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A fé vem pelo ouvir

Sou Mãe Atípica. E agora? | Aline Cariri

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Legendas automáticas:

เฮ
[Música]
Bom dia, boa tarde, boa noite a todos.
Sejam bem-vindos mais uma live do
projeto Tesouro Azul. com apoio da IBNU.
Meu nome é Aline Cariri. Hoje a gente
vai falar sobre um tema muito importante
para todos nós. Sou mãe atípica. E agora
tá? Vocês que estão aqui nos assistindo,
coloque a sua região aqui no nosso chat.
Vai ser um prazer recebê-los aqui no
nosso Instagram, nosso momento do
YouTube. Também gostaria que vocês
colocassem a região que vocês estão
falando que e coloquem seus comentários
aqui conosco. Siga o nosso Instagram do
projeto Tesouro Azul, Tesouro Azul
Oficial e Beninil São Paulo. E sejam
muito bem-vindos. Hoje a gente vai
colocar agora aqui um slide. Então vamos
lá. O que é análise do comportamento?
Ela é uma ciência, tá? que utiliza
técnicas da análise do comportamento,
que ela melhora o comportamento de
habilidades sociais, ela melhora o
comportamento linguística, acadêmico e
vida diária do indivíduo. Por exemplo,
quando a pessoa com autismo, pessoas com
TDH, pessoas neurodivergente utiliza a
análise do comportamento. Pois, por quê?
Porque ela é uma ciência, tá? Ela
identifica comportamentos problemáticos
e aplicação para ensinar novas
habilidades e reduzir comportamentos
indesejados. Utilizamos reforço
positivos, utilizamos o vídeom modelagem
e análise funcional do comportamento,
tá? O que seria a análise funcional do
comportamento? Ela é uma ferramenta que
descobre o que antecede, o que acontece
antes do comportamento e depois do
comportamento para entender melhor o que
tá ocasionando diante desse indivíduo
indivíduo. O que antecede, o que o que
antecede antes do comportamento também é
chamado de estímulo de discriminativo.
Já o comportamento, qual foi o
comportamento apresentado pela criança?
Ou seja, o comportamento alvo, tá? A
consequência, o que acontece depois o
comportamento, isso reforçou ou
desencadeou o comportamento? Isso foi
reforçador para essa criança diante do
que é nossa ação diante desse
comportamento. Então, quando a gente
fala da tríplice contingência, a gente
tem que entender primeiro os
antecedentes, tá? Os antecendentes é o
que a gente observa antes do
comportamento ou eventos com que com
condições que ocorreram imediatamente
antes do comportamento. E isso é um
estilo do ambiente. Eh, por exemplo,
pode ser diante do ambiente, pode ser
atividade em andamento que essa criança
tá fazendo na escola ou diante em casa
ou pode ter um comportamentos de mudança
de rotina, interações sociais. Isso pode
ocasionar essa mudança de comportamento.
Por exemplo, eu tenho um exemplo aqui de
uma mãe
que que ela pede pro seu filho eh
tranquilamente ela pede para guardar os
brinquedos e e isso ocasionou um gatilho
para essa criança, tá? Essa criança ela
começou o comportamento agora, tá? Você
viu que antecedeu? A mãe pediu para o
João guardar o brinquedo e o João eh
recebeu isso como gatilho. O João
começou a chorar, o João começou a se
jogar no chão, o João começou a ter uns
comportamentos
disfuncionais. E isso eh foi a resposta
do João diante do que antecedeu aquele
aquela aquele pedido da mãe de colocar o
guardar dos
brinquedos. Amor, o que é? Quais são as
consequências? As consequências são de
tudo aquilo que aconteceu logo após o
comportamento. O que aconteceu com o
João, João se jogou no chão, gritou
porque ele não queria e jogou os
brinquedos, porque ele não queria
guardar os brinquedos. Isso ocasionou um
comportamento desafiador diante desse
pedido da mãe. Pra mãe querer que o
Joano começa a gritar, o João começa a
chorar, o Joano começa a fazer aqueles
comportamento de bi, de gritar, jogar o
brinquedo, essas coisas, a mãe vai lá e
guarda o brinquedo do
João. Então isso foi o reforço do João.
Isso acontece que toda vez que a mãe
pedir algo pro João, o João vai se jogar
no chão, vai jogar o que o item que ela
pediu, ele vai fazer todo esse
comportamento porque ele sabe que a mãe
vai lá e resolve a situação dele, tá?
Qual seria a ação nesse ideal nesse
caso? A mãe, ela ela chega no João, ela
divide a tarefa e pequenas tarefas com
ele, por exemplo, ela faz um
combinado. Vou fala assim pro João:
"Você guarda os blocos e eu e eu guardo
o carrinho". Combinado? E assim ele
colabora e ele elogia imediatamente. Ela
elogia imediatamente o o João por ele
ter guardado esse brinquedo. João,
obrigada, filho. Você guardou muito bem.
Parabéns. Isso foi um reforço positivo.
O João, toda vez que ele for aguardar,
ela for pedir algo pro João, ele vai
fazer isso porque ele sabe que ele vai,
a mãe vai ficar feliz, a mãe elogiou o
João porque eles tiveram esse combinado,
entendeu? Então isso é uma forma de
você diminuir aquele comportamento
disfuncional. E qual é a importância
dessa observação? Observar o
comportamento com atenção é um passo
essencial, tá? Para dar análise do
comportamento, pois é a partir dessa
observação que entendemos que a criança
precisa, o que ela sabe fazer, o que as
suas, quais são as suas maiores
dificuldades. Essa observação deve ser
de forma cuidadosa, prestar atenção o
que acontece antes ou antecedente, o que
aconteceu durante o comportamento e
depois as consequências. Essa observação
pode ter déficites comportamentais. São
comportamentos habilidades que a criança
não desenvolve completamente. Por
exemplo, falar ou pedir algo com
palavras. Você vê que ela tem um déficit
na comunicação funcional. Brincar com
outras crianças, déficit como é
comportamento social. Esperar sua vez,
comportamento social. Então, a, ela pode
ter excessos comportamentais, pode ser
gritar, chorar, eh, comportamentos
agressivos diante da da situação, ela
pode ter questões sensoriais, tá?
Questões movimentos repetitivos,
estereotipados. Então, a gente precisa
ter essa observação com respeito, tá? e
não com
achismo, porque muitas vezes essa
criança ela pode est eh não tá cans, ela
pode estar sentindo cansaço, tá? Ela não
pode não estar fazendo manha, tá? Muitas
vezes pode ser um cansaço, ela pode não
tá entendendo o seu comando. Você tá
falando, João, vai lá na cozinha, pega a
água que está em cima da
mesa. Olha o tamanho, o o comando que
você fez pro João, até ele chegar na
cozinha, ele já esqueceu. Então isso
pode ocasionar um um uma um desconforto
dessa criança, ela pode entrar, acabar
chegando numa crise, tá? Então essa o
João, você precisa falar, João, pega
água na
mesa. Ele vai lá e pega água na mesa.
