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A fé vem pelo ouvir

Profecia e piada – Comentário Bíblico Vida 005

Profecia e piada – Comentário Bíblico Vida 005

Profecia e piada – Comentário Bíblico Vida 005

Começa mais um Comentário Bíblico Vida, uma parceria Bibotalk e Editora Vida. Neste episódio, Bibo e Luiz conversam sobre o evangelho de Lucas. Jesus não apenas ensinava — ele provocava, desafiava e, às vezes, fazia piada. Em Lucas 7.31-35, vemos o Mestre usando ironia afiada para confrontar os fariseus e mestres da Lei. O que a ironia de Jesus revela sobre a cegueira espiritual dos líderes da época? Será que conseguimos reconhecer a verdade mesmo quando ela vem disfarçada de riso?Neste episódio, mergulhamos no tom irônico e profético de Jesus — uma mistura de crítica, humor e revelação — que desmonta a falsa piedade e expõe corações endurecidos. Estas e outras perguntas são respondidas neste episódio!

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Legendas automáticas:

Começa agora o comentário bíblico Vida,
um projeto Bibl Produções e a editora
Vida.
Eu quero saber tantã do que é feito
ela. Helena viciada em show da Luna. É
muito, mas é bom mesmo. O show da Luna é
legal. É da hora. Só tinha um problema
que a Milena não queria dormir, né? Ela
vivia dizendo: "Não quero dormir, não
quero dormir." Aí ia prestando atenção
no show da Luna. Não quero dormir é
igual o Calé vendo o futebol. Calel
vendo futebol e derruba ele, derruba
ele, filho. Não é para derrubar, filho.
Se derrubar é falta. E cara, e a gente
assistindo o jogo e tal, tô tentando,
apesar de eu não ser um cara que
acompanha muito futebol, tô tentando
apresentar pros meus filhos e tal, que é
o esporte nacional e tal, enfim. E eu
gosto um pouco, né, dos esportes. É o
que talvez o que eu mais gosto que dá
para acompanhar. E aí eu tô colocando
para eles assistir e tal, deles até
querem assistir e tal. Aí só que o Cal
fica falando: "Derruba ele". Eu falei:
"Filho, não pode, é falta". Daí
expliquei para ele um pouquinho as
regras do futebol. O Calel tem 5 anos,
né? E autista suporte um. Algumas coisas
são mais difíceis de explicar e tal.
Mano, tô eu lá sentado já, já mostra o
box para ele, pô. Então, não deixa
falar. Não, cara, eu tô mostrando o
futebol errado para ele, porque estou eu
americano. Exatamente. Estou eu
assistindo lá o Blue, tá ligado? Que é o
desenho que ele mais gosta. Sim. E aí,
mano, aí passando o episódio da Blue lá
e, mano, e é isso, é um, é mostra um
futebol americano e a Blue lá, o pai da
Blue, derruba ele, vai derruba ele e o
cara ol bandit aqui nós somos viciados.
Eu imito inclusive o pai da Blue. Agora
queremos a querer a canja, vai.
Queremos, queremos. E aí, crianças, como
vocês estão? É, caramba, mano. Mano, eu
confesso para ti que eu sento ali e não
presto atenção em nada. Nada
maravilhoso. O blue, blue casa ganha
ganha uma certa. Ele é bom. Só cara, vou
te falar, a gente teve, a gente vai
tirar a Disney agora porque assim, teve
a época do YouTube Kids, Cal é o viciado
em YouTube Kids e tal. Depois, quando eu
digo viciado, galera, que ele assiste
ali por um tempo, durante o dia e tal ou
durante a manhã e tal, isso aqui era
demais e a gente cansava de ver. Só mais
relapsos, tá? Nós não largamos os nossos
filhos. É, mas às vezes a gente larga
mesmo. Às vezes a gente larga, sabe?
Sabe um negócio que eu largo, por
exemplo, Helena no banho. É. Ah, gente
também. Ah. Ah, não, mas
responsabilidade. Cadê a sua
responsabilidade ecológica? Cara, não
existe. Porque às vezes a gente só quer
que ela fique quietinha lá tomando. Essa
é por aí,
mano. Quem é pai entende, mano. Relaxa.
Quem é pai? Não. E às vezes, mano, é a
tela mesmo. É uma hora de tela porque é
que dá para fazer alguma coisa em casa,
entendeu? Então é isso, entendeu?
Estamos errados,
provavelmente. Mas é eh a gente tenta
educar. A gente tenta educar aí. E aí,
mano, o que acontece? A gente fala,
então assim, ele teve a fase do do iPad,
aí a gente tirou, agora a gente vai
tirar Disney lá de casa, o app da Disney
vai sumir da televisão, entendeu? Por
quê? Porque daí ele volta, ele e a gente
e ele gosta de fazer coisas manuais. Por
exemplo, a gente brinca de parque dos
dinossauros de vez em quando lá em casa.
Ele pega os dinossauros dele, a gente
vai caçar os dinossauros e tal pela
casa. Mas às vezes aí tu cansa. Aí e e
outra, cara, eu e a Xanda gostamos de
tela também, então a gente gosta de
sentar e assistir um filme, entendeu?
Então não dá para ficar também culpando.
Por exemplo, ontem antes do jogo a gente
estava vendo o Soldado Invernal de novo.
