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A fé vem pelo ouvir

EU TENHO AMIGOS EM TODO LUGAR – ANDOR | CONTEMPORAMA #094

EU TENHO AMIGOS EM TODO LUGAR – ANDOR | CONTEMPORAMA #094

EU TENHO AMIGOS EM TODO LUGAR – ANDOR | CONTEMPORAMA #094

É isto! Guilherme Iamarino, Giovanni Zardini e Pedro Pamplona comentam sobre a grande e maravilhosa surpresa que é a série do universo Star Wars: Andor! Vem com a gente lutar contra o Império!

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[Música]
Com grandes poderes vem grandes
responsabilidades.
Poderes cósmicos, terabites infinitos,
dobras temporais, velas aromáticas e
jantares românticos. Tudo o que o nerd
sempre desejou em um só lugar. Junte
seus neurônios, pegue seus son de
ouvido, mantenha as mãos e pés dentro do
veículo e se prepare para nunca mais
pensar da mesma forma, porque é isso que
acontece quando dois pastores e um
seminarista se reúnem para discutir
cinema, séries e cultura.
Você está ouvindo?
Contemporama.
[Música]
Este programa é uma produção, dois dedos
de teologia. É isso, estamos aqui para
mais uma semana, mais um episódio de
Contemporâ maravilhosamente reunidos
aqui para discutir. Você que é fã de
Star Wars, chegou o seu momento ou
finalmente chegou o seu momento. Então,
para discutir sobre a série maravilhosa,
uma obra de arte andor. Eu tô aqui com
eu sou Giovanardini,
pastor e também curto esse universo de
uma galáxia muito distante. E fazendo um
crossover aí com baixo clero, temos aí
uma figura que já apareceu algumas vezes
no contemporâ de novo, finalmente em
vídeo conosco está. Fala pessoal, Pedro
Pamplona por aqui também. Sou pastor e
fanzaço de Star Wars. E Guilherme
Marino, tenho amigos em todos os
lugares.
Cara, isso aí muito legal. Ei, eu acho
que isso é uma boa uma boa tese assim
pra gente começar, porque conta muito
sobre o estilo do da série Under, né?
Então, se você aqui nunca viu essa série
ou ficou só sabendo, fugiu assim dos
seus olhos porque você estava odiando
Star Wars recentemente e tal e perdeu
essa maravilha, saiba que Andor é uma
série inusitada de Star Wars,
provavelmente incomum de Star Wars. E
ela tem essa tônica toda de meio
espionagem. Então isso que o o Pamplona
falou, que é uma frase que o Cassan
Ander fala, né, para se identificar
quando ele está em segredo, é muito
legal. é, é um estilo de série bem ah,
interessante e ao mesmo tempo que traz
um teor Star Wars que a gente desejava
muito ver. Então, pra gente já liberar
assim, poder falar com spoilers, etc.,
vamos discutir um pouquinho sobre o a
ambientação de Andor, né, que é uma
série que começa em 2022 com a primeira
temporada e a gente pode falar um
pouquinho sobre ah todo o contexto da
onde que está, etc. para ir já ir
alimentando a nossa discussão. Quem quer
falar primeiro? Eu sempre indico endor
para principalmente para quem já viu
Roge. Rog One fez muito sucesso e foi um
acerto assim da Disney gigantesco,
né? A do começo ao fim Rug One é
excelente. E aí a gente ficou naquela
assim, poxa, a Disney vai lançar uma
série do CIA Endor, quem quer ver?
Ninguém quer ver, o mais sem graça de
todos.
E se for na mesma pegada dessas últimas
séries que estão saindo aí, tipo livro
de Boba Fet,
Obi Onean, né, Guilherme Marino? Também,
eu gosto de Obian, não falem mal. Uma
pessoa que eu conheço que gostou de
Obian.
Hello there. É. E aí, cara, nós fomos
surpreendidos com uma obra de arte assim
inigualável para mim. B, inigualável.
Para mim, Endor, é uma das coisas assim
que é uma prickle da pricle, né? Se uma
pricle já não é legal, uma prickle da
prickle. É isso aí. Mas cara, aqui está
uma prol de verdade, né? Conta-se a
história que vem antes de Rog One duas
temporadas, né? Essa é a ambientação da
série. E, cara, assim, e tem muita coisa
para falar aqui nesse episódio, né?
Porque o problema de você fazer uma
preol geralmente é porque você já sabe o
fim da história. Você sabe quem vai
sobreviver, você sabe quem vai morrer,
você sabe o que vai acontecer, né? Só
que And ele dribla isso tudo, cara, com
um roteiro
história magnífica, cara. Eu vejo que
não tem como falar de Endor sem falar de
Rog One, como a gente já tá fazendo, né?
Sim. meio que de retrospectiva, mas é
uma é um filme pro futuro da série. Mas
eu acho muito ousado. Rogue One foi
maravilhoso, é lindo, é sensível,
conseguiu trazer o assunto tanto da
revolução, o assunto central de Star
Wars, né, que julgo eu, é esperança,
inusitada, esperança. Sim, Rog One tem
tudo isso. é uma turma de rejeitados, de
distintos, de desencontrados que vão
fazer o que vão fazer e um filme que
termina em si mesmo. Isso que eu chamei
de de ousado, assim, eu achei muito
corajoso o projeto Rogue One e esse
espírito tá na série. A série traz esse
esse fim em si mesma, embora ela não
pretenda ser eh gigantesca. São duas
temporadas que realmente encerram um
ciclo. Eu não sei se vocês sentiram
aquela pegada de gladiador no final. Não
sei se pela pelos campos de trigo, mas a
sensação ali de paz. É, é,
principalmente com aquela música no
final, né? E acho que assim, o Tony Gil
Roy, que é o showrunner da série, o
escritor assim, que propôs a série a
como produtor executivo. É lógico que o
Diego Luna participou e provocou, né?
Ah, tudo isso, mas o Rogue One faz esse
sucesso dentro do intercurso meio dúbio
para Star Wars, que era o lançamento dos
episódios, né, quando você tem o sete, o
oito e o 9, que eram episódios que
potencialmente eram gigantescos, mas
acabaram flopando muito, principalmente
com a camada de fãs antigas de Star
Wars. E aí você tem um filme que ele é
um grande sucesso. Eu fui no cinema ver
na pré-estreia na época e, cara, todo
mundo saiu assim impressionadíssimo com
o filme. Impressionadíssimo assim. E aí
é lógico que passa bastante tempo e a
gente entra em 2022 e tem o Diego Luna
propondo Under. A gente já naquela vibe
de tipo, tá todo mundo querendo sugar
dinheiro a e querendo ganhar dinheiro a
a rodo e tal. Só que você vê uma
proposta que ela é pro Tony Groy na na
nas entrevistas que ele fala que ela é
bem difícil de conseguir porque você já
tem um começo com um final definido.
Então isso te dá um limite de tempo e de
trabalho para você construir a história.
E eu acho que assim, é, ele conseguiu
provar que a gente não precisa de
temporadas atrás de temporadas atrás de
temporadas, sabe, para fazer uma grande
história, sabe? E essa toda essa
ambientação assim de olha, vamos
entender o que aconteceu antes da
batalha de Avin, né, que é a batalha do
episódio 6, que é quando de fato a
aliança Rebelde ela ganha. Então o
episódio seis Star Wars, ele tem essa
grande vitória. A gente vê lá o
finalzinho com o Luk, o Ransolo,
Princesa a Leia lá ganhando as
medalhinhas e etc e tudo mais, mas só
que para esse dia chegar, coisas muito
importantes aconteceram que estão para
além do episódio 4, sabe? No episódio 4
a gente já viu alguma coisa, sabe? Eh,
Luke Skywalker, o próprio Ransolo, eles
estão meio à parte de todo essa aliança
rebelde. Eles vão ser jogados na
história, como qualquer herói é e tudo
mais, mas só que o jeito que eles
contaram o envolvimento de cada
personagem, é lógico que a gente tá
falando do Cor aqui, mas tem vários
outros, né? Exatamente. E assim, eh, o
que a série faz, bem como o Rogan também
fez, que Star Wars não tinha feito com a
profundidade que é feita, é a questão do
sacrifício.
O que o que você falou, Gui, de tanta
coisa importante aconteceu pra gente
chegar na coroação depois da batalha de
Arvin. Teve sacrifícios e eu acho que
tanto o filme quanto a série trata desse
tema com com muita beleza, né? com muita
sensibilidade, muito sacrifício, muita
renúncia. O os filmes clássicos, a gente
tem um pouquinho disso ali numa renúncia
de deixar a casa, deixar o passado. Aí
quando a gente vai para pra
questão da cultura Jedai, a o não
matrimônio, a renúncia da família, mas
ainda é muito leve perto do que a gente
vê que é muito mais visceral, né? o
campo de guerra, a renúncia, a enfim,
eh, o Star Wars clássico, ele tem uma
jornada do herói assim bem abstrata, né?
É aquela jornada do herói mais, acho que
mais distante de nós. Ela é mais
infantil também, quase mitológica. É,
exatamente, né? Mas o você tem algo mais
infantil e agora a série ela trouxe algo
um pouco mais adulto e que toca
justamente nesse nesse tema do
sacrifício e da confusão da história das
pessoas ali no dia a dia, porque elas
não estão lutando só pela revolução, mas
tem a vida dela envolvidos, né? Tem os
relacionamentos, os amigos, né? A
família, uma busca a pela irmã, uma
busca por uma mãe adotiva, né? Os laços
que foram construídos, né? A gente tem a
questão de um filho depois, que é um
final assim que a gente fica, meu Deus,
e agora o que que vai ser no Rog?
