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Makários | Aula 25 | Quando Jesus voltar, como será? | Módulo 1 | Ákilla Nascimento

Makários | Aula 25 | Quando Jesus voltar, como será? | Módulo 1 | Ákilla Nascimento

Makários | Aula 25 | Quando Jesus voltar, como será? | Módulo 1 | Ákilla Nascimento

Aula 25 | Módulo 1
Curso de Teologia Makários
Quando Jesus voltar, como será? (Teologia das Últimas Coisas)
Escatologia

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Legendas automáticas:

[Música]
Olá, muito boa noite para todo mundo.
mundo que chega aqui para mais um
encontro do nosso curso de teologia
Macários. Você é bem-vindo. Você é
bem-vinda paraa nossa aula de hoje, que
é uma aula inclusive diferente do que a
gente tinha imaginado no nosso
planejamento inicial, porque o tema de
escatologia acabou tomando um pouquinho
mais de tempo. A gente vai explicar já
já essa pequena mudança aqui no nosso
plano inicial, mas eu quero então
iniciar agradecendo todos vocês que
estão chegando aqui para o nosso
encontro. Hoje é a nossa 25ª aula, é o
nosso penúltimo encontro desse primeiro
módulo do curso de teologia Macários. O
nosso curso, como foi apresentado lá nos
primeiros encontros, tem três módulos e
a gente vai desenvolver esses três
módulos ao longo do ano de 2025. O
primeiro módulo é de teologia
sistemática, que a gente tá terminando
na próxima quinta-feira. A partir da
semana que vem, a gente já inicia o
nosso novo módulo, que é o módulo de
Bíblia. A gente vai ter um longo passeio
sobre os 66 livros da Bíblia. Mas por
conta da necessidade de concisão, a
gente vai priorizar os eh 66 livros a
partir dos seus grandes grupos eh
literários e teológicos. Então, a gente
vai tratar das características do
Pentateuco e vai falar especificamente
sobre alguns livros do Pentateuco. A
gente vai falar sobre os livros
históricos e alguns eh detalhes de um
desses livros eh ou alguns desses livros
históricos. E assim também com os livros
de sabedoria, assim também com os
profetas, assim com os evangelhos,
cartas paulinas, cartas gerais e o livro
de Apocalipse. Então isso é para já
preparar você para o fato de que na
semana que vem a gente tá começando uma
nova etapa no nosso curso Macários. Nada
muda em relação à nossa organização. A
gente vai ter nossos encontros encontros
terças e quintas. O acompanhamento do
curso vai ser pela mesma plataforma.
Vamos ter leituras complementares,
questionários, tudo como vocês que já
estão acompanhando as últimas aulas já
sabem. E quem está assistindo a nossa
aula pela primeira vez, saiba que, como
indica o número aí, tem 24 aulas antes
dessa, nesse primeiro módulo. E tudo
isso pode ser acessado pela nossa
plataforma
ensino.ibibnu.com.br. Tá bom? Isso é
para contextualizar o nosso curso como
um todo. Uma outra informação importante
sobre a aula de hoje. Inicialmente nós
tínhamos colocado duas aulas de
escatologia. A da quinta passada que eu
dei e a de hoje que seria saião que vai
dar. Já já vou falar um pouquinho também
sobre esses eventos que alguns de vocês
inclusive já comentaram aqui no chat que
é a condição de saúde de saão. Mas o que
que aconteceu com as aulas de
escatologia? Eu planejei muito, nós
planejamos muito conteúdo para a
primeira aula de escatologia. Então, a
gente acabou dividindo esse conteúdo em
duas aulas, a aula passada e a aula de
hoje. E a aula que seria hoje, que é
para tratar sobre milênio, tribulação e
o destino final dos justos e injustos
dos ímpios, a gente vai colocar para a
próxima quinta-feira, tá? E agora um
esclarecimento eh para vocês que
acompanham IBNU, provavelmente já viram
também nas redes sociais da IBNU e do
próprio Saião, que ele teve um evento de
saúde muito sério ontem, segunda-feira.
ele teve eh uma espécie de eh princípio,
na verdade, de um AVC, mas graças a Deus
ele estava em atendimento médico. No
momento em que isso estava acontecendo,
ele pode ser atendido muito rapidamente.
E isso foi importante para impedir que
consequências mais sérias viessem a
comprometer a sua saúde. Ele continua em
um estado mais delicado de saúde, está
em observação, tá no hospital, tá na
UTI, mas em condição estável. está mais
para observação, fazer exames e garantir
eh que nada mais sério tenha acontecido
e não tenha sido percebido nos primeiros
momentos. E por isso a gente tá com
muita expectativa de que vamos receber
boas notícias ainda essa semana a
respeito da plena recuperação desse
evento inicial da alta e da
estabilização do quadro de sa.
Obviamente que a gente precisa que todos
que estão conectados com a gente aqui
estejam orando pela vida do Saião, pela
sua saúde, pela sua recuperação. Tenho
certeza que assim como para mim ele tem
abençoado milhares e milhares de
pessoas, tá bom? Então, esse é o nosso
aviso inicial, os nossos avisos
iniciais. E agora a gente vai começar
aqui o nosso conteúdo da aula de hoje.
Eu vou compartilhar a tela com vocês.
Eh, vamos ver se vai dar tudo certo
aqui. Vamos
[Música]
lá.
Eh, deixa eu ver. Adicionar esta janela.
Concluído.
Legal. Vamos ver se
deu. Ah, parece que tá um pouco
instável, né? Chegou aí para vocês, mas
tá um pouco diferente do que eu
imaginei. Só um segundo que eu vou
ajustar isso pra gente também não ficar
sem o slide aqui. Peço desculpa pela
necessidade.
Ah, deixa eu ver.
Vamos
lá compartilhar a
tela. OK. Acredito que agora a gente vai
conseguir caminhar melhor. Beleza? Tudo
bem? Então, vamos lá. A nossa aula de
hoje, segunda aula de escatologia, tenta
responder essa pergunta: quando Cristo
voltar, como será? O nosso foco vai ser
falar sobre os textos bíblicos e o
ensino a respeito da segunda vinda de
Jesus. Eh, a gente também vai procurar
tratar de outros tópicos como a
ressurreição e o juízo final, mas a
gente vai dar prioridade para esse
tópico e qualquer necessidade de
complementar isso, a gente vai usar
também o tempo da próxima aula para
tratar o que for preciso, tá bom?
Ah, então seguindo aqui para o tópico da
segunda vinda, o que a gente percebe é o
seguinte. A segunda vinda está entre os
eventos mais importantes da escatologia
cósmica. O que que é escatologia
cósmica? É aquilo que a gente falou na
primeira aula, na divisão entre
escatologia individual, aquilo que
acontece com o
indivíduo logo depois da sua morte. E a
segunda parte do estudo da escatologia é
a escatologia geral ou escatologia
cósmica, que é o que acontecerá no fim
com toda a criação. E por fim, a gente
está querendo dizer esses momentos em
torno ou logo após a segunda vinda de
Jesus. As consequências da segunda vinda
são, principalmente do ponto de vista do
indivíduo, a ressurreição e o julgamento
de cada um. junto com a
certeza e o ensino que a gente tratou na
última aula, que é sobre o tópico da
morte, nós temos certeza que vamos
morrer. Nós temos certeza que isso está
determinado para todas as pessoas.
Inclusive na grande e diversidade de
posicionamentos teológicos, o que a
gente encontra é o ensino sobre a morte
e o ensino sobre a ressurreição ou
perdão, o ensino sobre a certeza da
segunda volta de Cristo está entre os
pontos de maior consenso entre os
teólogos que estão dentro da ortodoxia.
Claro que existe uma grande discussão
sobre o que é ortodoxia e a gente não
vai entrar aqui nessa discussão hoje,
mas apenas para estabelecer isso como um
ponto de partida. Existe grande consenso
entre vários eh várias correntes
teológicas de que o Novo Testamento
ensina com muita clareza que Jesus vai
voltar. E esse é o evento que marca o
início da
consumação do plano de Deus paraa
criação. O início dos últimos dias
acontece no momento em que Jesus
encarna, no momento em que Jesus vem
pela primeira vez em forma humana e
realiza o seu ministério morte e
ressurreição. Aquele é o começo do fim.
Mais o começo da consumação, o começo
dessa concretização final de Deus, de
Jesus, a respeito da história como nós
conhecemos, acontece em torno da segunda
vinda de Jesus. E muitos textos bíblicos
indicam isso pra gente, tá bom? Então, é
muito importante a gente perceber como
esse é um evento central, como isso é
uma promessa bíblica e como isso é a
base da esperança cristã. O que é que
fala o Novo Testamento a respeito disso?
A gente tem eh o texto de João
14:3, registrando as palavras do próprio
Jesus. E se eu for e lhes preparar
lugar, voltarei e os levarei para mim,
para que vocês estejam onde eu estiver.
Na nossa discussão de hoje, o ponto mais
importante para se destacar é esse
ponto, voltarei e os levarei para mim.