Eu amo esse filme da Marvel. Para mim um
dos melhores Soldado Invernal. Os dos
irmãos russos. É, é. Foi, a foi a foi a
porta de entrada dos irmãos russos da
Marvel, né? Exato. E que consagrou os,
né? Consagrou, cara. Não, eles
mandaramadores Ultimato. Foi, foi deles,
foi o ápice, o ápice, mas os caras não
entregaram mais nada depois também, né,
cara? Não entregaram mais nada. Eles
estão agora com Thunderbolts. Não, não
tão. É uma outra galera, é uma outra
galera mais outsider assim, mas assim,
galera envolvida com o urso, envolvido
com a série treta. Tem uma galera muito
competente, galera, galera de 24. Ah,
24. É, tem uma galera muito boa
envolvida em Thunderbolts. Eu tô
pensando em ver amanhã. Enfim, mano,
espera sair no streaming, cara. Eles
fizeram outro filme com Ryan Goslin e o
Chris Evans, que é o Agente Oulto, que
assim, cara, é legalzinho, mas é um
filme que passa. E tem o agora, né, o
The Electrical States, que foi o grande
lançamento da Netflix, mas que deu uma
flopada assim, cara, com a Milly Bob
Brown e com o Ah, nossa, mas que que
filme água com É bem ruim, cara. É bem
ruim, bem ruim. Mas enfim, eles eles
estão envolvidos agora, né, com Avengers
Dumsday e o Seacet Wars, né, 2026 2027.
Então eles estão com trabalho pela
frente aí. Enfim, galera, a minha voz
está sumindo, então é melhor a gente ir
direto para o conteúdo neste comentário
bíblico Vida que chega até vocês, graças
à editora Vida com o seu selo acadêmico,
que está aí trazendo o novo comentário
bíblico vida de Pablo Adeiros. Tá bom,
galera? Já falamos de Mateus, já falamos
de Lucas, já falamos de Marcos e agora
vamos falar sobre uma perícope de Lucas,
tá bom? Ó, hoje vamos, nós não falamos
de Lucas ainda, só para ainda não.
Falaremos hoje. Falaremos hoje. Exato.
Já falamos Mateus, Marcos e agora Lucas,
tá bom? E lembrando que a gente utiliza
bastante também esse dicionário bíblico
aqui. Dicionário bíblico ilustrado vida.
Galera, são mais de 700 fotos. Uma, ó,
uma penca de verbete, hein? M penca de
verbete. São muitos verbetes, galera,
muitos verbetes. Muito bem organizado,
tá? Uma ferramenta indispensável para
você quer entender mais a Bíblia
Sagrada, tá bom? Esse dicionário bíblico
ilustrado, vida. Beleza? Qual o texto
hoje, Luiz, que nós vamos analisar no
comentário bíblico, vida? Nós iremos
pegar uma parte lá de Mateus, o
evangelho de Mateus, capítulo 7. Sério?
O que que foi? Não é Lucas?
Errei.
Tá todo mundo maluco hoje. Tá todo mundo
doido. Hoje essa quarta-feira está
diferente. Vamos pegar lá o evangelho de
Lucas, capítulo 7. Nós pegaremos alguns
versículos, poucos versículos, versículo
31 ao versículo 35. Diz assim: "Aqui
posso pois comparar aos homens desta
geração", prosseguiu Jesus. Com que se
parecem? São como crianças que ficam
sentadas na praça e gritam umas às
outras. Nós lhe tocamos flauta, mas
vocês não dançaram. Cantamos um lamento,
mas vocês não choraram. Pois veio João
Batista que jejua e não bebe vinho. E
vocês dizem: "Ele tem demônio." Veio o
filho do homem comendo e bebendo. E
vocês dizem: "Aí está um comilão e
beberrão, amigo de publicanos e
pecadores. Mas a sabedoria é comprovada
por todos os seus. discípulos. Até aqui
o texto bíblico, o Evangelho de Lucas,
mais uma vez se colocando ao lado
daqueles que são pecadores, daqueles que
são marginalizados, daqueles que são
jogados de fora, né, da religião, né?
Essa ênfase do Evangelho de Lucas é uma
ênfase fortíssima e você pode perceber,
tá, cara? Tu sabe que a primeira vez que
eu ouvi sobre o Evangelho de Lucas tem
muitos anos, ah, foi até com a Glória,
Glória Reficiá, que participou do BTC
por alguns anos e tal. Gente, a Glória
saiu, tá bom? A gente já explicou em até
alguns podcasts há anos atrás e tal.
Enfim, baseou bastante também, né? Tem
um um betcast muito antigo sobre o
julgamento de Jesus. Exato. Maravilhoso.
Os aqueles que escutaram o nosso último
comentário bíblico vida, lembraram
automaticamente dele. Exato. E até a
pessoa perguntou por onde ela anda. A
gente já explicou, gente, ela saiu e tal
e enfim. Aí o que acontece e tem anos,
né? Isso. Mas cara, eu fui com a glória
que eu ouvi. Eu ouvi a primeira vez
assim, olha, Lucas é o evangelho das
mulheres e tal. Eu como assim? Porque a
gente tem um certo preconceito às vezes
com isso, tipo, como assim das mulheres?
