Quem é Jesus pra você? | Rev. Hélio de Oliveira Silva
20/05/2025
Quem é Jesus pra você? | Rev. Hélio de Oliveira Silva
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO
SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE
Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
TikTok: http://www.tiktok.com/@pipg.oficial
Twitter: http://www.twitter.com/pipg1
TV UCP: http://www.youtube.com/pipgkids
Legendas automáticas:
[Música] Meus irmãos, é um privilégio, uma honra e um motivo de gratidão poder estar aqui com os irmãos novamente. Eu trago o abraço da Igreja Presbiteriana de Vila Nova. Para os irmãos que não sabem, a igreja de Vila Nova foi a primeira filha da primeira igreja. Primeira Igreja fundou a igreja de Vila Nova no dia 11 de junho de 1946, quando a primeira igreja ainda era congregação da Missão Oeste do Brasil. Embora a Vila Nova seja a primeira segunda igreja a ser fundada em Goiânia, ela foi a quarta a ser organizada. Em 1961, a primeira igreja plantou a segunda, que na época se chamava Vila Operária. E ela se organizou rapidamente em 1962. A segunda igreja plantou a igreja de Campinas, mas não tinha condição de manter o trabalho sozinho. Pediu auxílio à primeira igreja que ceder um dos seus pastores, reverendo Amador Alves de Menezes. Em menos de 2 anos, a igreja de Campinas se organizou como igreja. Somente em 1966 é que a Vila Nova se organizou. Nós queremos também trazer os parabéns da Vila Nova, à primeira Igreja, que está completando 90 anos de fundação. Ano que vem nós completaremos 80 e já estamos convidando o pastor da primeira igreja para pregar no culto de 80 anos como gratidão. Nós vamos reunir as nossas nove filhas. Algumas pessoas criticam a primeira igreja dizendo que ela não faz missão urbana, mas uma estatística muito simples mostra que isso não é verdade. Primeira igreja plantou mais de 22 igrejas em Goiânia. Se somarmos as igrejas que a primeira igreja plantou junto com as igrejas que a Vila Nova plantou, as duas igrejas juntas plantaram metade do presbiteriano, presbiterianismo goianiense. E essa é uma estatística que não pode passar despercebida. Para aqueles que sempre me falar, a primeira igreja só gosta de missões, missões transculturais. É só contar quantas filhas esparramadas por Goiânia a primeira igreja tem. E eu tenho o privilégio de pastorear uma delas, que é a igreja de Vila Nova. E por falar em aniversário da primeira igreja, primeira igreja há dois dias atrás completou mais um aniversário que é muito pouco conhecido aqui. No dia 16 de maio de 1948, umas 238 pessoas se reuniram aqui neste mesmo lugar para a organização da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia. Embora a primeira igreja tenha sido fundada em 28 de outubro de 35, ela só foi organizada em 16 de maio de 1948. E um dado curioso sobre essa história é que a missão oeste do Brasil, que plantou a primeira igreja e inúmeras igrejas no estado de Goiás, ela tinha o costume de organizar as igrejas, mas não entregá-las à IPB. Ela entregava grupos de igreja, presbitério já formados. Em 1954, houve uma mudança na relação da Igreja Presbiteriana do Brasil com as igrejas norte-americanas. Então, a IPB exigiu que as missões entregassem as igrejas já organizadas, mas ainda não entregues. Então, a missão oeste do Brasil fez a maior entrega de igrejas da história da IPB de uma só vez em 1954. boa parte do Triângulo Mineiro, todas as igrejas de Mato Grosso e as igrejas de Goiás, que já estavam organizadas e uma delas era a primeira igreja. Esse é um período da história do presbiterianismo goiano que eu ainda quero estudar. E em breve eu vou pedir permissão ao conselho da primeira igreja para reler as atas de 1948 até 1954 para entender como foi o comportamento da primeira igreja dessa forma. Dois eventos importantes da Primeira Igreja aconteceram nesse período. Em 1951, a primeira igreja pediu permissão à Missão Oeste para organizar o IP. Uma frase que ficou famosa e é muito citada aqui na primeira igreja. Reverendo Wilson Wilson de Carro Ferreira voltou de patrocínio e disse: "Olha, a missão não permitiu, mas nós vamos fazer assim mesmo". E olha aí o tamanho do IP. Na minha opinião, essa é a declaração de maioridade da primeira igreja. Ela