Sou Mãe Atípica. E agora? | Aline Cariri
31/05/2025
Sou Mãe Atípica. E agora? | Aline Cariri
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Fonte: Com IBNU
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เฮ [Música] Bom dia, boa tarde, boa noite a todos. Sejam bem-vindos mais uma live do projeto Tesouro Azul. com apoio da IBNU. Meu nome é Aline Cariri. Hoje a gente vai falar sobre um tema muito importante para todos nós. Sou mãe atípica. E agora tá? Vocês que estão aqui nos assistindo, coloque a sua região aqui no nosso chat. Vai ser um prazer recebê-los aqui no nosso Instagram, nosso momento do YouTube. Também gostaria que vocês colocassem a região que vocês estão falando que e coloquem seus comentários aqui conosco. Siga o nosso Instagram do projeto Tesouro Azul, Tesouro Azul Oficial e Beninil São Paulo. E sejam muito bem-vindos. Hoje a gente vai colocar agora aqui um slide. Então vamos lá. O que é análise do comportamento? Ela é uma ciência, tá? que utiliza técnicas da análise do comportamento, que ela melhora o comportamento de habilidades sociais, ela melhora o comportamento linguística, acadêmico e vida diária do indivíduo. Por exemplo, quando a pessoa com autismo, pessoas com TDH, pessoas neurodivergente utiliza a análise do comportamento. Pois, por quê? Porque ela é uma ciência, tá? Ela identifica comportamentos problemáticos e aplicação para ensinar novas habilidades e reduzir comportamentos indesejados. Utilizamos reforço positivos, utilizamos o vídeom modelagem e análise funcional do comportamento, tá? O que seria a análise funcional do comportamento? Ela é uma ferramenta que descobre o que antecede, o que acontece antes do comportamento e depois do comportamento para entender melhor o que tá ocasionando diante desse indivíduo indivíduo. O que antecede, o que o que antecede antes do comportamento também é chamado de estímulo de discriminativo. Já o comportamento, qual foi o comportamento apresentado pela criança? Ou seja, o comportamento alvo, tá? A consequência, o que acontece depois o comportamento, isso reforçou ou desencadeou o comportamento? Isso foi reforçador para essa criança diante do que é nossa ação diante desse comportamento. Então, quando a gente fala da tríplice contingência, a gente tem que entender primeiro os antecedentes, tá? Os antecendentes é o que a gente observa antes do comportamento ou eventos com que com condições que ocorreram imediatamente antes do comportamento. E isso é um estilo do ambiente. Eh, por exemplo, pode ser diante do ambiente, pode ser atividade em andamento que essa criança tá fazendo na escola ou diante em casa ou pode ter um comportamentos de mudança de rotina, interações sociais. Isso pode ocasionar essa mudança de comportamento. Por exemplo, eu tenho um exemplo aqui de uma mãe que que ela pede pro seu filho eh tranquilamente ela pede para guardar os brinquedos e e isso ocasionou um gatilho para essa criança, tá? Essa criança ela começou o comportamento agora, tá? Você viu que antecedeu? A mãe pediu para o João guardar o brinquedo e o João eh recebeu isso como gatilho. O João começou a chorar, o João começou a se jogar no chão, o João começou a ter uns comportamentos disfuncionais. E isso eh foi a resposta do João diante do que antecedeu aquele aquela aquele pedido da mãe de colocar o guardar dos brinquedos. Amor, o que é? Quais são as consequências? As consequências são de tudo aquilo que aconteceu logo após o comportamento. O que aconteceu com o João, João se jogou no chão, gritou porque ele não queria e jogou os brinquedos, porque ele não queria guardar os brinquedos. Isso ocasionou um comportamento desafiador diante desse pedido da mãe. Pra mãe querer que o Joano começa a gritar, o João começa a chorar, o Joano começa a fazer aqueles comportamento de bi, de gritar, jogar o brinquedo, essas coisas, a mãe vai lá e guarda o brinquedo do João. Então isso foi o reforço do João. Isso acontece que toda vez que a mãe pedir algo pro João, o João vai se jogar no chão, vai jogar o que o item que ela pediu, ele vai fazer todo esse comportamento porque ele sabe que a mãe vai lá e resolve a situação dele, tá? Qual seria a ação nesse ideal nesse caso? A mãe, ela ela chega no João, ela divide a tarefa e pequenas tarefas com ele, por exemplo, ela faz um combinado. Vou fala assim pro João: "Você guarda os blocos e eu e eu guardo o carrinho". Combinado? E assim ele colabora e ele elogia imediatamente. Ela elogia imediatamente o o João por ele ter guardado esse brinquedo. João, obrigada, filho. Você guardou muito bem. Parabéns. Isso foi um reforço positivo. O João, toda vez que ele for aguardar, ela for pedir algo pro João, ele vai fazer isso porque ele sabe que ele vai, a mãe vai ficar feliz, a mãe elogiou o João porque eles tiveram esse combinado, entendeu? Então isso é uma forma de você diminuir aquele comportamento disfuncional. E qual é a importância dessa observação? Observar o comportamento com atenção é um passo essencial, tá? Para dar análise do comportamento, pois é a partir dessa observação que entendemos que a criança precisa, o que ela sabe fazer, o que as suas, quais são as suas maiores dificuldades. Essa observação deve ser de forma cuidadosa, prestar atenção o que acontece antes ou antecedente, o que aconteceu durante o comportamento e depois as consequências. Essa observação pode ter déficites comportamentais. São comportamentos habilidades que a criança não desenvolve completamente. Por exemplo, falar ou pedir algo com palavras. Você vê que ela tem um déficit na comunicação funcional. Brincar com outras crianças, déficit como é comportamento social. Esperar sua vez, comportamento social. Então, a, ela pode ter excessos comportamentais, pode ser gritar, chorar, eh, comportamentos agressivos diante da da situação, ela pode ter questões sensoriais, tá? Questões movimentos repetitivos, estereotipados. Então, a gente precisa ter essa observação com respeito, tá? e não com achismo, porque muitas vezes essa criança ela pode est eh não tá cans, ela pode estar sentindo cansaço, tá? Ela não pode não estar fazendo manha, tá? Muitas vezes pode ser um cansaço, ela pode não tá entendendo o seu comando. Você tá falando, João, vai lá na cozinha, pega a água que está em cima da mesa. Olha o tamanho, o o comando que você fez pro João, até ele chegar na cozinha, ele já esqueceu. Então isso pode ocasionar um um uma um desconforto dessa criança, ela pode entrar, acabar chegando numa crise, tá? Então essa