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A fé vem pelo ouvir

NA RUA OU NA IGREJA, A ESQUERDA SABE SE COMUNICAR?

NA RUA OU NA IGREJA, A ESQUERDA SABE SE COMUNICAR?

NA RUA OU NA IGREJA, A ESQUERDA SABE SE COMUNICAR?

Primeira live em nosso canalzinho:

Bora discutir sobre o problema da esquerda em "se comunicar" com a classe trabalhadora e, em especial, com pessoas evangélicas.

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Legendas automáticas:

Todo dia um fé ciência do mundo, luz,
testemunho ser da terra o
sol. Seguimos trazendo a boa nova, todo
dia útil até a vitória final.
[Música]
Para aí, minha gente. Eu espero que o
som esteja bom e que vocês estejam me
ouvindo. Eu não faço ideia se tá
funcionando, porque essa é a nossa
primeira livezinha aqui no nosso
canalzinho totalmente excelente. E eu tô
tentando fazer as coisas funcionarem e
se nada dar errado, tudo dará certo. De
todo modo, temos banda, graças a Deus. A
voz tá boa? Tá saindo bem? Me ajudem,
por favor, queridos santos e santas que
estão nesse chat.
Excelente, totalmente excelente. Salva
aí Kevin, camarada Kevin, sempre
ajudando, apoiando esse canalzinho,
dando aquela força maravilhosa. Fala aí,
Jéssica, também quero agradecer sempre
seu apoio, sua força. E em breve, enfim,
você será moderador aqui desse
canalzinho. Teremos um nome específico
para quem modera, ainda não sei, estou
aberto à sugestões para quem quiser dar
um nome bacana pros nosso time aqui de
moderadores, beleza?
Ai, ai, ai. Dá para ouvir que tem música
de fundo. Ela tá saindo bonitinho porque
eu tentei preparar com carinho aqui, ó,
essa trilhazinha
sonora para ficar acompanhando o nosso
papo, pra gente poder trocar ideia. E
sejam todos muito bem-vindos, muito
bem-vindas e muito bem-vindos, seres
humanos que nada tem melhor para fazer
numa quarta-feira pela manhã. E perdão
pelo horário aí. E é porque é o único
horário que eu tinha mesmo pra gente
poder fazer esse pequeno conteúdo aqui
no nosso canal, a primeira live da
história do canalzinho. Espero que não
seja a última, mas a gente só vai
descobrir daqui um tempo. De todo jeito,
minha gente. Deixa eu dar uma olhadinha
aqui. Som tá bom.
As coisas estão funcionando
aparentemente. Me disseram que eu tenho
que ganhar tempo porque o YouTube demora
para entregar para as pessoas. Não sei
se isso é
verdade. Espero que seja, porque eu tô
tentando ganhar um tempo aqui. E eu
preparei umas coisas pra gente ganhar
tempo, obviamente, pra gente poder
desenrolar aqui um conteúdo bacana. E
temos aí até um rascunho e um roteiro
pra gente poder fazer um conteúdo legal.
Beleza, vamos lá então, começando esta
belíssima quarta-feira e agradeço vocês
que estão aqui topando essa loucura. Eu
queria e eu vou dizer ser muito sincero,
fazer esse essa livezinha aqui bem cedo
pela manhã, bem cedo mesmo, pelas
6,
6:30, algo assim. Porém, com tudo,
entretanto, todavia, nesse horário, eu
tô fazendo o quê? Tô ajeitando a criança
para levar pra escola. Aí não casa nos
horários e logo depois você tem que dar
aquele talento em casa, umas paradas
assim, às vezes a criança dá uma
atrasada, ida pra escola, volta, aí não
deu. Só consegui colocar quarta-feira
9:30 da manhã, mas pontualmente estamos
aqui. Então, não sei se é comum nas
lives por aí pessoal ser pontual, mas eu
tentei, eu me esforcei na
pontualidade porque em respeito aí aos
seres humanos que estão acompanhando
esse
papo. E pera aí, pera aí, pera aí, pera
aí. Vamos ver. Parece que tá tudo certo.
Não quero assustar
ninguém.
Ah, aí, ó. Totalmente excelente.
Funcionou. Gostei. Gostei. Gostei.
Gostei. Bom, pra gente poder começar
aqui um papo antes de qualquer outra
coisa menos
importante, que que a gente vai fazer
aqui para deixar um registro muito
importante no YouTube, que eu ainda não
pude fazer.
Porque em vídeo gravado fica meio
esquisito, mas vou fazer já, que é
agradecer um monte de gente aí e depois
mandar para essas pessoas esses
agradecimentos. Porque eu não sei se
vocês sabem, quem acompanha aqui o
canalzinho, a gente começou a produzir
conteúdo em
2024, no comecinho de fevereiro, ou
seja, é um canal relativamente recente,
produzindo conteúdo para ele. E muita
gente deu uma força danada para isso
acontecer. comecei a gravar conteúdo,
produzir aqui, por no final de 2023 teve
uma quebra de contrato num projeto que
eu tava envolvido e aí o pessoal avisou,
ó, infelizmente esse trampo que a gente
tinha aí que ia durar um ano e meio, vai
acabar agora. Aí eu falei: "Eita, Deus,
que que eu faço para conseguir pelo
menos uma renda imediata?" Não sei, né?
Dava para segurar ali até fevereiro,
março, mais ou menos. E aí um camarada
falou: "Pô, mano, você tem tanto
conteúdo aí que você podia compartilhar
com o pessoal, com outra formação, cara
didático, essas coisas todas, né? Que
tem gente que cai nessa história de que
eu sou didático. Eu não sei se eu sou.
Vocês ficam aí debatendo se eu sou ou
não, se é acessível ao conteúdo que eu
desenvolvo, que é o tema, inclusive
parte do tema do nosso do nosso papo
hoje. Se você prestou atenção na TAMB e
no título, na rua ou na igreja, a
esquerda sabe se comunicar, mas os caras
disseram: "Pô, você é um cara didático,
tem tanto conteúdo, poderia compartilhar
com o pessoal aí.
eh, em curso, né? Vende alguns cursos,
vê se você consegue aí fazer uma parada.
Falei: "Beleza, só que eu tenho uma
bolha reduzida, né, amigos, amigas, uma
rede muito, muito pequena". Por que que
você não grava vídeos, né? E aí você
começa a gravar uns vídeos aí, enquanto
você vai gravando esses vídeos, você
manda pra galera o o conteúdo, tal, e aí
talvez fure a bolha, talvez você supere
aí esse problema da bolha. Falei: "Pô,
faz sentido, não vou negar que não é uma
boa ideia porque é uma boa ideia".
E então queria agradecer algumas pessoas
que me deram muita, muita, muita força
pra gente fazer o canalzinho. Algumas
delas já são muito conhecidas,
portanto faz nem sentido, mas é só para
eu fazer o registro mesmo. Você já
conhece, por exemplo, nosso querido
camarada Fábio Chocolate do Chocolate
Expresso. E se você não conhece o Fábio
Chocolate Chocolate Expresso que está
aqui, você está vivendo errado há um
tempo na sua vida. Eu recomendo que você
acompanhe Chocolate. Por quê? Porque o
Chocolate foi um cara que me ajudou
muito, muito para poder começar o canal.
o curso que ele tem. E aí eu vou fazer
um merchan totalmente
gratuito e por carinho. O curso que ele
tem de produção de conteúdo para vídeo
na internet, de react em especial, é
excelente, cara. É excelente, é muito
bom. E assim como nós, ele é uma pessoa
de baixo baixo orçamento, né? Então, a
pessoa de baixo orçamento não tem
dinheiros, não tendo dinheiros, ele
entende o nosso lado da classe
trabalhadora lascada. E aí, minha gente,
não tem o que fazer. É excelente. E aí o
chocolate me ajudou muito. E aí ele me
ajudou não só com curso, né? Fiz o curso
dele e tal, mas depois me dando um
suporte imenso para poder arranjar um um
um equipamento legal, para poder
melhorar as tambs. Minhas tambs eram
terríveis, ainda não tão boas, mas tá
melhor do que antes. E aí é é pô, bom
demais, bom demais. Então, agradeço
imensamente o chocolate porque ele me
deu muita força, muita força mesmo. E
isso para mim foi muito, muito, muito,
muito
importante e me ajudou
excelentemente. E estamos aí, né?
Estamos aí, estamos aí, estamos aí. Pô,
Luk. E gente, isso é uma coisa
importante, hein? Perigo, perigo antes
de continuar os agradecimentos. Se você
sofreu algum tipo de coação e de coersão
para estar aqui, continue aqui. E
agradeço a Jéssica aí por ter feito essa
coação ao Luk. Seja muito bem-vindo,
bem-vindo, bem-vindo. Beleza? Espero que
você curta aí. E o que nos aguarda aqui?
Nos aguarda o inesperado, um roteiro que
eu vou tentar seguir. Só que eu não
tenho o hábito de seguir o roteiro.
Acabei de quebrar, por exemplo,
agradecimento ao chocolate só para fazer
essa piada de dizer que se você tá aqui
por coação, continua. Então, já viu, né?
De todo jeito, meu. Ah, e aliás,
agradeço imensamente aqui Thiago também
pelo carinho. Obrigado, Thiago, pelo
carinho, cara. Que bom. E piadas com
carecas, não. Eu quero deixar muito
claro aqui para qualquer pessoa que seja
desprovida de cabelo e que fala: "Pô,
meu, o cara faz piada com careca".
Jamais, jamais tiraria onda com pessoas
desprovidas de cabelo. É apenas uma
pessoa, uma pessoa específica, uma
pessoa que já me disseram inclusive que
é o meu, como é que é que fala? Meu
grande rival, né? O meu nêmesis, quem eu
tenho que enfrentar.
E eu vou dizer quem é esse
cara. Capitão Otan. Sim, sim, sim. Rock
é um dos cara que eu falo, pô, mano, por
que que esses maluco existem nessa terra
produzindo esse tipo de conteúdo? E aí
não é que eu faço piadas com carecas, eu
faço piada com o
rock, não pelo fato de ele ser careca,
mas pelo fato dele ser a testa de ferro
do imperialismo. Uma testa que começa
acima da sobrancelha e termina na nuca.
Beleza, mas é isso. Dito isso, agradeço
aí o Thigo pelo carinho, né? Muito,
muito, muito obrigado, Thago, pelo
carinho e estamos junto. Nós seguiremos
aqui depois de agradecer o Chocolate,
que eu acabei de agradecer, então
agradeço muito aí chocolate pela pela
camaradagem e quem não conhece Chocolate
Expresso, eu recomendo que você vá
conhecer, porque o cara é bom demais,
pô. O cara é muito, muito, muito, muito
bom. Então, fica a dica aí. Acompanhem
Chocolate Expresso, nosso querido,
querido, querido, querido camarada. Tá
bom? Mas vamos lá. E outra pessoa que me
ajuda para caramba, me ajudou muito, é
esse camarada aqui. Se você ainda usa
aquele chorume chamado X, como eu uso,
eu recomendo que você siga esse cara
aqui. Andrade. Andrade, cara, me deu uma
força imensa. Graças a Andrade, da noite
pro dia chegou quase 1000 pessoas nesse
canalzinho. Ou seja, um cesto desse
canal é culpa do Andrade. Um beijo,
Andrade. E ele sempre tá incentivando a
galera, ajudando uma galera muito massa,
muita firmeza. Isso é bom demais. Entre
as pessoas que Andrade ajudou foi esse
cara aqui, ó. Sim, este cara aqui,
Thiago Santinelli, que também me ajudou.
E aí, agradeço demais, Thiago,
imensamente. Thiago foi muito camarada
comigo também, divulgando o trabalho e
depois me convidando para um outro
trampo completamente aleatório. Eu
agradeço muito aí o Thiago. Um dia conta
essa história ou hoje, a depender de
como for o nosso papo, posso contar a
história de um trampo aleatório que a
gente fez junto aí. E foi uma coisa
completamente diferenciada.