consegue se sustentar, ela consegue movimentar os seus ministérios. Mas em 1953 aconteceu um outro fato que quase ninguém conhece. Eu não quis colocar no meu livro que eu escrevi na época porque quero quero pesquisá-lo mais. Em 1953, no último ano do revendo Wilson de Cásio Ferreira, a primeira igreja fez um novo pedido à missão, que eu não me lembro exatamente qual foi e esse pedido também foi rejeitado. Então, revendo Wilson disse numa reunião do conselho e ficou registrado na ata de 1953 uma frase que talvez algum dia ent pra história: "Passou da hora de nós termos um presbitério em Goiânia". O presbitério de Goiânia só foi organizado em 1965, mas a ideia dele nasceu aqui nessa igreja. Um presbitério é um ato da IPB que é importante para uma região para o seu crescimento. E a primeira igreja sempre esteve à frente e na frente de todas as decisões da vanguarda do presbiterianismo goiano. E é por isso que nós oramos sempre com gratidão e com interesse pelo sucesso, a preservação e a bênção de Deus sobre essa igreja. Que Deus abençoe e feliz aniversário de organização. 16 de maio de 1948. Pensando nisso, eu gostaria de ler com os irmãos Filipenses, capítulo 2, do verso 5 ao verso 8, ao verso 11. Filipenses capítulo 2, verso 5 a verso 11. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens e reconhecido em figura humana. Assim mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobre maneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra. E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus. Oremos. Senhor Deus, nós buscamos na tua palavra o ensino para as nossas vidas e é ela mesmo que nos conduz a Jesus. Por isso, Senhor Deus, num dia como hoje, numa noite como essa, fala o nosso coração para nos animar, para nos fortalecer, para nos desafiar a sempre falar de Jesus, o motivo principal e o único fundamento dessa igreja. Nós oramos em nome dele, pedindo a luz do teu espírito para as nossas mentes, para as nossas almas, em nome do Senhor Jesus. Amém. Amém. Eu gostaria de começar essa mensagem assim. Uma moça de 16 anos do país de Gales em 1905 foi ao gabinete pastoral para conversar sobre suas dúvidas com respeito à fé cristã. Em meio à conversa, o pastor lhe fez uma pergunta: "Quem é Jesus para você?" O autor que eu li disse que ela não soube responder a pergunta. voltou para casa. Depois de 15 dias pensando sobre isso, na mesma igreja, numa aula de escola dominical, uma classe de jovens com cerca de 20 jovens da mesma idade dela, o professor da escola dominical fez a mesma pergunta: "Quem é Jesus para você?" Aquela moça se levantou trêmula, gaguejante e ela disse assim: "Jesus Cristo é tudo para mim. Ele me salvou". Nesse dia começou um avivamento no país de Gales que balançou aquele país durante 2 anos, mais ou menos. Mais de 30.000 pessoas foram convertidas ao evangelho. Um avivamento que é conhecido não por milagres, não houve ninguém fazendo milagres, não houve ninguém falando línguas, não houve nenhuma experiência miraculosa diferente das demais. Mas esse avivamento ele é marcante e conhecido na história da igreja pelo grande número de conversões de um pequeno país, bem menor que o estado de Goiás ali dentro da Grã-Bretanha. Aquilo que aconteceu naquele país atravessou oceanos e foi atingindo um país após outro. Em 1906, a história e o testemunho do que havia acontecido em Gales a partir de uma aula de escola dominical e um testemunho de poucas palavras, deu início ao que nós conhecemos hoje como o reavivamento da Coreia, que naquela época era uma Coreia só. E o revamento começou exatamente em Pinonhã, que é a capital da Coreia do Norte. E os presbiterianos foram muito atingidos. Quem já leu o Pentecoste coreano de William Blair, ele conta que numa noite em 1906, pregando sobre Primeira João, capítulo 2, uma pessoa levantou a mão no meio do culto, foi à frente e começou a confessar todos os pecados da sua vida. E quando o pastor pensou que ele tinha parado, uma outra pessoa levantou a mão e foi à frente e fez a mesma coisa. Mais um, mais um, mais um. Aquela, aquele culto durou a noite inteira, todo mundo confessando seus pecados na presença de toda a igreja. E aquilo varreu o país. Depois da divisão da Coreia, a Coreia ainda é conhecida