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A fé vem pelo ouvir

MOBY DICK | Onde a Ira e a Graça Dançam para a Glória de Deus | Josemar Bessa

MOBY DICK | Onde a Ira e a Graça Dançam para a Glória de Deus | Josemar Bessa

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Legendas automáticas:

[Música]
Chama-me
Ismael. Abertura de Mobdick é
famosíssima pela sua primeira
frase. Chama-me
Ismael. Um nome simples, um convite ou
talvez um
desafio. Quem sou eu? Um homem comum.
perdido nas sombras de um mundo maior ou
algo
mais.
Escute
descubra. Chama-me Ismael.
Estas palavras são a chave para um
relato que não é apenas meu, mas de
todos que já enfrentaram o
desconhecido. Uma história de
obsessão, de coragem e de um monstro
branco que assombra os
mares. Chama-me Ismael e venha
comigo, pois o que está por vir é maior
que qualquer homem, maior que qualquer
mar. Perguntaram a um teólogo há algum
tempo, algum tempo atrás, o seguinte:
"Cristãos podem se beneficiar de livros
seculares?"
E ele respondeu que todas as nossas
leituras cristãs ou não cristãs visam
conhecer melhor a Deus, o homem, os
caminhos de Deus e os caminhos eh do
homem, de modo que nós possamos obedecer
mais plenamente ao que Deus diz e sermos
mais úteis para cumprir seus propósitos
e glorificar seu nome. Isso é verdade.
Já um outro teólogo disse que parece que
cada vez que um escritor pega uma caneta
ou liga o seu processador de de textos,
né, liga o seu computador para escrever,
para compor uma obra literária de
ficção, eh, no fundo de seu
coração, eh, reside a esperança de que
de alguma forma ele vai criar o grande
romance. E ele diz: "Tarde demais".
Eh, esse feito já foi alcançado e está
fora do alcance de novos
romancistas. E o grande romance foi
escrito há mais de 150 anos por Herman
Melville. Nasceu em 1819 e morreu em
1891. Esse romance eh que ele está
falando, o único que foi e é insuperável
por qualquer outro é Mobdick.
Mob está entre os maiores livros já
escritos e a sua
grandeza, eh, ele diz, pode ser vista
não apenas em sua estrutura literária,
que
é enorme e por vezes complexa, né? Ou em
suas incursões por aspectos técnicos
sobre a natureza e a função das baleias,
ou seja, cetologia, né? Não, a sua
grandeza reside em seu simbolismo
teológico
incomparável. Esse simbolismo está
abundantemente espalhado por todo o
romance, por todo o livro Mob Dick,
particularmente nas identidades de
certos indivíduos aos quais são
atribuídos nomes bíblicos.
Entre eh os personagens eh estão Acabe,
Ismael,
Elias e os nomes Jerbuão e Raquel, que
buscava seus filhos perdidos, são dados
a dois dos navios da
história. E em uma carta pessoal, a
Nathaniel Haltor, ao concluir esse
romance, Melville disse que eu escrevi
um livro
maligno. Agora, o que Melv Melville
queria eh dizer com isso, né? O que ele
considerava maligno no livro? A resposta
a essa pergunta está no significado do
personagem simbólico e central do
romance, Mob Dick.
A grande baleia branca, não é?
Especialistas e estudiosos de Melville
chegam a conclusões diferentes sobre o
significado da grande baleia branca.
Muitos vem esse animal brutal como
maligno, pois ele havia inflingido
grandes danos pessoais a Acabe em um
encontro anterior. Acabe perdeu a perna
que foi substituída pelo osso de uma
baleia. E alguns argumentam que Mob Dick
é o símbolo de Melville da encarnação do
próprio mal.
Certamente essa visão da baleia é
verdadeira e é defendida pelo próprio
capitão Acabe. Acabe é movido por um
ódio, um ódio enorme, eh, monomaníaco
por essa criatura que é Mob Dick, esse
bruto que o deixou permanentemente
ferido tanto no corpo quanto na alma.
E Acabe, que é o capitão, né, ele grita,
ele eh me me enche, né, indicando a
profundidade do ódio e da fúria que
sente por
aquela que ele chama de fera, né?
Alguns aceitaram a visão de Acabe de que
a baleia é um mal monstruoso, assim como
a do próprio
Melv, como se a visão do capitão Acabe
fosse a visão também do do escritor, né?
Mas outros grandes estudiosos se
convenceram de que a baleia não é um
símbolo do mal, mas sim o símbolo do
próprio Deus.
E nessa
interpretação, a busca de Acabe pela
baleia não é a busca justa por Deus,
como um coração realmente chamado pelo
Espírito Santo busca Deus, mas uma
tentativa fútil do homem natural em seu
ódio a Deus de destruir a divindade
onipotente,
soberana. Ah, essa segunda opção é a que
se encaixa realmente perfeitamente no
livro.
E esse teólogo já morto dizia acreditar
que o maior capítulo já escrito eh na
língua inglesa seja o capítulo de Mob
Dick, que é intitulado A brancura da
baleia. E ali a gente obtém visão do
profundo simbolismo que Melv emprega no
romance. Ele explora como a brancura é
usada na história, na religião e na
natureza. e os os termos que ele usa
para descrever a a aparência da
branquitude eh nessas áreas incluem
horror, elusivo, medonho e
transcendente, bem como eh algo doce,
honrado e
puro. Todos esses são termos descritivos
que são simbolizados de uma forma ou de
outra pela presença da branquitude, não
é? A brancura da baleia de Mobdick.
Melville, ele ele diz eh eh
parafraseando ali o um pedaço do do
capítulo, ele diz que ainda não
desvendamos o encantamento dessa
brancura, nem aprendemos porque ela
apela com tanto poder a à alma. E mais
estranho e muito mais
portentoso, eh, isso é porque, como
vimos, é, ao mesmo tempo o símbolo mais
significativo das coisas espirituais.
ou melhor, o próprio véu da divindade do
cristão. E, no entanto, deveria ser,
como é, o agente intensificador das
coisas mais apavorantes para a
humanidade, não é?
Será que por sua indefinição e a
brancura, ela obscurece os vazios e
imensidões impiedosos do universo e
assim nos apunhala por trás como eh com
o pensamento de aniquilação ou
contemplamos as profundezas brancas da
Via Láctea quando a gente vê isso, não
é? Ou será que, como em essência, a
brancura não é tanto uma cor, mas a
ausência visível de cor e, ao mesmo
tempo, a concretização de todas as
cores? E será por essas razões que
existe um vazio tão silencioso, pleno de
significado, em uma vasta paisagem de
neves, né, de neve, um ateísmo incolor e
multicolorido, do qual nós recuamos.
Então ele conclui, não é, o capítulo com
essas palavras. E de todas essas coisas,
a baleia albina mob dic, né, era o
símbolo. Vocês se perguntam então sobre
a caçada ardente?
Ou seja, se a baleia incorpora tudo o
que é simbolizado pela brancura, que ele
descreve nesse capítulo chamada brancura
da baleia, aquilo que é aterrorizante e
aquilo que é puro ao mesmo tempo, aquilo
que é excelente, aquilo que é horrível
ao mesmo tempo e medonho, aquilo que é
misterioso e incompreensível, ela não
incorpora aquelas características que
são encontradas na plenitude das
perfeições no próprio ser de Deus.
Óbvio que isso não poderia ser
encontrado no demônio, né? Então, quem
pode sobreviver à busca por tal
ser? Ou seja, Deus, se a busca for
motivada pela hostilidade, que é algo
natural à mente humana para Deus. Então,
somente aqueles que experimentaram a
doçura da graça reconciliadora podem
contemplar o poder avacalador do Deus
terrível, né? a soberania e a
imutabilidade de um Deus transcendente e
encontrar paz em vez de um impulso de
horror, né, do juízo.
E então manifestar essa inimizade
natural do homem natural para com Deus.
Então, queridos, eu ia eu quero dizer
assim, segurem firme aí para por causa
do balanço, né? Porque a gente quer
juntos zarpar numa odisseia que vai
cortar as ondas do destino com a força
do de um furacão no
mar. A gente não está apenas foliando o
Mob Dick, né? O épico marítimo de Herman
Melville. Estamos eh que foi lançado em
1851, ó. Estamos mergulhando no abismo
da soberania divina, onde cada onda,
cada trovão, cada sombra no horizonte é
traçada por um Deus que
vê e faz acontecer. Então essa não é uma
mera aventura de baleias e marinheiros.
é um evangelho vivo, um mapa do governo
soberano de Deus, onde o caos do mar
obedece a um propósito eterno, como o
pastor Maple, eh, no livro Subindo ao
púlpito em forma de proa de um navio na
capela de Neil Bedford, ele proclama a
história de Jonas,
na Mobick nos convoca ao mar da
soberania, onde o criador não é um
espectador distante, mas do capitão
supremo, cuja visão é
ação, cuja palavra é
destino. Então, a gente deve se preparar
porque essas águas são profundas e o que
encontraremos não é apenas uma história,
é a glória de um Deus que governa o
universo com mãos
onipotentes, com eh mãos de fogo, não é?
um Deus que é um fogo
consumidor. Então, imaginemos as
escrituras como um oceano sem fim, suas
profundezas insondáveis,
refletindo a majestade de um Deus que
provê, pro de adiante e e e vide vê. Em
Isaías 46:10, ele declara com voz que
ecoa como um trovão para nós, né? Meu
conselho
permanecerá. Eu farei toda a minha
vontade. Ou seja, Deus, quando a gente
diz que Deus é
soberano, Deus não olha pro futuro e vê
o que vai acontecer e toma decisões. Não
é apenas poder bruto, não é? É
propósito, um plano que não vacila. Ele
disse, ele não só diz que sabe e anuncia
o fim desde o princípio, ele diz: "Eu
farei toda a minha
vontade". Então é um plano que não
vacila.
como o sermão lá do pastor Maple, que
ressoa na capela encharcada pela eh
Marisia, né, pela brisa salgada de
Nant.
E o pastor diz: "Ó Jonas, pensaste que
podias fugir do Deus que te via, mas ele
te alcançou no ventre da baleia". A
soberania, queridos, não
é um telescópio, não é que Deus tem
apontando para o futuro e ele consegue
ver.
A soberania é a tempestade que engole o
rebelde, o peixe que o prende, como no
caso de Jonas, a mão que o
resgata, como em Gênesis 22:8, onde
Abraão com o coração apertado diz a
Isaque: "Deus proverá cordeiro, meu
filho".
O hebraico R ver carrega o peso da
provisão. Porque o olhar de Deus é seu
agir. Ele não vê só o futuro. O futuro é
o resultado do seu decreto. Sua mão que
sustenta o mundo. Como em Salmos 33, né,
18. Os olhos do Senhor estão sobre os
que o temem para livrá-los da morte.
Então, eh, no coração de Mob Dick, antes
que Ismael pise no convio do Pquat, que
é o nome do navio, não é? Nós
encontramos a capela de Neil Bedford, um
santuário para marinheiros, naquele caso
para baleeiros. Numa época que não
existia, é, você não tinha petróleo, né?
Tudo que precisava de fogo, iluminação,
tal, você usava óleo de baleia. Se a
descoberta do uso do petróleo não
tivesse acontecido, as baleias tinham
entrado em extinção, né? Porque elas que
e eh eram o combustível usado na época.
Então, eh, antes do do Ismael pisar no
Convéricots, encontramos a capela de New
Badford, que é esse santuário para
baleeiros, e suas paredes adornadas com
placas de mármore, que eram um
lamento, era um choro por marinheiros
que foram engolidos com seus nomes, né,
pelo mar e
jamais voltaram.
É inverno e o vento uiva
como uma alcaté de lobos. Ismael
inquieto entra nesse refúgio, nessa
nessa capela, nessa igreja onde o sal e
a morte pairam assim no ar. E no centro
dessa capela ergue-se o
púlpito, que é diferente. Ele foi
esculpido como a proa de um navio e ele
é acessado por uma escada de corda,
igual um navio, como se o pregador fosse
um capitão
enfrentando a tempestade. E ali naquele
púpit está o pastor Maple, que é um
exbaleiro também, com olhos que parecem
ter visto o Leviatã e vivido para contar
a história. E a sua voz rouca como mar
corta o silêncio naquele dia que Ismael
tá lá. Ó Jonas, pensaste que Tarsis te
esconderia do Deus que vê tudo ou que
tudo vê?