Então esse é um aspecto muito importante
na nossa definição do evento que é a
segunda vinda de Jesus. Então, Jesus em
João 14, Pedro em Atos capítulo 3, dos
versículos 19 ao 21 fala o seguinte:
"Naquele grande discurso, a grande
pregação de Pedro depois do
Pentecostes. Arrependam-se, pois, e
voltem-se para Deus, para que os seus
pecados sejam cancelados, para que
venham tempos de descanso da parte do
Senhor, e ele mande o Cristo, o qual
lhes foi designado Jesus. Ele tá falando
sobre um evento futuro. É necessário que
ele permaneça no céu até que chegue o
tempo em que Deus restaurará todas as
coisas, como falou há muito tempo por
meio dos seus santos profetas. Então,
Pedro também está reconhecendo que Jesus
é o Cristo, mas que chegará o momento em
que o Pai enviará Jesus para restaurar
todas as coisas. Então, a primeira
palavra foi de Jesus em João 14. A
segunda palavra foi de Pedro em Atos
capítulo 3. E o terceiro testemunho que
a gente vai destacar aqui é o de Paulo
em Primeira Tessalonicenses, capítulo 4.
Um texto que a gente já fez referência
várias vezes na primeira aula de
escatologia e a gente vai repetir hoje
também. Primeira Tessalonicenses 4:15 a
16. Dizemos a vocês pela palavra do
Senhor que nós, os que estivermos vivos,
os que ficarmos até a vinda do Senhor,
certamente não precederemos os que
dormem. Pois dada a ordem, com a voz do
arcanjo e o ressoar da trombeta da
trombeta de Deus, o próprio Senhor
descerá dos céus. Êfase nessa parte. O
próprio Senhor descerá dos céus e os
mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
Depois nós, os que estivermos vivos,
seremos arrebatados com eles nas nuvens
para o encontro com o Senhor nos ares e
assim estaremos com o Senhor para
sempre. Então a gente destacou aqui
alguns textos fundamentais. Jesus falou
isso, Pedro falou a respeito da segunda
vinda de Cristo e Paulo também falou a
respeito da segunda vinda de Cristo. Mas
isso não está restrito a três passagens
apenas, o que já seria um testemunho
bastante sólido sobre esse evento, mas a
gente encontra isso em Hebreus 9:28, em
Tiago 5 7 a 8, em Primeira Pedro
capítulo 17, em segunda Pedro 1:16 e
também em Primeira João 2:28. Isso só
para listar alguns textos que demonstram
pra gente que existe um amplo apoio dos
autores bíblicos a respeito da segunda
vinda de Jesus. Então essa é a definição
que a gente dá para o evento quando a
gente fala sobre o que é a vinda de
Cristo. Agora, se por um lado é muito
claro que Jesus vai voltar e isso está
definido no Novo Testamento, existe uma
grande indefinição a respeito do tempo.
Nós não sabemos quando essas coisas vão
acontecer.
Ah, o evento da segunda vinda é muito
claro, mas quando isso vai acontecer não
é tão claro. É quase como dizer que o
Novo Testamento eh, assim como a
evidência do Novo Testamento é muito
grande a respeito da vinda de Jesus, é
inversamente proporcional a respeito de
quando isso vai acontecer. Por que que
esse inversamente proporcional é
importante? Porque é muito enfatizado,
ele vai vir, mas também é igualmente
enfatizado. Não sabemos quando isso vai
acontecer. O pai é que estabelece o
tempo dessa segunda vinda, mas o pai não
dá a conhecer essa informação. Isso que
é impressionante, nem mesmo a Jesus, ao
filho do homem, aquele que vai voltar,
pelo menos durante o período do seu
ministério na terra, afirmou que a ele
não foi dado a conhecer o momento em que
isso iria acontecer, nem a ele, nem aos
anjos do céu. Isso tudo para dizer,
olha, é Deus, o Pai quem determinou e
reservou para si essa escolha, essa
determinação. Onde é que a gente vê
isso? A gente vê isso em Marcos 13:32 a
37 e também em outros textos. Mas Marcos
registra as palavras de Jesus, assim
como Mateus. Olha lá o que tá em Marcos
13:32 a 37. Quanto ao dia e a hora,
ninguém sabe. Nem os anjos no céu, nem o
filho, senão somente o pai. Fiquem
atentos, vigiem. Vocês não sabem quando
virá esse tempo. É como um homem que sai
de viagem. Ele deixa sua casa, encarrega
de tarefas cada um dos seus servos e
ordena ao porteiro que vigie. Portanto,
vigiem, porque vocês não sabem quando o
dono da casa voltará. Se à tarde, à
meia-noite, ao cantar do galo ou ao
amanhecer, se ele vier de repente, que
não os encontre dormindo. O que lhes
digo, digo a todos: vigiem. Daí que vem
a profunda expressão teológica, vigia
vaso. É a ideia de que, ó, você não sabe
como é que as coisas vão se desenvolver.
Além das palavras diretas de
Jesus, no texto de Marcos, a gente
também tem um texto de segunda Pedro
3:10. Ele fala o seguinte ali, o dia do
Senhor, que aqui é uma referência a esse
momento da segunda vinda de Cristo. O
dia do Senhor, porém, virá como ladrão.
Os céus desaparecerão como um grande com
um grande estrondo. Os elementos serão
desfeitos pelo calor e a terra e tudo
que nela há será desnudada. Mas o fato
importante é se destacar hoje aqui é o
dia do Senhor, porém virá como ladrão.
Jesus, voltando para aquele discurso que
tá regist registrado em Marcos 13, no
seu texto paralelo em Marcos
24, vai falar muito sobre esse assunto e
eu só separei três
versículos para nos dar um pouco mais de
clareza. O que que ele fala aqui?
Portanto, vigiem, porque vocês não sabem
em que dia virá o seu Senhor. Mas
entendam isto. Se o dono da casa
soubesse a que hora da noite o ladrão
viria, ele ficaria de guarda e não
deixaria que a sua casa fosse arrombada.
Assim vocês também precisam estar
preparados, porque o filho do homem virá
numa hora que vocês ou virá numa hora em
que vocês menos esperam.
Isso é uma parte muito importante da
nossa conversa a respeito de
escatologia, porque muito da nossa
conversa sobre escatologia na cultura
popular, na cultura da igreja, na
cultura dos eh crentes, pelo menos aqui
no Brasil, mas eu vejo que isso tem um
grande paralelo também no movimento
evangélico americano, por exemplo, está
em resumir toda a discussão sobre
escatologia a respeito de quando essas
coisas vão acontecer quando essas
coisas, quando Jesus vai voltar, quando
vai começar a grande tribulação, quando
vai ser o milênio? Quando o anticristo
será revelado? Quando o anticristo será
derrotado? E o quando é uma coisa muito
pouco definida no evento, nos eventos
escatológicos dentro do ensino do Novo
Testamento. A grande ênfase está em nos
assegurar que essas coisas vão acontecer
e
consequentemente se nós não sabemos
quando vai acontecer, nós precisamos
estar preparados para que isso aconteça
a qualquer momento e nós não sejamos
pegos, despreparados. A ideia de estar
preparado não é saber quando vai
acontecer, mas estar fazendo a coisa
certa. Quando vai acontecer, vigiar não
é a ideia de que, ó, fique atento a tudo
que está acontecendo ao seu redor para
que você tenha condição de saber o dia e
a hora em que isso vai acontecer. Isso é
justamente o que Jesus fala, que nós não
podemos saber quando vai acontecer. Nós
não podemos fazer com qualquer tipo de
segurança a partir do ensino de Jesus e
dos apóstolos. A ideia de vigiar é:
cumpra a missão que você recebeu fazer
entre o tempo do seu novo nascimento e a
segunda vinda de Jesus ou entre o tempo
do seu novo nascimento e a sua morte
nesse corpo. Como a gente não sabe qual
é, qual desses dois eventos vai
acontecer primeiro, o ensino muito
enfático é de que nós sejamos fiéis no
tempo que nos foi
confiado. É muito curioso que essa
pergunta sobre quando essas coisas que o
Senhor tá falando eh Jesus, quando é que
isso vai acontecer? É uma pergunta que
os discípulos fizeram. E o que é mais
interessante é que isso não aparece
apenas em Marcos capítulo 13, não
aparece apenas em Mateus capítulo 24 ou
Lucas capítulo 21. Os três discursos ou
o discurso escatológico como apresentado
pelos três evangelhos sinódicos. Isso
aparece também na boca dos discípulos
após a ressurreição. Se você lembrar, o
começo do livro de Atos ainda relata os
eventos de Jesus na Terra, mas o Jesus
ressurreto e logo depois, ainda no
capítulo 1 de Atos, é narrada a ascensão
de Jesus. Mas nesse pequeno intervalo
entre ressurreição e ascensão, Jesus
aparece para os seus discípulos. Jesus
aparece para uma grande multidão de 500
pessoas. E Jesus conversa com os seus
discípulos. E nessa conversa, o que é
que os discípulos perguntam? Atos
capítulo 1, versículo 6. Então, os que
estavam reunidos lhes perguntaram:
"Senhor, é neste tempo que vais
restaurar o reino a Israel?"
