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A fé vem pelo ouvir

Quem é Jesus pra você? | Rev. Hélio de Oliveira Silva

Quem é Jesus pra você? | Rev. Hélio de Oliveira Silva

Quem é Jesus pra você? | Rev. Hélio de Oliveira Silva

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[Música]
Meus irmãos, é um privilégio, uma honra
e um motivo de gratidão poder estar aqui
com os irmãos
novamente. Eu trago o abraço da Igreja
Presbiteriana de Vila Nova. Para os
irmãos que não sabem, a igreja de Vila
Nova foi a primeira filha da primeira
igreja.
Primeira Igreja fundou a igreja de Vila
Nova no dia 11 de junho de
1946, quando a primeira igreja ainda era
congregação da Missão Oeste do
Brasil. Embora a Vila Nova seja a
primeira segunda igreja a ser fundada em
Goiânia, ela foi a quarta a ser
organizada. Em 1961, a primeira igreja
plantou a segunda, que na época se
chamava Vila Operária. E ela se
organizou rapidamente em 1962.
A segunda igreja plantou a igreja de
Campinas, mas não tinha condição de
manter o trabalho sozinho. Pediu auxílio
à primeira igreja que ceder um dos seus
pastores, reverendo Amador Alves de
Menezes. Em menos de 2 anos, a igreja de
Campinas se organizou como igreja.
Somente em 1966 é que a Vila Nova se
organizou. Nós queremos também trazer os
parabéns da Vila Nova, à primeira
Igreja, que está completando 90 anos de
fundação. Ano que vem nós completaremos
80 e já estamos convidando o pastor da
primeira igreja para pregar no culto de
80 anos como gratidão. Nós vamos reunir
as nossas nove
filhas. Algumas pessoas criticam a
primeira igreja dizendo que ela não faz
missão urbana, mas uma estatística muito
simples mostra que isso não é verdade.
Primeira igreja plantou mais de 22
igrejas em Goiânia. Se somarmos as
igrejas que a primeira igreja plantou
junto com as igrejas que a Vila Nova
plantou, as duas igrejas juntas
plantaram metade do presbiteriano,
presbiterianismo goianiense. E essa é
uma estatística que não pode passar
despercebida. Para aqueles que sempre me
falar, a primeira igreja só gosta de
missões, missões transculturais.
É só contar quantas filhas esparramadas
por Goiânia a primeira igreja tem. E eu
tenho o privilégio de pastorear uma
delas, que é a igreja de Vila
Nova. E por falar em aniversário da
primeira
igreja, primeira igreja há dois dias
atrás completou mais um aniversário que
é muito pouco conhecido aqui. No dia 16
de maio de
1948, umas 238 pessoas se reuniram aqui
neste mesmo lugar para a organização da
Primeira Igreja Presbiteriana de
Goiânia.
Embora a primeira igreja tenha sido
fundada em 28 de outubro de
35, ela só foi organizada em 16 de maio
de
1948. E um dado curioso sobre essa
história é que a missão oeste do Brasil,
que plantou a primeira igreja e inúmeras
igrejas no estado de Goiás, ela tinha o
costume de organizar as igrejas, mas não
entregá-las à IPB. Ela entregava grupos
de igreja, presbitério já formados. Em
1954, houve uma mudança na relação da
Igreja Presbiteriana do Brasil com as
igrejas
norte-americanas. Então, a IPB exigiu
que as missões entregassem as igrejas já
organizadas, mas ainda não entregues.
Então, a missão oeste do Brasil fez a
maior entrega de igrejas da história da
IPB de uma só vez em 1954.
boa parte do Triângulo Mineiro, todas as
igrejas de Mato Grosso e as igrejas de
Goiás, que já estavam organizadas e uma
delas era a primeira igreja. Esse é um
período da história do presbiterianismo
goiano que eu ainda quero estudar. E em
breve eu vou pedir permissão ao conselho
da primeira igreja para reler as atas de
1948 até
1954 para entender como foi o
comportamento da primeira igreja dessa
forma.
Dois eventos importantes da Primeira
Igreja aconteceram nesse período. Em
1951, a primeira igreja pediu permissão
à Missão Oeste para organizar o IP. Uma
frase que ficou famosa e é muito citada
aqui na primeira igreja. Reverendo
Wilson Wilson de Carro Ferreira voltou
de patrocínio e disse: "Olha, a missão
não permitiu, mas nós vamos fazer assim
mesmo". E olha aí o tamanho do IP.
Na minha opinião, essa é a declaração de
maioridade da primeira igreja. Ela
consegue se sustentar, ela consegue
movimentar os seus ministérios. Mas em
1953 aconteceu um outro fato que quase
ninguém conhece. Eu não quis colocar no
meu livro que eu escrevi na época porque
quero quero pesquisá-lo mais.
