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A fé vem pelo ouvir

Celebração – 08/06/2025 | Luiz Sayão | IBNU

Celebração – 08/06/2025 | Luiz Sayão | IBNU

Celebração – 08/06/2025 | Luiz Sayão | IBNU

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[Música]
Recolhimento. Na nossa jornada de vida
espiritual, muitas vezes imaginamos que
a nossa batalha se dá principalmente lá
fora. Imaginamos que o nosso
envolvimento naquilo que parece ser de
fato uma grande batalha espiritual
aparece num cenário visível e quase que
palpável. É interessante observar que
Jesus falando de como lidar com essa
realidade de espiritualidade aconselha o
recolhimento. Ele nos diz que em certos
momentos é muito importante a gente
estar no nosso quarto, quando você for
orar, que eu faça no secreto, de modo
que o Pai Celestial venha ver e
recompensar no momento da dor e do
sofrimento. Às vezes é necessário
[Música]
recolhimento. Seja muito bem-vindo a
mais uma celebração da IBNU, um momento
em que nós podemos ouvir uma porção da
palavra do Senhor, também ter momentos
de louvor, de adoração, colocar diante
de Deus os pedidos do nosso coração,
ouvirmos uma palavra de gratidão a esse
Deus que tem nos abençoado. Por isso,
convido você a espalhar esse conteúdo
com todo mundo que você conhece. Chame
aí os seus amigos, as pessoas da sua
casa. Vamos juntos louvar ao
[Música]
Senhor.
Vem, vem. Esta é a hora da
adoração.
Vem dar a ele seu
coração.
Vem assim como estás
para
adorar.
Vem assim como estás de ti do Pai.
Vem, esta é a hora da adoração.
Vem para ele seu
coração.
Vem assim como estás
para
adorar.
Vem assim como estás
diante do mar.
Toda língua confessará ao Senhor, todo
se
dobrará. Mas aquele que a te escolher o
tesouro
maior, toda a língua confessará ao
Senhor. Todo dia se dobrará.
Mas aquele que a te escolheu o tesouro
maior será.
Essa é a hora da
adoração.
Vem para eles seu coração.
Vem assim como estás
paraar.
Vem
a ti
[Música]
lugar. Toda língua confessará ao
Senhor. Todo joelho se dobrará.
Mas aquele que a te escolher o tesouro
maior
terá. Toda língua confessará o Senhor,
todo gênero se
dobrará. Mas aquele que a te escolher o
tesouro maior será.
[Música]
Chegamos o nosso momento de gratidão e
eu queria em especial hoje eh te
convidar a refletir comigo sobre as
pessoas que Deus coloca na nossa vida,
as pessoas que passam ao nosso redor. Eu
sou muito grato pela família, pelos
amigos, eh pelos colegas de trabalho que
eu conheci e que eu convivo. São pessoas
que me ajudam a ser alguém melhor. São
pessoas que me trazem um ombro amigo na
necessidade, que choram comigo, que riem
comigo. E me lembra muito eh da
escritura que diz que como o ferro afia
o ferro, o homem afia o homem. E a gente
não foi feito para viver sozinho, né? já
dizia a música, é impossível ser feliz
sozinho. Nós somos feitos para ser em
comunidade. O nosso Deus é um Deus de
comunhão, né? É um Deus triuno, de três
em um. Então, eh nós que somos feitos a
imagem e semelhança dele, não podíamos
ser diferentes. Nós somos feitos para
ser eh, para viver em comunhão e em
união. E nessa união a gente acaba
aprendendo e se divertindo e crescendo
muito um com o outro. Então, nesse
momento de gratidão, eu queria agradecer
a Deus pelas pessoas que ele colocou na
minha vida e te convidar também a
refletir sobre isso, sobre as pessoas
que você tem ao seu redor, com quem você
pode contar e também quem você pode ser
um ombro amigo na necessidade. Amém.
[Música]
Aqui diante de
[Música]
ti. Eu tenho tanto para te agradecer.
[Música]
Graças
dou.
Graças
dou o que me deste,
Senhor, por tantas bênçãos que eu não
posso
ver.
Graças dou.
Graças
dou com meu
coração e o meu
louvor. Com as mãos aos
céus, louvo-te,
Senhor,
graças
dou. Sempre a ti eu
graças
dou. Graças.
sempre a ti
graças.
[Música]
Graças tens feito tanto por
mim da escuridão tua luz me tirou.
Graças
dou
graças
do por teu amor e
perdão. Por meus pecados levados na
cruz.
Graças dou.
Graças
luz. O meu
coração é o meu louvor. Minha as mãos ao
céu
Senhor.
Graças
dou sempre a ti eu
graças dou.
Graças, sempre a ti eu
graças.
Graças sempre a ti eu graças.
Graçando sempre a ti.
Graças, graças
[Música]
do nosso momento de oração e eu gostaria
de compartilhar com você um versículo
que está lá no livro de Salmos, capítulo
62, versículo 8. que diz assim: "Confie
nele em todos os momentos, ó
povo. Derrame diante dele o coração,
pois Deus é o nosso
refúgio." Vamos
orar.
Senhor, obrigada. Obrigada em primeiro
lugar pelo teu amor, pela salvação que
temos em Cristo Jesus. E obrigada porque
o Senhor sempre nos ouve. Queremos
colocar diante do Senhor, colocar nas
tuas mãos os mais variados pedidos que
temos nesse momento. São pedidos
relacionados a situações familiares,
Senhor. Situações com relação à saúde,
emprego, provisão
financeira,
direção, perdão. Senhor, são tantos os
motivos e queremos colocar cada um deles
nas tuas mãos.
E acima de tudo, Deus, queremos fazer um
pedido muito
especial, que o Senhor sonde e conheça
os nossos corações. Veja, Senhor, se
dentro de nós ali há um algum caminho
que não é aquele que o Senhor tem para
nós. E guia-nos segundo a tua vontade e
a sua direção, Senhor. os nossos
corações sejam totalmente voltados para
o Senhor, para agradá-lo e para honrá-lo
com as nossas vidas. Nós oramos e já
agradecemos em nome de Jesus. Amém. Deus
abençoe a todos.
