Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: O Trigo e o Joio | Dilean & Carol
07/06/2025
Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: O Trigo e o Joio | Dilean & Carol
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Olá você, mais um sábado com a gente aqui para bater um papo muito especial. Esse aqui é o vídeo do Ministério Integre, que é o Ministério de Jovens aqui da IBNU. E eu sou o Dile Melo e tá comigo aqui a Carol Lima. Carol Carol. Isso aí, Gil. Mais um sábado animado, como a gente falou já algumas vezes e para estudar parábolas, né? Eu, olha on dia eu vou falar, eh, a hora que essa série acabar eu vou sentir falta, porque tá muito boa, tá muito boa. Cada uma parábola melhor que a outra, uma ação parabólica melhor que a outra. Como a gente tem aprendido coisas, como eu tenho eh entendido coisas sobre, né, aquilo que Jesus faz, aquilo Jesus fala, coisas que Jesus ensina. E hoje uma parábola muito legal, conhecida também, né, a do trigo do joio. Uma parábola muito boa, com lições muito importantes pra gente. É isso aí. E bom, ah, se você não conhece a parábola, a parábola tá no livro de Mateus, ela é uma parábola inclusive exclusiva aí, né? Ou seja, estamos hoje tratando de assuntos exclusivos, tá? Só Mateus trata disso. Sinta-se exclusivo também aqui. VIP. VIP. Então assim, a a parábola tá dentro de um conjunto de parábolas muito bacanas e ela não pode ser desconectada desse conjunto que é chamado de parábolas do reino, né? São, é um momento especial no livro de Mateus, onde ele narra a algumas alguns ensinos de Jesus que estão relacionados diretamente com o reino de Deus. E a parábola, ela é bem singular. Por quê? Porque a gente já conversou aqui algumas vezes sobre essa questão que a gente precisa ficar ligado, né, sobre, por exemplo, quem é o público com quem Jesus está falando, né? E o capítulo 13 de Mateus começa falando que Jesus ele e ele se juntou com uma galera. Ele tava no na beira do do lago e aí uma galera, uma multidão chegou perto dele e ele inclusive foi para um barquinho para poder falar com as pessoas e ele começou a falar e ele usa parábolas bastante ligadas com questões relacionadas à vida da do do pessoal, como sempre, mas ele fala sobre a parábola do semeador e depois ele fala sobre a parábola também do semeador, porque afinal de contas a parábola do joio e do trigo também lida com o assunto da semeadura, com essa realidade. O agro, o agro aqui tá forte, né? Nossa, o agro aqui tá forte porque é só semente, plantação e a próxima da mostarda também. E eles eles teriam entendido muito bem, né? né? As pessoas viviam isso na realidade deles. Exato. Exato. Bom, a parábola ela fala sobre uma plantação que acontece e e enquanto o pessoal que plantou, né, os funcionários, ah, plantaram, eles foram tirar um cochilo, foram dormir, tinham realizado todo o seu trabalho, veio um inimigo e plantou erva daninha, que essa ideia do joio, porque o trigo é aquilo que é bom, o joio é aquilo que foi plantado, que a gente pode chamar de erva daninha aqui para ficar mais fácil pra gente e pra gente entender também, ou seja, aquilo que não é bom, aquilo que não que não deve ser inclusive comido porque é tóxico. Porém, qual que é o grande problema da parábola? É que ele é tão parecido ali nos seus processos iniciais que gera um problema. Ah, bom, você tem erva daninha. A nossa atitude inicial é: "Bom, vamos arrancar a erva daninha para que cresça somente aquilo que é bom e produtivo." Só que não pode, não pode arrancar. Por quê? Porque se você arrancar, vai arrancar também a coisa boa. Você não vai conseguir identificar o que que é o joio e o que que é o trigo para arrancar somente o joio que era isso. Lendo, eh, lendo essa parábola, eu falei assim, né? Eu falei para mim mesma: "Calma, pequeno gafanhoto, tipo, sem pressa." Foi muito interessante. E aí eu fui pesquisar, né, como a gente não tá lá no