E veja, a ascensão não tinha acontecido
ainda. E a expectativa final dos
discípulos parece que não tinha caído a
ficha do que que significava a morte e a
ressurreição de Jesus plenamente, porque
eles parecem conservar no seu discurso
uma espécie de expectativa de uma de uma
interpretação equivocada das profecias
messiânicas. A ideia de que a monarquia
de Israel estava restrita à restauração
ou a restauração do reino de Israel
estava restrita à restauração da
monarquia de Israel, como foi
experimentada no seu apogeu com Davi e
Salomão, só que agora muito maior, mas
ainda em termos
geográficos bem definidos e também em
termos políticos no seu confronto com
César e numa uma espécie de definição do
reino no sentido nacionalista, como se
isso estivesse restrito ao povo judeu. A
gente percebe isso mesmo depois da
descida do Espírito Santo, porque eles
não saem imediatamente de Jerusalém para
ir até os confins da terra. A missão aos
gentios, a gente sabe que recebe um
grande impulso, não por meio
inicialmente de Pedro ou de João ou de
Felipe ou de qualquer um dos discípulos,
mas sim por meio de Paulo, que é chamado
após a morte e a ressurreição de Jesus
nesse encontro que ele tem no caminho
para Damasco. E parece que ele é o
primeiro a entender como essa mensagem
não estava restrita apenas ao povo
judeu. Mas dentro dessa pequena
pergunta, Senhor, é neste tempo que vais
restaurar o reino de Israel, a gente
percebe que ainda existem pressupostos
equivocados na cabeça dos discípulos. E
o que é que Jesus responde? Atos 1, 7 e
8. O versículo 8 é muito conhecido e
você vai lembrar. Ele lhes respondeu:
"Não lhes compete saber os tempos ou as
datas que o Pai estabeleceu pela sua
própria autoridade." Versículo 8. Mas
receberão poder quando o Espírito Santo
descer sobre vocês, e serão minhas
testemunhas em Jerusalém, em toda a
Judeia e Samaria e até os confins da
terra. Como é que essa palavra de Jesus
geralmente é interpretada? É
interpretada como um não mais. É agora
que o Senhor vai restaurar todas as
coisas? Não. Mas fiquem atentos, porque
vocês vão receber o Espírito de Deus e
vocês devem cumprir a missão que vocês
receberam. Mas na verdade a compreensão
que alguns teólogos possuem, e eu
acredito que existe boa razão de ser
nessa interpretação, é um sim mais. O
que Jesus está dizendo é sim. É agora
que o reino de Israel vai ser
restaurado. E como é que vocês sabem
disso? Porque o Espírito Santo será dado
a vocês. E aquilo que era uma
exclusividade do rei na antiguidade era
apenas Davi, que foi eh ungido no seu
tempo como rei para reinar a partir do
poder da autoridade, da sabedoria do
Espírito de Deus sobre o reino de
Israel. Agora, isso é dado a todo o povo
de Deus. vocês foram constituídos como
reino e sacerdócio. Só que isso foi
expandido, porque vocês devem ir e
anunciar essa mensagem e complementando
lá com o texto de Mateus 28, incluindo
pessoas, batizando-as em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo e ensinando-as
a guardar tudo que eu vos tenho
ordenado, incluindo essas pessoas que
fazem parte da Samaria, essas pessoas
que fazem parte de todos os lugares da
terra nesse reino e sacerdócio. Então, o
reino ficou muito maior, a definição de
povo ficou muito maior. Isso tem
implicações geográficas? tem, porque
Jesus
está assegurando aos seus discípulos que
no fim das contas o seu reino se
estenderá não entre um limite e outro em
torno da terra da nação de Israel, como
havia sido experimentada por Davi e
Salomão na monarquia, mas será
experimentada em toda a criação. Então,
o reino de Israel agora é o reino do
povo de Deus, constituído de judeus e
gentius, que vai ser estabelecido para
toda a criação. Mas isso é feito no
tempo presente, a partir do testemunho
dos discípulos. E ao mesmo tempo vocês
não sabem quando essa missão
será finalizada, consumada. Vocês não
sabem quando chegará o tempo em que eu
voltarei e determinarei que chegou o
tempo de estabelecer esse reino em toda
a sua plenitude. Por isso que a resposta
de Jesus é um sim, é agora. Mas vocês
não sabem quando é que o Pai determinou
que eu vou vi para completar essa obra.
Então, o que a gente percebe até aqui é
Jesus insiste que o momento do fim é
inesperado e Jesus insiste na
consequente necessidade de vigilância
por parte dos seus discípulos. Então, a
gente já viu um pouco sobre a definição
do evento da segunda vinda e a gente já
viu um pouco sobre a indefinição do
tempo da sua segunda vinda. Ah, e agora
a gente vai falar sobre o caráter da
segunda vinda de Jesus. Vou só voltar
aqui para ver se tudo OK no chat e tal.
Vocês estão me vendo e ouvindo bem? Como
não tem ninguém reclamando, então acho
que tá rolando sim. Bom, então, seguindo
aqui na nossa discussão a respeito da
segunda vinda, a gente vai tratar agora
do caráter da segunda vinda de Jesus. E
o que que a gente quer dizer com isso?
Ah, nós temos muitas características que
esses textos nos permitem saber eh sobre
como será esse evento. Primeira coisa,
aparece aí na base da nossa pirâmide.
Esse será um evento pessoal. O
pressuposto em todas as referências que
falam da segunda vinda de Jesus indica
que ele virá em pessoa. Não será um
evento indefinido, não será a nossa
interpretação de um evento político, não
será a nossa interpretação de uma nova
condição da humanidade que indica que
simbolicamente Jesus voltou. Não. Jesus
vai voltar em pessoa. Como é que a gente
sabe disso? Ele afirmou isso em João,
capítulo 14, versículo 3, que é um texto
que nós já lemos na nossa aula de hoje.
Outro texto que também já lemos e que
retoma esse ponto é Primeira
Tessalonicenses
4:16. Pois dada a ordem, com a voz do
arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus,
o próprio Senhor descerá dos céus. A
nossa ênfase aqui é saber que Jesus em
pessoa vai descer dos céus e os mortos
em Cristo ressuscitarão primeiro. É o
complemento de Paulo nesse versículo,
numa discussão maior que ele tá tendo
sobre aqueles que já dormiram e vão
ressuscitar e aqueles que vão estar
vivos no momento da ressurreição de
Jesus. Então, opa, perdão. Então, eh, a
gente tem aqui a certeza e a segurança
de que Jesus vai voltar em pessoa. Um
outro texto que a gente também já citou,
mas que nos traz essa informação é Atos
1, 10 e 11. E eles ficaram com os olhos
fixos no céu enquanto ele subia. O texto
da ascensão de Jesus no começo de Atos.
De repente, surgiram diante deles dois
homens vestidos de branco, que lhe
disseram: "Galileus, por que vocês estão
olhando para o céu? Este mesmo Jesus que
dentre vocês foi elevado aos céus,
voltará da mesma forma como o viram
subir." Eu vou pedir para vocês
prestarem atenção, porque esse vai ser
um texto muito importante em vários
argumentos que a gente vai colocar aqui.
Galileus, por que vocês estão olhando
para o céu? Este mesmo Jesus que dentre
vocês foi elevado aos céus voltará da
mesma forma como viram subir. A volta
será tão pessoal quanto a vida, o
ministério e aqui nesse texto a ascensão
de Jesus. Os discípulos viram Jesus em
pessoa em carne e osso, ainda que carne
e osso glorificados, subindo aos céus. E
da mesma forma nós vamos ver esse Cristo
glorificado descendo dos céus. A outra
coisa é que essa vai ser uma
volta física, não vai ser simplesmente
uma volta espiritual. Novamente não é um
símbolo de uma ordem mais indefinida,
mas vai acontecer de uma maneira
concreta.
Tem quem diga que a volta de Jesus já
aconteceu com a chegada do Espírito
Santo no evento de Pentecostes, como a
gente vê narrado em Atos capítulo 2. Mas
Jesus mesmo disse, além de Atos 2,
algumas pessoas poderiam acrescentar,
ele disse em Mateus capítulo 28:20, e eu
estarei com vocês até o fim dos tempos.
Então, olhando para textos como esses, a
gente poderia dizer, de certa forma,
Jesus voltou e já voltou de uma forma
viva. Como é que eu sei disso? Porque
ele falou que enviaria o consolador, que
é o Espírito Santo. O Espírito Santo já
foi derramado sobre todo aquele que está
em Cristo. E é isso que ele quis dizer
em Mateus 28:20, quando ele disse que
estaria conosco até a consumação ou até
o fim dos tempos. Então, de certa forma,
Jesus voltou. Existe lógica, existe
sentido nisso? Sim, existe lógica e
existe sentido. Nenhum de nós que já
ouvimos, compreendemos, aceitamos a
mensagem do evangelho, acredita que nós
estamos completamente separados de
Cristo. Nós acreditamos que estamos em
Cristo, nessa expressão recorrente na
linguagem do apóstolo Paulo. E nós
acreditamos que Cristo está em nós.
Também outra expressão recorrente no
apóstolo Paulo em todo o Novo
Testamento.
Existem algumas considerações bíblicas
que mostram que essa não é a sua
presença na forma final e na forma como
é prometida que acontecerá no momento da
consumação da história. Existe um outro
capítulo nessa história da presença de
Deus no meio do seu povo, nessa história
da presença de Cristo com aqueles que
foram redimidos por ele. O texto que a
gente acabou de ler, o texto de Atos 1,
10 e 11, deixa muito claro pra gente que
assim como os apóstolos desfrutaram da
presença de Jesus de maneira pessoal, em
carne e osso, nós que viemos muito
depois dos apóstolos também faremos
isso. E todos aqueles que morreram em
Cristo vão ressuscitar para desfrutar
dessa presença pessoal gloriosa em carne
e osso como eles desfrutaram. A ascensão
de Jesus tem um paralelo direto e um
paralelo garantido no seu retorno. E
aqui entra uma discussão um pouquinho
mais técnica, como, por exemplo, os
termos gregos. Eu vou citar três termos,
que é o termo parusia, apocalipses e
epifaneia. O que que quer dizer parusia?