o João, você precisa falar, João, pega água na mesa. Ele vai lá e pega água na mesa. Vocês vão diminuir o comando, tá? Ele pode estar tentando se comunicar com você. Então isso tem uma falha na comunicação funcional. Então a gente, essa criança precisa ter eh pictogramas, ter, vou trazer agora paraou depois vou trazer para vocês o PEX, eu vou trazer para vocês o o os operantes verbais para vocês terem eh noção de como que você faz essa comunicação com essa criança para diminuir esse comportamento desafiador. Então, para você fazer uma observação na prática, para você não ter achismo, para você interpretar de uma forma correta, você observa sem julgar, tá? Como a gente faz essa observação? Nesse exemplo aqui, o, eh, ele chorou e tampou os ouvidos quando ouviu o barulho do liquidificador. Você viu que quando João tava na casa, a mãe ligou o o liquidificador e ele tampou ouvidos porque ele tá, aquilo ali foi muito barulho barulho para ele. Então, isso foi uma observação correta, tá? Agora você fala: "Ah, ele fez a, ele ele colocou essa ele tá com crise, ele tá com manha, gente. Crise pode ter n interpretações. Ah, e fala com o João, porque hoje o João ele não conseguiu fazer uma lição em cá na na sala de aula. E aí, como que eu vou falar isso pro João? Porque eu não sei o que aconteceu naquele ambiente, eu não sei o que antecedeu, eu não sei qual o comportamento dele por foi uma fuga esquiva nesse caso. E e o que aconteceu? Ele saiu da sala, a professora tirou ele da sala porque o João ficou agitado, o João começou a gritar, você reforçou um comportamento, tá? Então a gente precisa anotar o contexto, onde ele estava, que horas eram, o que aconteceu antes do comportamento. Muitas vezes para os gatilhos pode ser algo que a criança tá com fome, cansada, transições de atividades. E muitas vezes a criança ela vai pra escola, ela tá levando um brinquedo. Eu tô levando um brinquedinho. Aí quando chega na escola, a professora fala: "Guarda esse brinquedo, dá pra mamãe, porque esse brinquedo a gente não pode ter esse brinquedo na escola". Gente, esse brinquedo é um objeto de transição dessa criança. Esse brinquedo não pode tirar, é um objeto de transição da casa dele pra escola. Então isso é um conforto, que ele usa aquele objeto de transição como conforto, tá? Então a gente precisa ter essa observação com respeito, com carinho diante dessa pessoa, tá? Observar a resposta do ambiente, como que foi meu comportamento, como foi o eu confortei o adulto confortou o João de uma forma? Confortou João ou o adulto ignorou ou mudou a atividade? Qual foi a reação desse adulto? Porque dependendo da nossa reação, como a gente deu o exemplo da mãe, ela foi lá e guardou brinquedo naquele momento, né? A reação ocasionou do João se jogar no chão, gritar. Isso foi um foi um reforço negativo para essa criança, tá? Então a gente precisa trazer um reforço positivo para que essa criança se modele, né? Esse comportamento de reforço positivo aumenta a topografia de toda vez o João quando for pedir para algo para ele fazer, ele vai fazer porque ele foi reforçado positivamente, tá? Então, a dica nesse para você tem que ser, você tem que ter uma uma observação clara, objetiva daquilo que tá acontecendo. Tem um caderno, um bloco, um celular para você anotar aquele comportamento daquela criança. Por exemplo, aqui eu coloquei um exemplo aqui, que a criança quando ela volta pra escola, da escola, ela fica sensível a barulhos. o trajeto dela do carro até chegar na escola, aquele trajeto tá muito barulhento, né? Então essa criança ficou numa questões sensorais com com a hipersensibilidade, né? Então a gente precisa entender porque ela se agitou diante daquilo. Foi uma ótima observação. Ou nesse outro exemplo, quando mudo a rotina de forma repentina, ele fica agitado. Para evitar isso, a gente traz previsibilidade para essa criança. Por exemplo, eu fui, eu tive que ir pro pro hospital com o Artur e ele precisava fazer aquela eletrocefalograma, tá? Eu peguei um vídeo, mostrei pro pro Artur como que era o passo a passo daquele exame. Gente, ele deitou naquela bácara e ficou esperando aqueles negocinhos geladinhos e colocando nele. Evitamos agitação. Então a gente precisa trazer previsibilidade para essa criança. Ele grita quanto que quando quer sair de uma atividade difícil. Gente, vamos falar assim, João, você tem essa atividade, depois você vai fazer essa. Essa aqui você vai fazer depois você vai di você vai fazendo de pequenos passos para ela fazer uma atividade, chegar nessa atividade difícil. Você tá ajudando essa criança previsibilidade do que ela vai ter que fazer, que atividade difícil. A gente não tem como tirar atividade difícil, mas a gente vai diminuindo as etapas para isso, tá? Então, o que seria os esquemas de reforço? Os esquemas de reforço na análise comportamento é estratégia para fortalecer o comportamento positivo dessa criança. Eles definem de como o comportamento será recompensado, ajudando a criança a aprender com mais segurança e motivação. Naquele caso, eu usei do João quando ele guardou o brinquedo, a mãe reforçou positivamente falando: "Parabéns, João isso foi um reforço positivo." Então, a gente pode ter vários tipos de reforço, tá? O reforço, os esquemas de reforços têm um reforço contínuo. O reforço contínuo é reforçado toda vez que ocorre. Ideal para ensinar novas habilidades e comportamentos. Sempre que a criança pede algo ou palavras, você entrega o item e elogia. Ela fez um pedido de uma forma tão funcional. Mamãe, água. João, que bom, você entregou o item pro João e deu deu a a entregou o item, que é um item é algo tangível. reforço tangível e ali reforço arbitrário, desculpa, reforço arbitrário e ali você reforçou positivamente. Então você tá reforçando um comportamento que toda vez que o João for pedir água, você reforçou imediatamente aquilo, mas aos poucos você vai tirando esse reforço, né? Aí você entrega a água para que essa criança se torne uma criança, é uma criança independente. Ela não vai precisar sempre de reforço quando pediu, né? Água, mamãe. Água. Entregou a água, você parou de reforçar porque ele já sabe que ele já aprendeu esse comportamento. Então ele se ele aprendeu um comportamento aprendido, não precisa ficar sempre reforçando reforçado, tá? Então o reforço tem esse aqui, é o reforço intermitente. Aro compensado acontece de vez em quando de forma planejada. Esse reforço ajuda a comportamentos a se manter ao longo do tempo, mesmo sem recompensa