Vocês vão diminuir o comando, tá? Ele
pode estar tentando se comunicar com
você. Então isso tem uma falha na
comunicação funcional. Então a gente,
essa criança precisa ter eh pictogramas,
ter, vou trazer agora paraou depois vou
trazer para vocês o PEX, eu vou trazer
para vocês o o os operantes verbais para
vocês terem eh noção de como que você
faz essa comunicação com essa criança
para diminuir esse comportamento
desafiador. Então, para você fazer uma
observação na prática, para você não ter
achismo, para você interpretar de uma
forma correta, você observa sem julgar,
tá? Como a gente faz essa observação?
Nesse exemplo aqui, o, eh, ele chorou e
tampou os ouvidos quando ouviu o barulho
do
liquidificador. Você viu que quando João
tava na casa, a mãe ligou o o
liquidificador e ele tampou ouvidos
porque ele tá, aquilo ali foi muito
barulho barulho para ele. Então, isso
foi uma observação correta, tá? Agora
você fala: "Ah, ele fez a, ele ele
colocou essa ele tá com crise, ele tá
com manha, gente. Crise pode ter n
interpretações. Ah, e fala com o João,
porque hoje o João ele não conseguiu
fazer uma lição em cá na na sala de
aula. E aí, como que eu vou falar isso
pro João?
Porque eu não sei o que aconteceu
naquele ambiente, eu não sei o que
antecedeu, eu não sei qual o
comportamento dele por foi uma fuga
esquiva nesse caso. E e o que aconteceu?
Ele saiu da sala, a professora tirou ele
da sala porque o João ficou agitado, o
João começou a
gritar, você reforçou um comportamento,
tá? Então a gente precisa anotar o
contexto, onde ele estava, que horas
eram, o que aconteceu antes do
comportamento. Muitas vezes para os
gatilhos pode ser algo que a criança tá
com fome, cansada, transições de
atividades. E muitas vezes a criança ela
vai pra escola, ela tá levando um
brinquedo. Eu tô levando um
brinquedinho. Aí quando chega na escola,
a professora fala: "Guarda esse
brinquedo, dá pra mamãe, porque esse
brinquedo a gente não pode ter esse
brinquedo na escola". Gente, esse
brinquedo é um objeto de transição dessa
criança. Esse brinquedo não pode tirar,
é um objeto de transição da casa dele
pra escola. Então isso é um conforto,
que ele usa aquele objeto de transição
como conforto, tá? Então a gente precisa
ter essa observação com respeito, com
carinho diante dessa pessoa, tá?
Observar a resposta do ambiente, como
que foi meu comportamento, como foi o eu
confortei o adulto confortou o João de
uma forma? Confortou João ou o adulto
ignorou ou mudou a atividade? Qual foi a
reação desse adulto? Porque dependendo
da nossa reação, como a gente deu o
exemplo da mãe, ela foi lá e guardou
brinquedo naquele momento, né? A reação
ocasionou do João se jogar no chão,
gritar. Isso foi um foi um reforço
negativo para essa criança, tá? Então a
gente precisa trazer um reforço positivo
para que essa criança se modele, né?
Esse comportamento de reforço positivo
aumenta a topografia de toda vez o João
quando for pedir para algo para ele
fazer, ele vai fazer porque ele foi
reforçado positivamente, tá?
Então, a dica nesse para você tem que
ser, você tem que ter uma uma observação
clara, objetiva daquilo que tá
acontecendo. Tem um caderno, um bloco,
um celular para você anotar aquele
comportamento daquela criança. Por
exemplo, aqui eu coloquei um exemplo
aqui, que a criança quando ela volta pra
escola, da escola, ela fica sensível a
barulhos. o trajeto dela do carro até
chegar na escola, aquele trajeto tá
muito barulhento, né? Então essa criança
ficou numa questões sensorais com com a
hipersensibilidade, né? Então a gente
precisa entender porque ela se agitou
diante daquilo. Foi uma ótima
observação. Ou nesse outro exemplo,
quando mudo a rotina de forma repentina,
ele fica
agitado. Para evitar isso, a gente traz
previsibilidade para essa criança. Por
exemplo, eu fui, eu tive que ir pro pro
hospital com o Artur e ele precisava
fazer aquela eletrocefalograma, tá? Eu
peguei um vídeo, mostrei pro pro Artur
como que era o passo a passo daquele
exame. Gente, ele deitou naquela bácara
e ficou esperando aqueles negocinhos
geladinhos e colocando nele. Evitamos
agitação. Então a gente precisa trazer
previsibilidade para essa criança. Ele
grita quanto que quando quer sair de uma
atividade difícil. Gente, vamos falar
assim, João, você tem essa atividade,
depois você vai fazer essa. Essa aqui
você vai fazer depois você vai di você
vai fazendo de pequenos passos para ela
fazer uma atividade, chegar nessa
atividade difícil. Você tá ajudando essa
criança previsibilidade do que ela vai
ter que fazer, que atividade difícil. A
gente não tem como tirar atividade
difícil, mas a gente vai diminuindo as
etapas para isso, tá? Então, o que seria
os esquemas de reforço?
Os esquemas de reforço na análise
comportamento é estratégia para
fortalecer o comportamento positivo
dessa criança. Eles definem de como o
comportamento será recompensado,
ajudando a criança a aprender com mais
segurança e motivação. Naquele caso, eu
usei do João quando ele guardou o
brinquedo, a mãe reforçou positivamente
falando: "Parabéns, João isso foi um
reforço positivo." Então, a gente pode
ter vários tipos de reforço, tá? O
reforço, os esquemas de reforços têm um
reforço contínuo. O reforço contínuo é
reforçado toda vez que ocorre. Ideal
para ensinar novas habilidades e
comportamentos. Sempre que a criança
pede algo ou palavras, você entrega o
item e elogia. Ela fez um pedido de uma
forma tão funcional. Mamãe, água. João,
que bom, você entregou o item pro João e
deu deu a a entregou o item, que é um
item é algo tangível. reforço tangível e
ali reforço arbitrário, desculpa,
reforço arbitrário e ali você reforçou
positivamente. Então você tá reforçando
um comportamento que toda vez que o João
for pedir água, você reforçou
imediatamente aquilo, mas aos poucos
você vai tirando esse reforço, né? Aí
você entrega a água para que essa
criança se torne uma criança, é uma
criança
independente. Ela não vai precisar
sempre de reforço quando pediu, né?
Água, mamãe. Água. Entregou a água, você
parou de reforçar porque ele já sabe que
ele já aprendeu esse comportamento.
Então ele se ele aprendeu um
comportamento aprendido, não precisa
ficar sempre reforçando reforçado, tá?
Então o reforço tem esse aqui, é o
reforço intermitente. Aro
compensado acontece de vez em quando de
forma planejada. Esse reforço ajuda a
comportamentos a se manter ao longo do
tempo, mesmo sem recompensa imediata.
Então, quando a criança ela já tá indo,
já tá aprendendo que, ou seja, já
reforçou, ele fez um pedido e foi você
lá, reforçou positivamente, você tá
vendo que ele já tá ficando independente
disso. E aí você vai diminuindo essas
tarefas de reforço. Reforço fixa. Cada
vez, cada vez que a cria, cada três
vezes que a criança arrumou os
brinquedos, você elogia. Então, ela
arrumou três vezes o brinquedo, você
elogiou.