Pode ter mais de um significado. Isso
acontece em português, acontece em
inglês, acontece em hebraico, acontece
em grego também. Uma palavra pode ter
mais de um significado dependendo do
contexto em que ela é empregada. Então,
parusia pode significar presença. Então,
por exemplo, às vezes o Novo Testamento
fala sobre a ideia de que Cristo vai
estar presente conosco em vários textos
diferentes. E muitas vezes a palavra
grega ali é parusia, ele vai estar
presente. Mas tem vários outros tex
textos que falam sobre parusia como
vinda. a presença no sentido de que ela
não é uma realidade hoje, mas será uma
realidade no futuro quando Jesus voltar
descer dos céus e encontrar com os
santos. Então, parusia, na maioria das
vezes em que ela é
utilizada na linguagem teológica, faz
uma referência a esse evento futuro, o
momento da segunda vinda de Jesus para o
zia.
Apocalipses, que é de onde vem o nome do
livro bíblico, Apocalipse, significa
revelação. Mas revelação também pode ter
mais um significado. Pode ser a
revelação de uma mensagem que era
desconhecida e que Deus nos dá a
conhecer, como é no caso da visão que
João recebe e ele registra no livro de
Apocalipse. Ou pode ser a revelação no
sentido de de algo ou alguém que estava
oculto e de repente esse alguém é
manifesto. Como por exemplo, Jesus hoje
não está perceptível de maneira visível,
mesmo para nós que cremos nele. Jesus
está no céus, está à direita do Pai. Ele
asendeu, está glorificado e nos garante
que nós o veremos no futuro de uma forma
como nós não vemos hoje. Como é que em
algumas passagens a Bíblia fala que isso
vai acontecer? Cristo será revelado.
Qual é a palavra ali? Apocalips epifane,
que pode ser essa ideia muito semelhante
também a apocalipse de manifestação.
Existirá ou é garantido que vai existir
esse momento em que Cristo vai se
manifestar de uma forma que ele não fez
no passado? Todos esses termos são
usados em mais de um contexto, mas
sempre incluem essa expectativa de uma
manifestação de Jesus
semelhante à manifestação concreta e
real que foi a sua primeira vinda. Esses
termos, não sempre, mas sempre que fala
sobre o futuro, guardam essa expectativa
de que olha, Jesus vai aparecer pra
gente da mesma maneira que ele apareceu
da primeira vez. Nós vimos, nós tocamos,
nós ouvimos a glória de Deus, como
coloca o evangelista João. Então, as
características da segunda vinda até
aqui são: é pessoal, é física e, em
terceiro lugar é visível, como vocês
olham aí, observam também na nossa
ilustração. Alguns grupos, por exemplo,
por exemplo, os testemunhas de Jeová
argumentam que Cristo já cumpriu parte
dessa promessa de retornar uma segunda
vez ou de vim pela segunda vez a partir
do dia 1o de outubro de 1914. Eles são
muito precisos sem apontar esse momento
histórico. 1eo de outubro de 1914 marca
a segunda vinda de Jesus. Mas de acordo
com a compreensão desse grupo, esse não
foi um retorno visível à Terra, pois
desde o momento que Jesus subiu aos
céus, Jesus não possui mais um corpo
visível. É como se após a ressurreição
ele tivesse um corpo espiritual para
usar uma linguagem de Paulo. Mas a
interpretação dessa realidade é que é um
corpo que não tem carne, não tem osso,
não tem
materialidade. Um outro ponto é também
não foi uma volta literal o que
aconteceu em 1914, já que foi no céu que
Cristo subiu ao trono. A sua presença é,
portanto, por natureza, uma influência
invisível. É como se Jesus tivesse
voltado marcando novo momento da
história, mas por uma influência
invisível. E existem dificuldades muito
sérias com essa interpretação. Talvez o
texto que a gente mais repetiu na aula
de hoje seja o texto mais importante
para confrontar essa perspectiva, que é
o texto de Atos 1, 10 e 11. Da mesma
forma que vocês viram ele subir, vocês
também vão vê-lo voltar. E aquilo que a
gente compreende é que eles viram Jesus
subir depois do diálogo que Jesus teve
com Tomé. Tá aqui as minhas chagas.
Toque. Tá aqui a lateral do meu corpo
onde eu fui furado. Toque. Veja que eu
sou de fato o mesmo Jesus que morreu na
cruz, que ressuscitou dentre os mortos,
que não pode ser mais encontrado como um
corpo morto e em decomposição em um
túmulo. Mas eu sou um Jesus vivo,
ressurreto e agora estou indo para a
direita do Pai. A mesma forma de dizer,
eu estou sendo entronizado. Eu estou
recebendo a coroa daquele que venceu a
morte e é colocado acima de todo nome.
Aquele que recebe o nome, que está acima
de todo nome, como Paulo coloca em
Filipenses capítulo 2. Então, essa ação
definida, concreta, por parte de Jesus
após a sua ressurreição, também é a
nossa referência principal para saber de
que forma ele vai voltar, de que forma
vai acontecer a segunda vinda. O aspecto
glorioso e plenamente perceptível por
parte de todas as criaturas é o que nós
vemos de maneira mais clara em todas as
menções do Novo Testamento em relação à
segunda vinda de Jesus. Então, segunda
vinda pessoal, é física, é visível. E a
terceira ou quarta coisa, ela é
inesperada. a gente já comentou bastante
a respeito disso no eh slide ou na no
tópico anterior, mas eu quero
acrescentar um argumento aqui. Nós não
sabemos e não temos como saber quando
Jesus vai voltar. Ao mesmo tempo, é
possível ser surpreendido pelo quando,
mas não pelo fato. Nós não sabemos
exatamente quando vai acontecer, mas mas
nós sabemos que vai acontecer. Então, de
certa forma, todos nós seremos
surpreendidos, porque será como outro
dia qualquer, será no momento em que
todos nós
precisaremos reconhecer. Eu não fazia
ideia que ia ser num momento como esse,
um momento tão comum como outros
momentos da história. Não existe nada de
tão especial que vai estar acontecendo
na
Terra, que possa ser o marcador que vai
prever a volta de Jesus. Porque a gente
acabou de argumentar que o próprio Jesus
nos alertou a respeito disso, mas nós
sabemos que vai acontecer. Então esse
outro aspecto não será uma surpresa
completa. Ninguém que está em Cristo
poderá dizer: "Eu nunca imaginei que
Jesus iria voltar. poderá dizer, eu
nunca poderia imaginar que seria num dia
como esse. Então,
haverá além das pessoas que serão eh
surpreendidas pelo quando, que também
serão surpreendidas pelo fato, pelo
evento. É, serão essas pessoas que de
fato não acreditavam que Jesus era o
Messias, o rei sobre o mundo todo e que
ele iria voltar em poder e glória para
julgar os vivos e os mortos. E isso é
uma coisa que Jesus também nos prepara
com muita ênfase. Não seja encontrado
entre esses que não estão vigiando. Não
seja encontrado entre esses que parece
que dormem ou não seja encontrado entre
esses que ignoram a realidade daquilo
que está sendo anunciado.
Além disso, existem não só as pessoas
que não estão atentas, não existem,
existe não só as pessoas que ignoram,
mas existem as pessoas que zombam
daqueles que acreditam nessas coisas.
Segunda Pedro 3, nos versículos 3 e 4
também nos alerta para esse fato. Ó o
que diz o apóstolo Pedro. Antes de tudo,
saibam que nos últimos dias surgirão
escarnecedores, zombando e seguindo suas
próprias paixões. Eles dirão: "O que
houve com a promessa da sua vinda? Desde
que os antepassados morreram, tudo
continua como desde o princípio da
criação. É um relato muito semelhante ao
que foi a reação de Noé quando ele
anunciou a destruição da terra por meio
do dilúvio que Deus prometeu. Aqui, eh,
Pedro está nos alertando: mesma forma
agirão conosco quando anunciarmos essa
mensagem de que Cristo governa sobre o
mundo todo e que ele vai voltar como um
juiz.
Então, pessoal, física, visível,
inesperada e, por fim, triunfante e
gloriosa. Várias descrições do retorno
de Cristo indicam que o caráter desse
retorno será um retorno glorioso e isso
faz um contraste brutal com a primeira
vinda de Jesus. E eu acho que isso
precisa ser enfatizado no nosso ensino.
Por quê? Nós precisamos ler o texto que
os Evangelhos nos narra a respeito da
vinda em simplicidade, em humildade,
mesmo em pobreza em vários momentos da
vida de Jesus, que nos ensina muitas
coisas. Isso não é um detalhe, isso não
deve ser colocado em segundo plano. A
condição que Cristo escolheu encarnar
foi uma condição de completa humilhação.
