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Se7en – Os Sete Pecados Capitais | O Labirinto do Pecado | Josemar Bessa

Se7en – Os Sete Pecados Capitais | O Labirinto do Pecado | Josemar Bessa

Se7en – Os Sete Pecados Capitais | O Labirinto do Pecado | Josemar Bessa

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Legendas automáticas:

[Música]
Chama-me
perdido, um eco preso nas ruas de uma
cidade sem nome, onde a chuva é um
martelo e cada sombra
sussurra, você não
escapa. Quem sou eu?
Um
caçador, uma presa ou apenas um reflexo
no espelho partido do mal.
Fique em frente à
verdade. Chame-me
perdido. Estas palavras não abrem apenas
uma história. Elas te puxam para um
labirinto de neon e podridão, onde sete
pecados, gula, avareza, luxúria, inveja,
ira, orgulho, preguiça, não são
fraquezas, mas
correntes. Cada crime é um sermão. Cada
corpo, um altar onde o coração humano
sangra. Chame-me perdido e caminhe
comigo por trás da chuva dois homens. Um
jovem que queima, um velho que carrega o
peso do mundo. Caçam um monstro chamado
John Do. Mas o que encontram não é só
ele, é você.
É, eu é o que escondemos quando apagamos
a luz. Chame-me
perdido, pois o que está por vir é mais
que um thriller. É um espelho que não
mente. Um convite para descer ao abismo
e perguntar: "O que te devora?"
Prepare-se, porque nesta cidade o pecado
é a lei e a verdade corta como uma faca.
[Música]
Imagine uma cidade que te
engole, onde a chuva cai sem
parar, como um martelo
incessante, e cada rua sussurra que você
está
perdido. Nessa metrópole sem nome, o ar
pesa como se o mal tivesse textura e as
luzes de neon piscam em verdes
doentios, azuis gelados e amarelos febr,
como se a cidade
estivesse
apodrecendo. Agora, e se alguém
transformasse os pecados que escondemos?
Gula,
avareza,
luxúria, inveja, ira, orgulho,
preguiça, em assassinatos tão brutais
que te forçam a
encarar o que gostamos de varrer para
debaixo do
tapete. E se a justiça fosse apenas uma
sombra, incapaz de te salvar?
servem os sete crimes capitais, como é
eh foi chamado no Brasil, lançado em
1995, dirigido por David Fincher, é mais
que um thriller psicológico, é um
espelho que reflete o abismo da alma
humana, um convite para mergulhar na
escuridão e confrontar o mal que habita
em nós, no homem.
Há
séculos, a tradição cristã de Tomásquino
aos pais do
deserto mapeou esses sete pecados
capitais como vícios que corroem o
caráter e nos afastam de uma vida
plena. Esses sete e não é porque eles
são piores, é porque eles dão a origem a
todos os outros pecados.
E um deles é a raiz de todos os pecados,
que é o orgulho. E os outros são galhos
nessa árvore. E todos os outros pecados
são eh
frutos nesses galhos. Por isso que eles
foram separados assim.
Servida a essa sabedoria antiga,
transformando-a em um pesadelo
cinematográfico que quase 30 anos
depois, né, ainda
corta como um vento frio no
inverno. Vamos explorar esse mundo onde
o pecado é lei. entrelaçando a visão
obsessiva de Fincher como diretor, com
reflexões sobre como os pecados
capitais, os vícios moldam nossa
natureza, nossa cultura e nossa busca
por redenção para entender como a cidade
viva do filme, a caçada de Mils e
Summerset e o simbolismo dos pecados nos
definem e nos desafiam a enxergar o que
nós Preferimos naturalmente
ignorar. Seven se passa em uma metrópole
anônima dos anos 90. Não é dito para nós
que cidade é.
É um caldeirão que mistura a sujeira, eu
diria, de Nova York com a decadência de
Los Angeles. E Finter não filma um
cenário. Ele constrói um monstro vivo.
As ruas são labirintos de neon e lixo. A
chuva continuamente
caindo. Filmada em Los Angeles,
transforma os becos em pântanos e o som.
O som é o gotejar constante. O zumbido
de um letreiro de neon te prende como
uma armadilha no filme. A fotografia de
Darius eh
Conde, eu diria que é uma obra prima
claustrofóbica, com ângulos apertados e
cores que cores que fedem a mofo, doença
e desespero reminiscentes, eu diria, de
Blood
Hunner, mais cruas.
Cada plano é um convite para sentir o
peso do mal, como se a cidade fosse o
Minotauro de Creta espreitando em seu
labirinto. essa estética e com a visão
cristã dos pecados capitais como hábitos
corrosivos, na verdade
depravações que, como dizia Aristóteles,
se
tornam segunda natureza por meio de
escolhas repetidas, criando sucos
profundos em nosso caráter como trilhos
de trenó na neve após várias passagens.
Mas na verdade nós sabemos que, como
Jesus diz, é do coração que saem os
pecados e não é a repetição que os
cria, é o coração que cria as
repetições. Na tradição cristã, os
pecados capitais ou vícios, como
preferem alguns teólogos, não são meros
atos, mas disposição do caráter que nos
inclinam a ações destrutivas. Tomásquino
via os vícios como falhas ou os pecados,
não é? Como falhas morais que obscurecem
nossa capacidade de viver bem em nossa
depravação, de amar e de nos relacionar
de forma saudável. São hábitos que, como
uma criança aprendendo xadrez, porque
seu pai eh lhes
dá lhe dá doces até ela mesma amar o
jogo por si só, moldam quem somos
através da repetição. Eles saem de uma
fonte profunda e a repetição durante a
vida vai fazendo o coração cada vez mais
duro, mas carejado. Keven materializa
essa ideia na figura de John Dom, um
assassino que transforma os sete pecados
em sermões sangrentos.
Cada morte, uma mensagem esculpida em
carne, como vitraz de uma catedral
gótica que, em vez de santos, exibe
pecadores. A cidade Sevem é o palco
perfeito para esses crimes, um reflexo
do mundo contemporâneo que muitas
vezes
banaliza os pecados, redefinindo como
virtudes ou trivializando os pecados
como fraquezas inofensivas no humanismo
secular, galopante da nossa cultura, ou
dando nome terapêuticos, como se fossem
doenças e o pecador fosse uma vítima.
Enquanto a cultura moderna celebra, por
exemplo, a inveja como motivação para o
sucesso ou a preguiça como um descanso
merecido. Finter, o diretor de Seven,
nos força a ver o custo humano desses
hábitos, pintando um retrato onde o
excesso de gula vira um túmulo, a
avareza se torna uma prisão e a luxúria
uma faca que mata.
No coração de Seven estão os detetives
David Mills, que é o Brad Pitt e William
Summerset, que é o Morgan Freeman. Dois
opostos que personificam a luta contra o
mal externo e interno. Mes é um vulcão
de raiva. Ele é
jovem, eh, pulsando com energia nervosa.
Esse é o primeiro caso dele, assim.
eh como se acreditasse que ele pode
consertar o mundo com sua força de
vontade. Já
somerset, eh, por outro lado, é um poço
de
cansaço. Ele está para se aposentar.
Talvez eh essa certamente é a sua última
eh
investigação. Então, com cada olhar e
pausa carregando peso de 1000 crimes.
Então, Morgan Freeman, inspirado em
detetives reais, traz um realismo
melancólico ao papel. Enquanto Brad Pitt
faz de Mils um espelho da ira mal
contida, que a cultura moderna muitas
vezes confunde com justiça. Juntos eles
caçam John Durun, cuja sede de
assassinatos segue o roteiro dos sete
pecados capitais, transformando a
investigação em um confronto com o que
nos faz humanos caídos e depravados.
Essa caçada ressoa com a tradição cristã
de autoexame, iniciada pelos pais do
deserto no século e continuada em
manuais, né, de
de
contrição até o século XV, onde os
pecados, os capitais e os vícios eram
ferramenta de confissão e transformação,
na verdade. Eh, e quando
toda a doutrina bíblica de
arrependimento e confissão de pecados,
em vez de dar outros nomes para eles, em
vez de vê-los de outra forma ou nos
vermos como vítimas, não é? Então, para
os teólogos nomear os pecados, como a
inveja dos irmãos de José ou a preguiça
dos israelitas que resistiram à terra
prometida, porque Deus estava dando, mas
teriam que lutar como Deus estava
ordenando. Os teólogos dizem que quando
você olha para isso e quando você olha
para você mesmo e dá nome certo, isso
permite uma confissão
precisa e é um passo para despiro velho.
e vestir o novo. Como diz Paulo em
Efésios 4:22 a 24. Encerem, cada crime é
um espelho que reflete não apenas o
pecado da vítima daquela pessoa que foi
morta, mas também os impulsos dos
detetives e do público nosso, né?
Quando du mata por gula, forçando um
homem a comer até a morte, ele nos
pergunta: "O que nos faz engolir mais do
que podemos?"
Quando mata por avareza, ele expõe a
ganância que nossa sociedade justifica
como
progresso. A narrativa de Finter como um
jogo de xadrez onde do está sempre um
passo à frente dos detetives ecua a
complexidade moral, eu diria, de crime e
castigo, onde o crime revela a alma.
Ahã. A gente vive numa cultura, a
cultura moderna que
banaliza o pecado. Enquanto Sven nos
confronta com a gravidade dos pecados, a
cultura contemporânea frequentemente os
trivializa ou
redefine. Alguns, como o reverendo James
Stalker, sugeriram que a gula é um
pecado superado pela civilização,
enquanto outros questionam: "Por que
Deus se importaria com vícios que
parecem inofensivos ou pecados que
parecem
inofensivos? Preguiça como ficar na
cama, luxúria como uma olhada a mais eh
para uma pessoa, para uma revista ou
para uma tela.
Gula como comer eh um pouco mais, três
rosquinhas a mais. Há quem vá além
transformando vícios, pecados em
virtudes. O orgulho é celebrado como
autoestima. A luxúria é defendida como
uma força humana livre de filosofias
ruins e restringedoras.
E a preguiça é vendida como um plano de
autoaperfeiçoamento. A França eh tentou
tirar a gula da lista de pecados,
argumentando que eh a gula é apenas um
amor caloroso pela boa comida e boa
companhia.
Essa banalização é visível na mídia e no
consumo,
nas eh perversões sexuais que cada vez
ficam mais não só aceitas, mas
defendidas por eh
autoridades. E em 1987, a revista
Rappers publicou uma campanha fictícia,
onde agências de
publicidade tinham que vender os sete
pecados. A preguiça era promovida com o
slogan: "Se o pecado original fosse
preguiça, ainda estaríamos no paraíso."
A ganância recebia o endoço do Papai
Noel, que lembrava as crianças suas
listas intermináveis de desejos. E a
luxúria era celebrada como a força que
nos fez sobreviver a guerras e
fomes. Então, catálogos vendem pulseiras
coloridas para exibir seu defeito fatal
como algo bom. Vermelho para ira, verde
para inveja, por apenas alguns trocados.
Sites explicam os pecados com humor,
dizendo que somos gananciosos por
vivermos em uma sociedade consumista.
culpa não é nossa, não é orgulhosos por
causa de professores que nos ensinaram a
acreditar em nós mesmos ou invejosos
porque outros são mais sortudos, mais
inteligentes, mais
atraentes. Bebidas, vinhos são batizados
com nomes que evocam os pecados e até
personagens de animação como Bob Esponja
são associados aos vícios em
especulações online. Essa abordagem leve
contrasta com a seriedade de Seven, onde
cada pecado é um peso mortal.
Finter não explica, ele faz você sentir.
O final do filme é tão chocante, tão
chocante que o estúdio quis alterá-lo
porque é um soco que ecoa a advertência
de CS Ls. Somos
criaturas meio coração, brincando com
prazeres menores quando a alegria
infinita nos é oferecida.
Pior ainda é a tendência de psicologizar
os pecados. Isso é comum na igreja, nos
púlpitos, nos cristãos. E virou uma eh
uma epidemia, não é? Essa tendência de
psicologizar os pecados.
A gula é reduzida a transtornos
alimentares. A ira a problemas que
seminários de controle de raiva
resolvem e com vários diagnósticos
diferente. Ah, o orgulho a questões de
autoestima e a preguiça à procrastinação
ou
depressão. A luxúria para alguns
psicólogos é apenas um desconforto
cultural com desejos naturais. Não devia
nem sequer existir a coisa chamada
luxúria, porque isso é só preconceitos
que inibem os desejos sexuais que deviam
ser livres e eh expressos, resolvidos
por, se forem exagerados, terapias que
liberam você não do pecado, mas da
culpa. Essa visão sugere que superamos
os ensinos
atrasados dos antigos.
do evangelho, do cristão, mas ignora a
integração complexa entre o psicológico
e o espiritual. Envem, os pecados não
são problemas clínicos, são forças que
destróem vidas refletidas nos corpos
mutilados, nos assassinatos e nas almas
despedaçadas das vítimas de D, como se
fosse o o verdadeiro pecado que
destrói. A tradição cristã distingue eh
eh
eh os pecados, né? Ao ao colocar os
pecados, capitais, eu disse como eh um é
a raiz de tudo, orgulho, e os outros são
galhos, onde vem todos os outros eh os
outros pecados como frutos, mas também
distingue vícios de pecados. Um vício é
um hábito ou traço de caráter cultivado
por ações
repetidas, como a gente falou, o tren
que cria um suco na neve ou uma criança
que
eh aprende por
repetição cada vez mais. E virtudes, por
outro lado, são excelências que nos
permitem viver bem. Coragem para
enfrentar dificuldades, temperança para
ordenar desejos, amor para superar a
inveja.
Ah, enfim, no fim, o fruto do
espírito. Como Aristóteles explicava,
somos responsáveis por nosso caráter,
pois o moldamos por escolhas
repetidas. Mesmo alguém pagão poderia
ver eh essa realidade. Seven ilustra
essa corrosão dos vícios.
Ah, a gula não é apenas comer demais,
mas uma fome desordenada que nos
consome sempre
mais. Nunca há satisfação. A preguiça
não é só indolência, mas uma fuga da
responsabilidade, como a família Flight
em
Braded, eh, que escolhe o escapismo em
vez de do dever. a
Vanglória, que é o orgulho, né, de uma
maneira mais eh mais abrangente, que é
ausente da da lista, já que o orgulho
ficou nela, mas presente na cultura
moderna, é a fome por reconhecimento que
alimenta as redes sociais.
E imagine dois cônjuges,
uma mulher que resiste a desejos por
outros homens, mas luta constantemente
contra esses desejos. E um marido, cuja
fidelidade à sua esposa é tão enraizada
que seus desejos alinham-se com o seu
compromisso. Ambos são fiéis, mas só o
marido tem a virtude da
fidelidade, agindo com pais. e prazer.
Enquanto a esposa depende de
autocontrole
apenas dentro eh
está o mal
cru. Não há virtude nisso. Sven nos
confronta com essa diferença. Du encena
os vícios ou os pecados como sucos
profundos que prendem suas vítimas. Mas
o filme indiretamente aponta paraa
necessidade de virtudes opostas. como a
prova de Deus. Não basta você não ter eh
o fruto da carne, tem que haver o a obra
da carne, tem que haver o fruto do
espírito. Ou seja, não só é necessário
não haver aquilo que é negativo, não é?
Tem que haver o oposto
positivo. A cidade Seven é um símbolo
disso, um lugar onde o mal se tornou
natural. É a nossa cultura, né?
Na verdade, com o homem, desde a queda,
essa é a realidade. Mas cada vez, como
nossa cultura agora, eh, o mal é visto
como virtude, não é? Como o profeta
disse, aqueles que chamam mal de bem e
bem de mal. Então, a cidade de Sevem é
um símbolo disso, um lugar onde o mal se
tornou natural, mas onde a luta de MS e
Summerset sugere que ainda há espaço
para resistência.
que na verdade só pode ser encontrada no
evangelho, já que só o fruto do espírito
é o verdadeiro oposto dos pecados
capitais, na verdade de qualquer pecado.
Então, só isso oferece esperança. Os
vícios podem ser mortificados se já
foram cancelados na cruz. Só o homem
justificado pode, na verdade, mortificar
verdadeiramente seus pecados, porque
eles foram cancelados do ponto de vista
legal e não pode mais ter o domínio.
Então, o filho de Deus é chamado a fazer
isso por práticas eh de crescimento
espiritual. A confissão, como ensinava
os pais na igreja primitiva, permite
nomear pecados específicos.
Hoje isso é cada vez mais difícil,
porque como eu disse, eh, nós
psicologizamos o
pecado, então nós não podemos mais
confessar pecados. Não há perdão sem
confissão
verdadeira. Então, lá na igreja
primitiva, tudo ensinomear pecados
específicos. a inveja que vemos na
rainha branca de eh na na rainha de
Branca de Neve, não é? a a inveja
eh dela, a ganância do eh Barbossa, né,
dos piratas
do do Caribe, onde o ouro nunca
satisfaz, onde nunca se tem o
suficiente e buscar graça
para já livres da condenação desses
pecados, ou seja, já sendo justificado,
agora sermos livres do poder.
do pecado. Então, conduzidos pelo
Espírito Santo a toda verdade,
levando a cada um de nós a disciplinas
diárias centradas no
evangelho, olhando para Cristo ao
contemplar sua beleza, apoiada por
comunidade, amigos, ajuda a despir o
velho eu e vestir o novo, como diz Paulo
em Colossenses 3, 5 a 14. Até a Bíblia
ganha novas camadas quando lida através
dos vícios. A preguiça aparece na
resistência dos israelitas à terra
prometida. Como eu disse, haveria luta.
Deus vai dar, mas eh eu queria que isso
acontecesse sem fazer nada. A avareza na
confiança quebrada da viúva de Sarepta e
a inveja na hostilidade dos irmãos de
José contra o filho favorito de Jacó ou
Saul contra Davi. escrevem, não oferece
redenção explicitamente,
mas a escuridão que ele mostra nos força
a desejar redenção, a buscar a graça que
eh Dante descreve em sua Divina Comédia,
onde os pecadores, ao reconhecerem seus
erros, que é o primeiro passo da nova
vida, são preparados para uma nova vida.
E Seven é único, porque Fincher, o
diretor, não apenas filma, ele constrói
um universo. Cada quadro, cada som, o
gotejar da chuva, o zumbido do neon é
obsessivo, nos puxando para dentro do
pesadelo. As atuações são o coração do
filme. Brad Pitt faz de Mils um vulcão
pronto para explodir, enquanto
eh Freeman faz de Summerset um homem que
carrega o peso do mundo e a narrativa
com seus ecos em casos reais é um
labirinto moral e a estética, a
fotografia de Conde transforma cada cena
em uma pintura de uma pintura do
inferno. Mas o filme vai além do cinema.