contexto, eh, fui pesquisar no Google a o formatinho do joio e ele é de fato parecido com o trigo. Se a galera jogar aí no Google, né, joio, até ele existe até hoje e ele é muito parecido, né? E a própria a própria explicação da parábola, né? Depois a gente eh entendendo o contexto, esse tipo de coisa. É muito legal. A própria explicação do Cleiton no livro fala sobre isso. Eh, ah, e a gente tá falando sobre um livro diferente hoje, né, que é não é da é esse aqui das parábolas de Jesus. Esse é muito bom também. E essa questão do trigo e do joio serem parecidos chamou muito minha atenção. Por quê? Porque aí o dono, coisas que chamaram minha atenção nessa parábola, né? Eh, esse fazendeiro, depois Jesus explicando sobre isso, o campo onde ele planta, tudo é dele. Esse fazendeiro é dono de tudo. Então, o joio foi plantado numa propriedade que é do próprio Deus. Me lembrei daquele versículo que fala que do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Deus é dono de todas as coisas. E aí, Dil, eu me coloquei no lugar desses servos. a gente ficar muito preocupado às vezes, né, de ficar separando as coisas, de ficar eh quem é bom, quem é ma, vamos separar o joio do trigo, não é a gente que vai separar nada. Uhum. Deus é quem vai fazer isso depois. Por quê? Porque quando a gente tenta eh separar as coisas antes de amadurecer, a gente corre o risco de se machucar também. Uhum. Acho que é isso. Isso me pegou um pouco nessa, nessa parte de do desses, desses servos, né, desses funcionários quererem resolver logo a situação, porque eu me vi nesse papel, né, a gente parece que quer resolver logo a situação. Eu tenho pressa, eu tenho, eu quero que as coisas, eu quero acelerar as coisas. E muitas vezes a gente no acelerado processo a gente fica alejado. Vou contar uma história, uma parábola. uma parábola que eu ouvi há muito tempo atrás, que é muito interessante. Eh, um homem, ele viu no quintal dele uma lagarta construindo aquele casulo, né, para virar a borboleta. E aí ele acompanhou todo o processo, ele viu a lagarta construindo o casulinho. Aí na hora, na época certa da lagarta sair do casulo, virar a borboleta, ele viu que a borboleta tava com dificuldade de sair, era uma coisa difícil de fazer. Então ele foi lá e ajudou, ele deu um cortezinho na no casulo para ajudar a borboleta a sair de lá. Só que isso fez com que as asas dela não se desenvolvessem. Ele alejou a borboleta tentando ajudar. Aquela borboleta nunca mais nunca mais nunca conseguiu voar. Por quê? Porque o processo pelo qual a borboleta precisava passar ia desenvolver a asa dela. Nunca me esqueci dessa história. Apesar de até hoje eu ter pressa de resolver as coisas. eu querer separar logo o joio do trigo, eu querer que as coisas, né, acelerar os processos, eh, não dá. A gente precisa, a gente precisa amadurecer como trigo e a gente precisa esperar os outros amadurecerem também para conseguir identificar e aí Deus vai separar depois, no final das contas. Isso isso me pega muito quando eu leio essa parábola. Ó, você tocou dois pontos para mim que são interessantes, tá? Eu eu eu separei cinco pontos, você tocou em dois deles, ó. Quase metade. Vai. Então assim, ah, eu eu quero tratar sobre essas esses dois. Então agora a gente bater esse papo, o primeiro é a paciência e a tolerância, porém sem ingenuidade. E sobre o campo, como a gente, como você começou do campo e depois foi pra questão da paciência, eu vou começar a paciência, depois eu vou pro campo, tá bom? Faz essa dobradinha aí, tá? O que o que que o que que para mim chama atenção nisso, pessoal, pra gente aí que é jovem, tá? Vou agora ligar com a gente que é jovem, tá? Lógico. Esses cabelos brancos são pintados aqui, tá bom? Lógico. É tinta, vai. Ah, a gente precisa ter paciência e tolerância, mas não ser ingênuo. Esse é um ponto para mim importante. Por quê? Jesus trata com ironia nessa parábola. Por quê? Porque ele