Profecia e piada – Comentário Bíblico Vida 005
20/05/2025
Profecia e piada – Comentário Bíblico Vida 005
Começa mais um Comentário Bíblico Vida, uma parceria Bibotalk e Editora Vida. Neste episódio, Bibo e Luiz conversam sobre o evangelho de Lucas. Jesus não apenas ensinava — ele provocava, desafiava e, às vezes, fazia piada. Em Lucas 7.31-35, vemos o Mestre usando ironia afiada para confrontar os fariseus e mestres da Lei. O que a ironia de Jesus revela sobre a cegueira espiritual dos líderes da época? Será que conseguimos reconhecer a verdade mesmo quando ela vem disfarçada de riso?Neste episódio, mergulhamos no tom irônico e profético de Jesus — uma mistura de crítica, humor e revelação — que desmonta a falsa piedade e expõe corações endurecidos. Estas e outras perguntas são respondidas neste episódio!
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Começa agora o comentário bíblico Vida, um projeto Bibl Produções e a editora Vida. Eu quero saber tantã do que é feito ela. Helena viciada em show da Luna. É muito, mas é bom mesmo. O show da Luna é legal. É da hora. Só tinha um problema que a Milena não queria dormir, né? Ela vivia dizendo: "Não quero dormir, não quero dormir." Aí ia prestando atenção no show da Luna. Não quero dormir é igual o Calé vendo o futebol. Calel vendo futebol e derruba ele, derruba ele, filho. Não é para derrubar, filho. Se derrubar é falta. E cara, e a gente assistindo o jogo e tal, tô tentando, apesar de eu não ser um cara que acompanha muito futebol, tô tentando apresentar pros meus filhos e tal, que é o esporte nacional e tal, enfim. E eu gosto um pouco, né, dos esportes. É o que talvez o que eu mais gosto que dá para acompanhar. E aí eu tô colocando para eles assistir e tal, deles até querem assistir e tal. Aí só que o Cal fica falando: "Derruba ele". Eu falei: "Filho, não pode, é falta". Daí expliquei para ele um pouquinho as regras do futebol. O Calel tem 5 anos, né? E autista suporte um. Algumas coisas são mais difíceis de explicar e tal. Mano, tô eu lá sentado já, já mostra o box para ele, pô. Então, não deixa falar. Não, cara, eu tô mostrando o futebol errado para ele, porque estou eu americano. Exatamente. Estou eu assistindo lá o Blue, tá ligado? Que é o desenho que ele mais gosta. Sim. E aí, mano, aí passando o episódio da Blue lá e, mano, e é isso, é um, é mostra um futebol americano e a Blue lá, o pai da Blue, derruba ele, vai derruba ele e o cara ol bandit aqui nós somos viciados. Eu imito inclusive o pai da Blue. Agora queremos a querer a canja, vai. Queremos, queremos. E aí, crianças, como vocês estão? É, caramba, mano. Mano, eu confesso para ti que eu sento ali e não presto atenção em nada. Nada maravilhoso. O blue, blue casa ganha ganha uma certa. Ele é bom. Só cara, vou te falar, a gente teve, a gente vai tirar a Disney agora porque assim, teve a época do YouTube Kids, Cal é o viciado em YouTube Kids e tal. Depois, quando eu digo viciado, galera, que ele assiste ali por um tempo, durante o dia e tal ou durante a manhã e tal, isso aqui era demais e a gente cansava de ver. Só mais relapsos, tá? Nós não largamos os nossos filhos. É, mas às vezes a gente larga mesmo. Às vezes a gente larga, sabe? Sabe um negócio que eu largo, por exemplo, Helena no banho. É. Ah, gente também. Ah. Ah, não, mas responsabilidade. Cadê a sua responsabilidade ecológica? Cara, não existe. Porque às vezes a gente só quer que ela fique quietinha lá tomando. Essa é por aí, mano. Quem é pai entende, mano. Relaxa. Quem é pai? Não. E às vezes, mano, é a tela mesmo. É uma hora de tela porque é que dá para fazer alguma coisa em casa, entendeu? Então é isso, entendeu? Estamos errados, provavelmente. Mas é eh a gente tenta educar. A gente tenta educar aí. E aí, mano, o que acontece? A gente fala, então assim, ele teve a fase do do iPad, aí a gente tirou, agora a gente vai tirar Disney lá de casa, o app da Disney vai sumir da televisão, entendeu? Por quê? Porque daí ele volta, ele e a gente e ele gosta de fazer coisas manuais. Por exemplo, a gente brinca de parque dos dinossauros de vez em quando lá em casa. Ele pega os dinossauros dele, a gente vai caçar os dinossauros e tal pela casa. Mas às vezes aí tu cansa. Aí e e outra, cara, eu e a Xanda gostamos de tela também, então a gente gosta de sentar e assistir um filme, entendeu? Então não dá para ficar também culpando. Por exemplo, ontem antes do jogo a gente estava vendo o Soldado Invernal de novo. Eu amo esse filme da Marvel. Para mim um dos melhores Soldado Invernal. Os dos irmãos russos. É, é. Foi, a foi a foi a porta de entrada dos irmãos russos da Marvel, né? Exato. E que consagrou os, né? Consagrou, cara. Não, eles