Cara, você sabe o que acontece, né? É,
você exatamente, você sabe o que vai
acontecer e você fica com coração na
mão, então é um pouco mais adulto e
realmente mostrou essa parte do
sacrifício. E é por isso que eu digo
para todo mundo e eu fico recomendando
assista endo, assista, porque nunca mais
você vai assistir Star Wars da mesma
forma, nunca mais você vai olhar pra
rebelião da mesma forma, porque a galera
deu a vida por aquilo ali, entendeu?
Então dá muita profundidade para Star
Wars e pro próprio Rog One, né, Andor?
Sim, trás esse esse cara, esses caras
perderam muito para tá aqui. Esses
clanos da Bora da morte, eles não vieram
de um download, de um robô apenas, né?
Quando vocês terminaram, vocês viram o
episódio 4? Cara, eu quero ver, mas eu
não vi ainda não. Eu vi endo e aí já
tava meia-noite assim e aí eu fui
assistir Rog One de novo. Foi dormir de
madrugada que eu tinha que assistir Rog
One. Tem que emendar com Roge. Prit. É,
o Rog eu vi, mas façam esse favor pra
vida de vocês. Vejam o episódio 4
depois, cara. E agora não faz sentido o
título. O título não faz sentido agora.
Sentido. É, é, é assim. Posso falar do
final? Posso falar do final do de Andor
pra gente falar do episódio 4? Vamos,
vamos, cara. Tá de ponta cabeça, mas
assim, uma nova esperança. A a a B está
segurando o bebê, ela tá naquele lugar
pacífico. O bebê chora, ela fala: "Ir is
OK". e olha pro horizonte, mas com um
olhar sereno de uma esperança renovada.
Cara, aquela mensagem tá ali com apenas
essas duas palavras, tá tudo bem? E ela
acalma o bebê dizendo: "Há uma esperança
pro meu filho que tá aqui no meu colo".
Aquilo ali para mim é muito forte com o
que vai emendar com quatro, né? É belo,
muito bem. toda a jornada da Big com
toda a jornada do próprio Andor. A gente
tá falando aqui de um grupo de heróis
que, tipo, viveu a rebelião e um assunto
que existe no na série do Andor, acho
que primeira temporada ela começa muito
bem mostrando isso, que é a opressão do
império. Então, o que o episódio 4ro, o
episódio 5, episódio 6 tentaram pincelar
para nós, mas a sua própria maneira, por
causa da do fluxo narrativo, o próprio
estilo de filme, a própria parceria com
o Steven Spielberg, a própria direção do
Jorge Lucas, etc., deixou bem mais leve
isso e mais voltado para esse lance e
herói vilão. Então, Luke Skywalker,
Dieve Vader, Luke Skywalker, D Vader,
tudo muito eh dualista nesse sentido.
Então o Andor ele vai visceralmente
mostrar que como mostrar como você vê as
consequências de um império opressor,
sabe? é como que as pessoas vivem
durante o domínio de um império que é
opressor, que é ditatorial, que não liga
para as pessoas e as consequências de
você achar que você está do lado do
império e no fundo você ser eliminado
pelo império como um desconhecido, que é
o caso dos personagens que estão
alinhados, né, ao império, que é o
Patargars, eh, o próprio Krenik. Você vê
também a aquela Dedra, ah, você vê o
Seel. Então, todos esses personagens que
estão ali, eles estão vivendo o império
e você vê destaque para eles. Isso que
eu gostei muito, sabe? A destaque, a
complexidade, a esse primeiro personagem
que aparece que tem bastante destaque no
começo da primeira temporada e na
segunda, que é o Sido, eh, ele tem
aquela relação com a mãe dele, doentia,
sabe? Aí você entra nisso. Est É
estranho. Que personagem bom, né, cara?
Que personagem bom.
Ilão, né? E do cara do império e ele e a
Dedra são personagens. Ele tem ambição,
né? Tipo, ele fica, não, eu quero isso
tudo mais. É. E eles são assim, cara,
eles são completamente destruídos pelo
império também. Você tá vendo que o
império ali ele tá, ele vem oprimindo
inclusive os seus, né? Os caras são
descartáveis total e eles ninguém tá nem
aí para eles pro que eles querem, né? O
cara inclusive é usado como uma
marionete ali pelo próprio império,
descartado. Então a primeira temporada
ele lá perde o posto porque ele ele quer
ser o certinho, porque ele quer se
destacar, porque ele quer fazer as
coisas. Aí ele vai ser jogado num outro
trabalho completamente administrativo,
no nossa, muit e isso é muito legal,
tipo a a construção, roteiro, diálogo,
tudo muito legal. Aí ele se destaca, ele
é descoberto. Aí colocam ele para fazer
um negócio num outro planeta que tá
servindo de bote expiatório para uma
revolução. Ele vai lá, se envolve, ele
acha que ele tá por cima da carne seca
até o final dele, que ele tá naquela
revolta de Gorman lá na segunda
temporada, dá todo aquele aquela
revolução, tá todo mundo morrendo, o
império atacando todo mundo. E aí ele
encontra o Can Under, que é o grande,
tipo, algo.
Mais. Aí o Wonderor, cara, isso aqui
maravilhoso. O Wonder, o Wonderor fala o
seguinte: "Who are you?" Tipo, quem é
você, mano? Tipo, nessa hora eu falei
assim: "Caramba, sabe?" E é verdade, ele
não sabia mesmo, né? É,
cara, tem uma tem uma cena visual entre
o final da primeira temporada e o final
da segunda com a Dedra e na segunda e na
primeira com Andor que são é a prisão. A
prisão é visualmente um ponto de
encontro narrativo, né? Um é colocado lá
pelo império, o CIA, e vê no império um
alvo de eh de antagonismo e sai dali com
esperança. E ela também é colocada lá
pelo império e fica catatônica. Então o
império gera revolta e revolução no
coração de um e destrói o coração da
outra. Então assim, é interessante a É
isso. É legal o contraponto visual que
tem, né?
É porque esse momento do Andor na
prisão, inclusive é o meio da primeira
temporada e é quando a primeira
temporada ela fica tipo assim, ela já tá
boa, você já tá curtindo, tem lá a Dani,
né, que é todo aquele heist que eles
fazem ali, explode de tudo quando você
conhece um pouco do Luffil, que é esse
personagem que ele é bem um arquiteto
assim, super meio dúbio, inclusive meio
sombrio, meio até É,
eu não sabia se ele era violão, se ele
não era, sabe? Se ele tava do lado de
todo mundo, se ele era um espião. Eu
ficava sempre na dúvida. E aí você entra
no meio da temporada com a prisão do
Cassanor e ele entrando naquele lugar. E
é incrível, cara, como esses episódios
são bons da prisão. As duas temporadas,
as duas temporadas são muito parecidas,
né? Elas começam ali já boas, mas assim
aquele bom normal e elas vão crescendo,
crescendo, crescendo até chegar num auge
assim, cara, teose, né? E esse esse
lance da prisão, cara, é incrível porque
parece uma uma história, um parêntese
mesma par e é mesmo porque tem um
personagem que começa e fecha ali e você
tem onde circles ali dando aula de
atuação, cara, de discurso. É
impressionante. É impressionante. E aí
você acaba fica saber mais qual é a
história desses caras, onde esses caras
vão foram parar. Cadê o on? Não tem mais
nada pra gente. A gente perdeu esses
caras aí, né, cara? Não, mas é
maravilhoso. É, é maravilhoso. Eu fiquei
refletindo nisso semana passada, porque
você tem o Andy Circus, que é esse
personagem que ele tá tentando rodar a
vida dele ali enquanto preso e ele é
chefe e ele é vê o propósito dele ali.
Vou dirigir essa prisão aqui, sou um
preso. Se eu fizer o trabalho
direitinho, eu vou sair mais rápido. Só
que isso é uma grande mentira. E aí
quando todo mundo descobre, é assim a
baita, cara, o Cassenandor convencendo o
Kinoloy, que é o personagem do do
Andrings ali naquela sala enquanto eles
estão falando secretamente, cara, é
maravilhoso, é maravilhoso, sabe? E aí é
é assim, eu eu tô um pouco emocionado
porque é realmente é muito bom, porque
quando eles saem todo mundo, eles fazem
aquela aquela revolta, eles estão
saindo, estão correndo, aí todo mundo tá
caindo, a prisão aquela grandona assim
que cai no mar e eles estão caindo no
mar, estão caindo no mar, ele trava. E
quando ele fala: "Eu não sei nadar",
mano
caramba, que roteiro. É, sabe? Tipo,
isso é um roteiro, entendeu? Mas olha
que legal, a gente vê que a série é
feita com grandes discursos o tempo
todo. Então você vê uma um cuidado de
escrita muito bom. E não só o discurso
dele falando com os outros presos é
muito bom. Sim, mas tem uma
talvez a alma, né, da primeira temporada
é um personagem chamado Nemic, que é o o
jovem que tá escrevendo um manifesto e
ele fala muito de fé. Muito legal esse
personagem. Ele é quem vai fazer o Andor
começar a se convencer de que a vida não
é só sobreviver e de que a vida não é só
para si, mas que existe uma causa,
existe a possibilidade de esperança. E
aí tem um trecho que eu gostaria de de
ler do do manifesto dele. A gente não
tem acesso a esse manifesto. Ele poderia
ter sido escrito por inteiro e nos
poderia apresentar poderia ter um um
arquivo secreto dentro do Disney Plus
aí. Pô, a Apple não fazia isso com
Severance. Faz pro faz uns negócios ali.
