Página Virada | Cap 5 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"
07/06/2025
Página Virada | Cap 5 | Estudo do livro "Você é aquilo que ama"
No episódio de hoje do Página Virada, transmitido pelo canal da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia (PIPG), mergulhamos no coração da formação espiritual proposta por James K. A. Smith no livro Você é Aquilo que Ama.
O que você vai descobrir neste programa?
➡️A imaginação como fundamento da fé
“O culto forma nossa visão de mundo no pré-consciente.”
Como a liturgia molda não apenas nossa mente, mas nossa identidade mais profunda.
➡️A estética da adoração
“Somos criaturas estéticas, não apenas racionais.”
Por que corpo, sentidos e arte são essenciais para um culto que transforma desejos.
➡️O enredo do culto
“Reunir, Ouvir, Comungar, Ser Enviado.”
Como essa sequência narrativa reconstrói nossa identidade cristã, passo a passo.
➡️A prática além da teoria
“O culto não se aprende só lendo sobre ele.”
Por que participar ativamente da liturgia é um treino espiritual – mesmo quando não “sentimos vontade”.
➡️Confissão e libertação
“As pessoas querem confessar — mesmo sem saber.”
O poder evangelístico e curador de reconhecer nossa fragilidade.
➡️Culto como discipulado contínuo
“Quem adoramos molda o que desejamos.”
Como o culto semanal recalibra nosso coração para o Reino de Deus.
➡️Pergunta final para reflexão:
“O culto que você vive está moldando seu coração para amar o Reino… ou para amar outra coisa?”
Não perca este debate urgente sobre como nossas práticas de adoração podem nos transformar – ou nos desviar.
Assista, compartilhe e reflita conosco!
📺 Ao vivo no canal da PIPG
⏰ Hoje, às 19h30
#PáginaVirada #PIPG #VocêÉAquiloQueAma #Culto #FormaçãoEspiritual #Liturgia
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Legendas automáticas:
[Música] เฮ [Música] เฮ [Música] เ [Música] เ [Música] เฮ เฮ [Música] Estou aqui. Olá, olá, boa noite. Sejam todos bem-vindos a mais um programa do Página Virada. Estamos na nossa segunda temporada e é um prazer estar com vocês nessa noite junto aqui com os meus companheiros. Hoje a gente tá bem bem unidos, né? Somos próximos. Um André, Gustavo, Leolair e eu sou a Bianca. Somos da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia e estamos aqui para mais alguns debates calorosos. Se bem que acho que o da semana passada foi o mais, né? Então hoje vai ser um pouco mais light, se Deus quiser. Acho que sim. Eu acho que sim. Sabe não. Vamos ver, né? Gustav Gustavo promete. É, tem uma coisa que sempre sempre acontece aqui, né? É interessante, cada um faz a sua leituras. Já, já pararam para pensar nisso, né? E aí Deus vai costurando aqui a nossa interpretação. Verdade. Vai para quem chegou hoje, sempre bom lembrar, estamos trabalhando a partir dele, tá? Não é exatamente um clube do livro que vai resumir, esmiuçar a leitura, mas a gente tem um livro como base para as nossas discussões, né? Entender o nosso contexto contemporâneo a partir de leituras bíblicas cristãs reformadas, né? E esse é o livro Você é aquilo que ama do James Smith. Nós estamos no capítulo C cinco, né? O que vai nortear hoje é o capítulo cinco. Mas antes da gente entrar nesse asso, aliás, só para deixar intrigado, hoje nós vamos falar de liturgias domésticas, meio assim, né? Ah, é culto doméstico. É, mas não é só isso, né? Ele tá, tá. Vamos lá. Leir quer fazer um resumo, um resumo aí de onde a gente partiu. Gustavo e André vão ajudando e vamos. Começamos lembrando, né, a construção do da a história desse livro, né, que você é. Nós não somos coisas pensantes, nós somos amantes. O nosso coração, ele precisa ser recalibrado. Então, nós, aliás, porque nós precisamos eh apontar para o telos, para aquilo que nós somos criados. Nós somos criados para amar. Nós amamos a Deus e só nele nós vamos conseguir cumprir esse telos, né? é o que o livro trata até o capítulo dois. Aí a gente falou a respeito da, acho que achei muito interessante, foi na o programa passado, a história em que nós estamos inseridos, então a narrativa em que nós estamos faz toda a diferença, eh, trazendo a a essa essa narrativa em que nós estamos inseridos, o nosso coração eh vai sendo recalibrado também dentro dessa narrativa. Não sei mais o que isso. episódio passado, nós entramos num assunto de como que o culto eh doutrina nossas vidas. A liturgia do culto, liturgia do culto. Aí nós entramos num embate que eu, eu, eu e Gustavo céticos com respeito, como funcionaria isso, nós não conseguimos enxergar. Leulau aí defendendo o o James James. E no final a Bianca através de todo seu conhecimento de marketing, de formação, de opinião e de desejos, amoleceu o coração meu do Gustavo. Nós começamos a concordar um pouquinho com a Leolaí. De sorte nós não saímos brigados um com o outro. Com certeza não. E você sabe que eu li o capítulo de novo. Não mudou ideia. tentar ver se você conseguia fazer a leitura deles, né? Pera aí. Será que tem que realmente conseguir não, porque a dureza do coração, do coração. É, mas acho que ele ele coloca, ele define o culto público, né? Isso. E e nas nos critérios que ele estabelece, né? que são essenciais numa liturgia adequada de culto como sendo o coração do discipulado. Isso porque da forma como ele coloca, e nisso a gente concorda, é que o culto público ele é um elemento essencial usado por Deus, o principal para recalibrar o nosso coração. Exato. Porque ali ele apresenta a liturgia essencial da nossa identidade enquanto adorador. Uhum. onde quem eu sou, onde eu estou e para que eu existo e qual o que papel eu cumpro aqui, exato. Como que eu me vejo no meio dessa comunidade, né, desse povo cristão. E aí ele termina fazendo essa proposta, né, da gente entender exatamente para que serve o culto e ser intencional na maneira como a gente faz o culto, né? Mas aí ele, aí ele começa o cinco falando o quê? Guarde o seu coração. Guarde o seu coração. Que a gente tem o culto como sendo a liturgia com L maiúsculo. Uhum. Mas que não para aí. Exato. Porque 1 hora 2 horas por semana não são suficientes de jeito nenhum. Vai dizer levar uma vida litúrgica correta em nossos lares. E também nos nossos lares ele divide em dois, né? O casamento como uma unidade ali, as duas as duas referências, né? O casamento e o batismo e o batismo. Aí ele fala a vida conjugal e a vida de ensino dos filhos. Uhum. Formação, formação doutrinária dos filhos, né? Preparação paraa vida cristã. e a reorientar novamente, fala novamente sobre como reorientar a bússola dos filhos frente à enchurrada de liturgias que o mundo oferece para essas crianças, adolescentes, jovens. OK. Gustavo, você é um cara que não tem uma rotina tranquila, uma carga horária light, assim, fala um pouco pra gente assim de como que é fácil a gente eh, como se diz, a gente ter uma fé confessional, né, uma identidade enquanto adorador. confesso isso, mas a minha vida prática às vezes pode se desviar daquilo que eu confesso. Eu penso que a gente tem que viver com propósito, né? Eh, e muitas vezes o trabalho quando você enxerga como um propósito, você consegue praticar o cristianismo nesse propósito, né? Agora é difícil a liturgia do lar, porque a gente chega cansado, sai cansado. É uma rotina pesada, né? Uhum. e você ensinar nos seus filhos e estar com eles é difícil. Então é, não é fácil, é um desafio, né, pra gente ter esse tempo de qualidade com os nossos filhos. E é muito interessante a forma como ele coloca que o lar deve ser uma continuação dessa vida de adoração que é ensinada no culto público. Então a gente passa por esse, eu reformo lá, eu relembro lá e eu pratico novamente e o e o fato de ser coletivamente até reforça, né, esse aprendizagem. Esse dentro desse contexto que você tá falando de de continuação, né, ele inicia o capítulo falando de uma uma continuação e que é como se fosse uma herança, né, que nós amamos nos amou. E aí ele coloca uma história muito interessante que da mãe da mãe, né? É. da mãe que ela olha para pro bebê, vai olhando pro bebê e vai amando, né? E aquela coisa que a mãe ama mesmo se ela não engravidou, ela já está amando. Quando chegar, ela já tá amando, né? E depois a criança vai lá, dá aquele sorriso, ou seja, ela ela como se ela tivesse ali retribuindo o amor que ela recebeu primeiro. Aí ele coloca que Deus nos amou primeiro e aí pelo fato dele ter nos amado, ele nos ensinou a amá-lo também. Sim. E ele graciosamente nos nos lembra semanalmente no culto bíblico público do como é esse amor e como que ele deve ser exercido também, né? Isso. Mas você falou um negócio de 1 hora e meia por semana ser o suficiente. Ele até fala um negócio lá que aos domingos assim, a gente é um ser litúrgico e durante a semana somos coisas pensantes. Essa dicotomia assim ela causa disparidade, né? vezes. E aí isso causa um negócio na cabeça dos filhos. Eles enxergam isso. Eles enxergam com cerreja, ó, nó chega em casa é pronta para tudo queelado, é agressividade. Eles percebem isso. É lógico. É, eu entendi aqui que ele coloca algumas liturgias domésticas, né, de celebração de festas. Uhum. Como Páscoa, Natal, você fala até quaresma aqui. Isso. Isso é interessante isso, sim. Eu acho que é, né? Você vê que, por exemplo, nas festas judaicas são muito sensitivas. Uhum. Né? O peçar mesmo é muito sensitivo. Para ilustrar a história, eles sentem o gosto, né? o sabor, as ervas armargas para ilustrar o tempo de escravidão. Eles têm um copo com água salgadas que eles molham um rabanete para sentir o o sal que simboliza as lágrimas do povo durante a escravidão, o pão asma ou sem fermento que ilustra eh a saída apressada do Egito. Então são festas ilustrativas e muito didáticas. E essa e essa constante repetição e a gente lembrando o que que aquilo significa. É, eu tô relembrando aquilo que deve ocupar valor no meu coração, né? É, além de pregando também o evangelho novamente, eh, dessa com esse ele coloca algumas práticas até criativas, tipo a no batismo o pessoal recebe uma vela e cada ano que passa ele comemora soprando aquela vela como se fosse o meu novo nascimento. Eu tenho tantos anos de vida só para lá o contexto todo que eu acho que ter um pouco a ver com a com a igreja acendem a vela. acende não, ele ganha no batismo, leva um ano depois ele volta, mas ele volta e acende a vela. Acho que tem uma coisa ali um pouco da doutrina ali litúrgica deles ali que tem aquele negócio, né? Por exemplo, filho, criança, eles aprendem muito com o visual, né? Tanto é que você vai dar aula para uma criança, você tem que colocar figuras. Sim. Para que ele possa entender. E outra coisa, é o praticar, né? Eu eu me lembro de uma situação que aconteceu um dia, tava numa clínica no esperando, né, na espera, na sala de espera e o Otávio tava com seis para 7 anos, eu acho, e ele começou a reproduzir a história todinha do filho pródigo, né? E aí ele foi fazendo, foi fazendo e foi recontando. E foi isso. Ele tava fazendo bagunça para lá, para cá. Eu falei: "Gente, ele tá, ele tá contando a história todinha". Aí eu cheguei depois pra professora do culto noturno, né? No falei: "Qual a história que contou? Domingo foi do filho pródigo, né? Ela foi. Eu falei: "Pois o Otávio contou ela todinha". Ela falou: "Ai, porque eu usei ele como o personagem". Aí ela deu o papel, explicou o que que ele tinha que fazer e ele encenou a história todinha. O fato de ter esse ritual participando do processo faz toda a diferença. Aqui eu uma coisa que eu percebi assim, eh, é o quão é bom ser um casal, né? a mulher e o homem, porque eu não tenho, eu não tenho talento nenhum para criar essas coisas. Se não for a minha esposa para criar essas coisas lá em casa, contar eh eh no culto eh em casa contar a história de um jeito mais lúdico, eu não tenho talento nenhum que você tem, Gustavo? Eu eu eu fui tenho que pareça, né? É, eu não tenho. Agora, Bianca, professora também escola medical. Você também foi professor escola de criança? de cri agora assim fazer eu contar pro menino para criancinha fazendo aquele vozinha não. Mas é, eu acho que é interessante isso aí é o é a cantiga que ele fala, a canção do lar, é aquele cantarolar que todo, toda a casa tem. Mas eu acho antes de chegar lá no fim que vocês já estão falando, é, vocês estão lá nas nos exemplos práticos, eu eu achei um negócio legal. Ele ele propõe essa auditoria, é auditoria nas suas liturgias do lar. Eu amo a palavra auditoria, né, gente? Ele fala, é um convite para que façamos um tipo de auditoria litúrgica de nossas casas. Isso, isso é tão importante. Por quê? Porque o ritmo frenético de nossa vida nos leva muitas vezes a adotar rotinas sem maior reflexão e essas rotinas se tornam rotinas consagradas e a gente parte do pressuposto de que são apenas coisas que nós fazemos e a gente vai fazendo, né? E vai fazendo e a gente se esquece de que as coisas que fazemos fazem algo em nós. Isso. Isso. E elas vão definindo coisas do nosso coração, né? E e aí a gente tem que ser relembrado, né? até que é mais fácil aprender com a prática do que conhecer. Isso, mas eu vou falar uma coisa assim, que pode discordar dele aqui. Pode. Claro, não pode também. Eu gosto. Pode discordar, mas com respeito. A gente tá aqui porque assim, eh, eu acho que é muito importante a gente ter momentos de alimentar, alimentar nossos filhos do ponto de vista intelectual, entendeu? Eu acho que desvaloriza muito isso. Eu eu penso que é até mais importante que essas liturgias na minha opinião. Cuidado com a Bianca. Eu acho que é importante você dar uma cosmovisão certa. E essa cosmovisão é através de estudo de intelecto. Quer dizer, você alimentar o intelecto não é palito o cérebro não palre não. Mas o que que ele coloca? Não é só coisa. Mas se for colocar as duas coisas, para mim o mais importante é o conhecimento. Sabe o que que eu acho, Gustavo? Acho que caiu no que eu acabei de falar para você. É que você tem esse talento para conversar com seus filhos, porque você é um excelente educador, mas na faixa etária que eles estão, eles precisam dasar as mulheres com a com as atividades lúdicas dela, que elas têm muito mais talento que os homens. Não, eu concordo com isso. Eu tô falando que alimentar o intelecto, o intelecto é uma forma didática, né? Mas porque tá falando de liturgia, mas realmente ele tem um pouco de desprezo pela tem gosta muito falo, porque eu vou falar o que que ele que ele defende do início do livro falou isso. Você pode ter ingestões, lá na página 171, você pode ter ingestões bíblicas diárias, mas ainda assim ter uma casa cujo ritmo frenético acompanha o mito consumista de produção e consumo. Você pode ter versículos bíblicos espalhados pelas paredes de todos os cômodos da casa e ainda assim os rituais implícitos podem reforçar o egocentrismo em vez do sacrifício. Uhum. não quer dizer, eu acho, que uma coisa anula a outra e e que seja muito pelo contrário. Entendo o que o Gustavo colocou, é porque como ele vem com essa defesa de que o amor é um hábito Uhum. e esse hábito repetido, tanto à nossa volta, sem ser algo feito por nós, quanto nós praticando, sem perceber que estamos praticando, e a imitação, isso vai mexendo com os nossos valores. Sim. E esse capítulo em especial mexeu demais comigo também, porque eu já me peguei inúmeras vezes Bíblia, Bíblia, Bíblia no menino. Isso é pecado, isso traz versículo. Vamos pro versículo agora. Não, deixa eu vou, deixa eu vou pegar. Já sei qual que a senhora vai ler. E aí é tal, tal assim. E aí eu ficava numa frustração, sabe? Tipo assim, gente, eu tô falando Bíblia, tudo bem que nós não temos o poder de produzir fruto, né? É o espírito que faz isso. Mas se você parar para pensar qual que é o conjunto de liturgias no restante do tempo que eu não estou lendo Bíblia com eles e confrontando, que tipo de valores que a gente tá mostrando? Uhum. Sabe assim, o que que os o pai e a mãe mostram que tem muita importância no dia a dia? No dia a dia. É a agenda, é a aplicação nos estudos. Normalmente para filha aplicação no estudo, né? Você fica em cima disso. Isso é o que você prioriza mais na vida do menino. Se você não estudar, você não vai ser nada na vida. Você tem que estudar. Mas sabe o que acontece? Eu acho que virando elas para eles aqui. Gustavo, sabe que eu acho que acontece? Por exemplo, eu e você, talvez a gente tenha mais ou menos o mesmo comportamento em casa. Eu tento doutrinar os meninos dentro de uma cultura, uma cosmovisão cristã. Às vezes até sem eles perceberem eu faço isso. É tipo assim, e eu aconteceu um evento, por exemplo, aquele lá no final, desculpa, Lolí, mas lá no final do capítulo vai falar sobre o evento lá de uma criança, né? Isso vai. Então, um evento trágico. Aham. Aí eu tento explicar esse evento trágico, por que que isso acontece? Porque que as pessoas agem assim, né? Eu acho que esses eventos trágicos, que impactam as pessoas, que trazem conversas o dia inteiro, a semana inteira entre os colegas, na escola tudinho, e você traz dentro de casa uma justificativa. Por que que as pessoas agem assim? Quais o castigo delas? se não forem castigado, pô, mas não vão ser castigado aqui na terra, vão viver imunente, vão, mas a vida deles não acaba aqui. Eh, a nossa vida é imensa, a eterna, mas a terrena é só um trquinho assim, ó. Às vezes aquele aquele bandido, aquele corrupto vai ter aquela vida cheia de riqueza e muitas vezes de felicidade, mas vai ser só esse pedacinho. Ainda tem uma eternidade inteirinha para queimar. Sim. Sim. E acho que esse tipo de educação a gente vai passando de forma intelectual às vezes, né? mas vai passando e talvez às vezes eh eh esse tipo de ensinamento ele não esteja assim eh tão eficaz numa idade menor, às vezes numa adolescência, numa juventude, que o pai às vezes vai conseguir eh eh sobressair em cima do de uma uma forma bem lúdica com que a mãe consegue ensinar mais. Acho que não é só isso, é porque a é eu concordo com que a gente tem que passar o ensino intelectual e tudo, exemplos a gente tem isso, né? Mas ele faz uma pergunta lá na frente, igual você mesmo fez, como que a gente faz para criar seres que amam? Esse é o grande, assim, eu não quero, eu não quero que meus filhos estejam na igreja porque virou um hábito da minha família e isso vem do meu avô, sabe, do meu bisavô e vem vindo e virou um hábito. A tradição, o tradicionalismo, mais do que tradição é um tradicionalismo. E eu quero que meus filhos amem a Deus. E eles vão chegar um momento em que eles vão ver liturgias do lar que não falam, não cantam na mesma, no mesmo tom que a minha fé, não refletem. adoração a Deus, né? Não, não refletem. Elas são mecanismos que nós aprendemos, vocabulário que a gente aprendeu, eh forma de estar eh eh nós não temos outro programa domingo de manhã, senão a escola dominical e isso vira uma um tradicionalismo frio. Eu quero que eles amem. Então, mais do que só ensinar intelectualmente, passar a cosmovisão da criação, da queda, redenção, é, é, é, é fazer com que eles amem esse Deus que nós adoramos. E esse é o grande, nós não vamos converter, logicamente o coração. Esse é o grande desafio. Isso. E aí eu tenho eu vou, desculpa tomar o tempo, mas assim, eu tenho um exemplo familiar. Os meus avós criaram meu pai, meus meus tios e meu pai na Igreja Cristã Evangélica aqui na Paríba. Só que chegou um momento na vida do meu pai que ele começou a ver o seguinte: "Eu gosto de jogar bola". Minha avó, que coisa mais do diabo que é isso aí. O domingo, né? Qualquer qualquer hora homem correr atrás de bola. Isso aí é coisa do diabo. E aí meu pai, né? Eu gosto de jogar cuca. Que que isso? Então assim, tudo que eu gosto é pecado. Meu pai chegou numa numa idade, né, de 18 anos e ele falava que vinha aqui pra igreja, saía lá da roça aqui no Meia Ponte, atravessava o Botafogo, lavava os pés, colocava o botina e vinha pra igreja. Isso era era normal. Chegou uma hora que ele falou assim: "U, mas isso isso não condiz com o que eu vivo lá na minha casa, porque na hora que os crentes vão lá, não é assim que a gente não vê misericórdia". Uhum. Meu pai se afastou. Não tô, não tô culpando nada disso, mas é a hora que ele, a pessoa fala assim, am, isso eu aprendo em casa, isso é totalmente distoante do que eu ouço Uhum. Né? E isso é muito ruim. Então, a preocupação, esse capítulo falou muito por causa disso, sabe? Porque como você ter a o mesmo tom, a mesma canção, a sua casa tem uma liturgia que as pessoas que visitam vêm quando vão te visitar. Eh, e eu até vou eh fazer agora umas umas comparações que vale a auditoria, né? Então, por exemplo, é claro que a gente sabe da importância da aplicação nos estudos, né? O que que isso vai impactar lá na frente. É dever nosso ensinar os nossos filhos a ter responsabilidade com os estudos. Ah, não, hoje eu não quero ir pra aula, aula daquela pessoa é chata. Não, agora se no momento em que, vamos supor, um filho fala: "Ah, não, mãe, hoje, hoje é só a aula do fulano eu nem faltei nenhuma vez esse mês, eu aula chata. Se eu trouxer a informação de que não, mas você tem que ser responsabilidade, senão você não vai ser ninguém no futuro." Isso é uma visão quê? É, tô falando para o mundo, não para. Isso é de sucesso. É, mas e e ele diante de Deus, qual que deve ser a postura dessa pessoa que tá com preguiça, com má vontade e ainda tá desautorizando a professora? Eu vou validar isso pensando que você não vai conseguir alguma coisa boa? Eu tô ensinando. Uhum. Nesse nesse dia. A a outra coisa assim, o que que os nossos filhos ou quem mora com a gente percebe no nosso dia a dia, que é o que mais alegra o meu coração e o que mais tira a minha paciência, o que mais me irrita, o que mais me frustra?Um. Uhum. o tempo que a gente gasta no dia que a gente é muito aplicado para atingir determinados objetivos, que tempo que é dado paraa leitura da palavra, né, para esse conhecimento e tal, eles vão percebendo tudo, né, que você falou aí, o exemplo da professora, é o que ele pede para que nós façamos, que é uma leitura da liturgia do nosso dia a dia. percebendo que você tá falando aí? Nós estamos muito novos para poder ter filhos, né? Porque é uma autoridade cristã muito grande para poder chegar nas conclusões e lembrar de falar: "Não vou falar que vai ser um fracasso profissional, né? E eu tenho que, né, lembrar que a profissão dele tem que ser para serviço e glória de Deus. É, a gente não lembra disso no dia a dia, né? Porque também a gente vai absorvendo, né, as liturgias e esses e esses amores que são colocados ao nosso redor o tempo inteiro. Isso é verdade. Eu me lembro uma vez que tive contato com uma pessoa que nem era da da era Igreja Católica e essa moça foi me falar na época do Natal, né? E ela fazia o como é que chama que a gente faz quando chega o mês todo do esqueci o termo. Quaresma. Não, quaresma Natal. Criatura. Natal. É o Ai, como é que chama? Jose, ajuda a gente aí. Eh, esqueci, gente, que você começa o primeiro de dezembro, você vai fazendo um por dia até chegar o Natal. Ah, eu sei que você falos adventos. Os adventos. É. E aí, sim, isso faz muitos anos, mas cheguei na casa dela e aí tava a árvore toda de Natal lá montada e aí ela, nossa, vocês fazem advento? Não, porque aqui é uma expectativa. Os meninos ficam numa euforia quando vai chegar no mês de dezembro. E aí eu faço aqui em casa, não é só a leitura da devocional, tem sempre uma ação prática e um ritual do dia. E eles ficam numa empolgação, nossa, a gente passa o mês todo naquela euforia católica ainda, né, assim, mas é porque não é tão comum, né? E aí eu fiquei numa vergonha, eu falei, gente, nossa, eu acho que assim, a nossa celebração de Natal cai lá no no no dia 25, você lembra disso, Gustavo? Ela criou umas coisinhas que tinha, você lembra disso? Material que era isso seja um pouco de da cultura americana também. E nós não temos isso. E a você tá falando da Lucian e do Luciano, eles têm também de Páscoa e é lindo. Quanto a gente, olha, a gente negligencia demais a Páscoa, as oportunidades que a gente tem de ensinar, é o caso, né? Fala disso aqui. Como se fosse o calendário litúrgico do ano, né? Isso cria memória afetiva, isso cria aprendizado, né? Eu tenho boas lembrões de Natal. Quer dizer, a de Natal não tem que ter Papai Noel. De repente a gente pode colocar um penduricário de cada dia para explicar alguma coisa, né? Isso, isso ensina e cria uma memória afetiva muito grande. Eu eu lembro eu lembro assim na minha família, a minha mãe ela escrevia peça de Natal, então a gente começava a preparar pro Natal em novembro. Ela escrevia as peças e ensaiava a gente, porque nós éramos seis filhas, então nós fazíamos os papéis da peça que ela escrevia de Natal. Então assim, isso foi e até hoje é muito forte na nossa família. Acho que agora a gente vai falar sobre casamento, batismo. Mas não, mas é, mas antes tem esse, a gente tá indo para lá e para cá, mas é bom a gente voltar no primeiro ponto que ele colocou, porque ele fala que o culto, o culto coletivo, ele ele traz importantes referências do que a gente tem que aplicar em casa. Uhum. E uma delas é o batismo. Ele fala inclusive que até o ato da água, né, esse rito tem algo a explicar, né? Nós somos lavados, né? E somos inseridos na família da aliança. Isso. E nossa, isso mexeu tanto comigo também quando ele fez essa lembrança. Eu sei que muitos na nossa igreja praticam isso, mas eu acredito por ver que a grande maioria não se lembra que você nós somos a igreja é a nossa primeira família. Isso é e é verdade. Por isso é uma coisa que eu tava, gente, eu tô esquecendo, estamos esquecendo de falar dessa parte que falou, porque e quando eu li isso aqui, a gente a gente esquece que nós somos uma família, né? Tem até alguns uma família. É. E aí é muito exclusivista cada família, cada núcleo familiar. Eu fico pensando se talvez eh mais no passado, alguns anos atrás, havia mais liberdade entre os adultos, chamar atenção, corrigir as demais, que hoje tá meio que proibitivo, né? Perigoso, né? E e mas assim, isso era um viver em família cristã, né? Mais do que agora, né? Isso. Sim. E e hoje hoje tá precisando mais do que nunca, né? E assim, eh, eu, eu lembro, quando a gente leu isso aqui, eu lembrei das palavras de Jesus, de que ele veio para trazer espada, para trazer a separação entre pai e filho, entre nora e sogra. E aí foi me reforçando a importância que que tem essa família, a primeira família, porque realmente é muito mais essa família do que o próprio sangue, porque chega às vezes e acontece, eu tenho sentido isso ultimamente, que que é quem é de sangue não tem a mesma comunhão que eu tenho com a família da fé. E a gente não desfruta como a gente deveria essa comunhão com a família da fé. a gente desfruta aqui no culto, na igreja, nas programações sociais, mas na mas na nossa vida diária, e que que eu falo disso? Por exemplo, eu até que tive uma experiência diferente, porque a eu fui criada de uma forma assim que era tudo muito misturado com as famílias da igreja o tempo inteiro. Eu vivi, eu vivi isso. Então, até a minha noção de vida social era toda restrita ao universo da igreja. Mas assim, a gente tem essa coisa de um pouco vem do individualismo mesmo que o mundo nos coloca e a gente assumiu isso, né? É. E de colocar assim que eu preciso prestar conta de ser bem-sucedido e de ter filhos educados. Uhum. E são direitos. Então assim, as os dilemas e as crises que a gente sofre no nosso ambiente doméstico, não. Ninguém pode saber isso aqui. Não tem car blindado do restante da igreja. E ai de quem deixar escapar alguma coisa. Os vizinhos estão ouvindo, né? Então assim, você tá dando mal testemunho, mas eu abri a o que a gente vive, dividir com uma irmã e e e tornar o o meu irmão parte disso, me ajudar nessa caminhada, a gente não usa isso, gente. Você sabe uma coisa que eu reparei aqui uma coisa que eu reparei na igreja e e não tô falando que eu não faça isso e que os meus não façam isso, mas uma prova disso é o adoecimento. O que você vê de gente na igreja que adoece em silêncio, é verdade, né? Adoece em silêncio. A igreja não participa do adoecimento dela com suas relações, com seu cuidado, a pessoa fica lá escondidinha. Sabe por quê? Porque o maior pecado que ele fala aqui é são as famílias em si mesmudas. Éí, idolatria da família. Mas eu mas eu acho que a gente tem que caminhar no no caminho do equilíbrio, porque assim, eu vejo muita gente que abraça demais a igreja, participa de tudo, quer ajudar todo mundo, mas a família fica escanteada. Uhum. Então existe um caminho do meio. A gente não, porque pode acontecer de cuidado, né? Eu penso, eu penso que a família minha que Deus me deu para mim ser eh aquele que dirige, que conduz, ela tem que ser o alvo da minha atenção mais do que os de fora. Obviamente os de fora também. Uhum. Né? Mas eu preciso focar minha atenção no na minha família. Isso. Isso aí não tem como discordar. Paulo coloca isso como suas prioridades. Você não a sua casa, né? idolatria da família que é o problema. Mas eu acho que um pouco também ô Gustavo, a gente não praticar o aconselhai-vos mutuamente. Uhum. A gente se protege demais com essa couraça de que eu preciso manter uma imagem de que nós não temos falhas. É, né? Não, nós somos uma família que anda direitinho, que é preciso tá todo mundo bonitinho, de repente estoura aí um um pecado, né? ou um divórcio, fala, mas fulano tão perfeito. Deixa eu proteger os defeitos do meu filho, da minha filha, porque eu quero que case com alguém aqui da igreja, né? Se eu ficar queimando o filme deles aqui, né? Pode ser que eu atrapalhe, né? Não, e até recorrer num momento de de de estar precisando de alguma coisa, da gente estar mais em liberdade de poder pedir uma ajuda para um irmão. Você pode vir aqui, não tá passando por tal coisa e e se abrir mais, tirando essa necessidade da gente parecer uma coisa que a gente não é. Ninguém é santo da maneira como a gente deveria ser. Uhum. E quando eu coloco essa imagem, nossa, mas se o irmão souber, né, o que aconteceu aqui em casa essa semana, acabou, né? Já vou. Sim. Seis. E não é só isso. É igual o o André falou, as pessoas adoecerem porque não usufruir, não não participa dessa comunhão, não tem um ombro na igreja para poder pedir ajuda. Eu, a gente vê quantos pais não que a gente tá vendo hoje muito que não que não dão conta do filho. Já viram isso? Não dá conta do filho e tem vergonha de pedir ajuda. E não aceita também. às vezes ainda é pior, não aceita ajuda. E outro ponto importantíssimo dessa questão da família que a gente não pode esquecer, é nós somos chamados, né? Nós eh somos inseridos nessa família da aliança, mas não é para nós mesmos, é para servir. E aí eu vou eu vou dar uma cutucada duas coisas. Se você cristão, você tá ah, pera aí. Uma das melhores decisões que os pais podem tomar em prol de uma jornada de fé de seus filhos é imergi-los. em uma congregação cujas práticas litúrgicas ponham em ação exatamente essa narrativa. Exato. Então a gente tomar cuidado aí as duas cutucadas que eu quero fazer e vai vou cutucar mesmo. Você vai cutucar e vai deixar cutucado ou você vai cutucar cutucado que nós eu tô preocupado com o temp. Tá bom. Então deixa cutucado. Pula primeiro. Se você frequenta uma igreja, você é cristão, você é reformado, você é crente e tal e tá anos na igreja, mas uma igreja que você entra e sai e vai embora. Uai. tá no lugar. Se você não tá, você tá com corrente errado. Se você não tá nessa família, tá errado. Isso. Você não quer se inserir, né? É. Se aquilo não faz parte, aí você aí você vai lá, assiste o culto, bate o ponto, vai embora, mas você não tem relacionamento nenhum ali dentro. Tá errado. Segundo ponto, se você é uma família cristã, você faz parte da família da aliança, a sua casa nunca tá aberta para receber? É os de fora para servirm tá errado também. Uhum. Cutquei. Pronto. Bora. Posso? Não vai falar mais nada. É nesse. Então vamos pro casamento agora. Pro casamento. Só fica nos filhos que é o segundo. É o segundo pilar. Aham. Eu eu eu mandei você falar, mas não sei que é para falar agora não. Do casamento. Mas Gustavo, se tiver algum comentário aí, você pode falar, tá? Não, já falou tudo o cutucão aí. Valeu. Concordo. Serve pra gente, né? Serve para mim. o casamento, né? Ele fala da questão o que que é um ritual do casamento. Ele até cita alguns exemplos, muito legal, né? O quanto nós valorizamos casamento, economia do casamento. A economia do casamento. É, hoje em dia o casamento é algo tão, teoricamente, tão importante, que ele precisa ser compartilhado. Isso. Hoje, hoje tem o tal do a esposa do do Gustavo tá inserida nesse meio, então eles vivem, sabem bem desse contexto, né? Aham. Porque ela é decoradora, ela uma decoradora única no que faz, mas tem o tal do Same Day Edit. Conhece isso? Não é só época não. Você tá? Ô, André, conhece não? Que que é o same day edit? É o vídeo do casamento que o profissional entrega do mesmo dia. Sim. É logo depois do casamento. Same day at it. Aham. Imediatamente. Imediatamente. Depois, é, logo depois do casamento. Qu vai ser postado. Postado. Lógico. Lógico. Bem, que graça tem hoje você postar o vídeo do seu casamento uma semana depois que ele passou? Na época que eu encont emoção, as pessoas postando, compartilhando. O casal depois que termina a cerimônia e vai para onde quer que eles vão, é assim, é repostando o que os outros postaram e marcaram. Lua de melo, né? Nossa, vai pra lua de mel. Não, l de mel é interessante, já desaparecer, né? Enquanto o videomaker não manda o same day edit para ele. Nossa, aquela agonia. Não, mas a gente combinou que ia ser porque tem que postar ali naquelas primeiras horas. É. E tem que ser algo cinematográfico. Uhum. Senão assim, a gente precisa dividir o nosso amor e a nossa narrativa com vocês. Isso isso é algo que precisa inspirar outras pessoas, né? E quantos desses depois? A sociedade do espetáculo, né? Do espetáculo. É só isso. E aí a gente perde de vista. É tanta energia para montar aquele espetáculo cinematográfico e dinheiro e dinheiro e deixa de investir nas bases pra formação da coisa que vai ser a mais difícil que você vai fazer na vida, que é manter um casamento. Isso. Ele cita essa cerimônia na Igreja Metodista Unida, casal, né? Eu gostei, achei muito legal de que é da questão do envio, do que que é a liturgia do casamento dentro dessa família da fé e o que representa o casamento da união de Cristo e a e a sua igreja. Muito bonito assim essa essa essa explica melhor a pessoa pra pessoa não ficar muito. Deixa eu falar então aqui só vou vou ler o texto que ele fala. A liturgia do casamento indica que o casamento é um chamado para servir ao próximo. O marido e a esposa formam uma aliança com Deus e entre si, de modo que se torna um pequeno povo que é enviado como Israel e a igreja para testificar perante as nações. Aí na igreja lá lindamente na igreja é é expresso durante a o a o ofício do casamento que combina em um envio. O pastor se volta pros recém-casados com uma bênção e uma incumbência. Não é só a bção, duas coisas. Que o Deus eterno conserve o amor que vocês têm um pelo outro para que a paz de Cristo possa habitar no seu lar. Vão e sirvam a Deus e ao próximo em tudo que fizerem. Muito legal esse final do casamento. Não ficar assim muito lar jogado no casamento. Então o que que nós estamos falando? Nós estamos falando de uma liturgia contemporânea do casamento, que tem a frase aí que eu não consegui pegar em inglês todo, que é uma liturgia day, same day edit, edit, a edição do mesmo dia. Liturgia atual que tá invadindo o coração dos dos noivos, né? Sim. E nós temos uma visão que ele puxa a búsa para orientar para um uma visão mais eh de serviço de um uma nova família que se formou. com um propósito, né, de, vamos dizer, ter filhos, flechas, né, tudinho. E e a liturgia que nos abala, que nos ataca, é totalmente diferente. Uhum. É dentro desse contexto que nós estamos conversando e em rede social é a gente é inundado o tempo inteiro e as narrativas culturais a nossa volta são dessa visão romântica de casamento. Então eu vou ali viver o ápice é aquela assim, eu tô me dirigindo ao ápice da minha felicidade, eu vou pro casamento buscando. É se frustrante pagar as contas, né? Hã? se frustraante pagar as contas do casamento e muitos até divorciam. Nem pagou as contas e tá divorciando, né? Exatamente. É triste. Eu acho interessante que fala da desse espetáculo nos Estados Unidos é porque não conhece o Brasil, né? É verdade. Aqui é pior, muito pior. Se compara muito pior. Aqui o povo não gasta o que não tem. É, lá quando gasta muito tem, mas aqui não é lá tende a ser mais simples. Tem, tende a ser mais simples. O o a classe média tende a ser mais simples. Assim, o que é espetáculo é só coisas assim de gente muito rica. Aqui não. Aqui a classe média baixa vai pro espetáculo. E tem que ser tem que ser instagramável, né? Tudo, né? Tudo. Aliás, tem que ter o espaço instagramável na recepção do casamento. É, né? Nossa, isso é. E aí vão as liturgias embora nisso aí, né? Você falou da da cerimônia, ele até fala assim, ele o o noivo e a noiva não recebem coroas monárquicas, eles recebem coroas de mártires. Isso. Olha, muito legal isso. É, isso é essa simbologia é muito forte. Uhum. Ó, então a gente tá falando de casamento, mas aniversário de um ano também no não. E os eh mês versário, é? É. Então é a idolatria do lá. É o que ele mostra aqui, né? chá revelação. É, não, não que um chá revelação por si só seja isso, mas já viu o tamanho dos chás revelação? É cinematográfico. Tem sem er também para achar revelação. Tem tem, né? Então é sociedade espetáculo, né? A gente conclui que, né, que entre as narrativas que nos atacam, atacam nossas crianças, talvez as que atacam casamento sejam mais potentes hoje em dia do que das próprias crianças, né? Com certeza. Sim, olha, é muita coisa. E e eu já sou um crítico, já tem um tempo desse chá revelação. Uhum. E de outras coisas, né? E e o jovem cristão, ele cai nessa e começa a dar valor mais a essas coisas do que às vezes é do que às vezes. Será que que dá mais curtida um final de semana no encontro de casais de uma igreja? Hum. um chá revelação lá nos carnemir caindo balões do céu. É, né? Num local instagramável. É. E o que é mais assim destruidor e parece que é tão bizarro, mas a gente não se dá conta da tamanho da mentira contada, é que essas muitas famílias que vivem esses espetáculos de romantismo e tudo muito grandioso no meio das redes sociais, né, e não cristãos, cristãos, etc., De repente, do nada, ou como dizem os meninos jovens, Duneida, né, Dune Neida, faz uma publicação e, né, decidimos que vamos seguir sempre juntos, mas agora de um jeito diferente. Continuaremos amando um ao outro, só que de um jeito diferente, cada um na sua casa. E aí eles romantizam até a separação, como se fosse só um capítulo mudando, mas ninguém tá triste, não tem perda, não dói. Assim, o nosso programa é meio atemporal, né? Mas nós estamos até vivendo uma uma separação que é motivo de conversa. É, sim. Eu tô falando dela mesmo. Quem qu e a gente tinha falado dela no no programa anterior, uai. A da CPI, uai, você não lembra que a gente comentou da CPI, né? Achei que falta Sand descobrir agora essa pois é 10 dias depois é a nora do cantor Leonardo do marido para ver ainda é Zé Felipe Mas é gente mas aí como é que a gente faz para guardar o coração dos nossos filhos poxa vida com uma liturgia em casa e outra ao ao redor o tempo inteiro é é através de assim tudo muito encantador né eu acho que é a somatória das duas coisas você criar eh criar em determinadas idades das crianças, né? Você criar essa essa coisa da das datas do advento, um calendário litúrgico anual e que você vai ali esfriar aquela parte lúdica, vai criar aquela coisa que ele pede para criar aqui a imaginação da da criança e numa fase que eles estão mais adulto, né? Começar a mostrar de forma talvez tão defendendo aqui, né, Gustavo? do lado um pouco mais intelectual, começar a encaixar, encaixar os bloquinhos assim, não é? Porque o adulto ele a eu acho que o o jovem como já é já deu uma mentalidade mais crítica, ele começa a perceber as coisas, às vezes você precisa chegar para ele e falar assim: "Olha, vamos analisar por um outro prisma. Vamos analisar pelo prisma que rege nossas vidas. Vamos analisar. Eu acho assim, eh, se para auditar as nossas liturgias, a melhor forma da gente, eh, auditar nossas liturgias é notar o que que a gente tá conversando em torno das nossas mesas. Ah, ele fala da das refeições, ele fala, que que a gente tá conversando, quais são os nossos assuntos. A gente tá sentando juntos, já é uma primeira auditoria aí, né? Então, é, é, é uma coisa que a gente precisa refletir nas nossas casas. Qual que é o assunto da nossa casa? fazer uma viagem longa com os meninos, que que se conversa no carro, né? Os momentos que você tem contato. E aí a gente vai auditando a nossa liturgia, né? o que o que que tem valor dentro da nossa casa. E o momento em torno da mesa é um momento precioso de você ensinar princípios, comentar o as atualidades, eh essas coisas que a gente tá conversando aqui, ensinar eh aplicar tudo aquilo que a gente entende, que que a gente estuda nas escrituras da cosmovisão cristã, do que tá acontecendo nossa volta, né? And ficar num hora e meia, né? É, isso não tem idade. Você tá falando de crianças pequenas, adolescentes. Eu tô sendo vó e a mesa é o melhor lugar onde a gente vê as gerações se reunirem, o vô, avó, os pais. E a gente continua, a gente é um ser em transformação. Nós somos, nós estamos sempre sendo transformados, pode ter certeza, influenciados, como ele tá falando aqui. Mas a mesa é o melhor lugar onde você vê as gerações se reunirem. O netinho que tá lá agora vendo como é que a gente faz na hora que senta para para o a oração que seja, os assuntos que a gente fala eh da igreja, acabamos de sair da igreja, chega lá para almoçar, nós não estamos falando mal do pastor. Uhum. que é o que acontece muitas vezes e isso ensina, é a pessoa que te ajuda ou serve na sua casa e que é tratada eh risco é que você não desconsidera. Esse dia a dia a gente tá ensinando o tempo todo. Eu acho que a gente não pensa só nas crianças, a gente pensa no filho adulto também, porque o adulto ele também tá observando isso. A maneira como a gente hospeda, isso recebe, serve, o que você valoriza, né? as práticas que eu tenho que demonstram a humildade, a generosidade, cuidado que você tem com as pessoas da igreja, o zelo, com os mais velhos, mais velhos, velhos, dificuldade, que estão passando por luto, velhos, levá-los para participar disso também, né, nesse corpo de Cristo, porque hoje a gente tá o tempo, as liturgias, a nossa volta é cada um de acordo com a sua faixa etária. Você vai no restaurante, o menino é despachado pra brinquedoteca. É, para não ficar com as pessoas. Não, porque é intediante, mas ele não consegue conversar com o adulto, né? Pensou isso. E o adulto não quer ser incomodado com o barulho da criança, dá trabalho, fica se não tem porque eu dou até p um celular na mão dele. Pr pronto. Então, a gente tá sempre buscando essas comodidades, é o conforto e do que que é confortável para cada um. Como é que eu vou ensinar o meu filho a servir ao próximo se o tempo todo eu tô validando que para o conforto que for para o que for confortável para ele tá tranquilo. E eu mostro que para mim também. É por isso que eu falei para você que nós não estamos na idade de ter filho. É, né? Estamos muito imaturo. Só se for. Valeu. Lei já pode começar a ter, né? Pois é. Então, aí ele fala justamente nesse guardar o coração de que nós pais não só somos os defensores, né, formadores do coração do nosso filho, mas também somos defensores. Ele tem aqui, eu queria só falar esse essa pergunta porque eu fui marcando nesse capítulo as perguntas que me ajudam nessa auditoria. Aham. Aí eu fui colocando aqui e uma delas é essa última pergunta aqui. E se estivermos construindo defesas contra golpes intelectuais de ideias e mensagens do mundo, mas falhando em nos isolarmos do tipo de radiação tóxica que pode penetrar nossas defesas intelectuais? E se ele faz essa pergunta, eu achei muito pertinente a gente levantar isso em casa, né? que vai vai você vai defendendo tanto, isolando tanto que talvez você você você esteja exposto a essas radiações tóxicas. É, não é? Nós estamos chegando ao fim. Ao fim. Estamos quase completando uma hora. Aham. A gente não viu o tempo passar, mas eles percebem. Tem perguntas aí ou só comentários? as perguntas, não. Só temos as pessoas dando boa noite, mandando falar mais alto, mas agora eu acabei. Ah, a Poliana escreveu aqui advento, ela sabia. Advento. Aí, Poliana, tá vendo? Ouça a sua esposa. Ô, gente, tem um negócio que eu coloquei que acho que legal a gente lembrar assim do que é um ritual palpável que a gente tinha na igreja, o culto do bebê, né? O culto do bebê é muito legal isso. Aina tem foto do culto do bebê dela, não é? É muito joia nome da da senhora que fazia. Lembra aí, Polana, manda pra gente aí. E e eu acho que tem uma coisa também que era, eu tinha muito isso na minha infância e às vezes acontece, mas perdeu um pouco o fato de estar sempre ali com a comunidade, né? A gente tá tão preocupado, ah, aniversário não, você faz as festas lá com o seu grupo e tal, não sei o quê. Nossa, os aniversários, nossa, era tudo ali na igreja, levava o bolo para o CP e e essa é a comemoração. Ou então que dia que tem reunião da UPA? Então vai ser lá em casa, que é o dia do aniversário do do Rafael e tal, assim, as nossas as nossas comemorações eram programações que que a igreja era trazida. E eu lembro que na adolescência me incomodava um pouco, tipo assim, não, mas nem tem intimidade com todo mundo, não pode ser só aquele, né? Não, não. A reunião da UPA aqui em casa é a igreja, aniversário, é reunião da UPA e tal. Lembrei, foi a dona Ambrosina que fez que fez o o culto bebê. Culto bebê da Poliana. E a outra coisa também da gente no dia a dia não deixar de se lembrar pros nossos pares, os nossos filhos e as nossas visitas, né? Porque às vezes a gente tá até empenhado em apontar onde é que tá errado, onde é que tá tendo orgulho, vaidade, cobiça, egoísmo, etc. e assim, né, da do confronto, mas nós, se nós somos seres adoradores, se os nossos se a nossa vida é moldada pelo que a gente ama, que a gente tem constantemente apresentado a glória de Deus. Hum. Uma coisa eu falar: Deus é soberano, Deus é grandioso, Deus criou todas as coisas. Puxa vida, olha aquele beijaflor. Tem tem coisa mais incrível que aquilo? Como é que bate? Quantas vezes bate o beijflor? a gente ficar se encantando com a criação com a a todas as evidências de glória que Deus deixa no nosso olho o tempo inteiro. E não é só criação natureza, mas até assim, você o o Éedder tá com bebê novo em casa, daqui a pouco ele vai viver de novo, mas você vê um bebê levantando e andando pela primeira vez, gente, não tem não tem nada que pague você assistir essa cena e como é que você não enxerga a glória de Deus nisso aí, sabe? E às vezes a gente deixa isso, isso deixa de ser encantador para nós e a gente permite que eles se encantem com os personagens, com os filmes e e com o brinquedo e até vai dando mais e mais e mais e mais, né? Como é que ele vai se encantar com Deus? Verdade. É. E a gente também, né? Concordo. É, a criança, eu acho, achei interessante falar isso, porque criança ela tá descobrindo o mundo. Você já viu uma criança observando uma formiguinha pela primeira vez? É legal, não é? Ela tá encantada com a criação. A gente não pode desviar o foco dela, né? Ela se encanta com tudo. A gente se acostuma, mas é tudo muito lindo, tudo maravilhoso. Você notar a criação, a vida é, né? O a o o cosmos, o sol, a lua, mudança deação, tudo é muito perfeito. A gente é simplesmente se acostuma com isso da rotina. É uma coisa normal. É verdade. Então esse encanto a gente tem que tentar preservar, né, esse contato com com a criação, né? Verdade. Com certeza. Então, encerramos o capítulo encerramos. Ninguém brigou. Ninguém brigou. Tentei, eu tentei. Não deu certo, né? Pacificado. A gente tenta no próximo novamente, Gustavo. Então, obrigado. Olha o próximo para falar assim, ensine bem seus filhos também. É uma continuação, né, dessa questão da gente se prepara alguma coisa, Gustavo, dessas liturgias. Mas assim, é sempre bom a gente parar para pensar, porque a gente vive às vezes a rotina no automático e se esquece da quantidade de coisas que a gente tá absorvendo, refletindo o que que a gente tá valorizando, o que que a gente tá deixando de valorizar que deveria estar valorizando. E às vezes até quando a gente insere a leitura da Bíblia é meio que assim, nossa, eu tenho que, né, dar o cheque aqui no plano de leitura. Ufa. Nossa, é quando termina fica até aliviado, né, assim, não é assim. vida, né? Eu queria deixar um uma uma não é uma recomendação, mas assim é uma recomendação sim. Eh, mesmo nessa vida frenética que a gente tem, eu tô numa outra fase. Eu trabalho muito hoje, mas eu trabalhei o dobro quando meus filhos precisavam de mim, né? Mas uma coisa que a gente nunca deixou de fazer foi almoçar junto, sabe? Assim, eu tinha, eu trabalhava muito de manhã, tinha que estar na empresa, no horário, cumprir horário e tal, mas a gente sempre almoçou junto porque era a hora e não, nunca deixamos ninguém buscá-los na escola nem levar, porque é a hora que você tá moldando o coração do filho e é e que seja uma das refeições do dia, mas a gente tem que buscar e tentar almoçar junto, jantar junto, para estar juntos. E o culto doméstico, né? Culto doméstico. Esse é esse no próximo acho que nós vamos falar. É, ele vai entrar nessas. Nós temos dois episódios, Bianca. E já vamos fechar. Encerramos o nosso livro. Ai, que legal. Estamos quase fechando nosso semestre. Um período de folga, né? Uhum. E aí partiremos pro próximo, gente. É, não, ó, não deixa dear acompanhar. Agora tem perfil no Instagram também que a gente vai inserir outros conteúdos complementares. Contamos agora com um braço, um quarto, quinto braço, sexto braço aí, que é a Jose, que faz parte da equipe, só não tá aqui na frente das câmeras, mas que vai ser assim um grande apoio, apoio não, né? Fundamental aqui, uma peça fundamental. Então também podem usar lá para comentar, encaminhar, enfim, pedir indicação, dar indicação de livros também. Estamos abertos. E o nosso próximo encontro, dia 27 27 27 não será eh igual a gente tá fazendo que folga uma sexta vem na outra tem porque tem um feriado, tem um feriado. Então dia 27 de junho vai ser o nosso próximo programa e depois a gente vê que vai ser o programa do encerramento. Vai ser o penúltimo, né? É o penúltimo. Esse vai ser o penúltimo penúltimo da temporada da dessa temporada, né? E aí voltamos no segundo semestre, já estamos aqui quase, né? Vendos a próxima leitura livros já sobre análise. É, obrigada a todos que nos acompanharam nessa noite e quem depois vai assistir gravado, que a gente sabe que muita gente assiste depois. E que vocês tenham um ótimo fim de semana, aproveitem aí para praticar liturgias saudáveis, né? hábitos saudáveis nos tempos de descanso, no tempo com a família, com os amigos, com a família, né, de Cristo, com a família da aliança. E não desperdicemos também, né, o grande privilégio que é estar, né, no culto coletivo, sendo alimentados pelo espírito e prestando adoração ao nosso Deus, né, que é o centro aqui da nossa vida. Boa noite a todos. Boa noite. Obrigado também o Ére que tá ali junto com a Jose e até a próxima, pessoal. [Música]