Além dessa galera, outra pessoa que
vocês também já conhecem, obviamente, e
que eu tenho aqui, Pedro Ivo do Ateu
Informa. Quem diria que um ateu seria
responsável pelo crescimento do canal de
uma pessoa
crente? Só Deus explica. Só quem
acredita aí pode explicar isso, a força
que um adeu, um ateu deu pro canal de um
crente. E aí eu agradeço demais o Pedro.
E aliás, gente, dessas muitas tretas que
a gente acaba acompanhando, a gente não,
porque eu não sou tão cronicamente
online quanto vocês. Então, esse é um
problema que eu vou ter aqui para fazer
live, que eu não tenho esse hábito de
ser tão cronicamente online. Vocês
conhecem o mundo que eu falo: "Meus
amigos, minhas amigas, minha gente
querida". Que que é isso doido? Vocês
estão
maluco. E aí eu vou vou deixar aí para
vocês. Pedro Ivo que vez por outra tá
tretando com Deus e o
mundo, será canonizado em
breve depois que ele morreu, obviamente,
porque só dá para canonizar depois que a
pessoa falece, né? Então não tô
desejando aí que ele seja faleça em
breve, senão que, né, dado o
procedimento legal e necessário a ser
cumprido, ele será canonizado. Ele ajuda
demais aqui o canalzinho. Então,
agradeço muito aí, Pedro. Um grande
beijo, Peter Evil, né? Também muito
conhecido aí internacionalmente como
Peter
Evil. E Jéssica tem toda a razão. Se
você tira o nariz do Rock, ele vira
Valdemorte e ele também vira uma pessoa
incapaz de respirar.
Julguei uma
informação. Outra pessoa que eu acho que
é importante a gente dar uma aida
atenção, cuidado e carinho, Kevin que
está conosco aqui.
Kevin, você é um santo, homem. O Pedro
ainda vai ser canonizado, mas você já é,
você já é uma pessoa santificada porque
confiou no meu trampo, me deu uma força
imensa em momentos que você nem tem
noção disso, cara. Mas é é um carinho
imenso, um carinho imenso mesmo.
Agradeço estar aqui no nosso ao vivo
aqui acompanhando. Então beijo imenso,
Kevin. Que Deus te abençoe imensamente.
Deus te abençoe muito, cara. Porque eu
tanto que você me deu uma força, foi
muito massa. Assim como esse outro
camarada aqui que vocês vão seguir ele
lá no Instagram, Claudinho. Cláudio.
Cláudio fotografias. fotógrafo Cláudio.
Cláudio também é um cara que sempre me
apoiou, sempre me deu uma força. Eh,
pode parecer bobeira, mano, mas assim,
quando a gente tá sem trampo, que nem
ano passado, né, que eu tava contando
para vocês, fiquei sem trampo para poder
vender os cursos, furar a bolha, comecei
a gravar os vídeos aqui no canalzinho,
fazer os react, tal, pessoal ir
conhecendo e aproveitava para fazer
propaganda do do curso, dos cursos que
ofertava. E aí, meus amigos, esse
camarada aqui, Cláudio, que vocês vão
seguir lá no Instagram, nós 12 pessoas
que estamos online, se somos 12, um de
nós há de nos
trair. Fico preocupado com isso. Esse
cara, mano, sem sacanagem, ele foi
muito, muito parceiro, além de fazer os
cursos, muito antes de ter o canal,
inclusive, que ele já fazia alguns
cursos que eu ofertava na fé mesmo, na
confiança, porque eu não tinha
equipamento adequado para tal. E aí fui,
né, fazendo uns cursos, testando, vender
uns cursos, tal, e ele sempre me ajudou,
me deu apoio até hoje. É um cara
fantástico, fantástico mesmo. Então, um
beijo imenso aí, Claudinho. Cláudio
fotografia. Somos 14, ou seja, superamos
o número de 12.
Não sei se um de nós há de nos trair
ainda por sermos 12 pessoas mais um
outro que tá falando e os caras estão
ouvindo ou se agora teremos três pessoas
que vão nos trair. Tá aumentando o
número. A gente tem que pensar como é
que seria se em vez de 12 discípulos
fossem 14 ou 16 como começou chegaram
agora mais pessoas. Eu tô ficando
assustado. Mas é isso, minha gente.
Então agradecer muito aqui o Cláudio
também. Sigam ele lá no Instagram. nós
16 pessoas que estamos aqui, porque o
cara é muito firmeza, faz um trampo
muito massa e, aliás, fotografias
totalmente excelentes, diferentes. E a
última pessoa que eu separei aqui para
agradecer dessa vez, da próxima vou
agradecer mais pessoas porque muita
gente me ajudou de verdade, é esse cara
aqui, ó. Vocês também vão dar uma
olhadinha no no Instagram do mano lá,
especialmente se você for crente. Por
quê? Porque Burja Burjak, Guilherme
Burjque é pastor, é um pastor incrível.
E que é o pastor que vai atrás de suas
ovelhas. Ele veio atrás de mim, cara. O
mano tá morando na Espanha numa correria
de trampo que ele conseguiu lá
recentemente e veio para cá no ano
passado e sem a gente se conhecer, ele
falou: "Preciso conversar com você".
E aí ele, mano, tava em Osasco, eu tô
aqui no Capão Redondo, a gente se dá um
jeito de se encontrar no meio do
caminho. Trocamos ideia, ele foi um
cuidou da minha família, do meu
coraçãozinho e me ajudou demais em
várias paradas. Então, mano, mais um
cara que Deus te abençoe demais, Burja.
Provavelmente você não tá vendo isso
aqui agora, porque eu não faço ideia
como é que a fusar na Espanha e porque
você tem coisa muito mais importante
para fazer, né? Mas aí é um outro
problema. Não que as pessoas que estejam
aqui não tenham coisas importantes para
fazer, obviamente que não. Jamais diria
isso e jamais pressuporia que vocês
estão matando o trabalho de vocês ou
deixando no segundo plano ouvindo
enquanto fingem que trabalham. Jamais
pressuporia esse tipo de coisa. E aqui
nós somos pessoas extremamente
responsáveis. Todos sabemos, todos
sabemos que é disso que se trata, não é,
minha gente? Mas é isso. Então, esses
são os primeiros agradecimentos que eu
queria fazer aqui pra galera ir
chegando, pra gente poder trocar uma
ideia.
e também que foi gente que me deu muita
força. Então, como é a primeira live do
canalzinho, eu tinha que fazer esses
agradecimentos. E quem chegou agora,
inclusive, deixa eu dar um salve aqui
pro pessoal que tá chegando, é muita
mensagem. Jeová, Deus do céu, agradeço
aí a confiança de vocês. Tamo junto,
Kevin. Kevin, então aí comentou, né, que
nós que já seguia no Twitter, ou seja,
realmente a gente tem algum problema que
nós precisamos tratar porque a gente
ainda usa aquela desgraça. E depois
conheceu pelo meio da zelota. Zelota,
gente, revista Zelotas. Se você não
conhece, eu recomendo profundamente que
você acompanhe a revista Zelota. Leia a
revista Zelota. Revista Zelota é algo
maravilhoso e que se vocês não conhecem
a revista Zelota, vocês também estão
vivendo errado nessa vida, né? Então,
por favor, acompanha a revista Zelota,
leia a revista Zelota. É uma revista que
ela começou, cara, como, como é que é
que fala?
de base adventista para discutir alguns
temas da igreja adventista, tal. E isso
achei muito massa, tá ligado? Porque eu
fiquei sabendo da revista Zelota no ano
que ela tinha começado, foi 2001, 2021,
2021, meio da pandemia, e eu tinha lido
um texto delas da da Zelota, que era um
eram três, uma trilogia, né? Eles tinham
lançado o primeiro que chamava Viva La
Revelación, em que eles trabalhavam e
apresentavam a história do dos
adventistas na revolução cubana. E eu
falei: "Caraca, que história doida". E
aí tinha um cara que era, como é que é
que fala? Ele
era pastor adventista, tava no colégio
adventista lá e ele acolheu os
guerrilheiros que estavam em fuga sendo
perseguidos. E entre esses guerriliros,
quem organizava e e
e tava liderando o grupo era o o próprio
Tegevara. Ele recebe o Tier junto com os
caras lá na escola, protege eles,
esconde eles até o exército do Bautista
passar. E aí o o cara, o Tia chama ele
de El Pastor, né? e trata o cara como
tipo, mano, você é um braço da
revolução. E aí passa o tempo, o cara
conta essas, o próprio T dá esse título
pro pro para esse camarada que eu
esqueci o nome dele agora, mas aí o o
pessoal da Zilota foi atrás do filho do
cara para poder entrevistar o filho
desse pastor, foi atrás da história, tá?
Aí eu fiquei impressionado com o tipo de
trampo. E só que aí em 2021, por
aleatoriedades da vida, eu acabei
entrando paraa Zelota também por um rolê
completamente aleatório, completamente
aleatório. Acabei encontrando os caras,
a gente acabou se conhecendo e a gente
começou a trabalhar junto lá na Zelota.
Eu recomendo que vocês de lota, porque
não discute questões religiosas, começa
de base adventista, depois chegando
gente de outras tradições, mas é uma
articulação entre fé e política e com
uma qualidade
jornalística impressionante, assim,
impressionante. Além de ser uma revista
independente, que esse ano, ano da graça
de 2025, pela primeira vez, tem um
funcionário, temos um funcionário porque
até então era tudo voluntário mesmo. Aí
agora tem uma pessoa responsável ali
para fazer as edições, o trabalho da
Zelota, o que graças a Deus aí é
vitória, né? Depois de 4 anos. Então
isso é bom demais. Eu recomendo, leiam a
revista Zelota, mesmo que você não seja
uma pessoa religiosa, seja para
compreender esse mundo, seja para
participar dos debates, para entender o
que se tem discutido e também ver de
qualidade o que eu não conheço, não
conheço quem faça isso, um jornalismo
investigativo dentro do âmbito
religioso. Não, assim, acho que hoje o
mais interessante que tem sido feito não
é por especialidade, senão por conteúdo,
é o pessoal do ICL, né, lá da firma, né,
uma firma coincidentemente o trabalho
que tá fazendo o trampo lá sobre o o
como é que é o
nome? Malafaia. E aí tem um trampo muito
massa, que é um investigativo bala, mas
a zelota vive só disso. Então recomendo
aí que vocês acompanhem, beleza? Fica aí
a dica de ler a revista Zelota.
E é isso, gente. Agradeço demais aí a
confiança, hein, a parceria por estarem
aí.
Guinho, Deus abençoe, Guinho. Sigam o
canal do Guinho aqui no YouTube.
Acompanhe o trampo do nosso camarada.
Força para o canal do Guinho. Força para
o Guinho. E é isso aí, estamos junto.
Agradeço demais, Guinho. E eu dei
mancada com Guinho que tava aí em São
Paulo nesse fim de semana, só que eu não
estava disponível nessa cidade maluca.
Então, perdão, Guinho. Perdão. Ainda bem
que Hermes e Croezinha te acolheram. Um
beijo para Elson, um beijo paraa
Cruzinha. Então ele não ficou
desamparado, alguém estava com ele.
Obrigado aí quem está acompanhando o
canal do Gu e o Gui. Fala Claus,
camarada, como é que você tá irmão? De
boa. Bom dia. Que bom, bom demais ter
você por aqui. Muito bom. Tá
aí. Caraca, Mandorova. Mandorova, que é
membra do nosso membre. Eu sempre fico
confuso quando eu tô trabalhando aqui
com pessoas que não t o nome explícito.
Não que você tenha tenha sua obrigação.
É que aí eu não sei como eh utilizar a
devida, o devido pronome e o devido
cuidado aí na hora de trocar o papo.
Beleza, minha gente? Então, mas é
membro, membra, membre, membrezinha aqui
do nosso canalzinho e eu recomendo,
sempre indigo que você faça parte aqui
do nosso canalzinho, né? sempre, sempre,
sempre chega junto com a gente. Você
seja membro, membra, membre, membresia
do nosso canal, porque somos um grupo
pequeno, mas fiel e resistente e sempre
temos conteúdos exclusivos para você,
além dos cursos que a gente tem ofertado
aqui na nossa plataforma do YouTube, tá
bom? Olha aí um merchã totalmente
excelente para
vocês. E acho que como eu tô fazendo ao
vivo, vocês estão descobrindo que
realmente eu falo rápido, né? Sim, eu
falo muito rápido. Peço perdão aí por
isso. Espero que a dicção esteja
acompanhando, mas estamos
junto. É, minha gente, Deus te abençoe
também imensamente. Claus e o Burja, pô.