Já o reforço variável você elogia de
forma surpresa às vezes na segunda ou às
vezes na quarta vez que ela guardou o
brinquedo. Então quer dizer, ele guardou
o brinquedo na primeira vez eu não
elogiei. Na segunda vez que a criança já
tá reforçada, já sabe o comportamento de
o reforço positivo, já na segunda vez
você fala: "Parabéns, João, você guardou
o brinquedo". E ele tinha mais brinquedo
para guardar. Demorou. Na quinta, quarta
vez, Ai, João, que lindo, já ficou tão
lindo, você guardou tão bem, você
reforçou positivamente. Ou o intervalo
do reforço pode ser um de 10 minutos
quando ele faz uma tarefa e ele ganha um
reforço ou a cada aí você vai ser o
reforço variável, pode ser diferentes
tempos de 5, 8, 12 minutos para manter o
engajamento dessa criança diante de uma
tarefa, tá?
Então o reforço positivo é um reforço
que a gente consegue que a topografia
desse comportamento ele aumenta de uma
forma positivamente para essa criança,
tá? Então o reforço positivo é o que a
gente mais usa na análise do
comportamento, tá? A gente não usa o a
punição porque ela é muitas vezes quando
ela é utilizada, por exemplo, João fez
uma coisa, ele foi lá, apanhou, é uma
punição. Então ele pode ter medo de
você, ele pode ter angústia, ele pode
ter ansiedade. Então você vê que esse
comportamento de gritar: "João, para com
isso." Você tá reforçando negativamente
aquilo para essa criança. É uma punição
para essa criança. Tá ocasionando
sofrimento. É uma punição, tá? Então, a
gente usa muitos reforços positivo de
forma de contatos eh elogias, os elogios
não pode ser um elogio a que você eh que
você usa sempre, aquele elogio que ah,
é, tem que ser, não é automático, aquele
elogio tem que ser algo sincero, tá?
Você tem que fazer com carinho, tem que
recompensar essa criança simplesmente
assim, porque ela fez algo que foi
difícil para ela fazer. Imagina para ela
ter dificuldade de guardar aquele
brinquedo, para ela pode ser muito
difícil, né? Então acho que o o eu vejo
que o elogio tem que ser algo sincero
que você tá sentindo diante daquele
momento, porque é tão importante pra
gente quando essa criança consegue, né?
Quando ela consegue fazer uma atividade
e a gente, nossa, que
alegria, né? Então a punição e a
extinção de comportamento eu não ensino
aqui com vocês, tá bom? E punição a
gente não usa na análise de
comportamento. Extinção muitas vezes
pode podemos usar, mas isso é somente
psicólogo, terapeuta, aba que tenha
experiência nessa área. A gente não
ensina para para as outras pessoas a não
ser esses profissionais, tá? Então o que
seria os operantes verbais? Os operantes
verbais ele na análise do comportamento
eles eles são de formas de linguagem de
chamadas de operantes verbais. Ou seja,
ele mostra o que a criança usa a fala e
outras formas de comunicação no seu dia
a dia. Os operantes verbal verbais, eles
são seis tipos de operantes verbais, ou
seja, também conhecido como unidades
funcionais da linguagem. Ele descreve a
comunicação dessa criança, tá? O mando,
tato, eccoico, intraverbal, o texto e o
código. O que seria eles? O mando é um
componante verbal que a criança ela ela
ela eh quando a criança pede o pede o
que quer e o que precisa, tá? A criança
está com sede e diz
água, quero água. É um é um mando, tá?
Esse é um componente muito importante
para essa criança. A criança, ela
precisa aprender a pedir. Eu quero água,
suco, tô
cansado, pega, quero maçã. Ela precisa
nomear essas coisas. Por quê? Isso é um
comando extremamente importante para
essa criança. Quando a gente tem falha
na comunicação, na falha do mando, o que
a criança pede, a gente muitas vezes a
gente, essa criança tá na crise, essa
criança tá na tá na naquela sobrecarga
porque ela não tá se conseguindo se
comunicar. Isso é uma forma natural de a
criança pedir algo, tá? Já o o operant,
o o mando, quando a gente faz de uma
forma uma forma mais
simplificada, mais a para ajudar dos
pais de uma forma que ele consiga fazer
que essa criança faça um pedido de uma
forma funcional, você
precisa criar oportunidade para essa
criança pedir, tá?
Por exemplo, a criança, ela quer ela
quer pedir eh comer uma maçã. Essa maçã
tem que tá mais visível para essa
criança para que ela consiga muitas
vezes quando ela tá no início da
comunicação, ela vai usar um gesto ou
vai usar um sinal. É uma forma funcional
de comunicar, tá? E ali você vai
reforçar com carinho, vai entregar o
item desejado, que seria o o o reforço
arbitrário que você tá entregando, que
ela tá pedindo e que você tem eh ela
consiga chegar em você e pedir de uma
forma mais funcional, né? Eh, e quando a
vez ela metir, ela pedir uma maçã, você
fala, ela pedir, ela apontou para pra
maçã e você fala assim, maçã. Você
nomeia o que é aquele item? Maçã,
Pedro, come maçã, tá? E você tá
nomeando. Isso é de uma forma que essa
criança e elas começam ela ter
essa ela começa a ficar independente
nisso. Ela não vai ficar mais eh ela vai
conseguir se comunicar com vocês no
pedido. Eu quero, eu tô cansado, eu tô
triste. Tá entendendo? Ela vai conseguir
expressar esses sentimentos com vocês
até se comunicar. Então, o tato é quando
a criança no meio é o que está vendo e
ouvindo. Por exemplo, essa criança, ela
vê um
cachorro e aí ela ela fala:
"Cachorro, isso é uma forma de
comunicação. O que ela vê, o que ela
ouve, o que ela cheira, o que ela
aceite, o que ela toca. é uma linguagem
muito importante, porque ela transforma,
ela traz a compartilhar experiências com
o outro, ela desenvolve vocabulário, ela
relaciona o melhor com o mundo à sua
volta. A criança ela consegue nomear
tudo que ela tá vendo. Céu, olha o
céu. Ela já tá nomeando no céu. Bola
azul, Bob Esponja. Você viu que isso já
ela tá conseguindo ter entendimento o
que é aquilo. Então quando você tá no
mando, ela ela você ensinou para ela que
aquilo ali é uma maçã, né? E você nomeou
aquilo ali uma maçã para ela, ela vai
entender que aquele aquele it é uma
maçã. Ela vai entender que isso aqui é
uma blusa, uma jaqueta jeans. Então ela
vai saber o tatear e nomear os itens.
Isso é uma forma muito importante para
ela, porque imagine quando você não sabe
o que é um copo, você não sabe o que é
uma um prato, você não sabe o que é
precisa, a pessoa com altins, ela
precisa tatiar, tá? Ela precisa tatear
para nomear aquilo que ela tá pedindo,
tá? Nomear o mundo ao redor é com
frequência que essa criança precisa. E
quando a criança brinca com seu, vocês
brincam com seus filhos, vai dizendo o
nome das coisas ao redor. Olha a árvore,
olha o, olha isso, ol flor linda, olha o
carro do papai. O carro do papai é
vermelho. Você use livros, imagens e
brinquedos variados também no meio que
tá aquilo ali. O o cachorro faz o som.