mandaramadores Ultimato. Foi, foi deles, foi o ápice, o ápice, mas os caras não entregaram mais nada depois também, né, cara? Não entregaram mais nada. Eles estão agora com Thunderbolts. Não, não tão. É uma outra galera, é uma outra galera mais outsider assim, mas assim, galera envolvida com o urso, envolvido com a série treta. Tem uma galera muito competente, galera, galera de 24. Ah, 24. É, tem uma galera muito boa envolvida em Thunderbolts. Eu tô pensando em ver amanhã. Enfim, mano, espera sair no streaming, cara. Eles fizeram outro filme com Ryan Goslin e o Chris Evans, que é o Agente Oulto, que assim, cara, é legalzinho, mas é um filme que passa. E tem o agora, né, o The Electrical States, que foi o grande lançamento da Netflix, mas que deu uma flopada assim, cara, com a Milly Bob Brown e com o Ah, nossa, mas que que filme água com É bem ruim, cara. É bem ruim, bem ruim. Mas enfim, eles eles estão envolvidos agora, né, com Avengers Dumsday e o Seacet Wars, né, 2026 2027. Então eles estão com trabalho pela frente aí. Enfim, galera, a minha voz está sumindo, então é melhor a gente ir direto para o conteúdo neste comentário bíblico Vida que chega até vocês, graças à editora Vida com o seu selo acadêmico, que está aí trazendo o novo comentário bíblico vida de Pablo Adeiros. Tá bom, galera? Já falamos de Mateus, já falamos de Lucas, já falamos de Marcos e agora vamos falar sobre uma perícope de Lucas, tá bom? Ó, hoje vamos, nós não falamos de Lucas ainda, só para ainda não. Falaremos hoje. Falaremos hoje. Exato. Já falamos Mateus, Marcos e agora Lucas, tá bom? E lembrando que a gente utiliza bastante também esse dicionário bíblico aqui. Dicionário bíblico ilustrado vida. Galera, são mais de 700 fotos. Uma, ó, uma penca de verbete, hein? M penca de verbete. São muitos verbetes, galera, muitos verbetes. Muito bem organizado, tá? Uma ferramenta indispensável para você quer entender mais a Bíblia Sagrada, tá bom? Esse dicionário bíblico ilustrado, vida. Beleza? Qual o texto hoje, Luiz, que nós vamos analisar no comentário bíblico, vida? Nós iremos pegar uma parte lá de Mateus, o evangelho de Mateus, capítulo 7. Sério? O que que foi? Não é Lucas? Errei. Tá todo mundo maluco hoje. Tá todo mundo doido. Hoje essa quarta-feira está diferente. Vamos pegar lá o evangelho de Lucas, capítulo 7. Nós pegaremos alguns versículos, poucos versículos, versículo 31 ao versículo 35. Diz assim: "Aqui posso pois comparar aos homens desta geração", prosseguiu Jesus. Com que se parecem? São como crianças que ficam sentadas na praça e gritam umas às outras. Nós lhe tocamos flauta, mas vocês não dançaram. Cantamos um lamento, mas vocês não choraram. Pois veio João Batista que jejua e não bebe vinho. E vocês dizem: "Ele tem demônio." Veio o filho do homem comendo e bebendo. E vocês dizem: "Aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores. Mas a sabedoria é comprovada por todos os seus. discípulos. Até aqui o texto bíblico, o Evangelho de Lucas, mais uma vez se colocando ao lado daqueles que são pecadores, daqueles que são marginalizados, daqueles que são jogados de fora, né, da religião, né? Essa ênfase do Evangelho de Lucas é uma ênfase fortíssima e você pode perceber, tá, cara? Tu sabe que a primeira vez que eu ouvi sobre o Evangelho de Lucas tem muitos anos, ah, foi até com a Glória, Glória Reficiá, que participou do BTC por alguns anos e tal. Gente, a Glória saiu, tá bom? A gente já explicou em até alguns podcasts há anos atrás e tal. Enfim, baseou bastante também, né? Tem um um betcast muito antigo sobre o julgamento de Jesus. Exato. Maravilhoso. Os aqueles que escutaram o nosso último comentário bíblico vida, lembraram automaticamente dele. Exato. E até a pessoa perguntou por onde ela anda. A gente já explicou, gente, ela saiu e tal e enfim. Aí o que acontece e tem anos, né? Isso. Mas cara, eu fui com a glória que eu ouvi. Eu ouvi a primeira vez assim, olha, Lucas é o evangelho das mulheres e tal. Eu como assim? Porque a gente tem um certo preconceito às vezes com isso, tipo, como assim das mulheres? Como assim dos pobres? a gente já politiza algumas coisas e isso é meio estúpido da nossa parte, né? Mas foi ela que me fez assim enxergar, não, cara, pô, pobres e mulheres tem um lugar muito querido aqui no Evangelho de Lucas, assim, né, os marginalizados e tal, tem um lugar muito querido na pena de Lucas. E de fato, mano, você vai ler ali, velho, é caramba, é o pobre, você tem profeta Ana, você tem o profeta Isa. Você tem Isabel tendo fala, você tem Maria tendo um cântico, né? ações do Espírito Santo descendo sobre mulheres e mulheres improváveis. Então você exato. Mulheres