E o Burja aí? O Klaus também segue o
Burja, pô. Massa demais, cara. Muito,
muito
massa. Olha, camarada
Carb, carb.
Carb, Carb Mat, eu não sei como é que
vai falar o teu nome. Eh, mas eu não sei
se eu sou o melhor com isso da internet,
não, porque eu não sou cronicamente
online, não tenho capacidade de produzir
conteúdo suficiente aqui pro pro YouTube
de maneira adequada e tô naquele
trabalho de ser explorado em três
frentes diferentes, o que significa que
não dá para ser tão comunista de
internet assim, feliz ou infelizmente, a
depender do ponto de vista. Então,
estamos aí, Diego, bom dia, meu querido,
seja muito bem-vindo aí. Espero que você
curta o papo que a gente vai ter hoje,
assim como nosso querido pavio
negativo. O pavio negativo. Pavio agora
eu peguei o nome, perdão aí. Pavio
negativo. Bom dia, querido. Bom
dia. Melhor que aí, ó, Luke sacou que
talvez eu seja o melhor cliente. Com
certeza. Mas é, talvez. Com certeza. Eu
acho que eu não sou, mas porque eu
conheço clientes muito mais
interessantes. Tá tremendo um pouco a
câmera? É normal sim. E eu vou explicar
para vocês porque que é normal. Vai
tremer essa câmera por muito tempo
ainda. Por um motivo de meu apartamento
ele tem apenas 38 m² úteis. Tudo bem?
Dito
isso, eu estou sentado em um banco de
madeira entre o meu armário, que é essa
parte aqui, que é o armário do quarto
meu e da minha companheira, e a minha
cama. O meu computador, que é um laptop
bem antigo, que está sofrendo com as
interpeles do tempo, né, que tá
passando, ele está apoiado sob duas
caixas de jogo de tabuleiro e esse
microfone também. Então, toda vez que eu
encosto, dou uma mexidinha na no colchão
aqui da cama, ó, dá uma balançadinha. E
aí, com essa música de fundo, vocês
utilizem a criatividade
suficiente que vocês queiram para
entender o por que a câmera tá
balançando, já que ela está acima do
colchão da minha cama.
tem aí esse problema de instabilidade
que futuramente quando quem sabe nós
tivermos no local mais
adequado para poder gravar esse tipo de
conteúdo, você vê que aqui é tudo
amador, minha gente. Eu tenho em cima de
caixa de jogo de tabuleiro, em cima de
um colchão numa cama, num quarto bem
pequenininho. Então é eis o motivo pelo
qual vai dar uma trimilicada com
relativa frequência. Então, foi mal aí.
E um beijo, Guilherme. Nosso Guilherme,
nosso comunja querido. Obrigado pelo
carinho de sempre, porque é um cara que
também me dá muita força. Beijo, mano.
Tamos, tamo junto. Tamo
junto. Pois é. Carb, carb. Carb. Essa
história é muito massa mesmo do dos do
da revolução do adventista para muito
muito massa, muito
massa. Perdão, não é que eu abandonei, é
que eu tô sofrendo com uma coisa chamada
trabalho, né? Contrair trabalho. E aí o
contrair trabalho eu não consigo mais
acompanhar o chocolate. Perdão aí, foi
mal, errei. Mas agradeci chocolate. Foi
a primeira pessoa agradecida a quem eu
fui grato, né? aqui quando comecei essa
live porque o cara me deu muita força
desde o comecinho do do papo. Fala
Jaísson. Aparentemente temos humanos
aqui. Estamos aqui. Quem não é membro tá
em pecado. É verdade. Você está em
pecado por não ser
membro. Acho que eu não deveria falar
isso. Não, não tá não. Perdão. Mas quem
disse foi o camarada. Talvez ele esteja
certo. Vamos falar de quê? Religião,
dominação mundial, Pokémon. Pokémon. Eu
sou incapaz de falar porque perdão aí
para as pessoas que se agradam de
Pokémon, eu parei lá no início, bem no
início mesmo, quando eu tinha 100 mais
um que era o mil. Então você vê que eu
tô um pouco atrasado, uns 25 anos, então
atrapalha um
[Música]
pouco. O sonzinho tá gostoso aí no
fundo? Espero que sim, que no meu ouvido
tá legal, né? Mas eu não sei como é que
tá para vocês, se está ouvindo, se a
mízinha tá tá no volume
adequado, tá como é que é que fala?
Confortável, né? Gosto de deixar a
musiquinha aí,
né? Jamais, jamais diria que o ISL é
abusível. Não, o capitalismo é não. Iso
é maravilhoso. Estou adorando trabalhar
na firma de verdade. Aqui não é não é de
bobeira não. Sendo muito massa. Então tô
curtindo trampar lá. é que eu não trampo
só lá, né? Eu trampo lá e em outros
outras frentes. E aí a vida, meus
amigos, a vida é uma tristeza. A vida é
uma tristeza. Mas gente, a gente vai
falar hoje e já já, né, vamos puxar o
tema aqui, vai ter algumas paradinhas
que a gente vai poder
fazer eh sobre a esquerda, se ela sabe
ou não sabe falar, se ela já foi aí
treinada, né, na capacidade de
comunicar, de falar com as pessoas.
Parece que é um tema aí que o pessoal
fica batendo cabeça e tal. Quais jogos?
Pergunta importante, Mandurova, que
acontece, eu e minha companheira, nós
somos viciados e fissurados em jogos de
tabuleiro de verdade. Antes da gente
casar, a gente tá junto já há 11 anos,
vai
lá. Ou deu deu 11 anos já. Caraca. E a
gente foi colecionando o jogo de
tabuleiro porque a gente curtiu, né? A
gente curte jogo de tabuleiro. Então eu
tenho aqui em casa uns 120 jogos, 120 e
poucos jogos. Já perdi um pouco a conta
porque uns já vendi, outros ficaram,
outros chegaram, fico meio confuso. Tem
muitos jogos de tabuleiro, muitos mesmo.
E eu gosto bastante e ela gosta
bastante. Então a gente foi juntando
nesses últimos anos e o computador está
em cima de um King Domino ã versão
gigante e em cima de um Zumbside Black
Plag, né? É um jogo, dois jogos
excelentes que eu recomendo para quem
gosta. Quem gosta de jogo bacana,
divertido para a galera. King Domino,
pô. Bom demais, cara. Olha, eu já
deveria estar recebendo aí um Merchan,
pelo Merchã, um dinheiro de quem publica
aqui esse na no Brasil, esse jogo que é
o King Domino, que é muito bom, cara.
Muito bom mesmo. King Domino, jogaço
para se divertir com a galera. Esse fim
de semana eu tava jogando, por exemplo,
deu, minha companheira, minha irmã e meu
cunhado, a gente tava jogando. É muito
bom, cara. E o outro que é o o Zombide
Black Plag, caro para caceta, mas eu
comprei há muitos anos atrás, enquanto
ele ainda era caro, mas um caro
aceitável. Hoje o preço é um pouco
abusivo, mas é um jogo muito bom que ele
leva horas para ser finalizado, ele é
muito difícil de ganhar, apesar de ser
mais fácil do que o Zombside normal, mas
aí é outro problema. E o meu microfone
ele está em cima de dois jogos. Um
chamado Flick Upup, que é um jogo de
peteleco, que é uma delícia de jogar e
se divertir. Inclusive, se você tem uma
pessoa aí criança de 8, 9 anos,
pré-adolescente ou alguém que não tem
nada o que fazer, né? Eu já joguei com o
meu pai algumas vezes, por exemplo,
Black, o Flick MUP, né? É um jogo de
petelec muito divertido, de far oeste,
em que você tem que atirar no seu
coleguinha e aí você vai jogando as
pecinhas, tal. Um jogo bem interessante.
Em cima de um outro jogo também são duas
caixas em cada um. Tem um jogo chamado
Snorta, que é um jogo aí de loucura,
gritaria e insanidade, que eu joguei
nesse fim de semana também com alguns
amigos que vieram aqui em casa. Então,
são esses os jogos e eu espero que faça
sentido aí o que eu comentei. E quem
gosta do jogo tabuleiro, a gente pode
trocar essa ideia, tá? Então é, é bom,
bom, bom, bom, bom. Cara, bonitão. Você
que é uma pessoa bonita, que compreende
o que a gente tá falando aqui,
eh, vai ser live de react?
Não, pelo menos não hoje, inclusive
porque eu acho que se, cara, React é
muito react, vocês podem encontrar
reacts muito mais legais. Quando surgir
um conteúdo bacana, aí eu ponho um react
legal pra gente fazer, mas
aparentemente, né, não sei se vai rolar.
E aí o tem toda a razão e já já vou vou
puxar um papo aqui, inclusive sobre isso
aqui. Religião, dominação mundial e
Pokémon certamente parece um tema de DVD
do Silas Malafia. E seria excelente
fazer essa sket, tá? Seria excelente
construir uma sketch aí de 2 minutos no
máximo em que há uma grande discussão
sobre esses temas claramente
convergentes, religião, dominação
mundial e Pokémon. Então, claramente
convergência, então eu acho que faz todo
todo sentido. Exatamente. Sou um gamer
[Risadas]
analógico. Ai Jesus
Cristo. Tá ao vivo. Sim, essa é uma
gravação ao vivo, Felipe. Quem diria que
nós, pela primeira vez na história da
humanidade estaríamos ao vivo nesse
momento? Ou se nós não estamos ao vivo,
como é que ia ser, né? Pelo amor de
Deus, como é que ser essa loucura de
estar gravado e eu antecipando o que
você tá falando? Caraca, mano, ia ser
uma insanidade. É muito doido esse
mundo. Uma live gravada em que eu
consigo antecipar o que vocês vão dizer
e já responder quando vocês estão
falando. É uma coisa maluca, né, meu
amor? É uma coisa insana, insana,
insana. Estão liberados. Estão
liberados. Bonitão, bonitão. Está
liberado qualquer pessoa assistir essa
live. Qualquer pessoa até até o rock,
professor rock, querido, testa de ferro
do
imperialismo, você está liberado para
assistir a live. Eu sei que esse
conteúdo não chegará para você, mas caso
chegue você queira assistir, você está
liberado. Tá liberado. Vem assistir com
a gente, tá bom? Acho que vai ser muito
bacana a gente
papear, não é? É muito doido isso, né?
Tá assistindo a aula, o professor
responde isso é uma loucura, uma
loucura. Ia ser pior ainda se você
tivesse fazendo alguma coisa que não
deveria estar fazendo na aula e o
professor responder. Ou seja, na verdade
é tá fazendo uma grande intervenção e
dizendo: "Felipe, desliga o celular,
estamos no momento da aula. Por
favor, Jéssica, para de jogar chiclete
no cabelo da Adriana. Isso não é legal.
Não é fácil limpar a chiclete do cabelo
do coleguinha. Depois a mãe dela vai ter
que lá atacar uma mistura de shampoo com
vinagre, passando pente de piuro sem a
mina tá com piouro para ver se consegue
descolar o chiclete. E se não descolar o
chiclete, ela vai ter que dar uma
cortada no cabelo. E o cabelo da Adriana
já não tá muito cheio, né? Então vai
ficar mais escasso. Seja gentil, Jésica.
Para de jogar chiclete no cabelo dos
amigos, das amigas, especialmente da
Adriana. Então fica aí as dicas pra
gente poder fazer isso, né?
Pois é, Mateus, rolou esse papo, né? Não
sei aqui os humanos que estão presentes
nessa conversa hoje pela
manhã, se sabem quem é Guilherme de
Carvalho, né? Não sei se vocês conhecem
essa figura. Caso não conheçam, eu vou
falar: "Olha, vocês estão aí de
parabéns, muito que de parabéns, porque
é melhor às vezes não conhecer certas
coisas nessa vida". Contudo, porém,
entretanto, todavia, Guilherme de
Carvalho é um
teólogo. Um
teólogo,
sim. Um teólogo que tem o hábito de
escreverem Gazeta do
Povo. Já vão desenhando aí para vocês
quem seria esse nome?
teólogo
que escreve, publica na Gazeta do
Povo e além disso, ele tem o hábito ou
teve o hábito de
trabalhar para
Damares. Sim, ela mesmo. Durante o
governo de Jair Jair Messias
Bolsonaro. estão desenhando aí
teólogo que publica na Gazeta do Povo,
que trabalhou no governo de Jair Messias
Bolsonaro na pasta de
Damares, Damares da goiabeira, ela
mesma.