imediata. Então, quando a criança ela já tá indo, já tá aprendendo que, ou seja, já reforçou, ele fez um pedido e foi você lá, reforçou positivamente, você tá vendo que ele já tá ficando independente disso. E aí você vai diminuindo essas tarefas de reforço. Reforço fixa. Cada vez, cada vez que a cria, cada três vezes que a criança arrumou os brinquedos, você elogia. Então, ela arrumou três vezes o brinquedo, você elogiou. Já o reforço variável você elogia de forma surpresa às vezes na segunda ou às vezes na quarta vez que ela guardou o brinquedo. Então quer dizer, ele guardou o brinquedo na primeira vez eu não elogiei. Na segunda vez que a criança já tá reforçada, já sabe o comportamento de o reforço positivo, já na segunda vez você fala: "Parabéns, João, você guardou o brinquedo". E ele tinha mais brinquedo para guardar. Demorou. Na quinta, quarta vez, Ai, João, que lindo, já ficou tão lindo, você guardou tão bem, você reforçou positivamente. Ou o intervalo do reforço pode ser um de 10 minutos quando ele faz uma tarefa e ele ganha um reforço ou a cada aí você vai ser o reforço variável, pode ser diferentes tempos de 5, 8, 12 minutos para manter o engajamento dessa criança diante de uma tarefa, tá? Então o reforço positivo é um reforço que a gente consegue que a topografia desse comportamento ele aumenta de uma forma positivamente para essa criança, tá? Então o reforço positivo é o que a gente mais usa na análise do comportamento, tá? A gente não usa o a punição porque ela é muitas vezes quando ela é utilizada, por exemplo, João fez uma coisa, ele foi lá, apanhou, é uma punição. Então ele pode ter medo de você, ele pode ter angústia, ele pode ter ansiedade. Então você vê que esse comportamento de gritar: "João, para com isso." Você tá reforçando negativamente aquilo para essa criança. É uma punição para essa criança. Tá ocasionando sofrimento. É uma punição, tá? Então, a gente usa muitos reforços positivo de forma de contatos eh elogias, os elogios não pode ser um elogio a que você eh que você usa sempre, aquele elogio que ah, é, tem que ser, não é automático, aquele elogio tem que ser algo sincero, tá? Você tem que fazer com carinho, tem que recompensar essa criança simplesmente assim, porque ela fez algo que foi difícil para ela fazer. Imagina para ela ter dificuldade de guardar aquele brinquedo, para ela pode ser muito difícil, né? Então acho que o o eu vejo que o elogio tem que ser algo sincero que você tá sentindo diante daquele momento, porque é tão importante pra gente quando essa criança consegue, né? Quando ela consegue fazer uma atividade e a gente, nossa, que alegria, né? Então a punição e a extinção de comportamento eu não ensino aqui com vocês, tá bom? E punição a gente não usa na análise de comportamento. Extinção muitas vezes pode podemos usar, mas isso é somente psicólogo, terapeuta, aba que tenha experiência nessa área. A gente não ensina para para as outras pessoas a não ser esses profissionais, tá? Então o que seria os operantes verbais? Os operantes verbais ele na análise do comportamento eles eles são de formas de linguagem de chamadas de operantes verbais. Ou seja, ele mostra o que a criança usa a fala e outras formas de comunicação no seu dia a dia. Os operantes verbal verbais, eles são seis tipos de operantes verbais, ou seja, também conhecido como unidades funcionais da linguagem. Ele descreve a comunicação dessa criança, tá? O mando, tato, eccoico, intraverbal, o texto e o código. O que seria eles? O mando é um componante verbal que a criança ela ela ela eh quando a criança pede o pede o que quer e o que precisa, tá? A criança está com sede e diz água, quero água. É um é um mando, tá? Esse é um componente muito importante para essa criança. A criança, ela precisa aprender a pedir. Eu quero água, suco, tô cansado, pega, quero maçã. Ela precisa nomear essas coisas. Por quê? Isso é um comando extremamente importante para essa criança. Quando a gente tem falha na comunicação, na falha do mando, o que a criança pede, a gente muitas vezes a gente, essa criança tá na crise, essa criança tá na tá na naquela sobrecarga porque ela não tá se conseguindo se comunicar. Isso é uma forma natural de a criança pedir algo, tá? Já o o operant, o o mando, quando a gente faz de uma forma uma forma mais simplificada, mais a para ajudar dos pais de uma forma que ele consiga fazer que essa criança faça um pedido de uma forma funcional, você precisa criar oportunidade para essa criança pedir, tá? Por exemplo, a criança, ela quer ela quer pedir eh comer uma maçã. Essa maçã tem que tá mais visível para essa criança para que ela consiga muitas vezes quando ela tá no início da comunicação, ela vai usar um gesto ou vai usar um sinal. É uma forma funcional de comunicar, tá? E ali você vai reforçar com carinho, vai entregar o item desejado, que seria o o o reforço arbitrário que você tá entregando, que ela tá pedindo e que você tem eh ela consiga chegar em você e pedir de uma forma mais funcional, né? Eh, e quando a vez ela metir, ela pedir uma maçã, você fala, ela pedir, ela apontou para pra maçã e você fala assim, maçã. Você nomeia o que é aquele item? Maçã, Pedro, come maçã, tá? E você tá nomeando. Isso é de uma forma que essa criança e elas começam ela ter essa ela começa a ficar independente nisso. Ela não vai ficar mais eh ela vai conseguir se comunicar com vocês no pedido. Eu quero, eu tô cansado, eu tô triste. Tá entendendo? Ela vai conseguir expressar esses sentimentos com vocês até se comunicar. Então, o tato é quando a criança no meio é o que está vendo e ouvindo. Por exemplo, essa criança, ela vê um cachorro e aí ela ela fala: "Cachorro, isso é uma forma de comunicação. O que ela vê, o que ela ouve, o que ela cheira, o que ela aceite, o que ela toca. é uma linguagem muito importante, porque ela transforma, ela traz a compartilhar experiências com o outro, ela desenvolve vocabulário, ela relaciona o melhor com o mundo à sua volta. A criança ela consegue nomear tudo que ela tá vendo. Céu, olha o céu. Ela já tá nomeando no céu. Bola azul, Bob Esponja. Você viu que isso já ela tá conseguindo ter entendimento o que é aquilo. Então quando você tá no mando, ela ela você ensinou para ela que aquilo ali é uma maçã, né? E você nomeou aquilo ali uma maçã para ela, ela vai entender que aquele aquele it é uma maçã. Ela vai entender que isso aqui é uma blusa, uma jaqueta jeans. Então ela vai saber o tatear e nomear os itens. Isso é uma forma muito importante