[Música]
Louvor e
honra, poder e
glória sejam ao eterno Deus.
Todos os povos, tribos e
línguas curvem-se ao eterno
Deus. Toda a língua
confessará sua grande glória. Todos
joelho se
dobrará. Em louvor seja exaltado, ó
Deus, e o teu reino jamais passará.
Ó eterno
[Música]
Deus. Louvor e
honra, poder e
glória sejam ao eterno Deus.
Todos os
povos, tribo e
línguas vence ao eterno
Deus. Toda língua
confessará sua grande glória. Todo
joelho se
dobrará. Em louvor seja exaltado, ó
Deus, e o teu reino jamais passará.
Ó eterno
[Música]
[Aplausos]
[Música]
Deus, reina em toda a
terra, cantai ao eterno
Deus, por sua palavra é para sempre.
Cantai ao eterno
Deus, reinará em toda a
terra. Cantai ao eterno
Deus, pois sua palavra é para
sempre. Cantai ao eterno
Deus, toda a língua confessará.
Sua grande glória, todo reino se
dobrará. Em louvor seja exaltado, ó
Deus, e o teu reino jamais passará.
Ó
[Música]
Deus, reinará, reiná em toda a terra.
Cantai ao eterno
Deus, pois sua palavra é para
sempre. Cantai ao eterno
Deus. Toda língua
confessará sua grande glória. Todo
joelho se
dobrará. Em louvor seja exaltado, ó
Deus.
E o teu reino jamais passará.
Ó eterno Deus etus.
[Música]
eternos o eterno
[Música]
Deus passar a sacolinha. uso ou abuso,
ou melhor, bom uso ou abuso. Você tá
convidado a refletir sobre esse tema tão
importante e tão problemático nos dias
de hoje, que tem a ver com a realidade
das ofertas nas comunidades religiosas,
especialmente nas comunidades que
cristãs. Na verdade, a gente
precisa avaliar corretamente a partir da
Escritura, como é que se lida com um
tema como esse. Então eu convido você a
acompanhar comigo nesse momento e eu vou
ler um trecho do livro de Atos, capítulo
20, no verso 28, onde a Bíblia diz o
seguinte: "Cuidem de vocês mesmos e de
todo o rebanho sobre o qual o Espírito
Santo os colocou como bispos para
pastorearem a igreja de
Deus, ah, que ele comprou com seu
próprio sangue. Sei que depois da minha
partida, lobos ferozes penetrarão no
meio de vocês e não pouparão o rebanho.
E dentre vocês mesmos se levantarão
homens que torcerão a verdade a fim de
atrair os discípulos. Por isso, vigiem.
Lembre-se de que durante 3 anos jamais
cessei de advertir a cada um de vocês
disso, noite e dia com lágrimas. Agora
eu os entrego a Deus e a palavra da sua
graça que pode edificá-los e dar-lhes
herança entre todos os que são
santificados. Não comicei a prata, nem o
ouro, nem as roupas de ninguém. Vocês
mesmos sabem que estas minhas mãos
supriram minhas necessidades e as de
meus companheiros. Em tudo que fiz,
mostrei-lhes que mediante trabalho ádo,
devemos ajudar os fracos, lembrando as
palavras do próprio Senhor Jesus, que
disse: "A maior felicidade em dar do que
em receber". Tendo dito isso,
ajoelhou-se com todos eles e orou. Todos
choraram muito e abraçando o beijavam. O
que mais os entristeceu foi a declaração
de que nunca mais veriam a sua face,
então o acompanharam até o navio. Bom,
como nós pudemos ver, o apóstolo Paulo
está num encontro com pessoas que já no
verso 28 nós pudemos observar, são
pessoas da liderança da igreja. De qual
igreja? da igreja de Éfeso. Eles estão
se encontrando em Mileto, um pouquinho
distante de Éfeso, no final da terceira
viagem missionária do apóstolo Paulo no
início aí, um pouco depois do início do
ano
57. E aí Paulo eh termina essa sua
viagem, né, e vai para Jerusalém. E aí
então ele dá orientações para a
liderança, que são chamados de
episcopoi, né? Ou seja, supervisores,
bispos que estavam pastoreando a igreja
de Deus, essa liderança plural da igreja
de Éfeso. E aí ele fala algumas coisas
muito importantes. Ele diz o seguinte:
"Pessoal, presta atenção. Nem todo mundo
que está dentro do contexto da fé, tanto
pessoas que vêm de outro contexto de
fora e pessoas que surgem dentro do
próprio
ambiente da comunidade da fé que é
sincera. que é de fato pessoa em
sintonia com os ensinos de Jesus. Então
ele chama até mesmo esse pessoal mal
intencionado de lobos que tá dizendo que
eles vão tentar se aproveitar do rebanho
de Deus. Depois ele diz: "Olha, preste
atenção como é que eu fiz de tudo para
servir vocês. Eu não cobicei nem ouro,
nem prata de ninguém."
e mostrando a sua atitude como alguém
que realmente tem interesse em servir a
Deus e a comunidade do povo de Deus. E
depois ele vai fechar com essa palavra
tão importante, né, que aparece aí no
texto que é melhor de acordo com o
próprio Senhor Jesus eh melhor dar,
doar, contribuir do que receber. Então
aqui traz pra gente um caminho bastante
amplo de como a gente deve entender isso
na prática. Por quê? Porque nos dias de
hoje a gente tem uma situação muito
incômoda, né? Eu vejo pessoas falando:
"Olha, agora tempo é dinheiro: "Ah, você
sabe, agora o negócio é passar
sacolinha, não. Surge uma comunidade
religiosa nova, o interesse é só
arrecadar fundos, né? No mundo todo
existem igrejas que aparelham o estado.
