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O que DEFINE um cristão VERDADEIRO? – ROMANOS – Josemar Bessa – Coram Deo – Podcast #05

O que DEFINE um cristão VERDADEIRO? – ROMANOS – Josemar Bessa – Coram Deo – Podcast #05

O que DEFINE um cristão VERDADEIRO? – ROMANOS – Josemar Bessa – Coram Deo – Podcast #05

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Legendas automáticas:

Bem-vindos ao Corondel, podcast onde a
palavra de Deus nos convida a mergulhar
na verdade com a mente afiada e o
coração em chamas. Hoje vamos começar a
explorar a carta de Paulo aos Romanos,
começando com uma reflexão sobre a
importância das introduções dessas
cartas tão ricas.
Nosso guia é o pastor que vocês já
conhecem, uma mente que respira
escritura e cultura também, livros,
cinema e etc. e sempre traz uma pitada
da cultura como um toque a mais para
nosso
entendimento, como a paixão que faz a
Bíblia soar aqui e também quando está
pregando como um conto de Borges ou um
filme do
Escorcesei. Pastor, é muito bom estarmos
juntos
novamente. Como está o coração para essa
conversa?
Olha, o coração está sempre aquecido,
né? Estou pronto para essa
jornada. As epístolas de Paulo são como
um baú de tesouros e as introduções são
a chave que abre esse baú. Então, vamos
mergulhar nessas primeiras palavras e
descobrir o que elas têm para nos eh
ensinar. Estou animado para desbravar
esse caminho com você. Vamos lá. Vamos
lá então, pastor, para começarmos o
nosso
papo, porque é tão importante prestar
atenção nas introduções das epístolas do
Novo Testamento?
Olha, as introduções das epístolas do
Novo
Testamento são como o primeiro acorde de
uma de uma sinfonia. Elas já te dão o
tom do que vem pela
frente. São fundamentais porque estão
repletas de lições que não podemos
deixar passar.
Sabe quando você vai a um jantar e o
anfitrião te oferece um aperitivo que já
te conquista assim de de cara? É mais ou
menos isso. Essas primeiras palavras são
eh um convite para saborear o que Deus
preparou. E se a gente pula essa parte,
pode perder bênçãos que são profundas e
transformadoras.
É como
assistir o Rei Leão e pular a cena
inicial, não é, do Circle of Life, né,
da Você até vê o filme, mas perde a
emoção que te prepara
para a jornada. As introduções são o
momento em que o autor já começa a
plantar as sementes do que ele vai
desenvolver. E a gente precisa parar e
prestar atenção para captar cada detalhe
que está ali. E por que isso é ainda
mais
necessário nas cartas de Paulo?
Nas cartas de Paulo, isso é ainda mais
necessário, porque ele não economiza nas
introduções. Ele já chega com um peso
teológico
impressionante. Elas são como um baú de
tesouros que ele abre logo de cara,
cheias de significado que eh a gente não
pode deixar escapar. Paulo não está
só cumprimentando ou fazendo uma
apresentação formal, ele já começa a
construir a base do que ele vai ensinar.
É como se fosse o primeiro capítulo de
um livro que já te prende, tipo em o
pequeno príncipe, né, Lepeti Prince,
quando você lê sobre o elefante na
giibóia, aí já sabe que vem algo
especial.
Paulo usa as introduções para
estabelecer quem ele é, quem é o
destinatário, qual é a mensagem central.
E isso é essencial para entender o
restante da carta. Se a gente não dá
atenção a isso, pode perder o fio da
meada que ele vai desenrolar ao longo de
todo o texto.
Então, o que a gente, os cristãos em
geral costuma fazer com essas
introduções?
a gente costuma passar por elas com
pressa, como se fosse uma tarefa que
precisa ser riscada da lista o mais
rápido
possível. Muitos cristãos acabam se
privando de bênçãos enormes por ignorar
essas primeiras palavras, achando que
não tem nada de especial para oferecer.
É como se a gente
estivesse em um museu e quisesse ir
direto para a obra mais famosa, sem nem
olhar as placas que te apresentam a
exposição. Isso é um engano tremendo,
né? Sabe, é como pular a abertura de um
sonho de liberdade, né? deixar o chunk
redemption, onde você entende o contexto
do Fresley. Se você pula, até entende a
história, mas perde a profundidade do
que vem depois.
Essas introduções são como um convite
para entrar na narrativa, com o coração
e a mente abertos e a
gente não pode deixar isso passar.
Qual é a nossa tendência natural ao
lidar com essas primeiras
palavras? A nossa tendência é acelerar o
passo, como se estivéssemos com pressa
para chegar ao destino final. A gente
acha que as introduções não têm tanta
importância e quer logo pular para o que
considera mais suculento, aquela parte
carnuda que nos interessa mais. Mas
nessa correria a gente deixa passar um
monte de coisas que são valiosas de
verdade. É como se a gente estivesse
lendo o nome da Rosa de Humberto Epa e
quisesse pular as primeiras páginas que
parecem só descrição, mas que na verdade
são cheias de pistas para o
mistério. A gente quer ir direto para o
clímax, mas essas primeiras palavras são
como o prelúdio de uma música clássica.
Elas te preparam para o que vem depois e
se você pula, perde o contexto que dá
sentido a tudo.
E o que a gente tá buscando quando pula
as introduções?
Quando a gente pula as
introduções, está buscando chegar logo
aquilo que acha mais interessante, né?
Essa parte carnuda que parece ser o
coração da mensagem. É como se a gente
quisesse ir direto para o prato
principal de um jantar, se nem provar a
entrada, que já te abre o apetite e te
prepara para o que vem depois, sabe? É
tipo querer pular as primeiras cenas de
gladiador, onde você vê o Máximus no
campo de trigo. Se você pula, até
entende a história, mas perde a emoção
que dá sentido à luta dele. A gente tá
buscando o que acha que é o principal da
carta, mas essas introduções são como
tempero que dá sabor a tudo. E a gente
não pode ignorar isso. Elas são o começo
de uma jornada que Deus preparou. E a
gente precisa caminhar com calma para
apreciar cada passo.
Como você exemplifica a importância
dessas introduções?
Eu isso olhando para as primeiras
palavras de Paulo, porque ele já começa
com um impacto que não dá para ignorar.
Se a gente
parar para refletir no que ele diz logo
de cara, vai perceber que ele coloca uma
doutrina essencial ali de um jeito que
impressiona. É como se ele tivesse
escondido um tesouro bem na entrada da
carta e quem pula não vê. Sabe aquele
momento em o código da 20, né? Quando o
Robert Langdon começa a decifrar os
primeiros símbolos e você já sente que
vai ser uma aventura incrível. É mais ou
menos assim, né? Paulo não está só
fazendo uma apresentação qualquer, ele
já está plantando uma semente que vai
crescer ao longo da carta. E essa
semente tem um peso teológico enorme.