Em 1953, no último ano do revendo Wilson
de Cásio Ferreira, a primeira igreja fez
um novo pedido à missão, que eu não me
lembro exatamente qual foi e esse pedido
também foi
rejeitado. Então, revendo Wilson disse
numa reunião do conselho e ficou
registrado na ata de
1953 uma frase que talvez algum dia ent
pra
história: "Passou da hora de nós termos
um presbitério em Goiânia".
O presbitério de Goiânia só foi
organizado em
1965, mas a ideia dele nasceu aqui nessa
igreja.
Um presbitério é um ato da IPB que é
importante para uma região para o seu
crescimento. E a primeira igreja sempre
esteve à frente e na frente de todas as
decisões da vanguarda do
presbiterianismo goiano. E é por isso
que nós oramos sempre com gratidão e com
interesse pelo sucesso, a preservação e
a bênção de Deus sobre essa igreja.
Que Deus abençoe e feliz aniversário de
organização. 16 de maio de
1948. Pensando nisso, eu gostaria de ler
com os irmãos Filipenses, capítulo 2, do
verso 5 ao verso 8, ao verso 11.
Filipenses capítulo 2, verso 5 a verso
11. Tende em vós o mesmo sentimento que
houve também em Cristo
Jesus, pois ele, subsistindo em forma de
Deus, não julgou como usurpação o ser
igual a Deus.
Antes a si mesmo se esvaziou, assumindo
a forma de servo, tornando-se em
semelhança de homens e reconhecido em
figura humana. Assim mesmo se humilhou,
tornando-se obediente até a morte, morte
de cruz. Pelo que também Deus o exaltou
sobre maneira e lhe deu o nome que está
acima de todo nome, para que ao nome de
Jesus se dobre todo joelho nos céus, na
terra e debaixo da terra.
E toda língua confesse que Jesus Cristo
é Senhor para a glória de Deus.
Oremos. Senhor Deus, nós buscamos na tua
palavra o ensino para as nossas
vidas e é ela mesmo que nos conduz a
Jesus.
Por isso, Senhor Deus, num dia como
hoje, numa noite como essa, fala o nosso
coração para nos animar, para nos
fortalecer, para nos desafiar a sempre
falar de Jesus, o motivo principal e o
único fundamento dessa igreja. Nós
oramos em nome dele, pedindo a luz do
teu espírito para as nossas mentes, para
as nossas almas, em nome do Senhor
Jesus.
Amém.
Amém. Eu gostaria de começar essa
mensagem assim. Uma moça de 16 anos do
país de Gales em
1905 foi ao gabinete pastoral para
conversar sobre suas dúvidas com
respeito à fé
cristã. Em meio à conversa, o pastor lhe
fez uma pergunta: "Quem é Jesus para
você?" O autor que eu li disse que ela
não soube responder a pergunta. voltou
para casa. Depois de 15 dias pensando
sobre isso, na mesma igreja, numa aula
de escola dominical, uma classe de
jovens com cerca de 20 jovens da mesma
idade dela, o professor da escola
dominical fez a mesma pergunta: "Quem é
Jesus para
você?" Aquela moça se levantou
trêmula,
gaguejante e ela disse assim: "Jesus
Cristo é tudo para mim. Ele me salvou".
Nesse dia começou um avivamento no país
de Gales que balançou aquele país
durante 2 anos, mais ou menos. Mais de
30.000 pessoas foram convertidas ao
evangelho. Um avivamento que é conhecido
não por milagres, não houve ninguém
fazendo milagres, não houve ninguém
falando línguas, não houve nenhuma
experiência miraculosa diferente das
demais. Mas esse avivamento ele é
marcante e conhecido na história da
igreja pelo grande número de conversões
de um pequeno país, bem menor que o
estado de Goiás ali dentro da
Grã-Bretanha. Aquilo que aconteceu
naquele país atravessou oceanos e foi
atingindo um país após outro. Em
1906, a história e o testemunho do que
havia acontecido em Gales a partir de
uma aula de escola dominical e um
testemunho de poucas
palavras, deu início ao que nós
conhecemos hoje como o reavivamento da
Coreia, que naquela época era uma Coreia
só. E o revamento começou exatamente em
Pinonhã, que é a capital da Coreia do
Norte. E os presbiterianos foram muito
atingidos.
Quem já leu o Pentecoste coreano de
William Blair, ele conta que numa noite
em 1906, pregando sobre Primeira João,
capítulo 2, uma pessoa levantou a mão no
meio do
culto, foi à frente e começou a
confessar todos os pecados da sua
vida. E quando o pastor pensou que ele
tinha parado, uma outra pessoa levantou
a mão e foi à frente e fez a mesma
coisa. Mais um, mais um, mais um.
Aquela, aquele culto durou a noite
inteira, todo mundo confessando seus
pecados na presença de toda a
igreja. E aquilo varreu o
país. Depois da divisão da Coreia, a
Coreia ainda é conhecida por suas
igrejas cheias, 4 horas da manhã, 5
horas da manhã, 6 horas da manhã, com
chuva, com neve, com
frio. E muitas pessoas, inclusive
presbiterianos, vão lá para ver se traz
uma lasquinha disso aqui para o Brasil.
