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A fé vem pelo ouvir

A Alegria que nos Conduz – Lucas Previde

A Alegria que nos Conduz – Lucas Previde

A Alegria que nos Conduz – Lucas Previde

Descubra como a obra de Cristo nos chama a viver uma vida de obediência e comunhão com os irmãos. Nesta pregação baseada em Filipenses 2:12-18, o Pr. Lucas Previde nos ensina sobre o desenvolvimento da salvação em Cristo, não como um esforço individual, mas como parte do corpo de Cristo, para a glória de Deus e o fortalecimento da comunhão dos santos. Este sermão revela como a humildade e a obediência, vividas em comunidade, refletem a alegria da cruz e iluminam o mundo com a luz do Evangelho.

INFORMAÇÕES:
Pastor: Lucas Previde
Passagem: Filipenses 2:12-18
Série: A Alegria da Cruz
Pregação número: 5 de 12

#ipsantoamaro #presbiteriana #alegriacrista #alegriaemdeus

CAPÍTULOS:
00:00 – Introdução
02:36 – Transformação pela obra de Cristo
19:54 – Entendendo a salvação
20:09 – Salvação no corpo de Cristo
31:19 – Fazer tudo sem reclamar
32:34 – Transformação de desejos
34:19 – Aprovação diante do Senhor
40:07 – Representantes de Deus no mundo
45:32 – Oração

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Filipenses. Nós
daremos
continuidade à nossa série de
exposições a respeito da carta de Paulo
ao aos
Filipenses, na nossa série intitulada A
alegria da
Cruz, aonde temos visto como a alegria
da cruz pode ser experimentada e
apresentada pela vida cristã.
Convido você a abrir a sua Bíblia e ler
comigo. Filipenses capítulo 2, versos de
12 a
18. Filipenses 2 de 12 a
18. Assim diz a palavra do nosso Deus.
Assim, meus amados, como vocês sempre
obedeceram, não só na minha presença,
porém muito mais agora na minha
ausência, desenvolvam a sua salvação com
temor e tremor, porque Deus é quem
efetua em vocês tanto querer como
realizar, segundo a sua boa vontade.
Façam tudo sem murmurações nem
discussões, para que sejam
irrepreensíveis e puros, filhos de Deus
inculpáveis no meio de uma geração
pervertida e corrupta, na qual vocês
brilham como lzeiros no mundo,
preservando a palavra da vida. Assim, no
dia de Cristo, poderei me gloriar de que
não corri em vão, nem me esforcei
inutilmente. Entretanto, mesmo que eu
seja oferecido como libação sobre o
sacrifício e serviço da fé que vocês
têm, fico contente e me alegro com todos
vocês. Assim também vocês, pela mesma
razão, fiquem contentes e se alegrem
comigo. Essa é a palavra do nosso Deus.
Vamos orar.
Ó Senhor, obrigado, ó Deus, por tamanho
amor manifesto na obra de Cristo Jesus
em nossa vida. E obrigado porque o
Senhor se revelou por meio da sua
palavra, ensina-nos, ó Pai, quem tu és,
quem nós somos e como essa maravilhosa
graça na obra de Cristo Jesus nos traz
para perto de ti como povo
seu. Pedimos, Senhor, que o seu Santo
Espírito nos
ilumine e nos conduza à tua verdade para
nossa vida. Oramos em nome de Jesus.
Amém.
Nós temos visto que, apesar da igreja de
Filipos ser uma igreja muito
elogiada pela carta que Paulo escreve
aos seus
irmãos, nós vimos que, por determinados
momentos, Paulo vai demonstrando que
haviam problemas a serem tratados na
igreja de Filipos. no capítulo 2 verso 3
e 4 ou depois no capítulo 4 verso 2. Nós
vimos durante as outras pregações que
haviam
sinais de que a igreja de Filipos estava
passando por problemas de
relacionamentos internos. Por diversas
vezes Paulo fala: "Não façam nada por
interesse, por partidarismo, por
vaidade. Tenha o outro acima de ti." Ele
fala para Evodia e Cint que no capítulo
4: "Olha, vocês trabalham muito para o
evangelho, mas parecem que não se
entendem entre vocês. Tenham um único
modo de pensar."
Paulo exorta por diversas vezes estes
irmãos e ele mostra que uma vida digna
do evangelho, ele vai citar disso, vivam
conforme o evangelho, vivam uma vida
digna do evangelho a ser experimentada
também, inclusive e obrigatoriamente no
meio de
vocês. para a defesa do evangelho. Ele
vai falar no capítulo 1 verso 22 que a
vida digna do evangelho em comunidade,
em comunhão do corpo de Cristo,
fortalecerá cada um a defesa do
evangelho para aqueles que o atacam.