Você paga imposto, por exemplo, e na
verdade uma determinada organização
religiosa usufrui desses impostos, mesmo
de pessoas que nem fazem parte daquela
eh perspectiva de fé. E assim nós temos
uma série de problemas. Então, que
história é essa? Passar a sacolinha pode
ter bom uso ou significa de fato abuso?
Pessoal, é interessante como a palavra
de Deus tem orientação muito nítida. Ao
mesmo tempo que ela olha pro fato de que
pode e vai haver abuso, ela deixa claro
que aquele que tá sintonizado com a o
ensino de Jesus age de boa fé e de
maneira correta. E ela não deixa de
lado, de jeito nenhum a
importância dessa atitude de alteridade,
né? Porque nos dias de hoje a gente, né,
fica assim um pouco preocupado, né,
nesse mundo que parece perder a
distinção entre realidade e ficção. E a
gente realmente tá numa situação eh
preocupante, né? Tantas pessoas em
desespero. Eu tava vendo esses dias eh
eh pessoas, por exemplo, crianças órfãs
sofrendo no mundo todo, fome em situação
realmente degradante do ponto de vista
humanitário e pessoas às vezes
interessadas numa nova moda que tem por
aí em cuidar eh de eh bonecos
hiperreistas, né? Como se eles fossem
crianças de verdade. Alguma coisa não tá
legal.
na cabeça de boa parte do nosso mundo de
hoje. Então, para ver o que Paulo tá
ensinando a partir de Atos 20, vale a
pena ver um exemplo muito prático de
como se lidou com isso na própria
história do Novo Testamento. Um pouco
antes desse momento, Paulo vai
escrever a carta a a igreja de Corinto,
a segunda carta ah de Paulo aos
Coríntios. E olha só o que ele diz. O
texto nos fala no capítulo 8, a partir
do verso 1, diz o seguinte: "Agora,
irmãos, queremos que vocês tomem
conhecimento da graça que Deus concedeu
às igrejas da Macedônia. No meio da mais
severa tribulação, a grande alegria e a
extrema pobreza deles transbordaram em
rica generosidade, pois dou testemunho
de que eles deram tudo quanto podiam e
até além do que podiam, por iniciativa
própria, eles nos suplicaram
insistentemente o privilégio de
participar da assistência aos santos. E
não somente fizeram o que esperavam, mas
entregaram-se primeiramente a si mesmos,
ao Senhor e depois a nós pela vontade de
Deus. Assim, recomendamos a Tito que
assim como ele já havia começado também
completasse esse ato de graça da parte
de vocês. Todavia, assim como vocês se
destacam em tudo, na fé, na palavra, no
conhecimento, na dedicação completa e no
amor que vocês têm por nós, destaquem-se
também neste privilégio de contribuir.
Não lhes estou dando uma olha, mas quero
verificar a sinceridade do amor de
vocês, comparando com a dedicação dos
outros. Pois vocês conhecem a graça de
nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo
rico, se fez pobre por amor de vocês,
para que por meio de sua pobreza, vocês
se tornassem ricos. Este é meu conselho.
Convém que vocês contribuam, já que
desde o ano passado vocês foram os
primeiros não somente a contribuir, mas
também a propor esse plano. Dá uma
olhada e pense comigo que coisa
interessante nós vamos ver aqui da parte
do apóstolo Paulo falando para a igreja
de Corinto, né? O que que acontece nesse
cenário aqui? Ele tá agradecendo muito o
que aconteceu anteriormente com as
igrejas da Macedônia, né? uma referência
principalmente à igreja dos filipenses,
que no momento em que houve uma
necessidade séria de de falta de
recursos, de carência entre os irmãos da
Judeia, esses do norte da Grécia e da
Macedônia se
mobilizaram e mesmo em situação difícil
eles diz o texto que eles transbordaram
em rica
generosidade. Então ele começa a dizer
aos coríntios, né, o que que eles
fizeram? Eles deram tudo quanto podiam.
E é interessante, né, que quando a gente
pensa em contribuição, doação, dízimo,
oferta, seja qual o nome que a gente
queira dar, é muito interessante e ver
que às vezes as pessoas dizem: "Olha,
pessoal, vamos ter que dar aí porque
Deus mandou". Então você não discute,
vai lá. Outras pessoas quando vão
contribuir, é até curioso, eles agem
assim com medo. Olha, se você não doar,
vai vir uma maldição, alguma coisa ruim,
você vai ser atingido por algum
problema, porque você não correspondeu à
expectativa divina, né? Outros já fazem
um uma contribuição assim, uma espécie
de tentativa de ganhar alguma coisa da
parte de Deus. Então o pessoal diz:
"Não, olha, se eu, né, doar tanto assim,
tô investindo no Banco celestial, eu vou
ter um retorno maravilhoso, né? Parece
assim uma espécie de jogo de, né, toma
lá da cá. E há ainda, né, aqueles
que, vamos dizer assim, entregam porque
não não tem jeito. Eh, vamos dizer, uma
questão até de constrangimento social,
né? Ah, tá tendo necessidade, aconteceu.
Ah, então tá precisando, então toma aí,
né? Vai lá, leva lá. Então, nesse caso,
a coisa realmente é bem eh complicada,
né? E quando você lê o que acontece
aqui, que Paulo tá dizendo, preste
atenção, a gente leu aqui o texto que
diz por iniciativa própria, atenção,
eles nos suplicaram insistentemente o
privilégio de participar da assistência
aos santos. Você percebe como é que a
coisa funcionou aqui?
e eles tiveram a iniciativa. Então, a a
essa ideia de contribuição, de doação,
de alteridade, ela faz parte da
realidade essencial daquilo que envolve
a vida dos seguidores de Jesus. Porque é
assim que Jesus viveu. É assim que a
gente olha pro mundo de hoje, onde as
pessoas estão nessa coisa de cada um
tentando passar por cima do outro para
ter mais vantagem nesse mundo
consumista, nesse mundo e de
protagonismos assim superficiais.
