Apocalipse para discípulos – BTCast 604
10/06/2025
Apocalipse para discípulos – BTCast 604
O que a cultura pop entendeu (ou distorceu) sobre o Apocalipse de João? Arrebatamento, catástrofes, juízo final, chip da besta, fim do mundo… Mas será que o último livro da Bíblia fala mesmo sobre isso? Neste episódio, mergulhamos no Apocalipse, que não é apenas um olhar para futuro, mas uma denúncia do presente. Ele anuncia a queda dos impérios, revela o Cristo soberano e convida a igreja à ser uma resistência fiel. Como ler esse livro sem cair em pânico nem em teoria da conspiração? Essas e outras perguntas são respondidas nesse BTCast.
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
A outra coisa que eu acho que é interessante saber e que fica fácil quando a gente faz a comparação entre literatura profética e literatura apocalíptica é que não tem um apocalipse. É um apocalipse é um corpo de literatura com muitos livros e o Antigo Testamento já tem pelo menos um livro com um pezinho lá que é Daniel. Existe uma diferença entre literatura profética e literatura apocalíptica. O profeta, via de regra, ele é o cara que olha pro rei israelita e vê o rei israelita se distanciar da lei e ele fala: "Opa, vou lá puxar a orelha do cara. Quem sabe ele volta pros caminhos do Senhor e o povo de Israel volta pro seu propósito, pra sua missão." E a literatura profética, ela é feita desse jeito. O que que acontece quando o rei não é mais um israelita? Não adianta você ir puxar a orelha do cara e falar: "Ó, volta pra lei". Você vai fazer isso com Nabuco Donozor? Você vai fazer isso com Daril Persa? vai fazer isso com Alexandre da Macedônia, não tem como você ir para esses caras e falar: "Volta pra lei". A lei para começar nem é do povo deles. Então o ofício profético começa a se dar num outro tipo de literatura. E essa literatura é o que acontece quando Deus intervém diretamente no reinado desses homens poderosos. Começa agora o BTCast. Teologia é nosso esporte. Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTC de número. Aparece na tela o número. Eu sou Rodrigo Bibo e o mundo ainda não acabou e vai demorar um pouco ainda, na minha opinião. Tô aqui com o Luiz. Aí faço a minha abertura. Ah, então tá bom. Eu sou o Luís Henrique. Não é Mickey. Mickey. Mickey teológico. Eu quero Mickey teológico. Misca musca Mickey. Olha só, eu estou aqui com o Luís agora gravando BTC com mesa, galera. Mas não se acostumem tanto. Vamos gravar alguns episódios. Depois vai ser um pouco diferente de novo, mas vai agora BTC com imagem aqui no YouTube. Você que assiste ou ouve no Spotify, tem imagem no Spotify também? Tem imagem imagem área de comentários também que o pessoal não usa. Nunca vamos ler os comentários do Spotify, mas se você quiser comentar, comenta. Não, eu leio, eu leio, eu, eu, eu leio, leio. Caramba, mano, que legal. Bacana. O Luiz lê. Então, gente, eu não leio, mas o Luiz lê. Então, tá tudo certo. Faz um bloco, depois eu só lendo as melhor os melhores comentários. os melhores comentários do Spotify. Mas olha só, você que ouve no Spotify, pode adicionar o vídeo aí também. Adicionar o vídeo no Spotify. A gente vai, eu não sei se esse episódio vai ter vídeo no Spotify, eu acho que não, mas em breve teremos vídeo no Spotify. Mas você que ouve no Spotify, vem aqui no YouTube, dá um likezinho, um comentáriozinho e tal, tal, tal. Mas hoje nós estamos sozinho nessa mesa aqui, diretamente dos estúdios da plenitude distribuidora. Da boa, viu? Onde viemos parar? Campinas. Em Campinas, exato. É Sumaré, que é Campinas. Campinas, mas é tudo ali no meio termo assim, é nessa zona lost assim, né? Estamos aqui no nos estúdios do Plancast, o podcast da Plenitude Distribuidora e olha só, abre a câmera, DJ. Estamos aqui com Vittor Fontana. Olha aí, ladies and gentleman, Víor Fontana, Guilherme Nunes também. E agora você tem que fazer a tua aberturinha. Esqueci dessa parte aqui. É, então eu tava vendo que é é que você faz de gravar ao vivo e numa mesa. Eu sou eu sou muito favorável a não ter mais abertura, mas já que a gente vai ter, é, vai lá. Eu sou o Víor Fontan e eu não leio comentários do Spotify. Ele não lê nenhum comentário. Não leio um comentário bíblico. Ah, garoto. Muito bom. Muito bom. Drop the Mike. Drop the Mike. Ag. Drop the Mike. Exatamente. E você é quem? Bom, sou Guilherme Nunes e hum eu leio comentários. Ah, então sabe, né? Faz, faz, mas eu seleciono assim visualmente. O que for terrível já tira. Foi. É que o teu lance, né, a tua atuação ministerial online é muito no Instagram, né, Nunes? Isso, isso. Por exemplo, vorou muito no YouTube, tem, né, um dos melhores canais do YouTube hoje. A gente até falou isso. Ah, isso é um baita do exagero. Não, mas deixa, o exagero é meu. Tá bom. O exagero é meu. Deixa eu exagerar. Mas eu tenho que ter a falsa modéstia aqui pro pessoal achar que achar que eu sou mais homeninho e humilde que eu não que todo mundo sabe que eu não sou, mas já cheirou corte agora, né? Agora Victor humilde. Víctoro, Víctor humildão. Exato. Ó, o Vittor investiu mais no YouTube. O o Nunes ainda tem um canal no YouTube também, mas investe mais ah no Instagram e ali tu lê os as DMs e tal. Bom, só de 15 em 15 dias. Só você não segue o Guilherme? É, tem que seguir. É bom você seguir para você pegar as resposta. Tudo nota de rodapé e livro de pesquisa. Exato. É nota de rodapé. E e e muitas meninas assim te mandando dem. Eita, valorosas e tal. Acho que é interessante, né, mano? Assim, tipo, vamos lá, meus amigos, o papo hoje é apocalíptico. O papo hoje é apocalíptico. Eu quero começar o seguinte, vamos um aquecimento aqui, tá? Três, top três, top três é artigos culturais, peças culturais, artefatos culturais. Artefatos cultur artefatos culturais. É, hookmer. Vamos lá. Mas top três eh eh filmes e peças de teatro, músicas, vídeo no YouTube, enfim, não sei quê. Livro, catástrofes naturais, fim do mundo, top três. É, apocalípticos. Exato. Aliás, isso aqui, esse top três é para fomentar inclusive a leitura errada que a gente faz de apocalipse. Vamos lá. Quer começar, Vitor? Você tem um? Eu tenho três, eu acho. Acho que acho que eu tenho três. Fala um depois a gente faz o outro dele. É, então não, então vou começar por um clássico que eu acredito que tenha sido a novela de menor duração da história da Rede Globo, o fim do mundo de Paulo Bet. Mano, 35 capítulos apenas. Eu sei que isso existiu, foi um fenômeno na época, mas eu não assisti. Foi um fenômeno. Não, gerou críticas. Tiveram críticas contundentes da igreja. Eu me lembro. Teve, teve toda a novela da Globo gera esse de crítica. Não, mas porque lá em casa nós temos a cultura. Exatamente. Não, não. Novelística. P novelística. Claro, claro. Rei do gado. A viagem já passou por viagem é bom. A viagem é bom, hein? Tem que ser naquele é muito bom. Eu gostava de barriga de aluguel. Agora aguenta coração. Cara, eu gostava roupa nova. Eu gostava muito de a viagem porque tinha um mascarado, né, mano? Essa parada do mascarado