Deus queimando os inimigos? – BTPapo 085
13/06/2025
Deus queimando os inimigos? – BTPapo 085
“Se Deus manda amar os inimigos… por que Ele queima os Dele?” Essa pergunta parece provocação — e é mesmo. Mas por trás dela, existe uma inquietação legítima: como conciliar o amor ao próximo com a justiça divina? Falamos sobre o perigo de um mundo onde o mal nunca é confrontado — e como a ira de Deus, longe de ser vingativa, é defesa dos fracos e limite para os opressores. Mas não ficamos só nisso: neste episódio respondemos perguntas sobre dízimo, casamentos, autoridade pastoral e muito mais!
Corre pra ver o nosso BTCast sobre o trânsito de evangélicos entre as diversas denominações: https://bibotalk.com/podcast/mochileiros-da-fe-btcast-306/
Outros episódios que citamos aqui:
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– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Sabe o que eu tava pensando esses dias? Não, eu tava dirigindo. Como é que eu vou saber o que tu tá pensando se eu não tô na tua cabeça? É verdade. Eu tava dirigindo e aí eu dirigindo com as duas mã volante. Legal. É. E aí eu parei no cruzamento, o carro passou, eu entrei atrás dele, né? Aham. Mas esse carro fez um retorno onde eu ia fazer. Mas quando ele fez um retorno, eu vi a maior green flag evangélica que existe. Green flag? Sabe o que é uma green flag? Uma green flag é uma bandeira verde, mas o que que é que sinaliza uma coisa positiva? É, exato. É um é um bom sinal sobre, ou seja, red flag é vaza. Vaza, v assim, ó. Exato. Mas isso é gira de internet. A galera sabe, você tá aprendendo agora porque você já tem um senhor de 42 anos. Sou um senhor de 42 anos aqui. Então, bem mais velho que eu que tenho 41. Exato. Muito mais velho. Exato. Exato. Mas então é uma green flag evangel. Uma green flag. É um sinal positivo, cara. Qual é a maior green flag evangélica que existe pro homem evangélico? É, não se irritar no trânsito, não. Isso é porque isso é impossível. É. E aí, cara? É aquela Bíblia chaproca em cima do painel. Ah, mas isso é comum. Tem vários Ubers que usam isso, mano. Se a Bíblia tá ali em cima do painel. Não. E tem que ser um carro velho. Carro velho. É por é másculo. Carro velho. Não, não tem do carro velho. Tem que ser um carro velho. Tem aquele lindo, né? Quer andar de carro velho. Mentira. Porque os carros novos, eles têm muito lugar para pôr bíblia. Eles têm sim. Entendeu? E os carros mais velhos até o cara tem uns porta luvas maiores, aí coloca lá dentro e nunca mais pega e tal. Se o cara anda com a Bíblia daquele tamanho em cima do painel Uhum. É que ele usa, é que ele vai na igreja, não é que ele lê em casa. Ele vai na igreja. Mas ler em casa é uma coisa que não tem como você saber. Uhum. Mas ele vai na E ele vai com frequência porque ele já deixa no carro. Vai. Agora eu quero saber o seguinte, cara. é a maior greenfrag evangélica que tem, porque também tem outra coisa, ele não faz aquilo para mostrar para ninguém. Eu, mas aí vem um ponto, é só funcional. Não, quero saber um ponto. Hã, tinha uma toalhinha protegendo essa Bíblia do Sol? Não, não tinha esse cara então não dava não. Ele é porque ele não tem, ele não é bibliotra. Ó, você aí, ó, você que é o cara menos bibliata que eu conheço, que ontem na igreja ele jogou uma bíblia numa pessoa. Calma, não, não, não, calma não, gente. Tem um contexto. Calma, tem esse vídeo aí. Vamos ver se a gente recupera. Não, gente, aqui era uma gincana. Eu peguei e emprestei a minha bilhão. Só que ele jogou e ele jogou de um jeito errado. Eu eu eu vou te defender. Eu já te acusei e vou te defender. Sou o promotor advogado. Deus vai. Ele jogou. Só que de alguma maneira a Bíblia fez uma volta que ela ficou com as páginas pro ar. É. E ela abriu assim. Aí ficou estranho. Só que o cara pegou. O cara pegou não. E outra era a Bíblia da Tomas Nelson Brasil, entendeu? Ou se qualidade não vai a Bíblia da Tom. Você pode levantar por uma folha que é aí, ó. Você não esperava por, mas as bíblias do Tomandel tem uma qualidade absurda mesmo. Então assim, todas, todas. Vamos fazer esse teste Missbusters das Bíblias. Vou fazer, cara. Jogar B não vai dar ruim não. Jogar a Bíblia não, gente. Não, não. Gente, eu só joguei porque o cara tava mais ou menos perto de mim e eu joguei assim, só que de fato a Bíblia, como é uma capa muito maleável, ela deu uma abertura assim, ela já foi lendo Malaquias pro cara, entendeu? É, foi o cara já praticamente ganhou gincana ali, né? Ele ele abriu já na página, mas é que eu só joguei nesse sentido. Mas desculpa, gente, eu não sou eu não acho que tem nenhum problema nisso, mas eu respeito quem acha que tem, tá? Lógico, lógico. E eu não joguei a Bíblia no lixo, como professores de teologia já fizeram de É, eu não joguei, mas eu já fiz. Não fui eu, gente, pelo amor de Deus. É uma história que eu contei para ele. Exato. De uma pessoa que contaram para ele, não é nem alguém que veio lá. Então o que acontece? Não é alguém que contou que soube de outra pessoa que veio também. Não, para gente não saber quem é. A pessoa que me contou diz que estava presente, se ela tava mesmo ou se não sabemos. Mais uma vez, eu também não sei quem é o o cara que fez o ato. Ah, olha aí, mas um professor de teologia e a gente não espera muito desses pessoal, mas olha aqui. Mentira, mentira. Olha aqui, olha aqui, olha aqui. Principalmente os online Ai, loucura. Olha aqui. Mas olha só, uma vez eu queria, eu queria, eu queria demonstrar o cristão embasado na palavra, tá ligado? Como é que você subiu em cima da Bíblia? Eu subi em cima da Bíblia, mano, numa Assembleia de Deus. Meu Deus do céu. Então assim, deu muito ruim aquilo, assim, deu muito ruim. Não é para menos. É tipo, mas mano, era bonito ilustrar, gente. Eu estou firmado na palavra. Era, vamos, vamos ver. Era bonito. A visualmente ficou bonito, cara. Pô, eu lá de terna e gravata eu tirei o sapato, não subi com o sapato em cima da Bíblia, com as minhas meias, muda tudo. E eu peguei e fiz assim, abri os braços, tal, estou firmado na palavra. Foi visualmente foi legal, mas faria de novo? Obviamente que não. Eu tinha 20 e poucos anos, era um jovem pregador. Essa história também eu ouvi de outra pessoa. É, essa eu fiz. Não, eu queria, eu queria que fosse outra pessoa que tivesse feito isso. Um seminário, um seminário muito, muito conservador, assim, eu tinha um professor de missões muito conceituado, tal. E uma aula que ele dava, ele falava sobre a importância de decorar a Bíblia em países com perseguição, porque, né, você tá perseguição, você tem, né, caramba. Le o escravo de Cristo. Não, não. Fhe 451. Foge, Nick. Foge. Fahenheit 451. Fahrenheit 451. É, eu só ouvo. Sou o Gabriel Pensador. Se quiser a e leia o livro, mas principalmente assista o filme, o filme antigo do Trufô, ó. Porque ele vem recheado de informações. É, o filme novo eu não assisti, então eu não sei. Com Michael B. Jordan, mas o filme antigo com trufô é genial. É melhor que o livro até. Mas o livro é legal. O livro é legal. É. Onde tem a versão se antiga? Me interessei agora por assistir. France Fatrofo, não sei. Joga no na internet. Fahenheit 451. Francefô. É o único filme inglês em inglês que o France Fatrofo dirigiu. Caramba, olha só. Ele não gostou de dirigir em inglês, nunca mais dirigiu nenhum filme inglês. Mas o filme é bom. O filme é filme bem bom. Bom, vamos lá. Lá tem tela de