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A fé vem pelo ouvir

Página Virada | Cap 5 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"

Página Virada | Cap 5 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"

Página Virada | Cap 5 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"

No episódio de hoje do Página Virada, transmitido pelo canal da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia (PIPG), mergulhamos no coração da formação espiritual proposta por James K. A. Smith no livro Você é Aquilo que Ama.

O que você vai descobrir neste programa?

➡️A imaginação como fundamento da fé
“O culto forma nossa visão de mundo no pré-consciente.”
Como a liturgia molda não apenas nossa mente, mas nossa identidade mais profunda.

➡️A estética da adoração
“Somos criaturas estéticas, não apenas racionais.”
Por que corpo, sentidos e arte são essenciais para um culto que transforma desejos.

➡️O enredo do culto
“Reunir, Ouvir, Comungar, Ser Enviado.”
Como essa sequência narrativa reconstrói nossa identidade cristã, passo a passo.

➡️A prática além da teoria
“O culto não se aprende só lendo sobre ele.”
Por que participar ativamente da liturgia é um treino espiritual – mesmo quando não “sentimos vontade”.

➡️Confissão e libertação
“As pessoas querem confessar — mesmo sem saber.”
O poder evangelístico e curador de reconhecer nossa fragilidade.

➡️Culto como discipulado contínuo
“Quem adoramos molda o que desejamos.”
Como o culto semanal recalibra nosso coração para o Reino de Deus.

➡️Pergunta final para reflexão:
“O culto que você vive está moldando seu coração para amar o Reino… ou para amar outra coisa?”

Não perca este debate urgente sobre como nossas práticas de adoração podem nos transformar – ou nos desviar.

Assista, compartilhe e reflita conosco!
📺 Ao vivo no canal da PIPG
⏰ Hoje, às 19h30

