Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Deus queimando os inimigos? – BTPapo 085

Deus queimando os inimigos? – BTPapo 085

Deus queimando os inimigos? – BTPapo 085

“Se Deus manda amar os inimigos… por que Ele queima os Dele?” Essa pergunta parece provocação — e é mesmo. Mas por trás dela, existe uma inquietação legítima: como conciliar o amor ao próximo com a justiça divina? Falamos sobre o perigo de um mundo onde o mal nunca é confrontado — e como a ira de Deus, longe de ser vingativa, é defesa dos fracos e limite para os opressores. Mas não ficamos só nisso: neste episódio respondemos perguntas sobre dízimo, casamentos, autoridade pastoral e muito mais!

Corre pra ver o nosso BTCast sobre o trânsito de evangélicos entre as diversas denominações: https://bibotalk.com/podcast/mochileiros-da-fe-btcast-306/

Outros episódios que citamos aqui:

O que é galardão? BTPapo 017


Dízimo é obrigatório? – BTCast 565

Compre na Amazon pelo link do Bibotalk: https://bibotalk.com/amazon
Torne-se um Prime na Amazon: https://amzn.to/43cww5F
Vantagens de ser Prime: (1) frete grátis nos produtos enviados pela Amazon; (2) séries e filmes originais e um variado catálogo de outros filmes e séries; (3) descontos especiais; (4) tudo isso por cerca de R$20 mensais

Acompanhe as novidades nos nossos canais:
Telegram: https://t.me/bibotalktelegram
WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029Va9mh5j9Bb66vk6dFT1P

Playlists legais para você maratonar:

– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9

Legendas automáticas:

Sabe o que eu tava pensando esses dias?
Não, eu tava dirigindo. Como é que eu
vou saber o que tu tá pensando se eu não
tô na tua cabeça? É verdade. Eu tava
dirigindo e aí eu dirigindo com as duas
mã volante. Legal. É. E aí eu
parei no cruzamento, o carro passou, eu
entrei atrás dele, né? Aham. Mas esse
carro fez um retorno onde eu ia fazer.
Mas quando ele fez um retorno, eu vi a
maior green flag evangélica que existe.
Green flag? Sabe o que é uma green flag?
Uma green flag é uma bandeira verde, mas
o que que é que sinaliza uma coisa
positiva? É, exato. É um é um bom sinal
sobre, ou seja, red flag é vaza. Vaza, v
assim, ó. Exato. Mas isso é gira de
internet. A galera sabe, você tá
aprendendo agora porque você já tem um
senhor de 42 anos. Sou um senhor de 42
anos aqui. Então, bem mais velho que eu
que tenho 41. Exato. Muito mais velho.
Exato. Exato. Mas então é uma green flag
evangel. Uma green flag. É um sinal
positivo, cara. Qual é a maior green
flag evangélica que existe pro homem
evangélico? É, não se irritar no
trânsito, não. Isso é porque isso é
impossível. É.
E aí, cara? É aquela Bíblia chaproca em
cima do painel. Ah, mas isso é comum.
Tem vários Ubers que usam isso, mano. Se
a Bíblia tá ali em cima do painel. Não.
E tem que ser um carro velho. Carro
velho. É por é másculo. Carro velho.
Não, não tem do carro velho. Tem que ser
um carro velho. Tem aquele lindo, né?
Quer andar de carro velho. Mentira.
Porque os carros novos, eles têm muito
lugar para pôr bíblia. Eles têm sim.
Entendeu? E os carros mais velhos até o
cara tem uns porta luvas maiores, aí
coloca lá dentro e nunca mais pega e
tal. Se o cara anda com a Bíblia daquele
tamanho em cima do painel Uhum. É que
ele usa, é que ele vai na igreja, não é
que ele lê em casa. Ele vai na igreja.
Mas ler em casa é uma coisa que não tem
como você saber. Uhum. Mas ele vai na E
ele vai com frequência porque ele já
deixa no carro. Vai. Agora eu quero
saber o seguinte, cara. é a maior
greenfrag evangélica que tem, porque
também tem outra coisa, ele não faz
aquilo para mostrar para ninguém. Eu,
mas aí vem um ponto, é só funcional.
Não, quero saber um ponto. Hã, tinha uma
toalhinha protegendo essa Bíblia do Sol?
Não, não tinha esse cara então não dava
não. Ele é porque ele não tem, ele não é
bibliotra. Ó, você aí, ó, você que é o
cara menos bibliata que eu conheço, que
ontem na igreja ele jogou uma bíblia
numa pessoa. Calma, não, não, não, calma
não, gente. Tem um contexto. Calma, tem
esse vídeo aí. Vamos ver se a gente
recupera.
Não, gente, aqui era uma gincana. Eu
peguei e emprestei a minha bilhão. Só
que ele jogou e ele jogou de um jeito
errado. Eu eu eu vou te defender. Eu já
te acusei e vou te defender. Sou o
promotor advogado. Deus vai. Ele jogou.
Só que de alguma maneira a Bíblia fez
uma volta que ela ficou com as páginas
pro ar. É. E ela abriu assim. Aí ficou
estranho. Só que o cara pegou. O cara
pegou não. E outra era a Bíblia da Tomas
Nelson Brasil, entendeu? Ou se qualidade
não vai a Bíblia da Tom. Você pode
levantar por uma folha que é aí, ó. Você
não esperava por, mas as bíblias do
Tomandel tem uma qualidade absurda
mesmo. Então assim, todas, todas. Vamos
fazer esse teste Missbusters das
Bíblias. Vou fazer, cara. Jogar B não
vai dar ruim não. Jogar a Bíblia não,
gente. Não, não. Gente, eu só joguei
porque o cara tava mais ou menos perto
de mim e eu joguei assim, só que de fato
a Bíblia, como é uma capa muito
maleável, ela deu uma abertura assim,
ela já foi lendo Malaquias pro cara,
entendeu? É, foi o cara já praticamente
ganhou gincana ali, né? Ele ele abriu já
na página, mas é que eu só joguei nesse
sentido. Mas desculpa, gente, eu não sou
eu não acho que tem nenhum problema
nisso, mas eu respeito quem acha que
tem, tá? Lógico, lógico. E eu não joguei
a Bíblia no lixo, como professores de
teologia já fizeram de É, eu não joguei,
mas eu já fiz. Não fui eu, gente, pelo
amor de Deus. É uma história que eu
contei para ele. Exato. De uma pessoa
que contaram para ele, não é nem alguém
que veio lá. Então o que acontece? Não é
alguém que contou que soube de outra
pessoa que veio também. Não, para gente
não saber quem é. A pessoa que me contou
diz que estava presente, se ela tava
mesmo ou se não sabemos. Mais uma vez,
eu também não sei quem é o o cara que
fez o ato. Ah, olha aí, mas um professor
de teologia e a gente não espera muito
desses pessoal, mas olha aqui. Mentira,
mentira. Olha aqui, olha aqui, olha
aqui. Principalmente os online
Ai, loucura. Olha aqui.
Mas olha só, uma vez eu queria, eu
queria, eu queria demonstrar o cristão
embasado na palavra, tá ligado? Como é
que você subiu em cima da Bíblia? Eu
subi em cima da Bíblia, mano, numa
Assembleia de Deus. Meu Deus do céu.
Então assim, deu muito ruim aquilo,
assim, deu muito ruim. Não é para menos.
É tipo, mas mano, era bonito ilustrar,
gente. Eu estou firmado na palavra. Era,
vamos, vamos ver. Era bonito. A
visualmente ficou bonito, cara. Pô, eu
lá de terna e gravata eu tirei o sapato,
não subi com o sapato em cima da Bíblia,
com as minhas meias, muda tudo. E eu
peguei e fiz assim, abri os braços, tal,
estou firmado na palavra. Foi
visualmente foi legal, mas faria de
novo? Obviamente que não. Eu tinha 20 e
poucos anos, era um jovem pregador. Essa
história também eu ouvi de outra pessoa.
É, essa eu fiz. Não, eu queria, eu
queria que fosse outra pessoa que
tivesse feito isso. Um seminário, um
seminário muito, muito conservador,
assim,
eu tinha um professor de missões
muito conceituado, tal. E uma aula que
ele dava, ele falava sobre a importância
de decorar a Bíblia em países com
perseguição, porque, né, você tá
perseguição, você tem, né, caramba. Le o
escravo de Cristo. Não, não. Fhe 451.
Foge, Nick. Foge. Fahenheit 451.
Fahrenheit 451. É, eu só ouvo. Sou o
Gabriel Pensador. Se quiser a e leia o
livro, mas principalmente assista o
filme, o filme antigo do Trufô, ó.
