Koynonia – 06/06/2025
07/06/2025
Instagram – @iasdvilaolimpia
Fonte: IASD Vila Olímpia
Legendas automáticas:
de água limpa para beber e em paz dos vou descansar e a jornada continuar. Meu pastor, meu pastor me leva a lugares de água limpa para beber e em pazos dies descansar e a jornada continuar. Com ele com ele. Amém. A jornada com o nosso Senhor é sempre muito melhor. Ano passado, não sei quem aqui teve a experiência de poder ir paraa Brasília na convenção jovem. Alguém aqui foi? Não. Sério que vocês não foram? Eu estive lá, então vou me gabar um pouquinho. Foi sensacional. E lá, pela primeira vez na minha vida, eu olhei pr pra palavra maranata com um olhar diferente. A gente ouve desde pequeno, né? Maranata, se logo vem e tal, bacana, show. Mas lá eu entendi que aquilo era mais que só um jargão da igreja adventista. Aquilo era como se fosse um fogo gritando dentro de mim que Jesus estava voltando. Eu sei que você crê nisso para essa música que você coloca de pé. Sei que você sabe cantá-la também. E essa música grita esse jargão porque o Senhor está voltando. E se você está aqui nessa noite, é porque você crê nisso, porque você quer estar com ele. Senão, meu irmão, cuidado, ele tá chegando, ele tá voltando. Mas para isso você precisa se preparar. Abre o seu coração de verdade, completamente e canta essa música com tudo que tem dentro de si, com a sua voz, com o louvor. Louve ao seu Deus. Louve ao nosso Deus. Vamos cantar para Nata. Tu és a minha luz, a minha salvação e a ti me renderei. Se ao teu lado, se ao teu lado estou, seguro. Em tuas mãos, eu nada temerei. Tu és santo, ó Senhor. Somente ele é digno. Tu és digno de louvor. para ele. Só em ti confiarei. Eu nada temerei. Em frente eu irei, pois eu sei que viva estás. E um dia voltarás do céu para nos buscar, para sempre reinarás. Aleluia. Aleluias a Deus. Nosso Deus é grande, é forte, é poderoso. Ele tá buscar a gente para reinar eternamente sobre tudo e todos. E é por isso pindo mais uma vez, cante bem forte. Tu és a minha luz. Vamos lá. Tu és a minha luz. a minha salvação e a ti me renderei. Se ao teu lado estou, seguro em tuas mãos, eu nada temerei. Tu és santo, ó Senhor. Oh, tu és digno de louvor. Só em ti confiarei. Eu nada temerei. Em frente eu irei, pois eu sei que vi está. E um dia voltarás do céu para nos buscar. Para sempre reinarás. Aleluia. Um dia só em ti confiarei. Eu nada temerei. Em frente eu irei, pois eu sei que vivo estás. E um dia voltarás do céu para nos mostrar. Para sempre reinarás. Aleluia. Jesus. o vem Jesus, vem Jesus marav ele. Mar, vem, Senhor Jesus. Vem, Jesus. Vem Jesus. Mara Natal, vem, Senhor Jesus. Vem, Jesus. Vem Jesus. Mara hora. Vem, Senhor Jesus. Vem, Jesus. Vem Jesus. Para hora. Vem, Senhor Jesus. Vem, Jesus. Vem, Jesus. Ora, vem, Senhor Jesus. Vem, Jesus. Mara Natal, vem, Senhor Jesus. Essa também é uma música muito conhecida e ela é uma verdadeira oração. Então que vocês cantem conosco. A gente vai jogar para vocês. A gente vai estar aqui só acompanhando vocês. Senhor e me conheces. Quebranta, quebranta o meu coração. Transforma-me, transforma-me conforme a tua palavra. Preciso disso, Senhor. Transforma. Enche-me até que em mim se ache só a ti. Então usa-me, Senhor. Usa-me, Senhor. Diga de todo seu coração: Usa-me, Senhor. A mim como noite comados como amigo no deserto fecha que é certa ao e em qualquer lugar. E aqui a minha vida usa-me, Senhor. Usa-me. Junta-me, Senhor, que me conhece. Quebranta, Senhor, o nosso coração. Quebranta o meu coração. Pai, me transforma, transforma a tua igreja. me confor enche o teu santo hospital porque nós precisamos todos os dias de ti. Enche-me até que em mim se ache só a ti. Se ache só ti me usa, Senhor. Usa a tua igreja. Usa-me, Senhor. A mim como um farol que brilha a noite como todas as águas como amigo no deserto como fecha que acerta o alvo. Quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer ora e em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida. Usa mim, Senhor. Usa-me, sonda-me, quebranta-me, transformava-me, enche-me e usa-me. S. quebranta-me, transforma-me, enche-me e usa-me. Solta-me, solta-me, quebran-me. Transforma-me, enche-me e usa mim. Como far que a noite como sobre as águas como abo no deserto como flecha que acerta ao vado da maneira que te agrada em qualquer ora e em qualquer a vida, minha vida, usa mim, Senhor. Usa mim, igreja cante. Deus transforma-me, enche mim e usa mim, senhor. Amém. Deixa eu lvar esse espírito. Você pode se ajoelhar, pai querido, hoje não tem ministração, hoje não tem a fala para nos preparar. Talvez o que nós estamos fazendo aqui de joelhos, Pai, é pedindo para que o Senhor