O DEUS DO ANTIGO TESTAMENTO É O MESMO DO NOVO? – ANTÔNIO NETO
26/05/2025
O DEUS DO ANTIGO TESTAMENTO É O MESMO DO NOVO? – ANTÔNIO NETO
Muitas pessoas têm a impressão de que a Bíblia apresenta o Deus de Israel como diferente do Deus Pai revelado por Jesus Cristo. Neste vídeo, Antonio Neto mostra como o Novo Testamento esclarece o Antigo, revelando a continuidade entre ambos.
Adquira o livro: https://bit.ly/3Oba080
#ProfeciaMessiânica #EstudoBíblico #jesuscristo #podcast #edicoesvidanova
_______________________________________________________________________________
EDIÇÕES VIDA NOVA
Edições Vida Nova: https://www.vidanova.com.br/
Versão Bíblica Almeida Século 21: https://bibliaalmeida21.com.br/
Teologia Brasileira: http://www.teologiabrasileira.com.br/
Cruciforme: https://cruciforme.com.br/
Instagram: https://instagram.com/edicoesvidanova/
Facebook: https://www.facebook.com/vidanovaedicoes/
Twitter: https://twitter.com/edicoesvidanova
Telegram: https://t.me/edicoesvidanova
Fonte: Edições Vida Nova
Legendas automáticas:
[Música] Isso é muito interessante, né? Você ver como ali no capítulo que descreve a queda do homem, como o homem está sendo separado de Deus e da vida eterna por causa do seu pecado, ou seja, de forma justa. Mas ao mesmo tempo Deus já demonstra a graça de prometer uma salvação que o homem não poderia conquistar por si mesmo. Isso é sempre algo que que me chama muito atenção, porque algumas pessoas têm aquela compreensão equivocada de que, ah, o Deus do Antigo Testamento é um Deus, o do Novo é outro, porque o Deus do Antigo é um Deus severo, que não demonstra graça. E o Deus do Novo é um Deus que é o tempo todo gracioso e que não fala de punição e justiça. Mas quando você olha pr as escrituras como um todo, você vê que o Deus das Escrituras, o Deus que existe, o Deus verdadeiro, ele é um só. Ele é imutável mesmo hoje, ontem e sempre. E ele é o Deus do antigo e do Novo, da com as mesmas características. Novo ele demonstra graça, mas também demonstra justiça e fala de condenação aos ímpios. E no antigo ele demonstra condenação e justiça, mas ele demonstra graça e já demonstra graça numa promessa messiânica sobre Jesus que viria para salvar já no momento que o homem peca ali, né? Então essa é uma profecia que realmente a gente passa tão despercebido nas primeiras leituras, mas a primeira vez que me chamaram atenção para isso, isso marcou. Isso marcou assim. Aham. É isso mesmo. É isso mesmo. Isso. Essa desconexão que muitos fazem do Deus do antigo com o Deus do Novo revela apenas uma falta de real compreensão, inclusive sobre a relação do Antigo Testamento no Novo. Especialmente diante do fato de que nas palavras de Greg Bill, né, o grande estudioso do uso do Antigo Testamento no Novo, ah, o Novo Testamento, na verdade é o Antigo Testamento explicado. Sim, né? O Antigo Testamento, revelado. Eh, eh, ele é um comentário ali do do Antigo Testamento, né? vai deixando ele mais claro. Isso. Isso. Exatamente. Então, seria um absurdo você supor que os escritores do Novo Testamento, da igreja cristã, digamos assim, eles pensam no Deus do Antigo Testamento como alguém diferente do Deus do Novo Testamento, sendo que são as Escrituras do Antigo Testamento que fornecem o fundamento para aquilo que eles falam no Novo Testamento. Então, a principal razão pela qual os apóstolos creram que Jesus era o Messias, não foi os milagres de Jesus. E é interessante isso. Se se a gente lembrar do do caso lá do rico e do Lázaro, que o rico pede, né, para que ah, para que Lázaro volte e fale para os seus irmãos que estavam na terra. E aí Abraão diz: "Olha, eles têm Moisés e os profetas". OK? Ou seja, eh, o apóstolo João, por exemplo, quando ele fala lá do que que mudou na cabeça dos apóstolos, ele diz: "Olha, depois que Jesus ressuscitou, então eles creram na palavra. Jesus mesmo diz para os seus detratores ali, olha, eh, examinem as escrituras, porque elas que testificam a meu respeito. Exato. Exato. Então, a razão principal dos apóstolos terem crido em Jesus como Messias. Ah, e aí agora eu me lembrei também da história lá do caminho de Emaús, entende? Hum. Então, quando Jesus tá caminhando com seus discípulos ali no caminho de Emaús, ele não diz assim: "Olha aqui, olha, eu ressuscitei, olha aqui, pega aqui em mim". Tudo ele diz isso depois por causa de Tomé, né? Mas o que ele faz é uma exposição das Escrituras. Sim. Então, ah, então as escrituras do Antigo Testamento, elas revelam a graça de Deus ao apontarem para a providência divina para nossa redenção. Amém. As escrituras são sobre um Deus que busca a redenção do seu povo e não um Deus que tá punindo arbitrariamente, aleatoriamente as pessoas e por aí vai, né? Sim. Sim. Não, isso é muito interessante, é algo que precisa ser enfatizado aqui, porque a gente tá falando de um livro de mais de 15 páginas a respeito do Antigo Testamento. Infelizmente nós sabemos que há cristãos que olham pro Antigo Testamento como se ele tivesse menos valor, como se, ah, não, a gente tá na nova aliança, então a gente tem que ler só o Novo Testamento. Mas você olha para o Novo Testamento e você vê, como você já citou aí, né, Neto, e a as Escrituras do Novo Testamento apontando para o antigo o tempo todo. Até um dos textos que nós mais usamos para falarmos da autoridade, inerrância, inspiração das escrituras, que tá lá em segunda Timóteo 3:16. Ele fala especialmente no primeiro momento da escritura do Antigo Testamento, que é o que realmente estava mais formado ali. Então, ainda que por tabela ele também se refira do novo, que é sim inspirada, mas ele fala principalmente do antigo. Então, a gente precisa conhecer o antigo. E aí a utilidade de um livro desse aqui que nos ajuda a entender como o Antigo Testamento fala de coisas que foram cumpridas por Cristo na nova aliança, na no Novo Testamento e que tem importância para nossa vida ainda hoje e para promessas que nós aguardamos também, né? Então isso é isso é muito interessante. E Saul, só só complementando o que você tá falando, uma das coisas que eu mais gostei nesse livro é que ele ele pode ser dividido basicamente em duas partes. E eu acho isso algo valioso, né? A primeira parte ela é uma parte muito mais metodológica. E para quem tá assistindo a gente, não se assuste, não é que é uma parte técnica, daquelas partes chatas. é uma parte onde ele vai realmente discutir as questões hermenêuticas, as questões de como lidar com os textos messiânicos, eh os diversos como interpretar isso, os diversos debates que existem, ah, como tem textos messiânicos, ah, que como são como que a literatura rabínica entendeu os textos messiânicos, isso é extremamente curios Interessante. Você vê ali os rabinos naquele período intertestamentário dos 400 anos entre Malaquias e Mateus, né? Como é que eles liam esses textos messiânicos? Que aí você começa a descobrir que muita coisa que a gente encontra no Novo Testamento é, na verdade reflexo de uma forma que já existia de entender esses textos messiânicos. E depois ali eh, da segunda parte, ele começa a fazer uma espécie de comentário de dos principais e de todos os principais mesmos, certo? textos messiânicos do Antigo Testamento. Então, eh para quem para quem quer ter uma espécie de compreensão completa, né, tanto da questão hermenêutica e metodológica, como para quem quer utilizar, por exemplo, num sermão ou num num escrito mais acadêmico, nas questões de uso do Antigo Testamento no Novo. Então essa obra aqui, ela é extremamente completa, já vista o tamanho dela, né? [Música] เ