Ele não começa com uma conversa trivial,
ele já vem com um recado que é como um
raio de luz, iluminando o que ele vai
desenvolver depois. A gente precisa
parar e prestar atenção para captar esse
impacto inicial que ele quer causar.
Por quê?
Paulo começa se apresentando aos
cristãos de Roma. Paulo começa se
apresentando porque ele nunca tinha
estado em Roma, entende?
Ele conhecia alguns dos cristãos de lá,
mas a maioria não sabia quem ele era e
ele também não os conhecia
pessoalmente. Então ele precisava criar
essa conexão, mostrar quem ele era para
que eles entendessem de onde vinha a
mensagem, não é? É como se fosse um
conferencista chegando a uma cidade nova
e se apresentando para a plateia antes
de
começar a palestra. Tipo o Andy do
Fresney em um sonho de liberdade que
começa a conversar com os outros
prisioneiros para criar uma ponte. Paulo
está dizendo: "Oi, eu sou o Paulo e vim
aqui para compartilhar algo muito
especial com vocês. É uma forma de
estabelecer confiança e mostrar que ele
não é um estranho qualquer, mas alguém
que tem uma mensagem
importante para passar, né?
Como o apóstolo Paulo se apresenta
aos Romanos.
Paulo se apresenta dizendo: "Paulo,
servo de Jesus Cristo, chamado para
apóstolo, separado para o evangelho de
Deus." Ele usa essas três
afirmações como uma espécie de cartão de
visita, não é? para mostrar quem ele é e
qual é o seu papel, de modo que os
romanos saibam logo de cara com quem
estão lidando, né? Deixa eu falar algo
importante
aqui que já falei em outras
oportunidades. Quando algumas vezes eu
tenho que citar outro idioma, outros
idiomas sem ser português, eu sei apenas
ler, né? Jamais tive paciência para
estudar pronúncia,
conversação. Tudo que eu quis com outros
idiomas era saber ler. Enquanto acho
chatíssimo estudar para falar outra
língua. Adoro ler e ler em outros
idiomas foi maravilhoso para mim.
Conversação, pronúncia para falar,
sempre achei chatíssimo, né? Isso vale
para os idiomas do texto bíblico, como
para qualquer
outro. Vamos dar uma olhada no grego
aqui para entender
melhor. Ele escreve Paulo, eh, Paulos,
Doulos e Eso,
Cristocletos, apóstolos, afforismenos,
eis evangelhum teu.
A palavra doulo significa escravo,
alguém que pertence
completamente ao seu
senhor. Cletos vem de Calel, que é
chamado como quem recebe um convite
divino. E Afores Menos significa
separado, como se ele fosse escolhido
para uma missão única. É como se ele
estivesse se
apresentando com eh uma credencial que
carrega autoridade e
propósito, tipo Máximus em gladiador que
entra na arena e todos sabem que ele não
está ali à toa. Paulo está mostrando que
ele não é só um mensageiro qualquer, mas
alguém que foi chamado por Deus para uma
missão especial.
Pastor, nós vimos como as introduções
das cartas de Paulo são essenciais para
captar o que ele quer
transmitir. Aqui ele começa se
apresentando com três afirmações: servo
de Jesus Cristo, chamado para apóstolo,
separado para o evangelho de Deus. Quais
perguntas podemos fazer para entender
melhor essas palavras?
A gente precisa se perguntar por Paulo
escolheu essas três afirmações
específicas. Qual é o significado que
ele deu a cada uma delas? Será que ele
as colocou em uma ordem intencional com
um propósito claro ou foi só algo que
ele escreveu sem pensar muito?
Essas perguntas são essenciais para
entender o que ele queria transmitir,
como
se eh estivéssemos desvendando um
estéreo, tipo em O nome da Rosa, onde
cada detalhe leva a uma revelação maior.
Cada palavra que Paulo usa ali tem um
peso e a gente precisa refletir para
captar o que está por trás. Será que ele
começa com servo?
para mostrar sua
humildade. Será que chamado para
apóstolo é para estabelecer sua
autoridade e separado para o evangelho?
É para apontar o
propósito da missão dele? Essas
perguntas nos ajudam a entrar na mente
de Paulo e entender o que ele queria eh
que os romanos vissem
logo de cara.
E como Paulo se define ao dizer servo de
Jesus
Cristo? Quando Paulo diz servo de Jesus
Cristo, ele está dizendo: "É quem eu
sou, é o que eu sou".
Ele se apresenta assim em praticamente
todas as cartas dele, porque para ele
isso é o cerne de sua
identidade, servo dessa pessoa que
transformou a vida dele. Ele quer que os
os romanos percebam isso de imediato,
que entendam que a essência dele é estar
a serviço de
Cristo. No grego doulos e crystal
significa literalmente escravo de Jesus
Cristo. Doulos carrega a ideia de um
pertencimento
total, como um servo que se entrega
completamente ao seu Senhor, remetendo a
textos como Êxodo 21:6, onde um servo
escolhe servir para sempre por amor.
Paulo está dizendo que tudo nele gira em
torno de Cristo, que ele não consegue
nem pensar em si mesmo sem essa
relação. É como se Cristo fosse o centro
gravitacional da vida dele e ele um
satélite que orbita sem nunca se
desviar. É como o São Wise gange em um
Senhor dos Anéis, que não larga o Frodo
por nada nesse mundo, porque ele está
completamente dedicado à missão de estar
ao lado do seu mestre.
Paulo está mostrando que servo de Cristo
é o que define quem ele é, acima de
qualquer outra coisa que os romanos
pudessem saber ou
lembrar sobre ele.
Interessante. Você disse que ele se
apresenta assim em todas as cartas. Isso
é uma característica constante dele?
Sim, com certeza.
Se você pegar as epístolas dele, vai
perceber que esse é o jeito típico de
Paulo começar. Ele quase sempre se
apresenta como servo de Jesus Cristo ou
doulos no grego, porque isso reflete
como ele se enxerga diante de Deus. Em
Primeira Coríntios 1:1, por exemplo, ele
começa Paulo chamado apóstolo de Jesus
Cristo. Em Filipenses 1 Paulo e Timóteo,
servos de Jesus Cristo. E em Tito um,
Paulo, servo de Deus. É como uma marca
registrada dele, sabe? Ele não está
interessado em destacar suas credenciais
terrenas, mas em apontar para quem ele
serve. É como se fosse a assinatura de
um artista em uma obra prima, tipo as
pinceladas de monet que você reconhece
de longe, né,
em Ninúfaris.