que sustentaram o ministério de Jesus. Nenhum outro traz essa informação, né, mano? Ex. Mas o Lucas tá lá para mostrar. O Lucas tá lá para mostrar que mulheres sustentaram Jesus, entendeu? Então é muito legal, sim, cara. É muito legal. O Lucas realmente tem esse cuidado, essa preocupação e tal. E nesse texto aí, eu quero começar não pelo começo da períope, até depois eu quero que tu ambiente um pouquinho, Luís, essa perícope aí. Mas cara, é que aí tem o comilão e o beberrão, né, que a gente já falou assim em betes antigos e tal, mas como esse xingamento ou essa crítica ou essa acusação contra Jesus, ela demonstra um aspecto de Jesus muito legal, cara, muito legal, entendeu? Nós sabemos que Jesus não pecou, né? A nossa teologia ela defende isso, essa impecabilidade de Cristo. Cristo não pecou, ele não cometeu nenhum pecado. E obviamente que ele não era um comilão e um beberrão, ele não praticou o pecado da glutonaria ou da embriaguez, que a gente saiba, né? Aham. Então assim, mas o os seus críticos o acusavam disso, né? de comilão e beberrão. Mas, velho, eh, eu acho isso maravilhoso, porque, né, partindo desse pressuposto teológico e cristológico que Cristo não pecou, essa acusação é enfundada, mas ela tem um, ela pode ter um um, um start, ela pode ter assim um que de fundamento, ela pode ter uma cara de verdade no sentido que Jesus sentava à mesa com essa galera mesmo, né? Ele gostava de uma festa, ele gostava de socializar, né? Essa é a primeira crítica. que os mestres da lei, fariseus vão fazer a a pessoa de Jesus em seu ministério público. Até porque a gente precisa levar em consideração que esses mestres da lei, fariseus, líderes religiosos da época, estavam muito incomodados com esse ministério que estava ganhando forma, cor, textura, eh, na região da Judeia como um todo, né? as pessoas estavam fazendo bom testemunho ou tendo bom testemunho, manifestando bom testemunho a do ministério de Jesus Cristo, daquilo que ele estava fazendo e para além de ações miraculosas. Eh, era a manifestação de Deus que se encarnava como uma pessoa que toma assento na mesma mesa ao qual ele curou, ao qual ele salvou, ao qual ele perdoou. Então, a o caráter relacional que anteriormente ou na mentalidade antiga, principalmente entre os judeus, só era manifestado pela figura do templo, do lugar do encontro de Deus para com a humanidade, está sendo agora estabelecido ali no ministério de Jesus com o próprio Deus encarnado assentando, assentando-se à mesa. Então, nós encontramos aqui a o caráter relacional sociável de Jesus em Ministério Público e até mesmo a essa esse trecho bíblico aqui, ele traz meio que uma tirada irônica de Jesus que poucos ah poucas vezes nós iremos observar nos evangelhos, tá? Então essa é uma pepita por trazer essa ironia que Jesus fala e traz no seu discurso ao falar contra esses mestres religiosos, né? Esses líderes religiosos. Sim. A gente começa definindo quem eram esses mestres religiosos. Será que é uma coisa boa a gente fazer agora? Acho que sim, né? Porque fariseus e mestres da lei aparecem com bastante frequência nos evangelhos. Sim. E geralmente em em bates, tanto que a gente acha que os fariseus eram tudo, a gente usa fariseu como um xingamento às vezes, né? Seu fariseu, né? Então a impressão que a gente tem é que é que era uma galera muito má assim. O que não é verdade também é legal a gente também, acho que tu vai explicar isso em algum momento, né? Mas a gente podia começar, né? Quem eram os fariseus ou quem foram? existem ainda hoje, mas os de Jesus ali, não, no período de Jesus, o termo fariseu, ele era aplicado para uma facção judaica que surgiu ali em meados do século 3 pro século 2 antes de Cristo e que ganha determinadas conotações por por algumas interpretações específicas da lei. Ah, nós temos os saldceus, os fariseus, nós temos aqueles que são mais voltados à quinta sabedoria, né, que é a ideia dos elotas. Nós temos os enênios. Ah, a gente às vezes olha paraa Bíblia e quando observa a todo o Ministério Público de Jesus e em todo o lugar ao qual ele visitou, a gente acha que existe uma interpretação única a respeito do Antigo Testamento e que Jesus está falando contra um tipo específico de interpretação. Mas quando olhamos com para o contexto histórico e cultural, nós vemos diversas interpretações surgindo a partir de determinados pressupostos. Nós tínhamos um grupo eh eh chamado Herodianos, né? Eram judeus que defendiam Herodes e ao defender Herodes, a sua interpretação bíblica era interpelida. Eh, eu posso utilizar esse esse termo interpelido? Pode, pode, pode, explica, mas pode. Então, é, era transpassada por uma defesa de governo, uma defesa