para ela, porque imagine quando você não sabe o que é um copo, você não sabe o que é uma um prato, você não sabe o que é precisa, a pessoa com altins, ela precisa tatiar, tá? Ela precisa tatear para nomear aquilo que ela tá pedindo, tá? Nomear o mundo ao redor é com frequência que essa criança precisa. E quando a criança brinca com seu, vocês brincam com seus filhos, vai dizendo o nome das coisas ao redor. Olha a árvore, olha o, olha isso, ol flor linda, olha o carro do papai. O carro do papai é vermelho. Você use livros, imagens e brinquedos variados também no meio que tá aquilo ali. O o cachorro faz o som. Como o cachorro faz? Au au. É, você dá um exemplo de como o cachorro late, tá? É uma simples, ai meu pai, eu lati aqui. Eh, é, você vai reforçar essa criança no melhor corretamente aqueles itens, tá? Os itens, você tem que ensinar o os itens de uma forma correta, né? Você tem que nomear o que é um copo, que é tudo de uma forma correta, porque se você ensina um item errado para essa criança, é muito difícil ela entender depois o eh conseguir entender que aquilo ali era um copo, tá? Os itens tem que ser nomeado de uma forma correta para tatear aqueles aqueles itens. Então o eco é quando a criança recebe, é quando a criança repete o que ouve, tá? Ela vai repetir. Você vai falar como se fosse uma imitação. Gente, mamãe, mamãe, vamos comer? Vamos comer. Ela vai tá praticando sons e palavras na comunicação com o outro, tá? Isso é uma forma muito importante paraa criança nesse ecoico. Ela tá repetindo a imitação, ela tá imitando o comportamento, aí tá imitando fala do que aquele item e tá imitando a sua fala, tá? Bom trabalho. Você não tá fazendo ecolalia com essa criança, tá gente? Você tá ensinando os para repetir o que é isso, João? Maçã. Maçã. E muitas vezes a criança não tem uma comunicação funcional, não sabe, não tem essa fala funcional, ela vai mostrar na figura que aquele item é uma maçã, tá? através do pex que eu vou apresentar para vocês. Como os pais podem fazer diante disso para criança conseguir eco fazer fazer o o o operante verbal e córico? Fale pausadamente com clareza, tá? De forma clara, simples, que a criança consiga ouvir bem e imitar. E incentive a repetição com brincadeiras, por exemplo, fale e repete, por exemplo, o o eh você vai falar aquela uma música, o como fala os o do pula saapa que eu falar e como é aquela A B C D aí a cri e fg. Aí você tá vendo que a criança tá repetindo, né? tá tá eando isso, o que você tá dando, fala para ela, é que ela já tá entendendo isso aí com vocês, tá? Então, a quando a gente tá falando de de operantes verbais, vocês viram que a gente falou do do mando do tato ecoico. Agora a gente vai falar do comando do intraverbal. A criança ela vai ela vai eh responder com palavras. Olha, gente, chegar nesse nível aqui é é um sonho, tá? Para nós pais, porque a criança tá respondendo você, né? Qual é a capital do Brasil? Brasília. O que você tá sentindo? Dor. É um, ela vai eh é uma forma fundamental para ter o pensamento simbólico e comunicação social de uma forma natural, né? Então, eh, quais são os animais da fazenda? Ela vai falar cavalo, gato, cachorro. Sabe assim, o cachorro, você diz cachorro e seu filho fala gato, ele tá associando ideia relacionada também. Olha, gente, como é importante esse essa comunicação intraverbal. Então, mas ela precisa passar pro passo a passo, ela precisa passar pro mando, o tato, o eco para chegar no intraverbal, tá? Já o quando você tá trazendo essa essa fala da intraverbal, o que comemos no café da mãe? Você vai fazer perguntas para ela, como foi na escola? Como que como que você fez o quê? Lição matemática. E isso aí pode ser na comunicação dela, pode ser até no pex nessa fala já tá aumentando essa fala dela, tá? Aí você vai cantar o sapo não lava o pé. Não se o sapo não lava. Aí ela vai, ela vai repetir o pé. Ela tá respondendo por você. Eh, e você pode criar jogos de perguntas e respostas com essa criança. Eh, você pode fortalecer a conversa de uma forma natural, que vai muito além da repetição, tá? Isso vai conquistar o desenvolvimento da linguagem e do pensamento da criança. Então, gente, quando a gente tem isso intraverbal, eh, é muito, é uma alegria para nós pais, né, que essa criança já tá se comunicando. Quando a gente fala do texto, a criança lê e escreve com palavras. Por exemplo, ela pega um livro e lê em voz alta. era uma vez e ela começa quando ela tá lendo o livro, quando ela escreve, tá? E outros exemplos, ela tá fazendo eh preenchendo o formulário, tá anotando uma lição de casa, vai conseguindo responder aquelas questões da da prova, ela tá conseguindo interpretar sinais, símbolos, escritas, então ela tá ela tá conseguindo ter autonomia, tá? Isso já é uma forma de a criança avançar. Os pais precisam ler bastante para os seus filhos. Ele precisa estimular a a escrita nas crianças. Ele precisa mostrar o valor da leitura e da escrita dessa criança. Cada tentativa de escrita, mesmo ela ela fazendo de uma forma que você tortinha tentando escrever, mas ela tá tentando. Aí você vai ajudando essa criança a desenvolver com uma forma com afeto, com paciência, a criança ela ela fazer esse esse essa comunicação do texto, conseguir responder aquelas questões, conseguir interpretar, fazer, preencher o formulário. Então, o código já temos o outro, quando a criança responde com palavras os gestos sinais. Já nesse caso, um adulto eh ele ele aponta pra bola, mas ele não fala, ele apontou. A criança fala bola e quando ela tá, você tá atravessando a rua, a criança vê o sinal verde, ela é pare. Não pode ir. Ela fala: "Pare, sigue". Eh, vermelho, siga. Ela já tá conseguindo interpretar as coisas e você não precisa mais falar, tá? Então, a criança, ela tá olhando esse carro aqui vermelho e ela aponta, fala: "Carro vermelho". Então, ela tá prestando atenção no ambiente, ela tá compreendendo a comunicação não verbal e ela tá respondendo de forma a linguagem de forma funcional, tá? Os pais vão apresentar de forma de gesto o que é isso? Eh, mostre visualmente o mostre roupas, alimentos e brinquedos. espere que ela diga o que é aquilo. Respeite o tempo dessa criança, porque não é tão fácil fazer essa essa esse o código é você já nomear de forma o gesto com muitas vezes essa criança não vai conseguir ter essa oralidade de falar, mas ela vai apontar pros pro pras figuras pictogramas que aquilo ali é um um carro vermelho, que ela tá olhando para você dizer te formou, te tentando se