O fato de se tornar homem foi a maior
maior humilhação de todas. Ele não se
apegou ao fato de ser Deus, mas mesmo
tendo
encarnado na forma
humana, ele faz isso com toda a
simplicidade, nascendo onde era o lugar
para os animais nascerem, não tendo
posse nenhuma. A única posse que Jesus
tinha no momento em que ele foi
injustamente condenado era a roupa do
corpo. Ele não tinha nenhum túmulo para
ser colocado. Foi José de Arimateia que
cedeu o túmulo que era sua posse para
colocar o seu senhor. Mas isso pode
gerar um engano, isso pode gerar um erro
muito sério, que é nós acreditarmos que
essa é a condição eterna de Jesus. O
pobre Galileu, aparentemente inofensivo,
impotente na sua capacidade eh militar,
política, no seu domínio. Tudo que pode
permanecer na nossa imagem é o Jesus
galileu que ensina os pescadores e que
nunca teve posse nenhuma. Essa não é a
imagem do Jesus glorificado. O que o
Jesus glorificado, como os apóstolos nos
ensinam, como os evangelhos nos ensinam,
é esse homem foi glorificado acima de
toda a criação. Ele foi colocado acima
de todas as coisas. Ele criou todas as
coisas. Ele redime todas as coisas e ele
é rei sobre todos os reinos, sobre todas
as pessoas, sobre tudo que existe na
criação. Por isso, a forma como Jesus
vai voltar será muito diferente da forma
como ele veio pela primeira vez sobre a
terra. E isso aparece nos textos, como a
gente vai citar aqui. Ele estará
acompanhado de seus anjos e será
anunciado pelo arcanjo Miguel, como a
gente leu em Primeira
Tessalonicenses 4:16. E a ideia dos
anjos é são criaturas muito mais
poderosas do que nós somos, tem
autoridade para fazer coisas que Deus
determina que eles eles devem fazer, que
são completamente impossíveis,
impensáveis para nós fazermos. E esses
anjos estão completamente a serviço de
Jesus no momento da segunda vinda. A
outra coisa, ele se assentará em seu
trono glorioso e julgará todas as
nações, como narra em detalhes o texto
de Mateus, capítulo 25, dos versículos
31 até o 46. E o que é muito curioso é a
ironia que há nesses textos. A ironia
dessa situação é que ele, Jesus foi
julgado no final de seu tempo inicial na
terra. E esse Jesus injustamente julgado
é, na verdade, o juiz sobre todas as
pessoas e sobre toda a criação no
momento da sua segunda vinda. É muito
claro que ele será o Senhor triunfante e
glorioso sobre todas as coisas. Por isso
que essas diferentes imagens de Jesus na
sua primeira vinda e na segunda vinda
precisam ser esclarecidas e precisam ser
mantidas simultaneamente em nossa mente,
em nosso coração. Tá bom, pessoal?
Então, esse é o ensino. Opa, eu acho que
o compartilhamento da tela saiu aqui. Eu
vou voltar. Esse é o ensino que a gente
separou para compartilhar com vocês a
respeito da segunda vinda de Jesus.
Ah, mas a gente vai então
eh, deixa eu ver se agora vai dar certo.
Acho que
sim. Eh, voltou com o mesmo erro que
tava na tela inicial. Deixa eu ver se eu
consigo só ajustar novamente aqui. Eu
acho que programinha quando fica muito
tempo compartilhando, ele tira
automaticamente, mas a gente
vai eh ajustar
isso.
[Música]
Ah, esse é o nosso ensino sobre a o
ensino do Novo Testamento a respeito da
segunda vinda de Jesus. Mas além de nós
falarmos sobre isso, já que a gente tem
mais uns minutos também para continuar o
desenvolvimento da nossa aula, a gente
precisa
admitir,
eh,
OK, eu acho que agora vai permanecer
aqui. A gente precisa admitir que
existem outros pontos importantes no
ensino do Novo Testamento, que é sobre a
ressurreição. E aqui a gente vai falar
de maneira um pouco mais resumida, mas
vai falar algumas coisas que
eh o Novo Testamento mostra pra gente,
OK? Tela cheia, desculpa o inconveniente
aqui do compartilhamento, tá? O que é
que a gente pode ressaltar quanto à
ressurreição que a gente falou, que
é o evento mais importante junto com o
julgamento final, com o juízo final, eh
como consequência da segunda vinda de
Jesus? O resultado principal da segunda
vinda é justamente sabermos que todos
seremos julgados. E o ensino bíblico é
muito amplo sobre isso. A gente tem
desde o Antigo Testamento eh indícios de
que aconteceria a ressurreição. E também
nós temos, obviamente, um
desenvolvimento muito maior no Novo
Testamento. Onde é que a gente encontra
passagens no Antigo Testamento que falam
de ressurreição? Principalmente três
profetas, Isaías, Daniel e Ezequiel.
Isso é tão curioso que a gente percebe
que esses três profetas estão entre as
fontes mais utilizadas pelo apocalipse
de João. Não sei se vocês já viram
alguma coisa sobre
isso, mas o Apocalipse de João tem mais
citações do Antigo Testamento, em
especial dos profetas, do que o número
total de
versículos que a gente encontra naquele
livro. são mais de 600 eh ou perdão, são
mais de 500 alusões ao Antigo Testamento
que a gente encontra em todo o livro de
Apocalipse. E entre ases mais citadas
estão esses três profetas. Isaías
26:19 fala eh sobre os nossos corpos que
viverão e ressuscitarão. Isaías 26:19.
E aí vou recuperar só esse texto
diretamente pra gente ler
aqui.
Isaías
26:19 fala o seguinte: "Mas os teus
mortos viverão, seus corpos
ressuscitarão. Vocês que voltaram ao pó,
acordem e cantem de alegria. O teu
orvalho é orvalho de luz. A terra dará a
luz os seus mortos."
Daniel no capítulo 12, no versículo 2,
também fala sobre o tema: Multidões que
dormem no pó da terra acordarão, uns
para a vida eterna, outros para
vergonha, para o desprezo eterno.
Aqueles que são sábios reluzirão como o
fulgor do céu, e aqueles que conduzem
muitos à justiça serão como as estrelas
para todo o sempre. E também Ezequiel
37, no capítulo
12, eh, no versículo 12, perdão, vai
dizer o seguinte até o 14: "Por isso,
profetize e diga-lhes assim: "Diz o
soberano Senhor: "Ó meu povo, vou abrir
os seus túmulos e fazê-los sair. Trarei
vocês de volta à terra de Israel. E
quando eu abri os seus túmulos e eu os
fizer sair, vocês, meu povo, saberão que
eu sou o Senhor. Porei o meu espírito em
vocês e vocês viverão, e eu os
estabelecerei em sua própria terra.
Então vocês saberão que eu, o Senhor,
falei e fiz palavra do Senhor. Então são
três testemunhos, claro, que precisam de
uma análise mais cuidadosa para saber o
que querem dizer dentro do seu contexto,
mas testemunhos poderosos para nos
mostrar que a crença na ressurreição já
está de forma ainda que inicial no
Antigo Testamento. Os salmos também
fazem alusão a isso. Salmo 49:15 é um
desses um desses textos. Vamos lá. para
Salmo
49 15, que diz o seguinte: "Mas Deus
redimirá a minha vida da sepultura e me
levará para si." E um outro salmo, que é
o Salmo
17:15 também fala sobre o assunto:
"Quanto a mim, feita a justiça, verei a
tua face. quando despertar, e aqui é
alusão, muito provavelmente ao evento da
ressurreição, quando despertar, ficarei
satisfeito ao ver a tua semelhança. E o
que é interessante é que existem textos
no Novo Testamento que retomam os
Salmos. O salmo 16:10, por exemplo, é
retomado por Pedro naquele discurso que
a gente já fez alusão em Atos capítulo
2, do 24 ao 32. E Paulo mais na frente
em Atos 13, 32 ao 37. Ambos utilizam o
Salmo 16:10 como uma predição da
ressurreição de Jesus, mais
especificamente, né? O que é que diz o
texto do Salmo 16:10?
Porque tu não me abandonarás no
sepulcro, nem permitirás que o teu santo
sofra decomposição. Claro que a ideia de
decomposição aqui é uma alusão
específica na interpretação tanto de
Pedro quanto de Paulo, de que Jesus não
passa pela decomposição porque ele
ressurge no terceiro dia após a sua
crucificação. Então, a ideia de
brevidade de tempo que Jesus
permanece morto antes, obviamente, do
ato da grande libertação, que é a
ressurreição. Agora, o grande
desenvolvimento sobre a doutrina da
ressurreição acontece não antigo
testamento, mas no que a gente vê no
Novo Testamento. O Novo Testamento é
muito claro em afirmar que a
ressurreição vai acontecer. Por exemplo,
João no capítulo 5 vai falar isso em
diferentes passagens. João, capítulo 5,
no versículo eh 25, diz o seguinte: "Eu
lhes afirmo que está chegando a hora e
já chegou em que os mortos ouvirão a voz
do filho de Deus e aqueles que a ouvirem
viverão." Um pouquinho mais para frente,
no versículo 28 e 29, ele diz o
seguinte: "Não fiquem admirados com
isto, pois está chegando a hora em que
todos os que estiverem nos túmulos
ouvirão a sua voz e sairão. Os que
fizerem o bem ressuscitarão para a vida.
E os que fizeram o mal, eh, eu li
errado, é, os que fizeram o bem
ressuscitarão para a vida e os que
fizeram o mal ressuscitarão para serem
condenados." Então, a gente percebe que
isso tá muito claro no ensino de Jesus,
no Evangelho de João também, um pouco
depois, no capítulo 6, várias passagens
no versículo 39, 40, 44 e
54, existe outras declarações, existem
outras declarações de Jesus respeito da
ressurreição. Também em João capítulo
11, a gente percebe que esse é um tema
muito importante no ensino de Jesus, de
acordo com a narrativa de João e até
comparativamente mais enfatizado do que
nos três Evangelhos sinódicos. Então
Jesus discorre mais sobre esse assunto
aqui em João do que Mateus, Marcos e
Lucas enfatiza nos seus relatos, tá?
