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Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: O Trigo e o Joio | Dilean & Carol

Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: O Trigo e o Joio | Dilean & Carol

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Legendas automáticas:

Olá você, mais um sábado com a gente
aqui para bater um papo muito especial.
Esse aqui é o vídeo do Ministério
Integre, que é o Ministério de Jovens
aqui da IBNU. E eu sou o Dile Melo e tá
comigo aqui a Carol Lima. Carol Carol.
Isso aí, Gil. Mais um sábado animado,
como a gente falou já algumas vezes e
para estudar parábolas, né? Eu, olha on
dia eu vou falar, eh, a hora que essa
série acabar eu vou sentir falta, porque
tá muito boa, tá muito boa. Cada uma
parábola melhor que a outra, uma ação
parabólica melhor que a outra. Como a
gente tem aprendido coisas, como eu
tenho eh entendido coisas sobre, né,
aquilo que Jesus faz, aquilo Jesus fala,
coisas que Jesus ensina. E hoje uma
parábola muito legal, conhecida também,
né, a do trigo do joio. Uma parábola
muito boa, com lições muito importantes
pra gente. É isso aí. E bom, ah, se você
não conhece a parábola, a parábola tá no
livro de Mateus, ela é uma parábola
inclusive exclusiva aí, né? Ou seja,
estamos hoje tratando de assuntos
exclusivos, tá? Só Mateus trata disso.
Sinta-se exclusivo também aqui.
VIP. VIP.
Então assim, a a parábola tá dentro de
um conjunto de parábolas muito bacanas e
ela não pode ser desconectada desse
conjunto que é chamado de parábolas do
reino, né? São, é um momento especial no
livro de Mateus, onde ele narra a
algumas alguns ensinos de Jesus que
estão relacionados diretamente com o
reino de Deus. E a parábola, ela é bem
singular. Por quê? Porque a gente já
conversou aqui algumas vezes sobre essa
questão que a gente precisa ficar
ligado, né, sobre, por exemplo, quem é o
público com quem Jesus está falando, né?
E o capítulo 13 de Mateus começa falando
que Jesus ele e ele se juntou com uma
galera. Ele tava no na beira do do lago
e aí uma galera, uma multidão chegou
perto dele e ele inclusive foi para um
barquinho para poder falar com as
pessoas e ele começou a falar e ele usa
parábolas bastante ligadas com questões
relacionadas à vida da do do pessoal,
como sempre, mas ele fala sobre a
parábola do semeador e depois ele fala
sobre a parábola também do semeador,
porque afinal de contas a parábola do
joio e do trigo também lida com o
assunto da semeadura, com essa
realidade. O agro, o agro aqui tá forte,
né? Nossa, o agro aqui tá forte porque é
só semente, plantação e a próxima da
mostarda também. E eles eles teriam
entendido muito bem, né? né? As pessoas
viviam isso na realidade deles. Exato.
Exato. Bom, a parábola ela fala sobre
uma plantação que acontece e e enquanto
o pessoal que plantou, né, os
funcionários, ah, plantaram, eles foram
tirar um cochilo, foram dormir, tinham
realizado todo o seu trabalho, veio um
inimigo e plantou erva daninha, que essa
ideia do joio, porque o trigo é aquilo
que é bom, o joio é aquilo que foi
plantado, que a gente pode chamar de
erva daninha aqui para ficar mais fácil
pra gente e pra gente entender também,
ou seja, aquilo que não é bom, aquilo
que não que não deve ser inclusive
comido porque é tóxico. Porém, qual que
é o grande problema da parábola? É que
ele é tão parecido ali nos seus
processos iniciais que gera um problema.
Ah, bom, você tem erva daninha. A nossa
atitude inicial é: "Bom, vamos arrancar
a erva daninha para que cresça somente
aquilo que é bom e produtivo." Só que
não pode, não pode arrancar. Por quê?
Porque se você arrancar, vai arrancar
também a coisa boa. Você não vai
conseguir identificar o que que é o joio
e o que que é o trigo para arrancar
somente o joio que era isso. Lendo, eh,
lendo essa parábola, eu falei assim, né?