No capítulo dois, no início, nós vimos
que essa tratativa do serviço ao
próximo, uns aos outros, sem interesses
próprios, sem vaidade, mas em
humildade, apontam para a obra de Cristo
e a sua humilhação por nós. Ou seja,
assim como Jesus Cristo se humilhou, se
esvaziando, isso deve ser experimentado
na vida cristã,
dentro da comunhão dos santos.
Nós temos aprendido que a vida cristã
não é uma vida a ser tratada na sua
individualidade, mas principalmente
dentro do
coletivo. Humildade essa expressa no
chamado o hino de Cristo, que nós vimos
na nossa última exposição, no capítulo 2
verso 5 até o verso 11. O hino de
Cristo, a sua humilhação, uma das
passagens mais profundas a respeito da
encarnação de Cristo Jesus, sendo
aplicada no contexto da comunidade, do
povo de
Deus. E eu entendo que Paulo continua na
passagem que nós lemos falando a
respeito disso, sobre a respeito de como
nós
experimentamos a nossa vida cristã no
meio do povo de Deus e como ela é feita.
Para isso da mesma forma, o texto que
nós lemos começam com a expressão
assim, dando a entender que Paulo está
continuando aquilo que falou
anteriormente, aprofundando ou trazendo
novas perspectivas a respeito do que ele
está tratando. E ao usar a expressão
assim, Paulo dá continuidade a esse
tema, demonstrando a relevância, a
relevância da comunhão dos santos para a
nossa vida.
como cristãos ou para o exercício da
salvação. Por isso, eu gostaria que nós
pensássemos em quatro tópicos nesta
noite, que a obra de Cristo em nossa
vida nos conduz a sermos aquilo para o
que fomos conquistados. A obra de Cristo
em nossa vida nos conduz ao
desenvolvimento de nossa salvação
enquanto parte do corpo de Cristo. A
obra de Cristo nos conduz à aprovação
diante de Deus.
E por último, a obra de Cristo nos
conduz como representantes do Senhor
diante desse mundo caído. Portanto, o
primeiro ponto desta noite é que a obra
de Cristo nos conduza a sermos aquilo
para o que fomos transformados.
Essa conjunção
assim nos une à passagem anterior,
demonstrando que da mesma forma com que
Cristo
obedeceu ao Pai, exercendo a aquilo que
lhe fora proposto, da mesma forma nós
devemos trazer para nossa vida uma vida
de obediência que corresponda à aquilo
em que fomos transformados.
É esperado da vida cristã que ela
corresponda à aquilo que ela significa
para aquele que a concedeu a
nós. O Senhor tem um propósito para o
seu povo. Esse propósito é claro e
definido nas suas escrituras.
E assim como o Senhor cumpriu o seu
papel diante do Pai, obedecendo, se
humilhando, assim Paulo diz: "Meus
amados irmãos, como vocês sempre
obedeceram, não só na minha presença,
porém muito mais agora na minha
ausência, obediência."
Paulo demonstra que este assunto não se
trata apenas de ordenanças baseadas na
sua própria autoridade, mas que os
irmãos de Filipos devem continuar
obedecendo aquele evangelho que ele
pregou a estes irmãos, que converteu-os
a Cristo
Jesus e que o que ele está falando
continua vindo da parte de Deus e merece
a mesma obediência.
Meus amados, Paulo demonstra que ele não
está preocupado simplesmente em pror
regras.
Essa é uma expressão muito utilizada
pelo apóstolo Paulo em suas cartas, com
com a qual ele quer dizer, olha, não é
simplesmente Deus, ou não apenas Deus se
importa e cuida de vocês, mas tudo que
eu estou fazendo visa esse propósito,
porque assim também eu os
amo. Quando Paulo diz aos Filipenses que
eles sempre obedeceram, ele está
trazendo à memória que a mesma
obediência do evangelho que trouxe eles
à
salvação também pode conduzi-los a
continuar experimentando daquilo que
Deus fez por
eles. O Senhor nos
conduz, o Senhor nos conduz a sermos
aquilo para o que fomos conquistados. E
qual é a ordem de Paulo expressa aqui?
Desenvolvam a vossa salvação ou
desenvolvam a sua salvação. Neste
contexto, Paulo não está se referindo à
nossa condição eterna. Paulo não está
tratando daquilo que define a nossa
condição eterna diante do Senhor. Eu
creio que não, mas desenvolvendo a
salvação que já nos foi concedida em
Cristo Jesus. Não se trata do esforço
para absolvição em relação à condenação
eterna, não, mas no
avanço sob as
consequências daquilo que já recebemos.
Em outras palavras, sejam aquilo que
vocês já foram
transformados ou desenvolvam aquilo que
vocês já receberam.
O verbo traduzido aqui por desenvolvam
neste contexto dá o sentido de trabalhar
até que algo se conclua.