Óbvio que isso também faz parte do
ensino de Paulo. É um dos apóstolos que
mais detalham o ensino a respeito da
ressurreição. as epístolas e de Paulo,
em especial o texto clássico de Primeira
Coríntios 15, eh vai falar sobre o
assunto e ele vai chegar lá no
finalzinho eh desse capítulo, no
versículo 51, afirmando o seguinte: "Eis
que eu lhes digo o mistério, nem todos
dormiremos, mas dormiremos aqui a ideia
de nem todos morreremos, né? A gente
falou sobre isso na aula passada, mas
todos seremos transformados no momento,
no abrir e fechar de olhos ao som da
última trombeta, no ao som da última
trombeta, pois a trombeta soará, os
mortos ressuscitarão incorruptíveis e
nós seremos transformados. Então isso já
tá próximo ao fim do capítulo 15, que é
um dos tratamentos mais detalhados que
Paulo dá ao evento da ressurreição. Um
outro texto que a gente já mencionou
várias vezes, eu não vou ler novamente
aqui, é a Primeira Tessalonicenses 4 do
13 ao 16, em especial, que vai garantir
o fato de que a ressurreição acontecerá
aqueles que já morreram e aqueles que
estarão eh na verdade vivos no momento
da segunda vinda de Jesus, que terão
seus corpos transformados. De uma forma
um pouco mais metafórica. A gente vê
isso sendo tratado por Paulo em Segunda
Coríntios, capítulo 5, do 1 ao 10. Mas
além dessas passagens, a gente também
tem Atos
23, versículo 6, afirmando o seguinte:
"Então Paulo, sabendo que alguns deles
eram saduceus e outros fariseus, bradou,
gritou no sinedro: "Irmãos, sou fariseu,
filho de fariseu. Estou sendo julgado
por causa da minha esperança na
ressurreição dos mortos". Então, o que a
gente percebe que o ensino da
ressurreição, ele não apenas é
importante, ele é central para aquilo
que define a esperança cristã, de
acordo, em especial com o relato de
Paulo no seu desenvolvimento teológico,
explicando pra gente o significado
dessas coisas, mas
também naquilo que o próprio Jesus
afirmou a respeito daquilo que era o
propósito de tudo aquilo que ele estava
fazendo. fazendo o seu propósito era
renovar toda a criação, esse novo céu,
essa nova terra que a gente já mencionou
várias vezes e a gente vai retomar na
próxima aula, mas em especial eh no
ensino de Jesus de dizer que essa grande
renovação e transformação de todas as
coisas começa por meio de nós, seres
humanos, imagem a semelhança de Deus,
que fomos feitos novas criaturas. o
nosso próprio corpo
passará por esse processo de renovação e
de recriação, que é a ressurreição.
Então, a gente tem isso como sendo a
base do ensino bíblico a respeito
eh da ressurreição. Além disso, a gente
sabe que a ressurreição vai acontecer de
maneira corporal. Um dos textos que eh
nos mostram isso por contraposição é
Segunda Timóteo, capítulo 2, versículo
18. Lá em Segunda Timóteo, capítulo 2,
versículo 18, Paulo tá combatendo um
grupo que tem outro ensino sobre a
ressurreição. O que que ele diz? Estes
se desviaram da verdade, dizendo que a
ressurreição já aconteceu e assim alguns
perverteram a fé. O ensino desses que
Paulo está combatendo era justamente que
a ressurreição já aconteceu. Não foi a
transformação do corpo, mas foi esse
novo momento após a ressurreição de
Jesus, provavelmente relacionado à ação
do Espírito Santo, dando a entender que
aquilo que já havia sido acontecido era
o que Jesus estava tratando quanto a
ressurreição. Mas Paulo tá dizendo, não,
isso é um momento futuro. São coisas que
ainda vão acontecer quando Jesus voltar.
Além disso, a gente
ah sabe que esse evento corporal está
relacionado com aquilo que Deus vai
fazer em toda a criação. E talvez o
texto mais curioso, interessante,
importante sobre isso, seja o capítulo
oito de Romanos, que eu não vou tratar
em detalhes, mas vou pedir para vocês eh
fazerem isso em suas casas, que é ler o
texto de Romanos, capítulo 8, tendo esse
paralelo em vista aquilo que Cristo vai
fazer na ressurreição do nosso corpo,
ele vai fazer na libertação de toda a
criação. Tá bom? Ah, um outro ponto
importante é ressaltar que a
ressurreição vai acontecer para os
crentes e para os incrédulos, os que
estão em Cristo e aqueles que não estão
em Cristo. Isso é indicado por vários
textos que nós já lemos. Por exemplo, o
texto de João, capítulo 5, 28 e 29, que
a gente acabou de ler no começo da nossa
discussão sobre a ressurreição, fala que
alguns ressuscitarão para a vida eterna
e outros ressuscitarão para a vergonha e
para o horror eterno. Então, a ideia não
é que a ressurreição vai acontecer
apenas para aqueles que estão em Cristo
Jesus. Muitos serão ressuscitados para
serem julgados e condenados. Uma outra
coisa
importante é a gente ler lá em Atos 24,
nos versículos 14 e 15, Atos
24, eh, nos versículos 14 e 15, que diz
o seguinte: "Confesso-te, porém, que
adoro a Deus dos nossos antepassados
como seguidor do caminho, a que chamam
seita. Creio em tudo o que concorda com
a lei e no que está escrito nos
profetas. e tenho em Deus a mesma
esperança desses homens, e que haverá
ressurreição tanto dos justos como dos
injustos. Isso é Paulo no momento de uma
defesa que ele precisou fazer a respeito
da pregação que ele estava realizando. E
no meio dessa defesa, ele faz alusão a
esse fato, justos e injustos serão eh
ressuscitados.
E a gente então olha para esse momento
da ressurreição fortemente conectado com
o evento do juízo final, do julgamento
final. Mas eu vou deixar a nossa eh
tratativa de juízo final paraa próxima
aula, pra gente também não colocar muita
coisa aqui sem ter tempo para poder
conversar um pouquinho com vocês sobre
as dúvidas que estão aqui no chat, tá
bom? Mas só pra gente eh falar sobre eh
essas questões ligadas à ressurreição,
sem perder de vista que isso está muito
ligado com o evento do juízo final. Mas
bom, deixa eu parar aqui a nossa a
transmissão do slide, o nosso
compartilhamento do slide e agora a
gente vai
poder conversar um pouquinho melhor com
vocês. Eu não dei boa noite pro pessoal
que tá aí no chat, a Marlene, César,
Fernanda, Sua. a Emily, a Elise, enfim,
várias pessoas que estão desde o começo
aqui, várias pessoas compartilhando
também o seu motivo de oração pela
recuperação do saião. Estamos todos
esperando por isso.
Eh, e agora eu vou procurar as perguntas
de
vocês. A segunda vinda é o mesmo que o
dia do Senhor, de forma geral, Fernanda.
Sim, eu não posso garantir que em todas
as passagens é esse o caso. Por quê?
Porque esse é essa é uma expressão muito
recorrente tanto nos profetas do Antigo
Testamento quanto no ensino do Novo
Testamento. Mas nas passagens que a
gente ou na passagem que a gente leu e
nas passagens que eu consigo lembrar, é
uma referência direta a isso que os
profetas do Antigo Testamento narraram
como sendo o momento do grande juízo
divino, o momento em que Jesus ou de
acordo com o relato do Antigo
Testamento, em que Deus traria juízo
sobre as nações. Assim também a
linguagem do livro de Apocalipse e dos
escritos de Paulo de que o dia do Senhor
é esse momento em que Cristo vai julgar
todas as nações. Algo que a gente vai
tratar melhor no próximo encontro é o
fato de que os profetas anunciam de que
essa é uma prerrogativa de Deus, julgar
todas as nações. Mas o Novo Testamento
fala que Deus cumpre isso por meio do
filho. O pai cumpre isso por meio do
filho, porque ele entregou a autoridade
de julgar todas as nações ao filho. Tá
bom? Só beber um pouquinho de água aqui
para recuperar um
pouquinho. Vamos lá então para as
próximas perguntas
aqui. Deixa eu ver.
Ah.
tem muitas observações, o que é muito
bom. Eh, só tô tendo um pouquinho mais
de dificuldade de encontrar as
perguntas, por isso que eu tô demorando
para responder, mas tô gostando de ver
as várias observações. Vou só eh
compartilhar também aqui a Fernanda, que
acabou de fazer a pergunta eh também
colocou: "Eu tenho 46 anos, já vivi pelo
menos dois fins do mundo, de 99 para
2000. Em 2012, o calendário Maia, fora
as teorias da camada de ozônio,
calatopolia, etc. É verdade. Todas as
gerações acreditam que a sua geração é a
última. De certa forma isso é um
equívoco, mas de certa forma precisamos
estar preparados, não determinando
quando vai acontecer, mas preparados
para que seja de fato a última geração.
A Laila reagiu àilo que a gente tinha
falado, né? Entendo que quando Jesus
disse que o dia e a hora da sua vinda e
ninguém sabia no seu pai, refere-se à
condição humana, visto que ele é
onisciente. Faz muito sentido essa linha
de raciocínio Lila, eu também a gente
não tem palavras de Jesus sobre esse
assunto
eh depois que ele está nos céus. Mas
para até contrapor um pouco isso, ele
fala o que ele falou no capítulo um de
Atos, né, reafirmando essa ideia de que
é reservado ao pai saber e determinar
quando isso vai acontecer. E ele falou
isso depois de ressurreto. Então, talvez
seja algo curiosamente mantido
exclusivamente pelo pai.