Ele dialoga com séculos de reflexão
cristã sobre os vícios, trazendo à tona
o que a cultura moderna tenta apagar,
tenta psicologizar e etc. Então, os
pecados capitais iluminam traços perenes
da natureza humana caída, visíveis em
Shakespeare, como a inveja de Iago em
Otelo ou a ganância de Shylock em Ocador
de Veneza, em narrativas modernas como o
Senhor dos Anéis, onde o orgulho leva a
queda, o Game of Thrones, onde a luxúria
pelo poder destrói todo
mundo. Eles explicam práticas culturais,
a inveja e
o shing frown da que nós falamos outro
ontem, é um dia desse aí, né? Acho que
ontem em
Amadeus por eh trás dos tabloides que
expõe o que? As falhas dos famosos, a
fofoca e a Vanglória que alimenta
reality shows de transformação e
cirurgias plásticas. a ira disfarçada de
justiça em filmes de vingança, ou a gula
que sustenta porções
gigantescas. Ah, e
até às vezes
videogames com avatares
sexualizados e os hábitos noturnos na
internet com cenas de sexo cada vez mais
violentas refletem uma luxúria
desordenada. Deus entregou eles a sua
paixão. É o que Paulo diz.
Mas importante entender os vícios
oferecem recompensas espirituais.
os pais eh do deserto, eh Ciano,
Gregório, depois Aquino, viu os vícios
como armadilhas a serem superadas ou os
pecados eh capitais para uma vida de
santidade. nomear nossos pecados, a ira
que mascara nosso medo, a vanglória por
trás das nossas selfies perfeitas, a
ganância que nos faz trabalhar até a
exaustão, nos permite confessá-los com
precisão, buscar disciplinas espirituais
e crescer
eh no fruto do espírito, que o fruto que
o espírito produz como humildade,
paciência, amor, mansidão, autocontrole
domínio próprio, o fruto do espírito.
Seven nos chama para essa para essa
escuridão, não para nos perder, mas para
nos
encontrarmos. Então, a caçada começou e
eu queria perguntar, o que te faz
engolir mais do que você
pode? Você vem para essa caçada eh que
nós vamos fazer a olhar para
isso? Então, a primeira coisa é a gula.
Eh, eu estava olhando de maneira mais eh
de eh eh concentrada na inveja, por
exemplo, eh falando do filme Ama Deus,
não é? Aqui olhando Seven, a gente vai
fazer diferente, né? Porque como a gente
vai olhar os sete pecados capitais, a
gente não pode se demorar tanto. Cada um
dele, cada um dos pecados capitaes
merece uma uma um tratamento eh único,
né, ou mais de um, como a gente deu
em Amade Deus. Mas aqui a gente vai
olhar todos eles numa visão meio
panorâmica. Gula, o banquete que devora
a alma. Você já entrou num lugar tão
podre que o cheiro te faz querer correr?
Agora imagine um apartamento onde o
pecado da gula se torna um
cadáver, um estômago estourado de tanto
comer, o rosto afundado num prato de
espaguete
viscoso. Em Seven de David Finter, a
cena do crime da gula é mais que um
assassinato. É um espetáculo doento, um
soco no estômago que te joga no
inferno. é horrível, mas certamente o
pecado é mais horrível que as imagens.
Nós gostamos, não gostamos de pensar no
pecado de maneira tão feia, mas ele é.
Então, mesmo o filme que parece que te
dá um soco no estômago, que te joga no
inferno, no cenário da gula ali,
certamente o pecado da gula é muito pior
do que as imagens, né? E o primeiro
golpe de John Do, que é o serial que ele
é um convite ao abismo onde o desejo
vira veneno. Mas a gula não é só sobre
comer demais, é um hábito do coração,
uma fome por prazer que consome a alma,
não
satisfaz, gera eh tédio à medida que
você consome e sempre quer mais.
e
depressão. Como diz Frederic Bkner, o
guloso é aquele que invade a geladeira
em busca de uma cura para desnutrição
espiritual. Esse é o problema do homem.
Ele tá buscando em coisas do mundo é uma
cura paraa sua a desnutrição que é do
seu espírito. Então vamos mergulhar
nesse cenário imundo, explorando como o
Fincher constrói o horror em cada
detalhe fétido, como Morgan Freeman e
Brad Pitt reagem ao nojo. E como o
impacto sensorial do cheiro à textura te
faz e viver a podridão. É isso que eh as
imagens querem mostrar a podridão e do
pecado, não é? Eh, como crime castigo e
reflexões,
desculpa, eh
eh obras como crime e castigo, né, de
Dostoyevski e outras e reflexões eh
teológicas e culturais.
Eh, a gente vai tentar usar tudo isso
para cavar a direção, eh, os personagens
e o peso dessa e de cada cena,
perguntando o que te faz engolir mais do
que você
pode a gula está falando para
nós. Preparado? Então vamos ao lugar
onde a comida vira um altar pagão e o
excesso se transforma num
túmulo. A cena começa com os detetives
Summerset e Mills, Morgan Freeman e Brad
Pitt entrando num apartamento que fede a
morte.
Finchter, um mestre doconforto guia a
câmera como um intruso, deslizando por
latas de comida podre, pratos sujos
empilhados, até parar num corpo
grotesco. Um homem extremamente obeso,
morto, com o rosto mergulhado num prato
de
espaguete. A fotografia de Darius Conde
é um pesadelo, né? As cores têm verdes
doentios que cheiram a mofa, amarelos
fracos que fedem a doença e sombras que
engolem toda a luz. E quando a sujeira,
né, eh, dos crimes do zodíaco, por
exemplo, mas mais visal, closeups
mostram o espaguete pegajoso, o sangue
seco na boca, as mãos inchadas. Cada
detalhe é um soco no estômago. Planos
abertos revelam a claustrofobia com
paredes que parecem te esmagar enquanto
o som amplifica o horror. Chuva batendo,
mosca zumbindo. O som é importante na
nas cenas, né? O o o o diretor constrói
isso. Chuva batendo, mosca zumbindo, o
gorgolejo da água suja, o apartamento
respira
podridão. Summerset com Morgan Freeman,
né, carregando um cansaço que pesa o
mundo, analisa o cenário com passos
lentos, como se lesse um livro
maldito. Jamilson. Brad Pitt explodindo
em raiva jovem anda de um lado pro outro
xingando sua energia em guerra com o
absurdo. O diretor Finch usa a tensão
entre eles como motor eh cortando entre
os olhares.
Sum é a razão. MS é o caos num ritmo que
te prende. Como em tr
Detectives, eles descobrem que a vítima
foi amarrada, forçada a comer até o
estômago tourar. E a palavra gula está
escrita atrás da
geladeira. Uma sentença divina.
A trilha de Howard Shaw com graves que
rastejam, aperta o peito e a edição de
Richard Francis Bruce faz cada corte do
er como se você estivesse preso naquele
porão
junto daquela cena. Nos bastidores, Fint
usou comida podre de verdade, não é? A
gente eh fica sabendo, né? 7, um porão
úmido, tinha lentes escuras para um tom
de
mofo. O manequim do corpo era tão
real manequinho da da do do do que foi
assassinado, né? Que assustou a equipe,
não é? E baratas de verdade rastejavam
pelo cenário. Por exemplo, é dito que
Brad Pitt
improvisou
a o os as suas palavras, não é? Aí os
xingamentos trazendo raiva genuína assim
e que a cena levou três dias para ser
filmada com um cheiro
impregnando o ambiente por semanas.
Então por que essa cena te marca,
Finter? O diretor não só mostra o crime,
ele te faz viver o nojo. Cada ângulo,
cada som te sufoca. Quem dera a nossa
cultura pudesse realmente viver o nojo e
sentir o cheiro do pecado, não é? Como
Deus
sente. Ou nós nós nunca daríamos nomes,
nunca iríamos psicologizar o pecado se
ou víssemos como ele é
realmente. As atuações são a alma.
Ali Morgan Freeman faz o sum sentir o
peso do mundo, enquanto Brad Pitt eh, o
que é o Mils
explode. A edição estica essa tensão e o
impacto é que te pega. A gula é o
primeiro passo do plano do assassino de
Du. Um espelho da nossa fome
descontrolada por mais e mais e mais.
E a alma é um poço sem fundo para o
pecado,
né? É por isso que dizem que ela tem um
buraco do tamanho de Deus e só Deus pode
preenchi-la. Mas o que é gula, afinal?
Não é só comer demais, como virou o
estereótipo do homem obeso, que alarga o
cinto para comer mais
sobremesa. Como diz Tomás de Jaquino, a
gula significa, primeiramente o desejo
intemperado de consumir não apenas
comida, né, mas comida também, não o
consumo inteerado. eh
eh que
você tenta justificar, não é? Mas que é
real é sobre o prazer
excessivo, o prazer que sempre quer
mais, imediato,
tangível, uma busca obsessiva que reduz
a vida à
autosatisfação. Então, eh, o sexo nunca
é suficiente, a comida nunca é
suficiente, nada é
suficiente. Um casamento, dois
casamentos, três casamentos, os cinco
casamentos. É Jesus dizendo para a
mulher samaritana: "Já tiveste cinco
maridos e o que você tem agora não é seu
marido, é a gula. A a gula é um vício do
coração, uma rotina de gratificação e
gratificação e gratificação que desgasta
a nossa alma como em crime e castigo,
onde o crime reflete o vazio
interior.
E por exemplo, no seriado soprano, né,
Tony Soprano engole comida, poder e
violência para tapar o vazio, mas só
afunda mais.
a nossa cultura é viciada
nisso. Então, eh, das coisas mais
comuns, as coisas mais, eh, pesadas, não
é?
E, eh, no supermercado eles botam às
vezes eh revistas eh mostram tortas de
chocolate ao lado de dicas para
controlar os seus desejos.
Fast food eleva a obesidade enquanto a
indústria da dieta fatura bilhões.
Então, eh, estimula a obesidade e ao
mesmo tempo, eh, a indústria da dieta
fatura bilhões porque eu
quero eh eu tenho essa essa esse desejo
insaciável por mais, mas mais, ao mesmo
tempo eu quero ser mais magro, mais
magro, mais magro.
Comemos pão com 11 ingredientes. Cada
vez ficamos mais exigentes, né? Tomamos
eh as pessoas, ah, quero tomar cerveja
artesanal.
E o que é saudável vira um enigma.
Porque ao mesmo tempo que a indústria te
empurra todo tipo de
coisa que engorda, ela também te empurra
todo tipo de remédio que
emagrece. Então, alimentos baratos e
gordurosos pesam mais sobre os pobres,
não é?
e
eh atingem eh todas as as classes.
Comemos por prazer, não por
necessidade. E o prazer vira um ídolo de
tal maneira que eh não há limite para
para ele. Como diz Paulo, alguns fazem
do estômago um deus. Filipenses 3:19.
Então, o prato em Seven é um altar
pagão. O prato de comida vira um altar
pagão. A geladeira é um túmulo. É por
isso que é lá que ele colocou o seral
killer, a palavra gula naquela cena do
primeiro assassinato que é sobre a gula,
uma faca que corta até o osso, né, da
realidade do homem caído. Na idade
média, Gregório, o grande listou cinco
formas de
gula e você vê que é muito mais
sofisticada do que muitas pessoas
pensam,
né? Cinco formas: delicadamente, muito
suntuosamente, muito
apressadamente, muito
gulosamente demais.
E você
eh pode transportar isso para uma
linguagem mais comum, né? Eh, frescuras,
uma para comer, eu sou cheio de
frescura, altas exigências ou requinte
ou
rapidez ou ganância ou
excesso. Essas palavras descrevem essas
cinco formas.
que a gula toma. Cada uma reflete um
desejo desordenado pelo prazer eh de
consumir comida ou qualquer coisa, seja
no que comemos, seja eh em como nós
comemos. por exemplo, frescuras que ele
colocou como muito delicadamente, é
comer com exigência excessiva, como eh a
mulher na na obra de CS livs, as cartas
de skill tape, não é? Boas cartas do de
um demônio pro seu demônio aprendiz de
CS que pede só um chá fraco, mas não
muito fraco e uma torrada bem
crocrante. Ela não come
praticamente, é o que tá tá dizendo lá,
né? Mas sou obsessão por ter exatamente
o que quero. O chá que não é nem muito
fraco, nem muito forte. Tem que ser
desse jeito, senão não quer. Mesmo
incomodando os outros, é gula. A torrada
tem que estar naquele ponto
perfeito. Você já foi eh o cliente que
devolve o prato três vezes ou recusou eh
a bebida por não tá naquela temperatura
exata.
Então, é isso que Gregório tá dizendo
que é gula, é fazer da da da comida, ela
tem que ser aquela perfeição, é a
exigência, que é óbvio que não vê mais a
comida como uma
necessidade e agradece a Deus como algo
que alimenta o corpo. E tem o gloso
fresco que foca no prazer próprio,
ignorando a hospitalidade
alheia. E o requinte, não é? É outra
forma. ou muitos
suntuosamente eh, buscar a saciedade com
alimentos ricos que prometem plenitude e
que mostram a nosso refino esse vinho
tão caro, essa comida tão Você vê que a
comida não é mais sobre comida
mesmo ou
eh uma dieta, não é? eh completamente
cheia de molhos cremosos,
chocolate e, enfim, eh que junta todas
as coisas que todos sabemos que não é
saudável ou, enfim,
eh, priorizando apenas satisfação, que
nunca eh nunca tem o seu o seu
contentamento.
E comer assim é gula. Quando o
prazer da
saciedade domina de tal maneira que não
há mais saciedade no que
nós comemos, né?
E aí ele também coloca rapidez, muito
apressadamente, comer rápido, como
quem engole a comida colocando mais um
bocado antes de engolir o bocado
anterior. E isso inclui o lanche furtivo
antes da hora. Ou seja, é a ideia de ser
incapaz de esperar. Não há como eu
controlar. Eu não, eu não tenho
controle, né? É a gula de quem não
resiste ao que está ao alcance. está ao
meu alcance, então é, eu não resisto, eu
não não
consigo. E ganância, que é muito
gulosamente, é comer com pressa para
garantir a melhor porção, como o guloso
que enche o prato no buffet para não
ficar sem alguma coisa que outros vão
pegar. Então eu te pegar eh porque ele
tem a decepção de encontrar eh só um
pedaço menor. Como crianças, esses
gulosos vivem dominados pelo apetite,
ignorando até eh o bom
senso
social. E excesso é outra coisa que ele
listou, né? Demais comer além da
saciedade, mesmo sabendo que vai passar
mal. É o goloso que, como Augusto Glup
em a fantástica fábrica de chocolate,
não resiste a só mais um
pedaço. Ele
eh
quer demais de tudo, pois o prazer
imediato vale mais do que as
consequências do prazer. Quase sempre as
vidas são destruídas por todas as formas
de pecado por causa disso, nãoé? Essas
formas mostram que a gula não é só sobre
peso. Um magro pode ser tão guloso
quanto um
obeso. E um gourmet tão guloso quanto um
fã de fast
food. Porque você, o cara pode ser
magro, mas ser aquele ah, aquele vinho
certo, aquela, eh, a comida tem que ser
assim, tem que ser a carne tem que ser
desse tipo, tem que ser feita dessa
forma. Você vê que eh tudo está incluído
o faz da comida, o do comer um culto,
a um coração que nunca está realmente
satisfeito e quer curar coisas que não
são físicas com coisas físicas. Então,
eh, quer curar coisas espirituais, não
é? Insatisfação final com coisas
físicas. O que importa é o coração. Quão
dominados estamos pelo prazer. Como o
prazer se tornou um
Deus, não é? Como diz Agostinho, o
virtuoso usa os prazeres com moderação,
não com apego de um amante apaixonado
pelo prazer. Jesus alerta: "Não só de
pão viverá o
homem". Então, estamos aqui para cultuar
o
prazer. Lucas 4:4.
E a gula é insaciável, porque o prazer
físico é
fugaz. E é por isso que Jesus disse lá
paraa mulher, a gente vai falar sobre
outro em outro momento, né? Você já
tiveste cinco e o que você tem agora não
é seu. O prazer físico é insaciável
porque o prazer físico é
fugaz. Evagreos compara o desejo por
comida a um fogo que nunca se apaga.
Quanto mais você alimenta, mais ele
quer. Elesiastes ecoa, o apetite nunca
se satisfaz. Eclesiastes 67. Comemos,
ficamos cheios e horas depois estamos
famintos novamente. Essa busca por mais
ou por melhor, ou por mais saboroso, ou
por aquela torrada, como eu falei, como
na verdade C livos coloca um demônio eh
eh falando com outro, dizendo como levar
as pessoas à gula, né? aquela torrada
que tem que ser no ponto ali. Se passar
um pouquinho já não quero. Se passar, se
tiver um pouco menos, também não quero.
O chá não pode ser forte nem fraco.
Explica porque inventamos eh eh
eh to todo tipo de substitutos, não é?
Eh para a comida. Hoje eu tava vendo,
por acaso, uma reportagem sobre uma
empresa, uma das mais famosas, sobre que
tem no seu nome cacau, mas que quase
tudo que ela faz só tem gordura
hidrogenada. Não tem cacau nenhum, não
é?
Então, eh, a gente faz substituições com
tanto que tem o gosto, eh, o sabor, não
é? E se alguém vender um troço para nós
que não tem nada daquilo que diz, mas se
conseguiram fazer aquilo com menos
caloria para eu poder consumir mais,
então eu como assim mesmo. Comemos por
prazer, apenas, não por necessidade,
consumindo o que não é digerível às
vezes, como viciados em busca de uma
dose. A gula nos animaliza como
retratado em imagens medievais, se é que
é correto, né? Eu tenho para mim que e
os animais comem até ficarem
satisfeitos. Só comemos sem pensar em
saúde, no
convívio ou em Deus, focados só na ideia
do prazer físico. Quase todos os outros
pecados eh t essa mesma esse mesmo
pedigri. Pior, a gula obscurece nossa
fome espiritual.
Quando buscamos prazer físico para tapar
vazios emocionais, ignoramos
necessidades mais profundas, não é? que
só eh só Deus pode dar verdadeiro amor,
pertencimento,
sentido. E aí chamamos essas
coisas eh esse consumo de comida que na
verdade está buscando amor,
pertencimento, sentido. Chamamos da a
gente dá nome terapêutico,
psicologizamos isso. Isso quer
conseguimos ver. Vamos falar que temos
apenas transtornos alimentares. Comida
vira droga, um prazer rápido para
aliviar a dor, como eh chocolate ou
macarrão com queijo, mas que era como se
fosse uma dose de outra droga. Mas isso
nunca basta.