Não é um desenvolvimento aleatório, mas
é um desenvolvimento que visa algo a ser
concluído, podendo ser traduzido em
outras versões mais próximo ao original,
como
operando aquilo que vai chegar a um
final determinado ou alcançando algo
pelo meio do seu
esforço. Além disso, esse verbo, na sua
forma em que está conjugado no original,
demonstra que aquele que está
agindo durante o ato está
sendo atingido ou recebendo os efeitos
daquilo que está
fazendo. É como se Paulo estivesse
dizendo: "Desenvolvam a sua salvação,
pois no desenvolvimento da vossa
salvação vocês são impactados por este
processo."
Sim, em outras palavras, embora a
salvação em relação à nossa condição
eterna seja única e exclusiva,
definitiva e satisfatoriamente pela obra
de Cristo
Jesus, a partir disso, somos conduzidos
a um contínuo desenvolvimento daquilo
que recebemos na obra de
Cristo. Uma vez salvos e agora prontos
para
experimentarmos a
multivariedade de bênçãos provenientes
desta
salvação. Eu confesso para vocês que eu
tenho uma série de dificuldade com
equipamentos eletrônicos.
Ah, para mim os eletrônicos deveriam
cumprir um único propósito, mas
normalmente eles cumprem o propósito e
mais 50 opções. Você compra um carro,
não só um carro, mas ele tem ah
altofalante, GPS, enfim. E eu tenho essa
dificuldade porque me dá às vezes agonia
porque eu não consigo desenvolver tudo
aquilo que o equipamento que eu comprei
serve. O celular devia só ligar e
receber, mas ele hoje faz tudo e eu
tenho dificuldades ou ou de certa forma
agonia porque eu não consigo pegar um
manual e olhar tudo que aquilo pode
fazer. Algumas vezes a a minha esposa
fica brava comigo quando nós
compramos um carro ou temos algum
equipamento que faz diversas coisas. Eu
vou lá só ligo e desligo. Mas ele faz
isso, faz aquilo e eu não consigo. Isso
me dá agonia. Eu não consigo. É a velha
batalha de funcionalidades dos
eletrônicos versus a disposição e
capacidade de aprender. Mas a questão
que Paulo está dizendo aqui é que a
nossa salvação já concedida em Cristo
Jesus vem consigo repletas bênçãos a ser
experimentadas, aproveitadas,
aprofundadas. Uma vez salvo, sempre
salvo. Uma vez salvo em Cristo Jesus,
eternamente salvo por Cristo Jesus e
constantemente experimentando a salvação
em Cristo Jesus. Aqueles que têm um
pouco mais de caminhada na vida cristã
ou alguns anos de EBF, escola bíblica de
férias, dela veem lembrar daquele
cântico que nós cant cantávamos para as
crianças. Eu até perguntei pra minha
esposa se eu deveria cantar hoje. Ela
disse: "Não, melhor não. Não, não faça
isso com a igreja". Mas você deve ouvir
ele diz: "Pouco a pouco a cada dia,
pouco a pouco enquanto me guia. Cristo,
transforma-me desde que a meia volta eu
dei. Cresço na graça do meu rei. Cristo,
transforma-me. Transforma-me, querido
Cristo. Já não sou mais o que eu fui
antes. E vendo à mudança, tenho
confiança que um dia perfeito eu serei
ou no céu
morarei. Lembrou da música? Depois você
me diz e tenta cantar para mim, tá? Mas
o que eu estou querendo dizer é que o
fato de o crente não perder a sua
salvação não significa que a vida cristã
é uma vida estática.
O fato de nós termos certeza da nossa
salvação não significa agora podemos
dormir em berço
esplêndido. Não. Em termos práticos,
muitos se satisfazem apenas em afirmar
que vão para o
céu, mas não experimentam dos
desdobramentos que esta afirmação traz
para sua vida.
não experimentam a multiforma das
bênçãos contidas em nossa
salvação. E o resultado disso é uma vida
mesquinha, centrada apenas nos nossos
próprios
interesses. Muitos se satisfazem em
serem cristãos nominais ou não
praticantes. Outros contentam-se em
cumprirem certos rituais e
penitências que lhes tragam certo
alívio na sua consciência em relação ao
que são ou em relação ao que Deus diz
que devem ser. Aqueles que buscam as
mais variadas frentes e denominações
evangélicas para comprar, adquirir o
sentimento de que são bem-vindos na
presença de Deus. Outros procuram
lugares que transmitam emoções
satisfatórias para determinado momento,
mas quando saem daquele ambiente, quando
as luzes se acendem, quando a música
acaba e quando vão para casa, não
conseguem
experimentar do que esta salvação lhes
proporciona ou deveria proporcionar.
Por último, não menos preocupante,
aqueles que refutam tudo
isso e se apegam a linhas mais
conservadoras,
tradicionais, se valem de estudos
teológicos, da busca pelo intelecto, mas
da mesma forma não tem o coração
transformado e aberto para esta
realidade. Uma vez salvo, sempre salvo
para continuamente,
progressivamente experimentar desta
salvação na vida prática.