Eu falei para mim mesma: "Calma, pequeno
gafanhoto, tipo, sem
pressa." Foi muito interessante. E aí eu
fui pesquisar, né, como a gente não tá
lá no contexto, eh, fui pesquisar no
Google a o formatinho do joio e ele é de
fato parecido com o trigo. Se a galera
jogar aí no Google, né, joio, até ele
existe até hoje e ele é muito parecido,
né? E a própria a própria explicação da
parábola, né? Depois a gente eh
entendendo o contexto, esse tipo de
coisa. É muito legal. A própria
explicação do Cleiton no livro fala
sobre isso. Eh, ah, e a gente tá falando
sobre um livro diferente hoje, né, que é
não é da é esse aqui das parábolas de
Jesus. Esse é muito bom também. E essa
questão do trigo e do joio serem
parecidos chamou muito minha atenção.
Por quê? Porque aí o dono, coisas que
chamaram minha atenção nessa parábola,
né?
Eh, esse fazendeiro, depois Jesus
explicando sobre isso, o campo onde ele
planta, tudo é dele. Esse fazendeiro é
dono de tudo. Então, o joio foi plantado
numa propriedade que é do próprio Deus.
Me lembrei daquele versículo que fala
que do Senhor é a terra e a sua
plenitude, o mundo e aqueles que nele
habitam. Deus é dono de todas as coisas.
E aí, Dil, eu me coloquei no lugar
desses servos. a gente ficar muito
preocupado às vezes, né, de ficar
separando as coisas, de ficar eh quem é
bom, quem é ma, vamos separar o joio do
trigo, não é a gente que vai separar
nada. Uhum. Deus é quem vai fazer isso
depois. Por quê? Porque quando a gente
tenta eh separar as coisas antes de
amadurecer, a gente corre o risco de se
machucar também. Uhum. Acho que é isso.
Isso me pegou um pouco nessa, nessa
parte de do desses, desses servos, né,
desses funcionários quererem resolver
logo a situação, porque eu me vi nesse
papel, né, a gente parece que quer
resolver logo a situação. Eu tenho
pressa, eu tenho, eu quero que as
coisas, eu quero acelerar as coisas. E
muitas vezes a gente no acelerado
processo a gente fica alejado. Vou
contar uma história, uma parábola. uma
parábola que eu ouvi há muito tempo
atrás, que é muito interessante. Eh, um
homem, ele viu no quintal dele uma
lagarta construindo aquele casulo, né,
para virar a borboleta. E aí ele
acompanhou todo o processo, ele viu a
lagarta construindo o casulinho. Aí na
hora, na época certa da lagarta sair do
casulo, virar a borboleta, ele viu que a
borboleta tava com dificuldade de sair,
era uma coisa difícil de fazer. Então
ele foi lá e ajudou, ele deu um
cortezinho na no casulo para ajudar a
borboleta a sair de lá. Só que isso fez
com que as asas dela não se
desenvolvessem. Ele alejou a borboleta
tentando ajudar. Aquela borboleta nunca
mais nunca mais nunca conseguiu voar.
Por quê? Porque o processo pelo qual a
borboleta precisava passar ia
desenvolver a asa dela. Nunca me esqueci
dessa história. Apesar de até hoje eu
ter pressa de resolver as coisas. eu
querer separar logo o joio do trigo, eu
querer que as coisas, né, acelerar os
processos, eh, não dá. A gente precisa,
a gente precisa amadurecer como trigo e
a gente precisa esperar os outros
amadurecerem também para conseguir
identificar e aí Deus vai separar
depois, no final das contas. Isso isso
me pega muito quando eu leio essa
parábola. Ó, você tocou dois pontos para
mim que são interessantes, tá? Eu eu eu
separei cinco pontos, você tocou em dois
deles,
ó. Quase metade. Vai. Então assim, ah,
eu eu quero tratar sobre essas esses
dois. Então agora a gente bater esse
papo, o primeiro é a paciência e a
tolerância, porém sem ingenuidade. E
sobre o campo, como a gente, como você
começou do campo e depois foi pra
questão da paciência, eu vou começar a
paciência, depois eu vou pro campo, tá
bom?
Faz essa dobradinha aí, tá? O que o que
que o que que para mim chama atenção
nisso, pessoal, pra gente aí que é
jovem, tá? Vou agora ligar com a gente
que é jovem, tá? Lógico.
Esses cabelos brancos são pintados aqui,
tá bom? Lógico. É tinta, vai. Ah, a
gente precisa ter paciência e
tolerância, mas não ser ingênuo. Esse é
um ponto para mim importante. Por quê?
Jesus trata com ironia nessa parábola.
