Celebração – 08/06/2025 | Luiz Sayão | IBNU
08/06/2025
Celebração – 08/06/2025 | Luiz Sayão | IBNU
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[Música] Recolhimento. Na nossa jornada de vida espiritual, muitas vezes imaginamos que a nossa batalha se dá principalmente lá fora. Imaginamos que o nosso envolvimento naquilo que parece ser de fato uma grande batalha espiritual aparece num cenário visível e quase que palpável. É interessante observar que Jesus falando de como lidar com essa realidade de espiritualidade aconselha o recolhimento. Ele nos diz que em certos momentos é muito importante a gente estar no nosso quarto, quando você for orar, que eu faça no secreto, de modo que o Pai Celestial venha ver e recompensar no momento da dor e do sofrimento. Às vezes é necessário [Música] recolhimento. Seja muito bem-vindo a mais uma celebração da IBNU, um momento em que nós podemos ouvir uma porção da palavra do Senhor, também ter momentos de louvor, de adoração, colocar diante de Deus os pedidos do nosso coração, ouvirmos uma palavra de gratidão a esse Deus que tem nos abençoado. Por isso, convido você a espalhar esse conteúdo com todo mundo que você conhece. Chame aí os seus amigos, as pessoas da sua casa. Vamos juntos louvar ao [Música] Senhor. Vem, vem. Esta é a hora da adoração. Vem dar a ele seu coração. Vem assim como estás para adorar. Vem assim como estás de ti do Pai. Vem, esta é a hora da adoração. Vem para ele seu coração. Vem assim como estás para adorar. Vem assim como estás diante do mar. Toda língua confessará ao Senhor, todo se dobrará. Mas aquele que a te escolher o tesouro maior, toda a língua confessará ao Senhor. Todo dia se dobrará. Mas aquele que a te escolheu o tesouro maior será. Essa é a hora da adoração. Vem para eles seu coração. Vem assim como estás paraar. Vem a ti [Música] lugar. Toda língua confessará ao Senhor. Todo joelho se dobrará. Mas aquele que a te escolher o tesouro maior terá. Toda língua confessará o Senhor, todo gênero se dobrará. Mas aquele que a te escolher o tesouro maior será. [Música] Chegamos o nosso momento de gratidão e eu queria em especial hoje eh te convidar a refletir comigo sobre as pessoas que Deus coloca na nossa vida, as pessoas que passam ao nosso redor. Eu sou muito grato pela família, pelos amigos, eh pelos colegas de trabalho que eu conheci e que eu convivo. São pessoas que me ajudam a ser alguém melhor. São pessoas que me trazem um ombro amigo na necessidade, que choram comigo, que riem comigo. E me lembra muito eh da escritura que diz que como o ferro afia o ferro, o homem afia o homem. E a gente não foi feito para viver sozinho, né? já dizia a música, é impossível ser feliz sozinho. Nós somos feitos para ser em comunidade. O nosso Deus é um Deus de comunhão, né? É um Deus triuno, de três em um. Então, eh nós que somos feitos a imagem e semelhança dele, não podíamos ser diferentes. Nós somos feitos para ser eh, para viver em comunhão e em união. E nessa união a gente acaba aprendendo e se divertindo e crescendo muito um com o outro. Então, nesse momento de gratidão, eu queria agradecer a Deus pelas pessoas que ele colocou na minha vida e te convidar também a refletir sobre isso, sobre as pessoas que você tem ao seu redor, com quem você pode contar e também quem você pode ser um ombro amigo na necessidade. Amém. [Música] Aqui diante de [Música] ti. Eu tenho tanto para te agradecer. [Música] Graças dou. Graças dou o que me deste, Senhor, por tantas bênçãos que eu não posso ver. Graças dou. Graças dou com meu coração e o meu louvor. Com as mãos aos céus, louvo-te, Senhor, graças dou. Sempre a ti eu graças dou. Graças. sempre a ti graças. [Música] Graças tens feito tanto por mim da escuridão tua luz me tirou. Graças dou graças do por teu amor e perdão. Por meus pecados levados na cruz. Graças dou. Graças luz. O meu coração é o meu louvor. Minha as mãos ao céu Senhor. Graças dou sempre a ti eu graças dou. Graças, sempre a ti eu graças. Graças sempre a ti eu graças. Graçando sempre a ti. Graças, graças [Música] do nosso momento de oração e eu gostaria de compartilhar com você um versículo que está lá no livro de Salmos, capítulo 62, versículo 8. que diz assim: "Confie nele em todos os momentos, ó povo. Derrame diante dele o coração, pois Deus é o nosso refúgio." Vamos orar. Senhor, obrigada. Obrigada em primeiro lugar pelo teu amor, pela salvação que temos em Cristo Jesus. E obrigada porque o Senhor sempre nos ouve. Queremos colocar diante do Senhor, colocar nas tuas mãos os mais variados pedidos que temos nesse momento. São pedidos relacionados a situações familiares, Senhor. Situações com relação à saúde, emprego, provisão financeira, direção, perdão. Senhor, são tantos os motivos e queremos colocar cada um deles nas tuas mãos. E acima de tudo, Deus, queremos fazer um pedido muito especial, que o Senhor sonde e conheça os nossos corações. Veja, Senhor, se dentro de nós ali há um algum caminho que não é aquele que o Senhor tem para nós. E guia-nos segundo a tua vontade e a sua direção, Senhor. os nossos corações sejam totalmente voltados para o Senhor, para agradá-lo e para honrá-lo com as nossas vidas. Nós oramos e já agradecemos em nome de Jesus. Amém. Deus abençoe