O povo que não gosta muito de acordar 4
horas da
manhã. Quem é Jesus para
você? Nós falamos sobre os solos Cristos
da reforma e sempre falamos que Jesus
Cristo é o nosso modelo. Ele é o nosso
modelo missionário. Ele é o nosso modelo
de filho, é o nosso modelo de irmão. Ele
é o nosso modelo de amigo. Ele é o nosso
modelo para tudo na nossa vida.
E há pelo menos três mensagens que o
apóstolo Paulo nos dá aqui de forma
muito simples a respeito de esse Jesus
que nós falamos que é tudo para nós, que
nos salvou e que nós precisamos segui-lo
e não voltar atrás de forma nenhuma.
Paulo escreve essa carta agradecendo
duas ofertas missionárias que ele havia
recebido da igreja de Filipos. E ele
aponta eh Jesus Cristo como o nosso
modelo para isso, o nosso fundamento
para isso. Assim como Cristo se encarnou
e veio, nós também devemos encarnar a
vivência cultural daqueles a quem nós
somos enviados e apresentar-lhes o
evangelho que redime as suas vidas e
também a sua cultura, não nos amoldando
a cultura, mas trazendo essa cultura ao
evangelho e especialmente a pessoa do
Senhor Jesus Cristo. Por e como nós
vamos fazer isso? primeiro verso 5,
verso 6, nós vamos fazer isso seguindo o
exemplo de Jesus Cristo. Tende em vós o
mesmo sentimento que houve também em
Cristo Jesus.
Essa atitude que Jesus Cristo teve, a
qual Paulo vai descrever nos versículos
seguintes, é uma atitude que nós
precisamos imitar, repetir. E a atitude
que que o apóstolo Paulo coloca aqui em
relevo para nós prestarmos atenção é a
sua
humildade. Antes de Cristo, a humildade
era vista como um vício, uma deficiência
do caráter. Se você lê os os filósofos
gregos, Platão, Aristóteles, os seus
companheiros da mesma época, sempre eles
vão descrever a humildade como um
defeito, como uma falha no caráter
humano, até que Jesus Cristo
apareceu. Antes de Jesus Cristo era
assim, mas quando Jesus Cristo pegou uma
toalha, uma bacia e começou a lavar os
pés dos seus discípulos, tudo mudou.
E você percebe o Senhor Jesus, os seus
apóstolos, os seus discípulos e a igreja
depois dele, ensinando a humildade como
um valor
importante. E é por isso que hoje
humildade é um valor importante para o
mundo ocidental, porque na pessoa do
Senhor Jesus Cristo, ele mostrou que as
pessoas se enganam quando ela quando
elas abraçam outros caminhos. O mundo
que está ao nosso redor não aceita a
humildade, a altivez, o empoderamento, o
sucesso, a honra, o reconhecimento
público são elementos que não costumam
contribuir para a prática da humildade
nas empresas, nas sociedades, nas
escolas, nas famílias e até mesmo na
igreja.
O mundo exalta o orgulho, o orgulho gay,
o orgulho de ser mulher das feministas,
o orgulho de ser homem dos machistas, o
orgulho de ser dessa família ou daquela
outra. Nós queremos sobressair, nós
queremos crescer, nunca
diminuir, nunca ser
humildes. Mas a Bíblia diz: "Tende em
vós o mesmo sentimento que ouve também
ser Jesus Cristo."
Porque segundo o Senhor Jesus Cristo,
ser pequeno não significa ser inútil,
mas não buscar a exaltação própria, o
reconhecimento a todo custo ou coisas
desse tipo são as características da
verdadeira humildade. Qual é a maior
prova da humildade do nosso Salvador?
que sendo Deus não usou isso em proveito
próprio. Palavra de Deus diz: "Tende em
vós o mesmo sentimento que houve também
em Cristo Jesus, pois ele, a explicação
da afirmação anterior, subsistindo na
forma de Deus, ele não julgou como
usurpação o ser igual a Deus, o ser Deus
como Deus é antes. Ele a si mesmo se
esvaziou. Sendo Deus, o Senhor Jesus não
usou da sua divindade em proveito
próprio. Ele não usou isso como motivo
de usurpação. Diz o apóstolo Paulo.
Usurpar, meus irmãos, é apoderar-se
violentamente de algo. É adquirir algo
de forma indevida. Jesus Cristo nunca
usou a sua divindade indevidamente, mas
ele sempre usou o seu
poder, a sua divindade para servir.
Marcos, capítulo 10 versículo 45. Pois o
filho do homem não veio para ser
servido, mas para servir e dar a sua
vida em resgate por muitos.