A Disney podia fazer. Ele diz assim: "O
império é uma máquina que pensa em si
mesma como invencível, mas eles não
percebem que é algo mais poderoso do que
qualquer exército. Convicção. Convicção
alimenta rebeliões. Convicção constrói
pontes. Convicção transforma medo em
fogo. Cada ato de rebelião é uma pedra
jogada no vidro da autoridade. Algum dia
tudo isso irá quebrar. convicção. Você
percebe que o o Roy adquire convicção, o
Cian tá com convicção. E aí essa ideia
da pedra jogada na janela me lembrou o
conto das janelas quebradas, né? Um dia
um cara quebrou uma janela de um carro,
aí outro passou lá e quebrou mais um
pedaço e uma janela quebrada puxou a
destruição. É uma crônica negativa, mas
o ponto aqui é que aquele ato que eles
fazem na primeira temporada é uma
fagulha de esperança. O império não
caiu, mas ele pode ser ferido e isso dá
convicção pros pequenos que se ajuntam,
né? Então, é, é, a fagulha da convicção
corre, o manifesto trata disso. É muito
legal, é muito inspirador. Cara, esse
manifesto, inclusive, ele ele tá sendo
escutado no rádio, né, pelo paragász
antes dele tirar ali a vida num ato, sei
lá, ele vai ser julgado, ele tá
desesperado. Ele tá vendo que, cara, a
rebelião tomou força, né? aconteceu,
conseguiram o segredo que era não era
para conseguir. Tem, tem uma frase,
cara, que assim, eh, eu trabalho com
roteiro, né, e eu trabalho escrevendo
coisas assim e eu escrevo coisas para as
pessoas falarem, né, e esse esse
roteiro, mas ele é de uma de uma
perfeição assim muito grande. Tem uma
frase nesse nesse manifesto que fala
assim: "A tirania requer esforço
constante". E aí ela quebra, ela vaza. E
a opressão é a máscara do medo.
Inclusive, isso fica, isso fica sendo
repetido, né? A opressão é a máscara do
medo. Eles têm medo da rebelião, por
isso que eles estão oprimindo cada vez
mais. Tô t arrepiado aqui, cara.
Opressão é a máscara do medo. Isso fica
na cabeça da gente, cara. fica
martelando assim quem tá assistindo e
você vai vendo justamente o medo dos
caras do império ali, daqueles que estão
trabalhando mais à frente e como eles
precisam oprimir e como é a opressão que
está construindo a rebelião, né? Porque
é interessante como o roteiro vai sendo
escrito, porque ah o império ele precisa
oprimir e ele precisa oprimir aquele
pessoal ali, aquele plano todo de Gorman
lá. Eles queriam oprimir o país, o
planeta, para que eles saiam de lá, para
que eles possam então minerar lá, porque
tem o o a matéria paraa da morte. E o
Lutem quer a mesma coisa, ele quer a
mesma opressão para que a opressão
levante a rebelião. Então eles estão
assim meio que que alinhados, cara,
porque eles querem a violência, eles
querem que a opressão aconteça, né?
Porque dali vão sair dois caminhos
totalmente diferentes, né? E o que o
Luffen fala, é? E e o Luffen fala: "Eu
fui condenado a usar as mesmas armas dos
meus inimigos". Que daí acho que assim,
já que o o Zardin trouxe um discurso que
eu quero exaltar o Luffil aqui, porque
para mim assim, primeiro Stellan
Scasgard, assim, tipo, atuação
perfeita que, cara, a esse cara atuando,
ele é um gênimo, cara. Dá para ficar em
dúvida quem é o o verdadeiro, né?
Exato. Dá para ficar em dúvida até o
final da segunda temporada quem é o
verdadeiro. Tem um trecho na primeira
temporada que ele tá colocando a peruca
lá e ele tá meio que treinando os
movimentos dele, vendedor de de
colecionador, etc. Cara, é maravilhoso,
assim, maravilhoso. Mas ele tem tem um
personagem que é o Lon, que ele trabalha
no império e ele é ele trabalha ali
perto da Dedra, do Patargars, ele tá ali
espionando e tal, e o Lone sempre fica
encontrando com o Luffen e o Lone chega
numa hora que ele tá meio questionando
assim, tipo, ele tem e família, ele fala
assim, ó, não aguento mais, eu quero
sair e tal. E o Luffen tá convencendo o
Lone de não sair, falar assim: "Você é
importante, você precisa estar ali, a
gente tem uma missão maior do que a as
nossas vontades. A gente tem tem Ele tá
tentando passar essa coisa, sacrifício
da maneira do Luffen, mas é aquela
maneira muito sórdida assim, porque o
Luffen também é o cara machucado pela
angústia, sabe? E machucado por esse
caminho assim meio que obrigatório. Aí o
Lone ele fala assim: "Tá, mas o que que
você tá se sacrificando?"
Aí o o Luen fala, eu vou ler o o
discurso inteiro. Ele fala assim:
tranquilidade, gentileza, amizade, amor.
Eu abri mão de toda possibilidade de paz
interior. Eu fiz da minha mente um lugar
sem sol. Eu divido os meus sonhos com
fantasmas. Eu estou condenado pelo que
eu faço. A minha raiva, o meu ego, a
minha falta de vontade de me render, a
ânsia por lutar me colocaram num caminho
sem volta. Desejei ser um salvador
contra a injustiça, sem contemplar o
custo. E quando eu olhei para baixo, já
não havia chão abaixo dos meus pés. Qual
meu sacrifício? Eu queimei minha
reputação pelo futuro de outro. Eu
queimei a minha vida para possibilitar
um alvorecer que eu sei que nunca verei.
Agora o ego que começou essa batalha
nunca teve um espelho ou uma plateia ou
até mesmo uma demonstração de gratidão.
Então, qual é o meu sacrifício? Daí ele
grita, né? Everything. Ele fala tudo,
sabe? Nossa. E ele é no mesmo discurso
que ele fala, ó, eu tive que usar todas
as armas do meu inimigo contra a o meu
próprio inimigo. Cara, isso assim é de
um de um peso dramático tão grande
assim, cara. Eu arrepio. Foi, foi nesse
episódio, cara, e nesse discurso que eu
percebi que eu tava assistindo algo de
outro nível, assim, de outro patamar.
Foi nessa, foi nesse momento que eu
falei assim: "Cara, Endor tem algo
especial que nem um outro produto de
Star Wars tem sim e que poucas séries
tem. Foi foi nesse momento, cara, que eu
percebi assim, cara, ah, isso aqui é
histórico." Exatamente. E aí eu acho que
é a gente vai percebendo, sendo
conduzido nessa percepção de que a causa
leva a sacrifício. Não se viverão, não
se viverá grandes coisas sem grandes
perdas.
a Momófma, né, tá, ela tá sacrificando
ali na na performance dela, né, a
mentira, a identidade falsa. E aí tem
uma coisa nesse arco do personagem que
ela é uma senadora, né, e infiltrada,
que luta pela causa e vive uma vida de
fachada. É a dança dela sem sorriso. Ela
dança, ela dança, ela dança, ela bebe e
não sorri. Então ela tá em ambientes
fechos da filha dela, né?
Exatamente. É um arco muito doloroso. E
bom, ela é um exemplo, a gente citou
outros de renúncia. A segunda temporada
parece que eles cancara essas renúncias
e e vai nos mostrando assim a causa que
eles estão vivendo. Aí eu volto no Nemc,
ele fala uma frase assim: "A liberdade é
uma ideia pura no manifesto dele." Aí
você vai vendo que assim, você não
precisa argumentar sobre liberdade.
Liberdade tá intrínseca no coração. A
gente precisa viver isso. Então, quando
os personagens vão percebendo o tamanho
da causa e alguns já estão vivendo essa
percepção, eles estão dispostos a abrir.
E aí o Csian vai vivendo também essa eh
percepção crescente de renúncia à causa
Vale e a e a disputa dele pelo amor da
BX. E a BX chega a ponto de falar:
"Olha, há um amor maior que você pode
viver e vi". Chorei prdel, cara. É o
ápice de falar assim, você não tá
vivendo mais para sobreviver. Você tá
vivendo por algo maior. Não é sobre
você, é sobre outros, é sobre futuro,
não é sobre o seu amor, é sobre o amor
em si, né? A vida. E aí a gente não tem
como não pensar no evangelho, né? Jesus
falou algumas frases que a gente tem
dificuldade de de encará-las num
primeiro momento. Aquele que não deixa
eh pai e mãe, aquele que não se torna
adversário de pai e mãe por causa de
mim, do evangelho, Marcos 8, né? Tome a
sua cruz e siga-me. Parece que envolve
morte, envolve renúncia, mas é a causa,
é a esperança que o evangelho fala, né?
Aqui você percebe esse esse tom de
renúncia por algo que vale a pena viver
e morrer. Sim, esses personagens todos
eu usei recentemente num sermão. Tava
pregando em Mateus 11, que é o trecho
que João Batista ele envia os seus
discípulos e ele pergunta através dos
seus discípulos para Jesus, né? Eh, é
você o que haveria de vir ou a gente tem
que esperar outra, né? E aí Jesus ele
ressalta, olha ó, os sinais do reino
estão acontecendo. Cegos vêm, coxos
andam, eh leprosos são purificados,
surdos ouvem, mortos são ressuscitados,
aos pobres está sendo pregado a as boas
novas e tal. E ele fala de João Batista,
ele ele exalta João Batista, ele fala:
"Nenhum eh nascido de mulher foi maior
que ele". Com no entanto, o menor no
reino dos céus é maior que João Batista.