Porque ele vem recheado de informações.
É, o filme novo eu não assisti, então eu
não sei. Com Michael B. Jordan, mas o
filme antigo com trufô é genial. É
melhor que o livro até. Mas o livro é
legal. O livro é legal. É. Onde tem a
versão se antiga? Me interessei agora
por assistir. France Fatrofo, não sei.
Joga no na internet. Fahenheit 451.
Francefô. É o único filme inglês em
inglês que o France Fatrofo dirigiu.
Caramba, olha só. Ele não gostou de
dirigir em inglês, nunca mais dirigiu
nenhum filme inglês. Mas o filme é bom.
O filme é filme bem bom. Bom, vamos lá.
Lá tem tela de LCD. Olha só, na década
de 70, 70, mas não é tela de LCD.
Verdade. Ele fez uma uma TV bem fininha
assim. Muito doido. Bom, mas voltando aí
um professor tinha nada, professor no
seminário e uma aula que ele dava, uma
das primeiras era que começava a
perguntar pras pessoas textos que eles
sabiam de cor. Aí menino, textos
grandes, sei lá, capítulos, sei lá, um
levantava a mão e falava e eh falava a
referência e falava o texto. Ele abria o
texto e arrancava a folha. Caramba. É.
Aí outro aí outro abria, arrancava a
folha. Nossa. E a ideia era, a gente tem
que saber, porque em lugares onde não
tem Bíblia, você tem que saber, né? E a
ideia era essa. Então essa aqui a gente
cumpriu. Uhum. Essa aí um aluno dele foi
na igreja e fez a mesma coisa. Meu Deus.
E a igreja rasgando ou só ele rasgava da
rasgando. Ô meu pai, olha aí. A gente
tem que tomar cuidado com que ensina
mesmo, né, mano? Nossa, gente, olha. Por
isso ao assistir o betpapo não leve a
gente tão a sério, até nas coisas
sérias. Cara, eu fico até me perguntando
se o pastor tava mesmo rasgando uma
Bíblia ou se era algum outro livro,
alguma outra coisa. Tem uma técnica que
você faz, né, que é faz um barulhinho.
Uma vez a gente fez uma peça de teatro
que tinha um perseguição, tal, e o
pessoal queimando bíblia, tal. Aí a
gente arranjou umas agendas velha com
capa de couro para fingir que era
bíblia. Ninguém vai pôr fogo em Bíblia.
Olha aí. Ninguém não. Não põe fogo em
Bíblia não. Mas enfim, o fato é esse. A
gente tava dando toda essa volta para
dizer o seguinte, que o Uber que eu
peguei, o cara tinha a chaproca. Sim.
Entendeu? E tava toda com um
postitezinho e tal. É um Uber Christian.
Uber Christian. Exato. Ele te leva para
o céu. Aí o que acontece, né? Ele
dirigia bem aquele cara. Aquele cara que
aquele cara que pediu um pediu um Uber.
Aí vem escrito assim: "Messias está
chegando num verso." Exato. Boa, boa,
boa. Messias tá chegando. Boa. É
verdade. Essaí. Não, mas o que acontece?
Só que a Bíblia dele estava protegida do
sol. Tinha um paninho protegendo aquela
Bíblia, porque o painel do carro é alvo
de muito sol, entendeu? Muito bom.
Então, para mim o cara que põe a bíblia
no painel não protege com paninho, não.
Mas pr você não importa porque o cara
usa muito cara, o cara tem essa cara de
coberta. Pode ser. É que o cara e esse
cara não era Uber, talvez. Também tem
isso também não era. Exatamente. Não,
não era. Não era Uber. Era Uber. Como é
que tu sabe? Porque eu é o padrão de
carro que a Uber não aceita. Hum,
entendi. Além de que eu eu vi eu vi eu
já peguei um Celta. O carro era bastante
funcional assim, ele tava com bastante
coisa de trabalho, entendeu? Eu eu
reparei bem no carro do cara. É,
reparou, deu tempo de reparar, né? Era
só green flag. Green flag. É, mas eu
fiquei pensando nisso, cara. Que outra
green flag cristã tem? Orar antes do
almoço. É, é uma restaurante da empresa,
né, mano? O cara tá lá, o cara ora antes
do almoço, restaurante da empresa. É. E
quando você não ora, não é aquela oração
assim, não, senhor. É
opa, né? Tipo, eu não, eu faço assim
quando eu olho em público, às vezes eu
faço assim, ó. Aqui tá o meu prato, eu
faço assim, ó.
O o o luz do Ronaldinho para Deus, né? É
tipo aqui, ó. Ó, eu faço obrigado. Tipo,
é isso. Você ora, você faz mesmo. Às
vezes eu faço, às vezes eu faço, às
vezes eu faço. Mas eu confesso que eu
não oro antes do almoço. Eu, eu vou
confessar isso para vocês. Eu não oro
antes de comer, car. A gente almoçou
algumas vezes aqui. A gente não orou
nenhumas. É, o Cacau não orou. Não sei
se ele queria ser parecido comigo, mas
acho que ele devia me influenciar para
eu me parecer mais com ele, né? E tu
sabe que tem que olhar para aqueles três
buraquinhos ali, né? Que no outro vídeo
o Cacau ficou olhando pro Eu fiquei
olhando pr Eu fiquei olhando para cá, ó.
Você que está me vendo. Ixe, deve ter
mexido no B. Vai lá ver como é que
ficou. Pausa. Rafa. Bom, ficou bom.
Foco. Foco. Será?
Tá focado. Tá. Então é isso. Você hora
antes do almoço. Ora. Eu é que esse na
empresa. É na empresa. Na empresa. Olha,
eu confesso que não horário antes do
almoço para mim não é um big deal assim.
Não, não é, mas não é também não levar
que nem eu não levo o meu minha bíblia
em cima do painel do carro. Não tô
falando que quem não faz tá errado. Eu
tô falando que é um green flag. Green
flag. Green flag. Ok. Qual o green flag
da minha vida? Será? A minha sala lá no
X, né? Mas que eu sou conhecido, né? Lá
na minha sala e tal. Enfim. É. Você é
conhecido na sua sala? Na minha sala eu
sou. Sou conhecido na minha sala. Minha
sala é essa. Não, não. Eu sou um pouco
conhecido lá no X e tal, então o pessoal
meio que sabe que eu Mas eu não trabalha
no no X ex Twitter, né? É no ex Twitter.
Exato. Exato. Funcionário da Lombusk.
Todos nós somos em alguma medida, né?
Mas eu não entro no Twitter não. Eu não
entro. Como algumas pessoas ainda entro
ainda entro no Twitter ainda. Então eu
tô tô fora do Twitter. Não, tá, mas
entra. Entrou ontem na gravação. Eu eu
não vou dizer em que contexto, mas ele
entrou ontem. Ontem no Twitter. É
sempre, sempre. Agora, que outra green
flag você tem de evangélico? Cara, eu
acho que não vale. Ó, tem green flags
ruins. Tem green flags ruins. Foi Deus
que me deu adesivo de carro. Não, então
não é green flag, é red flag. Red flag.
Daí você acha essa ruim? Eu não acho
ruim não. Ai, foi Deus que me deu. Achei
bem ruim. Acho bem ruim. Para que botar
isso no carro? Foi Deus que me deu. Não,
mas tem ades. Acabou o negócio de
adesivo de carro, né? Tem pouco agora,
né? Tem pouco adesivo de carro hoje em
dia é, eu sei, mas esse foi Deus que me
deu. É Deus que me deu. É propriedade
exclusiva de Jesus, entendeu? Aí não dá
carona pros irmãos. É hipócrite. Não,
hoje em dia eu vejo que os adesivos de
carro eles são mais minimalistas. Que
nem a gente fez uns adesivos na igreja,
mudou do cristianismo para as igrejas.
Teve teve essa essa volta. Fez os
adesivos na igreja. A ideia nem era pôr
no carro. A gente fez eu nem sabia que
ele resistia a ficar no carro. Olha só.
Mas algumas pessoas da igreja ficou lá
no carro e resistiu. Tá lá no carro. E é
da igreja. É, mas ele é bem meninalista
assim, bem pequenininho, né? E isso tem
mesmo. O pessoal põe adesivo da igreja.
É mais da igreja do que símbolos do
cristianismo. Teve a fase do peixinho,
né? Peixinho era legal, né? O peixinho
era legal, bem melhor que de igreja, na
minha opinião. É, em Campinas tinha a
igreja do Nazarena, ela fez uma uma
época, um adesivo que era umas mãos
assim escrito nas mãos de Deus. Legal.
Uma série de mensagens. nas mãos de
Deus. E todo mundo sabia que era da
Nazareno. Então, todo mundo que via
aquele lá sabia que era da Nazareno.