Mas há aqueles que se contentam apenas
com a declaração de que vão para o céu e
não se
preocupam em experimentar da real
salvação em sua vida, em experimentar
aquilo que é o propósito ou proposto no
dia da sua conversão até o dia que você
irá se encontrar com Cristo. Você já
parou para pensar nisso? O que você tem
feito?
Desde o dia em que você encontrou Cristo
em sua vida até o dia que você
encontrará o Senhor Jesus Cristo face a
face. Isso é o que nós chamamos de vida
cristã. Eu já utilizei essa expressão
algumas vezes e utilizarei em outras
oportunidades. Vida cristã é o que você
faz desde o dia em que o Senhor abriu
seus olhos para a obra de Cristo até o
dia em que você irá se encontrar com
ele. O apóstolo Paulo se recusava
veementemente a admitir a possibilidade
de uma vida cristã estagnada.
Ainda escrevendo aos Filipenses, no
capítulo 3, nós veremos mais
detalhadamente no verso 12 e 14, Paulo
diz: "Não que eu já tenha recebido isso
ou já tenha obtido a
perfeição, mas prossigo para conquistar
aquilo para o que também fui conquistado
por Cristo Jesus". Paulo não está
falando da salvação para a vida eterna
ou a falta dela para a condenação, mas
partindo do pressuposto que ele já havia
tido
essa regeneração, esse encontro com
Cristo, ele diz: "Prossigo para
conquistar aquilo para o que eu também
fui conquistado por Cristo Jesus".
Irmãos, quanto a mim, não julgo haver-lo
alcançado, mas uma coisa faço,
esquecendo-me das coisas que ficam para
trás e avançando para os que estão
diante de mim, prossigo para o alvo,
para o prêmio da soberana vocação de
Deus em Cristo Jesus. Isso não me parece
uma atitude de alguém que não
compreendeu o significado da obra de
Cristo ou de alguém que acha que
constantemente está perdendo a salvação
e precisa recuperá-la. perde, ganha,
perde, ganha. Não, mas de alguém que
compreendeu os
desdobramentos de sua salvação desde o
tempo em que lhe fora revelada e agora
prossegue até o dia em que o Senhor
voltará. Portanto, a obra de Cristo em
nossa salvação nos conduz
continuamente a
experimentarmos a cada dia aquilo que
fomos
transformados, uma vez salvos em Cristo
Jesus, eternamente salvos por Cristo
Jesus, para o constante experimentar
dessa obra em nossa vida.
Esta é a realidade contida em nossa
salvação. O desenvolvimento daquilo que
já recebemos no dia a dia, na
segunda-feira pela manhã, na
quarta-feira à tarde, no trabalho, em
casa, na escola, na
faculdade. E agora o nosso segundo ponto
dentro do corpo de
Cristo. A obra de Cristo nos conduz ao
desenvolvimento de nossa salvação
enquanto parte do seu corpo. Enquanto
parte do seu corpo. E um bom motivo para
afirmarmos isso está na análise do
contexto em que essa ordem está sendo
dada por Paulo. Paulo acaba, como nós
vimos no começo do nosso sermão, Paulo
acaba de encerrar falando a respeito da
necessidade da humildade, da humilhação,
do serviço ao próximo, no sentido do
serviço ao
irmão, de não ter
vaidade, de colocar o outro acima de si,
a semelhança de Cristo. Paulo demonstra
que o seu intuito nesta passagem de 5 a
11 é o bem-estar do corpo de Cristo. E o
que me parece pouco provável que agora
ele vai mudar e vai falar apenas da
nossa salvação no âmbito individual. Eu
creio que Paulo dá continuidade. Parece
que Paulo está reforçando a necessidade
de que este desenvolvimento
obrigatoriamente, preste atenção, o
desenvolvimento da nossa salvação
obrigatoriamente deve ser experimentado
dentro do corpo de
Cristo obrigatoriamente, ou seja, na
comunhão dos santos na igreja.
Esta é uma realidade que deveria ser
encarada com seriedade pelos irmãos de
Filipos, assim como por nós. Paulo diz:
"Desenvolvam esta salvação com temor e
tremor." Vimos que o desenvolvimento da
salvação não se refere à nossa salvação
em relação à condição eterna.
E embora a expressão tremor e temor seja
utilizada para designar a nossa, o nosso
sentimento ou a nossa condição diante do
Senhor, por diversas vezes no Antigo
Testamento isso é apresentado. Eu
acredito que Paulo está utilizando essa
expressão temor e tremor vinculada à sua
ordem de desenvolver a salvação. Ou
seja, prestem atenção ou demonstrem a
seriedade com que isso está sendo
tratado por
vocês. O desenvolver a salvação, a
experimentar as bênçãos adivindas da
salvação. Buscar um trabalho com
objetivo, se esforçar para experimentar
aquilo que vocês já receberam deve ser
tratado com muita seriedade, com temor e
tremor. A ênfase é como devemos
considerar o mandamento do Senhor.
