🔴 ANALISANDO "ANDOR"- feat ANDRÉ KANASIRO
13/06/2025
🔴 ANALISANDO "ANDOR"- feat ANDRÉ KANASIRO
Que série TOTALMENTE EXCELENTE!!!
Pix: bruno@reikdal.net
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho, ser da terra o sol. Seguimos trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. [Música] Fala aí, minha gente, como é que vocês estão? Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia. Eu espero e desejo que bem fui fazer o teste que deu errado. Cadê a nossa música de fundo? Vem música de fundo aí. Como é que vocês estão? Firmeza? Espero e desejo que sim. Vamos ver se o som tá saindo de maneira adequada. [Música] Parece que sim. Parece que sim. Espero que vocês me ouçam bem. Deixa eu fazer um teste aqui. Baixar esse negócio aqui. Aí, aí, aí, aí. E aquele negócio, eu tenho que enrolar por mais 15 minutos quase para ver se o YouTube entrega a live e seguiremos essa lógica graças ao algoritmo. Não agradeço a mim, agradeço o algoritmo. P p p. [Música] Ah, e agora ele tem outro problema. Pera aí, a conexão tá ruim. Pronto, ajeitado. Como é que vocês estão? Tá tudo em paz? Estão conseguindo ouvir bem? Bom dia. Bom dia, camarada. Visão comunista. Salve, camarada. Como é que você tá? De boa. Um grande salve por aí. Tá dando para ouvir bem? O áudio tá legal? Tá mais ou menos. Nessa distância aqui fica agradável porque daqui parece que tá bom, mas eu não sei como é que tá daí. tá aqui. Ah, excelente, excelente. Bom dia, um bom dia para toda a comunidade nerd ou quase nerd, o que tenta ser nerd, que vai aparecer por aqui também. Excelente. Muito obrigado pelo retorno, meu camarada. Opa, pera aí. Vamos ajeitando aqui e já traremos o nosso especialista e anda, porque apesar de eu gostar muito, eu não sou especialista, diferente da pessoa que vai estar aqui acompanhando a gente nesse papo. E ela sim é especialista, uma pessoa que se especializou em Android, tem um curso novo aí chamado Andor. Aí você cursa ele. São 100 horas mais ou menos de aula teórica. 20 horas de aula prática e 40 horas de voluntariado. Quando você cumpre essas 40 horas de voluntariado, você já pode tirar inclusive o seu certificado antes mesmo de realizar as 100 horas teóricas e as as 20 horas práticas. Fica a dica aí de quem quiser se especializar em Android. Você precisa fazer, na verdade, é assistir a bendita da série, que é muito boa, diga-se de passagem. Mas vamos lá. Eh, minha gente, eu não acredito que Lisandra está aqui conosco. Lisa, um bom dia. Você veio aqui só pelo André, né? Quer dizer, se tivesse só eu, não teria nenhuma importância, mas o André importa, o que eu também faria isso no seu lugar. Então, tudo bem, continua. Salve, Kevin. Como é que você tá, irmão? Kevin, grandíssimo camarada, de boa. Obrigado pelo carinho de sempre, mano. Ai, e bora hoje papear sobre o assunto que finalmente tem importância, Andor. Até hoje a gente só falou sobre coisas desimportantes, mas hoje finalmente tem algo aí que a gente precisa fazer. Não é mentira, mas não tem problema. Eu convivo bem com isso. Não tem crise, tá tudo em paz. [Música] Conseguiu. Vitória do trabalhador. Cara, é boa para caramba, não é? Essa série é maravilhosa. Hoje a gente vai bater um papo sobre isso. É muito fera. Andor é maravilhoso. Andor é maravilhoso. Além do Diego Luna ter aquele molho latino-americano, ô, a série é maravilhosa. Pelo amor de Deus. Aquilo ali é um é um esculacho. E a grande pergunta que fica, que o nosso especialista convidado vai ter que responder: "Como Disney permitiu que essa série fosse gravada?" É um grande desafio aí para os intérpretes de Andor, né? Como foi permitido pela Disney gravar uma série dessa, porque pelo amor de Deus, totalmente excelente. Não, carapa. Perdão aí, perdão pelo fato de você não ter assistido. Eh, mas a gente não vai conseguir suspender a pauta. A gente vai ter que manter a pauta, né? É uma pauta quente e a gente vai ter que garantir ela aí pelo bem da maioria. Mas não tem problema, porque mesmo se você