da figura herodiana. Ou seja, quem usa a Bíblia para para defender político são os herodianos. Exatamente. É um grupo o qual Jesus teve contato e um grupo que se levantou contra o ministério de Jesus, muito porque Jesus era uma ameaça nítida a ao governo eh vigente. Então a gente tá falando principalmente com a mensagem do reino de Deus ou reino dos céus, que aparece bastante lá no Evangelho de Mateus. Mas quando nós falamos eh dos fariseus, nós encontramos uma facção específica com uma interpretação específica do texto bíblico, em que o seu olhar ele tem interpretações, mas que eh os fariseus, os saduceus, os mestres da lei, eles se reúnem para debater esse tipo de interpretação e colocar ou chegar a uma espécie de consenso. Eh, no modo antigo era era comum você ter escolas de interpretação, né? E dentro dos fariseus acho que é a facção que mais possui escolas de interpretações ah da lei, principalmente da Torá, dos cinco primeiros livros da Bíblia, tá? Ó, inclusive até o termo fariseu é aqueles, né, os separados, tinha até uma um que de piedoso assim. Então, era uma galera. E vale lembrar que tem fariseus que sentaram à mesa com Jesus, né, galera? Tem fariseus seguiram a Jesus. Tem que tomar muito cuidado. Inclusive no dicionário bíblico aqui, galera, tem uma tabela. Olha isso aqui, velho. Tem uma tabela mostrando, ó, o que é cada grupo, o que eles faziam, tá ligado? Muito legal essa tabela aqui. Ah, no dicionário bíblico, tá? Para você realmente ter uma ideia bem panorâmica, mas ao mesmo tempo com muitos detalhes, eh, de quem eram os fariseus e tal, tá? Eh, eles tinham uma teologia muito boa, inclusive em boa medida, assim, a teologia dos fariseus era uma teologia boa de interpretação da Torá era vasta, né? Eh, em alguns casos, eh, a gente poderia até dizer a respeito, comparando com os autores do Novo Testamento, não necessariamente era boa, porque eles não tin não encontraram em Cristo Jesus a revelação completa, mas nós, eles tinham uma produção literária vastíssima, ao ponto de eh quase criarem uma própria escolástica para você ter uma ideia, né? ah, tanto fariseu, saduceus, mestre ali, no havia um lugar, um departamento específico, aonde as pessoas poderiam sentar e entrar em determinados grupos de estudos para falar a respeito de temas concernentes ao Antigo Testamento, né? E aí você vai desde considerações a respeito das profecias, a salmos, a as observações e aplicações práticas para questão de sabedoria e tudo isso. Ah, em reuniões, no Sinédrio, quando eles iam debater a respeito da lei, as escolas colocavam as suas interpretações à prova, a prova, eram lapidad e depois eles chegavam a um determinado consenso. Tem coisas que eles não chegaram a determinado consenso, mas tinham, né? Mas existia isso. Então nós estamos falando desse grupo específico ali, fazendo essa acusação a respeito do ministério de Jesus. Vamos lá. Qual é a acusação e qual é a defesa de Jesus? Bora, vamos lá. Vamos lá. Vamos pegar um pouquinho do contexto do texto agora. Vai. Se você voltar lá ao versículo 18 e e observar o contexto do texto, verá que alguns discípulos de João Batista, aquele que batizava no Jordão, vão ao encontro de Jesus e a partir dali eles questionam por porque João Batista havia enviado a respeito da fidelidade ou da veracidade do ministério de Cristo. E Cristo acaba respondendo que sim, existe. pode dizer para eles, ó, coisa linda, coisa boa, o reino de Deus está sendo manifestado aqui e tudo mais, mas não apenas isso. Jesus, ele eleva a pessoa de João Batista dizendo que dos entrenascido entre mulheres, né, dos nascidos entre mulheres, ah, não haveria alguém maior do que João. E para além disso, ele fala que, ó, todo aquele que for servo será maior do que João. Então ele já tá fazendo uma tensão ali entre João veio aquele tem um ministério muito importante e o aqueles que querem ser maiores do que João terão que servir. Então ele já tá fazendo uma aplicação para para os seus discípulos que só entenderiam isso depois da ressurreição de Cristo Jesus. Mas nós encontramos aqui o caráter do ministério de Jesus sendo questionado, ele respondendo. E quando o próprio Jesus fala isso, alguns que estão ouvindo do público, que eram publicanos e alguns provavelmente gentius que haviam sim se arrependido, ah, adoram a Deus, louvam ao Senhor, enquanto os fariseus e os mestres da lei não fazem isso, muito pelo contrário, acusam Jesus de comilão e beberrão. E aí Jesus pega e devolve daquele jeito, uma daquele jeito, né? E aí ele vai fazer um um uma parábola, vai explicar uma parábola para dizer: "Ó, essa geração, esses responsáveis por interpretar a Bíblia, e a gente tá falando