Como o cachorro faz? Au au. É, você dá
um exemplo de como o cachorro late, tá?
É uma simples, ai meu pai, eu lati aqui.
Eh, é, você vai reforçar essa criança no
melhor corretamente aqueles itens, tá?
Os itens, você tem que ensinar o os
itens de uma forma correta, né? Você tem
que nomear o que é um copo, que é tudo
de uma forma correta, porque se você
ensina um item errado para essa criança,
é muito difícil ela entender depois o eh
conseguir entender que aquilo ali era um
copo, tá? Os itens tem que ser nomeado
de uma forma correta para tatear aqueles
aqueles
itens. Então o eco é quando a criança
recebe, é quando a criança repete o que
ouve, tá? Ela vai
repetir. Você vai falar como se fosse
uma imitação. Gente, mamãe,
mamãe, vamos comer?
Vamos
comer. Ela vai tá praticando sons e
palavras na comunicação com o outro, tá?
Isso é uma forma muito importante paraa
criança nesse ecoico. Ela tá repetindo a
imitação, ela tá imitando o
comportamento, aí tá imitando fala do
que aquele item e tá imitando a sua
fala, tá? Bom trabalho. Você não tá
fazendo ecolalia com essa criança, tá
gente? Você tá ensinando os para repetir
o que é isso, João? Maçã. Maçã. E muitas
vezes a criança não tem uma comunicação
funcional, não sabe, não tem essa fala
funcional, ela vai mostrar na figura que
aquele item é uma maçã, tá? através do
pex que eu vou apresentar para vocês.
Como os pais podem fazer diante disso
para criança conseguir eco fazer fazer o
o o operante verbal e córico? Fale
pausadamente com clareza, tá? De forma
clara, simples, que a criança consiga
ouvir bem e imitar.
E incentive a repetição com
brincadeiras, por exemplo, fale e
repete, por exemplo, o o eh você vai
falar aquela uma música, o como fala os
o do pula saapa que eu falar e como é
aquela A B C D aí a cri e fg. Aí você tá
vendo que a criança tá repetindo, né? tá
tá eando isso, o que você tá dando, fala
para ela, é que ela já tá entendendo
isso aí com vocês, tá?
Então, a quando a gente tá falando de de
operantes verbais, vocês viram que a
gente falou do do mando do tato ecoico.
Agora a gente vai falar do comando do
intraverbal. A criança ela vai ela vai
eh responder com palavras. Olha, gente,
chegar nesse nível aqui é é um sonho,
tá? Para nós pais, porque a criança tá
respondendo você, né? Qual é a capital
do Brasil? Brasília. O que você tá
sentindo?
Dor. É um, ela vai eh é uma forma
fundamental para ter o pensamento
simbólico e comunicação social de uma
forma natural, né? Então, eh, quais são
os animais da fazenda? Ela vai falar
cavalo, gato,
cachorro. Sabe assim, o cachorro, você
diz cachorro e seu filho fala gato, ele
tá associando ideia relacionada também.
Olha, gente, como é importante esse essa
comunicação intraverbal. Então, mas ela
precisa passar pro passo a passo, ela
precisa passar pro mando, o tato, o eco
para chegar no
intraverbal, tá? Já o quando você tá
trazendo essa essa fala da intraverbal,
o que comemos no café da mãe? Você vai
fazer perguntas para ela, como foi na
escola? Como que como que você fez o
quê? Lição matemática.
E isso aí pode ser na comunicação dela,
pode ser até no pex nessa fala já tá
aumentando essa fala dela, tá? Aí você
vai cantar o sapo não lava o pé. Não se
o sapo não lava. Aí ela vai, ela vai
repetir o pé. Ela tá
respondendo por você.
Eh, e você pode criar jogos de perguntas
e respostas com essa criança. Eh, você
pode fortalecer a conversa de uma forma
natural, que vai muito além da
repetição, tá? Isso vai conquistar o
desenvolvimento da linguagem e do
pensamento da criança. Então, gente,
quando a gente tem isso intraverbal, eh,
é muito, é uma
alegria para nós pais, né, que essa
criança já tá se
comunicando. Quando a gente fala do
texto, a criança lê e escreve com
palavras. Por exemplo, ela pega um livro
e lê em voz alta. era uma vez e ela
começa quando ela tá lendo o livro,
quando ela escreve, tá? E outros
exemplos, ela tá fazendo eh preenchendo
o formulário, tá anotando uma lição de
casa, vai conseguindo responder aquelas
questões da da prova, ela tá conseguindo
interpretar sinais, símbolos, escritas,
então ela tá ela tá conseguindo ter
autonomia, tá? Isso já é uma forma de a
criança avançar. Os pais precisam ler
bastante para os seus filhos. Ele
precisa estimular a a escrita nas
crianças. Ele precisa mostrar o valor da
leitura e da escrita dessa criança. Cada
tentativa de escrita, mesmo ela ela
fazendo de uma forma que você tortinha
tentando escrever, mas ela tá tentando.
Aí você vai ajudando essa criança a
desenvolver com uma forma com afeto, com
paciência, a criança ela ela fazer esse
esse essa comunicação do texto,
conseguir responder aquelas questões,
conseguir interpretar, fazer, preencher
o formulário. Então, o código já temos o
outro, quando a criança responde com
palavras os gestos sinais. Já nesse
caso, um adulto eh ele ele aponta pra
bola, mas ele não fala, ele apontou. A
criança fala
bola e quando ela tá, você tá
atravessando a rua, a criança vê o sinal
verde,
ela é pare. Não pode ir. Ela fala:
"Pare, sigue". Eh, vermelho, siga. Ela
já tá conseguindo interpretar as coisas
e você não precisa mais falar, tá?
Então, a criança, ela tá olhando esse
carro aqui vermelho e ela aponta, fala:
"Carro vermelho". Então, ela tá
prestando atenção no ambiente, ela tá
compreendendo a comunicação não verbal e
ela tá respondendo de forma a linguagem
de forma funcional, tá? Os pais vão
apresentar de forma de gesto o que é
isso? Eh, mostre visualmente o mostre
roupas, alimentos e brinquedos. espere
que ela diga o que é aquilo. Respeite o
tempo dessa criança, porque não é tão
fácil fazer essa essa esse o código é
você já nomear de forma o gesto com
muitas vezes essa criança não vai
conseguir ter essa oralidade de falar,
mas ela vai apontar pros pro pras
figuras pictogramas que aquilo ali é um
um carro vermelho, que ela tá olhando
para você dizer te formou, te tentando
se comunicar de uma forma com olhares
sinais. Então isso é extremamente
importante para vocês, tá? Então quando
eu falo do PEX, eu falo da comunicação
por trocas de figura. O PEX é a fala
funcional dessa pessoa como. Ela é uma
uma comunicação alternativa e
aumentativa. Você você o principal
objetivo da do PEX é estimular a
autonomia da criança na comunicação,
respeitando o tempo e desenvolvimento da
criança e suas particularidades. O PEX
muitas vezes criança consegue comunicar
com mais clareza, segurança, mesmo ainda
no que no quando não fala perente, tá?