é louade. Eu o cadeerudo da Indomada era muito bom, mano. Olha, olha, olha o baú que eu abri, meu amigo. Falando pode se tornou o principal da novela. Uma caixa de E se a gente lesse apocalipse como novela, talvez seria até melhor do que a gente Ô, mas agora sobre novela é porque isso realmente é é porque a gente é da geração que assistiu muita novela mesmo, né, mano? Tu não, né, Nunes, tu assistia a novela o quê? Minha casa tinha muita novela. Sério? Eh, o do cadeiru, do o do rockiro. É porque vinha as reprises, né? As reprises, as reprises do rei do gado e tal. Rutinha, mano. Mulheres de areia. Agora, mano, a próxima vítima, Ton da Lua. Tonho da lua. Nossa, a próxima vítima era massa, mano. Eu lembro do fenômeno da próxima vítima que é a os atores. Sou vítima da sua janela indiscreta. Deus do céu, galera. Rit o pessoal, não sei. O pessoal não sabia quem era o assassino, cara. O elenco foi saber no dia da gravação e parece que a gravação foi muito perto da exibição, assim, foi um fenômeno novelístico e tal. Foi muito legal, mas o fim do mundo, essa eu não assisti, foi muito curtinha, 35 capítulos. Eu acho, acho, não tenho certeza, que é a novela de menor duração da história da Rede Globo, Paulo Bet. E ela se passava na cidade de Tabacópolis. Tabacópolis. A galera fumava muito, né? Borr, o tabaco faz mal, galera. Fica aí a recomendação. Fumar faz mal. Nunes, a sua peça cultural. Vamos lá. Ah, a oitava sintonia. Não, vou citar um anime. Vou citar um animo. Olha aí. Acho que a Tyon Titan. A Tyon Titan. Já me falaram dessa. O o Erlan, Orlan Toches, grande Erlan Toches, falou para eu assistir a Tones, que seria uma boa entrada no anime. Gigante pelado, né? Gigante pelado. Gostou, mano? É isso que tu gostou isso gigante com músculo esponja. Exatamente. Exatamente. É, é pelado, mas é sem pele, então aparece o músculo para fora. Caramba, mano. Attack ao Titans. É porque eu acho que é um tipo de apocalipse que faz com que a gente se pergunte assim, o que é apocalipse? É o que? O mal, o o fim sendo algo bom ou aquilo que sobrou da injustiça? Hum. E olha, mano, é porque o que é apocalipse? É o que sobrou da injustiça. Esses desenhos japonês faz você pensar, mesmo quando não é japonês, é coreano ou chinês. Isso é muito bom. E ele também tem a ideia de que gigantes invadem uma cidade, eles atropelam e comem as pessoas. Aham. Só que o anime vai desenrolando e o mangá também vai desenrolando sobre a natureza desses gigantes. Quem são esses gigantes que comeram aquelas pessoas? Será que eles são gigantes mesmos? E no fim a gente fica assim se perguntando quem é o vilão da história e quem é o herói? Onde foi parar o Messias? Caraca, car. Por que que onde foi parar o Messias? Porque para para tudo aí só. E ele acabou de dar um baita spoiler para quem não assistiu. Não, mas é, mas já faz 10 anos eu acho, né, gente? É. Ok. Então eu ia assistir, não vou mais que agora não, mas não é tão simples assim. É tanto que até hoje a gente não sabe. Existem 17 finais para estar com Titans. Então, caramba, você assistiu todos? Não, não assistir, não é? Mas é, mas é muito bom pra gente entender essa, essa ideia de que o apocalipse ele é muito mais complexo. Por que que o vilão, o herói pode ter sido o vilão, mas será que a solução do vilão do vilão não é a boa no final? Caramba, mano. Ol essa pergunta. E tem outro, tem um outro uma outra obra. Vai, já vai o teu top três, então vai. Pronto, meu top três. Meu segundo aqui é uma obra de Vanangog. É o trigo. O grito. Ah, não é como é? É. Eu não sei, eu não vou nem eu não não é o o C Agora que eu percebi o errado, mano. Mas tudo bem a obra, o grito de quem que é? Pera aí que é não, a gente pesquisa pesquisa. Não é Vangog, não é Vangog. É o É essa de essa de Vanangog é o campo de trigo e dos corvos. Acho que é uma coisa assim. Caramba. E é uma obra onde ele pinta um campo de trigo muito belo, amarelo. Uhum. O céu ele é esverdeado para azul e tem corvos assim voando em cima deles. Caramba. E por que que essa obra para mim é importante? Porque ela foi feita próximo da morte e do e da de Van Gog tirar a vida. Van Gog ali por 1888, 89, ele vai maluco para para se internar, fica louco e ele arranca a orelha e logo depois ele vai pro interior da França, onde vários expressionistas, impressionistas iam. E ali ele pinta esse quadro. E o covo ele é um animal de presságio. Isso. Só que a ideia é que quando você olha pro covo e aí você pode ver na sua casa, você não consegue ver se ele tá voando para cá ou para lá. Eita nós. Você fica olhando assim para onde Vanog tá tá voando, para quem tá pintando ou para quem ou indo embora. Aham. E aí você fica, será que ele tava prevendo de que alguns meses depois ele ia tirar a vida dele porque o povo tava vindo para ele? Só que ninguém sabia, né? Então acho que Vanangog ele consegue perceber beleza. Aham. Mas no meio da beleza, o trigo amarelo e belo, ele vê o terrível se aproximando ou não. Mas ele tá ali. Caramba, que da hora. Quem fez o grito? Vocês viram aí? Edward Munch. Munch. Ó, não foi assim, ó. A confusão ela é justificada, velho, porque pelo menos é é protoxpressionismo. Então, lembro mesmo. E o Bog também tem o quadro dele que é uma autoexpressão dele, um autorretrato dele com a orelha cortada aqui. É a cara dele. Ele não tá gritando, mas é um é o rosto, né? Eu eu a piada foi boa, mas foi ruim. Vamos lá. E o seu, o seu segundo top três, meu segundo vai pro clássico apocalípticos integrados do Humberto Eco. Caramba, que isso? Perfeito, perfeito. É uma música isso aí? Um dos maiores linguistas. Eu sei, mano. É, é nome da rosa. É que eu perto, eu queria fazer uma piada com o cara. Só que apocalípticos integrados não é um romance, diferentemente de O nome da Rosa, Baldolino, que são obras de ficção, romances, né? São obras de ficção do Humberto e populares. É, apocalípticos e integrados. É um clássico de Humberto Eco sobre crítica da cultura. E aí ele chama de apocalípticos aqueles que vem a produção cultural dentro do capitalismo como o fim do mundo e integrados aqueles que sucumbiram ao sistema. E aí ele faz uma crítica de ambos e é um clássico assim, apocalípticos e integrados. Eh, nem tudo que eu tô com a minha série da Netflix, mas ele equilibrou com uma novela. Não, vamos indicar. É, vamos indicar, não, vamos deixar só os convidados fazer. Muito bom. Como é que é o nome? Apocalípticos integrados. Apocalípticos integrados de Humberto Eco. É um escritor fantástico, né? Um escritor, a escrita dele, escritor, né? Um pensador para ele que fala que a internet deu voz aos aos idiotas. Isso. Ele mesmo. Ele mesmo. Ele tá certo. A minha terceira, lembrei agora. Tax driver. Ah, muito bom. Mas é apocalíptico. Eu acho que ele é um profeta movido pela raiva e não tem revelação nenhuma. Ele não diz nada, ele só tem raiva. Então, na apocalipse, então, então é porque é porque o que que seria? Porque apocalipse para mim pergunta sempre, tô entrando no tema aqui agora. O Nunes não dá ponto sem não. O