por suas igrejas cheias, 4 horas da manhã, 5 horas da manhã, 6 horas da manhã, com chuva, com neve, com frio. E muitas pessoas, inclusive presbiterianos, vão lá para ver se traz uma lasquinha disso aqui para o Brasil. O povo que não gosta muito de acordar 4 horas da manhã. Quem é Jesus para você? Nós falamos sobre os solos Cristos da reforma e sempre falamos que Jesus Cristo é o nosso modelo. Ele é o nosso modelo missionário. Ele é o nosso modelo de filho, é o nosso modelo de irmão. Ele é o nosso modelo de amigo. Ele é o nosso modelo para tudo na nossa vida. E há pelo menos três mensagens que o apóstolo Paulo nos dá aqui de forma muito simples a respeito de esse Jesus que nós falamos que é tudo para nós, que nos salvou e que nós precisamos segui-lo e não voltar atrás de forma nenhuma. Paulo escreve essa carta agradecendo duas ofertas missionárias que ele havia recebido da igreja de Filipos. E ele aponta eh Jesus Cristo como o nosso modelo para isso, o nosso fundamento para isso. Assim como Cristo se encarnou e veio, nós também devemos encarnar a vivência cultural daqueles a quem nós somos enviados e apresentar-lhes o evangelho que redime as suas vidas e também a sua cultura, não nos amoldando a cultura, mas trazendo essa cultura ao evangelho e especialmente a pessoa do Senhor Jesus Cristo. Por e como nós vamos fazer isso? primeiro verso 5, verso 6, nós vamos fazer isso seguindo o exemplo de Jesus Cristo. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Essa atitude que Jesus Cristo teve, a qual Paulo vai descrever nos versículos seguintes, é uma atitude que nós precisamos imitar, repetir. E a atitude que que o apóstolo Paulo coloca aqui em relevo para nós prestarmos atenção é a sua humildade. Antes de Cristo, a humildade era vista como um vício, uma deficiência do caráter. Se você lê os os filósofos gregos, Platão, Aristóteles, os seus companheiros da mesma época, sempre eles vão descrever a humildade como um defeito, como uma falha no caráter humano, até que Jesus Cristo apareceu. Antes de Jesus Cristo era assim, mas quando Jesus Cristo pegou uma toalha, uma bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, tudo mudou. E você percebe o Senhor Jesus, os seus apóstolos, os seus discípulos e a igreja depois dele, ensinando a humildade como um valor importante. E é por isso que hoje humildade é um valor importante para o mundo ocidental, porque na pessoa do Senhor Jesus Cristo, ele mostrou que as pessoas se enganam quando ela quando elas abraçam outros caminhos. O mundo que está ao nosso redor não aceita a humildade, a altivez, o empoderamento, o sucesso, a honra, o reconhecimento público são elementos que não costumam contribuir para a prática da humildade nas empresas, nas sociedades, nas escolas, nas famílias e até mesmo na igreja. O mundo exalta o orgulho, o orgulho gay, o orgulho de ser mulher das feministas, o orgulho de ser homem dos machistas, o orgulho de ser dessa família ou daquela outra. Nós queremos sobressair, nós queremos crescer, nunca diminuir, nunca ser humildes. Mas a Bíblia diz: "Tende em vós o mesmo sentimento que ouve também ser Jesus Cristo." Porque segundo o Senhor Jesus Cristo, ser pequeno não significa ser inútil, mas não buscar a exaltação própria, o reconhecimento a todo custo ou coisas desse tipo são as características da verdadeira humildade. Qual é a maior prova da humildade do nosso Salvador? que sendo Deus não usou isso em proveito próprio. Palavra de Deus diz: "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, a explicação da afirmação anterior, subsistindo na forma de Deus, ele não julgou como usurpação o ser igual a Deus, o ser Deus como Deus é antes. Ele a si mesmo se esvaziou. Sendo Deus, o Senhor Jesus não usou da sua divindade em proveito próprio. Ele não usou isso como motivo de usurpação. Diz o apóstolo Paulo. Usurpar, meus irmãos, é apoderar-se violentamente de algo. É adquirir algo de forma indevida. Jesus Cristo nunca usou a sua divindade indevidamente, mas ele sempre usou o seu poder, a sua divindade para servir. Marcos, capítulo 10 versículo 45. Pois o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. O império humano, o império romano era poderoso. O império romano dominava sobre a Palestina. O