç lá no meu primeiro livro, né? de que a gente ao invés de obedecer o mandamento de levar o evangelho, a gente vai para as nossas variadas fugas que se estabelecem no nosso coração, no nosso interior, na nossa vida com Deus ou o quer que seja, né? É uma boa, uma boa correlação. Muito obrigado, Jonatas. Jonatas, prazer tê-lo aqui, Jonatas. Prazer a Ah, você falou, né? Você tava comigo no Maquense, né? Você comigo lá. Desse amor de Ciro pela sua terra, tal. E parece que por uns tempo que eu te acompanho, né, e tal, e é muito legal ver alguém que não tem tanto amor por essa terra evangelical nossa. Eh, e muitas vezes eu vi você em debates com pessoas que talvez muitos de nós cries não gostamos tanto, mas é sempre percebendo esse essa esse teu amor ali por aquela pessoa, como com o Orandinho lá no no serviço a com Joel, né? E teve um momento aonde você vai olhar aquilo amor de Deus e aí você decidiu e ir ou tipo algo natural no seu ministério mais. Que legal. Houve um momento que eu fui arruinado pelo amor de Deus. Certamente, não é? Foi quando ele ele me encontrou no meu pecado, na minha nas minhas próprias ruínas, não é? E ele ele venceu a rebelião do meu coração para que eu encontrar salvação e vida nele, né? Eu acho que é muito doido assim, porque eu acho que são coisas que Deus faz. No momento em que eu encontrei Jesus, eu entendi que eu tinha que falar de Jesus para as outras pessoas. Então, como e talvez por isso eu comecei a pregar o evangelho na escola e coisas assim, né? Ah, mas esse cenário de estar com pessoas diferentes, de est indo em certos ambientes públicos para acentar com pessoas que às vezes meio esquisitas, com gente que tem uma visão bem diferente, que vai falar coisas horríveis sobre Deus às vezes na minha frente, né? Eu eu não sei bem e eu não sei se isso é natural da minha personalidade, mas isso é o tipo de coisa que eu consegui desenvolver com o tempo por meio do trabalho evangelístico. Então assim, antes de eu estar no YouTube, eu tava nas universidades pregando, não é? Então para mim era muito natural estar num num pátio com gente fumando maconha na minha frente, eu sentado lá e batendo papo e falando de Jesus e o cara me dizendo que o evangelho era uma coisa que oprimia as mulheres e que trouxe o racismo e o capitalismo e que Deus não existia e tentando me convencer que existia sereia. Não é real esse joho. Ah, o cara não acreditava em Jesus, mas acreditava em sereia, né? E dizendo que eu ti, sabe, eu tô, eu, eu cresci no meu processo de evangelismo nesse contexto, pregando em escolas. E sabe, em escola o pessoal não te respeita muito. Em universidade ninguém te respeita muito. A gente que é adulto, né, a gente geralmente tem aquela aquela formalidade ali, eu não, obrigado e tal, e você vai embora, você odeia o cara internamente, fala mal pelas costas, né? E quando fala mal pelas costas, tudo bem que ainda tem o a vergonha de falar mal na sua frente, né? Mas quando você é adolescente ou um no começo da vida universitária, essa vergonha não existe. Então o cara vai te ostracizar muito explicitamente. Então eu ouvia coisas horríveis sobre mim e sobre Deus quando eu evangelizava em faculdades, né, nas universidades. Ah, ainda mais quando eu eu eu estudava no perto do centro de humanidades da Federal do Ceará. Então, cara, era, você pode imaginar, né, ser de humanidades da Universidade Federal. Ah, então para mim era muito natural isso de de sentar para ouvir, para conversar com pessoas que pensavam em coisas completamente diferentes. Então, quando eu comecei a ter um espaço na internet, depois na grande mídia, para sentar com com pessoas que pensam diferente de mim para poder colocar as minhas ideias, para mim era muito natural. Ou porque assim, para mim, eu olho pra história do cristianismo, a gente estava sendo enfiado em em buraco, enterrado vivo, queimado. Ah, o pessoal tava, sei lá, indo. Hoje o pessoal aluga estádio para cantar música gospel, né, né? A gente nasceu com o pessoal lugando no estádio pr matar