LCD. Olha só, na década de 70, 70, mas não é tela de LCD. Verdade. Ele fez uma uma TV bem fininha assim. Muito doido. Bom, mas voltando aí um professor tinha nada, professor no seminário e uma aula que ele dava, uma das primeiras era que começava a perguntar pras pessoas textos que eles sabiam de cor. Aí menino, textos grandes, sei lá, capítulos, sei lá, um levantava a mão e falava e eh falava a referência e falava o texto. Ele abria o texto e arrancava a folha. Caramba. É. Aí outro aí outro abria, arrancava a folha. Nossa. E a ideia era, a gente tem que saber, porque em lugares onde não tem Bíblia, você tem que saber, né? E a ideia era essa. Então essa aqui a gente cumpriu. Uhum. Essa aí um aluno dele foi na igreja e fez a mesma coisa. Meu Deus. E a igreja rasgando ou só ele rasgava da rasgando. Ô meu pai, olha aí. A gente tem que tomar cuidado com que ensina mesmo, né, mano? Nossa, gente, olha. Por isso ao assistir o betpapo não leve a gente tão a sério, até nas coisas sérias. Cara, eu fico até me perguntando se o pastor tava mesmo rasgando uma Bíblia ou se era algum outro livro, alguma outra coisa. Tem uma técnica que você faz, né, que é faz um barulhinho. Uma vez a gente fez uma peça de teatro que tinha um perseguição, tal, e o pessoal queimando bíblia, tal. Aí a gente arranjou umas agendas velha com capa de couro para fingir que era bíblia. Ninguém vai pôr fogo em Bíblia. Olha aí. Ninguém não. Não põe fogo em Bíblia não. Mas enfim, o fato é esse. A gente tava dando toda essa volta para dizer o seguinte, que o Uber que eu peguei, o cara tinha a chaproca. Sim. Entendeu? E tava toda com um postitezinho e tal. É um Uber Christian. Uber Christian. Exato. Ele te leva para o céu. Aí o que acontece, né? Ele dirigia bem aquele cara. Aquele cara que aquele cara que pediu um pediu um Uber. Aí vem escrito assim: "Messias está chegando num verso." Exato. Boa, boa, boa. Messias tá chegando. Boa. É verdade. Essaí. Não, mas o que acontece? Só que a Bíblia dele estava protegida do sol. Tinha um paninho protegendo aquela Bíblia, porque o painel do carro é alvo de muito sol, entendeu? Muito bom. Então, para mim o cara que põe a bíblia no painel não protege com paninho, não. Mas pr você não importa porque o cara usa muito cara, o cara tem essa cara de coberta. Pode ser. É que o cara e esse cara não era Uber, talvez. Também tem isso também não era. Exatamente. Não, não era. Não era Uber. Era Uber. Como é que tu sabe? Porque eu é o padrão de carro que a Uber não aceita. Hum, entendi. Além de que eu eu vi eu vi eu já peguei um Celta. O carro era bastante funcional assim, ele tava com bastante coisa de trabalho, entendeu? Eu eu reparei bem no carro do cara. É, reparou, deu tempo de reparar, né? Era só green flag. Green flag. É, mas eu fiquei pensando nisso, cara. Que outra green flag cristã tem? Orar antes do almoço. É, é uma restaurante da empresa, né, mano? O cara tá lá, o cara ora antes do almoço, restaurante da empresa. É. E quando você não ora, não é aquela oração assim, não, senhor. É opa, né? Tipo, eu não, eu faço assim quando eu olho em público, às vezes eu faço assim, ó. Aqui tá o meu prato, eu faço assim, ó. O o o luz do Ronaldinho para Deus, né? É tipo aqui, ó. Ó, eu faço obrigado. Tipo, é isso. Você ora, você faz mesmo. Às vezes eu faço, às vezes eu faço, às vezes eu faço. Mas eu confesso que eu não oro antes do almoço. Eu, eu vou confessar isso para vocês. Eu não oro antes de comer, car. A gente almoçou algumas vezes aqui. A gente não orou nenhumas. É, o Cacau não orou. Não sei se ele queria ser parecido comigo, mas acho que ele devia me influenciar para eu me parecer mais com ele, né? E tu sabe que tem que olhar para aqueles três buraquinhos ali, né? Que no outro vídeo o Cacau ficou olhando pro Eu fiquei olhando pr Eu fiquei olhando para cá, ó. Você que está me vendo. Ixe, deve ter mexido no B. Vai lá ver como é que ficou. Pausa. Rafa. Bom, ficou bom. Foco. Foco. Será? Tá focado. Tá. Então é isso. Você hora antes do almoço. Ora. Eu é que esse na empresa. É na empresa. Na empresa. Olha, eu confesso que não horário antes do almoço para mim não é um big deal assim. Não, não é, mas não é também não levar que nem eu não levo o meu minha bíblia em cima do painel do carro. Não tô falando que quem não faz tá errado. Eu tô falando que é um green flag. Green flag. Green flag. Ok. Qual o green flag da minha vida? Será? A minha sala lá no X, né? Mas que eu sou conhecido, né? Lá na minha sala e tal. Enfim. É. Você é conhecido na sua sala? Na minha sala eu sou. Sou conhecido na minha sala. Minha sala é essa. Não, não. Eu sou um pouco conhecido lá no X e tal, então o pessoal meio que sabe que eu Mas eu não trabalha no no X ex Twitter, né? É no ex Twitter. Exato. Exato. Funcionário da Lombusk. Todos nós somos em alguma medida, né? Mas eu não entro no Twitter não. Eu não entro. Como algumas pessoas ainda entro ainda entro no Twitter ainda. Então eu tô tô fora do Twitter. Não, tá, mas entra. Entrou ontem na gravação. Eu eu não vou dizer em que contexto, mas ele entrou ontem. Ontem no Twitter. É sempre, sempre. Agora, que outra green flag você tem de evangélico? Cara, eu acho que não vale. Ó, tem green flags ruins. Tem green flags ruins. Foi Deus que me deu adesivo de carro. Não, então não é green flag, é red flag. Red flag. Daí você acha essa ruim? Eu não acho ruim não. Ai, foi Deus que me deu. Achei bem ruim. Acho bem ruim. Para que botar isso no carro? Foi Deus que me deu. Não, mas tem ades. Acabou o negócio de adesivo de carro, né? Tem pouco agora, né? Tem pouco adesivo de carro hoje em dia é, eu sei, mas esse foi Deus que me deu. É Deus que me deu. É propriedade exclusiva de Jesus, entendeu? Aí não dá carona pros irmãos. É hipócrite. Não, hoje em dia eu vejo que os adesivos de carro eles são mais minimalistas. Que nem a gente fez uns adesivos na igreja, mudou do cristianismo para as igrejas. Teve teve essa essa volta. Fez os adesivos na igreja. A ideia nem era pôr no carro. A gente fez eu nem sabia que ele resistia a ficar no carro. Olha só. Mas algumas pessoas da igreja ficou lá no carro e resistiu. Tá lá no carro. E é da igreja. É, mas ele é bem meninalista assim, bem pequenininho, né? E isso tem mesmo. O pessoal põe adesivo da igreja. É mais da igreja do que símbolos do cristianismo. Teve a fase do peixinho, né? Peixinho era legal, né? O peixinho era legal, bem melhor que de igreja, na minha opinião. É, em Campinas tinha a igreja do Nazarena, ela fez uma uma época, um adesivo que era umas mãos assim escrito nas mãos de Deus. Legal. Uma série de mensagens. nas mãos de Deus. E todo mundo sabia que era da Nazareno. Então, todo mundo que via aquele lá sabia que era da Nazareno. Aham. Mas nem todo mundo que colocava era da Nazareno. Sabia que quem fez foi Nazareno, entendeu? Sei. Cara, eu ia criar um transportando ovos no porta-mala. Assim, quem pegou essa transportando ovos? Você pode fazer um adesivo de caixa de ovo em 3D no vidro de trás em cima do Ex. Exato. Quem pegou essa dos ovos carro? Quem pegou esse? Ou então já sei. Melhor a gente põe um adesivo que a caixa de ovo vazia, sem ovo nenhum e põe assim: "Aqui Deus vai no banco da frente." Exato, mano. Sensacional. Sensacional. Quero esse esse adesivo eu colocaria. Mas olha só, tinha um adesivo e tinha um adesivo que eu não sei se é é muito bom, cara. Isso é mitologia evangélica das