Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Matrix – Vaidade de Vaidades | 03 – O Frenesi do Prazer | Josemar Bessa

Matrix – Vaidade de Vaidades | 03 – O Frenesi do Prazer  | Josemar Bessa

Matrix – Vaidade de Vaidades | 03 – O Frenesi do Prazer | Josemar Bessa

QUERO SER MANTENEDOR DESTE MINISTÉRIO:

Pix 21 999811424
Pix josemarbessa@gmail.com
Pix 011.737.737.62

PayPal – math_510@hotmail.com

Caixa Econômica Federal
Agência 4087
Operação 013
Conta 51850-3

Banco Inter ( Beleto bancário )
Agência 0001
C/ C 60240490
CPF 011.737.737.62
Claudia Vidal Bessa

Banco do Brasil
Agência 4315-x
Conta poupança 14957-8
Operação 051
Claudia Vidal Bessa

REDES SOCIAIS:

💻 Site: http://www.josemarbessa.com/
🐦 Twitter: https://twitter.com/JosemarBessa
📷 Instagram: http://www.instagram.com/josemarbessa
💎 Facebook: https://www.facebook.com/josemarbessa
💎 Facebook Page: https://www.facebook.com/pastorjosemarbessa
💌 Email: josemarbessa@gmail.com
🎬 Youtube – Josemar Bessa – https://www.youtube.com/user/JosemarBessa
🎬 Youtube – ReformedSound – https://www.youtube.com/user/reformedSound
🎬 Youtube – SpurgeonTv – https://www.youtube.com/user/spurgeontv

Legendas automáticas:

Estamos de volta, queridos. Preparem-se
para escalar uma montanha de luz que
perfura as nuvens escuras da matrix,
onde os circuitos da alma, outrora
sobrecarregados pelo desespero, são
recarregados pela graça divina que
transborda como um rio de código
celestial, inundando o deserto da
vaidade com propósito eterno. Estamos em
mais uma etapa de nossa peregrinação
filosófica pelo terreno devastado de
Eclesiastes guiados pela trilogia
Matrix. uma saga Cyberpunk que não é
apenas uma crônica de rebelião contra um
sistema opressivo, mas um reflexo
glorioso da virada de Colet, o professor
de filosofia que após odiar a vida e
seus trabalhos inúteis ergue os olhos em
Eclesiastes 2 24 a 26 e proclama com uma
voz que ressoa como um trovão que
anuncia Aurora. Nada melhor pode o homem
fazer do que comer, beber e encontrar
satisfação em seu trabalho. Isso também
vejo, vem da mão de Deus, pois sem ele
quem pode comer ou encontrar prazer.
Como o oráculo em Matrix Revolutions,
sentado em sua cozinha com aroma de
biscoitos quentinhos, olhando para Nel
com olhos que vem além do código,
murmura: "Você já fez a escolha, Nel?
Agora precisa entendê-la, porque tudo
tem um propósito, mesmo a dor. Essa é a
graça de Deus. E Matrix é o templo
digital onde ela brilha. do cubículo
claustrofóbico de Thomas Anderson, onde
o trabalho é uma corrente de vaidade, as
planícies redimidas desionam, onde o
logos de João 11 a 14, o verbo que se
fez carne, transforma o desespero em
satisfação e a desgraça em glória.
Imaginemos a existência humana como um
labirinto de servidores na Matrix. Cada
corredor iluminado pelo brilho verde do
código. Cada alma prisioneira correndo
em ciclos de trabalho, sabedoria e
esforço, apenas para tropeçar no vazio
da morte e do esquecimento, como o Qual
tropeça em Eclesiastes 2:15 a 23,
odiando a vida que o consome. Mas então
uma luz corta a escuridão como o sol que
rompe na Machine Siri em Dematrix
Revolutions, quando Nel, o escolhido,
negocia a paz entre humanos e máquinas,
seu sacrifício brilhando como um farol.
Nel outrora Thomas Anderson é nossa
imagem. Um homem que abandona o cubículo
onde cada tecla pressionada era uma
corrida atrás do vento para abraçar um
propósito maior, guiado por Morfeus,
sustentado por Trinity. Iluminado pelo
oráculo. O coelet encontra esse mesmo
propósito em Eclesiastes 2:24,
declarando: "Isso também vejo, vem da
mão de Deus". A satisfação no trabalho,
no pão, na vida, não é conquistada pelo
esforço humano, mas doada pela graça
divina, como a fé que o oráculo planta
em Nel, sussurrando: Você é o escolhido,
porque alguém capacitará você. Em A
Divina Comédia, Dante Aligieri ascende
do inferno ao paraíso, guiado por
Beatriz, exclamando: "O amor que move o
sol e as estrelas é o mesmo que levanta
o coração do pó". O coel sente esse amor
e Matrix é o espelho onde ele reflete,
mostrando que a graça de Deus é o sol
que ilumina o deserto da vaidade. Pense
na Matrix como mundo debaixo do sol, uma
simulação onde o trabalho é uma corrente
que arrasta a humanidade para as torres
de energia. Cada gota de suor convertida
em combustível para um sistema que
devora sem recompensar. O coelet viu
essa corrente lamentando em Eclesiastes
2:23. Todos os seus dias seu trabalho é
dor e tristeza. Mesmo à noite sua mente
não descansa. Mas em Eclesiastes 2:24 e
25 ele olha além do sol, onde a mão de
Deus oferece um banquete que satisfaz.