Como assim dos pobres? a gente já
politiza algumas coisas e isso é meio
estúpido da nossa parte, né? Mas foi ela
que me fez assim enxergar, não, cara,
pô, pobres e mulheres tem um lugar muito
querido aqui no Evangelho de Lucas,
assim, né, os marginalizados e tal, tem
um lugar muito querido na pena de Lucas.
E de fato, mano, você vai ler ali,
velho, é caramba, é o pobre, você tem
profeta Ana, você tem o profeta Isa.
Você tem Isabel tendo fala, você tem
Maria tendo um cântico, né? ações do
Espírito Santo descendo sobre mulheres e
mulheres improváveis. Então você exato.
Mulheres que sustentaram o ministério de
Jesus. Nenhum outro traz essa
informação, né, mano? Ex. Mas o Lucas tá
lá para mostrar. O Lucas tá lá para
mostrar que mulheres sustentaram Jesus,
entendeu? Então é muito legal, sim,
cara. É muito legal. O Lucas realmente
tem esse cuidado, essa preocupação e
tal. E nesse texto aí, eu quero começar
não pelo começo da períope, até depois
eu quero que tu ambiente um pouquinho,
Luís, essa perícope aí. Mas cara, é que
aí tem o comilão e o beberrão, né, que a
gente já falou assim em betes antigos e
tal, mas como esse xingamento ou essa
crítica ou essa acusação contra Jesus,
ela demonstra um aspecto de Jesus muito
legal, cara, muito legal, entendeu? Nós
sabemos que Jesus não pecou, né? A nossa
teologia ela defende isso, essa
impecabilidade de Cristo. Cristo não
pecou, ele não cometeu nenhum pecado. E
obviamente que ele não era um comilão e
um beberrão, ele não praticou o pecado
da glutonaria ou da embriaguez, que a
gente saiba, né? Aham. Então assim, mas
o os seus críticos o acusavam disso, né?
de comilão e beberrão. Mas, velho, eh,
eu acho isso maravilhoso, porque, né,
partindo desse pressuposto teológico e
cristológico que Cristo não pecou, essa
acusação é enfundada, mas ela tem um,
ela pode ter um um,
um start, ela pode ter assim um que de
fundamento, ela pode ter uma cara de
verdade no sentido que Jesus sentava à
mesa com essa galera mesmo, né? Ele
gostava de uma festa, ele gostava de
socializar, né? Essa é a primeira
crítica. que os mestres da lei, fariseus
vão fazer a a pessoa de Jesus em seu
ministério público. Até porque a gente
precisa levar em consideração que esses
mestres da lei, fariseus, líderes
religiosos da época, estavam muito
incomodados com esse ministério que
estava ganhando forma, cor, textura, eh,
na região da Judeia como um todo, né? as
pessoas estavam fazendo bom testemunho
ou tendo bom testemunho, manifestando
bom testemunho a do ministério de Jesus
Cristo, daquilo que ele estava fazendo e
para além de ações miraculosas. Eh, era
a manifestação de Deus que se encarnava
como uma pessoa que toma assento na
mesma mesa ao qual ele curou, ao qual
ele salvou, ao qual ele perdoou. Então,
a o caráter relacional que anteriormente
ou na mentalidade antiga, principalmente
entre os judeus, só era manifestado pela
figura do templo, do lugar do encontro
de Deus para com a humanidade, está
sendo agora estabelecido ali no
ministério de Jesus com o próprio Deus
encarnado assentando, assentando-se à
mesa. Então, nós encontramos aqui a o
caráter relacional sociável de Jesus em
Ministério Público e até mesmo a essa
esse trecho bíblico aqui, ele traz meio
que uma tirada irônica de Jesus que
poucos ah poucas vezes nós iremos
observar nos evangelhos, tá? Então essa
é uma pepita por trazer essa ironia que
Jesus fala e traz no seu discurso ao
falar contra esses mestres religiosos,
né? Esses líderes religiosos. Sim. A
gente começa definindo quem eram esses
mestres religiosos. Será que é uma coisa
boa a gente fazer agora? Acho que sim,
né? Porque fariseus e mestres da lei
aparecem com bastante frequência nos
evangelhos. Sim. E geralmente em em
bates, tanto que a gente acha que os
fariseus eram tudo, a gente usa fariseu
como um xingamento às vezes, né? Seu
fariseu, né? Então a impressão que a
gente tem é que é que era uma galera
muito má assim. O que não é verdade
também é legal a gente também, acho que
tu vai explicar isso em algum momento,
né? Mas a gente podia começar, né? Quem
eram os fariseus ou quem foram? existem
ainda hoje, mas os de Jesus ali, não, no
período de Jesus, o termo fariseu, ele
era aplicado para uma facção judaica que
surgiu ali em meados do século 3 pro
século 2 antes de Cristo e que ganha
determinadas conotações por por algumas
interpretações específicas da lei. Ah,
nós temos os saldceus, os fariseus, nós
temos aqueles que são mais voltados à
quinta sabedoria, né, que é a ideia dos
elotas. Nós temos os enênios. Ah, a
gente às vezes olha paraa Bíblia e
quando observa a todo o Ministério
Público de Jesus e em todo o lugar ao
qual ele visitou, a gente acha que
existe uma interpretação única a
respeito do Antigo Testamento e que
Jesus está falando contra um tipo
específico de
interpretação. Mas quando olhamos com
para o contexto histórico e cultural,
nós vemos diversas interpretações
surgindo a partir de determinados
pressupostos. Nós tínhamos um grupo eh
eh chamado Herodianos, né? Eram judeus
que defendiam Herodes e ao defender
Herodes, a sua interpretação bíblica era
interpelida. Eh, eu posso utilizar esse
esse termo interpelido? Pode, pode,
pode, explica, mas pode. Então, é, era
transpassada por uma defesa de governo,
uma defesa da figura herodiana. Ou seja,
quem usa a Bíblia para para defender
político são os herodianos. Exatamente.