receber spoiler, que com certeza isso vai acontecer, você vai gostar da série, mesmo com spoilers, porque aí acho que ela fica até mais interessante. Eu assistiria mesmo sabendo o resultado dela. Sem sacanagem, só pelo pelo pelo conteúdo que a gente vai trocar a ideia aqui, vale a pena. Vale mesmo. E eu não sei vocês, mas no meu caso eu tenho uma dificuldade com a palavra pauta. Eu sou incapaz de ouvir essa palavra. e a quinta série não falar mais alto do que eu. Então eu tenho dificuldade de participar de reuniões em que o pessoal fala: "Qual é a pauta de hoje?" Vai falar: "Pauta quente". Já não consigo trabalhar com a palavra pauta. Pauta me pega um pouco. Não tem problema também na visão comunista. Nós temos aqui a nossa missão de, apesar de spoilers que provavelmente vão aparecer, fazer com que você fala: "Pô, vale a pena assistir esse negócio". E mesmo se não valer a pena, é tipo você assistir uma live de lançamento de livro, tá ligado? Que o cara contou um romance e aí você acompanha só pela comentário que ele faz sobre o romance que você não vai ler, você fala: "Pô, muito legal, tive reflexões interessantes a respeito disso. Já tá valendo, é sucesso, vitória do trabalhador." Então, vão curtir. Vai ser, vai ser massa aqui o papo. A pauta hoje, a pauta hoje tá meio quente. Pauta mole, pauta fraca. Vai me vai me pegando a palavra pauta. Metendo aqui uma publezinha enquanto a gente ganha um tempo, né? Importante. E já qualquer instante aqui dá mais dois minutinhos de vantagem porque provavelmente, né, tem esse lance da conexão não tá boa, né? A Enel corta a luz da casa das pessoas aqui na zona sul com relativa frequência para fazer melhorias. E aí pode ser que a luz lá também esteja voltando ou não esteja funcionando. Então já já chega o nosso especialista. Especialista em bom dia, Jéssica, a onipresente, onisciente, ainda não sei se onipotente, mas tem potencial. Jéssica, bom dia. Bom dia, Jéssica. Muito obrigado pelo carinho, por tá aí, pelo fortalecer como sempre a nossa correria. É nós. P [Música] gostaram do novo cenário? Ele tem muita coisa, ó. Um grande fundo verde, né? Muito legal. Aqui é um estúdio que eu aluguei conhecido como sala da minha casa. Essa é a parede da sala da minha casa. Espero que vocês curtam também. Talvez dê para eu brincar depois, se o fundo verde permitir, com umas ediçõezinhas aí, botar uns negocinhos, fazer uma graça. Se funcionar, a gente segue a espátula. Denúncia, denúncia por parte de Lisa, de Lisandra. E eu vou colocar aqui um momento. Lisa, você tem toda a razão. Eu tô em dívida em voltar aos estudos comunitários. Mas cara, a vida do trabalhador não é fácil, tem que entender meu lado. Tem a criança para sustentar. Então eu me sinto culpado por não estar fazendo estudo e também por estar deixando a criança com fome. Não, não tô deixando a criança com fome, mas eu preciso voltar mesmo. Foi mal, perdão. Pode cobrar até eu morrer. Não tem crise, mas por motivos de tá faltando tempo. Mas a gente vai voltar. Pode deixar. [Risadas] Exatamente. Exatamente. Jess, tem um aqui, ó. Nosso interruptor aqui atrás faz parte do cenário. Ele é muito importante porque ele ajuda a gente a dividir a tela. Se eu vier para cá, vem uma outra pessoa aqui e a gente consegue saber qual é a metade aqui da tela. Então essa é a função do interruptor que tá aqui atrás, foi planejado para isso. E ninguém vai poder reclamar da tremedeira hoje porque apesar do computador ainda estar acima de duas caixas de jogo de tabuleiro e o microfone acima de uma caixa de um jogo de tabuleiro, a mesa é estável, tá em cima da mesa da sala. quer dizer que é da cozinha e que é a mesa de jantar, a mesa de escritório e a mesa tudo ao mesmo tempo. Afinal é uma casa de 30 e poucos metes quadrados. Aí não tem muito o que fazer, mas pelo menos o pessoal da tremedeira não vai reclamar. Não vai reclamar porque ó, ó, ó a estabilidade, ó. Tô band. É, tá estável. Pode falar, carapa, porque a gente também vai falar mal do Star