A
congregação, que são marinheiros
calejados,
viúvas, eh, de marinheiros com véus
negros, sente o peso do olhar divino,
como se o próprio os observasse, né? E
Mipel prega sobre
Jonas, o profeta que fugiu da ordem de
Deus para ir a Nínive, embarcando no
navio para Tarses, né? Jonas 13.
E o pastor diz: "Ó tolo,
eh, achaste que o mar era teu refúgio,
teu
esconderijo? O mar é o domínio do
Senhor, onde o Leviatã
eh nada a à
vontade, como nos Salmos
104:26, né? Eis o Leviatã que formaste
para nele eh folgar."
Jonas, como Ismael
buscava escapar, mas o mar não é um
vazio, é o palco da soberania de Deus,
onde Deus vê e faz. Como eu disse, Deus
ser soberano é porque ele sabe tudo, ele
decreta tudo, não é? Então, a tempestade
engole o navio, o peixe engole Jonas e
no ventre da escuridão ele
clama: "Eu me lembro do Senhor e minha
oração subiu a ti." Jonas
2:7, o pastor
Maple, com punhos errados, ele proclama:
"A baleia não era castigo, era salvação.
A mão de Deus provendo onde só havia
rebelião."
Ismael, então, sentado entre os bancos,
sente o chamado do mar, não como fuga,
mas como confronto com um Deus
que eh vê todas as coisas e determina
todas as coisas, como em O nome da Rosa,
né? Um filme, um filmaço de 1986 de um
baseado no na verdade e num livro de
Humberto Eco, né? onde cada manuscrito
revela um segredo
divino. Aquela capela de Maple é um
código desvendando a soberania como
visão ativa. Um Deus que cuida para que
aconteça, não é? Ele decreta e ele
cuida soberanamente para que tudo seja
como o seu decreto. Então, a etimologia
da soberania, não é?
Eh, que não é só ele saber o futuro, mas
ele decretar o futuro, né?
Por exemplo, o latim que diz superanos,
supremo. Eh, e o contexto bíblico
carrega ecos de providere, pro adiante e
vide, vê. Então, não é apenas
prever o que vai acontecer como um
oráculo lendo as estrelas ou um vidente,
não é?
é cuidar para que
aconteça. No cateicismo de Heidelberg,
eh, está dizendo que a
soberania e a a o que flui disso, a
determinação de Deus de agir, não é? É o
poder onipotente, onipresente de Deus,
pelo qual somos, por sua mão
paternal,
eh, sustentados e pelo qual ele sustenta
o céu e a terra.
Essa mão paternal é o que M aponta, né?
Deus não apenas vê Jonas, ele o resgata
para Nínive, para sua glória.
Emb, eh, a capela de Neil
Bedford é mais que um cenário, é um
microcosmo da soberania, onde o púlpito
proa de Nav, né, simboliza o governo
divino e as placas memoriais dos eh
marinheiros que nunca vão mais nunca
voltaram do mar, não é? Lembram que
nenhum marinheiro escapa do olhar de
Deus. Como em Ezequiel 1 15 a 19, onde
as rodas cheias de
olhos movem-se com o espírito. A
soberania é visão que age, é visão que
eh determina, né? Não, um telescópio
passivo que vê eh o futuro. Então, pense
nesse capítulo eh a capela, que é o
capítulo 7 de Mob Dick, onde Ismael,
antes do sermão contempla aquelas placas
de
mármore, onde tá escrito: "Aqu jaem os
nomes dos que o mar levou, mas o mar não
explica seus caminhos".
E Ismael reflete sobre a morte, a
fragilidade humana e sente um vazio que
o sermão de Maple preenche. Por que
estou aqui? Ele se pergunta, né? Ismael
se pergunta. Como
Jonas no navio para Tars devia perguntar
o que que eu estou fazendo aqui? A
resposta vem na voz do pastor Maple.
Porque Deus te vê e seu ver é teu
destino. Em Romanos 8:28, a gente lê que
todas as coisas cooperam para o bem
daqueles que amam a Deus.
A soberania não é um conceito abstrato.
É o Deus que orquestra o caos como
maestro de uma sinfonia, onde cada
nota, por mais dissonante que
seja, serve ao propósito
eterno. Como disse CS News LS em cartas
de um diabo a seu aprendiz, né? Um livro
de
1942. O inimigo não dorme. Ele e é é um
demônio falando para outro. O inimigo
aqui é Deus, né?
O inimigo não dorme, ele vê cada passo e
cada passo é parte do seu plano. Você
vê, ele não só vê tudo, tudo está dentro
do seu
plano.
E se a gente voltar e chegar, por
exemplo, ao monte Muriá, onde Abraão com
o coração rasgado sobe com Isaque, seu
filho, para sacrificá-lo, como Deus
mandou, não é? O céu está o quê?
cinzento, o
vento
sussurra como um presságio, né? E
Isaque, com olhos curiosos pergunta:
"Pai, onde está o cordeiro para o
holocausto?" Gênesis 22:7. Abraão, com a
voz tremendo, mas os olhos fixos no
invisível, né? Responde: Deus proverá
para si o cordeiro, meu filho 228, né?
O hebraico raá ver é mais que um olhar,
porque isso é o que tá escrito
no hebraico, não é? Deus verá para si um
cordeiro. Então, eh, ver
aqui é mais que um olhar, é a promessa
de provisão. Deus não é um espectador
passivo. Ele não vai ver que por acaso
tem um cordeiro por ali. Ele é o
provedor como com como e o o arpão. a
gente vai ver do do eh Kik Keg eh
lançado com precisão mortal, como ele
lançava eh sobre as baleias. Então,
quando o carneiro aparece
preso nos arbustos, Abraão no meio lugar
de o Senhor
proverá e Jeová gerê, não é? Em Gênesis
22, você vê, Deus não só viu que teria
um carneiro lá, ele eh eh ele proveu,
não é? O que Deus vê é o que ele fez, é
o que ele decretou. Então esse ver é um
ato, um milagre que corta o véu do
desespero, como a baleia que cospe Jonas
na praia.
Em Mobdic Maple ecco essa verdade. Jonas
como Isaque foi salvo não por mérito,
mas porque Deus
viu e
proveu. Então o pastor Miple diz: "Ó
Jonas, pensaste que eras dono do teu
caminho, mas o Deus que te viu no navio
te levou ao ventre da baleia e de lá a
missão que ele te deu" em Tarces.
Ou
seja, a soberania é esse olhar ativo,
como em no Salmo 139:16, né? Os teus
olhos me viram, a substância ainda em
forme, e no teu livro foram escritos
todos os meus dias. Abraão não sabia do
carneiro. Jonas não esperava a baleia.
Ismael ali em Bedford, New Bedford, na
na
capela, não previa o Picot. Mas Deus viu
e seu ver foi seu fazer. Quando Deus vê
algo no futuro, é o que ele fez no
futuro. Como em Blade
Hunner,
249, onde C descobre que seu destino
estava escrito antes do seu nascimento.
A soberania é o fio que conecta o caos
ao plano divino, um segredo que se
desvela em cada passo diante de nós. Nós
estamos falando de
soberania, não destino, não é? Ou seja,
de algo que tem um
propósito. E a gente tem que ter cuidado
para não confundir soberania com
destino, não é? Porque destino é algo
cego, como o redemoim que ameaça engolir
o Pacot no final.
A soberania é um rio vivo, como Spurjon
descreve em um sermão de
1857. O destino é uma avalanche que
esmaga. A soberania é um rio que leva ao
oceano do amor de Deus.
Em Mob Dick, Maple, né, não prega
fatalismo. O pastor, ele prega
rendição. Jonas não foi engolido porque
tinha de ser. Isso tinha que acontecer,
era o destino dele. Ele foi salvo porque
Deus tinha um propósito para ele. E ele
foi salvo através de ser engolido pela
baleia.
E o pastor Meipol diz: "Ó marinheiros, o
mar não é vosso mestre, é servo do Deus
que
vê." E enquanto Ismael com o
coração acelerado, sente o peso dessa
verdade naquele dia ali, né? Antes de
embarcar paraa sua aventura, né? Como em
Provérbios 16:9, o coração do homem
planeja seu caminho, mas o Senhor lhe
determina os passos.
A confissão de Fed Westminster, né, de
1646, ela afirma: Deus sustenta, dirige,
dispõe e governa todas as criaturas,
todas as ações, todas as coisas para o
louvor da glória de sua sabedoria,
poder, justiça,
bondade e
misericórdia. Essa é a soberania. Não um
rolo
compressor do destino, mas um plano
paternal.
Em Mob Dick, as placas da capela lembram
Ismael da fragilidade humana. As placas
com o nome dos marinheiros que foram
para o mar e nunca voltaram. Mas a ao
mesmo tempo o sermão do pastor Maple o
aponta para a esperança. O mar pode
tomar vidas, mas o Deus que vê as
restaura. Ah,
então comouna, por exemplo, eh, o filme,
né, de 2021, acho que era onde Paul a
trades, ele ele diz: "O deserto não é
caos, é um mapa traçado por mãos
invisíveis". Então, vocês já sentiram
esse rio, não é?
Um momento em que o caos da vida revelou
um propósito maior, como Jonas no ventre
do peixe, como Ismael, por exemplo, na
capela eh aquele dia. Então me deixe
falar diretamente ao teu coração, como o
pastor Maple falou a Ismael. Primeira
verdade, vocês são vistos e meu Deus,
como
são. Ismael entra na capela achando que
é anônimo, mas o sermão do pastor Meipo
o confronta. Ninguém escapa do olhar de
Deus. Então, como Jonas, vocês podem
fugir, mas Deus vê. E seu ver é sua
promessa, é seu
agir. No Salmo 139 78, a gente lê que
para onde fugirei do teu espírito? Se
subir aos céus, lá estáais. Se descer ao
abismo, lá estáais. Então, vocês já
sentiram esse olhar? Não é uma
tempestade que parecia caos, mas revelou
um plano. A segunda verdade é: vocês são
frágeis.
As placas da capela com o nome dos
marinheiros perdidos no mar gritavam
isso. E Ismael, olhando para elas, ele
murmura e diz: "O que sou eu diante do
mar?" Como no Salmo
103 14, ele sabe do que somos feitos.
Lembra-se de que somos
pó. Vocês já sentiram esse peso, né?
a sensação de que o mar é maior como
Jonas no navio, achando que podia
controlar seu
destino.
E no Cout for Old Man, o xerife Bell,
ele reflete dizendo: "Você acha que pode
lutar contra o mundo, mas o mundo sempre
vence". A terceira verdade, vocês são
guiados. Apesar do caos, Jonas é cuspido
na praia, onde devia estar.
Ismael sobreviveu à capela para embarcar
no no no picot, que é o navio. A
soberania não falha como em João 10:28.
Eu lhes dou a vida eterna e jamais
perecerão. Então M termina seu sermão
com um brado. Rendam-se ao Deus que vê e
ele os levará ao
porto. Vocês já ouviram esse chamado,
não é? Uma voz que corta a tempestade,
como a música que eu já mencionei
algumas vezes, como em aleluia, né, de
Leonardo Cohen. Meu aleluia é quebrado,
mas é teu, porque tu me seguraste.
Então, o sermão do pastor Maple não é
apenas uma história, é um convite.
Ismael, ao sair da capela, não apenas
embarca no picot, ele embarca na
soberania, onde cada onda é vista, cada
tempestade é guiada por
Deus.
Desculpa. Assim é a nossa vida,
queridos.
Um mar onde o Deus que provê, cuida para
que todas as coisas aconteçam segundo a
sua
vontade. Como em código da 20, né, de
2003 de Dbrau, onde cada pista leva a
uma verdade maior. A soberania é o
segredo que
desvela o caos que parece ser a vida,
né? Mas o que vem a seguir? O mar de
Mobdick não começa com o Pot, o navio,
ele começa antes do tempo, onde o Deus
que vê planejou cada onda, cada
destino. Então se preparem, porque a
próxima parada é o abismo da
eternidade, onde a glória de Deus brilha
antes da criação. Vamos navegar porque
Deus que vê está no leme e seu plano é
realmente glorioso. Ah, então o mar da
eternidade, pense nisso. Imagine um
vazio tão vasto que engole o tempo, um
silêncio tão profundo que ecoa antes das
estrelas.
Não há terra, nem céu, nem horizonte,
nem universo. Apenas o pulsar de um
propósito
eterno. Um plano
traçado por mãos invisíveis que
sustentam o universo antes mesmo de
ele respirar, de o universo respirar,
que e eh sustenta todas as coisas.