a gente no picadeiro, né? E o entretenimento do da sociedade romana era ver a gente ser engolido por por leão e pisoteado por vaca, né? E aí eu vou para um podcast com ar condicionado, comendo jujuba, aí o cara tá falando alguma bobagem. É, é fácil demais nesse sentido, entendeu? Eu aí eu vou tratar o cara mal também, eu quero alcançar o cara. Eu era esse cara, eu não criei em Deus também. Eu me converti muito jovem, mas eu pensava absurdo sobre Deus. Se eu quero alcançar o cara, se eu quero amar o cara, se o cara tá condenado, o cara tá condenado, entendeu? Ele tá condenado, ele vai um dia encontrar a Deus em um estado de condenação e rebelião. Como é que eu vou ter raiva desse cara? Pô, eu eu quero, pelo amor de Deus, eu quero arrastar ele pelo pé para salvação. Então, tenho que olhar para ele com uma imagem de Deus, uma pessoa que Deus ama. É isso que faltou em Jonas. Ah, esse espírito cristão de poder olhar para fora de si. Quando Deus manda Jonas para pregar o evangelho pro Ginivitas, Deus tá mandando Jonas para pregar o evangelho pro principal inimigo militar de Israel. E era uma galera conhecida por crime de guerra. Naquele tempo não existia esse conceito, mas eles eram terroristas basicamente de assassinato, de violência. Existem existiam murais em Nínive que celebravam a violência do do exército. Eu dou eu coloco algumas fontes no livro que mostra o que é que o que é que era dito sobre os imperadores de de Nínif. Eles se vangoreavam de tirar a pele de pessoas ainda vivas, de das decaptações, do que eles faziam com crianças. Inclusive era um pou era ramais, sabe? Os assíros eram ramais do tempo antigo. Era galera terrorista, terrível. E aí Deus chega para aquele judeu e diz: "Você vai pregar pros terroristas. Você vai no meio do do campo do inimigo e você vai trazer uma mensagem de condenação." O problema da mensagem de condenação de Jonas é que Jonas sabia que levar a mensagem de condenação tinha o sentido implícito de que havia uma possibilidade de se arrepender daquela condenação. Então Jonas não queria. Muita gente diz: "Ah, Jonas não foi lá porque tinha medo de morrer, sei lá". Não, Jonas não foi lá porque ele tinha medo de ver os inimigos serem perdoados. Então, o Jonas quer fugir. E o que é que isso sabe? Fala sobre nós muitas vezes, né? Porque nós temos muitos inimigos culturais, né? No Brasil é tudo mais fácil, mas aí tem vai quais são os inimigos aí da do estereótipo da cultura evangélica? São a feminista, são os esquerdistas, são o pessoal do do da política A, da política B, movimento político esse ou aquele, não é? E aí, e se Deus quer que a gente vá até eles e ouça e ame e entre dentro do ambiente que eles estão e e possa ter esse relacionamento humano para tentar trazer algo diferente sobre Deus pra vida deles, né? Às vezes a gente não tá disposto, às vezes a gente vai ser ostracizado e às vezes a gente vai sofrer o custo de ter esses relacionamentos. Porque, pô, quando eu sento nesses lugares, esse Iago é claramente o comunista, né? Esse é claramente uma pessoa. Como é que ele senta com o cara que tá falando mal de Deus e ele não dá o murro na cara dele, né? Sei lá, daí não dá uma lacrada no cara, né, cara? Mas a gente acha que o evangelho é isso, né? A gente quer defender Jesus mais do que a gente quer alcançar o coração do cara que é inimigo de Jesus, não é? Eu quero defender Jesus trazendo esse cara pra fé e não tendo que ficar com raiva porque ele falou coisa mal de Deus, entendeu? Então sei lá, se eu tô lá no no Flow podcast, o Monark tá fumando maconha e dizendo que eu preciso usar LSD para encontrar Deus, sei lá, eu não vou ficar bravo, eu vou ficar com dó e vou tentar levar esse evangelho pro cara, porque eu sei que essa ruína também era minha, né? E a gente quer tirar dele. Douglas, prazer, Douglas. É, só para complementar, Jonas ficou até bravo é pessoal se converte, Jonas fica com raiva. Com raiva, meio contrainttuitivo, né? Mas será que é realmente tão contrainttuitivo assim? Porque não tem, a gente