Império Romano, apesar da famosa Pax Romana, só havia Pax Romana para quem se submetia a suas conquistas. Aí eu sei que aqui na primeira igreja tem muita gente que é fã do Asterix e do Obelix. Essa é uma herança que o reverendo Rubens deixou por aqui. E quem já viu desenhos animados do Asterix Obix, tem um que chama Asteriques e o Império Romano. E os irmãos conhecem a história. O Império Romano não consegue conquistar a terra, o país, a tribo do Asterix. Estão sempre perdendo para eles. Então o Asteriques cansado disso, deixa eu me alistar no império romano para ver o quanto eles são poderosos. E eles entram na fila da sopa e o Asterix comenta: "Dizem que quanto pior for a comida, mais poderoso é o exército". E aí eles pegam a sopa. Puxa vida, eu não sabia que o império romano era tão poderoso assim. O Império Romano usava o seu poder para oprimir, para conquistar. Quando Marcos escreve o seu evangelho, ele escreve aos Romanos. A principal característica do Senhor Jesus que ele coloca em relevo é o seu serviço. Ele veio para servir, ele veio para cuidar, ele veio para ajudar as pessoas, não para dominar as pessoas. O Senhor Jesus não usa o seu poder para dominar, para humilhar e para oprimir. Ele usa o seu poder para cuidar. E ele faz isso porque ele adota uma postura de humildade. Ele agiu diferentemente do que se costuma agir quando se alcança o poder ou a autoridade com o Senhor Jesus. Não tinha aquela frase que de vez em quando a gente ouve por aí? Você sabe com quem está falando? Não. Ele foi servo, não opressor dos outros. A palavra de Deus diz: "Tende em vós este mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus." Segundo, então o que ele fez, o texto diz no verso 7, no verso 8, que o Senhor Jesus, sendo Deus, sendo igual a Deus, não usou isso de usurpação. Antes disso, a si mesmo se humilhou. E ele se humilhou assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornou-se obediente até a morte e morte de cruz. Ele se esvaziou. Essa expressão para a teologia ganhou um nome, o nome da palavra grega que é usada aqui. A palavra usada para esvaziar é a palavra queis. Os irmãos que gostam de ler comentários bíblicos e que conhecem a boa literatura a respeito do assunto, vez por outra ouve essa expressão aquenos do Senhor Jesus Cristo. É o seu esvaziamento. Há uma polêmica de quando que começa a Quenos. Alguns dizem, "Desde quando ele assumiu a forma humana?" E outros dizem que não. Porque se assumir a forma humana fosse uma humilhação, então o Senhor Jesus estaria e está humilhado até hoje, pois a Bíblia diz que a sua encarnação é irreversível. Então, não é o fato do Senhor Jesus virar gente, assumir a nossa natureza humana, a nossa forma humana, que é a sua humilhação. Porque no céu nós veremos o Senhor Jesus como homem ressuscitado e glorificado. E a Bíblia diz que nós seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Primeiro João, capítulo 2 e capítulo 4. Ele assumiu a forma de servo. E é essa questão que diz respeito ao seu esvaziamento. Ele foi reconhecido como homem. E era importante que ele fosse reconhecido como homem, pois a história da igreja diz e nós testemunhamos que se o Senhor Jesus não fosse homem, plenamente homem, completamente homem, verdadeiramente homem, nós não poderíamos ser salvos. Esse era o ponto fundamental da controvérsa ariana ali de 318 em diante na história da igreja e que deu origem ao que nós conhecemos hoje como os testemunhas de Jeová, que não creem na divindade do Senhor Jesus Cristo. Eles diziam: "Se Deus é pai", houve uma época que ele não era. Então houve mudança em Deus. E eles diziam: "Se Jesus é filho, então houve uma época que ele não existia. Ele teve que nascer. Então eles entenderam que esse nascimento de Jesus Cristo foi Deus criando Jesus como ser mais poderoso da terra, mas não Deus. E aí houve uma palavra que foi introduzida no debate e que também trouxe muita polêmica, porque era uma palavra que definia a relação de Jesus com Deus, mas que não estava na Bíblia, que é a palavra omúcios. E os arianos gostavam de usar uma palavra muito parecida, mas com uma letra a mais, homoios. Homos quer dizer igual, do mesmo tipo. Homocios quer dizer parecido, semelhante. Muitas pessoas existem por