Embora temor também significa medo ou
desânimo diante do
perigo, significa admiração e profundo
respeito diante de algo ou de alguém. E
aqui neste caso dos mandamentos ou do
mandamento do Senhor para que
desenvolvamos a nossa
salvação. Sim, desenvolvam a salvação
compreendendo a importância, a seriedade
e o peso
disso. Paulo é o único escritor no Novo
Testamento a usar essa
expressão e nunca a usa para descrever a
atitude de pessoas para com Deus, mas
sempre na relação entre irmãos. Você
pode anotar ou depois eh buscar Primeira
Coríntios 2 de 3 a 4. Paulo diz: "E foi
em fraqueza, temor e grande tremor que
eu estive entre vocês. A minha palavra e
a minha pregação
não consistiram em linguagem persuasiva
de sabedoria, mas em demonstração do
espírito de poder." Paulo falando aos
Coríntios no capítulo 2, que o seu temor
e tremor havia
conduzido aquilo que ele havia feito. Na
carta de Paulo ao segundo aos Coríntios,
capítulo 7 verso 14, a partir do verso
14, particularmente no verso 15. E o
grande afeto que ele tem por vocês,
falando de Tito, aumenta cada vez mais
quando ele se lembra da obediência de
todos vocês, de como receberam com temor
e tremor. Alegro-me porque em tudo posso
confiar em vocês. E na carta aos
Efésios, capítulo 6, no verso 5, ele
diz: "Quanto a vocês, servos, obedeçam
aos seus senhores aqui na terra com
temor e tremor, com sinceridade de
coração como a Cristo."
Paulo está falando da de como nós
devemos compreender a seriedade do
desenvolvimento da nossa salvação,
inclusive para o bem-estar, para a saúde
do corpo de Cristo. Este desenvolvimento
não pode ser experimentado a parte da
comunhão dos santos. Pelo
contrário, é na igreja o local onde a
nossa santidade deve ser desenvolvida,
alimentada e florescida.
Não há como desenvolver uma vida cristã
saudável à parte do corpo de
Cristo. Não há como desenvolvermos a
nossa salvação, experimentarmos das
bênçãos que o Senhor nos deu e não
estarmos em comunhão com o corpo ao qual
fazemos
parte. Nós vemos isso um pouco mais à
frente quando Paulo fala a Evod e a
Cíntic. Vocês têm trabalhado, vocês têm
se
esforçado, mas não conseguem alinhar o
pensamento, não conseguem ter harmonia
entre
vocês. E o desenvolvimento da nossa
salvação não trata somente da nossa
particularidade com Deus, mas de como
fomos trazidos para dentro do seu povo e
agora fazemos parte dele. E devemos
desenvolver a nossa salvação, as nossas
bênçãos, os nossos dons, o nosso
desejo para que este corpo cresça em
harmonia. Não há como desenvolver a sua
vida cristã à parte do corpo de
Cristo. E eis que o ponto em questão é a
resistência que nós temos
disso. É muito bonito, é muito belo. Nós
nos alimentamos quando pensamos no
desenvolvimento da salvação apenas na
nossa particularidade. Eu vou ler mais a
Bíblia, eu vou orar, eu vou cantar
hinos, eu vou ter essa vida. Mas quando
isso é transportado para a
obrigatoriedade de termos a mesma
prática entre
irmãos, isso parece algo pesado demais,
porque entra o nosso ego, entra os
nossos próprios desejos. Paulo disse
anteriormente, vaidade, interesse
próprio, orgulho, arrogância.
E o que Paulo está nos ensinando é que
isso também deve ser
experimentado. Compreendemos que a vida
em comunhão do corpo de Cristo não é
feito, não é apenas um efeito colateral.
Vejam isso. A comunhão no corpo de
Cristo não é um efeito colateral da
nossa salvação, é
objetivo. Efeito colateral é aquilo que
você recebe quando você não quer. Você
vai buscar algo, um remédio, por
exemplo, e o efeito colateral é o
desdobramento que você não pode evitar.
Comunhão com irmãos não é algo que você
não pode evitar, é algo que você deve
buscar.
Comunhão do corpo de Cristo não é efeito
colateral, é propósito, é
objetivo, é algo pelo qual devemos
trabalhar, desenvolver, alimentar,
fortalecer, porque é para isso que fomos
chamados. Não fomos chamados para sermos
filho
único, mas parte de uma grande família
conquistada em Cristo Jesus.