Aham. Mas nem todo mundo que colocava
era da Nazareno. Sabia que quem fez foi
Nazareno, entendeu? Sei. Cara, eu ia
criar um transportando ovos no
porta-mala. Assim, quem pegou essa
transportando ovos? Você pode fazer um
adesivo de caixa de ovo em 3D no vidro
de trás em cima do Ex. Exato. Quem pegou
essa dos ovos carro? Quem pegou esse? Ou
então já sei. Melhor a gente põe um
adesivo que a caixa de ovo vazia, sem
ovo nenhum e põe assim: "Aqui Deus vai
no banco da frente." Exato, mano.
Sensacional. Sensacional. Quero esse
esse adesivo eu colocaria. Mas olha só,
tinha um adesivo e tinha um adesivo que
eu não sei se é é muito bom, cara. Isso
é mitologia evangélica das antigas. Não,
mas acho que a galera não é que o
pessoal refresca, né? O pessoal
refresca. Mas, ó, eu sério, comenta aí
agora, nesse momento, pausa o vídeo e
comenta. Sei do que vocês estão falando,
não sei do que vocês estão falando. No
final a gente vai revelar essa história
para quem não sabe. Exato. Aí tinha esse
adesivo da Nazaren e tinha um adesivo
católico que eu não sei se é no Brasil
inteiro, mas tinha muito em Campinas,
que era um terço. Era um terço formando
a Ave Maria, formando bandeira do
Brasil. Ah, uma bandeira do Brasil.
Exato. E tinha da Ave Maria também. É,
mas ela tá no meio. Ah, tá. É, tinha
tinha essas variações. É, o texto
formando bandeira do Brasil ou formando
Ave Maria. É. E às vezes a gente tava
andando no na rua e via um carro com os
dois. Uhum. Tinha o da Nazareiro e tinha
o da Igreja Católica. É isso. Eu acho
que é a pluralidade. Sabe qual que é o
nome disso? Trânsito religioso. Trânsito
religioso. Aliás, tem um BTC muito legal
com o Ricardo Bitum. O nome, cara, eu
acho que é trânsito religioso ou muamba
teológica. Não, não lembro agora. Muamba
teológica. Mas é isso, eu vou botar o
link aqui que a gente fala sobre essa
pluralidade, né, de de das pessoas que
frequentam vários movimentos ao mesmo
tempo. É, Mochileiros da Fé, tenho quase
certeza que é esse o nome, Mochileiros
da Fé, porque acho que é o título do
livro do Ricardo Bitum. Gente, de
qualquer forma é um baita episódio, ouça
lá, tá bom? Mochileiros a fé sobre isso,
ficar mudando de igreja. É, ele fala
sobre esse trânsito religioso e tal,
sobre essa essa falta de compromisso que
as pessoas têm com uma instituição e
tal. Talvez esteja mudando um pouco mais
agora, porque de fato as church elas têm
pegado a galera mesmo e feito fazer
parte. Eu acho que tá tendo um pouco
isso, cara. Na verdade, você sabe o que
que eu acho é que é difícil hoje você
fechar uma coisa porque é uma
pluralidade muito grande. Tendências,
elas estão tão rápidas que elas geram a
sua negação quase que instantaneamente.
Geram uma tendência, gera. Quer ver uma
coisa? Ex. Quero. Church são bastante
secularizados na estética. Certo. S.
Shoppings. Parece shoppings. Estética de
shopping. Não é nem essa questão assim,
a estética do culto mesmo. Sim. São
cultos bem chutos. Isso não tem muita
simbia cristã, é bastante baseada.
Basicamente o culto é minha igreja de
ontem também foi basicamente do mesmo
jeito. Louvor, mensagem, pá pá. Certo.
Na igreja do Cacau não tem momento de
ofertório. Não tem momento de ofertório.
Achei interessante. Aí tem. Ele tá três
meses sem salário. Mentira. Mentira.
Mentira. Mentira. Mas aí tem o casquei
aqui e aí tem ao mesmo tempo essa
geração que corre para church também tem
a tendência que corre para as questões
mais sacramentais e e clericais também
tá tendo esse avanço, cara. Eu vi hoje
no muito doido isso quase que com uma
tendência gera sua negação. Quase que ao
mesmo tempo. Exato. E aí aumentou o
número de batizados católicos adultos.
Aumentou. Exatamente. Mas essa é uma
essa é uma tendência geral. nos Estados
Unidos, aumentou na França. Isso é o
conservadorismo e a galera acaba indo
pro pro catolicismo. Eu não acho que
isso explica todo fenômeno, não. Eu acho
que isso é uma maneira que a gente
evangélico gosta de olhar para ficar
atribuindo a outra coisa. O cara
sinceramente virou católico, pô. Ex.
Não, eu acredito que sinceramente ele
virou católico. Agora também não nego
que há um há há um modismo, há uma uma
tendência dos evangélicos também também.
Vários, várias, enfim, ó. Importante
importante é isso. Importante é o que
importa. Roda a vinheta, Rafa, que hoje
nós vamos responder várias perguntas.
Vivo Talka apresenta PT Papo, uma
conversa regada bíblia, teologia e
risadas.
Muito bem, muito bem, muito bem. Começa
mais um betpapo de número. Põe na tela,
Rafa, porque eu estou gravando vários
aqui na Casa do Cacau. Cara, que que é
isso? 85 86? Eu não sei. Rafa, põe o
número que for na tela. Vai agora bem
grande. Corrisa.
É, então. E essa pro lugar errado, para
variar. E essa é a idade de Cristo. E
hoje nós vamos responder várias
perguntas. A primeira pergunta que eu
recebi de alguém que eu já não lembro,
tinha que explicar na igreja a piada da
idade de Cristo, né? É porque eu fiquei
com muito medo de você est ensinando
minha igreja que Jesus morreu com 83
anos. Exato. Seria muito triste. Daí o
David, o o Dan Brown estaria certo,
estaria certo. É porque ele fugiu da
cruz e foi casar com Maria Madalena e
morar na França. O Den Brol contou essa
história, não é? Ele acho que ele no
código da 20 ele reproduz alguma coisa
aquela história do no islamismo, né? Que
Jesus não morre na cruz também, mas ele
vai pra Índia, né? Foi pro outro lado.
Não, eu não sei para onde foi na
história do D Broll, mas é a última
tentação de Cristo Escorcés. Eu gosto,
apesar dos cristão falam, eu gosto,
cara, porque é isso. E acho que os
cristãos falaram mal desse filme, não
entenderam o filme, não entenderam o
nome do filme porque é a última tentação
de Cristo. Vou te dar um spoiler no
final. Não, não, não, não, não, não,
não. Eu vou assistir
porque ele ressuscita. Aí o que
acontece? Vamos lá. O tem um Não, deixa,
vai, vai muito. Deixa lá. A pergunta, ó,
tem uma pergunta que eu sei que existe
um meme, um meme ateu dessa pergunta.
até o expor é até o expor e a pessoa fez
a pergunta o seguinte: "Olha, Deus manda
nós, não precisa botar na tela, tá bom,
Rafa? Vai no freestyle aqui." Ah, mas
vai ser essa então. Várias, mas vamos
começar com essa. Eu acho que ela não
rende um episódio inteiro. Rende, mas
tudo bem. Vamos, Não, eu vou manter um,
vou manter. Eu quero responder outro.
Tá, vamos lá. A pergunta é a seguinte:
Deus manda nós amarmos os inimigos, mas
por ele vai queimar os dele? Não é, é? É
um meme, é um meme ateu, né? é meio que
uma uma pegadinha ateica, né? Eh, e a
galera joga assim: "Ah, Deus manda amar
os inimigos, mas vai queimar os dele".
Pois é. Mas a verdade é, Deus vai mesmo
queimar os inimigos no lago do enxofre.
Pois é. Queimar no mármore de fogo. Eu
acho que a gente tem uma visão. Não,
isso eu já misturei aqui. É, o mármore é
outra religião. É outra religião.
A Globo, a Globo fez história.
Ai, ai. Eu nem sei se é dito isso de
verdade no islamismo. E eu nem sei. Eu
sei que na novela da Globo falava, né?
Agora se falava também. Porque tinha
tinha um filme evangélico antigo chamado
Atrás do Sol. Hum. Era desses filmes
Gospel, né? Sim. em que um cara vai
estudar no ocidente, se converte com o
cristianismo e aí acaba o curso, ele tem
que voltar pra família dele. Aham. E num
lugar que tem charia, tal. E aí a galera
ah, um cristão tem que ser mandado para
trás do sol. Para trás do sol. Caramba.