E ele ele fala sobre João Batista como
profeta prometido e tal. Aí você vai
entendendo a coisa e eu conecto com o
Andor a partir desse discurso todo ah do
Nem, a partir do da fala do Luffen Rail,
a partir do discurso sobre a verdade da
Bonfma, a partir da da efusividade do
Saul Guerreira, a partir do Csian,
quando a depois do funeral da mãe dele,
ele vai pro Luffen e fala assim: "Me usa
ou me mata?"
Eh, você percebe o seguinte, todos esses
personagens que a gente já sabe o
futuro, nenhum deles vai sobreviver, eh
eles entregaram e sacrificaram a si
mesmos por um alvorecer que eles não vão
ver. Eles deram a vida deles para um
futuro que não é o futuro deles. Eles
estão entregando para a próxima geração
uma bandeira, uma causa que eles estão
forjando ou participando disso, é, sem
colher a recompensa para si. Eh, o lance
do sacrifício em Andor por uma rebelião
que é maior do que si mesmo é de de fato
um coração descentralizado nesse
sentido. É de fato um coração que vive
uma causa maior que si mesmo. E a
temática da renúncia,
ela é assim crucial e ela é pulsante em
todas as coisas, sabe? Tipo, a cena da
Mfma quando ela fala, né, o discurso
dela sobre a verdade, né, olha, existe
um abismo entre o que tá sendo dito aqui
e a verdade. Se nós eh damos espaço
paraa mentira, nós alimentamos um
monstro e esse monstro vai vir nos
devorar, sabe? É cada cada standup,
sabe? As pessoas elas elas pela
convicção,
elas rígidas diante da verdade e elas
enfrentam e o enfrentamento ele gera a
necessidade de uma renúncia, sabe? É
renúncia de uma família, é renúncia da
riqueza, é renúncia a indo para
anonimato, sem glória, sem fama, sem
holofote, é a renúncia de um
relacionamento, é a renúncia da
sanidade, no caso do sol, sabe? Tipo,
tudo isso, cara, o o luta pela
liberdade, ela envolve um tipo de
renúncia. É isso que eles estão falando.
Quando você luta contra o império
opressor, existe aqueles que vão
renunciar a algo muito importante para
que outros que talvez nem percebam que
esses existiram possam desfrutar de paz
e tranquilidade. Aí você vai pro
episódio seis, quando tudo acaba, eles
estão lá tranquilos, comemorando, sabe?
E e tudo isso foi forjado com lágrimas,
com sangue, com com renúncia, com muita
guerra, luta interior, com quebra de
relacionamento, com decepção, sabe? É, é
muito nítido isso, sabe? as plantas que
chegam, né, da estrada da morte na mão
da Leia, aquilo ali parece algo muito
corriqueiro de uma aventura qualquer.
Entrar nas entranhas, né, da de como
essas esse esse arquivo chegou ali. É,
é, é toda essa dor, é todo esse
sangramento que a gente vê aí, né? E aí,
Gu, você tá falando, eu tô lembrando do
da fala ainda da BX, quando ela fala: "O
nosso amor pode ser adiado ou pode
esperar". Me faz lembrar que pelo que a
gente vive no evangelho, a gente pode
duas coisas:
ser privado de algumas alegrias, porque
as viveremos completamente um dia depois
das dores desse mundo. Em segundo lugar,
o cristão, ele ele é habilitado a passar
pela dor porque ele tem motivo para
suportá-las.
Nós temos condição e convicção para
fazer renúncia e superar dores dessa
vida e mesmo perder certas alegrias,
porque vale, a gente sabe que a gente
vai vivê-las um dia, né? Eles vi, a
série ilustra muito desse dá para
esperar um pouco porque alguma coisa
urgente tá aconte
cara essa essa esse arco da Big ele me
pegou muito, cara. Inclusive eu falei
pro Guilherme, Guilherme, mas eu não
consegui dormir depois que eu assisti eh
endor, é porque assim é uma prolle. E o
que que eu tava pensando na minha cabeça
assim, cara? A Big não tá em Rugy One,
então a Big em algum momento ela vai
morrer, cara. E eu fiquei esperando como
eles vão dar uma morte digna pra BX, né?
Como ela vai sacrificar por alguma
coisa. Só que o que acontece é muito
mais forte e muito mais profundo, porque
não é uma morte, cara. Ela simplesmente
abre mão do Endor. Ela abre mão do Csian
e do amor e de qualquer coisa. E eu
fiquei assim, meu irmão, o Csian
entregou a vida sem nunca ter tido a
oportunidade de ver a BX novamente e de
ver o filho novamente, ver o filho dele
e ver o filho, né, que eu não tinha
visto. E e e a ideia era assim, olha,
quando tudo estiver mais calmo, a gente
se encontra de novo. Só que não deu,
cara. Só que não deu. E aí o sacrifício
dele se torna muito mais profundo, né?
Muito mais profundo. Porque se a BX
tivesse morrido assim, cara, a Big já
morreu, vou me encontrar com ela, sei
lá, eu vou morrer também. Minha vida não
faz mais sentido sem ela, mas ela não
morreu. Ela tá esperando por ele e ele
sacrificou ainda mais assim. Então isso
para mim é um é um brilhantismo do
roteiro. Assim, eles conseguiram fazer
algo muito mais forte, muito mais
emocionante, muito mais profundo do que
simplesmente ela morrer por alguma
coisa, porque ela não vai aparecer no
outro filme. Então isso é uma prol de
respeito, cara. Isso é uma pricol de
verdade, assim que pega todo mundo de
surpresa. E quando ela saiu da cabana
lá, quando o C tá vendo o filme que ela
deixou para ele, eu fiquei pensando
isso, cara. Não pode ser a última. A
última participação dela não pode ser
essa, cara. que é muito doloroso, cara.
É muito doloroso assim, mas muito
profundo também, né? E acabou que foi
foi a foi a última vez que ele se viu. É
agre doce, né? Tipo, é aquela facada sem
anestesia que o Giovanardini, ele fala
que Freiren é uma facada com anestesia.
Essa é uma facada sem. É, vai, você não
espera. E eu acho que eu fiquei do mesmo
jeito que a MOFMA fica quando ela acaba
o discurso. Aí ela vai, ela tem que
escapar. O Andor é selecionado ali para
e ela recebe esse aviso, tem o código I
have friends everywhere. E aí quando ele
fala isso, ela fica, mano, mas o que que
tá acontecendo e tal. E aí ele vai
levando ela e de repente as pessoas vão
morrendo, vem gente e morre, vem gente e
coisa, explode e tal e ela vai e ela tá
assim, tipo, catatônica, porque a vida
dela de cenado, de elegância, de um
lugar pro outro com motorista, etc,
acabou. E aí o Cen fala: "Welcome to
rebellion, bem-vinda à rebelião." É, é,
a vida real bateu, meu irmão, sabe?
Tipo, eh, eh, ah, não é Hollywood nesse
sentido. Você está lutando contra algo
opressor no mundo, não é uma vida
arco-íris, não vai baixar um unicórnio
lindinho com asa e vai te levar para
onde você quiser. E, cara, muitas vezes
no ministério, eh, a gente tem que ser
duro com seminaristas, a gente tem que
ser duro com gente que quer ministério,
etc. Tem que falar, cara, não é uma vida
de Hollywood, porque às vezes você vê
lá, não, porque o cara tem um canal no
YouTube, porque o cara tem uma banda,
porque o cara escreveu livro, porque o
cara prega fora, porque que a a igreja
cresce, etc. Então, às vezes tem esse
abr brilha os olhinhos assim, às vezes
jovens, ah, gente nova, mulheres e
homens, assim, meninas, meninos e tal,
todos não vamos lá, tal, vou fazer isso,
vou fazer aquilo. Só que a vida cristã e
não agora só ministério, mas tudo, ela
não é Hollywood, entendeu? Ela exige
umas renúncias, sabe? Ela deixa você
catatônico em alguns casos e você tem
que permanecer, você tem que continuar,
você é chamado para isso, sabe? Tipo,
para mim, cara, eu não tem assim assim,
eu eu sou rendido a Star Wars, então eu
gosto até das coisas ruim de Star Wars.
Gosto mesmo assim, tipo, gosto, eu
assisto com prazer, dou risada, eu
compro coisa, etc. Agora isso assim,
tipo, é para isso que eu vivi todos os
anos. Depois de de eu ter assistido
aquelas prels lá, finalizando o episódio
3 e todos os anos eu caçando quadrinho
de Star Wars na internet, caçando
quadrinho na banca que não lançava
direito da editora Dark Horse, vendo as
coisas, a todo o Legends, todo um monte
de coisa do império, sombras do império,
etc. Nossa, gente, ó lá. E agora isso tá
em vídeo. Toda essa carga emocional que
já tinha nos quadrinhos e tal, que tinha
profundidade de roteiro, eh, que tinha
substância e que a gente estava sentindo
falta, convenhamos, os três filmes e
algumas séries não estavam dando essa
profundidade. Agora você tem aí, ó,
servido,
cara. E parece que melhora o que já
existia, né? A sensação que eu tenho é
que essa prle da prle melhora. É isso.
Que já tinha. Ela respeita a obra que já
existe, ela não desconstrói. Ela
respeita e ela melhora porque dá
profundidade para aquilo que talvez não
foi nem intencionado pelo George Lucas.