Então isso parece ser o mais importante.
E aqueles que vão caindo pelo caminho,
estão atropelados por uma série de
questões, ficam para trás. E com todo o
progresso, com todo o desenvolvimento,
com toda a tecnologia, com tudo que o
mundo tem, nós ainda temos, né, milhões
e até mais de 1 bilhão, bilhões de
pessoas que vivem abaixo daquele mínimo
nível de dignidade humana. E alguns
vivem realmente em miséria brutal. E
isso geralmente em muitos sentidos, né?
A gente ouve falar de IDH,
desenvolvimento humano, mas a amplitude
dessa realidade é maior em vários
aspectos.
De modo que eh quando a gente olha para
isso, a gente vê que a a a proposta
cristã da graça de Deus que perdoa o
nosso pecado, nos dá salvação, muda a
nossa vida, a ideia é fazer com que cada
eh seguidor de Jesus vire uma espécie de
célula do bem no meio do tecido
canceroso. que a pessoa então tenha um
caminho de alteridade, um caminho de
altruísmo e de real interesse, de fazer
as coisas mais significativas da vida,
que é amar Deus sobretudo e ao próximo
como a si mesmo. E esse caminho passa
por
esse elemento de generosidade que flui
de um amor, do interesse real pelas
outras pessoas. Por isso que é dito
aqui, né, que eles lá na Macedônia
saíram, tavam numa situação de extrema
pobreza, mas transbordaram em rica
generosidade. Sabe uma coisa que eu vi
que eu fiquei impressionado um tempo
atrás, que há alguns anos alguém me
falou assim de um levantamento que
fizeram de diversas comunidades
religiosas na cidade de São Paulo.
Descobriram uma coisa
interessante, que algumas igrejas onde
você tinha um público de classe social
mais elevada, com muito mais recurso,
você tinha uma uma contribuição per
capta que acabava sendo a mesma coisa de
igrejas muito simples, ah, e de
periferia e de pessoas que têm ah um
nível salarial muito mais baixo. Então
você percebe que às vezes pessoas de
condição muito mais limitada t mais
satisfação e interesse às vezes em
contribuir do que pessoas que teriam
esses recursos. Então espero que essa
realidade seja pontual, não seja um
fenômeno geral, mas caso seja uma
realidade persistente é bastante
preocupante. E aqui como é que a coisa
funcionou? Eles fizeram tudo por
iniciativa e fizeram, diz o texto, indo
muito mais do que isso. Inclusive o
verso 5 diz algo interessante que chama
atenção para nós, porque não se trata de
uma contribuição compulsória, uma coisa
obrigatória, um negócio feito por medo
ou por uma espécie de ganância
espiritual. Diz o texto que
eles não somente fizeram o que
esperávamos, mas entregaram-se
primeiramente a si mesmos, ao Senhor e
depois a nós pela vontade de Deus. Você
percebe entregar-se ao Senhor e a nós
amar a Deus e amar o próximo. E veja que
e esse esse ato de doação e generosidade
é resultado de uma atitude espiritual de
entrega a Deus.
Então ele prossegue, né, e vai nos falar
mais a respeito daquilo que é descrito
no texto, por exemplo, no final do verso
7, chamado de privilégio de contribuir.
Agora, pessoal, olha que coisa
interessante no verso oito, né? Ao
contrário do que muita gente pensa
quando a gente fala sobre contribuição,
né? Às vezes, né? O passar a
sacolinha, vira um momento de coação,
parece que as pessoas se sentem meio que
pressionadas. fica um negócio até
estranho, a pessoa não quer fazer, mas
surge todo um
movimento assim que a pessoa não tem,
né? Ele fica
embaraçosamente motivado ali, de modo
que ele é obrigado a entrar naquilo que
não faz parte da sua
iniciativa. O texto diz o seguinte, ó:
"Não lhes estou dando uma ordem". Olha
que coisa interessante. Aquilo que é
genuinamente ligado a Deus é algo que
flui de um coração grato e disposto a
adorar e a servir no reino. Mas eu quero
verificar a sinceridade do amor de vocês
comparando com a dedicação dos outros.
Então, a coisa é muito simples. Olha,
você quer contribuir, quer contribuir?
Então, alguém pergunta, Simão, como é
que a gente faz aí? Que que a a a
igreja, né, que da qual você faz parte,
o pessoal exige? Isso não exige
nada. Que a pessoa é obrigada a fazer
não é obrigada a nada. Aquilo que é
doado deve ser doado por iniciativa, por
consciência, porque a pessoa faz parte
do projeto e tem interesse. Porque é
assim que funciona tudo na vida que você
valoriza, você vai e gasta. Conheço
pessoas, por exemplo, que para, vamos
dizer, jantar num restaurante tal gasta
o que for, né? Eu conheço gente que, por
exemplo, para visitar um lugar distante
do outro lado do planeta, que é o sonho
dele, ele faz o que for. isso pessoas
que para torcer pro time dele também não
tem custo, ele compra lá aquilo que
custa caro. Eh, então a gente vai
percebendo como é que a coisa funciona.
E aqui Paulo vai ser muito claro dizer:
"Olha, você vai ver na contribuição de
vocês se vocês de fato amam com
sinceridade aquilo que vocês afirmam
amar, porque é isso que a gente viu no
caso
da comunidade lá da Macedônia. E aí ele
vai descrever o que que é a base disso a
partir do sentido do evangelho. Olha o
que ele diz. Pois vocês conhecem a graça
de nosso Senhor Jesus. Atenção, que
sendo rico se fez pobre por amor de
vocês, para que por meio de sua pobreza
vocês se tornassem ricos. Pessoal, isso
abre pra gente essa amplitude, né, que a
gente vai ter. O que que é algo que tem
preço e algo que tem valor? Que Cristo
Jesus fez por nós não tem preço. E isso
abre o nosso coração na direção de
entrega de vida. Por isso, né, ele se
fez pobre por amor de vocês, sendo rico.