tá lidando com uma galera que manja da parte da agricultura. Ele não tá falando com o de Lean aqui, que o máximo que faz passar no na em fazenda é passar com na na estrada. Máximo que eu faço é comprar um manjericão pronto no mercado. Vai. Entendi. Ele tá lidando com com galera que sabe. E aquela pergunta dos trabalhadores é extremamente ingênua. Como assim você só tinha? Porque foram eles que cultivaram o solo, eles que trabalharam com solo. Eles sabiam a qualidade da semente que eles plantaram, entende? E e foram eles que fizeram todo o trabalho e conheciam o dono do campo. Então assim, ah, o que que a gente faz agora? Vamos arrancar? Eles sabiam que se arrancasse a erva, a o joio, eles iam machucar também o trigo. Então essa pergunta que Jesus insere nessa parábola, ah, com aquele contexto, é, é é pra galera parar e falar assim: "Pô, eu não perguntaria isso. É uma pergunta retórica, né? Exatamente. É o tipo assim, mas isso aqui é óbvio, mas exatamente para chamar a nossa atenção e falar assim: "Pô, eu sei que eu não poderia fazer isso aí, por que que eu tô pensando em fazer essa questão?" Só que o dono do campo é extremamente maduro. Ele chega e assim: "Não, galera, olha quem implantou isso aí foi o inimigo, entende? Então assim, a gente tem que saber bem o que que em que em que pé está o nosso terreno e em que pé está a nossa plantação. Ah, às vezes a gente acaba lutando com essas coisas. Ah, primeiro que assim, não, então, já que eu tenho que ter tolerância, eu acabo me tornando ingênuo e eu não enxergo a coisa da forma como ela é de fato. O dono do campo tá enxergando a coisa de forma objetiva. Ele fala assim: "Não, pera aí, realidade, a o o mal aqui foi um inimigo". Então, a gente tá inserido num mundo, num que aí envolve essa questão dessa outra parte, onde é óbvio que há maldade, onde é óbvio que há uma realidade, inclusive que atenta contra a nossa vida, que há perigos em todo momento. Então, assim, a gente precisa lidar com a tolerância em relação às outras pessoas, com paciência, mas também a gente não pode se tornar ingênuo sem lembrar dessa questão. A paciência, ela é fruto da percepção de que, como a Carol colocou, Deus está lidando com todas as coisas até o fim, certo? E não, tipo assim, não é verdade, todo mundo sofre, então eu também tô sofrendo. Ou sabe, esses não é não é lidar com vitimismo, não é lidar com uma percepção equivocada da vida, é lidar com consciência e fé de que realmente Deus está lhe dando. E o segundo ponto é exatamente esse, que o campo é o mundo. Jesus explica isso no final, quando o pessoal pergunta e mas o que que você quis dizer com aquele troço? Ele fala: "Galera o seguinte, o campo é um mundo e nós estamos inseridos na escola entre amigos, nós estamos inseridos na internet, nós estamos inseridos nesse nosso dia a dia que envolve uma realidade que há trigo e joio, sim, em todo o ambiente, em todo lugar. Então, com paciência na minha escola, no meu trabalho, na minha família e e nos ambientes onde eu estou, eu preciso exercer essa paciência e tolerância de entender de que Deus está lidando com as coisas e vai lidar com elas até o último dia. Então, assim, Deus espera o joio até o último dia. Então, eu não preciso, como a Carol colocou, fazer isso. Porém, se o campo é o mundo, e eu estou inserido desse mundo para ser o trigo, e o trigo precisa se diferenciar no seu resultado final. Sim. Então assim, se eu não tiver essa diferença no resultado final, não tem como depois separar. Se em todos o processo do joio e do trigo, se tudo sempre for igual, como é que você vai separar no final? Não tem como. Porém, se no comecinho da do do crescimento da planta eles são iguais, se no comecinho do desenvolvimento eles são iguais, no seu processo final eles são bastante diferentes. E é por isso que dá pra gente ter. E é óbvio que Deus nos chama para ser sal da terra e luz desse mundo. Então, citando um