Nada melhor pode o homem fazer do que
comer, beber e encontrar satisfação em
seu trabalho. Pois sem ele quem pode
comer ou encontrar prazer. Essa é a
virada, o momento em que o desespero se
revela não como castigo, mas como
presente divino. Um espinho que fura a
ilusão para apontar ao criador. Em
Matrix, Néo é desconectado da simulação,
acordando em uma cápsula, seu corpo
frágil, tremendo no deserto do real.
Esse despertar é doloroso, mas é um
presente como desespero de Coelette,
porque o conduz a Morfeus que proclama:
"Você é o escolhido". O desespero que
leva à redenção vem da mão de Deus, um
mecanismo para nos fazer buscar o
médico. Como Jesus acolhe os quebrados,
mas confronta os presunçosos. Em o teto
todo seu, Virgínia Wolf escreve: "A dor
é a chave que abre a porta para o que
realmente importa. Sem ela, vagamos em
círculos felizes, mas perdidos. O CoelT
abre essa porta e Matrix nos guia
através dela, do cubículo de Henderson
ao sacrifício de Nel. Mas a graça de
Deus não é apenas um alívio, é uma
revolução que redefine o trabalho, a
vida, o próprio ser. O coelete proclama
em Eclesiastes 2:26, ao homem que lhe
agrada, Deus dá sabedoria, conhecimento
e felicidade. Mas ao pecador, ele dá
tarefa de ajuntar e acumular riquezas
para entregá-las àele que agrada a Deus.
Aqui a graça separa o trigo do joio,
como Nelu é separado dos prisioneiros da
Matrix, escolhido para um propósito
maior. Em Matrix Revolutions, Nel voa
para Machine Siri, seu corpo brilhando
contra o céu negro e seu sacrifício traz
paz a Zion, não por sua força, mas pela
fé que Trinit e Morfeus lhe deram. Essa
fé é a graça. Como o Coelete descobre
que a satisfação vem da mão de Deus. O
pecador, como acumula riquezas, o bife
virtual, o conforto da ilusão, apenas
para perdê-las, enquanto o eleito como
Nel recebe sabedoria e alegria. Em Os
irmãos Karamazov, Fodor Dostoyevsk
reflete através de Aliocha. O coração
que encontra Deus encontra alegria que o
mundo não explica porque ela vem de além
do mundo. O Coelet encontra essa alegria
e Matrix a ilustra, mostrando que a
graça transforma o trabalho de uma
corrente em uma canção. Essa revelação é
uma guerra, meus amigos, como a batalha
de Nel contra o agente Smith, onde cada
golpe é uma rejeição da vaidade. O
coelet não nos deixa no pântano da
desgraça. Ele nos eleva como Morfeus.
Leva anel no dojô. Você é mais rápido
que isso porque acredita. O desespero, a
dor, a insônia de Eclesiastes 2:23 são
presentes porque nos fazem buscar o
logos como Nelu busca a verdade após o
deserto do real. Cili que em cartas
Amalcom escreve: "Se o universo é
idiota, porque nossos sonhos são mais
belos que ele? A dor é a prova de que
não pertencemos ao pó. O coel prova isso
e Matrix o confirma com Nel ressuscitado
por Trinity, sua luz cortando a
escuridão da simulação. Em tipo de azul,
Mil Davis toca notas que dançam entre a
melancolia e a esperança, como Colet
dança entre o desespero e a graça. Essa
dança é nossa, porque a mão de Deus nos
sustenta, transformando cada trabalho,
cada pão, cada respiração em um reflexo
do logos que João 11:12 promete. A todos
quantos o receberam, deu-lhes o poder de
serem feitos filhos de Deus. Despertem,
meus amigos, porque a Matrix é um eco,
mas a graça é a melodia e seu somma a
dançar na luz que nunca se apaga. E
agora, meus amigos, enquanto a melodia
da graça ressoa enchendo o ar com notas
que dançam como faíscas de um servidor
divino, deixemos que ela nos guie além
do pântano digital da Matrix, onde o
Calet, nosso professor de filosofia,
aponta para o cume supremo, onde o logos
encarnado Jesus Cristo, o verdadeiro
mestre, se ergue como um farol que
despedaça as sombras da vaidade com a
luz ofuscante da cruz. Sua voz que
outrora gemeu em Eclesiastes 2:17. Odiei
a vida porque o trabalho que se faz
debaixo do sol me era penoso. Agora ecoa
com a esperança de Eclesiastes 2:26,
onde a graça de Deus concede sabedoria,
conhecimento e felicidade ao que lhe
agrada. Mas sua visão atinge o ápice em
Filipenses 3:8, onde Paulo, inspirado
pelo mesmo espírito, proclama:
"Considero tudo como esterco para que eu
possa ganhar a Cristo". Como Nel em
Matrix Revolutions, enfrentando o agente
Smith sob uma chuva torrencial, cada
golpe um sacrifício que ressoa com a
cruz, tornando-se o escolhido que redime
Zion. Jesus é um mestre que revela a
futilidade de uma vida sem ele e nos
chama a uma comunhão estasiante que
transforma cada trabalho, cada dor, cada
suspiro em um hino de glória eterna. A
Matrix é o palco onde essa redenção se
desdobra. do cubículo de Thomas
Henderson, onde a vida é um ciclo de
esterco digital ao céu, partido de
Machini Siri, onde o logos de João 1:14,
o verbo que se fez carne, habitou entre
nós, reescreve o código da existência
com o sangue da cruz. Pense no coelete
como um profeta que, após nos arrastar
pelo deserto da inconsequência e da
desgraça, nos conduz ao pé de uma cruz
que brilha mais que os monitores da sala
do arquiteto. Ele viu a igualdade da
morte entre sábio e tolo. Eclesiastes
2:16. A perda do trabalho para
estranhos. Elesiastes 2:21. A insônia
que atormenta a mente. Eclesiastes 2:23.