fale, é pedindo para que o Senhor examine os nossos corações, eu pedindo que o Senhor sonde os nossos corações e nos revele qual que é, Pai, o nosso pecado oculto. Nos revele o que nos afasta de ti. E te pedimos em nome do Senhor Jesus que nos dê forças, Pai, para abandonar o nosso pecado, abandonar a nossa ignorância e encontrar o Senhor em verdade. Obrigado porque o Senhor nos ama. Obrigado porque o Senhor morreu numa cruz por nós. Nesse momento nós te pedimos, faça parte de nossa vida, cuide de nós, cuide dos que irão falar agora e dar-nos teu Santo Espírito em nome do Senhor Jesus. Amém. Pastor Bechara tem mais uma poesia para nós. Esse poema é sobre uma mulher que puseram um rótulo muito desagradável para ela. Era concubina de Saul, mas ela nunca aceitou esse rótulo. Ela agiu como mulher legítima e Deus usou essa mulher para fressar o reinado de Davi. E colocaram os filhos de Saul e os e dois filhos dela numa cerca, enforcados. E essa mulher, uma fibra incrível, ficou três ou quatro meses espantando as aves de rapina e os animais que queriam devorar. Os cadáveres, mulher, amada por Deus recusou o rótulo de concubina. e se tornou uma bênção para o povo de Deus. Meu respiro. Agora sei o sabor solitário do desamparo. O estafante calor as noite, as noites frias glaciais. Lágrimas demais. Sei a dor da minha dor. Preciso muito mais fé no anteparo. Estou alerta e não paro. Vigiando animais. Tudo contrário. Luta meu desvo. Fé onde me inspiro. Esperança, meu suspiro. Garra meu transpiro. Prece o meu respiro. Eu chamo aqui a Dra. Glau Glária, perdão. Eu vou até o final, eu acerto. Tive a oportunidade de tomar um um café um dia com o pastor Rafael. E aí na a gente conversando ali, ele falou que você é psiquiatra, formou, acho que não sei se recente não, não sei, não lembrar. Enfim, depois você explica a ideia inicial até. E aí fica o convite para uma próxima nós falarmos sobre ansiedade. Mas quando eu te perguntei, você falou de Jesus e as mulheres falei: "Nossa, que tema legal, que tema bacana e que Deus te use nesse momento." O pessoal da da da que cuida da coronia achou muito bacana o tema. Então, que Deus te use, que seja um momento muito gostoso. Obrigada, David. Vou ficar aqui para poder apoiar, tá? É mais fácil, né? E e aí quando fala sobre Bíblia, a gente pensa assim: "Nossa, um livro meio machista, né? As mulheres, Jesus escolheu 12 homens para serem os discípulos. não colocou nenhuma mulher ali no meio. Aí Paulo quando vai falar das mulheres fala assim: "Ah, as mulheres não podem falar em público não. Mulher tem que usar o véu e não pode falar em público." E lá atrás, no Antigo Testamento, a maioria dos líderes são homens. A gente vê uma ou outra ali espontando. O resto, tudo os homens estão tocando o povo de Deus. Então, e se alguém parar para você, alguém que não conhece tanto a Bíblia e fala para você, e aí, esse livro é meio machista, né? Hum, não, não tá dando certo. E logo no começo, se a gente pensar lá em Gênesis, quando vem a criação, tá aqui, tá ótimo. Quando vem a criação, então Deus criou tudo, viu que tudo era bom, aí deixou o Adão lá sozinho. E o Adão teve que perceber que ele estava só. Ele começou a olhar os pares, ele começa a olhar a natureza e percebe que existe macho e fêmea e ele percebe que ele está só. Interessante porque ele tem um sentimento aí, uma solidão. Que solidão é essa? Antes do pecado já havia um sentimento de se sentir-se só. Então, quando a gente se sente só, talvez não seja pecado. Talvez não é um um problema se sentir só. Às vezes é uma necessidade. Às vezes a gente tem que retirar um pouco, parar para pensar, ficar um pouco sozinho, refletir sobre a vida. Às vezes o jovem precisa se sentir só para falar assim: "Eu preciso de uma companheira, preciso de um companheiro". E era isso que estava acontecendo com Adão. Então Deus fala assim: "Ah, não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma companheira." E ele fala assim: "Disse mais o Senhor Deus, não é bom que o homem esteja só. falhei uma auxiliadora que lhe seja idônea. Então, Eva aparece já com uma designação de ela já tem uma tarefa, ela já está sendo designada para algo, ela vai ser auxiliadora. Não gostei. Logo do começo eu vou ficar, eu vou ficar atrás sempre, eu vou ter que ajudar ao outro performar. O outro vai ser o líder, ele vai ser o cara e eu vou ficar ali, ó, ajudando. Eu lembro que num casamento que a gente só foi, né, o Rafa não foi fazer o casamento, era alguém que tava fazendo o casamento e o Rafa só ia fazer uma oração. Gente, o o pastor falou assim: "Ah, vem aqui, querida, segura aqui". Ela ficou o casamento inteiro segurando um um relógio