Traz conteúdo que era só uma uma
trilogia de aventura. Era uma camada,
tipo, uma camada da discussão era o
império opressor, o imperador Palpatin,
a a o Tarkin que aparece no episódio
4ro, episódio 5, e aí você tem algumas
logísticas assim do império, mas até
então nada disso tinha sido explorado,
assim, pouquíssima coisa disso na First
order dos livos filmes mais novos e tal,
pouquíssima coisa disso. E agora, mano,
é assim, muito bom. assim, muito bom. A
a eu gostava de ver os episódios quando
chegava naquela hora daquela
reuniãozinha do império que Patargar lá
ele ele tinha que presidir branco.
Nossa, cara, era muito legal isso.
Reunião de conselho de igreja, um monte
presbítero ali.
Brincadeira,
cara. Não, nem
tem um episódio que eu queria lembrar
assim, porque não a gente não pode
esquecer, mas é o episódio do hospital,
cara, que a Cléia precisa invadir o
hospital para Cléia é muito bom. Falar
da Cléia, né? Ah, esse episódio também é
uma obra prima, cara. Assim, é muito
bom. Primeiro o antes, né, de como ele
conversa com a Dedra e e como ele tenta
tirar a própria vida, né? O o luten ele
é um ele ele tanto faz o sacrifício como
ele também precisa fazer a parte difícil
de proteger a rebelião. Então, por
exemplo, ele quando o cara conta o
segredo da estrela da morte para ele,
ele mata o cara o o espião que teve ali
o tempo todo, né? O Lone o tempo todo. E
tu vê o cara no banco e o cara dormiu.
Não, ele tá morto. L o Ludo teve que
matar ele, mas depois ele tá disposto a
se matar também por rebel, né?
tentou, tentou isso. E quando você vai
ver que aquela que é uma filha dele
precisa matar ele, terminar o serviço,
né, cara? É, é muito pesado, bicho. E
esse episódio é bom é muito bom. É muito
bom. Não, e o episódio é bom porque ele
constrói a história e tipo isso é que é
legal. É muito muito. Tem os flashbacks.
O discurso do Luffen com a Cléia
pequenininha quando eles estão num tipo
um restaurante, um café, alguma coisa
assim, e eles já ele já colocou ali e
ele conversa com ela sobre o preço da
rebelião, sobre as renúncias, etc.,
sobre, tipo, o compromisso que ela teria
que ter, sobre como a vida dela e a
percepção sobre a vida mudaria por causa
das decisões difíceis que ela teria que
tomar e levar as consequências e
carregar a culpa disso. E aí quando ela
eh intenciona apertar o botão, né, para
explodir, ele segura e ele mesmo aperta.
E aí você vê, tipo, na cara dela, tipo,
a mudança assim, tipo, era sério a
intenção dela, mas depois que ela vê a
explosão, que ela vê que algumas coisas
vão ter que acontecer para que uma
semente de esperança seja plantada,
cara, a Cléia, inclusive, eu fiquei
achando que ia ter alguma conexão com a
Leia e esperava que isso não fosse
acontecer também. Sim, eu tinha assim,
eu esperava assim, pelo amor de Deus,
que era isso. É, eu falei: "Pelo amor de
Deus, se acontecer vai ser super ruim".
Mas graças a Deus não. Eh, graças a
Deus. Inclusive, inclusive teve um
momento, teve um momento que eu viajei
assim assim, cara, talvez ela se a
galera não pode fazer isso também.
Pensei assim, ela não pode ser a Leia
disfaçada disso, cara. Não pode ser a
princesa Leia.
Mas eu pensei que tinha ia ter alguma
relação, porque elas meio que se parecem
um pouco. Elas usam uma roupa parecida
inclusive depois finais tem o nome
parecido. Parece que tem uma uma é que a
Leia temporalmente é um pouco mais nova
do que a Cléa é na na no anos nos anos
ali, porque ela eh no episódio 4 ela tem
acho que 16, 17 anos por aí. Ela acho
que ela é não chega a ter maior idade e
a L é 4 anos antes disso, né? Hum. Então
ela era uma adolescente, agora a Clé é
mais velha, mas ela é uma personagem é
bem tridimensional, assim, muitas
camadas, ela tem muitas discussões boas
com o Luff
atuação dessa atriz quando ela sai da
sala em que o Luffen está e você vê uma
lágrima é é genial. É genial. O Andor
faz isso também, o Diego Luna, quando
ele ele tá voltando, saindo de Gorman,
por exemplo, tem uma lágrima caindo
dele. É porque você sabe assim, tipo, o
cara é ele está emotivo, ele está
sentindo, ele está aquilo, mas ele tá se
privando da emoção desenfreada, porque
ele tem um papel cumprir, sabe? Tem que
ter. A mesma coisa acontece com o Andor
quando a BX deixa ele. Ele vai lá, tem
um momento de emoção e logo depois ele
vai e ele tá lá reconstruindo o robô e
etc. Tá? Sabe, cara? É muito,
é é uma pancada
boa na gente a Praça de Palme, né? ao
massacre que acontece ali, eu acho ele
muito importante, que tem essa cena do
CIA com os olhos marejados fugindo, dá
para você perceber
a brutalidade da guerra e o senso de
pequenez, né, ao mesmo tempo que com
esperança, né, com com ele ainda está na
ele ainda está na linha, ele ainda tá
avançando, mas com senso assim de
impotência muito grande. Mas o que que
eu acho muito poderoso ali é porque do
massacre da praça você teve testemunhas
oculares, né? Gente que viu o que
aconteceu e esse testemunho eh vai ser
engrenagem pr pra revolução ganhar corpo
na nos episódios seguintes. A gente sabe
que o para muito além dos episódios
seguintes e é muito assim, né? A o
discipulado em Cristo se valeu muito
disso, né? Algumas testemunhas viram
aquilo e porque viram contaram para
outros e esses outros creram e você vai
formando uma engrenagem contra o Império
Romano e sobrevive os primeiros séculos
e tá aqui até hoje, né? Eles mostram
isso da, o testemunho ali a partir do do
massacre,
eh, de forma muito legal, assim, como
que tanto alguns do império também vêm e
se escandalizam, quanto outros, né, que
acreditaram agora que o império não tá
por proteção ou por ordem, né? Todo esse
arco é muito bom, cara. Inclusive,
quando começou, eu fiquei assim sem
entender muito bem assim o que que tá
rolando nessa cidade aí, o que que tem a
ver com a história, mas depois tudo se
conectar e tal, é as aranha, tudo, tudo
faz sentido, cara. E e é legal que
aquele carinha do hotel da recepção, ele
é o cara que, vamos dizer, nomeia uma
nova esperança, né? Porque eles, olha,
rebeliões são construídas com esperança
e isso vira um lema, né? E é dito pela
Jean Nerso.
Na verdade, na verdade o Cenander disse
para Jean Erso e a Jean Erso naquela
roda em que ela tá tentando convencer as
pessoas da da missão dela e para ir
resgatar o pai dela, etc. Ela fala
exatamente isso. Estão feitos na na
esperança. Cara, é bem legal essas
construçõezinhas. Eu acho muito
caprichoso assim, sabe? Sim, esse
personagem que você mencionou, não
lembro o nome dele também, o
recepcionista, eh, ele eh eh mostra um
momento de amadurecimento do Csian, que
nem o Csian aceita, né? Porque ele olha
pro Csian com contemplação, né? O o olho
dele brilha, né? Tipo assim, você é
aquele de quem ouvimos falar, né? É como
se ele tivesse passando essa mensagem. E
o CIA não se permite essa fama, né? E
ele não se permite ser heróico, né? É,
mas o cara olha para ele como quem tá
olhando para um para um herói famoso.
Isso. E ele tem um histórico, né? Quando
ele se encontra com o C pela primeira
vez, ele conta a história do pai dele,
que foi uma vítima ali de Gman também. E
o cara tá lá agora como como informante,
né, ali da participando de alguma forma
da rebelião, né, para ajudar o Cácia
sempre quando ele vai lá naquele hotel.
E é muito legal ver esse ver esse esse
lema que foi que foi criado ali naquele
momento, né? É, é diferente quando
outros prckles colocam assim nomes ou
lemas de uma maneira muito artificial,
tipo ran solo, né, e outras coisas
assim. É, e eu eu confesso que tipo esse
arco assim todo do do Andor indo para
Gorman e participando dessa, porque em
Gorman tá acontecendo uma rebelião
paralela, né? existe essa
intencionalidade. O império quer que
isso aconteça porque daí ele justifica o
massacre, justifica a ocupação. Então
tem isso e ao mesmo tempo a aliança
rebelde eh está tentando auxiliar também
para que isso aconteça. Então os dois
ali estão tentando a mesma coisa. Só que
o povo de Gorman é a menina, o pai dela,
muito inocentes. E aí você vê essa
admiração inocente, essa também
aproximação inocente com o império,
porque eles começam a contar tudo pro
sígil, sabe? E e ali eles é é uma
rebelião muito
assim imatura nesse sentido. E aí você
percebe essas nuances e aí você fala:
"Vai dar muito errado". Vai dar muito
errado quando
agora não lembro o nome da daquela
personagem que é a prima da Movman e a
outra menina lá que elas têm o o
sabe?