Então, o PEX ele tem a fase um, que aqui
você vê aqui, ó, nessa parte
aqui, eh, eh, você vê nessa parte aqui a
criança quando ela tá tentando se
comunicar, você tá vendo o item aqui, um
cachorrinho e ela tá com a figura do
cachorro. Você vê que o pai entrega essa
figura pra mãe, essa criança com essa
mão aqui que é uma ajuda física total,
dá figura pra mãe e a mãe entrega o
item. Nesse momento ela o indivíduo tá
aprendendo a trocar o a figura para o
item desejado, porque ele tá tentando
aprender que isso aqui é um cachorrinho
e que essa figura é do cachorrinho.
Então ele e o pai tá ajudando de uma
forma física, ajuda total. Depois,
quando for uma ajuda física parcial, o
pai só vai bater aqui no no brazinho
assim, de uma forma levezinha, a criança
já pega a figurinha e entrega pra mãe, a
mãe entrega imediatamente esse item.
Isso é uma forma inicial da criança é
entender que são que o que o que se
refere a esse item. Quando a criança já
entendeu esses itens, tá? Passou dessa
fase um, ela vai pra fase dois, ainda
usando uma fig uma única figura. Você
viu que ainda ela tá usando aqui uma
única figura. Ela vai até a mãe, aonde a
mãe estiver, pode estar na cozinha, no
banheiro, na no na lavand na na
lavanderia, onde a mãe estiver, ela vai
na distância e persistência, ela vai
entregar essa figura que ela quer, o
item desejado, e vai entregar pra mãe e
a mãe entrega o item para ela. Já na
fase D3, ela já vai eh eh discriminação
por figuras. Os indivíduos aprendem a
escolher entre duas ou mais figuras para
pedir coisas favorita. Essas são as
colocadas na pasta, que você vê que
agora aqui é colocada duas figuras na
pasta e ela vai lá e entrega pra mãe as
duas figuras. E aqui ela ganha o item,
dois itens desejados já na fase
três. Já na fase quatro eh são os
atributos, a a expansão da linguagem.
Então, quer dizer, a criança já começa a
desenvolver os adjetivos, os verbos e
proposição. Nessa fase, a criança
descreve bola vermelha, bola grande, que
aqui os adjetivos, ela já começa a
entender que ela quer uma eu quero uma
bola vermelha. Então, ela tá tendo já
colocando os adjetivos dessa bola. Os
verbos. Eu quero comer. Eu quero, eu
quero, eu quero, eu quero comer. Eh, eu
quero correr, quero correr, quero andar
de b de bicicleta. Eu quero já tá
trazendo os verbos. O querer tá aqui já
ela tá dando as
preposições. Eu quero o a
bola para brincar em cima da mesa. Eu
quero a bola dentro da
caixa. Ela já tá nomeando já as
preposições que do que ela quer essa
bola. E agora já no item cinco, as
crianças já começa a
responder, tá? Ela vai pegar aqui. Eu
quero o que você quer? Ela vai colocar:
"Eu
quero eh batata frita com arroz e
feijão". Ela já tá respondendo, mas
através das pictogramas, essa criança
não verbal, tá? Então, a
a criança quando ela chega nessa fase
cinco, ela já tá ficando independente,
ela já tá sabendo o que ela quer. Já no
na fase seis, ela já vai começar eh
responder eh comentários. O que você o
que você vê? Eu vejo um cachorro. O que
você ouve? Eu ouço eh o
barulho da casa da vizinha.
O que é isso? Isso é um
cato. Eu vejo, eu sinto, eu estou com
dor. Isto é, ela começa a responder de
uma comentário, dá os cursos essa parte
do comentário. Então aqui a gente traz
uma forma de figuras daqui da do PEX,
que aqui seria os atributos de cores,
tá? Então aqui ele já vai, você vê que
aqui você vê que tem aqui um pimentão,
né? Aí ele fala assim: "Eu quero
pimentão verde". Você vê que ele já tá
nomeando. Eu quero blocos
amarelo. Já aqui você vê que tem os
itens. Eu quero bolsa laranja. Ó os
itens que ela quer. Eu quero
eh eh esmalte azul. Eu
quero a o relógio rosa. Você vê que ela
já tá no meio nos tons, que é os
atributos. Aqui eu quero já os atributos
nos tamanhos. Eu quero pincel curto. Ela
já estamos falando o que ela quer nos
tamanhos já. E aqui eu quero orelha
grande. Aqui ela tá fazendo as
brincadeiras, já tá pedindo. Então todas
essas atividades que ela fizer, todos os
itens dessa atividade, ela vai falar o
que ela quer antes de ela completar esse
animaizinho, esse esse bonequinho aqui,
tá? Então ela você vê que já tá
aumentando os atributos,
ó como que chegou na vida aqui dela
assim no no dia a dia, na habilidade
social. Eu quero
leite. Não é, não quero não desnatado
grande. Eu quero milkhake
pequeno. Olha como forma de comunicação
é boa, né? Então vocês viram como é
importante a gente ter essa comunicação
funcional. Então o que quando é uma
birra? A birra acontece quando a criança
ela quer
algo, é um brinquedo, um doce, é uma
atenção. E muitas vezes ela se joga no
chão e ela grita, ela se joga. Isso é
uma birra, tá? Já uma crise, a criança
ela pode estar eh e a crise não é
manipulativa, tá? é uma resposta
involuntária da sobrecarga emocional
dessa criança. Isso pode acontecer perto
de um de um com um objeto com muitas
vezes por algo de um barulho que ela tá
ouvindo, tá? ou o cérebro dela tivesse,
tá com com muita carga, aquilo ali deve
estar
doendo. Por exemplo, o meu filho, o
Guilherme, toda vez que eu corto o
cabelo dele, ele sente dor e no início
ele se ele gritava, era uma dor intensa.
Então ali eu via que não é, ele não tava
manipulando aquele momento do corte,
naquele momento ele tava sentindo dor. E
esse momento a gente precisa agir com
com cuidado com essa criança, tá? A
gente não pode começar a gritar com a
criança, não pode começar falar para com
isso, chega, porque aquilo ali tá sendo
dolorido para ela, tá? E muitas vezes
ela tá com sobrecarga sensorial por
causa da audição, por causa do do som,
você tá gritando, você tá piorando a
situação, né? Observe o motivo. Se é a
criança quando ela tá eh com sabedoria,
tá?
Se o que ela criança tá fazendo é uma
birra, que a birra é uma frustração, é a
criança, ela vai fazer porque ela quer
conseguir aquilo. Já a crise, ela não é
uma não é uma coisa, não ocorre sem
motivo aparente. É muita coisa acontece
por causa dos do cheiro, dos sons, dos,
dos cincos, dos cinco sentidos pode
estar acontecendo com essa criança. você
precisa
eh entender, observar bem essa criança.