Ele não precisava fazer nada disso, mas
por meio dessa sua pobreza que foi, né,
a condição, né, desse aquele que é Deus,
né, acabou esvaziando-se de si mesmo e
tomou a forma humana, morrendo, né, a
morte atroz de cruz, para que hoje nós
sejamos ricos no sentido pleno do termo.
Então ele diz: "Este é meu conselho. Eu
convém que vocês contribuam, já que
desde o ano passado vocês foram os
primeiros não somente a contribuir, mas
também a propor esse plano. E Paulo
prossegue a partir do verso 11, ele diz:
"Agora completem a obra para que a forte
disposição de realizada seja igualada
pelos elem concluída de acordo com os
bens que vocês possuem. Porque se há
prontidão, a contribuição é aceitável de
acordo com aquilo que alguém tem e não
de acordo com que não tem.
Nosso desejo não é que outros sejam
aliviados enquanto vocês são
sobrecarregados, mas que haja
igualdade. Presente momento, a fartura
de vocês suprirá a necessidade deles
para que, por sua vez, a fartura deles
supra a necessidade de vocês. Então,
haverá igualdade. Como está escrito,
quem tinha recolhido muito não teve
demais e não faltou a quem tinha
recolhido pouco. Observe só que coisa.
Contribuição,
doação não vem de pressão, nem de
obrigação, nem de
manipulação. Vem de gratidão e vem como
desdobramento da vida de quem tem
prioridade no reino. Isso tá marcado, em
segundo lugar por uma sensibilidade. Uma
sensibilidade que percebe a necessidade
de pessoas e do reino de Deus. E essas
pessoas, por iniciativa própria, são
mobilizadas pela graça de Deus e
resolvem fazer diferença. Agora, não é
porque você tem essa sensibilidade, você
tem esse impulso motivado pelo amor e
pela graça, que você vai fazer isso de
maneira descontrolada e impensada. Por
isso o texto é interessante. Ele diz o
seguinte para nós, né, que não é bom,
né, que eh vocês sejam aliviados, que os
outros sejam aliviados e vocês sejam
sobrecarregados. E ele diz uma coisa tão
importante, a contribuição é aceitável
de acordo com aquilo que alguém tem. Eu
já tive contato com pessoas
extraordinárias, coração gigante, gostam
de abençoar os outros, querem fazer
diferença, mas de repente o sujeito
deixa a própria casa dele vazia. O
sujeito, como se diz, cobre a cabeça e
deixa o pé de fora. Então, não de acordo
com o que não tem. É muito complicado
você ver pessoas, por exemplo, sendo
forçadas, no meu entendimento, de
maneira
manipulativa, a dar aquilo que não tem.
em nome de uma suposta fé que não é o
conselho de segunda Coríntios. E então
isso é muito complicado. Paulo então
diz: "Olha, ninguém deve doar aquilo que
não tem, porque não é essa a proposta de
uma situação prática. Falando
diretamente de oferta na segunda carta
aos Coríntios. Pra gente entender a
relevância disso, vamos dar uma olhada.
Você olha aí no mapa para você ver onde
ficava Corinto. Corinto é uma cidade que
ficava num íntimo que estava aí entre,
né? A a gente tem os dois lados do mar,
né? o maru e o mar adriático. E ahã como
a cidade ficava num lugar muito
importante de passagem de mercadorias, a
cidade enriqueceu, a cidade se
desenvolveu muito, imagina, chegava a
ter iluminação noturna em Corinto, tinha
banho quente, né? Você tem até hoje ali
as grandes ruínas extraordinárias, né?
Havia uma cobrança de pedágio, havia um
comércio acentuado, havia muita gente de
de um lado para o outro, muitos
transeuntes passando por lá. A riqueza
de Corinto era significativa. E foi para
essa cidade que Paulo é enviado por Deus
num ambiente terrível. O santuário de
Afrodite, você imagina com esse monte de
marinheiro, de visitante indo e
voltando, formou-se ali um uma espécie
de santuário ligado à prostituição
cultual.
Lá na Acrocorinto, no santuário de
Afrodite, você tinha ali, se fala até de
mais de 1000 pessoas entregues a
prostituição cultual, né, que fazia
parte desse processo eh complicado de
uma cidade que a gente poderia imaginar
nada seria mais distante daquele
ambiente judaico cristão do primeiro
século. E é para lá que Deus envia o
apóstolo Paulo. É interessante, Paulo
chegando lá, ele deveria imaginar, olha,
qualquer coisa assim, ó, menos essa
cidade de Corinto, né? Mas Deus diz para
ele, eu tenho muita gente nessa cidade e
o evangelho vai prosperar ali, vai
crescer e Paulo vai mandar duas cartas
para a igreja de
Corinto. E assim, essa carta é a segunda
carta, uma carta um pouco difícil que
ele manda e depois, né? eh, de um
momento com muita dificuldade eh de
ensino em relação à igreja. Essa carta é
do ano
55, uma carta que, vamos dizer, eh,
Paulo tá enfrentando um problema que
estão querendo acusá-lo dele não ter
legitimidade no seu apostolado e ali
pessoas que são os falsos super
apóstolos. de Paulo, então, vai defender
o seu ministério e ensinar aquela
igreja. E parte daquilo que ele
concentra a sua atenção tem a ver com a
importante oferta para a igreja de
Jerusalém.
E então, que que a gente pode entender
de maneira clara sobre essa questão de
ofertar ou como a gente muitas vezes
ouve popularmente, passar a sacolinha,
bom uso ou abuso. Bom, em primeiro
lugar, para ficar bem claro pra gente
aqui como lição prática, a questão é
espiritual. Veja no verso três, como a
gente
mencionou. Ah, e na sequência, Paulo dá
testemunho de que eles deram tudo quanto
podiam e além do que podiam. Por
iniciativa própria, eles nos suplicaram
insistentemente o privilégio de
participar da assistência dos santos e
fizeram muito além do que nós
esperávamos.