Nunes é que já vai costurando tudo e tal. É porque para mim apocalipse não é porque o mal existe, mas para para onde vai o mal. E essa é uma pergunta do Travis Bac Bacle, né, que é a ideia de para onde vai o mal se eu não der jeito nele? Então a espécie de forçar o apocalipse. Então tem gente que força o apocalipse. É o profeta que só tem raiva. Ele não consegue dizer revelação, Deus tá vindo, né? Então acho que e e o escocês ele pinta aquele aquele aquele filme de uma maneira muito bela. A maneira em que ele de repente sai nas ruas tentando ser o justiceiro. Uhum. Né? Tentando provocar o apocalipse. Então e para mim é o meu filme top assim. mesmo muito. Ele é a mão direita de Deus ali pra execução, né? É, ele se sente assim, exato. Só que ele se perde no vazio, né? Que eu acho que isso é uma ideia. A galera usa o apocalipse para poder fazer essas profetadas da raiva e acabam que eles são vazios de revelação sobre quem é Deus. Coisa que o apocalipse é cheia, né? Caramba, sensa foi mais um BTC. Muito obrigado. Fica a dica. Eu, se eu contar, eu nunca assisti Taxi Driver. Não, pera aí. É uma boa, é uma boa. Eu que só assisto Marvel. É cara assist assistindo. É, não é não é o seu perfil. Ó, clássicos que eu nunca assisti, de verdade. Eu gosto de cinema, mas eu nunca assisti Taxi Driver, nunca assisti a trilogia do Poderoso Chefão. Que é isso? Nunca assisti. Cara, seu desgraçado insensível. De verdade. Cara, a trilogia do Poderoso Chefão. É, eu vou te falar, é bom. Não, dizem, diz. Não é um clássico à toa, né? Não é um clássico à toa. Minha terceira aqui. O dia do juízo final ou a morte do Superman? Cara, nossa, porque é o vilão, é o próprio apocalipse apocalipse. E para mim, a prova de que o mundo pop não entendeu o livro de apocalipse é ficar dando o nome de apocalipse para vilão. Vilão. Exato. Ai, caramba. Maravilhoso. A galera tá achando que é só diquinha que batata. É, não tem preciosidades aqui, meus amigos. Tanto na quanto na DC, apocalipse é vilão. Apocalipse tinha que ser o herói. P Ex. Olha aí, meu. Sensacional. Muito bom. Eu nunca li essa HQ também, nem vi a animação. A animação das EC são muito boas, mas eu nunca vi essa aí também. Não, o dia do juízo, o dia do juízo final vale a pena, cara. A morte de Superhomem, né, cara? Foi, eu lembro, eu, eu não, eu sempre preferi Marvel, né? Mas eu falei, cara, isso daqui, isso daqui eu tenho que ver. Eu tenho um quadrinho lá da M. Vocês lembram quando, por falar em Superman e a morte, lembram quando o Christopher Reeves morreu e o Schnegger assumiu a o governo da Califórnia? os memes que deram, mano. Superman morreu, exterminador do futuro assumiu o governo. Que que que aliás é uma outra referência de mundo pós-apocalíptico, apocalíptico muito bom. Exterminador do futuro. Cara, o Simpsons é muito bom porque tem uma realidade ali, tem uma um frame do filme dos Simpsons que eu acho que é que vai acontecer é o fim do mundo ser anunciado e a galera da igreja correr pro bar, a galera do bar correr pra igreja. Muito bom, cara. Muito bom. Tá, mano. Eu citar o Esador Futuro dois, eu vi semana retrasada, cara. Que filme sensacional. O dia do jual do um e o dois. Os dois são muito bons. São muito bons. Não, aquela descend descendo. Aquele bracinho descendo no ferro derretido, fazendo sensacional. É pedindo um like, né, mano? Pedindo um like. Essa é a deixa para você dar um like nesse vídeo agora. lá. Vamos lá, Nunes. A sua terceira, seu terceiro cultural. Eu disse quantas? Eu disse três. Já disse três? Titan é homens pelados, né? Que é o Titan. Não é gigantes pelados. O quadro do Vanangog, né? Van Gog e e Tax Driver. E Tax Driver. Muito bom. E tu disse três, né? A morte do Superman, a novela da Globo e apocalípticos integrados. A gente não vai falar não. Já deu, já deu. Fala um. Vai lá. Eu, eu já falei o meu. Eu vou falar, então vou falar dos quadrinhos da década de 60. O eternauta feito pelo Héctor Geman. E aí eu esqueci o último sobrenome que é inglês, que retrata uma invasão alienígena em Buenos Aires. Cara, essa série da Netflix é boa? Cheirou uma série adaptação, mas estou falando dos quadrinhos porque são vários quadrinhos. existe a escrita da no final da década de 60 e para quem não sabe é uma crítica política ali, principalmente diante de um estado em que nada era confiável, principalmente por causa da ditadura eh argentina. Eh, foram seis, né, no espaço de 20, de duas décadas, seis golpes de estados, se eu não me engano. Victor, corrige aí. É isso mesmo. Na Argentina, por aí, por cinco, seis, sete, car. Você que sabe quantos golpes comenta na Argentina, por favor. No Brasil também que a gente não não liga para isso, mas teve. Exato. E diante desse clima onde você não consegue confiar em ninguém, não sabe o que que é a notícia, ele escreve uma obra sensacional de que existem alguns homens reunidos em Buenos Aires e eles não sabem o que está acontecendo, mas eles precisam se lidar com uma neve, uma nevasca que cai, que é tóxica e que ao toque acaba matando instantaneamente uma pessoa até descobrir que é uma invasão alienígena, gente, não é spoiler, né? E no piloto, mas tudo bem. Olha lá, deveria ter sentiado. Então, mas tem várias versões, inclusive quando ele vai se direcionando a uma crítica mais política, em que ele refaz algumas questões e republica a história, mudando alguns aspectos também, dizendo que essa nevasca que cai é um comchave entre os alienígenas e os países do primeiro mundo. Olha aí que só essa nevasca só caiu no sul global. E é qual que é a grande questão? É a incerteza que está por trás ali de toda essa obra que faz com que esses homens tentem buscar algum tipo de resposta enquanto lutam para sobreviver. E eu acho que não existe nada mais apocalíptico do que isso, né? Uma revelação diante de uma sobrevivência, um testemunho fiel. Sensacional. Muito bom. Ó, vamos estar com os top três aqui. Você que está assistindo este podcast, comenta aí qual o seu top três peças culturais. Ó, aqui teve novela, livro, série, teve de tudo, filmes, quadros. Então você pode comentar aí o seu, a sua peça cultural que representa aí o fim do mundo e tal. Top três. Coloca aí nos comentários o seu top três. Beleza? Eu é isso. Já rodou vinheta, não sei se tem vinheta, é um formato novo para nós aqui também. Vamos lá. O papo hoje é apocalipse, meus amigos. E eu quero conversar porque a primeira pergunta que eu quero fazer para vocês dois que são os convidados aqui dessa mesa, porque o Luiz tá aqui como host meu, tá aqui como coostinho do sabe o Huguinho não da da Natalina. O Guinho. Sei quem que é o Guinho é tipo Louro José. É tipo Louro. Ei, obrigado. É porque eu conheço do Charinho. Sou tipo Xaropinho. Tá bom. Ou podia ser o Minion também. O Davinho. O Dav. Você é o Davin. É o Davin. Vamos lá. Você sabe que o Ed Renê ia ter um programa desse, ia ter o Talmidinho aqui, né? Talmidinho. Nossa, cara, mas nada supera o tal mendingo. Ai, mendingo. O tal mendingo. O o cara, cadê? Onde tá aquele Marcos