do contexto da Bíblia que eles tinham o Antigo Testamento, principalmente a Torá, eles não passam de crianças assentadas com birra. O que que isso isso quer dizer? é que no mundo antigo crianças brincavam. É, é muito, muito interessante a gente até pensar que, tipo, Jesus encarnado, ao crescer brincava, tinha os jogos da época e você pode inclusive pegar no dicionário bíblico vida, eh, tem um verbete só sobre as brincadeiras da época de Jesus. Então você tem um, é bem legal, bem legal mesmo. Então você tem a no contexto antigo o ato de levantar-se para brincar e sentar-se para deixar de brincar. Mas nesse caso, especificamente falando, Jesus está dizendo que aquelas crianças elas estão meio que querendo mandar na brincadeira, elas estão querendo ditar, dar as ordens. Ô Bibo, eu não sei se é criança é tudo igual em todo quanto é lugar, né? Não sei. A geralmente, geralmente, geralmente. Mas sabe quando você ia pra rua e tinha um vizinho que era o dono da bola? Opa. E vocês iam jogar a bola, só que aí alguma coisa acontecia, o time dele tava perdendo, aí ele pegava a bola e falava: "Ninguém mais vai brincar". E entrava para casa enquanto o restante ficava e arrumava uma outra brincadeira. Acontecia, mano. Acontecia muito. Inclusive, às vezes, às vezes eu queria ser o dono da bola. Já fui o dono da bola porque Ah, você era esse? Não, não, mas não, eu era Não, mas olha só, eu era mais solidário. Eu era o dono da bola. Uma vez eu ganhei uma bola muito boa de aniversário, cara, muito boa. E tinha um baita campinho para jogar futebol e de areia. Como é que faz? Futebol soci o o Não, futebol de areia. Mas tem o nome, esqueci o nome agora. O gente, qual é o nome de futebol de areia? Suíte, societe. Esqueci agora. jogava na rua, era no ass suíço, futebol suíço, acho que é esse o nome. Enfim, suíço. É, eu acho, cara, alguém, alguém que é da minha época aí que tem que 35 mais, 40 mais, eu acho que é futebol, cara. Agora vou pesquisar aqui. Pera aí. Futebol suíço, futebol pelada e suíço. É futebol suíço. Que que é o futebol suíço? Futebol, nunca conheci. Nunca conheci por esse nome. Futebol society ou futebol suíço. Vamos lá. Eu cresci. O que é? Eu cresci na marginalidade de Guarulhos. Aqui era asfalto e era o que tinha. Aí tirava tampão do dedo, bati o dedo na calçada às vezes para cobrar escanteio. Nossa, era é ó, futebol suíça, a modalidade conta com um campo reduzido e apenas oito jogadores em campo, sete na linha e um no gol, diferente do Mas aí geralmente era ele era jogado mais na areia e tal, entendeu? É, ó, o que é um campo de futebol suíço. É, no caso aqui ele tá mostrando um campo de grama sintética e tal, mas a gente jogava, a gente chamava de futebol suíço na época, mas era jogado em em quadra de areia. Moral da história, eu era muito bom, Joinville é Joinville, a gente tem, a gente exporta, a gente exporta umas coisas estranhas para o Brasil. Aí o que acontece, mano? O o que e eu simplesmente ganhei uma bola muito boa e, cara, era a minha chance de poder jogar, entendeu? que senão eu nunca era escolhido, era uma molecada muito grande na rua. E aí, cara, nunca ninguém me escolhia, entendeu? Como eu era o dono da bola, eu tinha um lugar garantido em algum time. Então, o meu era mais solidário, entendeu? Eu eu tive a bola não para parar o jogo, mas para poder me incluir no jogo. Então, uma bola solidária. Olha aí, ó. É o que traz uma inclusão ali do Exato. Exato. Mas aí eu depois eu comecei a correr bem, aí eu virei um bom marcador. Você era perna de pau? Não, não, cara, eu não era bom, mas eu era um bom marcador, então eu incomodava os atacantes e e às vezes eu eu corria o campo inteiro, mano. Eu parecia um, eu não tinha nem posição, cara, vai atrás da bola, tá ligado? Eu era, só falavam isso para mim, vai atrás da bola. E eu incomodava, cara, incomodava, mas a bola chegava no meu pé e me dava um desespero, não sabia o que fazer com ela. Não, eu sempre fui muito ruim, cara. Eu sempre foi muito ruim assim. É, eu não era o pior também, mano. Mas eu me dava um nervoso a bola na no pé assim, sabe? É, então dava nervoso. Enfim, mas vamos lá. E as crianças birrentas que Jesus usa como exemplo? Porque essas crianças, segundo essa metáfora de Jesus, que também pode ser considerada uma parábola, eh, essas crianças elas estão assentadas e querendo ditar, então eles tocam flautas, vocês não dançam, nós fazemos isso, vocês não não respondem a isso. E por que Jesus faz essa comparação? É porque diante da acusação de que Jesus é um comilão e um beberrão, o incômodo com Jesus é de que, cara, tu é muito sociável, tu é alguém que lida com todo mundo. Nós não, mas você tá lidando com todo mundo. Isso não é postura de alguém que que lida, interpreta tão bem a lei. Essa não é uma postura ou não é uma pompa que alguém que carrega os escritos e os rolos eh sagrados de Israel na mente tem que tomar. Muito pelo contrário, já que você carrega uma palavra que é santa, você não deveria se sentar com gente impura, com pecadores. Exato. Só que vamos levar em consideração agora o argumento de Jesus. Quando Jesus eh fala isso, ele fala em um contexto que ele acabou de relembrar da figura do de um profeta, né, de alguém muito importante para pra nação de Israel e pro ministério público de Jesus, que é João Batista. E se nós olharmos para a postura do profeta ali, para a postura desse desse João Batista, a gente vai ver tudo aquilo que esses mestres da lei, esses esses fariseus queriam que Jesus fosse alguém que fosse eh comprometido com a causa, alguém que se separasse, que fosse alguém extremamente separado, alguém que fosse inclusive sério em sua conduta, tudo aquilo do que João Batista era, né? A gente geralmente tende a pegar o João Batista com uma figura de maluco, né? Porque ele comia gafanhotos, vestia-se de pelos de camelo e tudo mais. Mas João Batista, muito pelo contrário, ele não era eh necessariamente um maluco, ele é era alguém extremista, radical, sério demais para com a causa a qual ele ele defendia. Por isso que ele é um dos grandes profetas do Novo Testamento. Aqui nós encontramos tudo aquilo. E assim, ah, não tem a pompa de estar no meio do Sinédrio, não tem a pomba de ficar discutindo, mas existe uma seriedade radical por parte desse personagem. E aí Jesus vai lá e debate de maneira muito clara, gente. Ele que era sério, ele que era extremamente compromissado, né, com a causa, que tava no meio do deserto, que decidiu brigar com todo mundo. E a gente tá falando de uma uma figura que é transgressora, no sentido de eu não vou me aliar a nenhum ah sistema eh de poderio da época. Não vou fazer isso. E a o meu ministério ele é centrado que que comia gafanhotos, que tinha uma alimentação regrada, que vamos ser bastante sincero, alguém que traz uma mensagem de arrependam-se. Não tinham muitos amigos. Poderia ter seguidores, mas não tinham muitos amigos. Ele chamava, trazia e eh eh mas era uma mensagem muito dura. Vocês começaram a chamar ele de maluco do deserto. Eu que sou sociável, eu que estou na mesa, eu que estou nos grandes centros também, eu que tô fazendo meu ministério público. Vocês estão me chamando de de uma pessoa que não é compromissado com a causa. O que vocês querem? Nada mais é do que criticar. Nada mais é do que criticar. Clássico. Por falar nisso, o Pablo Deiros traz aqui no comentário dele do Evangelho de Lucas, tá bom? Eh, os pecados, né? os pecados dos fariseus, né, que era um grupo piedoso, comprometido com a lei, aquela coisa toda, mas também tinha os seus pecados evidentes, inclusive muitos que Jesus, inclusive ao longo dos evangelhos vai batendo e a gente consegue aqui. Mas olha só, viviam julgando o pecado alheio, uma característica dos fariseus, né, que você falou e tava e e nesse nessa conversa com Jesus tá muito claro, estavam cheios de cobiça e de maldade. Ô, galerinha cobiçosa, é uma invejinha de Jesus, tal, entendeu? Cobiçando a autoridade de Jesus, a popularidade. Exato. E no fundo, cara, negligenciavam a justiça e o amor de Deus. Ou seja, é o clássico teólogo, né? Os fariseus eram os clássicos teólogos frios. Exatamente. Isso, né? Ó, vou falar aqui. Eu eu sou da Igreja Presbiteriana do Brasil, tá? Me desculpem por isso, mas é uma brincadeira. Mas quieto, os presbiterianos geralmente eles são reconhecidos por serem pessoas que não sorrem muito, não brincam muito, né? E assim, popularmente falando, são sérios e tudo mais. E eh parece que sorriso é um grande problema dentro do presbiterianismo, né? Mas por que isso? Porque convenciona-se a figura de que também são pessoas muito eh ligadas a uma interpretação bíblica, a uma boa interpretação bíblica, uma interpretação bíblica que que possa ser séria, enquanto tem muita e a gente precisa falar aqui, né? O o mundo evangélico vai dos extremos, né? da seriedade radical e absoluta, até mesmo a aquilo que nós encontramos como chacotas no reino de Deus como um todo. Então, eh encontrar esse equilíbrio realmente é algo muito difícil e geralmente você vai caminhar de um lado para o outro. Só que quando nós falamos do contexto eh presbiteriano, eu eu sempre trago, eu sempre lembro da irmã Nora, que faz parte lá da Igreja Presbiteriana Getseman, onde eu trabalhei lá durante um determinado tempo, e ela é irmã e prima de vários pastores presbiterianos e são pastores presbiterianos extremamente