Então, essa questão da gente viver a
vida para si mesmo, porque preste
atenção, uma pessoa que critica alguém
de uma comunidade religiosa que tá
fazendo mau uso dos recursos e essa
pessoa também não faz nada eh para a
realidade que tá ao seu alcance, os dois
estão na mesma situação. Você tem dois
gananciosos egocêntricos dentro da
esfera religiosa ou fora dela. E por
incrível que pareça, ao contrário das
expectativas, dos preconceitos multos,
você vê gente envolvido numa comunidade
de fé, de fato, se doando, fazendo
diferença. E até pessoas que não estão
numa comunidade de fé e que tem o seu
coração aberto a semelhança do que você
vê na vida de um cornélio e querendo de
fato fazer diferença. Então essa questão
em segunda Coríntios, ela é
espiritual. Oferta, contribuição, doação
é algo que não é simplesmente uma
questão contável, é algo mais profundo,
tem a ver com a nossa relação com Deus e
com o próximo. E como é que isso mexe
com a nossa vida?
Agora,
interessante, a pergunta pra gente é:
"Bom, tudo bem, só eu entendi, mas
assim, quem tem recurso que doe". Pois
é, pessoal, vamos falar seriamente
aqui. Todo mundo é rico. Preste atenção.
Não há ninguém nesse mundo que não possa
doar um pouco de si mesmo em favor do
próximo. Talvez você fala: "Olha, eu não
tenho muito recurso". Mas a pessoa doa
atenção, a pessoa doa uma boa conversa,
a pessoa doa um acolhimento, a pessoa
doa um algum recurso, a pessoa divide o
feijão. Existe maneiras. Eu já tive em
lugares assim tão necessitados no mundo
que a gente tava até conversando com as
pessoas e de repente a gente falou:
"Olha, pessoal, amanhã cedo a gente vem
aqui, vamos fazer uns exames médicos e e
a gente não não pode comer de manhã." Aí
o pessoal olhou assim: "Como assim comer
de manhã?" Quer dizer, tem lugares, né?
Às vezes não tão longe de nós e também
todo esse mundo, onde as pessoas
sobrevivem no limite. Então, num certo
sentido, não contribuir, não doar, não
ajudar, não fazer alguma coisa, a ideia
é as desculpas não são aceitas. Então, o
que que Paulo vai dizer? Olha, vocês
devem ver o que o pessoal da Macedônia
fez no meio da mais severa
tribulação. A grande alegria, a extrema
pobreza deles transbordar em rica
generosidade. Você percebe a linguagem?
Ah, não. Eh, que Deus mandou e eles
fizeram. Ah, eles sabiam que eles
poderiam ser amaldiçoados. Não. Ah, com
grande alegria e apesar da extrema
pobreza, o que aconteceu?
Isso transbordou em rica generosidade. É
essa a sintonia que o texto apresenta
para
nós. E quando a gente olha paraa questão
de como se deve lidar com isso, o bom
uso dos recursos, a orientação é de
Deus. Então, quando Paulo fala sobre o
assunto, ele destaca, né, essa frase,
olha, eh, destaquem-se também no
privilégio de contribuir. Não é
necessidade de contribuir, não é
obrigação de contribuir, não é o perigo
de não contribuir, não, né? E aí ele
fala na sinceridade do amor, ele fala
que vocês conhecem a graça de nosso
Senhor Jesus Cristo, esse rico que se
tornou pobre, cuja
pobreza transbordou na riqueza de vocês.
E como mencionamos, reforçando mais uma
vez, a contribuição é marcada com bom
senso. Ninguém pode deixar a própria
família numa situação de
vulnerabilidade. Pode prejudicar. Eu eu
tenho visto pessoas às vezes assim até
adoecidas, tá desempregado, não tem
recurso, fala: "Não, eu vou". Um dia
alguém me falou assim: "Não, se eu se eu
não der dinheiro lá na comunidade
religiosa esse mês, o gafanhoto vai me
alcançar". Eu quase nem entendi o que
que era aquilo, né? E e não faz o mínimo
sentido, né? Então, não é isso. Não
desejo, o nosso desejo não é que os
outros sejam aliviados enquanto vocês
sobre são sobrecarregados. Aliás, presta
atenção. Você percebe, a gente fala
muito, né, de comunhão, de fraternidade,
de relacionamento, que é um tema tão
importante na fé. Isso passa também por
essa atenção à
necessidade de sustento e de dignidade
das pessoas na caminhada na fé. Então,
paraa gente entender bem isso, vale a
pena a gente dar um encaminhamento
prático aqui depois de ver o que Paulo
fala lá em Atos
20, como é que ele orienta as pessoas
dizendo: "Ó, tem gente que vai fazer mau
uso. Vocês devem olhar minha vida como
eu sempre me dediquei, sem essa
perspectiva gananciosa." E lembrem-se de
que é muito importante doar, dar,
ajudar, que faz parte da nossa vocação
como discípulo de Jesus. Então, a gente
pergunta, como é que a gente lida com
essas coisas? Quer ver? Vamos dar uma
olhada. Olha a visão que as pessoas têm
sobre oferta. Tem gente, por exemplo,
que acha que Deus deseja uma
espiritualidade marcada por pobreza, né?