O império humano, o império romano era
poderoso. O império romano dominava
sobre a Palestina. O Império Romano,
apesar da famosa Pax
Romana, só havia Pax Romana para quem se
submetia a suas
conquistas. Aí eu sei que aqui na
primeira igreja tem muita gente que é fã
do Asterix e do Obelix. Essa é uma
herança que o reverendo Rubens deixou
por
aqui. E quem já viu desenhos animados do
Asterix Obix, tem um que chama
Asteriques e o Império
Romano. E os irmãos conhecem a história.
O Império Romano não consegue conquistar
a terra, o país, a tribo do
Asterix. Estão sempre perdendo para
eles. Então o Asteriques cansado disso,
deixa eu me alistar no império romano
para ver o quanto eles são poderosos.
E eles entram na fila da
sopa e o Asterix
comenta: "Dizem que quanto pior for a
comida, mais poderoso é o exército". E
aí eles pegam a
sopa. Puxa vida, eu não sabia que o
império romano era tão poderoso
assim. O Império Romano usava o seu
poder para
oprimir, para conquistar.
Quando Marcos escreve o seu evangelho,
ele escreve aos Romanos. A principal
característica do Senhor Jesus que ele
coloca em relevo é o seu serviço. Ele
veio para servir, ele veio para cuidar,
ele veio para ajudar as pessoas, não
para dominar as pessoas. O Senhor Jesus
não usa o seu poder para dominar, para
humilhar e para oprimir. Ele usa o seu
poder para cuidar. E ele faz isso porque
ele adota uma postura de humildade. Ele
agiu
diferentemente do que se costuma agir
quando se alcança o poder ou a
autoridade com o Senhor Jesus. Não tinha
aquela frase que de vez em quando a
gente ouve por aí? Você sabe com quem
está
falando? Não. Ele foi servo, não
opressor dos outros. A palavra de Deus
diz: "Tende em vós este mesmo sentimento
que houve também em Cristo Jesus."
Segundo, então o que ele fez, o texto
diz no verso 7, no verso 8, que o Senhor
Jesus, sendo Deus, sendo igual a Deus,
não usou isso de usurpação.
Antes disso, a si mesmo se humilhou. E
ele se humilhou assumindo a forma de
servo, tornando-se em semelhança de
homens, reconhecido em figura humana, a
si mesmo se humilhou, tornou-se
obediente até a morte e morte de
cruz. Ele se esvaziou.
Essa expressão para a
teologia ganhou um nome, o nome da
palavra grega que é usada aqui. A
palavra usada para esvaziar é a palavra
queis. Os irmãos que gostam de ler
comentários bíblicos e que conhecem a
boa literatura a respeito do assunto,
vez por outra ouve essa expressão
aquenos do Senhor Jesus Cristo. É o seu
esvaziamento. Há uma polêmica de quando
que começa a Quenos. Alguns dizem,
"Desde quando ele assumiu a forma
humana?" E outros dizem que não. Porque
se assumir a forma humana fosse uma
humilhação, então o Senhor Jesus estaria
e está humilhado até hoje, pois a Bíblia
diz que a sua encarnação é irreversível.
Então, não é o fato do Senhor Jesus
virar gente, assumir a nossa natureza
humana, a nossa forma humana, que é a
sua humilhação. Porque no céu nós
veremos o Senhor Jesus como homem
ressuscitado e glorificado. E a Bíblia
diz que nós seremos semelhantes a ele,
pois o veremos como ele é. Primeiro
João, capítulo 2 e capítulo 4. Ele
assumiu a forma de servo. E é essa
questão que diz respeito ao seu
esvaziamento. Ele foi reconhecido como
homem. E era importante que ele fosse
reconhecido como homem, pois a história
da igreja diz e nós testemunhamos que se
o Senhor Jesus não fosse homem,
plenamente homem, completamente homem,
verdadeiramente homem, nós não
poderíamos ser salvos. Esse era o ponto
fundamental da controvérsa ariana ali de
318 em diante na história da igreja e
que deu origem ao que nós conhecemos
hoje como os testemunhas de Jeová, que
não creem na divindade do Senhor Jesus
Cristo. Eles diziam: "Se Deus é pai",
houve uma época que ele não era. Então
houve mudança em Deus. E eles diziam:
"Se Jesus é filho, então houve uma época
que ele não existia. Ele teve que
nascer. Então eles entenderam que esse
nascimento de Jesus Cristo foi Deus
criando Jesus como ser mais poderoso da
terra, mas não Deus. E aí houve uma
palavra que foi introduzida no debate e
que também trouxe muita polêmica, porque
era uma palavra que definia a relação de
Jesus com Deus, mas que não estava na
Bíblia, que é a palavra omúcios.
E os arianos gostavam de usar uma
palavra muito parecida, mas com uma
letra a mais,
homoios. Homos quer dizer igual, do
mesmo tipo. Homocios quer dizer
parecido, semelhante. Muitas pessoas
existem por aí, nós cruzamos com elas
cotidianamente. Algumas vem vender
revista Despertar na nossa porta,
dizendo que Jesus Cristo não é Deus.