a todos. [Música] Louvor e honra, poder e glória sejam ao eterno Deus. Todos os povos, tribos e línguas curvem-se ao eterno Deus. Toda a língua confessará sua grande glória. Todos joelho se dobrará. Em louvor seja exaltado, ó Deus, e o teu reino jamais passará. Ó eterno [Música] Deus. Louvor e honra, poder e glória sejam ao eterno Deus. Todos os povos, tribo e línguas vence ao eterno Deus. Toda língua confessará sua grande glória. Todo joelho se dobrará. Em louvor seja exaltado, ó Deus, e o teu reino jamais passará. Ó eterno [Música] [Aplausos] [Música] Deus, reina em toda a terra, cantai ao eterno Deus, por sua palavra é para sempre. Cantai ao eterno Deus, reinará em toda a terra. Cantai ao eterno Deus, pois sua palavra é para sempre. Cantai ao eterno Deus, toda a língua confessará. Sua grande glória, todo reino se dobrará. Em louvor seja exaltado, ó Deus, e o teu reino jamais passará. Ó [Música] Deus, reinará, reiná em toda a terra. Cantai ao eterno Deus, pois sua palavra é para sempre. Cantai ao eterno Deus. Toda língua confessará sua grande glória. Todo joelho se dobrará. Em louvor seja exaltado, ó Deus. E o teu reino jamais passará. Ó eterno Deus etus. [Música] eternos o eterno [Música] Deus passar a sacolinha. uso ou abuso, ou melhor, bom uso ou abuso. Você tá convidado a refletir sobre esse tema tão importante e tão problemático nos dias de hoje, que tem a ver com a realidade das ofertas nas comunidades religiosas, especialmente nas comunidades que cristãs. Na verdade, a gente precisa avaliar corretamente a partir da Escritura, como é que se lida com um tema como esse. Então eu convido você a acompanhar comigo nesse momento e eu vou ler um trecho do livro de Atos, capítulo 20, no verso 28, onde a Bíblia diz o seguinte: "Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos para pastorearem a igreja de Deus, ah, que ele comprou com seu próprio sangue. Sei que depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem. Lembre-se de que durante 3 anos jamais cessei de advertir a cada um de vocês disso, noite e dia com lágrimas. Agora eu os entrego a Deus e a palavra da sua graça que pode edificá-los e dar-lhes herança entre todos os que são santificados. Não comicei a prata, nem o ouro, nem as roupas de ninguém. Vocês mesmos sabem que estas minhas mãos supriram minhas necessidades e as de meus companheiros. Em tudo que fiz, mostrei-lhes que mediante trabalho ádo, devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que disse: "A maior felicidade em dar do que em receber". Tendo dito isso, ajoelhou-se com todos eles e orou. Todos choraram muito e abraçando o beijavam. O que mais os entristeceu foi a declaração de que nunca mais veriam a sua face, então o acompanharam até o navio. Bom, como nós pudemos ver, o apóstolo Paulo está num encontro com pessoas que já no verso 28 nós pudemos observar, são pessoas da liderança da igreja. De qual igreja? da igreja de Éfeso. Eles estão se encontrando em Mileto, um pouquinho distante de Éfeso, no final da terceira viagem missionária do apóstolo Paulo no início aí, um pouco depois do início do ano 57. E aí Paulo eh termina essa sua viagem, né, e vai para Jerusalém. E aí então ele dá orientações para a liderança, que são chamados de episcopoi, né? Ou seja, supervisores, bispos que estavam pastoreando a igreja de Deus, essa liderança plural da igreja de Éfeso. E aí ele fala algumas coisas muito importantes. Ele diz o seguinte: "Pessoal, presta atenção. Nem todo mundo que está dentro do contexto da fé, tanto pessoas que vêm de outro contexto de fora e pessoas que surgem dentro do próprio ambiente da comunidade da fé que é sincera. que é de fato pessoa em sintonia com os ensinos de Jesus. Então ele chama até mesmo esse pessoal mal intencionado de lobos que tá dizendo que eles vão tentar se aproveitar do rebanho de Deus. Depois ele diz: "Olha, preste atenção como é que eu fiz de tudo para servir vocês. Eu não cobicei nem ouro, nem prata de ninguém." e mostrando a sua atitude como alguém que realmente tem interesse em servir a Deus e a comunidade do povo de Deus. E depois ele vai fechar com essa palavra tão importante, né, que aparece aí no texto que é melhor de acordo com o próprio Senhor Jesus eh melhor dar, doar, contribuir do que receber. Então aqui traz pra gente um caminho bastante amplo de como a gente deve entender isso na prática. Por quê? Porque nos dias de hoje a gente tem uma situação muito incômoda, né? Eu vejo pessoas falando: "Olha, agora tempo é dinheiro: "Ah, você sabe, agora o negócio é passar sacolinha, não. Surge uma comunidade religiosa nova, o interesse é só arrecadar fundos, né? No mundo todo existem igrejas que aparelham o estado. Você paga imposto, por exemplo, e na verdade uma determinada organização religiosa usufrui desses impostos, mesmo de pessoas que nem fazem parte daquela eh perspectiva de fé. E assim nós temos uma série de problemas. Então, que história é essa? Passar a sacolinha pode ter bom uso ou significa de fato abuso? Pessoal, é interessante como a palavra de Deus tem orientação muito nítida. Ao mesmo tempo que ela olha pro fato de que pode e vai haver abuso, ela deixa claro que aquele que tá sintonizado com a o ensino de Jesus age de boa fé e de