aí, nós cruzamos com elas cotidianamente. Algumas vem vender revista Despertar na nossa porta, dizendo que Jesus Cristo não é Deus. Mas a palavra de Deus diz que ele assumiu a forma humana e foi Atanásio de Alexandria por volta do ano 350 que deixou para nós uma obra chamada Da encarnação do Verbo. E você lê o livro todo, ele está traduzido para o português. O que ficou famoso desse livro é um pedacinho assim, um parágrafo, onde ele diz: "Era necessário que o nosso Salvador fosse homem, plenamente homem, porque somente um homem, verdadeiramente homem, poderia pagar o pecado de homens. Um papagaio, uma ovelha, um cordeiro, um novilho, um cabrito, não podem pagar pelos pecados de homens. Todo o sistema sacrificial do Antigo Testamento, ele era imperfeito. Ele apontava para Jesus, aquele que apresentaria um sacrifício perfeito e suficiente por nós. Mas ele diz mais, aquele que veio nos salvar, ele também tinha que ser Deus, plenamente Deus. Porque um homem, um homem perfeito, um homem sem pecado, só pode morrer por outro homem. Então, ele precisava ser Deus, porque sendo eterno, ele poderia oferecer um sacrifício por todos os homens de todas as épocas. E é por isso que nós adoramos Jesus como Deus. Ele é o homem que ofereceu um sacrifício por nós, homens. Ele é o Deus que ofereceu um sacrifício por todos nós, homens de todas as épocas. É esse que nós seguimos. não é alguém inferior a isso. Ele é Deus como pai. Mas a Bíblia diz que sendo ele Deus, não usou isso como usurpação. Ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, morte de cruz. aquences, o esvaziamento de Jesus também diz respeito à sua humilhação, no que diz respeito ao tipo de morte que ele foi condenado. O Senhor Jesus foi morto como um criminoso condenado numa cruz e ele morreu como um criminoso em nosso lugar e a nosso favor. Ele morreu como nós deveríamos morrer por causa dos crimes e dos pecados que nós cometemos. E ele foi crucificado. E diferentemente do que a tradição e os filmes de Hollywood dizem e os crucifixos colocados em várias paredes demonstram, ele não foi crucificado usando um fraldão, ele foi crucificado nu perante os olhos das pessoas. A gravura mais antiga do Senhor Jesus crucificado encontrado nas catacumbas de Roma, o representa nu, diante dos olhos de mulheres, crianças, adolescentes, homens, soldados, todos, todos, todos, todos. A tradição diz que o homem era levado carregando a sua cruz e no momento da crucificação ele era despido, completamente despido. Portanto, durante 6 horas o Senhor Jesus esteve exposto como crucificado na linguagem de Gálatas diante dos olhos das nações. O que é curioso, importante para nós, Hebreus 12, Hebreus 14 diz que ele não fez caso da ignomínia quando ele foi crucificado. Ignomíni é vergonha, mas é um tipo muito específico de vergonha. Vergonha quando você faz uma coisa errada e você fica sem graça, não sabe onde coloca a cara e aí pede perdão ou esconde ou foge, mas passado algum tempo, a vergonha vai embora. Existe o opróbrio. O opróbrio é aquela vergonha que permanece depois que tudo aconteceu. A Bíblia diz que Israel carregou o opróbrio da sua obediência para com Deus durante os 40 anos em que andou no deserto e nos 70 anos da Babilônia. O opróbrio da Babilônia ensinou a Israel nunca mais se curvar diante de uma estátua em idolatria. O Israel que crucificou Jesus não era idólatra, não aceitou Jesus, mas não aceitava mais nenhum Deus pagão também para adoração. E existe a ignomínia. A ignomínia é a vergonha acontecendo. É aquela aquele momento que você não consegue fugir dele, que para qualquer lado que você corra, parece que as câmeras, os holofotes estão em cima de você e que você não tem para onde fugir. Vergonha sobre vergonha sobre vergonha o tempo todo. E a Bíblia diz que o Senhor Jesus não fez caso disso. uma moça aqui em Goiânia, nós estávamos preparando-a para a profissão de fé e nós perguntamos para ela, era um costume do conselho perguntar: "Por que você veio pra igreja?" E ela contou a história da cruz. Ela disse: "Olha, quando eu não crio em Jesus, eu lia lá sobre a crucificação e aquilo me dava raiva. Por que que o Senhor Jesus, poderoso do jeito que ele era, não descia daquela cruz, chamava um raio e acabava acabava