parada lá do lado. Eu falei: "Ah, Linda, você não faz isso comigo não, porque eu não vou não. Ah, esse negócio, ah, eu vou ser auxiliadora. Ai, nunca vai, nunca vai ser a minha vez. Quando que vai ser a minha vez? Quando que eu vou mostrar o meu talento, o meu dom? Ah, já vou nascer desse jeito, a auxiliadora não tá dando." E foi isso que aconteceu. É como se fosse uma imunidade nata. Quando o bebezinho nasce, ele já nasce com algumas células de defesa. Para quê? Para aquele ambiente da casa dele. Eles têm aquela defesa porque quem passou a mãe, a mãe passou para ele essas células de defesa. Ele consegue já ter um uma resistência pra casa dele, não para ficar em qualquer lugar. Mas conforme vai passando o tempo, ele precisa desenvolver outras imunidades que são as adquiridas. E é isso que Deus tá falando aqui. Olha, Eva, você já vai nascer com um dom, mulher. Você já tem um dom especial, que é ser auxiliador e você precisa desenvolver outros dons. E quando a gente lê a Bíblia, nós precisamos ler também de forma contextual, tanto o contexto que está próximo quanto o contexto que está longe. Vamos preparar, vamos observar essa palavra em outros momentos da Bíblia. E se nós formos parar para ver aí, nós vamos ver assim, ó, que lá em Salmo 33:20 está escrito: "Nossa alma espera no Senhor, nosso auxílio e escudo." É a mesma raiz, a raiz da palavra é, a mesma raiz da palavra lá da Eva. E nesse momento, quem é que tá fazendo o papel, o papel de auxílio? O próprio Deus, o Senhor tem essa qualidade. Olha o privilégio incrível que a mulher nasce. Ela nasce com um privilégio de ter um dom que o próprio Deus tem. E isso vai aparecer não só nessa vez, mas 21 vezes vão se repetir essa essa raiz dessa palavra. E aí vai falar que o Espírito Santo, o Espírito Santo é quem? O auxiliador, né? Aquele consolador. E esse é o nosso papel como mulher. Então, a gente tem que encontrar na Bíblia o nosso significado também, no nosso papel, na nossa casa. Nós temos que saber que através da Bíblia o homem tem um papel e nós temos outro. Nós vamos ser aquelas que vamos ajudar o sacerdote da casa, que vai ser o líder. Ele vai incentivar, vai incentivar a espiritualidade daquela casa e nós vamos também ajudando ele e a gente vai construindo um lar. Isso dá uma referência pra criança. Então, a gente tem que aceitar isso. Não deixe o burbúrio desse mundo falar: "Não, o tempo todo você tem que ser a número um. O tempo todo você tem que ser protagonista." Calma, tem o momento certo. Algum alguns momentos a gente tem que dar um passo para trás. E foi da costela, né? Então, quer dizer que é lado ao lado, a gente tá lado a lado na vida, a gente vai construindo junto. E nessas questões da vida, eu gosto de pensar assim que Deus me deu um privilégio, que foi trabalhar no campo missionário. E lá mais ou menos há uns 9 anos atrás a gente teve o privilégio de ser chamado para trabalhar no Oriente Médio, no país chamado Jordânia. fica ali bem no ladinho de Israel, bem no do ladinho do Iraque. E há 10 anos atrás é aquele momento bem intenso das guerras, né? Lembra que tava o Estado islâmico? E aí a gente conseguiu trabalhar bastante com os refugiados. E quando eu falo de colocar uma lente, enxergar a Bíblia no contexto, a palavra no contexto dela, e a gente também tem que enxergar a Bíblia no contexto em que ela foi escrita. E isso hoje eu consigo enxergar muito mais. depois dessa experiência. E aí eu queria dividir com vocês um pouco disso. Quando a gente estava lá, o meu filho era bem pequenininho. Eu gosto de trazer as fotos porque a gente começa a perceber que a igreja é muito grande. A igreja é imensa nesse mundão. Ela tá presente em vários países, alguns não ainda, mas em muitos países. E nesse país, assim, 5% eram cristãos. O resto tudo muçulmano. E aí pensou adventista, menorzinho ainda, bem pouquinho. Mas a gente tinha essa escola adventista. Eu fui para ser diretora de escola. Eu sou pedagoga também, tenho minha formação com pedagoga e já fui diretora de escola. E era um prazer trabalhar aí. E olha só, aqui ali do lado é uma escola sabatina. Lá no fundo, eu tô contando, tentando contar uma história pras crianças, falando inglês e as crianças e tinha uma pessoa que traduzia para árabe. E as crianças entendiam mais ou menos inglês e árabe. E enquanto eu ia tentando contar a história, era um dom de línguas, né? Porque só para entender aquilo, aí a professora ela tinha um pau assim na na mão e conforme as crianças faziam qualquer baguncinha, a professora vai pá pá pá ia batendo na cabecinha deles para eles ficarem bem quietinhos e prestar atenção. Ah, que maravilha. A escola sabatina e olha quanta