Botelho, mano? Cadê o Marcos Botelho da da Testamento? Colos é há muito tempo. Visão que ele fazia colagem. Cadê o Marcos Botho? Do do Luero era isso aí. É o concurc. Isso aí é o Luitero do Botelha. É a mina da das milhas. É, enfim. É, enfim. Mas, mano, o tal Mindingo era muito bom. Tal mendingo era sensa Mas enfim. Se a gente deixar que a gente fica falando, né, coisas e sem parar. Mas ó, o apocalipse é ah um livro da Bíblia e geralmente é isso, né? Até o o top três que a gente fez aqui é isso, né? A gente associa ao fim do mundo, a desgraça ao fim. E de fato a leitura que a gente faz parece mesmo ser isso, tipo, é cavaleiro da morte, é taça, é selo, é tragédia, morreu um terço de não sei quantos sobre cara, é tanto selo, é tanta taça, é tanta coisa que não sei como sobra a gente para poder morrer na próxima coisa que vai ser aberta, que vai ser lida e por aí vai. Mas por que que nós hoje a gente lê Apocalipse, grosso modo, movimento evangélico, lê o Apocalipse nessa vibe assim, tipo fim do mundo e tal. O apocalipse é sobre o fim do mundo. Os leitores originais de apocalipse, eles liam a assim também. Caraca, marca da besta, chip, ferrou, galera. Pá, vamos parar de comprar. Acho que eles olhavam o Império Romano e falavam: "Caraca, ferrou". [Risadas] É, acho que começa a responder parte da nossa. Vamos lá, gente. Eu queria entender um pouquinho sobre os os destinatários de apocalipse, né? A gente lê muito apocalipse para nós hoje comparando com as coisas, não? que aquele escreveu isso aqui era um tanque de guerra, isso aqui é um helicóptero. Mas eu queria um pouquinho dos destinatários de apocalipse. Se eles liam mesmo isso, cara, é isso. É o fim. A gente tá lendo um livro sobre o fim do mundo. Helicóptero. Eles não imagina. Eles não leriam isso em apocalipse, né? Não, eu digo que nós, a gente, ó, aqui eles viram como não sei quem, mas era um helicóptero. A galera faz essa leitura hoje. Acho que uma primeira coisa que a gente pode deixar muito claro é que os primeiros leitores eles viviam ali naquela região da Ásia. Então eles eles viviam naquilo que a gente chama de Ásia Menor. Uhum. Um grupo de pessoas que já que já tinham vivido e dentro do seu histórico e pré-histórico era um histórico de vivência de guerras, eh, de domínio, de de um império dominando a outro império. A gente tem uma série de impérios se dominando e e se entregando e de repente eles estavam sobre um, mas já não estavam mais. Então você percebe que claramente uma uma primeira coisa que a gente pode afirmar muito claro, isso não tem tanta discussão em Apocalipse, é era um povo que vivia debaixo de um império e esse império chegou ali por guerra e chegou ali por pela base da opressão. Ele não chegou ali porque foi votação. Então, fazendo um tipo de contraste de hoje, não existia isso aqui. Não era, não era olhar pra política como a o bonzinho, em quem eu voto, é em quem eu aceito adorar, em quem eu tenho que me submeter. Isso, a minha questão, né? Isso é isso é bem mais forte, porque dentro da nossa cultura hoje, a gente talvez nunca consiga viver isso realmente. Talvez em países onde a coisa seja mais pesada de de de ditaduras, etc. Ah, possa respirar um pouquinho o que foi aquela época. Mas mesmo assim não tem a percepção de que o ditador no poder detém o controle global de tudo aquilo que é conhecido. O Império Romano, o Império Romano ele tinha essa, ele colocava para quem morava no Mediterrâneo, na Ásia Menor, no norte da África, a ideia de que o mundo conhecido é dominado por eles, a propaganda, né? A famosa propaganda. Exato. Então, quando você olha pro Déspota, não é que esse Déspota é o dono da minha região, era o dono do mundo, tá? Essa, isso é uma coisa importante da gente perceber do clima do que é apocalipse. Quando se fala, ah, o Império Romano ah, César, a gente tá falando de alguém que domina o mundo conhecido. Tudo bem, eles tinham uma noção sobre Extremo Oriente, mas é uma noção, porque a topografia ela representa uma separação eh considerável dentro do que era tecnologia e possibilidade de transporte na época eh dos povos do Extremo Oriente e da Ásia Menor para cá. Então assim, ah, os persas tinham algum contato com os mongóis, cara? Alguma coisinha tinha, mas atravessar aquelas montanhas todas ali não é moleza, sabe? Então, o que que era o mundo conhecido? O mundo conhecido era a região do Levante, era Península Arábica, era o norte da África e era a Europa. E o Roma dominou tudo isso daí. Então, a outra coisa que eu acho que é interessante saber e que fica fácil quando a gente faz a comparação entre literatura profética e literatura apocalíptica é que não tem um apocalipse. É um apocalipse é um corpo de literatura com muitos livros e o Antigo Testamento já tem pelo menos um livro com um pezinho lá que é Daniel. Existe uma diferença entre literatura profética e literatura apocalíptica. Que que acontece? O profeta, via de regra, ele é o cara que olha pro rei israelita e vê o rei israelita se distanciar da lei e ele fala: "Opa, vou lá puxar a orelha do cara. Quem sabe ele volta pros caminhos do Senhor e o povo de Israel eh volta pro seu propósito, paraa sua missão." E a literatura profética, ela é feita desse jeito. Que que acontece quando o rei não é mais um israelita? Não adianta você ir puxar a orelha do cara e falar: "Ó, volta paraa lei". Você vai fazer isso com a com Nabuco Donzor? Você vai fazer isso com Daril Persa, você vai fazer isso com Alexandre da Macedônia ou com Ptolomeu ou ou com Celeuco. Não, não, não faz sentido. Não, não tem como você ir para esses caras e falar: "Volta pra lei". A lei para começar nem é do povo deles. Então, o ofício profético começa a se dar num outro tipo de literatura. E essa literatura é o que acontece quando Deus intervém diretamente no reinado desses homens poderosos, porque não adianta puxar a orelha deles. Então o que sobra é uma intervenção direta de Deus, porque eles estão amarrados, né? os profetas, a gente não tem como fazer isso. Então, a gente depende literalmente de uma ação divina, porque a gente não tem para onde recorrer no sentido que então a literatura apocalíptica, ela é sempre um decreto de quando que o reinado ou o império ou a tirania desse homem poderoso acaba. Então, o livro de Daniel ele já traz esses decretos sobre o fim de grandes impérios. Não é só mais restauração, mas é libertação também. Aham. Exatamente. E esse fim desses impérios se dá por meio de uma revelação. Por isso apocalipses, tá? A palavra grega apocalipses é revelação. A revelação de como Deus intervém nesses grandes impérios. E aí a literatura apocalíptica, os livros apocalípticos, eles têm essa tônica. Vitor, os livros apocalí, tá? Vamos lá. Os livros proféticos, uma crítica mais interna. Os apocalípticos tem uma pegada aqui já cósmica. É cósmica, acho que é uma palavra boa, né? Agora eu pensei, por exemplo, num Jonas e num naum, porque eles não lidam com o rei de Israel, né? É, não, mas é que aí a gente teria que fazer um episódio