antigas. Não, mas acho que a galera não é que o pessoal refresca, né? O pessoal refresca. Mas, ó, eu sério, comenta aí agora, nesse momento, pausa o vídeo e comenta. Sei do que vocês estão falando, não sei do que vocês estão falando. No final a gente vai revelar essa história para quem não sabe. Exato. Aí tinha esse adesivo da Nazaren e tinha um adesivo católico que eu não sei se é no Brasil inteiro, mas tinha muito em Campinas, que era um terço. Era um terço formando a Ave Maria, formando bandeira do Brasil. Ah, uma bandeira do Brasil. Exato. E tinha da Ave Maria também. É, mas ela tá no meio. Ah, tá. É, tinha tinha essas variações. É, o texto formando bandeira do Brasil ou formando Ave Maria. É. E às vezes a gente tava andando no na rua e via um carro com os dois. Uhum. Tinha o da Nazareiro e tinha o da Igreja Católica. É isso. Eu acho que é a pluralidade. Sabe qual que é o nome disso? Trânsito religioso. Trânsito religioso. Aliás, tem um BTC muito legal com o Ricardo Bitum. O nome, cara, eu acho que é trânsito religioso ou muamba teológica. Não, não lembro agora. Muamba teológica. Mas é isso, eu vou botar o link aqui que a gente fala sobre essa pluralidade, né, de de das pessoas que frequentam vários movimentos ao mesmo tempo. É, Mochileiros da Fé, tenho quase certeza que é esse o nome, Mochileiros da Fé, porque acho que é o título do livro do Ricardo Bitum. Gente, de qualquer forma é um baita episódio, ouça lá, tá bom? Mochileiros a fé sobre isso, ficar mudando de igreja. É, ele fala sobre esse trânsito religioso e tal, sobre essa essa falta de compromisso que as pessoas têm com uma instituição e tal. Talvez esteja mudando um pouco mais agora, porque de fato as church elas têm pegado a galera mesmo e feito fazer parte. Eu acho que tá tendo um pouco isso, cara. Na verdade, você sabe o que que eu acho é que é difícil hoje você fechar uma coisa porque é uma pluralidade muito grande. Tendências, elas estão tão rápidas que elas geram a sua negação quase que instantaneamente. Geram uma tendência, gera. Quer ver uma coisa? Ex. Quero. Church são bastante secularizados na estética. Certo. S. Shoppings. Parece shoppings. Estética de shopping. Não é nem essa questão assim, a estética do culto mesmo. Sim. São cultos bem chutos. Isso não tem muita simbia cristã, é bastante baseada. Basicamente o culto é minha igreja de ontem também foi basicamente do mesmo jeito. Louvor, mensagem, pá pá. Certo. Na igreja do Cacau não tem momento de ofertório. Não tem momento de ofertório. Achei interessante. Aí tem. Ele tá três meses sem salário. Mentira. Mentira. Mentira. Mentira. Mas aí tem o casquei aqui e aí tem ao mesmo tempo essa geração que corre para church também tem a tendência que corre para as questões mais sacramentais e e clericais também tá tendo esse avanço, cara. Eu vi hoje no muito doido isso quase que com uma tendência gera sua negação. Quase que ao mesmo tempo. Exato. E aí aumentou o número de batizados católicos adultos. Aumentou. Exatamente. Mas essa é uma essa é uma tendência geral. nos Estados Unidos, aumentou na França. Isso é o conservadorismo e a galera acaba indo pro pro catolicismo. Eu não acho que isso explica todo fenômeno, não. Eu acho que isso é uma maneira que a gente evangélico gosta de olhar para ficar atribuindo a outra coisa. O cara sinceramente virou católico, pô. Ex. Não, eu acredito que sinceramente ele virou católico. Agora também não nego que há um há há um modismo, há uma uma tendência dos evangélicos também também. Vários, várias, enfim, ó. Importante importante é isso. Importante é o que importa. Roda a vinheta, Rafa, que hoje nós vamos responder várias perguntas. Vivo Talka apresenta PT Papo, uma conversa regada bíblia, teologia e risadas. Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um betpapo de número. Põe na tela, Rafa, porque eu estou gravando vários aqui na Casa do Cacau. Cara, que que é isso? 85 86? Eu não sei. Rafa, põe o número que for na tela. Vai agora bem grande. Corrisa. É, então. E essa pro lugar errado, para variar. E essa é a idade de Cristo. E hoje nós vamos responder várias perguntas. A primeira pergunta que eu recebi de alguém que eu já não lembro, tinha que explicar na igreja a piada da idade de Cristo, né? É porque eu fiquei com muito medo de você est ensinando minha igreja que Jesus morreu com 83 anos. Exato. Seria muito triste. Daí o David, o o Dan Brown estaria certo, estaria certo. É porque ele fugiu da cruz e foi casar com Maria Madalena e morar na França. O Den Brol contou essa história, não é? Ele acho que ele no código da 20 ele reproduz alguma coisa aquela história do no islamismo, né? Que Jesus não morre na cruz também, mas ele vai pra Índia, né? Foi pro outro lado. Não, eu não sei para onde foi na história do D Broll, mas é a última tentação de Cristo Escorcés. Eu gosto, apesar dos cristão falam, eu gosto, cara, porque é isso. E acho que os cristãos falaram mal desse filme, não entenderam o filme, não entenderam o nome do filme porque é a última tentação de Cristo. Vou te dar um spoiler no final. Não, não, não, não, não, não, não. Eu vou assistir porque ele ressuscita. Aí o que acontece? Vamos lá. O tem um Não, deixa, vai, vai muito. Deixa lá. A pergunta, ó, tem uma pergunta que eu sei que existe um meme, um meme ateu dessa pergunta. até o expor é até o expor e a pessoa fez a pergunta o seguinte: "Olha, Deus manda nós, não precisa botar na tela, tá bom, Rafa? Vai no freestyle aqui." Ah, mas vai ser essa então. Várias, mas vamos começar com essa. Eu acho que ela não rende um episódio inteiro. Rende, mas tudo bem. Vamos, Não, eu vou manter um, vou manter. Eu quero responder outro. Tá, vamos lá. A pergunta é a seguinte: Deus manda nós amarmos os inimigos, mas por ele vai queimar os dele? Não é, é? É um meme, é um meme ateu, né? é meio que uma uma pegadinha ateica, né? Eh, e a galera joga assim: "Ah, Deus manda amar os inimigos, mas vai queimar os dele". Pois é. Mas a verdade é, Deus vai mesmo queimar os inimigos no lago do enxofre. Pois é. Queimar no mármore de fogo. Eu acho que a gente tem uma visão. Não, isso eu já misturei aqui. É, o mármore é outra religião. É outra religião. A Globo, a Globo fez história. Ai, ai. Eu nem sei se é dito isso de verdade no islamismo. E eu nem sei. Eu sei que na novela da Globo falava, né? Agora se falava também. Porque tinha tinha um filme evangélico antigo chamado Atrás do Sol. Hum. Era desses filmes Gospel, né? Sim. em que um cara vai estudar no ocidente, se converte com o cristianismo e aí acaba o curso, ele tem que voltar pra família dele. Aham. E num lugar que tem charia, tal. E aí a galera ah, um cristão tem que ser mandado para trás do sol. Para trás do sol. Caramba. Aí eu falo, mano, acho que a galera fica inventando, né? Mármore do inferno atrás do sol. Colocar na frigideira do capeta, frigideira do capeta. É legal. Ela é, não sei, não sei. Talvez os muçulmanos falem isso, não sei. Ela é aquela que não gruda tatuara que não é o cara grudando eternamente. Mas e aí cacau? Deus manda mal os inimigos e vai queimar os dele no final. Mas sabe qual seria o círculo pior de ser queimado na frigideira do do inferno? Não. O cara que tem que lavar a frigideira depois. Acabei de lavar duas frigideiras aqui. Tabal. Por isso e é um inferno isso. Mas então, vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. sobre queimar no