comunicar de uma forma com olhares sinais. Então isso é extremamente importante para vocês, tá? Então quando eu falo do PEX, eu falo da comunicação por trocas de figura. O PEX é a fala funcional dessa pessoa como. Ela é uma uma comunicação alternativa e aumentativa. Você você o principal objetivo da do PEX é estimular a autonomia da criança na comunicação, respeitando o tempo e desenvolvimento da criança e suas particularidades. O PEX muitas vezes criança consegue comunicar com mais clareza, segurança, mesmo ainda no que no quando não fala perente, tá? Então, o PEX ele tem a fase um, que aqui você vê aqui, ó, nessa parte aqui, eh, eh, você vê nessa parte aqui a criança quando ela tá tentando se comunicar, você tá vendo o item aqui, um cachorrinho e ela tá com a figura do cachorro. Você vê que o pai entrega essa figura pra mãe, essa criança com essa mão aqui que é uma ajuda física total, dá figura pra mãe e a mãe entrega o item. Nesse momento ela o indivíduo tá aprendendo a trocar o a figura para o item desejado, porque ele tá tentando aprender que isso aqui é um cachorrinho e que essa figura é do cachorrinho. Então ele e o pai tá ajudando de uma forma física, ajuda total. Depois, quando for uma ajuda física parcial, o pai só vai bater aqui no no brazinho assim, de uma forma levezinha, a criança já pega a figurinha e entrega pra mãe, a mãe entrega imediatamente esse item. Isso é uma forma inicial da criança é entender que são que o que o que se refere a esse item. Quando a criança já entendeu esses itens, tá? Passou dessa fase um, ela vai pra fase dois, ainda usando uma fig uma única figura. Você viu que ainda ela tá usando aqui uma única figura. Ela vai até a mãe, aonde a mãe estiver, pode estar na cozinha, no banheiro, na no na lavand na na lavanderia, onde a mãe estiver, ela vai na distância e persistência, ela vai entregar essa figura que ela quer, o item desejado, e vai entregar pra mãe e a mãe entrega o item para ela. Já na fase D3, ela já vai eh eh discriminação por figuras. Os indivíduos aprendem a escolher entre duas ou mais figuras para pedir coisas favorita. Essas são as colocadas na pasta, que você vê que agora aqui é colocada duas figuras na pasta e ela vai lá e entrega pra mãe as duas figuras. E aqui ela ganha o item, dois itens desejados já na fase três. Já na fase quatro eh são os atributos, a a expansão da linguagem. Então, quer dizer, a criança já começa a desenvolver os adjetivos, os verbos e proposição. Nessa fase, a criança descreve bola vermelha, bola grande, que aqui os adjetivos, ela já começa a entender que ela quer uma eu quero uma bola vermelha. Então, ela tá tendo já colocando os adjetivos dessa bola. Os verbos. Eu quero comer. Eu quero, eu quero, eu quero, eu quero comer. Eh, eu quero correr, quero correr, quero andar de b de bicicleta. Eu quero já tá trazendo os verbos. O querer tá aqui já ela tá dando as preposições. Eu quero o a bola para brincar em cima da mesa. Eu quero a bola dentro da caixa. Ela já tá nomeando já as preposições que do que ela quer essa bola. E agora já no item cinco, as crianças já começa a responder, tá? Ela vai pegar aqui. Eu quero o que você quer? Ela vai colocar: "Eu quero eh batata frita com arroz e feijão". Ela já tá respondendo, mas através das pictogramas, essa criança não verbal, tá? Então, a a criança quando ela chega nessa fase cinco, ela já tá ficando independente, ela já tá sabendo o que ela quer. Já no na fase seis, ela já vai começar eh responder eh comentários. O que você o que você vê? Eu vejo um cachorro. O que você ouve? Eu ouço eh o barulho da casa da vizinha. O que é isso? Isso é um cato. Eu vejo, eu sinto, eu estou com dor. Isto é, ela começa a responder de uma comentário, dá os cursos essa parte do comentário. Então aqui a gente traz uma forma de figuras daqui da do PEX, que aqui seria os atributos de cores, tá? Então aqui ele já vai, você vê que aqui você vê que tem aqui um pimentão, né? Aí ele fala assim: "Eu quero pimentão verde". Você vê que ele já tá nomeando. Eu quero blocos amarelo. Já aqui você vê que tem os itens. Eu quero bolsa laranja. Ó os itens que ela quer. Eu quero eh eh esmalte azul. Eu quero a o relógio rosa. Você vê que ela já tá no meio nos tons, que é os atributos. Aqui eu quero já os atributos nos tamanhos. Eu quero pincel curto. Ela já estamos falando o que ela quer nos tamanhos já. E aqui eu quero orelha grande. Aqui ela tá fazendo as brincadeiras, já tá pedindo. Então todas essas atividades que ela fizer, todos os itens dessa atividade, ela vai falar o que ela quer antes de ela completar esse animaizinho, esse esse bonequinho aqui, tá? Então ela você vê que já tá aumentando os atributos, ó como que chegou na vida aqui dela assim no no dia a dia, na habilidade social. Eu quero leite. Não é, não quero não desnatado grande. Eu quero milkhake pequeno. Olha como forma de comunicação é boa, né? Então vocês viram como é importante a gente ter essa comunicação funcional. Então o que quando é uma birra? A birra acontece quando a criança ela quer algo, é um brinquedo, um doce, é uma atenção. E muitas vezes ela se joga no chão e ela grita, ela se joga. Isso é uma birra, tá? Já uma crise, a criança ela pode estar eh e a crise não é manipulativa, tá? é uma resposta involuntária da sobrecarga emocional dessa criança. Isso pode acontecer perto de um de um com um objeto com muitas vezes por algo de um barulho que ela tá ouvindo, tá? ou o cérebro dela tivesse, tá com com muita carga, aquilo ali deve estar doendo. Por exemplo, o meu filho, o Guilherme, toda vez que eu corto o cabelo dele, ele sente dor e no início ele se ele gritava, era uma dor intensa. Então ali eu via que não é, ele não tava manipulando aquele momento do corte, naquele momento ele tava sentindo dor. E esse momento a gente precisa agir com com cuidado com essa criança, tá? A gente não pode começar a gritar com a criança, não pode começar falar para com isso, chega, porque aquilo ali tá sendo dolorido para ela, tá? E muitas vezes ela tá com sobrecarga sensorial por causa da audição, por causa do do som, você tá gritando, você tá piorando a situação, né? Observe o motivo. Se é a criança quando ela tá eh com sabedoria, tá? Se o que ela criança tá fazendo é uma birra, que a birra é uma frustração, é a criança, ela vai fazer porque ela quer conseguir aquilo. Já a crise, ela não é uma não é uma coisa, não ocorre sem motivo aparente. É muita coisa acontece por causa dos do cheiro, dos sons, dos, dos cincos, dos