Wars. Nós também aqui vamos utilizar Andor para falar mal do próprio universo do qual ele faz parte. Vamos falar mal de Star Wars, né? Então, não que eu goste muito de Star Wars, mas a gente vai falar mal disso também, então pode deixar. A gente vai falar mal do do Star Wars aqui também. E espero que os comentários críticos, críticos ajudem a gente aí a trocar essa ideia. E quem assistiu vem trocando ideia também com a gente. Lança os comentáriiozinho massa. Verdade também, hein? Se o Felipe Leão ficar sabendo aí, você diz que fantasia não é ficção. Teremos problemas, hein? Teremos problemas com Felipe Leão. Felipe Leão que um dia, quem sabe a gente troca uma ideia, cara. Muito massa, eu gosto muito. Ó, Kevin já é uma pessoa também bastante abençoada, porque ele só assistiu Andor, né? Então, e só assistiu por pressão popular, né? O povo foi bater a panela na porta da casa dele, fal: "Você tem que assistir Andor". Aí ele foi lá assistir e valeu a pena porque a série é fera mesmo e completamente Não vou queimar pauta, não vou queimar pauta. Completamente diferente de outras coisas que tem por aí. também desse universinho chamado Star Wars. Mas minha gente, deu aqui uns minutinhos já, eu vou tomar a liberdade de convidar o nosso excelentíssimo André Cracido, que já tá chegando aí, tá chegando aí na na conexão, acho que tá funcionando. Voltou a conexão aqui no Capão Redondo. E bora aí, bora aí, bora, bora aí. Recebeu o nosso convite. Extra-se. Extra, extra. Olha a notícia extra. Notícias chegando aí. André Crasiro. E aí? E aí, pessoal? Esperando aquela chamadinha que vai abrir duas janelas e aparece duas cabeças. muito mais legal. Plot twist, né? É plot twist. Aqui o roteiro é construído de maneira adequada. Exatamente. Para combinar, né? Estamos falando de Exatamente. Vai falar de de série tem que falar essas coisas. Lisa tá acompanhando nós. Ah, Lisa. Lisa tá acompanhando nós. E aí, Lisa? Ó o teu Deus aqui. É, você não é o filho do Altíssimo, não. Ah, vai começar. É, eu não resisto. É o nosso Jesus nipônico. André Canaciro. Quem não conhece André Canaciro, você tá vivendo errado. Deveria conhecer o André. Já tá errado por aí. Não sei muito bem. É. E você também deveria estar acompanhando a revista Zelota. Ah, isso sim. Revista Zelota. Revista Zelota para André Canacilo. Acompanha a revista Zeloto, que o André é o fundador da revista Zeloto e eu vou perguntar sobre isso também, tá? Sobre a revista Zelota, porque a gente tem que fazer propaganda revista Zelota, beleza? Pera aí, pera aí, pera aí. De O nome tá errado. Porque eu sou Bruno Re você? Você não é o Bruno Reon. Ah, você que tá dizendo, né? Vamos lá. Bruno Heidré Ganairo. Ah, OK. Nossa manchete será Nerds por Sport. Pronto, fechou. Agora tá bom. Agora tá bom. Vocês conseguem ouvir bem aqui nós dois? Que excelente, não é? Eu gosto que a Lisa, ela sempre chega com educação, ela é muito tranquila, uma pessoa muito, muito da paz, da, da, da harmonia. Estamos junto, Lisa. Estamos junto. Estamos junto. A gente vai rescatar ela. Ele tá na minha casa, L. Eu respeito aqui o ambiente. Calma aí, né? Tá aí. A live é outro tipo de live, né, que ela tá querendo. Exato. O YouTube derrubaria. Exatamente. Não poderia. E a minha companheira ficaria um pouco chateada. É, a minha também. André tá a cara daquele mano que fez uma experiência de ser em céu por um mês para ver quanta mulher ele pegava e não sei quem é esse mano. Eu não sei dessa experiência. Então meu amigo, eu não faço ideia que tipo de conteúdo você tem consumido. Lisa. Então eu sou um incel em recuperação. Eu tenho um cara de incelem recuperação. Ned por esporte. N por esporte. Exp. É exatamente. Impressionante. Impressionante. Ó. Ó a inovação, hein? Ó. É, mano, o cará passou com a inovação, ó. Live com participação no mesmo ambiente. É cenário aqui, ó. Isso aqui, ó. Isso aqui é inovação. Inovação. Ninguém nunca pensou nisso. Ninguém nunca. Vocês não sabem, mas a parede do Bruno aqui é cor de rosa. Se eu