inferno. Primeiro, é uma boa pergunta, ainda que eu não concordo com a a gente chama visão, existe uma visão sobre o inferno cristã, protestante que coloca Deus como o agente ativo da punição no inferno. Vai estar lá agindo o seu direito de juiz, de estar lá punindo os pecadores, é, condenando e tal, nesse sentido. E tem textos que apontam um pouco nessa direção, né, conforme, não, o cara não tirou do nada. Éo. E aí ele tá lá agindo daquela maneira. Agora, o quanto esses textos são eh literais ou não, aí tem debate sobre ele. A a questão do inferno no Novo Testamento, ele é super complexa, tá? Muito, muito, gente. O inferno não é uma parada fácil de definir no Novo Testamento. Muito mais difícil ainda de enfrentar, né? Espero não passar por essa. Espero estar com Eu quero estar Não, nada a ver. Errei a música. Tá. Então aí eh, mas essa é uma visão da com a qual eu não concordo. Deus ativamente punindo a galera assim com um standarte, um tridente lá. O tridente é o diabo, né? Só queimando ali, né? Deus aí e eu tenho que que aquelas pessoas que falam Deus está no céu, como também está no inferno. No inferno ele está como e eh juiz. Exato. Exato. No céu manifesta a graça. No céu manifesta, no inferno manifesta juío. Ex. Eu eu tenho um pouco de dificuldade com isso, né? Hum. Porque eh eu não acho que a doutrina da onipresença tenha que levar essa consequência da atividade de Deus. Obviamente Deus não tá ausente ou ignorante sobre o que acontecerá no inferno, mas a questão não me parece essa. A questão me parece mais o seguinte, a e eh as consequências do afastamento de Deus. E aí eu vou pra visão clássica do inferno, que é a visão de que o inferno é azeita. Aze, ou seja, quando a Bíblia fala que ele vai lançar os inimigos no lago do fogo, não quer dizer que ele vai estar lá ativamente punindo essas pessoas, porque ele que tá jogando a o carvão, entendeu? Mas por que isso? Porque eh é difícil tentar essa tua posição, mas eu entendo ela. Eu acho não. Ela é visão clássica, na verdade. É ausência de Deus. A visão clássica. A visão agostiniana, por exemplo, é essa, né? Tá, né? De que o inferno é ausência de Deus. Mas não é ausência de Deus, porque Deus não tá. ens Deus, porque é privado essas pessoas um relacionamento com Deus, é privado essas pessoas a a vivência na graça e no amor de Deus. Essa que é a questão, certo? Então isso é uma consequência de uma vida de pecado que já leva isso a já caminha por esse caminho. Só para tentar entender a tua resposta. No caso, assim, ó, é que eu ainda vou explicar, mas tudo bem. Vou falar, vai que eu não, eu queria dizer o seguinte, é que na verdade não é que Deus vai queimar. Ah, ele manda mesmo amar os inimigos, né? Já no Antigo Testamento há uma ideia muito clara de cuidar dos inimigos, né? De não retribuir, né, o mal com o mal, né, assim e tal. Ainda que temha outras leis que falam, né, a a lei da, como é que é? Olho por olho, dente por dente e tal, né? Isso tinha também no Antigo Testamento, mas tinha vários cuidados com o inimigo também. Enfim, e foi de lá que Jesus tira, né, amar os inimigos e tal. E Deus de fato tá a todo momento manifestando a sua graça para todos, né? Nós inclusive éramos inimigos de Deus, né? Ou seja, eh, e eu não sou culpado pelo pecado de Adão, eu sou culpado pelo meu pecado, entende? Mas nasci na condição de Adão e sou culpado pelo meu pecado. Então, de alguma forma, Deus dá chance para todos se arrependerem. Por isso que a missão da igreja tá aí para pregar o evangelho e tal também, né? Então, não é que Deus vai lá e ele ama o inimigo, não. Só quer dizer que Deus ele ama o inimigo, entendeu? Ele ama os inimigos dele. Mas a minha questão não é nem essa. A minha questão eu queria fazer essa colocação. É a minha questão. Mas assim, o que acontece depois mesmo? Exato. Por que o que acontece depois? Depois a pessoa não é que Deus vai queimar a pessoa, a pessoa foi para lá. Então é o que alguém, é o que alguém falou já, alguém não sei quê, que o inferno, ó, tem alguém usando, alguém tá trabalhando aí. Muito obrigado por trabalhar nesse horário. 10 horas da manhã. Não, tem que esperar a gente gravar. É o nosso trabalho, porque o trabalho dele é mais importante que o nosso. É, nesse caso. É. Tá bom. Vai. Não, não. O nosso é muito importante, mas a gente não tá no estúdio Exato. E a gente e a gente não tem culpa que o cara tá na casa dele usando furadeira. Exato. Tudo certo. Obrigado, vizinho do cacau. Você pode usar de boa. O o negócio é o seguinte, agora exagerou. Agora, agora, agora é aquela broca, aquela copa, o serra copa. Agora você reclamou vai abrir a porta. Mas aí o que que acontece? O que o que Deus tá fazendo é deixando essa pessoa nessa eh nessa consequência de uma escolha que ela fez na vida. Tudo bem? num caminho que ela segue afastado de Deus. OK? E alguém já disse isso, que o inferno é um grande monumento a independência humana. E é mesmo. Uhum. Porque na verdade, pensa um pou Eva para fora do paraíso e fala assim para que eles não comam do fruto e vivam para sempre? Aí você fala: "Meu, mas que maldade! Por que comer do fruto e viver para sempre é um problema? Por que não deixa viverem para sempre? A morte é tão terrível. Por que que Deus vai privá-los de viver para sempre? Ah, deixa eles viver para sempre. Qual o problema? O problema é que se a gente vivesse para sempre na condição de pecado que a gente vive, esse mundo seria exatamente o inferno. Porque o inferno é exatamente o mundo na maldade do pecado em que se vive para sempre. É exatamente isso. Então, a morte que Deus dá ao ser humano pós Éden justamente graça de Deus para que o mundo não seja um inferno. Entendeu? E vou te dizer, eu não cheguei nessa nessa conclusão sozinho do nada. Não sabe quem concluiu exatamente essa coisa sem usar a Bíblia. Attila e a Marino. Atila e a Marino. Tem um um um Nerdcast, um Betcast. Não, não já gravou BT também, né? BT, mas tem um Nerdcast sobre imortalidade, eu acho, alguma coisa assim. E no final desse Nerdcast, o Atna fala: "Mas talvez imortalidade não seja uma coisa tão boa, porque imagina os ditadores vivendo para sempre." Uhum. acumulando mais poder, mais inteligência, mais sabedoria. Que que eles vão fazer com isso? Eles vão ter mais controle, mais domínio e vão botar mais violência. Então, a morte da mal dos maus leva a a um limite dessa maldade. E o mundo só não é um inferno porque Hitler não viveu para sempre, porque Stalin não viveu para sempre, entendeu? Senão o mundo seria muito pior, tá? Então, infelizmente, a besta vive para sempre até o dia que ela vai ser derrotada, mas ela vai vivendo em você. Ex. Já pensou em instrumento musical vivendo para sempre? Instrumento musical? É, não entendi essa. O Trump. Ah, a trompa, entendeu? Então a questão é essa. E mesma não, não corta não. Não corta não. Deixa aí. Não. A pessoa é Trum aí que ass a gente eu não gosto muito do Trump não. Foi mal. Desculpa. Eu não tenho, não conheço ele pessoalmente. Ah, não gosto da postura pública dele, da política dele. Não gosto da política dele. Mas continuando aí, o que que acontece? O que é golden shower? Não é se não for o Trump, ele perguntou, mano. Não, foi o Bolsonaro que perguntou. Capaz, foi que entrou no Twitter perguntando que que é Golden Shower. Oi, foi oi. Foi o o Bolsonaro, mano. Foi o Trump, cara. Foi, não foi, não foi. Enfim. Mas continuando aí, que que