criança, gente. Vinha criança de tudo quanto é lado. E era criança. Eles eles andam sozinho, né? Eles têm muitos filhos e aí o maiorzinho cuida do pequenininho e eles se viram na vida, né? Então eles apareciam lá na escola Sabatina. E essa outra foto aqui é eu e meu filho. A gente tá numa mesquita. Na mesquita seria assim: Esse espaço aqui é o espaço dos homens. A gente tem que entrar separado sempre com o rid, o véu. E lá em cima, naquele pedacinho ali, é o espaço das mulheres. Vocês querem participar? Fica ali, ó, porque aqui é o espaço dos homens. Aí eu fiquei lá em cima com meu filho. O Rafa tirou foto lá de baixo. E essa daqui era uma das igrejas que o Rafa cuidava. Ele cuidava de três igrejas e essa é uma delas. E olha só, aqui é o espaço dentro da igreja já nem tinha tantos adultos, né? Mas criança tinha um monte. E aqui a gente tá vendo que o o marido e a mulher estão sentados juntos. Tem homem e mulher um sentado do outro. Mas se eles fossem solteiros, não fossem casados ainda, não poderia estar sentando no mesmo lugar. Um lado deveria ser do rapaz, outro lado das mulheres. A escola, a mesma coisa. A escola tinha classe paraas moças e classe pros rapazes. Eles não se misturavam. E quando a gente chegou lá, eh, a gente podia andar. No começo eu ficava bem esperto. Falei: "Ah, eu acho que tem que andar atrás do homem". Aí eu fiquei andando atrás do Rafa. Mas depois eu percebi que tudo bem andar de lado. Aí eu andei do lado do Rafa, só que de vez em quando eu esquecia e pegava na mão do Rafa, gente. Aí era bem na escada rolante do shopping, mas o povo começava a xingar, começava a xingar a gente porque a gente tava de mão dadas, não podia. E aí e o meu professor de árabe, ele contava assim: "Olha, sabe como que funciona? As escolas são separadas. a gente ia sabendo mais pelo professor e ele falava assim que chegava o dia do ensino médio, terminava o ensino médio, aí eles tinham que fazer o Enem de lá. Quando eles faziam o Enem, eles deixavam misturar a classe, ficava rapazes e moças na mesma classe. Aí ele falou que nesse dia os rapazes nem conseguiam fazer a prova porque eles fica estavam desconcentrados porque era a primeira vez que eles conseguiam ver a moça tão de perto assim. Então eu penso como que não era, né? E pensando nisso, olha só como que era vista a mulher no tempo em que Jesus estava aqui. No tempo em que Jesus estava aqui, tinha um historiador que ele olhava como que a sociedade funcionava e eles ele escrevia, escrevia a opinião dele também. Então, Jesus, ele era um professor, ele era um rabino, por isso que ele tinha discípulos que andavam atrás deles, dele. E o rabino, Elieszer, também era um professor que tinha discípulos andando atrás dele. Era assim que se funcionava uma escola na época de Jesus. E ele diz assim: "A mulher tem menos valor que o homem em todos os sentidos". O rabino Eléser diz: "É melhor queimar as palavras da lei que apresentá-la a uma mulher. A mulher tem menos valor do que o homem. A mulher é como se fosse uma criança, como se fosse um animal. Tem pouco valor e é melhor que eu queime do que falar sobre o Velho Testamento, que era o que eles tinham. falar para uma mulher, não, incapaz aparecer essa ideia. Era melhor que queimasse do que ensinar uma mulher sobre o que eles tinham lá, os o que eles tinham, que era o velho testamento. Era assim que era visto uma mulher no tempo de Jesus. Então, nós precisamos colocar essa lente. E quando eu estava lá noente médio, eu perguntei pro professor: "Mas e aí uma festa? Quando você der uma festa na sua casa, como que vai ser? Ele falou assim: "Meus amigos virão". Eu falei: "E suas irmãs?" Não, minhas irmãs não. Se na sala tem homens, as mulheres não aparecem, as mulheres ficam lá dentro. E mas é seu aniversário, não importa. É meu aniversário, mas é com homens. E assim era, era o tempo todo. Quando eu saía para ir pro parquinho, todo dia a gente passeava no mesmo parquinho com Samuel. Quem conseguia fazer o contato? O Rafa. O Rafa conseguia falar com homens, mas uma mulher nunca que poderia falar com outra mulher a não ser da família dela. Então eu não conseguiria um contato. O Rafa era convidado para jogar bola. Brasileiro, vamos jogar bola. Mas eu não. Então isso é nesse tempo agora. Isso só faz 9 anos atrás. Agora imagine no tempo de Jesus. E se a gente parar para pensar nessa história da Bíblia aqui? Vocês lembram dessa história, né? Que história é essa que a gente aprende lá pequenininho? A história de Marta e Maria. Olha bem essa cena. Tem alguma coisa errada aí? É uma sala. Tem alguma coisa errada. A Maria tá no meio da sala com os homens. Ela não poderia estar ali. Tem, tá, tá