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A fé vem pelo ouvir

Koynonia – 06/06/2025

Koynonia – 06/06/2025

Koynonia – 06/06/2025

Instagram – @iasdvilaolimpia

Legendas automáticas:

de água limpa para
beber e em paz
dos vou
descansar e a
jornada continuar. Meu pastor, meu
pastor me leva a
lugares de água limpa para
beber e em
pazos dies
descansar e a jornada continuar.
Com
ele com ele.
Amém. A jornada com o nosso Senhor é
sempre muito melhor. Ano passado, não
sei quem aqui teve a experiência de
poder ir paraa Brasília na convenção
jovem. Alguém aqui foi? Não. Sério que
vocês não foram? Eu estive lá, então vou
me gabar um pouquinho. Foi sensacional.
E lá, pela primeira vez na minha vida,
eu olhei pr pra palavra maranata com um
olhar diferente. A gente ouve desde
pequeno, né? Maranata, se logo vem e
tal, bacana, show. Mas lá eu entendi que
aquilo era mais que só um jargão da
igreja adventista. Aquilo era como se
fosse um fogo gritando dentro de mim que
Jesus estava voltando. Eu sei que você
crê nisso para essa música que você
coloca de pé. Sei que você sabe cantá-la
também. E essa música grita esse jargão
porque o Senhor está voltando. E se você
está aqui nessa noite, é porque você crê
nisso, porque você quer estar com ele.
Senão, meu irmão, cuidado, ele tá
chegando, ele tá voltando. Mas para isso
você precisa se preparar. Abre o seu
coração de verdade, completamente e
canta essa música com tudo que tem
dentro de si, com a sua voz, com o
louvor. Louve ao seu Deus. Louve ao
nosso Deus. Vamos cantar para Nata.
Tu és a minha
luz, a minha salvação e a ti me
renderei.
Se ao teu lado, se ao teu lado
estou, seguro. Em tuas mãos, eu nada
temerei. Tu és santo,
ó Senhor.
Somente ele é
digno. Tu és
digno de louvor.
para ele.
Só em ti
confiarei. Eu nada
temerei. Em frente eu irei, pois eu sei
que viva estás. E um dia
voltarás do céu para nos
buscar, para sempre
reinarás. Aleluia.
Aleluias a
Deus. Nosso Deus é grande, é forte, é
poderoso. Ele tá buscar a gente para
reinar eternamente sobre tudo e
todos. E é por isso pindo mais uma vez,
cante bem forte. Tu és a minha luz.
Vamos lá.
Tu és a minha luz.
a minha salvação e a ti me
renderei. Se ao teu lado estou, seguro
em tuas mãos, eu nada temerei.
Tu és
santo, ó
Senhor.
Oh, tu és digno de louvor.
Só em ti
confiarei. Eu nada
temerei. Em frente eu irei, pois eu sei
que vi está. E um dia
voltarás do céu para nos
buscar. Para sempre
reinarás. Aleluia. Um dia só em ti
confiarei. Eu nada
temerei. Em frente eu irei, pois eu sei
que vivo estás. E um dia
voltarás do céu para nos
mostrar. Para sempre
reinarás. Aleluia.
Jesus.
o vem
Jesus, vem
Jesus
marav ele.
Mar, vem, Senhor
Jesus. Vem,
Jesus. Vem
Jesus. Mara
Natal, vem, Senhor
Jesus. Vem,
Jesus. Vem Jesus.
Mara hora. Vem, Senhor
Jesus. Vem,
Jesus. Vem
Jesus.
Para hora. Vem, Senhor
Jesus. Vem,
Jesus. Vem, Jesus.
Ora, vem, Senhor
Jesus. Vem,
Jesus. Mara
Natal, vem, Senhor Jesus.
Essa também é uma música muito conhecida
e ela é uma verdadeira oração. Então que
vocês cantem conosco. A gente vai jogar
para vocês. A gente vai estar aqui só
acompanhando vocês.
Senhor e me
conheces.
Quebranta, quebranta o
meu coração.
Transforma-me,
transforma-me
conforme a tua palavra. Preciso disso,
Senhor. Transforma.
Enche-me até que em
mim se ache só a
ti. Então usa-me,
Senhor.
Usa-me,
Senhor. Diga de todo seu coração:
Usa-me, Senhor.
A
mim
como noite
comados como amigo no
deserto fecha que é certa ao
e em qualquer lugar. E aqui a minha vida
usa-me,
Senhor.
Usa-me. Junta-me,
Senhor, que me conhece.
Quebranta, Senhor, o nosso coração.
Quebranta o
meu coração.
Pai, me transforma, transforma a tua
igreja.
me confor enche o teu santo hospital
porque nós precisamos todos os dias de
ti. Enche-me até que em mim se ache só a
ti. Se ache só ti
me usa, Senhor. Usa a tua igreja.
Usa-me, Senhor.
A
mim como um farol que brilha a noite
como todas as águas como amigo no
deserto como fecha que acerta o alvo.
Quero ser usado da maneira que te agrada
em qualquer ora e em qualquer lugar. Eis
aqui a minha vida. Usa
mim,
Senhor.
Usa-me,
sonda-me,
quebranta-me,
transformava-me,
enche-me e
usa-me. S.
quebranta-me,
transforma-me,
enche-me e usa-me.
Solta-me,
solta-me,
quebran-me.
Transforma-me,
enche-me e
usa mim.