Mas em Eclesiastes 2 a 26, ele descobriu
que a satisfação vem da mão de Deus, um
presente que aponta para algo maior.
Esse algo é Jesus, o verdadeiro mestre,
que não apenas lamenta a vaidade como o
coelet, mas a redime, como ne redime
Zion ao enfrentar Smith, seu corpo
caindo sob o peso do sacrifício apenas
para ressurgir em Matrix, revivido pelo
amor de Trinity. Jesus é um mestre que
acolhe os quebrados, as prostitutas, o
ladrão na cruz. Porque apenas aqueles
que sabem que estão doentes procurarão
médico. Em Matrix, Morfeus é o profeta
que chama Nel para fora da simulação,
dizendo: "Você é o escolhido, mas
precisa acreditar. Morfeus é uma sombra
do Coelete, mas Nel é uma sombra de
Cristo que em João 1:12 promete a todos
quantos o receberam, deu-lhes o poder de
serem feitos filhos de Deus".
Em paraíso perdido, John Milton canta:
Ele desceu ao caos para erguer os caídos
e sua luz é o trono que o inferno não
pode apagar. Jesus desce a Matrix da
vaidade e Matrix é o épico que ilustra
sua vitória. Mas essa vitória exige um
confronto como o duelo de Néo contra
Smith, onde cada golpe é uma batalha
contra o vazio. O Coelet nos ensina que
a vida sem Deus é esterco, como Paulo
declara em Filipenses 3:8. E Jesus, o
mestre, nos força a encarar essa verdade
com o Morfeus força anel a saltar no
dojô. Você é mais rápido que isso porque
acredita. A verdade, desafios
secularistas, aqueles que vivem como se
a vida debaixo do sol fosse tudo, mas
sabem, no fundo, que é um Deus, como
Romanos 1:20 afirma, as coisas
invisíveis de Deus são claramente
vistas, sendo entendidas pelas coisas
que são feitas. Em Matrix, Anderson
sente a farpa da verdade, uma
inquietação que o leva a Morfeus, como o
secularista sente a eternidade em seu
coração, mas resiste. O CoelT renderem
como Nels rende à pílula vermelha,
abandonando o cubículo para buscar o
logos. Em homem invisível, Ralf Ellison
escreve: "Eu era invisível, mas a
verdade me viu, e sua luz queimou até
que eu não pudesse mais me esconder.
Jesus é essa luz e Matrix é o espelho
onde ela brilha, chamando os agnósticos
a abandonar a simulação e abraçar o
mestre. Para os cristãos, o desafio é
ainda mais cortante, como uma lâmina de
andúel na mão de Aragorne. A verdade nos
adverte. Vocês dizem: "Jesus é tudo, mas
vivem para pequenos logos, carreiras,
sucesso, relacionamentos. E quando essas
falham, o desespero retorna, como
Coelette sentiu em Eclesiastes 2:17.
Em Matrix Revolutions, Nel enfrenta
Smith, mas é Trinity quem o sustenta.
Como a graça sustenta o crente.
Cristãos, vocês caem em desespero porque
não tem um relacionamento de amor
estasiante com Cristo. Jesus, o Mestre,
vem até vocês como Morfeus vai até Nel
dizendo: "Volte para mim, porque sem mim
tudo é esterco."
O trabalho se torna satisfatório, como
Eclesiastes 12:24 promete, quando é
feito para a glória de Deus, não para
preencher o vazio. Em folhas de relva,
Walt Whitman canta: Eu celebro a mim
mesmo, mas cada átomo meu pertence ao
que é maior e nele encontro minha
canção. O CoelT encontra sua canção em
Cristo e Matrix aa com Né
sacrificando-se para salvar Zion, como
Jesus se sacrifica para salvar os
eleitos.
Essa não é uma fé para os tímidos, meus
amigos, mas uma revolução que despedaça
o mainframe da vaidade. O coelete nos
guia como Morfeus guia Nel, mas Jesus é
um mestre que nos redime como Nel redime
Zion. Somos exortados a não argumentar
com força carnal com os outros para os
levar ao reino, mas a deixar o mestre
trabalhar como Morfeus deixa Nel
escolher a pílula vermelha. Porque sendo
eleito, o chamado será eficaz. Em
Matrix, Nel não convence Cifer. Ele vive
a verdade e a verdade fala por si. Em
cartas de um diabo a seu aprendiz, CS
Lius adverte: O inimigo não força, ele
sussurra e os corações que ouvem são
dele. Jesus sussurra e Matrix amplifica
seu chamado. Do cubículo à cruz, da
vaidade à glória. Corram, meus amigos,
porque o logos já abriu a porta e sua
cruz é o portal para um reino onde cada
trabalho, cada lágrima, cada batida do
coração ressoa com a eternidade que ele
conquistou.