Para Paulo, servo de Cristo é o que
define a vida dele. E ele faz questão de
começar suas cartas, deixando isso bem
claro.
Vemos então que Paulo pensa em si mesmo
em termos dessa pessoa que ele chama de
bendita. Como ele via essa
relação com Cristo?
Paulo via sua relação com Cristo como o
eixo de toda a sua existência. Quando
ele diz que é um servo de Jesus Cristo,
ele está mostrando que todo o seu ser
gira em torno dessa pessoa que ele
considera bendita, ou seja, Jesus
Cristo. E não consegue pensar em si
mesmo sem essa conexão. É como se Cristo
fosse o sol e ele um satélite que orbita
ao redor, completamente dependente da
luz e da gravidade dele. Paulo não se
define por suas conquistas, nem pelo seu
passado como fariseu, nem por suas
viagens missionárias. Ele se define pela
sua entrega a Cristo. É como se ele
dissesse: "Tudo que eu sou, tudo que eu
faço é por causa dele e para ele". Sabe?
É parecido com o que a gente vê em
Alquimista do Paulo Coelho, onde o jovem
Santiago encontra seu tesouro ao
perceber que o verdadeiro propósito da
vida dele estava na jornada com o
coração conectado ao universo. Para
Paulo, Cristo é o tesouro e a jornada.
Eh, e ele não consegue se imaginar sem
essa relação que o sustenta e o define.
E o que Paulo queria que os romanos
pensassem ao ler essa apresentação?
Paulo queria que os romanos, ao lerem
essa apresentação, focassem
imediatamente em Jesus Cristo, essa
pessoa bendita que se tornou o centro da
vida dele. Ele não está preocupado se
eles eh sabiam ou não outras coisas
sobre ele ou se lembravam de algo a
respeito do seu
passado. O que ele deseja é que, ao
lerem servo de Jesus Cristo, eles pensem
logo em Cristo, não nele. É como se ele
estivesse dizendo: "Esqueçam quem eu sou
fora disso, o que importa é aquele a
quem eu sirvo." Ele quer que os romanos
vejam Cristo como o protagonista da
carta, não ele. É um pouco como em o
nome da Rosa, né, do Humberto Eco, onde
o monge Guilherme de Basquilu conduz a
investigação, mas o foco está no
mistério maior que ele está desvendando.
Paulo é apenas o mensageiro. O foco está
em Cristo, que é a mensagem central de
tudo que ele vai
dizer. Você disse que ele faz isso em
todas as cartas e que já apresenta a
doutrina completa sobre Cristo. Como ele
faz isso
nas introduções?
Sim,
exatamente. Em todas as suas cartas,
Paulo tem esse padrão de começar
apresentando a doutrina completa sobre
Cristo. E ele faz isso de forma sutil,
mas poderosa. Quando ele diz servo de
Jesus Cristo, ele já está apontando para
quem é Jesus, o Cristo, o Messias, o
ungido. Ele não começa só com um tudo
bem?
Ele já entra com uma visão teológica que
define tudo que vem depois. Ele fala de
Jesus como a pessoa humana que viveu
neste mundo, o infante de Belém, o
menino, o homem, o carpinteiro, mas não
para por aí. Ele também apresenta Jesus
como Cristo, ou seja, o cristos no
grego, que significa ungido, aquele que
foi escolhido por Deus para cumprir uma
obra específica de redenção. É como se
ele tivesse pintando um quadro completo
logo de cara, tipo as primeiras cenas de
o rei Artur, onde você já entende quem é
o rei e o que ele representa para o
povo. Paulo está dizendo: "Esse é o
Jesus que eu sirvo e ele é o centro de
tudo que eu vou falar. Ele faz isso para
que os leitores tenham em mente desde o
início, quem é o verdadeiro
protagonista da mensagem.
E como
Paulo descreve Jesus Cristo nas
suas introduções,
Paulo descreve Jesus Cristo de forma
completa e
multifacetada, mesmo nas poucas palavras
das
introduções. Ele apresenta Jesus como a
pessoa humana que viveu neste mundo, o
infante de Belém, o menino que cresceu
em Nazaré, o homem que andou entre nós,
o carpinteiro que trabalhou com as mãos
antes de começar seu ministério. Mas ele
não para por aí, ele também o apresenta
como Cristo, o Cristos, que não
significa ungido, aquele que foi
escolhido por Deus para uma missão
especial.
Essa palavra remete ao Messias esperado
por Israel, como em
Isaías 61:1, o Espírito do Senhor está
sobre mim porque me ungiu. Paulo está
dizendo, esse Jesus humano é também o
salvador divino enviado por Deus para
cumprir uma obra única. É como se ele
estivesse desenhando um retrato em duas
camadas, tipo as pinturas de cravajo,
né? Como a ceia em Emaús, onde você vê a
humanidade e a divindade de Cristo ao
mesmo tempo. Ele quer que os romanos
vejam Jesus como o filho de Deus que se
fez homem para redimir a humanidade.
Você
mencionou que essa era a essência do
ensino de Paulo. Pode explicar como ele
pregava isso?
Claro, o ensino de Paulo em sua essência
era que Jesus é o Cristo, o Messias,
ungido de Deus. Ele pregava isso de
forma consistente, como a gente pode ver
nos relatos do livro de Atos. Ele sempre
dividia seus sermões em duas grandes
partes. A primeira era sobre a
necessidade de Cristo sofrer. Ele
mostrava que, segundo as escrituras, o
Messias tinha que passar pela cruz, como
Isaías
53:5 previou. Ele foi traspassado pelas
nossas
transgressões. A segunda parte era a
declaração de que esse Jesus, esse Jesus
que eu vos prego é o Cristo, o Salvador
do mundo, ungido por Deus para trazer
redenção. Ele fazia questão de conectar
as profecias do Antigo Testamento com a
vida de
Jesus, mostrando que ele era o
cumprimento de tudo que Deus havia
prometido. É como se ele estivesse
montando um quebra-cabeça, tipo
um National Treasure, onde cada pista
leva a revelação final. Para
Paulo, Jesus como o Cristo era o centro
de tudo. Ele queria que seus ouvintes
vissem isso com clareza.
Paulo fala de Jesus como tema central da
carta. Como ele reforça isso em suas
pregações, como em Corinto, por exemplo,
Paulo reforça que Jesus é o tema central
de forma bem direta. E um exemplo claro
disso é o que ele fez em Corinto. Lá ele
tomou uma decisão clara, como ele mesmo
diz em Primeira Coríntios 22.
Porque nada me propus saber entre vós
senão a Jesus Cristo e este crucificado.