Sua reação precisa ser cuidadosa e se
precisa dar eh segurança para essa
criança se ela tá entrando numa crise,
tá? E quando ela tá numa crise, você não
precisa ficar falando: "O que você tá
acontecendo? que vou para com isso,
vamos conversar, deixa essa criança
passar dessa crise, acalma ela primeiro
e depois você vai com ela e conversa com
ela para ver o que tá acontecendo aqui,
o que aconteceu aqui diante daquele
ambiente, né? Afasta a criança desses
estímulos, muitas vezes por causa do
barulho, do cheiro. Fala com calma com
essa criança, estou aqui, está tudo bem.
Ofereça espaço seguro para ela se
regular. após a após a crise, converse
com ela pausadamente, tá? Mas que ela
não se
sinta mais sobrecarregada na hora da
crise, você falando, você fala depois,
tá? Registre o episódio para relatar a
equipe terapêutica, se for necessário,
se essa crise persistir muitas vezes
diante daquela situação, tá? Então o
agora a gente vai entrar aqui no método
do TIT. O método Tit ele é uma
estruturação do ambiente, tá gente?
Desculpa, eu tô falando muito rápido,
mas coloca suas perguntas aí no chat,
tá? Porque eh é muito tempo para pouco
muitas muito contexto para pouco tempo,
tá? Então, ó, o método Tit é uma
estruturação do ambiente. Ele respeita a
individualidade da criança, tá? do
adolescente, do adulto. Ele, você vai
sinalizar aquele ambiente para essa
pessoa, você vai pode usar incluir
recursos e imagem e recursos visuais,
como fotos, símbros, cores, rotinas,
configuras, simplificando o conteúdo de
forma de uma tarefa mais clara e
objetiva. Vou mostrar para vocês o que é
isso. Ela organiza o espaço e tempo
usando rotinas visuais, caixas de
atividades, pistas visuais. Ela pode
usar e tecnologia assistiva, se
necessário, pois pode ser pode usar
software, eh tablets e comunicadores
também usando o método TIT. Então o
método Tit aqui, você vê que o tem uma
imagem aqui do Artur, ele já é
estruturado fazendo uma atividade. Você
vê aqui que essa atividade aqui não tá
muito estruturada. Ele tá copiando esse
texto todo para responder essas
questões. Isso aqui é uma atividade não
estruturada, mas você viu a atenção do
Artur que ele tá diante dessa atividade,
porque o Artur já tá indo muito bem com
algumas atividades não estruturadas.
Já aqui ele tá fazendo uma uma prova na
escola e você viu a atenção direcionada
e esse aqui já foi uma atividade
estruturada, tá? Então o que seria a
adaptação? A na adaptação você pode
adaptar o uma lição da escola que foi os
o sistema de numeração e e números
naturais, tá? que do chamado suruban que
a gente foi trazendo esse tema para o
Artur, tá? Você vê aqui o texto como ele
tá sem
estruturação. Já aqui é um texto já
estruturado. A aqui, por exemplo, vou
ler, vou ler só um pouco desse texto. A
necessidade do ser humano
contar p surgiu. Aí você vê contar, você
viu como que ele contava. Aqui tem umas
pedras. surgiu há milhares de anos e foi
desenvolvido no decorrer do tempo.
Surgiram os ápacos que registravam
quantidades e efetuava operações. Você
vê que esse texto é esse
aqui. Então, ó, como que essa questão
foi. Na sua opinião, de que forma eram
feitos os primeiros registros de
quantidades pelo ser humano? O homem
precisava controlar o seu rebanho,
utilizava pedras. Cada animal
representava uma pedra. Então você vê
aqui, ó, a
imagem fazendo essa parte da resposta.
Quais são as as quais são os os números
representados pelo soroban? Aqui a
imagem é já dessa resposta. Se vocês
viram como é uma adaptação da de
material aqui já é dos índios. Deixa eu
ver das famílias indígenas, tá? E esse
texto, ó como esse texto está bem
estruturado. E agora dos das famílias
africanas, ó esse
texto e olha esse texto aqui
estruturado, como que facilita essa
criança aprender de uma forma mais
funcional, tá?
uma forma do pé do método Tit, como a
gente fala da estruturação, a gente
muitas vezes a gente fala pra criança:
"Você para com isso, chega e e por uma
forma mais funcional para você conseguir
essa criança eh aprender, vai se ensina
para ela o que eu posso." Nesse caso foi
feito para Artur, tá? Eu posso chegar na
escola, na na sala de aula com a
professora auxiliar? Eu posso eu posso
chegar em sala de aula sem correr, ficar
na fila. Olha as figuras, todas as
figuras elas têm que ter a a uma escrita
para você saber o que significa essa
figura, tá? Todas essas figuras aqui,
como você viu lá no pex, a gente
apresenta pra criança, tá?
Então, a rotina do banho feminina aqui,
a rotina do
banheiro, a rotina de cortar as unhas,
que é o passo a passo, linhas
compridas, mão esquerda, mão direita, pé
esquerdo, pé direito. Pronto, já
conseguiu. Então, a rotina
diária, a gente precisa ensinar para
nossas crianças as
emoções para elas poder nomear paraa
gente o que ela tá sentindo,
tá? Aqui a gente, a sua rotina não tá
aparecendo muito bem para vocês, mas é
eh todo esse material vai estar
disponível para vocês, tá? Isso aqui é
uma rotina matinal do Artur, lavar as
mãos, se vestir, tomar café da manhã,
guardar guardar louça, escovar os
dentes, petear o cabelo, encher a
garrafinha d'água, colocar o o almoço na
mochila, a mochila está pronto se se
vestir e de acordo com a roupa e ir pra
escola. Isso aqui foi uma tarefa antiga
do Artur, tá?
Então você vê que há uma importância
quando a gente ensina a figura, explica
que essa figura tem dor, a criança tá
com dor de barriga, essa criança tá com
dor de dente, você tá mostrando pra
criança nomeando as dores, tá? Dor de
cabeça, dor de garganta, dor nos braços,
enjoado, dor perna, dor de ouvido, dor
nas costas. Aí você, a criança, ela vai
se falar o que ela tá sentindo. Sinto
que algo está errado. Estou sentindo dor
no
peito. Ela já consegue espessar a sua
dor. Então aqui é uma rotina diária, tá?
Que eu trouxe aqui para você, vocês
pais. A rotina da manhã, rotina da
tarde, a rotina da noite para vocês. Vai
tá disponível para vocês no Instagram do
Tesouro Azul, tá? No no no
no é no feed, né? Aqui é a rotina da
higiene, pessoal, as figuras, tá? Aqui é
a rotina das tarefas domésticas, que que
a pessoa criança tem que fazer,
adolescente, adulto. Aqui é as outras
atividades do dia, tá? Todas as figuras
elas têm que estar no tamanho 3 por 3,5
cm, tá? Para impressão, pra criança ela
ter esse entender essas figuras. Então
aqui tem, você vê que tá em branco, você
vai colocar um velcro, vai colocar
figuras aqui paraa criança da atividade
do dia, qual vai ser das atividades
domésticas de
estudo, atividade de lazer, outras
atividades. E aqui tem uma
especificação, tá aí, aí de higiene,
como que são as das higienes, etiqueta
para cá para fichário das pastas das
figuras. Você viu que cada essas pastas
aqui, ó, cada figura ela tem que ter uma
pasta, tá? Porque assim, eu tô querendo,
tô separando por atividades, atividade
de higiene, atividade de estudo,
atividade de escolha de lazer, outras
atividades, tarefas domésticas para essa
criança ter essa essa facilidade, tá?