Aí eu falo, mano, acho que a galera fica
inventando, né? Mármore do inferno atrás
do sol. Colocar na frigideira do capeta,
frigideira do capeta. É legal. Ela é,
não sei, não sei. Talvez os muçulmanos
falem isso, não sei. Ela é aquela que
não gruda tatuara que não é o cara
grudando eternamente. Mas e aí cacau?
Deus manda mal os inimigos e vai queimar
os dele no final. Mas sabe qual seria o
círculo pior de ser queimado na
frigideira do do inferno? Não. O cara
que tem que lavar a frigideira depois.
Acabei de lavar duas frigideiras aqui.
Tabal. Por isso e é um inferno isso. Mas
então, vamos lá. Vamos lá. Vamos lá.
Vamos lá. sobre queimar no inferno.
Primeiro, é uma boa pergunta, ainda que
eu não concordo com a a gente chama
visão, existe uma visão sobre o inferno
cristã, protestante
que coloca Deus como o agente ativo da
punição no inferno. Vai estar lá agindo
o seu direito de juiz, de estar lá
punindo os pecadores, é, condenando e
tal, nesse sentido. E tem textos que
apontam um pouco nessa direção, né,
conforme, não, o cara não tirou do nada.
Éo. E aí ele tá lá agindo daquela
maneira. Agora, o quanto esses textos
são
eh literais ou não, aí tem debate sobre
ele. A a questão do inferno no Novo
Testamento, ele é super complexa, tá?
Muito, muito, gente. O inferno não é uma
parada fácil de definir no Novo
Testamento. Muito mais difícil ainda de
enfrentar, né? Espero não passar por
essa. Espero estar com Eu quero estar
Não, nada a ver. Errei a música. Tá.
Então aí eh, mas essa é uma visão da com
a qual eu não concordo. Deus ativamente
punindo a galera assim com um standarte,
um tridente lá. O tridente é o diabo,
né? Só queimando ali, né? Deus aí e eu
tenho que que aquelas pessoas que falam
Deus está no céu, como também está no
inferno. No inferno ele está como e eh
juiz. Exato. Exato. No céu manifesta a
graça. No céu manifesta, no inferno
manifesta juío. Ex. Eu eu tenho um pouco
de dificuldade com isso, né? Hum. Porque
eh
eu não acho que a doutrina da
onipresença tenha que levar essa
consequência da atividade de Deus.
Obviamente Deus não tá ausente ou
ignorante sobre o que acontecerá no
inferno, mas a questão não me parece
essa. A questão me parece mais o
seguinte, a e eh as consequências
do afastamento de Deus. E aí eu vou pra
visão clássica do inferno, que é a visão
de que o inferno é azeita. Aze, ou seja,
quando a Bíblia fala que ele vai lançar
os inimigos no lago do fogo, não quer
dizer que ele vai estar lá ativamente
punindo essas pessoas, porque ele que tá
jogando a o carvão, entendeu? Mas por
que isso? Porque eh é difícil tentar
essa tua posição, mas eu entendo ela. Eu
acho não. Ela é visão clássica, na
verdade. É ausência de Deus. A visão
clássica. A visão agostiniana, por
exemplo, é essa, né? Tá, né? De que o
inferno é ausência de Deus. Mas não é
ausência de Deus, porque Deus não tá.
ens Deus, porque é privado essas pessoas
um relacionamento com Deus, é privado
essas pessoas a a vivência na graça e no
amor de Deus. Essa que é a questão,
certo? Então isso é uma consequência de
uma vida de pecado que já leva isso a
já caminha por esse caminho. Só para
tentar entender a tua resposta. No caso,
assim, ó, é que eu ainda vou explicar,
mas tudo bem. Vou falar, vai que eu não,
eu queria dizer o seguinte, é que na
verdade não é que Deus vai queimar. Ah,
ele manda mesmo amar os inimigos, né? Já
no Antigo Testamento há uma ideia muito
clara de cuidar dos inimigos, né? De não
retribuir, né, o mal com o mal, né,
assim e tal. Ainda que temha outras leis
que falam, né, a a lei da, como é que é?
Olho por olho, dente por dente e tal,
né? Isso tinha também no Antigo
Testamento, mas tinha vários cuidados
com o inimigo também. Enfim, e foi de lá
que Jesus tira, né, amar os inimigos e
tal. E Deus de fato tá a todo momento
manifestando a sua graça para todos, né?
Nós inclusive éramos inimigos de Deus,
né? Ou seja, eh, e eu não sou culpado
pelo pecado de Adão, eu sou culpado pelo
meu pecado, entende? Mas nasci na
condição de Adão e sou culpado pelo meu
pecado. Então, de alguma forma, Deus dá
chance para todos se arrependerem. Por
isso que a missão da igreja tá aí para
pregar o evangelho e tal também, né?
Então, não é que Deus vai lá e ele ama o
inimigo, não. Só quer dizer que Deus ele
ama o inimigo, entendeu? Ele ama os
inimigos dele. Mas a minha questão não é
nem essa. A minha questão eu queria
fazer essa colocação. É a minha questão.
Mas assim, o que acontece depois mesmo?
Exato. Por que o que acontece depois?
Depois a pessoa não é que Deus vai
queimar a pessoa, a pessoa foi para lá.
Então é o que alguém, é o que alguém
falou já, alguém não sei quê, que o
inferno, ó, tem alguém usando, alguém tá
trabalhando aí. Muito obrigado por
trabalhar nesse horário. 10 horas da
manhã. Não, tem que esperar a gente
gravar. É o nosso trabalho, porque o
trabalho dele é mais importante que o
nosso. É, nesse caso. É. Tá bom. Vai.
Não, não. O nosso é muito importante,
mas a gente não tá no estúdio Exato. E a
gente e a gente não tem culpa que o cara
tá na casa dele usando furadeira. Exato.
Tudo certo. Obrigado, vizinho do cacau.
Você pode usar de boa. O o negócio é o
seguinte, agora exagerou. Agora, agora,
agora é aquela broca, aquela copa, o
serra copa. Agora você reclamou vai
abrir a porta. Mas aí o que que
acontece? O que o que Deus tá fazendo é
deixando essa pessoa nessa eh nessa
consequência de uma escolha que ela fez
na vida. Tudo bem? num caminho que ela
segue afastado de Deus. OK? E alguém já
disse isso, que o inferno é um grande
monumento a independência humana. E é
mesmo. Uhum. Porque na verdade, pensa um
pou
Eva para fora do paraíso e fala assim
para que eles não comam do fruto e vivam
para sempre? Aí você fala: "Meu, mas que
maldade! Por que comer do fruto e viver
para sempre é um problema? Por que não
deixa viverem para sempre? A morte é tão
terrível. Por que que Deus vai privá-los
de viver para sempre? Ah, deixa eles
viver para sempre. Qual o problema? O
problema é que se a gente vivesse para
sempre na condição de pecado que a gente
vive, esse mundo seria exatamente o
inferno. Porque o inferno é exatamente o
mundo na maldade do pecado em que se
vive para sempre. É exatamente isso.
Então, a morte que Deus dá ao ser humano
pós Éden justamente graça de Deus para
que o mundo não seja um inferno.
Entendeu? E vou te dizer, eu não cheguei
nessa nessa conclusão sozinho do nada.
Não sabe quem concluiu exatamente essa
coisa sem usar a Bíblia. Attila e a
Marino. Atila e a Marino. Tem um um um
Nerdcast, um Betcast. Não, não já gravou
BT também, né? BT, mas tem um Nerdcast
sobre imortalidade, eu acho, alguma
coisa assim. E no final desse Nerdcast,
o Atna fala: "Mas talvez imortalidade
não seja uma coisa tão boa, porque
imagina os ditadores vivendo para
sempre." Uhum. acumulando mais poder,
mais inteligência, mais sabedoria. Que
que eles vão fazer com isso? Eles vão
ter mais controle, mais domínio e vão
botar mais violência. Então, a morte da
mal dos maus leva a a um limite dessa
maldade. E o mundo só não é um inferno
porque Hitler não viveu para sempre,
porque Stalin não viveu para sempre,
entendeu? Senão o mundo seria muito
pior, tá? Então, infelizmente, a besta
vive para sempre até o dia que ela vai
ser derrotada, mas ela vai vivendo em
você. Ex. Já pensou em instrumento
musical vivendo para sempre?
Instrumento musical? É, não entendi
essa. O Trump. Ah,
a trompa,
entendeu? Então a questão é essa. E
mesma não, não corta não. Não corta não.
Deixa aí. Não. A pessoa é Trum aí que
ass
a gente eu não gosto muito do Trump não.