E acontece que ela
isso, Velva personagem também não. A a
Vel é a líder, não é? A Vel é a prima da
Momof, mas ela ah, Vel. E aí tem a outra
menina. É, é uma, é assim, é uma, é uma
negra assim, cabelo bem pretinho. É
isso. E aí ela, cara, a cena da morte
dela, eu fiquei pensando nisso porque
eles, elas estão lá, as duas que são
baita guerreiras, elas são, t muita
experiência, elas sabem fazer o que elas
sabem fazer de melhor, elas são enviadas
juntas porque elas querem ser enviadas
juntas. A Vell, ela convence o Luffen de
fazer isso e aí ela morre de um jeito
idiota. numa briga de de rua, sabe? Não
é na rebelião, cara. E tipo, tem coisas
que acontecem na série que elas trazem
uma complexidade das relações ali. E aí
você fala, entendeu? Olha o que tá
acontecendo. E tudo isso vai construindo
o Gorman até o final, sabe? vai
construindo, tipo, a invasão do império,
vai construindo toda a sensação da
população. O mesmo carinha que mata a
outra, ele entra nessa rebelião, depois
ele é um cara que dá opinião. Então você
vê a evolução de personagem sem eh, como
é que fala? Evolução de personagens sem
ser à toa, entendeu? É essa esse
discurso dela da Vel quando aquela
parceira dela morre, cara, é outro
momento que é uma cena assim, talvez de
2 minutos. É, é uma conversa dentro do
carro de fuga que assim, cara, não teria
nada ali se fosse outro roteirista, sei
lá. Mas tem uma conversa lá muito pesada
que o cara tá tentando se desculpar e
dizendo: "Ah, porque assim, ele matou
ela porque desobedeceu, né? Você não
podia estar armado porque alguma coisa
ia acontecer". E a Vel olha para ele e
diz assim: "Ó, não vem me pedir desculpa
não, assim, não vem atenuar, você vai
carregar isso aí pro resto da vida,
porque foi a vida dela que você tirou,
né? E ela tá assim machucada, ela
elogia, né? Ela é isso, ela é aquilo,
você matou. E você vai você vai carregar
isso. E são e essa série é recheada de
momentos assim que são momentos
né? Cenas que apenas conectam com outras
cenas maiores, mas que essas cenas
menores tem diálogos e discursos
excelentes, cara. Assim, cara, e pensar
que Gorman pensar em todos os momentos e
pensar que Gorman tava no Legends, né?
Então assim, agora entra no canon e você
percebe o tanto que nós temos bons
materiais, bons arcos dentro do Legends,
que poderiam incrementar a linha
histórica de uma forma muito legal, né?
Agora eu vejo também nessas eh
desventuras
e também no personagem, numa personagem
que aparece no final, não me recordo o
nome dela, uma sensitiva. Isso foi usado
também no Rog One, né? Uhum. eh, que é a
sensibilidade à questão da força. E eu
não achei que ia aparecer aqui porque
tava demorando e apareceu. Eu achei que
foi muito sutil e de bom tom. Aparece
com o Organa, né? Ele ele fala a frase
clássica pro Csian, né? Eh, que a força
esteja com você. E quando ele tá
chegando, o C tá chegando com a com a
jaqueta emblemática, né?
Eh, a sensitiva olha para ele, é um slow
motion que acontece ali, ela percebe o
Can chegando. Aí você olha para trás as
duas temporadas e pensa: "Cara, a força
esteve com esse cara". Então, assim, a
força tá presente ali numa numa
provisão, né? Numa providência dos
fatos. E a gente sabe que ela vai que
ela vai conduzir até o o a fala do Oban
pro Luke quando ele vai fazer aquele
tiro de um em 1 milhão.
Luke use the force. Então ele vai dar um
tiro com a providência da força e ele
vai acertar. Ou seja, a força tem
interesse nos alvos da rebelião e ela tá
conduzindo essas. Então, o olhar dela
pro C é muito interessante pra gente que
que sabe da história completa, cara. A
força dele providenciando. Tudo
conectado, mano. Tudo conectado. Todos
os eh possíveis furos de roteiro do
episódio 4, eles se tornam agora um
grande fluxo narrativo. Porque, tipo, o
fato do Luke conseguir dar um tiro e um
tiro explodir a estrela da morte é
porque o Gallen Ner colocou o reator ali
naquela posição para ser frágil e para
explodir. E o Gallen Nurso gerou tudo
isso.
participou com Andor, que tem uma
aliança rebelde por detrás, que tem todo
um sacrifício e uma história de
renúncia. E o ciclo então fecha
perfeitamente.
Ó, parabéns pros rotiristas, cara,
porque foi um trabalho do cão para
corrigir. Jorge Lucas tem que agradecer
esses caras. O Jorge Lucas tem que
agradecer porque eles eles fizeram Star
Wars melhor do que já era. Uhum. Disney,
a Disney fez muita coisa ruim com Star
Wars, mas Andim, And melhorou a obra,
cara. Agradece, eu assisti Rog One
depois, né? E uma coisa que eu percebi,
voltando aqui naquele assunto lá do
sacrifício e do Endo e da BX, né, que é
quando eles vão para aquele planeta lá
que já é na quest final, né, assim, onde
eles vão realmente pegar os planos lá da
chora da morte, eles já vão meio que é
uma missão suicida, já tem mais ou menos
essa noção de que, cara, é lá e a gente
vai acabar lá. Mas tem um momento que
inclusive é o o Droid que percebe que
quando eles estão lá perto do cofre e aí
a os storm troopers e o pessoal do
império, a polícia do império tá
chegando e o próprio percebe, cara, a
gente não vai sair daqui vivo, né? É
aqui que a gente vai morrer. E naquela
hora ali, cara, todas as duas temporadas
de Endor fizeram sentido para mim,
assim, tipo assim, naquele momento os
três sabiam que daqui não vai passar, a
gente vai morrer aqui. E aí você lembra
de toda a história que foi construída,
né, do Endor, né, e da Big e de todo o
arco do Endo Luten, enfim, tudo
convergiu para aquele momento ali que
eles vão se sacrificar, né, cara, e que
eles vão que eles vão morrer ali, que a
ch da morte vai tirar a vida deles no
final, né? Então, é, é uma história que
se conecta muito bem, assim, de uma
forma muito muito emocionante, cara.
Muito muito muito mesmo, assim, né? É de
de novo, é uma prel que já melhorou
porque Rog One melhorou uma nova
esperança. Aí você vem com o Endor que
conseguiu melhorar Endor que conseguiu
melhorar Rog One e que conseguiu
melhorar uma nova esperança e o resto da
trilogia inteiro. Então é só aplaudir
mesmo que esses caras fizeram e dizer
que qualquer fã de Star Wars precisa
assistir Andy. Precisa, precisa. Fica a
pergunta, será que o futuro de Star Wars
é só para trás?
Cara, depois daquela república eram, né?
Acho que tinham que esquecer aquela ali
para construir outro futuro. A vontade
que dá é continua daí e vai, né? É,
faz tudo de novo. É, continua aí. Só
tem, é
só prova um fato assim, tem boas
histórias Star Wars que elas não
precisam ser rendidas a um Skywalker,
não precisam ser rendidas a duelo de
sab.
Tudo isso é legal. É legal. Não precisa
ter Palpatini. Ó, o Palpatini não
apareceu. O Palpatini não apareceu em
Andor e fez mais do que na trilogia nova
inteira. Ele é mencionado melhor do que
como um clone.
Cara, eu ia dizer quando a gente se
interrompeu aqui, eu ia dizer a mesma
coisa. Endle é a prova que você não
precisa da Ray Skywalker, da Ray
Palpatini, nada disso, cara. E você tem
agora, pelo menos para mim, cara,
existem dois grandes heróis Star Wars,
Luke Skywalker e Cassander. São os dois,
né? E um não é Jedi, não tem sabo de
luz, não tem nada, cara. É isso mesmo. E
e tipo assim, você tem personagens bons,
atuações boas, assim, acho que a gente
não falou ainda do Sol, assim, embora a
gente já comentou dele, mas, cara, a o
contraponto dele com Luthen Rail, com
toda a base de Avin, assim, esse cara
meio excêntrico e tal, ele tá ali, não,
a hora que o Luen tá falando com ele
para tentar negociar para onde ele vai e
tal, daí o Luen fala assim: "Ah, você
pode chamar o que você quiser". Daí ele
fala assim: "Então vamos chamar de
guerra", sabe? Tipo, ele um cara, vamos
lá, é sangue nos olhos. E aí aquele
menininho que é enviado para ensinar a
mexer naquele detonador com várias
opções e várias combinações e tal e
depois a gente descobre que tem o cara
que é o espião e não um menino. Aí a
hora que ele tá ali numa apoteose da
rebelião maluca do do sol, ele tira o
negócio e o sol fala assim: "Respira,
essa é rebelião, a verdade, a liberdade,
você tem que respirar". Cara, tipo, é
outra camada de maluquícia, de loucura,
de de sabe, de não, vamos lá, a gente
tem que lutar e tem muita gente lutando
de maneiras diferentes e aí eles vão se
encontrando, sabe, até serem convencidos
e o Luffen Rail trazer a mensagem do
tipo, olha, vai vir eh uma arma, a
estrela da morte era algo para além do
que a gente tá explic tava esperando.
Agora as coisas se conectam e a Momofma
até pagando eh dando um pouco de
respeito para o Andor e acreditando,
acreditando um pouco ele, escutando mais
o senador, né? Eh, ainda meio politicão,
não entrando meio na do cara, porque tem
mesmo na rebelião o os inimigos entre
si, as não as não as desavences, etc.,
Mas no fim, o que os une é a mesma
missão.