maneira correta. E ela não deixa de lado, de jeito nenhum a importância dessa atitude de alteridade, né? Porque nos dias de hoje a gente, né, fica assim um pouco preocupado, né, nesse mundo que parece perder a distinção entre realidade e ficção. E a gente realmente tá numa situação eh preocupante, né? Tantas pessoas em desespero. Eu tava vendo esses dias eh eh pessoas, por exemplo, crianças órfãs sofrendo no mundo todo, fome em situação realmente degradante do ponto de vista humanitário e pessoas às vezes interessadas numa nova moda que tem por aí em cuidar eh de eh bonecos hiperreistas, né? Como se eles fossem crianças de verdade. Alguma coisa não tá legal. na cabeça de boa parte do nosso mundo de hoje. Então, para ver o que Paulo tá ensinando a partir de Atos 20, vale a pena ver um exemplo muito prático de como se lidou com isso na própria história do Novo Testamento. Um pouco antes desse momento, Paulo vai escrever a carta a a igreja de Corinto, a segunda carta ah de Paulo aos Coríntios. E olha só o que ele diz. O texto nos fala no capítulo 8, a partir do verso 1, diz o seguinte: "Agora, irmãos, queremos que vocês tomem conhecimento da graça que Deus concedeu às igrejas da Macedônia. No meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade, pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam e até além do que podiam, por iniciativa própria, eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos. E não somente fizeram o que esperavam, mas entregaram-se primeiramente a si mesmos, ao Senhor e depois a nós pela vontade de Deus. Assim, recomendamos a Tito que assim como ele já havia começado também completasse esse ato de graça da parte de vocês. Todavia, assim como vocês se destacam em tudo, na fé, na palavra, no conhecimento, na dedicação completa e no amor que vocês têm por nós, destaquem-se também neste privilégio de contribuir. Não lhes estou dando uma olha, mas quero verificar a sinceridade do amor de vocês, comparando com a dedicação dos outros. Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza, vocês se tornassem ricos. Este é meu conselho. Convém que vocês contribuam, já que desde o ano passado vocês foram os primeiros não somente a contribuir, mas também a propor esse plano. Dá uma olhada e pense comigo que coisa interessante nós vamos ver aqui da parte do apóstolo Paulo falando para a igreja de Corinto, né? O que que acontece nesse cenário aqui? Ele tá agradecendo muito o que aconteceu anteriormente com as igrejas da Macedônia, né? uma referência principalmente à igreja dos filipenses, que no momento em que houve uma necessidade séria de de falta de recursos, de carência entre os irmãos da Judeia, esses do norte da Grécia e da Macedônia se mobilizaram e mesmo em situação difícil eles diz o texto que eles transbordaram em rica generosidade. Então ele começa a dizer aos coríntios, né, o que que eles fizeram? Eles deram tudo quanto podiam. E é interessante, né, que quando a gente pensa em contribuição, doação, dízimo, oferta, seja qual o nome que a gente queira dar, é muito interessante e ver que às vezes as pessoas dizem: "Olha, pessoal, vamos ter que dar aí porque Deus mandou". Então você não discute, vai lá. Outras pessoas quando vão contribuir, é até curioso, eles agem assim com medo. Olha, se você não doar, vai vir uma maldição, alguma coisa ruim, você vai ser atingido por algum problema, porque você não correspondeu à expectativa divina, né? Outros já fazem um uma contribuição assim, uma espécie de tentativa de ganhar alguma coisa da parte de Deus. Então o pessoal diz: "Não, olha, se eu, né, doar tanto assim, tô investindo no Banco celestial, eu vou ter um retorno maravilhoso, né? Parece assim uma espécie de jogo de, né, toma lá da cá. E há ainda, né, aqueles que, vamos dizer assim, entregam porque não não tem jeito. Eh, vamos dizer, uma questão até de constrangimento social, né? Ah, tá tendo necessidade, aconteceu. Ah, então tá precisando, então toma aí, né? Vai lá, leva lá. Então, nesse caso, a coisa realmente é bem eh complicada, né? E quando você lê o que acontece aqui, que Paulo tá dizendo, preste atenção, a gente leu aqui o texto que diz por iniciativa própria, atenção, eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência aos santos. Você percebe como é que a coisa funcionou aqui? e eles tiveram a iniciativa. Então, a a essa ideia de contribuição, de doação, de alteridade, ela faz parte da realidade essencial daquilo que envolve a vida dos seguidores de Jesus. Porque é assim que Jesus viveu. É assim que a gente olha pro mundo de hoje, onde as pessoas estão nessa coisa de cada um tentando passar por cima do outro para ter mais vantagem nesse mundo consumista, nesse mundo e de protagonismos assim superficiais. Então isso parece ser o mais importante. E aqueles que vão caindo pelo caminho, estão atropelados por uma série de questões, ficam para trás. E com todo o progresso, com todo o desenvolvimento, com toda a tecnologia, com tudo que o mundo tem, nós ainda temos, né, milhões e até mais de 1 bilhão, bilhões de pessoas que vivem abaixo daquele mínimo nível de dignidade humana. E alguns vivem realmente em miséria brutal. E isso geralmente em muitos sentidos, né? A gente ouve falar de