sobre Jonas, porque Jonas é sobre Israel, não é sobre Nínive. Eita! Boa, boa. Tá fechado. A gente tem um episódio sobre Jonas, a gente precisa eh a gente precisa requentar ele, mas assim, e é lógico que é sobre Nínive, mas tem uma meta narrativa que é sobre Israel. Então, você tem o chamado, você tem a desobediência, você tem exílio e você tem um retorno rancoroso ou ressentido do exílio. A história de Jonas reproduz a história de Israel. Uma ótima novela, né? Muito bom mesmo. Tá aí, Globo, se você Ai, ai. Vamos lá, vamos lá. Boa, boa, Víor. Boa. Entendi. O que você quer? Fala aí. é esse povo que vive debaixo desse império e dessa vivência de de expectativa para onde o império vai, o que que vai fazer, como o mundo vai acabar, como esse império vai acabar. havia uma relação entre figuras humanas e os deuses. Então o apocalipse é é escrito dentro de um contexto onde Ártemis, onde Apolo influencia diretamente em guerra, segundo eles, onde o imperador, o prefeito de tal vila só tá ali porque eres Eri ou outros ligados a Zeus determinaram aquilo. Uhum. Então, era um tipo de poder que era muito mais do que humano, era sobrehumano. Por exemplo, na cidade de Éfeso, a gente sabe que Xenofonte, por exemplo, que viveu muito tempo em em Corinto, mas também escreveu coisas sobre Éfeso, as palavras de maldição que algumas pessoas aprenderam com os deuses e elas falavam nas praças e nas águas e falavam aquelas palavras e todos ficavam com medo daquelas palavras, aquela, daquelas palavras. Por quê? Porque os deuses iam acabar com o destino daquela pessoa. Paulo escreve em Éfeso para para e em Éfeso lá no final, né, os dados inflamados do maligno, as potestades. E ele fala muito sobre todo tempo sobre sobre seres espirituais, sobre demônios, sobre isso, aquilo, dentro daquele contexto de uma cidade que estava num domínio eh muito grande de política, só que também esse domínio tinha a ver com questões espirituais. Em Apocalipse, acho que isso é muito legal, porque quando você olha João fazendo os símbolos, as figuras, né, você vê a Babilônia. A Babilônia não é só uma estrutura de poder, ela tem á, ele tem, elas ela tem uma espécie de de campo quase que divino. Você vai ver a mulher que persegue o dragão, ela tem poderes que dentro de uma cultura judaica e grega é quase que divina. Então o povo vendo aquilo é dá para você percebe que tá muito mais dentro do contexto deles. Não é só o político vazio e humano, é o político divino que influencia, né? Eu queria colocar uma questão, porque muito se fala sobre aquilo que que se convencionou se chamar sobre a Pax Romana, a ideia de que o império ele garantia que todos os povos ali por meio de uma intervenção, por uma intervenção militar ou até mesmo política, social e tudo mais, organizasse e colocasse isso e as as culturas abaixo dela para que possam viver de maneira harmoniosa. Vamos, vamos colocar e especificamente assim, o quão isso também está ligado com uma questão divina, o quão isso porque muitas vezes, ó, a gente pula pr para apocalipse e se o pastor, se o professor ele não de escola de bíblica dominical não explicar que era um contexto de perseguição, automaticamente a nossa tentativa de ler Apocalipse está na onde? No futuro, no que está acontecendo agora. Porque o que João viu viu para nós hoje. Agora, diante disso, o que a gente poderia levar em consideração da Pax Romana, desse conceito de divindade e como os primeiros leitores eles entendiam Apocalipse como uma espécie para paz igualar, alguma coisa do tipo? Fiz entendido com a pergunta? Cara, eu acho que é importante para responder a tua pergunta, perceber que sim, existe uma perseguição iminente. Em outras palavras, a gente não tem certeza que as igrejas da Ásia estavam sendo diretamente perseguidas, mas existe uma percepção de que a perseguição é possível e existe uma sedução da Pax Rombana. E isso fica bem claro nas cartas das igrejas. A ideologia de Roma promete uma série de benefícios se você sucumbir a ela, se você capitular e você fazer parte das guildas comerciais da sua cidade, você vai ter que prostituir algumas das suas ideias, você vai ter que fazer parte eh de alguns cultos, alguns rituais que não deveria. Quando você olha paraas reprimendas, as os juízos sobre as igrejas da Ásia, muitas vezes a preocupação é sincretismo, muitas vezes a preocupação é se mesclar com a cultura e os costumes daquela cidade específica. Por que isso? Porque a Pax Romana é sedutora. Porque você dizer que César é o verdadeiro senhor não é uma coisa que você declara apenas com a boca. Às vezes você se furta de declarar com a boca, mas com o teu coração tá lá. Ou seja, uma coisa confortar Pax Romana, diante de um mundo de incertezas, eu tenho uma passa, ou seja, eu tô protegido dos inimigos. Desde que eu pague o tributo aqui, não incomode o Não incomode o status qu. Exatamente. E aí, evangelizar na praça pública às vezes é incomodar o status qu. deixar de participar de alguns cultos. A igreja fora da sinagoga já é um vou dar um exemplo. O antijudaísmo surge numa dessas. Surge numa dessas. Surge um monte de dessas. Mas uma das coisas que ocasiona o antijudaísmo na antiguidade é não se conformar com alguns cultos públicos. Roma deixar você adorar quem você quisesse. Você quer adorar quem você quiser na tua casa, Roma não vai implicar com isso. Você quer na tua casa não adorar César, Roma não vai implicar com isso. Não tem e eh não tem uma lei que vá fazer você ir pra Cova dos Leões fazendo paralelo com Daniel, tá? Só que imagina uma cidade e e aqui eu tô dando exemplo real, tá? Imagina uma cidade que volta e meia tem um abalo sísmico. Como que essa cidade lida com abalo sísmico? Vamos fazer sacrifícios aos deuses para amainar a ira dos deuses e e não ter mais terremoto por aqui. Só que a gente sabe que vai continuar tendo terremoto. E aí tem o próximo terremoto. A culpa é de quem? é de quem não veio aqui fazer culto público paraa deusa patrona da cidade. Obviamente os judeus da dispersão vão ser os primeiros a sofrer com isso. Então quando você pega os primeiros séculos antes de Cristo, já existe um antijudaísmo que é proveniente de uma série de coisas, mas inclusive esse tipo de coisa. O autor de Apocalipse tá sugerindo pro pessoal das igrejas da Ásia que não participe desse tipo de cerimônia. Aí você tem uma guilda comerciante que tem um deus patrono e você faz parte dos comerciantes daquela cidade. É a tua atividade econômica, é aquilo que você o teu ganhapão. Porque não se dividia na nessa época religião e de atividade econômica. E aí o que acontece? De repente você tem um conflito, uma guerra, e que uma uma cidade que era consumidora tua deixa de deixa de consumir o produto da tua cidade. E quem que é a culpa? Ah, quem que é o comerciante que não tá vindo aqui pagar tributos pro nosso Deus patrono? É assim que se dá a dinâmica de conflitos sociais e econômicos ligadas à questão da idolatria. Então, é uma dinâmica de perseguição iminente e certamente uma dinâmica de sedução. Dentro dessa sedução da Pax Romana, o que que o autor de Apocalipse tá garantindo? que César é uma caricatura do verdadeiro rei. Olha, vocês vão resistir. Ao resistir vocês serão perseguidos. Não poderão comprar nem vender. Tá vendo só? Uhum. Ao resistir vocês serão perseguidos. Nossa, caiu agora o deixados para trás. Tá, agora caiu. Caiu. Mas quando vocês forem perseguidos, invés de olhar paraa Roma e pros palácios e pro Senado e para mármore pro ouro, olhem pros céus e observem as estrelas, as nuvens, porque ali está o verdadeiro dono do universo em oposição aquele que se diz ser dono desse mundo que vocês conhecem. Uma pergunta agora. Tu, acho que eu vou fugir muito do assunto, mas se a pergunta for muito ruim, vocês tu vai para tuas anotações aí, tá bom? Gui, uma pergunta que eu ia fazer a seguinte. É por isso que de alguma forma João escreve até um pouco nessa linguagem muito figia sentido para pros leitores de João? Porque, mano, ele usa muita linguagem estapa food assim, né? Figurada. Figurada. Tipo isso era é a literatura apocalipse é marcada por isso mesmo, essa coisa muito estrombólica e tal. Faz sentido a minha pergunta? Porque no fundo é como se a galera se se alguém pegasse esse pergaminho, essa, né, esse papiro, sei lá no que que ele escreveu, né? A galera, ó, pessoal, a galera tá tramando contra a gente assim. Então tinha um pouco dessa, difícil anticensura. Anticensura. Exato. Tipo, vamos aqui falar de um jeito que os nossos opressores não vão entender o que a gente tá lendo aqui. Nada a ver. Mas é, não, não, não, não tem nada a ver. Beleza. Próximo. Por quê? Porque o pensamento cristão ele era muito público. Hum. Ele não era escondido. Assim, os cristãos não tinha medo de tornar o que eles sabem. É tanto que os filósofos da época e todo mundo falam dos cristãos e e parece saber muito bem o que nós falamos. Alguns com caricatura, mas muito bem. Mesmo a caricatura é montada em cima de algo que foi feito público. É. Então assim, então de uma forma e era muito claro. Agora Paulo também tem uma veia antiimperial e a gente vai perceber em Romanos. Atos não tanto Atos você não vê em nenhum minuto a Lucas falando contra Roma. Justamente talvez com medo de Paulo já tá preso e aquilo ia aumentar ali para ele, né, o problema dele. Então você não vê. É diferente de Mateus e Marcos, que coloca a culpa nos romanos, mas Atos não vai fazer isso. Então o que que significa? que existe uma tensão com o império. Agora, o cristianismo nunca escondeu o que eles criam. Isso que o Vitor falou é muito importante, porque vai muito do tipo de de perseguição que a gente pensa. A perseguição cristã, por exemplo, em primeira de Pedro é uma perseguição que já tava acontecendo no meio do ostracismo. Ou seja, para você entrar naquela rua, naquela praça, fazer parte daquela sociedadezinha ali pequena, você precisa oferecer uma pomba branca com sangue nessa vasilha. Então você só vai fazer parte desse aqui. E fazer parte dessa aqui é dar o direito de você entrar naquele mercado que tem logo depois. Então, por exemplo, e em primeira Coríntios, Paulo faz aquele aquela coisa sobre o mercado e o templo. O mercado era no centro da cidade, o templo da deusa era de lado do mercado e o templo maior era aqui. O que significa? A ideia é, você tem o mercado e você tem o templo. E você tem mercado e templo. Para chegar às vezes no outro mercado, você tem que passar pelo templo mesmo, por esse corredor. Uhum. Por quê? Porque senão tal Deus e tal Deus não vai gostar do que você vai pegar as coisas dele para comer. E Paulo precisa lidar com isso. Pedro precisa lidar com isso. A a escolha com relação a fazer certas coisas em sociedade cada vez mais ficando diminuta. E eles precisavam tomar essa atitude. Paulo trata disso em Primeira Coríntios, como eu falei, e Paulo deixa claro, não vão no templo. Isso é uma coisa mais clara que Paulo deixa naquele livro difícil de Primeira Coríntios. A única coisa que a gente vê assim, fuja da imoralidade, não vá no templo. Por que que ele diz não vá no templo, mas coma tudo o que tiver no mercado sem perguntar? Ora, porque o templo era um ambiente de prostituição junto com o culto de a deuses, a deuses. E você percebe, não vá lá. Só que tem a questão, será que tudo que tá no mercado é o que eles precisam? Algumas coisas eram colocadas somente no templo. O F deixa isso muito muito claro assim. Algumas coisas só estariam ali. Então, ou seja, é um tipo de perseguição em termos de ostracismo. Você é e não sei se a gente consegue perceber isso hoje, mas problema é tipicamente gentílico, né? É, você vai você quer água, pois agora você tem que ir ali. Só que às vezes algumas leis e algumas provocações começaram a surgir contra os cristãos. Isso. Aham. E aí era muito claro do tipo, você não vai entrar ali, bota essa lei aí que o cristão não entra ali. Eu tenho uma coisa só para encerrar esse ponto. Eu tava uma vez pregando em Cochabamba e eu passei um bom um um 30 dias por ali, 30 e poucos dias na Bolívia. É Bolívia. É uma cidade na Bolívia, perto de lá. Tá bom. E foi Santa Cruz de Lacier, uma cidade mais em cima, que eu vi um um rapaz chegando para mim dizendo assim: "Isso na época, isso há uns 10 anos atrás, eu não sei se hoje tá assim, hoje tem ainda isso que eu vou falar, mas talvez seja muito mais flexível". Ele disse o seguinte: "Pastor, eu eu trabalho numa mina, numa mina de cavão e uma de mineradora mesmo também. E para eu entrar lá agora, eles estão pedindo um sacrifício que eu mate ali pros deuses e tal. Só que se eu não tiver ali, se eu não se eu não sacrificar aquilo ali, eu não vou conseguir viver, eu não vou conseguir comprar certas coisas. E tem outra coisa, ele fala: "Se eu, se se em alguma outra mina dessa cidade me aceitarem e souberem que eu vim para cá porque eu rejeitei aquilo, eles vão me deixar tudo mais difícil para mim aqui hoje." Existe uma realidade hoje no mundo de um tipo de perseguição que não é vou te prender, como o Vitor falou, né? Não, não é que eu vou te existe a perseguição não era perseguição do coliseu. Isso é porque na nossa perfeito. Na nossa mente tudo é aquilo. Só que tem algumas perseguições que vão querer que elas querem te matar por dentro, elas querem te implodir. E Roma sabia fazer muito bem isso. É tanto que ela mesmo cai nessa armadilha e implode anos depois, né, séculos depois. Então, acho que Apocalipse tá lidando não só com um tipo de perseguição, eu tô com medo que que me batam em mim, não é com relação à sua família, são coisas reais, né? E aí, respondendo a questão do Víor, eu eu do do Bíblia, eu acho que ele usa os símbolos porque é uma literatura apocalíptica, mas também porque os símbolos representam também toda uma realidade, uma realidade deles, mais do que uma única coisa ou há um há um uso do símbolo para poder eh eh ter várias camadas de significado, tanto para eles naquele momento, é uma linguagem universal também, mas eu acho que eu tô um pouco com Bill aqui, com