não tem a cultura secular dizendo esse povo mata, rouba, faz tudo de ruim, aí vai se converte e vai pro céu. É assim, né? A gente escuta muito isso ainda. Aquela ideia dos últimos serão os primeiros. Como assim, Deus? Mas eu achei que ia chegar primeiro que enfim, né? a gente ia ter que sentar no jantar e discutir bastante sobre isso. Mas a a pergunta é mais simples, é como o livro se conecta com não crentes, com desviados, com novos na fé, com antigos na fé que já estão, né, de de alguma maneira se cansando e como é que o livro se conecta. Legal. Para pessoas mais antigas na fé, vou tentar pegar de trás paraa frente assim. Para pessoas mais antigas na fé, o livro ele certamente serve como como a ajuda para vencer algumas alguns cansaços que se acumulam através dessa dessa experiência de ruptura social que se estabelece hoje em dia, no sentido de às vezes o cara tá muito cansado de ver pessoas falando mal do evangelho e o cara já pregou para muita gente que não ouviu, viu gente se desviar, a esperança às vezes vai indo embora e a pessoa já tá cansada dessa conversa toda. O livro de Jonas é um livro para nos ajudar a continuar olhando para fora e de que isso faz parte do que é ser cristão. é continuar olhando para fora, é continuar olhando pro outro para alcançar o outro e não se satisfazer só com o crescimento do nosso próprio ambiente, né? Para aqueles que às vezes estão desigrejados até, às vezes cansados da própria comunidade de igreja, ajuda a estabelecer uma visão um pouco mais madura do que o relacionamento com Deus e de que Deus pode trazer restaurações para almas e para espíritos que já estão muito cansados e muito ruídos, né? Uma das epígrafes do livro é uma citação de uma banda portuguesa chamada Os lacraus, que canta faço das ruínas recreio, né? Portugal é um país com muita ruína, tem muita muita coisa que era do tempo do império que hoje não funciona mais, mas que tá ali, não foi totalmente derrubado, tem uma ruínazinha ali. E no fim das contas, a gente tem um Portugal que vive de uma glória do passado, né, que que tenta fazer dessas ruínas alguma coisa para si ainda. Hoje Nínive é uma ruína ali na no norte do Iraque. Foi destruída por causa de muitas das guerras no Iraque, né, mais modernamente. Você só tem ruína de Nínive. Quando a gente vai lendo o livro de Jonas, a gente vê uma Nínive que seria arruinada, mas que Deus retém essa ira que cairia sobre sobre Nínive, que é arrependimento. Então, com aqueles que às vezes estão cansados da vida da fé, querendo sair da igreja, existe um caminho de restauração, né? Deus ainda pode fazer das ruínas recreio, né? Deus Deus ainda pode mudar esse isso que tá arruinado dentro de nós para que a gente possa voltar a uma vida nova, de fé, mais genuína, mais revigorada, não é? Ah, pra gente nova na fé é é muito legal porque ajuda a já fazer você iniciar no caminho da fé com a perspectiva correta do que a fé é. Não acúmulo de coisas para para dentro, não essa construção de si em torno de um projeto pessoal, mas é um estabelecimento de algo que está que vai para além da da própria dos próprios sentimentos, né, da da própria busca de uma elevação espiritual que é minha, né, e não pro outro. Tem um livro que eu gosto muito da chamada Vida A vida Centrada no Evangelho, eu acho, em que ele vai dizer que quando o evangelho começa a trabalhar em alguém, ele nunca termina esse trabalho nesse alguém. Ele sempre termina o trabalho para além desse alguém. Então o evangelho começa a trabalhar em você para trabalhar em você, por meio de você, para além de você, não é? Eu acho que o livro de Jonas nos ajuda a ter essa perspectiva. Ah, mas tem uma coisa mais. Eu acho que o livro de Jonas também nos ajuda a conseguir viver um evangelho mais, como eu diria, um evangelho que leve a sério, que leve a sério, que significa arrependimento, significa fé, significa vida com Deus. Porque em um tempo que o evangelho às vezes é só um fenômeno cultural que a gente adiciona nas nossas rotinas, em que a gente, ah, meu