Ele estava determinado a não se distrair
com nada além de Cristo e da cruz. Isso
significa que em toda a sua
pregação, em todo o seu ensino, o foco
era sempre Jesus. Não filosofias
humanas, não tradições, nem mesmo as
questões culturais que poderiam dividir
a comunidade. Ele coloca Cristo como o
protagonista absoluto, como se fosse o
farol que ilumina
tudo. É como em o Rei Leão, onde Mufasa
é a figura central que guia a Simba
mesmo depois de sua morte. Para Paulo,
Jesus é o tema que está sempre na
frente, o ponto de partida e de chegada
de tudo que ele ensina. E ele ele faz
questão de deixar isso claro desde o
início.
O que vimos até aqui nos leva a fazer
uma pausa e
perguntar o que essa característica de
Paulo nos revela sobre o que significa
ser cristão.
Essa característica de Paulo nos leva a
fazer uma pausa, porque ela não é só
algo que define ele, mas também algo que
define o que significa ser
cristão. Quando ele se apresenta como
servo de Jesus Cristo, ele coloca Cristo
como centro de tudo. Ele está mostrando
uma verdade que vai além dele mesmo.
Ele ele não consegue começar a escrever
sem falar de Jesus Cristo. Não importa o
motivo da carta, seja para responder
perguntas como em Primeira Coríntios ou
resolver problemas como em Gálatas, ele
sempre apresenta a Cristo logo de cara,
porque para ele Cristo é o começo e o
fim e tudo em todos. Sem Cristo, ele não
tem nada a dizer.
Isso nos revela que ser cristão é ter
Cristo no centro da nossa vida como o
eixo de tudo que pensamos, sentimos e
fazemos. Paulo menciona Cristo pelo
menos cinco vezes só na introdução de
Romanos. E se você for ver Efésios 1 de
1 a 14, ele menciona Cristo 15 vezes em
poucos versículos. Ele usa expressões
como Jesus Cristo, o Senhor Jesus
Cristo, Jesus Cristo, nosso Senhor. E
faz
isso com uma alegria que transborda. É
como se ele não conseguisse parar de
falar dele, como quem está apaixonado e
não consegue evitar mencionar a pessoa
amada.
É como em o alquimista, onde Santiago
encontra seu tesouro ao seguir o
coração. Para Paulo, Cristo é o tesouro
e ele vive para falar dele. Isso nos
mostra que ser cristão é ter Cristo como
a prioridade absoluta, o centro da
conversa do nosso pensamento e do nosso
coração.
Pastor, vimos como Paulo faz questão de
colocar Cristo no centro desde o início
das suas cartas, mostrando que ele é o
tema principal. Fica óbvio que Paulo
fala de Jesus como foco, mostrando que
espera que os romanos também pensem nele
e não no autor da carta. O que isso nos
mostra sobre a intenção de Paulo? ao
escrever a carta aos Romanos.
Olha, isso vai direto ao coração do
propósito de Paulo ao escrever essa
carta. Quando ele diz que espera que os
romanos pensem no Senhor, nessa pessoa
bendita que é Jesus Cristo e não nele,
que ele está escrevendo, ele está
deixando claro que o foco não é ele, mas
sim Cristo. Ele não quer que os leitores
fiquem presos à figura do mensageiro,
mas que olhem para a mensagem que é o
próprio Jesus.
Paulo poderia ter falado sobre suas
conquistas, suas viagens missionárias ou
até mesmo que ele enfrentou para chegar
até ali. Mas ele escolhe não fazer isso.
Ele quer que os romanos vejam Cristo
como protagonista, não ele. É como se
ele fosse um guia turístico que te leva
a um lugar incrível, tipo guia que te
leva ao Grand Canyel, né, em férias
frustradas, mas em vez de falar dele
mesmo, ele só aponta para a beleza do
lugar.
Paulo está dizendo, "Não olhem para mim,
olhem para Cristo, porque ele é o centro
de tudo que eu quero transmitir." Isso
mostra que a intenção dele é glorificar
a Cristo, acima de tudo, ele quer que os
romanos tenham essa mesma perspectiva.
Paulo poderia ter escrito sobre sua
vida, conquistas.
Ele teria tanto para contar, mas
escolheu não fazer isso. Porque essa
escolha é tão significativa.
Essa escolha de Paulo é significativa
porque revela a humildade dele e o foco
da missão que ele recebeu. Ele poderia
sim ter escrito páginas e mais páginas
sobre tudo o que tinha feito, as igrejas
que fundou, as viagens que enfrentou.
as perseguições que sofreu, como ele
mesmo descreve em segunda Coríntios 11 e
23 a 28, falando de naufrágios, prisões,
açoites. Mas ele não faz isso aqui. Ele
não escreve aos romanos para se promover
ou para
impressioná-los com suas credenciais. Em
vez disso, ele escolhe apontar
diretamente para Jesus Cristo,
porque é dele que ele quer falar. Essa
decisão é um testemunho da sua entrega
total a Cristo. Ele não está buscando
glória para si mesmo, mas para o Senhor.
É como se ele fosse um ator quadjuvante
que sabe que o papel principal é de
outro, tipo o o Alfred em Batman
Beginza, né, que está ali para ajudar o
Bruce Wayne a brilhar. Paulo entende que
a história não é sobre ele, mas sobre
Cristo. E essa escolha reforça o
propósito da carta, apresentar Jesus
como centro de
tudo. Paul claramente se gureva no
título de
servo. O que isso revela sobre a visão
que ele tinha de si mesmo?
Quando Paulo diz que se gloriava no
título de servo, ele está mostrando que
para ele não havia nada mais honrado do
que estar a serviço Jesus
Cristo. No grego, ele usa a palavra
doulos, que significa literalmente
escravo, como já vimos antes. Mas aqui
ele enfatiza que isso é motivo de glória
para ele. Não é uma posição de
humilhação, mas de privilégio. vê a si
mesmo como alguém que foi comprado por
Cristo, como ele mesmo diz em Primeira
Coríntios 6 20, fostes comprados por
preço. E isso enche de alegria. Para
ele, ser um doulos
existol é a maior honra que poderia ter,
porque significa pertencer completamente
a Cristo, viver para ele e para os
propósitos dele. É como se ele fosse um
cavaleiro que se orgulha de servir ao
seu rei, tipo Oragornemen, o Senhor dos
Anéis, que se dedica completamente à
causa de de Gôndor. Paulo não vê isso
como uma perda de liberdade, mas como a
verdadeira liberdade estar a serviço do
Senhor que o resgatou.
Você
reforçou que a tradução correta de servo
é escravo ou cativo?
Por quê? Essa palavra é tão importante
para entender o que ele quer dizer?