O guloso, quer o guloso que come muito
ou aquele que come requintado ou todas
aquelas formas, cinco formas que a gente
viu, como diz Bner, invade a geladeira
porque está espiritualmente faminto. Em
Sevem, a vítima come até morrer, mas sua
fome é nossa. Não é assim. Os homens não
estão empanturrados de pecados até
morrer. Os homens não querem as
consequências do pecado, mas eles querem
até dar nome terapêutico para para os
pecados na expectativa de que haja uma
cura, não é? E eles possam seguir em
frente. O que consumimos para fugir do
vazio?
E agulha é um vício de
excesso oposto da virtude da temperança,
que é o fruto do espírito, que ordena
nossos desejos, que não é dirigido pelos
desejos, que nenhum desejo, que é
comida, sexual, etc., é que guia as
decisões.
O que o homem faz ou não faz. Então, a
gula não se trata só de comida, mas de
excesso em qualquer coisa.
É o prazer como o
Deus que leva, é óbvio, a excessos. Mas
há também um vício de deficiência, que é
a insensibilidade, que rejeita o prazer
da comida como mal. É um outro, uma
outra forma. O filme, o banquete de
Babete mostra uma comunidade puritana
que por acetismo, não é? E uma ideia de
que a alegria eh é
perigosa, eh as pessoas têm esses
problemas, né? A beleza é perigoso,
porque o homem eles ele ele tem esse
coração eh
desenfreado, ele ele eh você vê que a
gula tanto tá no excesso quanto no
requinte, quanto na bulemia, quanto eh
na anorexia.
Então, eh, esses
puritanos que abraçam o acetismo perde a
alegria da criação e eles
eh Deus fez a comida boa e prazerosa,
mas não é para o prazer e o fato dela
ser boa se tornar nosso
Deus, mas ele fez eh a comida boa e
prazerosa como vista no Éden
ou nas festas em em que Jesus está, ele
multiplica o vinho. Negar isso é
empobrecer a humanidade. Também faz
parte do lado oposto do mesmo pecado.
Quando alguém acha que realmente, por
exemplo, isso é muito comum. Eh, a volta
e meia pela internet, as pessoas falam
assim comigo: "Ah, isso aí tá muito
bonito, isso tira a minha atenção. Isso
como se o mundo que Deus criou fosse o
problema". Eu costumo brincar, olha,
você não vai poder assistir o sermão do
monte porque Jesus pregou no ar livre.
Tinha árvores, pássaros, vento, céu. E
você diz que essas coisas desviam você.
Jesus pregava no mar da Galileia, botava
um barco, a Bíblia diz, como púlpito, e
as pessoas olhavam para ele e atrás dele
tava o mar, o mar, pássaros, vento,
cheiro do mar. E essas pessoas então não
é um poder, porque elas têm a ideia de
que para elas eh ela elas têm uma
relação tão errada com as coisas boas
que Deus criou que para naquele momento
pensar em Deus, ela tem que ficar numa
caverna escura. Isso mostra o problema
da gula, o problema do excesso. Se tiver
na minha frente, então eu só vou
conseguir pensar nisso. Eu não posso
olhar pro céu e ver a glória de Deus
porque eu é bonito. Então eu não consigo
mais. A criação me consome e Deus some.
Eu não posso olhar para o mar ou para
uma imagem de um mar e pensar em Deus ou
prestar atenção num sermão. Então, a
virtude está no meio disso, né? Saborear
sem
idolatrar, ver a beleza e nela ver a
glória de Deus. E não a natureza, a
beleza virá o meu Deus.
Agostinho oferece três guias para evitar
a gula. Saúde. Comemos de forma que
sustente nosso corpo. Devemos pensar
nisso. Prazeres que prejudicam a saúde
sinalizam gula. É o que ele está
dizendo. Convívio. Nossa comida respeita
os outros. Pegar rápido a última fatia
se oferecer ou ignorar a conversa pro
estar absorto na comida, é gula também.
E ele coloca a vocação. Nossa comida
serve nossa missão espiritual. Cristãos
podem
jejuar mais para focar em Deus ou comer
bem em celebrações como casamentos para
honrar a hospitalidade. Ou seja, eh eh a
a nossa comida deve estar de acordo com
a nossa missão, não é? e não ser um
problema para ela, não é? E
eh isso revela o que nos controla. Como
diz Richard Foster, ao abrir mão de
doces ou lanches, descobrimos o quanto
dependemos do prazer e o quanto não
temos controle sobre eh ele. E você só
percebe isso quando você é obrigado a
abrir mão por um tempo. E ele nos ensina
a receber o prazer como dom, não como um
ídolo. O prazer como um dom, não como um
Deus.
e aumenta nossa fome por
Deus e percebe realmente que ali é onde
está nossa satisfação, não só de pão
viver ao homem. Eh, como
diz
Calistoer, o jejum nos faz sentir nossa
dependência de Deus. Porque nós
percebemos, ele diz, quanto nós às vezes
somos dependentes de prazeres que não
podem esperar.
E
outro outro eh pastor diz: "Acrescenta
que eh jejuar combate o orgulho nos
ensinando a festejar em Deus, mesmo
quando você não pode eh
comer." Então, a gula está ligada ao
orgulho. O guloso quer controlar sua
felicidade, suprindo suas necessidades
sem depender de Deus.
Então ele acha que só de pão viverá o
homem. Mesmo quando ele põe em Deus, é
com tanto, não há satisfação em Deus,
não é? São esses prazeres que controlam.
Ele prefere o cristianismo de máquinas
de vendas, onde comida é um prazer
instantâneo para acalmar vazios da alma.
Em Seven, a vítima é forçada a comer até
morrer. Mas o verdadeiro crime é a
idolatria do prazer. O que a cena, que
só nos choca o assassinato e a cena em
si, mas o crime que é mostrado na cena,
o verdadeiro crime é a idolatria do
prazer. O guloso rejeita a verdade de
Jesus. Nem só de pão viverá um
homem. O pão não é um Deus. O alimento
não é um
Deus. E o homem quer viver só de pão,
sem gratidão ou comunhão, recebendo algo
que é bom, mas não é Deus. Então, na
última Cristo abençoa o pão e o
compartilha. O guloso devoraria sozinho,
não é? A Gulen Seven é uma parábola do
que nos devora. Então ele, a cena toda
mostra aquele homem que devorou até
morrer, mas na verdade o que tá sendo
mostrado é como a gula devora o homem,
como deixa ele grotesco, não é? O
diretor Fincher nos força a perguntar:
"O que você
consome buscando escapar? Nossa cultura
nos treina para buscar prazer imediato,
mas a comida é mais do que isso. Deus
não fez a as coisas ou a criação para
simplesmente nos dar prazer imediato,
não é? Ela deve criar laços, expressar
amor, marcar celebrações. Do leite
materno ao bolo do casamento, da Santa
Ceia ao café com amigos. comer é
humano, é social, é é Jesus é
espiritual, é Jesus dizendo: "Eu
entrarei e searei com ele e ele comigo".
Não é sobre comida, não é que ele está
falando? Sear juntos, eh, visava algo
muito maior. A gula reduz isso a
simplesmente gratificação egoísta em
todo tipo de relação, comida, com sexo,
com qualquer coisa. Então, a virtude,
porém, nos chama a temperar nossos
desejos.
Eh, o jejum nos mostra como eh ele tem
ele tem essa essa essa essa esse lado,
né, assim, de nos mostrar como nós
dependemos de
Deus, mesmo que tenhamos que abrir mão
eh às vezes de algumas coisas
boas. E também comemos festejando e
celebrando sua bondade. Deus é o nosso
Deus. O prazer não é o nosso Deus. o
prazer nas coisas que ele criou. Então,
a gula abre a cena, abre o jogo em
Seven. O próximo crime é a avareza, onde
a gente podia dizer que o ouro pinga, o
ouro sangra. No primeiro crime, o
diretor Finch te pergunta: "O que te faz
devorar até se destruir?"
E a
fé, a sabedoria bíblica te responde a um
pão da vida que sacia de verdade, só ele
e mais
nada. Então a gente chega na
segunda, no segundo eh crime, não é?
E eu diria que é o o
abismo eh do
desejo. Você já entrou em um lugar tão
rico que te faz sentir pequeno, mas
estranhamente vazio? Imagine um
escritório de luxo onde a avareza se
torna um castigo cruel com um homem
forçado a cortar a própria carne para
pagar sua ganância.
En Seven de David Finter, né, o diretor,
o assassino John Do transforma a avareza
em uma ironia sangrenta, fazendo do ouro
uma sentença de morte. A cena no
escritório do advogado Eli Gold é uma
parábola viva do que a avareza faz com a
alma. Ela promete segurança e poder. Não
é não é isso que a gente pensa. Eh, ah,
eu quero garantir meu futuro. A gente tá
pensando, o dinheiro vai me dar
segurança para o futuro. A gente ecou
aquela parábola que Jesus disse que um
homem aumentou seus celeiros, plantou
mais, colheu muito e disse: "Ah, agora
come, bebe, descansa." Porque guardaste,
acumulaste para muito tempo no futuro.
Agora você tá seguro. Agora o dinheiro
te deu
segurança. E Jesus diz: "Louco, esta
noite pedirão a tua alma e o que tens
reservado para quem
será?" Então, a cena no escritório do
advogado Eli Gold é uma parábola viva do
que a vareza faz com a alma. Ela promete
segurança e poder, mas entrega uma
prisão dourada e um vazio que consome. E
a gente quer mergulhar nesse cenário
onde a direção afiada de Fincher
encontra as reflexões de Aristóteles,
Agostinho, Tomásquino e as escrituras
sobre o desejo
desordenado. com cada detalhe da cena,
do enquadramento ao som, das atuações,
às verdades teológicas, veremos como a
avareza nos escraviza, nos afasta de
Deus e dos outros e como podemos eh nos
libertar. Como eu disse, como a a essa
esse esse filme tá tratando de todos os
pecados, nós não podemos tratar nenhum
deles de maneira adequada, né? Mas temos
que estar uma uma
uma voar, não é? e ter uma visão
panorâmica apenas. Então, preparado para
essa segunda cena, né? Vamos ao
escritório onde o dinheiro vira morte. A
cena abre com os detetives MS e
Summerset entrando no escritório de Eli
Gold, um espaço
que eh escancara poder, carpetes caros,
quadros de arte de valores de valor
imenso, uma mesa de Mogno reluzindo
sobre um
abajur. O o Fincher usa um plano largo
para capturar a a opulência.
Mas logo corta para o horror. Você vê a
opulência e o horror. Gold está morto,
sentado em sua cadeira como um rei
deposto, como com uma libra de carne
cortada do
flanco, sangue seco no chão e a palavra
avareza escrito em vermelho na
parede. A fotografia do Darius Conde é
cortante, a gente podia dizer, né?
Amarelos quentes sugerem riqueza, mas
vermelhos vivos do sangue e sombras
escuras engolem o brilho eando a frieza
de o lobo de Wall Street, não é? Mas com
um tom fúnebre.
H closeups do corte na carne dele, do
bisturi jogado e da palavra avareza
pingando sangue. E são brutais, enquanto
planos médios mostram o escritório como
uma jaula
dourada. O som, como eu disse, ele usa
muito o som, né? O som é vivo. O pingar
do sangue, o ranger do som do
chão, ao pisar a chuva abafada lá fora,
tudo te puxa para dentro do abismo. A
trilha de Howard Shore com cordas
graves, né, e toques irônicos de bá
aperta o teu peito reforçando a
futilidade de um luxo que não te salva.
Summer 7, que é vivido pelo Morgan
Freeman, examina o cenário com uma calma
que esconde desgosto, seus olhos
carregando peso de quem já viu demais.
Como eu disse, ele achou que ia se
aposentar nos próximos dias, até que
comece essa série de crimes, ele tem que
fazer essa última investigação antes de
ele já tá eh para se aposentar, já viu
de tudo na vida, né?
Então, eh, ele está realmente cansado. O
peso de quem já viu demais, ele mostra
assim, cada passo é lento, quase quase
ritual, como se decifrasse uma sentença
divina. Jamils, que é o Brad Pitt
interpretado eh eh também de maneira eh
bem vívida, ferve de raiva, xingando e
andando de um lado para o outro, sua
juventude explodindo contra o absurdo da
cena.
Fincher usa diferença entre os dois como
uma corda tensa, né, cortando entre os
olhares dos dois. E Summerset é a razão,
Mils é o
extinto em um ritmo que prende
semelhante eh a a a algo que que
realmente
hipnotiza. Eles descobrem que Gold foi
por D, que é o assassino serial, a
cortar a própria carne. Um sacrifício
exigido pela sua ganância como uma
dívida cobrada em sangue. O escritório
construído em estúdio com objetos reais,
não é,
de eh de um escritório de um advogado
riquíssimo,
mostra
autenticidade e a riqueza.
Eh, o sangue bem feito, né, assim,
eh, tanto no que ainda não está como o
que parece seco. Eh, é dito que levou um
dia e 20 takes para capturar todas as
cenas para depois serem montadas da
maneira que que foram montadas. E Brad
Pitt improvisando, né, o seu linguajar,
trouxe uma raiva crua que Fincher
observou, intensificando o impacto disso
pra cena. Por que a cena nos pega?
Fincher transforma o escritório em um
palco onde a riqueza é uma mentira. O
zoom no bisturi, não é? Um uma uma
passagem rápida pelos quadros
caríssimos. Cada plano constrói uma
ironia que corta como uma lâmina, não é?
como a lâmina do de do do do serial
killer do eh o Morgan Freeman faz o
Summerset carregar o peso do mundo
enquanto Brad Pitt faz explodir eh tudo
com uma indignação que reflete a nossa
revolta e a edição tensa, eh como por
exemplo no filme chamado e No Cout for
Old Man, alterna, eu diria, o horror e
as
reações que nos mantém presos.
Assim, narrativamente, a avareza é o
segundo golpe de D. Você vê que a ordem
não está como você normalmente vê a
ordem dos pecados capitais, né? Ou seja,
a narrativamente avareza é o segundo. A
gente viu que o primeiro foi a gula, um
jogo cruel que manipula os detetives MS
e Summer 7 como um predador em crime e
castigo, inspirada por crimes reais, não
é?
A cena com seu set cheirando a tinta por
dias e o olhar lento de Summer 7
sugerindo e eh por Morgan Freeman nos
confronta com uma verdade brutal. A
avareza é um vazio que pinga, que
sangra, como aquela cena. O que a cena
revela sobre nós, porque você vê o filme
sobre os pecados capitais, é sobre nós.
A avareza é perder-se no que não sacia.
Um desejo que nos faz crer que o ouro ou
o dinheiro nos
salvará. Como Agostin reflete, ao
encontrar a grande pérola do reino,
hesitamos em vender tudo para
comprá-la. Ele diz, muitos que se dizem
cristãos não estão de acordo com aquela
parábola que Jesus descreve que o
verdadeiro homem regenerado é aquele que
tendo encontrado a pérola de grande
valor vai e vende tudo que tem.
Ele acha que nada mais pode dar a ele o
que a pérola dá. Vende tudo que tem.
Essa é a comparação de Jesus de alguém
no reino, né? Mas Agostin diz que
encontrar a grande pérola do reino e ao
encontrar muitos hesitam em vender tudo
para comprá-la,
apegados ao que possuímos, no sentido de
que achamos que outras coisas podem dar
o que nosso homem interior precisa. As
escrituras alertam mais sobre o dinheiro
do que sobre o
sexo, não é? Jesus disse: "É mais fácil
um camelo passar pelo fundo de uma
agulha do que um rico entrar no reino de
Deus". Mateus 19:24. E Paulo chama o
amor ao dinheiro de raiz de todos os
males. Em primeira Timóteo
6:10, para os profetas, a avareza
alimenta eh o endurecimento dos
corações, como o povo de Israel que
ignora, não é?
todas as outras coisas. Por causa disso,
Tomás de Aquino define a vareza como o
amor excessivo, eh, por tudo que o
dinheiro compra.
uma perversão do amor que aparece em
carrinhos de compras, em carteiras ou
cartões ou cofres, eh,
enfim, é o apego interno, o desejo de
chamar algo de meu. É meu, é isso. Isso
é meu.
nos prende como Ló, que em Gênesis 13
escolhe o vale
fértil perto de Sodoma por ganância, só
para acabar preso em Sodoma enquanto sua
família é destruída, enquanto Abraão,
confiando em Deus aceita o deserto. Esse
é o oposto da avareza. Avareza, como
vício capital está enraizada no orgulho,
na ilusão de sermos
autossuficientes. Tem esguardado para
muito tempo, eh, está com o futuro
garantido. Tomásquino explica que o
avarento se deleita em se ver como
mestre de suas riquezas. Por isso na
internet, a maior parte das pessoas eh
eh que que que começam a compreender o
evangelho, elas perguntam: "Mas tem que
dar dinheiro assim? Tem que dar dinheiro
assado?"
Porque as pessoas estavam muito felizes
em dar dinheiro quando elas achavam ou
acreditavam num falso evangelho que elas
iam ganhar mais dinheiro dando dinheiro.
Elas não estavam dando de verdade,
né? Mas o que acontece é que a maioria
das pessoas que perguntam sobre
dinheiro, eu devo ofertar? Eu devo
dizer, eu devo fazer isso. Elas não
estão perguntando porque querem dar.
Elas estão quase eufóricas porque elas
podem não dar, não é? Então aqui nos
explica que o Avarento se deleita em se
ver como mestre de suas riquezas. uma
fantasia de domínio que Agostinho chama
de libido dominante, a ânsia por
controlar a vida e os outros com o seu
dinheiro. Na igreja também acontece isso
dessa forma que a Agostin tá dizendo.
Normalmente eh em anos em igreja quem
oferta acha que as coisas deviam ser
como ele quer. Se não for, então ele não
oferta. Ou seja, ele não tava ofertando,
ele estava tentando comprar eh
influência, né? E se ele não tem
influência, então ele também vai, ele
diz: "Então, se não fizer o que eu
quero, né?"
E Agostin chama de libido dominante, a
ânsia por controlar a vida e os outros.
Você acha que com dinheiro você vai
controlar sua vida?
Você ama a sensação de que isso é meu e
eu vou controlar minha vida por causa
disso que agora e também vou controlar
os outros rejeitando a dependência de
Deus.
O avarento busca no dinheiro a segurança
que só Deus oferece. Por isso Jesus
disse: "Louco essa
noite". Mas eh Evagrio e de ponto
observa: "Um monge com muitas posses é
como um barco sobrecarregado que afunda
na
tempestade. Quanto mais acumulamos, mais
nos preocupamos em proteger o que
acumulamos. Uma casa maior exige mais
móveis, mais limpeza, mais segurança.
Boécio, após perder suas riquezas, né,
aponta que o que possuímos nos possui,
nos
escraviza. Então, as pessoas pensam:
"Até, eu eu não tenho muito tempo para
as coisas de Deus, porque eu tô eu
preciso trabalhar muito, fazer muito" e
aí ela ganha mais dinheiro. Então, ela o
quê? Ela vai viajar mais, ela vai
passear mais, ela vai, porque ela
trabalha tanto, ela precisa se distrair.