pai era crente, então vou pra igreja, né? Tem tem uns amigos aqui da igreja e tal. Quando a gente entende que o evangelho cobra de nós um tipo de entrega total, né, daquilo que nós somos de e do que somos, do que temos no altar, né, da vida com Deus, a gente consegue ter uma percepção mais mais profunda do que esse relacionamento com Cristo. Até porque Jonas ele aparece como esse esse paradigma da pessoa de Cristo, né? Jesus, o único profeta do Antigo Testamento com o qual Jesus se comparou foi Jonas. Então, compararam Jesus com profetas. Ah, Mateus 16, né? Ele é Elias, ele é João Batista, ele é um dos profetas, ele negou tudo isso, mas ele fala: "Minha morte ressurreição é o sinal de Jonas para vocês, né?" Então ele se compara com Jonas, o que é interessante porque região de Gate Efer ficava perto de Nazaré, que é a região que onde Jonas era. Então Jonas era um profeta galileu. Então quando os fariseus perguntam para Jesus, falam sobre Jesus, por acaso houve profeta vindo vindo da Galileia? E a resposta, a pergunta retórica seria: "Não, pô, houve, houve Jonas. Jonas era Galileu, ele era um profeta da religião de Gate Fé, que era uma religião Galileia. Só que os judeus ignoram Jonas nesse processo, porque Jonas foi o profeta que que cujo livro fala contra os judeus e contra parte do espírito de Israel de ter uma religião voltada para si, não pro outro. Deus colocou Israel para ser luz para as nações. E eles queriam só expandir o seu reino mesmo debaixo de idolatria. Não é o que nós somos tantas vezes, né, no nosso nos nossos projetos de poder religioso, né, quando a gente quer expandir o evangelho e a cultura cristã e tal. E e a gente deveria estar expandindo o amor de Cristo e o sacrifício. Pensa politicamente, tem um capítulo sobre a salvação do governante, né, no livro em que eu falo sobre essa questão de como é que a gente imagina que uma como é que uma nação fundada na na maldade, na violência, vai ser consertada, não é? Jonas não veio com mensagem política, ele não tinha um projeto sociedade cristã. Cadê meus amigos estavam no Maenze? Ele não apresentou cosmovisão cristã para Nínive, entendeu? Ele apresentou o evangelho, o poder da salvação e da transformação. E quando o rei se converte, é que você tem uma mudança na cultura ali. Aí o decreto dizendo: "Não, não matem mais ninguém, pelo amor de Deus". Então a gente consegue ter esse evangelho mais pungente no modo como a gente interpreta até a mudança do mundo à nossa volta. Então acho que é um livro é um livro muito poderoso, muito grande, muito cheio de de conteúdo pra gente resolver ele em quatro sermões, né? L25 pra gente conseguir entender bem esse material. É, então eu posso entender que ele vai de contra o uma série de tendências culturais que a gente tem hoje em dia, né? Bom, boa noite, sou André. Oi, André, bem-vindo. É, bom, a minha dúvida é pelo que deu a entender até agora, é sempre um convite a olhar para fora, a olhar pro povo. Então, você considera esse livro uma uma teologia pública para fora dele. Legal. O livro foi ele foi meio que montado para poder ser entendido por descrentes também e que os descrentes possam receber alguma coisa desse material. E a parte do diálogo literário vem dessa dessa ideia também, como uma coisa que possa ser atrativa ao descrente. Claro que atrativa assim, eu não tô escrevendo um livro da água de chuchu que não tem conteúdo de evangelho ali. Ah, é um material que eu quero que o descrente entenda. Eu quero que ele se sinta motivado por alguns gatilhos culturais que são apresentados ali, algumas discussões e coisas do tipo, mas é um material claramente evangélico e pastoral, né? Ah, que tá aplicando a Bíblia pra vida de quem quer encontrar Jesus. Então, em certo sentido, é um material de pastoreio público, é um material teológico, um material que tem que falar para para uma sociedade também, mas que tá pregando claramente aquilo que é o conteúdo central do evangelho, né? Ah, e tentando aplicar isso as as variados variados temas que