Guilherme é muito conceituado entre
reformados por alguma razão que eu não
sei
qual, porque eu leio os textos dele e
falo: "Meus amigos, o que este homem
está escrevendo? Porque não dá, cara,
não dá, não dá, não dá, não dá, não dá,
não
dá. É ruim. Só que que que ele faz? Ele
faz muita citação, né, meu amigo? Ele
faz muita
citação,
ele utiliza muito texto gringo,
traduzindo pro português, porque se você
aprende a falar inglês, você tem uma
[ __ ] vantagem, cara. Se você aprende a
falar inglês, você pega um texto
aleatório lá de fora, traz para cá e
parece que dá legitimidade, porque o
pessoal valoriza o nome gringo. Por
exemplo, meu nome é Bruno Reikdal Lima e
ninguém me chama de Lima. E eu até
tentei por um tempo usar Lima, mas
ninguém me chama. pessoal prefere o
reikal por é diferente. Tem um ar aí
europeístico e aí toda essa estrutura,
né, de de valorização do que é de fora e
essas coisas todas faz com que o pessoal
use o reikna. E aí o cara utiliza
gringo, traz o texto gringo para cá e
publica traduzindo e dizendo: "Olha,
leia lá o Jever Sam que publica no New
York Times and Dance". E aí veja que ele
disse com cer aí eu vou ver a fonte e eu
fui ver as fonte é jornalista fazendo
comentário de opologia sem ser da área
específicas nem ser acadêmico nem nada e
o cara publica como se fosse uma parada
super séria, tá ligado?
E aí,
mano? O pessoal conceitua ele como se
tivesse fazero uma parada muito genial,
fosse um acadêmico e pá pá pió. Aí,
beleza, beleza, vamos então discutir. Aí
eu escrevi um texto criticando três
camarad que eles fazem uma parada muito
parecida.
O Juliano Esper, um dia a gente fala
sobre esse
camarada, Gutiérre
Siqueira e o Guilherme de Carvalho. E aí
eu critiquei assim educadamente,
academicamente, mostrando ali problemas
da teoria dos cara. E aí o Guilherme de
Carvalho, que é esteólogo reformado, que
publica na Gazeta do Povo trabalhou no
governo de Jair Messias Bolsonaro para
Damares
Alves, respondeu respeitosamente e eu
falei: "Pô, legal, que legal". E ele
falou: "Se você topar,
publicar o texto na
zelota, juro para
vocês, a gente faz um papo aí". Eu
falei, beleza, pode. A gente conversou
lá entre o editorial e publicamos o
texto de Guilherme na Zelota
com a com a condição de ao publicar uma
tréplica, ele teria que divulgar e
disponibilizar a tréplica aí nas redes
dele, nos espaços que ele tem, né? Isso
já faz do
anos. E aguardamos aí que Guilherme
cumpra o seu seu combinado aí. Combinado
não custa caro, deu a sua palavra.
comprar. Beleza? Fica aí o pedido aí. E
se não quiser cumprir, não tem problema.
Sabe o que a gente pode fazer? Papear.
Aí, oi. Caraca, o gato aqui puxou. Já tá
precarizado aqui o a estrutura amadora
da câmera. E o gato puxa a câmera e
quebra quebra minhas pernas. Ô gato, faz
isso não. Beleza. E aí o cara tem, então
se ele não quiser publicar, a gente
podia discutir um dia, trocar uma ideia,
papinar umas paradí e essa é massa. Fica
a dica, fica o pedido, fica aí o
negócio. Então talvez ele venha me
visitar, não sei. Eu já recebi pessoas
que não gostam de mim na minha casa
porque eu sou uma pessoa legal. Pode
parecer que não, mas sou uma pessoa
legal. Já recebi pessoas que não gostam
de mim na minha casa tranquilamente. Mas
a gente pode também ir num lugar neutro,
não tem problema. Um café.
Adoro tomar café. Pode ser um papo aí
aleatório em algum canto. Estamos,
estamos junto, pô. O importante é a
gente conseguir discutir e desenvolver o
pensamento, certo? Então fica o conteúdo
aí pela agradecer a oportunidade,
Mateus, por eu poder contar essa
história de
maneira interessante, né? E que bom que
vocês gostaram aí do da trilha sonora,
porque a ideia é fazer um conteúdo legal
mesmo. Voltando o tema que é o que
interessa. Deixa eu ver voltar aqui
paraos nossos
papo. É, eu vou melhorar aqui algumas
musiquinhas temática, mas eu criei
algumas, tá? Eu eu tô preparando essa
live aqui faz um tempinho que eu
precisava arranjar um negócio legal.
Então, fiz um videozinho, fiz uma
musiquinha, fiz umas paradinha pra gente
poder fazer essa tirar essa onda.
Exatamente. Já dizia o Winston Fax.
Winston Fax já dizia certas coisas aí.
New York Timing Donuts, né? The king of
the power. Of the king of the power. E é
isso, né, minha
gente? Pode, fica à vontade, Diego, de
me chamar de Bruno Lima, não tem nenhum
problema. Foi assim que eu fui conhecido
minha vida inteira, em geral quando eu
era criança e adolescente, porque na
escola o pessoal não falava reikdal,
falava lima, que era muito mais simples,
muito mais fácil, objetivo e prático.
Mas depois que eu fiquei mais velho, aí
o pessoal começou a chamar só de Heckd.
Lá na firma o pessoal me chama de Rickd.
É, ou o Rick Dal, o Rick Dal, até os
caras que são meus amigos há mais tempo
que eu acabei encontrando lá, fal o Rick
Dal. Falei: "Caraca, mano, a gente se
chamava de Bruno, pô". Mas tá
beleza, cara. Eu não nunca troquei ideia
com esse camarada aí, o Ivel. Tô ligado
quem é. para não dizer que eu nunca
troquei ideia, uma vez um breve debate
no Twitter, mas nada além disso, né? Só
um pouco a redil, né? Aí eles não não
gostam muito de
conversar. Pô, alguém tinha perguntado o
que que é, como é que é o
nome? Parece. Eu tô ligado. Tô ligado.
Tô ligado. Fica o clima de de de
musiquinha.
Na hora que eu montei ela, eu falei:
"Pô, vai ficar aquele clima de
musiquinha de de joguinho japonês de
milano atrás. Eu não sei como é que anda
os de hoje, né? O último videogame que
eu tive foi o Nintendo 64, ou seja, faz
tempo, mas tinha isso, né? Você ia jogar
um joguinho tipo Pokémon, pá, e aí tinha
algum espaço que você entrava que era
tipo, não era bem o jogo, mas para
preparar alguma coisa e você ficava
ouvindo esse sonzinho gostoso. Acho que
é que é isso, né? Tum tum tum
tum tum tum tum tum. Mas deixa eu mudar
pra outra.
Vai. É tipo rádiozinho, tá ligado? Fazer
um um clima de rádio
aqui. Mas é isso, cara. Alguém tinha
perguntado o que que é um reformado.
Luke, obrigado, cara. Obrigado por ter
feito essa pergunta importante. O que
que é um reformado?
É um momento complicado da nossa vida
nesse momento. Bom, reformado, em
teoria, ele é um cara ou uma mina, não.
A pessoa quer dar normalmente um cara,
né? Nunca fal uma reformada. Reformada.
Por quê? Porque a maioria são homens,
pastores, teólogos, gente dessa
stirp que vem de uma tradição
protestante aparentemente mais antiga e
que aí a galera que eh vê aqui, por
exemplo, o Brasil no nos anos, sei lá,
no final, no século XIX, né, que é a
galera que é
calvinista, eh, luterana, essa galera
toda chama de reformado para diferenciar
dos evangelicals, os evangélicos que nós
nós nos habituamos, que é um tipo de
religiosidade, espiritualidade que vem
da tradição protestante, mas não é tão
antiga, ela é do comecinho do século XX,
né, desses chamados evangelicals, os
evangélicos. E aí é uma galera mais
tradicional aí, mais tradicional que tem
uma uma linha teológica mais antiga,
umas fitas assim, saca? E aí, o
Guilherme, que a gente estava comentando
agora h pouco, é dessa galera desse
time, que é um grupo muito reduzido
assim em relação aos evangélicos, que é
a maioria, né, a maioria dos
evangélicos não são reformados, ou seja,
não são dessa tradição, seja luterano,
seja eh calvinista, seja sei lá mais o
quê, eu não vou lembrar de todos.
Eh, mas o é um grupo menor, mais
reduzido. Mas aí já vai, ó, primeira
informação importante, que é uma parada
legal de perceber, é uma galera que
vende classes médias, né? Classe média
aqui que a gente não vai dizer que é o
cara que tem dinheiro X, não é por renda
que você vê a classe, você vê a classe
pelo acesso a determinados bens sociais
que essa pessoa teve teve contato e pôde
se apropriar pela sua família, pelo modo
como organiza vida e tal. E aí o que
acontece, cara? Essa essa galera aí, ela
é uma galera de classe média que chega
aqui como classe média. Tem muitos
batistas que são reformados também
porque seguem a linha mais calvinista e
tal e são de tradição Batista, mas
teologia calvinista e aí mais
conservadora. E essa galera eh é de
classe média, teve acesso à
universidade, tem muitas instituições de
ensino, tem acesso a uma escolarização
formal maior, é um grupo menor, mas é um
grupo que como ocupa essa posição de
produção de conteúdo qualificado, tem
uma posição privilegiada na organização
aí da igreja, pá.
Então, eh, é isso, saca? Então,
eh, se distingue e faz muito barulho em
relação aos evangélicos num ambiente
público de debate público, porque tem
acesso a lugares privilegiados, então
eles acabam tendo muita voz. Então, o
cara chega lá e ele fala, eh, ele tem
uma universidade para chamar de sua, tem
revista para publicar, tem livro,
publica livro para caramba e um monte de
editora e distribuir pro pessoal. E
muitos dos evangelicals acabam também
estudando e se qualificando, lendo os
textos dos reformados. E aí há um
intercâmbio em certos em certa medida.
Mas é interessante por quê? Porque essa
galera é uma galera então mais
qualificada do ponto de vista formal e
da posição da divisão social do
trabalho, tanto de classe média, né?
Então lugar aí mais privilegiado em na
sociedade diferente dos evangélicos.
Isso é perceptível na participação dos
evangélicos na política, por exemplo,
que nem eu comentei agora do Guilherme
de Carvalho, ocupa um cargo dentro do
executivo. Ele precisa ter um um manejo
ali técnico administrativo, certos
recursos que são especializados, né? Eh,
o próprio camarada lá que foi para pro o
juiz terrivelmente evangélico, que é o,
esqueci o nome dele agora, quem lembrar
me ajuda aí, mas é o cara que o
Bolsonaro nomeou lá. Esse cara é o quê?
De tradição reformada, né? do
presbiteriano e aí é um cara que teve
então acesso à educação formal e tal,
não sei que ela ocupa um cargo aí
específico nessa divisão política.