Ou seja, o que ela achava que ia
possuir, ia
controlar, controla ela, não? Então, a
cena de Seven é uma parábola teológica
disso. A carne cortada do advogado Gold
é o preço da gan. Um eco do rei Midas
que perde sua filha ao agora ele que
tinha esse desejo, essa ambição de tudo
que ele tocasse virar se ouro. Isso
virou uma desgraça, né? Ele tocou na
filha e a filha se transformou em ouro.
Eh, eh, ou em Oceans Eleven, onde Danny
Oen escolhe e o amor por Tess, enquanto
Terry Bencto tudo por dinheiro. A
avareza revela o que amamos
mais. Essa parábola visual da cena nos
confronta com a injustiça da avareza.
Basílio em um sermão diz: "O pão que
você guarda, eh, podia outro também
comer?" O casaco em seu armário não
podia tapar o frio de outra pessoa. Para
que você ajunta tantos? Cada compra
desnecessária, cada bem acumulado, pode
ser, pode ser, ã,
eh, podia ter um emprego melhor. É isso.
A vareza não é só egoísmo, é injustiça.
Porque,
eh, aqui no diz, os bem, os bens
temporais não podem eh ser eh eh
possuídos sem nos
possuir através do tempo. Então você
corre o risco, não importa da onde você
está, não é? Isso é a verdade para todo
mundo, para os que são muito ricos, para
pessoas comuns como nós. Ou seja, todos
nós podemos ser como o rico que a vida
inteira ignorou Lázaro à sua porta, né?
Lucas 16 a
31. E todos nós podemos ser cegos para
todas as realidades, principalmente
Deus.
pela a ideia de prosperidade que age
como um anestésico físico, emocional,
espiritual, tornando-nos
indiferentes a todo o resto. A avareza
gera
insensibilidade de todas as formas. É um
fruto amargo que, segundo Ciano, leva a
traição como Judas, que vem de Jesus por
moedas de prata. Platão na república
chama isso de plexia.
a ganância por mais sem respeito pelos
outros, que nos leva a tirar, não é, eh,
e querer muito mais do que seria
necessário, como Acabe que mata Nabote
por uma vinha, Primeira Reis
21.
Eh, a cultura moderna
eh eh é cheio de desculpas para todas
essas tipo de coisas, né? Quando a
avareza domina os eh
eh não tem como eh o nosso coração ser
generoso, mesmo que tenhamos muito. E
por que a avareza nos
seduz? Aristóteles argumenta que o
dinheiro é um meio, não um fim. Mas o
avarento trata como propósito último,
buscando segurança e poder. Nós achamos
que estamos mais seguros e que temos
poder. Como o Gordon Dieco em Wall
Street proclama, a ganância é boa. A
ganância
funciona. No fundo, isso é um seria um
versículo da nossa cultura. Nossa
cultura normaliza a avareza, tornando um
modo de vida, mas a avareza é
insaciável.
Como é a gula, na verdade, como é o
pecado, né? Como Agostinho explica,
nenhum bem temporal satisfaz nossa
necessidade de um bem eterno. Evagro
observa um mar nunca se enente, mesmo
recebendo
rios. Ou seja, todos os rios correm para
o mar, como diz Eclesias, mas o mar não
fica mais cheio. Ou seja, assim é o
coração do homem pecador, né? O desejo
do avarento nunca se satisfaz com
riqueza. Salomão, com toda a sua glória,
não estava satisfeito. A avareza promete
liberdade, mas entrega ansiedade.
Às vezes as pessoas quando ganham mais
estão mais
ansiosas, com
problemas
eh deprimido, ansioso do que tava antes.
Então, a avareza promete liberdade, mas
entrega ansiedade como uma fantasia de
controle que nos afasta de Deus. E
quanto mais nós temos a ideia de
controle, mais é óbvio nós estamos longe
de Deus. Como escapar a resposta está na
na
eh naquilo que só Deus pode
realmente produzir, não é? Eh, a Bíblia
diz: "Se contente com o que você tem".
Não é que você não possa ter mais, mas
você deve estar sempre
contente na no lugar que você está. E se
amanhã você tiver mais, você deve ficar
contente. Mas essa ideia de que sempre
eu preciso de mais um pouco para ser
realmente satisfeito, né? Ou seja, nós
devemos reorientar o coração para Deus.
Aqui não opõe a avareza, a liberdade de
quando, por exemplo, eu dou, eu não dou
com coração
doendo. A a viúva que oferece suas
moedas em Lucas 21 de 1 a 4, não é? Eh,
você vê que Jesus podia ter dito a
viúva: "Não, não, não faça isso, não é?"
Mas ele viu com que tipo de coração ela
estava fazendo. E José de Arimateia, que
dou um túmulo caro para Jesus, Mateus 27
57 60, mostram que a generosidade está
no coração, não quantidade. Porque José
de Animateia deu um túmulo caro, mas ele
era rico. Mas já a viúva, ela deu as
moedas, mas ela era pobre. Então você vê
que a generosidade não está no na
na eh no no quanto, está no coração. Ela
era uma pessoa generosa, a
viúva, mas sendo tendo
pouco. E José de Arimatea também era
generoso, tendo muito. Ambroso disse: "É
o coração que torna o dom rico ou
pobre". Ou seja, você pode dar muito,
mas aquilo, aquele dom, o que você está
dando é rico ou pobre, dependendo do teu
coração. Aquilo que a viúva deu era
rico. Aquilo que um rico pode dar pode
ser pobre. Clemente de de Alexandria
explica que Jesus, ao pedir que o jovem
rico vendesse tudo, Marcos 10, 17, 31,
né, queria curar seu apego, não eh
simplesmente fazer ele se livrar dos
seus bens.
queria que ele tivesse o coração da
viúva pobre ou o coração de José de de
Arimateia. Era isso que era importante.
A
liberalidade eh eh é só o resultado do
coração. A avareza, ela ela cria aquele
ciclo
vicioso. Gastamos demais, precisamos de
mais, justificamos as
aquisições que eram desnecessárias, mas
eu fiz.
E até a prodigalidade, como no filho
pródigo de Lucas 15, que
desperdiça tudo que o pai deu a ele, né,
por não
valorizar aquilo, pode coexistir com a
avareza, porque parece que o pródigo não
é avarenta, que ele gastou
tudo. Mas ambos, o pródigo, tanto o que
segura quanto o que é pródigo, buscam
preencher o vazio com posses. Ele só
trocou logo todo o dinheiro por posses,
por por ter, por consumir. Já o que
guardou também é o mesmo coração, é o
mesmo apego, não é? As práticas
espirituais cristãs oferecem eh, ou
seja, o ensino bíblico, né? E a
verdadeira vida que contempla a face de
a glória de Deus na face de Cristo, o
fruto do Espírito é o caminho da
libertação, não é?
Eh, se nós realmente eh olharmos como
tudo sendo de Deus e nós sendo mordomo,
né? tudo se eh muda, tudo muda. A viúva
de
eh serapta eh em Primeira Reis 17, que
dá o seu último pão confiando em Deus, é
um modelo de
confiança. Ah, eh Elias podia eh
eh a o profeta podia ter feito
diferente, mas ela ela teve que confiar,
não é? Richard Fórce sugere
eh rejeitar
eh vício de
consumo eh e desfrutar eh aquilo que
Deus faz mesmo sem possuir, né?
E eh há uma história de de um homem que
que agradecia outro dia, acho que era
purjão, eu tava lendo um sermão, né,
gravando de um um homem que eh sempre
passava lá, China, né, por um mandarim,
falava: "Olha, obrigado pelas suas
joias". E o Mandarin não entendia
muito o que que ele disse isso, né? E
outro dia o mandarin passava, ele
falava: "Obrigado pelas suas joias". E o
Mandarin um dia perguntou: "Por que
passo por você, você fala: "Obrigado
pelas minhas joias, porque eu acho elas
lindas, assim, contemplo elas e então,
eh, eu fico grato." E o Mandarin disse:
"Mas, mas as joias são minhas, não são
tuas?" Ele: "Não, então melhor, né?
Porque eu posso vê-las, apreciar sua
beleza, mas eu não tenho que de noite
guardar elas num cofre. Não fico
preocupado se vão roubar, se não vão
roubar, não fico preocupado qual é o
preço que elas estão valendo. Eu tô
livre. Então eu só vejo a beleza delas
enquanto você é escravo de ter que tomar
conta de tudo isso que eu não preciso,
né? E enfim, né?
Eh, Cassiano ensina que até quem não
possui bens pode ser avarento no
coração, porque Deus julga o desejo. Eu
posso não ter nada, mas se eu só penso
nessas coisas e acho que vou ficar
satisfeito quando tiver elas, eu sou
avarento, mesmo sem possuir, não é? E
Evagrio, não é? alerta que a avareza
sussurra medo de escassez. Ou seja,
eh você eh
eh sempre tem medo do que vai acontecer
se a provisão divina não for
suficiente. Mary Margaret Funk traduz
isso para a vida familiar, não é?
Eh, já que eles falavam muito de de uma
de
uma de uma vida monástica, né? Alguns
dos das pessoas que escreveram sobre
isso há 1500 anos atrás. Então, a gente
deve cultivar uma certa disciplina da
simplicidade, que é um antídodo
poderoso, não é? E a gratidão nos move
eh do pequeno eu para um mundo
maior. E um um teólogo revoltaça. Somos
criaturas de Deus, de um Deus de
abundância, não de um Deus de
escassez. É isso que Jesus diz quando
diz: "Olha, olha os pássaros eles não
não plantam, não colham, não tem
celeiro, mas eles não andam
ansiosos. Vocês vivem ansiosos. Isso é
avareza.
essa essa ansiedade com o futuro, né?
Então, a mulher que unge Jesus com
perfume caro, João 12:5, mostra uma
generosidade
extravagante, livre da lógica avarenta
de Judas, que disse: "Olha, isso não
poderia ser vendido para dar aos
pobres." Você vê a avareza até parece
até que ali tá vendo uma preocupação
social, né?
Judas vê um
desperdício, onde na verdade não há
desperdício, há amor, não é? E Richard R
afirma que toda a espiritualidade é
sobre
desapego. Ontem mesmo eu estava ontem
não, né?
Antes de ontem eu estava
pregando, né, sobre você tem uma
definição de vida.
Então, eh, Paulo tinha uma definição de
vida que fazia ele saber lidar com
qualquer situação, ter muito ou ter
pouco. E porque a definição de vida dele
era para mim o viver é
Cristo.
Então, poucas eh nada podia tocar a vida
dele. Quando ele tinha muito, isso não
ficava mais importante, não fazia a vida
dele ser a verdadeira vida, porque a
vida dele era Cristo, não era o que ele
tinha. E quando ele tinha pouco, então
ele também tinha toda a vida que ele
tinha. Isso fazia ele lidar. Se você não
tem a verdadeira definição de vida, não
são as circunstâncias, são a falta da
definição de vida verdadeira, foi o que
a gente viu, né? Que faz eh a gente
perder algo e aquilo acabar com a nossa
vida.
E então que toda
espiritualidade é sobre desapego. E
essas pequenas mortes de renúncia nos
libertam da ansiedade, trazendo
verdadeira alegria, né? Como um hino,
né, que diz: "No Senhor serei sempre
grato, no Senhor me alegrarei. Não
temas, olhe para Deus". A avariza
sangrou no escritório de Gold, mas Seven
nos pergunta: "O que te faz vender a
alma?" É isso. O diretor Finter com sua
câmera fiada nos desafia a soltar o que
seguramos. Como CS News
escreve, eh o senso de posse é uma
ilusão. Nada é nosso, finalmente, né?
Tudo é de Deus, dado como presente para
ser usado paraa glória
dele e compartilhado. A liberdade vem de
confiar que ele que deu aquilo, não foi
o que conquistei. Portanto, eu não estou
preocupado se amanhã como vai ser ou
quando eu tenho, eu não penso estou
garantido para o
futuro. Então, a liberdade vem de
confiar que ele provê, como diz Hebreus
13 5 e 6: "O Senhor é meu ajudador, não
temeremos". Então, vamos ao próximo
crime, a luxúria, onde o desejo eh corta
ainda mais fundo. Mas antes,
pergunte-se: "O que você
guarda que te possui?" Essa é a pergunta
da segunda da segunda cena.
Agora, você já sentiu um vazio que te
puxa para algo que promete prazer, mas
que no fundo você sabe que vai te
destruir em Seven, o diretor David Fish,
né? O o pecado da luxura é uma chama que
consome transformando o desejo em morte.
A cena desse crime ambientada num bordel
subterrâneo é um dos momentos mais
brutais do filme. Não pelo que mostra,
mas pelo que faz você sentir. O
desespero de uma testemunha apavorada
corta mais fundo que o sangue. Essa cena
é uma parábola do que a luxúria faz
quando eh ela está no
controle. Uma busca cega por prazer que
nos deixa mais só.
e é óbvio, distantes de Deus.
Então, quando a gente mergulha nesse
antro de neon e sujeira, explorando como
o fincher constrói o horror sem exibir o
corpo, como o relato de um cliente
quebrado é mais afiado que imagens e
como as reflexões de de Tomás dequina,
Agostinho e, enfim, revelam a luxura
como um vício que deforma o amor e cega
a alma.
com cada detalhe da direção, as atuações
dos o som, como eu disse, a gente vê
como a luxúria nos seduz, nos escraviza
e nos rouba a humanidade e como eh a
castidade enraizada no amor divino pode
eh nos
libertar. Então, preparado para essa
nova essa nova cena, né? Nós estamos
numa investigação aqui com os detetives.
Então vamos ao quarto, onde o prazer
vira morte. A cena começa com os
detetives MS e Summerset descendo a um
bordel escondido, um antro que pulsa
como uma veia doente nas entranhas da
cidade. E Fincher abre com um plano
longo, né, o diretor pelos corredores
com paredes vermelhas pulsantes que
gritam calor e sombras pretas que
escondem segredos, evocando a sedução
velada, né, de eh Ice Wid.
mas com uma uma crueza viseral assim. A
câmera eh chega a um quarto, mas o crime
não está na tela, está nas palavras de
um cliente apavorado, gaguejando, em
choque, contando como John
Doçou a matar uma prostituta com um
instrumento de tortura. Então, a
violência é tão extrema que o relato é
mais aterrorizante que qualquer imagem
que não há.
A fotografia do do Darius Conde é um
pesadelo. Vermelhos acendem a luxúria,
pretos engolem a vergonha e amarelos
fracos fedem a podridão sufocando o ar.
E os closeups no rosto suado do cliente
com olhos arregalados mostram um homem
quebrado, enquanto os planos abertos,
né, eh, largos da cama ensanguentada
e o a o a movimentação da câmera por
preservativos usados, manchas e um neon
piscando te jogam na cena.
Sumerset, vivido por Morgan Freeman,
interroga com uma calma que esconde
nojo. Sua voz grave do Morgan Freeman,
né, que acho que é um dos narradores
mais assim legais, né, a voz dele,
contrastando com o pânico e o Mils do
Brad Pitt explode batendo na mesa, sua
raiva jovem transbordando, incapaz de
engolir a selvageria.
O diretor Ficher usa a dinâmica deles
como um fio com cortes rápidos entre o
pânico do cliente, as reações dos
detetives e os detalhes do quarto num
ritmo frenético, assim, né? O som, como
eu disse, sempre é usado aqui como uma
arma, né? Gemidos de outros quartos,
soluços do cliente, chuva abafada, o no
filme todo tá sempre chovendo, né? Tudo
de alguma maneira te aperta. E a trilha
de Howard Shore com dissonâncias agudas
é uma faca no teu no teu peito. A
palavra luxúria está num espelho
quebrado, que é a marca do Du, que
sempre escreve o nome do pecado que que
aquele crime está mostrando. Então, foi
filmado em estúdio, né, e tudo é real
assim. A cena usou, é óbvio,
eh eh uma uma uma a cor, as coisas, tudo
deixa tudo muito real e eh foi feito
mais de 30 takes e o cliente que é um
ator lá mesmo local, foi
escolhido não pela aparência, mas pela
voz trêmula, né? Tinha que ter a voz
certa.
E essa cena nos pega como Fint não
mostra o
crime, é o que corta mais fundo, não é?
Sua mente pinta o pior, porque você como
não vê e você só ouve o a pessoa de
escrever, então é óbvio que nossa
mensalmente, nossa imaginação é é
consegue ir mais longe do que qualquer
coisa que possa te mostrar, né? É assim
que é em filmes como Há um castelo
maravilhoso, quando mostra, às vezes
você lê um livro sobre um castelo
maravilhoso e aquilo que tá na tua
mente. Quando você vê um filme, você às
vezes eu acha que o castelo não tá tão
legal, porque a tua mente não tem
limites, né? Então, a direção é uma aula
de terror psicológico com a ausência da
verdadeira de verdadeiras imagens, sendo
mais poderosa que o sangue. A fotografia
transforma o
quarto, como as outras cenas, no
inferno, com vermelhos que que falam da
sedução daquele lugar, o preto que é a
escuridão que condena.
E Freeman que faz o Sumerset um juiz
triste, enquanto Pit faz Mils um vulcão,
mas perdido. A edição acelera atenção.
Impacto narrativo é brutal. A luxúria é
o terceiro golpe de du apertando o cerco
como eh obras como crime castigo de
Dostoyevski. E Freeman improvisou a
pausa do Sumerset e Fincher desenhou um
instrumento de tortura intensificando o
terror. O que essa cena revela para nós,
se a gente perguntar o que é o que
revela para nós, a luxura é uma busca
cega por prazer que nunca sacia, nos
deixando mais famintos e ao mesmo tempo
mais sozinhos.
Como diz eh Bilkner, sexo é pecaminoso
quando junta corpos, mas deixa as almas
mais vazias, separadas. Nossa cultura
vem de prazer como
fuga. Mas eh a cama ensanguentada de
Sevem é um altar profano. O espelho
quebrado é a verdade partida e o neon é
uma promessa falsa. As escrituras
celebram a sexualidade como domino.
Gênesis 1:7 afirma que somos imagem de
Deus em nossa masculinidade e
feminilidade. E o cantares exalta o amor
erótico como reflexo da comunhão com
Deus. Tomarquino afirmando a bondade da
criação, diz que o sexo seria mais
prazeroso no
Éden onde não havia pecado. Mas a
luxúria reduz à gratificação egoísta.
cortando do amor e da vida, separando o
sexo do amor e o separando ele da vida.
Em Seven, o cliente movido pela luxúria
desumaniza a vítima porque ele estava lá
pagando para ter sexo, mas também ele se
destrói como um eco de Davi Betabá, por
exemplo, de segunda Samuel 11 e 12, onde
o desejo egoísta mata, trai e rompe a
relação com Deus.