cinco sentidos pode estar acontecendo com essa criança. você precisa eh entender, observar bem essa criança. Sua reação precisa ser cuidadosa e se precisa dar eh segurança para essa criança se ela tá entrando numa crise, tá? E quando ela tá numa crise, você não precisa ficar falando: "O que você tá acontecendo? que vou para com isso, vamos conversar, deixa essa criança passar dessa crise, acalma ela primeiro e depois você vai com ela e conversa com ela para ver o que tá acontecendo aqui, o que aconteceu aqui diante daquele ambiente, né? Afasta a criança desses estímulos, muitas vezes por causa do barulho, do cheiro. Fala com calma com essa criança, estou aqui, está tudo bem. Ofereça espaço seguro para ela se regular. após a após a crise, converse com ela pausadamente, tá? Mas que ela não se sinta mais sobrecarregada na hora da crise, você falando, você fala depois, tá? Registre o episódio para relatar a equipe terapêutica, se for necessário, se essa crise persistir muitas vezes diante daquela situação, tá? Então o agora a gente vai entrar aqui no método do TIT. O método Tit ele é uma estruturação do ambiente, tá gente? Desculpa, eu tô falando muito rápido, mas coloca suas perguntas aí no chat, tá? Porque eh é muito tempo para pouco muitas muito contexto para pouco tempo, tá? Então, ó, o método Tit é uma estruturação do ambiente. Ele respeita a individualidade da criança, tá? do adolescente, do adulto. Ele, você vai sinalizar aquele ambiente para essa pessoa, você vai pode usar incluir recursos e imagem e recursos visuais, como fotos, símbros, cores, rotinas, configuras, simplificando o conteúdo de forma de uma tarefa mais clara e objetiva. Vou mostrar para vocês o que é isso. Ela organiza o espaço e tempo usando rotinas visuais, caixas de atividades, pistas visuais. Ela pode usar e tecnologia assistiva, se necessário, pois pode ser pode usar software, eh tablets e comunicadores também usando o método TIT. Então o método Tit aqui, você vê que o tem uma imagem aqui do Artur, ele já é estruturado fazendo uma atividade. Você vê aqui que essa atividade aqui não tá muito estruturada. Ele tá copiando esse texto todo para responder essas questões. Isso aqui é uma atividade não estruturada, mas você viu a atenção do Artur que ele tá diante dessa atividade, porque o Artur já tá indo muito bem com algumas atividades não estruturadas. Já aqui ele tá fazendo uma uma prova na escola e você viu a atenção direcionada e esse aqui já foi uma atividade estruturada, tá? Então o que seria a adaptação? A na adaptação você pode adaptar o uma lição da escola que foi os o sistema de numeração e e números naturais, tá? que do chamado suruban que a gente foi trazendo esse tema para o Artur, tá? Você vê aqui o texto como ele tá sem estruturação. Já aqui é um texto já estruturado. A aqui, por exemplo, vou ler, vou ler só um pouco desse texto. A necessidade do ser humano contar p surgiu. Aí você vê contar, você viu como que ele contava. Aqui tem umas pedras. surgiu há milhares de anos e foi desenvolvido no decorrer do tempo. Surgiram os ápacos que registravam quantidades e efetuava operações. Você vê que esse texto é esse aqui. Então, ó, como que essa questão foi. Na sua opinião, de que forma eram feitos os primeiros registros de quantidades pelo ser humano? O homem precisava controlar o seu rebanho, utilizava pedras. Cada animal representava uma pedra. Então você vê aqui, ó, a imagem fazendo essa parte da resposta. Quais são as as quais são os os números representados pelo soroban? Aqui a imagem é já dessa resposta. Se vocês viram como é uma adaptação da de material aqui já é dos índios. Deixa eu ver das famílias indígenas, tá? E esse texto, ó como esse texto está bem estruturado. E agora dos das famílias africanas, ó esse texto e olha esse texto aqui estruturado, como que facilita essa criança aprender de uma forma mais funcional, tá? uma forma do pé do método Tit, como a gente fala da estruturação, a gente muitas vezes a gente fala pra criança: "Você para com isso, chega e e por uma forma mais funcional para você conseguir essa criança eh aprender, vai se ensina para ela o que eu posso." Nesse caso foi feito para Artur, tá? Eu posso chegar na escola, na na sala de aula com a professora auxiliar? Eu posso eu posso chegar em sala de aula sem correr, ficar na fila. Olha as figuras, todas as figuras elas têm que ter a a uma escrita para você saber o que significa essa figura, tá? Todas essas figuras aqui, como você viu lá no pex, a gente apresenta pra criança, tá? Então, a rotina do banho feminina aqui, a rotina do banheiro, a rotina de cortar as unhas, que é o passo a passo, linhas compridas, mão esquerda, mão direita, pé esquerdo, pé direito. Pronto, já conseguiu. Então, a rotina diária, a gente precisa ensinar para nossas crianças as emoções para elas poder nomear paraa gente o que ela tá sentindo, tá? Aqui a gente, a sua rotina não tá aparecendo muito bem para vocês, mas é eh todo esse material vai estar disponível para vocês, tá? Isso aqui é uma rotina matinal do Artur, lavar as mãos, se vestir, tomar café da manhã, guardar guardar louça, escovar os dentes, petear o cabelo, encher a garrafinha d'água, colocar o o almoço na mochila, a mochila está pronto se se vestir e de acordo com a roupa e ir pra escola. Isso aqui foi uma tarefa antiga do Artur, tá? Então você vê que há uma importância quando a gente ensina a figura, explica que essa figura tem dor, a criança tá com dor de barriga, essa criança tá com dor de dente, você tá mostrando pra criança nomeando as dores, tá? Dor de cabeça, dor de garganta, dor nos braços, enjoado, dor perna, dor de ouvido, dor nas costas. Aí você, a criança, ela vai se falar o que ela tá sentindo. Sinto que algo está errado. Estou sentindo dor no peito. Ela já consegue espessar a sua dor. Então aqui é uma rotina diária, tá? Que eu trouxe aqui para você, vocês pais. A rotina da manhã, rotina da tarde, a rotina da noite para vocês. Vai tá disponível para vocês no Instagram do Tesouro Azul, tá? No no no no é no feed, né? Aqui é a rotina da higiene, pessoal, as figuras, tá? Aqui é a rotina das tarefas domésticas, que que a pessoa criança tem que fazer, adolescente, adulto. Aqui é as outras atividades do dia, tá? Todas as figuras elas têm que estar no tamanho 3 por 3,5 cm, tá? Para impressão, pra criança ela ter esse entender essas figuras. Então aqui tem, você vê que tá em branco, você vai colocar um velcro, vai colocar figuras aqui paraa criança da atividade