Então, estamos navegando além do véu da
criação, antes da criação, onde Deus, o
Deus da soberania, reina em glória
absoluta. Sua
vontade brilhando como um farol antes do
mundo existir. Não estamos mais naquela
capela, não é, de New Badford com o
pastor Maple trovejando sobre Jonas.
Agora a gente subiu ao mastro principal
do Picot, onde Ismael Solitário
contempla o mar que parece infinito, um
espelho da eternidade, eu diria.
Mob
Dick. Esse momento não é apenas poesia,
é teologia. Um vislumbre do Deus que
antes da fundação do mundo escolheu um
povo para o louvor de sua graça. Como
Efésios 1 4, né? A partir do 4 diz:
"Assim como nos escolheu nele antes da
fundação do
mundo para sermos santos e
irrepreensíveis perante ele." Então a
gente deve se preparar porque esse mar
não tem fim. E o que encontraremos é um
mistério da soberania divina. Um Deus
que exalta a si mesmo, não por vaidade,
mas por
amor. Um amor que nos convida a
mergulhar em sua glória. Em Mobdic, não
é? Eh, há um capítulo chamado o o mastro
principal, que é o capítulo 35.
Ele nos leva ao topo do navio, onde
Ismael, escalando cordas sobre o vento
cortante, assume o posto de vigia. O
picot corta as ondas e o mar se estende
como um abismo sem bordas, né? Suas
profundezas sussurrando segredos que
nenhum homem pode decifrar.
Ismael está envolto pela brisa salgada,
pela maresia, onde ele olha para o
horizonte e se perde. O mar é tudo, ele
me engole e eu sou apenas um ponto na
sua imensidão. É o que Ismael está
pensando. Esse mar é mais que água. É a
eternidade, um reflexo do tempo antes do
tempo, quando Deus em sua soberania
planejou cada detalhe da história, como
em Romanos 11:36, porque dele e por ele
e para ele são todas as coisas. A ele,
pois a glória eternamente. Amém.
Ismael no mastro não é apenas um
marinheiro, é um filósofo, um teólogo
sem saber, contemplando o infinito, onde
a soberania divina brilha, um plano
eterno que precede o primeiro raio de
luz eh no
universo. Antes que o Picots navegasse,
antes que o mar tivesse nome, Deus
existia não como um conceito, mas como a
realidade
absoluta. Em Efésios 1, 4 e 5, Paulo nos
leva a esse abismo e diz: "Assim como
nos escolheu nele antes da fundação do
mundo, para sermos santos e
irrepreensíveis perante ele e em amor
nos predestinou para adoção de filhos
por meio de Jesus Cristo."
Queridos, pare e sinta o peso disso.
Antes das galáxias, antes do sopro da
vida, Deus escolheu um povo, não por
mérito, mas por graça, para que sua
glória
resplandecesse. Ismael, no mastro sente
essa
vastidão. Ele diz: "O mar não tem começo
nem fim. Ele simplesmente é assim é
Deus, o Eu Sou. Eso 3:14, cuja soberania
não começa com a criação, mas na
eternidade, onde sua vontade é o único
leme. A soberania antes do mundo, antes
do universo, é o plano de Deus, o seu
decreto soberano, não é? o plano de Deus
para manifestar sua glória, não como um
tirano faminto por aplausos, mas como um
artista que pinta o universo para
compartilhar sua glória, sua beleza.
Então, em Isaías
48 9 a 11, Deus brada, né? Deus
proclama: "Por amor do meu nome
retardarei a minha ira. Por causa da
minha honra, me conterei para contigo.
Por amor de mim, por amor de mim é que
faço isso. Porque como seria profanado o
meu nome? A minha glória não dou a
outrem. Isso não é egoísmo, é amor.
Porque a glória de Deus é o maior
tesouro que nós podemos receber.
Jonathan Edwards, em o fim para o qual
Deus criou o mundo, que foi escrito em
1765, ele diz: "A glória de Deus é a
beleza de todas as suas perfeições, e
compartilhá-la é o maior prazer que o
homem pode conhecer". Então, Ismael lá
no topo do mastro não entende isso, mas
ele sente. O mar com sua imensidão
aponta para algo maior, como em
interestelar, não é? É um filme de 2014,
onde Cooper ele murmura: "Algo nos
guia", um plano que não vemos, mas que
nos
carrega.
Então aqui, né? A gente encontra um
mistério que corta como uma faca. Assim,
por que um Deus perfeito busca sua
própria glória? Não é isso a arrogância,
o pecado que derruba os reis?
Em Mob Dick, Ismael no mastro luta com
essa tensão. Ele olha o mar e pensa: "Se
o mar é tão grande, por que eu existo?
Que sou tão pequeno? Sou apenas um grão
na sua
vastidão. Deixa eu tomar um café,
né? Assim, o coração humano resiste à
autoexaltação de Deus, como em Romanos
8: 78. A mente da carne é hostil. a
Deus, porque não se submete à lei de
Deus, nem pode se
submeter. Nós amamos heróis petulantes,
não é? Como o Tony Stark em Homem de
Ferro, né, 2008, que brilha com
arrogância. Nós odiamos quando eles
ferem os inocentes. Então, por que Deus,
que é santo, exalta a si mesmo? A
resposta é um paradoxo que ilumina o mar
da
eternidade. A autoexaltação de Deus é o
maior ato de amor de Deus. Então,
imagine um pintor que cria uma obra
prima não para guardá-la, mas para
exibi-la a todos.
Deus, antes da fundação do mundo,
planejou manifestar sua glória, não
porque precisava de louvor, mas porque
sua glória é a fonte de toda alegria
eternamente da do Deus eterno, da
trindade, pai, filho e espírito santo.
Em João 17:24, Jesus ora: "Pai, a minha
vontade é que onde eu estou estejam
também comigo os que me deste, para que
vejam a minha glória."
Essa glória não é uma placa eh de ego, é
o convite para compartilhar o maior
prazer possível, não é? Então, CS News
em reflexões sobre os Salmos de
1958, ele desvendou esse mistério, né?
Ele diz: "O louvor não é
bajulação, é o transbordar do gozo.
Amamos louvar o que nos encanta, porque
o louvor completa o deleite em nosso
coração." Ou seja, ele tá falando o
seguinte: se você olha uma paisagem e
acha ela maravilhosa, você diz para
alguém: "Olha, já viu
isso aqui, essa essa paisagem, essa
imagem, onde eu estava em tal lugar
lindo, você tem que estar lá, você tem
que louvar, porque isso completa a sua
alegria." Não é Ismael lá no topo do
mastro, vendo todo o mar para todos os
lados sem ver terra, ele sente esse
encanto ao olhar o mar. Ele diz: "É como
se o mar cantasse e eu, por um momento,
fosse parte do hino que ele está
cantando". Então, a soberania antes do
mundo, a soberania de Deus antes de
todas as coisas serem criadas, é Deus
planejando e decretando, eu diria, um
hino
eterno, onde sua glória é louvada,
porque é o tesouro que satisfaz, é o
único tesouro eh que
satisfaz. Mas, queridos, o coração
humano é um mar turbulento, não é? Em
Mobdik, Ismael no mastro oscila entre
fascínio do mar e
medo. Eh, Ismael diz: "O mar é belo, mas
me
engolirá." Pensa ele, enquanto o vento
balança o navio e ele lá em cima do
mastro balança. Assim a nossa
resistência a glória de Deus. Paulo em
Romanos 8:7 diz: "A mente da carne é
hostil a Deus". Não é só que não
gostamos de um Deus que se
exalta soberanamente, é que não queremos
nenhum Deus que reine sobre
nós, como em Duna, não é? Onde Paul ADes
resiste ao destino que o chama. Ele
disse: "Quero ser livre, não um peão num
plano maior. Eu mesmo quero ter um
plano. Não, essa rebelião é
universal. Amamos a autoexaltação em nós
mesmos.
E então odiamos a autoexaltação em Deus.
Quem não sentiu o prazer de um elogio?
Mas a odiamos nos outros e a odiamos
especialmente em Deus, porque seu trono
nos lembra que nós somos pó, que ele é
Deus e nós não somos. Hã, com Salmo
103:14.
Então, lá em cima, no mastro, Ismael
encara essa verdade. Ele eh escreve: "No
topo do mastro sinto-me como um Deus,
mas o mar me lembra que eu não sou
nada". Essa tensão é o cerne da
soberania antes da criação do mundo.
Deus, em sua eternidade sabia que
criaríamos ídolos como os marinheiros do
picot, que adoram suas próprias forças.
Mas ele planejou antes do tempo um povo
que veria sua glória como tesouro, não
como uma
ameaça. Você vê que quanto mais nós
pregamos um Deus soberano, muitos mesmo
na igreja hoje em dia, eh, reagem. Isso
vem como uma ameaça. Se Deus é soberano,
se a vontade dele é que se cumpre, se
ele é que escolhe, então uma ameaça para
mim, eu, esse pequeno Deus.
Em Efésios 16:6, Paulo proclama para o
louvor da glória da sua graça que ele
nos concedeu gratuitamente no amado.
Então, a graça é o pincel com que Deus
pinta a sua glória. E Ismael, sem saber,
toca essa graça ao contemplar o mar.
Ismael diz: "Por que o mar me atrai se
ele me aterroriza?" Por, queridos, a
glória de Deus é aterrorizante, mas é
também o único porto onde o coração
encontra paz. Então, o mar em Mobdick
não é apenas um cenário, é um símbolo da
eternidade, onde o plano de Deus brilha
antes da
criação. Lá no mastro principal, Ismael
descreve eh o vigia, não é? Ele fica lá
em cima, acima do mundo, com o céu acima
e o mar abaixo, como se fosse o único
ser vivo. Ele tá descrevendo ele mesmo
lá em cima no mastro. Essa solidão é um
eco do Deus pré-crireacional que em sua
suficiência não precisava e não precisa
do mundo, nem do universo, nem da
criação, mas escolheu criá-lo para sua
glória. Em Colossenses 1:16, a gente lê:
"Tudo foi criado por meio dele e para
ele. O mar para
Ismael é um mistério, não é? Ismael diz:
"É como se o mar soubesse algo que eu
nunca saberei." E esse algo é a
soberania, o plano eterno que Paulo
descreve em Efésios 1 11. Fomos
predestinados segundo o propósito
daquele que faz todas as coisas conforme
o conselho da sua vontade, a fim de
sermos para o louvor da sua glória.
Então, a soberania antes da criação é
Deus olhando vazio e dizendo: "Haverá um
povo que cantará a minha glória, não por
obrigação, mas por gozo, por alegria
indisível e cheia de glória na coisa
mais preciosa que eu
mostrarei. seu próprio filho, a cruz,
razão pela qual ele criou o mundo, né?
Então, esse gozo é o que CS chamou de
consumação do deleite, um momento em que
louvar completa o prazer. Em Mabd,
Ismael, no mastro, quase
caipotizado pelo mar. E ele diz: "É como
se o mar me chamasse para me dissolver
nele." Esse chamado é a soberania, o
plano de Deus para que sua glória seja o
mar onde nos afogamos, por assim dizer,
de
alegria, como nos Salmos 16:11, né? na
tua presença, a plenitude de alegria, na
tua destra, delícias
perpetuamente. Então, antes do mundo,
antes do universo, Deus planejou que sua
glória fosse nossa alegria. Como o mar é
tanto o terror quanto o encanto de
Ismael, não é? E há muitos segredos, não
é? Há um segredo ainda mais profundo, um
mistério que faz o mar de Mobique
parecer nada, pequeno. Antes da criação,
Deus planejou não apenas sua glória, mas
a cruz. Em Efésios 1:7, Paulo revela:
"Nele temos a redenção pelo seu sangue,
a remissão dos pecados segundo a riqueza
da sua
graça." Querido, antes que o pecado
existisse, antes que Adão caísse, Deus
viu o sangue do seu filho, como em
Apocalipse 13:8, o livro da vida do
cordeiro que foi morto antes da fundação
do mundo. Então, Ismael no mastro não
sabe disso, mas eh o mar eh eh na sua
imincidão é um eco desse plano eterno,
não é? Que tem no centro um sacrifício
eterno, onde a graça de Deus vai brilhar
mais do que em qualquer coisa que há no
céu ou na terra, não é? Como em
sacrifício de 1986 de Andrey Tarkovsk.
onde Alexander queima a sua casa para
salvar o mundo. E eles o sacrifício é o
plano e o plano é o amor. A soberania
antes da criação é Deus planejando a
cruz como o ápice da sua glória. Então,
em Efésios 1:6, a graça é o louvor
supremo para louvor da glória da sua
graça. Por que a graça é a coisa que vai
mais mostrar a glória de Deus? Porque o
pecado que Deus eh decretou, né, não
vamos falar permitiu como se aquilo
fosse acontecer, né? Eh, e aí Deus
aproveitou, não. Deus decretou, torna a
glória de Deus mais brilhante. Ismael
numa astro sente essa tensão. Ele diz:
"O mar é cruel, mas belo. Ele destrói,
mas encanta". Assim é a soberania vista
por eh um mundo caído, né? Deus planejou
um mundo onde o pecado seria e
permitido, não por capricho, mas para
que a graça através do sangue de Cristo
fosse o hino
eterno. Como Jonath Edot diz, né? A
glória de Deus brilha mais na felicidade
dos santos que gozam sua graça. Então
vocês já sentiram esse paradoxo, não é?
