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A fé vem pelo ouvir

Chegou ao fim, mas a que custo? | Análise de THE LAST OF US 2×07

Chegou ao fim, mas a que custo? | Análise de THE LAST OF US 2×07

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Legendas automáticas:

Um dos meus trechos favoritos de O velho
e o mar do Ernest Hamway é quando, não
quero dar spoiler do final do livro, mas
digamos que é uma jornada obstinada em
busca de de derrotar um inimigo e de uma
ida até as últimas consequências no mar
a fim de derrotar um inimigo que acaba
de alguma forma ele derrotando. Quando
lá pelas tantas ele diz: "Eu nunca tinha
sido derrotado e não sabia como era
fácil". E o que me venceu? Nada. Fui
longe demais. Foi o que foi. Bom, nós
chegamos ao último episódio dessa
temporada de The Less of Us e eu vou
deixar o Hemway aqui no no cantinho como
uma homenagem a ser prestada enquanto a
gente pensa sobre essa jornada de
vingança, que como toda vingança, bom,
acaba como deveria acabar. O desejo do
Joel para Ellie é que ela tomasse
atitudes melhores que as dele, que você
seja melhor do que eu, mas claramente
não é isso que ela faz. A sua jornada de
vingança continua de forma absolutamente
obstinada. E nesse episódio nós vemos
como as perspectivas de outros
personagens sobre o que é melhor a ser
feito estão em conflito com a daelle e
principalmente como se comportam os
violentos e como a violência golpeia
cegamente, acertando qualquer um que
estiver por perto. É aqui nesse episódio
que nós temos convergindo todos os temas
que foram tratados ao longo da
temporada. O tema da violência, o tema
dos grupos das comunidades, o tema da
vingança, o tema da paternidade. Tudo
junto e misturado aparece aqui como o
que pode parecer um episódio com final
assim meio meio agre doce. Para alguns
até é frustrante, uma vez que você não
tem a conclusão da história, mas que
conclui muito dos eixos temáticos que
foram levantados até aqui. Esse é o
mundo cópia do último episódio da
segunda temporada de Dels. E por isso,
claro, esse vídeo está cheio de
spoilers. Assista por sua conta e risco.
Se você gostou dessas análises que a
gente foi fazendo aqui, eu sei que sei
que o seriado foi polêmico aí nas redes
sociais. Vou dar minha opiniõ, minhas
opiniões gerais aí sobre o seriado em si
lá no contemporâama. Deve sair
quinta-feira, fique ligado. Eí, meus
amigos, a gente vai brigar e se matar.
Aí temos opiniões muito diferentes sobre
esse sobre esse seriado, mas se você
gosta das análises que a gente faz, lhe
convido a dar um gostei, se inscrever no
canal, as notificações, nos ajudar a
levar o mundo cópia adiante. Dito isso,
simbora pro vídeo de
hoje. Alguns dos meus livros favoritos
sobre cosmovisão são Cosmovisões em
conflito do Ronald Nash e o clássico do
Thomas Souell, conflito de visões. Esse
tem um subtítulo interessante, origens
ideológicas das lutas políticas. Quer
saber? Eu acho que eu tenho esses livros
aqui na biblioteca. Deixa eu pegar
aqui. Quando us conflito, conflito
divisões. Vou deixar aqui como forma de
lembrar deles. Acho que vai acabar é
cair nesse bicho. Vou vou botar aqui.
Pera aí. Aquele papo de que cada cabeça
ou uma sentença se manifesta de forma
muito profunda do modo como nós
enxergamos e entendemos o mundo. Nesse
episódio, a gente tem a expressão máxima
do conflito dentre as cosmovisões de
grupos diferentes nos seus
relacionamentos com a violência, com a
existência e com os deveres. A primeira
cosmovisão em conflito com a da L aqui é
o de Jess. Apesar dele ser um personagem
sem tanto desenvolvimento no jogo, os
produtores da série tiveram a liberdade
criativa de mostrar mais sobre quem ele
é, sobre como ele pensa e sobre como ele
age na série. O pessoal reclamava muito
que não, ah, porque tal personagem era
melhor do jogo e tal, assim, a grande
maioria dos personagens foi muito melhor
apresentado. Aqui no seriado. Jess é um
deles. E ao fazer isso, uma camada de
profundidade e reflexão é adicionada na
história. Embora seja uma história sobre
vingança, permeada de violência, os
personagens têm perspectivas diferentes
das situações que vivem. Jess sabe ser
violento. Ele precisou ser violento para
salvar a Dina e a Mas ele é alguém que
pondera a violência de uma forma
diferente da L. Jess está disposto a ser
violento para proteger a Dina, para
proteger o seu filho que ele acabou de
descobrir que tinha e para proteger a
ele mesmo diante da sua ingratidão e
teimosia. Quando eles se escondem para
não serem descobertos pelos lobos, Jess
precisa segurar ele. Enquanto eles
observam o jovem serafita ser peg,
despido e levado provavelmente para
tortura e morte. Jess também se segura.