Vamos de novo mergulhar num labirinto de
neon, onde as luzes da Matrix se piscam
com promessas de prazer, mas oculta um
vazio que ressoa como o lamento de um
servidor sobrecarregado, clamando por um
sentido que transcenda o código. Hoje
não estamos apenas desvendando as
páginas de Eclesiastes, estamos
conectando nossos cabos neurais à
trilogia Matrix. Essa saga que não é
apenas uma batalha contra máquinas, mas
um espelho da busca espiritual de
Colette, o professor de filosofia que em
Eclesiastes 2:1 embarca em sua odissé
hedonista com um suspiro que corta como
um fio desencapado. Vem agora, vou te
testar com prazer para descobrir o que é
bom. Como Thomas Anderson em Matrix,
curvado sob seu teclado, hackeando
sistemas em noites insônios, sentindo
uma farpa em sua mente que o impele a
buscar além do cubículo. O coelet é o
cético que assume o papel de buscador,
alternando entre dúvida e fé, refletindo
a angústia de uma era moderna que, como
New York Times proclama em um artigo,
vivemos um renascimento da busca
religiosa. Ecclesiastes é o único livro
da Bíblia escrito do ponto de vista
desse buscador. E Matrix é o palco onde
sua jornada ganha vida. do cubículo
claustrofóbico de Anderson, as planícies
redimidas de Zion, onde o logos de João
1:14, o verbo encarnado, revela a beleza
que satisfaz o coração. Imaginemos de
novo as escrituras agora como um
supercputador celestial, uma rede de
verdades que pulsa com a energia do
divino, conectando o caos da terra à
ordem do trono eterno. Os profetas são
sinais intermitentes. Os salmos são
cânticos que vibram com os tambores de
Zion em Matrix Reloaded. Mas Eclesiástes
é um glitch, um código que desafia a
lógica humana. O coelet não prega. Ele
conduz um seminário socrático falando na
terceira pessoa como narrador, depois
mergulhando na primeira pessoa em
Eclesiastes 1:12. Eu, o mestre, fiz
isso, fiz aquilo. Ele é um crente que
assume o papel de cético, explorando a
vida debaixo do sol, sem Deus, sem
eternidade, como Anderson explora a
Matrix, buscando sentido em um mundo que
promete tudo e entrega nada. Essa busca
é o pulso da modernidade, como até o New
York Times observou em um artigo
intitulado Deus descentralizado. Até
pessoas sem fé estão buscando por Deus.
Não há renascimento de respostas, mas de
perguntas. E Eclesiastes é o mapa do
buscador, como a pílula vermelha de
Morfeus é o mapa do Nel, que pergunta:
"O que é a Matrix?" Em era do rádio,
Wood Allen captura essa inquietação
através de um menino que ao saber que o
universo se expandirá até o vazio,
chora. Qual o sentido de fazer qualquer
coisa? O Colet chora essa pergunta e
Matrix a amplifica do cubículo ao
deserto do real. Mas essa busca não é
para os fracos de coração, pois
Eclesiastes é um dojô filosófico, como o
treinamento de Nel, onde Morfeus o
provoca. Liberte sua mente. O coelet nos
golpeia com enigmas, alternando entre
desespero e vislumbres de fé, como em
Eclesiastes 3:11, onde a eternidade no
coração aponta para Deus. Essa é uma
dificuldade. Eclesiastes parece
contradizer a Bíblia, suando como um
existencialista em um café sombrio, mas
sua arte está em assumir o papel do
cético para revelar indicadores para
Cristo. Nel preso na simulação, é nossa
imagem. Um buscador que sente o vazio,
como coelet sente a vaidade do prazer.
Em Eclesiastes 2:11, tudo era vaidade,
uma corrida atrás do vento. Em
ortodoxia, GK Chesterton escreve: "O
louco não é o que perdeu a razão, mas o
que perdeu tudo é certo a razão". E
assim vê o vazio do universo. O coelete
vê esse vazio, mas aponta além como
Morfeus aponta paraa verdade. Em
arredoma de vidro, Silva Plaff confessa,
eu senti um vazio que não explicava como
se o mundo fosse uma casca que eu não
podia quebrar. Eclesiastes quebra essa
casca e Matrix nos guia através dos
cacos do hedonismo de Henderson a
redenção de Nel. Por que Eclesiastes
ressoa hoje? Porque vivemos em uma era
de busca sem respostas, onde o prazer é
a moeda da transcendência. O coelet
testa o prazer, vinho, riqueza, arém e
encontra vaidade. Como Nelu testa a
Matrix e encontra ilusão. Essa busca é
universal, como Herman Hess descreve em
Sidarta. Eu busquei o mundo, mas o mundo
não era o bastante, porque meu coração
buscava o que o mundo não podia dar. A
matrix é esse mundo e o coelete é o guia
que nos chama a buscar além onde a
beleza de Cristo espera. Ergam-se, meus
amigos, porque a simulação brilha com
prazeres falsos, mas o logos acende um
fogo que consome a vaidade e sua chama
já dança no horizonte, chamando-nos a
correr pra verdade. E agora, enquanto a
chama na verdade dança no horizonte,
suas labaredas lançando sombras
tremeluzentes que desafiam a escuridão
da simulação, sigamos seu brilho ardente
para dentro do coração pulsante da
Matrix, onde o Celette, nosso incansável
professor de filosofia, troca a busca
por sabedoria, pela sedução do prazer,
na esperança de encontrar uma vida que
vale a pena viver. Com um sussurro que
ressoa como clique de um teclado na
noite, ele proclama em Eclesiastes
2:13. Vem agora, vou te testar com
prazer para descobrir o que é bom.