acontece nessa imagina então todos os ditadores vivendo para sempre, acumulando poder e um vencendo afinal só pode haver um, né? Railand e aí vivendo para cima. Pô, sabia que cancelaram o remake com Henry Cavil? Tá ótimo. Enfim, não me importa. Já o Rander um já é suficiente, não precisa imaginar. O outro já não faz sentido, né? Até a sério eu gostava um pouco. Nossa. Aí isso seria terrível. O inferno é exatamente isso, é se vida no pecado, a parte de Deus, em que as pessoas simplesmente não morrem, entendeu? Uhum. Então, ah, mas aí como é que é esse regime lógico? Ele vai ser absolutamente caótico, porque não é eh até essas estruturas mínimas de poder que ao mesmo tempo que perpetuam violência também colocam certa ordem, que é espada na mão do do governo que faz justiça, mas também faz injustiça, né? Isso também não vai ter, então vai ser um caos terrível. Ex. Uhum. Mas de qualquer forma é uma continuação de uma escolha de se separar de Deus. Então não é Deus queimando as pessoas, mas é Deus respeitando essa vivência a partir dele que as pessoas resolveram ter. É assim que eu vejo o inferno. Eu tenho mais visões sobre o inferno, mas essa é a resposta dessa pergunta. Se Deus tá queimando os inimigos no inferno, as outras questões do inferno, outro, ou seja, Deus não está queimando, é apenas uma consequência da vida que levaram aqui. Legal, cara. Isso me lembra sabe o quê? É, e isso é Bíblia, porque a Bíblia também fala que pela medida que nós julgarmos, nós seremos julgados, né? Imagina se a gente colocar o nosso juízo como o Senhor de todas as coisas, nós seremos condenados, porque aquilo que a gente condena nos outros, a gente também erra. Olha só. Não é? Então, a gente vai ser condenado o tempo todo por nós mesmos, inclusive. Então, até esse nessa nesse quesito a gente vai tá sofrendo. A gente não, mas a gente estaria sofrendo no inferno. Ó, inclusive isso me lembrou, cara, Seo Luiz, ah, no livro dele, O grande divórcio. Uhum. Cara, eu gosto desse livro, né? É uma defesa do purgatório, do Luis, desse livro. Ah, mas ele é muito bom, é uma história muito legal. E ele fala, mano, do céu e do inferno. O livro é uma defesa do purgatório ou ele tem purgatório no livro? Ele não é é uma forma do Luiz defender a crença no purgatório que ele tinha, né? Ah, entendi. Então, o que acontece? O, ele fala, eh, mas gente, o livro é muito bom. Sério, a parte dessa questão teológica que os protestantes em de forma geral não concordam, é uma história muito legal de ler e tem umas sacadas muito boas. Luiz, né? Luiz, eh, Luiz nunca é à toa, gente. O que acontece? Ele fala do céu e do inferno de forma retroativa. E o que que ele quer dizer? Ele ele ele diz que é o seguinte: quando as pessoas estiverem no inferno, as pessoas vão ter aquela sensação, cara, eu sempre vivi isso. E quando as pessoas estiverem vivendo no céu, elas vão assim: "Nossa, eu sempre vivi isso." Entendi. Ele fala que, ou seja, o céu e o inferno agem de forma retroativa, ou seja, é a se você está em Cristo, é o céu já na sua vida de alguma forma. É bem legal isso. Nosso, deu para entender mais ou menos? Deu para entender. Deu para entender muito bem. No nosso programa sobre galardão, galardão, a gente falou, a gente tem um programa sobre galardão da plenitude do propósito. Lembra que a gente falou isso? Que que imag que é tão bom você sentir que você tem um propósito, que você tá fazendo uma coisa que faz diferença, que você tá fazendo uma coisa e no céu a gente vai ter total noção desse propósito da vida. Exato. Muito bom. Muito bom. Legal. E aí, inclusive, do que passou, né? Uhum. Do que passou. A próxima pergunta, senhor Cacau Marques, é o seguinte. Não, não precisa. Ó, a pessoa perguntou Malaquias 3, que é o texto clássico do dízimo. Malaquias 3:10. Eu tenho uma Bíblia. Cadê uma Bíblia? Bíblia. Tá. Vamos lá. Mas Malaquias 3, você tem Bíblia aí? Tenho. Eh, pastor usa para dizer que devemos provar a Deus no dinheiro, dar porque ele devolverá. Olha só, nós temos um episódio incrível sobre dízimo, um betcash, tá? Um betecash. Eu e o Mateus Ortega falando sobre dízimo, que escreveu um livro sobre dízimo. E escreveu um livro sobre dízimo. Gente, esse episódio está simplesmente muito bom, muito bom mesmo. O link vai tá aqui na descrição deste betpapo. Agora, respondendo brevemente essa pergunta, assim, a gente não vai se delongar muito aqui sobre a teologia do dízimo, tá? Porque, desculpa, não vou balançar a mesa. A gente não vai se delongar muito aqui na teologia do dízimo, porque já tem esse BTC completinho sobre dízimo. Quer procurar? digita dízimo Bibotalk e mande para cá os seus 10%, tá? E procura Dízimo Bibotalk, você vai ver. O primeiro link que aparece é o a chave Pix do Bib. Exato. Pode mandar para cá. Eh, aí o que acontece? Você vai ter um vídeo meu antigo que tá bom ainda também e vai ter esse vídeo com Mateus Ortega. Mas cara, o que me chama atenção nessa pergunta aqui, Cacau, é que o pastor usa a Bíblia para dizer que devemos provar Deus. Eu acho que quando você tem esse apelo de tipo de coisa assim, já tá pedindo oferta de maneira errada. Já na minha opinião. Também acho. Também acho. Entendeu? Assim, olha galera, vamos fazer teste com Deus e tal. Não sabe por quê? Sendo bem sincero, quando você fala esse tipo de coisa, desculpa, B, você tá pedindo para as pessoas, cara, eu vou vou falar meio pesado aqui, eu acho. E esse é o tipo de pergunta que eu tenho medo de responder, porque eu não sei como o pastor falou, não sei que o pastor, às vezes o pastor bom que aprendeu isso errado, isso é um ponto importante. Vamos fazer muito bem criar um problema. Às vezes não é um mercenário da fé, não. Às vezes ele aprendeu isso, ele também faz isso na vida dele e ele tá errado também. Ex. Exato. Ex. Então a gente fala com muito temor que a gente fala. Mas o problema desse tipo de fala é que você tá ensinando as pessoas a serem responsável responsáveis com seu dinheiro para ofertarem na igreja, quando muitas vezes essas pessoas não têm condições de serem responsáveis nesse ponto e elas deveriam, na verdade, serem o alvo dos dízimos e não a fonte dos dízimos, entendeu? Então você distorce a teologia do dízimo e pessoas que deveriam receber dinheiro da igreja tão doando o que não tem paraa igreja. É, e isso é uma distorção terrível. Há a despeito da própria parte exegética que já tá errada e de toda parte, sabe, do contexto de Malaquias, o que é que tá sendo dito, completamente diferente do que acontece na igreja hoje. Mas não vou nem entrar nesse ponto, eu vou entrar no risco que é você fazer esse tipo de apelo, você fazer esse tipo de fala. Uhum. quando o o que o texto pode nos falar, não esse texto exatamente, mas a visão do dinheiro que pode nos levar a um desafio, é uma mentalidade muito diferente dessa. Eu acho que todo cristão deveria fazer uma uma reflexão sobre consumo, tá? E pensar o quanto a gente gasta dinheiro com coisas que a gente não deveria gastar e quanto parece nos faltar para coisas que deveriam ser prioridades. E prioridades deveriam ser o outro, especialmente, né? gente que precisa da nossa ajuda. O dízimo, inclusive, um parêntese aqui, Cacau, eu escrevi um capítulo extra pro meu livro chamado Igreja Armada, que vai ser entregue na Bienal do Rio de Janeiro, dia 14 de junho. Tá bom, Júlio, eu não li esse capítulo, então o meu prefácio não considera esse capítulo. É, favor, desc ele coloque agora. Exato. Muito bom. Muito bom. É dia quando que é Bienal? É julho, né? 14. 