acontecendo um desconforto. O pessoal tá desconfortável. Como assim? Tem uma mulher no meio da sala querendo escutar o rabi, querendo escutar o professor Jesus. Não tá dando certo. E aí, se a gente for lá pra Bíblia em Lucas 10 38 a 42, se você tá com a Bíblia aí, vamos abrir Lucas. Lucas 10 38 a 42. Indo eles de caminho, indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher chamada Marta hospedou na sua casa. Tinha ela uma irmã chamada Maria e esta queedava-se e assentava aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para o outro, ocupada em muitos serviços. Então se aproximou-se de Jesus e disse: "Senhor, não te importas que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha me ajudar. Respondeu-lhe o Senhor: "Marta, Marta, andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa. Maria, pois escolheu a boa parte e esta não lhe será tirada." Ai, quantas vezes a gente tá inquietos, né? inquietos, muita preocupação, corre para lá e para cá e essa vida é corrida. A gente não tem tempo de nada, não tem tempo de um encontro, de um almoço, numa visita, não, só dá para trabalhar para lá para cá, para lá para cá. Tá inquieto demais, calma. É uma coisa só que você precisa. E quando você põe a cabeça lá para deitar, para dormir, os pensamentos ficam. E a lista que você tem que fazer. E aquela lista que 24 horas não dá conta, fica para outro dia, fica para outra semana, fica para outro mês e nada para aquela cabeça que não para. E Jesus fala assim: "Calma, aquiieta, uma coisa só é necessária e a Maria escolheu e dela não vai ser tirado." E hoje a gente tá aqui e uma coisa só é necessária. Começou o sábado, o que a gente precisa é descansar. descansar e ouvir a palavra de Deus, descansar e perceber o que ele tem para nós. Sempre que o Rafa chega numa igreja nova, ele já estabelece assim um modo de operar. E às vezes o pessoal fica assim: "Ai, quem vai ser o primeiro ancião?" o primeiro ancião. E ele logo fala: "Gente, nós não vamos ser o primeiro ancião, nós vamos ter um grupo de anciato. Eu faço parte do grupo de anciato lá da igreja de São Caetano. E tem época que a gente fica inquieto porque a gente tem que dar conta do culto, né? E mesmo no sábado a gente fica para lá e para cá, para lá e para cá. Mas tudo bem, é um mês só, um mês que eu tenho que dar conta do culto como anciã. Os outros meses não são meus. A gente tem que dividir, a gente tem que deixar o espaço do outro. Ah, mas se eu não fizer, ninguém faz. Eu carrego essa igreja aqui, ó, nas costas, porque só eu que consigo. Ninguém vai fazer como eu faço, porque eu faço muito bem feito. Eu acredito mesmo, você faz muito bem feito. Eu tenho certeza disso. Mas é necessário que outros desenvolvam os dons. A gente tem o nosso dom, mas outros também tm que desenvolver. Ah, mas se eu não fizer, vai ficar um buraco. Deixa ficar o buraco. Quando ficar o buraco, alguém vai se levantar, vai gerar um incômodo e aí alguém vai fazer a mesma coisa lá na sua casa. Por que que será que você tá tão atarefado assim? Deixa acontecer o buraco, deixa dividir as funções e aí vão aparecer os dons, vão desenvolver os talentos. aquiieta. Uma coisa só é necessária. Vocês entenderam, né? E que Maria tava ali, os homens poderiam ter falado dela. Senhor, tem uma mulher aqui no meio. Mas quem foi que falou dela? a própria irmã, uma pessoa bem próxima, uma pessoa da família que reclamou dela, foi para uma pessoa da família que ela teve quebrar a expectativa, ela teve que falar que não, não, Marta, eu não vou dessa vez será não. Assim como o pastor falou, Vasti estava pronta para falar o quê? Não. Às vezes nós temos que estar prontos para falar não, para criar expectativas. E às vezes é da pessoa que a gente mais ama, é das pessoas mais próximas, as pessoas da nossa família, um colega, para o quê? Para fazer os planos que Deus tem na sua vida. Deus queria que ela aprendesse. Deus quer que você desenvolva. E às vezes você tem que falar não para um emprego. É um emprego que vai tomar todo o seu tempo, que não vai deixar sua comunhão com Deus acontecer, que não vai deixar que você guarde o sábado, você precisa falar não. Às vezes é um relacionamento que você sabe que não está de acordo com os princípios de Deus, você sabe que aquele namoro não está correto, você precisa falar, não é? para essas pessoas com jeitinho, com sabedoria, Deus vai te dar o modo de falar não, quebrar algumas expectativas que talvez o seu pai e sua mãe criou para você, que você fosse isso, aquilo, que você fizesse tal faculdade, que você fizesse tal trabalho. E Deus tem falado no seu coração: "Não, não é isso que eu quero para você". Então fale não, com