Então agora eu vou nas, como que eu faço
aqui para a
apresentação? Fechar. Ah, agora
sim.
Então eu vou entrar aqui nas perguntas.
Eh, gostaria de saber o que vocês
acharam dessa aula, apesar que no início
vocês não estavam escutando, depois
voltei, né, com vocês. Eh, tenho gente
aqui falando. Deixa eu ver as pessoas
que estão aqui. A Lari, Binho são dos
estão do do Japão. A Márcia fala de
Guarulhos, a Laressa Ribeiro, ela ela
falou que não tá conseguindo ouvir o
som, mas depois me fala da eh da onde
você tá falando, Edilene. Depois me fala
da onde você tá falando.
Fátima, Laressa também. Luna é a que faz
parte aqui do projeto Tesouro Azul.
Marta Peregrino, fala da onde você tá
falando para mim, meu amor. Fátima Lima.
Eh, quem mais tá aqui? Dile também está
aqui. Boa noite a todos. O João, o o
Binho tá aqui falando: "Parabéns, como
sempre uma live cheia de
informações." Obrigada,
Binho. Eu trabalho com mais de 20 anos.
Quem tem? Eu trabalho, vamos ver
aqui. Eu trabalho com pessoas com mais
de 20 anos que entende, mas não falam.
Depois de três tentativas
apontando, eles desistem.
Existe diferença no método para ensinar
e falar os armos mesmo da
criança? A gente precisa eh trazer as os
pictogramas, tá? Eh, Binho, por quando
ela tá apontando, ela você ela tá
mostrando para você o que ela deseja,
tá? Mas é muitas vezes ali ela pode
estar não tá entendendo mais o que você
tá pedindo. Então para ela poder chegar
em você e pedir um item que ela deseja,
ela precisa ter uma figura que ela possa
te mostrar, né? Principalmente quando a
pessoa não é verbal. A pessoa não
verbal, ela precisa ter os pictogramas,
tá? Muitas vezes a o pictogramas pode
ser uma escrita do que? do da rotina
dela, o os itens muitas vezes pode ser
algo escrito porque essa pessoa tem ela
ela ela a ela sabe ler, né? Então, mas
muitas vezes a imagem é fundamental para
ela poder eh solicitar um item, tá bom?
Ah, o Luís, tudo bom? Luiz
Guarigetal, a saudade também, meu
querido. Então, vocês têm perguntas?
Eh, como posso ajudá-los? O que vocês
acharam dessa
live?
Eh, a gente teve já 1 hora14 da live.
Estamos abertos agora as
perguntas. Eh, fiquem à vontade aí
perguntar que isso é um prazer
respondê-los. Eh, então, quando a gente
fala da análise do comportamento, vocês
viram aqui que a gente trouxe eh a
importância de observar o comportamento,
né? Como a gente observa esse
comportamento? Eh, como antecede esse
comportamento? No
exemplo, ai Márcia, que
bênção. Márcia Roberta, parabéns, Aline,
com mais um tempo de aprendizado.
Obrigada Márcia.
Então, ó, quando a gente vê um
antecedente, vou trazer um exemplo aqui
de um antecedente, de comportamento, que
eu acho que é muito importante enfatizar
isso, por eh, quando a gente mais
aprende sobre o que é antecede, qual é o
qual é o comportamento e qual foi a
consequência diante daquilo, eh a gente
começa a entender essa pessoa na sua
totalidade, tá?
Então, e eu uma vez eu estava observando
uma criança nível três suporte numa
escola e essa criança ela sem ela
buscava 100% regulação sensorial, ou
seja, ela ficava correndo diante daquela
sala. Ela é uma criança nível três, ela
não tinha eh não era verbal, ela vivia,
ela corria assim, ficava
uh diante daquele
ambiente. Essa sala, ó, para você ver
como que é a observação. Essa sala é uma
sala pequena, mas a criança ela sobe,
eh, tem uma escadinha que ela consegue
subir numa rampinha e desce e desce do
outro ladinho. Essa sala tem uma uma
janela. Essa janela
é bastante
iluminação. Essa janela estava aberta e
essa e e essa criança, ela mais ou menos
tinha
umas 10 crianças nesse ambiente, tá?
E quando essa essa criança ela
tentava eh eh buscar aquela regulação,
aquela aquela agitação, aquela busca
100%, entrou num ambiente uma
borboleta. Gente, essa criança, ela tava
correndo agitada, que é o comportamento
da, ela tá buscando regulação sensorial.
E ela ela olhou para aquela borboleta,
ela
ui olhou para aquela borboleta, gente.
Ela
contemplou aquela
borboleta. Quando ela contemplou aquela
borboleta, você viu que antecedeu uma
borboleta diante daquele
ambiente. E aí aquela borboleta foi
embora.
Gente, ocasiona dessa criança, uma
crise. Ela começou a se jogar no chão,
ela começou a gritar, ela começou a
ficar mais agitada. E aí a professora
falou assim: "Ai, Aline, mais uma crise
do autismo, gente, não é uma crise do
autismo, é algo que aconteceu diante
daquelas daquela situação. Antecedeu uma
borboleta, a criança contemplou, a
borboleta foi embora, a criança entrou
em
crise." Nesse momento a gente acolheu
essa criança, tá? Eh, pedimos para essa
criança, ficamos do lado dela, estamos
aqui, tá tudo bem? Fique calma, falando
com uma voz bem suave com essa
criança. Eu pedi pra professora desenhar
um cachorro, um gato, uma casa e uma
borboleta.
Quando eu consegui acalmar essa criança
com uma voz, uma voz
suave, essa criança ela tinha
hipersensibilidade, a
hipossensibilidade, então ela aceitava o
toque. Então o toque meu dessa criança
era assim, que ela conseguia se acalmar
através desse
toque. E aí eu mostrei para ela um
cachorro e ela
[Música]
hum e ela não quis o cachorro. Então,
quer dizer, eu não tava reforçando
aquele
comportamento. Aí eu mostrei a
casa. Aí eu mantive ainda fazendo aquela
pass aquele momento do aquela calminha
para acalmar essa criança. Aí eu mostrei
a
borboleta. Ela:
"Uh, você quer a borboleta?" Eu
entreguei a borboleta na mão dela,
gente. Ela olhou para aquela borboleta,
ela aí eu peguei a borboleta, coloquei
assim no meu canto e falei assim: "Vamos
sentar?" Ela sentou. Mostrei para ela,
eu sentei lá, ela sentou na na ali na na
cadeira e eu falei: "Ah, borboleta. Já
entreguei o item". E falei: "Que linda".
sentou e entreguei o item que é o o
reforço
arbitrário. Ela ficou ainda contemplando
a borboleta. Eu
falei, pedi pra professora fazer na
lousa uma rotina, né? O que que queria
que ela fizesse a massinha, depois na
massinha ela iria fazer um desenho e
depois ela poderia ir pro parque, que
era um grande reforço para essa
criança. E aí quando eu tirei, foi
peguei a borboleta, falei: "Massinha".