Como é que a gente deve ofertar? Segundo
alguns assim, nem é preciso, pois Deus
quer só o coração e o reino ligado a
Deus é de coisas espirituais. Isso traz
um uma desconexão com a vida concreta. E
todo mundo pensando assim, a gente vai
viver num um ambiente muito marcado por
miséria e sofrimento, porque há um
desprezo da realidade concreta material,
porque se imagina que Deus não se
envolve com recurso. Aliás, tem pessoas
que acham que ele precisa ser pobre e
necessitado para est perto de Deus,
porque se ele
prosperar, Deus não habita no meio desse
progresso econômico. Mas isso não faz
sentido. é um mau uso de Mateus 6 do
verso 25 a 34. Agora, no outro extremo,
tem um pessoal que diz: "Não, Deus só tá
junto de quem tá rico". É uma visão de
prosperidade indevida. Então, a
contribuição, a oferta vira uma
negociação. Dízimos e ofertas não são
nada a ver com transbordar da graça, com
privilégio de contribuir, não. É tudo é
uma coisa assim de
olha, é um uso indevido de Malaquias
3:10, quando você coloca a pressão na
pessoa e você sai fora da proposta que
envolve a graça e o evangelho. Deus é
usado para minha prosperidade, porque a
pessoa não tá sensibilizada com a dor do
outro. Ele não faz por amor a Deus, ele
faz porque ele vai ganhar bênção, ele
vai ganhar mais dinheiro. É o
investimento no banco celestial. A visão
bíblica da coisa é que tudo é de Deus.
Nós somos apenas administradores de de
tudo que você tem, da sua dos seus dons,
da sua
capacidade, eh da sua formação, eh do
seu recursos, aquilo que você pode
fazer. Ofertar é mostrar gratidão, é
investir no reino. Nós somos, como se
diz, mordomos,
dispenseiros, gestores. Se você quiser
dizer se ou, né? Você é um é um
administrador dessas bênçãos, porque
Deus é Senhor e eu sou apenas gestor dos
seus recursos que devem ser gastos de
maneira sóbria para a glória de Deus,
para a bênção da comunidade, para a
bênção da minha família. Até porque
dinheiro na Bíblia é um assunto muito
espiritual. Olha só alguns textos aqui
pra gente pensar. Tudo quando fizerem,
façam de todo coração, como para o
Senhor e não para os homens. É tudo. Não
é só oração e leitura da Bíblia. Os
planos bem elaborados, diz Provérbios,
levam à fartura. Assim, se vocês não
forem dignos de confiança em lidar com
as riquezas deste mundo, ímpo, quem lhes
confiará as verdadeiras riquezas?
Ninguém pode servir a dois senhores,
pois odiará um, amará o outro, se
dedicará um, desprezará o outro. Vocês
não podem servir a Deus ao dinheiro.
Você percebe o problema não é o quanto
dinheiro você tem, mas como é que você
lida com a vida tendo pouco dinheiro,
tendo uma condição mediana ou tendo uma
condição de fartura. a sua atitude
responsável, digna, correta,
adequada, é que vai encaminhar a sua
vida na direção correta. Então, algumas
coisas devem fazer parte da nossa vida.
Existem princípios bíblicos, né? É
correto dizimar e ofertar, só que para
uma comunidade, para um ambiente
responsável que dá satisfação daquilo
que é feito com recurso, né? Então, uma
comunidade cristã bíblica, ela deve
permitir que os seus membros não só deem
opinião, como eles devam saber o que
entra e o que sai e para que isso é
utilizado. Então, isso é importante.
Como é importante você não gastar
completamente os seus recursos? Você
aprende a poupar, porque você não é dono
do futuro, você precisa eh saber lidar,
né? Eu conheço gente, inclusive,
curiosamente, que ganha muito bem e vive
endividado, porque é uma questão de não
saber lidar com a gestão da vida. É
importante, ao contrário de uma proposta
de elogio indevido da pobreza, é
importante trabalhar e estudar e se
desenvolver na vida. Isso faz parte, né,
do bom uso daquilo que Deus nos deu como
potencial.
É importante a gente também nos momentos
de luta aprender a sossegar em Deus,
porque
ansiedade,
perturbação, desencontro interno não
produz nada. É importante investir na
obra de Deus, seja com seus dons, com
seu recurso, ser é seguidor, é discípulo
de Jesus, isso vai fazer diferença na
sua vida. E claro, é importante ter
liberalidade e desapego ao dinheiro.
Esse é o sentido da briga entre Deus e o
dinheiro, Deus e mamão. Porque uma coisa
é você ter o dinheiro como algo que vem
servir a você, a sua família e a quem
você pode abençoar. Outra coisa, você
servir o dinheiro e se tornar dominado
por um uma inclinação gananciosa que
certamente não serve para nada. Então, o
que que a gente
recomenda nessa discussão de passar a
sacolinha? Mau uso, bom uso, abuso? Como
é que eu lido com a questão? Ofertar
para a igreja de Deus é bom. Exercício
de
generosidade, é ensinamento bíblico, é
gerenciamento dos bens.
No texto que nós lemos é privilégio
marcado por alegria. Mostra nosso
coração verdadeiro. Porque onde a pessoa
tem satisfação de enviar parte dos seus
recursos é investimento no reino e na
prática é compaixão e graça. E aí a
gente enfatiza mais uma vez o texto mais
importante que nós lemos em Atos 20, que
lembrando as palavras do próprio Senhor
Jesus, que diz a maior felicidade em dar
do que em receber. O verso 35. E aí
alguma direção prática para você
contribuir? Você pode, você que é parte
da comunidade IBNU, amigo da IBNU e quer
nos ajudar nos nossos projetos, você
pode até escolher o que que você quer e
ajudar, não há problema. Se você faz
parte de outra comunidade, abençoe a
comunidade lá. Ou se você faz isso de
uma outra maneira, veja, é entre você e
Deus. Mas a maneira correta de
contribuir para que a gente consiga
caminhar primeiro periodicamente. Você
faz parte de um projeto e
contribui.
Quando dá na telha, claro que aquele
projeto não irá muito longe, né? Eu
conheço pessoas que vivem
na num contexto de missão e às vezes
eles ficam numa dificuldade porque a
pessoa se animou, mandou uma ajuda e o
indivíduo tá lá num lugar inclusive
muito vulnerável, de repente o seu
recurso falta, ele não consegue nem
ajudar a si mesmo, nem os outros. É
importante contribuir de modo pessoal,
veja, por iniciativa própria, né? Com
alegria, não é uma camisa de força
ameaçadora.