Gregory Bill, uma ideia de que existe algum tipo de camada no símbolo onde vai se vir para eles, vai servir para nós, vai se vir para quem vier antes deles. E é algo deixa deixa o texto rico, né? É, e tem existem coisas também que simplesmente são eh tendências culturais. Então, da mesma maneira como a gente produz um determinado, existe um determinado jeito, um determinado padrão de se fazer poesia, você pegar uma letra de bossa nova e tentar colocar uma música de rock and roll, vai ficar esquisito. E se você pegar uma música do Charlie Brown Júnior e tentar fazer uma bossa nova também vai e vai ficar esquisito. E é que nem um nem outro é melhor ou pior necessariamente. tem letras profundas dos dois lados, mas são e eh jeitos diferentes de fazer a coisa e às vezes uma tendência vai pegando. Daniel e alguns outros autores lançam essa tendência da linguagem simbólica assim para para muito além da linguagem concreta. Ah, a gente vai usar a linguagem simbólica no limite, no extremo. Daniel lança meio que lança essa tendência. Sofonias tem um pouco também. né? Eh, Ezequiel tem alguma coisa ali, mas essa tendência ela vai pegando. O motivo pelo qual essa tendência pega, principalmente na literatura intertestamentária, é alvo de debate. Mas conforme a literatura interestamentária avança, você pega quarto esdras eh eh você pega quarto esdras, você pega mesmo dentro de terceiro e quarto uma cabeça alguma coisa, de repente isso se prolifera e vira um estilo literário. E ao virar esse estilo literário, parece haver uma prática de simbologia e decodificação de simbologia. E aí faz parte da cultura, assim como faz parte ah da nossa cultura. Isso é a literatura apocalíptica que você está se referendo, certo? Porque é porque também tem a questão de que se a gente pega o o João judeu ou o autor judeu e a gente vê em Apocalipse que aquele autor tem rastros que ele é um judeu. Uhum. A gente percebe que dentro do judaísmo, como o Víor falou, tinha essas escolas que já vinham formando livros apocalípticos. E você tinha sessões do, eu não quero falar aceita, tinha sessões do apocalipse, né? Sessões de dentro de do judaísmo, comunidades comunidades dentro do judaísmo que elas só falavam muito, por exemplo, do fim dos tempos ou falava sobre o a queda do império. Elas não tinham mais aquela literatura de ensino de outros que estão presente na literatura rabínica. Então, eh, você tem ali o no, principalmente dentro da comunidade curamita, uma quantidade absurda de textos que foi criada usando essa simbologia, justamente vindo de Daniel e justamente eh sobre esse cataclisma do fim do mundo, assim. Então, acho que João, o autor, ele tá bebendo muito dessa, eles vão identificar do que eu quero dizer. Tudo bem. Apocalipse não é sobre deixados para trás, mas é alguma coisa de que o mundo vai mudar, né? Tem algum tem algo de futurismo ali. E esse algo de futurismo ali tem tanto futuro iminente para muito perto da vivência deles com o Império Romano, quanto pro futuro definitivo. E o futuro definitivo é a ideia de novo de novo sair e nova terra. Só que essa ideia de novo sair nova terra, de futuro definitivo, que nem mesmo nós ainda experimentamos, esse ainda não, do reino de Deus, não tá presente em Apocalipse apenas, né? Eh, tá desde Paulo. Então, a literatura cristã, lembrando aqui que o apóstolo Paulo é quem inaugura a redação do Novo Testamento, né? A literatura cristã, ela é permeada por esse futurismo escatológico desde o seus primeiros escritos. Basta lembrar que tudo a partir do evento ressurreição, né? Influenciado pelo evento ressurreição, né? e o evento ressurreição que faz com que Paulo imagine que se inaugurou uma nova era. Basta lembrar que a gente tem duas cartas que disputam ali quem, qual foi o primeiro documento do Novo Testamento a ser escrito. Ou é Gálatas ou é Primeira aos Tessalonicenses. E quando a gente vai para primeiro aos Tessalonicenses, a preocupação com o evento final tá muito evidente ali. Eh, então toda a literatura do Novo Testamento é recheada desses elementos de futuro definitivo, porque o advento Cristo é um advento de futuro definitivo, ou seja, por futuro definitivo, se eu tô entendendo, é aquil resolve história, é que a gente não, ou seja, não tem discussão teológica se é pré, mid, pós, não é o futuro definitivo, é novos céus e nova terra é Deus chegando e resolvendo a parada. Tem uma coisa que eu, isso que o Víor falou sobre um futuro iminente e o futuro é para nós, vamos dizer assim, para eles também, né? É, é que apocalipse para mim tem muito do tempo. Eh, eu tenho um vídeo no YouTube que é uma duas lições que eu aprendi sobre apocalipse. Pro nosso tempo hoje, quando a gente vê o mal existindo no mundo, a gente sempre pergunta por quê, né? Por que o mal existe? Por que o mal tá aqui? E eu acho que isso é uma pergunta muito ocidentalizada. O porquê da natureza das coisas dentro do judaísmo. A gente tem, e o Richard Balcan, para quem quer estudar sobre isso, Richard Balkan, ele analisa dentro do judaísmo uma outra tensão, o mal existe. Essa é a tensão. A, nós temos uma tensão hoje, né, que é o mal existe, Deus é bom. E aí, como é que a gente, Deus é soberano, né? Esse é o nosso probleminha clássico. O nosso problema do mal é perguntando por o mal existe. Dentro do judaísmo, a pergunta não é por, é até quando? Hum. Hum. E nas palestras o Paulo Marçal é como é como diz como me diz como. E a pergunta ser por a pergunta ser porquê muda muita coisa, porque eles também estavam vivendo. O mal existe, o a injustiça tá imperando. E a pergunta não é porque Deus permiti isso? Caramba, não tem a pergunta mesmo. A pergunta é até quando ele vai permitir isso? E a ideia é que a solução para o problema do mal dentro do judaísmo não é querer saber o porquê, mas é querer saber o quando. Uhum. Isso nos basta. E aí Apocalipse diz assim: "Porque haverá um dia." Ou seja, isso vai. É por isso que eu acho que em Apocalipse, por que que Apocalipse descreve tão bem Deus fazendo juízos? É muito detalhe. Na minha concepção de ideia é que ele tá querendo deixar muito claro que nada de injustiça que foi feito vai ser vai passar. passar ficar sem uma resposta. Nada vai ficar sem uma resposta. Então, Apocalipse para mim é a resposta do problema do mal. Assim, não na nossa concepção, mas na concepção judaica de até quando? Em breve. Uhum. Ele vai. Então, qual é a resposta? É ele vai. Abacuk faz essa pergunta. Salmos. O Salmo 13 faz essa pergunta porque essa era a ideia deles. É, Abacuk é a teodiceia do Antigo Testamento por excelência, né? A gente fala muito, a gente fala muito de Jó. É verdade. Eh, mas a bacuk é a teodiceia do Antigo Testamento. J talvez seja mais sobre sabedoria do que sobre problema do mal, né? Exato. Exato. Para nós vira uma questão do problema do mal e pros amigos de Jó também. É. E a gente identifica mais os amigos de Jó. Alade. Quer saber onde tá a maldade. Uma um alô pro professor Saião que me influenciou nessa rima. Melhoras, professor, no