outro versículo de fora aqui, mas no mesmo texto de Mateus, Mateus capítulo 5, ah, quando Jesus fala sobre o cidadão do reino, aqui ele fala sobre a parábola do reino. Lá ele fala sobre o cidadão do reino. E o cidadão do reino precisa ser esse sal da terra e luz do mundo no meio dessa realidade que nós estamos vivendo. Então você na sua escola, na faculdade, onde tem a aquela galera bastante esquentada que que acha que vai revolucionar o mundo, arrancando aquilo que ele não concorda, arrancando aquela coisa que, ah, eu penso A, todo mundo que pensa B eu arranco. Não é assim que funciona. Não é assim. É assim a assim a gente não amadurece, né, Dio? Exato. Esse esse isso que você falou agora sobre é a gente tá plantado no mundo, né? Esse fazendeiro, o campo, ele plantou semente de trigo por todo o campo, né? A gente a gente precisa crescer e amadurecer onde a gente tá. O que me levou a a pensar sobre, né, fazer uma outra reflexão, que muitas vezes a gente quer se proteger, a gente quer ficar enclausurado no nosso grupo, né, de proteção, às vezes muita gente dentro da igreja achando que a gente consegue amadurecer eh num grupo fechado e não dá. A gente tá plantado, a gente precisa amadurecer onde Deus plantou a gente. Exatamente nisso. Então, eh, a gente vai, a gente vai passar por intemperes, a gente vai est do lado de joio, a gente vai tá, né? E a gente precisa saber lidar com isso, porque é esse tipo de coisa que faz com que a gente cresça e amadureça. Muito bom esse esse ponto da ingenuidade que você falou, porque a gente precisa saber identificar quem a gente é e quem o outro é, mas muitas vezes a gente não vai conseguir fazer isso instantaneamente, né? A gente só vai conseguir fazer isso depois de um tempo de convivência, depois de um tempo de amadurecer. E po k sal, né? Como diria os antigos, você só conhece a pessoa, com 1 kg de sal com a pessoa. Não, isso é muito legal. Eu já fiz isso com a minha prima. Eu morei, morei junto com a minha prima há 4 anos e a gente comemorou quando a gente terminou o Kila de sábado. A gente falou: "Ah, acho que agora a gente se conhece depois de alguns embates, depois de algumas coisas, momentos bons, momentos ruins, mas a gente, isso é muito legal porque é verdade, porque a gente não, às vezes a gente não se conhece quando a gente não é testado, né? tava conversando com os amigos ontem sobre isso. Eh, muitas vezes a gente precisa ser colocado em determinadas situações pra gente saber do que a gente é feito. Porque se eu não passar por determinadas coisas, se eu não conviver com determinadas pessoas ou determinadas coisas, eu não consigo perceber. Deus sabe quem eu sou, mas eu não consigo ver, não consigo extrair de dentro de mim, né, aquilo. Se eu sou realmente paciente, se eu tenho fruto do espírito, se eu realmente tenho domínio próprio, eu preciso ser testado, né? E é e é nessa convivência que isso acontece. Isso é muito interessante. Isso me fez pensar sobre o quanto a gente gosta de ficar fechado no nosso próprio grupo e até achando que dentro da igreja é esse grupo todo mundo igual a mim, porque o joio tá em todo lugar. Então o trigo e o joio estão em todos os lugares, né? O trigo tá dentro da igreja, mas o joio também tá. O trigo tá fora lá na, né? No seu trabalho, onde você estuda, onde você mora com seus vizinhos. Mas o joio também tá. Então o trigo e o joio estão em todos os lugares. A gente não tem para onde fugir e não tem que fugir. A gente precisa amadurecer, crescer e amadurecer no relacionamento com Deus onde a gente foi plantado. Por isso que a gente precisa focar em ser trigo, né? Acho que esse em vez de ter esforço para arrancar o joio, a gente tem que ter fazer o esforço em ser o trigo no sentido de, sabe, de manter o trigo bem, de cultivado direitinho, né? E e nesse sentido ainda o o o dessa questão tanto do foco pessoal em ser o trigo aqui que a gente tá tratando também, a