14 de julho. Bienal do Rio de Janeiro. Vai ser a maior Bienal dos últimos tempos. 14 de julho. Olha só. Vai tá, vai tá o Iago lá também. Ó, o Iago no meu Iago Martins vai estar no stand da M do Cristão e às 17 horas eu vou estar no stand da da Thomas Nelsonar num e depois no outro. Exato. E lá eu vou entregar um capítulo extra. Gente, eu tô errando. A Bienal é em junho. Junho é 14 de junho a Bienal. Eu errei. 14 de junho. Aliás, Rafa, quando eu falo errado lá no começo, já coloca piscando junho. Junho. Ele errou. É junho. Sério, para ficar bem claro. Então, ó, dia 14 de junho estarei na Bienal do Rio de Janeiro, tá bom? A senha é entrega a partir das 10 horas no stand da Thomas Nelson e eu estarei às 17 horas lá, tá bom? Entregando um capítulo extra para quem for lá bater uma foto. B, mas eu já comprei o livro na pré-venda. Leva o seu livro, tá tudo bem. Você pode levar o livro ou comprar lá no stand, ganha o autógrafo e o capítulo esse da mesma forma. Bima, mas eu quero o capítulo extra. Eu moro aqui no Rio, eu moro aqui em Catanduva. você em breve, talvez a gente disponibilize ele. Carapicuíba, a gente vai distribuir no site da Thomas Nelson, não sabemos ainda, mas é exclusivo num primeiro momento para quem for na Bienal, dia 14 de junho. E nesse capítulo extra eu falo sobre Igreja Armada e cara, e aí eu fui estudar um pouquinho sobre esse lado social do dízimo. É assustador, tipo, é assustador no sentido que como a gente foge desse propósito social do dízimo, que já está ali claro no Antigo Testamento, principalmente no terceiro ano, a cada três anos, ele era completamente social o dízimo. Ou seja, é o que o Cacau falou no início da fala dele, é o dízimo não para eu entregar, mas para eu receber. Exatamente. Aí a gente faz esse tipo de distorção, entendeu? Eu deixa um parêntese aqui. Eu tô te cortando, sou teu amigo. É porque muitas vezes, e lembrando, gente, nós não estamos questionando a índole desse pastor, pô. Não é nossa, nem conhecemos, mas é que muitas vezes junto com essa deixa ver quem que mandou a pergunta. Ah, ela é bem ativa aqui e o pastor sabe Não, tô brincando, não conheço, não conheço, tô zoando, tô zoando. Ah, mas muitas vezes junto com essa fala vem a ideia do, né, de semear para colher mais, que já me faz uma confusão com que Paulo falou aos Coríntios, entendeu? Então assim, vem esse lance que é Deus quase vira um banco, né? Ou seja, cara, você põe R$ 100 aqui, entendeu? Você vai colher mais dê e Deus te devolverá. É. E tipo, cara, não é assim, entendeu? Não funciona assim, sabe? As ofertas do Novo Testamento. Ex. É, então assim, quando mas o lance do desafio, né, voltando pro consumismo, vamos lá. É porque eu ia puxar o negócio de provar Deus. Eh, às vezes a gente tem uma visão um pouco racional dos nossos gastos. E aqui eu não tô falando que a gente não pode gastar dinheiro com diversão, temento, lazer, pode. Nend. Eh, o que a gente tem que tomar cuidado é o quanto a gente eh rouba de Deus no sentido do que a gente pode fazer com o nosso dinheiro para justiça. Cara, isso é roubar Deus novo T. É isso que é roubar Deus. Então, eh, às vezes a gente vê uma situação aí, que que acontece? Eu, eu faço muito essa pergunta para mim às vezes, viu? Às vezes eu vejo uma situação assim que eu que eu uma oportunidade de ajudar. Em geral, eu eu quase sempre eu ajudo, sim, né? Eh, mas às vezes eu fico tentado, falo: "Cara, mas não tá exatamente no melhor momento do mês para eu fazer isso, tal". E eu falo assim: "Não, mas essa pessoa não vai ficar desamperada, não vou deixar ela desamparada, entendeu? Vou chamar alguém para ajudar, tal, mas ela pediu ajuda para mim, eu não pedi pro outro, entendeu?" Uhum. Aí eu pego e aí uma um pensamento que me ajuda a provar é esse. Cara, eu só tô na eu não eu não tô nessa situação porque eu não ganhei dinheiro, porque eu não tive um salário que me sustenta. Uhum. Eu tô numa situação que eu acho que não posso ajudar porque eu gastei com bobagem. Aí eu falo: "Então agora, entendeu?" Uhum. Boa, boa refleção. Eu vou eu vou ajudar a pessoa com esse dinheiro que, que gente, eu não tô falando de me fazer falta, não, tá? Eu tô falando só da tentação, da gança que a gente tem. Uhum. Eu vou ajudar uma pessoa com esse dinheiro. Por quê? Porque com isso eu tô sendo fiel a Deus. Eu não pensei duas vezes para gastar com besteira. Eu vou pensar duas vezes para ajudar uma pessoa. Ah, mas e se faltar? Não, porque eu não pensei se faltar quando eu gostei com bobagem. Agora para ajudar o outro eu tenho certeza que não vai faltar. Ex. Porque pro outro já tá faltando. Exato. Entendeu? Então pro outro não tem nem essa pergunta. Então a questão é essa. Nesse sentido, seria provar Deus no bom sentido. Exato. Cara, não, mas não, pera aí. Então voltar porque para isso Deus me deu esse dinheiro. Se Deus me continuou me sustentando, com gastando com bobagem, eu ajudando o outro, ele não vai me deixar. Não tem ninguém que ficou pobre porque foi generoso demais. Olha aí na história da humanidade não existe isso, entendeu? Então muito bom. Muito bom, gente. Então é isso. E sobre esse lance, é o momento de ofertório. A gente até falou de fato, a igreja do Cacau não tem momento de ofertório. A igreja que eu congrego atualmente é o momento do ofertório, praticamente é só uma comunicação mesmo. Agora é hora das ofertas. você tem aqui, né, o o gasofilácio e o Qode no banco e tal. Pronto. Também a gente conhece várias igrejas, né, que o momento do ofertório ele é bem light, ele é bem, entendeu? Assim, eh, eu, mas eu não sou contra também. Se dar uma palavra um pouco mais elaborada, eu também não sou contra. Agora, tem que ser muito bem feita essa palavra, entendeu? Porque a gente cai muito no risco de cair na barganha com Deus. Precisa, você precisa pesar. Você tá dando essa palavra para quê? Certo. Uhum. Uhum. O melhor para instruir. Eu acho que às vezes assim é é legal instruir. É isso que eu ia falar. A melhor maneira de abordar qualquer questão de dinheiro do púlpito é para instrução. Uhum. Não é para motivação. Exato. Não é para motivar as pessoas a darem. É para instruí-las sobre o que é dar. Exato. Entendeu? Para elas saberem. Elas tem que tomar uma decisão e isso. Isso vai passar por um conhecimento que ela tem do orçamento dela e não você. Então ficar insistindo, chacoalhando, né? eh, chacoalhando a a mangueira para ver se cai fruta. Não é, cara. Tu eu lembrei, eu inclusive tem uma aluna da EBT que ela me mandou uma um ADM e ela tava viendo essa crise, olha só você, e a IBT tem aberto muitos olhos dela e tal, porque ela passou por um tempo de escassez financeira, consequentemente acumulou dívidas nesse tempo e agora o emprego dela tá começando a render alguma coisa. E ela veio me perguntar se ela dava o dízimo ou pagava dívida. Uhum. Gente, essa pergunta não deveria existir. É o o tal do dilema de di, né? Dilema o quê? Didi. Com dízimo ou dívida. É o dilema de di. Exato. Esse dilema dilema de di. Você já passou pelo dilema de di, dízimo ou dívida? Não deveria existir. É óbvio que você vai glorificar a Deus limpando o seu nome, entendeu? O nome de Deus vai ser muito mais glorificado. Você quitando as suas dívidas, você podendo dormir um pouco mais em paz, entendeu? a igreja não vai