jeitinho igual a Maria não. E a gente vai perceber a Maria em outros momentos também. A Maria agora vai aparecer num jantar. E eu falo que esse jantar é especial porque é um jantar de gala assim, sabe? É um dos melhores jantares que nós vamos ver na Bíblia. E tá lá escrito assim, Mateus 26, 6 e 7. Quer ver? E aí continua também em João. Esse mesmo jantar é relatado em dois evangelhos. E olha que jantar especial. Ora, estando Jesus em Betânia, em casa de Semão, o leproso, nesse jantar tinha um homem que tinha uma doença incurável e ele estava sentado na mesa. Era como se fosse um câncer que não tem cura. Mas Deus curou. Deus proveu a saúde para aquela, para aquele homem. E aí você queria estar nesse jantar, porque eu quero saber como que foi isso. Você tinha uma doença que ninguém cura, não tem médico que cure, tem coisa que sai da nossa mão da medicina. E esse homem estava lá. E aí todo mundo queria escutar o que ele tinha para falar, como que era a doença e como era agora está curado. Mas continua esse jantar. Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus para Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitou dentre os mortos. Não era só uma doença incurável, era uma pessoa que tinha passado pela morte e agora estava vivo. Com quem que você ia querer conversar primeiro? Com a pessoa que foi e voltou. Eu quero saber como que é a morte. Como que é esse negócio de dormir? É dormir mesmo ou percebe alguma coisa? Você escuta alguma coisa? Você vai e volta? Você viu sua alma sair e voltou? Como que é isso? Aí você vai querer saber dessa história ou você vai querer falar com Lázaro, com com o leproso. Deram-lhe, pois uma ceia e Marta servia sem no Lázaro, um dos que estavam à mesa. Então era um jantar muito bem preparado, porque quem estava preparando era Marta, então era delicioso. Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, muito precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. Encheu-se toda a casa com um perfume do bálsamo. Ah, agora chegou a a parte da Maria. Ela perfumou todo aquele ambiente de novo. Ela estava no lugar onde não deveria estar. Quem poderia estar uma mulher no meio de uma ceia? Lembra lá a Santa Ceia só tinha os discípulos e Jesus. Mas aqui uma mulher entra de fininho e derrama um perfume em Jesus. Mas vocês sabem que esse perfume era muito caro. Era o preço de um ano de trabalho. Você tem ideia? você trabalhar um ano, juntar o dinheiro, comprar um perfume e colocar os pés do seu salvador. Era isso que ela fez. Mas como que ela tinha esse dinheiro? Se nem hoje a mulher trabalha lá no Oriente Médio, como que ela tinha esse dinheiro? Esse dinheiro era dinheiro, provavelmente de uma herança. Uma herança para quê? Para casar. Então aquele era o dote que ela tinha guardado, porque quando ela fosse casar, ela teria que pagar. E naquela sociedade, a mulher só tinha valor nesse momento, que era o momento do casamento, que seria quando ela seria escolhida. Pronto, ela vai ser escolhida, ela vai casar. Esse é o momento que ela iria brilhar e aí ela ter filho e acabou. É isso que ela faz. Esse é, essa é a função dela. Vocês têm ideia que ela pegou isso, a única coisa que ela poderia fazer na vida e colocou aos pés de Jesus, tudo que ela tinha, todo o valor que ela tinha, ela colocou aos pés de Jesus. E às vezes isso me faz pensar, muitas vezes a gente vem, dá o dízimo, aí fica: "Ah, pronto, dei o dízimo, tá feito, dei o dízimo, acabou". Será? Será que tem que ser assim com essa mesquinharia toda? Só o dízimo e acabou. Essa mulher deu tudo, tudo que ela tinha aos pés de Deus, até suas questões financeiras. E quanto das nossas finanças nós temos dado para propagar o evangelho, para fazer com que outras pessoas acreditem, seja apresentado a esse Deus, o nosso Deus. Às vezes tem sido pouco, né? Quando nós olhamos a Maria e quando ela estava ali, mais uma vez ela incomodou. E dessa vez o incômodo, vocês sabem da onde veio? Veio de Judas. Judas falou: "Ah, mas esse dinheiro todo aí, ah, esse dinheiro todo aí deveria ter sido dado aos pobres. Por que que tá colocando aí nos pés de Jesus?" Por que que estava colocando? Porque ela era uma aluna exemplar lá atrás. Ela foi uma aluna, ela estava aos pés do professor dela e ela tinha entendido tudo, coisa que os discípulos não tinham entendido, ela tinha entendido, porque ela estava preparando o corpo de Jesus que daqui a pouco ele ia ser morto. Vocês entenderam que os discípulos não perceberam? E ela falou: "Não, eu entendi. Eu tenho que levar um perfume para preparar Jesus". Que aluna exemplar, gente. E ela não podia responder. Ela escutou aquilo que Judas falou e engoliu seco. Sabe