Como far que a noite
como sobre as águas como abo no deserto
como flecha que acerta ao
vado da maneira que te agrada em
qualquer ora e em qualquer
a vida, minha vida, usa
mim,
Senhor. Usa mim,
igreja cante.
Deus
transforma-me, enche
mim e
usa
mim,
senhor. Amém. Deixa eu
lvar esse espírito. Você pode se
ajoelhar, pai
querido,
hoje não tem ministração, hoje não
tem a fala para nos preparar.
Talvez o que nós estamos fazendo aqui de
joelhos, Pai, é pedindo para que o
Senhor
fale, é pedindo para que o Senhor
examine os nossos
corações, eu pedindo que o Senhor sonde
os nossos corações e nos revele qual que
é, Pai, o nosso pecado oculto. Nos
revele o que nos afasta de ti. E te
pedimos em nome do Senhor
Jesus que nos dê forças, Pai, para
abandonar o nosso pecado, abandonar a
nossa ignorância e encontrar o Senhor em
verdade. Obrigado porque o Senhor nos
ama. Obrigado porque o Senhor morreu
numa cruz por
nós. Nesse momento nós te pedimos, faça
parte de nossa
vida, cuide de nós, cuide dos que irão
falar agora e dar-nos teu Santo Espírito
em nome do Senhor Jesus. Amém.
Pastor Bechara tem mais uma poesia para
nós. Esse
poema é sobre uma
mulher que puseram um
rótulo muito desagradável para
ela.
Era concubina de Saul, mas ela nunca
aceitou esse
rótulo. Ela agiu como mulher
legítima e Deus usou essa
mulher para fressar o reinado de
Davi. E
colocaram os filhos de
Saul e os e dois filhos
dela numa
cerca, enforcados.
E essa
mulher, uma fibra
incrível, ficou três ou quatro
meses
espantando as aves de
rapina e os animais que queriam
devorar. Os cadáveres,
mulher, amada por
Deus recusou o rótulo de concubina.
e se tornou uma bênção para o povo de
Deus.
Meu
respiro. Agora sei o sabor
solitário do
desamparo. O estafante
calor as noite, as noites frias
glaciais. Lágrimas demais.
Sei a dor da minha
dor. Preciso muito mais fé no
anteparo. Estou alerta e não paro.
Vigiando animais.
Tudo
contrário. Luta meu
desvo. Fé onde me
inspiro.
Esperança, meu
suspiro. Garra meu
transpiro. Prece o meu
respiro. Eu chamo aqui a Dra.
Glau Glária, perdão. Eu vou até o final,
eu
acerto. Tive a oportunidade de tomar um
um café um dia com o pastor Rafael. E aí
na a gente conversando ali, ele falou
que você é
psiquiatra, formou, acho que não sei se
recente não, não sei, não lembrar.
Enfim, depois você
explica a ideia inicial até. E aí fica o
convite para uma próxima nós falarmos
sobre ansiedade. Mas quando eu te
perguntei, você falou de Jesus e as
mulheres falei: "Nossa, que tema legal,
que tema bacana e que Deus te use nesse
momento." O pessoal da da da que cuida
da coronia achou muito bacana o tema.
Então, que Deus te use, que seja um
momento muito gostoso. Obrigada, David.
Vou ficar aqui para poder apoiar, tá?
É mais fácil, né?
E e
aí quando fala sobre Bíblia, a gente
pensa assim: "Nossa, um livro meio
machista, né? As
mulheres, Jesus escolheu 12 homens para
serem os discípulos. não colocou nenhuma
mulher ali no meio. Aí Paulo quando vai
falar das mulheres fala assim: "Ah, as
mulheres não podem falar em público não.
Mulher tem que usar o véu e não pode
falar em público." E lá atrás, no Antigo
Testamento, a maioria dos líderes são
homens. A gente vê uma ou outra ali
espontando. O resto, tudo os homens
estão
tocando o povo de Deus. Então, e se
alguém parar para você, alguém que não
conhece tanto a Bíblia e fala para você,
e aí, esse livro é meio machista, né?
Hum, não, não tá dando
certo. E logo no começo, se a gente
pensar lá em
Gênesis, quando vem a criação, tá aqui,
tá ótimo. Quando vem a criação, então
Deus criou tudo, viu que tudo era bom,
aí deixou o Adão lá sozinho. E o Adão
teve que perceber que ele estava só.
Ele começou a olhar os pares, ele começa
a olhar a natureza e percebe que existe
macho e fêmea e ele percebe que ele está
só. Interessante porque ele tem um
sentimento aí, uma solidão. Que solidão
é essa? Antes do pecado já havia um
sentimento de se sentir-se só. Então,
quando a gente se sente só, talvez não
seja pecado. Talvez não é um um problema
se sentir só.
Às vezes é uma necessidade. Às vezes a
gente tem que retirar um pouco, parar
para pensar, ficar um pouco sozinho,
refletir sobre a vida. Às vezes o jovem
precisa se sentir só para falar assim:
"Eu preciso de uma companheira, preciso
de um companheiro". E era isso que
estava acontecendo com Adão. Então Deus
fala assim: "Ah, não é bom que o homem
esteja só. Vou fazer uma companheira." E
ele fala assim: "Disse mais o Senhor
Deus, não é bom que o homem esteja só.
falhei uma
auxiliadora que lhe seja
idônea. Então, Eva aparece já com uma
designação de ela já tem uma tarefa, ela
já está sendo designada para algo, ela
vai ser auxiliadora. Não gostei. Logo do
começo eu vou ficar, eu vou ficar atrás
sempre, eu vou ter que ajudar ao outro
performar. O outro vai ser o líder, ele
vai ser o cara e eu vou ficar ali, ó,
ajudando. Eu lembro que num casamento
que a gente só foi, né, o Rafa não foi
fazer o casamento, era alguém que tava
fazendo o casamento e o Rafa só ia fazer
uma oração. Gente, o o pastor falou
assim: "Ah, vem aqui, querida, segura
aqui". Ela ficou o casamento inteiro
segurando um um relógio parada lá do
lado. Eu falei: "Ah, Linda, você não faz
isso comigo não, porque eu não vou não.
Ah, esse negócio, ah, eu vou ser
auxiliadora. Ai, nunca vai, nunca vai
ser a minha vez. Quando que vai ser a
minha vez? Quando que eu vou mostrar o
meu talento, o meu dom? Ah, já vou
nascer desse jeito, a auxiliadora não tá
dando." E foi isso que aconteceu. É como
se fosse uma imunidade nata. Quando o
bebezinho nasce, ele já nasce com
algumas células de defesa. Para quê?
Para aquele ambiente da casa dele. Eles
têm aquela defesa porque quem passou a
mãe, a mãe passou para ele essas células
de defesa. Ele consegue já ter um uma
resistência pra casa dele, não para
ficar em qualquer lugar. Mas conforme
vai passando o tempo, ele precisa
desenvolver outras imunidades que são as
adquiridas. E é isso que Deus tá falando
aqui. Olha, Eva, você já vai nascer com
um dom, mulher. Você já tem um dom
especial, que é ser auxiliador e você
precisa desenvolver outros
dons. E quando a gente lê a Bíblia, nós
precisamos ler também de forma
contextual, tanto o contexto que está
próximo quanto o contexto que está
longe. Vamos preparar, vamos observar
essa palavra em outros momentos da
Bíblia. E se nós formos parar para ver
aí, nós vamos ver assim, ó, que lá em
Salmo
33:20 está escrito: "Nossa alma espera
no Senhor, nosso auxílio e escudo." É a
mesma raiz, a raiz da palavra é, a mesma
raiz da palavra lá da Eva. E nesse
momento, quem é que tá fazendo o papel,
o papel de auxílio?
O próprio Deus, o Senhor tem essa
qualidade. Olha o privilégio incrível
que a mulher nasce. Ela nasce com um
privilégio de ter um dom que o próprio
Deus tem. E isso vai aparecer não só
nessa vez, mas 21 vezes vão se repetir
essa essa raiz dessa palavra. E aí vai
falar que o Espírito Santo, o Espírito
Santo é quem? O auxiliador, né? Aquele
consolador. E esse é o nosso papel como
mulher. Então, a gente tem que encontrar
na Bíblia o nosso significado também, no
nosso papel, na nossa casa. Nós temos
que saber que através da Bíblia o homem
tem um papel e nós temos outro. Nós
vamos ser aquelas que vamos ajudar o
sacerdote da casa, que vai ser o líder.
Ele vai incentivar, vai incentivar a
espiritualidade daquela casa e nós vamos
também ajudando ele e a gente vai
construindo um lar. Isso dá uma
referência pra criança. Então, a gente
tem que aceitar isso. Não deixe o
burbúrio desse mundo falar: "Não, o
tempo todo você tem que ser a número um.
O tempo todo você tem que ser
protagonista." Calma, tem o momento
certo. Algum alguns momentos a gente tem
que dar um passo para trás. E foi da
costela, né? Então, quer dizer que é
lado ao lado, a gente tá lado a lado na
vida, a gente vai construindo
junto.
E nessas questões da
vida, eu gosto de pensar assim que Deus
me deu um privilégio, que foi trabalhar
no campo missionário. E lá mais ou menos
há uns 9 anos atrás a gente teve o
privilégio de ser chamado para trabalhar
no Oriente Médio, no país chamado
Jordânia. fica ali bem no ladinho de
Israel, bem no do ladinho do Iraque. E
há 10 anos atrás é aquele momento bem
intenso das guerras, né? Lembra que tava
o Estado islâmico? E aí a gente
conseguiu trabalhar bastante com os
refugiados. E quando eu falo de colocar
uma lente, enxergar a Bíblia no
contexto, a palavra no contexto dela, e
a gente também tem que enxergar a Bíblia
no contexto em que ela foi escrita. E
isso hoje eu consigo enxergar muito
mais. depois dessa experiência. E aí eu
queria dividir com vocês um pouco disso.
Quando a gente estava
lá, o meu filho era bem
pequenininho. Eu gosto de trazer as
fotos porque a gente começa a perceber
que a igreja é muito grande. A igreja é
imensa nesse mundão. Ela tá presente em
vários países, alguns não ainda, mas em
muitos países. E nesse país, assim, 5%
eram cristãos.
O resto tudo muçulmano. E aí pensou
adventista, menorzinho ainda, bem
pouquinho. Mas a gente tinha essa escola
adventista. Eu fui para ser diretora de
escola. Eu sou pedagoga também, tenho
minha formação com pedagoga e já fui
diretora de
escola. E era um prazer trabalhar
aí. E olha só, aqui ali do lado é uma
escola sabatina. Lá no fundo, eu tô
contando, tentando contar uma história
pras crianças, falando inglês e as
crianças e tinha uma pessoa que traduzia
para árabe. E as crianças entendiam mais
ou menos inglês e árabe. E enquanto eu
ia tentando contar a história, era um
dom de línguas, né? Porque só para
entender aquilo, aí a professora ela
tinha um pau assim na na mão e conforme
as crianças faziam qualquer baguncinha,
a professora vai pá pá pá ia batendo na
cabecinha deles para eles ficarem bem
quietinhos e prestar atenção. Ah, que
maravilha. A escola
sabatina e olha quanta criança, gente.
Vinha criança de tudo quanto é lado. E
era criança. Eles eles andam sozinho,
né? Eles têm muitos filhos e aí o
maiorzinho cuida do pequenininho e eles
se viram na vida, né? Então eles
apareciam lá na escola Sabatina. E essa
outra foto aqui é eu e meu filho. A
gente tá numa mesquita. Na mesquita
seria assim: Esse espaço aqui é o espaço
dos homens. A gente tem que entrar
separado sempre com o rid, o véu. E lá
em cima, naquele pedacinho ali, é o
espaço das mulheres. Vocês querem
participar? Fica ali, ó, porque aqui é o
espaço dos homens. Aí eu fiquei lá em
cima com meu filho. O Rafa tirou foto lá
de
baixo. E essa daqui era uma das igrejas
que o Rafa cuidava. Ele cuidava de três
igrejas e essa é uma
delas. E olha só, aqui é o espaço dentro
da igreja já nem tinha tantos adultos,
né? Mas criança tinha um monte. E aqui a
gente tá vendo que o o marido e a mulher
estão sentados juntos. Tem homem e
mulher um sentado do outro. Mas se eles
fossem solteiros, não fossem casados
ainda, não poderia estar sentando no
mesmo lugar. Um lado deveria ser do
rapaz, outro lado das mulheres. A
escola, a mesma coisa. A escola tinha
classe paraas moças e classe pros
rapazes. Eles não se misturavam. E
quando a gente chegou lá, eh, a gente
podia andar. No começo eu ficava bem
esperto. Falei: "Ah, eu acho que tem que
andar atrás do homem". Aí eu fiquei
andando atrás do Rafa. Mas depois eu
percebi que tudo bem andar de lado. Aí
eu andei do lado do Rafa, só que de vez
em quando eu esquecia e pegava na mão do
Rafa, gente. Aí era bem na escada
rolante do shopping, mas o povo começava
a
xingar, começava a xingar a gente porque
a gente tava de mão dadas, não
podia. E aí e o meu professor de árabe,
ele contava assim: "Olha, sabe como que
funciona? As escolas são separadas. a
gente ia sabendo mais pelo professor e
ele falava assim que chegava o dia do
ensino médio, terminava o ensino médio,
aí eles tinham que fazer o Enem de lá.
Quando eles faziam o Enem, eles deixavam
misturar a classe, ficava rapazes e
moças na mesma classe. Aí ele falou que
nesse dia os rapazes nem conseguiam
fazer a prova porque eles fica estavam
desconcentrados porque era a primeira
vez que eles conseguiam ver a moça tão
de perto assim.
Então eu penso como que não era,
né? E pensando
nisso, olha só como que era vista a
mulher no tempo em que Jesus estava
aqui. No tempo em que Jesus estava aqui,
tinha um historiador que ele olhava como
que a sociedade funcionava e eles ele
escrevia, escrevia a opinião dele
também. Então, Jesus, ele era um
professor, ele era um rabino, por isso
que ele tinha discípulos que andavam
atrás deles, dele. E o rabino, Elieszer,
também era um professor que tinha
discípulos andando atrás dele. Era assim
que se funcionava uma escola na época de
Jesus. E ele diz assim: "A mulher tem
menos valor que o homem em todos os
sentidos". O rabino Eléser diz: "É
melhor queimar as palavras da lei que
apresentá-la a uma
mulher. A mulher tem menos valor do que
o homem. A mulher é como se fosse uma
criança, como se fosse um animal. Tem
pouco valor e é melhor que eu queime do
que falar sobre o Velho Testamento, que
era o que eles tinham. falar para uma
mulher,
não, incapaz aparecer essa ideia. Era
melhor que queimasse do que ensinar uma
mulher sobre o que eles tinham lá, os o
que eles tinham, que era o velho
testamento. Era assim que era visto uma
mulher no tempo de Jesus. Então, nós
precisamos colocar essa
lente. E quando eu estava lá noente
médio, eu perguntei pro professor: "Mas
e aí uma festa? Quando você der uma
festa na sua casa, como que vai ser? Ele
falou assim: "Meus amigos virão". Eu
falei: "E suas irmãs?" Não, minhas irmãs
não. Se na sala tem homens, as mulheres
não aparecem, as mulheres ficam lá
dentro. E mas é seu aniversário, não
importa. É meu aniversário, mas é com
homens. E assim era, era o tempo todo.
Quando eu saía para ir pro parquinho,
todo dia a gente passeava no mesmo
parquinho com Samuel.
Quem conseguia fazer o contato? O Rafa.
O Rafa conseguia falar com homens, mas
uma mulher nunca que poderia falar com
outra mulher a não ser da família dela.
Então eu não conseguiria um contato. O
Rafa era convidado para jogar bola.
Brasileiro, vamos jogar bola. Mas eu
não. Então isso é nesse tempo agora.
Isso só faz 9 anos atrás. Agora imagine
no tempo de Jesus. E se a gente parar
para pensar nessa história da Bíblia
aqui? Vocês lembram dessa história, né?
Que história é essa que a gente aprende
lá pequenininho? A história de Marta e
Maria. Olha bem essa cena. Tem alguma
coisa errada
aí? É uma sala. Tem alguma coisa
errada. A Maria tá no meio da sala com
os homens. Ela não poderia estar
ali. Tem, tá, tá acontecendo um
desconforto. O pessoal tá
desconfortável. Como assim? Tem uma
mulher no meio da sala querendo escutar
o rabi, querendo escutar o professor
Jesus. Não tá dando certo. E aí, se a
gente for lá pra
Bíblia em Lucas 10 38 a
42, se você tá com a Bíblia aí, vamos
abrir Lucas. Lucas 10 38 a
42. Indo eles de caminho, indo eles de
caminho, entrou Jesus num povoado. E
certa mulher chamada Marta hospedou na
sua casa. Tinha ela uma irmã chamada
Maria e esta queedava-se e assentava aos
pés do Senhor a ouvir-lhe os
ensinamentos. Marta agitava-se de um
lado para o outro, ocupada em muitos
serviços. Então se aproximou-se de Jesus
e disse: "Senhor, não te importas que
minha irmã tenha deixado que eu fique a
servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que
venha me ajudar.
Respondeu-lhe o Senhor: "Marta, Marta,
andas inquieta e te preocupas com muitas
coisas. Entretanto, pouco é necessário
ou mesmo uma só coisa. Maria, pois
escolheu a boa parte e esta não lhe será
tirada." Ai, quantas vezes a gente tá
inquietos, né? inquietos, muita
preocupação, corre para lá e para cá e
essa vida é corrida. A gente não tem
tempo de nada, não tem tempo de um
encontro, de um almoço, numa visita,
não, só dá para trabalhar para lá para
cá, para lá para cá. Tá inquieto demais,
calma. É uma coisa só que você precisa.
E quando você põe a cabeça lá para
deitar, para dormir, os pensamentos
ficam. E a lista que você tem que fazer.
E aquela lista que 24 horas não dá
conta, fica para outro dia, fica para
outra semana, fica para outro mês e nada
para aquela cabeça que não para. E Jesus
fala assim: "Calma, aquiieta, uma coisa
só é necessária e a Maria escolheu e
dela não vai ser tirado." E hoje a gente
tá aqui e uma coisa só é necessária.
Começou o sábado, o que a gente precisa
é descansar. descansar e ouvir a palavra
de Deus, descansar e perceber o que ele
tem para
nós. Sempre que o Rafa chega numa igreja
nova, ele já estabelece assim um modo de
operar. E às vezes o pessoal fica assim:
"Ai, quem vai ser o primeiro ancião?" o
primeiro ancião. E ele logo fala:
"Gente, nós não vamos ser o primeiro
ancião, nós vamos ter um grupo de
anciato. Eu faço parte do grupo de
anciato lá da igreja de São Caetano. E
tem época que a gente fica inquieto
porque a gente tem que dar conta do
culto, né? E mesmo no sábado a gente
fica para lá e para cá, para lá e para
cá. Mas tudo bem, é um mês só, um mês
que eu tenho que dar conta do culto como
anciã. Os outros meses não são meus. A
gente tem que dividir, a gente tem que
deixar o espaço do outro. Ah, mas se eu
não fizer, ninguém faz. Eu carrego essa
igreja aqui, ó, nas costas, porque só eu
que consigo. Ninguém vai fazer como eu
faço, porque eu faço muito bem feito. Eu
acredito mesmo, você faz muito bem
feito. Eu tenho certeza disso. Mas é
necessário que outros desenvolvam os
dons. A gente tem o nosso dom, mas
outros também tm que desenvolver. Ah,
mas se eu não fizer, vai ficar um
buraco. Deixa ficar o
buraco. Quando ficar o buraco, alguém
vai se levantar, vai gerar um incômodo e
aí alguém vai fazer a mesma coisa lá na
sua casa. Por que que será que você tá
tão atarefado
assim? Deixa acontecer o buraco, deixa
dividir as funções e aí vão aparecer os
dons, vão desenvolver os talentos.
aquiieta. Uma coisa só é
necessária. Vocês entenderam, né? E que
Maria tava ali, os homens poderiam ter
falado dela. Senhor, tem uma mulher aqui
no meio. Mas quem foi que falou dela? a
própria irmã, uma pessoa bem próxima,
uma pessoa da
família que reclamou dela, foi para uma
pessoa da família que ela teve quebrar a
expectativa, ela teve que falar que não,
não, Marta, eu não vou dessa vez será
não. Assim como o pastor falou, Vasti
estava pronta para falar o quê? Não. Às
vezes nós temos que estar prontos para
falar não, para criar expectativas. E às
vezes é da pessoa que a gente mais ama,
é das pessoas mais próximas, as pessoas
da nossa família, um colega, para o quê?
Para fazer os planos que Deus tem na sua
vida. Deus queria que ela
aprendesse. Deus quer que você
desenvolva. E às vezes você tem que
falar não para um emprego. É um emprego
que vai tomar todo o seu tempo, que não
vai deixar sua comunhão com Deus
acontecer, que não vai deixar que você
guarde o sábado, você precisa falar não.
Às vezes é um relacionamento que você
sabe que não está de acordo com os
princípios de Deus, você sabe que aquele
namoro não está correto, você precisa
falar, não é? para essas pessoas com
jeitinho, com
sabedoria, Deus vai te dar o modo de
falar não, quebrar algumas expectativas
que talvez o seu pai e sua mãe criou
para você, que você fosse isso, aquilo,
que você fizesse tal faculdade, que você
fizesse tal trabalho. E Deus tem falado
no seu coração: "Não, não é isso que eu
quero para você". Então fale não, com
jeitinho igual a Maria não. E a gente
vai perceber a Maria em outros momentos
também. A Maria agora vai aparecer num
jantar. E eu falo que esse jantar é
especial porque é um jantar de gala
assim, sabe? É um dos melhores jantares
que nós vamos ver na Bíblia. E tá lá
escrito assim, Mateus
26, 6 e 7. Quer ver?
E aí continua também em João. Esse mesmo
jantar é relatado em dois evangelhos. E
olha que jantar
especial. Ora, estando Jesus em Betânia,
em casa de Semão, o
leproso, nesse jantar tinha um homem que
tinha uma doença incurável e ele estava
sentado na mesa. Era como se fosse um
câncer que não tem cura. Mas Deus curou.
Deus proveu a saúde para aquela, para
aquele homem. E aí você queria estar
nesse jantar, porque eu quero saber como
que foi isso. Você tinha uma doença que
ninguém cura, não tem médico que cure,
tem coisa que sai da nossa mão da
medicina. E esse homem estava lá. E aí
todo mundo queria escutar o que ele
tinha para falar, como que era a doença
e como era agora está curado. Mas
continua esse jantar. Seis dias antes da
Páscoa, foi Jesus para Betânia, onde
estava Lázaro, a quem ele ressuscitou
dentre os mortos. Não era só uma doença
incurável, era uma pessoa que tinha
passado pela morte e agora estava vivo.
Com quem que você ia querer conversar
primeiro? Com a pessoa que foi e voltou.
Eu quero saber como que é a morte. Como
que é esse negócio de dormir? É dormir
mesmo ou percebe alguma coisa? Você
escuta alguma coisa? Você vai e volta?
Você viu sua alma sair e voltou? Como
que é isso? Aí você vai querer saber
dessa história ou você vai querer falar
com Lázaro, com com o
leproso. Deram-lhe, pois uma ceia e
Marta servia sem no Lázaro, um dos que
estavam à mesa. Então era um jantar
muito bem preparado, porque quem estava
preparando era Marta, então era
delicioso.
Então, Maria, tomando uma libra de
bálsamo de nardo puro, muito precioso,
ungiu os pés de Jesus e os enxugou com
seus cabelos. Encheu-se toda a casa com
um perfume do bálsamo. Ah, agora chegou
a a parte da Maria. Ela perfumou todo
aquele ambiente de novo. Ela estava no
lugar onde não deveria estar. Quem
poderia estar uma mulher no meio de uma
ceia? Lembra lá a Santa Ceia só tinha os
discípulos e Jesus. Mas aqui uma mulher
entra de fininho e derrama um perfume em
Jesus. Mas vocês sabem que esse perfume
era muito
caro. Era o preço de um ano de trabalho.
Você tem ideia? você trabalhar um ano,
juntar o dinheiro, comprar um perfume e
colocar os pés do seu
salvador. Era isso que ela fez. Mas como
que ela tinha esse dinheiro? Se nem hoje
a mulher trabalha lá no Oriente Médio,
como que ela tinha esse
dinheiro? Esse dinheiro era dinheiro,
provavelmente de uma herança. Uma
herança para quê? Para casar. Então
aquele era o dote que ela tinha
guardado, porque quando ela fosse casar,
ela teria que pagar.
E naquela sociedade, a mulher só tinha
valor nesse momento, que era o momento
do casamento, que seria quando ela seria
escolhida. Pronto, ela vai ser
escolhida, ela vai casar. Esse é o
momento que ela iria brilhar e aí ela
ter filho e acabou. É isso que ela faz.
Esse é, essa é a função dela. Vocês têm
ideia que ela pegou isso, a única coisa
que ela poderia fazer na vida e colocou
aos pés de
Jesus, tudo que ela tinha, todo o valor
que ela tinha, ela colocou aos pés de
Jesus. E às vezes isso me faz pensar,
muitas vezes a gente vem, dá o dízimo,
aí fica: "Ah, pronto, dei o dízimo, tá
feito, dei o dízimo,
acabou". Será? Será que tem que ser
assim com essa mesquinharia toda? Só o
dízimo e acabou. Essa mulher deu tudo,
tudo que ela tinha aos pés de Deus, até
suas questões financeiras. E quanto das
nossas finanças nós temos
dado para propagar o evangelho, para
fazer com que outras pessoas acreditem,
seja apresentado a esse Deus, o nosso
Deus. Às vezes tem sido pouco, né?
Quando nós olhamos a
Maria e quando ela estava ali, mais uma
vez ela incomodou. E dessa vez o
incômodo, vocês sabem da onde veio? Veio
de Judas. Judas falou: "Ah, mas esse
dinheiro todo aí, ah, esse dinheiro todo
aí deveria ter sido dado aos pobres. Por
que que tá colocando aí nos pés de
Jesus?" Por que que estava colocando?
Porque ela era uma aluna exemplar lá
atrás. Ela foi uma aluna, ela estava aos
pés do professor dela e ela tinha
entendido tudo, coisa que os discípulos
não tinham entendido, ela tinha
entendido, porque ela estava preparando
o corpo de Jesus que daqui a pouco ele
ia ser morto. Vocês entenderam que os
discípulos não perceberam? E ela falou:
"Não, eu entendi. Eu tenho que levar um
perfume para preparar Jesus".
Que aluna exemplar,
gente. E ela não podia responder. Ela
escutou aquilo que Judas falou e engoliu
seco. Sabe aquela coisa lá no no
trabalho? Você escuta assim, você fala:
"Ai, ai, não dá para responder, não
dava. Ela já estava fora do lugar dela.
Mas sabe quem dá voz para ela? O próprio
Jesus responde. O próprio Jesus dá a voz
para ela e ele fala assim
dela: "Em verdade vos digo, onde for
pregado em todo o mundo este evangelho,
será também contado o que ela fez para
sua memória." E hoje não tem cristão que
não saiba da história de Maria que lavou
os pés de Jesus com tudo que ela tinha.
Vocês têm ideia? Jesus profetizou que
ela seria lembrada enquanto existisse
mundo, ela vai ser vai ser lembrada a
história
dela. E na Bíblia nós vemos alguns tipos
de profeta. E ela se tornou de aluna,
ela cresceu o talento dela. O talento
dela agora, ela se tornou uma profetiza,
porque ela não precisou falar, mas ela
estava sendo demonstrado tudo que ela
falou, tudo que ela fez. E aí Jesus fala
assim: "Olha, enquanto houver mundo, ela
vai estar
falando". E na Bíblia a gente encontra
três tipos de profeta. Um profeta que
vai falar sobre o futuro. Noé, Noé tá
falando: "Olha, vai chover, se
arrependam, vai chover, vai chover. Veio
uma chuva forte, o dilúvio, não é?"
Tem um outro tipo de profeta que
demonstra uma correção. Ele vem para
falar assim: "Olha, você está
errado, Davi, você está errado. Você se
deitou com uma mulher que não era sua,
era do soldado. Natã, o profeta é que
vem falar sobre o pecado e mostrar que
você precisa se arrepender." E tem um
terceiro tipo de profeta, que é aquele
profeta que
vive. Quem é que vive? Oséias.
Oséias, Deus fala assim: "Oias, vai lá e
pega uma prostituta para ser a sua
esposa. Demonstra para esse povo como
que é a minha relação com o povo. Um
povo que não é fiel, um povo que daqui a
pouco tá comigo e não está mais." E aí
Oséias tem que viver na vida dele,
mostrar pro povo
vivendo. E é exatamente o que acontece
aqui com a Maria. Maria ela está vivendo
e ela não fala nada. Ela não abre a boca
para falar, mas através da vivência
dela, ela demonstra o que que deveria
ser feito. Todos deveriam estar lavando
os pés de Jesus. Todos deveriam estar
aos pés de Jesus dando tudo que
tem.
E quando eu penso nisso, eu relaciono um
pouco com o meu
trabalho. Eu trabalho numa enfermaria
psiquiátrica. Eu sou psi, tô me
formando, né? Agora sou residente de
psiquiatria e lá nós temos assim, a
maioria são mulheres porque as mulheres
são mais sensíveis ao tratamento,
procuram mais ajuda, mas lá é uma
enfermaria de casos bem difíceis, bem
agudos, só internas se realmente a
cabeça tá bem desajustada. E ali a gente
vê que eles estão bem confusos,
embaralhados, o pensamento tá bem
bagunçado. Mas quando eh eu fico
pensando mesmo com aquele pouquinho
assim de cognição que elas têm, tem umas
que tão o pessoal fala assim, não tá
falando lé com cré, tá falando, tá aqui
abraçando a garrafa e fala: "Doutora,
essa daqui é minha filha". Eu falei: "É
certeza? É, essa aqui é minha filha e
esse daqui é o meu celular. Vixe, não tá
lé com cré mesmo. Mas se você põe play
no louvor lá, elas começam a
cantar e elas vão
cantando. E às vezes você nem precisa
colocar play no louvor e elas já estão
cantando antes de você colocar o play.
Eu acho bonito porque parece assim, eh,
meu
sonho. Parece que elas estão assim, no
pouquinho de mente que elas têm, elas
querem louvar a Deus. E às vezes eu fico
pensando: "E a
gente, quantos de mente que nós temos e
não estamos louvando?"
Pronto. Mas pensando nisso, tinha uma
paciente que chegou e ela falou assim:
"Ai, doutora, sabe o que aconteceu?"
Cheio de roxo no braço e ela agitada
levantava, sentava, levantava, sentava.
"Doutora, eu tava lá em casa e eu
cheguei da igreja e ele não quer
conversar comigo, sabe? Meu marido não
quer conversar comigo, eu quero
conversar com ele, não quer conversar".
E eu cheguei da igreja e falei: "Ah,
você não quer conversar?" Então tá bom.
Todos os remédios no lixo, joga os
remédios no lixo e continua. E ele não
quer conversar comigo, doutora, não quer
conversar e sobe, desce. Ah, é? Você não
quer conversar, então eu vou louvar e
vai louvar. Você não quer conversar
comigo, né? Vou louvar um pouco mais
alto. Aí ela cantava um pouco mais alto.
E começou uma confusão na casa.
E aí vocês imaginam, ela tava com o
braço todo roxo. Então vocês imaginam o
que
aconteceu. E naquela, naquele tormento
daquela mente, aí ela chega pra gente, a
gente vai internar e a gente vai cuidar
dela, vai tentar colocar as medicações
para ela se acalmar.
E quando o Rafa me conta que quando ele
era pequeno, ele chegou na igreja mais
ou menos com uns 11 anos de idade, que
ele teve estudo bíblico. E aí ensinaram
para ele que olha, carne de porco é uma
carne impura, camarão também e outras
coisas são impuros. A gente, nós não
devemos comer. E ele entendeu e logo ele
falou assim: "Não vou comer". Só que a
mãe dele colocava o quê? Bacon no
feijão. Uma mãe que era muito rígida.
além do rígido, né? E aí ele falou
assim: "Não vai dar para falar: "Mãe,
tira o bacon do feijão", né? Ele falou:
"Não, eu não vou comer o feijão mais."
Então, na hora de colocar a comida, ele
só colocava o arroz e não colocava o
feijão. E a mãe dele foi
percebendo e um dia falou assim: "Que
que foi, Rafael? Por que que você não tá
colocando feijão aí no seu
prato?" Ele: "É, mãe, sabe o que que é?
é que você coloca bacon no feijão e eu
não tô comendo mais carne de porco,
porque na Bíblia diz que a gente não
deve comer. Falou com aquele medo todo,
né? A mãe resmungou um pouco e vida que
segue. A partir daquele dia, ela não
colocou mais bacon no
feijão. E quando ela chegou pra igreja e
ela foi ser batizada, no dia do batismo,
ela conta essa história que aquilo ela
ficou constrangida do filho dela falar:
"Olha, mãe, eu não tô comendo por conta
do bacon no feijão". A Bíblia diz.
E a partir daí ela se
interessou. E é isso que eu fico
pensando. Será que muitas vezes a gente
tem que fazer tanto barulho assim? Ou
será que nós temos que ter
sabedoria em como nós vamos apresentar o
nosso Jesus, o nosso Deus para as
pessoas? Às vezes nós vamos ter que ser
profetiza como Maria
foi. Maria foi aquela que ficou
caladinha. Ela não podia dar resposta
pro Judas, mas Jesus deu. Então, às
vezes nós temos que ser esse tipo de
profeta, pedir sabedoria a Deus de como
abordar esse tipo de pessoa, como
abordar um familiar seu que é tão
resistente. Tudo ele vai contra a sua
fé, tudo ele fala para desmerecer,
talvez lá no seu trabalho, como abordar
esse tipo de pessoa. Nós precisamos,
precisamos pedir sabedoria a Deus. E
esse dom, o dom que Maria teve, um dom
de ser profetiza mesmo de boca fechada.
E hoje é isso que Deus fala a nós, que
nós possamos desenvolver os nossos dons.
Se hoje você já tem algo que você tem
para oferecer a Deus, tenho certeza que
Deus quer te dar mais do que você já tem
de talento. Deus quer multiplicar o seu
talento. Você tem que colocar nas mãos
dele. Nós, como mulheres, nós já somos
auxiliadoras, mas nós temos outros
papéis também que nós podemos fazer.
E talvez também você tenha que falar um
não, que faz muito tempo que você tá
empurrando com a barriga esse não. Faz
muito tempo que você não toma a decisão
que você precisa tomar para estar mais
próximo de
Jesus. E você sabe qual que é esse
problema. Então, fale esse não. Faça um
compromisso com Deus de ter sabedoria de
como falar não para essa pessoa querida
e dessa forma estar mais próximo de
Jesus. falar não para essas horas de
trabalho a mais e dessa forma ter mais
tempo para cultuar a Deus. Então fale
não. E o mais importante, que nós
possamos viver, ser profetas, talvez da
forma falada, talvez da forma vivida,
mas que a gente possa sempre apresentar
a Deus onde nós estivermos. Amém. Vamos
orar.
Senhor, aqui estamos no começo do dia
que o Senhor separou para nós nos
encontrarmos com o Senhor. Além dos
outros dias da semana, hoje é um dia
especial, um dia que nós precisamos de
uma só coisa, a sua presença em nossa
vida, a sua palavra em nossa mente. É
isso que nós precisamos. Nós queremos te
honrar, te glorificar através da nossa
cognição, através dos nossos dons. Por
isso, que o seu Santo Espírito seja o
auxiliador e nos
sensibilize para demonstrar para nós
onde devemos crescer
espiritualmente, onde devemos falar não.
Falar um basta, não. Esse não é o nosso
momento de estarmos naquele lugar,
talvez num relacionamento, talvez num
tipo de emprego. Que o Senhor nos dê
coragem. de tomar decisões ao lado de
ti. Que assim como Maria, que o Senhor
possa nos aceitar como alunos para um
dia, quem sabe profetizarmos na vida de
alguém. Estamos aqui à sua disposição,
Senhor. Faça de nós aquilo que o Senhor
quer. Em nome de Jesus. Amém. Amém,
Jesus. Glória a Deus.
Obrigado. Que
mensagem maravilhosa. Muito obrigado
mesmo. Que Deus te abençoe.
Queridos, cononia de hoje é para ser com
essa reflexão, para pensarmos. E na
próxima, no próximo mês, teremos nosso
final de semana jovem. Vai ser muito
bom. E amanhã nós estaremos aqui a
partir das 10 horas, Escola Sabatina, 11
horas, It break. Então vem tomar café
com a gente, dependendo, não é muita
coisa, mas vem tomar café com a gente,
né? E depois temos o nosso culto. E
amanhã à tarde também tem a celebração
do jejum de Daniel. Então essa é a
programação da vila. Você é o nosso
convidado, esteja sempre conosco. Um bom
sábado e um bom descanso para você.
Amém.
O

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