fechar as portas porque não teve o seu dízimo naquele mês, entende? Então assim, eh, tendo que obviamente não vai o dinheiro todo para pagar dívida, exato. Isso não te exime de ser uma pessoa generosa com o resto, entendeu? Só que você é igual um negócio, eu falei para ela assim, olha, dá uma oferta, entendeu? Assim, tipo, é legal você porque assim, é legal ter uma parte dos orçamentos, é legal ter uma parte dos orçamentos que vá paraa oferta na igreja, porque a igreja ela sobrevive da oferta dos fiéis. Isso é fato. E aí que é um negócio sobre isso, a questão do padrão, como eu ensino na igreja assim, ah, o que eu diz 10% se clar, eu falo: "Gente, olha, isso era um padrão do Antigo Testamento para um tipo de oferta bastante específica do Antigo Testamento chamada dízimo." Exato. Que não era dinheiro, era grãos e alimentos. Novo no Novo Testamento ele aparece, aparece e lá com Jesus falando em Mateus. Eh, aí tem um debate sobre isso ainda lá Jesus falando no sermão do monte, ainda fala uma realidade de velha aliança, sei que lá, tal, el tem um certo discussão sobre isso, não? importa tanto nisso. A questão é que no sentido eclesiástico não entra esse tema dessa maneira. Ele nunca entra dessa maneira. Uhum. Então o que que faz? Eu falo como as pessoas identificam na Bíblia esse padrão no Antigo Testamento e identificam até alguns vão argumentar antes da lei, porque Abraão deu o dízimo e tal. Como elas identificam isso? Então elas algumas usam esse padrão e algumas igrejas usam esse padrão como sendo o padrão bíblico no Novo Testamento. Não é. Humum. Mas eu particularmente a minha pessoa, eu uso esse padrão como padrão mínimo. Eu, mas eu não imponho isso para ninguém. É assim que eu ensino na igreja. Eu falo dessa maneira. Eu, a minha família usa esse padrão como padrão mínimo. Ah, mas se você não pode naquele mês porque de fato apertou, teve uma emergência financeira, tudo bem você dá menos, entendeu? Deus assim, ô vacilou, vou liberar o gafanhão. Não é nem isso. Tudo bem você dá menos como padrão também, porque o padrão não é esse. Desde que você reconheça que tudo que tá na sua mão é de Deus e você vai usar para frutos de justiça, entendeu? Você não vai usar para jogar no tigrinho. Exato. Tá? Nem um centavo. Você não vai usar para bet nenhum. Nenhum centavo você vai usar pra justiça, seja alimentar sua família, seja se divertir. Sim, porque a palavra de Deus fala na Eclesiástico para aproveitar do fruto do seu trabalho, seja para ajudar os outros, que é uma coisa que a gente faz pouco, deveria fazer mais segundo o padrão do Novo Testamento. Exatamente. Seja para ofertar na igreja, seja o que for, tudo é de Deus e tudo dado a você de graça para você usar segunda a vontade dele. Cada gasto é esse gasto é um gasto que glorifica Deus, gaste, entendeu? Inclusive para ofertar na igreja, não vou glorificar mais a Deus ofertando mais na igreja. OK. Não, eu vou glorificar mais na igreja, realocando esse recurso para outra coisa e ofertando meso bem. Agora veja, seja sensível às necessidades da sua igreja. Em geral, eu não acho que as igrejas, no que eu vejo em geral, não, não posso falar isso. A maior parte das igrejas com que eu tenho contato, eu não posso nem fazer uma porcentagem, mas as que eu tenho contato, elas não estão correndo risco de fechar as portas por esse assunto, a não ser igrejas que passaram por outros problemas, tá? Que aí tá com membebesia muito reduzida por causa de algum outros problemas, tal. Aí não é o problema que as pessoas são pouco generosas. Não, não é por isso não. Não é porque as pessoas são pouco generosas, não é por isso, tá? Porque tem poucas pessoas e poucas pessoas porque ela já teve muita, tem uma estrutura muito grande para manter. Aí aconteceu alguma coisa divisão de igreja, sei lá, qualquer coisa, ela diminuiu muito. Aí um problema muito sério, tal. Mas em geral, igrejas que estão normais e tal, elas não tão passando o perrengue para se manter. Elas podem estar com dificuldade para alcançar certos objetivos, mas para se manter nem tanto. Mas seja sensível à necessidade da sua igreja. Participe da igreja porque a igreja é sua também. Humum. Vai sair um capítulo no livro que a gente vai lançar juntos, que eu vou falar sobre trabalho na igreja e envolve isso aí. Legal. Muito bom. Muito bom. Fique atento às necessidades da sua igreja. É uma fala importante. Cacau, que palavra, a pessoa perguntou para mim, né? Que palavra que o Cacau Marques lhe passou para falar em um casamento? Gostei muito, gente. É o seguinte, essa pessoa tava no casamento? Como é quea? Ah, não, você citou no É, eu não gente, que aconteceu? Eu fui convidado para ser padrinho de um casamento. Cheguei no casamento, no na cidade do casamento, na cidade do casamento, né? Na cidade do casamento e fui jantar com os noivos na noite anterior. E aí o noivo já soltou essa para mim, cara, o, né, o pastor que vai celebrar o meu casamento, inclusive um noivo muito querido de nós dois. Exatamente. Muito querido. Não vai falar que não vamos expor, não vamos expor ainda. Que ele gostaria de ser exposse igual que ele gosta, mas vai expor o pastor. O problema é esse. Ex. É o problema é. Aí ele falou assim: "Olha, eh, o pastor, eh, que vai celebrar um casamento corre o risco de não chegar, porque ele está em outra cidade, tal, tal. Mano, se ele não chegar, eu queria que você fizesse a palavra de casamento. E eu nunca preguei em casamento, nunca, porque eu não sou pastor de igreja. E aí, mano, eu falei: "Mano, eu topo". Só que assim, eu falei: "Olha, mano, mas eu não vou fazer aquelas partes de aliança ou de voto, isso aí eu não sei fazer, não vai dar." Agora a palavra eu levo. Quem fez essa parte aí? O pastor dele, o pastor local deles, mano. Moral da história. Liguei para quem? pros meus amigos. A gente tem um grupo no WhatsApp, galera. Vou ter que talvez eu pregue num casamento amanhã. Preciso de um norte, de uma pregação rápida, bacana, tal. Cacau me deu. Cacau, tu lembra qual foi que é o o padrãozinho que tu usa, né? Lembro? É, a gente tem uns quatro, cinco sermões para casamento, a gente fica avaliando. Ex. E aí no fundo moral hisora, chegou no dia ele e falou: "Mano, tu que vai dar a palavra porque de fato o palestrante é teve gente a o sistema aéreo aí do Brasil é atrasa a vo cancela do nada". Enendeu? É, não, não foi culpa do Não lembrava. Ah, então não teria problemas. Não, não foi culpa do palestrante. É porque de fato ele ele ele o voo que ele tinha que pegar simplesmente foi transformado. Acho que eu tava confundindo com outra história. Mas enfim, que que acontece gente? O esse é uma dos bons de casamento que eu presto. Muito bom. Eu peguei essa estrutura do cacau, botei a minha cara e foi maravilhoso. Pegou umas dicas do Vittor também. Peguei. Ah, é verdade. Eu juntei com coisas do Vittor também. É verdade. Mas que que acontece? Eu sempre volto pro pro texto de Gênesis, capítulo 2. Uhum. quando fala lá, por essa razão, deixará o homem, seu pai e sua mãe, se unirá a sua mulher e serão os dois uma só carne, né? E falo em cima dos três verbos que tem lá, né? Deixar, se unir e ser, né? E ó, lembrei aqui, ó. Casar é deixar, casar é unir. Casar é ser. Isso que é o deixar pai e mãe. Então, você passa a ter um novo núcleo familiar. Isso é importante, entender os limites em relação aos pais e aos sogros. Existem limites agora, tá, que