#PáginaVirada #PIPG #VocêÉAquiloQueAma #Culto #FormaçãoEspiritual #Liturgia

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Estou
aqui. Olá, olá, boa noite. Sejam todos
bem-vindos a mais um programa do Página
Virada. Estamos na nossa segunda
temporada e é um prazer estar com vocês
nessa noite junto aqui com os meus
companheiros. Hoje a gente tá bem bem
unidos, né? Somos próximos. Um
André, Gustavo, Leolair e eu sou a
Bianca. Somos da Primeira Igreja
Presbiteriana de Goiânia e estamos aqui
para mais alguns debates calorosos. Se
bem que acho que o da semana passada foi
o mais, né? Então hoje vai ser um pouco
mais light, se Deus quiser. Acho que
sim. Eu acho que sim. Sabe não. Vamos
ver, né? Gustav Gustavo promete. É, tem
uma coisa que sempre sempre acontece
aqui, né? É interessante, cada um faz a
sua leituras. Já, já pararam para pensar
nisso, né? E aí Deus vai costurando aqui
a nossa interpretação. Verdade. Vai para
quem chegou hoje, sempre bom lembrar,
estamos trabalhando a partir dele, tá?
Não é exatamente um clube do livro que
vai resumir, esmiuçar a leitura, mas a
gente tem um livro como base para as
nossas discussões, né? Entender o nosso
contexto contemporâneo a partir de
leituras bíblicas cristãs reformadas,
né? E esse é o livro Você é aquilo que
ama do James Smith. Nós estamos no
capítulo C cinco, né? O que vai nortear
hoje é o capítulo cinco. Mas antes da
gente entrar nesse asso, aliás, só para
deixar intrigado, hoje nós vamos falar
de liturgias domésticas,
meio assim, né? Ah, é culto doméstico.
É, mas não é só isso, né? Ele tá, tá.
Vamos lá. Leir quer fazer um
resumo, um resumo aí de onde a gente
partiu. Gustavo e André vão ajudando e
vamos. Começamos lembrando, né, a
construção do da a história desse livro,
né, que você é. Nós não somos coisas
pensantes, nós somos amantes. O nosso
coração, ele precisa ser recalibrado.
Então, nós, aliás, porque nós precisamos
eh apontar para o telos, para aquilo que
nós somos criados. Nós somos criados
para amar. Nós amamos a Deus e só nele
nós vamos conseguir cumprir esse telos,
né? é o que o livro trata até o capítulo
dois. Aí a gente falou a respeito da,
acho que achei muito interessante, foi
na o programa passado, a história em que
nós estamos inseridos, então a narrativa
em que nós estamos faz toda a diferença,
eh, trazendo a a essa essa narrativa em
que nós estamos inseridos, o nosso
coração eh vai sendo recalibrado também
dentro dessa narrativa. Não sei mais o
que isso. episódio passado, nós entramos
num assunto de como que o
culto eh doutrina nossas vidas. A
liturgia do culto, liturgia do culto. Aí
nós entramos num embate que eu, eu, eu e
Gustavo céticos com respeito, como
funcionaria isso, nós não conseguimos
enxergar. Leulau aí defendendo o o James
James. E no final a Bianca através de
todo seu conhecimento de marketing, de
formação, de opinião e de
desejos, amoleceu o coração meu do
Gustavo. Nós começamos a concordar um
pouquinho com a
Leolaí. De sorte nós não saímos brigados
um com o outro. Com certeza não. E você
sabe que eu li o capítulo de novo. Não
mudou ideia.
tentar ver se você conseguia fazer a
leitura deles, né? Pera aí. Será que tem
que realmente conseguir não, porque a
dureza do coração, do coração.
É, mas acho que ele ele coloca, ele
define o culto público, né? Isso. E e
nas nos critérios que ele estabelece,
né? que são essenciais numa liturgia
adequada de culto como sendo o coração
do discipulado. Isso porque da forma
como ele coloca, e nisso a gente
concorda, é que o culto público ele é um
elemento essencial usado por Deus, o
principal para recalibrar o nosso
coração. Exato. Porque ali ele apresenta
a liturgia essencial da nossa identidade
enquanto adorador. Uhum. onde quem eu
sou, onde eu estou e para que eu existo
e qual o que papel eu cumpro aqui,
exato. Como que eu me vejo no meio dessa
comunidade, né, desse povo cristão. E aí
ele termina fazendo essa proposta, né,
da gente entender exatamente para que
serve o culto e ser intencional na
maneira como a gente faz o culto, né?
Mas aí ele, aí ele começa o cinco
falando o quê?
Guarde o seu coração. Guarde o seu
coração. Que a gente tem o culto como
sendo a liturgia com L maiúsculo. Uhum.
Mas que não para aí. Exato. Porque 1
hora 2 horas por semana não são
suficientes de jeito nenhum. Vai dizer
levar uma vida litúrgica correta em
nossos lares. E também nos nossos lares
ele divide em dois, né? O casamento como
uma unidade ali, as duas as duas
referências, né?
O casamento e o batismo e o batismo. Aí
ele fala a vida conjugal e a vida de
ensino dos filhos. Uhum. Formação,
formação doutrinária dos filhos, né?
Preparação paraa vida cristã. e a
reorientar novamente, fala novamente
sobre como
reorientar a bússola dos filhos frente à
enchurrada de liturgias que o mundo
oferece para essas crianças,
adolescentes, jovens. OK.
Gustavo, você é um cara que não tem uma
rotina tranquila, uma carga horária
light, assim, fala um pouco pra gente
assim de como que é
fácil a
gente eh, como se diz, a gente ter uma
fé confessional, né, uma identidade
enquanto adorador. confesso isso, mas a
minha vida prática às vezes pode se
desviar daquilo que eu
confesso. Eu penso que a gente tem que
viver com propósito, né? Eh, e muitas
vezes o trabalho quando você enxerga
como um
propósito, você consegue praticar o
cristianismo nesse propósito, né? Agora
é difícil a liturgia do lar, porque a
gente chega cansado, sai cansado. É uma
rotina pesada, né? Uhum. e você ensinar
nos seus filhos e estar com eles é
difícil. Então é, não é fácil, é um
desafio, né, pra gente ter esse tempo de
qualidade com os nossos filhos.
E é muito interessante a forma como ele
coloca que o lar deve ser uma
continuação dessa vida de adoração que é
ensinada no culto público. Então a gente
passa por esse, eu reformo lá, eu
relembro lá e eu pratico novamente e o e
o fato de ser
coletivamente até reforça, né, esse
aprendizagem. Esse dentro desse contexto
que você tá falando de de continuação,
né, ele inicia o capítulo falando de uma
uma continuação e que é como se fosse
uma herança, né, que nós
amamos nos amou. E aí ele coloca uma
história muito interessante que da mãe
da mãe, né? É. da mãe que ela olha para
pro bebê, vai olhando pro bebê e vai
amando, né? E aquela coisa que a mãe ama
mesmo se ela não engravidou, ela já está
amando. Quando chegar, ela já tá amando,
né?
E depois a criança vai lá, dá aquele
sorriso, ou seja, ela ela como se ela
tivesse ali retribuindo o amor que ela
recebeu primeiro. Aí ele coloca que Deus
nos amou primeiro e aí pelo fato dele
ter nos amado, ele nos ensinou a amá-lo
também. Sim. E ele graciosamente nos nos
lembra semanalmente no culto bíblico
público do como é esse amor e como que
ele deve ser exercido também, né? Isso.
Mas você falou um negócio de 1 hora e
meia por semana ser o suficiente. Ele
até fala um negócio lá que aos domingos
assim, a gente é um ser litúrgico e
durante a semana somos coisas pensantes.
Essa dicotomia assim ela causa
disparidade, né? vezes. E aí isso causa
um negócio na cabeça dos filhos. Eles
enxergam isso. Eles enxergam com
cerreja, ó, nó chega em casa é pronta