Ele fecha os olhos. não em negação do
que estava acontecendo, mas como uma
tentativa de dominar a si próprio para
não retaliar a lei. Aquela não era a sua
guerra, aquilo era errado, mas ele não
seria capaz de interromper nem aquele
ato de maldade, nem o comportamento
maligno dos grupos. Foi Franc Shefer,
para mim um dos grandes nomes do
neocalvinismo, foi quem disse que nem
toda necessidade é um chamado, nem toda
guerra é nossa. Jess não fecha os olhos
paraa violência a fim de fugir da
realidade, mas como um reconhecimento
que se ele olhar demais, ele cometerá
atos que podem impactar a vida daqueles
que ele ama. Às vezes, para solucionar
alguns problemas, nós temos que ignorar
alguns outros à nossa volta, por pior
que seja. É novamente aquela discussão
sobre quem poupar e quem sacrificar.
Para não colocar a vida de Dina em
risco, para que ele pudesse achar Tomy e
para que ele pudesse levar de volta para
Jackson, ele precisa deixar que aquele
mal aconteça. Pesa o que vale mais para
ele, ao ponto que ele precisa segurar
ele. Ele não pensa. Ela tá tão
engatilhada pela vingança que qualquer
ato que ela julga injusto já é
interpretado como um chamado para fazer
justiça com as próprias mãos. Sabe o que
que isso me lembra? O outro livro do
Jonathan Heide. Deixa eu ver se eu acho
ele
aqui. Não tenho ele em português, só
tenho ele em inglês aqui, ó. A mente
moralista porque boas pessoas são
divididas por política e religião.
Excelente. Esse material tem português
já vou colocar is tudo aqui. Vou colocar
esses livros aqui. Vai ficar as
referências de hoje vão ficar tudo para
cá. Ó, Iago, precisa de tudo isso para
entender um seriado? Claro que não, mas
se tiver ajuda, né? É no a mente
moralista que o Jonathan Heide traz pra
gente um modelo de avaliação moral muito
interessante. Ele vai dizer que os seres
humanos primeiro intuem o que é
moralmente correto e somente depois
apresentam justificativas que demase
para esse julgamento do que é correto e
do que é incorreto. E isso tem aspectos
positivos e negativos. Por exemplo, se
você vê uma pessoa comprar um produto e
logo em seguida espatifalo no chão, você
vai julgar isso como estranho. Mas ainda
assim seria algo que ele pode fazer já
que o produta dele. Agora, se você vê
uma pessoa comprar um filhote de
cachorrinho e pisá-lo na rua, você não
vai ficar pensando nas justificativas
para aquele ato ser repugnante ou não. O
modelo do Hide é interessante porque
aponta que não há um governo absoluto da
razão sobre a nossa moralidade, mas há
uma interconexão entre emoções e razão.
Muitas vezes nós não conseguimos
explicar o porquê de acharmos algo
errado ou certo. É como se fosse tão
óbvio que nós pensamos que todos vão
pensar assim. E com Jess e L isso não é
diferente. A intuição dos dois diz isso
é errado. Porém, ao passo que Jess
justifica a sua ação de se conter por
prezar pela vida de quem ele ama, ele
quer usar mais violência como
justificativa. A gente tem aqui um Jess
que é neurologicamente mais maduro que a
L. Nesse caso, o impulso de ambos é o
mesmo. Eles são o mesmo impulso em
direção a uma violência redentiva, mas o
Jess consegue controlar este impulso,
enquanto L aparentemente não. De forma
que ela tá disposta a sacrificar tudo,
quem quer que seja, colocar qualquer um
numa situação terrível para poder
cumprir seu desejo de violência. Sabe o
que é que isso me lembra? Me lembra o CS
News LS em um artigo chamado Por que não
sou um pacifista. Sabe que eu eu acho
que eu tenho esse artigo aqui?
Meus meninos bagunçaram tudo aqui. Não
tô achando não. Mas é aquele artigo em
que ele avalia que o processo de decisão
do que é bom e do que é ma passa por
três etapas. Em primeiro lugar, a
percepção dos fatos que pode vir porque
nós vivenciamos o ocorrido ou por meio
do relato de terceiros. Em segundo
lugar, existe a correlação de verdades
autoevidentes, o que os batiza de
intuição, que é bem similar ao conceito
do Hide. Ou seja, intuitivamente fazemos
uma correlação entre fatos A B para
chegar numa conclusão. Em terceiro
lugar, existe a ordenação dos fatos para
interligar várias intuições e produzir a
verdade ou a falsidade no que nós
estamos considerando um ponto que se
aproxima do conceito de justificativa do
Hide. Segundo Ls, a inabilidade de
perceber verdades autoevidentes resulta
tanto da paixão de não querer ver,
quanto da preguiça de não querer pensar.
Vê só, Iago, meu senhor, a gente tá
falando de of, Iago. Não é uma tese de
doutorado não, rapaz. Mas calma aí, vem
comigo aqui. Percebe que o
Leudam a compreender melhor as ações do
Jess e da Ao passo que Jess optou pela
não retaliação, porque sua intuição
correlacionou que se ele atacasse ele
podia morrer, ser torturado e até
descobrir onde Gina está. Foi guiada
pela intuição que correlacionou que o
bem a ser feito era matar os lobos.
Mesmo que an eteriormente ele tivesse
visto o que é que os serafitas eram
capazes de fazer, a justificativa é só
uma criança gerou uma identificação
consigo. Logo, a retaliação de era uma
forma dela demonstrar o que ela esperava
ter recebido, o que parece
contraditório, porque antes ele havia
dito que estava disposta a se sacrificar
para salvar o mundo. Agora ela se
identifica com o rapaz capturado e quer
salvá-lo a todo custo, da mesma forma
que Joel fez com ela. O que também entra
em choque com o que acontece
posteriormente no episódio, porque
quando naufraga no território serfita, é
uma criança que a vê, é uma criança que
a entrega e é a criança quem decide pela
sua execução. Que estava disposta a
salvar um jovem serafita, agora vê que
uma criança ainda mais jovem desejou que
ela fosse morta. Mas a execução é
interrompida porque os lobos atacaram a
base Serafita. Eu vou dizer, eu achei
esse trecho meio meio cortado assim,
meio eu não tenho um probleminha de
montagem muito grande nesse nesse nessa
parte. Eu sei que essa era uma coisa que
o pessoal
queria. Olí, ó. Fui falar mal do
seriado, ó. Ó, ó a punição caindo
aí. Calma lá. Eu sei que esse é um
trecho que o pessoal quis colocar no
jogo e que não deu tempo colocar no
jogo, acabou ficando para lá e não. Bom,
não dá para explorar isso no seriado.
Beleza, mas assim, achei a montagem meio
meio corrida assim. E cá entre nós, a
gente aceita que a que os personagens do
seriado sejam salvos por sorte aqui a
culá, mas quando sim é é muita sorte ao
mesmo tempo, entendeu? é sorte demais o
tempo todo. Aí começa a ficar meio meio
cansado, né? Assim, convenhamos que mais
uma sorte salvando a é um pouco demais.
Mas eu eu gostei daquele trecho. Por
mais que haja um problema para mim sério
de montagem e uma conveniência de
roteiro que me incomoda. É interessante
ver a passando por esse momento que faz
um reflexo com ela tentando salvar o
Serafita, o Serafita não querendo
salvá-la, no caso duas crianças aqui, e
com a Eb aparecendo no fim do episódio
com a marca de corda no pescoço. O que
significa que a Eb também foi, ó,
levantada ali, ó, enforcada pelo
serfitas, sabe? O que cria mais uma vez
esse paralelo entre a EB e a L. Então,
essa é uma cena ter ela caindo do
interdoro serfita que ajuda a criar
esses espelhamentos entre ela e a Eb.
Mas assim, eu achei que ficou bonito em
termos conceituais. Eu acho que ficou
pobre em termos de montagem, em termos
de estrutura narrativa. Mas assim, dito
isso, tem pelo menos duas coisas
interessantes que acontecem aqui na na L
caindo em território Serafita. Primeiro
é que os serafitas poupam a vida da L
para salvar a comunidade. Eles tinham
que fazer uma escolha entre executar
aquela que poderia ser o mal para eles
ou socorrer a comunidade que estava sob
ataque. O que é o contrário do que a L
faz em Jackson? A recusou o Jackson, ou
seja, recusou a sua comunidade para ir
atrás da EB. Se fosse Eb que estivesse
nas mãos de
Jackson fosse atacada, muito
provavelmente levaria sua vingança a
cabo. Ela deixaria que Jackson fosse
destruída para matar tranquilamente. Um
segundo fator muito interessante é que
indiretamente os lobos salvaram L ao
atacarem os serafitas. Vê como as
posições se inverteram totalmente aqui.
L é capturada pelo grupo que ela estava
disposta a salvar ou pelo menos salvar
um representante desse grupo e é salva
pelo grupo que ela estava disposta a
matar. vai conceitualmente é muito bem
feito. E vê só, você percebeu como tudo
nesse episódio apresenta uma força de
oposição a vingança da L? Jess é uma
representação da consciência e da
ponderação. Ele impede que ele ataque os
lobos dizendo algo muito óbvio. Eles são
seis, nós somos dois. Ele explica suas
motivações para querer sair logo de
Sear. Ele explica o porquê de valorizar
Jackson, o peso que isso teve na
renúncia de um amor que ele teve e como
essa escolha acabou salvando as forças
da natureza tendo parar ele. Na medida
que ela se aproxima do local onde a Ebbe
estaria, a tempestade aumenta, um muro
de água se forma, mas ela não tá nem aí.
L é Jonas. L é Jonas. Jonas foge de
Deus. Entra num barco, Deus manda uma
tempestade, Jonas cai na água. Jonas é
vomitado na praia, mas ele continua com
o coração vingativo. Ele não interpreta
que Deus está tentando impedir a sua
fuga. Ele não consegue aproveitar as
várias chances que ela tem de voltar
atrás naquele caminho de vingança. Ela
tá sendo guiada pela imagem de uma
baleia, que é o que tá pichado ali do
lado do aquário. Ela tá, sabe, assim
como Jonas foi engolido e vomitado por
um grande peixe. Se ela tivesse voltado
atrás, as desgraças do fim do episódio
não teriam acontecido. É porque ela
insiste, insiste e insiste mais uma vez
como um tipo de Jonas. Ela ela vai para
aquele caminho. El é um Jonas que
acredita que Deus está na violência. Ela
é o velho do Hamryway, que vai longe
demais e que volta, volta como volta
trazendo carcaças de volta. O evento
derradeiro acontece quando a contra o
Owen e a Mel, que eram membros do grupo
da Ebe. Ela ameaça e atira em Owen, mas
há um dano colateral. A bala pega de
raspão no pescoço de Mel e ela sabe que
vai morrer. No entanto, ela revela que
tá grávida. E ao invés de soltar em
propérios a L, ela não se preocupa com a
própria vida. Ela pede para que faça um
parto para salvar o seu bebê. E eu vou
dizer como fã do jogo, que adaptação
sensacional, que coisa, olha, dolorosa
da mãe pedindo para que ela salvasse a
criança, fizesse o parto, ela não faz.
Nossa, é, é, é, ó, fazer, de fazer a
gente ficar com coração do ído. Triste a
vida de quem precisa odiar o seriado,
porque olha, negócio pesado, muito bem
feito. E é aquele negócio, né? Você
lembra do teste de Salomão, no antigo
Tchamento? A gente tem a história da
mulher que prefere ver aquela criança
morta do que nas mãos da verdadeira mãe.
A gente tem aqui uma mãe que prefere que
outra pessoa que tá sedenta por vingança
tome o seu filho do que ver o seu filho
morto. Ela prefere dar o seu filho para
ele do que não ter o seu filho. Nossa,
aquela mulher delirando de que o parto
estava acontecendo, achando que o parto
foi bem cedido, achando que a criança
foi salva. É, é, é de matar. E é uma
cena com, nossa, muitos paralelos.
Lembra que no começo do episódio a Dina
tá com a flecha atravessada perto da
artéria e o Jess diz: "Não, não, eu sei
aqui, eu sei onde é que as artérias
estão" e tal. Nós temos a Dina, uma
grávida, que tem uma artéria quase
ferida, ela poderia morrer com isso. E
aqui a gente tem a Mel, uma grávida que
tem a artéria, não é ferida. Duas
grávidas. A L tentando salvar uma
grávida que a L mata uma grávida. A
grávida morre como dano colateral. A
Dina morreria como dano colateral. É um
negócio conceitualmente muito doloroso.
Diante da morte, tudo que aquela mãe
conseguiu imaginar não foi vingança, não
foi retaliação, não foi violência. Ela
só conseguiu imaginar o seu filho vivo.
Aí ele disse: "Não, não vou atirar não,
porque eu não sou igual a vocês". E é,
é, talvez ele não seja igual a eles
mesmos. Talvez aquela mulher tivesse
coração mais voltado para salvar do que
para vingar, coisa que falta muito a
aqui. Agora tem um paralelo bem
profundo, né? Você lembra que a L nasceu
em circunstância muito semelhante a
essa, né? Você lembra do parto da L da
primeira temporada? A mãe dela prestes a
morrer faz nela mesma um parto
entregando L nas mãos de Marlene. Essa L
agora é incapaz dela mesma fazer um
parto, seja por falta de aptidão, de
empatia, estabilidade emocional para
salvar aquela criança. Que falava que
seu propósito era salvar vidas, se torna
agora incapaz de salvar uma vida
inocente. Ela queria salvar aquela
criança, só uma criança. E agora ela é
responsável pela morte daquela criança.
Eu vou dizer, tá? Eu reconheço os
problemas de montagem de avança.
Reconheço que existe algumas decisões de
roteiro, são tanto questionáveis. Mas o
que esses caras conseguem fazer em
termos de amarrar todos os trechos de
todos os momentos numa coisa só? É, é um
negócio maravilhoso. Que falava que seu
propósito era salvar vidas, é incapaz
salvar a vida inocente. L, que fala que
seu sangue salvaria o mundo, é a mesma
que está disposta a derramar sangue de
quem quer que seja por sua vingança,
ainda trazer danos colaterais. A
violência sempre tem um custo muito alto
e infelizmente muitos vão ser cobrados
só por estarem perto do violinho. Eu vou
dizer, tá aqui, tá dizendo que a série é
WK, uma série WK. Olha, nós temos uma
série antiaborto. É isso. É isso, Rid B.
Temos um Rid B contra o aborto porque
usaram a ideia de uma criança dentro do
ventre morrendo, não é? Como um tipo
terrente de assassinato. Olha só.
Obrigado, ó Dans. Obrigado. Vocês aí
falam as coisas meio meio de meio tem
uns negócios meio aí. Mas ó, o mundo é
mais complexo do que você imagina, tá?
Será que os nerd dólar vão dizer: "É
isso aí, uma série antiaborto". Ninguém
vai, né? Não vai ter nenhuma nenhum
vídeo, nenhuma vídeochamada série
antiaborto. Não vai ter, né? Porque só
dá vi acusar as coisas se walk. Mas já
tô tão diversiando já. O Craig Maing,
que é um dos criadores da série, ao lado
do Neil Drukman, que é o criador do
jogo, ele diz algo muito fantástico no
making off. Esse é o problema com
pessoas que perderam qualquer noção de
similaridade de pecado. O que fazemos é
justificável, o que você faz é maligno.
Isso é fantástico porque em primeiro
lugar o Craig Maing poderia ter usado
palavras como justiça, bondade, certo,
errado. Ele poderia ter usado palavras
que apelassem a conceitos mais
universalmente estabelecidos, mas ele
usa uma palavra associada à religião.
Ele fala de pecado. Claro que a gente
não pode inferir muito daí, mas ao
escolher falar de pecado, ele chama
atenção para algo que tá muito próximo
de nós como crentes analisando essa
série. Problema ali é isso, é pecado,
não é outro. A vingança da a vingança da
Eb, as atitudes egoístas do Joel, os
serafitas, os lobos, o que é aquilo,
senão um mundo onde as pessoas não
encontram qualquer similaridade do
pecado, onde o pecado só tá no outro,
não em nós, onde os serafitas querem
libertar, libertar o pecado do mundo,
tirar o pecado das pessoas, sendo eles
próprios pecadores terríveis, onde a L
só consegue ver o mal do outro, onde a
EB só consegue ver o mal do outro.
Quando o Craig Mas diz isso, seja de
forma consciente ou não, ele tá falando
algo muito de acordo com aquilo que a
Bíblia ensina. Quanto mais as pessoas
perdem a noção do que é pecado, mais
elas são capazes dos atos mais
horrendos, abusivos e absurdos. Romanos
1 ensina que Deus entrega pecadores
obstinados à suas paixões, porque eles
suprimem a razão, dando vazão aos seus
pecados. A deturpação aumenta, há uma
profusão de atos cada vez mais
condenáveis. A perda da noção do pecado
implica na perda do senso do que é
justo. Quem perde a noção do mal sempre
tem justificativas para suas ações, por
mais irracionais que sejam. Sempre tem
um julgamento negativo pronto para dar
para aqueles que eles discordam ou que
tm uma atitude contrária. A perda da
noção de pecado é o que faz os lobos
capturarem, torturarem e matarem
serafitas. Da mesma forma, é o que faz
os serafitas capturarem e fazerem
rituais de purificação na intenção de
expulgar o pecado por meio da morte
daqueles que eles julgam como pecadores.
É, é, é. É um negócio fora de série. É a
linguagem de Renegrar. Mar pegar
aqui. Ah, esse é o livro, ó. Mentira
romântica e verdade romanesca. Ele vai
ficar o conceito de bode expiatório
também aqui. É muito bom. O sacrifício
do Jirá, ele meio que desenvolve aquilo
que ele fala na violência sagrado. Tem
esse aqui do Robert Hampton Kelly,
violência sagrada Paula Hermenística da
Cruz. Jiá eó, ele é um filósofo católico
francês fora de série e ele que vai
argumentar sobre o conceito do bod
expiatório, onde os de fora são sempre
culpabilizados pelo mal, ao mesmo tempo
que são meios de purificação do mal
através do seu sacrifício. E com isso
uma prolongação da existência do grupo
em questão que
culpabiliza aqueles que ele sacrifica.
Olha, é, eu tô o seguinte, para entender
the of, imagina eu falar assim, ó, para
entender the of, aí eu mostro isso aqui,
ó, maior bait da história, maior mentira
desgraçada. Você não tem que ler nada
disso para entender L ofs, mas a vida
fica mais legal quando você tem
referência para entender as coisas. Eu
acho que parte do que a gente tenta fe
no mundo cópia é isso, né? Sempre tentar
relacionar, né, o cinema, as séries e
tal, com material de literatura de
qualidade. Vale, vale a pena um like seu
aí nesse vídeo, não esse tanto de
referência que a gente traz aqui pra
gente aprofundar nossas reflexões sobre
aquilo que as mídias ilustram. Vou até
vou até beber aqui meu meu chá. Chá
preto com limão com gás, sem açúcar,
zero caloria. Vou vou beber aqui um gole
quando você dá like nesse vídeo, tá?
Pelos autores que a gente apresenta aqui
pr vocês aqui. Deu o seu like aí? Então
dá, então dá. Boa para continuar o
vídeo. Um outro ponto importante que a
gente não pode esquecer é a forma como a
maternidade é expressa nesse episódio. A
maternidade começa com Dina sendo
operada. Quando Jess lhe oferece a
bebida alcoólica, ela rejeita porque tá
grávida, mostrando preocupação com a
vida que carrega e a disposição
sacrificial de aguentar aquela dor
durante a operação. De certa forma, já
fazemos uma antecipação do que
aconteceria. Jess diz que não pode puxar
a flecha, porque se o fizesse, poderia
romper artérias. E Dina sangraria até a
morte, que é o que acontece com a Mel,
que demonstra mais preocupação com seu
filho do que consigo. Tudo que ela quer
é que seu filho viva. Dessa forma, nós
vemos duas mães em lados opostos dessa
guerra. Duas mães que provavelmente
trocariam tiros caso se encontrassem,
mas que demonstram o mesmo instinto
materno. Dina está disposta a sentir a
dor por seu filho e Mel, sabendo que vai
morrer, só quer que o seu filho viva e
tá disposta a ser aberta para que isso
aconteça. Mel morre e consequentemente
entendemos que seu filho morreu também.
É muito provável que alguém a tenha
encontrado a tempo para poder tirar o
bebê dali. A outra mãe que aparece, ou
no mínimo uma mulher que expressa figura
materna, é a Serafita. Ela ordena o
enforcamento de L enquanto segura com
uma mão uma foice e com outra mão uma
menina. Ela não tapa o olho da criança,
não ordena que a tirem de lá. Ela quer
ensinar aquela menina sobre como eles
lidam com qualquer um que seja de fora.
Muito diferente do pai Sarafita, que nos
primeiros episódios ensina sua filha a
não retaliar. Tem uma preocupação
poderosa com o que vem em seguida. É o
Joel que diz para ele: "Tomara que você
seja melhor. O pai do Joel que disse pro
Joel: "Na sua vez, faça melhor."
Certamente a esperança da Dina era a
esperança da Mel. Parece a esperança
daquela mãe serafita. Era a esperança
que ele pai ser fita. Talvez seja a
esperança do Isaac, que sendo um lobo
entende que morreria a qualquer momento,
que a outra líder, não é, morreria a
qualquer momento. E que a Eb deveria ser
aquela que continuaria cuidando de todo
aquele exército. É uma relação de
paternidade pensar nisso de alguma
forma. Um filho que continue para além
de mim. Todos eles em lados opostos de
uma mesma guerra. Quando Jess diz: "Essa
guerra não é nossa", ele não podia estar
mais errado. Todos eles foram
engalfinhados na mesma guerra, uma vez
que todos eles entraram na mesma roda de
violência. Esse termo aparece episódio,
tá? O termo will, que é o termo que é
usado pra roda gigante, é onde a L
acredita que vai achar a EB. E é um
termo que é usado no making off para
falar sobre a roda da violência. É um
termo que é muito usado nos Estados
Unidos, né? The Wheel, break the Will,
quebrar a roda. É um termo que foi muito
usado em Game of Thrones quando a
Danaris matava lá os líderes, tal,
quebrar a roda da violência. É poético
que a L vá procurar a EB na Will, né?
Onde tem um Will, do mesmo jeito que é
poético que ela vá para lugar que não
tem uma balia, né? representando
germente esses Jonas de violência aqui.
Agora, um terceiro destaque aqui
importante para esse episódio, é
chocante a crueza em que esse episódio
mostra como nem sempre os que parecem
ter a melhor moral prevalecem. O pai
Serafita, que nos primeiros episódios
foge da violência, é morto pelos lobos.
Aqui, quando Tomy, Jess já estão de
volta ao teatro, Jess e ouvem barulhos e
gritos indo em busca de averiguar do que
se tratava. E o Jess que acabou de
descobrir que ia ser pai preocupado da
Dina, tá em perigo, talvez corre e na
hora que atravessa a
porta,
nossa, igual o jogo, igualzinho o jogo,
forte, poderoso, triste. E lembra o fim
de suspeitos? Aqui fica spoiler, spoiler
de ter, deixa a tela vermelha aqui, ó.
Vai vir um spoiler de Suspeitos. Se você
não quiser ouvir, você deixa sem som aí.
Quando sair a parte vermelha, você liga
de volta. Mas no fim de os suspeitos,
Leonardo Capro tá ali, abre a porta do
elevador e plau. Mole, cara. ser tratado
como um final genial da história do
cinema. E aqui a gente tem a mesma
coisa. Ele atravessa a porta, plau.
Adeus papai, adeus Jess. Pode tirar aí o
alerta de spoiler de suspeitos. Ele
morre sem cerimônia alguma. Cai morto de
uma forma que a gente é surpreendido.
Não, pera, pera, pera, pera. Isso isso
não pode ter acontecido, não. Mas é
isso, aconteceu. Por culpa de quem? Você
pergunta. Por culpa da L, do começo ao
fim. Mais um dano colateral. A vingança.
Aquele que queria sair dali, que soube
medir sua violência, que salvou mais de
uma vez, que demonstrou sim valores, às
vezes dúbios, mas que pareciam sempre
mais adequados. Ele foi morto como se
não fosse nada. A ironia é que estava à
procura de Ebbe, mas é Eby quem a
encontra. Foi obstinadamente violenta em
busca de Ebbe, causando direta e
indiretamente a morte de quatro pessoas
que eram próximas a Ebbe, Nora, Mel ou
em UBB. Mas é a violência que chega até.
Como num ciclo sem fim, ele atrai a
morte para os que estão próximos dela.
Jess é morto. Tomy, a semelhança de Joel
está rendido. Está incapacitada de fazer
algo novamente. Ela grita. Ouvimos um
tiro. A cena escurece. Agora a Eb acorda
e teremos que esperar até a próxima
temporada para acompanhar a saga de EB e
entender o que que aconteceu ali. Ah, é
um pouco frustrante. Eu eu queria que a
gente queria ver essa história continuar
e essa história parar aqui depois de uma
temporada que teve lá seus momentos
tanto arrastados na história, outros
momentos um pouco apressados demais, com
alguns momentos incríveis. Há pelo menos
dois episódios épicos aqui. Há pelo
menos aí dois episódios nota 10 nesse
total de sete, uns dois episódios bem
ruinzinhos. Ainda assim, é uma história
que nos dá muita profundidade narrativa
para trabalhar muita coisa. Aqui se
fortalece muito o modo como comunidades
influenciam na sua forma de pensar o
mundo. Cada comunidade descrita na
temporada, os lobos, os serafitas, os de
Jackson, tinham sua visão de mundo, suas
cosmovisões, seus conflitos internos. E
isso que é interessante é olhar para
essas questões cinzas da vida e refletir
sobre elas. É refletir sobre o que nós
estaríamos dispostos a fazer se
precisássemos salvar a vida de quem
amamos à cuchas da integridade física ou
até mesmo da vida dos outros. É pensar
se salvaríamos o assaltante que acabou
de nos agredir, mas foi atingido por um
carro e pode morrer se não chamarmos uma
ambulância. É pensar sobre que
sacrifícios estaríamos dispostos a
sofrer pelo bem dos nossos filhos e das
pessoas amadas. A gente tem que ser
consciente, sabe? E a gente não tem que
abrir mão da existência de absolutos
morais, de certo e errado, para
reconhecer que existem decisões que são
também dúbias, em que o bem e o mal nem
sempre estão tão claros diante de nós.
Muitas vezes, escolher o bem para alguém
vai implicar escolher o mal para outra
pessoa. Pensa em um médico que tem
escolher entre dois ou mais pacientes
com risco de vida em um juiz que tem
enxugar uma causa de guarda de filhos e
que ambas as partes se acusam de formas
terríveis. Várias são situações em que
somos postos diante de zonas cinzentas
nas quais precisamos assumir a
responsabilidade poros nossos ações.
Muitas dessas decisões são tomadas por
intuição dos termos do Jonathan
Heideght. Elas podem trazer boas
consequências ou más consequências
quando não tivermos uma boa base que
formem as nossas intuições. Temos que
ter a consciência que vivemos em um
mundo que ainda tá maculado pelo pecado
e que este mundo corrompe todas as
esferas da vida e em todas as dimensões
do nosso ser. E é por isso que temos que
nos dedicar tanto para transmitir
corretamente os nossos valores. Na
conversa final entre Joel e ele deseja
que ela tomasse atitudes melhores que as
dele. É como se ele quisesse que
acalmasse sua vida o tanto que fosse
possível e deixasse de ser guiada pela
violência. Por mais que a violência
tivesse feito parte de toda a vida dela,
é como se Joel quisesse um recomeço por
tudo que ele fez pelo bem de as crianças
serafitas também são ensinadas pelo pai
e pela mãe, valores que eles gostariam
que se passassem. De um lado, há um pai
que deseja que a filha não busque mais a
violência. do outro a mamãe que ensina
que a violência é o meio de preservação
do seu grupo. Nos lobos, Isaac sabe que
Ebbe é mais capaz de liderar, embora
reconheça também que ela não bate bem na
cabeça. Com tudo o que ocorreu na
temporada e em como ela acabou, em 2027
nós eremos essa jornada de EB em se
tornar a líder dos lobos e se ela de
fato incorporou o pensamento de Isaac no
seu modo de agir. Essa transmissão de
valores também é cinzenta. Na série Na
vida pais ensinam seus filhos a viverem
como eles acham que é correto, se
esforçando para fazer os filhos se darem
bem na vida. Mas em um mundo contaminado
pelo pecado, essa transmissão de valores
nem sempre é a melhor. Existem ainda
resquícios de boa moralidade, mas nem
sempre pelos melhores motivos. Essas
questões fazem parte do que cristãos
entendem como depravação total. A
doutrina da depravação total ensina que
o nosso intelecto, nossos julgamentos,
nossas ações foram corrompidos pelo
pecado. Ainda há um senso de que existe
o que é certo e o que é errado, porque
Deus nos criou assim, mas o pecado pode
nos levar a chamar o bom de mal e o mal
de bom. É por causa do pecado que temos
esses conflitos éticos e essas áreas
cinzentas. E quanto mais pecado, mais
perderemos qualquer noção de
similaridade do pecado. É isso que leva
pessoas a tomarem decisões horrendas por
as acharem justas. É isso que nos causa
angústia, dor, sofrimento e violência
sobre violência. No entanto, a Bíblia
também nos ensina a olhar pro mundo com
esperança. Apesar de todo esse mal, é
possível encontrar forças em Cristo para
suportar as aflições. A Bíblia nos
ensina que Jesus é a luz que resplandece
nas trevas e as trevas não o vencem.
Sim, ainda vivemos em um mundo de vários
conflitos e mesmo quando nos entregamos
a Cristo, não deixamos de tê-los. Não é
porque seguimos a Cristo que temos uma
compreensão moral holística que será
isenta de qualquer conflito ético ou
moral. O que temos por seguir a Cristo é
o Espírito Santo que nos dá sabedoria,
nos dá discernimento para saber por onde
andar e arrependimento para voltarmos do
caminho errado, para que não sejamos
obstinados como L e saibamos reconhecer
os sinais que nos mostram que estamos
persistindo em Tulíce. Ainda mais, a
Bíblia nos ensina que Cristo voltará e
que a verdadeira justiça será implantada
no mundo, no reino de Cristo. Ele é quem
será o Senhor, que instituirá o bem e
que punirá o mal. Muitos podem
questionar onde Deus está diante de
tanta violência. de tanta maldade, de
tanta crueldade. Bom, Deus está
esperando para executar o seu juízo a
tempo devido. A Bíblia nos ensina que o
problema do mal tem solução em Cristo,
seja através da transformação do mal,
seja através do juízo do mal. A Bíblia
nos ensina que, de fato, o pecado nos
torna violentos, mas a característica
dos filhos de Deus é que eles são
pacificadores. A Bíblia nos ensina que
há opressão, maldades e injustiças, mas
os sedentos pela justiça de Deus
habitaram na terra da perfeição. A
Bíblia ensina que haverá muito choro na
terra, mas em compensação haverá consolo
à terra. Portanto, os que seguem por
esse caminho encaram a vida com outros
olhos. Eles aprendem a reconhecer os
seus pecados e a se arrepender deles.
Eles aprendem a clamar por perdão, graça
e amor, para que ajam com perdão, graça
e amor. Eles vivem pela fé, porque o que
se vê é transitório. Eles têm esperança,
porque grande é a recompensa. Eles sabem
que o amor triunfará, porque Cristo
suportou a violência da morte em favor
de todos os que nele creem e ressuscitou
para que eles também ressuscitem. Deste
mundo infectado pelo pecado, somos
apenas peregrinos que rumam à cidade
celestial. Neste mundo do vinza, temos
uma luz que nos guia e nos corrige em
Cristo. Toda infecção do pecado será
curada e toda área cisenta de moralidade
será revestida de glória. Em Cristo se
dará fim a toda violência e a todo dano
colateral que o pecado trouxe sobre nós.
Essas foram as nossas reflexões sobre
The Less of Us. Você gosta desse tipo de
coisa que a gente vai comentando aqui
episódio, episódio de alguns seriados? A
gente nunca fez com outro, só fez com
Lash of Us. Eu sou um grande fã dos
jogos, mas quem sabe a gente pode pensar
em um outro seriado que surge aí que
vale a pena esse tipo de comentário.
Deixa aí o que que você acha, o que que
você achou dessa jornada, que outros
seriados a gente poderia, talvez fazer
comentários episódio episódio quem sabe.
Se você nos acompanhou nessa jornada
toda, não deixe de clicar aí em gostei
nesse vídeo e recomendá-lo pros seus
amigos. É uma playlist inteira aqui The
Less of Us, tem toda a primeira
temporada, toda a segunda temporada e se
Deus quiser, a gente vai até o fim
quando as novas temporadas surgirem. Até
lá a gente vai ter outros mundos, cópias
de outras coisas que vão aparecendo aí
esse mundo de meu Deus. Muito obrigado
pela sua audiência, obrigado pelo seu
carinho, obrigado por nos acompanhar
nessa jornada, um cheiro do seu cangote
e até a próxima.

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