Isso pode parecer difícil aos nossos
olhos e ouvidos. E Paulo sabe que o
coração humano luta contra isso. E é
nesse fato que ele coloca a interjeção,
por exemplo,
pois façam,
desenvolvam,
porque no verso 13, ou pois é Deus quem
efetua em vocês tanto querer como
realizar. Paulo deixa claro que Deus não
está alheio à nossa dificuldade de
fazermos isso. Deus não está alheio à
nossa dificuldade de desenvolvermos a
nossa salvação para o bem comum do corpo
de
Cristo. Ele não está alheio porque é ele
quem produz isso em nós. É por Deus que
nós podemos fazer. É pela obra de Cristo
Jesus que nós podemos sim baixar a nossa
guarda, lutar contra o nosso
ego, remodelar aquilo que nós achamos
como prioridade nos relacionamentos
entre nós, irmãos.
O verbo traduzido aqui como efetuem vem
da palavra energia. Quando diz que Deus
é quem
efetua, apóstolo Paulo está falando que
Deus é a
fonte para isso. Ele é quem capacita.
Ele é quem dá condições. E não é só a
fonte, como a palavra no original
destaca plenamente que Deus é a fonte
que capacita de forma eficaz.
Deus
garante, Deus garante que o
desenvolvimento da nossa salvação dentro
do corpo produzirá frutos.
A utilização desse verbo é algo típico
do apóstolo Paulo, sendo que das 20
vezes que é encontrada no Novo
Testamento, 18 são utilizadas pelo
apóstolo
Paulo. Gálatas 2, no verso 7, Paulo diz:
"Pois aquele que operou eficazmente em
Pedro para o apostolado da circuncisão,
também operou eficazmente em mim para
com os gentios.
Essa expressão Deus é quem efetua,
significa que é Deus quem trabalha no
coração de cada um do seu povo,
proporcionando que isso seja possível
segundo a sua boa
vontade. Mas qual seria essa boa vontade
do
Senhor? Qual seria senão a
harmonia do corpo de Cristo em um único
só pensamento? E nós já vimos isso. Um
único só pensamento é tendo Cristo como
único
objetivo, sendo conduzidos
verdadeiramente pela obra de Cristo
Jesus em nossa vida em comunhão,
experimentando aquilo que Deus
fez. Façam tudo sem reclamar e discutir.
Verso 14.
Façam tudo sem reclamar e discutir.
Murmuração, queixa, descontentamentos
expressos por sussurros, fofocas,
coxichos, que levam a minar a má vontade
dentro do corpo em vez da boa vontade e
harmonia.
discussões,
devisão, desejo para que a sua vontade
prevaleça, de que a discussão termine
com você saindo com a
razão. Isso não faz parte daquilo que
Deus
desenvolve dentro do
corpo. Os filipenses, talvez instigados
por falsos mestres, nós veremos isso no
capítulo 3, talvez instigados por esses
falsos mestres estavam se envolvendo em
especulações que ah ou discussões que só
poderiam resultar em uma coisa,
divisão, enfraquecimento do corpo.
Portanto, nesse nosso segundo ponto
desta noite, a obra de Cristo Jesus nos
conduz ao desenvolvimento de nossa
salvação para o bem-estar do corpo de
Cristo. Ações como
discussões,
murmurações, amargura não
tratada, ofensas veladas.
Nada disso pertence ao corpo de Cristo.
Deve ser abandonado,
recusado. Outras ações que promovem a
desunião,
enfraquecimento, devem ser identificadas
e combatidas.
E não só isso, o
desejo é transformado. Nós não só
evitamos aquilo que atrapalha o
crescimento do corpo, como
desejamos desenvolver aquilo que
alimenta o corpo. É tanto Deus que
efetua, ou seja, que age eficazmente no
querer como realizar.
Quantas vezes você já pediu para o
Senhor mudar o seu sentimento ou aquilo
que você tem pelo outro, o irmão a qual
você não consegue se relacionar?
O quanto você confessou já ao Senhor que
é difícil, mas que você deseja a
reconciliação, que você deseja se
aproximar, que você deseja ter
restaurada a sua
comunhão. Isso é o processo de
experimentar o desenvolvimento da sua
salvação dentro do corpo de
Cristo. Isso nos ensina
que tudo que o Senhor nos
dá é aquilo que precisamos para nos
apresentarmos aprovados diante dele.
Esse é o terceiro ponto que nós temos
nessa noite. A obra de Cristo nos conduz
a sermos encontrados aprovados diante do
Senhor, para que sejam irrepreensíveis,
verso 15, irrepreensíveis e puros,
filhos de Deus inculpáveis. Todas as
ordenanças que Paulo dá aos Filipenses
em toda a carta tem um propósito, que
eles possam se tornar cada vez mais
agradáveis diante do Senhor por conta do
que Cristo realizou em suas vidas.