Um momento em que a dor revelou um
propósito maior, como Ismael lá no
mastro. balançando entre o medo e o
fascínio, não é? Então, Ismael desce do
master por fim, mas o mar fica com ele.
Ele diz: "Eu vi algo que não posso
explicar". E pensa enquanto Pot segue o
seu curso, nãoé? Assim é a soberania
antes da criação do mundo, um plano
eterno que nos chama a louvar a glória
de Deus, não por medo, mas por gozo. E
Mob di que o mar é o palco onde a
soberania se desdobra, mas antes do mar,
não é, havia o Deus que planejou cada
onda em cada praia, cada onda em cada
oceano, cada movimento de onda que já
aconteceu e que vai
acontecer. Como no Salmo 19:1, os céus
proclamam a glória de Deus. Mas o que
vem a seguir, né? O plano eterno se
torna criação, ou seja, aquilo que
existia só na mente de Deus, eu acho
isso maravilhoso, né? Tudo que existe um
dia existiu apenas na mente de Deus.
Isso muda tudo, né? Quando eu vejo uma
borboleta, um besouro, um pássaro, um
assim qualquer coisa, não é? Eu penso,
um dia isso existiu só na mente de Deus
e só está no mundo, porque Deus do nada
tirou
isso da sua mente para a existência.
Deus poderia ter criado eh milhões de
coisas a mais do que há bilhões,
trilhões, se ele quisesse. Nem tudo que
está em sua mente ele decretou ou ele
criou tantos mundos quanto quis. O plano
eterno se torna criação e o mar ganha
forma, baleias, navios, homens, que é a
história de Mobick. Então, a gente deve
se preparar porque a nossa próxima
parada é o ato da criação, onde a
soberania de Deus molda o mundo para sua
glória e para a nossa alegria. E a gente
vai navegar porque o mar da eternidade
nos chama e o Deus que planejou tudo é
que está no leme da história, né, da
história eterna, né?
Então, no início, há um vazio
primordial, um caos sem forma, onde o
silêncio é tão pesado que
parece, parece gritar. Então, uma voz de
repente corta a escuridão. Haja luz.
Gênesis 13. E o universo
desperta, estrelas explodindo em
sinfonias de fogo, oceanos rugindo como
hinos e a terra pulsando com vida.
Queridos, não estamos apenas navegando o
mar eh de Mobdik. Estamos desvendando o
ato da criação, onde a soberania divina
molda tudo como ele quer. Nada existia,
nada podia eh pedir alguma coisa, dar
alguma ideia, suplicar, enfim.
Então, eh, é onde a soberania divina
molda o cosmo como um escultor que
esculpe a eternidade para sua glória.
Então, agora a gente esquece o púlpito
de Neil Bedford, né, ou o mastro
solitário do Picot. Agora a gente abre o
tomo enciclopédico de Herman Melville,
suas páginas manchadas de sal e óleo, já
que o óleo da baleia que movia o mundo,
onde a baleia cachalote em um capítulo
como a cabeça da baleia, que é o
capítulo
74, emerge não como monstro, mas como
uma obra prima, um a um ser que a Bíblia
chama de Leviatã, né? Leviat que canta a
soberania de Deus. Esse é o palco da
soberania, onde cada criatura, cada
onda, cada galáxia existe para ele, como
em Romanos 11:36, porque dele, por meio
dele, para ele são todas as coisas. A
ele pôs glória eternamente. Amém.
Então vamos nos preparar porque este é
um um mistério que brilha como o óleo,
né, de esparmacêete. E o que
encontraremos é o Deus que cria para ser
adorado, não por necessidade, mas por
amor
transbordante. Então, em Mob Dick,
Melville não apenas conta uma aventura,
ele escreve uma teologia disfarçada de
ciência. Então, nos capítulos sobre a
anatomia da baleia, como a cabeça da
baleia e o grande Leviatã, que é o
capítulo 81, Ismael se torna um
naturalista místico, eu diria,
desse cachalote com reverência. A cabeça
da baleia, um colosso de ossos e óleo,
que é onde tem mais óleo, né? É um
enigma. E o Esmel disse: "Como descrever
esta maravilha? É como se a criação
inteira estivesse contida nela, no
cachalote. O óleo de espermaete extraído
das profundezas do crânio brilha com uma
luz quase sagrada quando você acende,
né? Iluminando o navio como um altar.
Ele diz para Melville, a baleia não é
apenas uma criatura, é um símbolo da
criação divina planejada com propósito
majestosa em sua complexidade, como no
Salmo 104, 24. Quão numerosas são as
tuas obras, Senhor. Todas com sabedoria
as fizeste. A soberania na criação é
Deus moldando o universo para refletir
sua glória. E a baleia em sua grandeza é
um hino vivo a
esse propósito, né? Então, como eu
disse, imagine o vazio antes do tempo,
um abismo onde nada respira. Então, Deus
fala e o caos obedece. Eh, Gênesis 1
proclama: "No princípio criou Deus os
céus e a terra". Mas por quê? Não porque
Deus era carente como um rei solitário,
precisando de súditos. Em Atos 17
24, Paulo declara: "O Deus que fez o
mundo e tudo o que nele existe, sendo
ele senhor do céu e da terra, não é
servido por mãos humanas, como se de
alguma coisa precisasse. Deus cria não
por necessidade, mas por
transbordamento, como um poeta que
escreve, porque a beleza em seu coração
exige se expressar". Então, Imob Dick,
Ismael examinando a cabeça da baleia,
fica maravilhado quem moldou essa
criatura. Cada osso, cada gota de óleo
parece planejada. Ele diz, tem um
design, né? Assim é a criação. Cada
estrela, cada folha, cada baleia é uma
pincelada no quadro da glória
divina. Romanos 11:36, tão famoso é o
manifesto desse ato, porque dele, por
meio dele, para ele são todas as coisas.
Então, a criação existe para Deus, não
como um brinquedo, mas como um espelho
da sua
beleza. Em o Senhor dos Anéis, né, de
2001, Gandalf olha as estrelas e ele
murmura: "Há um propósito em cada coisa,
mesmo nas sombras".
Assim, a soberania molda o cosmos para
que sua glória ecoa, para que a glória
de Deus eue, como no Salmo 19, um, os
céus proclamam a glória de Deus e o
firmamento anuncia as obras das suas
mãos. A baleia cachalote, com sua cabeça
colossal é um desses céus, né? Um
testemunho vivo do Deus que cria para
ser louvado. Ismael segurando o óleo de
Esparmacete, segurando o óleo ele
reflete. Esse óleo ilumina o navio,
ilumina as cidades, né? Mas sua luz
parece
[Música]
vir esse outro mundo é a glória de Deus.
planejada antes do tempo, agora
brilhando na criação. Como o Ismael está
vendo. E no capítulo o grande Leviatã,
Melville descreve a baleia com assombro
e diz: "Nenhuma criatura na terra iguala
a sua força. Ela reina nos mares como um
deus." E ele cita Jó 41:1, "Podes tu
pescar o Leviatã com Anzol?
A resposta é não, né? Porque o Leviatã é
mais que um animal, é um símbolo da
soberania divina, como nos Salmos 1046.
Eis o Leviatã que formaste para nele
folgar. Então a soberania na criação é
Deus moldando criaturas que cantam sua
grandeza, sua beleza, sua sabedoria.
E a baleia com sua força indomável é
colocada como um hino vivo. Ismael ao
dsear a cabeça, nota os olhos minúsculos
que parecem quase inúteis numa cabeça
enorme, né? E Ismael diz: "Como esta
criatura vê o mundo e no entanto ela
reina.
Assim é a criação. Cada detalhe, por
mais estranho, serve ao propósito
divino. Como em Cosmos de 1980, onde
Cegan diz: "O universo é uma máquina de
maravilhas e cada peça, por menor que
seja, tem um papel". Já Colossenses 1:16
revela o segredo desse papel. Tudo foi
criado por meio dele e para ele. Cristo,
então, é o meio e o fim da criação. O
verbo que fala: "Haja a luz". E o rei
para quem o universo canta em louvor. Em
Mobic, o óleo de espirmacete extraído
com suor e sangue é mais que
combustível. É um símbolo da graça que
ilumina. Os baleieiros cortando a
gordura em corte de gordura, né?
Capítulo 67, transformam o caos da
baleia em luz. Como Deus transformou o
caos primordial em ordem. A soberania é
esse trabalho divino, moldar o universo
para que sua glória brilhe como em
Abacuque 2:14. A terra se encherá do
conhecimento da glória do Senhor, como
as águas cobrem o mar. Vocês já sentiram
essa maravilha? Não é um pôr do sol, uma
baleia saltando do mar, um momento que
sussurra, algo maior planejou. Tudo
isso, né? Mas a criação tem um um ápice,
um mistério que faz o Leviatã parecer
pequeno. Em Gênesis 1:27, Deus proclama:
"Criou Deus o homem, a sua imagem, a
imagem de Deus o criou. Homem e mulher
os criou, e Deus os abençoou. E lhes
disse: "Se feicundos, multiplicai-vos,
enchei a terra".
O homem não é apenas uma
criatura, é um espelho moldado para
refletir a glória divina.
E Moabic Ismael ao observar os
baleheiros, eh, que Keg com suas
tatuagens, né, e Tastego com sua lança,
ele pensa: "Somos tão diferentes, mas
todos buscamos algo
maior." Esse algo é a glória de Deus, o
propósito da criação, né, humana, como
em Matrix, né, de 1999, onde New
descobre que é mais que um programa.
Você foi feito para um propósito. A
soberania na criação do homem é Deus
dizendo: "Encherei a terra com
adoradores, não árvores que batem
palmas, mas corações que conhecem minha
glória".
Números 14:21 promete: "Tão certo como
eu vivo, toda a terra se encherá da
glória do Senhor." Mas Abacu 214
esclarece: "A terra se encherá do
conhecimento da glória do
Senhor. Árvores podem dançar, né? Como
Isaías diz que as árvores dançaram
Isaías 55:12. Mas só o homem pode
conhecer. E ele diz que encheria do
conhecimento da
glória. Como Ismael, não é? Ao olhar a
baleia, ele sente, ela é mais que carne.
Ela é um mistério que aponta para o
céu. Em Stranger Things, não é? Joyce
grita: "Há algo maior por trás disso
tudo." Assim é a criação, um
palco onde o homem, imagem de Deus, é
chamado a louvar.
Como em Apocalipse 4:11, tu és digno,
Senhor, de receber a glória, porque
todas as coisas
criaste. Mas o mistério vai se
aprofundando, né? Como o óleo que brilha
nas entranhas da baleia e é aceso e
produz uma chama linda. A criação não é
apenas para Deus, é para Cristo, né? Em
Colossenses
1:16 diz: "Tudo foi criado por meio dele
e para ele." Então, antes do primeiro
haja luz, Cristo era o plano, o cordeiro
que seria morto. Apocalipse 13:8. Em Mob
Dick, o óleo de
espermaete é extraído com sacrifício. O
sangue dos baleeiros manchando o
convies. Assim é a criação planejada
para a cruz, onde a glória de Deus
brilha mais forte do que em toda a
beleza da
criação. Em o sacrifício do servo
sagrado de 2017, o Dr. Steven enfrenta
um dilema. O sacrifício é o preço da
redenção. Cristo, o verbo encarnado, é o
preço e o prêmio da
criação, como em Hebreus 2:10, por cuja
causa e por quem todas as coisas
existem. Então, a soberania na criação é
Deus moldando um universo onde a cruz
será o clímax. Em Apocalipse 5:9, o céu
canta: "Digno és porque foste morto e
com o teu sangue compraste para Deus os
que procedem de toda tribo." A baleia,
com sua força e mistério, aponta para
Cristo, né? O Leviatã divino que derrota
o caos. Ismael, ao tocar o óleo, ele
sente, ele diz: "Esta luz vem de um
sacrifício. Essa luz está brilhando
porque a baleia perdeu a sua vida.
Assim é a criação. Cada estrela, cada
homem, cada balê existe para o louvor da
glória de Cristo. Como em Wester Road,
onde Ford diz: "Tudo foi construído para
um propósito". E o propósito é a
história que contamos. E a história da
criação é a história de Cristo,
planejada pela soberania para
ecuarnamente. A cruz vai ser o centro da
oração para sempre.
Mas a criação, queridos, não é o fim, é
o começo, né? Romanos 8:20 revela: "A
criação foi sujeita à vaidade, na
esperança de que será redimida para a
liberdade da glória dos filhos de Deus."
A baleia, por mais majestosa, é cortada.
O óleo, por mais puro é
consumido. Assim é a criação, bela, mas
quebrada, apontando para uma nova
criação. Em Mob Dick, os baleeiros
transformam o caos da baleia em luz, mas
o pickot segue pra
tragédia. A soberania, porém, não falha,
não é? Em segunda Coríntios 5:17, Paulo
proclama: "Se alguém está em Cristo, é
nova criatura. as coisas antigas
passaram e que tudo se fez novo. A
criação é o palco, a cruz é o clímax e a
nova criação é o hino final que vai
cantar a cruz para
sempre. E o Senhor dos Anéis, Sam diz
Afrodo, há algo de bom neste mundo e
vale a pena lutar por isso. A soberania
de Deus na criação é Deus lutando e
entre aspas, não é? Deus decretando e
Deus indo morrer numa cruz por esse
algo, um povo que louva a sua glória com
gozo
eterno. Ismael, ao de secar a baleia,
ele murmura para si mesmo: "Por que
tanta beleza se tudo acaba?" A resposta
está em Apocalipse 7:15. O cordeiro os
apicentará e os guiará para as fontes da
água da vida. A baleia é um sinal.
Cristo é o Salvador, como
em Arrival, não é? Onde Lois descobre o
tempo não é uma linha, é um círculo. E
cada momento aponta para o eterno. A
criação moldada pela soberania aponta
para a nova criação, onde a glória de
Deus será nosso lar da maneira mais
completa que possamos eh imaginar.
Então nós fechamos o tomo de Malvilleu,
mas suas páginas continuam vivas. A
baleia cacha com sua cabeça colossal não
é apenas uma
criatura. Eu diria que é um evangelho,
um testemunho da soberania que molda o
universo para a glória de Deus, como no
Salmo 96:12. Exultem os campos e tudo o
que neles
há. Mas o que vem a seguia? O plano da
criação se desdobra na história onde
Deus escolhe um povo, Abraão, para
carregar sua glória, não é? As nações.
Ele começa com Abraão, um povo
até seu filho. Então, a gente deve se
preparar porque essa é a próxima parada.
é a eleição de Israel, onde a soberania
navega por desertos e mares, guiando um
povo para o louvor eterno. E a gente
pode abrir o próximo capítulo, porque o
Leviatã da criação está nos chamando e o
Deus que moldou tudo está
escrevendo uma história eh gloriosa, não
é?
E então pensa num deserto de de areia
escaldante, um céu que queima como
bronze e um homem. Abraão parado na
encruzilhada do destino. De repente, uma
voz corta o silêncio como um vento que
não explica a sua origem. Sai da tua
terra para a terra que te mostrarei.
Gênesis
12:1. Queridos, não estamos apenas
navegando um mar de mob dick. Estamos
desenterrando o mistério mais antigo que
as pirâmides, né? Um plano traçado pela
soberania divina que escolhe um homem,
um povo para carregar a glória de Deus
às
nações. Então, a gente já passou e já
deixou para trás a capela de New
Bedford, o mastro principal ou a cabeça
da baleia. E agora estamos no convés do
Picot, no capítulo o Albatrois, capítulo
52, onde um navio fantasma surge no
horizonte silencioso como um presságio.
Seus marinheiros mudos, sua missão um
enigma. Esse encontro é mais que uma
pausa na caça. É o chamado de Deus a
Abraão. A gente podia dizer, um sussurro
da soberania quea. De ti farei uma
grande nação e em ti serão benditas
todas as famílias da terra. Gênesis 12,
né? 2. Então a gente aqui eh eh deve se
preparar porque esse é um segredo que
brilha como uma relíquia perdida.
E o que vamos encontrar é o Deus que
escolhe, não por mérito jamais, mas por
graça soberana, para que seu nome seja
glorificado. Em
Mobdick, o Picot cruza o oceano, suas
velas esticadas pelo vento quando o
Albatrois aparece, um navio
esbranquiçado, desgastado pelo sol, como
um espectro saído de uma lenda.
Ismael descreve isso dizendo: "Era como
se o mar tivesse cuspido um segredo e
aquele navio fosse a sua voz, a voz do
mar". E a tripulação do Bbatroz não
fala. Seus olhos queimados pelo sol
carregam um peso que acabe, que é o
capitão do do Picot e que é o o
personagem, né, que odeia baleia, que
odeia Mob Dick, eh, com sua fúria, ele
ignora. Ignora o capitão do Albatrois,
ao ser questionado sobre Mob Dick, deixa
cair seu megafone, né, e o mar engole o
som.
Esse silêncio é mais que ausência. É um
chamado como a voz que tirou Abraão de
Ur. Em Isaías 43:7, Deus proclama: "A
todos os que são chamados pelo meu nome
e os que creem para minha glória, eu os
formei." A soberania na eleição de
Israel é esse chamado. E a soberania na
eleição de cada no chamado de cada
eleito é o eco disso, né?
Um mistério que atravessa desertos e
mares, escolhendo um povo para refletir
a glória divina, como o Albatros reflete
o propósito
oculto do mar. Então imagine Urdos
Caudeus, uma cidade de templos pagãos,
onde Abraão então a vive entre ídolos de
pedra. Ele já tá com 75 anos. Ele sempre
adorou a lua e ele era um pagão, como os
outros pagãos. Não havia nada de
especial nele. Ele não é um santo, é um
homem comum. Como em Josué 24:2 diz:
"Vossos pais," ou seja, eles eram
descendentes de Abraão. Ele tá falando
da família de Abraão antes de Abraão. E
ele diz: "Vossos pais serviram a outros
deuses, mas Deus o vê. Vê Abraão e a sua
voz ressoa: "Sai da tua terra e te
abençoarei, e em ti serão benditas todas
as famílias da terra". Gênesis 12:2.
Agora, por que Abraão? Não por
justiça, não por fé prevista, mas por
graça
soberana. Deuteronômio 10 14 diz: "Eis
que os céus e os céus dos céus são do
Senhor, teu Deus. Tão somente o Senhor
se afeiçoou a teus pais para os amar. A
razão é isso. Eu te amei porque eu te
amei. Porque não me revelei aos
egípcios, aos babilônios, a todas.
Porque eh eu escolhi Israel porque amei
Israel. Já era pequeno, não era
poderoso, não era melhor. Você vê Abraão
era um pagão, como todas as outras
nações e pessoas eram, não é? E a graça
os diferenciou. E a única explicação que
Deus dá é porque eu eu te
amei. A soberania escolhe livremente
como um arqueólogo que desenterra uma
relíquia não por seu valor
aparente, mas por um plano
maior.
Em Indiana Jones e a última cruzada, né,
de
89, Indiana Jones ele busca o graal.
Eles não é o objeto, é o que ele
representa. Abraão é, entre aspas, a
relíquia, mas o plano é a glória de
Deus, não é a pessoa. O propósito é a
glória de Deus. No Picot, o Albatrois é
esse chamado, né? Ismael, ao vê-lo,
sente um arrepio e ele diz: "Era como se
o navio soubesse algo que nós nunca
saberíamos.
Acabe, obsecado por Mobdick, ignora o
presságio. Mas o silêncio do Albatrois é
a voz da soberania, como em Gênesis
12:3. Em ti serão benditas todas as
famílias da terra. Abraão não merecia,
como nenhum dos que Deus chamou mereceu
ou merecerá. O Picot não entende, mas
Deus escolhe. Isso escolha é um fio que
teste a história da
redenção, como em Vikings, onde Hagnar
Letbrook, houve o chamado dos deuses.
Não escolhi esse caminho, ele me
escolheu. Ele diz. Então, a soberania na
eleição de Israel é Deus chamando
Abraão, não por quem ele era, mas por
quem Deus é. Como em Jeremias 13:11, fiz
apegar-se a mim toda a casa de Israel
para me serem porvo e nome e louvor e
glória. E o chamado de Abraão não é
apenas pessoal, é cósmico, né?
Gênesis 12:13 promete: "Em ti serão
benditas todas as famílias da terra, ou
seja, todas as tribos, raças, línguas,
nações." Então, esse em ti aponta para o
Messias, como Paulo explica em Gálatas
3:7, os da fé é que são filhos de
Abraão. A escritura preanunciou o
evangelho a Abraão. Em ti serão benditos
todos os povos. Então, a soberania não
escolhe Israel para isolá-lo, mas para
torná-lo um farol da glória de
Deus. Em Mobic, o albatros cruza o
caminho do Picot como um sinal de algo
maior. Ismael nota isso e ele diz com
ele mesmo, né? O navio parecia carregar
uma mensagem, mas o mar parece que
engoliu. Assim é a eleição de Israel,
uma mensagem e de cada um dos eleitos,
né? Uma mensagem que aponta para Cristo,
o Salvador de todas as nações. Em
Romanos
11:17, Paulo usa a imagem da oliveira.
Se alguns dos ramos foram quebrados e
tu, sendo oliveira brava, foste
enxertado, não te glories contra os
ramos.
A raiz é que te sustenta. Israel é
oliveira. Abraão é sua raiz, mas os
gentios são enxertados pela fé. A
soberania planejou um povo espiritual,
não apenas étnico, como em Romanos 9,
né, de 6 a 8. Nem todos os de Israel são
de fato israelitas. Os filhos da
promessa são a
descendência. Em the chosen, né, Jesus
encontra Natanael. é um um jeito de
parafrasear assim esse encontro. E ele
diz: "Eu te vi antes que me visses como
está na na Bíblia". E assim é o chamado
de Abraão. Deus o viu em Ur e seu
chamado foi o primeiro passo de um plano
que abrange o mundo. Como em Pequeno
Príncipe de 1943, né? onde o
principezinho diz: "O essencial é
invisível, mas guia as
estrelas.
E por que Abraão?" A pergunta ecoa como
o silêncio do
Albatrois. Não há mérito, apenas graça.
Em Deuteronômio 10:15 a gente lê: "O
Senhor se afeiçoou a teus pais para os
amar". Essa afeição, você vê é livre.
Eles eram tão maus, caídos, pecadores,
depravados como todas as nações. E eram
idólatras, como Abraão adorava a Nana,
por exemplo, a deusa da Lua, até 75 anos
de idade. Então, essa essa afeição de
Deus, eu eh o Senhor se afeiçoou a teus
pais para os amar. E essa afeição é
livre, como o vento que empurra o picud.
Acabe ao ignorar o Albatrois, representa
o coração que resiste à graça. Mas
Ismael com seu silêncio, eh, eu diria
Abraão ouvindo o chamado sem entender
completamente. Então, em Mob Dick, o
Albatroz não explica sua missão, mas sua
presença muda o ar.
Assim é a soberania, um chamado que não
justifica, mas transforma, não explica,
mas transforma como em Isaías 43:21.
Este povo que formei para mim celebrará
o meu louvor. Em Blade Hunner de 82,
Decart pergunta: "Por que foi escolhido
para esta caçada?" A resposta é: "O
mistério da soberania que não
explica, mas guia." A soberania nos
explica, ela guia todos aqueles que Deus
chama eficazmente. Abraão não merecia.
Israel, como lemos no Salmo 106 7, era
rebelde, mas Deus escolhe como em
Romanos
4:16, a promessa é firme para toda a
descendência pela fé que teve Abraão.
Então, a soberania na eleição é essa
graça, um plano que não depende de nós,
mas de Deus, como albatros que cruza o
pickut, sem pedir
permissão. Vocês já sentiram esse
chamado, não é? Um momento em que a vida
mudou, não por seu mérito, mas por um
propósito maior, como uma relíquia
desenterrada no
deserto? Eu espero que sim. Espero que
todos tenham experimentado isso. O
chamado de Abraão é o primeiro fio de um
tapete, de uma tapeçaria que cobre toda
a
história. Em Gálatas 3:14, Paulo revela:
"Cristo nos resgatou para que a bênção
de Abraão chegasse aos gentios." Israel
não é um
fim, é um meio. Como Albatrois não é o
destino do Picot, mas um sinal. Em
Romanos 11:1, Paulo sonha, se a
transgressão deles redundou em riqueza
para o mundo, quanto mais a sua
plenitude. Então, a a soberania usa
Israel com suas falhas eh que são
abundantes para trazer o Messias.
Como em The Witcher, eh, onde
Gerald descobre, meu caminho não é meu,
é parte de algo maior. Em Dick, o
Albatro desaparece no horizonte depois
de cruzar e ter esse essa interação com
o Picks. Mas seu silêncio fica com
Ismael. Ele escreve: "O mar guardou seu
segredo, mas eu sei que há algo além".
Esse algo é Cristo, o fim do chamado de
Abraão. Em Efésios 3:6, Paulo proclama:
"Os gentios são coerdeiros da promessa
em Cristo
Jesus". Então, a soberania tece Israel
como um navio que carrega a luz não para
si, mas para o mundo, como em Isaías
49:3. Tu és o meu servo, por quem hei de
ser
glorificado. Abraão, como albatróis é um
presságio e Cristo é o porto, não é?
Então o albat some nas ondas, mas o
picot segue carregando o eco do seu
silêncio. Assim é eleição de Israel, um
chamado que ressoa de Abraão até Cristo,
de Ur até o Calvário. Em Primeira Pedro
2:9, lemos: "Vós sois raça eleita para
proclamar as virtudes daquele que vos
chamou das trevas para sua maravilhosa
luz". A soberania escolhe não por
mérito, mas escolhe para algo, para a
glória, como Albatros cruza o mar, não
por sua força, mas pelo plano do oceano,
não é? Como Ismael vê,
como eh eh a gente já mencionou tanto,
né? Eu gosto, acho que isso explica tão
bem o o aleluia de Leonardo Coim, o
aleluia é quebrado, mas é teu porque tu
me chamaste. Mas o que vem depois disso?
O chamado de Abraão se desdobra no
êxodo, onde a soberania de Deus liberta
um povo, não por justiça, porque eles
mereciam, mas por graça, para que o nome
de Deus eue em todo o mundo. Então agora
a gente se prepara porque a próxima
parada é o Mar Vermelho, onde o Deus que
escolhe Abraão parte, abre as águas para
sua glória, para mostrar sua glória. a
gente zarpa porque o chamado do
Albatróis nos guia e o Deus da soberania
está no leme, né, no no no leme dessa
história, não é?
E então pense num deserto
eh com a pera de um mar, um mar que ruge
com 1000 leões, né? Como mil leões
rugindo junto e um povo acorrentado,
Israel, tremendo sobre o chicote do
Egito. De repente, o céu se rasga e uma
voz troveja: "Eu sou o que sou." Êxodo
3:14. Queridos, não estamos apenas
navegando o oceano de Mob Dick. Estamos
no epicentro de uma guerra cósmica, onde
a soberania divina brande seu cetro
sempre para libertar um povo e
glorificar um
nome que coa além das
estrelas. Então, a gente já passou e
deixou para trás a capela do pastor
Maple, o mastro do Picots e o a cabeça
da baleia e o chamado do Albatro. E
agora a gente tá no Convé, no capítulo o
Jeroboão, capítulo 71 de
Mobdick, eh, que a gente vai ver com
mais cuidado depois, onde um navio
amaldiçoado surge carregando uma
profecia de julgamento que faz um mar
tremeer. Esse encontro não é apenas um
aviso, é o mar vermelho onde Deus, com
braço estendido, esmaga faraó e exalta
seu nome, como em Êxodo 9:16.
Para isso te hei mantido, a fim de
mostrar-te o meu poder e para que seja o
meu nome anunciado em toda a terra.
Então, este é um confronto que sacode o
céu e a terra. E o que encontraremos é o
Deus que julga,
liberta e é adorado, não por capricho,
mas por graça
soberana.
Então o Picot corta as ondas, sua
tripulação endurecida pelo sal. Quando o
Jeroboão aparece, um navio atormentado
por uma praga e uma
profecia, Ismael ele narra
dizendo: "Era como se o mar tivesse
aberto uma ferida e aquele navio fosse
seu
sangue. A bordo, Gabriel, marinheiro
louco, proclama que Mobdick é o juízo de
Deus e ninguém deve tocá-la ou tentar
caçá-la."
E sua voz febril ecoa como um profeta do
deserto. E o capitão
do Jerebuão, temeroso, não é? Confirma:
"Gabriel previu a morte de um oficial
que desafiou a baleia branca, mas acabe
com olhos de fogo nele zomba. Ele ele é
obsecado em capturar Mob Dick, mas o
Jobon carrega um peso que o Picuts não
pode ignorar. O julgamento divino, o
juízo divino. Assim é o êxodo, onde
faraó, como acabe, desafia Deus, que
proclama em Êxodo 14:4. Serei
glorificado em faraó, em todo o seu
exército, e saberão os egípcios, os
egípcios que eu sou o Senhor. O Jerebuão
é o Egito, Gabriel é Moisés e o mar é o
pau, que eu diria, onde a soberania
abrande sua ira e graça, não é?
No deserto de Midiã, um arbusto queima
sem se consumir. E Moisés, um fugitivo,
né, que já estava há décadas longe da
onde ele fugiu, que era o Egito, ouve a
voz que muda a história. Eu sou o que
sou. Êxodo 3:14.
Esse nome, né, Yahé, não é um título, é
uma declaração de liberdade
absoluta, a única liberdade absoluta que
existe. Emb Gabriel lá no Jerobom, ele
grita: "Ninguém toca a baleia, porque
ela é o juízo de Deus". Sua loucura é um
eco de Yahvé que diz a Moisés: "Eu sou o
Senhor e vos tirarei de debaixo das
cargas do Egito". Êxodo 6:6. Yahé não é
um Deus entre muitos. Ele é o
absoluto. Como Êxodo 7 5, né? Saberão os
egípicos, os os egípicos que eu sou o
Senhor quando tirar os filhos de Israel
de lá. Então a soberania no êxodo é Deus
revelando seu nome, não para negociar,
mas para reinar como em o gladiador, né?
onde Máximus ele ele ruja assim: "Meu
nome é Máximus e vocês saberão quem
sou". E aé significa liberdade, eu
diria, eu faço o que quero e minha
vontade é perfeita. Eu sou quem eu sou.
Em Romanos 9:15, Paulo cita Êxodo 33:19,
"Terei misericórdia de quem me aproverta
em
misericórdia". No Geroboão, Gabriel, ele
encarna esse essa liberdade, sua
profecia. não pede permissão, assim como
Deus não consulta
faraó. As 10 pragas,
ah, rães, moscas, sangue, são, eu diria,
eh, golpes divinos, cada um ecoando.
Saibam que eu sou o Senhor. Eso 8:10 94.
Ismael, ao ouvir Gabriel, sente um
calafrio e ele diz: "Era como se o mar
falasse e sua voz fosse
julgamento. Assim é a soberania. Um Deus
que escolhe Israel, não por mérito, mas
por graça. Como no Salmo 106, nossos
pais foram rebeldes junto ao Mar
Vermelho, mas ele os salvou por amor do
seu nome. Essa é a
razão. Então o Mar Vermelho se abre, um
corredor de água rugindo como trovões.
Israel com o coração na garganta corre
enquanto o faraó com seus carros
perseguos
israelitas. Tem um barulho assim, é a
Juju tcindo. A gente, ela tá meio
doentinha, a gente tá cuidando dela. Aí
de vez em quando ela começa a torcir
assim, então dá um barulho no fundo
assim. É a juj.
Então as águas caem e o Egito afunda.
Como em Êxodo 14:17. Serei glorificado
em faraó nos seus carros e nos seus
cavaleiros e os egípcios saberão que eu
sou o Senhor. No navio Jeroboão, Gabriel
profetiza a ruína de quem desafia
Mobdick. Um eco do julgamento lá do
faraó. A cabe zomba, como o faraó
endureceu o seu coração, não é?
Ele endurece seu coração como faraó
endureceu. E a gente sabe que Deus
endureceu o coração de faraó e de Acabe
também. Mas o Jeroboão carrega a
verdade. Deus julga para glorificar seu
nome. Neemias 9:10 explica: "Fizeste
sinais contra Faraó porque soubeste que
os trataram com soberba. Assim adquir
este renome. Mas o êxodo não é apenas
ira, é
graça.
Israel, como Egito, era rebelde. Salmo
1067. Mas Deus escolhe salvar, não
porque eles eram melhores, mas por
graça. Como em Êxodo 6:7, tomar-vos ei
por meu povo e serei vosso Deus. No
picot, o Jerobuão é um
aviso. Mobique é um juízo de Deus, mas
também é uma promessa. A soberania julga
os soberbos, mas salva aqueles que Deus
graciosamente concede arrependimento e
os leva à
humildade. Ah, nos 10 mandamentos de
1956, Moisés ergue seu cajado e o mar se
parte. Não é minha força, é o Senhor.
Ele diz.
E assim é a soberania. Deus julga a
faraó para que Israel adore, como em
Romanos 9:17, para mostrar em ti o meu
poder e para que o meu nome seja
anunciado por toda a
terra. Vocês já sentiram esse confronto,
não é? Um momento em que a vida ruiu,
mas uma mão invisível os levantou como
Israel ali naquela
praia. E o mar se fechou. Faraó afunda,
Israel livre, explode em louvor. Êxodo
15 de 1 a tr, Moisés começa a cantar:
"Cantarei ao Senhor, porque triunfou
gloriosamente, lançou no mar o cavalo e
o cavaleiro. O Senhor é a minha força,
este é o meu Deus, eu o louvarei." Miriã
com tamborins dança. Cantai ao Senhor
porque gloriosamente triunfou. Êxodo
15:21.
Esse cântico é o propósito do êxodo, a
glória de Deus eando em corações
jubilantes. Lá no Jerebuão, Gabriel não
canta, mas sua profecia aponta para o
mesmo fim. Deus será
conhecido. Ismael, ao ver o Jeroboão
partir, ele murmura: Há algo sagrado
nesse medo que a gente está sentindo.
Assim é a soberania. O julgamento leva à
adoração, eh, como o julgamento de faraó
e dos egípcios, como nos Salmos
66, eh, a partir do um, aclamai a Deus
toda a terra, dizei que tremendos são os
teus feitos. Em Game of
Thrones, Dinaries emergem do fogo e os
eh Dorak, eu acho que é isso,
né? Meio que começam a adorá-la. Ela é
mais que humana. É um
milagre. E isso é o que o homem faz
quando vê algo que está além do que ele
pode explicar, né? Mas Israel na praia,
ela vê um verdadeiro milagre do Mar
Vermelho e adora verdadeiramente Yahvé,
não por medo, mas por gozo. A soberania
no êxodo e é Deus moldando um povo que
canta, um povo que adora, como em Isaías
63:14, guiaste o teu povo para eh te
criares um nome glorioso ou mostrares,
né?
O Jerobuão com sua praga é o Egito. O
picot com sua missão é Israel, chamado a
louvar. Como em Amazing Greece, não é?
1779 de John Newton. Canta: "Fui
perdido, mas fui achado e era cego, mas
agora vejo. A graça me levou ao lar". O
êxodo é essa graça, um plano para que o
nome de Deus seja louvado em toda a
terra, não é?
O êxodo revela a liberdade de Yahvé,
como Gabriel no Jeroboão, revela a
intocabilidade de Mob Dick e
a tolice de tentar caçá-la. Em Romanos
9:18, Paulo conclui: "Logo tem ele
misericórdia de quem quer e também
endurece a quem lhe aprais". Israel é
salvo, mas o Egito recebe o juízo. Não
por mérito. Israel não era melhor que o
Egito em nada, mas por escolha divina.
Em Êxodo 12:24 a gente lê: Deus se
lembrou da sua aliança com Abraão. Mas
essa aliança é graça, como em
Deuteronômio 10:14. O Senhor se afeiçoou
a teus pais para os amar. No picot acabe
representa faraó endurecido. Nada faria
ele parar de caçar. Mob Dick,
Ismael representa Israel humilde, não é?
A soberania é essa liberdade com uma
induna onde Paul percebe o destino não
me obriga, ele me escolhe. É mais do que
obrigar. Eh, a graça do êxodo é
imerecida, como em Salmo 1068. Ele os
salvou por amor do seu nome. O Egito
merece a ira. Neemias
9:10. Mas Israel
também Deus eh eh escolhe, mas não
porque ele não merece a ira. Os Salmos
1067 diz: "Então, o Egito merece a ira,
Israel merece a ira. O Egito receber a
ira é justiça, Israel receber eh a
salvação é graça soberana.
Então, Deus escolhe como Jeroboão
escolhe o seu curso, não por mérito, mas
por propósito.
E Jesus diz a
a tantas vezes, de tantas formas que eh
não foram os discípulos que escolheram
ele, mas eles escolheu a eles, não
porque eles eram perfeitos ou mereciam,
né, eh homens como Pedro que vão
negá-lo, mas
porque eu posso dizer que parafraseando
porque tu eras meu, por exemplo, para
Pedro, eu te escolhi porque eras meu.
Ele em João 17 ora, eh, não oro pelo
mundo, rogo por aqueles que me deste,
porque eram teus e tu me deste. Então, é
por isso que, eh, eh, eles agora estão
ali. A soberania no êxodo é Deus
glorificando o seu nome através da
graça e também da justiça, da graça
sobre Israel e da sua justiça sobre
os egípcios. Mas os egípcios merecem a
justiça. Israel não merece ser salvo. É
a graça soberana que o salva, não é?
Então, Êxodo 14:18 diz: "Os egípcios
saberão que eu sou o Senhor quando for
glorificado em faraó em seu juízo."
Então, o Jeroboão parte, mas sua
profecia fica. Um eco do Mar Vermelho,
onde a ira e a graça dançam para a
glória de Deus.
O Jerbon desaparece nas ondas, mas o
Picot carrega seu aviso. Assim é o
êxodo, não é? O Mar Vermelho fecha, mas
o cântico de Moisés ressoa de Israel ao
céu. Em Apocalipse 15:3, os redimidos
cantam o cântico de Moisés e do
cordeiro. A soberania no êxodo é o
primeiro acorde de um hino eterno, onde
a glória de Deus é louvada por um povo
livre, como nos Salmos 86:9. Todas as
nações que fizeste virão e glorificarão
o teu nome. O Jerboão é um sinal. Cristo
é o
Salvador. Em aleluia do Coen, né? Meu
aleluia é frio, mas é teu porque me
libertaste. Seria assim. Mas a jornada
continua. O êdo leva a lei ao deserto, a
terra prometida, onde a soberania molda
um povo rebelde para sua glória. Então,
a próxima parada é o Sinai, onde o Deus
que partiu o mar vermelho escreve a sua
vontade em pedra.
E a gente deve lutar porque a fúria do
mar vermelho nos chama e o deus da
soberania está no comando, no leme da
história
soberanamente. Então, pense num deserto
de rochas ardentes, um monte que fumega
como um vulcão e um povo
Israel acampado, não é? Eh, tremendo
diante do Sinai. De repente, o céu se
estilhaça em uma voz grave proclama: "Eu
sou o Senhor, teu Deus, que te tirei do
Egito. Não terás outros deuses diante de
mim." em Êxodo 20 a partir do, né,
queridos, não estamos apenas cruzando o
mar de Mobdick, né, nesse momento aqui
junto. Estamos no coração de um pacto,
onde a soberania divina forja uma
aliança com um povo rebelde que não
merece, mas não para condená-lo, mas
para glorificar o nome que ressoa além
de dos séculos, que começa antes do
tempo. Então, a gente já passou pelo
púlpito de de Maple, né, do pastor
Maple, o mastro solitário de Ismael, a
cabeça da baleia, o chamado do
Albatroz, a fúria, né, do Mar Vermelho,
assim. E agora estamos no convicot, eh,
no capítulo Cavaleiros e Escudeiros, que
é o capítulo 27 de Mobdick, onde uma
tripulação eh dispa, né, eh, Kikeg com
seus rituais
pagãos, Tego com sua lança fiada, Dagu
com sua força de titã, forma uma
fraternidade meio improvável ali naquele
naveio unida não por mérito,
Mas por um grande chamado. Essa
tribulação é Israel, um povo diverso,
imperfeito, escolhido pela soberania
para refletir a glória de Deus, como em
Ezequiel 29, o que fiz por amor do meu
nome, para que não fosse profanado
diante das nações. Então a gente aqui se
prepara porque esse é um mosaico de
vozes e pecados e o que encontramos é o
Deus que escreve sua lei em pedra, mas
sustenta um povo rebelde pela graça que
é inquebrantável.
Em Mobdi, o Picot é mais que um navio, é
um microcosmo, uma arca de culturas
colidindo sob o comando de Acabe. No
capítulo Cavaleiros e Escudeiros, Melv
apresenta os
arpuadores. Que que é eh que que é e o
canibal de Rocovoco com tatuagens que
contam lendas? Táego, o índio de Grey
Hid. cuja lança corta como um raio. E
Dagu, o africano gigante, cuja risada
ecoa como trovão. E o Ismaelhe observa,
que estranha companhia, ele pensa. E no
entanto, navegamos juntos como se o mar
nos tornasse um. Uma união improvável é
a aliança de Deus com Israel, queridas.
Um povo chamado do deserto, não por
justiça, mas por graça. Como em
Deuteronômio 97, desde o dia em que
saíste do Egito, rebeldes fostes contra
o Senhor. Você vê, nunca é por mérito
que Deus está salvando Israel e levando
adiante. A soberania no Sinai e no
deserto é Deus forjando um povo diverso,
como a tripulação do Picot, para
carregar sua glória, mesmo quando dançam
ao redor do bezerro.
de de
ouro então no monte Sinai, o céu é fogo
e a terra treme. Deus desce e sua voz
grava a lei em tábuas de pedra. Não
teráis outros deuses diante de mim. Não
faráis imagens de escultura. Êxodo 20
verso 3. Essa lei não é um julgo, é um
espelho refletindo a glória de Deus. Em
Mobdik, eh, que Keg com o seu ídolo Iojo
parece distante do Sinai, não é? Mas seu
ritual noturno, acendendo velas,
murmurando cânticos, é um eco torto do
desejo humano por algo
maior. Ismael, ao vê-lo, ele pensa, ele
busca o divino, mas no meio das sombras,
no meio das trevas. Assim, Israel eh eh
chamado a adorar Yavéas, tentado por
ídolos, adorando
eh touros, como Êxodo 32, onde constrói
o bezerro de ouro. A soberania no Sinai
é Deus dizendo: "Eu sou o teu tesouro,
nenhuma imagem me substitui." Como em
Madmex, né, estrada da Fúria, acho que é
de 2015, onde Furiosa grita: "Não temos
outro lar senão este". E aé é o lar de
Israel e a lei é o mapa de quem eh ele
é. Êxodo 20 verso 5 revela o cerne. Eu
sou o Senhor, teu Deus, Deus
zeloso. Esse zelo não é ciúme mesquinho,
é amor, como um esposo que deseja
alegria plena de sua esposa. CS
LS em reflexões sobre os Salmos, né, de
58 escreve: Deus nos quer inteiros,
porque só ele satisfaz.
É por isso que ele não quer pedaço de
nós, mas nós inteiramente. A lei é a
soberania moldando um povo para louvar.
Como no Salmo 100 verso 2, servi ao
Senhor com
alegria. No Picot, a tripulação, apesar
de suas diferenças, trabalha em harmonia
quando corta a baleia que pescaram. E
Kikeg ora, Tastitego corta, Dagu ri,
Ismael nota. Somos pagãos, mas o mar
está nos unindo. Assim, Israel, rebelde,
mas chamado a refletir a glória de Deus,
como Isaías 43:21, este povo que formei
para eh celebrar o meu próprio
louvor. Então, eh o deserto é um crisol,
assim, não é? Eh, Israel falha em cada
prova ali. Em Números 14: 11, Deus diz:
"Até quando este povo me desprezará?"
Eles murmuram, eles cubiçam, eles
constróem ídolos, como em Êxodo
32:1, fazem-nos deuses que nos guem. No
picot, a tripulação também vacila.
Quequeg se isola com yo? Tastego
resmunga contraabe. Dagu questiona o
rumo. Ismael escreve: "Somos um navio,
mas nossos corações puxam em direções
opostas". Assim Israel, como em
Deuteronômio 9:7, rebeldes fostes contra
o Senhor. A soberania no deserto é Deus
enfrentando aquela rebelião, não com
destruição, não com justiça, mas com
graça, como em Números 14:21. Tão certo
como eu vivo, toda a terra sentirá da
glória do Senhor, mas nenhum desses
rebeldes verá a terra prometida.
Ezequiel 13 revela o porquê. A casa de
Israel se rebelou no deserto, mas o que
fiz foi por amor do meu nome, para que
não fosse profanado diante das nações.
Deus poupa Israel, como o Picot segue
navegando, apesar das
tensões. Em delastavos, Joel protege não
por ela merecer, mas eh por sentir que
há um propósito. Ele diz: "Você é minha
missão mesmo quando eu não entendo". A
soberania é essa missão. Sustentar um
povo imperfeito para glorificar um Deus
perfeito para a glória da sua graça.
Queegue com seu iojo é Israel com o
bezerro. Testego com sua lança é o povo
murmurando. Dagu com sua risada é a
esperança que persiste. A graça de Deus
como no Salmo 1068 é clara. Ele os
salvou por amor do seu
nome. O picot é uma babel flutuante,
assim, tem pessoas de todas as as
etnias, não é? Canibais, índios,
africanos, brancos, todos
sobés. Ismael
eh se maravilha como o mar junta o que a
terra separa. na terra, nós estaremos
totalmente distantes uns dos outros.
Essa união é a aliança de Deus com
Israel, um povo chamado para ser
diverso, como em Isaías 43:7, a todos os
que são chamados pelo meu nome, eu criei
para minha glória. A soberania no Sinai
e no deserto é Deus forjando uma
fraternidade, não por semelhança, não é?
Mas por causa do chamado, o que une os
filhos de Deus no mundo, não são a sua,
eles eram semelhantes, não são
diferas, nações, mas o que os une então
finalmente é o chamado soberano. Em
Êxodo 19:5, Deus promete: "Sereis a
minha propriedade peculiar dentre todos
os povos". No Picot, Kik Keg partilha
sua pipa com Ismael. Tastego ensina a
afiar a lança. Dagu carrega os fardos.
Eles são um como Israel é um apesar de
seus
pecados. Em o nome do vento, né, que
vode diz: "Somos mais fortes juntos
porque nossas histórias se cruzam".
Então, a soberania cruza as histórias de
Israel, eh, que tinham o quê? Pastores,
escravos, rebeldes para formar um povo
que louva. Ezequiel 20 diz a partir do
21, né? Os filhos se rebelaram, mas
detive a mão por amor do meu nome.
Então, a tripulação do
Picod, Picode com seus rituais e
conflitos é Israel no deserto eh
imperfeito, mais
escolhido. Eh, em Avatar, eh, Jake Unius
Nave, ele diz: "Não somos iguais, mas
nosso propósito é um. A soberania no
deserto é Deus unindo um povo para sua
glória. Como no Salmo 147 diz: "O Senhor
se agrada dos que o temem e ele vai
levar todos o que eles escolheu a
temerem e o seu nome e viverem para sua
glória e desfrutarem da sua glória. Por
que Deus não destrói Israel?" A resposta
está em Números 14:21. Toda a terra se
enchirá da glória do Senhor. A rebelião
é o pano de fundo para graça, como o
deserto é o palco para
paciência. Em Mobdic, o Picot enfrenta
tempestades, mas segue porque o mar como
Deus é maior que seus
conflitos. Ezequiel 20:14 diz: "O fiz
por amor do meu nome". A soberania é
Deus sustentando Israel como Picote
sustenta sua tripulação para que sua
glória
brilhe. Em Interestelar, Cooper diz:
"Nós somos o plano mesmo quando
falhamos. A igreja é o plano mesmo
quando a igreja está falhando, né?
Israel falha, mas é o plano. A graça no
deserto é o nome de Deus, como em Isaías
63:14. Guiaste o teu povo para te
criares um nome
glorioso. Que Keg, Tastego, Dagu com
suas falhas, são Israel e o Picot. É o
deserto onde a soberania foge um povo
para
louvar. Como em boema, um episódio, não
é? O Fred Mercury canta: "Quero ser
livre, mas só tu me libertas".
A lei aponta para glória, o deserto para
graça. Vocês já sentiram essa paciência,
não é? Um momento em que falham e
falharam e falham e falham, mas uma mão
invisível os segurou com Israel no
deserto, como o picote no mar, não é? O
picote segue. Sua tripulação está unida
pelo mar. Eles mesmos seriam eh como
Ismael disse, a terra ia nos separa, mas
o mar está nos unindo. Então, apesar de
seus pecados, eles estão juntos. Assim
Israel, forjado no Sinai, sustentado no
deserto para a glória de Deus.
Em primeira Pedro 129, a gente lê: "Vós
sois povo de propriedade exclusiva de
Deus para proclamar suas
virtudes." A
soberania na lei e no deserto é esse
chamado como Kikeg, Testego e Dagu
diferentes, mas um no Picot. Mas a
jornada não para. O deserto leva à terra
prometida, onde a soberania luta por
Israel, não por justiça, mas por graça
soberana. Então, a gente deve estar
preparado porque a gente vai parar em
Canaã, onde o Deus que escreveu a lei
derruba as
nações ali para sua glória. E a gente
continua a navegar porque a aliança do
Picot nos nos chama e o Deus da
soberania é que está conduzindo a
história. Ele está no leme, não é?
Como ali no eh no picot. Então pensem, o
sol queima como um forno, a poeira sobe
em nuvens. Israel, um povo de pastores
nômades, não é? É tudo que eles
fizeram. Marcha para Canaã, a terra
prometida, onde muralhas se erguem como
de Jericó, como titães e reis pagãos
afiam suas
lanças. Mas uma voz invisível ressoa
mais forte que o gangor das espadas.
para que todos os povos da terra
conheçam que a mão do Senhor é forte.
Josué
4:24. Queridos, não estamos apenas
navegando o mar turbulento de Mob Dick.
Estamos no coração de uma conquista
visceral, onde hum a soberania divina
move exércitos, derruba nações e forge
um povo para sua glória. Não por mérito,
mas por graça. Esqueçam o púlpito lá que
ficou para trás do pastor Maple, o
mastro solitário de Ismael, a cabeça da
baleia, o chamado do albatrois, a fúria
do mar vermelho ou a aliança do picot,
porque agora a gente tá no convé
ensanguentado no capítulo corte da
gordura, capítulo 67, onde os baleeiros
do picot com facas afiadas e mãos suadas
transformam o caos de uma baleia morta
em óleo brilhante.
Um trabalho sujo que ilumina o navio e
vai iluminar eh cidades. Essa tarefa é a
conquista de Canaã, onde Deus com mão
soberana corta o caos das nações para
extrair a glória do seu nome, como em
Deuteronômio 9:4. Não é por causa da tua
justiça que o Senhor te dá esta terra.
Não é por que você merece, não é? é por
graça. Então esse é um labor de sangue e
luz. E o que a gente encontra é Deus que
luta por seu povo não para premiar seus
méritos que eles não têm, mas para
proclamar sua
majestade. Em Mobdick, o capítulo corte
da gordura é um ritual operário onde a
baleia pendurada no lado do picot é
desmontada por marinheiros suados.
Ismael ele descreve: "O convés é um
matadouro. O sangue escorre, mas o óleo,
esse ouro líquido brilha como uma
promessa. Os baleeiros eh que Keg com
sua força, Testego com sua precisão, os
outros grumetes com seu esforço cortam a
gordura em tiras, derretem elas em
caldeirões fumigantes e o óleo de
espermacete ilumina o navio. Esse
trabalho brutal e sagrado, entre aspas,
é a soberania na conquista. Deus, como
um mestre baleheiro, corta o caos de
Canaã, extrai a ordem e faz brilhar sua
glória. Josué 23:9 proclama: "O Senhor
expulsou de diante de vós grandes e
fortes nações. Ninguém vos
resistiu. O óleo é a glória, não é? A
conquista, o labor, Israel, os operários
escolhidos, não por justiça, mas por
graça. Canaã não é um presente fácil.
Suas cidades são fortalezas, seus reis
são gigantes. Mas Deus comanda: "Sede
fortes, porque eu entrego a terra nas
vossas mãos". Josué 16.
As águas do Jordão se abrem em Josué
3:15, que é um eco lá do Mar Vermelho.
Israel entra eh a com os pés secos
construindo um memorial de pedras em
Josué 4:21, para que todos os povos da
terra conheçam que a mão do Senhor é
forte. No Picot, o corte da gordura é
igualmente brutal. Ismael ele narra: "O
navio balança com o peso da baleia, as
facas cortam, o cheiro de sangue e óleo
enchem o ar. Cada golpe é um ato de
ordem, transformando o caos em luz
depois. Como Deus transforma Canaã em
terra prometida.
Em Apocalipse N, acho que um dos maiores
filmes de guerra, né, de
1979, Willard, ele murmura: "O horror
tem um propósito, mas só os fortes o
vem". A soberania na conquista é esse
propósito. Deus luta não para premiar
Israel, mas para proclamar sua glória.
Deuteronio 9, a partir do 4 é claro, não
digas por causa da minha justiça o
Senhor me trouxe a esta terra. Pela
maldade dessas nações, o Senhor as lança
fora. E porque tu és povo de dura
serviz. Israel não merece Canaã. Israel
não merece nada. Como os baleieiros não
merecem o óleo precioso da baleia. Ambos
recebem por
graça. Gênesis 15:16 explica: "A
iniquidade dos amorreus atingiu seu
limite. Deus julga as nações por
justiça, mas salva Israel por graça
soberana, por misericórdia, como em
Josué
23:11. Empenhai-vos para amar o Senhor
vosso Deus". No picot o óleo brilha,
porque os baleheiros trabalham, mas o
mar não eles deu a baleia. Assim é a
soberania. Deus dá a vitória, como em
The Haven, onde Glass sobrevive. Ele
diz: "Não foi minha força, foi algo
maior. Israel não é puro." Deuteronômio
9:7 acusa: "Desde o Egito rebeldes
fostes contra o Senhor. Eles murmuraram
no deserto, adoraram ídolos, desafiaram
Moisés. Por que então eles entraram em
Canaã?" Ezequiel 29 responde: "O fiz por
amor do meu nome, para que não fosse
profanado". No Picot, os baleeiros
também falham, grumetes brigam, Kikeg se
isola, Téego reclama. E então Ismael
reflete: "Somos uma ralé, mas o óleo
brilha mesmo assim sobre nós." Então, a
soberania na conquista é Deus usando um
povo imperfeito para sua glória, como no
Salmo 106, verso 8. Ele o salvou por
amor do seu nome. Em Mistborn eh de
2006, o vin descobre: "Não sou herói,
sou escolhida apesar de
mim". Israel é vim escolhido apesar da
rebelião. Josué 779 mostra o desespero
de Josué após a derrota em Ai, que farás
ao teu grande nome? A soberania responde
com vitória, não por Israel, mas por
Deus, como em Romanos
9:22,23, suportou os vasos de ira para
dar a conhecer as riquezas da sua glória
nos vasos de misericórdia. É por isso
que Israel não é destruído, porque ele é
um vaso de misericórdia, de graça
soberana.
Então, o óleo do Picot brilha não porque
os baleeiros são perfeitos, mas porque o
mar é soberano e o óleo da baleia é um
presente que eles não criaram. Vocês já
sentiram essa graça? Vocês estão em
Cristo? Não é um momento em que falharam
e falharam e falharam, mas uma vitória
veio, não por vocês, mas por um plano
maior do que vocês que vai glorificar
eternamente o nome de Deus.
E a conquista não é o fim, é apenas um
meio. Josué 22:5 comanda: "Achegai-vos
ao Senhor e servio de todo o vosso
coração". Canaã foi dada para
Israel para que Israel ame como em
Deuteronômio 3:20, porque o Senhor é a
tua vida.
No picot, o óleo ilumina o navio, mas
seu propósito é maior, sustentar a
missão. Ismael, ao ver o óleo brilhar,
pensa: "Todo esse trabalho para quê?
Para iluminar o próprio mar". Assim é a
soberania. Deus dá Canaã para que Israel
louve. Como no Salmo
73:26. Deus é a minha herança para
sempre. Em o Senhor dos Anéis, Aragónia,
ele diz: "Lutamos não por glória, mas
por amor". Israel luta, mas o amor ao
Senhor é o propósito. Como em Josué
23:11. Guardai a vossa alma para amar o
Senhor. A soberania na conquista é Deus
forjando um povo que adora, como os
baleheiros que exaustos olham o óleo e
sentem: "Valeu a pena".
Deuteronômio
33 29 celebra: "Feliz és tu, ó Israel,
povo salvo pelo Senhor". O óleo é a luz,
Canaã é a terra, a glória de Deus é o
louvor, né? Como em Viva lá, não é? Do
Code Play, eh, ele canta: "Eu governava
o mundo, mas agora sirvo um rei maior".
E por que Canaã? Josué 4:24 responde:
"Para que todos os povos conheçam que a
mão do Senhor é forte. Por que haverá
uma igreja? Porque haverá um povo remido
no céu para mostrar a glória de Deus
assim, a glória da sua graça. A
soberania na conquista é Deus cortando
caos, como os baleheiros cortam a
gordura para extrair glória. No caso
deles ali, o óleo que dá a chama.
Ezequiel 20:14 diz: "O fiz por amor do
meu nome". Isso é repetido em toda parte
na Bíblia. No picot, o óleo brilha não
para os baleeiros, mas para o navio,
para o mar. Assim a Canaã dada para que
o nome de Deus recuei como em Isaías
60:21. serão obra das minhas mãos para
que eu seja
glorificado. Em Duna, Pides vê, o
deserto não é nosso, nós somos dele.
Canaão não é de Israel, é de Deus. A
soberania usa um povo rebelde, como os
baleieiros imperfeitos, para proclamar
um nome eterno. E Paulo diz assim em
Romanos 9, né, 23, deu a conhecer as
riquezas da sua glória nos vasos de
misericórdia. Você vê o propósito final
não era os vasos de misericórdia. Deus
deu a conhecer as riquezas da sua
glória. Esse era o propósito. Nos vasos
de misericórdia. O óleo ilumina. Canaã
brilha, mas quem é glorificado é Deus.
Como emest Kingdom. E Ultred diz: "Luto
por um rei que não mereço, mas ele me
escolheu". Israel luta, mas Deus vence.
E Deus vence para sua glória. E é assim
que cada um de nós é mais do que
vencedor em Cristo. O picote segue, o
óleo brilhando no convés, o trabalho dos
baleheiros completo, mas a missão
continua, a história continua. Assim a
Canaã conquistada, mas o louvor é o
propósito. No Salmo 96:1 a gente lê:
"Exultem os campos e todo o que neles
há". A soberania de Deus na conquista é
o óleo da glória, extraído do caos para
iluminar o mundo. Mas a história não
para. O povo de Canaã enfrenta juízes,
reis e sua própria rebelião, onde a
soberania continua a lutar e a
vencer num povo que só merecia a ira e a
justiça de Deus. Então, a gente deve se
preparar, né, e termos uma nova parada
nesse tempo dos juízes, onde Deus, que
deu Canaã, sustenta um
povo na
maior e completa
anarquia. E a gente avança porque o óleo
da conquista que é de Deus e não nossa
nos chama. E o Deus da
soberania se mostra realmente eh no
comando e nós podemos ter paz.
Então, há muitos capítulos ainda em Mob
Dick e nós vamos continuar olhando para
eles, mas enxergando a soberania do
nosso Deus em nós, vasos da
misericórdia, que não somos o propósito,
somos o meio de Deus mostrar a glória da
sua graça.
a
paz,
busca a
luz
[Música]
santidade ao
[Música]
Senhor. Não sou quem devo
ser, não sou quem quero ser.
Mas pela graça sigo firme na estrada do
meu
[Música]
rei. Luto contra o que
sou, o que fui, o que há em mim.
[Música]
Mas o teu amor me cerca e me chama a
[Música]
prosseguir sem
pureza sem o santo.
[Música]
Ninguém
verá o
[Música]
Senhor, mas o teu
sangue me
veste e me faz
filho do amor.
[Música]
Vejo trevas ao
redor. Vejo lutas dentro em
mim, mas tua mão me sustenta e me ergue
no caminho.
[Música]
Há um fogo dentro,

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