do dia, qual vai ser das atividades domésticas de estudo, atividade de lazer, outras atividades. E aqui tem uma especificação, tá aí, aí de higiene, como que são as das higienes, etiqueta para cá para fichário das pastas das figuras. Você viu que cada essas pastas aqui, ó, cada figura ela tem que ter uma pasta, tá? Porque assim, eu tô querendo, tô separando por atividades, atividade de higiene, atividade de estudo, atividade de escolha de lazer, outras atividades, tarefas domésticas para essa criança ter essa essa facilidade, tá? Então agora eu vou nas, como que eu faço aqui para a apresentação? Fechar. Ah, agora sim. Então eu vou entrar aqui nas perguntas. Eh, gostaria de saber o que vocês acharam dessa aula, apesar que no início vocês não estavam escutando, depois voltei, né, com vocês. Eh, tenho gente aqui falando. Deixa eu ver as pessoas que estão aqui. A Lari, Binho são dos estão do do Japão. A Márcia fala de Guarulhos, a Laressa Ribeiro, ela ela falou que não tá conseguindo ouvir o som, mas depois me fala da eh da onde você tá falando, Edilene. Depois me fala da onde você tá falando. Fátima, Laressa também. Luna é a que faz parte aqui do projeto Tesouro Azul. Marta Peregrino, fala da onde você tá falando para mim, meu amor. Fátima Lima. Eh, quem mais tá aqui? Dile também está aqui. Boa noite a todos. O João, o o Binho tá aqui falando: "Parabéns, como sempre uma live cheia de informações." Obrigada, Binho. Eu trabalho com mais de 20 anos. Quem tem? Eu trabalho, vamos ver aqui. Eu trabalho com pessoas com mais de 20 anos que entende, mas não falam. Depois de três tentativas apontando, eles desistem. Existe diferença no método para ensinar e falar os armos mesmo da criança? A gente precisa eh trazer as os pictogramas, tá? Eh, Binho, por quando ela tá apontando, ela você ela tá mostrando para você o que ela deseja, tá? Mas é muitas vezes ali ela pode estar não tá entendendo mais o que você tá pedindo. Então para ela poder chegar em você e pedir um item que ela deseja, ela precisa ter uma figura que ela possa te mostrar, né? Principalmente quando a pessoa não é verbal. A pessoa não verbal, ela precisa ter os pictogramas, tá? Muitas vezes a o pictogramas pode ser uma escrita do que? do da rotina dela, o os itens muitas vezes pode ser algo escrito porque essa pessoa tem ela ela ela a ela sabe ler, né? Então, mas muitas vezes a imagem é fundamental para ela poder eh solicitar um item, tá bom? Ah, o Luís, tudo bom? Luiz Guarigetal, a saudade também, meu querido. Então, vocês têm perguntas? Eh, como posso ajudá-los? O que vocês acharam dessa live? Eh, a gente teve já 1 hora14 da live. Estamos abertos agora as perguntas. Eh, fiquem à vontade aí perguntar que isso é um prazer respondê-los. Eh, então, quando a gente fala da análise do comportamento, vocês viram aqui que a gente trouxe eh a importância de observar o comportamento, né? Como a gente observa esse comportamento? Eh, como antecede esse comportamento? No exemplo, ai Márcia, que bênção. Márcia Roberta, parabéns, Aline, com mais um tempo de aprendizado. Obrigada Márcia. Então, ó, quando a gente vê um antecedente, vou trazer um exemplo aqui de um antecedente, de comportamento, que eu acho que é muito importante enfatizar isso, por eh, quando a gente mais aprende sobre o que é antecede, qual é o qual é o comportamento e qual foi a consequência diante daquilo, eh a gente começa a entender essa pessoa na sua totalidade, tá? Então, e eu uma vez eu estava observando uma criança nível três suporte numa escola e essa criança ela sem ela buscava 100% regulação sensorial, ou seja, ela ficava correndo diante daquela sala. Ela é uma criança nível três, ela não tinha eh não era verbal, ela vivia, ela corria assim, ficava uh diante daquele ambiente. Essa sala, ó, para você ver como que é a observação. Essa sala é uma sala pequena, mas a criança ela sobe, eh, tem uma escadinha que ela consegue subir numa rampinha e desce e desce do outro ladinho. Essa sala tem uma uma janela. Essa janela é bastante iluminação. Essa janela estava aberta e essa e e essa criança, ela mais ou menos tinha umas 10 crianças nesse ambiente, tá? E quando essa essa criança ela tentava eh eh buscar aquela regulação, aquela aquela agitação, aquela busca 100%, entrou num ambiente uma borboleta. Gente, essa criança, ela tava correndo agitada, que é o comportamento da, ela tá buscando regulação sensorial. E ela ela olhou para aquela borboleta, ela ui olhou para aquela borboleta, gente. Ela contemplou aquela borboleta. Quando ela contemplou aquela borboleta, você viu que antecedeu uma borboleta diante daquele ambiente. E aí aquela borboleta foi embora. Gente, ocasiona dessa criança, uma crise. Ela começou a se jogar no chão, ela começou a gritar, ela começou a ficar mais agitada. E aí a professora falou assim: "Ai, Aline, mais uma crise do autismo, gente, não é uma crise do autismo, é algo que aconteceu diante daquelas daquela situação. Antecedeu uma borboleta, a criança contemplou, a borboleta foi embora, a criança entrou em crise." Nesse momento a gente acolheu essa criança, tá? Eh, pedimos para essa criança, ficamos do lado dela, estamos aqui, tá tudo bem? Fique calma, falando com uma voz bem suave com essa criança. Eu pedi pra professora desenhar um cachorro, um gato, uma casa e uma borboleta. Quando eu consegui acalmar essa criança com uma voz, uma voz suave, essa criança ela tinha hipersensibilidade, a hipossensibilidade, então ela aceitava o toque. Então o toque meu dessa criança era assim, que ela conseguia se acalmar através desse toque. E aí eu mostrei para ela um cachorro e ela [Música] hum e ela não quis o cachorro. Então, quer dizer, eu não tava reforçando aquele comportamento. Aí eu mostrei a casa. Aí eu mantive ainda fazendo aquela pass aquele momento do aquela calminha para acalmar essa criança. Aí eu mostrei a borboleta. Ela: "Uh, você quer a borboleta?" Eu entreguei a borboleta na mão dela, gente. Ela olhou para aquela borboleta, ela aí eu peguei a borboleta, coloquei assim no meu canto e falei assim: "Vamos sentar?" Ela sentou. Mostrei para ela, eu sentei lá, ela sentou na na ali na na cadeira e eu falei: "Ah, borboleta. Já entreguei o item". E falei: "Que linda". sentou e entreguei o item que é o o reforço arbitrário. Ela ficou ainda contemplando a borboleta. Eu falei, pedi pra professora fazer na lousa uma rotina, né? O que que queria que ela fizesse a massinha, depois na massinha ela iria fazer um desenho e depois ela