Nada podia ser mais devastador, né? Um
desejo que mata, atrai e rompe a relação
com Deus. A luxúria como vício capital,
como um pecado capital, está enraizada
no orgulho. Tudo está enraizado no
orgulho, né? O orgulho é realmente a
raiz de todos os outros pecados, na
ilusão de que podemos fabricar nossa
própria felicidade. Agostinho, em suas
confissões, implora:
"Concede-me eh pureza, castidade, mas
não ainda, não agora. Porque ele ainda
estava preso ao poder avaçalador do do
hábito. Ele queria ser santo, mas não
agora, depois. Ele lutava contra a
luxúria como uma corrente que só Deus
podia
quebrar, perguntando: "Por que confias
em ti se te achas tão falho?" A luxúria
é a tentativa de controlar o prazer,
decidindo onde, quando e como eu vou
encontrá-lo sem esperar o amor como dom.
Esse desejo de autossuficiência que
evita a vulnerabilidade da intimidade é
o que Tomás Jaquinos chama de vontade
egoísta centrada no prazer. Platão,
através de Aristófanes, descreve o Eros
como um anseio por completude, mas
alerta que o sexo sozinho não cura essa
saudade, esse anseio.
E das Willas reforç a intimidade é uma
fome espiritual da alma e martelamos o
botão do sexo esperando que ela pingue.
A luxúria tenta preencher com prazer
físico o que só o amor divino é e humano
satisfaz.
Como diz Bner, alimentos sem nutrição
não sustentam nem sexo sem
humanidade. A luxúria causa danos
profundos, mesmo quando parece
inofensiva. Invem o cliente reduzindo a
prostituta, já que ele estava ali
pagando para estar com uma
prostituta, a um objeto, reduzindo a
prostituta, a um objeto, perde sua
humanidade como homens que evitam o nome
real. não
é? De de dançarinas exóticas, de
prostituta, para o quê? Para
objetificá-las, não é? Aqui não adverte
que até no casamento a luxúria fere
quando um cônjuge usa o outro para
prazer egoísta, traindo a
confiança. Fora do do do indivíduo, a
luxúria contamina a sociedade.
Pornografia com sua escalada de
violência
desumaniza. Propagandas sexualizam
crianças.
Eh, ensinos na escola eh eh sexualizam
crianças, encontros casuais aumentam
doenças e depressão e abusos destróem
comunidades. Ol luxúria carrega desprezo
e desgosto, tratando pessoas com
objetos, né? Então, a cena do bordel com
o seu neon falso e espelho quebrado é
uma metáfora disso. A luxúria ilumina,
mas não aquece como neon, deixando
escuridão. Como Paulo diz em Primeira
Coríntios 6:16, quem se une a uma
prostituta torna-se um só corpo com ela,
mostrando que o sexo tem significado
espiritual, unindo além da intenção que
se tem com o sexo de maneira oposta ao
que Deus descreve. A luxúria nega essa
unidade corpo e alma, como se, e a cara
do humanismo secular, né, nós fôssemos
um só corpo e processos químicos no
cérebro, tratando o corpo como um parque
de diversões, como eh na canção de John
Meer, não é? E o Burry is Wonderlands,
um lugar para explorar e depois
descartar.
A luxúria também cega a mente. Aqui no
Gregório chamam seu pior fruto de
cegueira da mente, a incapacidade de ver
bens espirituais além do prazer
carnal. Evagreo alerta que a luxura
começa com sugestões mentais que crescem
em atos, não é? Eh eh sobre isso que
Jesus fala, né? Fantasias de músicas,
filmes ou romances, não é?
como 50 tons de cinza ou canções de
Taylor Swift moldam nossa imaginação,
fazend-nos crer que desejo sem amor
basta ou que desejo é
amor. Mad Lene e Langle lamenta que ao
idealizar o amado, nós
cegamos
eh ficamos cegos paraa sua verdade,
porque você não é o que eu quero, eu
fico cego para quem você é, não é? Só
quem olha com olhos puros é que
experimenta a verdadeira beleza, né? A
luxúria encolhe nosso mundo, reduzindo a
felicidade ao prazer imediato. Como
cliente de Seven, incapaz de ver a
humanidade da vítima até
que o Dun fez ele
matá-la. Porque a luxúria nos deixa
vazios. Como a
gula, ela reduz um dom maior a mero
prazer. O glutão não aprecia uma
refeição
simples. O luxurioso precisa de
novidade. Estudos mostram que a
pornografia exige perversões cada vez
maiores, enquanto casais eh murogâmicos
relatam maior satisfação com o tempo,
porque seu prazer nasce do almoa. Mas
você vê que hoje mesmo nos casamentos,
como a pornografia que tem eh ditados
termos, na verdade mesmo no casamento, e
ou aparecem perversões ou a pessoa diz
que sexualmente ela não está satisfeita.
Então, Lengo celebra o toque
familiar. No escuro sem lua, meu corpo
conhece cada curva do seu. O êxtase
perdura como matemática pura.
Aristóteles explica o paradoxo do
prazer. Ele é um efeito colateral de
atividades bem ordenadas. Ele não é um
fim. Isso é interessante, né? Ainda mais
vindo de de alguém tão distante do da
verdade bíblica, né? Então, a castidade
ordena o desejo, permitindo que o prazer
floresça no amor, enquanto a luxúria
buscando o prazer direto, mata o
amor. E como escapar? A castidade é a
virtude, né? Não apenas no corpo, Jesus
diz, mas na alma. Cassiano distingue a
castidade corporal possível,
né? Eh, ainda mais num um cara que ia
para um para um para um mosteiro da
castidade do coração que exige realmente
eh aquilo que Deus faz. Paulo em
Primeira Coríntios 6 13 a 20 diz que o
corpo é templo do
espírito. E alguém disse: "Discipline o
corpo e ele servirá ao
criador." Mas se você servir ao corpo,
você não serve ao
criador. Então a castidade não é
repressão, mas um projeto de formar o
coração para amar o belo, como
Filipenses 4:8 aconselha. Evrio adverte
que a visão de uma mulher é uma flecha
envenenada, mas seu conselho eh
apontaria para a vigilância não disso,
não é?
Eh, mas para um coração centrado em
Deus. Então, eh
[Música]
eh cada pecado, não é? eh, que vai que
vai surgindo no filme, como é colocado,
esses pecados, como eu disse, eles não
são piores que o pecado. Todo pecado é
mortal, né? Todo pecado gera morte. O
pecado que fez o homem cair foi comer um
fruto, não é? Mas
eh todos eles têm o mesmo apelo, não é?
Então, Agostinho, preso às correntes do
hábito, aprendeu que só Deus liberta.
você, Agostinha um problema eh ele disse
na vida antes de converter exatamente
esse, né? Então, eh, ele aprendeu que só
Deus liberta perguntando: "Por que
confias em ti se te achas tão falho?" A
castidade é um dom divino, né? Cultivado
eh por eh por todas as as os meios de
graça, não é?
E comunhão com Deus, realmente amor a a
Deus.
eh
eh apego à escritura, que Jesus chama de
eh amor, não é? É o amor que que que
edifica os outros amores, não é? A
luxúria floresce na solidão quando nos
sentimos sozinhos ou famintos por
amor ou vazios, entediados, não é? Eu já
disse que tédio é a maneira com que Deus
diz para os homens, só eu consigo
satisfazer então Ciano nota que a luxu e
a gula compartilham gatilhos, né?
Cansaço,
solidão, feridas emocionais. Nessas
horas a luxura parece um alívio fácil,
mas nos deixa mais vazios, né?
A castidade contrária eh contraria isso
com relações humanas plenas,
amizades que ensinam respeito, carinho,
confiança. Como CS Lils diz, o amor
genuíno vence a luxúria, abrindo nossos
olhos para toda beleza e não apenas para
uma uma beleza, não é? Mas para toda a
beleza. Eh, o filme Flame compara o sexo
a um fogo, né? Respeitado, aquece,
descontrolado,
destrói. Eh, então, cultivar uma vida eh
eh em que o o sexo é como Deus o o
criou, santo é construir uma cidade de
amor, não apenas evitar o abismo. Só
evitar o abismo não constrói essa vida.
Então, eh, quanto mais cheios da verdade
a gente tá, né, como o Salmo
139, eh, que diz que nós fomos
maravilhosamente criados ou contemplar
que Deus nos nomeia, né, como meu amado,
reorienta nosso coração. Não há nada que
possa realmente reorientar a nossa vida,
a não ser eh a cruz, né, a beleza de
Cristo e de Cristo crucificado.
E é a luxúria sangrou no bordel lá de
Seven. Como eu disse, a gente não pode
eh ficar muito tempo em cada uma desses
temas, mas a gente pode fazer eh outro
dia eles e um de cada vez, igual fizemos
inveja olhando a Deus. Mas a luxura
sangra no bordel de Seven, mas o filme
nos pergunta: "O que te puxa para esse
vazeio?" O Fer com sua câmera cruel e os
eh pensadores cristão nos ajudam eh a
olhar para isso, né? Lengam escreve:
"Abra as suas mãos, tome as minhas,
vamos nos sustentar". Então, a castidade
nos prepara para esse amor onde a glória
de Deus se
manifesta, não é? Entre homem e uma
mulher, como Paulo diz, fugir da
imoralidade sexual. Primeira Coríntios
6:18. Mas também corra para o que é puro
e belo. Tudo que é amável, puro, de boa
fama, seu velo vço, guia virtude, seja
isso que ocupe os vossos
pensamentos.
E esse é o único caminho, né? O tempo tá
passando rápido, a gente tem que andar
mais rápido. E antes de passarmos esse
esse esse tema, né, luxúria, é bom
tratar ele com calma num eh num num dia
específico para isso. Então, a
gente vai paraa outra cena do crime, mas
antes a gente deve se perguntar o que
você busca que te deixa mais sozinho? É
isso que a luxúria faz, que te deixa
mais
isolado, mais sozinho, não é?
E aí a gente chega num outro no no outra
cena, não é? Eh, e a gente pode começar
perguntando: "Você já olhou para alguém
com um aperto no peito, desejando o que
é dele, mesmo sabendo que esse ciúme te
corrói por dentro como um um
ácido?" En serve, né? O fin e o o
diretor e eh mostra o pecado da inveja
como um veneno que mata sem derramar
sangue. Um espelho que reflete o pior
que existe dentro de nós. Então a cena
desse crime ambientada num apartamento
simples é também um soco na alma, né?
onde John Du, que é o
o cereal, transforma a inveja num golpe
que atinge os detetives MS e Summer no
coração, expondo ciúme como uma
armadilha
mortal. Essa parábola cinematográfica
revela como a inveja nos faz odiar o que
não temos e a nós mesmos por não sermos
suficientes. Então, é assim que a gente
mergulha. Deixa eu me ajeitar aqui. Tô
sentado há muito tempo já nessa nessa
cena, né? Explorando como o Fincher usa
silêncios e olhares para construir um
horror psicológico, como as reflexões de
de Tomás de Aquino, as escrituras. E a
gente viu esses dias Salier e Amadeus
mostram a inveja como um vício que
sabota o amor e como a graça divina pode
nos libertar.
com cada detalhe da direção, as atuações
do som, enfim, todas essas coisas, não
é? A gente vê o que vimos de maneira
maior quando falamos sobre amar Deus,
como a inveja venena, nos isola de Deus
e dos outros e como a gratidão e a
comunhão podem curar isso, né? Então, tá
preparado para entrar mais em mais uma
cena, né, de
de do pecado, da do horror do pecado,
né? Então, a gente vai ao apartamento
onde a inveja vira uma armadilha. A cena
se desenrola num apartamento modesto. Em
contraste com os cenários sangrentos
anteriores de Seven, Fincher cria um
clima de vazio opressivo. A câmera fica
parada com planos longos que deixam o
silêncio, deixam o silêncio gritar como
se o ar fosse de
chumbo. A fotografia do do Darius Gand é
fria com azuis gelados que congelam a
alma, brancos pálidos que lembram uma
uma clínica estéreo e vermelhos sutis
que
sugerem sangue contido, evocando a
solidão, não é?
E Summerset e MS encontram pistas
deixadas por DU, eh, fotos, anotações e
um corpo mutilado que aponta para um
crime
pessoal, passional, tocando um nervo
profundo em Mils, né? Sem revelar o
desfecho, a inveja aqui é um ataque ao
cerne do
detetive, expondo desejos que ele nem
sabia que carregava.
Então os closeups nos olhos do MS, que é
o Brad Pitt entrega um misto de raiva,
medo e dor que é cortante, mostrando um
homem
desmoronando. Sumerset com o Morgan
Freeman, né, é um pilar que começa a
rachar seus gestos lentos, escondendo
uma tristeza que cada vez tá pesando
mais. Então, o diretor constrói o o
fincher constrói a tensão com cortes
mais econômicos do que nas outras cenas.
Cada um uma pausa que te faz prender o
fôlego e a edição de Richard Francis
Bruce estica o tempo como um relógio
meio cruel. Então, o som é sempre
importante. O som é devastador. O
silêncio quebrado por um rádio distante,
o ranger de uma porta, o suspiro de
mils, cada detalhe é uma é uma agulha na
mente. A trilha de Howard Shw é quase
ausente, com um zumbido baixo que te
deixa no limite e a palavra inveja surge
numa
anotação como uma confissão que do força
os detetives a enfrentar.
Então, foi filmado com luzes frias, a
cena exigiu 15 takes, né? E Brad Pitt
disz que usou memórias pessoais para
trazer emoção crua para pra cena. E o
set era tão gelado que a equipe usava
casacos, não é? O os outros, né? Os os
atores tinham que ficar normal. E as
anotações escritas à mão por Kevin
Space, que é o ator que faz o serial,
adicionaram autenticidade, né? Por que
essa cena nos pega? Fincher usa ausência
para construir o horror, menos aqui é
mais. A direção é uma aula de contenção,
a gente podia dizer, deixando os
personagens falarem por si. A fotografia
cria isolamentos com azuis e brancos que
afastam como eh eh em Will Be Blood,
onde a ambição é uma coisa solitária,
né? As
atuações continuam sendo pulso.
Aqui Brad Pitt, né, que é o Mils,
desaba. Faz ele desabar a sua raiva
virando medo, enquanto Freeman faz
Sumerset carregar o peso de quem sabe
demais. A edição estica cada segundo. O
impacto narrativo é o que te quebra. A
inveja não é só um crime, é um ataque
pessoal que muda o jogo, mostrando que
du destrói almas, não apenas corpos.
Margan Freeman sugeriu o silêncio de
Summerset e música improvisada num rádio
ao longe adiciona um toque de de
isolação. Inspirada em casos reais de
obsessão, a cena é um espelho do ciúme
que nos consome. O que ela diz sobre
nós? Porque o pecado é sobre nós, né?
Então, a inveja é o ciúme que nos faz
odiar o que não temos e a nós mesmos,
por não sermos
suficientes, né, para termos o que
achamos que é
essencial. Como diz
Joseph Epstein, de todos os pecados
capitais, só a inveja não tem graça
nenhuma.
Nossa cultura alimenta isso com redes
sociais que nos fazem comparar vidas que
na verdade são editadas, mas em Sevem.
As fotos são espelhos que mostram o que
MS deseja, o que o o personagem que Brad
Pitt faz deseja. O silêncio é o veneno e
a anotação é uma confissão forçada.
As escrituras condenam a inveja como um
vício que sabota o amor. Em Gênesis 37,
os irmãos de José, invejosos do amor do
seu pai, planejam matá-lo. Tomás de
Jaquino define a inveja como uma
tristeza pelo bem alheio. Não porque o
outro seja indigno, mas porque seu
brilho expõe a nossa falta. É o que ele
diz. Diferente da cobiça que quer
possuir o objeto do rival, a inveja quer
o status que esse objeto confere.
Não é o vinhedo de Nabote que Acabe
deseja em Primeira Reis 21, mas o que o
vinhedo
representa. Na cena, Mils é confrontado
com o
que inveja. O o detetive Mils é
confrontado com o que inveja, um desejo
que o destrói como Salier em Amadeus,
que incapaz de igualar o gênio de Moza,
queima o seu crucifixo, né? onde ele
tinha feito eh um um
um voto a Deus de de se dedicar
totalmente a Deus e ser casto a vida
inteira se Deus desse a ele um dom e a
música dele fosse celestial. Culpando
Deus, por que que ele queima o
crucifixo? Porque ele culpa Deus por
favorecer Moza, não
ele. A inveja como pecado capital está
enraizada no orgulho, na ilusão de que
podemos fabricar nosso próprio valor com
o nosso dom, com o que Deus nos deu, com
com o que temos e achamos que os outros
têm e é por isso que nós não estamos
conseguindo ter o valor que devemos ter.
Aqui nos explica que o invejoso mede sua
autoestima comparativamente, sofrendo
porque o bem do outro faz se sentir
menor, se sentir inferior. Com Salieri,
que não suporta que um bufão como Moza
seja amado por Deus, ama Deus. O
invejoso vê o mundo como uma competição
onde só um pode vencer.
Essa mentalidade que Francis Bac resume
como a inveja está sempre ligada à
comparação de si mesmo, faz do invejoso
um prisioneiro da sua própria
inferioridade. Em Seven, o silêncio
opressivo do apartamento reflete esse
vazio. E o detetive Mils confrontado com
o que não tem, é consumido por um ciúme
que o desmonta, como o veneno que João
Crisóstomo descreve. Como uma traça
arroi um tecido, a inveja consome uma
pessoa. Então, a inveja é um vício
pessoal ligado ao amor ou a falta dele.
Diferente do ciúme que teme perder o que
possui,
eh, que protege o amor do seu povo, né?
Por exemplo, e Deus tem um zelo pelo seu
povo, não é? Mas ele está protegendo o
seu povo, não é? A inveja é a dor de
quem não tem nem o bem do rival, nem o
amor próprio que acha que aquele bem
traria. Um invejoso como Saliere não se
contenta em ser como Moza. Ele precisa
ser superior porque sua autoestima
depende de superar o outro. Gregório
grande lista o ódio como fruto da
inveja, mas seu lado autodestrutivo é
igualmente cruel. O invejoso se
despreza, como Víor Hugo ilustra na
fábula, onde a inveja prefere cegar um
olho contanto que o rival perca os dois
olhos. Em Seven, o crime de D é um
espelho dessa lógica. A inveja não só
fere o outro, mas mutila quem sente a
inveja, como corpo no apartamento, um
símbolo do que a inveja faz com a
alma. Esse vício se manifesta de formas
sutis e malignas.
O manual confessional lista seus sinais,
né? Ressentir-se dos talentos alheios,
competir desnecessariamente, alegrar-se
com as falhas dos outros, fofocar,
difamar, ridicularizar ou nutrir
preconceito.