Ela
uh aí para ela que você quer? Ela uh
massinha.
Ela você
quer
massinha? Gente, ela entendeu que ela
tinha que fazer aquela atividade de
massinha. Ela brincou com aquela
massinha, fez aquele desenhos que ela
fazia ali com a massinha, fez bolinha
com a massinha e aí ela recebeu o
reforço arbitrário, que foi a
borboletinha, né? E eu reforcei
positivamente essa criança, que foi o
reforço
positivo. Logo depois peguei o depois
peguei
o o a borboleta e coloquei e falei:
"Desenho,
uh,
desenho aí ela fez o deseninho dela,
ganhou, lógico, imediatamente a o
reforço arbitrário que era a borboleta e
o reforço social.
Gente, foi a primeira vez que essa
criança sentou em sala de
aula. Então você viu que mesmo criança
nível
três, ela tem capacidade sim de se
organizar, de se estruturar e sentar e
fazer uma
atividade. Lógico que demanda muita,
muita precisa essa criança necessitava
ser de um um atê com ela, tá?
e ela necessitava ali para estar com
ela, para poder fazer essa atividade.
É, ela necessitava desse momento,
então ela precisa desse
profissional, mas ao mesmo tempo esse
profissional precisa ter um olhar atento
com essa criança, um olhar
sensível, porque essa criança, mesmo
sendo o nível três, ela ness ela pode,
ela consegue, ela é
capaz. Essa criança já tinha anos
naquela escola. Foi a primeira vez que
sentou. A gente precisa ter esse olhar
sensível. A gente precisa ter esse olhar
cuidadoso com essa criança. A gente
precisa preparar o plano de ensino
individualizado para essas crianças.
Ah, mas a eh demanda muito tempo, mas
não é melhor você preparar um plano de
ensino para essa criança e ter e essa
criança fazer atividades em sala e ficar
fazer suas atividades, você diminuir
essas questões sensoriais dessa criança
e você ter essa empatia para essa
criança fazer atividade do que você
ficar com uma criança agitada no
ambiente, sem saber o que fazer e você
só entregando assinha para ela fazer.
fazer alguma coisa, se ela pode ser
capaz de fazer as as outras atividades.
Vocês viram aqui lá no slide, o Artur
ele tem nível dois
suporte. Então, precisamos ter acolher,
precisamos abraçar, precisamos ter esse
carinho, essa empatia, tá? Então, vocês
pais, vocês profissionais que estão nos
assistindo, peço que vocês tenham esse
olhar atento com essas crianças.
Eh, paz, precisar de ajuda aqui. O
projeto Tesouro Azul está aqui. A gente
tem o cuidar de quem cuida para
trabalhar o emocional, tanto dos pais
quanto dos profissionais. Eh, na última
terça-feira do mês a gente tem o cuidar
de quem cuida. Nós também temos o o
livro Inclusão Os olhos de Jesus, que
mesmo
tendo
enfatizando eh questões no ministério
infantil, lá tem bastante questão de
ensino, de análise do comportamento, tá?
Então ajuda vocês ter esse entendimento
dessas crianças.
Na na semana que vem vamos iniciar um
curso na APCEF São Paulo, na APCEF São
Paulo nas quartas-feiras. Fica atento no
no nosso Instagram do Tesouro Azul que
vocês vocês fazerem essa inscrição
porque começa são cinco encontros na
quarta-feira vai começar às 7:30 vai
terminar às às 19:30 e vai terminar às
22:30 que o conteúdo é muito intenso,
precisa desse desse tempo, tá?
Aprendem a busquem
informação no nosso chat, no nosso
Instagram do Tesouro Azul, tem no feed
tem algumas informações. Mesmo a gente
ter passado por esse momento do hacker,
a gente tá postando informações ali, né,
semanalmente pro
psem dúvidas de como fazer um plano de
ensino individualizado, entre em contato
conosco. Estamos à disposição aqui. A
gente
tá querendo ser um canal de bênção na
vida de
vocês, que sabemos que quanto mais
informações vocês tiverem, vocês vão
aprender e vão saber lidar com esses
comportamentos
disfuncionais. E muitas vezes essa
criança só precisa desse apoio, tá? Ela
precisa desse carinho. O nosso livro tá
disponível no na Amazon, tá? Então vocês
buscarem, só que ele só tá disponível o
e-book porque a gente não teve tanto
condições financeira para fazer eh
impressos, né? E todo esse valor tá
sendo destinado ao Tesouro Azul, tá?
Então
vocês vem e busquem informação. Estamos
aqui eh querendo abençoá-los e eu estou
muito grata por vocês, por essa
oportunidade que vocês me deram
e foi um prazer estar aqui com vocês.
Desculpe por ter sido muito rápida,
porque era
um bastante contexto, mas isso aí era só
o
informativo. aprofundar, pode entrar
conosco nesse curso que vai ter da PSEF.
Em outubro também terá outro curso do
Tesouro Azul. Então, estamos à
disposição. Então, gostaria de agradecer
a vocês pela presença que a gente tem a
Nancula, ela falou: "Obrigado". Temos,
temos
mães, temos mãe atípica na igreja e
gostaria de ajudá-la. Parabéns, Nci.
Parabéns pel essa
iniciativa. Pode contar conosco, entre
em contato com o Tesouro Azul que a
gente está à disposição, tá bom? E eu
gostaria de também pedir para vocês
orarem pro nosso pastor Luiz Saião, eh,
que ele tá internado, ele teve um AVC e
nós sabemos que a oração pode mudar
tantos cenários, né? e fortalecer ele
nesse momento de oração, de que Deus o
abençoe, que Deus fortaleça o nosso
pastor Luiz Saião e que ele se recupere,
né?
Então, orem por ele para que Deus que as
orações alcance esses
profissionais dê saúde pro Alsão e
fortaleça a família a lidar com tudo
isso. A IBNU também por estar vendo o
nosso pastor querido passando por isso.
Mas nós sabemos que Deus está no
comando, Deus está cuidando dele e vai
mudar todo esse cenário, tá? Eh, quero
agradecer
vocês. O curso online vai tá disponível
a partir da semana que vem, tá, Larissa?
Eh, e a gente vai divulgar pelo pelo
canal do Tesouro Azul, tá? E do e da e o
canal da IBNU e também do da PICEF São
Paulo. Então, agradeço a todos vocês,
que Deus os abençoe. Peço desculpa, né,
mais uma vez, porque eu fui muito
rápida.
E no começo da live aí que vocês não
estavam escutando, eu retornei. Mas foi
bom, foi muito bom. Esse momento é muito
bom quando a gente traz essa informação.
Que Deus os abençoe e coloque aí nas
suas opiniões o que vocês acharam que
que a gente precisa melhorar, que a
gente paraa gente poder secar mais clara
e objetiva diante dessas informações. Eu
agradeço todos vocês. Deus os abençoe.
Uma ótima semana. Eh, uma ótima não, um
final de semana. Ótimo final de
semana. E fiquem com Deus. Compartilhe
essa live e coloque seus comentários e a
gente vai ser muito importante para nós.
Deus os abençoe. Fiquem com Deus.

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