brincalhões. O que que é um uma certa parece ser uma contradição, parece ser uma contradição, mas por incrível que pareça, boa parte deles são envolvidos com missões. E aí é onde a gente fala da do seu comentário, que são os teólogos. Gente que é envolvida com gente, gente que está se assentando à mesa com os outros, pecadores, gente completamente contrárias e não apenas com livros, com um monte de livros que nós temos aqui, tendem a entender que a vida pode ser mais leve. Jesus era esse tipo de pessoa. Ex. Exato. Não pode falar. Não, eu ia falar o seguinte, galera. Eu não tô criticando todos os teólogos. Nós dois somos teólogos, né? Aliás, você é um teólogo. Eh, a gente tá dizendo que é um grande perigo da teologia. Inclusive, o Deiros traz aqui como um dos pecados dos mestres da lei, que é essa arrogância teológica que eles tinham de se acharem os detentores da verdade bíblica. E esse é um pecado que às vezes comete, né? Presbiterianos, luteranos, pentecostais. Eh, eh, toda a linha teológica, ela pode ter esse grupo arrogante que acha que não, nós detemos o conhecimento verdadeiro, o conhecimento sobre Deus, é a nossa linha teológica, ou seja, uma verdadeira idolatria da doutrina, né? Isso é bem perigoso. Exatamente. E além de ser muito perigoso, não gera vida. E e a vida como Jesus gostaria que nós vivêsemos enquanto ele viveu em seu ministério público, né? Eh, levar-se muito a sério eh, em determinados momentos só te torna em um chato inútil e não em um em um servo sorridente. Eh, e e é essa a a tônica desse texto. Vocês estão aqui querendo falar como nós devemos viver a vida. Aí vem um e se aproxega de um jeito e e aí vocês vão lá e o criticam. Eu estou aqui fazendo de um outro jeito, de uma outra forma. Vocês estão criticando o que vocês querem. Vocês só querem que nós sigamos as suas regras. Vocês só querem que nós sigamos o seu modo de pensar e o seu modo de agir. Quando na quando nós olhamos para a as missões ao qual o apóstolo Paulo ele encara no mundo gentírico, você verá a constituição de determinadas comunidades muito diferentes umas das outras, porque as pessoas são mais complexas, as pessoas elas são diferentes umas das outras. E, e, e aonde publicanos e pecadores estavam, a mesa, aonde qual era a missão de Jesus? Pelo evangelho de Lucas, existe uma ênfase ali no mundo gentílico, é, eu preciso estar onde eles estão, então eu vou. E aí, por isso que torna-se importante que nós não nos levemos a sério. Mas a gente pode continuar. É, tem uma coisa que o Deiros fala aqui, cara, porque assim, tu falou desse lance de leveza e tal, eh, porque os fariseus e mestres da lei, por serem às vezes tão eh eh cegos pela sua linha teológica, pela sua religiosidade, eles olhavam tanto para o texto bíblico, né, mas eles não reconheciam Jesus, né? Tipo, é muito impressionante assim, eles conheciam o texto bíblico, mas não ao ponto daquilo revelar que Cristo é o Messias, né? Ou melhor, que Jesus é o Messias. E aí ele e e aí a galera fica se degladiando com pontos bem pequenos e tal, o sobre o dízimo disso ou daquilo e tal. discussões inúteis dos fariseus e mestres da lei diante da realidade da vida, né, da sacralidade do cotidiano, eles se perdiam em muitas em muitas coisas insignificantes. Aí o Deiros fala o seguinte, ó. No entanto, enquanto seus oponentes digladiavam por insignificâncias, coisas importantes estavam acontecendo sem que eles percebessem. O reino de Deus estava chegando e eles continuavam sentados esperando para ver no que ia dar. Contudo, a sabedoria de Deus foi confirmada por aqueles que creram na mensagem de João ou na de Jesus. A sabedoria é comprovada por todos os seus discípulos, tem sido justificada por todos os seus filhos. Muito provavelmente tratava-se de um provérbio cultural, como em 6:44. Toda árvore que é recon toda a árvore é reconhecida por seus frutos. O comportamento dos que se arrependeram, confessaram seus pecados e foram batizados por João diferia em muito das ações e atitudes dos líderes religiosos. O contraste é gigante. Os judeus costumavam usar a expressão idiomática seus filhos ou filhos de típica do Antigo Testamento, como adjetivo para descrever uma pessoa. Jesus qualificou dois dos seus discípulos, no caso Tiago e João, como filhos do trovão para descrever o caráter de ambos. Não entendi essa parte que ele quis dizer aqui, mas tudo bem. Então, é, é porque o filhos do trovão também é uma brincadeira sobre o caráter desses dois discípulos. E aí a gente pega o tom de ironia e de brincadeira de Jesus Cristo. Porque é importante. E aí onde é importante, porque Jesus Cristo também ele foi considerado como um profeta porque ele disparava