uma das coisas que me fez pensar e você trouxe essa questão quando você falou sobre o campo mundo, tal, tal, essa questão toda, ah, é o seguinte, o o dono do terreno, o dono do campo, que é o mundo, ele só plantou o trigo e inclusive os a os trabalhadores dele falaram assim: "Gente, a semente não era da melhor e tudo de ver esse joio. Ah, porque na nossos embates, no nosso dia a dia, na nossa vida corrida e cotidiana, que a gente lida com o mal e com sofrimento e com coisa, a gente tem aquela tendência de falar assim: "E agora, Deus?", né? Ou ou nesse sentido de meio que culpar a Deus. É como se Deus fosse o culpado pelo mal e pela pelo pela coisa ruim. Mas é interessante que nesse nesse sentido o texto diz: "Olha, o dono do campo só plantou trigo e o trigo da melhor qualidade. O mal, o a erva daninha, quem plantou foi o inimigo. Não teve nada a ver com o dono do terreno, não teve nada a ver com o filho do homem, que é a explicação depois de Jesus para ser o dono do campo, né? Então, a gente precisa lidar com essa realidade de lembrar dessa questão. Olha, Deus plantou somente o trigo. Eu sou trigo. Então, assim, eu preciso manter essa minha característica de trigo e manter esse foco. Porque a gente fica com muito foco de, ah, não, mas esa aí, olha, se eu te contar aquilo que eu sei da vida da Carol, ah, vai entender direito quem ela é. Olha, se eu te contar daqui de quem é o de Lean, é éível para caramba, porque dentro do coração do Lean tem todo tipo de pecado que você possa imaginar. É só a graça de Deus que me mantém trigo, porque na verdade eu sou um joio completo. Então assim, a a a graça de Deus me transformou de joio para trigo, entende? E, e, e, e, e último dia Deus vai reconhecer a obra de Cristo na minha vida e não necessariamente as obras do de Leã, porque elas não são obras necessariamente de trigo. Só que aí a gente, em vez de reconhecer isso e reconhecer a graça de Deus, a gente fica tentando arrancar o joio do irmão. Quando a gente é joio, Jesus fala isso lá também na no sermão do monte, quando ele fala assim: "Cara, tá falando do cisco do olho do teu irmão, olha o tamanho da trave que tem no teu, entende?" Então assim, acho que esse ponto é essencial da gente lembrar. Deus, o senhor do campo, ele só plantou trigo e ele lida com trigo. No último dia, os trabalhadores, os anjos, aquele que ele a que ele selecionou para isso, eles vão fazer separação entre jogo e trigo. Não é você. Eu não sou anjo, eu sou de Leã, pecador, miserável, homem. Ah, e e e isso, homem no sentido de ser humano aqui. Não tô só falando de questão de masculinidade, tô falando da minha criação, né? Eu tô falando ser humano, entende? Eu não sou anjo. É, é isso que eu tô querendo falar, né? Então, assim, e a gente não tem que apontar o dedo para ninguém, né, Dil? como a gente gosta de apontar o dedo. Mas aqui muito muito interessante isso e até um alívio, porque tudo que a gente precisa fazer é confiar no dono do campo, é confiar nesse fazendeiro porque foi ele quem plantou, o campo é dele e no final das contas quem vai resolver a situação é ele. Então, o que que a gente tem que ficar se metendo na vida dos outros ou falar que fulano é assim ou assado? Porque no final das contas tudo que a gente precisa fazer é confiar em Deus. Ainda que a gente lide com situações, né, desafiadoras, a gente ainda que a gente tenha circunstâncias, né, que pareçam que a gente vai sucumbir, mas eh Deus dá a provisão, Deus dá o a o crescimento, Deus dá a possibilidade de maturidade pra gente. E essa esse discernimento, como você falou no começo, né, pra gente não ser ingênuo, pra gente saber o que que é o quê. O fato da gente saber quem é quem não significa que a gente tenha que apontar dedos ou que a gente tem que separar, porque o próprio Jesus mostra pra gente que a gente pode conviver com pessoas que prejudicam a gente, como ele conviveu com Judas, Jesus lavou