Mendonça. Exato. Obrigado, mano. No
Mendonça. Então é o cara que ocupa essa
essa esse tipo de posição. Diferente da
galera evangélica de massas, né, pros
evangélicos mesmo, que eles não não
conseguem ocupar os cargos executivos,
eles disputam os cargos legislativos
porque é pela quantidade grande de
votos, né? Ele não vai tá ali ser
comissionado para uma posição, entrar
num espaço técnico de trabalho, passar
no concurso X. É o cara que vai ascender
dentro da política, dessas disputas
políticas com produção de massa, com
falando pra galera e ganhando muito voto
ao mesmo tempo. Então tem uma certa
divisão religiosa de trabalho, de
organização intelectual dentro desse
mundo, o que é muito interessante da
gente ver, tá ligado? E é uma coisa que
pouco se percebe e pouco se discute, mas
isso é é interessante. Teve o outro lá,
o o outro ministro lá que foi nomeado
pelo Bolsonaro, que é o cara que tava
andando com uma Ai meu Deus, essa
história também de tradição reformada. O
cara tá com a arma dentro do do da calça
lá para passar no aeroporto, não lembro
onde é que era. E acaba atirando nele
mesmo. Essa história é
triste. Bom, tem outras piores, mas é só
pra gente tentar encontrar aqui o espaço
de quem são os reformados, né? E aí eu
venho de tradição pentecostal, ou seja,
não dos reformados, venho da tradição da
galera evangélica mesmo. Então desde que
el mundo vai ser el
mundo. Deixa eu dar uma olhadinha aqui
nos nossos
comentários. Pois é, Pedro, você tem
toda a razão, cara. Esse horário quebra
com o trabalhador. Por isso que no
começo desta live eu falei, eu queria
gravar e ou fazer ao vivo essa live aqui
às 6:30 da
manhã ou às 7, mas é o horário que eu tô
levando a criança pra escola e eu não
consigo marcar no horário fixo, que é
muito melhor, que quando você tá
acordando já toma aquele café, aquele
café gostoso e a gente vai trocando
ideia. Mas não, não rolou.
Tive que fazer aqui às 9 e pouco, porque
hoje eu vou conseguir entrar um pouco
mais tarde no trabalho, graças a Deus,
em um dos trabalhos,
né? Ai, ai, ai. Essa necessidade de se
explorar é muito chata. Eu não me
agrada, não sei a vocês, mas a mim não
me
agrada. É, minha gente, tamos junto.
Estamos junto, Luk. Estamos junto.
Estamos junto. Eu perco aqui os os
bagulhos. Tô, tô treinando, tô treinando
aqui. Eu vou vou melhorar aqui no uso,
no manejo dos comentários dessas paradas
todas.
[Música]
Ã, salve Bruno, você recomenda alguma
igreja em São Paulo? Posso até
recomendar, muitas. Aquela que ele mais
lhe aprouver, por exemplo, aquela que
você curtir mais, se sentir mais à
vontade. Mas qual que é a minha
dificuldade de recomendar igreja? Fala,
pô, vai naquela, vai nessa, tal. Tem uma
uma que eu frequento, por exemplo, mas
que eu tento ficar mais na minha, fala
menos, para não dar dor de cabeça pros
irmãos, paraas irmãs, né? Porque é
óbvio, meu canalzinho aqui é pequeno,
eh, minha voz não é ouvida por
multidões, obviamente que não, e nem
precisa ser, mas de certa maneira eu sei
que esses caras sabem o que eu faço, me
acompanham por que eu tenho informantes
espalhados por aí, esses figurões aí do
do mundo evangélico.
É, e aí eles e aí assim, se eu apareço
num lugar, por exemplo, numa igreja X,
Y, Z com determinada pessoa, determinado
camarada, não sei o que, ela pode ser
ruim pra pessoa e pros membros, né? Que
aí o pessoal, olha lá, o comunista lá
fica indo frequentar aquela igreja, que
esse pessoal tá indo se desviar, são os
hered e tal. E eu acho muito chato uma
pessoa, ninguém tem que sofrer por causa
da minha posição. Então eu me abstenho
de ficar dando dica de igreja, de lugar
para aí, mas pelo menos abertamente.
Quem sabe em algum momento em algum
lugar dê para trocar uma ideia, mas eu
tento faz evitar de fazer isso para não
dar dor de cabeça para ninguém. Ninguém
tem que pagar pelas minhas posições, né?
Não faz nenhum sentido. Então não queria
não quero dar essa dor de cabeça. Mas
ter
ter eh como é que é que fala?
informantes por aí. É legal. E vez por
outro eles deixam escapar que eles
acompanham o conteúdo. Eu vou contar uma
história para
vocês. Não, talvez eu conte mais de uma.
Vai lá, cara. O que acontece? Tem uma
tem um programa específico de um humano
específico que responde
perguntas e específicas de maneira
genérica, praticando a
tudologia eh opnológica generalizada. E
esse
camarada tem um programinha tipo como se
fosse um um bate-papo e tal com outro
cara, tal. E aí sempre a produção a
produção desse programa, ela recolhe
perguntas
aparentemente
e eh discute a pergunta ali ao vivo, né?
Ao vivo não, gravado no estúdio. Lê a
pergunta e o outro cara responde e rola
essa troca. Acontece, é um programa, tem
vários desse tipo, né? Mas num desses aí
eu joguei um
bait e eu falei ano passado eu falei com
os camaradas meu, falei: "Mano, vou
jogar um baitezinho para ver se se a
gente se os cara pega". Por quê? Porque
tinha um cara que é próximo à pessoa que
organiza esse programa aí, que disse que
o pastor desse programa já tinha
assistido meu conteúdo e ficou um pouco
bravo. Eu falei, já que ele assiste o
conteúdo, apesar do canal ser pequeno,
ele ter ficado bravo, vamos aproveitar.
Aí eu joguei num vídeo um pouco polêmico
e provocativo a seguinte frase: "Olha,
muito legal a pergunta da pessoa aí que
mandou a, né, fez essa pergunta aí.
Muito interessante, muito interessante
essa pergunta aí do ouvinte, se é que
esse ouvinte existe, porque pode ser uma
pergunta inventada pela produção. Não
estou dizendo que seja, mas vai
que é semanal esse programa. Na semana
seguinte, o programa começa com cara
assim, ó, o apresentador. Você pode
mandar a sua pergunta e nós vamos ler,
ó. E aí ele mostra pela primeira vez na
história do
programa o a pergunta. Nossa, nós lemos
mesmo sua pergunta, ó. A produção separa
e volta para ler a pergunta. Eu falei:
"Assiram o vídeo, peguei vocês".
Mas não só essa vez, teve outros bait
que eu fui soltando por aí, a galera vai
pegando e fala: "É, tá lendo, né? Tá
acompanhando o canalzinho pequenininho
do Bruno." É isso. Estamos atingindo.
Caiu no bait. Caiu, cara. Caiu. Caiu. Os
cara caiu no bait. E aí foi malandragem,
né? Foi, foi
massa. Ah, aqui, ó. De quem é essa
estátua? Atrás de você.
Esse aqui é o
Tinho. Sócratinho. É o Sócrates. Só que
como ele é
pequeno, tinha é o
Sócratinho. Sócrates é um cara que me
influencia muito, me influenciou muito,
né? Hoje menos, mas na
graduação, primeira disciplina,
primeiro, a gente entrou tendo filosofia
antiga, né? Tendo a tradição tripartite
tosca de antiga, medieval e e moderna. E
aí o o Tinho me influenciou muito. E aí
a gente era em três pessoas, né? Três
amigos muito muito brothers mesmos
assim. Brothers mais que mais que
irmãos. Nós éramos brothers que era eu,
o Jarino, grande Jarino. Um beijo
Jarino. Saudade do e Pedro. Pedro
Francisco da Conceição. Um beijo para o
Pedro. E aí eu era E aí o Pedro um dia,
a gente tocando ideia assim, né? E o
Pedro falou, tá? Sei lá o que ele, como
ele tá falando. É, aqui a gente já tem,
já percebe aqui que tem o
Brunócrates, aí o Jarinales de Mileto e
o
Pedráclito. A gente começou a fazer
esses apelidinhos sem vergonha e aí
ficou nessa. E aqui tá o Tinho. Tinho,
Tinho é um eu não posso esquecer dele.
Aliás, já falando do Tinho, né? Por
exemplo, porque Sócrates a gente não
sabe se ele existiu mesmo, né? uma
personagem muito boa, utilizado por
diferentes autores, aquela coisa toda.
Eh, mas o o Platão me influenciou
bastante. Tem até uma tatinha aqui, ó,
que eu tenho, Pedro tem, não sei se
Jarino tem, mas eh a gente não combinou
de fazer a mesma tatu, juro por Deus.
Mas aí eu fiz essa tatua aqui, né, que é
o calepata calá, que significa aquilo
que é belo, aquilo, aquilo que é belo,
aquilo que é bom, é duro, é difícil, é
árduo. Eh, que é a República de Platão.
E aí um dia Pedro é professor de ensino
médio aqui da rede pública de São Paulo.
Pedro me convidou para ir dar aula com
ele, que a molecada que ele dava aula
lá, era um colégio que tinha integral e
ele era professor de filosofia e também
dava aula de música e ele tinha um grupo
que ele trabalhava com a galera lá. Eu
fui lá e aí fui com o Pedro.
Aí eu chego e eu fui de
metrô, peguei o trem e o Pedro ia me
buscar no trem e ia me pegar de carro
para levar pra escola. Quando eu cheguei
entrei no carro, eu olho para o braço do
Pedro. Não o braço inteiro, porque Pedro
não tem esta parte do braço, de um dos
braços, ele tem só o cotoquinho até
aqui. E nesse braço que só vai até o
cotoquinho, Pedro tinha
tatuado, Calepata Calá. E eu olhei e
falei: "Que é isso, Pedro?" Aí ele: "Ué,
República de Platão". Eu falei: "Pedro,
você tá de sacanagem". Ele: "Por quê?"
Aí
eu faz um ano e meio, dois anos que a
gente já tinha saído da graduação, quase
três, talvez. Aí ele, "Ah, não." Eu
falei: "Ah, não, digo eu, né,
mano". Só que era uma outra fonte, outra
parada. Só que não adianta. A gente
entrou lá no na escola, a professora de
matemática olhou pro meu
braço. Você tem uma tatuagem igual do
Pedro? Eu puto. É, agora estamos
eternizados, Pedro. Estamos unidos.
Unidos.
Acontece. Ai, tem tanta história nessa
vida, gente, pelo amor de Deus.
Inclusive, muita história para contar
para vocês de pouco em pouco. Mas é
isso, ó. O Guilherme tinha respondido,
foi mal, mano. O Gu tinha respondido
aqui que eu era o Socratinho. Neltinho
Socratinho, que como eu ainda não tenho
o stream Streamyard pago, né? Ele tá do
lado do pato do stream. É um pato, né? É
um pato. Espero que
seja paramarã. É, infelizmente eu sofro
de
heteronormatividade. Pedro, não sei, mas
então nunca rolou nada. Mas a gente é
irmão mesmo, foi muito brother. E
continuamos sendo grande Pedro. Um
beijo, Pedro.
Tchu tu. Ó, já já vou começar o tema
aqui do nosso papo, senão vou me enrolar
aqui. Eu tenho horário para terminar
esse bagulho
aqui. É action figure de filósofo, pelo
menos não é BB Reborn de filósofo, mas
tem toda a razão. Tem toda a
[Risadas]
razão. Pô, ó que legal, pô. Massa.
Mandorova. Tava lendo Platão
recentemente, vejo muitos temas que
também são trabalhados por Paulo no Novo
Testamento. Faz sentido? Eu tô maluco?
Depende. Depende. Acaba acontecendo
[Música]
um historicamente, graças à mediação de
Agostinho, a conexão entre a tradição
cristã com a tradição da filosofia
grega, né? Então, hoje a gente não tem
como desver. você vê essas
conexões e tem muito a se discutir de
aproximações e de distâncias, de
distanciamentos. Tem um livro, eu não
tenho ele aqui, infelizmente aqui atrás,
porque eu dei esse livro para um
camarada meu, mas eu tenho PDF, pode ser
que o camião caia
aí, que é
chama em português, em espanhol
é raízes del crítico, né? as raízes do
pensamento crítico, mas em português foi
traduzido
por a maldição que pesa sobre a lei.
Você vê que diferença radical. A
maldição que pesa sobre a lei, que é um
texto do Fran Kelammert. E ele, eu vou
até tentar colocar aqui, ó, para quem
que se interessar em
português, o PDF tá disponível na
internet porque o autor liberou para
nós. Então é fácil, relativamente fácil
de encontrar.