Mas a palavra de Deus diz que ele
assumiu a forma humana e foi Atanásio de
Alexandria por volta do ano 350 que
deixou para nós uma obra chamada Da
encarnação do
Verbo. E você lê o livro todo, ele está
traduzido para o português. O que ficou
famoso desse livro é um pedacinho assim,
um
parágrafo, onde ele diz: "Era necessário
que o nosso Salvador fosse homem,
plenamente homem, porque somente um
homem, verdadeiramente homem, poderia
pagar o pecado de homens. Um papagaio,
uma ovelha, um cordeiro, um novilho, um
cabrito, não podem pagar pelos pecados
de homens. Todo o sistema sacrificial do
Antigo Testamento, ele era imperfeito.
Ele apontava para Jesus, aquele que
apresentaria um sacrifício perfeito e
suficiente por
nós. Mas ele diz mais, aquele
que veio nos salvar, ele também tinha
que ser Deus, plenamente Deus. Porque um
homem, um homem perfeito, um homem sem
pecado, só pode morrer por outro homem.
Então, ele precisava ser Deus, porque
sendo eterno, ele poderia oferecer um
sacrifício por todos os homens de todas
as
épocas. E é por isso que nós adoramos
Jesus como Deus. Ele é o homem que
ofereceu um sacrifício por nós, homens.
Ele é o Deus que ofereceu um sacrifício
por todos nós, homens de todas as
épocas. É esse que nós seguimos.
não é alguém inferior a isso. Ele é Deus
como pai. Mas a Bíblia diz que sendo ele
Deus, não usou isso como usurpação. Ele
se
humilhou, tornando-se obediente até a
morte, morte de cruz. aquences, o
esvaziamento de Jesus também diz
respeito à sua humilhação, no que diz
respeito ao tipo de morte que ele foi
condenado. O Senhor Jesus foi morto como
um criminoso condenado numa cruz e ele
morreu como um criminoso em nosso lugar
e a nosso favor. Ele morreu como nós
deveríamos morrer por causa dos crimes e
dos pecados que nós cometemos.
E ele foi
crucificado. E diferentemente do que a
tradição e os filmes de Hollywood dizem
e os crucifixos colocados em várias
paredes demonstram, ele não foi
crucificado usando um
fraldão, ele foi crucificado nu perante
os olhos das pessoas. A gravura mais
antiga do Senhor Jesus crucificado
encontrado nas catacumbas de Roma, o
representa nu, diante dos olhos de
mulheres, crianças, adolescentes,
homens, soldados, todos, todos, todos,
todos.
A tradição diz que o homem era levado
carregando a sua cruz e no momento da
crucificação ele era despido,
completamente despido. Portanto, durante
6 horas o Senhor Jesus esteve exposto
como crucificado na linguagem de Gálatas
diante dos olhos das nações.
O que é curioso, importante para nós,
Hebreus 12, Hebreus 14 diz que ele não
fez caso da ignomínia quando ele foi
crucificado. Ignomíni é vergonha, mas é
um tipo muito específico de
vergonha. Vergonha quando você faz uma
coisa errada e você fica sem graça, não
sabe onde coloca a cara e aí pede perdão
ou esconde ou foge, mas passado algum
tempo, a vergonha vai embora.
Existe o opróbrio. O opróbrio é aquela
vergonha que permanece depois que tudo
aconteceu. A Bíblia diz que Israel
carregou o opróbrio da sua obediência
para com Deus durante os 40 anos em que
andou no deserto e nos 70 anos da
Babilônia. O opróbrio da Babilônia
ensinou a Israel nunca mais se curvar
diante de uma estátua em
idolatria. O Israel que crucificou Jesus
não era idólatra, não aceitou Jesus, mas
não aceitava mais nenhum Deus pagão
também para
adoração. E existe a ignomínia.
A ignomínia é a vergonha
acontecendo. É aquela aquele momento que
você não consegue fugir dele, que para
qualquer lado que você corra, parece que
as câmeras, os holofotes estão em cima
de
você e que você não tem para onde fugir.
Vergonha sobre vergonha sobre vergonha o
tempo
todo. E a Bíblia diz que o Senhor Jesus
não fez caso
disso. uma moça aqui em Goiânia, nós
estávamos preparando-a para a profissão
de fé e nós perguntamos para ela, era um
costume do conselho perguntar: "Por que
você veio pra
igreja?" E ela contou a história da
cruz. Ela disse: "Olha, quando eu não
crio em Jesus, eu lia lá sobre a
crucificação e aquilo me dava
raiva. Por que que o Senhor Jesus,
poderoso do jeito que ele era, não
descia daquela cruz, chamava um raio e
acabava acabava com aquele bando de
fariseu ali. Era muito mais fácil. Eu
achava que ele tinha que fazer era isso.