IDH, desenvolvimento humano, mas a amplitude dessa realidade é maior em vários aspectos. De modo que eh quando a gente olha para isso, a gente vê que a a a proposta cristã da graça de Deus que perdoa o nosso pecado, nos dá salvação, muda a nossa vida, a ideia é fazer com que cada eh seguidor de Jesus vire uma espécie de célula do bem no meio do tecido canceroso. que a pessoa então tenha um caminho de alteridade, um caminho de altruísmo e de real interesse, de fazer as coisas mais significativas da vida, que é amar Deus sobretudo e ao próximo como a si mesmo. E esse caminho passa por esse elemento de generosidade que flui de um amor, do interesse real pelas outras pessoas. Por isso que é dito aqui, né, que eles lá na Macedônia saíram, tavam numa situação de extrema pobreza, mas transbordaram em rica generosidade. Sabe uma coisa que eu vi que eu fiquei impressionado um tempo atrás, que há alguns anos alguém me falou assim de um levantamento que fizeram de diversas comunidades religiosas na cidade de São Paulo. Descobriram uma coisa interessante, que algumas igrejas onde você tinha um público de classe social mais elevada, com muito mais recurso, você tinha uma uma contribuição per capta que acabava sendo a mesma coisa de igrejas muito simples, ah, e de periferia e de pessoas que têm ah um nível salarial muito mais baixo. Então você percebe que às vezes pessoas de condição muito mais limitada t mais satisfação e interesse às vezes em contribuir do que pessoas que teriam esses recursos. Então espero que essa realidade seja pontual, não seja um fenômeno geral, mas caso seja uma realidade persistente é bastante preocupante. E aqui como é que a coisa funcionou? Eles fizeram tudo por iniciativa e fizeram, diz o texto, indo muito mais do que isso. Inclusive o verso 5 diz algo interessante que chama atenção para nós, porque não se trata de uma contribuição compulsória, uma coisa obrigatória, um negócio feito por medo ou por uma espécie de ganância espiritual. Diz o texto que eles não somente fizeram o que esperávamos, mas entregaram-se primeiramente a si mesmos, ao Senhor e depois a nós pela vontade de Deus. Você percebe entregar-se ao Senhor e a nós amar a Deus e amar o próximo. E veja que e esse esse ato de doação e generosidade é resultado de uma atitude espiritual de entrega a Deus. Então ele prossegue, né, e vai nos falar mais a respeito daquilo que é descrito no texto, por exemplo, no final do verso 7, chamado de privilégio de contribuir. Agora, pessoal, olha que coisa interessante no verso oito, né? Ao contrário do que muita gente pensa quando a gente fala sobre contribuição, né? Às vezes, né? O passar a sacolinha, vira um momento de coação, parece que as pessoas se sentem meio que pressionadas. fica um negócio até estranho, a pessoa não quer fazer, mas surge todo um movimento assim que a pessoa não tem, né? Ele fica embaraçosamente motivado ali, de modo que ele é obrigado a entrar naquilo que não faz parte da sua iniciativa. O texto diz o seguinte, ó: "Não lhes estou dando uma ordem". Olha que coisa interessante. Aquilo que é genuinamente ligado a Deus é algo que flui de um coração grato e disposto a adorar e a servir no reino. Mas eu quero verificar a sinceridade do amor de vocês comparando com a dedicação dos outros. Então, a coisa é muito simples. Olha, você quer contribuir, quer contribuir? Então, alguém pergunta, Simão, como é que a gente faz aí? Que que a a a igreja, né, que da qual você faz parte, o pessoal exige? Isso não exige nada. Que a pessoa é obrigada a fazer não é obrigada a nada. Aquilo que é doado deve ser doado por iniciativa, por consciência, porque a pessoa faz parte do projeto e tem interesse. Porque é assim que funciona tudo na vida que você valoriza, você vai e gasta. Conheço pessoas, por exemplo, que para, vamos dizer, jantar num restaurante tal gasta o que for, né? Eu conheço gente que, por exemplo, para visitar um lugar distante do outro lado do planeta, que é o sonho dele, ele faz o que for. isso pessoas que para torcer pro time dele também não tem custo, ele compra lá aquilo que custa caro. Eh, então a gente vai percebendo como é que a coisa funciona. E aqui Paulo vai ser muito claro dizer: "Olha, você vai ver na contribuição de vocês se vocês de fato amam com sinceridade aquilo que vocês afirmam amar, porque é isso que a gente viu no caso da comunidade lá da Macedônia. E aí ele vai descrever o que que é a base disso a partir do sentido do evangelho. Olha o que ele diz. Pois vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus. Atenção, que sendo rico se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos. Pessoal, isso abre pra gente essa amplitude, né, que a gente vai ter. O que que é algo que tem preço e algo que tem valor? Que Cristo Jesus fez por nós não tem preço. E isso abre o nosso coração na direção de entrega de vida. Por isso, né, ele se fez pobre por amor de vocês, sendo rico. Ele não precisava fazer nada disso, mas por meio dessa sua pobreza que foi, né, a condição, né, desse aquele que é Deus, né, acabou esvaziando-se de si mesmo e tomou a forma humana, morrendo, né, a morte atroz de cruz, para que hoje nós sejamos ricos no sentido pleno do termo. Então ele diz: "Este é meu conselho. Eu