O império é esse monstro que veio para
engolir a gente. Então tem que fazer
alguma coisa. Você percebe que tem uma
narrativa visual, eu sou muito ligado
nessa questão da fotografia. Isso é
muito um trabalho mais de direção do que
de roteiro, mas eles usam muito a o
visual das janelas desde a primeira
temporada. É muito icônico ali a o CIA
olhando para fora da nave através de uma
portinhola redonda. E essa ideia da
janela circular vai se repetir até a
segunda temporada do ponto de vista da
rebelião e do ponto de vista do império
tem muitas janelas mais quadráticas, né?
E o o sal você percebe que ele ele usa a
menor das janelas usadas na na série.
Ele tá o tempo inteiro olhando naquele
naquela janela, um buraco que ele tem
ali. Uhum. Muito o olhar dele é muito
forte, né? Ele tem um um defeitinho no
olho assim. Então, olha, a gente vê
muito isso nele, chama muita atenção.
Ele tá o tempo inteiro olhando naquele
horizonte, mas é como se a o o a
fotografia quisesse nos contar. O foco
ou a perspectiva do sol é reduzida, é
focada. Ele enxerga a liberdade por uma
ótica bem sufocante, limitada. É a
guerra, é armas. E aí ele faz esse
recurso visual que é muito interessante.
O círculo ele percorre a como argumento
visual da série todinha. Muito da hora.
É só só palmas para pra direção, para
condução e direção de arte, figurino,
tudo muito bom. Assim, depois, eu não
sei se vocês já viram, mas assistam os
extras da Disney, que conta um pouco
disso, os caras falando sobre construir
eh aquela base de Avin que aparece, né,
nos filmes, na trilogia original, e eles
reconstrem isso, eles fazerem todas as
X-Wings, por exemplo, que vão aparecer
ali, cara, maravilhoso, que é o ponto
alto da segunda temporada, né? Enquanto
a primeira temporada é a prisão, a
segunda temporada quando aparece e vem a
primeira vez, você fala assim: "Nossa,
ah, você volta ali com qualidade". Cara,
e essa produção de cenário,
principalmente, toda a produção, para
mim é um diferencial muito grande,
porque eles estão em locações reais na
maioria das vezes, né? Você pega aqueles
primeiros episódios que são num país
assim que é um milharal gigantesco, o
milharal real, pelo menos naquela grande
área que eles estão filmando, é de
verdade, né? Eles estão, se você pegar a
primeira temporada também, aquela aquela
missão de roubar lá o tesouro do
império, eles estão num num matagau
assim, nas montanhas de verdade, cara,
também. Então, as locações são
verdadeiras. É diferente, por exemplo,
de Mandalorian e e de Açoka, às vezes
que são coisas boas, são, mas você é
muito artificial, cara. E você estranha
aquele, né? Não convence, não convence.
Não convence. Exatamente. E torna a obra
menor. Eu acho, quando você vê que,
poxa, esse é um cenário grandioso, é um
cenário verdadeiro, isso dá
grandiosidade também a obra, né? E isso
em End é muito bom, cara. Você tá você
tá em cenários reais, com profundidade,
você consegue realmente ver que os
atores estão ali e que aquilo ali foi
pensado, né? Aquela cena a do Can
chegando para salvar a Big e ele tá
atirando no Storm Trooper lá embaixo, o
milharal, né? E aquele parceiro dele
morrendo no milharal, cara. Tudo isso
fica mais verdadeiro porque é tudo de
verdade, cara, que tá acontecendo ali,
né? Sim. Eles usam muitos planos abertos
para valorizar isso. Muitos planos
abertos. É outro acerto da série assim
muito bom que faz muita diferença, né?
É. mesmo os internos, assim, quando você
vê a única as acho que a única o cenário
e o único set que foi totalmente
artificial foi o do Senado, que é
realmente tipo bem difícil você
realizar. Então a cena da MOFMA,
inclusive a Genev, que é a atriz que ela
fala sobre isso, ela fala assim: "Ah, eu
fiz o meu discurso sozinha, assim, tipo,
ela tava sozinha no set e foi a atuação
mais difícil para ela na série, né? Mas
os outros todos, tipo Yavin, eh, Aldani,
você vê a prisão ali também, tudo sete
gigantesco e real assim, sabe? Eh, o
investimento vale a pena, mano.
Entendeu? A série ela foi bem vista, ela
tá sendo bem vista na na Disney Plus,
ela tá tá sendo, você fica, é um marco
assim, sabe? Eu tô pensando nessa série
assim como um negócio que daqui 5 anos
eu vou querer ver de novo. Quando a
minha filha tiver maturidade para ver,
eu vou querer mostrar para ela, sabe? é
uma daquele daqueles eh aquelas obras
culturais que ela vai ficar, não é uma
série que vai ser esquecível, sabe?
Tipo, eu não sei, sinceramente, eu não
vou eu não sei se eu vou eh ver alguma
vez de novo Casa do Dragão, primeira e
segunda temporada. Eu não sei se eu vou
ver alguma vez de novo Mandaloran, sabe?
Eu não sei se eu vou ver alguma vez de
novo algumas grandes séries que a gente
sempre fica falando, é hypada, etc. Mas
Andor, tipo, tranquilamente eu veria de
novo. Você falou da Você falou da Momo
Mófman. É, é interessante a a história
dessa atriz, né? Ela fez a trilogia Prel
e aí as cenas dela são cortadas, né? Ela
não aparece no filme, né? Aparece uns
extras assim, mas depois ela tá em
rebels, né? Fazendo a voz, né, da
personagem e ela parece um rug one bem
rápido e aqui ela brilha, cara. Aqui ela
é instontiante assim, né? Inclusive os
sacrifícios que ela faz são muito
grandes também porque ela vive uma vida
de fachada, né? Ela vive um casamento de
fachada. Ela tem que sacrificar a filha
porque ela entrega para um para um
casamento também que ela meio que tá
vendendo a filha. É um baita uma baita
cena e um baita discurso pra filha
também. Exatamente. Aquela cena assim,
poxa, a minha mãe, ela tava embriagada
no meu casamento porque ela não queria
aquilo e aí depois ela vai fazer o
mesmo, ela vai se embriagar porque a
filha dela tá sendo meio que dada pro
nome da filha. Porque a filha dela disse
assim: "Eu preferia que você tivesse
bêbada".
Exatamente. Então ela sacrificou muita
coisa também e é uma é um presente assim
para essa atriz o que os caras fizeram
também, né? Ela ela ficou excelente. O
discurso dela, cara, o discurso dela é
sensacional. Vocês, deixa eu deixa eu
citar aqui, cara, para vocês vai cada um
citou um depois o jardim fala aí, né?
Ela ela diz assim: "Ah, acredito que
estamos em crise porque a distância
entre o que é dito e o que se sabe ser
verdade tornou-se um abismo. Todas as
coisas em risco, a perda da realidade
objetiva é talvez a mais perigosa. A
morte da verdade é a vitória final do
mal. Quando a verdade nos deixa, quando
a deixamos escapar, quando ela é
arrancada de nossas mãos, ficamos
vulneráveis ao apetite de qualquer
monstro que grite mais alto. É muito
bom, cara. E assim, é uma realidade, é
uma realidade política que nós vivemos
hoje dos dois lados. Os dois lados têm
estratégias em algumas pessoas.
Exatamente disso, mano. É quem gritar
mais, quem gritar quem grita a narrativa
mais alto, descolada da realidade, né,
consegue dominar, né? Então é um
discurso assim muito forte. Todo mundo
tá comentando esse discurso dela, né?
Morenado muito. Não. E a frase é: "A
morte da verdade é a vitória, a
conquista do mal". Sabe, cara? Tipo,
isso é muito isso é muito cristão, né,
cara? Também assim, isso é muito cils
também, a polição do homem. Eh, é,
então, e, e você discutir sobre
pósverdade hoje e tal, você tá ali,
pensa o seguinte, a gente vive numa
sociedade que discute isso o tempo todo.
Eu não tô falando só de política,
entendeu? Não tô falando só de de
polarização, etc. Seria muito fácil a
gente falar só disso. Agora assim, tudo
é relativo nesse sentido. Tudo é um
discurso de pós-verdade, tudo é um
discurso de quem grita mais alto, etc.
Tudo, tudo. As relações humanas, a as
relações eclesiásticas, as relações
políticas, as relações de trabalho, etc.
tudo. A gente tá numa numa vivência em
que quem grita mais alto é aquele que
ganha, mas só que quem grita mais alto é
o monstro que devorou a verdade para o
seu próprio apetite. O que é isso senão
o próprio discurso do apóstolo Paulo?
Falando sobre aqueles que são os
legalistas que fazem tudo de acordo com
o próprio estômago, sabe? Querem um Deus
de acordo com o próprio estômago. Isso é
muito importante, cara. E às vezes
gritar mais alto tem a ver até com a
plataforma que se usa. E ali tem muito
isso, né? Porque ela tá falando do
Palpatine, ela tá falando que vai vir de
cima, vai vir de uma autoridade
política, vai vir de alguém que tem o
púlpito na mão, o o a tribuna. Sim. E às
vezes a plataforma importa, né? A
verdade ela se torna ou verdade ou mais
creditável a partir de onde se fala, de
onde se fala. E de onde você fala, você
controla isso, né? Tipo, você altera,
você manipula,
eh, e você usar o seu bel prazer por seu
próprio, ah, benefício, né? E é isso que
ela tá reclamando ali, porque, por
exemplo, é, o que desperta o discurso
dela é a tragédia de Gorman. E aí você
lembra na série o discurso do senador de
Gormand com ela, que ele fala assim:
"Olha, se você falar eu vou perder, eu
vou ser preso". Não tem o cara, o cara
de Gorman, ele está assim, eh, hum, ele
tá arrasado com a situação, mas ele tá
de mãos atadas por causa do monstro.