É um grupo o qual Jesus teve contato e
um grupo que se levantou contra o
ministério de Jesus, muito porque Jesus
era uma ameaça nítida a ao governo eh
vigente. Então a gente tá falando
principalmente com a mensagem do reino
de Deus ou reino dos céus, que aparece
bastante lá no Evangelho de Mateus. Mas
quando nós falamos eh dos fariseus, nós
encontramos uma facção específica com
uma interpretação específica do texto
bíblico, em que o seu olhar ele tem
interpretações, mas que eh os fariseus,
os saduceus, os mestres da lei, eles se
reúnem para debater esse tipo de
interpretação e colocar ou chegar a uma
espécie de consenso. Eh, no modo antigo
era era comum você ter escolas de
interpretação, né? E dentro dos fariseus
acho que é a facção que mais possui
escolas de
interpretações ah da lei, principalmente
da Torá, dos cinco primeiros livros da
Bíblia, tá? Ó, inclusive até o termo
fariseu é aqueles, né, os separados,
tinha até uma um que de piedoso assim.
Então, era uma galera. E vale lembrar
que tem fariseus que sentaram à mesa com
Jesus, né, galera? Tem fariseus seguiram
a Jesus. Tem que tomar muito cuidado.
Inclusive no dicionário bíblico aqui,
galera, tem uma tabela. Olha isso aqui,
velho. Tem uma tabela mostrando, ó, o
que é cada grupo, o que eles faziam, tá
ligado? Muito legal essa tabela aqui.
Ah, no dicionário bíblico, tá? Para você
realmente ter uma ideia bem panorâmica,
mas ao mesmo tempo com muitos detalhes,
eh, de quem eram os fariseus e tal, tá?
Eh, eles tinham uma teologia muito boa,
inclusive em boa medida, assim, a
teologia dos fariseus era uma teologia
boa de interpretação da Torá era vasta,
né? Eh, em alguns casos, eh, a gente
poderia até dizer a respeito, comparando
com os autores do Novo Testamento, não
necessariamente era boa, porque eles não
tin não encontraram em Cristo Jesus a
revelação completa, mas nós, eles tinham
uma produção literária vastíssima, ao
ponto de eh quase criarem uma própria
escolástica para você ter uma ideia, né?
ah, tanto fariseu, saduceus, mestre ali,
no havia um lugar, um departamento
específico, aonde as pessoas poderiam
sentar e entrar em determinados grupos
de estudos para falar a respeito de
temas concernentes ao Antigo Testamento,
né? E aí você vai desde considerações a
respeito das profecias, a salmos, a as
observações e aplicações práticas para
questão de sabedoria e tudo isso. Ah, em
reuniões, no Sinédrio, quando eles iam
debater a respeito da lei, as escolas
colocavam as suas interpretações à
prova, a prova, eram lapidad e depois
eles chegavam a um determinado consenso.
Tem coisas que eles não chegaram a
determinado consenso, mas tinham, né?
Mas existia isso. Então nós estamos
falando desse grupo específico ali,
fazendo essa acusação a respeito do
ministério de Jesus. Vamos lá. Qual é a
acusação e qual é a defesa de Jesus?
Bora, vamos lá. Vamos lá. Vamos pegar um
pouquinho do contexto do texto agora.
Vai.
Se você voltar lá ao versículo 18 e e
observar o contexto do texto, verá que
alguns discípulos de João Batista,
aquele que batizava no Jordão, vão ao
encontro de Jesus e a partir dali eles
questionam por porque João Batista havia
enviado a respeito da fidelidade ou da
veracidade do ministério de Cristo. E
Cristo acaba respondendo que sim,
existe. pode dizer para eles, ó, coisa
linda, coisa boa, o reino de Deus está
sendo manifestado aqui e tudo mais, mas
não apenas isso. Jesus, ele eleva a
pessoa de João Batista dizendo que dos
entrenascido entre mulheres, né, dos
nascidos entre mulheres, ah, não haveria
alguém maior do que João. E para além
disso, ele fala que, ó, todo aquele que
for servo será maior do que João. Então
ele já tá fazendo uma tensão ali entre
João veio aquele tem um ministério muito
importante e o aqueles que querem ser
maiores do que João terão que servir.
Então ele já tá fazendo uma aplicação
para para os seus discípulos que só
entenderiam isso depois da ressurreição
de Cristo Jesus. Mas nós encontramos
aqui o caráter do ministério de Jesus
sendo questionado, ele respondendo. E
quando o próprio Jesus fala isso, alguns
que estão ouvindo do público, que eram
publicanos e alguns provavelmente
gentius que haviam sim se arrependido,
ah, adoram a Deus, louvam ao Senhor,
enquanto os fariseus e os mestres da lei
não fazem isso, muito pelo contrário,
acusam Jesus de comilão e beberrão. E aí
Jesus pega e devolve daquele jeito, uma
daquele jeito, né? E aí ele vai fazer um
um uma parábola, vai explicar uma
parábola para dizer: "Ó, essa geração,
esses responsáveis por interpretar a
Bíblia, e a gente tá falando do contexto
da Bíblia que eles tinham o Antigo
Testamento, principalmente a Torá, eles
não passam de crianças assentadas com
birra. O que que isso isso quer dizer? é
que no mundo antigo crianças brincavam.