os pés de Judas. Isso para mim é uma coisa assim, né, o Sa fala sobre isso, é uma coisa impressionante. Então a gente precisa ter essa firmeza, né, essa maturidade e confiar no dono desse campo, porque esse dono é bom. Esse eh esse fazendeiro que plantou as sementes, ele é bom, ele é generoso e no fim das contas ele vai resolver a situação. Então eh é no fim do dia é isso, é confiar em Deus, porque ele sabe o que ele tá fazendo. Agora, a gente também precisa, né, enquanto a gente tá nessa confiança em Deus, tomar cuidado com influências, galera. E hoje, principalmente com a questão que nós temos o acesso tão grande nas redes sociais quando eu era adolescente e mais jovenzinho, jovem eu ainda sou. Não faz tempo, vai di Não faz tanto tempo assim. Mas eu só vou dar um spoiler aqui, tá? Meu meu primeiro celular, né? Meu primeiro celular que não tinha internet, tive com 27 anos, né? Mas tinha o jogo da cobrinha, então assim era tecnológico. Eu ouvi falar. Eu ouvi falar. Você ouviu falar? Então assim, a gente tem que tomar cuidado com as influências. Hoje nós temos um mundo aberto pra gente, que é um mundo de joio também, no sentido de influências que estão ao nosso redor, que a internet, né, abriu pra gente de possibilidade e que às vezes a gente pega assim: "Ah, não, é isso aqui". E e a gente consome, né? E a gente consome. E na verdade, qual que é um dos problemas de uma plantação ter erva daninha? Porque a erva daninha também consome os nutrientes do solo que deveriam ser somente para o trigo, né? e e e o trigo acaba ficando um pouco mais enfraquecido pela quantidade de erva daninha que tem no solo. E muitas vezes isso pode estar acontecendo através dessas influências negativas que você como trigo acaba, ah, poxa vida, é tão parecido aqui, né? Vem cá, dá um abraço, fica aqui e tal. Ah, e a gente traz para perto da gente. Então, a gente precisa ter, a gente falou já um pouco sobre essa questão de não ser ingênuo, né? Uhum. Ah, a gente precisa ter um pouco disso, sabe, sobre essa observação um pouco mais clara, porque o joio cresce junto do trigo. Ele não cresce num bloco separado, ele cresce junto. Ele consome os mesmos nutrientes que o trigo consome, que estão ligados ao solo. Porém, não é o fato de estar consumindo o mesmo conteúdo que faz da pessoa necessariamente trigo. Então, ah, e e uma frase que cresceu comigo sempre foi: "O meio influencia, mas ele não é decisivo paraas nossas vidas, não determina. Precisamos ter essa maturidade como jovens de identif, desculpa pessoal, de identificar de fato o que realmente é bom e o que não é bom. E aquilo que não é bom afastar da gente. Por quê? porque ele só consome a gente. E esse é um ponto. Mamãe sempre falava, né, que essa questão, cuidado com as suas amizades, porque elas geram em você um mal. e gerem você um mal nesse sentido, porque de certa forma elas acabam consumindo você e você acaba se identificando, você acaba sendo identificado por causa disso. Então, evite, evite qualquer uma dessas questões que podem ah gerar esse mal para você, influenciar, né? O nosso nutriente tá na palavra de Deus, né, Dil? No fim das contas, é essa leitura que a gente faz, é esse, eh, buscar a Deus, buscar esse entendimento nas histórias que Jesus conta. E é muito legal porque, eh, aqui a a Bíblia, a mensagem tem um título logo no começo do capítulo 13, né? Por que contar histórias? Por que que Jesus fala em parábolas, né? É justamente para isso, para aqueles que buscam a ele entenderem. Então, quem busca esse nutriente em Deus, quem busca a compreensão da palavra de Deus, quem busca entender as histórias que Jesus conta, esse vai ser nutrido, esse vai estar com a influência certa, esse vai est no com o crescimento, né, adequado, porque é justamente isso que a gente precisa. O nosso, o nosso nutriente tá na palavra de Deus, tá nas coisas que Jesus fala, tá nas coisas que Jesus faz, porque essa é a