Mas depois eu comecei a pensar, uma
menina de 13 anos de idade colocou isso
numa cartinha pro
conselho. Eu comecei a
pensar, se ele tivesse descido da
cruz, ele não teria me
salvado. Pois a Bíblia diz que o Senhor
Jesus Cristo morreu para nossa
justificação e ressuscitou.
morreu para nossa justificação e
ressuscitou para nossa justificação. Não
tô lembrando a palavra, mas tá lá em
Romanos 4:25, depois você
lê. Ele não teria salvo porque ele não
teria
morrido. Era necessário que ele
morresse. E é por isso que hoje eu
entreguei minha vida para Jesus. Ele
morreu e ele ressuscitou por mim.
Senhor Jesus foi crucificado diante dos
olhos atentos de mulheres, crianças,
homens, de todos eles. Mas serenamente
ele se entregou à vergonhosa morte de
uma cruz por nós. E é muito difícil,
meus irmãos, superestimar a importância
da cruz de Cristo para a reforma. Pois
se pensarmos a respeito da necessidade
da cruz, do significado da cruz, da
pregação da cruz, a ofensa da cruz, o
caminho da cruz, chegaremos forçosamente
à conclusão que Lutero chegou, que a
teologia cristã é a teologia da cruz e
não a teologia da glória. Porque a
teologia da glória, essa que enaltece,
que que a enobrece, que dá fama, essa
teologia gloriosa traz atrás de si o
rastro vergonhoso de milhares de pessoas
desviadas da fé.
Mas a teologia da cruz, do sofrimento,
da humildade, da
humilhação, traz atrás de si o rastro
glorioso do evangelho, da salvação das
pessoas década após década na história
da igreja.
É a cruz que é a base da nossa fé, não a
glória. Pessoal da teologia da
prosperidade abraçou a glória e agora tá
colhendo a vergonha do mau testemunho
que
dá. Nós devemos abraçar a cruz.
Nela, o Senhor Jesus
humilhantemente se entregou por nós. E
dela, Paulo vai dizer em seguida,
gloriosamente, ele se levantou na manhã
da
ressurreição.
Assim é é importante observar um pouco
mais.
Se você prestou atenção no texto, o
texto diz que o Senhor Jesus humilhou a
si mesmo ao aceitar essa posição e essa
condenação que nós chamamos em teologia
de vicária, em nosso lugar, a nosso
favor, por nós. A cruz de Cristo está no
centro motor do nosso evangelho, da
plantação das igrejas que essa igreja
plantou e da base fundamental que mantém
essa igreja. de pé há 90 anos nessa
cidade é a cruz. Por meio da cruz, Deus
realizou a satisfação da honra santa
dele contra o pecado. E pela cruz,
Cristo se entregou como sacrifício
redentivo por nossos pecados. Ali ele
nos substituiu, morreu em nosso lugar,
morreu à nossa morte e nós cantamos para
vivermos a sua vida. É pela pregação da
cruz, diz uma outra canção muito querida
por nós, que gentilmente nos atraiu e
nos salvou, perdoando todos os nossos
pecados. Paulo fala em segunda
Coríntios, capítulo 5, verso 14, que o
amor de Cristo nos constrange quando nós
julgamos isso. Um morreu por todos, logo
todos morreram. E aqueles que vivem não
vivem mais para si
mesmos, mas para aquele que por eles
morreu e
ressuscitou. Ele está falando do Senhor
Jesus. Ele se humilhou a si
mesmo. E observe então em terceiro lugar
que
Deus por causa disso, o exaltou acima de
todo nome. Versículo 9. até versículo
11, quando você leia então o versículo
8, ele diz: "A si mesmo se humilhou,
tornando-se obediente até a morte, morte
de cruz, pelo que, em função de que,
pela razão de que, Deus também o exaltou
sobre maneira e lhe deu um nome que está
acima de todo
nome." O Senhor Jesus se humilhou a si
mesmo, mas quem o exaltou?
foi o
Pai. E se os irmãos se lembraram bem da
sua leitura bíblica, aquele que se
humilha perante Deus, Deus o exaltará. E
em outro texto, a palavra de Deus diz
que todo aquele que se
humilha, Deus o exaltará. Observe que
não é todo aquele que é humilhado, mas é
todo aquele que a si mesmo se
humilha. É este que Deus escolhe para
exaltar. Porque foi isso que o seu filho
fez a favor de nós. E nesse ponto ele
também é nosso exemplo. Uma vez que ele
se humilhou, ele escolheu
voluntariamente esse caminho, o caminho
do servo. Todo aquele que o o imita e o
segue experimentará o mesmo que ele
experimentou. Ele se humilhou, o Pai o
exaltou.