Por quê? Porque ele tá lidando com uma
galera que manja da parte da
agricultura. Ele não tá falando com o de
Lean aqui, que o máximo que faz passar
no na em fazenda é passar com na na
estrada.
Máximo que eu faço é comprar um
manjericão pronto no mercado. Vai.
Entendi. Ele tá lidando com com galera
que sabe. E aquela pergunta dos
trabalhadores é extremamente ingênua.
Como assim você só tinha? Porque foram
eles que cultivaram o solo, eles que
trabalharam com solo. Eles sabiam a
qualidade da semente que eles plantaram,
entende? E e foram eles que fizeram todo
o trabalho e conheciam o dono do campo.
Então assim, ah, o que que a gente faz
agora? Vamos arrancar? Eles sabiam que
se arrancasse a erva, a o joio, eles iam
machucar também o trigo. Então essa
pergunta que Jesus insere nessa
parábola, ah, com aquele contexto, é, é
é pra galera parar e falar assim: "Pô,
eu não perguntaria isso. É uma pergunta
retórica, né?
Exatamente. É o tipo assim, mas isso
aqui é óbvio, mas exatamente para chamar
a nossa atenção e falar assim: "Pô, eu
sei que eu não poderia fazer isso aí,
por que que eu tô pensando em fazer essa
questão?" Só que o dono do campo é
extremamente maduro. Ele chega e assim:
"Não, galera, olha quem implantou isso
aí foi o inimigo, entende? Então assim,
a gente tem que saber bem o que que em
que em que pé está o nosso terreno e em
que pé está a nossa plantação. Ah, às
vezes a gente acaba lutando com essas
coisas. Ah, primeiro que assim, não,
então, já que eu tenho que ter
tolerância, eu acabo me tornando ingênuo
e eu não enxergo a coisa da forma como
ela é de fato. O dono do campo tá
enxergando a coisa de forma objetiva.
Ele fala assim: "Não, pera aí,
realidade, a o o mal aqui foi um
inimigo". Então, a gente tá inserido num
mundo, num que aí envolve essa questão
dessa outra parte, onde é óbvio que há
maldade, onde é óbvio que há uma
realidade, inclusive que atenta contra a
nossa vida, que há perigos em todo
momento. Então, assim, a gente precisa
lidar com a tolerância em relação às
outras pessoas, com paciência, mas
também a gente não pode se tornar
ingênuo sem lembrar dessa questão. A
paciência, ela é fruto da percepção de
que, como a Carol colocou, Deus está
lidando com todas as coisas até o fim,
certo? E não, tipo assim, não é verdade,
todo mundo sofre, então eu também tô
sofrendo. Ou sabe, esses não é não é
lidar com vitimismo, não é lidar com uma
percepção equivocada da vida, é lidar
com consciência e fé de que realmente
Deus está lhe dando. E o segundo ponto é
exatamente esse, que o campo é o
mundo. Jesus explica isso no final,
quando o pessoal pergunta e mas o que
que você quis dizer com aquele troço?
Ele fala: "Galera o seguinte, o campo é
um mundo e nós estamos inseridos na
escola entre amigos, nós estamos
inseridos na internet, nós estamos
inseridos nesse nosso dia a dia que
envolve uma realidade que há trigo e
joio, sim, em todo o ambiente, em todo
lugar. Então, com paciência na minha
escola, no meu trabalho, na minha
família e e nos ambientes onde eu estou,
eu preciso exercer essa paciência e
tolerância de entender de que Deus está
lidando com as coisas e vai lidar com
elas até o último dia. Então, assim,
Deus espera o joio até o último dia.
Então, eu não preciso, como a Carol
colocou, fazer isso. Porém, se o campo é
o mundo, e eu estou inserido desse mundo
para ser o trigo, e o trigo precisa se
diferenciar no seu resultado final. Sim.
Então assim, se eu não tiver essa
diferença no resultado final, não tem
como depois separar. Se em todos o
processo do joio e do trigo, se tudo
sempre for igual, como é que você vai
separar no final? Não tem como. Porém,
se no comecinho da do do crescimento da
planta eles são iguais, se no comecinho
do desenvolvimento eles são iguais, no
seu processo final eles são bastante
diferentes. E é por isso que dá pra
gente ter. E é óbvio que Deus nos chama
para ser sal da terra e luz desse mundo.