A escolha da palavra escravo ou cativo é
essencial porque ela carrega um peso que
a tradução servo não consegue transmitir
completamente. No grego dolos que Paulo
usa não é apenas um empregado que
trabalha por um tempo e vai embora.
é um escravo, alguém que pertence
totalmente ao seu senhor, sem autonomia
própria. Essa palavra aparece
constantemente nas cartas dele e outros
apóstolos como Pedro também a usam, como
em segunda Pedro 1 1, onde ele se
apresenta como doulos cai apóstolos
eucristo, escravo e apóstolo de Jesus
Cristo. A ideia aqui é de total
submissão e dependência. Paulo está
dizendo que ele não tem vida própria
fora de Cristo. Ele foi comprado, como
ele mesmo explica em Primeira Coríntios
6:20, e agora vive exclusivamente para o
seu Senhor. É como se ele fosse um
prisioneiro de guerra que foi resgatado
e agora serve com gratidão ao seu
libertador. Tipo Máximus em um gladiador
que mesmo sendo escravo, luta com honra
por um propósito maior.
Essa palavra doulos nos mostra que para
Paulo ser cristão é uma entrega total,
sem reservas a
Cristo. Paulo, ao usar essa
expressão, parece estar realmente se
descrevendo como
cristão. O que ele quer dizer com isso?
Quando Paulo usa a expressão escravo de
Jesus Cristo para se descrever como
cristão, ele está dizendo que essa é uma
característica essencial de todo aquele
que segue a Cristo. Ele não está falando
só de si mesmo, mas de uma verdade que
se aplica a todos os cristãos. Ser um
escravo cativo de Jesus Cristo no
sentido que ele
usa significa que todo cristão pertence
a Cristo, foi comprado por ele e vive
para ele. Ele explica isso em Primeira
Coríntios 619 a 20, onde diz: "Ou não
sabeis que o vosso corpo é templo do
Espírito Santo que está em vós e que não
sois de vós mesmos? foste comprados
preço. Paulo está dizendo que todos nós,
como cristãos, fomos resgatados por
Cristo e isso nos torna dele. É como se
fôssemos peças de um quebra-cabeça que
só encontram seu lugar quando estão
conectadas ao todo. Tipo as peças de um
vitral que só fazem sentido quando
formam a imagem completa, como na
catedral de Notdam, não é? em corcunda
de notdam, né? Para Paulo, ser cristão é
pertencer a Cristo de forma
absoluta. E ele usa essa expressão para
mostrar que essa é a identidade de todo
aquele que crê.
Primeira Coríntios 6 19 e 20 parece
explicar isso. Pode nos guiar por esse
texto e mostrar como ele se conecta com
o que Paulo está dizendo?
Claro. Vamos mergulhar nesse texto de
Primeira Coríntios 6:20, porque
ele é uma chave para entender o que
Paulo quer dizer. Ele escreve: "Ou não
sabeis que o vosso corpo é templo do
Espírito Santo que está em vós, o qual
tendes da parte de Deus e que não sois
de vós
mesmos? Foste comprados por preço".
No
grego tuoma
inon im
na
pneumating. O vosso corpo é templo do
espírito santo. Os analus para templo,
que não é qualquer lugar, mas o
santuário sagrado, o lugar mais santo.
Paulo está dizendo que os cristãos são
um espaço sagrado habitado pelo espírito
de Deus e por isso não pertencem a si
mesmos.
E ele continua. Agora as
tetimes foste comprados por preço. E
essa palavra agora asete vem de agorazo,
que significa comprar no mercado,
remetendo a ideia de resgate, como em um
mercado de escravos. Paulo está dizendo
que os cristãos foram comprados por um
preço
altíssimo. O sangue de Cristo, como
Primeira Pedro 1:19 ecoa, o precioso
sangue de Cristo como de um cordeiro sem
defeito. Por isso ele alerta: "Não vos
torneis culpados de fornicação". No
grego porneia,
né? Que abrange todo tipo de imoralidade
sexual, porque vocês não têm direito de
fazer o que quiserem. com seus corpos.
vocês pertencem a Cristo. É como se
fôssemos obras de arte adquiridas por um
colecionador, tipo um quadro de monê
como Nanúfares, né, que não pode ser
usado para qualquer coisa, porque agora
pertence a alguém que pagou um preço por
ele. Isso conecta com o que Paulo está
dizendo. Ele é um escravo porque foi
comprado e todos os cristãos
compartilham dessa mesma realidade.
Paulo fala que os cristãos foram tirados
de um mercado de
escravos. Pode explicar o que ele quer
dizer com isso?
Quando Paulo diz que os cristãos foram
tirados de um mercado de escravos, ele
está usando uma imagem forte para falar
da redenção. No contexto
romano, o mercado de escravos era um
lugar real, onde pessoas eram compradas
e vendidas como propriedade, sem nenhuma
possibilidade de liberdade por conta
própria. Ele usa essa metáfora para
dizer que todos nós estávamos nessa
condição espiritual. Éramos escravos do
pecado, presos ao domínio de Satanás,
sem chance de nos libertarmos
sozinhos. É o que ele descreve em
Romanos 6:17, quando diz que éramos
escravos do pecado, ou Douloi, tis o
Mártas.
Mas o filho de Deus veio e com o preço
do seu precioso sangue nos comprou e nos
libertou desse
mercado. Essa ideia de redenção é
central no evangelho, né? no grego
agorastet em primeira Coríntios 6:20 que
já mencionamos vende agorazo, comprar no
mercado e carrega essa imagem de
resgate. É como se fôssemos prisioneiros
em um campo de guerra e alguém pagasse
um resgate para nos
libertar, tipo o que acontece em o
resgate do soldado Ryan, onde um preço
alto é pago para
salvar uma vida. Paulo está dizendo que
Cristo pagou o preço supremo, sua
própria vida, para nos tirar da
escravidão e nos trazer para a liberdade
de sermos servos dele. É uma troca de
senhorio. Saímos do domínio de Satanás
para o domínio de Cristo que nos liberta
para viver para ele.
Então ele está dizendo que essa é a
verdade sobre todos os cristãos.
O que isso significa para a
identidade cristã?
Quando Paulo
diz que essa é a verdade sobre todos os
cristãos, ele está falando de uma
realidade que define a identidade de
todo aquele que crê.
Ele explica que cada um de nós, antes de
conhecer Cristo, nasceu escravo do
diabo, preso no pecado, como ele mesmo
descreve em Romanos 6:20. Quando eres
escravos do pecado, estaves livres em
relação à justiça, mas pelo precioso
sangue de Cristo, fomos libertos dessa
escravidão. Ele cita Primeira Coríntios
6:20, né? foste comprados por preço,
isso significa que agora pertencemos a
Cristo,
não a nós
mesmos.