É, é muito, muito interessante a gente
até pensar que, tipo, Jesus encarnado,
ao crescer brincava, tinha os jogos da
época e você pode inclusive pegar no
dicionário bíblico vida, eh, tem um
verbete só sobre as brincadeiras da
época de Jesus. Então você tem um, é bem
legal, bem legal mesmo. Então você tem a
no contexto antigo o ato de levantar-se
para brincar e sentar-se para deixar de
brincar. Mas nesse caso, especificamente
falando, Jesus está dizendo que aquelas
crianças elas estão meio que querendo
mandar na brincadeira, elas estão
querendo ditar, dar as ordens. Ô Bibo,
eu não sei se é criança é tudo igual em
todo quanto é lugar, né? Não sei. A
geralmente, geralmente, geralmente. Mas
sabe quando você ia pra rua e tinha um
vizinho que era o dono da bola? Opa. E
vocês iam jogar a bola, só que aí alguma
coisa acontecia, o time dele tava
perdendo, aí ele pegava a bola e falava:
"Ninguém mais vai brincar". E entrava
para casa enquanto o restante ficava e
arrumava uma outra brincadeira.
Acontecia, mano. Acontecia muito.
Inclusive, às vezes, às vezes eu queria
ser o dono da bola. Já fui o dono da
bola porque Ah, você era esse? Não, não,
mas não, eu era Não, mas olha só, eu era
mais solidário. Eu era o dono da bola.
Uma vez eu ganhei uma bola muito boa de
aniversário, cara, muito boa. E tinha um
baita campinho para jogar futebol e de
areia. Como é que faz? Futebol
soci o o Não, futebol de areia. Mas tem
o nome, esqueci o nome agora. O gente,
qual é o nome de futebol de areia?
Suíte, societe. Esqueci agora. jogava na
rua, era no ass suíço, futebol suíço,
acho que é esse o nome. Enfim, suíço. É,
eu acho, cara, alguém, alguém que é da
minha época aí que tem que 35 mais, 40
mais, eu acho que é futebol, cara. Agora
vou pesquisar aqui. Pera aí. Futebol
suíço, futebol pelada e
suíço. É futebol suíço. Que que é o
futebol suíço? Futebol, nunca conheci.
Nunca conheci por esse nome. Futebol
society ou
futebol suíço. Vamos lá. Eu cresci. O
que é? Eu cresci na marginalidade de
Guarulhos. Aqui era asfalto e era o que
tinha. Aí tirava tampão do dedo, bati o
dedo na calçada às vezes para cobrar
escanteio. Nossa, era é ó, futebol
suíça, a modalidade conta com um campo
reduzido e apenas oito jogadores em
campo, sete na linha e um no gol,
diferente do Mas aí geralmente era ele
era jogado mais na areia e tal,
entendeu? É, ó, o que é um campo de
futebol suíço. É, no caso aqui ele tá
mostrando um campo de grama sintética e
tal, mas a gente jogava, a gente chamava
de futebol suíço na época, mas era
jogado em em quadra de areia. Moral da
história, eu era muito bom, Joinville é
Joinville, a gente tem, a gente exporta,
a gente exporta umas coisas estranhas
para o Brasil. Aí o que acontece, mano?
O o que e eu simplesmente ganhei uma
bola muito boa e, cara, era a minha
chance de poder jogar, entendeu? que
senão eu nunca era escolhido, era uma
molecada muito grande na rua. E aí,
cara, nunca ninguém me escolhia,
entendeu? Como eu era o dono da bola, eu
tinha um lugar garantido em algum time.
Então, o meu era mais solidário,
entendeu? Eu eu tive a bola não para
parar o jogo, mas para poder me incluir
no jogo. Então, uma bola solidária. Olha
aí, ó. É o que traz uma inclusão ali do
Exato. Exato. Mas aí eu depois eu
comecei a correr bem, aí eu virei um bom
marcador. Você era perna de pau? Não,
não, cara, eu não era bom, mas eu era um
bom marcador, então eu incomodava os
atacantes e e às vezes eu eu corria o
campo inteiro, mano. Eu parecia um, eu
não tinha nem posição, cara, vai atrás
da bola, tá ligado? Eu era, só falavam
isso para mim, vai atrás da bola. E eu
incomodava, cara, incomodava, mas a bola
chegava no meu pé e me dava um
desespero, não sabia o que fazer com
ela. Não, eu sempre fui muito ruim,
cara. Eu sempre foi muito ruim assim. É,
eu não era o pior também, mano. Mas eu
me dava um nervoso a bola na no pé
assim, sabe? É, então dava nervoso.
Enfim, mas vamos lá. E as crianças
birrentas que Jesus usa como exemplo?
Porque essas crianças, segundo essa
metáfora de Jesus, que também pode ser
considerada uma parábola, eh, essas
crianças elas estão assentadas e
querendo ditar, então eles tocam
flautas, vocês não dançam, nós fazemos
isso, vocês não não respondem a isso. E
por que Jesus faz essa comparação? É
porque diante da acusação de que Jesus é
um comilão e um beberrão, o incômodo com
Jesus é de que, cara, tu é muito
sociável, tu é alguém que lida com todo
mundo. Nós não, mas você tá lidando com
todo mundo. Isso não é postura de alguém
que que lida, interpreta tão bem a lei.
Essa não é uma postura ou não é uma
pompa que alguém que carrega os escritos
e os rolos eh sagrados de Israel na
mente tem que tomar. Muito pelo
contrário, já que você carrega uma
palavra que é santa, você não deveria se
sentar com gente impura, com pecadores.
Exato. Só que vamos levar em
consideração agora o argumento de Jesus.
Quando Jesus eh fala isso, ele fala em
um contexto que ele acabou de relembrar
da figura do de um profeta, né, de
alguém muito importante para pra nação
de Israel e pro ministério público de
Jesus, que é João Batista. E se nós
olharmos para a postura do profeta ali,
para a postura desse desse João Batista,
a gente vai ver tudo aquilo que esses
mestres da lei, esses esses fariseus
queriam que Jesus fosse alguém que fosse
eh comprometido com a causa, alguém que
se separasse, que fosse alguém
extremamente separado, alguém que fosse
inclusive sério em sua conduta, tudo
aquilo do que João Batista era, né? A
gente geralmente tende a pegar o João
Batista com uma figura de maluco, né?
Porque ele comia gafanhotos, vestia-se
de pelos de camelo e tudo mais. Mas João
Batista, muito pelo contrário, ele não
era eh necessariamente um maluco, ele é
era alguém extremista, radical, sério
demais para com a causa a qual ele ele
defendia. Por isso que ele é um dos
grandes profetas do Novo Testamento.
Aqui nós encontramos tudo aquilo. E
assim, ah, não tem a pompa de estar no
meio do Sinédrio, não tem a pomba de
ficar discutindo, mas existe uma
seriedade radical por parte desse
personagem. E aí Jesus vai lá e debate
de maneira muito clara, gente. Ele que
era sério, ele que era extremamente
compromissado, né, com a causa, que tava
no meio do deserto, que decidiu brigar
com todo mundo. E a gente tá falando de
uma uma figura que é transgressora, no
sentido de eu não vou me aliar a nenhum
ah sistema eh de poderio da época. Não
vou fazer isso. E a o meu ministério ele
é centrado que que comia gafanhotos, que
tinha uma alimentação regrada, que vamos
ser bastante sincero, alguém que traz
uma mensagem de arrependam-se. Não
tinham muitos amigos. Poderia ter
seguidores, mas não tinham muitos
amigos. Ele chamava, trazia e eh eh mas
era uma mensagem muito dura. Vocês
começaram a chamar ele de maluco do
deserto. Eu que sou sociável, eu que
estou na mesa, eu que estou nos grandes
centros também, eu que tô fazendo meu
ministério público. Vocês estão me
chamando de de uma pessoa que não é
compromissado com a causa. O que vocês
querem? Nada mais é do que criticar.
Nada mais é do que criticar. Clássico.
Por falar nisso, o Pablo Deiros traz
aqui no comentário dele do Evangelho de
Lucas, tá bom? Eh, os pecados, né? os
pecados dos fariseus, né, que era um
grupo piedoso, comprometido com a lei,
aquela coisa toda, mas também tinha os
seus pecados evidentes, inclusive muitos
que Jesus, inclusive ao longo dos
evangelhos vai batendo e a gente
consegue aqui. Mas olha só, viviam
julgando o pecado alheio, uma
característica dos fariseus, né, que
você falou e tava e e nesse nessa
conversa com Jesus tá muito claro,
estavam cheios de cobiça e de maldade.
Ô, galerinha cobiçosa, é uma invejinha
de Jesus, tal, entendeu? Cobiçando a
autoridade de Jesus, a
popularidade. Exato. E no fundo, cara,
negligenciavam a justiça e o amor de
Deus. Ou seja, é o clássico teólogo, né?
Os fariseus eram os clássicos teólogos
frios. Exatamente. Isso, né? Ó, vou
falar aqui. Eu eu sou da Igreja
Presbiteriana do Brasil, tá? Me
desculpem por isso,
mas é uma brincadeira. Mas quieto, os
presbiterianos geralmente eles são
reconhecidos por serem pessoas que não
sorrem muito, não brincam muito, né? E
assim, popularmente falando, são sérios
e tudo mais. E eh parece que sorriso é
um grande problema dentro do
presbiterianismo, né? Mas por que isso?
Porque convenciona-se a figura de que
também são pessoas muito eh ligadas a
uma interpretação bíblica, a uma boa
interpretação bíblica, uma interpretação
bíblica que que possa ser séria,
enquanto tem muita e a gente precisa
falar aqui, né? O o mundo evangélico vai
dos extremos, né? da seriedade radical e
absoluta, até mesmo a aquilo que nós
encontramos como
chacotas no reino de Deus como um todo.