Então, citando um outro versículo de
fora aqui, mas no mesmo texto de Mateus,
Mateus capítulo 5, ah, quando Jesus fala
sobre o cidadão do reino, aqui ele fala
sobre a parábola do reino. Lá ele fala
sobre o cidadão do reino. E o cidadão do
reino precisa ser esse sal da terra e
luz do mundo no meio dessa realidade que
nós estamos vivendo. Então você na sua
escola, na faculdade, onde tem a aquela
galera bastante esquentada que que acha
que vai revolucionar o mundo, arrancando
aquilo que ele não concorda, arrancando
aquela coisa que, ah, eu penso A, todo
mundo que pensa B eu arranco. Não é
assim que funciona. Não é assim. É assim
a assim a gente não amadurece, né, Dio?
Exato. Esse esse isso que você falou
agora sobre é a gente tá plantado no
mundo, né? Esse fazendeiro, o campo, ele
plantou semente de trigo por todo o
campo, né? A gente a gente precisa
crescer e amadurecer onde a gente tá. O
que me levou a a pensar sobre, né, fazer
uma outra reflexão, que muitas vezes a
gente quer se proteger, a gente quer
ficar enclausurado no nosso grupo, né,
de proteção, às vezes muita gente dentro
da igreja achando que a gente consegue
amadurecer eh num grupo
fechado e não dá. A gente tá plantado, a
gente precisa amadurecer onde Deus
plantou a gente. Exatamente nisso.
Então, eh, a gente vai, a gente vai
passar por intemperes, a gente vai est
do lado de joio, a gente vai tá, né? E a
gente precisa saber lidar com isso,
porque é esse tipo de coisa que faz com
que a gente cresça e amadureça. Muito
bom esse esse ponto da ingenuidade que
você falou, porque a gente precisa saber
identificar quem a gente é e quem o
outro é, mas muitas vezes a gente não
vai conseguir fazer isso
instantaneamente, né? A gente só vai
conseguir fazer isso depois de um tempo
de convivência, depois de um tempo de
amadurecer. E po k sal, né? Como diria
os antigos, você só conhece a pessoa,
com 1 kg de sal com a pessoa. Não, isso
é muito legal. Eu já fiz isso com a
minha prima. Eu morei, morei junto com a
minha prima há 4 anos e a gente
comemorou quando a gente terminou o Kila
de sábado. A gente falou: "Ah, acho que
agora a gente se
conhece depois de alguns embates, depois
de algumas coisas, momentos bons,
momentos ruins, mas a gente, isso é
muito legal porque é verdade, porque a
gente não, às vezes a gente não se
conhece quando a gente não é testado,
né? tava conversando com os amigos ontem
sobre isso. Eh, muitas vezes a gente
precisa ser colocado em determinadas
situações pra gente saber do que a gente
é feito. Porque se eu não passar por
determinadas coisas, se eu não conviver
com determinadas pessoas ou determinadas
coisas, eu não consigo perceber. Deus
sabe quem eu sou, mas eu não consigo
ver, não consigo extrair de dentro de
mim, né, aquilo.
Se eu sou realmente paciente, se eu
tenho fruto do espírito, se eu realmente
tenho domínio próprio, eu preciso ser
testado, né? E é e é nessa convivência
que isso acontece. Isso é muito
interessante. Isso me fez pensar sobre o
quanto a gente gosta de ficar fechado no
nosso próprio grupo e até achando que
dentro da igreja é esse grupo todo mundo
igual a mim, porque o joio tá em todo
lugar. Então o trigo e o joio estão em
todos os lugares, né? O trigo tá dentro
da igreja, mas o joio também tá. O trigo
tá fora lá na, né? No seu trabalho, onde
você estuda, onde você mora com seus
vizinhos. Mas o joio também tá. Então o
trigo e o joio estão em todos os
lugares. A gente não tem para onde fugir
e não tem que fugir. A gente precisa
amadurecer, crescer e amadurecer no
relacionamento com Deus onde a gente foi
plantado. Por isso que a gente precisa
focar em ser trigo, né? Acho que esse em
vez de ter esforço para arrancar o joio,
a gente tem que ter fazer o esforço em
ser o trigo no sentido de, sabe, de
manter o trigo bem, de cultivado
direitinho, né? E e nesse sentido ainda
o o o dessa questão tanto do foco
pessoal em ser o trigo aqui que a gente
tá tratando também, a uma das coisas que
me fez pensar e você trouxe essa questão
quando você falou sobre o campo mundo,
tal, tal, essa questão toda, ah, é o
seguinte, o o dono do terreno, o dono do
campo, que é o mundo, ele só plantou o
trigo e inclusive os a os trabalhadores
dele falaram assim: "Gente, a semente
não era da melhor e tudo de ver esse
joio.