Se eles estavam sendo caracterizados
pela sua presunção, resmungo, vaidade,
discussões, intrigas, Paulo exortaos a
compreender e a identificar o caminho
para mudar esta situação, o caminho que
passa pela cruz de Cristo e os efeitos
dela na vida prática individual e
principalmente na saúde do
corpo. Isso porque o próprio Senhor é
quem irá fazê-los
irrepreensíveis,
puros,
inculpáveis. É o Senhor quem atua na
igreja. É o Senhor quem transforma os
nossos corações. É o Senhor que amolece
corações
turrões. É o Senhor que traz humildade à
aquele que não engole desaforo. É o
Senhor que quebranta, que redime, que
restaura e que alimenta a sua igreja
para o propósito de que ela se apresente
agradável aos seus
olhos. Porque isso não parte de nós, mas
dos efeitos da obra de Cristo em nossa
vida.
Quando deixamos ser alimentados pela sua
palavra, Paulo aqui está apresentando o
evangelho a estes irmãos e demonstrando
como
vivê-lo. E essa transformação é
experimentada quando há uma resposta
humilde e positiva de
obediência. Obediência.
Em última análise, deveríamos nos tratar
como
irmãos simplesmente pela obediência que
o nosso pai assim
mandou. A obediência alegre por saber
quem somos em Cristo Jesus. O adjetivo
irrepreensível aqui é derivado da culpa.
Ou seja, Paulo está dizendo que em
Cristo Jesus a nossa relação como irmãos
nos torna inculpáveis diante deste
mundo. Puros, sinceros, não por
partidarismo. Cristianismo é algo que
adentra a nossa vida, não pede licença e
transforma.
Quando compreendemos, quando desejamos,
quando buscamos realmente vivermos
aquilo que Deus tem para
nós, passamos a entender a seriedade, a
importância, a beleza e a riqueza do
esforço, do
abdicar-se, do tentar, tentar, tentar e
quando cansarmos, tentarmos novamente.
envolvam, trabalhem, operem,
esforcem-se,
busquem. Mas muitas vezes a nossa
realidade ou a nossa relação com Deus
está muito longe disso,
estática,
estagnada, apenas em breves
confissões que satisfazem o nosso
interior, que
massageiam a nossa vida. simplesmente
para nos sentirmos bem em determinados
momentos, mas no final das contas não
estamos nos apresentando agradáveis
diante do Senhor como filhos do
Senhor. Como filhos. O texto nos deixa
muito claro. Sejam
irrepreensíveis,
inculpáveis, filhos de Deus.
Filhos como luzeiros que
brilham. Assim como nossos irmãos
filipenses, somos conduzidos como povo
de Deus a nos tornarmos verdadeiramente
filhos de Deus.
Experimentarmos o que é ser filho de
Deus. É apresentar-se diante de Deus de
forma agradável, não porque por quem
somos, mas porque compreendemos a sua
vontade e desejamos
cumpri-la. Vejam só a
importância, a singularidade e a beleza
da vida em comunhão com o povo de Deus.
o local onde o Senhor nos permite e nos
conduz a nos apresentarmos a ele de
forma
agradável. E aqui é mais uma resposta de
que você não irá se apresentar de forma
agradável ao Senhor se você não estiver
em comunhão com o corpo de Cristo. Deus
não olha apenas para a particularidade
da nossa vida, porque a vida do corpo de
Cristo faz parte da nossa vida. Muitas
vezes dicotomizamos e separamos como eu
tenho a minha vida particular com Deus e
tenho a minha vida com Deus enquanto eu
estou na igreja.
Não existe
isso. Não existe
isso. O Senhor nos chama para nos
apresentarmos agradáveis diante dele,
principalmente na vida da igreja, porque
isso nos conduz a sermos a luz de Deus
neste
mundo. O quarto ponto desta noite, a
obra de Cristo nos conduz como
representantes de Deus neste mundo
caído. Não somente em nossa
individualidade, mas como corpo somos
chamados para ser lzeiro no mundo,
preservando a palavra da vida. E é bem
nesse mundo de devastidão, de distorção
da vontade de Deus que os filipenses
foram chamados assim como nós fomos
chamados.
O desenvolvimento da nossa salvação,
fazendo com que nós experimentemos
aquilo para o que fomos transformados,
chamados e conquistados. é vivido no
meio do povo de Deus para nos tornarmos
agradáveis diante do Senhor, para que
este mundo
veja como Deus é poderoso, soberano e
como pessoas tão ruins, pecadoras, podem
ser
transformadas e podem viver de uma forma
que este mundo não entende, abrindo mão
das suas próprias vontades, servindo ao
outro, amando isso.
amando esta convivência, amando esse
relacionamento, sendo rápidos para
resolver problemas, humilhando-se quando
necessário, pedindo perdão,
perdoando, alegrando-se com que se
alegram, chorando com os que
choram e não novamente porque somos
bons, mas porque fomos conquistados para
isso, a igreja de Cristo é a portadora
da vida no mundo de mortos.