Tentei me alegrar com vinho e abraçar a
insensatez. Minha mente ainda me guiando
com sabedoria. Quis ver o que valia a
pena os homens fazerem debaixo do céu
durante os poucos dias de suas vidas.
Como Thomas Henderson em Matrix, curvado
sobre o seu monitor, hackeando sistemas
em noites febr, buscando um lampejo de
significado em um cubículo que fede a
vaidade. O coelete mergulha no
hedonismo, como já vimos em parte, não
por mera indulgência, mas para fabricar
um sentido subjetivo onde a sabedoria
falhou, recapitulando a busca frenética
de uma sociedade ocidental que se volta
ao prazer quando as grandes perguntas
ficam sem resposta. A Matrix é o
playground dessa busca, suas ruas de
neon prometendo prazeres que mascaram o
vazio. Mas o coelete nos chama a olhar
além, onde o logos de João 1:14, o verbo
encarnado, acende a verdadeira chama que
ilumina o coração. Pense na jornada do
coelete como uma transição de um
servidor de lógica para um de sensações.
Como Anderson troca a frieza de seus
algoritmos pela adrenalina de hackear a
Matrix. suas noites iluminadas pelo
brilho verde do código, cada linha
escrita na esperança de desvendar um
propósito que o liberte do cubículo. O
Colet não começa com prazer. Ele vem no
capítulo 1, onde em Eclesiastes 1 a1
dedicou-se à sabedoria. Apenas para
concluir: "Com muita sabedoria vem muita
tristeza. Quanto mais conhecimento, mais
dor. Olhando debaixo do sol, sem Deus,
sem eternidade, como John Lenon faz em
um hino ao humanismo secular, nega a
existência de Deus. John Lenon canta em
Méne sem céu apenas esta vida. Ele
encontra um vazio quecou o desespero do
menino em a era do rádio, que chora ao
saber que o universo se expandirá até o
nada. Qual é o sentido de fazer qualquer
coisa? Esse vazio é o motor da busca
hidonista. Porque quando a sabedoria
revela que não há resposta para as
grandes perguntas, o prazer se torna a
moeda da transcendência. Anderson, preso
na simulação, é nossa imagem. Um
buscador que, como coilet, se volta ao
prazer para preencher o buraco deixado
pela ausência de um sentido objetivo.
Suas noites de hacking, uma tentativa de
sentir que sua vida vale a pena.
Eclesiastes 23. Em o grande Gatsby, F.
Scott Fitgerald descreve Gatsby correndo
atrás de luzes verdes que prometem um
sonho, mas o sonho já estava atrás dele
em algum lugar na vasta obscuridade. O
coelete corre atrás do prazer, mas a
Matrix o engana como Getsby é enganado,
prometendo uma vida que nunca entrega.
Essa promessa é sedutora como o brilho
das ruas de Neon da Matrix, onde cada
bar, cada tela, cada prazer sussurra:
Aqui está o sentido, aqui está a vida
que vale a pena. O coelete testa essa
promessa com vinho, risos, insensatez.
Eclesiastes 2, 2 e 3. Não por luxúria,
mas por desespero, ele busca o que valia
a pena os homens fazerem debaixo do céu.
Ele não quer apenas prazer físico, como
ratos buscam comida. Ele quer um orgasmo
espiritual, uma sensação de
transcendência que diga: "Sou amado, sou
valorizado, minha vida tem peso". Essa é
a busca ocidental humanista secular,
onde a sociedade órfão de respostas
fabrica sentido subjetivo. Em amor,
sublime amor, Maria e Tony dançam sob a
luz de Nova York cantando Some Things
Coming, acreditando que o amor os
elevará acima do caos, mas o caos os
engole. Anderson dança na Matrix,
hackeando sistemas, buscando algo que o
eleve, mas o cubículo o prende, como o
coelete é preso pela vaidade. Isso é o
que é chamado de renascimento da busca
religiosa, pois busca a transcendência,
mas sem Deus a busca se volta ao prazer,
como um artigo chamado Lux Popol revela.
Vendemos sonhos, não suéteres. Cada
compra, cada prazer é uma tentativa de
dizer: "Minha vida vale a pena". Em Além
do bem e do mal, Frederick Niet adverte:
"Quando os deuses morrem, o homem dança,
mas suas danças são fibris, porque ele
sabe que o chão sobre seus pés é vazio.
O coelete dança, mas a Matrix é esse
chão e seu vazio já sussurra, prometendo
prazer, mas entregando vaidade. Essa
busca não é trivial, meus amigos, porque
o prazer não é apenas sensorial, é
existencial. O coelet não busca vinho
por embriaguez, mas por escape, como
Anderson busca Hex para fugir do vazio.