Eh, foi escrito em espanholig
originalmente, mas tá em português. A
maldição que paz sobre a lei. A primeira
parte do livro é uma, o Rick Lamets dá o
trabalho de mostrar não as convergências
entre Platão e Paulo, mas exatamente as
diferenças da racionalidade semita com a
racionalidade eh
greca. E, cara, é muito legal, é muito
muito muito muito legal de ver. E aí a
gente começa a trabalhar com as duas
coisas, a conexão historicamente
existente entre filosofia grega e a
tradição cristã. E as e as diferenças,
você consegue andar nos dois mundos e
trabalhar
com as duas coisas, as diferenças
existentes e como elas se conectaram
historicamente. E aí acho que
potencializa para fazer criticamente
esse balanço aí entre Platão e e Paulo,
né? nem identificar como se eles
estivessem falando a mesma coisa, mas
também não tratar como se eles nunca
tivessem se conectado, que é só negação
da história
mesmo. Beber report do descartia ser
ruim, né? Porque e eu não consigo ouvir
o nome
descart ou descarts, que é decis
português, descarts, e não pensar no
verbo de descartar. Então, é lícito
descartar um bebê reborn. Fica aí o
questionamento. Não sei, não sei te
dizer. Eu não sei se eu
deveria incentivar esse tipo de
coisa, mas eu vou colocar para um
segundo e tirar. Quem viu
viu. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá.
Quem viu
viu. É, minha gente. É, minha gente.
Vamos lá,
né? Estamos aqui e eu quero agradecer de
novo, viu, todo o carinho, gente, pela
confiança e a
parceria, eh, por vocês estarem aqui
trocando esse papo pela manhã. Pô, um
presente imenso de coração. Não sei nem
como agradecer. Tô bem bem bem
emocionado, bem motivo aqui. Mas é isso.
Antes da gente mudar o o tema aqui do
nosso papo tapo de crente, tem um áudio
aí que rodou em um uns lugares com tapo
de crente, não sei o que
[Música]
aconteceu. Quero aqui pedindo uma
atenção de
vocês. Extra, olha a notícia.
Extra. Notícias fresquinhas, boas de
ruins jornais.
Extra, extra, extra, extra. Olha a
notícia extra. Notícias fresquinhas,
boas e ruins jornais extra.
É isso aí, minha gente. Notícias
fresquinhas. Qual é a notícia? Qual é o
ponto?
apoia o nosso
trabalho. Você humano que está aí e não
está apoiando o meu trabalho, você está
equivocado. Você não tá me ajudando. Me
ajuda a te ajudar. E se você gosta do
tipo de conteúdo que a gente desenvolve
aqui, a gente um fortalecimento. Aí você
fala: "Pô, Bruno, não dá para virar
membro, membra member membreia do
canalzinho. Mas você pode aleatoriamente
mandar um Pix, porque vai que tá
sobrando uma RKI, você pode apoiar o meu
trabalho, né?" Então, fica a dica.
Apoie o nosso trabalho. Apoie o nosso
trabalho. Mande muitas exatamente chaves
pixes. Mande chaves pixas porque não dá
aqui para eu viver fazendo a merchan da
Left
T-shirt. A Left Tirt que ela é uma
camiseta feita exclusivamente em massa
para milhões e milhões de pessoas
compradoras pelo
mundo. produzida massificadamente para
que caiba em qualquer pessoa sem nenhum
cuidado ou preocupação com o corpo que
você tem. Então a left shirt você não dá
para ficar fazendo propaganda left
shirt, não dá mesmo. Ela não rende o
suficiente. Aí para você ir numa loja de
conveniência aleatória, num mercado aí
que vende também roupas, porque é um
supermercado que tem tudo e aí você pega
uma roupa aleatória, tipo essa left
shirt que eu tô usando. Não dá para
sobreviver fazendo merchandiso. Se você
puder apoiar o meu trabalho, eu
agradeceria imensamente do fundo do meu
coração. Então, dá uma força aí. Beleza?
É isso aí. Tirando agora a nossa
propagandinha. Muito boa, muito boa,
muito
boa. Opa, o som sumiu, mas
voltou. Left chirurt. Left chirur é
complicado. Left left church. Agora que
eu vi o
comentário. Left church também é muito
bom. É a left church, que é igual a
right church, só que versão morango,
sabor morango, só que parede azul ao
invés de preto. Então fica aí a left
church. E aí vamos, isso é uma excelente
deixa pro nosso papo de hoje. E é isso,
hein, minha
gente. Não esqueçam de fazer comentários
aí, apontamentos, críticas e tal. Mas
qual que é o nosso papo de hoje? Papo,
papo de sempre, né? Papo de só Deus sabe
o quê.
Cara, a esquerda, essa esquerda abstrata
e
metafórica, ela sabe se
comunicar, ela sabe falar com o povo,
ela sabe discutir, ela sabe bater um
papo, como é que ela faz,
né? E eu acho que a gente tem que
conversar com isso disso de maneira
séria,
porque tem um monte de loucura que
acontece nessa nesse meio de caminho,
né?
que
é por um
lado, o pessoal exigindo que é
a, como é que é que fala? Ô, perdão,
Anton, não tá tendo, não tá tendo porque
eu nem saberia fazer isso, tá? Então
fica aí, quem sabe no futuro próximo. Eu
não tenho ainda capacidade técnica para
tal. Tava preocupado demais em fazer um
sonzinho gostoso para vocês ouvirem
enquanto eu falo, porque a minha voz é
desagradável. Eh, e umas paradinhas
assim e esqueci de lembrar como é que
faz para ganhar dinheiro. Não faço ideia
como faz para ganhar dinheiro. Fiquei
preocupado só em atender aí os ouvidos,
né? Um sonzinho bom aí para vocês
ouvirem aí no fundo, tá? Então vamos lá.
Mas
seguinte, eh, qual que é o o ponto de
partida aqui do que eu queria trocar
ideia com vocês e fazer um uns
apontamentos que eu acho que me parecem
importantes?
O cara,
tipo, a gente tem
um uma mania de exigir que o outro fale
como a
gente. Eh, então, que que acontece? Eu
eu eu sou uma pessoa, sou do mundo
crente, sou evangélico, sou uma pessoa
de fé e também sou militante, faço parte
do mundo
comunista. E aí fica nessas, pô, mano,
né?
O crente dizendo, o crente progressista
dizendo, é, a esquerda não sabe falar,
não fala qual esquerda, quem é com nós
crentes. Mas eu
sei, eu que sou uma pessoa crente de
esquerda, sei falar com o crente. E aí
se apresenta como se fosse o grande, a
grande possibilidade de porta-voz pro
mundo crente da esquerda, saca?
E aí, o que que ela tá, essa pessoa
acaba fazendo, ela é evangélico de
esquerda, que quer se colocar no lugar
da esquerda existente, não religiosa,
falar: "Deixa ocupar a sua posição que
eu sei falar com
crente." Por outro lado, você pode
acabar tendo um cara de esquerdo que
fala: "Pô, mas religião não é nem pra
gente debater, mano. Isso aqui não é
nosso tema não. Então, não vou lá falar
com crente por ser
crente. vocês aí que são progressistas,
tal, não estão sabendo também se
ajeitar. Mesma coisa acontece. Alguém
que é de
periferia e não teve uma escolarização
formal, não faz parte da classe média,
de um grupo de dirigente de um partido e
fala assim: "Esse pessoal da esquerda
aí, partidária, tal não sabe falar com a
quebrada." E o cara que tá na posição de
classe média e e de um uma posição
dirigente fala: "Mas vocês também não
sabem falar aí de de maneira adequada
sobre os problemas do mundo? do qual a
causa do causa do da exploração do
capital, como funcionam essas paradas,
vocês têm que aprender. E o outro vocês
têm que
aprender. Mas o que acaba acontecendo
nessas emulações que eu tô tô criando
aqui de maneira típica, né, um tipo de
ideia, é que você não sabe fazer, então
deixa eu ocupar o seu lugar para eu
fazer. Deixa eu tá aí onde você tá
falando, onde você tá fazendo, para eu
poder falar, para poder trabalhar, para
poder
discutir. Vocês conseguem perceber qual
é o problema disso?
Nós somos organizados dentro da divisão
social do
trabalho. A divisão social do trabalho
nos coloca em determinadas posições de
classe e do tipo de atuação que a gente
tem. As nossas famílias também fazem
parte dessa divisão social de trabalho e
nós tivemos acesso a certos recursos, a
certos bens sociais, a certos uma
educação formal de um tipo de ou
informal, a qualificação de um tipo ou
de outro por causa dessas estruturas.
Então nós ocupamos posições diferentes
dentro da estrutura social como um
todo,
necessariamente. E aí uma pessoa que tá
num determinada posição
privilegiada acaba ocupando cargos
decisórios e fala dentro desse espaço.
Então, se um camarada entra na
universidade, ele vai aprender a língua
da universidade, ser
acadêmico, e vai começar a interpretar o
mundo a partir de sua posição acadêmica
enquanto
universitário. Só que essa não é o mesmo
tipo de prática, de vocabulário, de
estrutura, de de
de modo de se apresentar no mundo, de
interpretar, de alguém que não teve
participação nesse espaço, então que tá
em outro espaço e que tem outro tipo de
aprendizado, tem outra linguagem, outra
maneira de interpretar o mundo, outros
problemas a serem enfrentados que o
camarada lá não tem.
E cada um tá necessariamente numa
posição distinta, só que um tá exigindo
do outro. Deixa eu chegar aí que eu sei
fazer. Só que você já tá nesse lugar,
meu querido, minha
querida. Tá entendo o que eu tô falando?
Então não, não, deixa que eu vou aí para
falar do jeito certo pra galera que tá
aqui. Quê?
Se a gente já tá nos nossos lugares e
temos os nossos à nossa volta, o
problema não é tá lá para poder falar
com a galera daqui, é a gente organizar
direitinho para cada um em seu espaço
poder trabalhar e apresentar o conteúdo
que considera ser o mais
adequado. E aí esse erro acaba sendo um
erro performático, talvez a gente pode
chamar assim, pelo seguinte, ó, vocês
não sabem falar com o pessoal aqui que
trabalha em aplicativo, você sabe? Sei.
E por que que não tá conseguindo?
É porque você não tá na posição de quem
tá dentro da universidade ou tá num num
espaço dirigente de um
partido. Quer dizer, se você tivesse
nesse lugar onde a diálogo é outro e o
tipo de recurso social e o tipo de
discussão dentro da divisão social do
trabalho que que é exigido é distinto,
então se você tivesse aqui você ia
conseguir. Assim como o camarada às
vezes tá numa posição privilegiada
porque é de classe média e quer se
fingir de como é que fala? Emular ser de
quebrada. Não vai dar
certo. Não adianta. Então você tentar,
você joga, olha, vocês não sabem fazer,
deixa que eu sento aí, meu irmão. Não,
meu querido, não, meu querido. A gente
tem que fazer de maneira organizada. Se
você já tá nessa posição e tá num
determinado lugar, como a gente pode se
ajudar dentro de diferentes espaços e
organizações? Pode parecer bobo, mas é a
busca por consenso. Por consenso em que
a gente só vai conseguir criando
mediações e criando conteúdos que
justifiquem o por nós atuamos de
determinada maneira e não de outra. E
coordenar essas ações. Essa coordenação
de ações é o que deveria fazer, o que se
pretende fazer um programa partidário,
né? Então nós temos um partido que tem
diferentes frentes, espaços e que vai
buscar então criar coordenação dessas
ações de atuações em diferentes espaços.
ambientes e e e locais para agitação,
para propaganda de maneira cada vez mais
adequada. Mas, porém, contudo, todavia,
nesse meio de caminho tem a tal da
divisão social do trabalho, que impede
que a gente faça esses saltos e saia de
um lado pro outro.
Além disso, dito isso, né, que é um
problema da crise interna nossa, de um
querer ocupar o lugar do outro. É comum,
já que a gente percebe isso e falar: "Ó,
vocês não sabem falar com o pessoal que
é da minha quebrada, vocês não sabem
falar com o pessoal que é da minha
igreja, vocês não sabem falar com o
pessoal aqui da universidade, não é que
vocês não sabem falar com o pessoal ali
do judiciário, vocês vocês não Tudo bem,
então cada um já tá ocupando seu espaço,
tá no seu lugar, beleza?