Ah, porque na nossos embates, no nosso
dia a dia, na nossa vida corrida e
cotidiana, que a gente lida com o mal e
com sofrimento e com coisa, a gente tem
aquela tendência de falar assim: "E
agora, Deus?", né? Ou ou nesse sentido
de meio que culpar a Deus. É como se
Deus fosse o culpado pelo mal e pela
pelo pela coisa ruim. Mas é interessante
que nesse nesse sentido o texto diz:
"Olha, o dono do campo só plantou trigo
e o trigo da melhor
qualidade. O mal, o a erva daninha, quem
plantou foi o inimigo. Não teve nada a
ver com o dono do terreno, não teve nada
a ver com o filho do homem, que é a
explicação depois de Jesus para ser o
dono do campo, né? Então, a gente
precisa lidar com essa realidade de
lembrar dessa questão. Olha, Deus
plantou somente o trigo. Eu sou trigo.
Então, assim, eu preciso manter essa
minha característica de trigo e manter
esse foco. Porque a gente fica com muito
foco de, ah, não, mas esa aí, olha, se
eu te contar aquilo que eu sei da vida
da Carol,
ah, vai entender direito quem ela é.
Olha, se eu te contar daqui de quem é o
de Lean, é éível para caramba, porque
dentro do coração do Lean tem todo tipo
de pecado que você possa imaginar. É só
a graça de Deus que me mantém trigo,
porque na verdade eu sou um joio
completo. Então assim, a a a graça de
Deus me transformou de joio para trigo,
entende? E, e, e, e, e último dia Deus
vai reconhecer a obra de Cristo na minha
vida e não necessariamente as obras do
de Leã, porque elas não são obras
necessariamente de trigo. Só que aí a
gente, em vez de reconhecer isso e
reconhecer a graça de Deus, a gente fica
tentando arrancar o joio do irmão.
Quando a gente é joio, Jesus fala isso
lá também na no sermão do monte, quando
ele fala assim: "Cara, tá falando do
cisco do olho do teu irmão, olha o
tamanho da trave que tem no teu,
entende?"
Então assim, acho que esse ponto é
essencial da gente lembrar. Deus, o
senhor do campo, ele só plantou trigo e
ele lida com trigo. No último dia, os
trabalhadores, os anjos, aquele que ele
a que ele selecionou para isso, eles vão
fazer separação entre jogo e trigo. Não
é você. Eu não sou anjo, eu sou de Leã,
pecador, miserável, homem. Ah, e e e
isso, homem no sentido de ser humano
aqui. Não tô só falando de questão de
masculinidade, tô falando da minha
criação, né? Eu tô falando ser humano,
entende? Eu não sou anjo. É, é isso que
eu tô querendo falar, né? Então, assim,
e a gente não tem que apontar o dedo
para ninguém, né, Dil? como a gente
gosta de apontar o dedo. Mas aqui muito
muito interessante isso e até um alívio,
porque tudo que a gente precisa fazer é
confiar no dono do campo, é confiar
nesse fazendeiro porque foi ele quem
plantou, o campo é dele e no final das
contas quem vai resolver a situação é
ele. Então, o que que a gente tem que
ficar se metendo na vida dos outros ou
falar que fulano é assim ou assado?
Porque no final das contas tudo que a
gente precisa fazer é confiar em Deus.
Ainda que a gente lide com situações,
né, desafiadoras, a gente ainda que a
gente tenha circunstâncias, né, que
pareçam que a gente vai sucumbir, mas eh
Deus dá a provisão, Deus dá o a o
crescimento, Deus dá a possibilidade de
maturidade pra gente. E essa esse
discernimento, como você falou no
começo, né, pra gente não ser ingênuo,
pra gente saber o que que é o quê. O
fato da gente saber quem é quem não
significa que a gente tenha que apontar
dedos ou que a gente tem que separar,
porque o próprio Jesus mostra pra gente
que a gente pode conviver com pessoas
que prejudicam a gente, como ele
conviveu com Judas, Jesus lavou os pés
de Judas. Isso para mim é uma coisa
assim, né, o Sa fala sobre isso, é uma
coisa impressionante. Então a gente
precisa ter essa firmeza, né, essa
maturidade e confiar no dono desse
campo, porque esse dono é bom.