Foi mal. Desculpa. Eu não tenho, não
conheço ele pessoalmente. Ah, não gosto
da postura pública dele, da política
dele. Não gosto da política dele. Mas
continuando aí, o que que acontece? O
que é golden shower? Não é se não for o
Trump, ele perguntou, mano. Não, foi o
Bolsonaro que perguntou. Capaz, foi
que entrou no Twitter perguntando que
que é Golden Shower. Oi, foi oi. Foi o o
Bolsonaro, mano. Foi o Trump, cara. Foi,
não foi, não foi. Enfim. Mas continuando
aí, que que acontece nessa imagina então
todos os ditadores vivendo para sempre,
acumulando poder e um vencendo afinal só
pode haver um, né? Railand e aí vivendo
para cima. Pô, sabia que cancelaram o
remake com Henry Cavil? Tá ótimo. Enfim,
não me importa. Já o Rander um já é
suficiente, não precisa imaginar. O
outro já não faz sentido, né? Até a
sério eu gostava um pouco. Nossa. Aí
isso seria terrível. O inferno é
exatamente isso, é se vida no pecado, a
parte de Deus, em que as pessoas
simplesmente não morrem, entendeu? Uhum.
Então, ah, mas aí como é que é esse
regime lógico? Ele vai ser absolutamente
caótico, porque não é eh até essas
estruturas mínimas de poder que ao mesmo
tempo que perpetuam violência também
colocam certa ordem, que é espada na mão
do do governo que faz justiça, mas
também faz injustiça, né? Isso também
não vai ter, então vai ser um caos
terrível. Ex. Uhum. Mas de qualquer
forma é uma continuação de uma escolha
de se separar de Deus. Então não é Deus
queimando as pessoas, mas é Deus
respeitando essa vivência a partir dele
que as pessoas resolveram ter. É assim
que eu vejo o inferno. Eu tenho mais
visões sobre o inferno, mas essa é a
resposta dessa pergunta. Se Deus tá
queimando os inimigos no inferno, as
outras questões do inferno, outro, ou
seja, Deus não está queimando, é apenas
uma consequência da vida que levaram
aqui. Legal, cara. Isso me lembra sabe o
quê? É, e isso é Bíblia, porque a Bíblia
também fala que pela medida que nós
julgarmos, nós seremos julgados, né?
Imagina se a gente colocar o nosso juízo
como o Senhor de todas as coisas, nós
seremos condenados, porque aquilo que a
gente condena nos outros, a gente também
erra. Olha só. Não é? Então, a gente vai
ser condenado o tempo todo por nós
mesmos, inclusive. Então, até esse nessa
nesse quesito a gente vai tá sofrendo. A
gente não, mas a gente estaria sofrendo
no inferno.
Ó, inclusive isso me lembrou, cara, Seo
Luiz, ah, no livro dele, O grande
divórcio. Uhum. Cara, eu gosto desse
livro, né? É uma defesa do purgatório,
do Luis, desse livro. Ah, mas ele é
muito bom, é uma história muito legal. E
ele fala, mano, do céu e do inferno. O
livro é uma defesa do purgatório ou ele
tem purgatório no livro? Ele não é é uma
forma do Luiz defender a crença no
purgatório que ele tinha, né? Ah,
entendi. Então, o que acontece? O, ele
fala, eh, mas gente, o livro é muito
bom. Sério, a parte dessa questão
teológica que os protestantes em de
forma geral não concordam, é uma
história muito legal de ler e tem umas
sacadas muito boas. Luiz, né? Luiz, eh,
Luiz nunca é à toa, gente. O que
acontece? Ele fala do céu e do inferno
de forma retroativa. E o que que ele
quer dizer? Ele ele ele diz que é o
seguinte: quando as pessoas estiverem no
inferno,
as pessoas vão ter aquela sensação,
cara, eu sempre vivi isso. E quando as
pessoas estiverem vivendo no céu, elas
vão assim: "Nossa, eu sempre vivi isso."
Entendi. Ele fala que, ou seja, o céu e
o inferno agem de forma retroativa, ou
seja, é a se você está em Cristo, é o
céu já na sua vida de alguma forma. É
bem legal isso. Nosso, deu para entender
mais ou menos? Deu para entender. Deu
para entender muito bem. No nosso
programa sobre galardão, galardão, a
gente falou, a gente tem um programa
sobre galardão da plenitude do
propósito. Lembra que a gente falou
isso? Que que imag que é tão bom você
sentir que você tem um propósito, que
você tá fazendo uma coisa que faz
diferença, que você tá fazendo uma coisa
e no céu a gente vai ter total noção
desse propósito da vida. Exato. Muito
bom. Muito bom. Legal. E aí, inclusive,
do que passou, né? Uhum. Do que passou.
A próxima pergunta, senhor Cacau
Marques, é o seguinte. Não, não precisa.
Ó, a pessoa perguntou Malaquias 3, que é
o texto clássico do dízimo. Malaquias
3:10. Eu tenho uma Bíblia. Cadê uma
Bíblia? Bíblia. Tá. Vamos lá. Mas
Malaquias 3, você tem Bíblia aí? Tenho.
Eh, pastor usa para dizer que devemos
provar a Deus no dinheiro, dar porque
ele devolverá. Olha só, nós temos um
episódio incrível sobre dízimo, um
betcash, tá? Um betecash. Eu e o Mateus
Ortega falando sobre dízimo, que
escreveu um livro sobre dízimo. E
escreveu um livro sobre dízimo. Gente,
esse episódio está simplesmente
muito bom, muito bom mesmo. O link vai
tá aqui na descrição deste betpapo.
Agora, respondendo brevemente essa
pergunta, assim, a gente não vai se
delongar muito aqui sobre a teologia do
dízimo, tá? Porque, desculpa, não vou
balançar a mesa. A gente não vai se
delongar muito aqui na teologia do
dízimo, porque já tem esse BTC
completinho sobre dízimo. Quer procurar?
digita dízimo Bibotalk e mande para cá
os seus 10%, tá? E procura Dízimo
Bibotalk, você vai ver. O primeiro link
que aparece é o a chave Pix do Bib.
Exato. Pode mandar para cá. Eh, aí o que
acontece? Você vai ter um vídeo meu
antigo que tá bom ainda também e vai ter
esse vídeo com Mateus Ortega. Mas cara,
o que me chama atenção nessa pergunta
aqui, Cacau, é que o pastor usa a Bíblia
para dizer que devemos provar Deus. Eu
acho que quando você tem esse apelo de
tipo de coisa assim, já tá pedindo
oferta de maneira errada. Já na minha
opinião. Também acho. Também acho.
Entendeu? Assim, olha galera, vamos
fazer teste com Deus e tal. Não sabe por
quê? Sendo bem sincero,
quando você fala esse tipo de coisa,
desculpa, B, você tá pedindo para as
pessoas,
cara, eu vou vou falar meio pesado aqui,
eu acho. E esse é o tipo de pergunta que
eu tenho medo de responder, porque eu
não sei como o pastor falou, não sei que
o pastor, às vezes o pastor bom que
aprendeu isso errado, isso é um ponto
importante. Vamos fazer muito bem criar
um problema. Às vezes não é um
mercenário da fé, não. Às vezes ele
aprendeu isso, ele também faz isso na
vida dele e ele tá errado também. Ex.
Exato. Ex. Então a gente fala com muito
temor que a gente fala. Mas o problema
desse tipo de fala é que você tá
ensinando as pessoas a serem responsável
responsáveis com seu dinheiro para
ofertarem na igreja, quando muitas vezes
essas pessoas não têm condições de serem
responsáveis nesse ponto e elas
deveriam, na verdade, serem o alvo dos
dízimos e não a fonte dos dízimos,
entendeu? Então você distorce a teologia
do dízimo e pessoas que deveriam receber
dinheiro da igreja tão doando o que não
tem paraa igreja. É, e isso é uma
distorção terrível. Há a despeito da
própria parte exegética que já tá errada
e de toda parte, sabe, do contexto de
Malaquias, o que é que tá sendo dito,
completamente diferente do que acontece
na igreja hoje. Mas não vou nem entrar
nesse ponto, eu vou entrar no risco que
é você fazer esse tipo de apelo, você
fazer esse tipo de fala. Uhum. quando o
o que o texto pode nos falar, não esse
texto exatamente, mas a visão do
dinheiro que pode nos levar a um
desafio, é uma mentalidade muito
diferente dessa. Eu acho que todo
cristão deveria fazer uma uma reflexão
sobre consumo, tá? E pensar o quanto a
gente gasta dinheiro com coisas que a
gente não deveria gastar
e quanto parece nos faltar para coisas
que deveriam ser prioridades. E
prioridades deveriam ser o outro,
especialmente, né? gente que precisa da
nossa ajuda. O dízimo, inclusive, um
parêntese aqui, Cacau, eu escrevi um
capítulo extra pro meu livro chamado
Igreja Armada, que vai ser entregue na
Bienal do Rio de Janeiro, dia 14 de
junho. Tá bom, Júlio, eu não li esse
capítulo, então o meu prefácio não
considera esse capítulo. É, favor, desc
ele coloque agora. Exato. Muito bom.