O problema é de comunicação, como a
gente se
apresenta. Ah, não, as pessoas elas
estão preferindo um discurso reacionário
porque a esquerda não sabe se comunicar.
Ah, é, é uma questão de ajuste da
linguagem. Aí a gente olha pra estrutura
social como um todo, tudo bem? como
tudo,
Big, que é essa desgraça aqui que tá
mediando o nosso papo entre 34
pessoas e a sobre a qual a gente não tem
controle e que da noite pro dia, se
decidir espalhar vídeo do menino lá, o
Nicolas Ferreira, para todo mundo,
espalha e
dane-se. e que então a gente não tem
esse estrutura material para fazer esse
tipo de de conteúdo em massa que vai
atingir milhões e não
vai não vai, porque a gente não tem
controle sobre
isso. Eh, então é de comunicação, é de
uso da TV, da convoca a rádio e a TV.
Não, meu irmão, pera aí. também é
importante, mas não é só
isso. O tipo de estruturação, de
exploração do trabalho que a gente tem
no mundo, como ele tá sendo organizado,
como a divisão social do trabalho cada
vez mais complexa vai nos fragmentando e
separando uns dos outros. E aí eu vou
dizer que não, o problema é o ajuste da
da o ajuste da da linguagem de como você
fala, não é, mano. É um problema
estrutural. E problemas estruturais a
gente não acerta ajustando, como a gente
fala na capa, né, no na embalagem, não é
embalagem, o conteúdo, como se produz
esse negócio, como se consome isso, como
se realiza essas coisas.
Isso é muito importante da gente
considerar, porque, por exemplo, quando
a gente não olha as estruturas, não olha
a história, não olha as dinâmicas
sociais efetivas e reais que determinam
a própria linguagem, determinam os meios
que nós temos para nos comunicar, essa
coisa toda, a gente acha que o
evangélico é evangélico porque o pastor
tem uma lábia boa, ele fala bem ali, o
cara, ah, fui
convencido. Não, não, não. Uma questão
de convencimento, né? O cara usou os
argumentos corretos. Não existe toda uma
estrutura social que possibilita o
crescimento de uma religião em
detrimento de outra, que propicia
condições que um grupo determinado se
amplie e outro não. Existe uma condição
e relações sociais que fazem com que a
igreja tenha sentido à medida que ela
atende necessidades humanas específicas,
que só são necessidades humanas
específicas dentro do modo como nós
organizamos, reproduzimos a nossa vida.
Portanto, a fala do pastor tem sentido
porque ela está conectada com esse modo
de organizar a vida que faz com que as
pessoas encontrem na igreja muitas vezes
espaços para poder ali ter acesso à
educação formal,
ter eh eh apoio, rede de apoio para
cuidar dos filhos, das filhas, ter um um
lugar de disciplinarização do seu dia a
dia, né, que é o famoso cara parou de
beber em excesso, né, de maneira
abusiva, parou de ser uma pessoa
violenta dentro de casa. foi buscar um
trampo porque dentro da igreja encontrou
Jesus e tal, não sei o que lá. Essas
dinâmicas a igreja oferta junto com o
discurso de um pastor. Então não é a
fala do pastor, não é a gargantada que
ele dá, é essa vida em comunidade que
possibilita com que isso tenha sentido e
essa vida em comunidade que só existe.
Isso reproduz essa maneira porque
historicamente teve condições
específicas que fizeram com que a igreja
ocupasse esse lugar onde nem o estado e
nem o mercado tá.
Então isso é muito massa da gente
perceber que, tipo, não é só uma
garganta, não um ajuste do diálogo, um
ajuste da
comunicação. A fala, a retórica, ela é
fundamental, mas ela é fundamental
entendendo onde ela joga, né? Então
senão fica aquelas coisas, ah, né? É só
a gente incentivar o ódio das pessoas,
pelo amor de Deus.
o Pedro Peter Evil, né, que a gente
agradeceu aqui no começo do da live, ele
ele fala isso com relativa frequência, é
interessante, né? Então, então é
importante a gente a gente perceber,
cara, não é uma questão só de de mexer
com os afetos e tal, é como a gente se
organiza, como a gente faz isso. A frase
que o galo usa é muito boa, né? O galo
de luto lá, o galo fala: "Organize seu
ódio, né? uma frase organizar o ódio é
ter consciência de para onde eu vou
direcionar esses impulsos. E esse
processo de conscientização, ele não se
dá por um ajuste de
comunicação, saca? Então isso é muito
importante da gente perceber, é
efetivamente a gente começar a entender
o lugar que nós ocupamos, como atu de
melhor maneira aqui, entendendo essas
estruturas e essas
relações. Eh, é muito comum, por
exemplo, o pessoal criticar a a Zelota
ou ou alguns trabalhos que eu faço, ah,
isso aí é muito acadêmico. Sim, sim. Ah,
essa linguagem é muito difícil, sim,
porque o público alvo que lê uma revista
online não é um público alvo que não
teve uma escolarização formal.
E a revista não vai atingir as massas,
não vai. A gente tem muita consciência
disso, mas a gente pode municiar as
pessoas que são público alvo dessa
revista.
é distinto de quem tá numa, quando eu
vou faz quando, por exemplo,
pessoalmente, né, vou trabalhar numa
educação popular na quebrada, o modo
como eu vou apresentar o conteúdo e
discutir ele é distinto. A linguagem é
diferente, a forma é diferente, o meio é
diferente, o público alvo é distinto e
exige recursos sociais diferentes para
eu poder manejar e pra gente poder
discutir e entender as parábolas. Então,
os meios alteram o com quem eu tô
falando, para quem eu tô falando. Por
que que isso é importante? Eu não vou
parar de utilizar termo acadêmico e nem
se deve fazer isso. Vocês também não
devem fazer isso. Não parem de utilizar
termos adequados. Só não dá para eu
achar que é o termo acadêmico que faz eu
compreender o mundo. Não. São essas
relações e como a gente constrói elas.
Então, como eu faço com que esse termo
tenha sentido dentro de determinados
espaços, determinadas relações. Então,
eu vou discutir sobre mais valor,
exploração do trabalho na com o pessoal
no dia a dia, assim. Eu não vou falar:
"Olha, Marcos escreveu no capital e pá".
Não, mas eu vou contar uma história.
Quanto vou, a primeira pergunta que eu
vou fazer é, quanto tempo você tem para
estar em casa com seu filho, com a sua
filha? Quanto tempo você tem para fazer
aquilo que você
gosta? A partir daí a gente começa a
fazer o papo, entendeu? E é isso. Por
quê? Porque o meio é diferente, o
público é diferente, os espaços são
diferentes, a gente tem que saber fazer
isso. Eu não preciso lá não, porque o
mais valor, cara, isso é bom para quem
quer se formar, para quem quer se
conscientizar, mas a discussão é em
última instância, de maneira prática, o
tempo que nós temos para poder viver
bem, como nós vamos planejar essa essa
sociedade pra gente organizar de maneira
mais adequada. Isso não é depreciar o
conteúdo, é saber que ele joga papéis
diferentes em lugares em locais
diferentes. Um um um espaço de acadêmico
qualificado que de produção de ciência
especializada tem que trabalhar com
termos
especializados. É o é aquele espaço
específico, né? Então isso é importante
da gente ter em mente, cara, é isso que
a gente vai fazer aqui, porque aqui é
para isso, é diferente de outros
ambientes, diferente como a gente vai
trabalhar em outros lugares. Então esses
dias tava trocando ideia, por exemplo,
com um camarada e até falei num num
grupo com o pessoal do coletivo Cristãos
pelo socialismo, né? Um, muito comum um
conservador chegar e falar assim: "Olha,
a mensagem de Jesus, a igreja não pode
ser uma mercadoria, não pode ser um
produto a ser vendido, a gente não pode
transformar a igreja num
mercado." No momento que ele tá falando
isso, imediatamente ele tá vendendo
alguma coisa. Não porque ele queira,
aquele, aquilo que ele tá fazendo tá
sendo uma mercadoria ofertada. Ele vai
depois fazer um rescar no Instagram, que
nem a gente faz aqui, um canal no
YouTube, um vídeo e tal, e vai
transformar isso numa mercadoria. E
mesmo que ele não queira falar: "Não,
não, mas a minha intenção não é
transformar em mercadoria". Mas
exatamente, não é a sua intenção, mas o
modo como nós organizamos, reproduzimos
a vida faz mesmo sem que você tenha
intenção, com que o teu trabalho
religioso seja um produto na prateleira.
Mas eu não quero. Se você não quer,
então tem que mudar essa essa sociedade
que é organizada sobre a forma
mercadoria, porque independentemente do
que você queira, sua vontade ou não, é
assim que ela se realiza. E se eu quero
ser contra transformar a mensagem de
Jesus como um fiel em mercadoria, sabe o
que eu tenho que fazer? Acabar com o
sistema
capitalista. Essa volta ela é
necessária. Ela não começa do mais
valor, começa de um problema concreto
dentro de uma igreja com o cara que
realmente acredita e tal. Isso é
fundamental da gente perceber, da gente
discutir, da gente conversar. Só que é
um ambiente específico. Essa mesma fala
em outro espaço para uma pessoa que não
crê, não faz nem
sente. Então, toda essa volta, o nosso
problema não é um ajuste de comunicação,
de como a gente fala para as massas, a
nossa propaganda. Isso vai entrar depois
a entender as relações e como a gente
atua de maneira organizada e
coordenada. Pô, se o camarada, vou dar
um exemplo, o GC Souza, né? JC So
produzi um livro que tem um título
extremamente provocativo e que do ponto
de vista de quem é da quebrada, de quem
é povo, da galera tal, fala que título
terrível, né? livro. Pobre de direita
trata esse sujeito como objeto, porque o
interlocutor e o leitor daquele livro
não é o cara da quebrada, é um
acadêmico. O G7 tá escrevendo para
acadêmico e aí apresenta. Assim como o
Juliano Spire, né, que é um camarada que
eu tenho muitas críticas ao trabalho que
ele faz de pesquisa sobre os
evangélicos, ele faz o quê? Fala, olha o
evangélico. Ele apresenta o evangélico
pro público que não é
evangélico. Então, olha, essa é a igreja
evangélica, assim que eles funcionam,
tal. e apresenta essa parada aqui. Por
quê? Porque esse é o interlocutor dele.
E aí eu posso falar: "Pô, isso é
idiotícia. Eu não vou chegar aqui na
quebrada ou na igreja falando,
apresentando o pessoal desse jeito,
porque eu tô objetificando essa
galera". E aí a crítica tá certa. Por
quê? Porque do ponto de vista de quem
troca ideia comigo, onde eu tô, como eu
vejo essa parada, mas o interlocutor a
quem o GC tá expondo, para ele faz
sentido aquele termo. Aí eu tenho duas
opções. simplesmente jogar pro lixo,
seja o título, seja o livro, ou seja o o
esse trabalho, ou criticamente
manejá-lo, aprender com ele e saber com
aqueles ferramentas como é que eu troco
ideia sem reproduzir esse tipo de ideia
com os meus interlocutores, com a
comunidade a qual eu faço parte, porque
a comunidade que eu faço parte, não lê
um título desse e vê um objeto externo
se identifica como
sujeito. Então eu faria uma crítica por
quê? Porque com quem eu pretenderia
conversar produzindo livro, não seria
necessariamente com uma classe média
acadêmica. Eu, se eu fosse produzir um
livro, tentar fazer outra parada hoje,
né? Porque eu tenho o livro aqui que é
acadêmico. Fetização do poder como
fundamento da corrupção é um texto que é
a minha tese de de mestrado. Então, ela
é exalmente técnica. E aí eu vou
apresentar e discutir nesses termos. Mas
quando eu vou trocar ideia com a galera,
eu faço de outra maneira, porque o meu,
a maioria dos meus interlocutores não tá
nesse ambiente, no dia a dia, né? Não
necessariamente na internet.