Podemos comparar isso à história
ocidental, onde a ausência de um sentido
objetivo, como o comunismo ou religiões
tradicionais ofereciam, leva a um
frenesi em torno do prazer. Somos a
primeira civilização a construir sobre
não respostas e o prazer é nossa muleta.
Em A Doce Vida, Frederico Felini retrata
Marcelo vagando por Roma, buscando
prazer em festas e romances, mas cada
êxtase o deixa mais vazio, como coelete
em Eclesiastes 22. O riso é tolice e o
que o prazer realiza? Anderson em suas
noites febr é Marcelo. É o coelete
correndo atrás de uma promessa que a
Matrix não pode cumprir. Bernstein, ao
ouvir a quinta sinfonia de Beethoven diz
que sente algo certo no universo, mas
esse algo é fugaz como o prazer de coer
em O segundo sexo, se de Báar reflete:
"Buscamos o absoluto no efêmero e o
efêmero nos trai porque nosso coração
foi feito para o eterno."
Quem diria? Até Simone de Bevoar
perceber isso. O coelete busca o
absoluto no vinho, Anderson no código,
mas a Matrix os trai e o vazio se
aproxima com uma sombra que engole a
luz. E agora, meus amigos, enquanto a
sombra do vazio se avoluma, engolindo a
luz fugaz dos prazeres da Matrix, como
um vírus que corrói o código da
esperança, sigamos o Coelete, nosso
incansável professor de filosofia, que
tendo dançado com o vinho e a
insensatez, ergue os olhos para
contemplar o império de seus feitos e
encontra apenas cinzas, proclamando em
Eclesiastes 2:11, com uma voz que ressoa
como o lamento de um servidor
colapsando. Quando contemple tudo o que
minhas mãos haviam feito e o que eu
havia me esforçado para alcançar, tudo
era vaidade, uma corrida atrás do vento.
Nada se ganhou debaixo do sol, como em
Matrix, reclinado em um restaurante
virtual, cortando um bife suculento com
olhos taiiros, confessando ao agente
Smith, quero esquecer a verdade, quero a
ilusão, porque esse bife é delicioso,
mesmo sendo uma mentira. O coelete
descobre que o prazer, embora sedutor,
falha em apagar o vazio e satisfazer o
coração, deixando apenas a poeira de uma
promessa quebrada. A Matrix é o palco
dessa traição, suas torres de energia
sugando o suor humano para alimentar uma
simulação que promete êxtase, mas
entrega vaidade. Enquanto logos de João
1:14, o verbo encarnado, sussurra uma
beleza que transcende o vento e chama o
coração a um lar eterno. Imaginemos o
Celete como um arquiteto de sonhos
digitais, construindo vinhedos, jardins,
reservatórios, acumulando ouro,
escravos, cantores e aréns. Eclesiastes
2 4 a 8. Cada projeto uma linha de
código escrita com a febre de quem busca
transcender a dor da sabedoria, que em
Eclesiastes 1:18 revelou: "Com muita
sabedoria vem muita tristeza. Ele é um
rei maior que todos em Jerusalém.
Ecclesiastes 29. Como Nel poderia ter
sido se escolhesse a ilusão da Matrix,
mas seus olhos, ainda guiados pela
sabedoria, vem a verdade. Não neguei a
mim mesmo nada que meus olhos
desejassem. Não recusei ao meu coração
nenhum prazer. Tudo era vaidade.
Eclesiastes 2, 10 e 11. Cher é nossa
imagem. Um rebelde de Zion que exausto
pela realidade crua do deserto do real,
negocia liberdade por um bife virtual,
declarando: "Ignorância é felicidade".
Mas o prazer trai como Coelet descobre,
porque a sabedoria invade e o coração
faminto por eternidade não se satisfaz
com sombras. Em o sol também se levanta.
Ernest Remingu faz Jake Barne vagar por
festas bebendo para esquecer. Mas
confessa, eu tinha tudo, mas não tinha
nada porque o vazio estava dentro. O
coelete constrói impérios. Cifer
saboreia bifes, mas a Matrix os engana e
o vento escapa de suas mãos. Por que o
prazer falha? Porque como Coelete
aprende, ele não pode apagar a verdade
que a sabedoria revela. Em Eclesiastes
2:3 e 29, ele confessa: "Minha mente
ainda me guiava com sabedoria. Minha
sabedoria permaneceu comigo. Não importa
quantos vinhedos plante, quantos arénes
possua, a verdade invade, como o deserto
do real invade a traição de Cher,
lembrando que o bife é uma mentira. A
Matrix promete distração, suas torres de
energia pulsando com sonhos de prazer.
Mas cada êxtase é um eco que se
desvanece. Como o vento que o coelete
tenta agarrar. CS Lus em cristianismo
puro e simples explica: "Você não pode
amar uma garota, nem gozar de música. Se
sabe que são apenas átomos colidindo uma
fosforescência química que não significa
nada. O prazer é uma manteiga espalhada
em pão insuficiente, incapaz de cobrir o
vazio de uma vida debaixo do sol, onde a
origem é um acidente e o destino é o pó.