antes não haviam, mas agora é uma unidade autônoma, tá? Então se resolva entre vocês. Os pais continuam como conselheiros, como pessoas importantes na vida, como gente que é honrada. De fato, aquilo que se fala, ah, ganhou um filho, não perdeu uma filha, é verdade, ou melhor, deveria ser verdade. Nem sempre é verdade, mas deveria ser, né? Deveria ser isso mesmo. Agora, é um apego paternal de ambos para com os quatro, né? Se se tem quatro, né? Quer dizer, já morreu alguém. Eh, mas é um deixar, é um deixar, é o seu núcleo, é sua casa, é um é um um lugar de autonomia ali, tá? É uma esfera de soberania. Beleza? Esse é o primeiro verbo, deixar. O segundo é unir, né? Unir é unir mesmo. Agora não é mais duas pessoas vivendo separadamente. Vocês têm responsabilidades uns com os outros, vocês têm eh eh cuidado com o outro. Uma coisa que às vezes eu uso e Atos 2 fala de uma realidade de igreja em que ninguém considerava seu nada, tudo era de todos, né? E aí eu digo que aquele era um mover específico, especial do Espírito Santo que durante o próprio Novo Testamento ele parece que já não acontece de novo. É Paulo falando lá, ó, quem trabalha também não come porque você dava rolo. As viúvas, realmente viúvas você ajuda. As outras você manda trabalhar o casar, né? Então ele vai botando critérios. Mas em Atos 2, se mover de Espírito Santo, que é assim, nada é seu, tudo é de todo mundo. E aí eu digo, o único lugar onde o Senhor ainda acontece é no casamento, né? Porque no casamento tudo é dos dois. Então isso então é unir. É unir, certo? Mas todo mundo que casa cumpre os dois primeiros verbos. Todo mundo. Todo mundo que casa deixa pai e mãe. Todo mundo que casa se une. É muito raro quem casa. E e lembrando que o deixar pai e mãe não significa que necessariamente você vai desamparar pai e mãe. Às vezes a mãe precisa ser cuidada, vai morar junto com o casal, o pai, tudo bem, essas são e eh coisas importantes que que acontece, né? A questão é mesmo entender. Agora é um núcleo familiar novo, po, mas todo mundo deixa pai e mãe num sentido, todo mundo se une, mas ser é um milagre. E tem muito casamento que a gente que é ser uma só carne, né? Tem muito casamento que a gente vê muito longevo, vai até a morte mesmo, que a morte você pare e que a vida inteira só cumpriu os dois primeiros verbos, que foi o deixar pai e mãe se unir, passar a vida inteira unida até a viuvez, mas nunca foram uma só carne. E eu sei que ser uma só carne em Gênesis tem o contexto sexual e tal, também tem, mas não é só isso. tem um aspecto espiritual dessa visão de Deus de unidade, que é ser um em diversidade, como a própria trindade é esse tipo de exemplo trinitário que acontece dentro do casamento. E aí a gente precisa de Deus para cumprir a plenitude de um casamento, que é chegar até o terceiro verbo. Só em Deus o terceiro verbo acontece, que é o ser uma só carne. Essa que é muito bom, viu? Ó, ó. Então, a estrutura é casar é deixar, casar é unir, casar é ser. É isso. Acabou, calça. Não, faz mais uma aí uma. Vamos lá vitória. Vai. Pastores são intocáveis, pô. Mas e a frase não toque no ungido do Senhor é bíblico. Pastores não são intocáveis. Essa frase não é sobre pastores. Ex. É bíblico essa frase está na Bíblia, né? Não toquei nos meus ungidos, mas é sobre o povo de Deus, meus amigos. Sobre o povo de Deus. Ex. Ela é usada num contexto do rei. Quando Davi fala de Saul e tal, tem um contexto parecido. Ela tá falando do povo de Deus, mas ela tá falando especialmente do ungido do Senhor Jesus Cristo, né? Para nós agora, o ungido do Senhor é Jesus Cristo. Então aí tem essa questão, né? Nós devemos entender esse cuidado de Deus em Cristo, porque agora no Novo Testamento ele é um ungido e consequentemente o seu povo. Exato. E aí nós temos que que não tocar ungido nenhum, né? Exato. Exato. E ninguém, né? Essa fala ela foi muito forte no movimento pentecostal por anos. Eu acho que hoje deu uma diminuída, aliás eu também não tô mais no movimento pentecostal. Ando meio por por fora assim, mas eu já ouvi muito isso de falar. A última vez que eu ouvi isso aí foi o Malafia falando uns bons anos atrás, uns 10 anos atrás. É, né? Se o pastor fizer, é, problema é dele com Deus, deixa ele, não sei o que lá, tal. É, não, não, o problema é dele com a igreja, sim. Tá. Então assim, gente, se é assim, eh, pastor não é alguém especial na comunidade, tá, gente? Ah, mas ele tem autoridade? Tem sim. E aí você procura aí, ó, os limites do discipulado e sobre a cultura da honra. Nós já falamos muito sobre isso, tá? Sobre o o quanto um pastor se mete na minha vida. Nem nada, nada. Ele só te aconselha conforme a palavra de Deus, te orienta, entende? Então assim, é até desconfortável, né, Caca? É porque é óbvio que o pastor vai se meter na vida da ovelha que chega, né, do casal que chega diante do ali do do gabinete pastoral e falar: "Ó, a gente tá separando aí". Óbvio que o pastor ali vai fazer uma intervenção bíblica. Bíblica, né? Só que ainda assim vai compartilhar sabedoria. Compartilhar sabedoria. Exato. Pastor não tem que dizer o que você tem que fazer ou não, o que você tem que comprar ou não, o que você tem que, onde você tem que trabalhar ou não, entendeu? Então assim, a gente tem que tomar muito cuidado, entende? Qual o, qual a qual a criptomoeda que você deve investir? Exato. É porque tem, porque tem, entendeu? Então assim, a gente sabe que infelizmente existem muitos imaturos na fé e aí tem pastores que, por amor até essas ovelhas, acabam se metendo bastante na vida delas. Mas aí também é complicado. E essa pessoa e eu não tô dizendo que esse pastor é um lobo, é até um homem de Deus, bem intencionado, mas cara, é, não é a função do pastor fazer isso. Então ele tem que pregar para as pessoas amadurecerem na fé. E respondendo a sua pergunta, ninguém na igreja eh é intocável, entendeu? São nesse sentido de de incriticável, mas ele no sentido da do cuidado, do cuidado. Todos nós temos que ser cuidados, disciplinados, todos pastores também. Não, não é uma classe espiritual. Falo bastante isso no meu livro, tá bom? Como estornar? Pelo menos no caso de Davi, Saul tocar era matar, né? Não era criticar. Criticar Saul era criticado demais. bastante os profetas faziam muito isso, né? Então assim, não matis os seus pastores, isso aí, por favor, já é um bom, é um bom começo, né? Nem ninguém Exato. Não enveneneis os seus pastores, esse tipo de coisa, rapaz, tá na modenamento, tá na mod envenenamento. Então assim, por favor, tá, não façam isso. No caso da evangélica não dá, né? Porque assim, tem algumas tradições que que, por exemplo, o vinho só o sacerdote toma, né? E a e as hóstas o pessoal come. Aí se quisesse matar só o padre, você ia botar o envenenamento. Mas no caso dos evangélicos, todo mundo toma dos calcezinhos, né? Aí não tem jeito não. No caso do evangélico você põe na nota de dinheiro que o pastor vai contar o dinheiro lá. Deus abençoe até o próximo betpapo. Se ele quiser se permitir, fiquem todos na paz do Senhor Jesus. Valeu, rapaz. Tá mal que aconteceu. Cag Marques. Quando você fala roda vinheta, eu sempre penso a vinheta rodando e o Silvio Santos perto assim, entendeu? Não, não, não. Eu penso só a gente chegando na tela assim. Ah, aí aparece, entendeu? Faz o efeito aí, Rafa. A gente chegando. Não é difícil. Não, não Rafa. Ah, ele pega um promp lá. Enfim, vamos lá. Muito bem chatt.