aquela coisa lá no no trabalho? Você escuta assim, você fala: "Ai, ai, não dá para responder, não dava. Ela já estava fora do lugar dela. Mas sabe quem dá voz para ela? O próprio Jesus responde. O próprio Jesus dá a voz para ela e ele fala assim dela: "Em verdade vos digo, onde for pregado em todo o mundo este evangelho, será também contado o que ela fez para sua memória." E hoje não tem cristão que não saiba da história de Maria que lavou os pés de Jesus com tudo que ela tinha. Vocês têm ideia? Jesus profetizou que ela seria lembrada enquanto existisse mundo, ela vai ser vai ser lembrada a história dela. E na Bíblia nós vemos alguns tipos de profeta. E ela se tornou de aluna, ela cresceu o talento dela. O talento dela agora, ela se tornou uma profetiza, porque ela não precisou falar, mas ela estava sendo demonstrado tudo que ela falou, tudo que ela fez. E aí Jesus fala assim: "Olha, enquanto houver mundo, ela vai estar falando". E na Bíblia a gente encontra três tipos de profeta. Um profeta que vai falar sobre o futuro. Noé, Noé tá falando: "Olha, vai chover, se arrependam, vai chover, vai chover. Veio uma chuva forte, o dilúvio, não é?" Tem um outro tipo de profeta que demonstra uma correção. Ele vem para falar assim: "Olha, você está errado, Davi, você está errado. Você se deitou com uma mulher que não era sua, era do soldado. Natã, o profeta é que vem falar sobre o pecado e mostrar que você precisa se arrepender." E tem um terceiro tipo de profeta, que é aquele profeta que vive. Quem é que vive? Oséias. Oséias, Deus fala assim: "Oias, vai lá e pega uma prostituta para ser a sua esposa. Demonstra para esse povo como que é a minha relação com o povo. Um povo que não é fiel, um povo que daqui a pouco tá comigo e não está mais." E aí Oséias tem que viver na vida dele, mostrar pro povo vivendo. E é exatamente o que acontece aqui com a Maria. Maria ela está vivendo e ela não fala nada. Ela não abre a boca para falar, mas através da vivência dela, ela demonstra o que que deveria ser feito. Todos deveriam estar lavando os pés de Jesus. Todos deveriam estar aos pés de Jesus dando tudo que tem. E quando eu penso nisso, eu relaciono um pouco com o meu trabalho. Eu trabalho numa enfermaria psiquiátrica. Eu sou psi, tô me formando, né? Agora sou residente de psiquiatria e lá nós temos assim, a maioria são mulheres porque as mulheres são mais sensíveis ao tratamento, procuram mais ajuda, mas lá é uma enfermaria de casos bem difíceis, bem agudos, só internas se realmente a cabeça tá bem desajustada. E ali a gente vê que eles estão bem confusos, embaralhados, o pensamento tá bem bagunçado. Mas quando eh eu fico pensando mesmo com aquele pouquinho assim de cognição que elas têm, tem umas que tão o pessoal fala assim, não tá falando lé com cré, tá falando, tá aqui abraçando a garrafa e fala: "Doutora, essa daqui é minha filha". Eu falei: "É certeza? É, essa aqui é minha filha e esse daqui é o meu celular. Vixe, não tá lé com cré mesmo. Mas se você põe play no louvor lá, elas começam a cantar e elas vão cantando. E às vezes você nem precisa colocar play no louvor e elas já estão cantando antes de você colocar o play. Eu acho bonito porque parece assim, eh, meu sonho. Parece que elas estão assim, no pouquinho de mente que elas têm, elas querem louvar a Deus. E às vezes eu fico pensando: "E a gente, quantos de mente que nós temos e não estamos louvando?" Pronto. Mas pensando nisso, tinha uma paciente que chegou e ela falou assim: "Ai, doutora, sabe o que aconteceu?" Cheio de roxo no braço e ela agitada levantava, sentava, levantava, sentava. "Doutora, eu tava lá em casa e eu cheguei da igreja e ele não quer conversar comigo, sabe? Meu marido não quer conversar comigo, eu quero conversar com ele, não quer conversar". E eu cheguei da igreja e falei: "Ah, você não quer conversar?" Então tá bom. Todos os remédios no lixo, joga os remédios no lixo e continua. E ele não quer conversar comigo, doutora, não quer conversar e sobe, desce. Ah, é? Você não quer conversar, então eu vou louvar e vai louvar. Você não quer conversar comigo, né? Vou louvar um pouco mais alto. Aí ela cantava um pouco mais alto. E começou uma confusão na casa. E aí vocês imaginam, ela tava com o braço todo roxo. Então vocês imaginam o que aconteceu. E naquela, naquele tormento daquela mente, aí ela chega pra gente, a gente vai internar e a gente vai cuidar dela, vai tentar colocar as medicações para ela se acalmar. E quando o Rafa me conta que quando ele era pequeno, ele chegou na igreja mais ou menos com uns 11 anos de idade, que ele teve estudo bíblico. E aí ensinaram para ele que olha, carne de porco é uma carne