Eh, por exemplo, em o Rei Leão, Scar,
invejoso do reinado de Mufasa, manipula
hienas para derrubar Mufasa, né?
em os incríveis, né? O síndrome
rejeitado pelo Senhor Incrível planeja
destruir todos os superheróis, incapaz
de ser como os heróis, como os
superheróis, então eles têm que ser
destruídos. Invem as anotações de duis
são como fofocas maliciosas, plantando
sementes de discórdia enquanto o
silêncio de Mils esconde um
ressentimento que du explora.
Como diz o Al per si, o coração invejoso
secretamente se delicia com desgraças,
escândalos e obtuituários, porque
qualquer
nivelamento alivia sua dor. Então, a
inveja escala porque o invejoso se sente
impotente. Tomás Jaquino nota que a
inveja surge de uma percepção de
inferioridade, levando a táticas
furtivas como difamação ou
traição. Porque o invejoso teme admitir
sua
fraqueza. Empiece Pluman, de William
Lenglan, né? A inveja esconde seu ódio
com palavras gentis em público, mas
sussurra malícia, sabendo que não pode
enfrentar seu rival
abertamente. Salier em Amade Deus usa
subterfúgios para sabotar Moza, porque
confrontar seu talento seria
admitir que ele tava derrotado, né? que
ele não tinha nenhuma chance, que o
talento de Moza era muito superior ao
dele. Em Seven,
Duente, mas onipresente age como um
invejoso passivo agressivo, manipulando
o detetive Mils com pistas que o forçam
a encarar sua própria insuficiência.
Essa impotência vem de um fatalismo. Um
invejoso como Saliere culpa Deus, o
destino ou o mundo ou todo mundo à sua
volta ou a igreja por sua condição,
sentindo-se enganado por um jogo
injusto. Quando Salieri queima seu
crucif crucifixo, ele declara guerra a
Deus como se pudesse vingar-se do
favoritismo, entre aspas, divino. A
inveja é o oposto do amor que, segundo
Mateus 22, 37, 39, nos manda amar a Deus
e ao próximo como a nós mesmos. O
invejoso não ama o próximo ressentindo o
seu bem, nem a si mesmo, preso à
autodesvalorização, que na verdade é uma
prova de um amor próprio grande, mas não
parece. Como diz então o manual conf, a
inveja é a insatisfação com o nosso
lugar na ordem de criação de Deus.
manifestada em ressentir seus dons dado
a
outros. Salier não suporta que Moza seja
amado por Deus, ama Deus. E sua inveja o
leva a odiar ambos, Deus e a Moza. Mesmo
que ele não declara isso como ele faz,
eh, ao a inveja mostra que nós temos
ressentimento com Deus, já que se Deus é
soberano, ele decide as coisas. Em
última instância, é ele que faz eu estar
na situação que estou, ter o que tem.
Então aqui não classifica a inveja como
pecado mortal porque
destrói eh o amor, o amor que une a Deus
e o amor que une ao próximo. Em Sevem, o
crime da inveja é um ataque à alma de
Mils, do detetive Mils, como os irmãos
de José, que invejosos o vendem como
escravo. Em Gênesis, a inveja cria um
inferno na terra, isolando o invejoso em
sua amargura.
e para escapar, né? A cura está no amor
incondicional de Deus que redefine o
nosso valor. Nosso valor vem tão somente
eh do amor imerecido de Deus
incondicional, já que a gente não
merece. Isaías 43:14 diz: "Não temas,
pois eu te remi. Chamei-te pelo nome, tu
és meu, és precioso aos meus olhos e eu
te amo." Jesus em Lucas exalta eh os
marginalizados, mostrando que o amor de
Deus não depende do status ou
conquistas. Então, tudo que o invejoso
quer para ser algo é totalmente eh
eh inútil. não vai dar a ele o que ele
quer. Robert Roberts explica que,
sabendo-se amado por Deus, o cristão não
precisa
competir. Deus me ama por mim mesmo, por
graça soberana, não por beleza,
inteligência ou justiça, mas como uma
mãe ama o fruto do seu
ventre ao homem fazer seu filho em
Cristo. Essa segurança liberta o
invejoso do jogo comparativo, permitindo
que ele celebre os dons alheios, sem se
sentir inferior. Como eu citei quando
tava falando sobre Moza, carruagem de
fogo, Eric Lidl corre com alegria,
sentindo, eu sinto o prazer de Deus
quando eu corro, ele me fez rápido.
Enquanto o Harold Abrahams, e é uma
história real, né? Movido pela inveja,
só é feliz se ele
vencer. Ele não é infeliz. Ele não é
feliz por correr como o líder, que na
verdade era um corredor melhor que
ele. A gratidão como prática espiritual
contrária, não é? É contrária, contraria
a inveja. Ou seja, nomear bênçãos
diárias, grandes e pequenas, é agradecer
pelos dons dos outros. Eh, como sugerem
WH Alden, né? Eh, amar sem desejar tudo
o que não somos. A inveja prospera na
competição, mas a comunhão derrota isso.
Bens comuns como apreciar música, não é?
É um bem comum. Compartilhar uma
conversa ou admirar a criação ensina um
invejoso a se alegrar sem comparar. Atos
de amor escondidos como ajudar sem
buscar reconhecimento, combatem a
vanglória que, segundo Aquino e
Gregório, alimenta a inveja, né? Alguém
disse: "Se lembrássemos que Deus nos
ama, poderíamos amar o outro em pequenas
coisas com grande
amor." Essas práticas vividas em
comunidade criam um espaço livre da
inveja, onde o amor
floresce. A cena de Seven é um alerta. O
silêncio de Mils é o peso da inveja, mas
o olhar de Summerset sugere uma
sabedoria que aponta para a graça. A
inveja envenenou o
apartamento, mas Seven nos pergunta: "O
que te faz odiar o que você não
tem?" Como ama Deus, eh, como Saliere a
Moza. O diretor Fincher com sua câmera
fria e eh
eh a verdade nos desafiam a abandonar o
olho mal da inveja. Jesus disse: "Se o
teu olho, é que se a luz do corpo, que é
o olho formal, quão grandes serão essas
trevas. Então, eh, nos desafia abandonar
o olho mal da inveja, não é? Como
Bilkner e diz, a inveja deseja que todos
sejam tão mal sucedidos quanto você."
Mas Deus nos chama de preciosos,
oferecendo um amor que não
compara. Como Eric Lu, podemos correr
com alegria, não com medo, porque
corremos porque Deus nos fez rápidos,
OK? Mas não temos medo, porque se não
ganharmos, não estamos dependendo disso
para sentir que temos valor. Nosso valor
vem tão somente do amor de Deus. Então,
a gratidão nos dá olhos novos e a
comunhão nos faz vivos.
Como Bner diz, os santos conectados ao
Espírito Santo, né, são doadores de
vida. Assim nós podemos correr para o
próximo crime, a ira, onde a raiva
explode. Mas antes,
pergunte-se, o que você inveja que te
consome? E chegamos então a uma cena que
nós temos que perguntar, qual é o limite
do coração, né?
A ira fala sobre isso. Você já sentiu
uma raiva tão intensa que parece queimar
por dentro como se pudesse explodir e
destruir tudo ao seu redor? Em Seven, o
diretor Finter, né, mostra o pecado da
ira. É, diz que mostra que a ira é uma
bomba relógio. E a cena desse crime é um
confronto onde o fogo de mil colide com
o gelo do cereal killer John Dou,
criando uma tensão que corta como uma
lâmina. Aqui o horror não está no
sangue, mas na narrativa, na forma como
a raiva, a ira de Mils cresce, ameaçando
consumir tudo e na frieza
calculada de D, que transforma a ira
numa armadilha mortal. Essa parábola
cinematográfica revela como a ira pode
nos cegar, nos afastar de Deus e
destruir quem nós somos.
Então aqui a gente mergulha num duelo
psicológico, explorando como o Fincher
constrói a tensão como uma corda prestes
a
romper.
E a gente eh tem a sabedoria bíblica
para olhar isso que o mundo não tem, não
é? que mesmo o homem quando consegue ver
alguma coisa, não consegue ver, na
verdade. Então,
eh, a emoção em si da ira pode ser santa
ou pecaminosa, mas a Bíblia diz:
"Irai-vos e não pequeis". Mas a gente já
viu, eu preguei sobre isso alguns
sermões, como eh isso é estreito, não é?
A minha ira tem a ver com a glória de
Deus
e como a humildade e a confiança em Deus
pode
transformar isso. Então, com cada
detalhe, eh, ontem eu falei, né, eh, num
vídeo da do do do Amadeus que tinha a
tosse da Juju no fundo e hoje tem de
novo. ela tá tá com probleminha, a gente
tá cuidando dela,
mas eh ainda não volta e meia ela tem
esses acessos de tosse, né? E às vezes
na hora que eu tô aqui, né?
Então, eh, com cada detalhe da direção,
as atuações, o som, as verdades
teológicas, a gente pode olhar paraa
ira, como a ira nos consome e como eh a
gentileza cristã eh nos puxa para outro
lugar, na verdade, o fruto do espírito
da mansidão, né? Então, estamos
preparados, né? Já estamos eh avançados
nessa história. Vamos ao confronto onde
a raiva vira armadilha. A cena da ira é
um jogo de nervos, um encontro entre
Mills, Summerset e, finalmente, o
assassino John Dou, que transcende a
investigação e que se transforma num
duelo psicológico. Fincher, que é o o o
diretor, é um mestre da atenção à câmera
alterna entre planos médios, captando a
dinâmica dos três.
Closeups que mostram o brilho febril nos
olhos de Mil de Mils que é Bright Pitt
entrega uma raiva
quase
palpável e ao mesmo tempo você vê a
calma gélida de de Do com Kevin Space,
né, trazendo um sorriso que que arrepia.
E Samet, vivido por Morgan Freeman, é a
voz da razão, mas os seus olhos revelam
um homem que sabe que a corda já foi
esticada demais ou está esticada demais.
Temos a fotografia do do do Dários Conde
que é seca com tons cinzas acastanhados
que sugerem um mundo sem vida, vermelhos
apagados que meio que prenunciam
violência e brancos sujos que
cheiram a desespero,
evocando eh a aridez eh
da eh da ira mais contida. Então o
cenário, um espaço fechado, quase
sufocante, filmado com ângulos que te
prendem e o som, como eu sempre, como eu
disse desde o início, é uma arma. Então,
o silêncio entre as palavras, o som de
um cinto se mexendo, o eco de passos,
tudo amplifica a
tensão. A trilha do Howard Sha é mínima
com um zumbido que parece um coração
acelerado. A edição do Richard Francis
Bruce é precisa, assim com cortes que
são pausas antes de um soco e a palavra
ir aparece numa pista
sutil, como um fósforo aceso. Então,
eh, filmada num estúdio com paredes
falsas para criar eco, a cena levou uma
noite e 25 takes. Kevin Space improvisou
falas que gelaram a equipe e Pitt
machucou a mão batendo, dando soco na
mesa, trazendo uma crueza viseral assim.
E por que essa cena nos pega assim? O
diretor Finch constrói a tensão como um
maestro usando silêncios e palavras como
armas. A direção faz cada olhar contar,
não é? como em o silêncio dos inocentes,
onde o confronto, na verdade é
psicológico, né? A fotografia cria um
clima de fim de mundo com cinzas e
vermelhos que
sufocam. E as atuações é que são o fogo.
Brad Pitt faz um homem à beira de um
colapso e Morgan Freeman faz o Summerset
um pilar que apesar de ser um pilar
racha.
E Cave Space faz do um demônio
calmo. A edição é um relógio e o impacto
narrativo é devastador. A ira é o quarto
golpe de D, mirando a alma de MS
como em crime e castigo de Dostoyevski.
E Morgan Freeman sugeriu
aerset e Finch se inspirou em
interrogatórios reais com o eh o som do
cinto gravado separadamente para
intensificar uma sensação de
claustrofobia. E o que essa cena diz
sobre nós? A ira é a raiva que nos faz
perder quem somos.
Como diz Henry e Farley, a ira é o amor
pela justiça pervertido em desejo de
vingança e dano ao
outro. Nossa cultura glorifica a
explosão, não é? Como de sopranos, onde
tô soprano para se sentir vivo. Eh, é dá
vazão a isso. Mas em Sevem, o silêncio é
uma armadilha. As palavras de D são
espelhos e o cinto é uma corda que
enforca. As escrituras advertem contra a
ira. Jesus em Mateus 5 21 22 e que para
a a raiva ao assassinato. E Paulo em
Efésios 4:31 manda eliminar toda a
amargura, ira e cólera. Mas eh a
tradição cristã é dividida. Tomás
dequino via a ira como uma emoção
natural. Um sinal de injustiça que clama
por correção, enquanto, por exemplo,
Evagrio e Ciano alertam que ela cega a
alma, impedindo a visão de Cristo. Em
Seven, a raiva do detetive Mils é um eco
do que aqui nos chama de ira
desordenada. Não busca justiça, mas
vingança, protegendo um ego ferido, como
quase sempre. Quantas vezes você já
ficou irado por causa da glória de Deus?
E quantas vezes é por causa do ego
ferido. É só você pensar e você vai ter
uma resposta se for
honesto.
Eh, como o Rodrigo de Demission, que
mata seu irmão em fúria. A ira, como
pecado capital, está enraizada no
orgulho, na ilusão de que podemos impor
nossa vontade. Aqui nos explica que a
ira justa visa corrigir injustiça. Tá
focada na glória de Deus como Jesus no
templo. em João 2:17, movido por zelo
pela casa do Senhor, sem nenhuma mistura
de pecado, o que é muito difícil de ser
repetido, tá? mesmo quando a gente acha
que está zeloso assim, mas a ira
pecaminosa ou furor é excessiva, mal
direcionada ou dura mais do que devia
durar, mesmo sendo boa. Então inservem
mil é consumido por uma ira que o cega,
como descreve, a ira obscurece os olhos
da alma, impedindo-nos de ver o sol da
justiça. Evagro pergunta: "Por que
alimentas esse cão se dizes não possuir
nada?" Então, a ira de do Detetive Mils
guarda um falso eu, um orgulho que John
Do explora ele, um assassino frio, como
o motorista que numa estrada do Teness
grita contra um pastor, não é? Sem
perceber que sua raiva não é contra o
pastor, não é? é contra Cristo. Então, a
ira revela nossos ídolos,
reputação, controle, expectativas.
Muitas vezes a gente pensa: "Ah, mas eu
eu pensei que seria assim, mas então
você fez das suas expectativas um
ídolo, como eh um teólogo disse, uma
resposta a um insulto ao nosso reino." A
ira é isso. É uma resposta a algo que a
gente acha que é o insulto ao nosso
reino. Não tem nada do vem a nós o teu
reino, né? A ira pode ser santa, mas é
muito muito muito rara.
Aqui não distingue a ira justa que busca
justiça com razão da ira
viciosa que protege o ego. Mas quase
sempre a ira está protegendo o ego. Em
Marcos 3 1 a 16, Jesus com com ira e
triste pela dureza de coração dos
fariseus cura um homem no sábado
mostrando amor. Você vê não ódio. Sua
ira é movida pela justiça e pela
compaixão, não por vingança. Já de Mils
é como é exatamente oposto, né? Como eu
mencionei a de Rodrigo em Demission, que
traído mata seu irmão, ou de Eric eh
Konger em Black Panther, que luta por
justiça, mas com violência, que é óbvio,
destrói e você não está mais lutando por
justiça. A ira
justa
eh clama por fraternidade, não por
retalhação. Por exemplo, há uma citação
que eu acho que é do Luther King Júnior.
Ódio não expulsa ódio. Só o amor faz
isso. E quando o que a Bíblia diz, não
é? Não resisti o mal com o mal. Então
enervem do manipula a ira do detetive
Mills, que é o Brad Pitt, transformando
numa arma contra ele mesmo, como um
espelho do que e Bilkner chama de um
banquete onde o esqueleto é você. O que
sobra, né? O esqueleto que sobra. A
ira, eh, o que é o o o pecado capital,
se manifesta de três formas, segundo
aquino, explodimos com facilidade,
irritabilidade, com excesso, fúria
desproporcional ou por tempo de mais
ressentimento que vai dar em amargura e
etc. A irritabilidade aparece em
palavras, às vezes até no trânsito, ou
reclamações mesquinhas, contínuas,
reclamações, reclamações da das pessoas,
da família, do esposo, da esposa, do
trabalho, dos irmãos na igreja, da
igreja. Então, a
fúria, que é a outra em gritos e portas
batidas e o o ressentimento em rancores
que sonham com vingança ou se não sonham
com vingança, sonham com o outro se
dando mal, né? Então, essas formas geram
frutos amargos de famação, insultos,
fofocas, desprezo, como a cultura
moderna de memes e comentários online
que desmoralizam e demonizam o outro. Se
eu não gosto do outro, então eu
demonizo. Não tem nada bom. Eu consigo
ver uma coisa ruim. Qualquer coisa que
aquela pessoa faça. Inservem. As
palavras de DU são como esses insultos,
inflamando a raiva de Mils enquanto o
silêncio do Somerset. É um alerta contra
o inchaço da mente, o fruto da ira que
exagera a ofensa ou pelo menos te faz ir
além do que devia, né? Então, como
eh o
oposto desse pecado capital, como a
virtude oposta, a virtude oposta a todos
os pecados capitais ou obras da carne, é
o fruto do espírito, né?
Então, a a mansidão, a gentileza
enraizada na humildade é o antido. Jesus
é manso e humilde de coração. Jesus
quando foi se definir, definir seu
coração, ele podia usar qualquer
definição que estaria muito bem, né? Eh,
eu sou santo e onisciente no coração.
Ele podia usar qualquer coisa, mas ele
quando foi escolher para dizer o quem
ele é, ele disse: "Eu sou manso e
humilde de coração". Mateus
11:29. Ele é o nosso modelo, né? Mas a
gente sabe que Jesus como modelo não não
só só nos condena, né? É, é a lei. Jesus
como nosso substituto nos salva e depois
de nos salvar e nos justificar, começa a
nos santificar, não é? Quebra o poder do
pecado cancelado. Então depois a gente
começa a mortificar o pecado cancelado.
Então Deus nas escrituras é tardio em
irar-se e grande em amor. Êxodo
34:6. Provérbios ecoa. Seja lento para
ira. Provér 14:17. Ciano aconselha
erradicar a ira porque ela perturba a
oração, mas eh só disciplinas
espirituais, ou seja, meios de graça
podem
reorientá-la. Então aí, por exemplo,
fala de um diário de ira, não é? Eh, ou
seja, preste atenção nos gatilhos. O que
mais te enfurece? O que mais te deixa
ressentido? É isso. Quantas vezes nossa
raiva é justa? Ou seja, quantas vezes
nossa raiva é baseado na glória de Deus?