Depois que ela sai, mais uma vez, assim,
eu sou eu sou muito fã da direção da
série. A, lembra da cena que acontece? A
túnica azul dela cai no salão. É. E o
Can a veste com a jaqueta. emblemática
jaqueta da rebeli visualmente é muito
forte assim. Agora ela se expôs e não
tem volta mais. O manto caiu. O é forte,
é muito forte, muito bonito. Que que é o
preço que é o preço que ela ela paga por
continuar na rebelião e e é uma decisão
dela que também coloca em choque o
próprio Organa, né? Porque o organo ele
continua no Senado, ele toma a decisão
de continuar e ele não se expõe da mesma
forma que a mãofma. E nessa nessa cena
você tem uma divergência entre o senador
e o Luthen Brail. Luffen ele quer
proteger a Mmofma. Oana tem uma suspeita
de que ele irá levar a Momoffa para
selar outro lugar. E a galera dele tem
infiltrados ali do do império. Eles
estão tentando fazer. E o que a Mommófma
faz?
é sair do conforto da posição política,
que é inevitável eh não estar uma vez
que aconteceu o que aconteceu. ela
conseguiu estar no lugar eh entre aspas
confortável em que ela consegue recurso
financeiro, ser protegida, estar ali
nessa nessa situação política de alguma
influência para um ponto em que para ela
manter integridade ela tinha que se
expor, sabe? Para ela manter
integridade, ela tinha que falar a
verdade. Isso custaria a posição dela
como custou, sabe? E aí quando você vê
ela em Hog One, é assim, faz todo
sentido, faz todo sentido a preocupação
dela, as falas dela, etc. Sabe uma coisa
que essa série também tem que levar
mérito? Ela nos fez respeitar os
blasters, porque eles eram muito
desacreditados, né, na na trilogia
clássica e mesmo depois aqui já começa,
né? Já começa assim, é, é um tiro, já
foi e acabou. E é muito repentino, as
mortes são muito repentinas. Tem muito
isso na série, né? A vida é frágil e os
blasters é são a galera acerta tiro, né?
Storm acertou um tiro num cara numa
moto, milharal, inclusive. Pois é, é
letal. É muito letal, né? Até sem querer
a galera acerta tiro nesse nessa série,
né? Fica mais sério, né, cara? Tem mais
consequência, né? É como ela diz: "Olha,
não ande". Ela fala assim: "Não ande com
o blaster porque você vai matar alguém,
cara", né? Então é é meio que quando
você quando você quando você assiste a
uma Nova Esperança já começa assim, tem
muito tiro rolando,
entendeu? Acontece nada acontece.
Exatamente. Pois é. Inclusive assim,
façam isso, vejam Andor primeira
temporada, segunda temporada, Rog e
depois, como eu disse, vejam uma nova
Esperança, mas relevem as partes de
estética. Só, só presta atenção na
história, na fluxo e tudo mais, que
cara, tem algumas coisas que são muito
forçadas, mas muito forçadas. É, mas é
isso. Sabe o sentimento que eu tenho?
Acho que eu vou encerrar dizendo isso.
Eu lembro muito assim, nessa série, em
vários personagens, eu lembro muito do
apóstolo Paulo em segundo Timóteo,
quando ele diz assim: "Cara, na minha
primeira defesa, ninguém apareceu,
ninguém, ninguém teve comigo, não teve
plateia, não teve apoio, não teve nada,
né? e é um cara que tá lhe gastando a
vida também por um futuro que ele não
vai ver, que ele sabe que ele não vai
ver, por uma dispersão do evangelho que
ele não vai testemunhar. E esse é o
sentimento que eu tenho. Muitos, muitos
ali morreram sem testemunha. O Lut tá
morto num hospital. Ele tá morrendo num
hospital, né? O Lone morreu assassinado
numa praça. O Can também morreu e a Leia
e o e ninguém, o Oban ninguém sabe quem
ele é, entendeu? E os outros todos
também. A vel tá entregando a vida, a
momófma tá entregando a vida e muitos
ali sem sem palco, sem nada e eles eles
não vão ver nada, né? Então tem muito
esse esse sentimento assim do do
sacrifício mesmo, como a gente falou
aqui, por um futuro que você não vai
ver, né? A o Luten, ele diz no momento
que ele ele tá gastando a vida dele por
outras pessoas que ele nem conhece. É
algo desse tipo assim, eu tô eu estou
sendo indecente por pessoas que eu nem
conheço no futuro, né? Então, esse esse
esse autício de quem tá lutando por algo
que não vai ver é é muito forte. É a
pegada da série, né, como a gente já
falou. E e traz essa vários textos do
apóstolo Paulo, não só esse não só esse
momento, mas vários textos em que ele tá
ali, cara, eu tô mesmo para gastar minha
vida, eu vou morrer por isso, eu não vou
ver outros, mas outros vão, né? E Paulo
começou uma rebelião também, né? O Paulo
começou um movimento subversivo, né, pro
futuro.
Isso aí. Ah, é, eu tô lembrando para
encerrar também minha parte, tô
lembrando ainda, quero resgatar o Neme,
que uma última vez ele tinha dificuldade
de dormir e ele fala: "Eu tenho fé, mas
a minha fé não me deixa dormir." E eu
sinto que essa série nos inspira a olhar
pra pra missão, pro discipulado,
pro fazer discípulos, né? como alguém
que deve se permitir ter fé ainda que
não durma, fé ainda que tenha medo, fé
ainda que eh de forma inusitada,
improvável, medrosa, mas avante. Eu eu
me senti inspirado nesse sentido, sabe?
Eu lembro do Paul Washer falando num
determinado vídeo há muitos anos atrás.
Ele falava: "Olha, saia da internet,
escolha um um povo para amar e morrer,
pelo qual amar e morrer". E às vezes eu
eu vejo isso, sabe? Falta-nos um pouco
de convicção. Essa série nos inspira
muito a a levar a esperança a sério como
convicção que me faz sofrer e também
escolher pelo qual viver, né? Quero ter
fé, ainda que me custe o sono. Saiu
inspirado, tá? É uma série que inspira a
gente. Gostei disso. É, eu confesso que
eu também. E para encerrar assim, tipo,
é inevitável a gente lembrar sobre fé,
já que você tratou aí essa temática, é
inevitável a gente lembrar de um trecho
importantíssimo pra gente que é cristão.
Assim, eu acho que assim, os elementos
de Star Wars, eles conseguem tocar
profundamente a fé cristã,
profundamente. aqui nesse final aqui
enquanto a gente fala sobre aros
invisíveis aqui enquanto a gente fala
sobre pessoas que queimam para que haja
um futuro brilhante e tudo mais, eu
lembro do trecho de Hebreus, capítulo
11, que numa determinada altura do
trecho, ele tá falando de todos esses
personagens que tiveram fé ao longo da
história.
E ele fala no versículo 13 que todos
morreram na fé. Eles não obtiveram as
promessas, mas viram-las de longe e se
alegraram com elas, confessando que eram
estrangeiros e peregrinos na terra.
Porque os que falam desse modo
manifestam estar procurando uma pátria.
E se na verdade se lembrassem daquela de
onde saíram, teriam oportunidade de
voltar. Mas agora desejam uma pátria
superior, isto é celestial. Por isso,
Deus que não se envergonha deles de ser
chamado seu Deus, porque lhes preparou
uma cidade. Então, óbvio, os personagens
de Andor, eles estão ali queimando pela
rebelião, etc. Nós que estamos aqui
desse lado da eternidade e do lado da
telinha, sabemos que queimamos porque
uma cidade celestial nos foi prometida,
sabe? A gente não vai ver agora, mas
sabemos que um dia seremos recebidos.
com os braços de Cristo nos acolhendo na
cidade celestial. Isso é o que dá
esperança de fala. Isso é. Amém. Amém. E
que frase melhor, cara, para ser uma
frase secreta do que I have friends
everywhere. É muito cristão também.
Temos amigos do reino em todo lugar,
cara.
Everywhere.
Vou começar a falar isso quando
encontrar, quando a gente se encontrar
nas conferências, as coisas, vamos falar
assim: "Eu tenho amigos em todos os
lugares."
Isso é bom, maravilha. Isso é bom. Muito
bom. Que bom falar de Star Wars com
sorriso mais uma vez, né? Com alegria.
Pois é, exatamente que mundo nós
esperávamos isso acontecesse. Que bom se
empolgar com Star Wars de novo, né?
Carolgar, cara. Ficar sem dormir com
Star Wars,
cara. Eu fiquei também.
Fico mandando mensagem de madrugada.
Pedro assim, olha essa cena, eu não
consigo parar de pensar nisso. Mas é
isso, gente. Esse foi
sobre Andor, uma série de Star Wars, um
conto de Star Wars maravilhoso que
reacendeu a esperança
eh nesse universo do nosso amigo Jorge
Lucas. Então, há uma nova esperança
porque existe Andor. É isso aí. Muito
obrigado, Pedro. Obrigado, Giovani.
Valeu, gente. Estamos aí todos a cada 15
dias temos um episódio e a gente espera
vocês no próximo. Não deixa de
compartilhar, de curtir esse vídeo, de
se inscrever no canal caso você não
esteja inscrito. E vamos espalhando aí o
contemporâ discussões sobre o nosso
universo geek favorito. Aí, quem sabe a
série que você gosta, o mangá que você
acabou de ler ou então o quadrinho que
você tanto lia quando você era infância.
Pode ser tema no próximo episódio.
Comenta aí embaixo, a gente se vê.
Falou.

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