determinadas críticas, mas muitas críticas não eram tão contundentes assim. Algumas tinham um caráter de humor. Parábola também conta isso. E aqui é esse caso, ele comparar adultos, pessoas sérias, barbudas, eh, no seu escritório teológico, eh, com crianças que ficam fazendo birra, tem um tom de humor absurdo. E por que ele tá utilizando humor aqui? é que o humor desde o mundo antigo é era algo não muito bem visto pela sociedade, principalmente pelos mais sérios, mas ele tinha uma questão de sempre diminuir os seus adversários, tá? Ele, só que o humor que Jesus faz aqui não é necessariamente diminuir os mestres da lei, não é necessariamente diminuir os fariseus como pessoas, mas realmente colocar uma lupa para mostrar quem eles realmente são. É revelar a sua principal natureza. Eles são pessoas que só querem controlar. Eles são pessoas que só querem os seus gostos atendidos como crianças. E aqui você tem um fator humor que estabelece ali uma crítica que acaba sendo engolível. Eu vou utilizar esse termo aqui. Os fariseus tiveram que engolir essa crítica porque provavelmente caiu nas graças do povo aqui, né? Uhum. Sensacional. Gente, caminhando para o final do nosso episódio, comentário bíblico vida, né? Que chega até você graças à editora Vida, que tem o seu selo acadêmico, vários livros e comentários bíblicos, tá bom? Dicionário bíblico, manual bíblico, comentário bíblico, né? O novo comentário bíblico, vida do Pablo Adeiros. E hoje a gente utilizando o comentário de Lucas. E aí Luiz, qual a aplicação prática então a partir dessa perípe de Lucas 7? O que que a gente pode aplicar, né? A gente já falou várias coisas aqui que a galera vai ouvindo e vai, pô, isso aí é verdade e tal. Mas uma aplicação prática desse texto agora pra gente caminhar pro nosso final. Eh, em primeiro lugar, que o caráter profético nem sempre é escandaloso. Ele nem vem, nem sempre vem com peso de gravidade. Às vezes a profecia pode vir, inclusive a crítica contundente pode vir em tons de leveza, tratando as coisas como elas de fato são. E aí isso traz uma sobriedade para todos nós, Bibo. Eh, não se leve tão a sério, tá? Se Deus quisesse te levar tão a sério, ele não teria estabelecido o seu próprio filho e o crucificado em uma cruz, tá? Porque nós não conseguimos dar conta da seriedade que é a santidade de Deus. Logo, tudo aquilo que estiver sendo relacionado com o divino, não é para você extremar e ir pra chacota, mas não precisa se levar tanto a sério. A vida pode ser mais leve e até mesmo a crítica pode ser mais leve. aqui em casa, inclusive lá na nossa igreja tá tá tendo uma série sobre eh sobre h o ministério profético no Antigo Testamento, assim, eh eles estão falando sobre os profetas, o o a função dos profetas em acusar determinadas realidades e tudo mais. E o ministério profético, ele tende muito com com base em alguns estudiosos, eh, acusar a conduta de Israel que tá se assemelhando a faraó no Egito. Eh, o o profeta, ele acusa muito isso, olhando paraa lei, olhando paraa Torá. E aqui em casa, toda vez que nós eh começamos a tomar ares profétic ares proféticos, ares faraônicos, ares em que a gente consegue, a gente começa a oprimir o outro, um dentro de casa aqui pelos nossos próprios exageros, a um vira pro outro. Eh, faraó, ô faraó, segura, faraó. Essa brincadeira, além de ser uma brincadeira saudável aqui dentro de casa, em nossa própria linguagem, é um um espaço também para sempre recorrer à nossa própria consciência, para mostrar que tudo aquilo que nós fazemos, será que é realmente para ser levado tão a sério assim? Boa, boa. Ou seja, profecia e piada podem caminhar juntas. Podem caminhar juntos. Inclusive, o humor é a melhor ferramenta para você colocar os absurdos na vida e apontar os absurdos na vida. Exatamente. Exatamente. Galera, é isso, tá bom? Ó, o link para você adquirir com desconto, esses comentários aqui, dicionários e tal, está aqui na descrição deste comentário bíblico vida 005 em bibotalc.com e também aqui no YouTube. Se você tá ouvindo no Spotify, vem aqui no YouTube, dá um like, vai vem aqui no YouTube e comentar, dá uma moral pra gente no YouTube, porque esse comentário bíblico vida, ele aparece em vídeo aqui no YouTube, beleza? Quer adquirir esse comentário bíblico de Lucas, vai aqui no link na descrição, tá bom, Luiz? Obrigado, mano, por compartilhar com a gente aí mais uma vez. É nossa, até mês que vem. Lucas também, né? Lucas também, se Deus quiser, me permitir. Lucas também. É isso, gente. Voltamos mês que vem com mais comentário bíblico, vida, mas terça-feira sempre tem BTC e sexta-feira sempre tem o betapo. Fiquem todos na paz do Senhor Jesus. Valeu, gente. [Música]