bater ele pintou. É caiinho vai ficar chateado. Cara, é inovação inovadora, que é novo, novo formato, novo modelo, que é empreendedorismo digital. A gente pensa em tudo, não é porque na casa dele tá sem luz e por isso que ele veio para cá. E o pior é que isso é verdade. Quer contar essa história? Fica à vontade. Ah, a avisou lá que ia desligar a luz para fazer melhorias, né? É, a avisou, vai ter melhorias. Vai ter melhorias. E aí, para ter melhoria você vai ficar sem luz. Aí, que que o André fez? Veio pra minha casa que aí a gente consegue fazer a live aqui. Pera aí, deixa eu botar mais aqui para aparecer nós dois aí. Pronto. Aí, máximo. Aí, aí, ó. Parece, cara, parece que a gente é dupla sertaneja, literalmente. Vai ficar totalmente a Lisa, a Jéssica tá perguntando se tá tudo bem. Eu acho que você deveria responder se tá tudo bem. E se não tiver tudo bem, procura terapia, tá bom? Eu recomendo sempre terapia pras pessoas. Mas é isso, leia a revista da Zelota, tá, minha gente? Leia a revista Zelota. André, fundador da revista Zelota. Daqui a pouco eu vou perguntar sobre isso, mas o nosso papo hoje aqui é sobre outra coisa. Tal fone que eu esqueci. Ah, um fone é desse aqui, tá? Desse aqui, tá? Que aí você sente o ambiente, ó. Ó que priminha gostosa. Ah, bom demais, pô. É, moleque, tem que ter trilha sonora. É muita inovação, muita, muita coisa que ninguém nunca pensou. Quer café? Com certeza. Açúcar, com certeza. Só coisa boa. Vocês estão conseguindo ouvir bem? Se não consigo dar uma ajeitadinha aqui no microfone. É isso. É uma Lisa tem um ponto. Te entendo. A gente nunca tá bem. Nunca tá bem. Mas é isso. Tá dando para ouvir tranquilo? Como é que tá o áudio aí para vocês? Eu espero que seja tranquilo pra gente ir se ajustando aqui. Vamos lá, cara. Eu espero que vocês tenham assistido o Andor porque vale muito a pena e esse papo aqui. Ah, excelente. Obrigado. Obrigado, Kevin. O áudio tá bom. Tá bom, tá bom, tá bom. Que bom, que bom, que bom. Porque às vezes, né? E aqui a gente também não tá com microfone, um para cada um. Estamos dividindo o microfone. É, parece o microfone do Silvio Santos. É muito bom. É aquele microfonezinho lá. Então a gente tem que falar meio alto em bom tom, porque aí vocês consigam. Muito bem. Obrigado. Obrigado. Obrigado, Jéssica. Valeu. Valeu demais aí o toque. Vamos lá. Pera aí, pera aí. Botar um turum. Não parece, cara. Comentar uma vez que essa música aqui parece música do do daquele joguinho do Pokémon. Parece mesmo. Parece mesmo. Eu que fiz. Então ficou bom mesmo. É nerd por esporte. Tá bem. Já pode fazer trilha sonora de uma série de jogo chamada Persona. Tá traduzindo esse jogo? Não. Não. Mas eu vou. Eu não conheço. Qual que é esse jogo? É jogo de insel. Lisa, você tem razão. Ele tá há um mês fazendo esse trabalho de semel para depois ver com Tem toda razão. Você adivinhou o futuro dessa conversa aqui. Isa, você tem toda a razão. Toda a razão. Absolutamente tem razão. Mas bora lá. Bora lá. Pera aí. Pera aí. Cara, eu tenho uma pergunta muito séria e muito importante. Se você fosse pra gente poder começar a conversar a respeito do Aí a gente deu munição aí para munição pra Lisa, né? Munição para posição aí, ó. Agora a Lisa tem tem munição para poder falar que ela tava certa e ela sempre certa e eu que tava errado de pressupor que você não tava participando dessa experiência. Aí tudo bem, cara. Você fosse Andor é uma série maravilhosa, né? Então assim, espero que as pessoas tenham assistido o Andr. Se elas não assistiram, deveriam, estão fazendo errado. É, até porque a gente não vai poupar de contar nada aqui, né? Vai ter spoiler. É, mano, o negócio aí tá maior cota já. Devia ter assistido pelo menos a primeira temporada. Se assistiu a primeira já tá satisfeito e pelo menos já vai dar para um papo. Mas se você for apresentar o enredo de Andí, perdão. Tô péssimo entrevistador porque eu já conheço André. André, eu não te não te apresentei pras pessoas assim educadamente, né? Se