com aquele bando de fariseu ali. Era muito mais fácil. Eu achava que ele tinha que fazer era isso. Mas depois eu comecei a pensar, uma menina de 13 anos de idade colocou isso numa cartinha pro conselho. Eu comecei a pensar, se ele tivesse descido da cruz, ele não teria me salvado. Pois a Bíblia diz que o Senhor Jesus Cristo morreu para nossa justificação e ressuscitou. morreu para nossa justificação e ressuscitou para nossa justificação. Não tô lembrando a palavra, mas tá lá em Romanos 4:25, depois você lê. Ele não teria salvo porque ele não teria morrido. Era necessário que ele morresse. E é por isso que hoje eu entreguei minha vida para Jesus. Ele morreu e ele ressuscitou por mim. Senhor Jesus foi crucificado diante dos olhos atentos de mulheres, crianças, homens, de todos eles. Mas serenamente ele se entregou à vergonhosa morte de uma cruz por nós. E é muito difícil, meus irmãos, superestimar a importância da cruz de Cristo para a reforma. Pois se pensarmos a respeito da necessidade da cruz, do significado da cruz, da pregação da cruz, a ofensa da cruz, o caminho da cruz, chegaremos forçosamente à conclusão que Lutero chegou, que a teologia cristã é a teologia da cruz e não a teologia da glória. Porque a teologia da glória, essa que enaltece, que que a enobrece, que dá fama, essa teologia gloriosa traz atrás de si o rastro vergonhoso de milhares de pessoas desviadas da fé. Mas a teologia da cruz, do sofrimento, da humildade, da humilhação, traz atrás de si o rastro glorioso do evangelho, da salvação das pessoas década após década na história da igreja. É a cruz que é a base da nossa fé, não a glória. Pessoal da teologia da prosperidade abraçou a glória e agora tá colhendo a vergonha do mau testemunho que dá. Nós devemos abraçar a cruz. Nela, o Senhor Jesus humilhantemente se entregou por nós. E dela, Paulo vai dizer em seguida, gloriosamente, ele se levantou na manhã da ressurreição. Assim é é importante observar um pouco mais. Se você prestou atenção no texto, o texto diz que o Senhor Jesus humilhou a si mesmo ao aceitar essa posição e essa condenação que nós chamamos em teologia de vicária, em nosso lugar, a nosso favor, por nós. A cruz de Cristo está no centro motor do nosso evangelho, da plantação das igrejas que essa igreja plantou e da base fundamental que mantém essa igreja. de pé há 90 anos nessa cidade é a cruz. Por meio da cruz, Deus realizou a satisfação da honra santa dele contra o pecado. E pela cruz, Cristo se entregou como sacrifício redentivo por nossos pecados. Ali ele nos substituiu, morreu em nosso lugar, morreu à nossa morte e nós cantamos para vivermos a sua vida. É pela pregação da cruz, diz uma outra canção muito querida por nós, que gentilmente nos atraiu e nos salvou, perdoando todos os nossos pecados. Paulo fala em segunda Coríntios, capítulo 5, verso 14, que o amor de Cristo nos constrange quando nós julgamos isso. Um morreu por todos, logo todos morreram. E aqueles que vivem não vivem mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. Ele está falando do Senhor Jesus. Ele se humilhou a si mesmo. E observe então em terceiro lugar que Deus por causa disso, o exaltou acima de todo nome. Versículo 9. até versículo 11, quando você leia então o versículo 8, ele diz: "A si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, morte de cruz, pelo que, em função de que, pela razão de que, Deus também o exaltou sobre maneira e lhe deu um nome que está acima de todo nome." O Senhor Jesus se humilhou a si mesmo, mas quem o exaltou? foi o Pai. E se os irmãos se lembraram bem da sua leitura bíblica, aquele que se humilha perante Deus, Deus o exaltará. E em outro texto, a palavra de Deus diz que todo aquele que se humilha, Deus o exaltará. Observe que não é todo aquele que é humilhado, mas é todo aquele que a si mesmo se humilha. É este que Deus escolhe para exaltar. Porque foi isso que o seu filho fez a favor de nós. E nesse ponto ele também é nosso exemplo. Uma vez que ele se humilhou, ele escolheu voluntariamente esse caminho, o caminho do servo. Todo aquele que o o imita e o segue experimentará o mesmo que ele experimentou. Ele se humilhou, o Pai o exaltou. Quando você se humilha, quando você vive uma vida de humildade, quando