Muito bom. É dia quando que é Bienal? É
julho, né? 14. 14 de julho. Bienal do
Rio de Janeiro. Vai ser a maior Bienal
dos últimos tempos. 14 de julho. Olha
só. Vai tá, vai tá o Iago lá também. Ó,
o Iago no meu Iago Martins vai estar no
stand da M do Cristão e às 17 horas eu
vou estar no stand da da Thomas Nelsonar
num e depois no outro. Exato. E lá eu
vou entregar um capítulo extra. Gente,
eu tô errando. A Bienal é em junho.
Junho é 14 de junho a Bienal. Eu errei.
14 de junho. Aliás, Rafa, quando eu falo
errado lá no começo, já coloca piscando
junho. Junho. Ele errou. É junho. Sério,
para ficar bem claro. Então, ó, dia 14
de junho estarei na Bienal do Rio de
Janeiro, tá bom? A senha é entrega a
partir das 10 horas no stand da Thomas
Nelson e eu estarei às 17 horas lá, tá
bom? Entregando um capítulo extra para
quem for lá bater uma foto. B, mas eu já
comprei o livro na pré-venda. Leva o seu
livro, tá tudo bem. Você pode levar o
livro ou comprar lá no stand, ganha o
autógrafo e o capítulo esse da mesma
forma. Bima, mas eu quero o capítulo
extra. Eu moro aqui no Rio, eu moro aqui
em Catanduva.
você em breve, talvez a gente
disponibilize ele. Carapicuíba, a gente
vai distribuir no site da Thomas Nelson,
não sabemos ainda, mas é exclusivo num
primeiro momento para quem for na
Bienal, dia 14 de junho. E nesse
capítulo extra eu falo sobre Igreja
Armada e cara, e aí eu fui estudar um
pouquinho sobre esse lado social do
dízimo. É assustador, tipo, é assustador
no sentido que como a gente foge desse
propósito social do dízimo, que já está
ali claro no Antigo Testamento,
principalmente no terceiro ano, a cada
três anos, ele era completamente social
o dízimo. Ou seja, é o que o Cacau falou
no início da fala dele, é o dízimo não
para eu entregar, mas para eu receber.
Exatamente. Aí a gente faz esse tipo de
distorção, entendeu? Eu deixa um
parêntese aqui. Eu tô te cortando, sou
teu amigo. É porque muitas vezes, e
lembrando, gente, nós não estamos
questionando a índole desse pastor, pô.
Não é nossa, nem conhecemos, mas é que
muitas vezes junto com essa deixa ver
quem que mandou a pergunta. Ah, ela é
bem ativa aqui e o pastor sabe Não, tô
brincando, não conheço, não conheço, tô
zoando, tô zoando. Ah, mas muitas vezes
junto com essa fala vem a ideia do, né,
de semear para colher mais, que já me
faz uma confusão com que Paulo falou aos
Coríntios, entendeu? Então assim, vem
esse lance que é Deus quase vira um
banco, né? Ou seja, cara, você põe R$
100 aqui, entendeu? Você vai colher mais
dê e Deus te devolverá. É. E tipo, cara,
não é assim, entendeu? Não funciona
assim, sabe? As ofertas do Novo
Testamento. Ex. É, então assim, quando
mas o lance do desafio, né, voltando pro
consumismo, vamos lá. É porque eu ia
puxar o negócio de provar Deus. Eh, às
vezes a gente tem uma visão um pouco
racional dos nossos gastos. E aqui eu
não tô falando que a gente não pode
gastar dinheiro com diversão, temento,
lazer, pode. Nend. Eh, o que a gente tem
que tomar cuidado é o quanto a gente eh
rouba
de Deus no sentido do que a gente pode
fazer com o nosso dinheiro para justiça.
Cara, isso é roubar Deus novo T. É isso
que é roubar Deus. Então, eh, às vezes a
gente vê uma situação aí, que que
acontece? Eu, eu faço muito essa
pergunta para mim às vezes, viu? Às
vezes eu vejo uma situação assim que eu
que eu uma oportunidade de ajudar. Em
geral, eu eu quase sempre eu ajudo, sim,
né? Eh,
mas às vezes eu fico tentado, falo:
"Cara, mas não tá exatamente no melhor
momento do mês para eu fazer isso, tal".
E eu falo assim: "Não, mas essa pessoa
não vai ficar desamperada, não vou
deixar ela desamparada, entendeu? Vou
chamar alguém para ajudar, tal, mas ela
pediu ajuda para mim, eu não pedi pro
outro, entendeu?" Uhum. Aí eu pego e aí
uma um pensamento que me ajuda a provar
é esse. Cara, eu só tô na eu não eu não
tô nessa situação porque eu não ganhei
dinheiro, porque eu não tive um salário
que me sustenta. Uhum. Eu tô numa
situação que eu acho que não posso
ajudar porque eu gastei com bobagem. Aí
eu falo: "Então agora, entendeu?" Uhum.
Boa, boa refleção. Eu vou eu vou ajudar
a pessoa com esse dinheiro que, que
gente, eu não tô falando de me fazer
falta, não, tá? Eu tô falando só da
tentação, da gança que a gente tem.
Uhum. Eu vou ajudar uma pessoa com esse
dinheiro. Por quê? Porque com isso eu tô
sendo fiel a Deus. Eu não pensei duas
vezes para gastar com besteira. Eu vou
pensar duas vezes para ajudar uma
pessoa. Ah, mas e se faltar? Não, porque
eu não pensei se faltar quando eu gostei
com bobagem. Agora para ajudar o outro
eu tenho certeza que não vai faltar. Ex.
Porque pro outro já tá faltando. Exato.
Entendeu? Então pro outro não tem nem
essa pergunta. Então a questão é essa.
Nesse sentido, seria provar Deus no bom
sentido. Exato. Cara, não, mas não, pera
aí. Então voltar porque para isso Deus
me deu esse dinheiro. Se Deus me
continuou me sustentando, com gastando
com bobagem, eu ajudando o outro, ele
não vai me deixar. Não tem ninguém que
ficou pobre porque foi generoso demais.
Olha aí na história da humanidade não
existe isso, entendeu? Então muito bom.
Muito bom, gente. Então é isso. E sobre
esse lance, é o momento de ofertório. A
gente até falou de fato, a igreja do
Cacau não tem momento de ofertório. A
igreja que eu congrego atualmente é o
momento do ofertório, praticamente é só
uma comunicação mesmo. Agora é hora das
ofertas. você tem aqui, né, o o
gasofilácio e o Qode no banco e tal.
Pronto. Também a gente conhece várias
igrejas, né, que o momento do ofertório
ele é bem light, ele é bem, entendeu?
Assim, eh, eu, mas eu não sou contra
também. Se dar uma palavra um pouco mais
elaborada, eu também não sou contra.
Agora, tem que ser muito bem feita essa
palavra, entendeu? Porque a gente cai
muito no risco de cair na barganha com
Deus. Precisa, você precisa pesar.
Você tá dando essa palavra para quê?
Certo. Uhum. Uhum.
O melhor para instruir. Eu acho que às
vezes assim é é legal instruir. É isso
que eu ia falar. A melhor maneira de
abordar qualquer questão de dinheiro do
púlpito é para instrução. Uhum. Não é
para motivação. Exato. Não é para
motivar as pessoas a darem. É para
instruí-las sobre o que é dar. Exato.
Entendeu? Para elas saberem. Elas tem
que tomar uma decisão e isso. Isso vai
passar por um conhecimento que ela tem
do orçamento dela e não você. Então
ficar insistindo, chacoalhando, né?
eh, chacoalhando a a mangueira para ver
se cai fruta. Não é, cara. Tu eu
lembrei, eu inclusive tem uma aluna da
EBT que ela me mandou uma um ADM e ela
tava viendo essa crise, olha só você, e
a IBT tem aberto muitos olhos dela e
tal, porque ela passou por um tempo de
escassez financeira, consequentemente
acumulou dívidas nesse tempo e agora o
emprego dela tá começando a render
alguma coisa. E ela veio me perguntar se
ela dava o dízimo ou pagava dívida.
Uhum. Gente, essa pergunta não deveria
existir. É o o tal do dilema de di, né?