momento dessa livro dessa gravação, saão tá se recuperando aí. Ele tem um livro maravilhoso, maravilhoso sobre Abacuk, sobre odisseia, sobre abacu e o problema do mal. O saão tem, né? Tem verdade o problema do mal no Antigo Testamento. Exato. Acho que é é isso aí. É, eu lembro. É de outra editora, mas é muito boa. Vai, vai. É porque sim, a gente falou muito sobre essa questão do contexto, mas por que a gente ainda insiste em ler Apocalipse pros nossos dias? Porque isso é uma uma tônica para nós. Eu acho que tem um que de sensacionalismo e que é sedutor também, essa coisa assim de eu sei o que vai acontecer. Isso é tentador mesmo, cara. A planilha, o plano divino através dos séculos. Tem cara que gostava de ser mentira. E então, e aí tem uma outra coisa que a sensação de ver tudo se encaixando, ela é boa. Então, quando alguém explica pra gente eh essa essas escatologias em que tudo se encaixa perfeitamente, sou assim, nossa, cara, isso é que responde um anseio, né? Por exemplo, a gente tá diante de um de uma catástrofe natural, mano. Aí a gente vem com o porquê, que a gente gosta do porquê, né? Por que Deus não, porque em apocalipse já tava dizendo que o mar iria engolir não sei o que. Apocalipse é para conspiração nesse caso, né? Agora é agora tem uma coisa que é o seguinte, cara. Eh, todo o texto bíblico, todo texto bíblico clama dizendo: "Eu sou para os seus dias". Tá? Eh, só que pra gente chegar nisso, a gente tem que entender o que ele quis dizer nos dias dele. Mas todo texto bíblico clama. E aí é uma é da natureza de um ser humano espiritual, de um homem não carnal, de um homem espiritual que, eh, como diria Marcelinho Carioca, o homem carnal vive do que vê, o homem espiritual crê no que não vê. Meu Deus, o Marcelinho falou isso mesmo. Eu não sei. Para mim, Marcelo, Marcelinho Carioca para mim era jogador de futebol. É ele mesmo. Mas ele tinha, mas ele tinha junto com Amaralzinho do olho caído uma banda de pagode chamada Divina Inspiração. Caramba, impron Mas tu não sabe que o Víor é o cara com o maior número de conhecimento randômico que existe na internet. É uma sequência de out tab assim. Talvez empate com o joga. É, é verdade. Verdade. É o nosso easy nobre, né? Claro, só que mais inteligente, obviamente. Mas enfim, qual era o assunto? Marcelinho carioca com o gol em casa. É isso? O que eu que eu quero dizer é que assim, o homem espiritual ao ler as escrituras, ele tem um anseio para que ela fale com ele, para que a palavra de Deus fale consigo. Então é natural que a gente queira, pô, tá no canon, é inspirado por Deus. Eh, falou no primeiro século, fala hoje também. Exato. Exato. Então eu acho que isso tem que ser levado em consideração. Sim. Agora, primeiro a gente tem que entender o que o texto quer dizer e aí a gente pensa em como isso Uhum. vem pra gente. Aliás, é isso. É. Aí eu ia puxar como é que o Scott Mcnight e o Cody Matchat Matchet Cody Matchet. Cut, como é que é? Cody. Cody Matchet. É isso. Olha aí. Cody Matchet. Curget. Como é que esses dois autores Scott Mcight, um cara que gosta do que ele escreve, né? Aliás, eu li só o que dele, eu li só o Tve e comecei a ler um do Evangelho dele lá também. Mas aí, ó, nós temos aqui, ó, Apocalipse Paradiscidentes do Scott Mcight e do Mat Chat. Como é que eles os ajudam então, né? Apocalipse para diss para discípulos dissidentes ou o inglês é apocalipse para o resto de nós? Acho que o nome em inglês, né? Bom, mas eu acho que o nome em português foi muito feliz. Muito feliz. Isso muito legal. Apocalipse para discípulos de acidentes, ou seja, nós, né? Ou seja, como é que esse livro aqui nos ajuda a ler Apocalipse? Vocês que já leram a obra e tal, fala um pouquinho para nós aí, Víor. Inclusive, você fez resenha no seu canal? Já tá pronta a resenha ou ainda não? Ah, tá, tá, tá. Eu já falei, eu eu falei desse livro em vários vídeos já no meu canal. Vários vídeos. Antes de chegar em português, você já tava falando e e com ele já em português também, assim, e eu acho que ele completa muito bem, como se fosse uma trinca, como se fosse uma trilogia, o teologia de apocalipse do Balkan e como ler apocalipse com responsabilidade, ler apocalipse com responsabilidade de Norman. Eu acho que ele completa muito bem. Por quê? Porque ele é um livro de discipulado. Ele faz exatamente isso. Ele eh como que esse livro tão complexo serve pra gente hoje. E aí, ou seja, é para nos discipular. Exatamente. Sair da conspiração e ir para o discipular, aplicação prática da vida diária. Muito dessa coisa do dissidente é o quê? é o cara que tá olhando paraas seduções da cultura e está dizendo não, caramba. E aí? E ele topa a perseguição. E ele topa esse tipo de perseguição que o Gui trouxe pra gente. Muitas das coisas que a gente diz não, não vai nos levar para Coliseu, mas vai fazer com que a gente deixe de experimentar tudo que a sociedade ocidental tem para nos proporcionar. Prejuízo, segundo a linguagem econômica. Exatamente. Exatamente. Quer dizer, não a nossa PX romana. Então assim, eh, ou não o lance da simbologia é tão rico que é o que o Gregory Bill traz que assim, beleza, a gente tá chamando Roma de Babilônia e não de Roma. Se eu tô chamando Roma de Babilônia, quem mais eu posso chamar de Babilônia? O Scott McNight vai tratar. Caramba, sensacional, sensacional, gente. É isso. Então, Apocalipse para Dissidentes, lançamento aí da Thomas Nelson Brasil. Você tem o link para adquirir essa obra aqui e fazer uma leitura de apocalipse mais decente, mais assim para aplicações assertiva, aplicações para vida prática. Livro para pequeno grupo. Sério? Olha essa informação isso é verdade. Livro para pequeno grupo. Vocês recomendam recapitular. Eu acho que uma coisa que ele traz muito boa nesse livro é que ele traz o evangelho pro centro da mensagem desse livro. Exato. E como foi perguntado, né? Como aplicar esse livro para hoje? A resposta que ele dá é talvez em tod todas as páginas, que é qual? É quando eu foco naquilo que era comum entre eu e eles lá. E o que era comum? Jesus. Jesus que é apresentado como um leão, mas ele é um cordeiro. O evangelho que vence leão não pela força, pela morte. Então ele traz o evangelho de volta pro centro das discussões em apocalipse que às vezes se perde em numerologia e tal. É o trovão reverso do do Eugan Peterson. Perfeito, perfeito. J Peterson. Beleza, gente. Muito bem. Então é isso, foi mais um BTC, o primeiro de mesa. Obrigado meus amigos por toparem esse desafio. Bettcash presencial numa mesa tomando uma água. Obrigado essa marca de água que nos patrocinou. Por isso que a gente tirou o rótulo. Mentira. Vai ter sim. Quer colocar camisa? Exato. Cadê a plaquinha da Insider? Aí eu tô usando Insider. Vittor Fontan está usando Insider. Você está usando Insider? Não, não tá usando. Não. Faltou a plaquinha da Bet aqui, né? Não, não, essa não. Essa aí é a besta do apocalipse. Essa é a dizão. Não, a gente olhou pro leão e pro cordeiro, não pro tigre. Sensacional. [Música] Ah. [Música]