Então, eh encontrar esse equilíbrio
realmente é algo muito difícil e
geralmente você vai caminhar de um lado
para o outro. Só que quando nós falamos
do contexto eh presbiteriano, eu eu
sempre trago, eu sempre lembro da irmã
Nora, que faz parte lá da Igreja
Presbiteriana Getseman, onde eu
trabalhei lá durante um determinado
tempo, e ela é irmã e prima de vários
pastores
presbiterianos e são pastores
presbiterianos
extremamente brincalhões. O que que é um
uma
certa parece ser uma contradição, parece
ser uma contradição, mas por incrível
que pareça, boa parte deles são
envolvidos com missões. E aí é onde a
gente fala da do seu comentário, que são
os teólogos. Gente que é envolvida com
gente, gente que está se assentando à
mesa com os outros, pecadores, gente
completamente contrárias e não apenas
com livros, com um monte de livros que
nós temos aqui, tendem a entender que a
vida pode ser mais leve. Jesus era esse
tipo de pessoa. Ex. Exato. Não pode
falar. Não, eu ia falar o seguinte,
galera. Eu não tô criticando todos os
teólogos. Nós dois somos teólogos, né?
Aliás, você é um teólogo. Eh, a gente tá
dizendo que é um grande perigo da
teologia. Inclusive, o Deiros traz aqui
como um dos pecados dos mestres da lei,
que é essa arrogância teológica que eles
tinham de se acharem os detentores da
verdade bíblica. E esse é um pecado que
às vezes comete, né? Presbiterianos,
luteranos, pentecostais.
Eh, eh, toda a linha teológica, ela pode
ter esse grupo arrogante que acha que
não, nós detemos o conhecimento
verdadeiro, o conhecimento sobre Deus, é
a nossa linha teológica, ou seja, uma
verdadeira idolatria da doutrina, né?
Isso é bem perigoso. Exatamente. E além
de ser muito perigoso, não gera vida. E
e a vida como Jesus gostaria que nós
vivêsemos enquanto ele viveu em seu
ministério público, né? Eh, levar-se
muito a sério eh, em determinados
momentos só te torna em um chato inútil
e não em um em um servo sorridente. Eh,
e e é essa a a tônica desse texto. Vocês
estão aqui querendo falar como nós
devemos viver a vida. Aí vem um e se
aproxega de um jeito e e aí vocês vão lá
e o criticam. Eu estou aqui fazendo de
um outro jeito, de uma outra forma.
Vocês estão criticando o que vocês
querem. Vocês só querem que nós sigamos
as suas regras. Vocês só querem que nós
sigamos o seu modo de pensar e o seu
modo de agir. Quando na quando nós
olhamos para a as missões ao qual o
apóstolo Paulo ele encara no mundo
gentírico, você verá a constituição de
determinadas comunidades muito
diferentes umas das outras, porque as
pessoas são mais complexas, as pessoas
elas são diferentes umas das outras. E,
e, e aonde publicanos e pecadores
estavam, a mesa, aonde qual era a missão
de Jesus? Pelo evangelho de Lucas,
existe uma ênfase ali no mundo
gentílico, é, eu preciso estar onde eles
estão, então eu vou. E aí, por isso que
torna-se importante que nós não nos
levemos a sério. Mas a gente pode
continuar. É, tem uma coisa que o Deiros
fala aqui, cara, porque assim, tu falou
desse lance de leveza e tal, eh, porque
os fariseus e mestres da lei, por serem
às vezes tão eh eh cegos pela sua linha
teológica, pela sua
religiosidade, eles olhavam tanto para o
texto bíblico, né, mas eles não
reconheciam Jesus, né? Tipo, é muito
impressionante assim, eles conheciam o
texto bíblico, mas não ao ponto daquilo
revelar que Cristo é o Messias, né? Ou
melhor, que Jesus é o Messias. E aí ele
e e aí a galera fica se degladiando com
pontos bem pequenos e tal, o sobre o
dízimo disso ou daquilo e tal.
discussões inúteis dos fariseus e
mestres da lei diante da realidade da
vida, né, da sacralidade do cotidiano,
eles se perdiam em muitas em muitas
coisas insignificantes. Aí o Deiros fala
o seguinte, ó. No entanto, enquanto seus
oponentes digladiavam por
insignificâncias, coisas importantes
estavam acontecendo sem que eles
percebessem. O reino de Deus estava
chegando e eles continuavam sentados
esperando para ver no que ia dar.
Contudo, a sabedoria de Deus foi
confirmada por aqueles que creram na
mensagem de João ou na de Jesus. A
sabedoria é comprovada por todos os seus
discípulos, tem sido justificada por
todos os seus filhos. Muito
provavelmente tratava-se de um provérbio
cultural, como em
6:44. Toda árvore que é recon toda a
árvore é reconhecida por seus frutos. O
comportamento dos que se arrependeram,
confessaram seus pecados e foram
batizados por João diferia em muito das
ações e atitudes dos líderes religiosos.
O contraste é gigante. Os judeus
costumavam usar a expressão idiomática
seus filhos ou filhos de típica do
Antigo Testamento, como adjetivo para
descrever uma pessoa. Jesus qualificou
dois dos seus discípulos, no caso Tiago
e João, como filhos do trovão para
descrever o caráter de ambos. Não
entendi essa parte que ele quis dizer
aqui, mas tudo bem. Então, é, é porque o
filhos do trovão também é uma
brincadeira sobre o caráter desses dois
discípulos. E aí a gente pega o tom de
ironia e de brincadeira de Jesus Cristo.
Porque é importante. E aí onde é
importante, porque Jesus Cristo também
ele foi considerado como um profeta
porque ele disparava determinadas
críticas, mas muitas críticas não eram
tão contundentes assim. Algumas tinham
um caráter de humor. Parábola também
conta isso. E aqui é esse caso, ele
comparar adultos, pessoas sérias,
barbudas, eh, no seu escritório
teológico, eh, com crianças que ficam
fazendo birra, tem um tom de humor
absurdo. E por que ele tá utilizando
humor aqui? é que o humor desde o mundo
antigo é era algo não muito bem visto
pela sociedade, principalmente pelos
mais sérios, mas ele tinha uma questão
de sempre diminuir os seus adversários,
tá? Ele, só que o humor que Jesus faz
aqui não é necessariamente diminuir os
mestres da lei, não é necessariamente
diminuir os fariseus como pessoas, mas
realmente colocar uma lupa para mostrar
quem eles realmente são. É revelar a sua
principal natureza. Eles são pessoas que
só querem controlar. Eles são pessoas
que só querem os seus gostos atendidos
como crianças. E aqui você tem um fator
humor que estabelece ali uma crítica que
acaba sendo engolível. Eu vou utilizar
esse termo aqui. Os fariseus tiveram que
engolir essa crítica porque
provavelmente caiu nas graças do povo
aqui, né? Uhum. Sensacional. Gente,
caminhando para o final do nosso
episódio, comentário bíblico vida, né?
Que chega até você graças à editora
Vida, que tem o seu selo acadêmico,
vários livros e comentários bíblicos, tá
bom? Dicionário bíblico, manual bíblico,
comentário bíblico, né? O novo
comentário bíblico, vida do Pablo
Adeiros. E hoje a gente utilizando o
comentário de Lucas. E aí Luiz, qual a
aplicação prática então a partir dessa
perípe de Lucas 7? O que que a gente
pode aplicar, né? A gente já falou
várias coisas aqui que a galera vai
ouvindo e vai, pô, isso aí é verdade e
tal. Mas uma aplicação prática desse
texto agora pra gente caminhar pro nosso
final. Eh, em primeiro lugar, que o
caráter profético nem sempre é
escandaloso. Ele nem vem, nem sempre vem
com peso de gravidade. Às vezes a
profecia pode vir, inclusive a crítica
contundente pode vir em tons de leveza,
tratando as coisas como elas de fato
são. E aí isso traz uma sobriedade para
todos nós, Bibo. Eh, não se leve tão a
sério, tá? Se Deus quisesse te levar tão
a sério, ele não teria estabelecido o
seu próprio filho e o crucificado em uma
cruz, tá? Porque nós não conseguimos dar
conta da seriedade que é a santidade de
Deus. Logo, tudo aquilo que estiver
sendo relacionado com o divino, não é
para você extremar e ir pra chacota, mas
não precisa se levar tanto a sério. A
vida pode ser mais leve e até mesmo a
crítica pode ser mais leve. aqui em
casa, inclusive lá na nossa igreja tá tá
tendo uma série sobre eh sobre h o
ministério profético no Antigo
Testamento, assim, eh eles estão falando
sobre os profetas, o o a função dos
profetas em acusar determinadas
realidades e tudo mais. E o ministério
profético, ele tende muito com com base
em alguns
estudiosos, eh, acusar a conduta de
Israel que tá se assemelhando a faraó no
Egito. Eh, o o profeta, ele acusa muito
isso, olhando paraa lei, olhando paraa
Torá. E aqui em casa, toda vez que nós
eh começamos a tomar ares profétic ares
proféticos, ares
faraônicos, ares em que a gente
consegue, a gente começa a oprimir o
outro, um dentro de casa aqui pelos
nossos próprios exageros, a um vira pro
outro. Eh, faraó, ô faraó, segura,
faraó. Essa brincadeira, além de ser uma
brincadeira saudável aqui dentro de
casa, em nossa própria linguagem, é um
um espaço também para sempre recorrer à
nossa própria consciência, para mostrar
que tudo aquilo que nós fazemos, será
que é realmente para ser levado tão a
sério assim? Boa, boa. Ou seja, profecia
e piada podem caminhar juntas. Podem
caminhar juntos. Inclusive, o humor é a
melhor ferramenta para você colocar os
absurdos na vida e apontar os absurdos
na vida. Exatamente. Exatamente. Galera,
é isso, tá bom? Ó, o link para você
adquirir com desconto, esses comentários
aqui, dicionários e tal, está aqui na
descrição deste comentário bíblico vida
005 em bibotalc.com e também aqui no
YouTube. Se você tá ouvindo no Spotify,
vem aqui no YouTube, dá um like, vai vem
aqui no YouTube e comentar, dá uma moral
pra gente no YouTube, porque esse
comentário bíblico vida, ele aparece em
vídeo aqui no YouTube, beleza? Quer
adquirir esse comentário bíblico de
Lucas, vai aqui no link na descrição, tá
bom, Luiz? Obrigado, mano, por
compartilhar com a gente aí mais uma
vez. É nossa, até mês que vem. Lucas
também, né? Lucas também, se Deus
quiser, me permitir. Lucas também. É
isso, gente. Voltamos mês que vem com
mais comentário bíblico, vida, mas
terça-feira sempre tem BTC e sexta-feira
sempre tem o betapo. Fiquem todos na paz
do Senhor Jesus. Valeu, gente.
[Música]

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