convém que vocês contribuam, já que desde o ano passado vocês foram os primeiros não somente a contribuir, mas também a propor esse plano. E Paulo prossegue a partir do verso 11, ele diz: "Agora completem a obra para que a forte disposição de realizada seja igualada pelos elem concluída de acordo com os bens que vocês possuem. Porque se há prontidão, a contribuição é aceitável de acordo com aquilo que alguém tem e não de acordo com que não tem. Nosso desejo não é que outros sejam aliviados enquanto vocês são sobrecarregados, mas que haja igualdade. Presente momento, a fartura de vocês suprirá a necessidade deles para que, por sua vez, a fartura deles supra a necessidade de vocês. Então, haverá igualdade. Como está escrito, quem tinha recolhido muito não teve demais e não faltou a quem tinha recolhido pouco. Observe só que coisa. Contribuição, doação não vem de pressão, nem de obrigação, nem de manipulação. Vem de gratidão e vem como desdobramento da vida de quem tem prioridade no reino. Isso tá marcado, em segundo lugar por uma sensibilidade. Uma sensibilidade que percebe a necessidade de pessoas e do reino de Deus. E essas pessoas, por iniciativa própria, são mobilizadas pela graça de Deus e resolvem fazer diferença. Agora, não é porque você tem essa sensibilidade, você tem esse impulso motivado pelo amor e pela graça, que você vai fazer isso de maneira descontrolada e impensada. Por isso o texto é interessante. Ele diz o seguinte para nós, né, que não é bom, né, que eh vocês sejam aliviados, que os outros sejam aliviados e vocês sejam sobrecarregados. E ele diz uma coisa tão importante, a contribuição é aceitável de acordo com aquilo que alguém tem. Eu já tive contato com pessoas extraordinárias, coração gigante, gostam de abençoar os outros, querem fazer diferença, mas de repente o sujeito deixa a própria casa dele vazia. O sujeito, como se diz, cobre a cabeça e deixa o pé de fora. Então, não de acordo com o que não tem. É muito complicado você ver pessoas, por exemplo, sendo forçadas, no meu entendimento, de maneira manipulativa, a dar aquilo que não tem. em nome de uma suposta fé que não é o conselho de segunda Coríntios. E então isso é muito complicado. Paulo então diz: "Olha, ninguém deve doar aquilo que não tem, porque não é essa a proposta de uma situação prática. Falando diretamente de oferta na segunda carta aos Coríntios. Pra gente entender a relevância disso, vamos dar uma olhada. Você olha aí no mapa para você ver onde ficava Corinto. Corinto é uma cidade que ficava num íntimo que estava aí entre, né? A a gente tem os dois lados do mar, né? o maru e o mar adriático. E ahã como a cidade ficava num lugar muito importante de passagem de mercadorias, a cidade enriqueceu, a cidade se desenvolveu muito, imagina, chegava a ter iluminação noturna em Corinto, tinha banho quente, né? Você tem até hoje ali as grandes ruínas extraordinárias, né? Havia uma cobrança de pedágio, havia um comércio acentuado, havia muita gente de de um lado para o outro, muitos transeuntes passando por lá. A riqueza de Corinto era significativa. E foi para essa cidade que Paulo é enviado por Deus num ambiente terrível. O santuário de Afrodite, você imagina com esse monte de marinheiro, de visitante indo e voltando, formou-se ali um uma espécie de santuário ligado à prostituição cultual. Lá na Acrocorinto, no santuário de Afrodite, você tinha ali, se fala até de mais de 1000 pessoas entregues a prostituição cultual, né, que fazia parte desse processo eh complicado de uma cidade que a gente poderia imaginar nada seria mais distante daquele ambiente judaico cristão do primeiro século. E é para lá que Deus envia o apóstolo Paulo. É interessante, Paulo chegando lá, ele deveria imaginar, olha, qualquer coisa assim, ó, menos essa cidade de Corinto, né? Mas Deus diz para ele, eu tenho muita gente nessa cidade e o evangelho vai prosperar ali, vai crescer e Paulo vai mandar duas cartas para a igreja de Corinto. E assim, essa carta é a segunda carta, uma carta um pouco difícil que ele manda e depois, né? eh, de um momento com muita dificuldade eh de ensino em relação à igreja. Essa carta é do ano 55, uma carta que, vamos dizer, eh, Paulo tá enfrentando um problema que estão querendo acusá-lo dele não ter legitimidade no seu apostolado e ali pessoas que são os falsos super apóstolos. de Paulo, então, vai defender o seu ministério e ensinar aquela igreja. E parte daquilo que ele concentra a sua atenção tem a ver com a importante oferta para a igreja de Jerusalém. E então, que que a gente pode entender de maneira clara sobre essa questão de ofertar ou como a gente muitas vezes ouve popularmente, passar a sacolinha, bom uso ou abuso. Bom, em primeiro lugar, para ficar bem claro pra gente aqui como lição prática, a questão é espiritual. Veja no verso três, como a gente mencionou. Ah, e na sequência, Paulo dá testemunho de que eles deram tudo quanto podiam e além do que podiam. Por iniciativa própria, eles nos suplicaram insistentemente o privilégio de participar da assistência dos santos e fizeram muito além do que nós esperávamos. Então, essa questão da gente viver a vida para si mesmo, porque preste atenção, uma pessoa que critica alguém de uma comunidade religiosa