Ah, vamos ver
aqui que mais que vocês estão
colocando. A salva faz uma observação
muito interessante. Jó, capítulo 19
versículos 23 a 27, onde está escrito:
"Depois, revestido neste meu corpo, da
minha pele, em minha carne, verei a
Deus. seria a referência mais antiga
sobre a ressurreição. Sala, como você
deu até o endereço um pouco mais
completo que foi
Jó, eh, do
capítulo
19 do versículo 23 em diante. Eu vou
reler aqui pro pessoal. Quem dera as
minhas palavras fossem registradas, quem
dera fossem escritas no livro, fossem
talhadas a ferro no chumbo ou gravadas
para sempre na rocha, eu sei que o meu
redentor vive e que no fim se levantará
sobre a terra. E depois que o meu corpo
estiver destruído e sem carne, uma
alusão muito clara à morte, verei a
Deus. Eu o verei com os meus próprios
olhos, eu mesmo e não outro. Como anseia
no meu peito o coração. Eu não tenho
como enxergar outra coisa senão uma
alusão à ressurreição. Por quê? Por
conta do versículo 26. Essa passagem
toda é muito bonita e muito curiosa, né?
Olhar lá para trás antes dos profetas
uma declaração de convicção em Deus como
sendo esse redentor. E ele vai falar no
versículo 26: "Quando o meu corpo
estiver destruído e sem carne, verei a
Deus". Então ele admite que vai ver a
Deus após a
morte. Eh, então eu acredito sim, Salua,
que eh essa é uma passagem que está
falando da vida e da experiência de Jó
após a morte. Eu confesso que lembro
desse texto que você falou, mas o ser
revestido não apareceu exatamente nessa
passagem que você colocou aqui, mas em
continuidade com isso que ele já coloca
explicitamente dos versículos 23 a 26 ou
a 27, eu acredito que é muito razoável
que essa seja uma das revelações mais
antigas a respeito da crença na
ressurreição, mas é preciso ser
explícito aqui. Isso não era consenso na
época de Jesus, como a gente viu na
discussão que existia entre saduceus e
entre fariseus. Mas Jesus, em um momento
em que está discutindo com os saduceus,
toma partido a respeito da convicção da
ressurreição. Então, é como se parte dos
judeus da sua época tivessem omitido
textos e ensinamentos que eram muito
explícitos no Antigo Testamento, na
Bíblia Hebraica. Então, é bem provável,
sim, que isso era compreendido como
ensino muito antigo pelos contemporâneos
de Jesus e que Jó seja uma das
testemunhas mais antigas. Aqui uma
palavrinha sobre Jó. A gente não sabe ao
certo quando Jó foi escrito, mas é
possível que Jó seja um dos livros mais
antigos do Antigo Testamento. A gente
vai falar isso já, jabazinho aqui na no
próximo módulo, nas próximas aulas,
quando a gente tratar dos livros de
sabedoria.
E entre os livros de sabedoria, o que a
gente escolheu para dedicar um pouco
mais de atenção foi justamente o livro
de Jó. A gente conversou essa
segunda-feira ontem sobre isso e Jó vai
ser alvo também da nossa explicação na
nossa próxima aula. Vamos ver mais
aqui. Ímpios e salvos ressuscitarão ao
mesmo tempo. Ao que tudo indica. Sim. Ao
que tudo indica, eh, nós teremos esse
momento da ressurreição como um evento,
primeiro, a segunda vinda como um evento
único e a ressurreição também como esse
momento eh em que
acontecerá ah para os justos e injustos.
Eu sei que isso aqui interage com
questões um pouco mais complexas que eu
prometo tratar melhor na aula que vem,
que é a questão do milênio, porque
existe ali uma menção dos da
ressurreição que acontecerá e aqueles
que ressuscitarem reinarão com Cristo e
depois que vai vir a grande batalha, o
juízo final. Por isso, algumas pessoas
entendem que a ressurreição acontece eh
em mais de um momento, mas eu prometo
retomar essa questão em especial do
milênio, que vai ser assunto da nossa
próxima aula,
tá? Ah, uma pergunta muito boa, porém
não é tão fácil de responder. No dia do
julgamento, os mortos ressuscitarão
junto com eles e suas memórias estarão
intactas? Olha, Silvana, a gente não tem
um texto que é
explicitamente eh direcionado para essa
questão, mas dá a entender que nós
teremos memórias tanto no momento da
ressurreição quanto no momento da eh
nova criação que Cristo
estabelecer. Por quê? Porque nós seremos
julgados também de acordo com as nossas
obras. É verdade que nós somos salvos
pela fé mediante a graça ou salvos pela
graça mediante a fé. Mas eh outros
textos dão a entender que isso de alguma
forma está conciliado com o fato de que
Cristo vai julgar as nossas obras. E é
difícil a gente imaginar que nós seremos
julgados também por coisas que nós não
lembramos. É difícil imaginar que Jesus
quando ressuscita, não só ele lembra de
tudo que
aconteceu, mas ele tem até no seu corpo
as marcas do que aconteceu no seu
momento de crucificação. Então existe um
uma coerência na continuidade que é
muito forte, muito acentuada entre o que
Cristo lembra e o que é o corpo de
Jesus. E isso sendo a nossa referência
de como será a nossa ressurreição. O
máximo que a gente pode saber a respeito
da nossa ressurreição é olhando paraa
ressurreição de Jesus.
Eh, e na ressurreição de Jesus existe
sim uma grande continuidade entre o
corpo, ainda que seja muito diferente,
em outros sentidos ele é muito parecido.
E também naquilo que Jesus fala, ensina
e retoma a partir do que aconteceu antes
da sua
ressurreição. Todos passarão pelo
julgamento do dia do Senhor, sejam os
que creem e os que não creem. A gente
respondeu isso, né, Davi? Espero que
tenha sido bem desenvolvido aí e
demonstrando também os textos bíblicos
para afirmar que sim, todos
ressuscitarão e todos serão
julgados. Eh, muito boa pergunta,
Joaquim. E Jesus Cristo ressurreto comeu
peixe
assado. Nós na eternidade como corpos já
glorificado, também vamos nos alimentar
fisicamente. Ao meu ver, tudo indica que
sim. Nós não só teremos corpos físicos,
como a nova criação será física, como o
nosso corpo e o restante da nova criação
será mais físico, mais denso e mais
concreto do que a criação atual. A ideia
parece ser de que tudo aquilo que a
gente está experimentando é tão material
quanto uma sombra. A plenitude do que é
a boa criação divina, inclusive nos seus
aspectos físicos, ainda será
experimentada. Isso é muito importante
porque existe muita beleza, existe muita
complexidade, existe muita diversidade
da eh sabedoria divina que ele imprime
nessa criação. E nós só começamos a
compreender isso. Todo o conhecimento
que nós temos por meio da ciência, tudo
aquilo que a gente conseguiu entender do
que é a complexidade, a beleza do corpo
humano e ao mesmo tempo a fragilidade do
corpo humano, tudo isso é a introdução
da história que será escrita na Nova
Criação. É como se os nossos corpos eh
eles serão ainda mais belos, fortes,
bonitos, capazes, criativos,
inteligentes. Tudo aquilo que é o
reflexo da glória de Deus em nós hoje
será muito maior e muito mais
glorioso na nova criação do que é no
tempo presente. E o prazer da comida me
parece ser algo eh ainda mais claro
nesse sentido. Agora, se a gente vai
comer peixe, vai comer carne e picanha,
é outra coisa, porque existem alguns
textos que nos mostram que a relação do
homem como predador de outros animais ou
como predador é uma coisa que surge a
partir do pecado. Antes da queda, não é
dado ao homem comer dos outros animais.
Quando é que isso se torna permitido,
ainda que já exista sacrifício animal
antes disso? Quando é que Deus fala
agora pode? A partir de Noé. Então, é a
partir
da sobrevivência de Noé e de sua família
após o dilúvo, é que Deus permite a ele
comer dos da carne dos outros animais.
Isso é permitido. Então, é um pouco
turvo o ensino a respeito disso também.
O Novo Testamento não se preocupa muito
e deixa explícito. Eu acho coerente a
ideia de
que para ser explícito, eu gosto de
comer carne, certo? Eu acho muito
saboroso eh comer peixe, comer carne e
tal. Mas eu acho muito coerente a ideia
de que no futuro a maçã será mais
gostosa do que a picanha. A ideia de que
os frutos da terra serão muito mais
eh também poderosos em transmitir
vitalidade, sustentar esse corpo
glorificado do que hoje a carne animal
é. Me parece muito coerente até a partir
do texto de Isaías de que o elemento da
morte daquilo que hoje tem vida, não
será necessário paraa manutenção do
nosso corpo na nova criação. Mas eu
admito que não existem textos que
ensinam isso categoricamente. É mais uma
inferência lógica de alguns textos que
tratam sobre outros assuntos e mencionam
isso assim, ampação, né? Mencionam isso
de passagem.
Eh, vamos lá. Pastor, poderia comentar
Mateus 5:25. Já vi um teólogo liberal
dizer que é um tipo de julgamento depois
que paga a pessoa é livre da condenação?
Mateus 5:25. Vamos recuperar o texto que
a gente até já passou hoje aqui.