A contribuição só vai fazer sentido se
ela for prioridade, se a pessoa
valorizar isso e de fato agir da maneira
correta. É, você só vai conseguir fazer
isso, caminhar bem se você contribuir
premeditadamente, né? Lá na hora lá que
a pessoa ah não precisa. Então deixa eu
ver aqui se eu tenho algum recurso para
dar aqui. Deixa eu pegar. sobrou uma
moeda aqui, então deixa eu ver o que que
eu faço. E ao contrário do que algumas
pessoas pensam em alguns ambientes
religiosos ou até mesmo em organizações,
né, que são eh de perfil humanitário,
filantrópico, alguém doa bastante, então
se sente dono da situação e começa a
querer dominar o processo. Não, a
contribuição é com humildade. Não tem
esse foco de jeito nenhum.
E finalmente importante destacar com
base em alguns textos bíblicos muito bem
direcionados. Se você faz parte de uma
comunidade que é a orientação bíblica, a
igreja local, contribua com a sua
igreja. Claro, porque não faz sentido,
né? Às vezes a pessoa tá numa
comunidade, ele recebe mensagem, ele é
ensinado na palavra, ele é abençoado de
diversas maneiras, mas ele não contribui
ali. Então, se a pessoa tem bom senso,
faz todo sentido. É importante que ele
contribua com a igreja local, contribua
com a sua família, né? Não faz sentido a
pessoa se atirar em uma série de
situações e deixando a própria família
em situação de necessidade. E conforme
nós vimos, o que marca profundamente
segunda Coríntios 8, contribuir com os
necessitados. Essa questão de prestar
atenção em pobre, órfão, viúva,
estrangeiro, é uma coisa muito forte,
desde o primeiro testamento como também
no Novo Testamento com uma ênfase
bíblica especial. Então, veja lá, a
ideia não é de ninguém. A ideia não é
minha. É preciso entender bem o que se
faz quando se passa a
sacolinha. Nada de mau uso. Pior ainda
se houver abuso. É necessário que se
faça bom uso dos recursos materiais para
que a gente multiplique isso em
bênçãos
espirituais, materiais e de todo tipo
para as pessoas. E Deus ama em função da
graça que transbordou de Cristo
Jesus. Amém.
[Música]
Como tem sido impressionante o agir de
Deus, tanto na nossa comunidade aqui
próximo, quanto em vários lugares do
mundo. como Deus tem agido, trabalhado
em vida, na vida das pessoas, atingindo
com a graça e o amor dele e trazendo lá
do fundo do poço, tirando de condições
às vezes de realmente passar fome em
momentos difíceis da vida, tirando de
crises e passando para uma mudança
transformadora, uma mudança radical na
vida, eh, em todos os sentidos. É isso
que Deus faz, a graça dele, o amor dele,
a palavra dele transformadora. E é isso
que a IBNU tem feito através dos
projetos
humanitários, tem feito através dos
projetos que t alcançado pessoas em
lugares que a gente não consegue
imaginar, tanto aqui no Brasil, em São
Paulo, em vários lugares do interior,
eh, ali no sertão, no sul, a gente tem
alcançado no mundo essas pessoas. E eu
gostaria de chamar você, desafiar você
para fazer diferença junto. Você pode
através das suas ofertas, você pode
através das suas orações, dos seus dons
e talentos. Mas nesse momento eu
gostaria de desafiar você a adorar a
Deus através das suas ofertas, dos seus
dízimos, de tudo que Deus já tem dado em
gratidão você entregar isso. Então,
vamos fazer isso nesse momento e vamos
orar juntos fazendo essa entrega. Senhor
Deus, muito obrigada por esse momento
tão especial. Na verdade, Senhor Deus, é
o momento que nós temos um privilégio de
entregar as nossas ofertas, os nossos
dízimos, a nossa vida diante de Ti,
Senhor Deus. recebe a nossa oferta,
recebe a nossa adoração, recebe a nossa
vida e alcança mais e mais dessas
pessoas que têm sido, Senhor, tão eh
necessitadas, Senhor Deus, de ajuda, de
apoio, de vida, Senhor Deus, realmente
refaz, restaura, renova, alcança com a
tua graça, Senhor Deus. E pai, nós
queremos nesse momento que tudo que nós
entregamos seja usado paraa tua grande
obra, para fazer diferença nesse mundo.
Muito obrigada. Oramos, adoramos em nome
de Jesus. Amém.
[Música]
Obrigado por ter participado com a gente
de mais uma celebração. Nós esperamos
que esse momento tenha ajudado a você a
adorar a Deus como povo, orientado você
nas suas decisões e na sua caminhada. E
por isso a gente pede que você também
compartilhe isso com outras pessoas. Nós
estamos presentes aqui no YouTube, mas
também nas redes sociais e pedimos então
que você faça parte da IBNU
multiplicando esse conteúdo e abençoando
outras pessoas. Deus abençoe a sua
semana.
[Aplausos]
[Música]
aqui diante de
[Música]
ti, eu tenho tanto para te agradecer.
[Música]
Graças
dou.
Graças
dou o que me deste,
Senhor. Por tantas bênçãos que eu não
posso
ver.
Graças
dou. Graças.
[Música]
Com meu
coração e o meu
louvor com as mãos aos
céus. Louvo-te,
Senhor.
Graças
dou. Sempre a ti eu graças.
Graças
dou sempre a ti.
Graças, graças no
[Música]
tens feito tanto por mim.
[Música]
Da escurão tua luz me
tirou.
Graças
dou.
[Música]
Graças por teu amor e
perdão por meus pecados levados na cruz.
Graças
luz,
graças
luz. O meu
coração e o meu louvor, minha as mãos
aos
céus,
Senhor,
graças
do sempre a ti eu graças.
Graças sempre a ti eu
graças
dou.
Graças sempre a ti graças.
Graçando sempre a ti graças.
Graças.
[Música]
[Aplausos]
[Música]

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