Quando você se humilha, quando você vive
uma vida de humildade, quando você
respeita o próximo, quando você levanta
o próximo, em vez de diminuí-lo ou de
subir pisando na cabeça do próximo, a
Bíblia diz que é Deus quem te
exalta. Não é o patrão, não é o
governo, não é o sorteio da
loteria, é Deus.
Deus é quem toma conta da nossa
reputação. Não é o salário que nós
recebemos, não é a casa que nós moramos
ou o carro que nós dirigimos. Quem cuida
da nossa reputação, por mais simples que
ela seja, é Deus. Por mais a importante
e plena de autoridade que ela possa ser,
é Deus.
Deus é aquele que cuida de
nós. E ele cuida de nós porque ele
cuidou do seu
filho. Então ele se humilhou, mas Deus o
exaltou. Aquele que a si mesmo se
humilha, diz a palavra de Deus, é
promessa, Deus o exaltará. E essa é a
dinâmica da vida do servo. Primeiro
enfrenta-se o difícil, o trabalhoso, a
tribulação. Mas depois Deus nos dá o
gozo, a vitória, o o descanso e a honra.
Provérbios diz: "Buscar a própria honra
não é honra". E é melhor que você sente
lá no fundo e alguém te chame paraa
frente do que você sentar na frente e
alguém te chamar lá para o
fundo. Eu espero que não seja essa razão
de porque sempre o primeiro banco fica
vazio. Não foi isso que o Senhor Jesus
quis
dizer. Eu me lembro que quando eu era
pastor em Rubiataba, os primeiros bancos
estavam sempre vazios e uma irmã da
igreja da Assembleia de Deus disse que
sabia porquê.
E eu perguntei por quê? Ela disse: "É
porque é ocupado por
Satanás. Na igreja presbiteriana é
Satanás que sempre senta no primeiro
banco, só na
nossa". Falei: "Então entendi, né?
A questão na
nossa parece que
não. Mas o que o Senhor Jesus qu dizer é
que seja humilde. Não fique buscando a
própria honra. Não fique tentando
construir um caminho de crescimento,
porque muitas vezes esse caminho não
passa pela humildade, ele passa pela
bajulação, ele passa pela
manipulação, ele passa por muitos outros
caminhos, mas Deus diz: "Escolha o
caminho do servo e deixe que o Senhor
Jesus vai conduzir. Se ele quiser te
colocar num poço de honra, ele o
colocará. Se ele não quiser te colocar,
ele não te colocará. E nem por isso
haverá deshonra. Porque a maior honra é
pertencer a
Jesus. Ele cuida da nossa reputação.
Então ele deu para o Senhor Jesus um
nome que está acima de todo
nome. Maior de todos os nomes é o nome
do Senhor Jesus. E ele diz que Deus tem
três propósitos com isso. Para que todo
joelho se dobre diante de Cristo, para
que toda língua confesse que Jesus
Cristo é Senhor e para que o nome do Pai
seja
glorificado. Deixa eu fazer algumas
aplicações. Então, primeira, a atitude
de Cristo é algo que nós temos que ter
em
nós. Ser
humildes. Ser humilde é algo que nós
temos que possuir no
coração, porque nos faz ser mais
parecidos com Jesus. É isso que nós
queremos.
Segundo, uma vida humilde muitas vezes
não combina com a busca por status
perante os outros.
Se você gosta de status, se você faz só
por causa do aplauso, se você fica de
biquinho e cheio de mimimi porque o seu
nome não foi mencionado numa festa da
igreja, você não está imitando a Jesus,
você está imitando outro tipo de
gente. Não faça assim. E se fazia, não
faça
mais.
Terceiro, quem nos exalta é Deus.
Nunca nós mesmos, mas nós somos
teimosos. Nós gostamos de nos exaltar
perante os outros. Ah, eu estava naquela
reunião e fui eu que dei a
ideia. Um pastor certa vez disse que
Deus não teria curado a pessoa se ele
não estivesse
lá. E um outro disse que ele não
precisava de diploma para fazer o
Espírito Santo descer no culto. Vai. A
igreja virou centro espírita agora.
Não, não somos nós que nos exaltamos, é
Deus. Deixa que Deus te
honre e ele o
fará. E você verá o quão bom e agradável
é quando Deus nos honra e nos
exalta. E por último, uma pergunta bem
particular. Quais são os três principais
objetivos da sua vida? Eu me lembro que
quando eu estava chegando aqui em
Goiânia e um seminarista veio trabalhar
comigo. Ele me chamou para ir almoçar na
sua casa num domingo após a escola
dominical e nós fomos. Ele então, todo
cheio de satisfação, chegou para mim e
disse: "Pastor, eu acabei de quitar o
meu primeiro
apartamento e o meu objetivo é o
seguinte: quando eu tiver 10 anos de
ministério, eu vou quitar o segundo e
quando eu tiver 20 anos de ministério,
eu vou quitar o
terceiro." Que bênção. Se eu fosse o seu
shed, eu ia falar assim: "Mas que cois
é, irmãos?