Eh, eu lhes afirmo que está chegando a
hora e já chegou em que os mortos
ouvirão a voz do filho de Deus e aqueles
que ouvirem
viverão. Bom, eh, eu não acredito que
isso possa ser minimamente conciliado
com a ideia de que a pessoa pode ser
condenada e depois restaurada pra vida
eterna, certo? A gente tem textos muito
claros, Edmilson, e aula que vem a gente
vai falar sobre isso. Eh, ao dizer que
esse juízo final, como narrado em
Apocalipse capítulo 20, ele tem o seu
resultado em uma condição definitiva. É
irreversível. Aqueles que são salvos são
salvos de forma definitiva, não podem
mais ser condenados. E aqueles que foram
condenados não podem passar do inferno
para o céu, tá? Então, eu acho muito
difícil que esse texto aqui eh dê margem
para o tipo de uma condenação
provisória, até porque se fosse esse o
caso, vários outros textos estariam
assim bastante eh em uma condição
bastante difícil de serem interpretadas,
né?
Temos outros autores falando da
ressurreição fora de Paulo Guto. Temos,
a gente mencionou aí o próprio Jesus
falando. A gente tem o texto de
Apocalipse, como a gente colocou
capítulo 20 falando sobre isso. A gente
tem o texto de segunda Pedro falando
sobre isso. Então é um ensino muito mais
amplo do que apenas o que a gente
encontra nas cartas
paulinas. Outra pergunta boa aqui, ó.
Como relacionar o julgamento dos justos
com o texto de Romanos 8, que diz que já
não há condenação para os que estão em
Cristo Jesus. Muito bom. Porê a gente
fala que o juízo final acontecerá para
os que estão em Cristo e para os que são
injustos, os iníquos. Só que em vários
momentos nós não seremos mais julgados,
como aparece no Novo Testamento em
algumas passagens, é a ideia de que
julgamento nesse texto ou nesses textos
e passagens é sinônimo de condenação.
Quando a Bíblia fala que não seremos
mais julgados, é a ideia de que nós não
temos mais a possibilidade de ser
condenados. Isso tem a ver assim com um
tópico muito profundo e importante da
teologia paulina, que é a justificação.
É a ideia de que no presente Jesus nos
cela com o Espírito Santo, nos dando a
garantia de que nós não temos mais a
possibilidade de sermos condenados no
futuro. O o veredito do julgamento que
ainda vai acontecer foi antecipado. Essa
é a bênção que temos em Cristo Jesus
naquilo que é o aspecto da justificação.
O veredito do julgamento que vai
acontecer no dia final sobre nós que
estamos em Cristo já foi dado. Nós já
sabemos esse resultado. Só que o
julgamento de fato vai acontecer e a
nossa vindicação, um outro termo muito
importante na teologia vai acontecer no
futuro. O que que é vindicação? Essa
declaração final da condição de justiça
daquele que passa por um julgamento. É
como se eu e você passássemos sobre o
julgamento, fôssemos absolvidos de todas
as acusações e no final Jesus nos
vindicasse, dissesse: "Esse fato é ou
essa é a parte justa que passou pelo
julgamento, foi acusado, mas justamente
acusado e por isso é absolvido. Tudo que
está prometido para essa pessoa deve ser
entregue, porque ela é a parte justa
nessa causa que está sendo colocada
diante do tribunal. Então, a vindicação
essa declaração última e definitiva da
parte justa que está passando por um
processo de julgamento,
tá? Sobre a volta de Jesus acontecer.
Muito bom, Guto. Eh, com a chegada de um
ladrão sem aviso, tenho dificuldades
porque ele também não diz que teria
sinais. Sim, teria sinais. Mas que
sinais são esses? Ao meu ver, de certa
forma, isso tá muito relacionado ao
texto de Mateus 24. São sinais que são
narrados por Jesus. E o próprio Jesus
diz, mas ainda não é o fim. A ideia
parece ser, ó, vai ser como outro dia
qualquer. Existirá guerra como sempre
existiu desde que o mundo é mundo.
Existirá rumores de guerra, nações se
levantando contra nações, terremotos,
coisas que acontecem, que são
catastróficas, que as pessoas olham e
dizem: "Agora acabou. Agora que existe
uma guerra entre as grandes potências do
mundo, é a certeza de que Jesus está
prestes a voltar. Agora que tá
acontecendo esses eventos cataclísmicos
aqui, esses terremotos, é sinal de que a
Terra está em convulsão e que Jesus está
voltando. Essas coisas acontecem desde
que o mundo é mundo e ainda assim Jesus
não voltou. Jesus está dizendo: "Olha,
as pessoas vão olhar para esse sinais e
vão dizer: "Aí está o Messias, agora é o
tempo do fim. Se preparem para não serem
enganados." A ideia de manifestar esses
sinais é justamente o inverso na minha
compreensão. É para que vocês saibam que
não será por meio dessas coisas que
Jesus estará anunciando a sua chegada,
porque ele não vai anunciar a sua
chegada. Ele virá como ladrão. Ele virá
num tempo que é completamente
inesperado. Por isso, mais uma vez, a
importância de nós vigiarmos e sermos
fiéis a respeito da missão que a gente
recebeu para fazer.
Joaquim. O evangelho de Mateus menciona
que após a ressurreição de Jesus, os
sepulcros se abriram e muitos corpos de
santos que dormiram ressuscitaram e
saindo dos sepulcros depois da
ressurreição dele, entraram na cidade
santa e apareceram a muitos. Esse
pessoal morreu novamente como um Lázaro?
A minha compreensão é que sim, Joaquim,
mas eu devo admitir, esse é um texto, na
minha compreensão, muito difícil de ser
interpretado. Eu ainda não encontrei a
melhor eh forma de
de eh visualizar essas coisas
acontecendo. Eu creio que aconteceu.
questão é compreender exatamente o que o
texto tá comunicando, porque a gente tem
aí uma forte linguagem apocalíptica,
como a gente encontra no livro de
Daniel, como a gente encontra ainda de
forma muito inicial no livro de Isaías.
E os textos apocalípticos são textos
simbólicos, falam sobre coisas que
aconteceram na história ou que vão
acontecer na história, mas por meio de
símbolos. Eu acho difícil que a
narrativa dos da ressurreição tenha sido
simbólica, mas eu confesso que
compreender muito bem como é que isso se
deu eh é um desafio. Mas para sua
pergunta, sim, eh foi uma ressurreição
como a de Lázaro, porque o texto bíblico
nos afirma que a única ressurreição
diferente da de Lázaro é a ressurreição
de Jesus. E essa ressurreição está
reservada para os justos para
ressuscitarem com o corpo glorificado no
momento da segunda vinda de Jesus.
Então, eh, isso aconteceu de uma forma
singular no meio da história, apenas com
Cristo. Vai acontecer com todos os
santos apenas no momento da segunda
vinda de Cristo,
tá? Marlene complementou aqui. O cupo
açu será melhor que o filé Minho.
Marlene, você tá falando do Pará, do
norte do país. Tô achando que você puxou
uma sardinha forte aí. Deixa eu ver
aqui. Mas comoo foi muito bom. É
verdade. Deixa eu ver aqui o que
mais podemos afirmar que a vinda do
Senhor como ladrão será somente para os
ímpios? Eh, a lei Laila a partir dos
textos que a gente vê nos evangelhos,
não. Porque Jesus está afirmando isso
para os seus discípulos. E mais de uma
vez ele afirma isso e ele não faz uma
espécie de eh qualificação da
informação. Não sejam como os ímpios que
não sabem quando eu vou voltar. Não. A
ideia é vocês também não sabem quando eu
vou voltar. Por isso, vocês, em
especial, vocês veja que a a eh
orientação e a instrução do tipo não
tentem ficar adivinhando quando será a
segunda vinda vem junto com a orientação
e o ensino sobre mantenham-se alertas e
vigilantes. Então, a ideia é que as duas
coisas são direcionadas para o mesmo
grupo de pessoas. Vocês que são meus
discípulos, não tentem adivinhar o que
eu estou dizendo que vocês não podem
saber e mantenham-se vigilantes em todo
tempo. Pessoal, eu acredito que a maior
parte das perguntas foram eh respondidas
e talvez tenha algumas coisas que a
gente possa até
complementar ah na próxima aula. E por
isso eu vou pedir para você voltar aqui
na próxima aula, porque é muito
conectada com aquilo que a gente
conversou hoje. Vamos falar mais
brevemente sobre juízo final para dar
tempo de falar sobre milênio e
tribulação. Eh, e a gente vai então
fechar o módulo um do nosso curso na
próxima aula. Lembrando que semana que
vem a gente já emenda o nosso próximo
módulo, que é o módulo de Bíblia. E a
gente precisa muito que vocês participem
até para dar o retorno, para nos ajudar
a ajustar os ponteiros aqui com a nossa
aula. Eu ainda vou subir as perguntas e
o texto de leitura complementar dessa
aula, mas das outras aulas já está
disponível. E se você tá só assistindo a
aula, faz um esforcinho, entra na sua
plataforma, faz as leituras, compre o
curso completo, que com certeza vai
ajudar você a fixar melhor esse
conteúdo, tá bom? pessoal que chegou no
final, a gente deu algumas informações
sobre a saúde do saão no começo da nossa
aula aqui. Você pode voltar lá para ver,
mas graças a Deus ele tá numa condição
bem estável no momento, ainda se
recuperando e por isso a gente vai
continuar orando pela recuperação do Sa.
Tá bom? Muito obrigado mais uma vez pelo
seu tempo, pela sua atenção. A gente
continua daqui a dois dias, na
quinta-feira e nesse intervalo, amanhã
tem outra live aqui no nosso canal. Ah,
nos próximos dias a gente tem outras
coisas indo ao ar. Muito obrigado a
todos, uma boa semana, até mais. Ciao.
Ciao.

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