se estabelecem ali ao longo do livro de de Jonas, né? O legal é que o livro de Jonas ele tem tem ele passeia por muitos assuntos, né? Deixa eu l eu acho que eu não fiz isso, eu vou fazer, eu eu pensei, será que eu leio a introdução? Vou ler, não, que é grande, certo? Você lê na sua casa, mas vou ler o sumário, se você me permitir, que ao menos eu dou para vocês aqui o um panorama do material. Ah, o livro é dividido em seis partes. Primeira parte se chama Missão que arruína o profeta, não é? O capítulo um chama Quanto Deus, quando Deus sente nosso cheiro, profetas precisam se levantar. Que eu falo sobre lixo. O dois se chama Deus está na violência. Ah, eu lido com os versículos um a quatro aqui de Jonas na parte um. O ato dois, né, que dividido em atos se chama navio ruindo no mar. Capítulo três se chama seja feita a vontade de cima, mas preferia ter morte seca. Uma citação de Shakespeare. Quatro se chama Por seis vezes foi melhor ser pagão. O quinto se chama Prefiro Morrer a me arrepender. E o seis se chama Conversões e sete estágios. Aqui a gente tá até o versículo 16 de Jonas. Aí o ato três se chama Afundando nas ruínas da alma. E aí foi parte da pergunta, né? É um livro sobre olhar para fora, olhar para fora, mas também tem muito sobre olhar para dentro, né? Essa nossa falta de olhar para fora. Então o capítulo sete chama um altar na terceira margem do rio. Quem conhece Guimarães Rosa já pegou a referência aí, ou seja, ninguém, né? Mas isso vai conhecer agora quando ler o livro. Oito. Um salmo no estômago do inferno, parte um, conversando no leito de morte. Capítulo 9. Um salmo no estômago do inferno, parte dois. Deixai toda esperança. Voz que entrais. Isso é Dante, Divina Comédia. 10. Como nasce o missionário? Aí chegamos no capítulo 3 de Jonas agora. Aí o ato quatro se chama restauração dos arruinados. Capítulo 11 é: Antes que Deus nos encontre. 12 salvação do governante. 13. O que faz Deus mudar de ideia. Aí o capítulo, o ato quinto se chama encarando a própria ruína. Capítulo 14, Jacira. Cadê a Jacira? Capítulo 14 se chama A ira do Racista. Quem não conhece Jacira é uma autora, tá aqui me prestigiando. Obrigado, Jacira, pela sua presença. Escreveu um, qual o nome do seu livro, Jacira? O estigma da cor, né? Publicado pela Thomas Nelson. Não é isso? Isso. Material muito bom sobre racismo. Vale muito a pena conferir. Ah, capítulo 15, chama o Deus da terceira chances. Capítulo 16, baixo barulho ao alto ruo. É um verso de Fernando Pessoa. E 17, a improvável misericórdia de Deus. E aí aqui a gente encerrou Jonas. Aí vai pro ato se sobreir novamente que aí é só ir na um. A morte de Sócrates. É o 18. 19. É Deus está pacientemente afiando sua espada. Um título interessante. 20. Angústia sem refúgio. 21 Cristofobia. Mas só por enquanto. 22. Restaura a nossa glória. 23. Quando Lisboa tremeu. 24. Leão e a prostituta. E o melhor título de capítulo de todos, que é o 25. Enquanto Deus despedaça os filhos, os santos aplaudem a destruição. Não é que é basicamente o fim de Naum. E aí, nota os agradecimentos sobre o autor. Ah, e esse é o é o é o material. Eu espero muito que possa abençoar a vida de vocês, que possa ser um livro que que os inspire para alguma coisa além daquilo que já é o que vocês estão acostumados. Porque toda leitura tem esses propósitos, ser transformadora de alguma forma, que ao menos os mova para algo diferente ou les aproxime de alguma forma da pessoa de Jesus. Tá bom? Muito obrigado por estarem aqui. Eu me sinto muito honrado sempre porque eu o carinho que vocês geralmente me trazem como autor tá para muito além de qualquer mérito que eu possa, na minha própria leitura, na minha própria letra, na minha própria escrita. Então eu me sinto recebedor de uma de uma bênção que eu não mereço. Então para para mim vocês são parte da manifestação da graça de Deus na minha vida. Então, muito obrigado. Certo? Eu vou sentar aqui e vou assinar livro aí até até, sei lá, até vocês quando vocês quiserem, certo? e tirar foto. Qu obrigado,