Ou realmente é contra algo injusto e não
o nosso ego ou não uma ofensa contra o
nosso reino? E Wagro recomenda atacar a
ira com a razão enquanto práticas, como
dirigir eh no limite da velocidade, eh
eh eh eh
eh orar por motoristas imprudentes ou
eu, enfim, eh vou vou você ver qualquer
coisa que dispara os seus gatilhos
e manifesta algo contrário, não é? Eu
não xingo o motorista ali que é assim ou
assado no trânsito. Eu eu oro por ele.
Eh, é isso, é desacelerar a alma e então
desacelerar o
corpo. E a lamentação, como nos Salmos,
expressa dor sem
julgar, não é? E é bom, não é isso?
Eh, a esperança em orações como venha o
teu reino. Em Mateus 6:10, confiança que
Deus corrigirá as injustiças, como Maria
canta no
Magnificar, eh, em Lucas
1:46, esperando o shalom de Deus. Essas
práticas vividas eh no dia a dia
transformam a ira no que ela no no
naquilo que é oposto, não é? A amor. Mas
aí explodiu na sala de Seven. E o filme
nos pergunta: "O que te faz perder o
controle?" O diretor finte como sua
atenção
implacável eh eh e
e o conhecimento bíblico, né? Desafiam
eh a nós a soltarmos o falso eu. Como
Chesterton diz, Deus nos manda amar
nossos inimigos. Pois muitas vezes somos
nós mesmos, os nossos maiores inimigos.
Então, a
gentileza, não é? Eh,
eh, como você vê às vezes eh sendo
respondido um insulto com humildade,
reflete Cristo que cura em vez de ferir.
Mesmo quando a sua alma estava revoltada
contra a incredulidade dos fariseus, né?
A ira pode ser um fogo santo,
mas mesmo quando a ira é dirigida
corretamente, se fogo sem amor, ela
consome. Por isso que eh você eh
dificilmente vai encontrar isso. E a
gente chega ao
ao crime, ao próximo
e desfecho, né? O orgulho, onde o ego
mata. Mas antes, pergunte-se, o que te
faz gritar para que saiam do seu
caminho? A glória de
Deus ou o seu reino ou o seu ego? Pense
nisso.
E chegamos perto do fim. Então, você já
sentiu tão grande, você já já se sentiu
tão grande, tão certo de si, que nem viu
o chão sumindo sobre seus pés.
Seven,
né, o do fincher. O pecado do orgulho ou
vanglória, o desejo ardente de ser visto
e aplaudido é a queda final, o momento
em que a arrogância humana é esmagada
pelo peso da verdade. A cena desse crime
é um soco que não deixa mais você
levantar, onde Fincher usa a direção
visual para revelar como o ego pode ser
a pior armadilha, transformando a busca
por glória numa prisão de isolamento.
Então essa parábola cinematográfica
mostra como a vanglória nos cega para
Deus e para os outros, fazendo-nos crer
que somos o centro do mundo, não é? E a
gente pode mergulhar nesse instante
devastador, explorando como Fincher
constrói a revelação do orgulho com
imagens que cortam como vidro e
com a mente na palavra de Deus olhar
para isso, né?
eh
eh a maneira, não é, como isso é
construído e a maneira como isso
acontece na nossa vida. Com cada detalhe
da direção às atuações, do som, às
verdades teológicas, a gente pode olhar
para isso apenas para nos
derrubar. E como a graça divina nos
chama a sermos conhecidos por Deus
realmente e transformados por ele.
Então, preparado? A gente tá indo pro
fim, né? Vamos a um instante onde o
orgulho vira pó. A cena do orgulho é um
colapso, um momento onde o ego de um
personagem
eh é destruído pelo plano cruel de John
Doom. Fincher usa direção visual com uma
arma. A câmera abre com um plano amplo,
mostrando uma paisagem
cinza, acastanhada, desolada como um
deserto morto, evocando
aridez mais sufocante. A fotografia do
Darius é implacável com eh brancos sujos
que cegam, vermelhos apagados, que
sugerem sangue seco e sombras longas que
esticam nossa dor, criando um clima de
de fim, de fim inevitável. A câmera já
se move lentamente como um predador e
para em closeups devastadores. Olhos
arregalados, mãos trêmulas, um rosto que
desaba.
Brad Pitt entrega uma performance assim
de puro desespero, enquanto Morgan
Freeman como Summer, traz um silêncio
que pesa como toneladas de chumbo. Então
o Fint enquadra a cena com precisão,
usando linhas diagonais para criar
instabilidade e o som é uma verdadeira
faca, né? O vento assubiando, o som do
papel rasgando, o eco de um grito
abafado. Cada detalhe é um corte. E a
trilha do Howard Shaw é um lamento baixo
com cordas que parecem chorar e a edição
do Richard Francis Bruce é lenta. Cada
corte como um tem um peso como um
martelo. A prova orgulho aparece numa
pista visual sutil, mas cortante e do
mesmo ausente é o maestro do tabuleiro.
Então filmada num terreno vazio com
poeira real que irritou os olhos da
equipe toda. A cena levou 12 dias e 40
takes para ser feita. Pitt
improvisou um grito que assustou todo
mundo e o sol baixo, eh, captado ao
amanhecer adicionou um realismo, assim.
Então, o set era tão empoerado que a
equipe usava máscaras, não é? E só os
atores ali não podiam usar. E K Space
sugeriu a pista visual da palavra
orgulho. Por que essa cena nos pega?
Fincher faz a direção visual contar a
história. Cada quadro é uma pintura da
queda, como em poup fiction, onde o
acaso esmaga o ego. E a fotografia cria
um deserto emocional, né, com as suas
cores e as atuações são o pulso. Pit faz
o personagem desmoronar sua arrogância
virando cinzas, enquanto Freeman é uma
testemunha que não pode salvar.
E a edição estica essa dor e o impacto
narrativo é avacalador. O orgulho é o
quinto golpe de DU, mostrando que
ninguém é intocável, né?
Freeman eh tem aquele silêncio. Fincher
se inspirou em crimes passionais, reais,
com o som do vento gravado num deserto
mesmo para intensificar a desolação. A
cena quase foi eh reescrita por ser
pesada e a equipe eh
eh realmente ficou meio abalada com
alguns takes, com pit ficando rouco por
dias. Então, o que ela diz sobre nós? O
orgulho, o a vanglória é a ilusão de que
somos maiores que o mundo e a ânsia por
sermos vistos e
aplaudidos. Como diz Guerrerson Keylor,
"Eu desejo reconhecimento. Sou
desesperado por medalhas e sou menos
útil que uma
fachineira". Nossa cultura idolatra o
ego,
como eh tudo que acontece no mundo
virtual, filmes, em propagandas, mas em
serem a paisagem é vazia. A paisagem
vazia é um espelho da nossa fragilidade.
O papel rasgado é a verdade partida e o
grito é a queda. As escrituras condenam
a vanglória. Jesus em Mateus 6 de 1 a 4
alerta contra praticar a piedade para
ser visto. E Paulo em segunda Coríntios
10 diz: "Quem se gloriar glori no
Senhor."
Tomásquino define a Vanglória como
desejo excessivo por
reconhecimento distinto do orgulho que
busca superioridade, mas ligado a ele,
como Gregório o chama de filha imediata
do orgulho. Seven, o personagem
destruído por Du é vítima de sua
vanglória, crendo-se invencível ou o
máximo, como Agostim, que roubava peras
não por necessidade, mas para
impressionar os amigos, temendo a
vergonha de ser visto por eles de uma
maneira menor. A vanglória como vício,
como pecado capital, é espiritual,
buscando a exibição da excelência, não
buscando a excelência. Então, diferente
do orgulho que deseja ser o melhor, a
Vanglória quer o aplauso
também.
Eh, como e Barn em The Great Showman,
que persegue fama até perder o que
importa. Só então percebendo que seus
olhos foram cegados pelas luzes que ele
tanto queria do da do palco, né? Aqui
não distingue glória, a manifestação da
bondade, de honra que vem de juízes
competentes, mas a Vanglória busca a
glória por coisas vãs, não é? E
Augustinho que eh até mentia sobre
façanhas sexuais para ganhar
credibilidade. Em Seven, a pista visual
do orgulho é um troféu falso, um reflexo
da vanglória que leva o personagem à
ruína,
como o estudante que trapaceia por notas
ou o pastor que prega para ser elogiado.
Então a glória se desordena de várias
formas. Buscamos glória por objetos
indignos, bens efêmeros, não é? De
maneira errada, meios nem sempre
lícitos, ou para fins errados, ou seja,
quando nós buscamos qualquer coisa
ignorando Deus. O pior, segundo Aquino e
Cassiano, é não dar glória a Deus, o
doador de todo bem. Sempre que eu não
estou dando glória de verdade a Deus, é
o pecado da vanglória, né? Agostinho em
a cidade de Deus critica os romanos que
buscavam virtude para sua própria fama,
não para Deus. Como o personagem de
Seven, que cego por sua imagem esquece o
verdadeiro valor. E Wagner alerta que a
Vanglória ataca até os virtuosos, não é?
Imaginando-se um grande pregador, você é
consumido por fantasias de aplauso como
o personagem que em sua arrogância não
vê a armadilha que
o John Doy preparou. Como
escapar só com a coisa oposta à
vanglória, que é a virtude de buscar eh
de todas as
formas, em todos os atos glorificar a
Deus, não é?
Eh, como o bispo em Os Miseráveis, que
perdoa Jean
Valjan e por a prataria ou Maria que diz
eh o o
o magnificar, né? E a humildade e a
gratidão
contemplam a cura. É a única coisa, né?
E nós só temos isso a olhar realmente
pra glória de Deus. Jesus em Mateus 5:14
pede que nossa luz brilhe para
glorificar a Deus, não para nós.
Práticas, não
é?
Eh, com com os meios de graça que a
gente já conhece, são eh fundamentais,
não é? E eh Foster sugera deixar as
ações falarem
sem justificar-se um dia sem espelho,
sem falar de si ou servindo
anonimamente, revela o peso da
vanglória. E como isso eh às vezes está
escondido em nós. Inservem o silêncio de
Somers 7 é esse contraste com a queda do
outro, um eco da humildade que existe
orgulho. Porque a Vanglória isola.
Agostinho diz que a cidade
terrena gloria-se em si e a cidade de
Deus se gloria no Senhor. Você sabe se
você tá na cidade dos homens ou do na
cidade de Deus por isso, não é? Então
nós celebramos dons como presente de
Deus na igreja, na nossa vida, como a
mãe que abraça ou o mentor que encoraja,
cria uma cultura de glória verdadeira.
Então, Isaías 43:1 diz: "Eu te chamei
pelo nome, tu és meu." Conhecido por
Deus, podemos abandonar as máscaras, eh,
como Anne Leim, que silencia vozes
internas para ouvir a verdade. O Sol lhe
deu glória, como Bá escrevia no final
das suas obras, que se for verdadeiro, é
o lema de uma vida livre da vanglória. O
orgulho caiu no deserto lá de Seven, mas
o filme pergunta: "O que te faz ignorar
o que importa?" Fintercher com sua
câmera, né? e os eh esses pensadores e
esses teólogos e a
verdade é que falam para nós, como o
salmista diz, tu és minha glória. Se
isso for verdade, se a gente puder dizer
para Deus que ele é a nossa glória, esse
é o caminho. E o
próximo, a próxima coisa, deixa eu ver
meu meu tempo aqui. Eu acho que eu já
gastei todo o tempo aqui.
É, o próximo crime a gente é olha pra
preguiça, onde a apatia mata. Mas antes
se pergunte, o que te faz buscar
aplausos que não
duram? E aí você eh a gente começa
sempre com uma pergunta, né? E por
exemplo, você já deixou algo essencial
de lado, sabendo que deveria agir, mas
por algum motivo ficou parado?
como se o medo do o o peso do mundo te
te
prendesse. Em Seven, o diretor, né,
mostra o pecado da preguiça ou eh eh a
sédia, né, a apatia espiritual que
rejeita o chamado do amor. Não é apenas
inatividade, é uma escolha mortal de
ignorar o que clama por nossa atenção. A
cena do crime da preguiça é um dos
momentos mais perturbadores do filme,
não pela violência explícita, mas por
uma narrativa que revela o horror da
indiferença, um veneno que mata
lentamente.
Então, ela expõe a cena como a a
preguiça nos afasta de Deus e dos
outros, transformando a vida num deserto
de negligência.
E a gente mergulha nesse cenário de
decadência explorado pelo diretor, né, o
Fincher, que usa a direção visual para
criar esse clima de
abandono e nos ensinar algo, não é?
Então, eh, a gente tem que entender
assim, porque, por exemplo, a gente
pensa na preguiça como algo, eh, a gente
não pensa muito teologicamente nisso,
né?
Então,
eh, a perseverança, nós somos chamados a
a a viver uma vida de perseverança. E a
graça nos leva a isso ao nos
salvar. E na cena, cada detalhe da
narrativa, as atuações, a o som e todas
essas coisas
eh tentam nos levar a isso, né? Deus nos
chama a vida, não é? Então vamos ao
lugar onde a preguiça vira o túmulo.
Assim, a cena da preguiça é um choque
silencioso. Eles entram, os detetives
Summerset e Mils entram num apartamento
que parece esquecido pelo tempo, um
cenário de decadência, onde o crime da
preguiça se revela de forma
eh a quase surreal a Asédia, né? Fim de
reconstruir a narrativa com uma
revelação lenta. A Câmara passeia por um
quarto empoorado com tons marrons
acendentados. acentados que lembram
cinzas, né, com verde pálido também que
sugere podridão
estagnada e um branco encardido que
exala abandono, evocando
isolação eh igual do do
clube clube da
luta, mas de uma maneira mais
opressiva. O enquadramento é meio
estático, com planos largos que mostram
móveis cobertos por teias, paredes
descascando e um cheiro que você quase
sente, apesar de não dar para sentir
esse cheiro através de uma tela, né? A
fotografia é sufocante com as luzes
fracas que mal iluminam, criando sombras
que parece tá engolindo o espaço todo. O
crime. Uma vítima deixada a apodrecer
num castigo que é tanto físico quanto
mental, é revelado aos poucos com
closeups devastadores, pele seca, olhos
fundos, objetos esquecidos que contam
uma história de negligência.
E Sumerset com Morgan Fma se move como
um arqueólogo quase assim sua voz grave
narrando o horror como a tristeza que
pesa enquanto Milson que é o Brad Pitt
reage com noj incredulidade com a sua
energia. Ele é no primeiro caso dele,
ele era jovem, né? Chocada pela
imobilidade do crime e Fincher faz
silêncio, né? Faz o o silêncio ali falar
com os cortes lentos que forçam você
absorver os detalhes da cena.
E a edição é um peso, assim, cada
transição, um lembrete da apatia. O som
é crucial porque tem um tictaque de um
relógio, né? E o rangido do chão, o
zumbido de insetos, tudo cria um clima
de morte e de
estagnação. A trilha sonora é só um
sussurro com aquelas notas graves que
com o vazio. E a palavra preguiça está
escondida numa pilha de papéis, que é a
marca do do John Doe. E o cenário foi
construído num estúdio com eh eh com eh
uma ambientação perfeita. levou três
dias para filmar a cena com eh o Brad
Pitt dizendo que quase vomitou pelo
cheiro do do do set úmido, o suficiente
para criar mofo real durante um tempo. E
Freeman
eh disse que chorou após um dos takes e
eh porque essa cena nos nos pega assim e
o diretor faz a narrativa revelar o
horror como em eh eh onde a verdade
surge aos poucos. essa direção visual
nesse clima de abandono, com cada quadro
mostrando o que acontece quando ninguém
age. E a fotografia é o túmulo com
marrões e verdes que fedem a
esquecimento. Freeman faz o Somers, um
homem que vê o fim, enquanto Pit faz 1,
aquele jovem que não aceita a paralisia
e a edição traz um impacto narrativo que
é chocante. A preguiça é o sexto golpe,
né? mostrando que a apatia é tão mortal
quanto a
violência. E ele usou lentes escuras
para um tom de mofo e o Freeman sugeriu
a voz ainda mais grave pro Summer 7. E a
cena quase e parada, né? O som do
relógio foi gravado separadamente para
intensificar a estagnação. E o que diz
para nós? A a sédeia, né? E a preguiça é
a recusa de agir, de enfrentar o que
importa, uma resistência ao amor que nos
transforma. Como diz Limod, Deus nos ama
como somos, mas nos ama demais para nos
deixar assim. Nossa cultura celebra a
apatia, né?
Eh, que faz você ignorar o que te
destrói. Inservem o relógio parado é o
tempo perdido. As teias são a vida
esquecida e a palavra preguiça é um
espelho. As escrituras condenam a
preguiça. Provérbio 66. Vai ter com a
formiga, ó preguiçoso. E Paulo, em
primeira Tessalonicenses 4:11 pede
trabalho útil.
E Paulo também disse: "Aquele que não
quer trabalhar, não
coma." Tomás de Aquino, ele define a a
a sédia como aversão ao bem divino em
nós, uma rejeição da presença do
Espírito que nos chama a santificação.
En serveem a vítima abandonada é a
decadência, é uma metáfora disso. A
negligência que deixa a alma
apodrecer, a inoperância, né? como Phil
Connors eh diz no numa obra que preso
num ciclo resiste a
mudança até que você aprenda a amar ou
então aquilo que te mata. Então, a
preguiça como vício capital é
espiritual, não carnal, enraizada no
orgulho que prefere o velho eu ao novo
em Cristo.
vagro chama de demônio do meio-dia, que
ataca com tédio e desânimo, fazendo a a
pessoa desprezar o a e
eh o que tem, o que e sonhar com eh
prazeres, mas na maior apatia, né? Então
serve um apartamento essa cela onde a
apatia
venceu, não é? E como a esposa de LW em
Gênesis 19 olha para trás, incapaz de
deixar Sodoma, Ciana associa a a a sede
a ociosidade, mas enfatiza que a
preguiça física é sintoma de uma
resistência interior ao chamado de Deus.
A vítima imobilizada reflete essa recusa
como o casal que após uma briga prefere
o silêncio, a reconciliação, temendo o
esforço de amar o trabalho, né? Então, a
preguiça divide o coração. Queremos o
amor de Deus, mas resistimos à
transformação. Aqui no explica que ela
surge da tensão entre a carne, o velho
eu pecador e o espírito, como está em
Gálatas 5:17.
Encerem a decadência do apartamento essa
divisão, um coração que não se
move como eh
eh quem busca prazeres fáceis e depois
se afunda em desespero assistindo TV num
torpor.
A séde manifesta-se em
apatia, falso repouso ou inquietação,
fuga, como Evago descreve que é alguém
que pula
para se afasta para evitar o chamado.
Então, seus frutos incluem eh mente
errante. Ah, minha mente, não consigo
concentrar, né? a pulsilanimidade, a
covardia que prefere a
mediocridade.