para tudo queelado, é agressividade.
Eles percebem isso. É lógico. É, eu
entendi aqui que ele coloca algumas
liturgias domésticas, né, de celebração
de festas. Uhum. Como Páscoa, Natal,
você fala até quaresma aqui. Isso. Isso
é interessante isso, sim. Eu acho que é,
né? Você vê que, por exemplo, nas festas
judaicas são muito sensitivas. Uhum. Né?
O peçar mesmo é muito sensitivo. Para
ilustrar a história, eles sentem o
gosto, né? o sabor, as ervas armargas
para ilustrar o tempo de escravidão.
Eles têm um copo com água salgadas que
eles molham um rabanete para sentir o o
sal que simboliza as lágrimas do povo
durante a escravidão, o pão asma ou sem
fermento que ilustra eh a saída
apressada do Egito. Então são festas
ilustrativas e muito didáticas.
E essa e essa
constante
repetição e a gente lembrando o que que
aquilo significa. É, eu tô relembrando
aquilo que deve ocupar valor no meu
coração, né? É, além de pregando também
o evangelho novamente, eh, dessa com
esse ele coloca algumas práticas até
criativas, tipo a no batismo o pessoal
recebe uma vela e cada ano que passa ele
comemora soprando aquela vela como se
fosse o meu novo nascimento. Eu tenho
tantos anos de vida só para lá o
contexto todo que eu acho que ter um
pouco a ver com a com a igreja acendem a
vela. acende não, ele ganha no batismo,
leva um ano depois ele volta, mas ele
volta e acende a vela. Acho que tem uma
coisa ali um pouco da doutrina ali
litúrgica deles ali que tem aquele
negócio, né? Por exemplo, filho,
criança, eles aprendem muito com o
visual, né? Tanto é que você vai dar
aula para uma criança, você tem que
colocar figuras. Sim. Para que ele possa
entender. E outra coisa, é o praticar,
né? Eu eu me lembro de uma situação que
aconteceu um dia, tava numa clínica no
esperando, né, na espera, na sala de
espera e o Otávio tava com seis para 7
anos, eu acho, e ele começou a
reproduzir a história todinha
do filho pródigo, né? E aí ele foi
fazendo, foi fazendo e foi recontando. E
foi isso. Ele tava fazendo bagunça para
lá, para cá. Eu falei: "Gente, ele tá,
ele tá contando a história todinha". Aí
eu cheguei depois pra professora do
culto noturno, né? No falei: "Qual a
história que contou? Domingo foi do
filho pródigo, né? Ela foi. Eu falei:
"Pois o Otávio contou ela todinha". Ela
falou: "Ai, porque eu usei ele como o
personagem". Aí ela deu o papel,
explicou o que que ele tinha que fazer e
ele encenou a história todinha. O fato
de ter esse ritual participando do
processo faz toda a diferença. Aqui eu
uma coisa que eu percebi assim, eh, é o
quão é bom ser um casal, né? a mulher e
o homem, porque eu não tenho, eu não
tenho talento nenhum para criar essas
coisas.
Se não for a minha esposa para criar
essas coisas lá em casa, contar eh eh no
culto eh em casa contar a história de um
jeito mais lúdico, eu não tenho talento
nenhum que você tem, Gustavo? Eu eu eu
fui tenho que pareça, né? É, eu não
tenho. Agora, Bianca, professora também
escola medical. Você também foi
professor escola de criança? de cri
agora assim fazer eu contar pro menino
para criancinha fazendo aquele
vozinha não.
Mas é, eu acho que é interessante isso
aí é o é a cantiga que ele fala, a
canção do lar, é aquele cantarolar que
todo, toda a casa tem. Mas eu acho antes
de chegar lá no fim que vocês já estão
falando, é, vocês estão lá nas nos
exemplos práticos, eu eu achei um
negócio legal. Ele ele propõe essa
auditoria, é auditoria nas suas
liturgias do
lar. Eu amo a palavra auditoria, né,
gente?
Ele fala, é um convite para que façamos
um tipo de auditoria litúrgica de nossas
casas. Isso, isso é tão importante. Por
quê?
Porque o ritmo frenético de nossa vida
nos leva muitas vezes a adotar rotinas
sem maior reflexão e essas rotinas se
tornam rotinas consagradas e a gente
parte do pressuposto de que são apenas
coisas que nós fazemos e a gente vai
fazendo, né? E vai fazendo e a gente se
esquece de que as coisas que fazemos
fazem algo em nós. Isso. Isso. E elas
vão definindo coisas do nosso coração,
né? E e aí a gente tem que ser
relembrado, né?
até que é mais fácil aprender com a
prática do que conhecer. Isso, mas eu
vou falar uma coisa assim, que pode
discordar dele aqui. Pode. Claro,
não pode também. Eu gosto. Pode
discordar, mas com respeito. A gente tá
aqui porque assim, eh, eu acho que é
muito importante a gente ter momentos de
alimentar, alimentar nossos filhos do
ponto de vista intelectual, entendeu? Eu
acho que desvaloriza muito isso. Eu eu
penso que é até mais importante que
essas liturgias na minha
opinião. Cuidado com a Bianca. Eu acho
que é importante você dar uma cosmovisão
certa. E essa cosmovisão é através de
estudo de intelecto. Quer dizer, você
alimentar o intelecto não é palito o
cérebro não palre não. Mas o que que ele
coloca? Não é só coisa. Mas se for
colocar as duas coisas, para mim o mais
importante é o conhecimento. Sabe o que
que eu acho, Gustavo? Acho que caiu no
que eu acabei de falar para você. É que
você tem esse talento para conversar com
seus filhos, porque você é um excelente
educador, mas na faixa etária que eles
estão, eles precisam dasar as mulheres
com a com as atividades lúdicas dela,
que elas têm muito mais talento que os
homens. Não, eu concordo com isso. Eu tô
falando que alimentar o intelecto, o
intelecto é uma forma didática, né? Mas
porque tá falando de liturgia, mas
realmente ele tem um pouco de desprezo
pela
tem gosta
muito falo, porque eu vou falar o que
que ele que ele defende do início do
livro falou isso. Você pode ter
ingestões, lá na página
171, você pode ter ingestões bíblicas
diárias, mas ainda assim ter uma casa
cujo ritmo frenético acompanha o mito
consumista de produção e consumo. Você
pode ter versículos bíblicos espalhados
pelas paredes de todos os cômodos da
casa e ainda assim os rituais implícitos
podem reforçar o egocentrismo em vez do
sacrifício. Uhum. não quer dizer, eu
acho, que uma coisa anula a outra e e
que seja muito pelo contrário. Entendo o
que o Gustavo colocou, é porque como ele
vem com essa defesa de que o amor é um
hábito Uhum. e esse hábito repetido,
tanto à nossa volta, sem ser algo feito
por nós, quanto nós praticando, sem
perceber que estamos praticando, e a
imitação, isso vai mexendo com os nossos
valores. Sim. E esse capítulo em
especial mexeu demais comigo também,
porque eu já me peguei inúmeras vezes
Bíblia, Bíblia, Bíblia no menino. Isso é
pecado, isso traz versículo. Vamos pro
versículo agora. Não, deixa eu vou,
deixa eu vou pegar. Já sei qual que a
senhora vai ler. E aí é tal, tal assim.
E aí eu ficava numa frustração, sabe?
Tipo assim, gente, eu tô falando Bíblia,
tudo bem que nós não temos o poder de
produzir fruto, né? É o espírito que faz
isso. Mas se você parar para pensar qual
que é o conjunto de liturgias no
restante do tempo que eu não estou lendo
Bíblia com eles e confrontando, que tipo
de valores que a gente tá mostrando?
Uhum. Sabe assim, o que que os o pai e a
mãe mostram que tem muita importância no
dia a dia? No dia a dia. É a agenda,
é a aplicação nos estudos. Normalmente
para filha aplicação no estudo, né? Você
fica em cima disso. Isso é o que você