Essa é a essência da identidade cristã.
Fomos comprados,
resgatados e agora somos dele. Paulo
reforça isso, dizendo que ele mesmo é
como os romanos. Eu, Paulo, sou. Eu sou
um de vocês. Eu pertenço a vocês. Porque
todos nós pertencemos a Cristo. Ele se
identifica com eles como um pecador
salvo pela graça, como ele diz em
Primeira Timóteo 1:15. "Eu sou o
principal dos pecadores, mas obtive
misericórdia". É como se fôssemos
membros de uma mesma família, tipo a
tripulação do Serenity em Firefly, que
apesar das diferenças estão unidos por
um propósito maior. Para os cristãos
isso significa que nossa identidade não
está no que fazemos ou no que éramos,
mas no que Cristo fez por nós. Ele nos
comprou e agora vivemos para ele.
O apóstolo Paulo fala que ele era
perseguidor, blasfemo e injuriador, mas
obteve
misericórdia. Como isso se conecta com o
que ele está dizendo aqui?
Quando Paulo menciona que era
perseguidor, blasfemo e injuriador, mas
obteve misericórdia, ele está se
colocando no mesmo nível dos romanos
para mostrar que a redenção é uma
realidade para todos os cristãos,
independentemente do passado. está se
referindo à sua vida antes de conhecer
Cristo, como ele descreve em Atos 9:1,
onde respirava ameaças e morte contra os
discípulos do Senhor. Ele perseguiu a
igreja, blasfemou contra Cristo e causou
dano, como ele mesmo admite em Primeira
Timóteo 1:13. Blasfemon
caicten cai e bristem. blasfemo,
perseguedor e injuriador, mas ele diz
que obteve misericórdia no grego,
elitem fui objeto de misericórdia porque
Cristo o resgatou, como ele conta em
Atos 9, quando ouviu a voz: "Eu sou
Jesus a
quem tu persegues." Isso se conecta com
o que ele está dizendo, porque ele quer
que os romanos vejam que todos os
cristãos compartilham essa história de
redenção. Ele não é um superherói
espiritual, ele é um pecador salvo,
assim como eles. Ele está dizendo: "Eu
também fui escravo do pecado, mas Cristo
me libertou. E essa é a verdade sobre
todos nós." É como se ele fosse um
náufrago que foi
resgatado, tipo Tuknol em náufrago e
agora está contando a história para
outros que também foram salvos. Essa
identificação reforça que todos os
cristãos são unidos pela graça que os
resgatou. E o que significa essa ideia
que Paulo passa tão claramente que dá a
entender que ninguém se faz cristão?
Quando Paulo
diz que ninguém se faz cristão, ele está
apontando para uma verdade fundamental
do evangelho. A salvação não é algo que
alcançamos por esforço próprio, mas algo
que recebemos pela graça de
Deus. Ele explica que todos nós nascemos
escravos do diabo, presos ao pecado,
como Romanos 3:23 diz: "Todos pecaram e
carecem da glória de Deus".
Não temos capacidade de nos libertar
dessa escravidão por nós mesmos. É uma
condição da qual não podemos escapar
sozinhos. Mas Cristo, pelo preço do seu
sangue, nos comprou e nos libertou. Como
primeira Pedro 11819 reforça. Não foi
com coisas corpíveis como prata ou ouro
que fostes resgatados, mas com o
precioso sangue de Cristo. Isso
significa que ser cristão não é uma
conquista humana, é um ato de Deus.
Não nos tornamos cristãos por mérito,
por boas obras ou por decisão própria.
Fomos escolhidos e resgatados pela
graça. É como se fôssemos prisioneiros
que não podiam pagar o próprio resgate,
mas alguém veio e pagou por nós.
O que acontece em um soldado do eh o
resgate do soldado Ryan, onde um preço
altíssimo é pago para salvar uma vida.
Para os romanos, isso reforçava que a
identidade deles como cristãos escravos
de Jesus Cristo era resultado da obra de
Cristo, não deles próprios.
Pastor, nós vimos como Paulo se coloca
no mesmo nível. dos romanos, mostrando
que todos os cristãos foram resgatados
da escravidão do
pecado. Eu penso numa citação de Pedro
que reforça essa ideia de que fomos
cumprados por Cristo. Em Primeira Pedro
1:18 e 19. Pode nos guiar por esse texto
de Primeira Pedro e explicar o que está
sendo dito? Claro. Vamos mergulhar nesse
texto de Primeira Pedro
11819, que complementa lindamente o que
Paulo está
ensinando. Pedro escreve sabendo que não
foi com coisas corruptíveis como prata
ou ouro que fostes resgatados da vossa
vã maneira de viver, que por tradição
recebestes dos vossos pais, mas com o
precioso sangue de Cristo como de um
cordeiro imaculado e
incontaminado. O grego, para entender
melhor, diz eitotes,
otartis, sabendo que não com coisas
corruptíveis, usa pitártois para
corruptíveis, ou seja coisas perecíveis,
como prata, ergírio e ouro, crísio, que
não tem valor
eterno. Em vez disso, fomos e
eletrótete, resgatados de lutro, que
significa libertar mediante pagamento de
um resgate. Pedro está dizendo que os
cristãos foram libertos da mataias
anastrofes, vã maneira de viver, herdada
por tradição, algo vazio e sem propósito
que não leva a Deus. Esse resgate veio
tímido a imate Cristo pelo precioso
sangue de Cristo descrito como um
anos amonos cai
[Música]
espilos cordeiro imaculado e
incontaminado. Remetendo a Isaías
537 e ao cordeiro pascal de Êxodo 12:5.
Isso significa que Cristo com sua morte
pagou o preço para nos libertar do vazio
do pecado. É como se fôssemos
prisioneiros em um leilão e Cristo entra
para nos comprar com algo de valor
inestimável, tipo o resgate
pago eh em o resgate do soldado Ryan,
né? Onde vidas são dadas para salvar
uma.
Pedro está reforçando que fomos
comprados por Cristo e agora pertencemos
a
ele. Com base
nisso, somos descritos como pertencentes
a Cristo, sem liberdade própria, mas com
ele como nosso amo e Senhor. O que isso
significa para a relação entre ser salvo
e ter Cristo como Senhor?
Essa ideia de pertencermos a Cristo sem
liberdade própria, vai direto ao cerne
do que significa ser cristão. Quando
Pedro e Paulo, ao refletir sobre isso,
diz que não somos livres, mas
pertencemos a Cristo, está falando de
uma verdade que conecta diretamente a
salvação com o senhorio de Cristo. Fomos
comprados por Cristo, como Pedro explica
em Primeira Pedro 1:19, com o precioso
sangue de Cristo. E agora ele é nosso
amo e senhor. Isso significa que não há
separação entre ser salvo e ter Cristo
como Senhor. A ideia de que você pode
crer em Cristo apenas como Salvador e
depois anos mais tarde, talvez aceitá-lo
como Senhor, é uma distorção do
evangelho. No momento em que somos
salvos, Cristo se torna nosso Senhor.