Não tem nenhum problema você que tá um
apartamento atrás do
outro. É
bênção. O problema é se esse é o seu
objetivo de
vida. Mas talvez você seja como a
maioria de nós tem objetivo de vida
nenhum. Tá vivendo aí ao Deus dará,
né? A Bíblia te dá três objetivos que eu
gostaria de te incentivar a abraçá-los.
Primeiro, dobrar-se diante de Cristo no
dia da
ressurreição. Tenha como objetivo de
vida estar lá de joelhos, mas da de
joelho junto àqueles que estarão no lado
direito de
Jesus, não daqueles que estarão no lado
esquerdo. que aqueles que estarão no
lado esquerdo dirão: "Jesus Cristo é
Senhor", mas irão para o
inferno aqueles que o Senhor Jesus
chamar para o seu lado direito são
aqueles que o
receberam, entregaram as suas vidas nas
suas mãos. Então, tenha por objetivo de
vida dobrar-se, estar diante do Senhor
Jesus naquele dia do lado certo da sua
mão. Quem já assistiu aquele programa
Israel com
Aline, ela tem um capítulo só sobre o
dia do juízo final e ele é um dos mais
engraçados que eu já
vi. E lá em Israel, no Vale de Cedron,
tem um cemitério de judeus.
Tem mais de 5000 pessoas sepultadas
naquele cemitério. E sabe por aquele
porque aquele cemitério está naquele
lugar? Porque os judeus sabem que o
juízo final será ali e eles querem ser
os primeiros a ressuscitarem, assistir
tudo de
camarote.
Coitados, se eles não tiverem Jesus,
eles vão estar no pior lugar do juízo
final. Na
frente. Você já se dobrou diante do
Senhor Jesus? Você já disse no seu
coração: "Jesus Cristo é meu Senhor". Se
com a tua boca confessares a Jesus como
Senhor e no teu coração creres que Deus
o ressuscitou dentre os mortos, será
salvo. Primeiro
objetivo, dobrar-se diante de Jesus e
dizer: "Jesus Cristo é meu Senhor".
Segundo
objetivo, confessar a Cristo perante os
homens. Porque o texto
diz para que ao nome de Jesus se dobre
todo joelho nos céus, na terra e debaixo
da terra. E toda língua, toda língua
confesse que Jesus Cristo é Senhor para
a glória de Deus Pai. Confessar a Cristo
perante os homens.
No dia em que você receber a
Jesus, mas pelo resto da sua vida,
porque todo aquele que me confessar
diante dos homens, eu confessarei diante
do meu pai. E todo aquele que me negar
diante dos homens, eu negarei diante do
meu pai. Tem muita gente por aí, por
mais presbiteriano que seja, que anda
negando Jesus nas festas que vai no
sábado à noite, nos motéis que frequenta
com as suas namoradas ou
amigas e outros lugares mais. Eu fui
pastor de uma moça de 15 anos, que de 15
anos que era membro da igreja, tomava
ceia e no sábado ia pra
festinha. Aí um dia uma amiga perguntou:
"Mas você não é lá da Igreja
Presbiteriana?" Não, não, eu só sou
visitante lá. Lembro como um ganho de
tomar
ceia. Cuidado quando você fica dizendo
que é só
visitante. Cuidado quando você fica
trocando de igreja só por causa da sua
comodidade. Porque o que Jesus espera é
que você o confesse diante dos homens
pelo resto da sua vida. Nunca negue
Jesus. Viva para
Jesus. Terceiro objetivo de vida.
glorificar a Deus e gozá-lo para sempre.
Lembra da primeira pergunta do breve
cateicismo, que é a única que todo mundo
sabe de cor, inclusive os
pastores. Eu já li, irmãos, várias
vezes, mas a única que eu decorei até
hoje é a primeira. Tô decorando com a
minha netinha, mas ela já decorou mais
do que eu, embora eu fique lendo para
ela até ela
decorar. Mas quando a gente pergunta
qual é o fim principal do homem, todo
mundo sabe de qual? glorificar a Deus e
gozá-lo para sempre.
A não ser que você seja um leitor assído
do John Piper que ficou famoso,
exatamente porque ele fez uma
interpretação diferente dessa
frase. Ele diz no seu primeiro livro que
o fez ficar famoso na sua tese de
doutorado, que uma partícula inglesa
antiga ali, ah, diz que o i, né,
glorificar a Deus e gozá-lo para sempre,
não quer dizer simplesmente um mais isso
ou um
consecutivo. Ele diz que é também um
meio. Então glorificar a Deus como
gozando-o, tendo alegria nele, tendo
prazer nele para
sempre. Você tem procurado glorificar a
Deus em tudo que faz?
Três
objetivos: dobrar-se diante de
Jesus, confessá-lo perante os
homens, gozá-lo, ter prazer nele, ter
alegria nele para
sempre. Vamos orar.
[Música]

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