que tá fazendo mau uso dos recursos e essa pessoa também não faz nada eh para a realidade que tá ao seu alcance, os dois estão na mesma situação. Você tem dois gananciosos egocêntricos dentro da esfera religiosa ou fora dela. E por incrível que pareça, ao contrário das expectativas, dos preconceitos multos, você vê gente envolvido numa comunidade de fé, de fato, se doando, fazendo diferença. E até pessoas que não estão numa comunidade de fé e que tem o seu coração aberto a semelhança do que você vê na vida de um cornélio e querendo de fato fazer diferença. Então essa questão em segunda Coríntios, ela é espiritual. Oferta, contribuição, doação é algo que não é simplesmente uma questão contável, é algo mais profundo, tem a ver com a nossa relação com Deus e com o próximo. E como é que isso mexe com a nossa vida? Agora, interessante, a pergunta pra gente é: "Bom, tudo bem, só eu entendi, mas assim, quem tem recurso que doe". Pois é, pessoal, vamos falar seriamente aqui. Todo mundo é rico. Preste atenção. Não há ninguém nesse mundo que não possa doar um pouco de si mesmo em favor do próximo. Talvez você fala: "Olha, eu não tenho muito recurso". Mas a pessoa doa atenção, a pessoa doa uma boa conversa, a pessoa doa um acolhimento, a pessoa doa um algum recurso, a pessoa divide o feijão. Existe maneiras. Eu já tive em lugares assim tão necessitados no mundo que a gente tava até conversando com as pessoas e de repente a gente falou: "Olha, pessoal, amanhã cedo a gente vem aqui, vamos fazer uns exames médicos e e a gente não não pode comer de manhã." Aí o pessoal olhou assim: "Como assim comer de manhã?" Quer dizer, tem lugares, né? Às vezes não tão longe de nós e também todo esse mundo, onde as pessoas sobrevivem no limite. Então, num certo sentido, não contribuir, não doar, não ajudar, não fazer alguma coisa, a ideia é as desculpas não são aceitas. Então, o que que Paulo vai dizer? Olha, vocês devem ver o que o pessoal da Macedônia fez no meio da mais severa tribulação. A grande alegria, a extrema pobreza deles transbordar em rica generosidade. Você percebe a linguagem? Ah, não. Eh, que Deus mandou e eles fizeram. Ah, eles sabiam que eles poderiam ser amaldiçoados. Não. Ah, com grande alegria e apesar da extrema pobreza, o que aconteceu? Isso transbordou em rica generosidade. É essa a sintonia que o texto apresenta para nós. E quando a gente olha paraa questão de como se deve lidar com isso, o bom uso dos recursos, a orientação é de Deus. Então, quando Paulo fala sobre o assunto, ele destaca, né, essa frase, olha, eh, destaquem-se também no privilégio de contribuir. Não é necessidade de contribuir, não é obrigação de contribuir, não é o perigo de não contribuir, não, né? E aí ele fala na sinceridade do amor, ele fala que vocês conhecem a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, esse rico que se tornou pobre, cuja pobreza transbordou na riqueza de vocês. E como mencionamos, reforçando mais uma vez, a contribuição é marcada com bom senso. Ninguém pode deixar a própria família numa situação de vulnerabilidade. Pode prejudicar. Eu eu tenho visto pessoas às vezes assim até adoecidas, tá desempregado, não tem recurso, fala: "Não, eu vou". Um dia alguém me falou assim: "Não, se eu se eu não der dinheiro lá na comunidade religiosa esse mês, o gafanhoto vai me alcançar". Eu quase nem entendi o que que era aquilo, né? E e não faz o mínimo sentido, né? Então, não é isso. Não desejo, o nosso desejo não é que os outros sejam aliviados enquanto vocês sobre são sobrecarregados. Aliás, presta atenção. Você percebe, a gente fala muito, né, de comunhão, de fraternidade, de relacionamento, que é um tema tão importante na fé. Isso passa também por essa atenção à necessidade de sustento e de dignidade das pessoas na caminhada na fé. Então, paraa gente entender bem isso, vale a pena a gente dar um encaminhamento prático aqui depois de ver o que Paulo fala lá em Atos 20, como é que ele orienta as pessoas dizendo: "Ó, tem gente que vai fazer mau uso. Vocês devem olhar minha vida como eu sempre me dediquei, sem essa perspectiva gananciosa." E lembrem-se de que é muito importante doar, dar, ajudar, que faz parte da nossa vocação como discípulo de Jesus. Então, a gente pergunta, como é que a gente lida com essas coisas? Quer ver? Vamos dar uma olhada. Olha a visão que as pessoas têm sobre oferta. Tem gente, por exemplo, que acha que Deus deseja uma espiritualidade marcada por pobreza, né? Como é que a gente deve ofertar? Segundo alguns assim, nem é preciso, pois Deus quer só o coração e o reino ligado a Deus é de coisas espirituais. Isso traz um uma desconexão com a vida concreta. E todo mundo pensando assim, a gente vai viver num um ambiente muito marcado por miséria e sofrimento, porque há um desprezo da realidade concreta material, porque se imagina que Deus não se envolve com recurso. Aliás, tem pessoas que acham que ele precisa ser pobre e necessitado para est perto de Deus, porque se ele prosperar, Deus não habita no meio desse progresso econômico. Mas isso não faz sentido. é um mau uso de Mateus 6 do verso 25 a 34. Agora, no outro extremo, tem um pessoal que diz: "Não, Deus só tá junto de quem tá rico". É uma visão de prosperidade indevida. Então, a