Não somos nós que decidimos isso. Ele
como Senhor nos compra e nos liberta. No
grego, Kirus, Senhor usado para Cristo,
carrega a ideia de autoridade absoluta.
Como em Filipenses 2:11, toda a língua
confesse que Jesus Cristo é Senhor.
Nossa
salvação e o senhori de Cristo são
inseparáveis. Éramos escravos de
Satanás, presos ao pecado, como Romanos
6:20 diz. escravos do pecado. Agora
somos Dolói e Cristo, escravos de
Cristo. Mas essa escravidão é liberdade,
como João 8 36 ecoa. Se o filho vos
libertar, sereis verdadeiramente livres.
É como se fôssemos prisioneiros
libertados que agora servem com
gratidão, tipo o Dobe em Harry Potter,
né? e a câmara secreta que mesmo livre
escolhe servir quem o libertou por amor.
Isso implica que passamos de servos de
Satanás para servos de Cristo. O que
essa
transição nos ensina sobre a
identidade cristã?
Essa transição de servo de Satanás para
servo de Cristo é o que define a
essência da nossa identidade cristã.
Antes éramos escravos do pecado, presos
ao domínio de Satanás, como Romanos 6:16
explica. Não sabeis que daquele a quem
vos ofereceis como servos para
obediência desse mesmo a quem obedeceis
sois servos?
Estávamos sob o jo pecado, sem liberdade
para nos libertarmos sozinhos, mas pelo
sangue de Cristo fomos comprados e
libertos, como em Primeira Coríntios
6:20 diz, "Fostes comprados por preço."
Agora somos servos de Cristo ou doló e
Cristo, como Paulo se apresenta. Isso
significa que nossa identidade cristã é
marcada por pertencermos a Cristo. Ele é
nosso amo e senhor. Não somos livres no
sentido de sermos independentes, mas
somos livres do pecado para viver para
ele. É uma mudança de lealdade, como se
fôssemos soldados que trocam de
exército, tipo o capitão nascimento em
tropa de elite que exige total
compromisso dos seus homens.
Para os cristãos, essa transição nos
ensina que nossa vida agora é para
servir a Cristo. E esse pertencer é a
base de quem somos. Somos dele e isso
redefine tudo.
Paulo claramente queria mostrar sua
atitude em relação ao Senhor, ao usar a
expressão escravo de Jesus
Cristo. Como ele descreve essa atitude?
Paulo, ao se chamar escravo de Jesus
Cristo, está mostrando não só o fato de
pertencer a Cristo, mas também uma
atitude do coração que define sua
relação com o
Senhor. Ele é um escravo cativo, não
apenas de fato, mas também no espírito.
Ou seja, ele vive essa entrega com uma
devoção profunda e voluntária. Podemos
citar Gálatas 2:20 para ilustrar isso.
Vivo não mais eu, mas Cristo vive em
mim. Ele explica que ser um doulos no
sentido espiritual é ser como alguém que
ama. Todo aquele que ama é escravo da
pessoa a quem ama. Paulo foi cativado e
capturado por Cristo e essa entrega é
motivada por
amor. Está dizendo que sua devoção é tão
intensa que ele não quer nada além de
servir a Cristo. É como se ele fosse um
apaixonado que não consegue pensar em
outra coisa, tipo Romeu. Romeu Julieta,
que vive e respira por Julieta. Para
Paulo, ser um escravo de Cristo não é
uma obrigação forçada, mas uma escolha
do coração. Ele se entrega porque foi
conquistado pelo amor de Cristo. E essa
atitude de amor e entrega total é o que
define sua relação com o Senhor.
Podemos pensar então também em Gálatas
2:20 para falar dessa entrada. pode nos
guiar por esse versículo e explicar o
que ele significa nesse
contexto. Vamos mergulhar em Gálatas
2:20, porque esse versículo é uma joia
que ilumina a devoção de Paulo. Ele diz:
"Vivo não mais eu, mas Cristo vive em
mim".
No grego o texto é zou de alquete ego ze
de emoi cristos que traduzido
literalmente é vivo, mas não mais eu,
vive em mim Cristo. A expressão cat e
ego, não mais
eu, é enfática. Paulo está dizendo que
sua vida antiga centrada em si mesmo
morreu. Ele continua zde emói cristos.
Vive em mim Cristo. Mostrando que agora
é Cristo que anima a sua
existência e ele completa. E a vida que
agora vivo na carne, vivoa na fé do
filho de Deus que me amou e a si mesmo
se entregou por mim. aqui
pisteou
o na fé do filho de Deus aponta para uma
fé
que descansa no amor de Cristo. Nesse
contexto
Paulo está mostrando que ser um escravo
de Jesus Cristo não é só uma questão de
dever, mas de amor e identificação
total. Ele não vive mais para si mesmo.
Sua vida é uma
extensão da vida de Cristo. É como se
ele fosse um espelho que reflete a luz
do sol sem brilho próprio, tipo o
reflexo da lua, que só brilha porque
reflete a luz do sol. Para Paulo, essa
entrega significa que Cristo é a fonte
de tudo que ele é e faz. E ele vive para
ele com uma devoção que vem do coração.
Você já mencionou que Paulo fala
constantemente dessa devoção nas suas
epístolas? Pode nos dar exemplos disso?
Sim. Paulo fala constantemente dessa
devoção em suas epístolas e ele usa
imagens muito poderosas para expressar
isso. Um exemplo marcante está em
segunda Coríntios
214, onde ele escreve: "Graças a Deus
que sempre nos faz triunfar em Cristo e
por nosso intermédio manifesta em todo
lugar o bom perfume do seu
conhecimento."
No
grego
tri beonte emas on de Cristo nos faz
triunfar em Cristo.
Remete a uma cena romana, um general
vitorioso que retorna a Roma após uma
grande conquista, liderando um desfile
triunfal com os prisioneiros capturados
marchando ao seu redor. para você ver
como um desses
prisioneiros, mas de uma forma gloriosa.
Ele foi capturado por Cristo e agora é
levado em triunfo, espalhando o bom
perfume do
evangelho. Outro exemplo está em Segunda
Coríntios 1:5, onde ele diz que os
sofrimentos de Cristo transbordam para
nós, mostrando que sua vida está tão
unida a Cristo que até os sofrimentos
dele se refletem nele. É como se ele
fosse um companheiro de jornada que
carrega a mesma carga, tipo são o gange
em O Senhor dos Anéis, que divide o peso
do anel com frodo. Paulo está
constantemente mostrando que sua vida é
uma entrega total a Cristo e ele se
gloria nessa devoção
que o define.