Dilema o quê? Didi. Com dízimo ou
dívida. É o dilema de di. Exato. Esse
dilema dilema de di. Você já passou pelo
dilema de di, dízimo ou dívida? Não
deveria existir. É óbvio que você vai
glorificar a Deus limpando o seu nome,
entendeu? O nome de Deus vai ser muito
mais glorificado. Você quitando as suas
dívidas, você podendo dormir um pouco
mais em paz, entendeu? a igreja não vai
fechar as portas porque não teve o seu
dízimo naquele mês, entende? Então
assim, eh, tendo que obviamente não vai
o dinheiro todo para pagar dívida,
exato. Isso não te exime de ser uma
pessoa generosa com o resto, entendeu?
Só que você é igual um negócio, eu falei
para ela assim, olha, dá uma oferta,
entendeu? Assim, tipo, é legal você
porque assim, é legal ter uma parte dos
orçamentos, é legal ter uma parte dos
orçamentos que vá paraa oferta na
igreja, porque a igreja ela sobrevive da
oferta dos fiéis. Isso é fato. E aí que
é um negócio sobre isso, a questão do
padrão, como eu ensino na igreja assim,
ah, o que eu diz 10% se clar, eu falo:
"Gente, olha, isso era um padrão do
Antigo Testamento para um tipo de oferta
bastante específica do Antigo Testamento
chamada dízimo." Exato. Que não era
dinheiro, era grãos e alimentos. Novo no
Novo Testamento ele aparece, aparece e
lá com Jesus falando em Mateus. Eh, aí
tem um debate sobre isso ainda lá Jesus
falando no sermão do monte, ainda fala
uma realidade de velha aliança, sei que
lá, tal, el tem um certo discussão sobre
isso, não? importa tanto nisso. A
questão é que no sentido eclesiástico
não entra esse tema dessa maneira. Ele
nunca entra dessa maneira. Uhum. Então o
que que faz? Eu falo como as pessoas
identificam na Bíblia esse padrão no
Antigo Testamento e identificam até
alguns vão argumentar antes da lei,
porque Abraão deu o dízimo e tal. Como
elas identificam isso? Então elas
algumas usam esse padrão e algumas
igrejas usam esse padrão como sendo o
padrão bíblico no Novo Testamento. Não
é. Humum.
Mas eu particularmente a minha pessoa,
eu uso esse padrão como padrão mínimo.
Eu, mas eu não imponho isso para
ninguém. É assim que eu ensino na
igreja. Eu falo dessa maneira. Eu, a
minha família usa esse padrão como
padrão mínimo. Ah, mas se você não pode
naquele mês porque de fato apertou, teve
uma emergência financeira, tudo bem você
dá menos, entendeu? Deus assim, ô
vacilou, vou liberar o gafanhão. Não é
nem isso. Tudo bem você dá menos como
padrão também, porque o padrão não é
esse. Desde que você reconheça que tudo
que tá na sua mão é de Deus e você vai
usar para frutos de justiça, entendeu?
Você não vai usar para jogar no
tigrinho. Exato. Tá? Nem um centavo.
Você não vai usar para bet nenhum.
Nenhum centavo você vai usar pra
justiça, seja alimentar sua família,
seja se divertir. Sim, porque a palavra
de Deus fala na Eclesiástico para
aproveitar do fruto do seu trabalho,
seja para ajudar os outros, que é uma
coisa que a gente faz pouco, deveria
fazer mais segundo o padrão do Novo
Testamento. Exatamente. Seja para
ofertar na igreja, seja o que for, tudo
é de Deus e tudo dado a você de graça
para você usar segunda a vontade dele.
Cada gasto é esse gasto é um gasto que
glorifica Deus, gaste, entendeu?
Inclusive para ofertar na igreja, não
vou glorificar mais a Deus ofertando
mais na igreja. OK. Não, eu vou
glorificar mais na igreja, realocando
esse recurso para outra coisa e
ofertando meso bem. Agora veja, seja
sensível às necessidades da sua igreja.
Em geral, eu não acho que as igrejas, no
que eu vejo em geral, não, não posso
falar isso.
A maior parte das igrejas com que eu
tenho contato, eu não posso nem fazer
uma porcentagem, mas as que eu tenho
contato, elas não estão correndo risco
de fechar as portas por esse assunto, a
não ser igrejas que passaram por outros
problemas, tá? Que aí tá com membebesia
muito reduzida por causa de algum outros
problemas, tal. Aí não é o problema que
as pessoas são pouco generosas. Não, não
é por isso não. Não é porque as pessoas
são pouco generosas, não é por isso, tá?
Porque tem poucas pessoas e poucas
pessoas porque ela já teve muita, tem
uma estrutura muito grande para manter.
Aí aconteceu alguma coisa divisão de
igreja, sei lá, qualquer coisa, ela
diminuiu muito. Aí um problema muito
sério, tal. Mas em geral, igrejas que
estão normais e tal, elas não tão
passando o perrengue para se manter.
Elas podem estar com dificuldade para
alcançar certos objetivos, mas para se
manter nem tanto. Mas seja sensível à
necessidade da sua igreja. Participe da
igreja porque a igreja é sua também.
Humum. Vai sair um capítulo no livro que
a gente vai lançar juntos, que eu vou
falar sobre trabalho na igreja e envolve
isso aí. Legal. Muito bom. Muito bom.
Fique atento às necessidades da sua
igreja. É uma fala importante. Cacau,
que palavra, a pessoa perguntou para
mim, né? Que palavra que o Cacau Marques
lhe passou para falar em um casamento?
Gostei muito, gente. É o seguinte, essa
pessoa tava no casamento? Como é quea?
Ah, não, você citou no É, eu não gente,
que aconteceu? Eu fui convidado para ser
padrinho de um casamento. Cheguei no
casamento, no na cidade do casamento, na
cidade do casamento, né? Na cidade do
casamento e fui jantar com os noivos na
noite anterior. E aí o noivo já soltou
essa para mim, cara, o, né, o pastor que
vai celebrar o meu casamento, inclusive
um noivo muito querido de nós dois.
Exatamente. Muito querido. Não vai falar
que não vamos expor, não vamos expor
ainda. Que ele gostaria de ser exposse
igual que ele gosta, mas vai expor o
pastor. O problema é esse. Ex. É o
problema é. Aí ele falou assim: "Olha,
eh, o pastor, eh, que vai celebrar um
casamento corre o risco de não chegar,
porque ele está em outra cidade, tal,
tal. Mano, se ele não chegar, eu queria
que você fizesse a palavra de casamento.
E eu nunca preguei em casamento, nunca,
porque eu não sou pastor de igreja. E
aí, mano, eu falei: "Mano, eu topo". Só
que assim, eu falei: "Olha, mano, mas eu
não vou fazer aquelas partes de aliança
ou de voto, isso aí eu não sei fazer,
não vai dar." Agora a palavra eu levo.
Quem fez essa parte aí? O pastor dele, o
pastor local deles, mano. Moral da
história. Liguei para quem? pros meus
amigos. A gente tem um grupo no
WhatsApp, galera. Vou ter que talvez eu
pregue num casamento amanhã. Preciso de
um norte, de uma pregação rápida,
bacana, tal. Cacau me deu. Cacau, tu
lembra qual foi que é o o padrãozinho
que tu usa, né? Lembro? É, a gente tem
uns quatro, cinco sermões para
casamento, a gente fica avaliando. Ex. E
aí no fundo moral hisora, chegou no dia
ele e falou: "Mano, tu que vai dar a
palavra porque de fato o palestrante é
teve gente a o sistema aéreo aí do
Brasil é atrasa a vo cancela do nada".
Enendeu? É, não, não foi culpa do Não
lembrava. Ah, então não teria problemas.
Não, não foi culpa do palestrante. É
porque de fato ele ele ele o voo que ele
tinha que pegar simplesmente foi
transformado. Acho que eu tava
confundindo com outra história. Mas
enfim, que que acontece gente? O esse é
uma dos bons de casamento que eu presto.
Muito bom. Eu peguei essa estrutura do
cacau, botei a minha cara e foi
maravilhoso. Pegou umas dicas do Vittor
também. Peguei. Ah, é verdade. Eu juntei
com coisas do Vittor também. É verdade.
Mas que que acontece? Eu sempre volto
pro pro texto de Gênesis, capítulo 2.
Uhum. quando fala lá, por essa razão,
deixará o homem, seu pai e sua mãe, se
unirá a sua mulher e serão os dois uma
só carne, né? E falo em cima dos três
verbos que tem lá, né? Deixar, se unir e
ser, né? E ó, lembrei aqui, ó. Casar é
deixar, casar é unir. Casar é ser. Isso
que é o deixar pai e mãe. Então, você
passa a ter um novo núcleo familiar.