impura, camarão também e outras coisas são impuros. A gente, nós não devemos comer. E ele entendeu e logo ele falou assim: "Não vou comer". Só que a mãe dele colocava o quê? Bacon no feijão. Uma mãe que era muito rígida. além do rígido, né? E aí ele falou assim: "Não vai dar para falar: "Mãe, tira o bacon do feijão", né? Ele falou: "Não, eu não vou comer o feijão mais." Então, na hora de colocar a comida, ele só colocava o arroz e não colocava o feijão. E a mãe dele foi percebendo e um dia falou assim: "Que que foi, Rafael? Por que que você não tá colocando feijão aí no seu prato?" Ele: "É, mãe, sabe o que que é? é que você coloca bacon no feijão e eu não tô comendo mais carne de porco, porque na Bíblia diz que a gente não deve comer. Falou com aquele medo todo, né? A mãe resmungou um pouco e vida que segue. A partir daquele dia, ela não colocou mais bacon no feijão. E quando ela chegou pra igreja e ela foi ser batizada, no dia do batismo, ela conta essa história que aquilo ela ficou constrangida do filho dela falar: "Olha, mãe, eu não tô comendo por conta do bacon no feijão". A Bíblia diz. E a partir daí ela se interessou. E é isso que eu fico pensando. Será que muitas vezes a gente tem que fazer tanto barulho assim? Ou será que nós temos que ter sabedoria em como nós vamos apresentar o nosso Jesus, o nosso Deus para as pessoas? Às vezes nós vamos ter que ser profetiza como Maria foi. Maria foi aquela que ficou caladinha. Ela não podia dar resposta pro Judas, mas Jesus deu. Então, às vezes nós temos que ser esse tipo de profeta, pedir sabedoria a Deus de como abordar esse tipo de pessoa, como abordar um familiar seu que é tão resistente. Tudo ele vai contra a sua fé, tudo ele fala para desmerecer, talvez lá no seu trabalho, como abordar esse tipo de pessoa. Nós precisamos, precisamos pedir sabedoria a Deus. E esse dom, o dom que Maria teve, um dom de ser profetiza mesmo de boca fechada. E hoje é isso que Deus fala a nós, que nós possamos desenvolver os nossos dons. Se hoje você já tem algo que você tem para oferecer a Deus, tenho certeza que Deus quer te dar mais do que você já tem de talento. Deus quer multiplicar o seu talento. Você tem que colocar nas mãos dele. Nós, como mulheres, nós já somos auxiliadoras, mas nós temos outros papéis também que nós podemos fazer. E talvez também você tenha que falar um não, que faz muito tempo que você tá empurrando com a barriga esse não. Faz muito tempo que você não toma a decisão que você precisa tomar para estar mais próximo de Jesus. E você sabe qual que é esse problema. Então, fale esse não. Faça um compromisso com Deus de ter sabedoria de como falar não para essa pessoa querida e dessa forma estar mais próximo de Jesus. falar não para essas horas de trabalho a mais e dessa forma ter mais tempo para cultuar a Deus. Então fale não. E o mais importante, que nós possamos viver, ser profetas, talvez da forma falada, talvez da forma vivida, mas que a gente possa sempre apresentar a Deus onde nós estivermos. Amém. Vamos orar. Senhor, aqui estamos no começo do dia que o Senhor separou para nós nos encontrarmos com o Senhor. Além dos outros dias da semana, hoje é um dia especial, um dia que nós precisamos de uma só coisa, a sua presença em nossa vida, a sua palavra em nossa mente. É isso que nós precisamos. Nós queremos te honrar, te glorificar através da nossa cognição, através dos nossos dons. Por isso, que o seu Santo Espírito seja o auxiliador e nos sensibilize para demonstrar para nós onde devemos crescer espiritualmente, onde devemos falar não. Falar um basta, não. Esse não é o nosso momento de estarmos naquele lugar, talvez num relacionamento, talvez num tipo de emprego. Que o Senhor nos dê coragem. de tomar decisões ao lado de ti. Que assim como Maria, que o Senhor possa nos aceitar como alunos para um dia, quem sabe profetizarmos na vida de alguém. Estamos aqui à sua disposição, Senhor. Faça de nós aquilo que o Senhor quer. Em nome de Jesus. Amém. Amém, Jesus. Glória a Deus. Obrigado. Que mensagem maravilhosa. Muito obrigado mesmo. Que Deus te abençoe. Queridos, cononia de hoje é para ser com essa reflexão, para pensarmos. E na próxima, no próximo mês, teremos nosso final de semana jovem. Vai ser muito bom. E amanhã nós estaremos aqui a partir das 10 horas, Escola Sabatina, 11 horas, It break. Então vem tomar café com a gente, dependendo, não é muita coisa, mas vem tomar café com a gente, né? E depois temos o nosso culto. E amanhã à tarde também tem a celebração do jejum de Daniel. Então essa é a programação da vila. Você é o nosso convidado, esteja sempre conosco. Um bom sábado e um bom descanso para você. Amém. O