Esse eh esse fazendeiro que plantou as
sementes, ele é bom, ele é generoso e no
fim das contas ele vai resolver a
situação. Então eh é no fim do dia é
isso, é confiar em Deus, porque ele sabe
o que ele tá fazendo.
Agora, a gente também precisa, né,
enquanto a gente tá nessa confiança em
Deus, tomar cuidado com influências,
galera. E hoje, principalmente com a
questão que nós temos o acesso tão
grande nas redes sociais quando eu era
adolescente e mais jovenzinho, jovem eu
ainda sou. Não faz tempo, vai di Não faz
tanto tempo assim. Mas eu só vou dar um
spoiler aqui, tá? Meu meu primeiro
celular, né? Meu primeiro celular que
não tinha internet, tive com 27
anos, né? Mas tinha o jogo da cobrinha,
então assim era tecnológico.
Eu ouvi falar. Eu ouvi falar. Você ouviu
falar? Então assim, a gente tem que
tomar cuidado com as influências. Hoje
nós temos um mundo aberto pra gente, que
é um mundo de joio também, no sentido de
influências que estão ao nosso redor,
que a internet, né, abriu pra gente de
possibilidade e que às vezes a gente
pega assim: "Ah, não, é isso aqui". E e
a gente consome, né? E a gente consome.
E na verdade, qual que é um dos
problemas de uma plantação ter erva
daninha? Porque a erva daninha também
consome os nutrientes do solo que
deveriam ser somente para o trigo, né? e
e e o trigo acaba ficando um pouco mais
enfraquecido pela quantidade de erva
daninha que tem no solo. E muitas vezes
isso pode estar acontecendo através
dessas influências negativas que você
como trigo acaba, ah, poxa vida, é tão
parecido aqui, né? Vem cá, dá um abraço,
fica aqui e tal. Ah, e a gente traz para
perto da gente. Então, a gente precisa
ter, a gente falou já um pouco sobre
essa questão de não ser ingênuo, né?
Uhum. Ah, a gente precisa ter um pouco
disso, sabe, sobre essa observação um
pouco mais clara, porque o joio cresce
junto do trigo. Ele não cresce num bloco
separado, ele cresce junto. Ele consome
os mesmos nutrientes que o trigo
consome, que estão ligados ao solo.
Porém, não é o fato de estar consumindo
o mesmo conteúdo que faz da pessoa
necessariamente trigo. Então, ah, e e
uma frase que cresceu comigo sempre foi:
"O meio influencia, mas ele não é
decisivo paraas nossas vidas, não
determina. Precisamos ter essa
maturidade como jovens de identif,
desculpa pessoal, de identificar de fato
o que realmente é bom e o que não é bom.
E aquilo que não é bom afastar da gente.
Por quê? porque ele só consome a gente.
E esse é um ponto. Mamãe sempre falava,
né, que essa questão, cuidado com as
suas amizades, porque elas geram em você
um mal. e gerem você um mal nesse
sentido, porque de certa forma elas
acabam consumindo você e você acaba se
identificando, você acaba sendo
identificado por causa disso. Então,
evite, evite qualquer uma dessas
questões que podem ah gerar esse mal
para você, influenciar, né? O nosso
nutriente tá na palavra de Deus, né,
Dil? No fim das contas, é essa leitura
que a gente faz, é esse, eh, buscar a
Deus, buscar esse entendimento nas
histórias que Jesus conta. E é muito
legal porque,
eh, aqui a a Bíblia, a mensagem tem um
título logo no começo do capítulo 13,
né? Por que contar histórias? Por que
que Jesus fala em parábolas, né? É
justamente para isso, para aqueles que
buscam a ele entenderem. Então, quem
busca esse nutriente em Deus, quem busca
a compreensão da palavra de Deus, quem
busca entender as histórias que Jesus
conta, esse vai ser nutrido, esse vai
estar com a influência certa, esse vai
est no com o crescimento, né, adequado,
porque é justamente isso que a gente
precisa. O nosso, o nosso nutriente tá
na palavra de Deus, tá nas coisas que
Jesus fala, tá nas coisas que Jesus faz,
porque essa é a verdade do reino de
Deus. É aí que tá o nosso nutriente.