Isso é importante, entender os limites
em relação aos pais e aos sogros.
Existem limites agora, tá, que antes não
haviam, mas agora é uma unidade
autônoma, tá? Então se resolva entre
vocês. Os pais continuam como
conselheiros, como pessoas importantes
na vida, como gente que é honrada. De
fato, aquilo que se fala, ah, ganhou um
filho, não perdeu uma filha, é verdade,
ou melhor, deveria ser verdade. Nem
sempre é verdade, mas deveria ser, né?
Deveria ser isso mesmo. Agora, é um
apego paternal de ambos para com os
quatro, né? Se se tem quatro, né? Quer
dizer, já morreu alguém. Eh, mas é um
deixar, é um deixar, é o seu núcleo, é
sua casa, é um é um um lugar de
autonomia ali, tá? É uma esfera de
soberania.
Beleza? Esse é o primeiro verbo, deixar.
O segundo é unir, né? Unir é unir mesmo.
Agora não é mais duas pessoas vivendo
separadamente. Vocês têm
responsabilidades uns com os outros,
vocês têm eh eh cuidado com o outro. Uma
coisa que às vezes eu uso e Atos 2 fala
de uma realidade de igreja em que
ninguém considerava seu nada, tudo era
de todos, né? E aí eu digo que aquele
era um mover específico, especial do
Espírito Santo que durante o próprio
Novo Testamento ele parece que já não
acontece de novo. É Paulo falando lá, ó,
quem trabalha também não come porque
você dava rolo. As viúvas, realmente
viúvas você ajuda. As outras você manda
trabalhar o casar, né? Então ele vai
botando critérios. Mas em Atos 2, se
mover de Espírito Santo, que é assim,
nada é seu, tudo é de todo mundo. E aí
eu digo, o único lugar onde o Senhor
ainda acontece é no casamento, né?
Porque no casamento tudo é dos dois.
Então isso então é unir. É unir, certo?
Mas todo mundo que casa cumpre os dois
primeiros verbos. Todo mundo. Todo mundo
que casa deixa pai e mãe. Todo mundo que
casa se une. É muito raro quem casa. E e
lembrando que o deixar pai e mãe não
significa que necessariamente você vai
desamparar pai e mãe. Às vezes a mãe
precisa ser cuidada, vai morar junto com
o casal, o pai, tudo bem, essas são e eh
coisas importantes que que acontece, né?
A questão é mesmo entender. Agora é um
núcleo familiar novo, po, mas todo mundo
deixa pai e mãe num sentido, todo mundo
se une, mas ser é um milagre. E tem
muito casamento que a gente que é ser
uma só carne, né? Tem muito casamento
que a gente vê muito longevo, vai até a
morte mesmo, que a morte você pare e que
a vida inteira só cumpriu os dois
primeiros verbos, que foi o deixar pai e
mãe se unir, passar a vida inteira unida
até a viuvez, mas nunca foram uma só
carne. E eu sei que ser uma só carne em
Gênesis tem o contexto sexual e tal,
também tem, mas não é só isso. tem um
aspecto espiritual dessa visão de Deus
de unidade, que é ser um em diversidade,
como a própria trindade é esse tipo de
exemplo trinitário que acontece dentro
do casamento. E aí a gente precisa de
Deus para cumprir a plenitude de um
casamento, que é chegar até o terceiro
verbo. Só em Deus o terceiro verbo
acontece, que é o ser uma só carne. Essa
que é muito bom, viu? Ó, ó. Então, a
estrutura é casar é deixar, casar é
unir, casar é ser. É isso. Acabou,
calça. Não, faz mais uma aí uma. Vamos
lá vitória. Vai. Pastores são
intocáveis, pô. Mas e a frase não toque
no ungido do Senhor é bíblico.
Pastores não são intocáveis. Essa frase
não é sobre pastores. Ex. É bíblico essa
frase está na Bíblia, né? Não toquei nos
meus ungidos, mas é sobre o povo de
Deus, meus amigos. Sobre o povo de Deus.
Ex. Ela é usada num contexto do rei.
Quando Davi fala de Saul e tal, tem um
contexto parecido. Ela tá falando do
povo de Deus, mas ela tá falando
especialmente do ungido do Senhor Jesus
Cristo, né? Para nós agora, o ungido do
Senhor é Jesus Cristo. Então aí tem essa
questão, né? Nós devemos entender esse
cuidado de Deus em Cristo, porque agora
no Novo Testamento ele é um ungido e
consequentemente o seu povo. Exato. E aí
nós temos que que não tocar ungido
nenhum, né? Exato. Exato. E ninguém, né?
Essa fala ela foi muito forte no
movimento pentecostal por anos. Eu acho
que hoje deu uma diminuída, aliás eu
também não tô mais no movimento
pentecostal. Ando meio por por fora
assim, mas eu já ouvi muito isso de
falar. A última vez que eu ouvi isso aí
foi o Malafia falando uns bons anos
atrás, uns 10 anos atrás. É, né? Se o
pastor fizer, é, problema é dele com
Deus, deixa ele, não sei o que lá, tal.
É, não, não, o problema é dele com a
igreja, sim. Tá. Então assim, gente, se
é assim, eh, pastor não é alguém
especial na comunidade, tá, gente? Ah,
mas ele tem autoridade? Tem sim. E aí
você procura aí, ó, os limites do
discipulado e sobre a cultura da honra.
Nós já falamos muito sobre isso, tá?
Sobre o o quanto um pastor se mete na
minha vida. Nem nada, nada. Ele só te
aconselha conforme a palavra de Deus, te
orienta, entende? Então assim, é até
desconfortável, né, Caca?
É porque é óbvio que o pastor vai se
meter na vida da ovelha que chega, né,
do casal que chega diante do ali do do
gabinete pastoral e falar: "Ó, a gente
tá separando aí". Óbvio que o pastor ali
vai fazer uma intervenção bíblica.
Bíblica, né? Só que ainda assim vai
compartilhar sabedoria. Compartilhar
sabedoria. Exato. Pastor não tem que
dizer o que você tem que fazer ou não, o
que você tem que comprar ou não, o que
você tem que, onde você tem que
trabalhar ou não, entendeu? Então assim,
a gente tem que tomar muito cuidado,
entende? Qual o, qual a
qual a criptomoeda que você deve
investir? Exato. É porque tem, porque
tem, entendeu? Então assim, a gente sabe
que infelizmente existem muitos imaturos
na fé e aí tem pastores que, por amor
até essas ovelhas, acabam se metendo
bastante na vida delas. Mas aí também é
complicado. E essa pessoa e eu não tô
dizendo que esse pastor é um lobo, é até
um homem de Deus, bem intencionado, mas
cara, é, não é a função do pastor fazer
isso. Então ele tem que pregar para as
pessoas amadurecerem na fé. E
respondendo a sua pergunta, ninguém na
igreja eh é intocável, entendeu? São
nesse sentido de de incriticável, mas
ele no sentido da do cuidado, do
cuidado. Todos nós temos que ser
cuidados, disciplinados, todos pastores
também. Não, não é uma classe
espiritual. Falo bastante isso no meu
livro, tá bom? Como estornar? Pelo menos
no caso de Davi, Saul tocar era matar,
né? Não era criticar. Criticar Saul era
criticado demais. bastante os profetas
faziam muito isso, né? Então assim, não
matis os seus pastores, isso aí, por
favor, já é um bom, é um bom começo, né?
Nem ninguém Exato. Não enveneneis os
seus pastores, esse tipo de coisa,
rapaz, tá na modenamento, tá na mod
envenenamento. Então assim, por favor,
tá, não façam isso. No caso da
evangélica não dá, né? Porque assim, tem
algumas tradições que que, por exemplo,
o vinho só o sacerdote toma, né? E a e
as hóstas o pessoal come. Aí se quisesse
matar só o padre, você ia botar o
envenenamento. Mas no caso dos
evangélicos, todo mundo toma dos
calcezinhos, né? Aí não tem jeito não.
No caso do evangélico você põe na nota
de dinheiro que o pastor vai contar o
dinheiro lá.
Deus abençoe até o próximo betpapo. Se
ele quiser se permitir, fiquem todos na
paz do Senhor Jesus. Valeu,
rapaz. Tá mal que aconteceu. Cag
Marques. Quando você fala roda vinheta,
eu sempre penso a vinheta rodando e o
Silvio Santos perto assim, entendeu?
Não, não, não. Eu penso só a gente
chegando na tela assim. Ah, aí aparece,
entendeu? Faz o efeito aí, Rafa. A gente
chegando. Não é difícil. Não, não Rafa.
Ah, ele pega um promp lá. Enfim, vamos
lá. Muito bem chatt.

Tags: