MOBY DICK | Onde a Ira e a Graça Dançam para a Glória de Deus | Josemar Bessa
03/06/2025
MOBY DICK | Onde a Ira e a Graça Dançam para a Glória de Deus | Josemar Bessa
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Fonte: Josemar Bessa
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[Música] Chama-me Ismael. Abertura de Mobdick é famosíssima pela sua primeira frase. Chama-me Ismael. Um nome simples, um convite ou talvez um desafio. Quem sou eu? Um homem comum. perdido nas sombras de um mundo maior ou algo mais. Escute descubra. Chama-me Ismael. Estas palavras são a chave para um relato que não é apenas meu, mas de todos que já enfrentaram o desconhecido. Uma história de obsessão, de coragem e de um monstro branco que assombra os mares. Chama-me Ismael e venha comigo, pois o que está por vir é maior que qualquer homem, maior que qualquer mar. Perguntaram a um teólogo há algum tempo, algum tempo atrás, o seguinte: "Cristãos podem se beneficiar de livros seculares?" E ele respondeu que todas as nossas leituras cristãs ou não cristãs visam conhecer melhor a Deus, o homem, os caminhos de Deus e os caminhos eh do homem, de modo que nós possamos obedecer mais plenamente ao que Deus diz e sermos mais úteis para cumprir seus propósitos e glorificar seu nome. Isso é verdade. Já um outro teólogo disse que parece que cada vez que um escritor pega uma caneta ou liga o seu processador de de textos, né, liga o seu computador para escrever, para compor uma obra literária de ficção, eh, no fundo de seu coração, eh, reside a esperança de que de alguma forma ele vai criar o grande romance. E ele diz: "Tarde demais". Eh, esse feito já foi alcançado e está fora do alcance de novos romancistas. E o grande romance foi escrito há mais de 150 anos por Herman Melville. Nasceu em 1819 e morreu em 1891. Esse romance eh que ele está falando, o único que foi e é insuperável por qualquer outro é Mobdick. Mob está entre os maiores livros já escritos e a sua grandeza, eh, ele diz, pode ser vista não apenas em sua estrutura literária, que é enorme e por vezes complexa, né? Ou em suas incursões por aspectos técnicos sobre a natureza e a função das baleias, ou seja, cetologia, né? Não, a sua grandeza reside em seu simbolismo teológico incomparável. Esse simbolismo está abundantemente espalhado por todo o romance, por todo o livro Mob Dick, particularmente nas identidades de certos indivíduos aos quais são atribuídos nomes bíblicos. Entre eh os personagens eh estão Acabe, Ismael, Elias e os nomes Jerbuão e Raquel, que buscava seus filhos perdidos, são dados a dois dos navios da história. E em uma carta pessoal, a Nathaniel Haltor, ao concluir esse romance, Melville disse que eu escrevi um livro maligno. Agora, o que Melv Melville queria eh dizer com isso, né? O que ele considerava maligno no livro? A resposta a essa pergunta está no significado do personagem simbólico e central do romance, Mob Dick. A grande baleia branca, não é? Especialistas e estudiosos de Melville chegam a conclusões diferentes sobre o significado da grande baleia branca. Muitos vem esse animal brutal como maligno, pois ele havia inflingido grandes danos pessoais a Acabe em um encontro anterior. Acabe perdeu a perna que foi substituída pelo osso de uma baleia. E alguns argumentam que Mob Dick é o símbolo de Melville da encarnação do próprio mal. Certamente essa visão da baleia é verdadeira e é defendida pelo próprio capitão Acabe. Acabe é movido por um ódio, um ódio enorme, eh, monomaníaco por essa criatura que é Mob Dick, esse bruto que o deixou permanentemente ferido tanto no corpo quanto na alma. E Acabe, que é o capitão, né, ele grita, ele eh me me enche, né, indicando a profundidade do ódio e da fúria que sente por aquela que ele chama de fera, né? Alguns aceitaram a visão de Acabe de que a baleia é um mal monstruoso, assim como a do próprio Melv, como se a visão do capitão Acabe fosse a visão também do do escritor, né? Mas outros grandes estudiosos se convenceram de que a baleia não é um símbolo do mal, mas sim o símbolo do próprio Deus. E nessa interpretação, a busca de Acabe pela baleia não é a busca justa por Deus, como um coração realmente chamado pelo Espírito Santo busca Deus, mas uma tentativa fútil do homem natural em seu ódio a Deus de destruir a divindade onipotente, soberana. Ah, essa segunda opção é a que se encaixa realmente perfeitamente no livro. E esse teólogo já morto dizia acreditar que o maior capítulo já escrito eh na língua inglesa seja o capítulo de Mob Dick, que é intitulado A brancura da baleia. E ali a gente obtém visão do profundo simbolismo que Melv emprega no romance. Ele explora como a brancura é usada na história, na religião e na natureza. e os os termos que ele usa para descrever a a aparência da branquitude eh nessas áreas incluem horror, elusivo, medonho e transcendente, bem como eh algo doce, honrado e puro. Todos esses são termos descritivos que são simbolizados de uma forma ou de outra pela presença da branquitude, não é? A brancura da baleia de Mobdick. Melville, ele ele diz eh eh parafraseando ali o um pedaço do do capítulo, ele diz que ainda não desvendamos o encantamento dessa brancura, nem aprendemos porque ela apela com tanto poder a à alma. E mais estranho e muito mais portentoso, eh, isso é porque, como vimos, é, ao mesmo tempo o símbolo mais significativo das coisas espirituais. ou melhor, o próprio véu da divindade do cristão. E, no entanto, deveria ser, como é, o agente intensificador das coisas mais apavorantes para a humanidade, não é? Será que por sua indefinição e a brancura, ela obscurece os vazios e imensidões impiedosos do universo e assim nos apunhala por trás como eh com o pensamento de aniquilação ou contemplamos as profundezas brancas da Via Láctea quando a gente vê isso, não é? Ou será que, como em essência, a brancura não é tanto uma cor, mas a ausência visível de cor e, ao mesmo tempo, a concretização de todas as cores? E será por essas razões que existe um vazio tão silencioso, pleno de significado, em uma vasta paisagem de neves, né, de neve, um ateísmo incolor e multicolorido, do qual nós recuamos. Então ele conclui, não é, o capítulo com essas palavras. E de todas essas coisas, a baleia albina mob dic, né, era o símbolo. Vocês se perguntam então sobre a caçada ardente? Ou seja, se a baleia incorpora tudo o que é simbolizado pela brancura, que ele descreve nesse capítulo chamada brancura da baleia, aquilo que é aterrorizante e aquilo que é puro ao mesmo tempo, aquilo que é excelente, aquilo que é horrível ao mesmo tempo e medonho, aquilo que é misterioso e incompreensível, ela não incorpora aquelas características que são encontradas na plenitude das perfeições no próprio ser de Deus. Óbvio que isso não poderia ser encontrado no demônio, né? Então, quem pode sobreviver à busca por tal ser? Ou seja, Deus, se a busca for motivada pela hostilidade, que é algo natural à mente humana para Deus. Então, somente aqueles que experimentaram a doçura da graça reconciliadora podem contemplar o poder avacalador do Deus terrível, né? a soberania e a imutabilidade de um Deus transcendente e encontrar paz em vez de um impulso de horror, né, do juízo. E então manifestar essa inimizade natural do homem natural para com Deus. Então, queridos, eu ia eu quero dizer assim, segurem firme aí para por causa do balanço, né? Porque a gente quer juntos zarpar numa odisseia que vai cortar as ondas do destino com a força do de um furacão no mar. A gente não está apenas foliando o Mob Dick, né? O épico marítimo de Herman Melville. Estamos eh que foi lançado em 1851, ó. Estamos mergulhando no abismo da soberania divina, onde cada onda, cada trovão, cada sombra no horizonte é traçada por um Deus que vê e faz acontecer. Então essa não é uma mera aventura de baleias e marinheiros. é um evangelho vivo, um mapa do governo soberano de Deus, onde o caos do mar obedece a um propósito eterno, como o pastor Maple, eh, no livro Subindo ao púlpito em forma de proa de um navio na capela de Neil Bedford, ele proclama a história de Jonas, na Mobick nos convoca ao mar da soberania, onde o criador não é um espectador distante, mas do capitão supremo, cuja visão é ação, cuja palavra é destino. Então, a gente deve se preparar porque essas águas são profundas e o que encontraremos não é apenas uma história, é a glória de um Deus que governa o universo com mãos onipotentes, com eh mãos de fogo, não é? um Deus que é um fogo consumidor. Então, imaginemos as escrituras como um oceano sem fim, suas profundezas insondáveis, refletindo a majestade de um Deus que provê, pro de adiante e e e vide vê. Em Isaías 46:10, ele declara com voz que ecoa como um trovão para nós, né? Meu conselho permanecerá. Eu farei toda a minha vontade. Ou seja, Deus, quando a gente diz que Deus é soberano, Deus não olha pro futuro e vê o que vai acontecer e toma decisões. Não é apenas poder bruto, não é? É propósito, um plano que não vacila. Ele disse, ele não só diz que sabe e anuncia o fim desde o princípio, ele diz: "Eu farei toda a minha vontade". Então é um plano que não vacila. como o sermão lá do pastor Maple, que ressoa na capela encharcada pela eh Marisia, né, pela brisa salgada de Nant. E o pastor diz: "Ó Jonas, pensaste que podias fugir do Deus que te via, mas ele te alcançou no ventre da baleia". A soberania, queridos, não é um telescópio, não é que Deus tem apontando para o futuro e ele consegue ver. A soberania é a tempestade que engole o rebelde, o peixe que o prende, como no caso de Jonas, a mão que o resgata, como em Gênesis 22:8, onde Abraão com o coração apertado diz a Isaque: "Deus proverá cordeiro, meu filho". O hebraico R ver carrega o peso da provisão. Porque o olhar de Deus é seu agir. Ele não vê só o futuro. O futuro é o resultado do seu decreto. Sua mão que sustenta o mundo. Como em Salmos 33, né, 18. Os olhos do Senhor estão sobre os que o temem para livrá-los da morte. Então, eh, no coração de Mob Dick, antes que Ismael pise no convio do Pquat, que é o nome do navio, não é? Nós encontramos a capela de Neil Bedford, um santuário para marinheiros, naquele caso para baleeiros. Numa época que não existia, é, você não tinha petróleo, né? Tudo que precisava de fogo, iluminação, tal, você usava óleo de baleia. Se a descoberta do uso do petróleo não tivesse acontecido, as baleias tinham entrado em extinção, né? Porque elas que e eh eram o combustível usado na época. Então, eh, antes do do Ismael pisar no Convéricots, encontramos a capela de New Badford, que é esse santuário para baleeiros, e suas paredes adornadas com placas de mármore, que eram um lamento, era um choro por marinheiros que foram engolidos com seus nomes, né, pelo mar e jamais voltaram. É inverno e o vento uiva como uma alcaté de lobos. Ismael inquieto entra nesse refúgio, nessa nessa capela, nessa igreja onde o sal e a morte pairam assim no ar. E no centro dessa capela ergue-se o púlpito, que é diferente. Ele foi esculpido como a proa de um navio e ele é acessado por uma escada de corda, igual um navio, como se o pregador fosse um capitão enfrentando a tempestade. E ali naquele púpit está o pastor Maple, que é um exbaleiro também, com olhos que parecem ter visto o Leviatã e vivido para contar a história. E a sua voz rouca como mar corta o silêncio naquele dia que Ismael tá lá. Ó Jonas, pensaste que Tarsis te esconderia do Deus que vê tudo ou que tudo vê? A congregação, que são marinheiros calejados, viúvas, eh, de marinheiros com véus negros, sente o peso do olhar divino, como se o próprio os observasse, né? E Mipel prega sobre Jonas, o profeta que fugiu da ordem de Deus para ir a Nínive, embarcando no navio para Tarses, né? Jonas 13. E o pastor diz: "Ó tolo, eh, achaste que o mar era teu refúgio, teu esconderijo? O mar é o domínio do Senhor, onde o Leviatã eh nada a à vontade, como nos Salmos 104:26, né? Eis o Leviatã que formaste para nele eh folgar." Jonas, como Ismael buscava escapar, mas o mar não é um vazio, é o palco da soberania de Deus, onde Deus vê e faz. Como eu disse, Deus ser soberano é porque ele sabe tudo, ele decreta tudo, não é? Então, a tempestade engole o navio, o peixe engole Jonas e no ventre da escuridão ele clama: "Eu me lembro do Senhor e minha oração subiu a ti." Jonas 2:7, o pastor Maple, com punhos errados, ele proclama: "A baleia não era castigo, era salvação. A mão de Deus provendo onde só havia rebelião." Ismael, então, sentado entre os bancos, sente o chamado do mar, não como fuga, mas como confronto com um Deus que eh vê todas as coisas e determina todas as coisas, como em O nome da Rosa, né? Um filme, um filmaço de 1986 de um baseado no na verdade e num livro de Humberto Eco, né? onde cada manuscrito revela um segredo divino. Aquela capela de Maple é um código desvendando a soberania como visão ativa. Um Deus que cuida para que aconteça, não é? Ele decreta e ele cuida soberanamente para que tudo seja como o seu decreto. Então, a etimologia da soberania, não é? Eh, que não é só ele saber o futuro, mas ele decretar o futuro, né? Por exemplo, o latim que diz superanos, supremo. Eh, e o contexto bíblico carrega ecos de providere, pro adiante e vide, vê. Então, não é apenas prever o que vai acontecer como um oráculo lendo as estrelas ou um vidente, não é? é cuidar para que aconteça. No cateicismo de Heidelberg, eh, está dizendo que a soberania e a a o que flui disso, a determinação de Deus de agir, não é? É o poder onipotente, onipresente de Deus, pelo qual somos, por sua mão paternal, eh, sustentados e pelo qual ele sustenta o céu e a terra. Essa mão paternal é o que M aponta, né? Deus não apenas vê Jonas, ele o resgata para Nínive, para sua glória. Emb, eh, a capela de Neil Bedford é mais que um cenário, é um microcosmo da soberania, onde o púlpito proa de Nav, né, simboliza o governo divino e as placas memoriais dos eh marinheiros que nunca vão mais nunca voltaram do mar, não é? Lembram que nenhum marinheiro escapa do olhar de Deus. Como em Ezequiel 1 15 a 19, onde as rodas cheias de olhos movem-se com o espírito. A soberania é visão que age, é visão que eh determina, né? Não, um telescópio passivo que vê eh o futuro. Então, pense nesse capítulo eh a capela, que é o capítulo 7 de Mob Dick, onde Ismael, antes do sermão contempla aquelas placas de mármore, onde tá escrito: "Aqu jaem os nomes dos que o mar levou, mas o mar não explica seus caminhos". E Ismael reflete sobre a morte, a fragilidade humana e sente um vazio que o sermão de Maple preenche. Por que estou aqui? Ele se pergunta, né? Ismael se pergunta. Como Jonas no navio para Tars devia perguntar o que que eu estou fazendo aqui? A resposta vem na voz do pastor Maple. Porque Deus te vê e seu ver é teu destino. Em Romanos 8:28, a gente lê que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. A soberania não é um conceito abstrato. É o Deus que orquestra o caos como maestro de uma sinfonia, onde cada nota, por mais dissonante que seja, serve ao propósito eterno. Como disse CS News LS em cartas de um diabo a seu aprendiz, né? Um livro de 1942. O inimigo não dorme. Ele e é é um demônio falando para outro. O inimigo aqui é Deus, né? O inimigo não dorme, ele vê cada passo e cada passo é parte do seu plano. Você vê, ele não só vê tudo, tudo está dentro do seu plano. E se a gente voltar e chegar, por exemplo, ao monte Muriá, onde Abraão com o coração rasgado sobe com Isaque, seu filho, para sacrificá-lo, como Deus mandou, não é? O céu está o quê? cinzento, o vento sussurra como um presságio, né? E Isaque, com olhos curiosos pergunta: "Pai, onde está o cordeiro para o holocausto?" Gênesis 22:7. Abraão, com a voz tremendo, mas os olhos fixos no invisível, né? Responde: Deus proverá para si o cordeiro, meu filho 228, né? O hebraico raá ver é mais que um olhar, porque isso é o que tá escrito no hebraico, não é? Deus verá para si um cordeiro. Então, eh, ver aqui é mais que um olhar, é a promessa de provisão. Deus não é um espectador passivo. Ele não vai ver que por acaso tem um cordeiro por ali. Ele é o provedor como com como e o o arpão. a gente vai ver do do eh Kik Keg eh lançado com precisão mortal, como ele lançava eh sobre as baleias. Então, quando o carneiro aparece preso nos arbustos, Abraão no meio lugar de o Senhor proverá e Jeová gerê, não é? Em Gênesis 22, você vê, Deus não só viu que teria um carneiro lá, ele eh eh ele proveu, não é? O que Deus vê é o que ele fez, é o que ele decretou. Então esse ver é um ato, um milagre que corta o véu do desespero, como a baleia que cospe Jonas na praia. Em Mobdic Maple ecco essa verdade. Jonas como Isaque foi salvo não por mérito, mas porque Deus viu e proveu. Então o pastor Miple diz: "Ó Jonas, pensaste que eras dono do teu caminho, mas o Deus que te viu no navio te levou ao ventre da baleia e de lá a missão que ele te deu" em Tarces. Ou seja, a soberania é esse olhar ativo, como em no Salmo 139:16, né? Os teus olhos me viram, a substância ainda em forme, e no teu livro foram escritos todos os meus dias. Abraão não sabia do carneiro. Jonas não esperava a baleia. Ismael ali em Bedford, New Bedford, na na capela, não previa o Picot. Mas Deus viu e seu ver foi seu fazer. Quando Deus vê algo no futuro, é o que ele fez no futuro. Como em Blade Hunner, 249, onde C descobre que seu destino estava escrito antes do seu nascimento. A soberania é o fio que conecta o caos ao plano divino, um segredo que se desvela em cada passo diante de nós. Nós estamos falando de soberania, não destino, não é? Ou seja, de algo que tem um propósito. E a gente tem que ter cuidado para não confundir soberania com destino, não é? Porque destino é algo cego, como o redemoim que ameaça engolir o Pacot no final. A soberania é um rio vivo, como Spurjon descreve em um sermão de 1857. O destino é uma avalanche que esmaga. A soberania é um rio que leva ao oceano do amor de Deus. Em Mob Dick, Maple, né, não prega fatalismo. O pastor, ele prega rendição. Jonas não foi engolido porque tinha de ser. Isso tinha que acontecer, era o destino dele. Ele foi salvo porque Deus tinha um propósito para ele. E ele foi salvo através de ser engolido pela baleia. E o pastor Meipol diz: "Ó marinheiros, o mar não é vosso mestre, é servo do Deus que vê." E enquanto Ismael com o coração acelerado, sente o peso dessa verdade naquele dia ali, né? Antes de embarcar paraa sua aventura, né? Como em Provérbios 16:9, o coração do homem planeja seu caminho, mas o Senhor lhe determina os passos. A confissão de Fed Westminster, né, de 1646, ela afirma: Deus sustenta, dirige, dispõe e governa todas as criaturas, todas as ações, todas as coisas para o louvor da glória de sua sabedoria, poder, justiça, bondade e misericórdia. Essa é a soberania. Não um rolo compressor do destino, mas um plano paternal. Em Mob Dick, as placas da capela lembram Ismael da fragilidade humana. As placas com o nome dos marinheiros que foram para o mar e nunca voltaram. Mas a ao mesmo tempo o sermão do pastor Maple o aponta para a esperança. O mar pode tomar vidas, mas o Deus que vê as restaura. Ah, então comouna, por exemplo, eh, o filme, né, de 2021, acho que era onde Paul a trades, ele ele diz: "O deserto não é caos, é um mapa traçado por mãos invisíveis". Então, vocês já sentiram esse rio, não é? Um momento em que o caos da vida revelou um propósito maior, como Jonas no ventre do peixe, como Ismael, por exemplo, na capela eh aquele dia. Então me deixe falar diretamente ao teu coração, como o pastor Maple falou a Ismael. Primeira verdade, vocês são vistos e meu Deus, como são. Ismael entra na capela achando que é anônimo, mas o sermão do pastor Meipo o confronta. Ninguém escapa do olhar de Deus. Então, como Jonas, vocês podem fugir, mas Deus vê. E seu ver é sua promessa, é seu agir. No Salmo 139 78, a gente lê que para onde fugirei do teu espírito? Se subir aos céus, lá estáais. Se descer ao abismo, lá estáais. Então, vocês já sentiram esse olhar? Não é uma tempestade que parecia caos, mas revelou um plano. A segunda verdade é: vocês são frágeis. As placas da capela com o nome dos marinheiros perdidos no mar gritavam isso. E Ismael, olhando para elas, ele murmura e diz: "O que sou eu diante do mar?" Como no Salmo 103 14, ele sabe do que somos feitos. Lembra-se de que somos pó. Vocês já sentiram esse peso, né? a sensação de que o mar é maior como Jonas no navio, achando que podia controlar seu destino. E no Cout for Old Man, o xerife Bell, ele reflete dizendo: "Você acha que pode lutar contra o mundo, mas o mundo sempre vence". A terceira verdade, vocês são guiados. Apesar do caos, Jonas é cuspido na praia, onde devia estar. Ismael sobreviveu à capela para embarcar no no no picot, que é o navio. A soberania não falha como em João 10:28. Eu lhes dou a vida eterna e jamais perecerão. Então M termina seu sermão com um brado. Rendam-se ao Deus que vê e ele os levará ao porto. Vocês já ouviram esse chamado, não é? Uma voz que corta a tempestade, como a música que eu já mencionei algumas vezes, como em aleluia, né, de Leonardo Cohen. Meu aleluia é quebrado, mas é teu, porque tu me seguraste. Então, o sermão do pastor Maple não é apenas uma história, é um convite. Ismael, ao sair da capela, não apenas embarca no picot, ele embarca na soberania, onde cada onda é vista, cada tempestade é guiada por Deus. Desculpa. Assim é a nossa vida, queridos. Um mar onde o Deus que provê, cuida para que todas as coisas aconteçam segundo a sua vontade. Como em código da 20, né, de 2003 de Dbrau, onde cada pista leva a uma verdade maior. A soberania é o segredo que desvela o caos que parece ser a vida, né? Mas o que vem a seguir? O mar de Mobdick não começa com o Pot, o navio, ele começa antes do tempo, onde o Deus que vê planejou cada onda, cada destino. Então se preparem, porque a próxima parada é o abismo da eternidade, onde a glória de Deus brilha antes da criação. Vamos navegar porque Deus que vê está no leme e seu plano é realmente glorioso. Ah, então o mar da eternidade, pense nisso. Imagine um vazio tão vasto que engole o tempo, um silêncio tão profundo que ecoa antes das estrelas. Não há terra, nem céu, nem horizonte, nem universo. Apenas o pulsar de um propósito eterno. Um plano traçado por mãos invisíveis que sustentam o universo antes mesmo de ele respirar, de o universo respirar, que e eh sustenta todas as coisas. Então, estamos navegando além do véu da criação, antes da criação, onde Deus, o Deus da soberania, reina em glória absoluta. Sua vontade brilhando como um farol antes do mundo existir. Não estamos mais naquela capela, não é, de New Badford com o pastor Maple trovejando sobre Jonas. Agora a gente subiu ao mastro principal do Picot, onde Ismael Solitário contempla o mar que parece infinito, um espelho da eternidade, eu diria. Mob Dick. Esse momento não é apenas poesia, é teologia. Um vislumbre do Deus que antes da fundação do mundo escolheu um povo para o louvor de sua graça. Como Efésios 1 4, né? A partir do 4 diz: "Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis perante ele." Então a gente deve se preparar porque esse mar não tem fim. E o que encontraremos é um mistério da soberania divina. Um Deus que exalta a si mesmo, não por vaidade, mas por amor. Um amor que nos convida a mergulhar em sua glória. Em Mobdic, não é? Eh, há um capítulo chamado o o mastro principal, que é o capítulo 35. Ele nos leva ao topo do navio, onde Ismael, escalando cordas sobre o vento cortante, assume o posto de vigia. O picot corta as ondas e o mar se estende como um abismo sem bordas, né? Suas profundezas sussurrando segredos que nenhum homem pode decifrar. Ismael está envolto pela brisa salgada, pela maresia, onde ele olha para o horizonte e se perde. O mar é tudo, ele me engole e eu sou apenas um ponto na sua imensidão. É o que Ismael está pensando. Esse mar é mais que água. É a eternidade, um reflexo do tempo antes do tempo, quando Deus em sua soberania planejou cada detalhe da história, como em Romanos 11:36, porque dele e por ele e para ele são todas as coisas. A ele, pois a glória eternamente. Amém. Ismael no mastro não é apenas um marinheiro, é um filósofo, um teólogo sem saber, contemplando o infinito, onde a soberania divina brilha, um plano eterno que precede o primeiro raio de luz eh no universo. Antes que o Picots navegasse, antes que o mar tivesse nome, Deus existia não como um conceito, mas como a realidade absoluta. Em Efésios 1, 4 e 5, Paulo nos leva a esse abismo e diz: "Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele e em amor nos predestinou para adoção de filhos por meio de Jesus Cristo." Queridos, pare e sinta o peso disso. Antes das galáxias, antes do sopro da vida, Deus escolheu um povo, não por mérito, mas por graça, para que sua glória resplandecesse. Ismael, no mastro sente essa vastidão. Ele diz: "O mar não tem começo nem fim. Ele simplesmente é assim é Deus, o Eu Sou. Eso 3:14, cuja soberania não começa com a criação, mas na eternidade, onde sua vontade é o único leme. A soberania antes do mundo, antes do universo, é o plano de Deus, o seu decreto soberano, não é? o plano de Deus para manifestar sua glória, não como um tirano faminto por aplausos, mas como um artista que pinta o universo para compartilhar sua glória, sua beleza. Então, em Isaías 48 9 a 11, Deus brada, né? Deus proclama: "Por amor do meu nome retardarei a minha ira. Por causa da minha honra, me conterei para contigo. Por amor de mim, por amor de mim é que faço isso. Porque como seria profanado o meu nome? A minha glória não dou a outrem. Isso não é egoísmo, é amor. Porque a glória de Deus é o maior tesouro que nós podemos receber. Jonathan Edwards, em o fim para o qual Deus criou o mundo, que foi escrito em 1765, ele diz: "A glória de Deus é a beleza de todas as suas perfeições, e compartilhá-la é o maior prazer que o homem pode conhecer". Então, Ismael lá no topo do mastro não entende isso, mas ele sente. O mar com sua imensidão aponta para algo maior, como em interestelar, não é? É um filme de 2014, onde Cooper ele murmura: "Algo nos guia", um plano que não vemos, mas que nos carrega. Então aqui, né? A gente encontra um mistério que corta como uma faca. Assim, por que um Deus perfeito busca sua própria glória? Não é isso a arrogância, o pecado que derruba os reis? Em Mob Dick, Ismael no mastro luta com essa tensão. Ele olha o mar e pensa: "Se o mar é tão grande, por que eu existo? Que sou tão pequeno? Sou apenas um grão na sua vastidão. Deixa eu tomar um café, né? Assim, o coração humano resiste à autoexaltação de Deus, como em Romanos 8: 78. A mente da carne é hostil. a Deus, porque não se submete à lei de Deus, nem pode se submeter. Nós amamos heróis petulantes, não é? Como o Tony Stark em Homem de Ferro, né, 2008, que brilha com arrogância. Nós odiamos quando eles ferem os inocentes. Então, por que Deus, que é santo, exalta a si mesmo? A resposta é um paradoxo que ilumina o mar da eternidade. A autoexaltação de Deus é o maior ato de amor de Deus. Então, imagine um pintor que cria uma obra prima não para guardá-la, mas para exibi-la a todos. Deus, antes da fundação do mundo, planejou manifestar sua glória, não porque precisava de louvor, mas porque sua glória é a fonte de toda alegria eternamente da do Deus eterno, da trindade, pai, filho e espírito santo. Em João 17:24, Jesus ora: "Pai, a minha vontade é que onde eu estou estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória." Essa glória não é uma placa eh de ego, é o convite para compartilhar o maior prazer possível, não é? Então, CS News em reflexões sobre os Salmos de 1958, ele desvendou esse mistério, né? Ele diz: "O louvor não é bajulação, é o transbordar do gozo. Amamos louvar o que nos encanta, porque o louvor completa o deleite em nosso coração." Ou seja, ele tá falando o seguinte: se você olha uma paisagem e acha ela maravilhosa, você diz para alguém: "Olha, já viu isso aqui, essa essa paisagem, essa imagem, onde eu estava em tal lugar lindo, você tem que estar lá, você tem que louvar, porque isso completa a sua alegria." Não é Ismael lá no topo do mastro, vendo todo o mar para todos os lados sem ver terra, ele sente esse encanto ao olhar o mar. Ele diz: "É como se o mar cantasse e eu, por um momento, fosse parte do hino que ele está cantando". Então, a soberania antes do mundo, a soberania de Deus antes de todas as coisas serem criadas, é Deus planejando e decretando, eu diria, um hino eterno, onde sua glória é louvada, porque é o tesouro que satisfaz, é o único tesouro eh que satisfaz. Mas, queridos, o coração humano é um mar turbulento, não é? Em Mobdik, Ismael no mastro oscila entre fascínio do mar e medo. Eh, Ismael diz: "O mar é belo, mas me engolirá." Pensa ele, enquanto o vento balança o navio e ele lá em cima do mastro balança. Assim a nossa resistência a glória de Deus. Paulo em Romanos 8:7 diz: "A mente da carne é hostil a Deus". Não é só que não gostamos de um Deus que se exalta soberanamente, é que não queremos nenhum Deus que reine sobre nós, como em Duna, não é? Onde Paul ADes resiste ao destino que o chama. Ele disse: "Quero ser livre, não um peão num plano maior. Eu mesmo quero ter um plano. Não, essa rebelião é universal. Amamos a autoexaltação em nós mesmos. E então odiamos a autoexaltação em Deus. Quem não sentiu o prazer de um elogio? Mas a odiamos nos outros e a odiamos especialmente em Deus, porque seu trono nos lembra que nós somos pó, que ele é Deus e nós não somos. Hã, com Salmo 103:14. Então, lá em cima, no mastro, Ismael encara essa verdade. Ele eh escreve: "No topo do mastro sinto-me como um Deus, mas o mar me lembra que eu não sou nada". Essa tensão é o cerne da soberania antes da criação do mundo. Deus, em sua eternidade sabia que criaríamos ídolos como os marinheiros do picot, que adoram suas próprias forças. Mas ele planejou antes do tempo um povo que veria sua glória como tesouro, não como uma ameaça. Você vê que quanto mais nós pregamos um Deus soberano, muitos mesmo na igreja hoje em dia, eh, reagem. Isso vem como uma ameaça. Se Deus é soberano, se a vontade dele é que se cumpre, se ele é que escolhe, então uma ameaça para mim, eu, esse pequeno Deus. Em Efésios 16:6, Paulo proclama para o louvor da glória da sua graça que ele nos concedeu gratuitamente no amado. Então, a graça é o pincel com que Deus pinta a sua glória. E Ismael, sem saber, toca essa graça ao contemplar o mar. Ismael diz: "Por que o mar me atrai se ele me aterroriza?" Por, queridos, a glória de Deus é aterrorizante, mas é também o único porto onde o coração encontra paz. Então, o mar em Mobdick não é apenas um cenário, é um símbolo da eternidade, onde o plano de Deus brilha antes da criação. Lá no mastro principal, Ismael descreve eh o vigia, não é? Ele fica lá em cima, acima do mundo, com o céu acima e o mar abaixo, como se fosse o único ser vivo. Ele tá descrevendo ele mesmo lá em cima no mastro. Essa solidão é um eco do Deus pré-crireacional que em sua suficiência não precisava e não precisa do mundo, nem do universo, nem da criação, mas escolheu criá-lo para sua glória. Em Colossenses 1:16, a gente lê: "Tudo foi criado por meio dele e para ele. O mar para Ismael é um mistério, não é? Ismael diz: "É como se o mar soubesse algo que eu nunca saberei." E esse algo é a soberania, o plano eterno que Paulo descreve em Efésios 1 11. Fomos predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para o louvor da sua glória. Então, a soberania antes da criação é Deus olhando vazio e dizendo: "Haverá um povo que cantará a minha glória, não por obrigação, mas por gozo, por alegria indisível e cheia de glória na coisa mais preciosa que eu mostrarei. seu próprio filho, a cruz, razão pela qual ele criou o mundo, né? Então, esse gozo é o que CS chamou de consumação do deleite, um momento em que louvar completa o prazer. Em Mabd, Ismael, no mastro, quase caipotizado pelo mar. E ele diz: "É como se o mar me chamasse para me dissolver nele." Esse chamado é a soberania, o plano de Deus para que sua glória seja o mar onde nos afogamos, por assim dizer, de alegria, como nos Salmos 16:11, né? na tua presença, a plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente. Então, antes do mundo, antes do universo, Deus planejou que sua glória fosse nossa alegria. Como o mar é tanto o terror quanto o encanto de Ismael, não é? E há muitos segredos, não é? Há um segredo ainda mais profundo, um mistério que faz o mar de Mobique parecer nada, pequeno. Antes da criação, Deus planejou não apenas sua glória, mas a cruz. Em Efésios 1:7, Paulo revela: "Nele temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados segundo a riqueza da sua graça." Querido, antes que o pecado existisse, antes que Adão caísse, Deus viu o sangue do seu filho, como em Apocalipse 13:8, o livro da vida do cordeiro que foi morto antes da fundação do mundo. Então, Ismael no mastro não sabe disso, mas eh o mar eh eh na sua imincidão é um eco desse plano eterno, não é? Que tem no centro um sacrifício eterno, onde a graça de Deus vai brilhar mais do que em qualquer coisa que há no céu ou na terra, não é? Como em sacrifício de 1986 de Andrey Tarkovsk. onde Alexander queima a sua casa para salvar o mundo. E eles o sacrifício é o plano e o plano é o amor. A soberania antes da criação é Deus planejando a cruz como o ápice da sua glória. Então, em Efésios 1:6, a graça é o louvor supremo para louvor da glória da sua graça. Por que a graça é a coisa que vai mais mostrar a glória de Deus? Porque o pecado que Deus eh decretou, né, não vamos falar permitiu como se aquilo fosse acontecer, né? Eh, e aí Deus aproveitou, não. Deus decretou, torna a glória de Deus mais brilhante. Ismael numa astro sente essa tensão. Ele diz: "O mar é cruel, mas belo. Ele destrói, mas encanta". Assim é a soberania vista por eh um mundo caído, né? Deus planejou um mundo onde o pecado seria e permitido, não por capricho, mas para que a graça através do sangue de Cristo fosse o hino eterno. Como Jonath Edot diz, né? A glória de Deus brilha mais na felicidade dos santos que gozam sua graça. Então vocês já sentiram esse paradoxo, não é? Um momento em que a dor revelou um propósito maior, como Ismael lá no mastro. balançando entre o medo e o fascínio, não é? Então, Ismael desce do master por fim, mas o mar fica com ele. Ele diz: "Eu vi algo que não posso explicar". E pensa enquanto Pot segue o seu curso, nãoé? Assim é a soberania antes da criação do mundo, um plano eterno que nos chama a louvar a glória de Deus, não por medo, mas por gozo. E Mob di que o mar é o palco onde a soberania se desdobra, mas antes do mar, não é, havia o Deus que planejou cada onda em cada praia, cada onda em cada oceano, cada movimento de onda que já aconteceu e que vai acontecer. Como no Salmo 19:1, os céus proclamam a glória de Deus. Mas o que vem a seguir, né? O plano eterno se torna criação, ou seja, aquilo que existia só na mente de Deus, eu acho isso maravilhoso, né? Tudo que existe um dia existiu apenas na mente de Deus. Isso muda tudo, né? Quando eu vejo uma borboleta, um besouro, um pássaro, um assim qualquer coisa, não é? Eu penso, um dia isso existiu só na mente de Deus e só está no mundo, porque Deus do nada tirou isso da sua mente para a existência. Deus poderia ter criado eh milhões de coisas a mais do que há bilhões, trilhões, se ele quisesse. Nem tudo que está em sua mente ele decretou ou ele criou tantos mundos quanto quis. O plano eterno se torna criação e o mar ganha forma, baleias, navios, homens, que é a história de Mobick. Então, a gente deve se preparar porque a nossa próxima parada é o ato da criação, onde a soberania de Deus molda o mundo para sua glória e para a nossa alegria. E a gente vai navegar porque o mar da eternidade nos chama e o Deus que planejou tudo é que está no leme da história, né, da história eterna, né? Então, no início, há um vazio primordial, um caos sem forma, onde o silêncio é tão pesado que parece, parece gritar. Então, uma voz de repente corta a escuridão. Haja luz. Gênesis 13. E o universo desperta, estrelas explodindo em sinfonias de fogo, oceanos rugindo como hinos e a terra pulsando com vida. Queridos, não estamos apenas navegando o mar eh de Mobdik. Estamos desvendando o ato da criação, onde a soberania divina molda tudo como ele quer. Nada existia, nada podia eh pedir alguma coisa, dar alguma ideia, suplicar, enfim. Então, eh, é onde a soberania divina molda o cosmo como um escultor que esculpe a eternidade para sua glória. Então, agora a gente esquece o púlpito de Neil Bedford, né, ou o mastro solitário do Picot. Agora a gente abre o tomo enciclopédico de Herman Melville, suas páginas manchadas de sal e óleo, já que o óleo da baleia que movia o mundo, onde a baleia cachalote em um capítulo como a cabeça da baleia, que é o capítulo 74, emerge não como monstro, mas como uma obra prima, um a um ser que a Bíblia chama de Leviatã, né? Leviat que canta a soberania de Deus. Esse é o palco da soberania, onde cada criatura, cada onda, cada galáxia existe para ele, como em Romanos 11:36, porque dele, por meio dele, para ele são todas as coisas. A ele pôs glória eternamente. Amém. Então vamos nos preparar porque este é um um mistério que brilha como o óleo, né, de esparmacêete. E o que encontraremos é o Deus que cria para ser adorado, não por necessidade, mas por amor transbordante. Então, em Mob Dick, Melville não apenas conta uma aventura, ele escreve uma teologia disfarçada de ciência. Então, nos capítulos sobre a anatomia da baleia, como a cabeça da baleia e o grande Leviatã, que é o capítulo 81, Ismael se torna um naturalista místico, eu diria, desse cachalote com reverência. A cabeça da baleia, um colosso de ossos e óleo, que é onde tem mais óleo, né? É um enigma. E o Esmel disse: "Como descrever esta maravilha? É como se a criação inteira estivesse contida nela, no cachalote. O óleo de espermaete extraído das profundezas do crânio brilha com uma luz quase sagrada quando você acende, né? Iluminando o navio como um altar. Ele diz para Melville, a baleia não é apenas uma criatura, é um símbolo da criação divina planejada com propósito majestosa em sua complexidade, como no Salmo 104, 24. Quão numerosas são as tuas obras, Senhor. Todas com sabedoria as fizeste. A soberania na criação é Deus moldando o universo para refletir sua glória. E a baleia em sua grandeza é um hino vivo a esse propósito, né? Então, como eu disse, imagine o vazio antes do tempo, um abismo onde nada respira. Então, Deus fala e o caos obedece. Eh, Gênesis 1 proclama: "No princípio criou Deus os céus e a terra". Mas por quê? Não porque Deus era carente como um rei solitário, precisando de súditos. Em Atos 17 24, Paulo declara: "O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele senhor do céu e da terra, não é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse. Deus cria não por necessidade, mas por transbordamento, como um poeta que escreve, porque a beleza em seu coração exige se expressar". Então, Imob Dick, Ismael examinando a cabeça da baleia, fica maravilhado quem moldou essa criatura. Cada osso, cada gota de óleo parece planejada. Ele diz, tem um design, né? Assim é a criação. Cada estrela, cada folha, cada baleia é uma pincelada no quadro da glória divina. Romanos 11:36, tão famoso é o manifesto desse ato, porque dele, por meio dele, para ele são todas as coisas. Então, a criação existe para Deus, não como um brinquedo, mas como um espelho da sua beleza. Em o Senhor dos Anéis, né, de 2001, Gandalf olha as estrelas e ele murmura: "Há um propósito em cada coisa, mesmo nas sombras". Assim, a soberania molda o cosmos para que sua glória ecoa, para que a glória de Deus eue, como no Salmo 19, um, os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. A baleia cachalote, com sua cabeça colossal é um desses céus, né? Um testemunho vivo do Deus que cria para ser louvado. Ismael segurando o óleo de Esparmacete, segurando o óleo ele reflete. Esse óleo ilumina o navio, ilumina as cidades, né? Mas sua luz parece [Música] vir esse outro mundo é a glória de Deus. planejada antes do tempo, agora brilhando na criação. Como o Ismael está vendo. E no capítulo o grande Leviatã, Melville descreve a baleia com assombro e diz: "Nenhuma criatura na terra iguala a sua força. Ela reina nos mares como um deus." E ele cita Jó 41:1, "Podes tu pescar o Leviatã com Anzol? A resposta é não, né? Porque o Leviatã é mais que um animal, é um símbolo da soberania divina, como nos Salmos 1046. Eis o Leviatã que formaste para nele folgar. Então a soberania na criação é Deus moldando criaturas que cantam sua grandeza, sua beleza, sua sabedoria. E a baleia com sua força indomável é colocada como um hino vivo. Ismael ao dsear a cabeça, nota os olhos minúsculos que parecem quase inúteis numa cabeça enorme, né? E Ismael diz: "Como esta criatura vê o mundo e no entanto ela reina. Assim é a criação. Cada detalhe, por mais estranho, serve ao propósito divino. Como em Cosmos de 1980, onde Cegan diz: "O universo é uma máquina de maravilhas e cada peça, por menor que seja, tem um papel". Já Colossenses 1:16 revela o segredo desse papel. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Cristo, então, é o meio e o fim da criação. O verbo que fala: "Haja a luz". E o rei para quem o universo canta em louvor. Em Mobic, o óleo de espirmacete extraído com suor e sangue é mais que combustível. É um símbolo da graça que ilumina. Os baleieiros cortando a gordura em corte de gordura, né? Capítulo 67, transformam o caos da baleia em luz. Como Deus transformou o caos primordial em ordem. A soberania é esse trabalho divino, moldar o universo para que sua glória brilhe como em Abacuque 2:14. A terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar. Vocês já sentiram essa maravilha? Não é um pôr do sol, uma baleia saltando do mar, um momento que sussurra, algo maior planejou. Tudo isso, né? Mas a criação tem um um ápice, um mistério que faz o Leviatã parecer pequeno. Em Gênesis 1:27, Deus proclama: "Criou Deus o homem, a sua imagem, a imagem de Deus o criou. Homem e mulher os criou, e Deus os abençoou. E lhes disse: "Se feicundos, multiplicai-vos, enchei a terra". O homem não é apenas uma criatura, é um espelho moldado para refletir a glória divina. E Moabic Ismael ao observar os baleheiros, eh, que Keg com suas tatuagens, né, e Tastego com sua lança, ele pensa: "Somos tão diferentes, mas todos buscamos algo maior." Esse algo é a glória de Deus, o propósito da criação, né, humana, como em Matrix, né, de 1999, onde New descobre que é mais que um programa. Você foi feito para um propósito. A soberania na criação do homem é Deus dizendo: "Encherei a terra com adoradores, não árvores que batem palmas, mas corações que conhecem minha glória". Números 14:21 promete: "Tão certo como eu vivo, toda a terra se encherá da glória do Senhor." Mas Abacu 214 esclarece: "A terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor. Árvores podem dançar, né? Como Isaías diz que as árvores dançaram Isaías 55:12. Mas só o homem pode conhecer. E ele diz que encheria do conhecimento da glória. Como Ismael, não é? Ao olhar a baleia, ele sente, ela é mais que carne. Ela é um mistério que aponta para o céu. Em Stranger Things, não é? Joyce grita: "Há algo maior por trás disso tudo." Assim é a criação, um palco onde o homem, imagem de Deus, é chamado a louvar. Como em Apocalipse 4:11, tu és digno, Senhor, de receber a glória, porque todas as coisas criaste. Mas o mistério vai se aprofundando, né? Como o óleo que brilha nas entranhas da baleia e é aceso e produz uma chama linda. A criação não é apenas para Deus, é para Cristo, né? Em Colossenses 1:16 diz: "Tudo foi criado por meio dele e para ele." Então, antes do primeiro haja luz, Cristo era o plano, o cordeiro que seria morto. Apocalipse 13:8. Em Mob Dick, o óleo de espermaete é extraído com sacrifício. O sangue dos baleeiros manchando o convies. Assim é a criação planejada para a cruz, onde a glória de Deus brilha mais forte do que em toda a beleza da criação. Em o sacrifício do servo sagrado de 2017, o Dr. Steven enfrenta um dilema. O sacrifício é o preço da redenção. Cristo, o verbo encarnado, é o preço e o prêmio da criação, como em Hebreus 2:10, por cuja causa e por quem todas as coisas existem. Então, a soberania na criação é Deus moldando um universo onde a cruz será o clímax. Em Apocalipse 5:9, o céu canta: "Digno és porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo." A baleia, com sua força e mistério, aponta para Cristo, né? O Leviatã divino que derrota o caos. Ismael, ao tocar o óleo, ele sente, ele diz: "Esta luz vem de um sacrifício. Essa luz está brilhando porque a baleia perdeu a sua vida. Assim é a criação. Cada estrela, cada homem, cada balê existe para o louvor da glória de Cristo. Como em Wester Road, onde Ford diz: "Tudo foi construído para um propósito". E o propósito é a história que contamos. E a história da criação é a história de Cristo, planejada pela soberania para ecuarnamente. A cruz vai ser o centro da oração para sempre. Mas a criação, queridos, não é o fim, é o começo, né? Romanos 8:20 revela: "A criação foi sujeita à vaidade, na esperança de que será redimida para a liberdade da glória dos filhos de Deus." A baleia, por mais majestosa, é cortada. O óleo, por mais puro é consumido. Assim é a criação, bela, mas quebrada, apontando para uma nova criação. Em Mob Dick, os baleeiros transformam o caos da baleia em luz, mas o pickot segue pra tragédia. A soberania, porém, não falha, não é? Em segunda Coríntios 5:17, Paulo proclama: "Se alguém está em Cristo, é nova criatura. as coisas antigas passaram e que tudo se fez novo. A criação é o palco, a cruz é o clímax e a nova criação é o hino final que vai cantar a cruz para sempre. E o Senhor dos Anéis, Sam diz Afrodo, há algo de bom neste mundo e vale a pena lutar por isso. A soberania de Deus na criação é Deus lutando e entre aspas, não é? Deus decretando e Deus indo morrer numa cruz por esse algo, um povo que louva a sua glória com gozo eterno. Ismael, ao de secar a baleia, ele murmura para si mesmo: "Por que tanta beleza se tudo acaba?" A resposta está em Apocalipse 7:15. O cordeiro os apicentará e os guiará para as fontes da água da vida. A baleia é um sinal. Cristo é o Salvador, como em Arrival, não é? Onde Lois descobre o tempo não é uma linha, é um círculo. E cada momento aponta para o eterno. A criação moldada pela soberania aponta para a nova criação, onde a glória de Deus será nosso lar da maneira mais completa que possamos eh imaginar. Então nós fechamos o tomo de Malvilleu, mas suas páginas continuam vivas. A baleia cacha com sua cabeça colossal não é apenas uma criatura. Eu diria que é um evangelho, um testemunho da soberania que molda o universo para a glória de Deus, como no Salmo 96:12. Exultem os campos e tudo o que neles há. Mas o que vem a seguia? O plano da criação se desdobra na história onde Deus escolhe um povo, Abraão, para carregar sua glória, não é? As nações. Ele começa com Abraão, um povo até seu filho. Então, a gente deve se preparar porque essa é a próxima parada. é a eleição de Israel, onde a soberania navega por desertos e mares, guiando um povo para o louvor eterno. E a gente pode abrir o próximo capítulo, porque o Leviatã da criação está nos chamando e o Deus que moldou tudo está escrevendo uma história eh gloriosa, não é? E então pensa num deserto de de areia escaldante, um céu que queima como bronze e um homem. Abraão parado na encruzilhada do destino. De repente, uma voz corta o silêncio como um vento que não explica a sua origem. Sai da tua terra para a terra que te mostrarei. Gênesis 12:1. Queridos, não estamos apenas navegando um mar de mob dick. Estamos desenterrando o mistério mais antigo que as pirâmides, né? Um plano traçado pela soberania divina que escolhe um homem, um povo para carregar a glória de Deus às nações. Então, a gente já passou e já deixou para trás a capela de New Bedford, o mastro principal ou a cabeça da baleia. E agora estamos no convés do Picot, no capítulo o Albatrois, capítulo 52, onde um navio fantasma surge no horizonte silencioso como um presságio. Seus marinheiros mudos, sua missão um enigma. Esse encontro é mais que uma pausa na caça. É o chamado de Deus a Abraão. A gente podia dizer, um sussurro da soberania quea. De ti farei uma grande nação e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12, né? 2. Então a gente aqui eh eh deve se preparar porque esse é um segredo que brilha como uma relíquia perdida. E o que vamos encontrar é o Deus que escolhe, não por mérito jamais, mas por graça soberana, para que seu nome seja glorificado. Em Mobdick, o Picot cruza o oceano, suas velas esticadas pelo vento quando o Albatrois aparece, um navio esbranquiçado, desgastado pelo sol, como um espectro saído de uma lenda. Ismael descreve isso dizendo: "Era como se o mar tivesse cuspido um segredo e aquele navio fosse a sua voz, a voz do mar". E a tripulação do Bbatroz não fala. Seus olhos queimados pelo sol carregam um peso que acabe, que é o capitão do do Picot e que é o o personagem, né, que odeia baleia, que odeia Mob Dick, eh, com sua fúria, ele ignora. Ignora o capitão do Albatrois, ao ser questionado sobre Mob Dick, deixa cair seu megafone, né, e o mar engole o som. Esse silêncio é mais que ausência. É um chamado como a voz que tirou Abraão de Ur. Em Isaías 43:7, Deus proclama: "A todos os que são chamados pelo meu nome e os que creem para minha glória, eu os formei." A soberania na eleição de Israel é esse chamado. E a soberania na eleição de cada no chamado de cada eleito é o eco disso, né? Um mistério que atravessa desertos e mares, escolhendo um povo para refletir a glória divina, como o Albatros reflete o propósito oculto do mar. Então imagine Urdos Caudeus, uma cidade de templos pagãos, onde Abraão então a vive entre ídolos de pedra. Ele já tá com 75 anos. Ele sempre adorou a lua e ele era um pagão, como os outros pagãos. Não havia nada de especial nele. Ele não é um santo, é um homem comum. Como em Josué 24:2 diz: "Vossos pais," ou seja, eles eram descendentes de Abraão. Ele tá falando da família de Abraão antes de Abraão. E ele diz: "Vossos pais serviram a outros deuses, mas Deus o vê. Vê Abraão e a sua voz ressoa: "Sai da tua terra e te abençoarei, e em ti serão benditas todas as famílias da terra". Gênesis 12:2. Agora, por que Abraão? Não por justiça, não por fé prevista, mas por graça soberana. Deuteronômio 10 14 diz: "Eis que os céus e os céus dos céus são do Senhor, teu Deus. Tão somente o Senhor se afeiçoou a teus pais para os amar. A razão é isso. Eu te amei porque eu te amei. Porque não me revelei aos egípcios, aos babilônios, a todas. Porque eh eu escolhi Israel porque amei Israel. Já era pequeno, não era poderoso, não era melhor. Você vê Abraão era um pagão, como todas as outras nações e pessoas eram, não é? E a graça os diferenciou. E a única explicação que Deus dá é porque eu eu te amei. A soberania escolhe livremente como um arqueólogo que desenterra uma relíquia não por seu valor aparente, mas por um plano maior. Em Indiana Jones e a última cruzada, né, de 89, Indiana Jones ele busca o graal. Eles não é o objeto, é o que ele representa. Abraão é, entre aspas, a relíquia, mas o plano é a glória de Deus, não é a pessoa. O propósito é a glória de Deus. No Picot, o Albatrois é esse chamado, né? Ismael, ao vê-lo, sente um arrepio e ele diz: "Era como se o navio soubesse algo que nós nunca saberíamos. Acabe, obsecado por Mobdick, ignora o presságio. Mas o silêncio do Albatrois é a voz da soberania, como em Gênesis 12:3. Em ti serão benditas todas as famílias da terra. Abraão não merecia, como nenhum dos que Deus chamou mereceu ou merecerá. O Picot não entende, mas Deus escolhe. Isso escolha é um fio que teste a história da redenção, como em Vikings, onde Hagnar Letbrook, houve o chamado dos deuses. Não escolhi esse caminho, ele me escolheu. Ele diz. Então, a soberania na eleição de Israel é Deus chamando Abraão, não por quem ele era, mas por quem Deus é. Como em Jeremias 13:11, fiz apegar-se a mim toda a casa de Israel para me serem porvo e nome e louvor e glória. E o chamado de Abraão não é apenas pessoal, é cósmico, né? Gênesis 12:13 promete: "Em ti serão benditas todas as famílias da terra, ou seja, todas as tribos, raças, línguas, nações." Então, esse em ti aponta para o Messias, como Paulo explica em Gálatas 3:7, os da fé é que são filhos de Abraão. A escritura preanunciou o evangelho a Abraão. Em ti serão benditos todos os povos. Então, a soberania não escolhe Israel para isolá-lo, mas para torná-lo um farol da glória de Deus. Em Mobic, o albatros cruza o caminho do Picot como um sinal de algo maior. Ismael nota isso e ele diz com ele mesmo, né? O navio parecia carregar uma mensagem, mas o mar parece que engoliu. Assim é a eleição de Israel, uma mensagem e de cada um dos eleitos, né? Uma mensagem que aponta para Cristo, o Salvador de todas as nações. Em Romanos 11:17, Paulo usa a imagem da oliveira. Se alguns dos ramos foram quebrados e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado, não te glories contra os ramos. A raiz é que te sustenta. Israel é oliveira. Abraão é sua raiz, mas os gentios são enxertados pela fé. A soberania planejou um povo espiritual, não apenas étnico, como em Romanos 9, né, de 6 a 8. Nem todos os de Israel são de fato israelitas. Os filhos da promessa são a descendência. Em the chosen, né, Jesus encontra Natanael. é um um jeito de parafrasear assim esse encontro. E ele diz: "Eu te vi antes que me visses como está na na Bíblia". E assim é o chamado de Abraão. Deus o viu em Ur e seu chamado foi o primeiro passo de um plano que abrange o mundo. Como em Pequeno Príncipe de 1943, né? onde o principezinho diz: "O essencial é invisível, mas guia as estrelas. E por que Abraão?" A pergunta ecoa como o silêncio do Albatrois. Não há mérito, apenas graça. Em Deuteronômio 10:15 a gente lê: "O Senhor se afeiçoou a teus pais para os amar". Essa afeição, você vê é livre. Eles eram tão maus, caídos, pecadores, depravados como todas as nações. E eram idólatras, como Abraão adorava a Nana, por exemplo, a deusa da Lua, até 75 anos de idade. Então, essa essa afeição de Deus, eu eh o Senhor se afeiçoou a teus pais para os amar. E essa afeição é livre, como o vento que empurra o picud. Acabe ao ignorar o Albatrois, representa o coração que resiste à graça. Mas Ismael com seu silêncio, eh, eu diria Abraão ouvindo o chamado sem entender completamente. Então, em Mob Dick, o Albatroz não explica sua missão, mas sua presença muda o ar. Assim é a soberania, um chamado que não justifica, mas transforma, não explica, mas transforma como em Isaías 43:21. Este povo que formei para mim celebrará o meu louvor. Em Blade Hunner de 82, Decart pergunta: "Por que foi escolhido para esta caçada?" A resposta é: "O mistério da soberania que não explica, mas guia." A soberania nos explica, ela guia todos aqueles que Deus chama eficazmente. Abraão não merecia. Israel, como lemos no Salmo 106 7, era rebelde, mas Deus escolhe como em Romanos 4:16, a promessa é firme para toda a descendência pela fé que teve Abraão. Então, a soberania na eleição é essa graça, um plano que não depende de nós, mas de Deus, como albatros que cruza o pickut, sem pedir permissão. Vocês já sentiram esse chamado, não é? Um momento em que a vida mudou, não por seu mérito, mas por um propósito maior, como uma relíquia desenterrada no deserto? Eu espero que sim. Espero que todos tenham experimentado isso. O chamado de Abraão é o primeiro fio de um tapete, de uma tapeçaria que cobre toda a história. Em Gálatas 3:14, Paulo revela: "Cristo nos resgatou para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios." Israel não é um fim, é um meio. Como Albatrois não é o destino do Picot, mas um sinal. Em Romanos 11:1, Paulo sonha, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, quanto mais a sua plenitude. Então, a a soberania usa Israel com suas falhas eh que são abundantes para trazer o Messias. Como em The Witcher, eh, onde Gerald descobre, meu caminho não é meu, é parte de algo maior. Em Dick, o Albatro desaparece no horizonte depois de cruzar e ter esse essa interação com o Picks. Mas seu silêncio fica com Ismael. Ele escreve: "O mar guardou seu segredo, mas eu sei que há algo além". Esse algo é Cristo, o fim do chamado de Abraão. Em Efésios 3:6, Paulo proclama: "Os gentios são coerdeiros da promessa em Cristo Jesus". Então, a soberania tece Israel como um navio que carrega a luz não para si, mas para o mundo, como em Isaías 49:3. Tu és o meu servo, por quem hei de ser glorificado. Abraão, como albatróis é um presságio e Cristo é o porto, não é? Então o albat some nas ondas, mas o picot segue carregando o eco do seu silêncio. Assim é eleição de Israel, um chamado que ressoa de Abraão até Cristo, de Ur até o Calvário. Em Primeira Pedro 2:9, lemos: "Vós sois raça eleita para proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz". A soberania escolhe não por mérito, mas escolhe para algo, para a glória, como Albatros cruza o mar, não por sua força, mas pelo plano do oceano, não é? Como Ismael vê, como eh eh a gente já mencionou tanto, né? Eu gosto, acho que isso explica tão bem o o aleluia de Leonardo Coim, o aleluia é quebrado, mas é teu porque tu me chamaste. Mas o que vem depois disso? O chamado de Abraão se desdobra no êxodo, onde a soberania de Deus liberta um povo, não por justiça, porque eles mereciam, mas por graça, para que o nome de Deus eue em todo o mundo. Então agora a gente se prepara porque a próxima parada é o Mar Vermelho, onde o Deus que escolhe Abraão parte, abre as águas para sua glória, para mostrar sua glória. a gente zarpa porque o chamado do Albatróis nos guia e o Deus da soberania está no leme, né, no no no leme dessa história, não é? E então pense num deserto eh com a pera de um mar, um mar que ruge com 1000 leões, né? Como mil leões rugindo junto e um povo acorrentado, Israel, tremendo sobre o chicote do Egito. De repente, o céu se rasga e uma voz troveja: "Eu sou o que sou." Êxodo 3:14. Queridos, não estamos apenas navegando o oceano de Mob Dick. Estamos no epicentro de uma guerra cósmica, onde a soberania divina brande seu cetro sempre para libertar um povo e glorificar um nome que coa além das estrelas. Então, a gente já passou e deixou para trás a capela do pastor Maple, o mastro do Picots e o a cabeça da baleia e o chamado do Albatro. E agora a gente tá no Convé, no capítulo o Jeroboão, capítulo 71 de Mobdick, eh, que a gente vai ver com mais cuidado depois, onde um navio amaldiçoado surge carregando uma profecia de julgamento que faz um mar tremeer. Esse encontro não é apenas um aviso, é o mar vermelho onde Deus, com braço estendido, esmaga faraó e exalta seu nome, como em Êxodo 9:16. Para isso te hei mantido, a fim de mostrar-te o meu poder e para que seja o meu nome anunciado em toda a terra. Então, este é um confronto que sacode o céu e a terra. E o que encontraremos é o Deus que julga, liberta e é adorado, não por capricho, mas por graça soberana. Então o Picot corta as ondas, sua tripulação endurecida pelo sal. Quando o Jeroboão aparece, um navio atormentado por uma praga e uma profecia, Ismael ele narra dizendo: "Era como se o mar tivesse aberto uma ferida e aquele navio fosse seu sangue. A bordo, Gabriel, marinheiro louco, proclama que Mobdick é o juízo de Deus e ninguém deve tocá-la ou tentar caçá-la." E sua voz febril ecoa como um profeta do deserto. E o capitão do Jerebuão, temeroso, não é? Confirma: "Gabriel previu a morte de um oficial que desafiou a baleia branca, mas acabe com olhos de fogo nele zomba. Ele ele é obsecado em capturar Mob Dick, mas o Jobon carrega um peso que o Picuts não pode ignorar. O julgamento divino, o juízo divino. Assim é o êxodo, onde faraó, como acabe, desafia Deus, que proclama em Êxodo 14:4. Serei glorificado em faraó, em todo o seu exército, e saberão os egípcios, os egípcios que eu sou o Senhor. O Jerebuão é o Egito, Gabriel é Moisés e o mar é o pau, que eu diria, onde a soberania abrande sua ira e graça, não é? No deserto de Midiã, um arbusto queima sem se consumir. E Moisés, um fugitivo, né, que já estava há décadas longe da onde ele fugiu, que era o Egito, ouve a voz que muda a história. Eu sou o que sou. Êxodo 3:14. Esse nome, né, Yahé, não é um título, é uma declaração de liberdade absoluta, a única liberdade absoluta que existe. Emb Gabriel lá no Jerobom, ele grita: "Ninguém toca a baleia, porque ela é o juízo de Deus". Sua loucura é um eco de Yahvé que diz a Moisés: "Eu sou o Senhor e vos tirarei de debaixo das cargas do Egito". Êxodo 6:6. Yahé não é um Deus entre muitos. Ele é o absoluto. Como Êxodo 7 5, né? Saberão os egípicos, os os egípicos que eu sou o Senhor quando tirar os filhos de Israel de lá. Então a soberania no êxodo é Deus revelando seu nome, não para negociar, mas para reinar como em o gladiador, né? onde Máximus ele ele ruja assim: "Meu nome é Máximus e vocês saberão quem sou". E aé significa liberdade, eu diria, eu faço o que quero e minha vontade é perfeita. Eu sou quem eu sou. Em Romanos 9:15, Paulo cita Êxodo 33:19, "Terei misericórdia de quem me aproverta em misericórdia". No Geroboão, Gabriel, ele encarna esse essa liberdade, sua profecia. não pede permissão, assim como Deus não consulta faraó. As 10 pragas, ah, rães, moscas, sangue, são, eu diria, eh, golpes divinos, cada um ecoando. Saibam que eu sou o Senhor. Eso 8:10 94. Ismael, ao ouvir Gabriel, sente um calafrio e ele diz: "Era como se o mar falasse e sua voz fosse julgamento. Assim é a soberania. Um Deus que escolhe Israel, não por mérito, mas por graça. Como no Salmo 106, nossos pais foram rebeldes junto ao Mar Vermelho, mas ele os salvou por amor do seu nome. Essa é a razão. Então o Mar Vermelho se abre, um corredor de água rugindo como trovões. Israel com o coração na garganta corre enquanto o faraó com seus carros perseguos israelitas. Tem um barulho assim, é a Juju tcindo. A gente, ela tá meio doentinha, a gente tá cuidando dela. Aí de vez em quando ela começa a torcir assim, então dá um barulho no fundo assim. É a juj. Então as águas caem e o Egito afunda. Como em Êxodo 14:17. Serei glorificado em faraó nos seus carros e nos seus cavaleiros e os egípcios saberão que eu sou o Senhor. No navio Jeroboão, Gabriel profetiza a ruína de quem desafia Mobdick. Um eco do julgamento lá do faraó. A cabe zomba, como o faraó endureceu o seu coração, não é? Ele endurece seu coração como faraó endureceu. E a gente sabe que Deus endureceu o coração de faraó e de Acabe também. Mas o Jeroboão carrega a verdade. Deus julga para glorificar seu nome. Neemias 9:10 explica: "Fizeste sinais contra Faraó porque soubeste que os trataram com soberba. Assim adquir este renome. Mas o êxodo não é apenas ira, é graça. Israel, como Egito, era rebelde. Salmo 1067. Mas Deus escolhe salvar, não porque eles eram melhores, mas por graça. Como em Êxodo 6:7, tomar-vos ei por meu povo e serei vosso Deus. No picot, o Jerobuão é um aviso. Mobique é um juízo de Deus, mas também é uma promessa. A soberania julga os soberbos, mas salva aqueles que Deus graciosamente concede arrependimento e os leva à humildade. Ah, nos 10 mandamentos de 1956, Moisés ergue seu cajado e o mar se parte. Não é minha força, é o Senhor. Ele diz. E assim é a soberania. Deus julga a faraó para que Israel adore, como em Romanos 9:17, para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado por toda a terra. Vocês já sentiram esse confronto, não é? Um momento em que a vida ruiu, mas uma mão invisível os levantou como Israel ali naquela praia. E o mar se fechou. Faraó afunda, Israel livre, explode em louvor. Êxodo 15 de 1 a tr, Moisés começa a cantar: "Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente, lançou no mar o cavalo e o cavaleiro. O Senhor é a minha força, este é o meu Deus, eu o louvarei." Miriã com tamborins dança. Cantai ao Senhor porque gloriosamente triunfou. Êxodo 15:21. Esse cântico é o propósito do êxodo, a glória de Deus eando em corações jubilantes. Lá no Jerebuão, Gabriel não canta, mas sua profecia aponta para o mesmo fim. Deus será conhecido. Ismael, ao ver o Jeroboão partir, ele murmura: Há algo sagrado nesse medo que a gente está sentindo. Assim é a soberania. O julgamento leva à adoração, eh, como o julgamento de faraó e dos egípcios, como nos Salmos 66, eh, a partir do um, aclamai a Deus toda a terra, dizei que tremendos são os teus feitos. Em Game of Thrones, Dinaries emergem do fogo e os eh Dorak, eu acho que é isso, né? Meio que começam a adorá-la. Ela é mais que humana. É um milagre. E isso é o que o homem faz quando vê algo que está além do que ele pode explicar, né? Mas Israel na praia, ela vê um verdadeiro milagre do Mar Vermelho e adora verdadeiramente Yahvé, não por medo, mas por gozo. A soberania no êxodo e é Deus moldando um povo que canta, um povo que adora, como em Isaías 63:14, guiaste o teu povo para eh te criares um nome glorioso ou mostrares, né? O Jerobuão com sua praga é o Egito. O picot com sua missão é Israel, chamado a louvar. Como em Amazing Greece, não é? 1779 de John Newton. Canta: "Fui perdido, mas fui achado e era cego, mas agora vejo. A graça me levou ao lar". O êxodo é essa graça, um plano para que o nome de Deus seja louvado em toda a terra, não é? O êxodo revela a liberdade de Yahvé, como Gabriel no Jeroboão, revela a intocabilidade de Mob Dick e a tolice de tentar caçá-la. Em Romanos 9:18, Paulo conclui: "Logo tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe aprais". Israel é salvo, mas o Egito recebe o juízo. Não por mérito. Israel não era melhor que o Egito em nada, mas por escolha divina. Em Êxodo 12:24 a gente lê: Deus se lembrou da sua aliança com Abraão. Mas essa aliança é graça, como em Deuteronômio 10:14. O Senhor se afeiçoou a teus pais para os amar. No picot acabe representa faraó endurecido. Nada faria ele parar de caçar. Mob Dick, Ismael representa Israel humilde, não é? A soberania é essa liberdade com uma induna onde Paul percebe o destino não me obriga, ele me escolhe. É mais do que obrigar. Eh, a graça do êxodo é imerecida, como em Salmo 1068. Ele os salvou por amor do seu nome. O Egito merece a ira. Neemias 9:10. Mas Israel também Deus eh eh escolhe, mas não porque ele não merece a ira. Os Salmos 1067 diz: "Então, o Egito merece a ira, Israel merece a ira. O Egito receber a ira é justiça, Israel receber eh a salvação é graça soberana. Então, Deus escolhe como Jeroboão escolhe o seu curso, não por mérito, mas por propósito. E Jesus diz a a tantas vezes, de tantas formas que eh não foram os discípulos que escolheram ele, mas eles escolheu a eles, não porque eles eram perfeitos ou mereciam, né, eh homens como Pedro que vão negá-lo, mas porque eu posso dizer que parafraseando porque tu eras meu, por exemplo, para Pedro, eu te escolhi porque eras meu. Ele em João 17 ora, eh, não oro pelo mundo, rogo por aqueles que me deste, porque eram teus e tu me deste. Então, é por isso que, eh, eh, eles agora estão ali. A soberania no êxodo é Deus glorificando o seu nome através da graça e também da justiça, da graça sobre Israel e da sua justiça sobre os egípcios. Mas os egípcios merecem a justiça. Israel não merece ser salvo. É a graça soberana que o salva, não é? Então, Êxodo 14:18 diz: "Os egípcios saberão que eu sou o Senhor quando for glorificado em faraó em seu juízo." Então, o Jeroboão parte, mas sua profecia fica. Um eco do Mar Vermelho, onde a ira e a graça dançam para a glória de Deus. O Jerbon desaparece nas ondas, mas o Picot carrega seu aviso. Assim é o êxodo, não é? O Mar Vermelho fecha, mas o cântico de Moisés ressoa de Israel ao céu. Em Apocalipse 15:3, os redimidos cantam o cântico de Moisés e do cordeiro. A soberania no êxodo é o primeiro acorde de um hino eterno, onde a glória de Deus é louvada por um povo livre, como nos Salmos 86:9. Todas as nações que fizeste virão e glorificarão o teu nome. O Jerboão é um sinal. Cristo é o Salvador. Em aleluia do Coen, né? Meu aleluia é frio, mas é teu porque me libertaste. Seria assim. Mas a jornada continua. O êdo leva a lei ao deserto, a terra prometida, onde a soberania molda um povo rebelde para sua glória. Então, a próxima parada é o Sinai, onde o Deus que partiu o mar vermelho escreve a sua vontade em pedra. E a gente deve lutar porque a fúria do mar vermelho nos chama e o deus da soberania está no comando, no leme da história soberanamente. Então, pense num deserto de rochas ardentes, um monte que fumega como um vulcão e um povo Israel acampado, não é? Eh, tremendo diante do Sinai. De repente, o céu se estilhaça em uma voz grave proclama: "Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei do Egito. Não terás outros deuses diante de mim." em Êxodo 20 a partir do, né, queridos, não estamos apenas cruzando o mar de Mobdick, né, nesse momento aqui junto. Estamos no coração de um pacto, onde a soberania divina forja uma aliança com um povo rebelde que não merece, mas não para condená-lo, mas para glorificar o nome que ressoa além de dos séculos, que começa antes do tempo. Então, a gente já passou pelo púlpito de de Maple, né, do pastor Maple, o mastro solitário de Ismael, a cabeça da baleia, o chamado do Albatroz, a fúria, né, do Mar Vermelho, assim. E agora estamos no convicot, eh, no capítulo Cavaleiros e Escudeiros, que é o capítulo 27 de Mobdick, onde uma tripulação eh dispa, né, eh, Kikeg com seus rituais pagãos, Tego com sua lança fiada, Dagu com sua força de titã, forma uma fraternidade meio improvável ali naquele naveio unida não por mérito, Mas por um grande chamado. Essa tribulação é Israel, um povo diverso, imperfeito, escolhido pela soberania para refletir a glória de Deus, como em Ezequiel 29, o que fiz por amor do meu nome, para que não fosse profanado diante das nações. Então a gente aqui se prepara porque esse é um mosaico de vozes e pecados e o que encontramos é o Deus que escreve sua lei em pedra, mas sustenta um povo rebelde pela graça que é inquebrantável. Em Mobdi, o Picot é mais que um navio, é um microcosmo, uma arca de culturas colidindo sob o comando de Acabe. No capítulo Cavaleiros e Escudeiros, Melv apresenta os arpuadores. Que que é eh que que é e o canibal de Rocovoco com tatuagens que contam lendas? Táego, o índio de Grey Hid. cuja lança corta como um raio. E Dagu, o africano gigante, cuja risada ecoa como trovão. E o Ismaelhe observa, que estranha companhia, ele pensa. E no entanto, navegamos juntos como se o mar nos tornasse um. Uma união improvável é a aliança de Deus com Israel, queridas. Um povo chamado do deserto, não por justiça, mas por graça. Como em Deuteronômio 97, desde o dia em que saíste do Egito, rebeldes fostes contra o Senhor. Você vê, nunca é por mérito que Deus está salvando Israel e levando adiante. A soberania no Sinai e no deserto é Deus forjando um povo diverso, como a tripulação do Picot, para carregar sua glória, mesmo quando dançam ao redor do bezerro. de de ouro então no monte Sinai, o céu é fogo e a terra treme. Deus desce e sua voz grava a lei em tábuas de pedra. Não teráis outros deuses diante de mim. Não faráis imagens de escultura. Êxodo 20 verso 3. Essa lei não é um julgo, é um espelho refletindo a glória de Deus. Em Mobdik, eh, que Keg com o seu ídolo Iojo parece distante do Sinai, não é? Mas seu ritual noturno, acendendo velas, murmurando cânticos, é um eco torto do desejo humano por algo maior. Ismael, ao vê-lo, ele pensa, ele busca o divino, mas no meio das sombras, no meio das trevas. Assim, Israel eh eh chamado a adorar Yavéas, tentado por ídolos, adorando eh touros, como Êxodo 32, onde constrói o bezerro de ouro. A soberania no Sinai é Deus dizendo: "Eu sou o teu tesouro, nenhuma imagem me substitui." Como em Madmex, né, estrada da Fúria, acho que é de 2015, onde Furiosa grita: "Não temos outro lar senão este". E aé é o lar de Israel e a lei é o mapa de quem eh ele é. Êxodo 20 verso 5 revela o cerne. Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso. Esse zelo não é ciúme mesquinho, é amor, como um esposo que deseja alegria plena de sua esposa. CS LS em reflexões sobre os Salmos, né, de 58 escreve: Deus nos quer inteiros, porque só ele satisfaz. É por isso que ele não quer pedaço de nós, mas nós inteiramente. A lei é a soberania moldando um povo para louvar. Como no Salmo 100 verso 2, servi ao Senhor com alegria. No Picot, a tripulação, apesar de suas diferenças, trabalha em harmonia quando corta a baleia que pescaram. E Kikeg ora, Tastitego corta, Dagu ri, Ismael nota. Somos pagãos, mas o mar está nos unindo. Assim, Israel, rebelde, mas chamado a refletir a glória de Deus, como Isaías 43:21, este povo que formei para eh celebrar o meu próprio louvor. Então, eh o deserto é um crisol, assim, não é? Eh, Israel falha em cada prova ali. Em Números 14: 11, Deus diz: "Até quando este povo me desprezará?" Eles murmuram, eles cubiçam, eles constróem ídolos, como em Êxodo 32:1, fazem-nos deuses que nos guem. No picot, a tripulação também vacila. Quequeg se isola com yo? Tastego resmunga contraabe. Dagu questiona o rumo. Ismael escreve: "Somos um navio, mas nossos corações puxam em direções opostas". Assim Israel, como em Deuteronômio 9:7, rebeldes fostes contra o Senhor. A soberania no deserto é Deus enfrentando aquela rebelião, não com destruição, não com justiça, mas com graça, como em Números 14:21. Tão certo como eu vivo, toda a terra sentirá da glória do Senhor, mas nenhum desses rebeldes verá a terra prometida. Ezequiel 13 revela o porquê. A casa de Israel se rebelou no deserto, mas o que fiz foi por amor do meu nome, para que não fosse profanado diante das nações. Deus poupa Israel, como o Picot segue navegando, apesar das tensões. Em delastavos, Joel protege não por ela merecer, mas eh por sentir que há um propósito. Ele diz: "Você é minha missão mesmo quando eu não entendo". A soberania é essa missão. Sustentar um povo imperfeito para glorificar um Deus perfeito para a glória da sua graça. Queegue com seu iojo é Israel com o bezerro. Testego com sua lança é o povo murmurando. Dagu com sua risada é a esperança que persiste. A graça de Deus como no Salmo 1068 é clara. Ele os salvou por amor do seu nome. O picot é uma babel flutuante, assim, tem pessoas de todas as as etnias, não é? Canibais, índios, africanos, brancos, todos sobés. Ismael eh se maravilha como o mar junta o que a terra separa. na terra, nós estaremos totalmente distantes uns dos outros. Essa união é a aliança de Deus com Israel, um povo chamado para ser diverso, como em Isaías 43:7, a todos os que são chamados pelo meu nome, eu criei para minha glória. A soberania no Sinai e no deserto é Deus forjando uma fraternidade, não por semelhança, não é? Mas por causa do chamado, o que une os filhos de Deus no mundo, não são a sua, eles eram semelhantes, não são diferas, nações, mas o que os une então finalmente é o chamado soberano. Em Êxodo 19:5, Deus promete: "Sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos". No Picot, Kik Keg partilha sua pipa com Ismael. Tastego ensina a afiar a lança. Dagu carrega os fardos. Eles são um como Israel é um apesar de seus pecados. Em o nome do vento, né, que vode diz: "Somos mais fortes juntos porque nossas histórias se cruzam". Então, a soberania cruza as histórias de Israel, eh, que tinham o quê? Pastores, escravos, rebeldes para formar um povo que louva. Ezequiel 20 diz a partir do 21, né? Os filhos se rebelaram, mas detive a mão por amor do meu nome. Então, a tripulação do Picod, Picode com seus rituais e conflitos é Israel no deserto eh imperfeito, mais escolhido. Eh, em Avatar, eh, Jake Unius Nave, ele diz: "Não somos iguais, mas nosso propósito é um. A soberania no deserto é Deus unindo um povo para sua glória. Como no Salmo 147 diz: "O Senhor se agrada dos que o temem e ele vai levar todos o que eles escolheu a temerem e o seu nome e viverem para sua glória e desfrutarem da sua glória. Por que Deus não destrói Israel?" A resposta está em Números 14:21. Toda a terra se enchirá da glória do Senhor. A rebelião é o pano de fundo para graça, como o deserto é o palco para paciência. Em Mobdic, o Picot enfrenta tempestades, mas segue porque o mar como Deus é maior que seus conflitos. Ezequiel 20:14 diz: "O fiz por amor do meu nome". A soberania é Deus sustentando Israel como Picote sustenta sua tripulação para que sua glória brilhe. Em Interestelar, Cooper diz: "Nós somos o plano mesmo quando falhamos. A igreja é o plano mesmo quando a igreja está falhando, né? Israel falha, mas é o plano. A graça no deserto é o nome de Deus, como em Isaías 63:14. Guiaste o teu povo para te criares um nome glorioso. Que Keg, Tastego, Dagu com suas falhas, são Israel e o Picot. É o deserto onde a soberania foge um povo para louvar. Como em boema, um episódio, não é? O Fred Mercury canta: "Quero ser livre, mas só tu me libertas". A lei aponta para glória, o deserto para graça. Vocês já sentiram essa paciência, não é? Um momento em que falham e falharam e falham e falham, mas uma mão invisível os segurou com Israel no deserto, como o picote no mar, não é? O picote segue. Sua tripulação está unida pelo mar. Eles mesmos seriam eh como Ismael disse, a terra ia nos separa, mas o mar está nos unindo. Então, apesar de seus pecados, eles estão juntos. Assim Israel, forjado no Sinai, sustentado no deserto para a glória de Deus. Em primeira Pedro 129, a gente lê: "Vós sois povo de propriedade exclusiva de Deus para proclamar suas virtudes." A soberania na lei e no deserto é esse chamado como Kikeg, Testego e Dagu diferentes, mas um no Picot. Mas a jornada não para. O deserto leva à terra prometida, onde a soberania luta por Israel, não por justiça, mas por graça soberana. Então, a gente deve estar preparado porque a gente vai parar em Canaã, onde o Deus que escreveu a lei derruba as nações ali para sua glória. E a gente continua a navegar porque a aliança do Picot nos nos chama e o Deus da soberania é que está conduzindo a história. Ele está no leme, não é? Como ali no eh no picot. Então pensem, o sol queima como um forno, a poeira sobe em nuvens. Israel, um povo de pastores nômades, não é? É tudo que eles fizeram. Marcha para Canaã, a terra prometida, onde muralhas se erguem como de Jericó, como titães e reis pagãos afiam suas lanças. Mas uma voz invisível ressoa mais forte que o gangor das espadas. para que todos os povos da terra conheçam que a mão do Senhor é forte. Josué 4:24. Queridos, não estamos apenas navegando o mar turbulento de Mob Dick. Estamos no coração de uma conquista visceral, onde hum a soberania divina move exércitos, derruba nações e forge um povo para sua glória. Não por mérito, mas por graça. Esqueçam o púlpito lá que ficou para trás do pastor Maple, o mastro solitário de Ismael, a cabeça da baleia, o chamado do albatrois, a fúria do mar vermelho ou a aliança do picot, porque agora a gente tá no convé ensanguentado no capítulo corte da gordura, capítulo 67, onde os baleeiros do picot com facas afiadas e mãos suadas transformam o caos de uma baleia morta em óleo brilhante. Um trabalho sujo que ilumina o navio e vai iluminar eh cidades. Essa tarefa é a conquista de Canaã, onde Deus com mão soberana corta o caos das nações para extrair a glória do seu nome, como em Deuteronômio 9:4. Não é por causa da tua justiça que o Senhor te dá esta terra. Não é por que você merece, não é? é por graça. Então esse é um labor de sangue e luz. E o que a gente encontra é Deus que luta por seu povo não para premiar seus méritos que eles não têm, mas para proclamar sua majestade. Em Mobdick, o capítulo corte da gordura é um ritual operário onde a baleia pendurada no lado do picot é desmontada por marinheiros suados. Ismael ele descreve: "O convés é um matadouro. O sangue escorre, mas o óleo, esse ouro líquido brilha como uma promessa. Os baleeiros eh que Keg com sua força, Testego com sua precisão, os outros grumetes com seu esforço cortam a gordura em tiras, derretem elas em caldeirões fumigantes e o óleo de espermacete ilumina o navio. Esse trabalho brutal e sagrado, entre aspas, é a soberania na conquista. Deus, como um mestre baleheiro, corta o caos de Canaã, extrai a ordem e faz brilhar sua glória. Josué 23:9 proclama: "O Senhor expulsou de diante de vós grandes e fortes nações. Ninguém vos resistiu. O óleo é a glória, não é? A conquista, o labor, Israel, os operários escolhidos, não por justiça, mas por graça. Canaã não é um presente fácil. Suas cidades são fortalezas, seus reis são gigantes. Mas Deus comanda: "Sede fortes, porque eu entrego a terra nas vossas mãos". Josué 16. As águas do Jordão se abrem em Josué 3:15, que é um eco lá do Mar Vermelho. Israel entra eh a com os pés secos construindo um memorial de pedras em Josué 4:21, para que todos os povos da terra conheçam que a mão do Senhor é forte. No Picot, o corte da gordura é igualmente brutal. Ismael ele narra: "O navio balança com o peso da baleia, as facas cortam, o cheiro de sangue e óleo enchem o ar. Cada golpe é um ato de ordem, transformando o caos em luz depois. Como Deus transforma Canaã em terra prometida. Em Apocalipse N, acho que um dos maiores filmes de guerra, né, de 1979, Willard, ele murmura: "O horror tem um propósito, mas só os fortes o vem". A soberania na conquista é esse propósito. Deus luta não para premiar Israel, mas para proclamar sua glória. Deuteronio 9, a partir do 4 é claro, não digas por causa da minha justiça o Senhor me trouxe a esta terra. Pela maldade dessas nações, o Senhor as lança fora. E porque tu és povo de dura serviz. Israel não merece Canaã. Israel não merece nada. Como os baleieiros não merecem o óleo precioso da baleia. Ambos recebem por graça. Gênesis 15:16 explica: "A iniquidade dos amorreus atingiu seu limite. Deus julga as nações por justiça, mas salva Israel por graça soberana, por misericórdia, como em Josué 23:11. Empenhai-vos para amar o Senhor vosso Deus". No picot o óleo brilha, porque os baleheiros trabalham, mas o mar não eles deu a baleia. Assim é a soberania. Deus dá a vitória, como em The Haven, onde Glass sobrevive. Ele diz: "Não foi minha força, foi algo maior. Israel não é puro." Deuteronômio 9:7 acusa: "Desde o Egito rebeldes fostes contra o Senhor. Eles murmuraram no deserto, adoraram ídolos, desafiaram Moisés. Por que então eles entraram em Canaã?" Ezequiel 29 responde: "O fiz por amor do meu nome, para que não fosse profanado". No Picot, os baleeiros também falham, grumetes brigam, Kikeg se isola, Téego reclama. E então Ismael reflete: "Somos uma ralé, mas o óleo brilha mesmo assim sobre nós." Então, a soberania na conquista é Deus usando um povo imperfeito para sua glória, como no Salmo 106, verso 8. Ele o salvou por amor do seu nome. Em Mistborn eh de 2006, o vin descobre: "Não sou herói, sou escolhida apesar de mim". Israel é vim escolhido apesar da rebelião. Josué 779 mostra o desespero de Josué após a derrota em Ai, que farás ao teu grande nome? A soberania responde com vitória, não por Israel, mas por Deus, como em Romanos 9:22,23, suportou os vasos de ira para dar a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia. É por isso que Israel não é destruído, porque ele é um vaso de misericórdia, de graça soberana. Então, o óleo do Picot brilha não porque os baleeiros são perfeitos, mas porque o mar é soberano e o óleo da baleia é um presente que eles não criaram. Vocês já sentiram essa graça? Vocês estão em Cristo? Não é um momento em que falharam e falharam e falharam, mas uma vitória veio, não por vocês, mas por um plano maior do que vocês que vai glorificar eternamente o nome de Deus. E a conquista não é o fim, é apenas um meio. Josué 22:5 comanda: "Achegai-vos ao Senhor e servio de todo o vosso coração". Canaã foi dada para Israel para que Israel ame como em Deuteronômio 3:20, porque o Senhor é a tua vida. No picot, o óleo ilumina o navio, mas seu propósito é maior, sustentar a missão. Ismael, ao ver o óleo brilhar, pensa: "Todo esse trabalho para quê? Para iluminar o próprio mar". Assim é a soberania. Deus dá Canaã para que Israel louve. Como no Salmo 73:26. Deus é a minha herança para sempre. Em o Senhor dos Anéis, Aragónia, ele diz: "Lutamos não por glória, mas por amor". Israel luta, mas o amor ao Senhor é o propósito. Como em Josué 23:11. Guardai a vossa alma para amar o Senhor. A soberania na conquista é Deus forjando um povo que adora, como os baleheiros que exaustos olham o óleo e sentem: "Valeu a pena". Deuteronômio 33 29 celebra: "Feliz és tu, ó Israel, povo salvo pelo Senhor". O óleo é a luz, Canaã é a terra, a glória de Deus é o louvor, né? Como em Viva lá, não é? Do Code Play, eh, ele canta: "Eu governava o mundo, mas agora sirvo um rei maior". E por que Canaã? Josué 4:24 responde: "Para que todos os povos conheçam que a mão do Senhor é forte. Por que haverá uma igreja? Porque haverá um povo remido no céu para mostrar a glória de Deus assim, a glória da sua graça. A soberania na conquista é Deus cortando caos, como os baleheiros cortam a gordura para extrair glória. No caso deles ali, o óleo que dá a chama. Ezequiel 20:14 diz: "O fiz por amor do meu nome". Isso é repetido em toda parte na Bíblia. No picot, o óleo brilha não para os baleeiros, mas para o navio, para o mar. Assim a Canaã dada para que o nome de Deus recuei como em Isaías 60:21. serão obra das minhas mãos para que eu seja glorificado. Em Duna, Pides vê, o deserto não é nosso, nós somos dele. Canaão não é de Israel, é de Deus. A soberania usa um povo rebelde, como os baleieiros imperfeitos, para proclamar um nome eterno. E Paulo diz assim em Romanos 9, né, 23, deu a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia. Você vê o propósito final não era os vasos de misericórdia. Deus deu a conhecer as riquezas da sua glória. Esse era o propósito. Nos vasos de misericórdia. O óleo ilumina. Canaã brilha, mas quem é glorificado é Deus. Como emest Kingdom. E Ultred diz: "Luto por um rei que não mereço, mas ele me escolheu". Israel luta, mas Deus vence. E Deus vence para sua glória. E é assim que cada um de nós é mais do que vencedor em Cristo. O picote segue, o óleo brilhando no convés, o trabalho dos baleheiros completo, mas a missão continua, a história continua. Assim a Canaã conquistada, mas o louvor é o propósito. No Salmo 96:1 a gente lê: "Exultem os campos e todo o que neles há". A soberania de Deus na conquista é o óleo da glória, extraído do caos para iluminar o mundo. Mas a história não para. O povo de Canaã enfrenta juízes, reis e sua própria rebelião, onde a soberania continua a lutar e a vencer num povo que só merecia a ira e a justiça de Deus. Então, a gente deve se preparar, né, e termos uma nova parada nesse tempo dos juízes, onde Deus, que deu Canaã, sustenta um povo na maior e completa anarquia. E a gente avança porque o óleo da conquista que é de Deus e não nossa nos chama. E o Deus da soberania se mostra realmente eh no comando e nós podemos ter paz. Então, há muitos capítulos ainda em Mob Dick e nós vamos continuar olhando para eles, mas enxergando a soberania do nosso Deus em nós, vasos da misericórdia, que não somos o propósito, somos o meio de Deus mostrar a glória da sua graça. a paz, busca a luz [Música] santidade ao [Música] Senhor. Não sou quem devo ser, não sou quem quero ser. Mas pela graça sigo firme na estrada do meu [Música] rei. Luto contra o que sou, o que fui, o que há em mim. [Música] Mas o teu amor me cerca e me chama a [Música] prosseguir sem pureza sem o santo. [Música] Ninguém verá o [Música] Senhor, mas o teu sangue me veste e me faz filho do amor. [Música] Vejo trevas ao redor. Vejo lutas dentro em mim, mas tua mão me sustenta e me ergue no caminho. [Música] Há um fogo dentro,