A igreja de Cristo é aquela que mantém e
preserva a palavra da vida em o mundo de
mortos. Na comunhão dos santos, o Senhor
desenvolve a salvação concedida a cada
um dos seus. E por meio desta comunhão,
sua igreja se desenvolve em pureza e
repreensabilidade, agradando ao Senhor e
testemunhando o nome de Deus a este
mundo caído. Não se trata de massagear o
nosso ego, não se trata apenas de sentir
emoções, não se trata apenas do que você
pode
ganhar, mas daquilo que você pode
conceder enquanto parte do corpo de
Cristo para que o mundo veja.
para que brilhemos a luz do nosso Deus
neste mundo caído, preservando, veja
qual é a forma, preservando a palavra.
Por isso que uma das marcas de uma
igreja verdadeira é a fidelidade às
escrituras. Nós sempre falamos isso em
nossas aulas de catecúminos. A marca de
uma igreja verdadeira é o quanto ela
preserva a palavra da vida, seja
apresentando Cristo Jesus como a
plenitude da palavra ou como todos os
mandamentos que advém
disso, preservando a palavra, tendo os
nossos relacionamentos conduzidos pela
palavra, tendo as nossas intrigas,
discussões sendo resolvidas pela
palavra, sabendo como exortar uns aos
outros pela palavra.
sabendo como disciplinar uns aos outros
por meio da
palavra. Permaneçam, preservem a palavra
e serão lzeiro neste mundo
caído. Esta é a luz que deve brilhar a
partir de nós na comunhão dos santos.
Este mundo conhece ao Deus que servimos
e aquilo que ele faz em nossa vida e no
meio de nós.
Sim, o mundo conhece ao Deus que
servimos quando apresentamos o que ele
faz em nossa vida e no meio de nós.
Portanto, o apóstolo Paulo exorta os
seus
irmãos na cidade de Filipos em um grande
bloco, a partir do capítulo 1, verso 27
até o verso 18, em como podemos
experimentar a obra de Cristo em nossa
vida para o aperfeiçoamento da nossa
própria condição diante de Deus, mas
principalmente para o bem-estar, para o
crescimento e o fortalecimento do corpo
de Cristo. Eu não sei o quanto você
compreende o seu lugar dentro do corpo
de Cristo. Eu não sei o quanto você
compreende a seriedade, a profundidade
de ser o membro do corpo de Cristo. Mas
a palavra de Deus nos diz que isso está
estritamente
ligado à obra de Cristo em sua vida. Faz
parte. Não é um efeito colateral, é um
propósito. Que o Senhor traga alegria ao
nosso coração por fazermos parte do seu
povo. Que o Senhor nos
lembre desenvolvendo, nos esforçando,
desejando, buscando ardentemente
experimentar dos efeitos da salvação em
nossa vida, principalmente no meio do
povo que fazemos parte. Que Deus nos
abençoe. Vamos orar.
Ó Senhor, obrigado porque o
Senhor sabe o quanto somos
falhos, o
quanto não merecemos, ó Pai, estarmos
diante de
ti. Obrigado porque o Senhor nos revela
esta realidade, ao mesmo tempo nos
permite, ó Pai, nos aproximarmos de ti,
porque Cristo Jesus nos conquistou para
isso. Aprendemos que a alegria do
apóstolo Paulo era compreender esta
verdade e ensinar aos seus irmãos que no
dia de Cristo, no dia que
encontraremos com nosso Senhor e
Redentor, poderemos, Senhor, não
descobrir se somos salvos ou não, mas
compreender o quanto, ó Pai, conseguimos
ser mordomos ou experimentarmos daquilo
que recebemos.
Esta é a
alegria do nosso irmão apóstolo
Paulo. Mesmo preso,
sofrendo, partilhava disso com seus
irmãos, que da mesma forma se alegravam.
Senhor, dê-nos esta
alegria. Dê-nos a alegria, Senhor, de
experimentarmos dos efeitos, dos
desdobramentos da tua obra em nossa vida
e principalmente, Senhor, em
compreendermos que a nossa família em
Cristo Jesus é local para
isso. Mude o nosso desejo, mude a nossa
vontade. Conduza-nos, Senhor para a sua
boa
vontade. Alimente-nos, Senhor, de todo o
afeto. Alimente-nos, Senhor, de toda a
humildade
necessária para que a tua casa, para que
o teu povo, ó
Pai, seja realmente luz neste
mundo. Trabalha o nosso coração, ó Deus.
Obrigado. Obrigado, porque em Cristo
Jesus recebemos o perdão, a qual devemos
conceder uns aos
outros e lembrarmos, Senhor, do que está
nos proposto, sermos filhos, filhos
teus. Obrigado por tamanha alegria que o
Senhor nos concede em Cristo Jesus. E
obrigado porque pela obra de Cristo
Jesus o Senhor nos conduz a esta
realidade. Louvamos, pedimos e cremos no
teu poder em nossa vida. No nome do
Senhor Jesus Cristo oramos. Amém. M.

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