Cifer ao trair Morfeus busca apagar essa
verdade, mas a sabedoria invade como
coelete invade nossos corações gritando
o prazer é uma corrida atrás do vento em
A Doce Vida, Marcelo após noites de
orgias olha para o mar e vê um monstro
morto, símbolo de sua alma vazia. O
coelete olha para seus jardins e vê o
mesmo monstro e a Matrix o reflete, suas
luzes de neon piscando em vão. Pior
ainda, o prazer falha em satisfazer,
porque o coração, como coelete
descobrirá em Eclesiastes 3:11, carrega
a eternidade. Cada projeto, cada taça de
vinho exige mais, como um vício que
consome sem saciar. O coelet é o
0,001% que teve tudo. Elesiastes 2:10.
Mas em Eclesiastes 2:11 ele encontra a
vaidade, porque o prazer é como o vento.
Você o sente, mas não segura. Cher, ao
escolher o bife, acredita que a ilusão o
satisfará, mas seu coração, como do
coelet por mais. Leos em O peso da
glória escreve: "Desejamos algo que
nenhum estado natural pode fornecer. Um
êxtase que apenas vislumbramos em
ecos flor que não encontramos. O prazer
é esse eco e a matriz é seu
amplificador, prometendo transcendência,
mas entregando dependência. Em quatro
quartetos, TS Elliot murmura: "Nós nos
movemos na sombra, buscando o que não
podemos segurar, e o que seguramos nos
trai." O coelete segura o ouro, cifer
segura o bife, mas a traição é a mesma e
o vazio permanece. Um abismo que engole
cada prazer. Vocês já sentiram esse
vazio, não é? Como Anderson, já passaram
noites buscando prazer, uma bebida, uma
conquista, um momento apenas para
acordar com o mesmo peso no peito, como
se o vento tivesse escapado de suas
mãos. O Colet nos confronta como Morfeus
confronta Nel. Você sabe que há mais,
mas precisa escolher a verdade. A Matrix
é uma máquina de prazeres, suas torres
sugando a alma para alimentar ilusões.
Mas o coelet nos chama a olhar além,
onde a beleza de Cristo espera. Em
Blowing the Wind, Bob Dylan canta:
"Quantas vezes um homem deve olhar para
cima antes que veja o céu! O prazer é a
sombra, mas o logos é o céu, e sua luz
já corta o véu, chamando-nos a abandonar
a corrida. e buscar a beleza que não se
desvanece. E agora, meus amigos,
enquanto a luz do logos corta o véu da
vaidade, suas chamas radiantes rasgando
as sombras da Matrix como um código
divino que reescreve a própria estrutura
da realidade, sigamos seu brilho
celestial para além do deserto de
prazeres fugazes, onde o Coelete, nosso
infatigável professor de filosofia,
ergue os olhos do império da sua vaidade
e vislumbra um horizonte eterno,
proclamando em Eclesiastes 3:11, com uma
voz que ressoa
como pulsar de um servidor celestial.
Ele fez tudo belo no seu tempo. Também
colocou a eternidade no coração dos
homens. Ainda assim, eles não podem
compreender o que Deus fez do princípio
ao fim. Como oráculo em Matrix
Helodedad, sentado em sua cozinha com o
aroma de biscoitos quentinhos, guiando
Nel com olhos que vem além do código
murmurando: "Você já fez a escolha, Nel?
Agora precisa entendê-la, porque o
caminho é maior que a simulação. O
coelete descobre que o desejo insaciável
por prazer é um eco da eternidade, um
indicador para a beleza de Deus que
transcende o vento da vaidade. A Matrix
é o espelho desse anseio, suas torres de
energia prometendo êxtases efêmeros. Mas
o logos de João 1:14, o verbo que se fez
carne, é a chama que acende o coração,
chamando-nos a uma satisfação que não
perece, um deleite que não se desvanece
no tempo. Imaginemos o coração humano
como um processador sobrecarregado,
pulsando com um desejo que nenhum
circuito terreno pode conter, como se o
próprio código da Matrix fosse
insuficiente para abrigar a vastidão de
sua programação. O Celete, após
construir vinhedos, aclarar ouro e
abraçar aréns. Eclesiastes 2:4 e 8
percebeu que o prazer é uma corrida
atrás do vento. Elesiastes 2:11. Mas em
Eclesiastes 3:10 a 14, ele ergue os
olhos para o arquiteto divino,
declarando: "Viu o fardo que Deus
colocou sobre os homens. Sei que não há
nada melhor para os homens do que serem
felizes e fazerem o bem enquanto vivem.
Que todos possam comer e beber e
encontrar satisfação em todo o seu
trabalho. Isso é um presente de Deus.