prioriza mais na vida do menino. Se você
não estudar, você não vai ser nada na
vida. Você tem que estudar. Mas sabe o
que acontece? Eu acho que virando elas
para eles aqui.
Gustavo, sabe que eu acho que acontece?
Por exemplo, eu e você, talvez a gente
tenha mais ou menos o mesmo
comportamento em casa. Eu tento
doutrinar os meninos dentro de uma
cultura, uma cosmovisão
cristã. Às vezes até sem eles perceberem
eu faço isso. É tipo assim, e eu
aconteceu um
evento, por exemplo, aquele lá no final,
desculpa, Lolí, mas lá no final do
capítulo vai falar sobre o evento lá de
uma criança, né? Isso vai. Então, um
evento trágico. Aham. Aí eu tento
explicar esse evento trágico, por que
que isso acontece? Porque que as pessoas
agem assim, né? Eu acho que esses
eventos trágicos, que impactam as
pessoas, que trazem conversas o dia
inteiro, a semana inteira entre os
colegas, na escola tudinho, e você traz
dentro de casa uma justificativa. Por
que que as pessoas agem assim? Quais o
castigo delas? se não forem castigado,
pô, mas não vão ser castigado aqui na
terra, vão viver imunente, vão, mas a
vida deles não acaba aqui. Eh, a nossa
vida é imensa, a eterna, mas a terrena é
só um trquinho assim, ó. Às vezes aquele
aquele bandido, aquele corrupto vai ter
aquela vida cheia de riqueza e muitas
vezes de felicidade, mas vai ser só esse
pedacinho. Ainda tem uma eternidade
inteirinha para queimar. Sim. Sim. E
acho que esse tipo de educação a gente
vai passando de forma intelectual às
vezes, né? mas vai passando e talvez às
vezes eh eh esse tipo de
ensinamento ele não esteja assim eh tão
eficaz numa idade menor, às vezes numa
adolescência, numa juventude, que o pai
às vezes vai conseguir eh eh sobressair
em cima do de uma uma forma bem lúdica
com que a mãe consegue ensinar mais.
Acho que não é só isso, é porque a é eu
concordo com que a gente tem que passar
o ensino intelectual e tudo, exemplos a
gente tem isso, né? Mas ele faz uma
pergunta lá na frente, igual você mesmo
fez, como que a gente faz para criar
seres que amam? Esse é o grande, assim,
eu não quero, eu não quero que meus
filhos estejam na igreja porque virou um
hábito da minha família e isso vem do
meu avô, sabe, do meu bisavô e vem vindo
e virou um hábito. A tradição, o
tradicionalismo, mais do que tradição é
um tradicionalismo. E eu quero que meus
filhos amem a Deus. E eles vão chegar um
momento em que eles vão ver liturgias do
lar que não falam, não cantam na mesma,
no mesmo tom que a minha fé, não
refletem. adoração a Deus, né? Não, não
refletem. Elas são mecanismos que nós
aprendemos, vocabulário que a gente
aprendeu, eh forma de estar eh eh nós
não temos outro programa domingo de
manhã, senão a escola dominical e isso
vira uma um
tradicionalismo frio. Eu quero que eles
amem. Então, mais do que só ensinar
intelectualmente, passar a cosmovisão da
criação, da queda, redenção, é, é, é, é
fazer com que eles amem esse Deus que
nós adoramos. E esse é o grande, nós não
vamos converter, logicamente o coração.
Esse é o grande desafio. Isso. E aí eu
tenho eu vou, desculpa tomar o tempo,
mas assim, eu tenho um exemplo familiar.
Os meus avós criaram meu pai, meus meus
tios e meu pai na Igreja Cristã
Evangélica aqui na Paríba. Só que chegou
um momento na vida do meu pai que ele
começou a ver o seguinte: "Eu gosto de
jogar bola". Minha avó, que coisa mais
do diabo que é isso aí. O domingo, né?
Qualquer qualquer hora homem correr
atrás de bola. Isso aí é coisa do diabo.
E aí meu pai, né? Eu gosto de jogar
cuca. Que que isso? Então assim, tudo
que eu gosto é pecado. Meu pai chegou
numa numa idade, né, de 18 anos e ele
falava que vinha aqui pra igreja, saía
lá da roça aqui no Meia Ponte,
atravessava o Botafogo, lavava os pés,
colocava o botina e vinha pra igreja.
Isso era era normal. Chegou uma hora que
ele falou assim: "U, mas isso isso não
condiz com o que eu vivo lá na minha
casa, porque na hora que os crentes vão
lá, não é assim que a gente não vê
misericórdia". Uhum. Meu pai se afastou.
Não tô, não tô culpando nada disso, mas
é a hora que ele, a pessoa fala assim,
am, isso eu aprendo em casa, isso é
totalmente distoante do que eu ouço
Uhum. Né? E isso é muito ruim. Então, a
preocupação, esse capítulo falou muito
por causa disso, sabe? Porque como você
ter a o mesmo tom, a mesma canção, a sua
casa tem uma
liturgia que as pessoas que visitam vêm
quando vão te visitar. Eh, e eu até vou
eh fazer agora umas umas comparações que
vale a auditoria, né? Então, por
exemplo, é claro que a gente sabe da
importância da aplicação nos estudos,
né? O que que isso vai impactar lá na
frente. É dever nosso ensinar os nossos
filhos a ter responsabilidade com os
estudos. Ah, não, hoje eu não quero ir
pra aula, aula daquela pessoa é chata.
Não, agora se no momento em que, vamos
supor, um filho fala: "Ah, não, mãe,
hoje, hoje é só a aula do fulano eu nem
faltei nenhuma vez esse mês, eu aula
chata. Se eu trouxer a informação de que
não, mas você tem que ser
responsabilidade, senão você não vai ser
ninguém no futuro." Isso é uma visão
quê?
É, tô falando para o mundo, não para.
Isso é de sucesso. É, mas e e ele diante
de Deus, qual que deve ser a postura
dessa pessoa que tá com preguiça, com má
vontade e ainda tá desautorizando a
professora? Eu vou validar isso pensando
que você não vai conseguir alguma coisa
boa? Eu tô ensinando. Uhum. Nesse nesse
dia. A a outra coisa assim, o que que os
nossos filhos ou quem mora com a
gente percebe no nosso dia a dia, que é
o que mais alegra o meu coração e o que
mais tira a minha paciência, o que mais
me irrita, o que mais me frustra?Um.
Uhum. o tempo que a gente gasta no dia
que a gente é muito aplicado para
atingir determinados
objetivos, que tempo que é dado paraa
leitura da palavra, né, para esse
conhecimento e tal, eles vão percebendo
tudo, né, que você falou aí, o exemplo
da professora, é o que ele pede para que
nós façamos, que é uma leitura da
liturgia do nosso dia a dia. percebendo
que você tá falando aí? Nós estamos
muito novos para poder ter filhos, né?
Porque é uma autoridade cristã muito
grande para poder chegar nas conclusões
e lembrar de falar: "Não vou falar que
vai ser um fracasso profissional, né? E
eu tenho que, né, lembrar que a
profissão dele tem que ser para serviço
e glória de Deus. É, a gente não lembra
disso no dia a dia, né? Porque também a
gente vai
absorvendo, né, as liturgias e esses e
esses amores que são colocados ao nosso
redor o tempo inteiro. Isso é verdade.
Eu me lembro uma vez que tive contato
com uma pessoa que nem era da da era
Igreja Católica e essa moça foi me falar
na época do Natal, né? E ela fazia o
como é que chama que a gente faz quando
chega o mês todo do esqueci o termo.
Quaresma. Não, quaresma Natal. Criatura.
Natal. É o Ai, como é que chama? Jose,
ajuda a gente aí. Eh, esqueci, gente,
que você começa o primeiro de dezembro,
você vai fazendo um por dia até chegar o
Natal. Ah, eu sei que você falos
adventos. Os adventos. É. E aí, sim,
isso faz muitos anos, mas cheguei na
casa dela e aí tava a árvore toda de
Natal lá montada e aí ela, nossa, vocês
fazem advento? Não, porque aqui é uma
expectativa. Os meninos ficam numa
euforia quando vai chegar no mês de
dezembro. E aí eu faço aqui em casa, não
é só a leitura da devocional, tem sempre
uma ação prática e um ritual do dia. E
eles ficam numa empolgação, nossa, a
gente passa o mês todo naquela euforia
católica ainda, né, assim, mas é porque
não é tão comum, né? E aí eu fiquei numa
vergonha, eu falei, gente, nossa, eu
acho que assim, a nossa celebração de
Natal cai lá no no no dia
25, você lembra disso, Gustavo? Ela
criou umas coisinhas que tinha, você
lembra disso? Material que era
isso seja um pouco de da cultura
americana também. E nós não temos isso.
E a você tá falando da Lucian e do
Luciano, eles têm também de Páscoa e é
lindo. Quanto a gente, olha, a gente
negligencia demais a Páscoa, as
oportunidades que a gente tem de
ensinar, é o caso, né? Fala disso aqui.
Como se fosse o calendário litúrgico do
ano, né? Isso cria memória afetiva, isso
cria aprendizado, né? Eu tenho boas
lembrões de Natal. Quer dizer, a de
Natal não tem que ter Papai Noel. De
repente a gente pode colocar um
penduricário de cada dia para explicar
alguma coisa, né? Isso, isso ensina e
cria uma memória afetiva muito grande.
Eu eu lembro eu lembro assim na minha
família, a minha mãe ela escrevia peça
de Natal, então a gente começava a
preparar pro Natal em novembro. Ela
escrevia as peças e ensaiava a gente,
porque nós éramos seis filhas, então nós
fazíamos os papéis da peça que ela
escrevia de Natal. Então assim, isso foi
e até hoje é muito forte na nossa
família. Acho que agora a gente vai
falar sobre casamento, batismo. Mas não,
mas é, mas antes tem esse, a gente tá
indo para lá e para cá, mas é bom a
gente voltar no primeiro ponto que ele
colocou, porque ele fala que o culto, o
culto coletivo, ele ele traz importantes
referências do que a gente tem que
aplicar em casa. Uhum. E uma delas é o
batismo. Ele fala inclusive que até o
ato da água, né, esse rito tem algo a
explicar, né? Nós somos lavados, né? E
somos inseridos na família da aliança.
Isso. E nossa, isso mexeu tanto comigo
também quando ele fez essa lembrança. Eu
sei que muitos na nossa igreja praticam
isso, mas eu acredito por ver que a
grande maioria não se lembra que você
nós somos a igreja é a nossa primeira
família. Isso é e é verdade. Por isso é
uma coisa que eu tava, gente, eu tô
esquecendo, estamos esquecendo de falar
dessa parte que falou, porque e quando
eu li isso aqui, a gente a gente esquece
que nós somos uma família, né? Tem até
alguns uma família. É. E aí é muito
exclusivista cada família, cada núcleo
familiar. Eu fico pensando se talvez
eh mais no passado, alguns anos atrás,
havia mais liberdade entre os adultos,
chamar atenção, corrigir as demais, que
hoje tá meio que proibitivo, né?
Perigoso,
né? E e mas assim, isso era um viver em
família cristã, né? Mais do que agora,
né? Isso. Sim. E e hoje hoje tá
precisando mais do que nunca, né? E
assim, eh, eu, eu lembro, quando a gente
leu isso aqui, eu lembrei das palavras
de Jesus, de que ele veio para trazer
espada, para trazer a separação entre
pai e filho, entre nora e sogra. E aí
foi me reforçando a importância que que
tem essa família, a primeira família,
porque realmente é muito mais essa
família do que o próprio sangue, porque
chega às vezes e acontece, eu tenho
sentido isso ultimamente, que que é quem
é de sangue não tem a mesma comunhão que
eu tenho com a família da fé. E a gente
não desfruta como a gente deveria essa
comunhão com a família da fé. a gente
desfruta aqui no culto, na igreja, nas
programações sociais, mas na mas na
nossa vida diária, e que que eu falo
disso? Por exemplo, eu até que tive uma
experiência diferente, porque a eu fui
criada de uma forma assim que era tudo
muito misturado com as famílias da
igreja o tempo inteiro. Eu vivi, eu vivi
isso. Então, até a minha noção de vida
social era toda restrita ao universo da
igreja.
Mas assim, a gente tem essa coisa
de um pouco vem do individualismo mesmo
que o mundo nos coloca e a gente assumiu
isso, né? É. E de colocar assim que eu
preciso prestar conta de ser
bem-sucedido e de ter filhos educados.
Uhum. E são direitos. Então assim, as os
dilemas e as crises que a gente sofre no
nosso ambiente doméstico, não. Ninguém
pode saber isso aqui. Não tem car
blindado do restante da igreja. E ai de
quem deixar escapar alguma coisa. Os
vizinhos estão ouvindo, né? Então assim,
você tá dando mal testemunho, mas eu
abri a o que a gente vive, dividir com
uma
irmã e e e tornar o o meu irmão parte
disso, me ajudar nessa caminhada, a
gente não usa isso, gente. Você sabe uma
coisa que eu reparei
aqui uma coisa que eu reparei na igreja
e e não tô falando que eu não faça isso
e que os meus não façam isso, mas uma
prova disso é o
adoecimento. O que você vê de gente na
igreja que adoece em silêncio, é
verdade, né? Adoece em silêncio. A
igreja não participa do adoecimento dela
com suas relações, com seu cuidado, a
pessoa fica lá escondidinha. Sabe por
quê? Porque o maior pecado que ele fala
aqui é são as famílias em si mesmudas.
Éí, idolatria da família. Mas eu mas eu
acho que a gente tem que caminhar no no
caminho do equilíbrio, porque assim, eu
vejo muita gente que abraça demais a
igreja, participa de tudo, quer ajudar
todo mundo, mas a família fica
escanteada. Uhum. Então existe um
caminho do meio. A gente não, porque
pode acontecer de cuidado, né? Eu penso,
eu penso que a família minha que Deus me
deu para mim ser eh aquele que dirige,
que conduz, ela tem que ser o alvo da
minha atenção mais do que os de fora.
Obviamente os de fora também. Uhum. Né?
Mas eu preciso focar minha atenção no na
minha família. Isso. Isso aí não tem
como discordar. Paulo coloca isso como
suas prioridades. Você não a sua casa,
né? idolatria da família que é o
problema. Mas eu acho que um pouco
também ô Gustavo, a gente não praticar o
aconselhai-vos mutuamente. Uhum. A gente
se protege demais com essa couraça de
que eu preciso manter uma imagem de que
nós não temos falhas. É, né? Não, nós
somos uma família que anda direitinho,
que é preciso tá todo mundo bonitinho,
de repente estoura aí um um pecado, né?
ou um divórcio, fala, mas fulano tão
perfeito. Deixa eu proteger os defeitos
do meu filho, da minha filha, porque eu
quero que case com alguém aqui da
igreja, né? Se eu ficar queimando o
filme deles aqui, né? Pode ser que eu
atrapalhe, né? Não, e até recorrer num
momento de de
de estar precisando de alguma coisa, da
gente estar mais em liberdade de poder
pedir uma ajuda para um irmão. Você pode
vir aqui, não tá passando por tal coisa
e e se abrir mais, tirando essa
necessidade da gente parecer uma coisa
que a gente não é. Ninguém é santo da
maneira como a gente deveria ser. Uhum.
E quando eu coloco essa imagem, nossa,
mas se o irmão souber, né, o que
aconteceu aqui em casa essa semana,
acabou, né? Já vou. Sim. Seis. E não é
só isso. É igual o o André falou, as
pessoas adoecerem porque não usufruir,
não não participa dessa comunhão, não
tem um ombro na igreja para poder pedir
ajuda. Eu, a gente vê quantos pais não
que a gente tá vendo hoje muito que não
que não dão conta do filho. Já viram
isso? Não dá conta do filho e tem
vergonha de pedir ajuda. E não aceita
também. às vezes ainda é pior, não
aceita ajuda. E outro ponto
importantíssimo dessa questão da família
que a gente não pode esquecer, é nós
somos chamados, né? Nós eh somos
inseridos nessa família da aliança, mas
não é para nós mesmos, é para servir. E
aí eu vou eu vou dar uma cutucada
duas coisas. Se você cristão, você tá
ah, pera aí. Uma das melhores decisões
que os pais podem tomar em prol de uma
jornada de fé de seus filhos é
imergi-los. em uma congregação cujas
práticas litúrgicas ponham em ação
exatamente essa narrativa. Exato. Então
a gente tomar cuidado aí as duas
cutucadas que eu quero fazer e vai vou
cutucar mesmo. Você vai cutucar e vai
deixar cutucado ou você vai cutucar
cutucado que nós eu tô preocupado com o
temp. Tá bom. Então deixa cutucado. Pula
primeiro. Se você frequenta uma igreja,
você é cristão, você é reformado, você é
crente e tal e tá anos na igreja, mas
uma igreja que você entra e sai e vai
embora. Uai. tá no lugar. Se você não
tá, você tá com corrente errado. Se você
não tá nessa
família, tá errado. Isso. Você não quer
se inserir, né? É. Se aquilo não faz
parte, aí você aí você vai lá, assiste o
culto, bate o ponto, vai embora, mas
você não tem relacionamento nenhum ali
dentro. Tá errado. Segundo ponto, se
você é uma família cristã, você faz
parte da família da aliança, a sua casa
nunca tá aberta para receber? É os de
fora para servirm tá errado também.
Uhum. Cutquei. Pronto. Bora. Posso?
Não vai falar mais nada. É nesse. Então
vamos pro casamento agora. Pro
casamento. Só fica nos filhos que é o
segundo. É o segundo pilar. Aham. Eu eu
eu mandei você falar, mas não sei que é
para falar agora não. Do casamento. Mas
Gustavo, se tiver algum comentário aí,
você pode falar, tá? Não, já falou tudo
o cutucão aí. Valeu. Concordo. Serve pra
gente, né? Serve para mim.
o casamento, né? Ele fala da questão o
que que é um ritual do casamento. Ele
até cita alguns exemplos, muito legal,
né? O quanto nós valorizamos casamento,
economia do casamento. A economia do
casamento. É, hoje em dia o casamento é
algo tão, teoricamente, tão importante,
que ele precisa ser compartilhado. Isso.
Hoje, hoje tem o tal do a esposa do do
Gustavo tá inserida nesse meio, então
eles vivem, sabem bem desse contexto,
né? Aham. Porque ela é decoradora, ela
uma decoradora única no que faz, mas tem
o tal do Same Day Edit. Conhece isso?
Não é só época não. Você tá? Ô, André,
conhece não? Que que é o same day edit?
É o vídeo do casamento que o
profissional entrega do mesmo dia. Sim.
É logo depois do casamento. Same day at
it. Aham. Imediatamente. Imediatamente.
Depois, é, logo depois do casamento. Qu
vai ser postado. Postado. Lógico.
Lógico.
Bem, que graça tem hoje você postar o
vídeo do seu casamento uma semana depois
que ele passou? Na época que eu
encont emoção, as pessoas postando,
compartilhando. O casal depois que
termina a cerimônia e vai para onde quer
que eles vão, é assim, é repostando o
que os outros postaram e
marcaram. Lua de melo, né? Nossa, vai
pra lua de mel. Não, l de mel é
interessante, já desaparecer, né?
Enquanto o videomaker não manda o same
day edit para ele. Nossa, aquela agonia.
Não, mas a gente combinou que ia ser
porque tem que postar ali naquelas
primeiras horas. É. E tem que ser algo
cinematográfico. Uhum. Senão assim, a
gente precisa dividir o nosso amor e a
nossa narrativa com vocês. Isso isso é
algo que precisa inspirar outras
pessoas, né? E quantos desses depois? A
sociedade do espetáculo, né? Do
espetáculo. É só isso. E aí a gente
perde de vista. É tanta energia para
montar aquele espetáculo cinematográfico
e dinheiro e dinheiro e deixa de
investir nas bases pra formação da coisa
que vai ser a mais difícil que você vai
fazer na vida, que é manter um
casamento. Isso. Ele cita essa cerimônia
na Igreja Metodista Unida, casal, né? Eu
gostei, achei muito legal de que é da
questão do envio, do que que é a
liturgia do casamento dentro dessa
família da fé e o que representa o
casamento da união de Cristo e a e a sua
igreja. Muito bonito assim essa essa
essa explica melhor a pessoa pra pessoa
não ficar muito. Deixa eu falar então
aqui só vou vou ler o texto que ele
fala. A liturgia do casamento indica que
o casamento é um chamado para servir ao
próximo. O marido e a esposa formam uma
aliança com Deus e entre si, de modo que
se torna um pequeno povo que é enviado
como Israel e a igreja para testificar
perante as nações. Aí na igreja lá
lindamente na igreja é é expresso
durante a o a o ofício do casamento que
combina em um envio. O pastor se volta
pros recém-casados com uma bênção e uma
incumbência. Não é só a bção, duas
coisas. Que o Deus eterno conserve o
amor que vocês têm um pelo outro para
que a paz de Cristo possa habitar no seu
lar. Vão e sirvam a Deus e ao próximo em
tudo que fizerem. Muito legal esse final
do casamento. Não ficar assim muito lar
jogado no casamento. Então o que que nós
estamos falando? Nós estamos falando de
uma liturgia contemporânea do casamento,
que tem a frase aí que eu não consegui
pegar em inglês todo, que é uma liturgia
day, same day edit, edit,
a edição do mesmo dia. Liturgia atual
que tá invadindo o coração dos dos
noivos, né? Sim. E nós temos uma visão
que ele puxa a búsa para orientar para
um uma visão mais eh de serviço de um
uma nova família que se formou. com um
propósito, né, de, vamos dizer, ter
filhos, flechas, né, tudinho. E e a
liturgia que nos abala, que nos ataca, é
totalmente diferente. Uhum. É dentro
desse contexto que nós estamos
conversando e em rede social é a gente é
inundado o tempo inteiro e as narrativas
culturais a nossa volta são dessa visão
romântica de casamento. Então eu vou ali
viver o ápice é aquela assim, eu tô me
dirigindo ao ápice da minha
felicidade, eu vou pro casamento
buscando. É se frustrante pagar as
contas, né? Hã? se frustraante pagar as
contas do casamento e muitos até
divorciam. Nem pagou as contas e tá
divorciando, né? Exatamente. É triste.
Eu acho interessante que fala da desse
espetáculo nos Estados Unidos é porque
não conhece o Brasil, né? É verdade.
Aqui é pior, muito pior. Se compara
muito pior. Aqui o povo não gasta o que
não tem. É, lá quando gasta muito tem,
mas aqui não é lá tende a ser mais
simples. Tem, tende a ser mais simples.
O o a classe média tende a ser mais
simples. Assim, o que é espetáculo é só
coisas assim de gente muito rica. Aqui
não. Aqui a classe média baixa vai pro
espetáculo.
E tem que ser tem que ser instagramável,
né? Tudo, né? Tudo. Aliás, tem que ter o
espaço instagramável na recepção do
casamento. É, né? Nossa, isso é. E aí
vão as liturgias embora nisso aí, né?
Você falou da da cerimônia, ele até fala
assim, ele o o noivo e a noiva não
recebem coroas
monárquicas, eles recebem coroas de
mártires. Isso. Olha, muito legal isso.
É, isso é essa simbologia é muito forte.
Uhum. Ó, então a gente tá falando de
casamento, mas aniversário de um ano
também no não. E os eh mês versário, é?
É. Então é a idolatria do lá. É o que
ele mostra aqui, né? chá revelação. É,
não, não que um chá revelação por si só
seja isso, mas já viu o tamanho dos chás
revelação? É cinematográfico. Tem sem er
também para achar revelação. Tem tem,
né? Então é sociedade espetáculo, né? A
gente conclui que, né, que entre as
narrativas que nos atacam, atacam nossas
crianças, talvez as que atacam casamento
sejam mais potentes hoje em dia do que
das próprias crianças, né? Com certeza.
Sim, olha, é muita coisa. E e eu já sou
um crítico, já tem um tempo desse chá
revelação. Uhum. E de outras coisas, né?
E e o jovem cristão, ele cai nessa e
começa a dar valor mais a essas coisas
do que às vezes é do que às vezes. Será
que que dá mais curtida um final de
semana no encontro de casais de uma
igreja? Hum.
um chá revelação lá nos carnemir caindo
balões do céu. É, né? Num local
instagramável. É. E o que é mais assim
destruidor e parece que é tão bizarro,
mas a gente não se dá conta da tamanho
da mentira contada, é que essas muitas
famílias que vivem esses espetáculos de
romantismo e tudo muito grandioso no
meio das redes sociais, né, e não
cristãos, cristãos, etc.,
De repente, do nada, ou como dizem os
meninos jovens, Duneida, né, Dune Neida,
faz uma publicação e, né, decidimos que
vamos seguir sempre juntos, mas agora de
um jeito diferente.
Continuaremos amando um ao outro, só que
de um jeito diferente, cada um na sua
casa. E aí eles romantizam até a
separação, como se fosse só um capítulo
mudando, mas ninguém tá triste, não tem
perda, não dói. Assim, o nosso programa
é meio atemporal, né? Mas nós estamos
até vivendo uma uma separação que é
motivo de conversa. É, sim. Eu tô
falando dela mesmo.
Quem qu e a gente tinha falado dela no
no programa anterior, uai. A da CPI,
uai, você não lembra que a gente
comentou da CPI, né? Achei que falta
Sand descobrir agora essa pois é 10 dias
depois é a nora do cantor Leonardo do
marido para ver ainda é Zé Felipe Mas é
gente mas aí como é que a gente faz para
guardar o coração dos nossos filhos poxa
vida com uma liturgia em casa e outra ao
ao redor o tempo inteiro é é através de
assim tudo muito encantador né eu acho
que é a somatória das duas coisas você
criar eh criar
em determinadas idades das crianças, né?
Você criar essa essa coisa da das datas
do
advento, um calendário litúrgico anual e
que você vai ali esfriar aquela parte
lúdica, vai criar aquela coisa que ele
pede para criar aqui a imaginação da da
criança e numa fase que eles estão mais
adulto, né? Começar a mostrar de forma
talvez tão defendendo aqui, né, Gustavo?
do lado um pouco mais intelectual,
começar a encaixar, encaixar os
bloquinhos assim, não é? Porque o adulto
ele a eu acho que o o jovem como já é já
deu uma mentalidade mais crítica, ele
começa a perceber as coisas, às vezes
você precisa chegar para ele e falar
assim: "Olha, vamos analisar por um
outro prisma. Vamos analisar pelo prisma
que rege nossas vidas. Vamos analisar.
Eu acho assim, eh, se para auditar as
nossas liturgias, a melhor forma da
gente, eh, auditar nossas liturgias
é notar o que que a gente tá conversando
em torno das nossas mesas. Ah, ele fala
da das refeições, ele fala, que que a
gente tá conversando, quais são os
nossos assuntos. A gente tá sentando
juntos, já é uma primeira auditoria aí,
né? Então, é, é, é uma coisa que a gente
precisa refletir nas nossas casas. Qual
que é o assunto da nossa casa? fazer uma
viagem longa com os meninos, que que se
conversa no carro, né? Os momentos que
você tem contato. E aí a gente vai
auditando a nossa liturgia, né? o que o
que que tem valor dentro da nossa casa.
E o momento em torno da mesa é um
momento precioso de você ensinar
princípios, comentar o as
atualidades, eh essas coisas que a gente
tá conversando aqui, ensinar eh aplicar
tudo aquilo que a gente entende, que que
a gente estuda nas escrituras da
cosmovisão cristã, do que tá acontecendo
nossa volta, né?
And ficar num hora e meia, né? É, isso
não tem idade. Você tá falando de
crianças pequenas, adolescentes. Eu tô
sendo vó e a mesa é o melhor lugar onde
a gente vê as gerações se reunirem, o
vô, avó, os pais. E a gente continua, a
gente é um ser em transformação. Nós
somos, nós estamos sempre sendo
transformados, pode ter certeza,
influenciados, como ele tá falando aqui.
Mas a mesa é o melhor lugar onde você vê
as gerações se reunirem. O netinho que
tá lá agora vendo como é que a gente faz
na hora que senta para para o a oração
que seja, os assuntos que a gente fala
eh da igreja, acabamos de sair da
igreja, chega lá para almoçar, nós não
estamos falando mal do pastor. Uhum. que
é o que acontece muitas vezes e isso
ensina, é a pessoa que te ajuda ou serve
na sua casa e que é tratada eh risco é
que você não desconsidera. Esse dia a
dia a gente tá ensinando o tempo todo.
Eu acho que a gente não pensa só nas
crianças, a gente pensa no filho adulto
também, porque o adulto ele também tá
observando isso. A maneira como a gente
hospeda, isso recebe, serve, o que você
valoriza, né? as práticas que eu tenho
que demonstram a humildade, a
generosidade, cuidado que você tem com
as pessoas da igreja, o zelo, com os
mais velhos, mais velhos, velhos,
dificuldade, que estão passando por
luto, velhos, levá-los para participar
disso também, né, nesse corpo de Cristo,
porque hoje a gente tá o tempo, as
liturgias, a nossa volta é cada um de
acordo com a sua faixa etária. Você vai
no restaurante, o menino é despachado
pra brinquedoteca. É, para não ficar com
as pessoas. Não, porque é intediante,
mas ele não consegue conversar com o
adulto, né? Pensou isso. E o adulto não
quer ser incomodado com o barulho da
criança, dá trabalho, fica se não tem
porque eu dou até p um celular na mão
dele. Pr pronto. Então, a gente tá
sempre buscando essas comodidades, é o
conforto e do que que é confortável para
cada um. Como é que eu vou ensinar o meu
filho a servir ao próximo se o tempo
todo eu tô validando que para o conforto
que for para o que for confortável para
ele tá tranquilo. E eu mostro que para
mim também. É por isso que eu falei para
você que nós não estamos na idade de ter
filho.
É, né? Estamos muito imaturo.
Só se for. Valeu. Lei já pode começar a
ter, né?
Pois é. Então, aí ele fala justamente
nesse guardar o coração de que nós pais
não só somos os defensores, né,
formadores do coração do nosso filho,
mas também somos defensores. Ele tem
aqui, eu queria só falar esse essa
pergunta porque eu fui marcando nesse
capítulo as perguntas que me ajudam
nessa auditoria. Aham. Aí eu fui
colocando aqui e uma delas é essa última
pergunta aqui. E se estivermos
construindo defesas contra golpes
intelectuais de ideias e mensagens do
mundo, mas falhando em nos isolarmos do
tipo de radiação tóxica que pode
penetrar nossas defesas intelectuais?
E se ele faz essa pergunta, eu achei
muito pertinente a gente levantar isso
em casa, né? que vai vai você vai
defendendo tanto, isolando tanto que
talvez você você você esteja exposto a
essas radiações tóxicas. É, não é? Nós
estamos chegando ao fim. Ao fim. Estamos
quase completando uma hora. Aham. A
gente não viu o tempo passar, mas eles
percebem.
Tem perguntas aí ou só comentários? as
perguntas, não. Só temos as pessoas
dando boa noite, mandando falar mais
alto, mas agora eu acabei. Ah, a Poliana
escreveu aqui advento, ela sabia.
Advento. Aí, Poliana, tá vendo? Ouça a
sua esposa. Ô, gente, tem um negócio que
eu coloquei que acho que legal a gente
lembrar assim do que é um ritual
palpável que a gente tinha na igreja, o
culto do bebê, né? O culto do bebê é
muito legal isso. Aina tem foto do culto
do bebê dela, não é? É muito joia nome
da da senhora que fazia.
Lembra aí, Polana, manda pra gente
aí. E e eu acho que tem uma coisa também
que era, eu tinha muito isso na minha
infância e às vezes acontece, mas perdeu
um pouco o fato de estar sempre ali com
a comunidade, né? A gente tá tão
preocupado, ah, aniversário não, você
faz as festas lá com o seu grupo e tal,
não sei o quê. Nossa, os aniversários,
nossa, era tudo ali na igreja, levava o
bolo para o CP e e essa é a comemoração.
Ou então que dia que tem reunião da UPA?
Então vai ser lá em casa, que é o dia do
aniversário do do Rafael e tal, assim,
as nossas as nossas comemorações eram
programações que que a igreja era
trazida. E eu lembro que na adolescência
me incomodava um pouco, tipo assim, não,
mas nem tem intimidade com todo mundo,
não pode ser só aquele, né? Não, não. A
reunião da UPA aqui em casa é a igreja,
aniversário, é reunião da UPA e tal.
Lembrei, foi a dona Ambrosina que
fez que fez o o culto bebê. Culto bebê
da Poliana. E a outra coisa também da
gente no dia a dia não deixar de se
lembrar pros nossos pares, os nossos
filhos e as nossas visitas, né? Porque
às vezes a gente tá até empenhado em
apontar onde é que tá errado, onde é que
tá tendo orgulho, vaidade, cobiça,
egoísmo, etc. e assim, né, da do
confronto, mas nós, se nós somos seres
adoradores, se os nossos se a nossa vida
é moldada pelo que a gente
ama, que a gente tem constantemente
apresentado a glória de Deus. Hum. Uma
coisa eu falar: Deus é soberano, Deus é
grandioso, Deus criou todas as coisas.
Puxa vida, olha aquele beijaflor. Tem
tem coisa mais incrível que aquilo? Como
é que bate? Quantas vezes bate o
beijflor? a gente ficar se encantando
com a criação com a a todas as
evidências de glória que Deus deixa no
nosso olho o tempo inteiro. E não é só
criação natureza, mas até assim, você o
o Éedder tá com bebê novo em casa, daqui
a pouco ele vai viver de novo, mas você
vê um bebê levantando e andando pela
primeira vez, gente, não tem não tem
nada que pague você assistir essa cena e
como é que você não enxerga a glória de
Deus nisso aí, sabe? E às vezes a gente
deixa isso, isso deixa de ser encantador
para nós e a gente permite que eles se
encantem com os personagens, com os
filmes e e com o brinquedo e até vai
dando mais e mais e mais e mais, né?
Como é que ele vai se encantar com Deus?
Verdade. É. E a gente também, né?
Concordo. É, a criança, eu acho, achei
interessante falar isso, porque criança
ela tá descobrindo o mundo. Você já viu
uma criança observando uma formiguinha
pela primeira vez? É legal, não é? Ela
tá encantada com a criação.
A gente não pode desviar o foco dela,
né? Ela se encanta com tudo. A gente se
acostuma, mas é tudo muito lindo, tudo
maravilhoso.
Você notar a criação, a vida é, né? O a
o o cosmos, o sol, a lua, mudança
deação, tudo é muito perfeito. A gente é
simplesmente se acostuma com isso da
rotina. É uma coisa normal. É verdade.
Então esse encanto a gente tem que
tentar preservar, né, esse contato com
com a criação, né? Verdade. Com certeza.
Então, encerramos o capítulo encerramos.
Ninguém brigou. Ninguém brigou. Tentei,
eu tentei.
Não deu certo, né? Pacificado. A gente
tenta no próximo novamente, Gustavo.
Então, obrigado. Olha o próximo para
falar assim, ensine bem seus filhos
também. É uma continuação, né, dessa
questão da gente se prepara alguma
coisa, Gustavo,
dessas liturgias. Mas assim, é sempre
bom a gente parar para pensar, porque a
gente vive às vezes a rotina no
automático e se esquece da quantidade de
coisas que a gente tá absorvendo,
refletindo o que que a gente tá
valorizando, o que que a gente tá
deixando de valorizar que deveria estar
valorizando. E às vezes até quando a
gente insere a leitura da Bíblia é meio
que assim, nossa, eu tenho que, né, dar
o cheque aqui no plano de leitura. Ufa.
Nossa, é quando termina fica até
aliviado, né, assim, não é assim. vida,
né? Eu queria deixar um uma uma não é
uma recomendação, mas assim é uma
recomendação sim. Eh, mesmo nessa vida
frenética que a gente tem, eu tô numa
outra fase. Eu trabalho muito hoje, mas
eu trabalhei o dobro quando meus filhos
precisavam de mim, né? Mas uma coisa que
a gente nunca deixou de fazer foi
almoçar junto, sabe? Assim, eu tinha, eu
trabalhava muito de manhã, tinha que
estar na empresa, no horário, cumprir
horário e tal, mas a gente sempre
almoçou junto porque era a hora e não,
nunca deixamos ninguém buscá-los na
escola nem levar, porque é a hora que
você tá moldando o coração do filho e é
e que seja uma das refeições do dia, mas
a gente tem que buscar e tentar
almoçar junto, jantar junto, para estar
juntos. E o culto doméstico, né? Culto
doméstico. Esse é esse no próximo acho
que nós vamos falar. É, ele vai entrar
nessas. Nós temos dois episódios,
Bianca. E já vamos fechar. Encerramos o
nosso livro. Ai, que legal. Estamos
quase fechando nosso semestre. Um
período de folga, né? Uhum. E aí
partiremos pro próximo, gente. É, não,
ó, não deixa dear acompanhar. Agora tem
perfil no Instagram também que a gente
vai inserir outros conteúdos
complementares. Contamos agora com um
braço, um quarto, quinto braço, sexto
braço aí, que é a Jose, que faz parte da
equipe, só não tá aqui na frente das
câmeras, mas que vai ser assim um grande
apoio, apoio não, né? Fundamental aqui,
uma peça fundamental. Então também podem
usar lá para comentar, encaminhar,
enfim, pedir indicação, dar indicação de
livros também. Estamos abertos. E o
nosso próximo encontro, dia 27 27 27 não
será eh igual a gente tá fazendo que
folga uma sexta vem na outra tem porque
tem um feriado, tem um feriado. Então
dia 27 de junho vai ser o nosso próximo
programa e depois a gente vê que vai ser
o programa do encerramento. Vai ser o
penúltimo, né? É o penúltimo. Esse vai
ser o penúltimo penúltimo da temporada
da dessa temporada, né? E aí voltamos no
segundo semestre, já estamos aqui quase,
né? Vendos a próxima leitura livros já
sobre análise. É, obrigada a todos que
nos acompanharam nessa noite e quem
depois vai assistir gravado, que a gente
sabe que muita gente assiste depois. E
que vocês tenham um ótimo fim de semana,
aproveitem aí para praticar liturgias
saudáveis, né? hábitos saudáveis nos
tempos de descanso, no tempo com a
família, com os amigos, com a família,
né, de Cristo, com a família da aliança.
E não desperdicemos também, né, o grande
privilégio que é estar, né, no culto
coletivo, sendo alimentados pelo
espírito e prestando adoração ao nosso
Deus, né, que é o centro aqui da nossa
vida. Boa noite a todos. Boa noite.
Obrigado também o Ére que tá ali junto
com a Jose e até a próxima, pessoal.
[Música]

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