contribuição, a oferta vira uma negociação. Dízimos e ofertas não são nada a ver com transbordar da graça, com privilégio de contribuir, não. É tudo é uma coisa assim de olha, é um uso indevido de Malaquias 3:10, quando você coloca a pressão na pessoa e você sai fora da proposta que envolve a graça e o evangelho. Deus é usado para minha prosperidade, porque a pessoa não tá sensibilizada com a dor do outro. Ele não faz por amor a Deus, ele faz porque ele vai ganhar bênção, ele vai ganhar mais dinheiro. É o investimento no banco celestial. A visão bíblica da coisa é que tudo é de Deus. Nós somos apenas administradores de de tudo que você tem, da sua dos seus dons, da sua capacidade, eh da sua formação, eh do seu recursos, aquilo que você pode fazer. Ofertar é mostrar gratidão, é investir no reino. Nós somos, como se diz, mordomos, dispenseiros, gestores. Se você quiser dizer se ou, né? Você é um é um administrador dessas bênçãos, porque Deus é Senhor e eu sou apenas gestor dos seus recursos que devem ser gastos de maneira sóbria para a glória de Deus, para a bênção da comunidade, para a bênção da minha família. Até porque dinheiro na Bíblia é um assunto muito espiritual. Olha só alguns textos aqui pra gente pensar. Tudo quando fizerem, façam de todo coração, como para o Senhor e não para os homens. É tudo. Não é só oração e leitura da Bíblia. Os planos bem elaborados, diz Provérbios, levam à fartura. Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo, ímpo, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas? Ninguém pode servir a dois senhores, pois odiará um, amará o outro, se dedicará um, desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus ao dinheiro. Você percebe o problema não é o quanto dinheiro você tem, mas como é que você lida com a vida tendo pouco dinheiro, tendo uma condição mediana ou tendo uma condição de fartura. a sua atitude responsável, digna, correta, adequada, é que vai encaminhar a sua vida na direção correta. Então, algumas coisas devem fazer parte da nossa vida. Existem princípios bíblicos, né? É correto dizimar e ofertar, só que para uma comunidade, para um ambiente responsável que dá satisfação daquilo que é feito com recurso, né? Então, uma comunidade cristã bíblica, ela deve permitir que os seus membros não só deem opinião, como eles devam saber o que entra e o que sai e para que isso é utilizado. Então, isso é importante. Como é importante você não gastar completamente os seus recursos? Você aprende a poupar, porque você não é dono do futuro, você precisa eh saber lidar, né? Eu conheço gente, inclusive, curiosamente, que ganha muito bem e vive endividado, porque é uma questão de não saber lidar com a gestão da vida. É importante, ao contrário de uma proposta de elogio indevido da pobreza, é importante trabalhar e estudar e se desenvolver na vida. Isso faz parte, né, do bom uso daquilo que Deus nos deu como potencial. É importante a gente também nos momentos de luta aprender a sossegar em Deus, porque ansiedade, perturbação, desencontro interno não produz nada. É importante investir na obra de Deus, seja com seus dons, com seu recurso, ser é seguidor, é discípulo de Jesus, isso vai fazer diferença na sua vida. E claro, é importante ter liberalidade e desapego ao dinheiro. Esse é o sentido da briga entre Deus e o dinheiro, Deus e mamão. Porque uma coisa é você ter o dinheiro como algo que vem servir a você, a sua família e a quem você pode abençoar. Outra coisa, você servir o dinheiro e se tornar dominado por um uma inclinação gananciosa que certamente não serve para nada. Então, o que que a gente recomenda nessa discussão de passar a sacolinha? Mau uso, bom uso, abuso? Como é que eu lido com a questão? Ofertar para a igreja de Deus é bom. Exercício de generosidade, é ensinamento bíblico, é gerenciamento dos bens. No texto que nós lemos é privilégio marcado por alegria. Mostra nosso coração verdadeiro. Porque onde a pessoa tem satisfação de enviar parte dos seus recursos é investimento no reino e na prática é compaixão e graça. E aí a gente enfatiza mais uma vez o texto mais importante que nós lemos em Atos 20, que lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus, que diz a maior felicidade em dar do que em receber. O verso 35. E aí alguma direção prática para você contribuir? Você pode, você que é parte da comunidade IBNU, amigo da IBNU e quer nos ajudar nos nossos projetos, você pode até escolher o que que você quer e ajudar, não há problema. Se você faz parte de outra comunidade, abençoe a comunidade lá. Ou se você faz isso de uma outra maneira, veja, é entre você e Deus. Mas a maneira correta de contribuir para que a gente consiga caminhar primeiro periodicamente. Você faz parte de um projeto e contribui. Quando dá na telha, claro que aquele projeto não irá muito longe, né? Eu conheço pessoas que vivem na num contexto de missão e às vezes eles ficam numa dificuldade porque a pessoa se animou, mandou uma ajuda e o indivíduo tá lá num lugar inclusive muito vulnerável, de repente o seu recurso falta, ele não consegue nem ajudar a si mesmo, nem os outros. É importante contribuir de modo pessoal, veja, por iniciativa própria, né? Com alegria, não é uma camisa de força ameaçadora. A