poderia ir pro parque, que era um grande reforço para essa criança. E aí quando eu tirei, foi peguei a borboleta, falei: "Massinha". Ela uh aí para ela que você quer? Ela uh massinha. Ela você quer massinha? Gente, ela entendeu que ela tinha que fazer aquela atividade de massinha. Ela brincou com aquela massinha, fez aquele desenhos que ela fazia ali com a massinha, fez bolinha com a massinha e aí ela recebeu o reforço arbitrário, que foi a borboletinha, né? E eu reforcei positivamente essa criança, que foi o reforço positivo. Logo depois peguei o depois peguei o o a borboleta e coloquei e falei: "Desenho, uh, desenho aí ela fez o deseninho dela, ganhou, lógico, imediatamente a o reforço arbitrário que era a borboleta e o reforço social. Gente, foi a primeira vez que essa criança sentou em sala de aula. Então você viu que mesmo criança nível três, ela tem capacidade sim de se organizar, de se estruturar e sentar e fazer uma atividade. Lógico que demanda muita, muita precisa essa criança necessitava ser de um um atê com ela, tá? e ela necessitava ali para estar com ela, para poder fazer essa atividade. É, ela necessitava desse momento, então ela precisa desse profissional, mas ao mesmo tempo esse profissional precisa ter um olhar atento com essa criança, um olhar sensível, porque essa criança, mesmo sendo o nível três, ela ness ela pode, ela consegue, ela é capaz. Essa criança já tinha anos naquela escola. Foi a primeira vez que sentou. A gente precisa ter esse olhar sensível. A gente precisa ter esse olhar cuidadoso com essa criança. A gente precisa preparar o plano de ensino individualizado para essas crianças. Ah, mas a eh demanda muito tempo, mas não é melhor você preparar um plano de ensino para essa criança e ter e essa criança fazer atividades em sala e ficar fazer suas atividades, você diminuir essas questões sensoriais dessa criança e você ter essa empatia para essa criança fazer atividade do que você ficar com uma criança agitada no ambiente, sem saber o que fazer e você só entregando assinha para ela fazer. fazer alguma coisa, se ela pode ser capaz de fazer as as outras atividades. Vocês viram aqui lá no slide, o Artur ele tem nível dois suporte. Então, precisamos ter acolher, precisamos abraçar, precisamos ter esse carinho, essa empatia, tá? Então, vocês pais, vocês profissionais que estão nos assistindo, peço que vocês tenham esse olhar atento com essas crianças. Eh, paz, precisar de ajuda aqui. O projeto Tesouro Azul está aqui. A gente tem o cuidar de quem cuida para trabalhar o emocional, tanto dos pais quanto dos profissionais. Eh, na última terça-feira do mês a gente tem o cuidar de quem cuida. Nós também temos o o livro Inclusão Os olhos de Jesus, que mesmo tendo enfatizando eh questões no ministério infantil, lá tem bastante questão de ensino, de análise do comportamento, tá? Então ajuda vocês ter esse entendimento dessas crianças. Na na semana que vem vamos iniciar um curso na APCEF São Paulo, na APCEF São Paulo nas quartas-feiras. Fica atento no no nosso Instagram do Tesouro Azul que vocês vocês fazerem essa inscrição porque começa são cinco encontros na quarta-feira vai começar às 7:30 vai terminar às às 19:30 e vai terminar às 22:30 que o conteúdo é muito intenso, precisa desse desse tempo, tá? Aprendem a busquem informação no nosso chat, no nosso Instagram do Tesouro Azul, tem no feed tem algumas informações. Mesmo a gente ter passado por esse momento do hacker, a gente tá postando informações ali, né, semanalmente pro psem dúvidas de como fazer um plano de ensino individualizado, entre em contato conosco. Estamos à disposição aqui. A gente tá querendo ser um canal de bênção na vida de vocês, que sabemos que quanto mais informações vocês tiverem, vocês vão aprender e vão saber lidar com esses comportamentos disfuncionais. E muitas vezes essa criança só precisa desse apoio, tá? Ela precisa desse carinho. O nosso livro tá disponível no na Amazon, tá? Então vocês buscarem, só que ele só tá disponível o e-book porque a gente não teve tanto condições financeira para fazer eh impressos, né? E todo esse valor tá sendo destinado ao Tesouro Azul, tá? Então vocês vem e busquem informação. Estamos aqui eh querendo abençoá-los e eu estou muito grata por vocês, por essa oportunidade que vocês me deram e foi um prazer estar aqui com vocês. Desculpe por ter sido muito rápida, porque era um bastante contexto, mas isso aí era só o informativo. aprofundar, pode entrar conosco nesse curso que vai ter da PSEF. Em outubro também terá outro curso do Tesouro Azul. Então, estamos à disposição. Então, gostaria de agradecer a vocês pela presença que a gente tem a Nancula, ela falou: "Obrigado". Temos, temos mães, temos mãe atípica na igreja e gostaria de ajudá-la. Parabéns, Nci. Parabéns pel essa iniciativa. Pode contar conosco, entre em contato com o Tesouro Azul que a gente está à disposição, tá bom? E eu gostaria de também pedir para vocês orarem pro nosso pastor Luiz Saião, eh, que ele tá internado, ele teve um AVC e nós sabemos que a oração pode mudar tantos cenários, né? e fortalecer ele nesse momento de oração, de que Deus o abençoe, que Deus fortaleça o nosso pastor Luiz Saião e que ele se recupere, né? Então, orem por ele para que Deus que as orações alcance esses profissionais dê saúde pro Alsão e fortaleça a família a lidar com tudo isso. A IBNU também por estar vendo o nosso pastor querido passando por isso. Mas nós sabemos que Deus está no comando, Deus está cuidando dele e vai mudar todo esse cenário, tá? Eh, quero agradecer vocês. O curso online vai tá disponível a partir da semana que vem, tá, Larissa? Eh, e a gente vai divulgar pelo pelo canal do Tesouro Azul, tá? E do e da e o canal da IBNU e também do da PICEF São Paulo. Então, agradeço a todos vocês, que Deus os abençoe. Peço desculpa, né, mais uma vez, porque eu fui muito rápida. E no começo da live aí que vocês não estavam escutando, eu retornei. Mas foi bom, foi muito bom. Esse momento é muito bom quando a gente traz essa informação. Que Deus os abençoe e coloque aí nas suas opiniões o que vocês acharam que que a gente precisa melhorar, que a gente paraa gente poder secar mais clara e objetiva diante dessas informações. Eu agradeço todos vocês. Deus os abençoe. Uma ótima semana. Eh, uma ótima não, um final de semana. Ótimo final de semana. E fiquem com Deus. Compartilhe essa live e coloque seus comentários e a gente vai ser muito importante para nós. Deus os abençoe. Fiquem com Deus.