Eh, eh, a incredulidade reflete a recusa
de enfrentar a verdade, né? Enquanto e
Mils eh, ess assim na cena, a
incredulidade dele reflete a recusa de
enfrentar a verdade, enquanto o Samet,
com sua tristeza, sugere o peso de ver a
apatia vencer finalmente. Por que
resistimos? Porque o amor exige morrer
para o velho eu. Como diretriz eh Bonfer
fala, a graça é custosa, pois não
submete ao julgo de Cristo. É graça, mas
faz nós negarmos a nós mesmos e tomarmos
a nossa cruz.
A a preguiça, a Sédia prefere o conforto
de um amor sem
compromisso, como Fio que manipula eh eh
eh
eh Rita sem mudar ou Israel que teme os
gigantes de Canaã. Vai ser muito
trabalhoso, vai ser muito custoso esse
isso que Deus tá dando para nós. En
serve a vítima é um eco dessa escolha,
ficando parada enquanto a vida se esvai.
Como Pascal alerta, sem distrações
enfrentamos o tédio que nos leva à
morte. E a preguiça nos isola, não é?
Como o fio que admite: "Não amo ninguém
além de mim e nem gosto de mim mesmo, na
verdade." Então, como a gente escapa? A
virtude oposta é a perseverança. A
virtude oposta, a preguiça, né? O a
sédeia é a perseverança. Você vê sempre
é um fruto do espírito. Expressa em
estabilitas loss ou estabilidade de
lugar. Evargo aconselha, não abandone eh
o a tua posição na tentação. Persevere.
Envem o silêncio de som é um contraste
com a apatia da vítima, sugerindo a
força de ficar
firme. Eh, alguém comparou eh eh aquele
que foge eh a um pássaro que abandona
seus ovos, deixando a fé eh inupirante,
um cristão que foge. Então, práticas eh
eh eh espirituais verdadeiras é que
formam o coração com um treinamento de
atleta. Na maneira que que o apóstolo
Paulo diz, eh, corram, tirem todo o
peso, não é? E o Salmo 119:28 mostra o
salmista cansado, mas buscando a Deus.
Enquanto Mateus 11:28 oferece o convite
de Jesus: "Vinde a mim e encontrarei
descanso." Você não encontra descanso na
apatia. a gratidão como contar bênçãos
diárias, não
é? E
eh há todo um ensino em torno disso, mas
isso é uma coisa pouco pensada por nós
e nós precisamos eh desse amor
transformador. Então, a preguiça matou
no apartamento de Seven, mas o filme
pergunta: "O que você ignora que pode te
salvar?" a fim de ir com sua câmera
cruel. E os pensadores cristãos nos nos
mostram isso. Bukner disse: "A preguiça
não é paz, mas um torpor que deixa a
vida passar". Deus nos chama como em
Isaías 43:1, "Eu te chamei pelo teu
nome, tu és meu." Ou como ele diz a
Isaías, quem irá por
nós? Então, nós podemos ir ao crime
final, onde tudo desaba.
Onde antes de ir, você deve se
perguntar: "O que te faz fugir? do amor
de Deus que te chamou para te colocar em
ação, não é? E a gente chega, então, há
um lugar onde a gente tem que perguntar:
"Você já enfrentou um momento tão cruel
que te fez duvidar da própria esperança?
Onde o mal te encara com olhos frios e
te faz e te obriga a escolher quem você
é?" Então, o desfecho de
Seven, esse filme, né? os sete crimes
capitais de 1995, que tem a direção do
Fincher, David
Fincher, é esse o abismo, um final que
não apenas fecha a narrativa dos sete
pecados, gula, avareza, luxúria, inveja,
a ira, orgulho, a preguiça, mas te lança
num vazio que ecua a pergunta: por que
preferimos cisternas rotas no lugar da
fonte de água viva?
Então, quero chamar atenção que vai ter
spoilers aqui e então, eh, eu acho, eu
achei que não tem como chegar ao fim sem
sem dar um spoiler sem dar um spoiler
que e quem quem enfim, no campo isolado
onde John Du orquestra seu golpe final,
Mils e Somet enfrenta uma verdade que
despedaça e revela a essência da
depravação humana. Nossa preferência
pelas glórias fugazes das coisas
criadas.
família, justiça, vingança, tudo, tudo
ali acima da glória infinitamente
preferível de Deus. Então, essa parábola
cinematográfica é um espelho, mas é um
espelho cruel, mostrando como trocamos o
criador pela criatura, como diariamente
cada pecado comete a traição suprema. E
a gente mergulha nessa cena final
explorando como o Fincher constrói uma
tragédia, uma tragédia que ressoa como
um trovão, como as reflexões eh de
Jeremias, Paulo, João, Agostinho,
Jonathan Edwards e, enfim, iluminam e
mostram a depravação como um ataque ao
propósito divino e como a graça de
Cristo nos chama a resistir. Com cada
detalhe da direção e as atuações e o som
e tal, a gente vê o peso do mal que nos
habita e a luz que nos redime. Então
vamos ao campo onde Seven te força a
encarar o pior e decidir se você se
rende ou se levanta. O final de Seven é
um soco na alma, uma colisão entre
fragilidade humana e mal
encarnado. Mils e Sumeset, guiado por D,
chega a um campo desolado onde uma caixa
misteriosa é entregue,
contendo eh uma evidência de que a
esposa do Mils foi assassinada.
Du confessa a eles que a matou por
inveja da vida que o Mius e o provoca a
matá-lo por ira, completando sua obra
macabra dos sete
pecados. Mils devastado
atiro, caindo na armadilha enquanto
somersete impotente tenta em vão
salvá-lo. Fincher constrói a cena com
uma direção que é pura atenção, cósmica.
A câmera abre num terreno cinza,
castanhado, árido, com um deserto
profano,
com brancos cruz que ofuscam e vermelhos
sutis que parece que estão sangrando,
né?
E a fotografia é um vazio emocional com
cinzas
sufocantes, criando um clima de
inevitabilidade apocalíptica, assim, e
os closeups capturam e captam o colapso
do detetive Mils, que é o Brad Pitt e
entrega uma atuação visceral o Brad Pitt
misturando raiva, dor e desespero. Sua
voz quebrando ao gritar com o D como um
animal realmente ferido. Sumeret, que é
o Freeman, o Morgan Freeman, é um farol
que se apaga. Seus olhos carregados de
uma tristeza que carrega o peso do
mundo, sua voz grave falhando em
implorar ao meus, né, ou porus. O Fint
usa esses enquadramentos, diagonais para
dar instabilidade com a câmera girando
lentamente como um, sei lá, como um como
uma butre sobre a carcaça da esperança.
E o som é brutal. O vento assubiando o
clique metálico de uma arma do meus e o
silêncio que como uma
lâmina corta antes do tiro. A trilha do
Hore é um lamento fúnebre com cordas que
estão chorando mesmo. E a
edição do Richard Francis Bruce é uma
corda esticada até o limite. Cada corte
um passo para o abismo. caixa é o
símbolo supremo, um túmulo que guarda o
orgulho de Du e a queda do Mils, um
altar onde a glória humana é
sacrificada. foi
filmada eh eh no num lugar deserto
mesmo, assim, levou 4 dias e 50 takes
pit eh
eh entrega uma uma
uma interpretação em forte. Kevin Space
e sugeriu o sorriso
Freed e Morgan Freeman sugeriu
a uma pausa final do Summer 7
e tudo bem intensificado, né, o som e
Fincher lutou com o estúdio para manter
esse final sombrio, que o estúdio não
queria que f acabasse assim, não achava
que era pesado, né? Recusando um
desfecho feliz.
E eh há um telo assim eando a tensão no
no mais pro fim. Então o legado de Seven
faturou 327 milhões e eh inspirou outros
filmes e seriados. É um marco do
suspense redefinindo o gênero e nos
forçando a enfrentar o mal real em nós.
Porque esse final nos devastou. Fincher
faz eh cada escolha ressoar como um sino
fúnebre. Não é apenas 1000, o detetive
matando o outro, mas o mal triunfando ao
transformar meu eh
num entre aspas, num pecador. Todo mundo
é pecador, né? Mas ali no alguém que a a
ira vence o mal do do do
do serial vence, não é? em vez de a
justiça vencer ali, completando o plano
do Dud Du, né, que era levar o o Mils a
atirar com raiva, furioso, atirar nele.
Então, a direção é uma aula magistral,
com cada quadro pintando uma tragédia e
eh revelando uma verdade nu, assim, eh
as atuações são eh incríveis ali no
final
e o Space faz um do que é um ser humano,
é um demônio que manipula até o último
momento, até o último suspiro dele e a
edição, o impacto
narrativo e os sete pecados se cumprem.
Condu usando MS e usando os dois
detetives de Sam como peões em sua obra
profana. E Sumer 7 derrotado se retira
enquanto Mils destruído é levado,
deixando um vazio que coa, né? Ele é um
policial, não podia ter tirado e matado
o cara. Então o que serem revela sobre
nós no cerne da depravação humana está a
nossa preferência. Uma escolha
deliberada e trágica pela glória efêmera
das coisas criadas acima da glória
infinitamente preferível de Deus.
Jeremias 2:13 clama: "Meu povo cometeu
dos males. Abandonaram-me a fonte de
águas vivas e cavaram cisternas rotas
que não retém a água. En serem a caixa é
essa cisterna, é a marca final disso,
né? MS amando Trace, acima de tudo,
prefere a
vingança, atirando em du e caindo na ira
e destruindo tudo, né? Eh, todo o plano
do do DU funciona. Du invejoso da vida
de Mils glorifica a sua própria criação,
né? O plano dos sete
pecados. E a gente vê o resultado do de
Romanos 1:23. Trocaram a glória do Deus
imortal por imagens de criaturas. Essa
troca é a essência do pecado. Como João
3:19 revela. Os homens amaram mais as
trevas que a luz, porque suas obras eram
maus, eram eram mais. Mus, preso à
escuridão da ira, odeia a luz que du
ironicamente o força a encarar, enquanto
o Sumerset, com sua pausa final, reflete
a luta por permanecer na luz, mesmo eh
se sentindo
derrotado. Por que definir a depravação
como preferência? Primeiro, o mandamento
supremo em Marcos 12:30 é: "Amarás o
Senhor teu Deus de todo o teu coração.
Pecar sempre é não preferir Deus". Como
Mateus 10:37 alerta: "Quem ama pai ou
mãe mais do que a mim não é digno de
mim". MS ama Trace acima de Deus e sua
ira é a desobediência que João 14:15
vincula ao amor. Não é? Se me amardes,
guardareis meus
mandamentos se fosse acima de tudo, não
é? Então, Primeira João 5:3 diz que os
mandamentos não são penosos. Quando
amamos eh verdadeiramente, né, mas 1000
foi consumido pela dor, acha o perdão
impossível, preferindo a vingança.
Terceiro, Jeremias 2:3 mostra o mal como
abandonar a fonte viva por cisternas
rotas. Com o Mils troca a esperança por
ódio, dando a vitória ao mal ali que é o
Kevin Space, né? Quarto, João 3:19. Usa
o vocabulário de amor e ódio, não
escolha. Mus ama eh a ir ali rejeitando
a luz da graça. Essa preferência é um
ataque ao propósito de Deus. Sua boul de
exibir sua glória para o gozo do seu
povo. Como Filipenses 1:21 proclama:
"Cristo será glorificado em meu corpo,
pois para mim o viver é
Cristo."
Eh, quando você olha para os o pecado no
homem, o pecado sempre é uma questão de
amor, não é? Essa é a tragédia final do
homem. A luz veio o mundo, mas os homens
amaram as trevas. Paulo glorifica a
Cristo ao preferi-lo acima de
tudo. Mas 1000, preso à perda, não
resiste a toda a maquinação do John D.
Mateus 5:16 reforça: "Que vejam vossas
obras e glorifiquem vosso pai". Alegria
em Cristo mesmo no sofrimento. Mateus
5:19 glorifica a Deus, mas meus sem essa
alegria cai. E essa é a razão de todos
caírem. Jonatai diz: "Deus é glorificado
não só por sua glória ser vista, mas por
ser motivo de regozijo."
A depravação você vê não só do
do da encarnação do mal ali, né, que é o
é o assassino, mas mesmo a depravação do
Mils é grave,
porque mostra que mesmo quando você de
maneira
horizontal está num
lado certo, eh ao não se deleitar em
Deus, você nega a sua glória, como
Romanos 3:23 sentencia, todos pecaram e
carecem da glória de Deus. A depravação
é
total. É daí que flui eh os
pecados capitais e os seus frutos, que
são todos os outros pecados. Romanos
3:10 afirma: "Não há justo, nenhum
sequer, ninguém busca Deus". Ou seja, a
depravação é não é porque você é tão mal
quanto pode ser. Certamente no no filme
você vê que o os detetivos não são tão
maus quanto o Kevin Space é. fazendo o
serial, mas nem ele foi tão mal quanto
pode ser. A depravação não diz, ela diz,
ela é total, porque não há nada em nós
que não foi contaminado pelo pecado e
que não é escravizado ao pecado. Não há
nenhuma parte do nosso ser, mente,
vontade, emoções, etc.
E por isso o homem não só peca, ele não
é obrigado, ele ama o pecado, não é?
Então isso contamina todas as nossas
ações, como em Primeira Coríntios 10:31
ordena tudo fazer paraa glória de Deus.
Isso é oposto do que o pecado é. Mius ao
atirar glorifica sua dor, que era muito
grande mesmo, mas não Deus, como Romanos
1:25 descreve. Adoraram a criatura em
vez do criador. Às vezes a criatura e na
verdade é, né, a criatura mais adorada
pela criatura é ela mesma. Então ela
impede a submissão como Primeira
Coríntios 12 14 e Romanos 8:7 revelam a
mente carnal inimizade contra Deus. Du
com seu plano, o seral Killer e Mils com
seu tiro exibem essa inimizade de alguma
forma. Mesmo que você ache que um é
tinha mais razão, né? Como Romanos 1:28
diz, não aprovaram ter Deus em seu
conhecimento. Essa traição merece
punição, uma inclinação inalterável ao
mal que, como Edwards argumenta,
Jonathan Edson, né, é censurável, não
por ser inevitável, mas por ser um amor
pervertido.
servem a
caixa, por mais terrível que seja e a a
maneira com que está sendo mostrado, é o
ídolo de
Meus, eh, em que faz eu ir além de todos
os limites, né? E o sorriso de
Du do serial é a vitória do orgulho
mesmo na hora de morrer, né? Que troca
Deus por cisternas rotas. Tu vê marcas
do que está sendo mostrado em todos, né?
E sem a redenção que há em Cristo, todos
estão perdidos nisso. Como resistir com
como a único, a único remédio para isso
é a graça de Cristo como esperança.
Romanos 3:23. Todos pecaram sendo
justificados pela graça. O novo
nascimento, o milagre do Espírito muda o
coração. Como João 3:21. Quem pratica a
verdade vem para a luz. pregar a
depravação e como eh infelizmente hoje
não acontece como devia acontecer nos
púlpitos. Eh, Jo, por exemplo, defende,
revela a profundidade do pecado,
tornando a cruz infinitamente preciosa.
A única coisa que devia ser pregada,
vista, louvada. A igreja deve ser
autêntica, como Primeira Coríntios 1:18
exalta. A palavra da cruz é loucura para
os que perecem, mas para nós é poder de
Deus. E isso que nos leva a verdadeira
vida e a verdadeira piedade, é a é a
percepção de que vivemos diante de Deus.
E o Salmo 27:14 diz: "Espera no Senhor".
Isso nos ensina a preferir sempre Deus.
É isso que contemplar a cruz e a vida
que eh vê a glória de Deus na face de
Cristo faz. A visão de Donat ressoa:
Deus é glorificado quando você faz dele
o seu deleite, como Filipenses 1: 23
promete, estar com Cristo é
incomparavelmente melhor.
Seven Summerset com sua pausa, sugere
essa luta pela luz, enquanto a caixa de
du
é aquilo que nós achamos que eh eu tenho
que fazer, mesmo que seja contrário ao
que Deus diz, porque eu tenho mais
prazer em naquilo mesmo ou na perda
daquilo, como é o caso dele, do que em
Deus.
E só a graça soberana nos faz escolher a
fonte e não cisternas.
O mal ergueu sua bandeira no campo de
Seven, mas o vazio que ele deixa não é o
fim, não é? Finter com aquela com a
sua câmera que mostrou toda o o drama do
coração
humano nos pecados
capitais, eh, nos deixa completamente
desnudados, não é? Romanos 1:21 acusa:
"Embora conhecessem a Deus, não
glorificaram". Mas Isaías 431 responde:
"Eu te chamei pelo teu nome, tu és meu".
Então a cruz é a nossa vitória, onde
Cristo, o cordeiro, derrotou o mal que
doei o auxiliar que ele representa.
Quando o mal te testa como meus é
testado, a glória de Deus te chama e te
prende. É a única coisa. A glória de
Deus em Cristo, né? Como o Salmo
73:25 canta, né? Quem tenho eu no céu
senão a ti? Não há nada na terra que eu
deseje além de ti. Aí tá a vitória.
Então, só uma maneira realmente, não é
como o evangelho eh nos faz quebra o
poder dos pecados cancelados, dos
pecados capitais e de todos os seus
outros pecados que são seus frutos. é
abandone as cisternas rotas, escolha a
fonte viva, deixe sua luz brilhar para
que Deus seja
glorificado. Então, a gente termina com
uma pergunta assim: o que você carrega
que te
destrói e o que te chama para viver?
Essa é a questão da vida e da
eternidade. Os pecados capitais
terríveis e cruz, como é mostrado, por
exemplo, nesse nessa obra
cinematográfica,
né? Não são uma obra cinematográfica,
são a obra dos corações humanos.
E Jesus tomou um cálice que contém todos
eles que estavam na vida dos daqueles
que o Pai deu a ele. Não há nenhuma
outra maneira de resolver isso. E aí nos
dá o dom do espírito que nos leva a
mortificar os
pecados
cancelados. Segue a paz.
[Música]
Busca
luz
[Música]
santidade ao
[Música]
Senhor. Não sou quem devo ser.
[Música]
Não sou quem quero
ser, mas pela graça sigo firme na
estrada do meu
[Música]
rei. Luto contra o que
sou, o que fui, o que há em mim.
[Música]
Mas o teu amor me cerca e me chama a
[Música]
prosseguir sem
pureza sem o santo.
[Música]
Ninguém
verá o
[Música]
Senhor, mas o teu
sangue me
veste e me faz
filho do amor.
[Música]
Vejo trevas ao
redor. Vejo lutas dentro em
mim, mas tua mão me sustenta e me ergue
no caminho.
[Música]
Há um fogo dentro,

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