contribuição só vai fazer sentido se ela for prioridade, se a pessoa valorizar isso e de fato agir da maneira correta. É, você só vai conseguir fazer isso, caminhar bem se você contribuir premeditadamente, né? Lá na hora lá que a pessoa ah não precisa. Então deixa eu ver aqui se eu tenho algum recurso para dar aqui. Deixa eu pegar. sobrou uma moeda aqui, então deixa eu ver o que que eu faço. E ao contrário do que algumas pessoas pensam em alguns ambientes religiosos ou até mesmo em organizações, né, que são eh de perfil humanitário, filantrópico, alguém doa bastante, então se sente dono da situação e começa a querer dominar o processo. Não, a contribuição é com humildade. Não tem esse foco de jeito nenhum. E finalmente importante destacar com base em alguns textos bíblicos muito bem direcionados. Se você faz parte de uma comunidade que é a orientação bíblica, a igreja local, contribua com a sua igreja. Claro, porque não faz sentido, né? Às vezes a pessoa tá numa comunidade, ele recebe mensagem, ele é ensinado na palavra, ele é abençoado de diversas maneiras, mas ele não contribui ali. Então, se a pessoa tem bom senso, faz todo sentido. É importante que ele contribua com a igreja local, contribua com a sua família, né? Não faz sentido a pessoa se atirar em uma série de situações e deixando a própria família em situação de necessidade. E conforme nós vimos, o que marca profundamente segunda Coríntios 8, contribuir com os necessitados. Essa questão de prestar atenção em pobre, órfão, viúva, estrangeiro, é uma coisa muito forte, desde o primeiro testamento como também no Novo Testamento com uma ênfase bíblica especial. Então, veja lá, a ideia não é de ninguém. A ideia não é minha. É preciso entender bem o que se faz quando se passa a sacolinha. Nada de mau uso. Pior ainda se houver abuso. É necessário que se faça bom uso dos recursos materiais para que a gente multiplique isso em bênçãos espirituais, materiais e de todo tipo para as pessoas. E Deus ama em função da graça que transbordou de Cristo Jesus. Amém. [Música] Como tem sido impressionante o agir de Deus, tanto na nossa comunidade aqui próximo, quanto em vários lugares do mundo. como Deus tem agido, trabalhado em vida, na vida das pessoas, atingindo com a graça e o amor dele e trazendo lá do fundo do poço, tirando de condições às vezes de realmente passar fome em momentos difíceis da vida, tirando de crises e passando para uma mudança transformadora, uma mudança radical na vida, eh, em todos os sentidos. É isso que Deus faz, a graça dele, o amor dele, a palavra dele transformadora. E é isso que a IBNU tem feito através dos projetos humanitários, tem feito através dos projetos que t alcançado pessoas em lugares que a gente não consegue imaginar, tanto aqui no Brasil, em São Paulo, em vários lugares do interior, eh, ali no sertão, no sul, a gente tem alcançado no mundo essas pessoas. E eu gostaria de chamar você, desafiar você para fazer diferença junto. Você pode através das suas ofertas, você pode através das suas orações, dos seus dons e talentos. Mas nesse momento eu gostaria de desafiar você a adorar a Deus através das suas ofertas, dos seus dízimos, de tudo que Deus já tem dado em gratidão você entregar isso. Então, vamos fazer isso nesse momento e vamos orar juntos fazendo essa entrega. Senhor Deus, muito obrigada por esse momento tão especial. Na verdade, Senhor Deus, é o momento que nós temos um privilégio de entregar as nossas ofertas, os nossos dízimos, a nossa vida diante de Ti, Senhor Deus. recebe a nossa oferta, recebe a nossa adoração, recebe a nossa vida e alcança mais e mais dessas pessoas que têm sido, Senhor, tão eh necessitadas, Senhor Deus, de ajuda, de apoio, de vida, Senhor Deus, realmente refaz, restaura, renova, alcança com a tua graça, Senhor Deus. E pai, nós queremos nesse momento que tudo que nós entregamos seja usado paraa tua grande obra, para fazer diferença nesse mundo. Muito obrigada. Oramos, adoramos em nome de Jesus. Amém. [Música] Obrigado por ter participado com a gente de mais uma celebração. Nós esperamos que esse momento tenha ajudado a você a adorar a Deus como povo, orientado você nas suas decisões e na sua caminhada. E por isso a gente pede que você também compartilhe isso com outras pessoas. Nós estamos presentes aqui no YouTube, mas também nas redes sociais e pedimos então que você faça parte da IBNU multiplicando esse conteúdo e abençoando outras pessoas. Deus abençoe a sua semana. [Aplausos] [Música] aqui diante de [Música] ti, eu tenho tanto para te agradecer. [Música] Graças dou. Graças dou o que me deste, Senhor. Por tantas bênçãos que eu não posso ver. Graças dou. Graças. [Música] Com meu coração e o meu louvor com as mãos aos céus. Louvo-te, Senhor. Graças dou. Sempre a ti eu graças. Graças dou sempre a ti. Graças, graças no [Música] tens feito tanto por mim. [Música] Da escurão tua luz me tirou. Graças dou. [Música] Graças por teu amor e perdão por meus pecados levados na cruz. Graças luz, graças luz. O meu coração e o meu louvor, minha as mãos aos céus, Senhor, graças do sempre a ti eu graças. Graças sempre a ti eu graças dou. Graças sempre a ti graças. Graçando sempre a ti graças. Graças. [Música] [Aplausos] [Música]