Então, se o texto, se os conteúdos me
ajudam a entender estrutura, é isso, é
essa a função deles. E aí o meu problema
não é como eu me comunico aqui e ali, se
o cara deveria falar assim ou daquele
outro jeito para atingir as massas, a
gente tem que falar a mesma língua. Não,
não. Nós temos que saber trabalhar as
línguas diferentes. E aí é o meu último
ponto. Nós temos que saber trabalhar
diferentes linguagens em diferentes
ambientes para diferentes grupos de
pessoas, tá? De maneira religiosa, eu
diria, você precisa ser um pentecostal e
uma pentecostal. Pentecostal, para quem
não tá ligado, é uma referência a uma
festa que teve eh que tá relatada no
livro de Atos, né, Atos dos Apóstolos
ali na no Segundo Testamento, em que o
pessoal tinha uma festa regular, em que
as pessoas de vários territórios iam
para Jerusalém, faziam umas cabanas e
celebrava a colheita, era uma festa de
colheita. E aí o pessoal chamava de
Pentecostes. E aí diz o relato bíblico,
né, a história narrativa que tá lá, eh,
que os discípulos de Jesus estavam
dentro de uma casa e aí soprou um vento,
tal, sei lá o que aconteceu, e os caras
saíram falando a língua de outros
grupos, de outros povos. E aí o texto
fala assim que os diferentes grupos de
diferentes povos ouvia de cada um desses
discípulos falar em sua língua. E eles
conversavam entre si, essas pessoas são
da Galileia, mas eles falam na minha
língua. E eu tô entendendo eles. E ali
seria o marco de início da mensagem de
Jesus se espalhar para além do grupo dos
discípulos no livro de Atos, na
narrativa de Atos. Do ponto de vista
aqui do mito religioso, né? Para quem
tem fé, espero que faça sentido. Para
quem não tem fé numa pessoa religiosa,
esse tipo de estrutura narrativa é para
dizer: "Olha, com diferentes grupos você
fala de diferentes maneiras, com
diferentes
línguas". Simples assim. Porque para eu
ser entendido na quebrada, eu utilizo um
tipo de linguagem. Para eu ser entendido
na universidade, utilizo o outro. Agora,
eu não preciso ser a mesma pessoa estar
na quebrada e na universidade. Pode ser
que aconteça, mas se a gente organizar
direitinho, já tem o camarada na
quebrada e já tem o camarada na
universidade, já tem o camarada ali. É
saber articular essas paradas dentro de
uma estrutura de divisão social do
trabalho existente e que cria essas
condições. Então, o ajuste não é qual é
a linguagem que a esquerda inteira vai
falar, essa esquerda hipotética. É, pô,
já que eu tô aqui, qual que é o tipo de
trabalho que eu faço aqui no meu grupo?
Porque o meu objetivo não é convencer, é
construir um projeto. O meu objetivo não
é convencer a pessoa de que eu sou mais
legal. O objetivo é qual é o nosso
projeto comum, qual é o projeto, e aí eu
tenho que defender isso sempre, qual é o
projeto nacional que nós temos para
transformar as nossas eh nossa realidade
em uma realidade melhor, planejada,
organizada, mais racional, menos
desestruturada, que planeje o dia
seguinte. Ah, é em torno desse projeto
que a gente se organiza e aí a gente
espalha esse projeto de diferentes
maneiras. Beleza? Pô, era isso que eu
tinha dessa grande exposição. E deixa eu
olhar aqui os comentários. Espero que
tenha sido interessante esse papo,
tá? Que que vocês acham? Falem muita
grosélia. Foi massa? Foi
interessante? Pronto. E tem razão,
Gabriel. Os partidos eles não têm uma
uma capilaridade de comunidade como tem
as igrejas, inclusive porque
progressivamente as associações de barro
bairro foram
desaparecendo, as os coletivos foram
enfraquecendo, as organizações sindicais
foram enfraquecendo e as igrejas foram
assumindo muitas dessas
responsabilidades de educação formal, de
criação de laços e tal, n historicamente
a partir do modo como as cidades vão se
expandindo. E o estado foi saindo, né? E
as organizações civis foram se
enfraquecendo e o estado foi saindo.
Então, a combinação dessas coisas deu de
bandeja para que a comunidade fosse
construída de uma maneira específica. E
os partidos eles estão cada vez mais
estruturados desde a redemocratização
para ganhar a eleição, porque é assim
que funciona a regra do jogo. Quando não
tinha possibilidade de eleição, os caras
estão tendo que se organizar nas
comunidades. Havendo eleição, para você
poder executar um projeto de poder, você
precisa participar dela. Então, a no
aprendizado histórico que a gente teve,
e isso é muito importante, gente, é
recente, pelo amor de Deus,
democratização foi 85. É recente isso.
Não dá pra gente esperar que amanhã as
coisas se resolvam. A gente aprendeu,
olha, quando tava embaçado, a gente se
organizava em comunidade e aí tinha
comunidade de clisel de base, tinha
sindicato, tinha associação de bairro,
tinha um monte de coisa. Agora que a
gente pode disputar a eleição, essas
paradas aqui foram se desarticulando e
enfraquecendo. Beleza? Aprendemos. Não
dá para ser nem o aqui, nem ali. Eu
tenho que saber como a gente vai
utilizar o poder Mas eu não posso
abandonar a comunidade. Abandonei a
comunidade, que que acontece? alguém
ocupa esse espaço. Como o mercado não
foi lá aproveitar um mar de
oportunidades onde o estado não tava e o
estado abandonou a quebrada para por ela
mesma, a igreja ocupou o
lugar. Então, nessas dinâmicas é óbvio,
você não tem mais esses laços sociais
profundos, essa capilaridade de fazer
esse tipo de realização. E aí as lógicas
de condomínio, né, de você ir
privatizando cada vez mais as as os
serviços só pioraram. Por quê? que a
igreja tem a escolinha dela, tem o
hospital dela, tem a rede de educação
formal
dela. E aí é, se você entra na igreja,
você tem acesso a esses bens e
musicalização, eh, bens sociais que a
gente teria em outros lugares, como por
exemplo, aprender a falar em público.
Aprendi a falar em público na igreja. E
muita gente que produz conteúdo na
internet ou que hoje em dia ocupa certos
espaços também aprendeu na igreja.
A igreja ocupou esse
lugar, eh, porque o estado não tava lá
para ofertar e nem o mercado para
aproveitar essa grande oportunidade, né?
E aí a igreja se prestou ao serviço de
ser um bracinho do mercado. Fica aí. Mas
já que rolou, aí acontece isso, né?
Então é importante aí a gente pensar
sobre essas questões e tal.
Tum tum tum tum tum
tum. Bruno, fala, meu querido,
benevenido. Espero que você curta depois
assistir uma paradinha aí que espero que
tenha sido massa. Não vi Jéssica, eu não
vi a conversa do padre. Eu só vi que o
padre tem a cara do Lula Molusco
harmonizado, né? Eu olhei e falou:
"Caraca, mano, igualzinho o Lula Molusco
harmonizado. Meme maravilhoso." Mas eu
não vi o papo do Jones com padre. Eu
perguntei lá no grupo se era tinha sido
um debate? O pessoal falou: "Não, não
foi debate". Falei: "Então foi
confessionário". Não sei o que aconteceu
ali, mas depois quem sabe eu consigo
assistir, mas não vai rolar
direitinho. Turu
turu. É, com certeza. Com certeza, meus
amigos. E se cada crente que é mais de
esquerda, progressista, assumisse que
que quer um projeto de nação e não só
mudar a igreja, também ia ajeitar,
ajudar bastante. Jogo isso aí.
Importante, sabe por quê? Eu eu vou
falar uma parada séria. Muitas vezes o
crente de esquerda, crente comunista,
progressista, e isso eu vou jogar aqui
porque eu estou nesse lugarzinho de
debates, quer ajustar a igreja, quer uma
igrejinha para ele, para ela, né? Que é
uma igreja que seja igual a
conservadora, só que azul, só que sabor
morango. E aí é o esforço para mudar a
igreja e não para mudar o mundo também
por meio da igreja. E aí eu acho um
equívoco, acho um equívoco assim
programático absurdo. Eu tenho que mudar
as relações que obrigam que a igreja
seja de determinada maneira. Ten que
mudar essas relações que condicionam a
igreja a ser um um espaço X e não Y. E
não a igreja por ela mesma. Senão vira
só uma disputa de nicho de mercado. Aí
digamos que tem 30% de progressista, aí
fica um monte de igrejinha progressista
de esquerda disputando esse 30% de
mercado para ter os seus fiéis lá. Por
quê? Porque o mundo não mudou. O modo de
produção segue sendo o mesmo. E aí a
gente não tem um projeto que nos une,
que faz com que a gente seja crítico e
atue enquanto igreja para que a gente
possa efetivamente resolver os
problemas. Só reproduz a lógica. E aí
mesmo quando faz caridade, quando faz
ação social, é uma ação social que na
verdade não tá aliada a política pública
e fortalecimento do estado, ao
contrário. Aí vai minha crítica aí o
pessoal crente de
esquerdo. Pô, que bom, que massa, que
massa. Aí tamos junto, tamos junto. Rek
ri. Eu li heik. Foi mal que meu nome é
Rick Dal. Talvez tenha me
atrapalhado. Bruno, indo nessa linha,
você acha que tem gargantada demais nos
partidos e pouca organização desses
outros fatores? Sim, sim, sim. Tem, tem,
tem, porque ela é obrigada a fazer isso,
né? Então eu entendo a estrutura, tá
ligado? Eu eu entendo eu entendo o por
que a preocupação é essa e não
organização. Porque você sobrevive
precisando de de como é que é que fala?
De recurso, cara.
E aí eu o o a estrutura como ela tá
organizada da nossa democracia exige que
você gaste muito tempo em coisas que não
formam comunidade, que não não criam
base e
tal. Vou numa próxima live trazer o
exemplo do que eu aprendi com os
militantes mexicanos, tá? Na numas
viagens que eu fiz aí que eu achei muito
massa, como eles ganharam as eleições
recentes, né, com a Cláudia Shinba.
eh, na sucessão
do Lopes Obrador e eles tiveram uma
estratégia brilhante, cara. Eu não vou
não posso esquecer. Pela próxima live eu
vou vou papear sobre isso que eu acho
que vai que ajuda nessa linha
aí, cara. O o grande projeto é muda tudo
para manter como ele tá, né? Não, não.
Esse é da fascista extremada. Muda tudo
para manter como tá. É só soltar na
manguela, né? Projeto de direito liberal
Brasil solta na banguela. Caraca,
caraca, caraca. Chegou uma coisa que eu
não esperava, mas tudo bem. Solta na
banguela. Você solta na banguela e deixa
rolar. Então é isso. Não tem nem muito o
que
fazer. Tch. Minha gente. Ederson, um
beijo no seu coração. Obrigado pelo
carinho, pela força. Sem sacanagem, pô.
me surpreender. Meu coraçãozinho tá
animado agora ficou
quentinho. Valeu pelo carinho, mano.
Valeu mesmo. Tamo junto. Nem sei como
agradecer. Tenho, tenho que tem que ter
uma música de agradecimento aqui que eu
não, não preparei ela. Eu vou fazer uma
música de agradecimento pra gente. Mas
minha gente, eu preciso partir porque eu
vou já começar atrasado aqui em um dos
trampos que nós temos.
Eh, e eu vou ficar na dívida aí de
últimas perguntas que foram feitas e eu
espero que vocês tenham curtido esse
papo, tá? Agradeço
imensamente a parceria de vocês. Espero
que vocês tenham curtido essa conversa e
a gente vai seguir aqui, né, como
sempre, trocando ideias, produzindo
conteúdo, trazendo a boa nova, todo dia
útil, né, até a vitória final. Ah, antes
de ir, eu quero ver se ficou bom o
negócio que eu tentei fazer aqui, tá?
Porque de musiquinhas fica gostoso de
ouvir, fica animado. Estamos aqui,
estamos aqui nessa pegada. Agradeço
muito a parceria de coração. E para
finalizar, que que vocês acham isso
aqui,
ó? A vitória
final. Seguimos trazendo todo dia útil
até vitória final.
Seguimos fazendo a boa nova todo dia.
Vit para final. Valeu minha gente. Fica
bem. Deus abençoe. Quem não crê, Deus
abençoe você também. Porque apesar de
você não crer, ele gosta de você. Tamo
junto. Valeu. Até mais.
[Música]

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