Essa satisfação não é o êxtase fugaz do
vinho, mas um dom eterno, como a verdade
que o oráculo oferece a Nel sentada em
sua cozinha, onde o aroma de biscoitos é
um lembrete de que a vida, mesmo em sua
fragilidade, pode ser bela quando vista
sob a luz divina. Nel outrora Thomas
Anderson é nossa imagem. Um buscador que
exausto pelas ilusões da Matrix,
encontra no oráculo um guia que aponta
para um propósito maior, como quando ela
lhe diz em Matrix, você não veio aqui
para fazer a escolha, mas para entender
porque a fez. O Colet entende que o
prazer falha porque o coração carrega a
eternidade e a Matrix, com suas luzes de
neon, não pode conter o que Deus
programou. Em A Divina Comédia, Dante
Aligieri a paraíso guiado por Beatriz e
exclama: "O amor que move o sol e as
estrelas é o mesmo que levanta o coração
do pó". O coelete sente esse amor e
Matrix o reflete, mostrando que a
eternidade no coração é um farol para a
beleza divina. Essa eternidade é um
mistério, como confessa em Eclesiastes
3:11, eles não podem compreender o que
Deus fez do princípio ao fim. O coração
anseia, mas a mente tropeça. Como
tropeça no dojô, enfrentando Morfeus que
o provoca. Você acha que isso é ar que
você respira? A Matrix é um véu que
obscurece a verdade, suas torres de
energia sugando a alma para alimentar
prazeres que se dissipam como dados
corrompidos. Mas o coelete vê que Deus
fez tudo belo no seu tempo. Elesiastes
3:11. Cada momento um fio na tapeçaria
divina. O prazer, embora traiçero é um
eco dessa beleza, como o bife virtual de
Cherifer é um eco da realidade que ele
rejeita. O coelet não condena o prazer,
mas o reposiciona, como Nel reposiciona
a sua luta ao escolher Trinity em Matrix
Reloaded, optando por um amor que
transcende a lógica fria do arquiteto.
Essa escolha reflete a satisfação que
Eclesiastes 3:13 chama de presente de
Deus. Um deleite que não depende do
trabalho humano, mas da graça divina. Em
a peste, Albert Cami escreve: "No meio
da peste, aprendi que há mais no homem
do que a desesperança, um desejo que
aponta para algo além do sofrimento." O
Coelete aprende isso e Matrix o ilustra
com Néo escolhendo a verdade sobre a
ilusão, guiado pelo oráculo, cuja
sabedoria é um reflexo da eternidade que
Deus colocou no coração. Mas essa
eternidade é também um fardo, como
Eclesiastes 3:10 adverte, viu o fardo
que Deus colocou sobre os homens? O
desejo por beleza eterna faz o prazer
terreno parecer uma sombra. Como a
simulação da Matrix parece uma sombra ao
lado do deserto do real. O coelete
entende que o coração programado para o
infinito não se satisfaz com o finito.
Como programado para ser o escolhido não
se satisfaz com o cubículo. A Matrix
promete plenitude, mas suas torres de
energia são prisões. Enquanto a graça de
Deus, como o texto do Salmo 16:11
proclama, oferece plenitude de alegria
na sua presença. O coelete vê que tudo o
que Deus faz durará para sempre.
Elesiastes 3:14.
em contraste com a vaidade do prazer que
se desvanece como vento. Em esperando os
bárbaros, JM Cots reflete: "Buscamos o
eterno, mas tropeçamos no transitório. E
cada tropeço é uma lição que aponta para
casa." O Coelete tropeça, mas aponta
para Deus. E Matrix ecou essa lição com
o Néo tropeçando no dojô, mas
encontrando a verdade no amor de
Trinity. Vocês já sentiram esse anseio,
não é? Como Nel, já olharam para as
luzes da Matrix, uma festa, um amor, uma
conquista e sentiram um vazio que
sussurra. Há mais? O coelete nos
confronta como o oráculo com fronte
anel. Você sabe porque está aqui, mas
precisa escolher. A eternidade no
coração é o fardo e o dom, um desejo que
nos faz correr atrás do vento, mas
também nos guia à beleza de Deus. Em o
casamento do céu e do inferno, William
Blake escreve: "A eternidade está
apaixonada pelos produtos do tempo, mas
o tempo é apenas um espelho para o
eterno". A Matrix é esse espelho,
refletindo prazeres que desvanecem, mas
o logos é o eterno e sua beleza já
brilha, chamando-nos a deixar o véu e
correr para o lar, onde cada prazer
encontra seu verdadeiro lar na presença
de Deus. Que o vento leve o vé do meu
ego e que em cada
passo da tua
luz. Seja em mim o traço puro e
[Música]
sincero, que dissolve a sombra e refaz a
luz.
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação. Seja a seiva que me cura
alma, raiz
eterna do meu coração.
[Música]
Que o vento leve o véu do meu
[Música]
ego e que em cada passo sea a tua
[Música]
luz. Seja em mim o traço puro e
sincero que dissolve a sombra e refaz a
luz.
[Música]
Que meu riso traga o tom da tua
graça e que o tempo molde em mim tua
estação.
Eja seiva que me
cura
alma. Raiz
eterna do meu
[Música]
coração. Sopra em mim amor que
acalma seja a chama me
aquecer. Vem regar meu chão de estrada
para em teu solo florescer.
Que o ontem fique preso ao que é
passado. Que o futuro seja em ti
reescrito. Tua palavra é casa e ar
sagrado. O caminho certo entre o não e o
[Música]
infinito. Que eu me renda ao pulso
do teu
ritmo e disfaça os nós que eu mesmo
fiz. Seja norte em meio ao
labirinto. O farol que insiste em ter
raiz.
Pois não há lugar além da tua
essência. Nada brilha mais que o
teu
querer. Sou um grão perdido na
[Música]
imensidão, mas no teu amor só renascer.
[Música]
Que teu
ser se entregue ao
vento, que te
sopra sobre
[Música]
mim. Cristo seja o
alicce. Cristo sempre em mim. M.

Tags: