Se7en – Os Sete Pecados Capitais | O Labirinto do Pecado | Josemar Bessa
04/06/2025
Se7en – Os Sete Pecados Capitais | O Labirinto do Pecado | Josemar Bessa
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
[Música] Chama-me perdido, um eco preso nas ruas de uma cidade sem nome, onde a chuva é um martelo e cada sombra sussurra, você não escapa. Quem sou eu? Um caçador, uma presa ou apenas um reflexo no espelho partido do mal. Fique em frente à verdade. Chame-me perdido. Estas palavras não abrem apenas uma história. Elas te puxam para um labirinto de neon e podridão, onde sete pecados, gula, avareza, luxúria, inveja, ira, orgulho, preguiça, não são fraquezas, mas correntes. Cada crime é um sermão. Cada corpo, um altar onde o coração humano sangra. Chame-me perdido e caminhe comigo por trás da chuva dois homens. Um jovem que queima, um velho que carrega o peso do mundo. Caçam um monstro chamado John Do. Mas o que encontram não é só ele, é você. É, eu é o que escondemos quando apagamos a luz. Chame-me perdido, pois o que está por vir é mais que um thriller. É um espelho que não mente. Um convite para descer ao abismo e perguntar: "O que te devora?" Prepare-se, porque nesta cidade o pecado é a lei e a verdade corta como uma faca. [Música] Imagine uma cidade que te engole, onde a chuva cai sem parar, como um martelo incessante, e cada rua sussurra que você está perdido. Nessa metrópole sem nome, o ar pesa como se o mal tivesse textura e as luzes de neon piscam em verdes doentios, azuis gelados e amarelos febr, como se a cidade estivesse apodrecendo. Agora, e se alguém transformasse os pecados que escondemos? Gula, avareza, luxúria, inveja, ira, orgulho, preguiça, em assassinatos tão brutais que te forçam a encarar o que gostamos de varrer para debaixo do tapete. E se a justiça fosse apenas uma sombra, incapaz de te salvar? servem os sete crimes capitais, como é eh foi chamado no Brasil, lançado em 1995, dirigido por David Fincher, é mais que um thriller psicológico, é um espelho que reflete o abismo da alma humana, um convite para mergulhar na escuridão e confrontar o mal que habita em nós, no homem. Há séculos, a tradição cristã de Tomásquino aos pais do deserto mapeou esses sete pecados capitais como vícios que corroem o caráter e nos afastam de uma vida plena. Esses sete e não é porque eles são piores, é porque eles dão a origem a todos os outros pecados. E um deles é a raiz de todos os pecados, que é o orgulho. E os outros são galhos nessa árvore. E todos os outros pecados são eh frutos nesses galhos. Por isso que eles foram separados assim. Servida a essa sabedoria antiga, transformando-a em um pesadelo cinematográfico que quase 30 anos depois, né, ainda corta como um vento frio no inverno. Vamos explorar esse mundo onde o pecado é lei. entrelaçando a visão obsessiva de Fincher como diretor, com reflexões sobre como os pecados capitais, os vícios moldam nossa natureza, nossa cultura e nossa busca por redenção para entender como a cidade viva do filme, a caçada de Mils e Summerset e o simbolismo dos pecados nos definem e nos desafiam a enxergar o que nós Preferimos naturalmente ignorar. Seven se passa em uma metrópole anônima dos anos 90. Não é dito para nós que cidade é. É um caldeirão que mistura a sujeira, eu diria, de Nova York com a decadência de Los Angeles. E Finter não filma um cenário. Ele constrói um monstro vivo. As ruas são labirintos de neon e lixo. A chuva continuamente caindo. Filmada em Los Angeles, transforma os becos em pântanos e o som. O som é o gotejar constante. O zumbido de um letreiro de neon te prende como uma armadilha no filme. A fotografia de Darius eh Conde, eu diria que é uma obra prima claustrofóbica, com ângulos apertados e cores que cores que fedem a mofo, doença e desespero reminiscentes, eu diria, de Blood Hunner, mais cruas. Cada plano é um convite para sentir o peso do mal, como se a cidade fosse o Minotauro de Creta espreitando em seu labirinto. essa estética e com a visão cristã dos pecados capitais como hábitos corrosivos, na verdade depravações que, como dizia Aristóteles, se tornam segunda natureza por meio de escolhas repetidas, criando sucos profundos em nosso caráter como trilhos de trenó na neve após várias passagens. Mas na verdade nós sabemos que, como Jesus diz, é do coração que saem os pecados e não é a repetição que os cria, é o coração que cria as repetições. Na tradição cristã, os pecados capitais ou vícios, como preferem alguns teólogos, não são meros atos, mas disposição do caráter que nos inclinam a ações destrutivas. Tomásquino via os vícios como falhas ou os pecados, não é? Como falhas morais que obscurecem nossa capacidade de viver bem em nossa depravação, de amar e de nos relacionar de forma saudável. São hábitos que, como uma criança aprendendo xadrez, porque seu pai eh lhes dá lhe dá doces até ela mesma amar o jogo por si só, moldam quem somos através da repetição. Eles saem de uma fonte profunda e a repetição durante a vida vai fazendo o coração cada vez mais duro, mas carejado. Keven materializa essa ideia na figura de John Dom, um assassino que transforma os sete pecados em sermões sangrentos. Cada morte, uma mensagem esculpida em carne, como vitraz de uma catedral gótica que, em vez de santos, exibe pecadores. A cidade Sevem é o palco perfeito para esses crimes, um reflexo do mundo contemporâneo que muitas vezes banaliza os pecados, redefinindo como virtudes ou trivializando os pecados como fraquezas inofensivas no humanismo secular, galopante da nossa cultura, ou dando nome terapêuticos, como se fossem doenças e o pecador fosse uma vítima. Enquanto a cultura moderna celebra, por exemplo, a inveja como motivação para o sucesso ou a preguiça como um descanso merecido. Finter, o diretor de Seven, nos força a ver o custo humano desses hábitos, pintando um retrato onde o excesso de gula vira um túmulo, a avareza se torna uma prisão e a luxúria uma faca que mata. No coração de Seven estão os detetives David Mills, que é o Brad Pitt e William Summerset, que é o Morgan Freeman. Dois opostos que personificam a luta contra o mal externo e interno. Mes é um vulcão de raiva. Ele é jovem, eh, pulsando com energia nervosa. Esse é o primeiro caso dele, assim. eh como se acreditasse que ele pode consertar o mundo com sua força de vontade. Já somerset, eh, por outro lado, é um poço de cansaço. Ele está para se aposentar. Talvez eh essa certamente é a sua última eh investigação. Então, com cada olhar e pausa carregando peso de 1000 crimes. Então, Morgan Freeman, inspirado em detetives reais, traz um realismo melancólico ao papel. Enquanto Brad Pitt faz de Mils um espelho da ira mal contida, que a cultura moderna muitas vezes confunde com justiça. Juntos eles caçam John Durun, cuja sede de assassinatos segue o roteiro dos sete pecados capitais, transformando a investigação em um confronto com o que nos faz humanos caídos e depravados. Essa caçada ressoa com a tradição cristã de autoexame, iniciada pelos pais do deserto no século e continuada em manuais, né, de de contrição até o século XV, onde os pecados, os capitais e os vícios eram ferramenta de confissão e transformação, na verdade. Eh, e quando toda a doutrina bíblica de arrependimento e confissão de pecados, em vez de dar outros nomes para eles, em vez de vê-los de outra forma ou nos vermos como vítimas, não é? Então, para os teólogos nomear os pecados, como a inveja dos irmãos de José ou a preguiça dos israelitas que resistiram à terra prometida, porque Deus estava dando, mas teriam que lutar como Deus estava ordenando. Os teólogos dizem que quando você olha para isso e quando você olha para você mesmo e dá nome certo, isso permite uma confissão precisa e é um passo para despiro velho. e vestir o novo. Como diz Paulo em Efésios 4:22 a 24. Encerem, cada crime é um espelho que reflete não apenas o pecado da vítima daquela pessoa que foi morta, mas também os impulsos dos detetives e do público nosso, né? Quando du mata por gula, forçando um homem a comer até a morte, ele nos pergunta: "O que nos faz engolir mais do que podemos?" Quando mata por avareza, ele expõe a ganância que nossa sociedade justifica como progresso. A narrativa de Finter como um jogo de xadrez onde do está sempre um passo à frente dos detetives ecua a complexidade moral, eu diria, de crime e castigo, onde o crime revela a alma. Ahã. A gente vive numa cultura, a cultura moderna que banaliza o pecado. Enquanto Sven nos confronta com a gravidade dos pecados, a cultura contemporânea frequentemente os trivializa ou redefine. Alguns, como o reverendo James Stalker, sugeriram que a gula é um pecado superado pela civilização, enquanto outros questionam: "Por que Deus se importaria com vícios que parecem inofensivos ou pecados que parecem inofensivos? Preguiça como ficar na cama, luxúria como uma olhada a mais eh para uma pessoa, para uma revista ou para uma tela. Gula como comer eh um pouco mais, três rosquinhas a mais. Há quem vá além transformando vícios, pecados em virtudes. O orgulho é celebrado como autoestima. A luxúria é defendida como uma força humana livre de filosofias ruins e restringedoras. E a preguiça é vendida como um plano de autoaperfeiçoamento. A França eh tentou tirar a gula da lista de pecados, argumentando que eh a gula é apenas um amor caloroso pela boa comida e boa companhia. Essa banalização é visível na mídia e no consumo, nas eh perversões sexuais que cada vez ficam mais não só aceitas, mas defendidas por eh autoridades. E em 1987, a revista Rappers publicou uma campanha fictícia, onde agências de publicidade tinham que vender os sete pecados. A preguiça era promovida com o slogan: "Se o pecado original fosse preguiça, ainda estaríamos no paraíso." A ganância recebia o endoço do Papai Noel, que lembrava as crianças suas listas intermináveis de desejos. E a luxúria era celebrada como a força que nos fez sobreviver a guerras e fomes. Então, catálogos vendem pulseiras coloridas para exibir seu defeito fatal como algo bom. Vermelho para ira, verde para inveja, por apenas alguns trocados. Sites explicam os pecados com humor, dizendo que somos gananciosos por vivermos em uma sociedade consumista. culpa não é nossa, não é orgulhosos por causa de professores que nos ensinaram a acreditar em nós mesmos ou invejosos porque outros são mais sortudos, mais inteligentes, mais atraentes. Bebidas, vinhos são batizados com nomes que evocam os pecados e até personagens de animação como Bob Esponja são associados aos vícios em especulações online. Essa abordagem leve contrasta com a seriedade de Seven, onde cada pecado é um peso mortal. Finter não explica, ele faz você sentir. O final do filme é tão chocante, tão chocante que o estúdio quis alterá-lo porque é um soco que ecoa a advertência de CS Ls. Somos criaturas meio coração, brincando com prazeres menores quando a alegria infinita nos é oferecida. Pior ainda é a tendência de psicologizar os pecados. Isso é comum na igreja, nos púlpitos, nos cristãos. E virou uma eh uma epidemia, não é? Essa tendência de psicologizar os pecados. A gula é reduzida a transtornos alimentares. A ira a problemas que seminários de controle de raiva resolvem e com vários diagnósticos diferente. Ah, o orgulho a questões de autoestima e a preguiça à procrastinação ou depressão. A luxúria para alguns psicólogos é apenas um desconforto cultural com desejos naturais. Não devia nem sequer existir a coisa chamada luxúria, porque isso é só preconceitos que inibem os desejos sexuais que deviam ser livres e eh expressos, resolvidos por, se forem exagerados, terapias que liberam você não do pecado, mas da culpa. Essa visão sugere que superamos os ensinos atrasados dos antigos. do evangelho, do cristão, mas ignora a integração complexa entre o psicológico e o espiritual. Envem, os pecados não são problemas clínicos, são forças que destróem vidas refletidas nos corpos mutilados, nos assassinatos e nas almas despedaçadas das vítimas de D, como se fosse o o verdadeiro pecado que destrói. A tradição cristã distingue eh eh eh os pecados, né? Ao ao colocar os pecados, capitais, eu disse como eh um é a raiz de tudo, orgulho, e os outros são galhos, onde vem todos os outros eh os outros pecados como frutos, mas também distingue vícios de pecados. Um vício é um hábito ou traço de caráter cultivado por ações repetidas, como a gente falou, o tren que cria um suco na neve ou uma criança que eh aprende por repetição cada vez mais. E virtudes, por outro lado, são excelências que nos permitem viver bem. Coragem para enfrentar dificuldades, temperança para ordenar desejos, amor para superar a inveja. Ah, enfim, no fim, o fruto do espírito. Como Aristóteles explicava, somos responsáveis por nosso caráter, pois o moldamos por escolhas repetidas. Mesmo alguém pagão poderia ver eh essa realidade. Seven ilustra essa corrosão dos vícios. Ah, a gula não é apenas comer demais, mas uma fome desordenada que nos consome sempre mais. Nunca há satisfação. A preguiça não é só indolência, mas uma fuga da responsabilidade, como a família Flight em Braded, eh, que escolhe o escapismo em vez de do dever. a Vanglória, que é o orgulho, né, de uma maneira mais eh mais abrangente, que é ausente da da lista, já que o orgulho ficou nela, mas presente na cultura moderna, é a fome por reconhecimento que alimenta as redes sociais. E imagine dois cônjuges, uma mulher que resiste a desejos por outros homens, mas luta constantemente contra esses desejos. E um marido, cuja fidelidade à sua esposa é tão enraizada que seus desejos alinham-se com o seu compromisso. Ambos são fiéis, mas só o marido tem a virtude da fidelidade, agindo com pais. e prazer. Enquanto a esposa depende de autocontrole apenas dentro eh está o mal cru. Não há virtude nisso. Sven nos confronta com essa diferença. Du encena os vícios ou os pecados como sucos profundos que prendem suas vítimas. Mas o filme indiretamente aponta paraa necessidade de virtudes opostas. como a prova de Deus. Não basta você não ter eh o fruto da carne, tem que haver o a obra da carne, tem que haver o fruto do espírito. Ou seja, não só é necessário não haver aquilo que é negativo, não é? Tem que haver o oposto positivo. A cidade Seven é um símbolo disso, um lugar onde o mal se tornou natural. É a nossa cultura, né? Na verdade, com o homem, desde a queda, essa é a realidade. Mas cada vez, como nossa cultura agora, eh, o mal é visto como virtude, não é? Como o profeta disse, aqueles que chamam mal de bem e bem de mal. Então, a cidade de Sevem é um símbolo disso, um lugar onde o mal se tornou natural, mas onde a luta de MS e Summerset sugere que ainda há espaço para resistência. que na verdade só pode ser encontrada no evangelho, já que só o fruto do espírito é o verdadeiro oposto dos pecados capitais, na verdade de qualquer pecado. Então, só isso oferece esperança. Os vícios podem ser mortificados se já foram cancelados na cruz. Só o homem justificado pode, na verdade, mortificar verdadeiramente seus pecados, porque eles foram cancelados do ponto de vista legal e não pode mais ter o domínio. Então, o filho de Deus é chamado a fazer isso por práticas eh de crescimento espiritual. A confissão, como ensinava os pais na igreja primitiva, permite nomear pecados específicos. Hoje isso é cada vez mais difícil, porque como eu disse, eh, nós psicologizamos o pecado, então nós não podemos mais confessar pecados. Não há perdão sem confissão verdadeira. Então, lá na igreja primitiva, tudo ensinomear pecados específicos. a inveja que vemos na rainha branca de eh na na rainha de Branca de Neve, não é? a a inveja eh dela, a ganância do eh Barbossa, né, dos piratas do do Caribe, onde o ouro nunca satisfaz, onde nunca se tem o suficiente e buscar graça para já livres da condenação desses pecados, ou seja, já sendo justificado, agora sermos livres do poder. do pecado. Então, conduzidos pelo Espírito Santo a toda verdade, levando a cada um de nós a disciplinas diárias centradas no evangelho, olhando para Cristo ao contemplar sua beleza, apoiada por comunidade, amigos, ajuda a despir o velho eu e vestir o novo, como diz Paulo em Colossenses 3, 5 a 14. Até a Bíblia ganha novas camadas quando lida através dos vícios. A preguiça aparece na resistência dos israelitas à terra prometida. Como eu disse, haveria luta. Deus vai dar, mas eh eu queria que isso acontecesse sem fazer nada. A avareza na confiança quebrada da viúva de Sarepta e a inveja na hostilidade dos irmãos de José contra o filho favorito de Jacó ou Saul contra Davi. escrevem, não oferece redenção explicitamente, mas a escuridão que ele mostra nos força a desejar redenção, a buscar a graça que eh Dante descreve em sua Divina Comédia, onde os pecadores, ao reconhecerem seus erros, que é o primeiro passo da nova vida, são preparados para uma nova vida. E Seven é único, porque Fincher, o diretor, não apenas filma, ele constrói um universo. Cada quadro, cada som, o gotejar da chuva, o zumbido do neon é obsessivo, nos puxando para dentro do pesadelo. As atuações são o coração do filme. Brad Pitt faz de Mils um vulcão pronto para explodir, enquanto eh Freeman faz de Summerset um homem que carrega o peso do mundo e a narrativa com seus ecos em casos reais é um labirinto moral e a estética, a fotografia de Conde transforma cada cena em uma pintura de uma pintura do inferno. Mas o filme vai além do cinema. Ele dialoga com séculos de reflexão cristã sobre os vícios, trazendo à tona o que a cultura moderna tenta apagar, tenta psicologizar e etc. Então, os pecados capitais iluminam traços perenes da natureza humana caída, visíveis em Shakespeare, como a inveja de Iago em Otelo ou a ganância de Shylock em Ocador de Veneza, em narrativas modernas como o Senhor dos Anéis, onde o orgulho leva a queda, o Game of Thrones, onde a luxúria pelo poder destrói todo mundo. Eles explicam práticas culturais, a inveja e o shing frown da que nós falamos outro ontem, é um dia desse aí, né? Acho que ontem em Amadeus por eh trás dos tabloides que expõe o que? As falhas dos famosos, a fofoca e a Vanglória que alimenta reality shows de transformação e cirurgias plásticas. a ira disfarçada de justiça em filmes de vingança, ou a gula que sustenta porções gigantescas. Ah, e até às vezes videogames com avatares sexualizados e os hábitos noturnos na internet com cenas de sexo cada vez mais violentas refletem uma luxúria desordenada. Deus entregou eles a sua paixão. É o que Paulo diz. Mas importante entender os vícios oferecem recompensas espirituais. os pais eh do deserto, eh Ciano, Gregório, depois Aquino, viu os vícios como armadilhas a serem superadas ou os pecados eh capitais para uma vida de santidade. nomear nossos pecados, a ira que mascara nosso medo, a vanglória por trás das nossas selfies perfeitas, a ganância que nos faz trabalhar até a exaustão, nos permite confessá-los com precisão, buscar disciplinas espirituais e crescer eh no fruto do espírito, que o fruto que o espírito produz como humildade, paciência, amor, mansidão, autocontrole domínio próprio, o fruto do espírito. Seven nos chama para essa para essa escuridão, não para nos perder, mas para nos encontrarmos. Então, a caçada começou e eu queria perguntar, o que te faz engolir mais do que você pode? Você vem para essa caçada eh que nós vamos fazer a olhar para isso? Então, a primeira coisa é a gula. Eh, eu estava olhando de maneira mais eh de eh eh concentrada na inveja, por exemplo, eh falando do filme Ama Deus, não é? Aqui olhando Seven, a gente vai fazer diferente, né? Porque como a gente vai olhar os sete pecados capitais, a gente não pode se demorar tanto. Cada um dele, cada um dos pecados capitaes merece uma uma um tratamento eh único, né, ou mais de um, como a gente deu em Amade Deus. Mas aqui a gente vai olhar todos eles numa visão meio panorâmica. Gula, o banquete que devora a alma. Você já entrou num lugar tão podre que o cheiro te faz querer correr? Agora imagine um apartamento onde o pecado da gula se torna um cadáver, um estômago estourado de tanto comer, o rosto afundado num prato de espaguete viscoso. Em Seven de David Finter, a cena do crime da gula é mais que um assassinato. É um espetáculo doento, um soco no estômago que te joga no inferno. é horrível, mas certamente o pecado é mais horrível que as imagens. Nós gostamos, não gostamos de pensar no pecado de maneira tão feia, mas ele é. Então, mesmo o filme que parece que te dá um soco no estômago, que te joga no inferno, no cenário da gula ali, certamente o pecado da gula é muito pior do que as imagens, né? E o primeiro golpe de John Do, que é o serial que ele é um convite ao abismo onde o desejo vira veneno. Mas a gula não é só sobre comer demais, é um hábito do coração, uma fome por prazer que consome a alma, não satisfaz, gera eh tédio à medida que você consome e sempre quer mais. e depressão. Como diz Frederic Bkner, o guloso é aquele que invade a geladeira em busca de uma cura para desnutrição espiritual. Esse é o problema do homem. Ele tá buscando em coisas do mundo é uma cura paraa sua a desnutrição que é do seu espírito. Então vamos mergulhar nesse cenário imundo, explorando como o Fincher constrói o horror em cada detalhe fétido, como Morgan Freeman e Brad Pitt reagem ao nojo. E como o impacto sensorial do cheiro à textura te faz e viver a podridão. É isso que eh as imagens querem mostrar a podridão e do pecado, não é? Eh, como crime castigo e reflexões, desculpa, eh eh obras como crime e castigo, né, de Dostoyevski e outras e reflexões eh teológicas e culturais. Eh, a gente vai tentar usar tudo isso para cavar a direção, eh, os personagens e o peso dessa e de cada cena, perguntando o que te faz engolir mais do que você pode a gula está falando para nós. Preparado? Então vamos ao lugar onde a comida vira um altar pagão e o excesso se transforma num túmulo. A cena começa com os detetives Summerset e Mills, Morgan Freeman e Brad Pitt entrando num apartamento que fede a morte. Finchter, um mestre doconforto guia a câmera como um intruso, deslizando por latas de comida podre, pratos sujos empilhados, até parar num corpo grotesco. Um homem extremamente obeso, morto, com o rosto mergulhado num prato de espaguete. A fotografia de Darius Conde é um pesadelo, né? As cores têm verdes doentios que cheiram a mofa, amarelos fracos que fedem a doença e sombras que engolem toda a luz. E quando a sujeira, né, eh, dos crimes do zodíaco, por exemplo, mas mais visal, closeups mostram o espaguete pegajoso, o sangue seco na boca, as mãos inchadas. Cada detalhe é um soco no estômago. Planos abertos revelam a claustrofobia com paredes que parecem te esmagar enquanto o som amplifica o horror. Chuva batendo, mosca zumbindo. O som é importante na nas cenas, né? O o o o diretor constrói isso. Chuva batendo, mosca zumbindo, o gorgolejo da água suja, o apartamento respira podridão. Summerset com Morgan Freeman, né, carregando um cansaço que pesa o mundo, analisa o cenário com passos lentos, como se lesse um livro maldito. Jamilson. Brad Pitt explodindo em raiva jovem anda de um lado pro outro xingando sua energia em guerra com o absurdo. O diretor Finch usa a tensão entre eles como motor eh cortando entre os olhares. Sum é a razão. MS é o caos num ritmo que te prende. Como em tr Detectives, eles descobrem que a vítima foi amarrada, forçada a comer até o estômago tourar. E a palavra gula está escrita atrás da geladeira. Uma sentença divina. A trilha de Howard Shaw com graves que rastejam, aperta o peito e a edição de Richard Francis Bruce faz cada corte do er como se você estivesse preso naquele porão junto daquela cena. Nos bastidores, Fint usou comida podre de verdade, não é? A gente eh fica sabendo, né? 7, um porão úmido, tinha lentes escuras para um tom de mofo. O manequim do corpo era tão real manequinho da da do do do que foi assassinado, né? Que assustou a equipe, não é? E baratas de verdade rastejavam pelo cenário. Por exemplo, é dito que Brad Pitt improvisou a o os as suas palavras, não é? Aí os xingamentos trazendo raiva genuína assim e que a cena levou três dias para ser filmada com um cheiro impregnando o ambiente por semanas. Então por que essa cena te marca, Finter? O diretor não só mostra o crime, ele te faz viver o nojo. Cada ângulo, cada som te sufoca. Quem dera a nossa cultura pudesse realmente viver o nojo e sentir o cheiro do pecado, não é? Como Deus sente. Ou nós nós nunca daríamos nomes, nunca iríamos psicologizar o pecado se ou víssemos como ele é realmente. As atuações são a alma. Ali Morgan Freeman faz o sum sentir o peso do mundo, enquanto Brad Pitt eh, o que é o Mils explode. A edição estica essa tensão e o impacto é que te pega. A gula é o primeiro passo do plano do assassino de Du. Um espelho da nossa fome descontrolada por mais e mais e mais. E a alma é um poço sem fundo para o pecado, né? É por isso que dizem que ela tem um buraco do tamanho de Deus e só Deus pode preenchi-la. Mas o que é gula, afinal? Não é só comer demais, como virou o estereótipo do homem obeso, que alarga o cinto para comer mais sobremesa. Como diz Tomás de Jaquino, a gula significa, primeiramente o desejo intemperado de consumir não apenas comida, né, mas comida também, não o consumo inteerado. eh eh que você tenta justificar, não é? Mas que é real é sobre o prazer excessivo, o prazer que sempre quer mais, imediato, tangível, uma busca obsessiva que reduz a vida à autosatisfação. Então, eh, o sexo nunca é suficiente, a comida nunca é suficiente, nada é suficiente. Um casamento, dois casamentos, três casamentos, os cinco casamentos. É Jesus dizendo para a mulher samaritana: "Já tiveste cinco maridos e o que você tem agora não é seu marido, é a gula. A a gula é um vício do coração, uma rotina de gratificação e gratificação e gratificação que desgasta a nossa alma como em crime e castigo, onde o crime reflete o vazio interior. E por exemplo, no seriado soprano, né, Tony Soprano engole comida, poder e violência para tapar o vazio, mas só afunda mais. a nossa cultura é viciada nisso. Então, eh, das coisas mais comuns, as coisas mais, eh, pesadas, não é? E, eh, no supermercado eles botam às vezes eh revistas eh mostram tortas de chocolate ao lado de dicas para controlar os seus desejos. Fast food eleva a obesidade enquanto a indústria da dieta fatura bilhões. Então, eh, estimula a obesidade e ao mesmo tempo, eh, a indústria da dieta fatura bilhões porque eu quero eh eu tenho essa essa esse desejo insaciável por mais, mas mais, ao mesmo tempo eu quero ser mais magro, mais magro, mais magro. Comemos pão com 11 ingredientes. Cada vez ficamos mais exigentes, né? Tomamos eh as pessoas, ah, quero tomar cerveja artesanal. E o que é saudável vira um enigma. Porque ao mesmo tempo que a indústria te empurra todo tipo de coisa que engorda, ela também te empurra todo tipo de remédio que emagrece. Então, alimentos baratos e gordurosos pesam mais sobre os pobres, não é? e eh atingem eh todas as as classes. Comemos por prazer, não por necessidade. E o prazer vira um ídolo de tal maneira que eh não há limite para para ele. Como diz Paulo, alguns fazem do estômago um deus. Filipenses 3:19. Então, o prato em Seven é um altar pagão. O prato de comida vira um altar pagão. A geladeira é um túmulo. É por isso que é lá que ele colocou o seral killer, a palavra gula naquela cena do primeiro assassinato que é sobre a gula, uma faca que corta até o osso, né, da realidade do homem caído. Na idade média, Gregório, o grande listou cinco formas de gula e você vê que é muito mais sofisticada do que muitas pessoas pensam, né? Cinco formas: delicadamente, muito suntuosamente, muito apressadamente, muito gulosamente demais. E você eh pode transportar isso para uma linguagem mais comum, né? Eh, frescuras, uma para comer, eu sou cheio de frescura, altas exigências ou requinte ou rapidez ou ganância ou excesso. Essas palavras descrevem essas cinco formas. que a gula toma. Cada uma reflete um desejo desordenado pelo prazer eh de consumir comida ou qualquer coisa, seja no que comemos, seja eh em como nós comemos. por exemplo, frescuras que ele colocou como muito delicadamente, é comer com exigência excessiva, como eh a mulher na na obra de CS livs, as cartas de skill tape, não é? Boas cartas do de um demônio pro seu demônio aprendiz de CS que pede só um chá fraco, mas não muito fraco e uma torrada bem crocrante. Ela não come praticamente, é o que tá tá dizendo lá, né? Mas sou obsessão por ter exatamente o que quero. O chá que não é nem muito fraco, nem muito forte. Tem que ser desse jeito, senão não quer. Mesmo incomodando os outros, é gula. A torrada tem que estar naquele ponto perfeito. Você já foi eh o cliente que devolve o prato três vezes ou recusou eh a bebida por não tá naquela temperatura exata. Então, é isso que Gregório tá dizendo que é gula, é fazer da da da comida, ela tem que ser aquela perfeição, é a exigência, que é óbvio que não vê mais a comida como uma necessidade e agradece a Deus como algo que alimenta o corpo. E tem o gloso fresco que foca no prazer próprio, ignorando a hospitalidade alheia. E o requinte, não é? É outra forma. ou muitos suntuosamente eh, buscar a saciedade com alimentos ricos que prometem plenitude e que mostram a nosso refino esse vinho tão caro, essa comida tão Você vê que a comida não é mais sobre comida mesmo ou eh uma dieta, não é? eh completamente cheia de molhos cremosos, chocolate e, enfim, eh que junta todas as coisas que todos sabemos que não é saudável ou, enfim, eh, priorizando apenas satisfação, que nunca eh nunca tem o seu o seu contentamento. E comer assim é gula. Quando o prazer da saciedade domina de tal maneira que não há mais saciedade no que nós comemos, né? E aí ele também coloca rapidez, muito apressadamente, comer rápido, como quem engole a comida colocando mais um bocado antes de engolir o bocado anterior. E isso inclui o lanche furtivo antes da hora. Ou seja, é a ideia de ser incapaz de esperar. Não há como eu controlar. Eu não, eu não tenho controle, né? É a gula de quem não resiste ao que está ao alcance. está ao meu alcance, então é, eu não resisto, eu não não consigo. E ganância, que é muito gulosamente, é comer com pressa para garantir a melhor porção, como o guloso que enche o prato no buffet para não ficar sem alguma coisa que outros vão pegar. Então eu te pegar eh porque ele tem a decepção de encontrar eh só um pedaço menor. Como crianças, esses gulosos vivem dominados pelo apetite, ignorando até eh o bom senso social. E excesso é outra coisa que ele listou, né? Demais comer além da saciedade, mesmo sabendo que vai passar mal. É o goloso que, como Augusto Glup em a fantástica fábrica de chocolate, não resiste a só mais um pedaço. Ele eh quer demais de tudo, pois o prazer imediato vale mais do que as consequências do prazer. Quase sempre as vidas são destruídas por todas as formas de pecado por causa disso, nãoé? Essas formas mostram que a gula não é só sobre peso. Um magro pode ser tão guloso quanto um obeso. E um gourmet tão guloso quanto um fã de fast food. Porque você, o cara pode ser magro, mas ser aquele ah, aquele vinho certo, aquela, eh, a comida tem que ser assim, tem que ser a carne tem que ser desse tipo, tem que ser feita dessa forma. Você vê que eh tudo está incluído o faz da comida, o do comer um culto, a um coração que nunca está realmente satisfeito e quer curar coisas que não são físicas com coisas físicas. Então, eh, quer curar coisas espirituais, não é? Insatisfação final com coisas físicas. O que importa é o coração. Quão dominados estamos pelo prazer. Como o prazer se tornou um Deus, não é? Como diz Agostinho, o virtuoso usa os prazeres com moderação, não com apego de um amante apaixonado pelo prazer. Jesus alerta: "Não só de pão viverá o homem". Então, estamos aqui para cultuar o prazer. Lucas 4:4. E a gula é insaciável, porque o prazer físico é fugaz. E é por isso que Jesus disse lá paraa mulher, a gente vai falar sobre outro em outro momento, né? Você já tiveste cinco e o que você tem agora não é seu. O prazer físico é insaciável porque o prazer físico é fugaz. Evagreos compara o desejo por comida a um fogo que nunca se apaga. Quanto mais você alimenta, mais ele quer. Elesiastes ecoa, o apetite nunca se satisfaz. Eclesiastes 67. Comemos, ficamos cheios e horas depois estamos famintos novamente. Essa busca por mais ou por melhor, ou por mais saboroso, ou por aquela torrada, como eu falei, como na verdade C livos coloca um demônio eh eh falando com outro, dizendo como levar as pessoas à gula, né? aquela torrada que tem que ser no ponto ali. Se passar um pouquinho já não quero. Se passar, se tiver um pouco menos, também não quero. O chá não pode ser forte nem fraco. Explica porque inventamos eh eh eh to todo tipo de substitutos, não é? Eh para a comida. Hoje eu tava vendo, por acaso, uma reportagem sobre uma empresa, uma das mais famosas, sobre que tem no seu nome cacau, mas que quase tudo que ela faz só tem gordura hidrogenada. Não tem cacau nenhum, não é? Então, eh, a gente faz substituições com tanto que tem o gosto, eh, o sabor, não é? E se alguém vender um troço para nós que não tem nada daquilo que diz, mas se conseguiram fazer aquilo com menos caloria para eu poder consumir mais, então eu como assim mesmo. Comemos por prazer, apenas, não por necessidade, consumindo o que não é digerível às vezes, como viciados em busca de uma dose. A gula nos animaliza como retratado em imagens medievais, se é que é correto, né? Eu tenho para mim que e os animais comem até ficarem satisfeitos. Só comemos sem pensar em saúde, no convívio ou em Deus, focados só na ideia do prazer físico. Quase todos os outros pecados eh t essa mesma esse mesmo pedigri. Pior, a gula obscurece nossa fome espiritual. Quando buscamos prazer físico para tapar vazios emocionais, ignoramos necessidades mais profundas, não é? que só eh só Deus pode dar verdadeiro amor, pertencimento, sentido. E aí chamamos essas coisas eh esse consumo de comida que na verdade está buscando amor, pertencimento, sentido. Chamamos da a gente dá nome terapêutico, psicologizamos isso. Isso quer conseguimos ver. Vamos falar que temos apenas transtornos alimentares. Comida vira droga, um prazer rápido para aliviar a dor, como eh chocolate ou macarrão com queijo, mas que era como se fosse uma dose de outra droga. Mas isso nunca basta. O guloso, quer o guloso que come muito ou aquele que come requintado ou todas aquelas formas, cinco formas que a gente viu, como diz Bner, invade a geladeira porque está espiritualmente faminto. Em Sevem, a vítima come até morrer, mas sua fome é nossa. Não é assim. Os homens não estão empanturrados de pecados até morrer. Os homens não querem as consequências do pecado, mas eles querem até dar nome terapêutico para para os pecados na expectativa de que haja uma cura, não é? E eles possam seguir em frente. O que consumimos para fugir do vazio? E agulha é um vício de excesso oposto da virtude da temperança, que é o fruto do espírito, que ordena nossos desejos, que não é dirigido pelos desejos, que nenhum desejo, que é comida, sexual, etc., é que guia as decisões. O que o homem faz ou não faz. Então, a gula não se trata só de comida, mas de excesso em qualquer coisa. É o prazer como o Deus que leva, é óbvio, a excessos. Mas há também um vício de deficiência, que é a insensibilidade, que rejeita o prazer da comida como mal. É um outro, uma outra forma. O filme, o banquete de Babete mostra uma comunidade puritana que por acetismo, não é? E uma ideia de que a alegria eh é perigosa, eh as pessoas têm esses problemas, né? A beleza é perigoso, porque o homem eles ele ele tem esse coração eh desenfreado, ele ele eh você vê que a gula tanto tá no excesso quanto no requinte, quanto na bulemia, quanto eh na anorexia. Então, eh, esses puritanos que abraçam o acetismo perde a alegria da criação e eles eh Deus fez a comida boa e prazerosa, mas não é para o prazer e o fato dela ser boa se tornar nosso Deus, mas ele fez eh a comida boa e prazerosa como vista no Éden ou nas festas em em que Jesus está, ele multiplica o vinho. Negar isso é empobrecer a humanidade. Também faz parte do lado oposto do mesmo pecado. Quando alguém acha que realmente, por exemplo, isso é muito comum. Eh, a volta e meia pela internet, as pessoas falam assim comigo: "Ah, isso aí tá muito bonito, isso tira a minha atenção. Isso como se o mundo que Deus criou fosse o problema". Eu costumo brincar, olha, você não vai poder assistir o sermão do monte porque Jesus pregou no ar livre. Tinha árvores, pássaros, vento, céu. E você diz que essas coisas desviam você. Jesus pregava no mar da Galileia, botava um barco, a Bíblia diz, como púlpito, e as pessoas olhavam para ele e atrás dele tava o mar, o mar, pássaros, vento, cheiro do mar. E essas pessoas então não é um poder, porque elas têm a ideia de que para elas eh ela elas têm uma relação tão errada com as coisas boas que Deus criou que para naquele momento pensar em Deus, ela tem que ficar numa caverna escura. Isso mostra o problema da gula, o problema do excesso. Se tiver na minha frente, então eu só vou conseguir pensar nisso. Eu não posso olhar pro céu e ver a glória de Deus porque eu é bonito. Então eu não consigo mais. A criação me consome e Deus some. Eu não posso olhar para o mar ou para uma imagem de um mar e pensar em Deus ou prestar atenção num sermão. Então, a virtude está no meio disso, né? Saborear sem idolatrar, ver a beleza e nela ver a glória de Deus. E não a natureza, a beleza virá o meu Deus. Agostinho oferece três guias para evitar a gula. Saúde. Comemos de forma que sustente nosso corpo. Devemos pensar nisso. Prazeres que prejudicam a saúde sinalizam gula. É o que ele está dizendo. Convívio. Nossa comida respeita os outros. Pegar rápido a última fatia se oferecer ou ignorar a conversa pro estar absorto na comida, é gula também. E ele coloca a vocação. Nossa comida serve nossa missão espiritual. Cristãos podem jejuar mais para focar em Deus ou comer bem em celebrações como casamentos para honrar a hospitalidade. Ou seja, eh eh a a nossa comida deve estar de acordo com a nossa missão, não é? e não ser um problema para ela, não é? E eh isso revela o que nos controla. Como diz Richard Foster, ao abrir mão de doces ou lanches, descobrimos o quanto dependemos do prazer e o quanto não temos controle sobre eh ele. E você só percebe isso quando você é obrigado a abrir mão por um tempo. E ele nos ensina a receber o prazer como dom, não como um ídolo. O prazer como um dom, não como um Deus. e aumenta nossa fome por Deus e percebe realmente que ali é onde está nossa satisfação, não só de pão viver ao homem. Eh, como diz Calistoer, o jejum nos faz sentir nossa dependência de Deus. Porque nós percebemos, ele diz, quanto nós às vezes somos dependentes de prazeres que não podem esperar. E outro outro eh pastor diz: "Acrescenta que eh jejuar combate o orgulho nos ensinando a festejar em Deus, mesmo quando você não pode eh comer." Então, a gula está ligada ao orgulho. O guloso quer controlar sua felicidade, suprindo suas necessidades sem depender de Deus. Então ele acha que só de pão viverá o homem. Mesmo quando ele põe em Deus, é com tanto, não há satisfação em Deus, não é? São esses prazeres que controlam. Ele prefere o cristianismo de máquinas de vendas, onde comida é um prazer instantâneo para acalmar vazios da alma. Em Seven, a vítima é forçada a comer até morrer. Mas o verdadeiro crime é a idolatria do prazer. O que a cena, que só nos choca o assassinato e a cena em si, mas o crime que é mostrado na cena, o verdadeiro crime é a idolatria do prazer. O guloso rejeita a verdade de Jesus. Nem só de pão viverá um homem. O pão não é um Deus. O alimento não é um Deus. E o homem quer viver só de pão, sem gratidão ou comunhão, recebendo algo que é bom, mas não é Deus. Então, na última Cristo abençoa o pão e o compartilha. O guloso devoraria sozinho, não é? A Gulen Seven é uma parábola do que nos devora. Então ele, a cena toda mostra aquele homem que devorou até morrer, mas na verdade o que tá sendo mostrado é como a gula devora o homem, como deixa ele grotesco, não é? O diretor Fincher nos força a perguntar: "O que você consome buscando escapar? Nossa cultura nos treina para buscar prazer imediato, mas a comida é mais do que isso. Deus não fez a as coisas ou a criação para simplesmente nos dar prazer imediato, não é? Ela deve criar laços, expressar amor, marcar celebrações. Do leite materno ao bolo do casamento, da Santa Ceia ao café com amigos. comer é humano, é social, é é Jesus é espiritual, é Jesus dizendo: "Eu entrarei e searei com ele e ele comigo". Não é sobre comida, não é que ele está falando? Sear juntos, eh, visava algo muito maior. A gula reduz isso a simplesmente gratificação egoísta em todo tipo de relação, comida, com sexo, com qualquer coisa. Então, a virtude, porém, nos chama a temperar nossos desejos. Eh, o jejum nos mostra como eh ele tem ele tem essa essa essa essa esse lado, né, assim, de nos mostrar como nós dependemos de Deus, mesmo que tenhamos que abrir mão eh às vezes de algumas coisas boas. E também comemos festejando e celebrando sua bondade. Deus é o nosso Deus. O prazer não é o nosso Deus. o prazer nas coisas que ele criou. Então, a gula abre a cena, abre o jogo em Seven. O próximo crime é a avareza, onde a gente podia dizer que o ouro pinga, o ouro sangra. No primeiro crime, o diretor Finch te pergunta: "O que te faz devorar até se destruir?" E a fé, a sabedoria bíblica te responde a um pão da vida que sacia de verdade, só ele e mais nada. Então a gente chega na segunda, no segundo eh crime, não é? E eu diria que é o o abismo eh do desejo. Você já entrou em um lugar tão rico que te faz sentir pequeno, mas estranhamente vazio? Imagine um escritório de luxo onde a avareza se torna um castigo cruel com um homem forçado a cortar a própria carne para pagar sua ganância. En Seven de David Finter, né, o diretor, o assassino John Do transforma a avareza em uma ironia sangrenta, fazendo do ouro uma sentença de morte. A cena no escritório do advogado Eli Gold é uma parábola viva do que a avareza faz com a alma. Ela promete segurança e poder. Não é não é isso que a gente pensa. Eh, ah, eu quero garantir meu futuro. A gente tá pensando, o dinheiro vai me dar segurança para o futuro. A gente ecou aquela parábola que Jesus disse que um homem aumentou seus celeiros, plantou mais, colheu muito e disse: "Ah, agora come, bebe, descansa." Porque guardaste, acumulaste para muito tempo no futuro. Agora você tá seguro. Agora o dinheiro te deu segurança. E Jesus diz: "Louco, esta noite pedirão a tua alma e o que tens reservado para quem será?" Então, a cena no escritório do advogado Eli Gold é uma parábola viva do que a vareza faz com a alma. Ela promete segurança e poder, mas entrega uma prisão dourada e um vazio que consome. E a gente quer mergulhar nesse cenário onde a direção afiada de Fincher encontra as reflexões de Aristóteles, Agostinho, Tomásquino e as escrituras sobre o desejo desordenado. com cada detalhe da cena, do enquadramento ao som, das atuações, às verdades teológicas, veremos como a avareza nos escraviza, nos afasta de Deus e dos outros e como podemos eh nos libertar. Como eu disse, como a a essa esse esse filme tá tratando de todos os pecados, nós não podemos tratar nenhum deles de maneira adequada, né? Mas temos que estar uma uma uma voar, não é? e ter uma visão panorâmica apenas. Então, preparado para essa segunda cena, né? Vamos ao escritório onde o dinheiro vira morte. A cena abre com os detetives MS e Summerset entrando no escritório de Eli Gold, um espaço que eh escancara poder, carpetes caros, quadros de arte de valores de valor imenso, uma mesa de Mogno reluzindo sobre um abajur. O o Fincher usa um plano largo para capturar a a opulência. Mas logo corta para o horror. Você vê a opulência e o horror. Gold está morto, sentado em sua cadeira como um rei deposto, como com uma libra de carne cortada do flanco, sangue seco no chão e a palavra avareza escrito em vermelho na parede. A fotografia do Darius Conde é cortante, a gente podia dizer, né? Amarelos quentes sugerem riqueza, mas vermelhos vivos do sangue e sombras escuras engolem o brilho eando a frieza de o lobo de Wall Street, não é? Mas com um tom fúnebre. H closeups do corte na carne dele, do bisturi jogado e da palavra avareza pingando sangue. E são brutais, enquanto planos médios mostram o escritório como uma jaula dourada. O som, como eu disse, ele usa muito o som, né? O som é vivo. O pingar do sangue, o ranger do som do chão, ao pisar a chuva abafada lá fora, tudo te puxa para dentro do abismo. A trilha de Howard Shore com cordas graves, né, e toques irônicos de bá aperta o teu peito reforçando a futilidade de um luxo que não te salva. Summer 7, que é vivido pelo Morgan Freeman, examina o cenário com uma calma que esconde desgosto, seus olhos carregando peso de quem já viu demais. Como eu disse, ele achou que ia se aposentar nos próximos dias, até que comece essa série de crimes, ele tem que fazer essa última investigação antes de ele já tá eh para se aposentar, já viu de tudo na vida, né? Então, eh, ele está realmente cansado. O peso de quem já viu demais, ele mostra assim, cada passo é lento, quase quase ritual, como se decifrasse uma sentença divina. Jamils, que é o Brad Pitt interpretado eh eh também de maneira eh bem vívida, ferve de raiva, xingando e andando de um lado para o outro, sua juventude explodindo contra o absurdo da cena. Fincher usa diferença entre os dois como uma corda tensa, né, cortando entre os olhares dos dois. E Summerset é a razão, Mils é o extinto em um ritmo que prende semelhante eh a a a algo que que realmente hipnotiza. Eles descobrem que Gold foi por D, que é o assassino serial, a cortar a própria carne. Um sacrifício exigido pela sua ganância como uma dívida cobrada em sangue. O escritório construído em estúdio com objetos reais, não é, de eh de um escritório de um advogado riquíssimo, mostra autenticidade e a riqueza. Eh, o sangue bem feito, né, assim, eh, tanto no que ainda não está como o que parece seco. Eh, é dito que levou um dia e 20 takes para capturar todas as cenas para depois serem montadas da maneira que que foram montadas. E Brad Pitt improvisando, né, o seu linguajar, trouxe uma raiva crua que Fincher observou, intensificando o impacto disso pra cena. Por que a cena nos pega? Fincher transforma o escritório em um palco onde a riqueza é uma mentira. O zoom no bisturi, não é? Um uma uma passagem rápida pelos quadros caríssimos. Cada plano constrói uma ironia que corta como uma lâmina, não é? como a lâmina do de do do do serial killer do eh o Morgan Freeman faz o Summerset carregar o peso do mundo enquanto Brad Pitt faz explodir eh tudo com uma indignação que reflete a nossa revolta e a edição tensa, eh como por exemplo no filme chamado e No Cout for Old Man, alterna, eu diria, o horror e as reações que nos mantém presos. Assim, narrativamente, a avareza é o segundo golpe de D. Você vê que a ordem não está como você normalmente vê a ordem dos pecados capitais, né? Ou seja, a narrativamente avareza é o segundo. A gente viu que o primeiro foi a gula, um jogo cruel que manipula os detetives MS e Summer 7 como um predador em crime e castigo, inspirada por crimes reais, não é? A cena com seu set cheirando a tinta por dias e o olhar lento de Summer 7 sugerindo e eh por Morgan Freeman nos confronta com uma verdade brutal. A avareza é um vazio que pinga, que sangra, como aquela cena. O que a cena revela sobre nós, porque você vê o filme sobre os pecados capitais, é sobre nós. A avareza é perder-se no que não sacia. Um desejo que nos faz crer que o ouro ou o dinheiro nos salvará. Como Agostin reflete, ao encontrar a grande pérola do reino, hesitamos em vender tudo para comprá-la. Ele diz, muitos que se dizem cristãos não estão de acordo com aquela parábola que Jesus descreve que o verdadeiro homem regenerado é aquele que tendo encontrado a pérola de grande valor vai e vende tudo que tem. Ele acha que nada mais pode dar a ele o que a pérola dá. Vende tudo que tem. Essa é a comparação de Jesus de alguém no reino, né? Mas Agostin diz que encontrar a grande pérola do reino e ao encontrar muitos hesitam em vender tudo para comprá-la, apegados ao que possuímos, no sentido de que achamos que outras coisas podem dar o que nosso homem interior precisa. As escrituras alertam mais sobre o dinheiro do que sobre o sexo, não é? Jesus disse: "É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus". Mateus 19:24. E Paulo chama o amor ao dinheiro de raiz de todos os males. Em primeira Timóteo 6:10, para os profetas, a avareza alimenta eh o endurecimento dos corações, como o povo de Israel que ignora, não é? todas as outras coisas. Por causa disso, Tomás de Aquino define a vareza como o amor excessivo, eh, por tudo que o dinheiro compra. uma perversão do amor que aparece em carrinhos de compras, em carteiras ou cartões ou cofres, eh, enfim, é o apego interno, o desejo de chamar algo de meu. É meu, é isso. Isso é meu. nos prende como Ló, que em Gênesis 13 escolhe o vale fértil perto de Sodoma por ganância, só para acabar preso em Sodoma enquanto sua família é destruída, enquanto Abraão, confiando em Deus aceita o deserto. Esse é o oposto da avareza. Avareza, como vício capital está enraizada no orgulho, na ilusão de sermos autossuficientes. Tem esguardado para muito tempo, eh, está com o futuro garantido. Tomásquino explica que o avarento se deleita em se ver como mestre de suas riquezas. Por isso na internet, a maior parte das pessoas eh eh que que que começam a compreender o evangelho, elas perguntam: "Mas tem que dar dinheiro assim? Tem que dar dinheiro assado?" Porque as pessoas estavam muito felizes em dar dinheiro quando elas achavam ou acreditavam num falso evangelho que elas iam ganhar mais dinheiro dando dinheiro. Elas não estavam dando de verdade, né? Mas o que acontece é que a maioria das pessoas que perguntam sobre dinheiro, eu devo ofertar? Eu devo dizer, eu devo fazer isso. Elas não estão perguntando porque querem dar. Elas estão quase eufóricas porque elas podem não dar, não é? Então aqui nos explica que o Avarento se deleita em se ver como mestre de suas riquezas. uma fantasia de domínio que Agostinho chama de libido dominante, a ânsia por controlar a vida e os outros com o seu dinheiro. Na igreja também acontece isso dessa forma que a Agostin tá dizendo. Normalmente eh em anos em igreja quem oferta acha que as coisas deviam ser como ele quer. Se não for, então ele não oferta. Ou seja, ele não tava ofertando, ele estava tentando comprar eh influência, né? E se ele não tem influência, então ele também vai, ele diz: "Então, se não fizer o que eu quero, né?" E Agostin chama de libido dominante, a ânsia por controlar a vida e os outros. Você acha que com dinheiro você vai controlar sua vida? Você ama a sensação de que isso é meu e eu vou controlar minha vida por causa disso que agora e também vou controlar os outros rejeitando a dependência de Deus. O avarento busca no dinheiro a segurança que só Deus oferece. Por isso Jesus disse: "Louco essa noite". Mas eh Evagrio e de ponto observa: "Um monge com muitas posses é como um barco sobrecarregado que afunda na tempestade. Quanto mais acumulamos, mais nos preocupamos em proteger o que acumulamos. Uma casa maior exige mais móveis, mais limpeza, mais segurança. Boécio, após perder suas riquezas, né, aponta que o que possuímos nos possui, nos escraviza. Então, as pessoas pensam: "Até, eu eu não tenho muito tempo para as coisas de Deus, porque eu tô eu preciso trabalhar muito, fazer muito" e aí ela ganha mais dinheiro. Então, ela o quê? Ela vai viajar mais, ela vai passear mais, ela vai, porque ela trabalha tanto, ela precisa se distrair. Ou seja, o que ela achava que ia possuir, ia controlar, controla ela, não? Então, a cena de Seven é uma parábola teológica disso. A carne cortada do advogado Gold é o preço da gan. Um eco do rei Midas que perde sua filha ao agora ele que tinha esse desejo, essa ambição de tudo que ele tocasse virar se ouro. Isso virou uma desgraça, né? Ele tocou na filha e a filha se transformou em ouro. Eh, eh, ou em Oceans Eleven, onde Danny Oen escolhe e o amor por Tess, enquanto Terry Bencto tudo por dinheiro. A avareza revela o que amamos mais. Essa parábola visual da cena nos confronta com a injustiça da avareza. Basílio em um sermão diz: "O pão que você guarda, eh, podia outro também comer?" O casaco em seu armário não podia tapar o frio de outra pessoa. Para que você ajunta tantos? Cada compra desnecessária, cada bem acumulado, pode ser, pode ser, ã, eh, podia ter um emprego melhor. É isso. A vareza não é só egoísmo, é injustiça. Porque, eh, aqui no diz, os bem, os bens temporais não podem eh ser eh eh possuídos sem nos possuir através do tempo. Então você corre o risco, não importa da onde você está, não é? Isso é a verdade para todo mundo, para os que são muito ricos, para pessoas comuns como nós. Ou seja, todos nós podemos ser como o rico que a vida inteira ignorou Lázaro à sua porta, né? Lucas 16 a 31. E todos nós podemos ser cegos para todas as realidades, principalmente Deus. pela a ideia de prosperidade que age como um anestésico físico, emocional, espiritual, tornando-nos indiferentes a todo o resto. A avareza gera insensibilidade de todas as formas. É um fruto amargo que, segundo Ciano, leva a traição como Judas, que vem de Jesus por moedas de prata. Platão na república chama isso de plexia. a ganância por mais sem respeito pelos outros, que nos leva a tirar, não é, eh, e querer muito mais do que seria necessário, como Acabe que mata Nabote por uma vinha, Primeira Reis 21. Eh, a cultura moderna eh eh é cheio de desculpas para todas essas tipo de coisas, né? Quando a avareza domina os eh eh não tem como eh o nosso coração ser generoso, mesmo que tenhamos muito. E por que a avareza nos seduz? Aristóteles argumenta que o dinheiro é um meio, não um fim. Mas o avarento trata como propósito último, buscando segurança e poder. Nós achamos que estamos mais seguros e que temos poder. Como o Gordon Dieco em Wall Street proclama, a ganância é boa. A ganância funciona. No fundo, isso é um seria um versículo da nossa cultura. Nossa cultura normaliza a avareza, tornando um modo de vida, mas a avareza é insaciável. Como é a gula, na verdade, como é o pecado, né? Como Agostinho explica, nenhum bem temporal satisfaz nossa necessidade de um bem eterno. Evagro observa um mar nunca se enente, mesmo recebendo rios. Ou seja, todos os rios correm para o mar, como diz Eclesias, mas o mar não fica mais cheio. Ou seja, assim é o coração do homem pecador, né? O desejo do avarento nunca se satisfaz com riqueza. Salomão, com toda a sua glória, não estava satisfeito. A avareza promete liberdade, mas entrega ansiedade. Às vezes as pessoas quando ganham mais estão mais ansiosas, com problemas eh deprimido, ansioso do que tava antes. Então, a avareza promete liberdade, mas entrega ansiedade como uma fantasia de controle que nos afasta de Deus. E quanto mais nós temos a ideia de controle, mais é óbvio nós estamos longe de Deus. Como escapar a resposta está na na eh naquilo que só Deus pode realmente produzir, não é? Eh, a Bíblia diz: "Se contente com o que você tem". Não é que você não possa ter mais, mas você deve estar sempre contente na no lugar que você está. E se amanhã você tiver mais, você deve ficar contente. Mas essa ideia de que sempre eu preciso de mais um pouco para ser realmente satisfeito, né? Ou seja, nós devemos reorientar o coração para Deus. Aqui não opõe a avareza, a liberdade de quando, por exemplo, eu dou, eu não dou com coração doendo. A a viúva que oferece suas moedas em Lucas 21 de 1 a 4, não é? Eh, você vê que Jesus podia ter dito a viúva: "Não, não, não faça isso, não é?" Mas ele viu com que tipo de coração ela estava fazendo. E José de Arimateia, que dou um túmulo caro para Jesus, Mateus 27 57 60, mostram que a generosidade está no coração, não quantidade. Porque José de Animateia deu um túmulo caro, mas ele era rico. Mas já a viúva, ela deu as moedas, mas ela era pobre. Então você vê que a generosidade não está no na na eh no no quanto, está no coração. Ela era uma pessoa generosa, a viúva, mas sendo tendo pouco. E José de Arimatea também era generoso, tendo muito. Ambroso disse: "É o coração que torna o dom rico ou pobre". Ou seja, você pode dar muito, mas aquilo, aquele dom, o que você está dando é rico ou pobre, dependendo do teu coração. Aquilo que a viúva deu era rico. Aquilo que um rico pode dar pode ser pobre. Clemente de de Alexandria explica que Jesus, ao pedir que o jovem rico vendesse tudo, Marcos 10, 17, 31, né, queria curar seu apego, não eh simplesmente fazer ele se livrar dos seus bens. queria que ele tivesse o coração da viúva pobre ou o coração de José de de Arimateia. Era isso que era importante. A liberalidade eh eh é só o resultado do coração. A avareza, ela ela cria aquele ciclo vicioso. Gastamos demais, precisamos de mais, justificamos as aquisições que eram desnecessárias, mas eu fiz. E até a prodigalidade, como no filho pródigo de Lucas 15, que desperdiça tudo que o pai deu a ele, né, por não valorizar aquilo, pode coexistir com a avareza, porque parece que o pródigo não é avarenta, que ele gastou tudo. Mas ambos, o pródigo, tanto o que segura quanto o que é pródigo, buscam preencher o vazio com posses. Ele só trocou logo todo o dinheiro por posses, por por ter, por consumir. Já o que guardou também é o mesmo coração, é o mesmo apego, não é? As práticas espirituais cristãs oferecem eh, ou seja, o ensino bíblico, né? E a verdadeira vida que contempla a face de a glória de Deus na face de Cristo, o fruto do Espírito é o caminho da libertação, não é? Eh, se nós realmente eh olharmos como tudo sendo de Deus e nós sendo mordomo, né? tudo se eh muda, tudo muda. A viúva de eh serapta eh em Primeira Reis 17, que dá o seu último pão confiando em Deus, é um modelo de confiança. Ah, eh Elias podia eh eh a o profeta podia ter feito diferente, mas ela ela teve que confiar, não é? Richard Fórce sugere eh rejeitar eh vício de consumo eh e desfrutar eh aquilo que Deus faz mesmo sem possuir, né? E eh há uma história de de um homem que que agradecia outro dia, acho que era purjão, eu tava lendo um sermão, né, gravando de um um homem que eh sempre passava lá, China, né, por um mandarim, falava: "Olha, obrigado pelas suas joias". E o Mandarin não entendia muito o que que ele disse isso, né? E outro dia o mandarin passava, ele falava: "Obrigado pelas suas joias". E o Mandarin um dia perguntou: "Por que passo por você, você fala: "Obrigado pelas minhas joias, porque eu acho elas lindas, assim, contemplo elas e então, eh, eu fico grato." E o Mandarin disse: "Mas, mas as joias são minhas, não são tuas?" Ele: "Não, então melhor, né? Porque eu posso vê-las, apreciar sua beleza, mas eu não tenho que de noite guardar elas num cofre. Não fico preocupado se vão roubar, se não vão roubar, não fico preocupado qual é o preço que elas estão valendo. Eu tô livre. Então eu só vejo a beleza delas enquanto você é escravo de ter que tomar conta de tudo isso que eu não preciso, né? E enfim, né? Eh, Cassiano ensina que até quem não possui bens pode ser avarento no coração, porque Deus julga o desejo. Eu posso não ter nada, mas se eu só penso nessas coisas e acho que vou ficar satisfeito quando tiver elas, eu sou avarento, mesmo sem possuir, não é? E Evagrio, não é? alerta que a avareza sussurra medo de escassez. Ou seja, eh você eh eh sempre tem medo do que vai acontecer se a provisão divina não for suficiente. Mary Margaret Funk traduz isso para a vida familiar, não é? Eh, já que eles falavam muito de de uma de uma de uma vida monástica, né? Alguns dos das pessoas que escreveram sobre isso há 1500 anos atrás. Então, a gente deve cultivar uma certa disciplina da simplicidade, que é um antídodo poderoso, não é? E a gratidão nos move eh do pequeno eu para um mundo maior. E um um teólogo revoltaça. Somos criaturas de Deus, de um Deus de abundância, não de um Deus de escassez. É isso que Jesus diz quando diz: "Olha, olha os pássaros eles não não plantam, não colham, não tem celeiro, mas eles não andam ansiosos. Vocês vivem ansiosos. Isso é avareza. essa essa ansiedade com o futuro, né? Então, a mulher que unge Jesus com perfume caro, João 12:5, mostra uma generosidade extravagante, livre da lógica avarenta de Judas, que disse: "Olha, isso não poderia ser vendido para dar aos pobres." Você vê a avareza até parece até que ali tá vendo uma preocupação social, né? Judas vê um desperdício, onde na verdade não há desperdício, há amor, não é? E Richard R afirma que toda a espiritualidade é sobre desapego. Ontem mesmo eu estava ontem não, né? Antes de ontem eu estava pregando, né, sobre você tem uma definição de vida. Então, eh, Paulo tinha uma definição de vida que fazia ele saber lidar com qualquer situação, ter muito ou ter pouco. E porque a definição de vida dele era para mim o viver é Cristo. Então, poucas eh nada podia tocar a vida dele. Quando ele tinha muito, isso não ficava mais importante, não fazia a vida dele ser a verdadeira vida, porque a vida dele era Cristo, não era o que ele tinha. E quando ele tinha pouco, então ele também tinha toda a vida que ele tinha. Isso fazia ele lidar. Se você não tem a verdadeira definição de vida, não são as circunstâncias, são a falta da definição de vida verdadeira, foi o que a gente viu, né? Que faz eh a gente perder algo e aquilo acabar com a nossa vida. E então que toda espiritualidade é sobre desapego. E essas pequenas mortes de renúncia nos libertam da ansiedade, trazendo verdadeira alegria, né? Como um hino, né, que diz: "No Senhor serei sempre grato, no Senhor me alegrarei. Não temas, olhe para Deus". A avariza sangrou no escritório de Gold, mas Seven nos pergunta: "O que te faz vender a alma?" É isso. O diretor Finter com sua câmera fiada nos desafia a soltar o que seguramos. Como CS News escreve, eh o senso de posse é uma ilusão. Nada é nosso, finalmente, né? Tudo é de Deus, dado como presente para ser usado paraa glória dele e compartilhado. A liberdade vem de confiar que ele que deu aquilo, não foi o que conquistei. Portanto, eu não estou preocupado se amanhã como vai ser ou quando eu tenho, eu não penso estou garantido para o futuro. Então, a liberdade vem de confiar que ele provê, como diz Hebreus 13 5 e 6: "O Senhor é meu ajudador, não temeremos". Então, vamos ao próximo crime, a luxúria, onde o desejo eh corta ainda mais fundo. Mas antes, pergunte-se: "O que você guarda que te possui?" Essa é a pergunta da segunda da segunda cena. Agora, você já sentiu um vazio que te puxa para algo que promete prazer, mas que no fundo você sabe que vai te destruir em Seven, o diretor David Fish, né? O o pecado da luxura é uma chama que consome transformando o desejo em morte. A cena desse crime ambientada num bordel subterrâneo é um dos momentos mais brutais do filme. Não pelo que mostra, mas pelo que faz você sentir. O desespero de uma testemunha apavorada corta mais fundo que o sangue. Essa cena é uma parábola do que a luxúria faz quando eh ela está no controle. Uma busca cega por prazer que nos deixa mais só. e é óbvio, distantes de Deus. Então, quando a gente mergulha nesse antro de neon e sujeira, explorando como o fincher constrói o horror sem exibir o corpo, como o relato de um cliente quebrado é mais afiado que imagens e como as reflexões de de Tomás dequina, Agostinho e, enfim, revelam a luxura como um vício que deforma o amor e cega a alma. com cada detalhe da direção, as atuações dos o som, como eu disse, a gente vê como a luxúria nos seduz, nos escraviza e nos rouba a humanidade e como eh a castidade enraizada no amor divino pode eh nos libertar. Então, preparado para essa nova essa nova cena, né? Nós estamos numa investigação aqui com os detetives. Então vamos ao quarto, onde o prazer vira morte. A cena começa com os detetives MS e Summerset descendo a um bordel escondido, um antro que pulsa como uma veia doente nas entranhas da cidade. E Fincher abre com um plano longo, né, o diretor pelos corredores com paredes vermelhas pulsantes que gritam calor e sombras pretas que escondem segredos, evocando a sedução velada, né, de eh Ice Wid. mas com uma uma crueza viseral assim. A câmera eh chega a um quarto, mas o crime não está na tela, está nas palavras de um cliente apavorado, gaguejando, em choque, contando como John Doçou a matar uma prostituta com um instrumento de tortura. Então, a violência é tão extrema que o relato é mais aterrorizante que qualquer imagem que não há. A fotografia do do Darius Conde é um pesadelo. Vermelhos acendem a luxúria, pretos engolem a vergonha e amarelos fracos fedem a podridão sufocando o ar. E os closeups no rosto suado do cliente com olhos arregalados mostram um homem quebrado, enquanto os planos abertos, né, eh, largos da cama ensanguentada e o a o a movimentação da câmera por preservativos usados, manchas e um neon piscando te jogam na cena. Sumerset, vivido por Morgan Freeman, interroga com uma calma que esconde nojo. Sua voz grave do Morgan Freeman, né, que acho que é um dos narradores mais assim legais, né, a voz dele, contrastando com o pânico e o Mils do Brad Pitt explode batendo na mesa, sua raiva jovem transbordando, incapaz de engolir a selvageria. O diretor Ficher usa a dinâmica deles como um fio com cortes rápidos entre o pânico do cliente, as reações dos detetives e os detalhes do quarto num ritmo frenético, assim, né? O som, como eu disse, sempre é usado aqui como uma arma, né? Gemidos de outros quartos, soluços do cliente, chuva abafada, o no filme todo tá sempre chovendo, né? Tudo de alguma maneira te aperta. E a trilha de Howard Shore com dissonâncias agudas é uma faca no teu no teu peito. A palavra luxúria está num espelho quebrado, que é a marca do Du, que sempre escreve o nome do pecado que que aquele crime está mostrando. Então, foi filmado em estúdio, né, e tudo é real assim. A cena usou, é óbvio, eh eh uma uma uma a cor, as coisas, tudo deixa tudo muito real e eh foi feito mais de 30 takes e o cliente que é um ator lá mesmo local, foi escolhido não pela aparência, mas pela voz trêmula, né? Tinha que ter a voz certa. E essa cena nos pega como Fint não mostra o crime, é o que corta mais fundo, não é? Sua mente pinta o pior, porque você como não vê e você só ouve o a pessoa de escrever, então é óbvio que nossa mensalmente, nossa imaginação é é consegue ir mais longe do que qualquer coisa que possa te mostrar, né? É assim que é em filmes como Há um castelo maravilhoso, quando mostra, às vezes você lê um livro sobre um castelo maravilhoso e aquilo que tá na tua mente. Quando você vê um filme, você às vezes eu acha que o castelo não tá tão legal, porque a tua mente não tem limites, né? Então, a direção é uma aula de terror psicológico com a ausência da verdadeira de verdadeiras imagens, sendo mais poderosa que o sangue. A fotografia transforma o quarto, como as outras cenas, no inferno, com vermelhos que que falam da sedução daquele lugar, o preto que é a escuridão que condena. E Freeman que faz o Sumerset um juiz triste, enquanto Pit faz Mils um vulcão, mas perdido. A edição acelera atenção. Impacto narrativo é brutal. A luxúria é o terceiro golpe de du apertando o cerco como eh obras como crime castigo de Dostoyevski. E Freeman improvisou a pausa do Sumerset e Fincher desenhou um instrumento de tortura intensificando o terror. O que essa cena revela para nós, se a gente perguntar o que é o que revela para nós, a luxura é uma busca cega por prazer que nunca sacia, nos deixando mais famintos e ao mesmo tempo mais sozinhos. Como diz eh Bilkner, sexo é pecaminoso quando junta corpos, mas deixa as almas mais vazias, separadas. Nossa cultura vem de prazer como fuga. Mas eh a cama ensanguentada de Sevem é um altar profano. O espelho quebrado é a verdade partida e o neon é uma promessa falsa. As escrituras celebram a sexualidade como domino. Gênesis 1:7 afirma que somos imagem de Deus em nossa masculinidade e feminilidade. E o cantares exalta o amor erótico como reflexo da comunhão com Deus. Tomarquino afirmando a bondade da criação, diz que o sexo seria mais prazeroso no Éden onde não havia pecado. Mas a luxúria reduz à gratificação egoísta. cortando do amor e da vida, separando o sexo do amor e o separando ele da vida. Em Seven, o cliente movido pela luxúria desumaniza a vítima porque ele estava lá pagando para ter sexo, mas também ele se destrói como um eco de Davi Betabá, por exemplo, de segunda Samuel 11 e 12, onde o desejo egoísta mata, trai e rompe a relação com Deus. Nada podia ser mais devastador, né? Um desejo que mata, atrai e rompe a relação com Deus. A luxúria como vício capital, como um pecado capital, está enraizada no orgulho. Tudo está enraizado no orgulho, né? O orgulho é realmente a raiz de todos os outros pecados, na ilusão de que podemos fabricar nossa própria felicidade. Agostinho, em suas confissões, implora: "Concede-me eh pureza, castidade, mas não ainda, não agora. Porque ele ainda estava preso ao poder avaçalador do do hábito. Ele queria ser santo, mas não agora, depois. Ele lutava contra a luxúria como uma corrente que só Deus podia quebrar, perguntando: "Por que confias em ti se te achas tão falho?" A luxúria é a tentativa de controlar o prazer, decidindo onde, quando e como eu vou encontrá-lo sem esperar o amor como dom. Esse desejo de autossuficiência que evita a vulnerabilidade da intimidade é o que Tomás Jaquinos chama de vontade egoísta centrada no prazer. Platão, através de Aristófanes, descreve o Eros como um anseio por completude, mas alerta que o sexo sozinho não cura essa saudade, esse anseio. E das Willas reforç a intimidade é uma fome espiritual da alma e martelamos o botão do sexo esperando que ela pingue. A luxúria tenta preencher com prazer físico o que só o amor divino é e humano satisfaz. Como diz Bner, alimentos sem nutrição não sustentam nem sexo sem humanidade. A luxúria causa danos profundos, mesmo quando parece inofensiva. Invem o cliente reduzindo a prostituta, já que ele estava ali pagando para estar com uma prostituta, a um objeto, reduzindo a prostituta, a um objeto, perde sua humanidade como homens que evitam o nome real. não é? De de dançarinas exóticas, de prostituta, para o quê? Para objetificá-las, não é? Aqui não adverte que até no casamento a luxúria fere quando um cônjuge usa o outro para prazer egoísta, traindo a confiança. Fora do do do indivíduo, a luxúria contamina a sociedade. Pornografia com sua escalada de violência desumaniza. Propagandas sexualizam crianças. Eh, ensinos na escola eh eh sexualizam crianças, encontros casuais aumentam doenças e depressão e abusos destróem comunidades. Ol luxúria carrega desprezo e desgosto, tratando pessoas com objetos, né? Então, a cena do bordel com o seu neon falso e espelho quebrado é uma metáfora disso. A luxúria ilumina, mas não aquece como neon, deixando escuridão. Como Paulo diz em Primeira Coríntios 6:16, quem se une a uma prostituta torna-se um só corpo com ela, mostrando que o sexo tem significado espiritual, unindo além da intenção que se tem com o sexo de maneira oposta ao que Deus descreve. A luxúria nega essa unidade corpo e alma, como se, e a cara do humanismo secular, né, nós fôssemos um só corpo e processos químicos no cérebro, tratando o corpo como um parque de diversões, como eh na canção de John Meer, não é? E o Burry is Wonderlands, um lugar para explorar e depois descartar. A luxúria também cega a mente. Aqui no Gregório chamam seu pior fruto de cegueira da mente, a incapacidade de ver bens espirituais além do prazer carnal. Evagreo alerta que a luxura começa com sugestões mentais que crescem em atos, não é? Eh eh sobre isso que Jesus fala, né? Fantasias de músicas, filmes ou romances, não é? como 50 tons de cinza ou canções de Taylor Swift moldam nossa imaginação, fazend-nos crer que desejo sem amor basta ou que desejo é amor. Mad Lene e Langle lamenta que ao idealizar o amado, nós cegamos eh ficamos cegos paraa sua verdade, porque você não é o que eu quero, eu fico cego para quem você é, não é? Só quem olha com olhos puros é que experimenta a verdadeira beleza, né? A luxúria encolhe nosso mundo, reduzindo a felicidade ao prazer imediato. Como cliente de Seven, incapaz de ver a humanidade da vítima até que o Dun fez ele matá-la. Porque a luxúria nos deixa vazios. Como a gula, ela reduz um dom maior a mero prazer. O glutão não aprecia uma refeição simples. O luxurioso precisa de novidade. Estudos mostram que a pornografia exige perversões cada vez maiores, enquanto casais eh murogâmicos relatam maior satisfação com o tempo, porque seu prazer nasce do almoa. Mas você vê que hoje mesmo nos casamentos, como a pornografia que tem eh ditados termos, na verdade mesmo no casamento, e ou aparecem perversões ou a pessoa diz que sexualmente ela não está satisfeita. Então, Lengo celebra o toque familiar. No escuro sem lua, meu corpo conhece cada curva do seu. O êxtase perdura como matemática pura. Aristóteles explica o paradoxo do prazer. Ele é um efeito colateral de atividades bem ordenadas. Ele não é um fim. Isso é interessante, né? Ainda mais vindo de de alguém tão distante do da verdade bíblica, né? Então, a castidade ordena o desejo, permitindo que o prazer floresça no amor, enquanto a luxúria buscando o prazer direto, mata o amor. E como escapar? A castidade é a virtude, né? Não apenas no corpo, Jesus diz, mas na alma. Cassiano distingue a castidade corporal possível, né? Eh, ainda mais num um cara que ia para um para um para um mosteiro da castidade do coração que exige realmente eh aquilo que Deus faz. Paulo em Primeira Coríntios 6 13 a 20 diz que o corpo é templo do espírito. E alguém disse: "Discipline o corpo e ele servirá ao criador." Mas se você servir ao corpo, você não serve ao criador. Então a castidade não é repressão, mas um projeto de formar o coração para amar o belo, como Filipenses 4:8 aconselha. Evrio adverte que a visão de uma mulher é uma flecha envenenada, mas seu conselho eh apontaria para a vigilância não disso, não é? Eh, mas para um coração centrado em Deus. Então, eh [Música] eh cada pecado, não é? eh, que vai que vai surgindo no filme, como é colocado, esses pecados, como eu disse, eles não são piores que o pecado. Todo pecado é mortal, né? Todo pecado gera morte. O pecado que fez o homem cair foi comer um fruto, não é? Mas eh todos eles têm o mesmo apelo, não é? Então, Agostinho, preso às correntes do hábito, aprendeu que só Deus liberta. você, Agostinha um problema eh ele disse na vida antes de converter exatamente esse, né? Então, eh, ele aprendeu que só Deus liberta perguntando: "Por que confias em ti se te achas tão falho?" A castidade é um dom divino, né? Cultivado eh por eh por todas as as os meios de graça, não é? E comunhão com Deus, realmente amor a a Deus. eh eh apego à escritura, que Jesus chama de eh amor, não é? É o amor que que que edifica os outros amores, não é? A luxúria floresce na solidão quando nos sentimos sozinhos ou famintos por amor ou vazios, entediados, não é? Eu já disse que tédio é a maneira com que Deus diz para os homens, só eu consigo satisfazer então Ciano nota que a luxu e a gula compartilham gatilhos, né? Cansaço, solidão, feridas emocionais. Nessas horas a luxura parece um alívio fácil, mas nos deixa mais vazios, né? A castidade contrária eh contraria isso com relações humanas plenas, amizades que ensinam respeito, carinho, confiança. Como CS Lils diz, o amor genuíno vence a luxúria, abrindo nossos olhos para toda beleza e não apenas para uma uma beleza, não é? Mas para toda a beleza. Eh, o filme Flame compara o sexo a um fogo, né? Respeitado, aquece, descontrolado, destrói. Eh, então, cultivar uma vida eh eh em que o o sexo é como Deus o o criou, santo é construir uma cidade de amor, não apenas evitar o abismo. Só evitar o abismo não constrói essa vida. Então, eh, quanto mais cheios da verdade a gente tá, né, como o Salmo 139, eh, que diz que nós fomos maravilhosamente criados ou contemplar que Deus nos nomeia, né, como meu amado, reorienta nosso coração. Não há nada que possa realmente reorientar a nossa vida, a não ser eh a cruz, né, a beleza de Cristo e de Cristo crucificado. E é a luxúria sangrou no bordel lá de Seven. Como eu disse, a gente não pode eh ficar muito tempo em cada uma desses temas, mas a gente pode fazer eh outro dia eles e um de cada vez, igual fizemos inveja olhando a Deus. Mas a luxura sangra no bordel de Seven, mas o filme nos pergunta: "O que te puxa para esse vazeio?" O Fer com sua câmera cruel e os eh pensadores cristão nos ajudam eh a olhar para isso, né? Lengam escreve: "Abra as suas mãos, tome as minhas, vamos nos sustentar". Então, a castidade nos prepara para esse amor onde a glória de Deus se manifesta, não é? Entre homem e uma mulher, como Paulo diz, fugir da imoralidade sexual. Primeira Coríntios 6:18. Mas também corra para o que é puro e belo. Tudo que é amável, puro, de boa fama, seu velo vço, guia virtude, seja isso que ocupe os vossos pensamentos. E esse é o único caminho, né? O tempo tá passando rápido, a gente tem que andar mais rápido. E antes de passarmos esse esse esse tema, né, luxúria, é bom tratar ele com calma num eh num num dia específico para isso. Então, a gente vai paraa outra cena do crime, mas antes a gente deve se perguntar o que você busca que te deixa mais sozinho? É isso que a luxúria faz, que te deixa mais isolado, mais sozinho, não é? E aí a gente chega num outro no no outra cena, não é? Eh, e a gente pode começar perguntando: "Você já olhou para alguém com um aperto no peito, desejando o que é dele, mesmo sabendo que esse ciúme te corrói por dentro como um um ácido?" En serve, né? O fin e o o diretor e eh mostra o pecado da inveja como um veneno que mata sem derramar sangue. Um espelho que reflete o pior que existe dentro de nós. Então a cena desse crime ambientada num apartamento simples é também um soco na alma, né? onde John Du, que é o o cereal, transforma a inveja num golpe que atinge os detetives MS e Summer no coração, expondo ciúme como uma armadilha mortal. Essa parábola cinematográfica revela como a inveja nos faz odiar o que não temos e a nós mesmos por não sermos suficientes. Então, é assim que a gente mergulha. Deixa eu me ajeitar aqui. Tô sentado há muito tempo já nessa nessa cena, né? Explorando como o Fincher usa silêncios e olhares para construir um horror psicológico, como as reflexões de de Tomás de Aquino, as escrituras. E a gente viu esses dias Salier e Amadeus mostram a inveja como um vício que sabota o amor e como a graça divina pode nos libertar. com cada detalhe da direção, as atuações do som, enfim, todas essas coisas, não é? A gente vê o que vimos de maneira maior quando falamos sobre amar Deus, como a inveja venena, nos isola de Deus e dos outros e como a gratidão e a comunhão podem curar isso, né? Então, tá preparado para entrar mais em mais uma cena, né, de de do pecado, da do horror do pecado, né? Então, a gente vai ao apartamento onde a inveja vira uma armadilha. A cena se desenrola num apartamento modesto. Em contraste com os cenários sangrentos anteriores de Seven, Fincher cria um clima de vazio opressivo. A câmera fica parada com planos longos que deixam o silêncio, deixam o silêncio gritar como se o ar fosse de chumbo. A fotografia do do Darius Gand é fria com azuis gelados que congelam a alma, brancos pálidos que lembram uma uma clínica estéreo e vermelhos sutis que sugerem sangue contido, evocando a solidão, não é? E Summerset e MS encontram pistas deixadas por DU, eh, fotos, anotações e um corpo mutilado que aponta para um crime pessoal, passional, tocando um nervo profundo em Mils, né? Sem revelar o desfecho, a inveja aqui é um ataque ao cerne do detetive, expondo desejos que ele nem sabia que carregava. Então os closeups nos olhos do MS, que é o Brad Pitt entrega um misto de raiva, medo e dor que é cortante, mostrando um homem desmoronando. Sumerset com o Morgan Freeman, né, é um pilar que começa a rachar seus gestos lentos, escondendo uma tristeza que cada vez tá pesando mais. Então, o diretor constrói o o fincher constrói a tensão com cortes mais econômicos do que nas outras cenas. Cada um uma pausa que te faz prender o fôlego e a edição de Richard Francis Bruce estica o tempo como um relógio meio cruel. Então, o som é sempre importante. O som é devastador. O silêncio quebrado por um rádio distante, o ranger de uma porta, o suspiro de mils, cada detalhe é uma é uma agulha na mente. A trilha de Howard Shw é quase ausente, com um zumbido baixo que te deixa no limite e a palavra inveja surge numa anotação como uma confissão que do força os detetives a enfrentar. Então, foi filmado com luzes frias, a cena exigiu 15 takes, né? E Brad Pitt disz que usou memórias pessoais para trazer emoção crua para pra cena. E o set era tão gelado que a equipe usava casacos, não é? O os outros, né? Os os atores tinham que ficar normal. E as anotações escritas à mão por Kevin Space, que é o ator que faz o serial, adicionaram autenticidade, né? Por que essa cena nos pega? Fincher usa ausência para construir o horror, menos aqui é mais. A direção é uma aula de contenção, a gente podia dizer, deixando os personagens falarem por si. A fotografia cria isolamentos com azuis e brancos que afastam como eh eh em Will Be Blood, onde a ambição é uma coisa solitária, né? As atuações continuam sendo pulso. Aqui Brad Pitt, né, que é o Mils, desaba. Faz ele desabar a sua raiva virando medo, enquanto Freeman faz Sumerset carregar o peso de quem sabe demais. A edição estica cada segundo. O impacto narrativo é o que te quebra. A inveja não é só um crime, é um ataque pessoal que muda o jogo, mostrando que du destrói almas, não apenas corpos. Margan Freeman sugeriu o silêncio de Summerset e música improvisada num rádio ao longe adiciona um toque de de isolação. Inspirada em casos reais de obsessão, a cena é um espelho do ciúme que nos consome. O que ela diz sobre nós? Porque o pecado é sobre nós, né? Então, a inveja é o ciúme que nos faz odiar o que não temos e a nós mesmos, por não sermos suficientes, né, para termos o que achamos que é essencial. Como diz Joseph Epstein, de todos os pecados capitais, só a inveja não tem graça nenhuma. Nossa cultura alimenta isso com redes sociais que nos fazem comparar vidas que na verdade são editadas, mas em Sevem. As fotos são espelhos que mostram o que MS deseja, o que o o personagem que Brad Pitt faz deseja. O silêncio é o veneno e a anotação é uma confissão forçada. As escrituras condenam a inveja como um vício que sabota o amor. Em Gênesis 37, os irmãos de José, invejosos do amor do seu pai, planejam matá-lo. Tomás de Jaquino define a inveja como uma tristeza pelo bem alheio. Não porque o outro seja indigno, mas porque seu brilho expõe a nossa falta. É o que ele diz. Diferente da cobiça que quer possuir o objeto do rival, a inveja quer o status que esse objeto confere. Não é o vinhedo de Nabote que Acabe deseja em Primeira Reis 21, mas o que o vinhedo representa. Na cena, Mils é confrontado com o que inveja. O o detetive Mils é confrontado com o que inveja, um desejo que o destrói como Salier em Amadeus, que incapaz de igualar o gênio de Moza, queima o seu crucifixo, né? onde ele tinha feito eh um um um voto a Deus de de se dedicar totalmente a Deus e ser casto a vida inteira se Deus desse a ele um dom e a música dele fosse celestial. Culpando Deus, por que que ele queima o crucifixo? Porque ele culpa Deus por favorecer Moza, não ele. A inveja como pecado capital está enraizada no orgulho, na ilusão de que podemos fabricar nosso próprio valor com o nosso dom, com o que Deus nos deu, com com o que temos e achamos que os outros têm e é por isso que nós não estamos conseguindo ter o valor que devemos ter. Aqui nos explica que o invejoso mede sua autoestima comparativamente, sofrendo porque o bem do outro faz se sentir menor, se sentir inferior. Com Salieri, que não suporta que um bufão como Moza seja amado por Deus, ama Deus. O invejoso vê o mundo como uma competição onde só um pode vencer. Essa mentalidade que Francis Bac resume como a inveja está sempre ligada à comparação de si mesmo, faz do invejoso um prisioneiro da sua própria inferioridade. Em Seven, o silêncio opressivo do apartamento reflete esse vazio. E o detetive Mils confrontado com o que não tem, é consumido por um ciúme que o desmonta, como o veneno que João Crisóstomo descreve. Como uma traça arroi um tecido, a inveja consome uma pessoa. Então, a inveja é um vício pessoal ligado ao amor ou a falta dele. Diferente do ciúme que teme perder o que possui, eh, que protege o amor do seu povo, né? Por exemplo, e Deus tem um zelo pelo seu povo, não é? Mas ele está protegendo o seu povo, não é? A inveja é a dor de quem não tem nem o bem do rival, nem o amor próprio que acha que aquele bem traria. Um invejoso como Saliere não se contenta em ser como Moza. Ele precisa ser superior porque sua autoestima depende de superar o outro. Gregório grande lista o ódio como fruto da inveja, mas seu lado autodestrutivo é igualmente cruel. O invejoso se despreza, como Víor Hugo ilustra na fábula, onde a inveja prefere cegar um olho contanto que o rival perca os dois olhos. Em Seven, o crime de D é um espelho dessa lógica. A inveja não só fere o outro, mas mutila quem sente a inveja, como corpo no apartamento, um símbolo do que a inveja faz com a alma. Esse vício se manifesta de formas sutis e malignas. O manual confessional lista seus sinais, né? Ressentir-se dos talentos alheios, competir desnecessariamente, alegrar-se com as falhas dos outros, fofocar, difamar, ridicularizar ou nutrir preconceito. Eh, por exemplo, em o Rei Leão, Scar, invejoso do reinado de Mufasa, manipula hienas para derrubar Mufasa, né? em os incríveis, né? O síndrome rejeitado pelo Senhor Incrível planeja destruir todos os superheróis, incapaz de ser como os heróis, como os superheróis, então eles têm que ser destruídos. Invem as anotações de duis são como fofocas maliciosas, plantando sementes de discórdia enquanto o silêncio de Mils esconde um ressentimento que du explora. Como diz o Al per si, o coração invejoso secretamente se delicia com desgraças, escândalos e obtuituários, porque qualquer nivelamento alivia sua dor. Então, a inveja escala porque o invejoso se sente impotente. Tomás Jaquino nota que a inveja surge de uma percepção de inferioridade, levando a táticas furtivas como difamação ou traição. Porque o invejoso teme admitir sua fraqueza. Empiece Pluman, de William Lenglan, né? A inveja esconde seu ódio com palavras gentis em público, mas sussurra malícia, sabendo que não pode enfrentar seu rival abertamente. Salier em Amade Deus usa subterfúgios para sabotar Moza, porque confrontar seu talento seria admitir que ele tava derrotado, né? que ele não tinha nenhuma chance, que o talento de Moza era muito superior ao dele. Em Seven, Duente, mas onipresente age como um invejoso passivo agressivo, manipulando o detetive Mils com pistas que o forçam a encarar sua própria insuficiência. Essa impotência vem de um fatalismo. Um invejoso como Saliere culpa Deus, o destino ou o mundo ou todo mundo à sua volta ou a igreja por sua condição, sentindo-se enganado por um jogo injusto. Quando Salieri queima seu crucif crucifixo, ele declara guerra a Deus como se pudesse vingar-se do favoritismo, entre aspas, divino. A inveja é o oposto do amor que, segundo Mateus 22, 37, 39, nos manda amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. O invejoso não ama o próximo ressentindo o seu bem, nem a si mesmo, preso à autodesvalorização, que na verdade é uma prova de um amor próprio grande, mas não parece. Como diz então o manual conf, a inveja é a insatisfação com o nosso lugar na ordem de criação de Deus. manifestada em ressentir seus dons dado a outros. Salier não suporta que Moza seja amado por Deus, ama Deus. E sua inveja o leva a odiar ambos, Deus e a Moza. Mesmo que ele não declara isso como ele faz, eh, ao a inveja mostra que nós temos ressentimento com Deus, já que se Deus é soberano, ele decide as coisas. Em última instância, é ele que faz eu estar na situação que estou, ter o que tem. Então aqui não classifica a inveja como pecado mortal porque destrói eh o amor, o amor que une a Deus e o amor que une ao próximo. Em Sevem, o crime da inveja é um ataque à alma de Mils, do detetive Mils, como os irmãos de José, que invejosos o vendem como escravo. Em Gênesis, a inveja cria um inferno na terra, isolando o invejoso em sua amargura. e para escapar, né? A cura está no amor incondicional de Deus que redefine o nosso valor. Nosso valor vem tão somente eh do amor imerecido de Deus incondicional, já que a gente não merece. Isaías 43:14 diz: "Não temas, pois eu te remi. Chamei-te pelo nome, tu és meu, és precioso aos meus olhos e eu te amo." Jesus em Lucas exalta eh os marginalizados, mostrando que o amor de Deus não depende do status ou conquistas. Então, tudo que o invejoso quer para ser algo é totalmente eh eh inútil. não vai dar a ele o que ele quer. Robert Roberts explica que, sabendo-se amado por Deus, o cristão não precisa competir. Deus me ama por mim mesmo, por graça soberana, não por beleza, inteligência ou justiça, mas como uma mãe ama o fruto do seu ventre ao homem fazer seu filho em Cristo. Essa segurança liberta o invejoso do jogo comparativo, permitindo que ele celebre os dons alheios, sem se sentir inferior. Como eu citei quando tava falando sobre Moza, carruagem de fogo, Eric Lidl corre com alegria, sentindo, eu sinto o prazer de Deus quando eu corro, ele me fez rápido. Enquanto o Harold Abrahams, e é uma história real, né? Movido pela inveja, só é feliz se ele vencer. Ele não é infeliz. Ele não é feliz por correr como o líder, que na verdade era um corredor melhor que ele. A gratidão como prática espiritual contrária, não é? É contrária, contraria a inveja. Ou seja, nomear bênçãos diárias, grandes e pequenas, é agradecer pelos dons dos outros. Eh, como sugerem WH Alden, né? Eh, amar sem desejar tudo o que não somos. A inveja prospera na competição, mas a comunhão derrota isso. Bens comuns como apreciar música, não é? É um bem comum. Compartilhar uma conversa ou admirar a criação ensina um invejoso a se alegrar sem comparar. Atos de amor escondidos como ajudar sem buscar reconhecimento, combatem a vanglória que, segundo Aquino e Gregório, alimenta a inveja, né? Alguém disse: "Se lembrássemos que Deus nos ama, poderíamos amar o outro em pequenas coisas com grande amor." Essas práticas vividas em comunidade criam um espaço livre da inveja, onde o amor floresce. A cena de Seven é um alerta. O silêncio de Mils é o peso da inveja, mas o olhar de Summerset sugere uma sabedoria que aponta para a graça. A inveja envenenou o apartamento, mas Seven nos pergunta: "O que te faz odiar o que você não tem?" Como ama Deus, eh, como Saliere a Moza. O diretor Fincher com sua câmera fria e eh eh a verdade nos desafiam a abandonar o olho mal da inveja. Jesus disse: "Se o teu olho, é que se a luz do corpo, que é o olho formal, quão grandes serão essas trevas. Então, eh, nos desafia abandonar o olho mal da inveja, não é? Como Bilkner e diz, a inveja deseja que todos sejam tão mal sucedidos quanto você." Mas Deus nos chama de preciosos, oferecendo um amor que não compara. Como Eric Lu, podemos correr com alegria, não com medo, porque corremos porque Deus nos fez rápidos, OK? Mas não temos medo, porque se não ganharmos, não estamos dependendo disso para sentir que temos valor. Nosso valor vem tão somente do amor de Deus. Então, a gratidão nos dá olhos novos e a comunhão nos faz vivos. Como Bner diz, os santos conectados ao Espírito Santo, né, são doadores de vida. Assim nós podemos correr para o próximo crime, a ira, onde a raiva explode. Mas antes, pergunte-se, o que você inveja que te consome? E chegamos então a uma cena que nós temos que perguntar, qual é o limite do coração, né? A ira fala sobre isso. Você já sentiu uma raiva tão intensa que parece queimar por dentro como se pudesse explodir e destruir tudo ao seu redor? Em Seven, o diretor Finter, né, mostra o pecado da ira. É, diz que mostra que a ira é uma bomba relógio. E a cena desse crime é um confronto onde o fogo de mil colide com o gelo do cereal killer John Dou, criando uma tensão que corta como uma lâmina. Aqui o horror não está no sangue, mas na narrativa, na forma como a raiva, a ira de Mils cresce, ameaçando consumir tudo e na frieza calculada de D, que transforma a ira numa armadilha mortal. Essa parábola cinematográfica revela como a ira pode nos cegar, nos afastar de Deus e destruir quem nós somos. Então aqui a gente mergulha num duelo psicológico, explorando como o Fincher constrói a tensão como uma corda prestes a romper. E a gente eh tem a sabedoria bíblica para olhar isso que o mundo não tem, não é? que mesmo o homem quando consegue ver alguma coisa, não consegue ver, na verdade. Então, eh, a emoção em si da ira pode ser santa ou pecaminosa, mas a Bíblia diz: "Irai-vos e não pequeis". Mas a gente já viu, eu preguei sobre isso alguns sermões, como eh isso é estreito, não é? A minha ira tem a ver com a glória de Deus e como a humildade e a confiança em Deus pode transformar isso. Então, com cada detalhe, eh, ontem eu falei, né, eh, num vídeo da do do do Amadeus que tinha a tosse da Juju no fundo e hoje tem de novo. ela tá tá com probleminha, a gente tá cuidando dela, mas eh ainda não volta e meia ela tem esses acessos de tosse, né? E às vezes na hora que eu tô aqui, né? Então, eh, com cada detalhe da direção, as atuações, o som, as verdades teológicas, a gente pode olhar paraa ira, como a ira nos consome e como eh a gentileza cristã eh nos puxa para outro lugar, na verdade, o fruto do espírito da mansidão, né? Então, estamos preparados, né? Já estamos eh avançados nessa história. Vamos ao confronto onde a raiva vira armadilha. A cena da ira é um jogo de nervos, um encontro entre Mills, Summerset e, finalmente, o assassino John Dou, que transcende a investigação e que se transforma num duelo psicológico. Fincher, que é o o o diretor, é um mestre da atenção à câmera alterna entre planos médios, captando a dinâmica dos três. Closeups que mostram o brilho febril nos olhos de Mil de Mils que é Bright Pitt entrega uma raiva quase palpável e ao mesmo tempo você vê a calma gélida de de Do com Kevin Space, né, trazendo um sorriso que que arrepia. E Samet, vivido por Morgan Freeman, é a voz da razão, mas os seus olhos revelam um homem que sabe que a corda já foi esticada demais ou está esticada demais. Temos a fotografia do do do Dários Conde que é seca com tons cinzas acastanhados que sugerem um mundo sem vida, vermelhos apagados que meio que prenunciam violência e brancos sujos que cheiram a desespero, evocando eh a aridez eh da eh da ira mais contida. Então o cenário, um espaço fechado, quase sufocante, filmado com ângulos que te prendem e o som, como eu sempre, como eu disse desde o início, é uma arma. Então, o silêncio entre as palavras, o som de um cinto se mexendo, o eco de passos, tudo amplifica a tensão. A trilha do Howard Sha é mínima com um zumbido que parece um coração acelerado. A edição do Richard Francis Bruce é precisa, assim com cortes que são pausas antes de um soco e a palavra ir aparece numa pista sutil, como um fósforo aceso. Então, eh, filmada num estúdio com paredes falsas para criar eco, a cena levou uma noite e 25 takes. Kevin Space improvisou falas que gelaram a equipe e Pitt machucou a mão batendo, dando soco na mesa, trazendo uma crueza viseral assim. E por que essa cena nos pega assim? O diretor Finch constrói a tensão como um maestro usando silêncios e palavras como armas. A direção faz cada olhar contar, não é? como em o silêncio dos inocentes, onde o confronto, na verdade é psicológico, né? A fotografia cria um clima de fim de mundo com cinzas e vermelhos que sufocam. E as atuações é que são o fogo. Brad Pitt faz um homem à beira de um colapso e Morgan Freeman faz o Summerset um pilar que apesar de ser um pilar racha. E Cave Space faz do um demônio calmo. A edição é um relógio e o impacto narrativo é devastador. A ira é o quarto golpe de D, mirando a alma de MS como em crime e castigo de Dostoyevski. E Morgan Freeman sugeriu aerset e Finch se inspirou em interrogatórios reais com o eh o som do cinto gravado separadamente para intensificar uma sensação de claustrofobia. E o que essa cena diz sobre nós? A ira é a raiva que nos faz perder quem somos. Como diz Henry e Farley, a ira é o amor pela justiça pervertido em desejo de vingança e dano ao outro. Nossa cultura glorifica a explosão, não é? Como de sopranos, onde tô soprano para se sentir vivo. Eh, é dá vazão a isso. Mas em Sevem, o silêncio é uma armadilha. As palavras de D são espelhos e o cinto é uma corda que enforca. As escrituras advertem contra a ira. Jesus em Mateus 5 21 22 e que para a a raiva ao assassinato. E Paulo em Efésios 4:31 manda eliminar toda a amargura, ira e cólera. Mas eh a tradição cristã é dividida. Tomás dequino via a ira como uma emoção natural. Um sinal de injustiça que clama por correção, enquanto, por exemplo, Evagrio e Ciano alertam que ela cega a alma, impedindo a visão de Cristo. Em Seven, a raiva do detetive Mils é um eco do que aqui nos chama de ira desordenada. Não busca justiça, mas vingança, protegendo um ego ferido, como quase sempre. Quantas vezes você já ficou irado por causa da glória de Deus? E quantas vezes é por causa do ego ferido. É só você pensar e você vai ter uma resposta se for honesto. Eh, como o Rodrigo de Demission, que mata seu irmão em fúria. A ira, como pecado capital, está enraizada no orgulho, na ilusão de que podemos impor nossa vontade. Aqui nos explica que a ira justa visa corrigir injustiça. Tá focada na glória de Deus como Jesus no templo. em João 2:17, movido por zelo pela casa do Senhor, sem nenhuma mistura de pecado, o que é muito difícil de ser repetido, tá? mesmo quando a gente acha que está zeloso assim, mas a ira pecaminosa ou furor é excessiva, mal direcionada ou dura mais do que devia durar, mesmo sendo boa. Então inservem mil é consumido por uma ira que o cega, como descreve, a ira obscurece os olhos da alma, impedindo-nos de ver o sol da justiça. Evagro pergunta: "Por que alimentas esse cão se dizes não possuir nada?" Então, a ira de do Detetive Mils guarda um falso eu, um orgulho que John Do explora ele, um assassino frio, como o motorista que numa estrada do Teness grita contra um pastor, não é? Sem perceber que sua raiva não é contra o pastor, não é? é contra Cristo. Então, a ira revela nossos ídolos, reputação, controle, expectativas. Muitas vezes a gente pensa: "Ah, mas eu eu pensei que seria assim, mas então você fez das suas expectativas um ídolo, como eh um teólogo disse, uma resposta a um insulto ao nosso reino." A ira é isso. É uma resposta a algo que a gente acha que é o insulto ao nosso reino. Não tem nada do vem a nós o teu reino, né? A ira pode ser santa, mas é muito muito muito rara. Aqui não distingue a ira justa que busca justiça com razão da ira viciosa que protege o ego. Mas quase sempre a ira está protegendo o ego. Em Marcos 3 1 a 16, Jesus com com ira e triste pela dureza de coração dos fariseus cura um homem no sábado mostrando amor. Você vê não ódio. Sua ira é movida pela justiça e pela compaixão, não por vingança. Já de Mils é como é exatamente oposto, né? Como eu mencionei a de Rodrigo em Demission, que traído mata seu irmão, ou de Eric eh Konger em Black Panther, que luta por justiça, mas com violência, que é óbvio, destrói e você não está mais lutando por justiça. A ira justa eh clama por fraternidade, não por retalhação. Por exemplo, há uma citação que eu acho que é do Luther King Júnior. Ódio não expulsa ódio. Só o amor faz isso. E quando o que a Bíblia diz, não é? Não resisti o mal com o mal. Então enervem do manipula a ira do detetive Mills, que é o Brad Pitt, transformando numa arma contra ele mesmo, como um espelho do que e Bilkner chama de um banquete onde o esqueleto é você. O que sobra, né? O esqueleto que sobra. A ira, eh, o que é o o o pecado capital, se manifesta de três formas, segundo aquino, explodimos com facilidade, irritabilidade, com excesso, fúria desproporcional ou por tempo de mais ressentimento que vai dar em amargura e etc. A irritabilidade aparece em palavras, às vezes até no trânsito, ou reclamações mesquinhas, contínuas, reclamações, reclamações da das pessoas, da família, do esposo, da esposa, do trabalho, dos irmãos na igreja, da igreja. Então, a fúria, que é a outra em gritos e portas batidas e o o ressentimento em rancores que sonham com vingança ou se não sonham com vingança, sonham com o outro se dando mal, né? Então, essas formas geram frutos amargos de famação, insultos, fofocas, desprezo, como a cultura moderna de memes e comentários online que desmoralizam e demonizam o outro. Se eu não gosto do outro, então eu demonizo. Não tem nada bom. Eu consigo ver uma coisa ruim. Qualquer coisa que aquela pessoa faça. Inservem. As palavras de DU são como esses insultos, inflamando a raiva de Mils enquanto o silêncio do Somerset. É um alerta contra o inchaço da mente, o fruto da ira que exagera a ofensa ou pelo menos te faz ir além do que devia, né? Então, como eh o oposto desse pecado capital, como a virtude oposta, a virtude oposta a todos os pecados capitais ou obras da carne, é o fruto do espírito, né? Então, a a mansidão, a gentileza enraizada na humildade é o antido. Jesus é manso e humilde de coração. Jesus quando foi se definir, definir seu coração, ele podia usar qualquer definição que estaria muito bem, né? Eh, eu sou santo e onisciente no coração. Ele podia usar qualquer coisa, mas ele quando foi escolher para dizer o quem ele é, ele disse: "Eu sou manso e humilde de coração". Mateus 11:29. Ele é o nosso modelo, né? Mas a gente sabe que Jesus como modelo não não só só nos condena, né? É, é a lei. Jesus como nosso substituto nos salva e depois de nos salvar e nos justificar, começa a nos santificar, não é? Quebra o poder do pecado cancelado. Então depois a gente começa a mortificar o pecado cancelado. Então Deus nas escrituras é tardio em irar-se e grande em amor. Êxodo 34:6. Provérbios ecoa. Seja lento para ira. Provér 14:17. Ciano aconselha erradicar a ira porque ela perturba a oração, mas eh só disciplinas espirituais, ou seja, meios de graça podem reorientá-la. Então aí, por exemplo, fala de um diário de ira, não é? Eh, ou seja, preste atenção nos gatilhos. O que mais te enfurece? O que mais te deixa ressentido? É isso. Quantas vezes nossa raiva é justa? Ou seja, quantas vezes nossa raiva é baseado na glória de Deus? Ou realmente é contra algo injusto e não o nosso ego ou não uma ofensa contra o nosso reino? E Wagro recomenda atacar a ira com a razão enquanto práticas, como dirigir eh no limite da velocidade, eh eh eh eh eh orar por motoristas imprudentes ou eu, enfim, eh vou vou você ver qualquer coisa que dispara os seus gatilhos e manifesta algo contrário, não é? Eu não xingo o motorista ali que é assim ou assado no trânsito. Eu eu oro por ele. Eh, é isso, é desacelerar a alma e então desacelerar o corpo. E a lamentação, como nos Salmos, expressa dor sem julgar, não é? E é bom, não é isso? Eh, a esperança em orações como venha o teu reino. Em Mateus 6:10, confiança que Deus corrigirá as injustiças, como Maria canta no Magnificar, eh, em Lucas 1:46, esperando o shalom de Deus. Essas práticas vividas eh no dia a dia transformam a ira no que ela no no naquilo que é oposto, não é? A amor. Mas aí explodiu na sala de Seven. E o filme nos pergunta: "O que te faz perder o controle?" O diretor finte como sua atenção implacável eh eh e e o conhecimento bíblico, né? Desafiam eh a nós a soltarmos o falso eu. Como Chesterton diz, Deus nos manda amar nossos inimigos. Pois muitas vezes somos nós mesmos, os nossos maiores inimigos. Então, a gentileza, não é? Eh, eh, como você vê às vezes eh sendo respondido um insulto com humildade, reflete Cristo que cura em vez de ferir. Mesmo quando a sua alma estava revoltada contra a incredulidade dos fariseus, né? A ira pode ser um fogo santo, mas mesmo quando a ira é dirigida corretamente, se fogo sem amor, ela consome. Por isso que eh você eh dificilmente vai encontrar isso. E a gente chega ao ao crime, ao próximo e desfecho, né? O orgulho, onde o ego mata. Mas antes, pergunte-se, o que te faz gritar para que saiam do seu caminho? A glória de Deus ou o seu reino ou o seu ego? Pense nisso. E chegamos perto do fim. Então, você já sentiu tão grande, você já já se sentiu tão grande, tão certo de si, que nem viu o chão sumindo sobre seus pés. Seven, né, o do fincher. O pecado do orgulho ou vanglória, o desejo ardente de ser visto e aplaudido é a queda final, o momento em que a arrogância humana é esmagada pelo peso da verdade. A cena desse crime é um soco que não deixa mais você levantar, onde Fincher usa a direção visual para revelar como o ego pode ser a pior armadilha, transformando a busca por glória numa prisão de isolamento. Então essa parábola cinematográfica mostra como a vanglória nos cega para Deus e para os outros, fazendo-nos crer que somos o centro do mundo, não é? E a gente pode mergulhar nesse instante devastador, explorando como Fincher constrói a revelação do orgulho com imagens que cortam como vidro e com a mente na palavra de Deus olhar para isso, né? eh eh a maneira, não é, como isso é construído e a maneira como isso acontece na nossa vida. Com cada detalhe da direção às atuações, do som, às verdades teológicas, a gente pode olhar para isso apenas para nos derrubar. E como a graça divina nos chama a sermos conhecidos por Deus realmente e transformados por ele. Então, preparado? A gente tá indo pro fim, né? Vamos a um instante onde o orgulho vira pó. A cena do orgulho é um colapso, um momento onde o ego de um personagem eh é destruído pelo plano cruel de John Doom. Fincher usa direção visual com uma arma. A câmera abre com um plano amplo, mostrando uma paisagem cinza, acastanhada, desolada como um deserto morto, evocando aridez mais sufocante. A fotografia do Darius é implacável com eh brancos sujos que cegam, vermelhos apagados, que sugerem sangue seco e sombras longas que esticam nossa dor, criando um clima de de fim, de fim inevitável. A câmera já se move lentamente como um predador e para em closeups devastadores. Olhos arregalados, mãos trêmulas, um rosto que desaba. Brad Pitt entrega uma performance assim de puro desespero, enquanto Morgan Freeman como Summer, traz um silêncio que pesa como toneladas de chumbo. Então o Fint enquadra a cena com precisão, usando linhas diagonais para criar instabilidade e o som é uma verdadeira faca, né? O vento assubiando, o som do papel rasgando, o eco de um grito abafado. Cada detalhe é um corte. E a trilha do Howard Shaw é um lamento baixo com cordas que parecem chorar e a edição do Richard Francis Bruce é lenta. Cada corte como um tem um peso como um martelo. A prova orgulho aparece numa pista visual sutil, mas cortante e do mesmo ausente é o maestro do tabuleiro. Então filmada num terreno vazio com poeira real que irritou os olhos da equipe toda. A cena levou 12 dias e 40 takes para ser feita. Pitt improvisou um grito que assustou todo mundo e o sol baixo, eh, captado ao amanhecer adicionou um realismo, assim. Então, o set era tão empoerado que a equipe usava máscaras, não é? E só os atores ali não podiam usar. E K Space sugeriu a pista visual da palavra orgulho. Por que essa cena nos pega? Fincher faz a direção visual contar a história. Cada quadro é uma pintura da queda, como em poup fiction, onde o acaso esmaga o ego. E a fotografia cria um deserto emocional, né, com as suas cores e as atuações são o pulso. Pit faz o personagem desmoronar sua arrogância virando cinzas, enquanto Freeman é uma testemunha que não pode salvar. E a edição estica essa dor e o impacto narrativo é avacalador. O orgulho é o quinto golpe de DU, mostrando que ninguém é intocável, né? Freeman eh tem aquele silêncio. Fincher se inspirou em crimes passionais, reais, com o som do vento gravado num deserto mesmo para intensificar a desolação. A cena quase foi eh reescrita por ser pesada e a equipe eh eh realmente ficou meio abalada com alguns takes, com pit ficando rouco por dias. Então, o que ela diz sobre nós? O orgulho, o a vanglória é a ilusão de que somos maiores que o mundo e a ânsia por sermos vistos e aplaudidos. Como diz Guerrerson Keylor, "Eu desejo reconhecimento. Sou desesperado por medalhas e sou menos útil que uma fachineira". Nossa cultura idolatra o ego, como eh tudo que acontece no mundo virtual, filmes, em propagandas, mas em serem a paisagem é vazia. A paisagem vazia é um espelho da nossa fragilidade. O papel rasgado é a verdade partida e o grito é a queda. As escrituras condenam a vanglória. Jesus em Mateus 6 de 1 a 4 alerta contra praticar a piedade para ser visto. E Paulo em segunda Coríntios 10 diz: "Quem se gloriar glori no Senhor." Tomásquino define a Vanglória como desejo excessivo por reconhecimento distinto do orgulho que busca superioridade, mas ligado a ele, como Gregório o chama de filha imediata do orgulho. Seven, o personagem destruído por Du é vítima de sua vanglória, crendo-se invencível ou o máximo, como Agostim, que roubava peras não por necessidade, mas para impressionar os amigos, temendo a vergonha de ser visto por eles de uma maneira menor. A vanglória como vício, como pecado capital, é espiritual, buscando a exibição da excelência, não buscando a excelência. Então, diferente do orgulho que deseja ser o melhor, a Vanglória quer o aplauso também. Eh, como e Barn em The Great Showman, que persegue fama até perder o que importa. Só então percebendo que seus olhos foram cegados pelas luzes que ele tanto queria do da do palco, né? Aqui não distingue glória, a manifestação da bondade, de honra que vem de juízes competentes, mas a Vanglória busca a glória por coisas vãs, não é? E Augustinho que eh até mentia sobre façanhas sexuais para ganhar credibilidade. Em Seven, a pista visual do orgulho é um troféu falso, um reflexo da vanglória que leva o personagem à ruína, como o estudante que trapaceia por notas ou o pastor que prega para ser elogiado. Então a glória se desordena de várias formas. Buscamos glória por objetos indignos, bens efêmeros, não é? De maneira errada, meios nem sempre lícitos, ou para fins errados, ou seja, quando nós buscamos qualquer coisa ignorando Deus. O pior, segundo Aquino e Cassiano, é não dar glória a Deus, o doador de todo bem. Sempre que eu não estou dando glória de verdade a Deus, é o pecado da vanglória, né? Agostinho em a cidade de Deus critica os romanos que buscavam virtude para sua própria fama, não para Deus. Como o personagem de Seven, que cego por sua imagem esquece o verdadeiro valor. E Wagner alerta que a Vanglória ataca até os virtuosos, não é? Imaginando-se um grande pregador, você é consumido por fantasias de aplauso como o personagem que em sua arrogância não vê a armadilha que o John Doy preparou. Como escapar só com a coisa oposta à vanglória, que é a virtude de buscar eh de todas as formas, em todos os atos glorificar a Deus, não é? Eh, como o bispo em Os Miseráveis, que perdoa Jean Valjan e por a prataria ou Maria que diz eh o o o magnificar, né? E a humildade e a gratidão contemplam a cura. É a única coisa, né? E nós só temos isso a olhar realmente pra glória de Deus. Jesus em Mateus 5:14 pede que nossa luz brilhe para glorificar a Deus, não para nós. Práticas, não é? Eh, com com os meios de graça que a gente já conhece, são eh fundamentais, não é? E eh Foster sugera deixar as ações falarem sem justificar-se um dia sem espelho, sem falar de si ou servindo anonimamente, revela o peso da vanglória. E como isso eh às vezes está escondido em nós. Inservem o silêncio de Somers 7 é esse contraste com a queda do outro, um eco da humildade que existe orgulho. Porque a Vanglória isola. Agostinho diz que a cidade terrena gloria-se em si e a cidade de Deus se gloria no Senhor. Você sabe se você tá na cidade dos homens ou do na cidade de Deus por isso, não é? Então nós celebramos dons como presente de Deus na igreja, na nossa vida, como a mãe que abraça ou o mentor que encoraja, cria uma cultura de glória verdadeira. Então, Isaías 43:1 diz: "Eu te chamei pelo nome, tu és meu." Conhecido por Deus, podemos abandonar as máscaras, eh, como Anne Leim, que silencia vozes internas para ouvir a verdade. O Sol lhe deu glória, como Bá escrevia no final das suas obras, que se for verdadeiro, é o lema de uma vida livre da vanglória. O orgulho caiu no deserto lá de Seven, mas o filme pergunta: "O que te faz ignorar o que importa?" Fintercher com sua câmera, né? e os eh esses pensadores e esses teólogos e a verdade é que falam para nós, como o salmista diz, tu és minha glória. Se isso for verdade, se a gente puder dizer para Deus que ele é a nossa glória, esse é o caminho. E o próximo, a próxima coisa, deixa eu ver meu meu tempo aqui. Eu acho que eu já gastei todo o tempo aqui. É, o próximo crime a gente é olha pra preguiça, onde a apatia mata. Mas antes se pergunte, o que te faz buscar aplausos que não duram? E aí você eh a gente começa sempre com uma pergunta, né? E por exemplo, você já deixou algo essencial de lado, sabendo que deveria agir, mas por algum motivo ficou parado? como se o medo do o o peso do mundo te te prendesse. Em Seven, o diretor, né, mostra o pecado da preguiça ou eh eh a sédia, né, a apatia espiritual que rejeita o chamado do amor. Não é apenas inatividade, é uma escolha mortal de ignorar o que clama por nossa atenção. A cena do crime da preguiça é um dos momentos mais perturbadores do filme, não pela violência explícita, mas por uma narrativa que revela o horror da indiferença, um veneno que mata lentamente. Então, ela expõe a cena como a a preguiça nos afasta de Deus e dos outros, transformando a vida num deserto de negligência. E a gente mergulha nesse cenário de decadência explorado pelo diretor, né, o Fincher, que usa a direção visual para criar esse clima de abandono e nos ensinar algo, não é? Então, eh, a gente tem que entender assim, porque, por exemplo, a gente pensa na preguiça como algo, eh, a gente não pensa muito teologicamente nisso, né? Então, eh, a perseverança, nós somos chamados a a a viver uma vida de perseverança. E a graça nos leva a isso ao nos salvar. E na cena, cada detalhe da narrativa, as atuações, a o som e todas essas coisas eh tentam nos levar a isso, né? Deus nos chama a vida, não é? Então vamos ao lugar onde a preguiça vira o túmulo. Assim, a cena da preguiça é um choque silencioso. Eles entram, os detetives Summerset e Mils entram num apartamento que parece esquecido pelo tempo, um cenário de decadência, onde o crime da preguiça se revela de forma eh a quase surreal a Asédia, né? Fim de reconstruir a narrativa com uma revelação lenta. A Câmara passeia por um quarto empoorado com tons marrons acendentados. acentados que lembram cinzas, né, com verde pálido também que sugere podridão estagnada e um branco encardido que exala abandono, evocando isolação eh igual do do clube clube da luta, mas de uma maneira mais opressiva. O enquadramento é meio estático, com planos largos que mostram móveis cobertos por teias, paredes descascando e um cheiro que você quase sente, apesar de não dar para sentir esse cheiro através de uma tela, né? A fotografia é sufocante com as luzes fracas que mal iluminam, criando sombras que parece tá engolindo o espaço todo. O crime. Uma vítima deixada a apodrecer num castigo que é tanto físico quanto mental, é revelado aos poucos com closeups devastadores, pele seca, olhos fundos, objetos esquecidos que contam uma história de negligência. E Sumerset com Morgan Fma se move como um arqueólogo quase assim sua voz grave narrando o horror como a tristeza que pesa enquanto Milson que é o Brad Pitt reage com noj incredulidade com a sua energia. Ele é no primeiro caso dele, ele era jovem, né? Chocada pela imobilidade do crime e Fincher faz silêncio, né? Faz o o silêncio ali falar com os cortes lentos que forçam você absorver os detalhes da cena. E a edição é um peso, assim, cada transição, um lembrete da apatia. O som é crucial porque tem um tictaque de um relógio, né? E o rangido do chão, o zumbido de insetos, tudo cria um clima de morte e de estagnação. A trilha sonora é só um sussurro com aquelas notas graves que com o vazio. E a palavra preguiça está escondida numa pilha de papéis, que é a marca do do John Doe. E o cenário foi construído num estúdio com eh eh com eh uma ambientação perfeita. levou três dias para filmar a cena com eh o Brad Pitt dizendo que quase vomitou pelo cheiro do do do set úmido, o suficiente para criar mofo real durante um tempo. E Freeman eh disse que chorou após um dos takes e eh porque essa cena nos nos pega assim e o diretor faz a narrativa revelar o horror como em eh eh onde a verdade surge aos poucos. essa direção visual nesse clima de abandono, com cada quadro mostrando o que acontece quando ninguém age. E a fotografia é o túmulo com marrões e verdes que fedem a esquecimento. Freeman faz o Somers, um homem que vê o fim, enquanto Pit faz 1, aquele jovem que não aceita a paralisia e a edição traz um impacto narrativo que é chocante. A preguiça é o sexto golpe, né? mostrando que a apatia é tão mortal quanto a violência. E ele usou lentes escuras para um tom de mofo e o Freeman sugeriu a voz ainda mais grave pro Summer 7. E a cena quase e parada, né? O som do relógio foi gravado separadamente para intensificar a estagnação. E o que diz para nós? A a sédeia, né? E a preguiça é a recusa de agir, de enfrentar o que importa, uma resistência ao amor que nos transforma. Como diz Limod, Deus nos ama como somos, mas nos ama demais para nos deixar assim. Nossa cultura celebra a apatia, né? Eh, que faz você ignorar o que te destrói. Inservem o relógio parado é o tempo perdido. As teias são a vida esquecida e a palavra preguiça é um espelho. As escrituras condenam a preguiça. Provérbio 66. Vai ter com a formiga, ó preguiçoso. E Paulo, em primeira Tessalonicenses 4:11 pede trabalho útil. E Paulo também disse: "Aquele que não quer trabalhar, não coma." Tomás de Aquino, ele define a a a sédia como aversão ao bem divino em nós, uma rejeição da presença do Espírito que nos chama a santificação. En serveem a vítima abandonada é a decadência, é uma metáfora disso. A negligência que deixa a alma apodrecer, a inoperância, né? como Phil Connors eh diz no numa obra que preso num ciclo resiste a mudança até que você aprenda a amar ou então aquilo que te mata. Então, a preguiça como vício capital é espiritual, não carnal, enraizada no orgulho que prefere o velho eu ao novo em Cristo. vagro chama de demônio do meio-dia, que ataca com tédio e desânimo, fazendo a a pessoa desprezar o a e eh o que tem, o que e sonhar com eh prazeres, mas na maior apatia, né? Então serve um apartamento essa cela onde a apatia venceu, não é? E como a esposa de LW em Gênesis 19 olha para trás, incapaz de deixar Sodoma, Ciana associa a a a sede a ociosidade, mas enfatiza que a preguiça física é sintoma de uma resistência interior ao chamado de Deus. A vítima imobilizada reflete essa recusa como o casal que após uma briga prefere o silêncio, a reconciliação, temendo o esforço de amar o trabalho, né? Então, a preguiça divide o coração. Queremos o amor de Deus, mas resistimos à transformação. Aqui no explica que ela surge da tensão entre a carne, o velho eu pecador e o espírito, como está em Gálatas 5:17. Encerem a decadência do apartamento essa divisão, um coração que não se move como eh eh quem busca prazeres fáceis e depois se afunda em desespero assistindo TV num torpor. A séde manifesta-se em apatia, falso repouso ou inquietação, fuga, como Evago descreve que é alguém que pula para se afasta para evitar o chamado. Então, seus frutos incluem eh mente errante. Ah, minha mente, não consigo concentrar, né? a pulsilanimidade, a covardia que prefere a mediocridade. Eh, eh, a incredulidade reflete a recusa de enfrentar a verdade, né? Enquanto e Mils eh, ess assim na cena, a incredulidade dele reflete a recusa de enfrentar a verdade, enquanto o Samet, com sua tristeza, sugere o peso de ver a apatia vencer finalmente. Por que resistimos? Porque o amor exige morrer para o velho eu. Como diretriz eh Bonfer fala, a graça é custosa, pois não submete ao julgo de Cristo. É graça, mas faz nós negarmos a nós mesmos e tomarmos a nossa cruz. A a preguiça, a Sédia prefere o conforto de um amor sem compromisso, como Fio que manipula eh eh eh eh Rita sem mudar ou Israel que teme os gigantes de Canaã. Vai ser muito trabalhoso, vai ser muito custoso esse isso que Deus tá dando para nós. En serve a vítima é um eco dessa escolha, ficando parada enquanto a vida se esvai. Como Pascal alerta, sem distrações enfrentamos o tédio que nos leva à morte. E a preguiça nos isola, não é? Como o fio que admite: "Não amo ninguém além de mim e nem gosto de mim mesmo, na verdade." Então, como a gente escapa? A virtude oposta é a perseverança. A virtude oposta, a preguiça, né? O a sédeia é a perseverança. Você vê sempre é um fruto do espírito. Expressa em estabilitas loss ou estabilidade de lugar. Evargo aconselha, não abandone eh o a tua posição na tentação. Persevere. Envem o silêncio de som é um contraste com a apatia da vítima, sugerindo a força de ficar firme. Eh, alguém comparou eh eh aquele que foge eh a um pássaro que abandona seus ovos, deixando a fé eh inupirante, um cristão que foge. Então, práticas eh eh eh espirituais verdadeiras é que formam o coração com um treinamento de atleta. Na maneira que que o apóstolo Paulo diz, eh, corram, tirem todo o peso, não é? E o Salmo 119:28 mostra o salmista cansado, mas buscando a Deus. Enquanto Mateus 11:28 oferece o convite de Jesus: "Vinde a mim e encontrarei descanso." Você não encontra descanso na apatia. a gratidão como contar bênçãos diárias, não é? E eh há todo um ensino em torno disso, mas isso é uma coisa pouco pensada por nós e nós precisamos eh desse amor transformador. Então, a preguiça matou no apartamento de Seven, mas o filme pergunta: "O que você ignora que pode te salvar?" a fim de ir com sua câmera cruel. E os pensadores cristãos nos nos mostram isso. Bukner disse: "A preguiça não é paz, mas um torpor que deixa a vida passar". Deus nos chama como em Isaías 43:1, "Eu te chamei pelo teu nome, tu és meu." Ou como ele diz a Isaías, quem irá por nós? Então, nós podemos ir ao crime final, onde tudo desaba. Onde antes de ir, você deve se perguntar: "O que te faz fugir? do amor de Deus que te chamou para te colocar em ação, não é? E a gente chega, então, há um lugar onde a gente tem que perguntar: "Você já enfrentou um momento tão cruel que te fez duvidar da própria esperança? Onde o mal te encara com olhos frios e te faz e te obriga a escolher quem você é?" Então, o desfecho de Seven, esse filme, né? os sete crimes capitais de 1995, que tem a direção do Fincher, David Fincher, é esse o abismo, um final que não apenas fecha a narrativa dos sete pecados, gula, avareza, luxúria, inveja, a ira, orgulho, a preguiça, mas te lança num vazio que ecua a pergunta: por que preferimos cisternas rotas no lugar da fonte de água viva? Então, quero chamar atenção que vai ter spoilers aqui e então, eh, eu acho, eu achei que não tem como chegar ao fim sem sem dar um spoiler sem dar um spoiler que e quem quem enfim, no campo isolado onde John Du orquestra seu golpe final, Mils e Somet enfrenta uma verdade que despedaça e revela a essência da depravação humana. Nossa preferência pelas glórias fugazes das coisas criadas. família, justiça, vingança, tudo, tudo ali acima da glória infinitamente preferível de Deus. Então, essa parábola cinematográfica é um espelho, mas é um espelho cruel, mostrando como trocamos o criador pela criatura, como diariamente cada pecado comete a traição suprema. E a gente mergulha nessa cena final explorando como o Fincher constrói uma tragédia, uma tragédia que ressoa como um trovão, como as reflexões eh de Jeremias, Paulo, João, Agostinho, Jonathan Edwards e, enfim, iluminam e mostram a depravação como um ataque ao propósito divino e como a graça de Cristo nos chama a resistir. Com cada detalhe da direção e as atuações e o som e tal, a gente vê o peso do mal que nos habita e a luz que nos redime. Então vamos ao campo onde Seven te força a encarar o pior e decidir se você se rende ou se levanta. O final de Seven é um soco na alma, uma colisão entre fragilidade humana e mal encarnado. Mils e Sumeset, guiado por D, chega a um campo desolado onde uma caixa misteriosa é entregue, contendo eh uma evidência de que a esposa do Mils foi assassinada. Du confessa a eles que a matou por inveja da vida que o Mius e o provoca a matá-lo por ira, completando sua obra macabra dos sete pecados. Mils devastado atiro, caindo na armadilha enquanto somersete impotente tenta em vão salvá-lo. Fincher constrói a cena com uma direção que é pura atenção, cósmica. A câmera abre num terreno cinza, castanhado, árido, com um deserto profano, com brancos cruz que ofuscam e vermelhos sutis que parece que estão sangrando, né? E a fotografia é um vazio emocional com cinzas sufocantes, criando um clima de inevitabilidade apocalíptica, assim, e os closeups capturam e captam o colapso do detetive Mils, que é o Brad Pitt e entrega uma atuação visceral o Brad Pitt misturando raiva, dor e desespero. Sua voz quebrando ao gritar com o D como um animal realmente ferido. Sumeret, que é o Freeman, o Morgan Freeman, é um farol que se apaga. Seus olhos carregados de uma tristeza que carrega o peso do mundo, sua voz grave falhando em implorar ao meus, né, ou porus. O Fint usa esses enquadramentos, diagonais para dar instabilidade com a câmera girando lentamente como um, sei lá, como um como uma butre sobre a carcaça da esperança. E o som é brutal. O vento assubiando o clique metálico de uma arma do meus e o silêncio que como uma lâmina corta antes do tiro. A trilha do Hore é um lamento fúnebre com cordas que estão chorando mesmo. E a edição do Richard Francis Bruce é uma corda esticada até o limite. Cada corte um passo para o abismo. caixa é o símbolo supremo, um túmulo que guarda o orgulho de Du e a queda do Mils, um altar onde a glória humana é sacrificada. foi filmada eh eh no num lugar deserto mesmo, assim, levou 4 dias e 50 takes pit eh eh entrega uma uma uma interpretação em forte. Kevin Space e sugeriu o sorriso Freed e Morgan Freeman sugeriu a uma pausa final do Summer 7 e tudo bem intensificado, né, o som e Fincher lutou com o estúdio para manter esse final sombrio, que o estúdio não queria que f acabasse assim, não achava que era pesado, né? Recusando um desfecho feliz. E eh há um telo assim eando a tensão no no mais pro fim. Então o legado de Seven faturou 327 milhões e eh inspirou outros filmes e seriados. É um marco do suspense redefinindo o gênero e nos forçando a enfrentar o mal real em nós. Porque esse final nos devastou. Fincher faz eh cada escolha ressoar como um sino fúnebre. Não é apenas 1000, o detetive matando o outro, mas o mal triunfando ao transformar meu eh num entre aspas, num pecador. Todo mundo é pecador, né? Mas ali no alguém que a a ira vence o mal do do do do serial vence, não é? em vez de a justiça vencer ali, completando o plano do Dud Du, né, que era levar o o Mils a atirar com raiva, furioso, atirar nele. Então, a direção é uma aula magistral, com cada quadro pintando uma tragédia e eh revelando uma verdade nu, assim, eh as atuações são eh incríveis ali no final e o Space faz um do que é um ser humano, é um demônio que manipula até o último momento, até o último suspiro dele e a edição, o impacto narrativo e os sete pecados se cumprem. Condu usando MS e usando os dois detetives de Sam como peões em sua obra profana. E Sumer 7 derrotado se retira enquanto Mils destruído é levado, deixando um vazio que coa, né? Ele é um policial, não podia ter tirado e matado o cara. Então o que serem revela sobre nós no cerne da depravação humana está a nossa preferência. Uma escolha deliberada e trágica pela glória efêmera das coisas criadas acima da glória infinitamente preferível de Deus. Jeremias 2:13 clama: "Meu povo cometeu dos males. Abandonaram-me a fonte de águas vivas e cavaram cisternas rotas que não retém a água. En serem a caixa é essa cisterna, é a marca final disso, né? MS amando Trace, acima de tudo, prefere a vingança, atirando em du e caindo na ira e destruindo tudo, né? Eh, todo o plano do do DU funciona. Du invejoso da vida de Mils glorifica a sua própria criação, né? O plano dos sete pecados. E a gente vê o resultado do de Romanos 1:23. Trocaram a glória do Deus imortal por imagens de criaturas. Essa troca é a essência do pecado. Como João 3:19 revela. Os homens amaram mais as trevas que a luz, porque suas obras eram maus, eram eram mais. Mus, preso à escuridão da ira, odeia a luz que du ironicamente o força a encarar, enquanto o Sumerset, com sua pausa final, reflete a luta por permanecer na luz, mesmo eh se sentindo derrotado. Por que definir a depravação como preferência? Primeiro, o mandamento supremo em Marcos 12:30 é: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração. Pecar sempre é não preferir Deus". Como Mateus 10:37 alerta: "Quem ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim". MS ama Trace acima de Deus e sua ira é a desobediência que João 14:15 vincula ao amor. Não é? Se me amardes, guardareis meus mandamentos se fosse acima de tudo, não é? Então, Primeira João 5:3 diz que os mandamentos não são penosos. Quando amamos eh verdadeiramente, né, mas 1000 foi consumido pela dor, acha o perdão impossível, preferindo a vingança. Terceiro, Jeremias 2:3 mostra o mal como abandonar a fonte viva por cisternas rotas. Com o Mils troca a esperança por ódio, dando a vitória ao mal ali que é o Kevin Space, né? Quarto, João 3:19. Usa o vocabulário de amor e ódio, não escolha. Mus ama eh a ir ali rejeitando a luz da graça. Essa preferência é um ataque ao propósito de Deus. Sua boul de exibir sua glória para o gozo do seu povo. Como Filipenses 1:21 proclama: "Cristo será glorificado em meu corpo, pois para mim o viver é Cristo." Eh, quando você olha para os o pecado no homem, o pecado sempre é uma questão de amor, não é? Essa é a tragédia final do homem. A luz veio o mundo, mas os homens amaram as trevas. Paulo glorifica a Cristo ao preferi-lo acima de tudo. Mas 1000, preso à perda, não resiste a toda a maquinação do John D. Mateus 5:16 reforça: "Que vejam vossas obras e glorifiquem vosso pai". Alegria em Cristo mesmo no sofrimento. Mateus 5:19 glorifica a Deus, mas meus sem essa alegria cai. E essa é a razão de todos caírem. Jonatai diz: "Deus é glorificado não só por sua glória ser vista, mas por ser motivo de regozijo." A depravação você vê não só do do da encarnação do mal ali, né, que é o é o assassino, mas mesmo a depravação do Mils é grave, porque mostra que mesmo quando você de maneira horizontal está num lado certo, eh ao não se deleitar em Deus, você nega a sua glória, como Romanos 3:23 sentencia, todos pecaram e carecem da glória de Deus. A depravação é total. É daí que flui eh os pecados capitais e os seus frutos, que são todos os outros pecados. Romanos 3:10 afirma: "Não há justo, nenhum sequer, ninguém busca Deus". Ou seja, a depravação é não é porque você é tão mal quanto pode ser. Certamente no no filme você vê que o os detetivos não são tão maus quanto o Kevin Space é. fazendo o serial, mas nem ele foi tão mal quanto pode ser. A depravação não diz, ela diz, ela é total, porque não há nada em nós que não foi contaminado pelo pecado e que não é escravizado ao pecado. Não há nenhuma parte do nosso ser, mente, vontade, emoções, etc. E por isso o homem não só peca, ele não é obrigado, ele ama o pecado, não é? Então isso contamina todas as nossas ações, como em Primeira Coríntios 10:31 ordena tudo fazer paraa glória de Deus. Isso é oposto do que o pecado é. Mius ao atirar glorifica sua dor, que era muito grande mesmo, mas não Deus, como Romanos 1:25 descreve. Adoraram a criatura em vez do criador. Às vezes a criatura e na verdade é, né, a criatura mais adorada pela criatura é ela mesma. Então ela impede a submissão como Primeira Coríntios 12 14 e Romanos 8:7 revelam a mente carnal inimizade contra Deus. Du com seu plano, o seral Killer e Mils com seu tiro exibem essa inimizade de alguma forma. Mesmo que você ache que um é tinha mais razão, né? Como Romanos 1:28 diz, não aprovaram ter Deus em seu conhecimento. Essa traição merece punição, uma inclinação inalterável ao mal que, como Edwards argumenta, Jonathan Edson, né, é censurável, não por ser inevitável, mas por ser um amor pervertido. servem a caixa, por mais terrível que seja e a a maneira com que está sendo mostrado, é o ídolo de Meus, eh, em que faz eu ir além de todos os limites, né? E o sorriso de Du do serial é a vitória do orgulho mesmo na hora de morrer, né? Que troca Deus por cisternas rotas. Tu vê marcas do que está sendo mostrado em todos, né? E sem a redenção que há em Cristo, todos estão perdidos nisso. Como resistir com como a único, a único remédio para isso é a graça de Cristo como esperança. Romanos 3:23. Todos pecaram sendo justificados pela graça. O novo nascimento, o milagre do Espírito muda o coração. Como João 3:21. Quem pratica a verdade vem para a luz. pregar a depravação e como eh infelizmente hoje não acontece como devia acontecer nos púlpitos. Eh, Jo, por exemplo, defende, revela a profundidade do pecado, tornando a cruz infinitamente preciosa. A única coisa que devia ser pregada, vista, louvada. A igreja deve ser autêntica, como Primeira Coríntios 1:18 exalta. A palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós é poder de Deus. E isso que nos leva a verdadeira vida e a verdadeira piedade, é a é a percepção de que vivemos diante de Deus. E o Salmo 27:14 diz: "Espera no Senhor". Isso nos ensina a preferir sempre Deus. É isso que contemplar a cruz e a vida que eh vê a glória de Deus na face de Cristo faz. A visão de Donat ressoa: Deus é glorificado quando você faz dele o seu deleite, como Filipenses 1: 23 promete, estar com Cristo é incomparavelmente melhor. Seven Summerset com sua pausa, sugere essa luta pela luz, enquanto a caixa de du é aquilo que nós achamos que eh eu tenho que fazer, mesmo que seja contrário ao que Deus diz, porque eu tenho mais prazer em naquilo mesmo ou na perda daquilo, como é o caso dele, do que em Deus. E só a graça soberana nos faz escolher a fonte e não cisternas. O mal ergueu sua bandeira no campo de Seven, mas o vazio que ele deixa não é o fim, não é? Finter com aquela com a sua câmera que mostrou toda o o drama do coração humano nos pecados capitais, eh, nos deixa completamente desnudados, não é? Romanos 1:21 acusa: "Embora conhecessem a Deus, não glorificaram". Mas Isaías 431 responde: "Eu te chamei pelo teu nome, tu és meu". Então a cruz é a nossa vitória, onde Cristo, o cordeiro, derrotou o mal que doei o auxiliar que ele representa. Quando o mal te testa como meus é testado, a glória de Deus te chama e te prende. É a única coisa. A glória de Deus em Cristo, né? Como o Salmo 73:25 canta, né? Quem tenho eu no céu senão a ti? Não há nada na terra que eu deseje além de ti. Aí tá a vitória. Então, só uma maneira realmente, não é como o evangelho eh nos faz quebra o poder dos pecados cancelados, dos pecados capitais e de todos os seus outros pecados que são seus frutos. é abandone as cisternas rotas, escolha a fonte viva, deixe sua luz brilhar para que Deus seja glorificado. Então, a gente termina com uma pergunta assim: o que você carrega que te destrói e o que te chama para viver? Essa é a questão da vida e da eternidade. Os pecados capitais terríveis e cruz, como é mostrado, por exemplo, nesse nessa obra cinematográfica, né? Não são uma obra cinematográfica, são a obra dos corações humanos. E Jesus tomou um cálice que contém todos eles que estavam na vida dos daqueles que o Pai deu a ele. Não há nenhuma outra maneira de resolver isso. E aí nos dá o dom do espírito que nos leva a mortificar os pecados cancelados. Segue a paz. [Música] Busca luz [Música] santidade ao [Música] Senhor. Não sou quem devo ser. [Música] Não sou quem quero ser, mas pela graça sigo firme na estrada do meu [Música] rei. Luto contra o que sou, o que fui, o que há em mim. [Música] Mas o teu amor me cerca e me chama a [Música] prosseguir sem pureza sem o santo. [Música] Ninguém verá o [Música] Senhor, mas o teu sangue me veste e me faz filho do amor. [Música] Vejo trevas ao redor. Vejo lutas dentro em mim, mas tua mão me sustenta e me ergue no caminho. [Música] Há um fogo dentro,