verdade do reino de Deus. É aí que tá o nosso nutriente. Amém. E bom, pelo menos eu tinha falado que eu tinha cinco observações. A minha última observação era a seguinte, galera. Ah, você já fez bem mais, D? Já fez bem mais que eu eu eu comentei a bora mais uma. A justiça final é sempre de Deus, pessoal. A justiça é sempre de Deus. A gente tem a tendência de querer fazer a nossa justiça. É por isso que a gente acaba marcando pessoas, a gente acaba ah falando sobre os erros das pessoas. Por um lado, para que a gente pareça melhor, porque se eu falo sobre os erros da Carol, parece que eu eu eu me torno, de certa forma um um um um juiz, porque eu eu tô declarando já os erros do outro, né? Então, eu tô numa posição superior. A, e, e a outra questão que envolve isso também é que eu não preciso ficar mal com a pessoa que não tá legal, sabe? Que que que que fez até mesmo alguma coisa errada, porque a justiça não é minha, não é para mim que essa pessoa vai pagar. Talvez um dos versículos mais duros da Bíblia seja um versículo de arrependimento. Porque depois de um monte de coisa que Davi fez, ele fala lá no Salmo 51: "Contra ti suaente pequei". E e cara, a gente fala assim: "Como assim, mano? Você fez um monte de coisa errada, velho. Você tá biruta, né? Matar um monte de coisa, como diz aí um comediante. Não, cara, mas a questão é a seguinte. Cara, a justiça é de Deus, velho. Então assim, vamos deixar para ele no final. Porque eu o por que que para mim isso é tão importante? Porque eu preciso lembrar que no último dia as minhas injustiças vão ser perdoadas pela justiça de Cristo em mim. Porque se eu quiser que as a as injustiças da Carol sejam pagas pela minha justiça, cara, tá tudo sobrar nada. Não sobra nada, entende? Agora, se eu reconheço que as minhas injustiças foram pagas pelas justiças de Cristo na cruz, cara, as da Carol também. E é por isso que Deus no último dia vai fazer essa separação, vai resolver. Então, deixe essa justiça com ele. O a a minha função, a sua, é servirmos juntos a esse Deus grandioso. Porque mesmo com os meus erros e meus pecados, Deus ainda concede para mim graça, justiça e um dom para servir junto com a Carol, que também tem os seus pecados, as suas injustiças, mas que juntos nós produzimos a graça de Deus, porque ele perdoa os nossos pecados e nos leva a amar pessoas, a demonstrar esse amor também a outras pessoas. Então, se junte com isso, com isso, e não com essa preocupação de a minha separação e aquilo que eu acho certo e errado. Isso aí, gente, é a maior besteira que tem, não funciona. E no final, cara, não leva ninguém a lugar nenhum. Isso aí não. Só traz um peso, só traz um peso muito grande, né, Dil? Na verdade, o que Deus produz na gente, libertando a gente desse peso, é alívio, né? Porque a gente não tem que dar conta de nada. E a própria parábola fala, a explicação da parábola, né? O eh o próprio fazendeiro fala: "Eh, quando vocês arrancarem as erva daninhas, vão arrancar o trigo também, desde que cresçam juntos, né? Eles, se a gente arranca um, a gente danifica o outro, a gente mesmo se machuca no processo." Então, deixa com Deus, deixa com Deus. Jesus mesmo disse: "Tragam para mim os seus fardos pesados e peguem o meu que é leve e é carregado." Isso aí. Valeu, Carol. Obrigado por muito bom. E eu quero convidar você e a Carol também amanhã. Ah, obrigada. às 9:30 da manhã nós temos o nosso culto. Às 9:30 também sai uma celebração online aqui no canal do YouTube. Então fica ligado, se você ainda não se inscreveu, se inscreve porque daí você recebe a notificação. E às 11:15 nós também temos a celebração na Ibu, onde fica rua Tianguá número 25, bem pertinho do aeroporto de Congonhas. Vem, dá para até pegar o voo junto da Gol. Aí a Carol vai, vem comigo, pega o voo para São Paulo e a gente se vê na IBNU, gente. É isso aí, galera. Até sábado que vem. Abração. Valeu, Carol. Obrigado. Valeu. [Música]