Amém. E bom, pelo menos eu tinha falado
que eu tinha cinco observações. A minha
última observação era a seguinte,
galera. Ah, você já fez bem mais, D? Já
fez bem mais
que eu eu eu comentei a
bora mais uma. A justiça final é sempre
de Deus, pessoal. A justiça é sempre de
Deus. A gente tem a tendência de querer
fazer a nossa justiça. É por isso que a
gente acaba marcando pessoas, a gente
acaba ah falando sobre os erros das
pessoas. Por um lado, para que a gente
pareça melhor, porque se eu falo sobre
os erros da Carol, parece que eu eu eu
me torno, de certa forma um um um
um juiz, porque eu eu tô declarando já
os erros do outro, né? Então, eu tô numa
posição superior. A, e, e a outra
questão que envolve isso também é que eu
não
preciso ficar mal com a pessoa que não
tá legal, sabe? Que que que que fez até
mesmo alguma coisa errada, porque a
justiça não é minha, não é para mim que
essa pessoa vai pagar. Talvez um dos
versículos mais duros da Bíblia seja um
versículo de arrependimento. Porque
depois de um monte de coisa que Davi
fez, ele fala lá no Salmo 51: "Contra ti
suaente
pequei". E e cara, a gente fala assim:
"Como assim, mano? Você fez um monte de
coisa errada, velho.
Você tá biruta, né? Matar um monte de
coisa, como diz aí um comediante. Não,
cara, mas a questão é a seguinte.
Cara, a justiça é de Deus, velho. Então
assim, vamos deixar para ele no final.
Porque eu o por que que para mim isso é
tão importante? Porque eu preciso
lembrar que no último dia as minhas
injustiças vão ser perdoadas pela
justiça de Cristo em mim. Porque se eu
quiser que as a as injustiças da Carol
sejam pagas pela minha
justiça, cara, tá tudo sobrar nada. Não
sobra nada, entende? Agora, se eu
reconheço que as minhas injustiças foram
pagas pelas justiças de Cristo na cruz,
cara, as da Carol também. E é por isso
que Deus no último dia vai fazer essa
separação, vai resolver.
Então, deixe essa justiça com ele. O a a
minha função, a sua, é servirmos juntos
a esse Deus grandioso. Porque mesmo com
os meus erros e meus pecados, Deus ainda
concede para mim graça, justiça e um dom
para servir junto com a Carol, que
também tem os seus pecados, as suas
injustiças, mas que juntos nós
produzimos a graça de Deus, porque ele
perdoa os nossos pecados e nos leva a
amar pessoas, a demonstrar esse amor
também a outras pessoas. Então, se junte
com isso, com isso, e não com essa
preocupação de a minha separação e
aquilo que eu acho certo e errado. Isso
aí, gente, é a maior besteira que tem,
não funciona. E no final, cara, não leva
ninguém a lugar nenhum. Isso aí não. Só
traz um peso, só traz um peso muito
grande, né, Dil? Na verdade, o que Deus
produz na gente, libertando a gente
desse peso, é alívio, né? Porque a gente
não tem que dar conta de nada. E a
própria parábola fala, a explicação da
parábola, né? O eh o próprio fazendeiro
fala: "Eh, quando vocês arrancarem as
erva daninhas, vão arrancar o trigo
também, desde que cresçam juntos, né?
Eles, se a gente arranca um, a gente
danifica o outro, a gente mesmo se
machuca no processo." Então, deixa com
Deus, deixa com Deus. Jesus mesmo disse:
"Tragam para mim os seus fardos pesados
e peguem o meu que é leve e é
carregado." Isso aí. Valeu, Carol.
Obrigado
por muito bom. E eu quero convidar você
e a Carol também amanhã. Ah, obrigada.
às 9:30 da manhã nós temos o nosso
culto. Às 9:30 também sai uma celebração
online aqui no canal do YouTube. Então
fica ligado, se você ainda não se
inscreveu, se inscreve porque daí você
recebe a notificação. E às 11:15 nós
também temos a celebração na Ibu, onde
fica rua Tianguá número 25, bem pertinho
do aeroporto de Congonhas. Vem, dá para
até pegar o voo junto da Gol. Aí a Carol
vai, vem comigo, pega o voo para São
Paulo e a gente se vê na IBNU, gente. É
isso aí, galera. Até sábado que vem.
Abração. Valeu, Carol. Obrigado. Valeu.
[Música]

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