você respeita o próximo, quando você levanta o próximo, em vez de diminuí-lo ou de subir pisando na cabeça do próximo, a Bíblia diz que é Deus quem te exalta. Não é o patrão, não é o governo, não é o sorteio da loteria, é Deus. Deus é quem toma conta da nossa reputação. Não é o salário que nós recebemos, não é a casa que nós moramos ou o carro que nós dirigimos. Quem cuida da nossa reputação, por mais simples que ela seja, é Deus. Por mais a importante e plena de autoridade que ela possa ser, é Deus. Deus é aquele que cuida de nós. E ele cuida de nós porque ele cuidou do seu filho. Então ele se humilhou, mas Deus o exaltou. Aquele que a si mesmo se humilha, diz a palavra de Deus, é promessa, Deus o exaltará. E essa é a dinâmica da vida do servo. Primeiro enfrenta-se o difícil, o trabalhoso, a tribulação. Mas depois Deus nos dá o gozo, a vitória, o o descanso e a honra. Provérbios diz: "Buscar a própria honra não é honra". E é melhor que você sente lá no fundo e alguém te chame paraa frente do que você sentar na frente e alguém te chamar lá para o fundo. Eu espero que não seja essa razão de porque sempre o primeiro banco fica vazio. Não foi isso que o Senhor Jesus quis dizer. Eu me lembro que quando eu era pastor em Rubiataba, os primeiros bancos estavam sempre vazios e uma irmã da igreja da Assembleia de Deus disse que sabia porquê. E eu perguntei por quê? Ela disse: "É porque é ocupado por Satanás. Na igreja presbiteriana é Satanás que sempre senta no primeiro banco, só na nossa". Falei: "Então entendi, né? A questão na nossa parece que não. Mas o que o Senhor Jesus qu dizer é que seja humilde. Não fique buscando a própria honra. Não fique tentando construir um caminho de crescimento, porque muitas vezes esse caminho não passa pela humildade, ele passa pela bajulação, ele passa pela manipulação, ele passa por muitos outros caminhos, mas Deus diz: "Escolha o caminho do servo e deixe que o Senhor Jesus vai conduzir. Se ele quiser te colocar num poço de honra, ele o colocará. Se ele não quiser te colocar, ele não te colocará. E nem por isso haverá deshonra. Porque a maior honra é pertencer a Jesus. Ele cuida da nossa reputação. Então ele deu para o Senhor Jesus um nome que está acima de todo nome. Maior de todos os nomes é o nome do Senhor Jesus. E ele diz que Deus tem três propósitos com isso. Para que todo joelho se dobre diante de Cristo, para que toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor e para que o nome do Pai seja glorificado. Deixa eu fazer algumas aplicações. Então, primeira, a atitude de Cristo é algo que nós temos que ter em nós. Ser humildes. Ser humilde é algo que nós temos que possuir no coração, porque nos faz ser mais parecidos com Jesus. É isso que nós queremos. Segundo, uma vida humilde muitas vezes não combina com a busca por status perante os outros. Se você gosta de status, se você faz só por causa do aplauso, se você fica de biquinho e cheio de mimimi porque o seu nome não foi mencionado numa festa da igreja, você não está imitando a Jesus, você está imitando outro tipo de gente. Não faça assim. E se fazia, não faça mais. Terceiro, quem nos exalta é Deus. Nunca nós mesmos, mas nós somos teimosos. Nós gostamos de nos exaltar perante os outros. Ah, eu estava naquela reunião e fui eu que dei a ideia. Um pastor certa vez disse que Deus não teria curado a pessoa se ele não estivesse lá. E um outro disse que ele não precisava de diploma para fazer o Espírito Santo descer no culto. Vai. A igreja virou centro espírita agora. Não, não somos nós que nos exaltamos, é Deus. Deixa que Deus te honre e ele o fará. E você verá o quão bom e agradável é quando Deus nos honra e nos exalta. E por último, uma pergunta bem particular. Quais são os três principais objetivos da sua vida? Eu me lembro que quando eu estava chegando aqui em Goiânia e um seminarista veio trabalhar comigo. Ele me chamou para ir almoçar na sua casa num domingo após a escola dominical e nós fomos. Ele então, todo cheio de satisfação, chegou para mim e disse: "Pastor, eu acabei de quitar o meu primeiro apartamento e o meu objetivo é o seguinte: quando eu tiver 10 anos de ministério, eu vou quitar o segundo e quando eu tiver 20 anos de ministério, eu vou quitar o