Temos também a expressão bem conhecida o
amor de Cristo me
constrange. O que isso significa e como
reflete a devoção de Paulo?
A expressão O amor de Cristo me
constrange vem de Segunda Coríntios 5:14
e é uma das mais belas declarações de
Paulo sobre sua devoção no grego e e
agape do Cristo sinequei emas. O amor de
Cristo me constrange.
Usaquei, que significa
apertar, constranger ou segurar com
força, como um torno que aperta algo
para não soltar. Paulo está dizendo que
o amor de Cristo é uma força
irresistível que o domina.
Ele não tem escolha senão responder a
esse
amor. Ele explica isso dizendo que é um
pregador. E quando pergunta por ele
prega, a resposta é essa: o amor de
Cristo o compele. Ele diz em Primeira
Coríntios
9 16: "Ai de mim se não anunciar o
evangelho." No grego, o
Aoi e eu gelizomai.
Ai de mim se não evangelizar. Mostra que
ele se sente obrigado. Mas essa
obrigação vem do amor, não do medo. É
como se ele fosse um apaixonado que não
consegue parar de falar da pessoa que
ama. Tipo Don Quichot, né? Em Don
Quichot, que vive e luta por
suacineia, mesmo que ela seja um ideal.
Para Paulo, o amor de Cristo capturou de
tal forma que ele não quer outra coisa
senão servi-lo. E essa devoção é o que o
move a pregar.
Paulo realmente se descreve como um
escravo voluntário de Cristo. O que isso
significa para a forma como ele vive sua
fé?
Quando
Paulo se descreve como um escravo
voluntário de Cristo, ele está falando
de uma entrega que vai além do
dever. É uma entrega movida por amor.
Ele diz que não apenas foi comprado por
Cristo, como já vimos, mas que ele não
quer nada além de servi-lo. Ele declara:
"Não quero outra coisa. Não quero que
ninguém mais seja o meu Senhor. Nenhum
outro é meu Senhor. Ele se entregou a
Cristo porque foi conquistado e cativado
por ele e agora vive absorvido nele. No
grego dolos já carrega essa ideia de
submissão total, mas aquele enfatiza que
é uma escolha do coração. Isso significa
que Paulo vive sua fé com uma devoção
apaixonada como alguém que foi capturado
pelo amor. Ele diz em segunda Coríntios
5:14 que o amor de Cristo me constrange.
E aqui ele reforça que esse
constrangimento é voluntário. Ele se
entrega porque ama. É como se ele fosse
um músico que toca a
compaixão, tipo o pianista em Lalalend
que vive para música porque ela o
conquistou. Para Paulo, ser escravo,
voluntário de Cristo, significa que sua
fé é uma resposta de amor e ele vive
cada dia para glorificar aquele que o
resgatou.
Também fica claro, é fácil perceber que
Paulo não estava escrevendo por conta
própria, mas como servo de Cristo. O que
isso nos diz sobre a autoridade da
carta?
Quando Paulo diz que não está escrevendo
por conta própria, mas como servo de
Cristo, ele está nos mostrando que a
carta carrega uma autoridade que não vem
dele, mas do Senhor. E não é um
indivíduo escrevendo uma carta pessoal,
como se fosse apenas um amigo
compartilhando suas ideias.
Não, ele está escrevendo de forma
especial como doulos cristol, um escravo
de Jesus Cristo, como a missão confiada
a ele. Ele quer que os romanos saibam
que essa mensagem não é dele, mas de
Cristo que o enviou. Isso nos diz que a
carta tem autoridade divina. Paulo está
escrevendo sob a direção de Cristo e
suas palavras são inspiradas, como
segunda Timóteo 3:16 diz: "Toda
escritura é inspirada por Deus". Ele não
está falando como um filósofo ou um
pensador humano, mas como um embaixador
de Cristo, como ele descreve em Segunda
Coríntios 5:20. Somos embaixadores de
Cristo. É como se ele
fosse um mensageiro real, tipo Aralto em
Cinderela, que fala em nome do rei com
autoridade. Para os romanos, isso
significava que eles deveriam receber a
carta como uma mensagem do próprio
Cristo, não apenas de Paulo.
Paulo
claramente queria que os romanos
soubessem dessa incubência.
especial, porque isso era importante
para os leitores e o que isso nos deixa
como reflexão final.
Paulo queria que os romanos soubessem
dessa incumbência especial, porque isso
dava peso à mensagem que ele estava
trazendo. Ele não é apenas um conhecido
ou alguém que ouviu falar deles. Ele é
um servo de Cristo com uma mensagem
específica.
eh confiada a ele. Ao dizer que está
escrevendo como doulos Cristo, escravo
de Jesus Cristo, ele está mostrando que
sua autoridade vem de Cristo e que a
carta não é uma opinião pessoal, mas uma
mensagem com propósito divino. Para os
romanos, isso era importante porque os
ajudava a receber a carta com a
seriedade que ela merecia. Eles
precisavam entender que Paulo não estava
escrevendo por iniciativa própria, mas
como um enviado de Cristo com a missão
de transmitir o
evangelho. Isso dava carta uma
autoridade que exigia atenção e
obediência. É como se ele fosse um
emissário real, tipo mensageiro em o rei
Artur, que traz uma mensagem do rei que
não pode ser ignorada.
Para os romanos, saber disso significava
que a carta era mais do que uma
correspondência, era uma palavra de
Cristo para eles e eles deveriam ouvi-la
com o coração
aberto. Como reflexão final, isso nos
deixa com a certeza de que a mensagem de
Paulo não é apenas histórica, mas uma
palavra viva para nós hoje. Assim como
os romanos, somos chamados a ouvir a voz
de Cristo através das Escrituras,
reconhecendo que ele é nosso Senhor e
Mestre, que nos comprou com o seu sangue
e nos convida a viver para ele com amor
e devoção.
Uma palavra viva que coa até hoje. Que
reflexão poderosa para
encerrar, pastor, você nos levou a uma
jornada profunda por Romanos 1:1,
mostrando como Paulo, ao se apresentar
como escravo de Jesus Cristo, nos
convida a colocar Cristo no centro de
tudo. Foi um privilégio explorar isso
com você.
para quem nos ouviu. Que essa mensagem
toque seu coração e inspire você a
mergulhar ainda mais na palavra. Até o
próximo,
Corandel, porque dele, por ele e para
ele são todas as coisas, glória, pois
sejam dadas a ele
eternamente. Amém. M.

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