terceiro." Que bênção. Se eu fosse o seu shed, eu ia falar assim: "Mas que cois é, irmãos? Não tem nenhum problema você que tá um apartamento atrás do outro. É bênção. O problema é se esse é o seu objetivo de vida. Mas talvez você seja como a maioria de nós tem objetivo de vida nenhum. Tá vivendo aí ao Deus dará, né? A Bíblia te dá três objetivos que eu gostaria de te incentivar a abraçá-los. Primeiro, dobrar-se diante de Cristo no dia da ressurreição. Tenha como objetivo de vida estar lá de joelhos, mas da de joelho junto àqueles que estarão no lado direito de Jesus, não daqueles que estarão no lado esquerdo. que aqueles que estarão no lado esquerdo dirão: "Jesus Cristo é Senhor", mas irão para o inferno aqueles que o Senhor Jesus chamar para o seu lado direito são aqueles que o receberam, entregaram as suas vidas nas suas mãos. Então, tenha por objetivo de vida dobrar-se, estar diante do Senhor Jesus naquele dia do lado certo da sua mão. Quem já assistiu aquele programa Israel com Aline, ela tem um capítulo só sobre o dia do juízo final e ele é um dos mais engraçados que eu já vi. E lá em Israel, no Vale de Cedron, tem um cemitério de judeus. Tem mais de 5000 pessoas sepultadas naquele cemitério. E sabe por aquele porque aquele cemitério está naquele lugar? Porque os judeus sabem que o juízo final será ali e eles querem ser os primeiros a ressuscitarem, assistir tudo de camarote. Coitados, se eles não tiverem Jesus, eles vão estar no pior lugar do juízo final. Na frente. Você já se dobrou diante do Senhor Jesus? Você já disse no seu coração: "Jesus Cristo é meu Senhor". Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor e no teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Primeiro objetivo, dobrar-se diante de Jesus e dizer: "Jesus Cristo é meu Senhor". Segundo objetivo, confessar a Cristo perante os homens. Porque o texto diz para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra. E toda língua, toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai. Confessar a Cristo perante os homens. No dia em que você receber a Jesus, mas pelo resto da sua vida, porque todo aquele que me confessar diante dos homens, eu confessarei diante do meu pai. E todo aquele que me negar diante dos homens, eu negarei diante do meu pai. Tem muita gente por aí, por mais presbiteriano que seja, que anda negando Jesus nas festas que vai no sábado à noite, nos motéis que frequenta com as suas namoradas ou amigas e outros lugares mais. Eu fui pastor de uma moça de 15 anos, que de 15 anos que era membro da igreja, tomava ceia e no sábado ia pra festinha. Aí um dia uma amiga perguntou: "Mas você não é lá da Igreja Presbiteriana?" Não, não, eu só sou visitante lá. Lembro como um ganho de tomar ceia. Cuidado quando você fica dizendo que é só visitante. Cuidado quando você fica trocando de igreja só por causa da sua comodidade. Porque o que Jesus espera é que você o confesse diante dos homens pelo resto da sua vida. Nunca negue Jesus. Viva para Jesus. Terceiro objetivo de vida. glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. Lembra da primeira pergunta do breve cateicismo, que é a única que todo mundo sabe de cor, inclusive os pastores. Eu já li, irmãos, várias vezes, mas a única que eu decorei até hoje é a primeira. Tô decorando com a minha netinha, mas ela já decorou mais do que eu, embora eu fique lendo para ela até ela decorar. Mas quando a gente pergunta qual é o fim principal do homem, todo mundo sabe de qual? glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. A não ser que você seja um leitor assído do John Piper que ficou famoso, exatamente porque ele fez uma interpretação diferente dessa frase. Ele diz no seu primeiro livro que o fez ficar famoso na sua tese de doutorado, que uma partícula inglesa antiga ali, ah, diz que o i, né, glorificar a Deus e gozá-lo para sempre, não quer dizer simplesmente um mais isso ou um consecutivo. Ele diz que é também um meio. Então glorificar a Deus como gozando-o, tendo alegria nele, tendo prazer nele para sempre. Você tem procurado glorificar a Deus em tudo que faz? Três objetivos: dobrar-se diante de Jesus, confessá-lo perante os homens, gozá-lo, ter prazer nele, ter alegria nele para sempre. Vamos orar. [Música]