você se apresenta aí com todas as suas qualificações. Com as minhas qualificações. Eu sou André Canaciro. Ah, um, como disse a Elisa, né? Um ensaio em recuperação aí. Sou um do biólogo, sapólogo, ex-sapólogo, fundador da revista Zelota, ã, com o Felipe Carmo. E e aí é isso, tradutor, jornalista na e mestre em língua em bíblia hebraica. mestre em Bíblia Hebraica, de biólogo que estudava sapos, um sapólogo para mestre em Bíblia hebraica, para estudar jumentos. O pior é que isso não foi uma ofensa gratuita, tá? Porque alguém pode pensar, olha como eles são ousados, eles ofendem os crentes que leem a Bíblia. Não é estudei jumento mesmo. É sério. Estudei a narrativa de Balaão. Narrativa da jumenta de Balaão. Então assim, não foi uma ofensa gratuita. O cara realmente estudou jumento no mestrado dele, que é uma excelente piada. Um sapólogo e um burrólogo. E fundador da revista Zelota junto com o Felipe Carmo, como ele comentou, nosso excelentíssimo eh Felipe Carmo. E André, além de tudo, é vizinho, mora aqui perto de casa, acidentalmente a gente acabou morar aqui, morando aqui perto. Então estamos aqui nesse nessa mesma correria, só que ali no Regina tá sem luz, aqui no Germânia não. Então vantagem pro Germânia nesse momento. Amanhã pode ser que esteja um a um e a gente fique sem também. Qualquer momento pode acontecer esse tipo de coisa. Se aparecer o Bruno fazendo live lá da minha casa com um monte de cachorro atrás, é porque acabou a luz no Germânia. Provável. Carapa. Na série Andor eu posso dizer que ele não morre. Só vou soltar. Na série do Andor ele não morre. Mas aí depois você trabalha o pós série. O que pode acontecer? Caraca, você tá falando de Andor ou da Bíblia? É o a jumenta morre alguma hora. Ela morreu, né? Justo. Em algum momento a J morreu, mas tudo bem. É o currículo mais aleatório possível, com certeza. O cara é biólogo e aí ele estudava sapos e depois vi estudar bíblia hebraica. Eu também considero uma completamente aleatório. Trabalha hoje com tradutor. Mas não é um tradutor qualquer. Você traduz o quê, mano? Eh, jogo de videogame incel. Exatamente o que a gente dito até esse momento. Examente. O cara traduz jogos de videogame. Que André, como é que tá o trabalho aí? Tá difícil, cara. Tá dando quebra no dedo que fica jogando lá. [ __ ] trabalho da poxa. Complicado. Ai ai ai ai ai. É, o Felipe tem um ponto. Não fui eu que trouxe a piada. É, mas eu já sabia. Eu já sabia que não fui eu quem falei isso. Mas Felipe tem um ponto, né, que eu acho que invocar Jesus para uma live é um pouco de abuso do poder de Deus. Sim. Sim. Eh, para dar credibilidade para aquilo que a gente conversa, nós precisamos de alguém que tem autoridade suficiente para isso. E aí, no caso, autoridade divina, o filho do Altíssimo. O filho do altíssimo. Agora a gente pode falar que todo mundo que discordar do que a gente falar sobre under vai de tobogan pro inferno. Vai conhecer o baixíssimo. Vai baixíssimo, cara. Eu adoro essa do baixíssimo. O altíssimo. É o filho do Altíssimo e o filho do baixíssimo. Vai sentar no colo do baixíssimo. Eu gosto desse apelidinho. É um apelidinho diferente. Mas é isso. Mas o Felipe tem um ponto. Felipe tem um ponto. Mas Felipe, eu eu vou tentar economizar as piadas a respeito de Jesus porque André já tá cansado. Ele ouvi isso há 33 anos. Nos eh ele ouv isso há bastante tempo e eu sempre faço a piadinha. Então eu tenho vou tentar contar. fazer piada aí, só seja criativo. Hum, boa. Importante a gente ser criativo. Essa é a única existência. T fazendo a mesma piada, aí já enche o saco, né? Exatamente. Tobogan é legal? Aí eu não sei responder porque você que manda o pessoal de tobogan. É, eu mando. Nunca fui, né? Faz sentido. Então ele nunca desceu. Mas pera, tudo bem. Ele não foi de tobogan para lá. De tobogan não. Sabemos por outros meios, mas de tobogan ele não passou ali para para conhecer. Mas é uma pergunta relevante e pertinente, então fica aí o apontamento. Mas esse André, gente, aí eu uma coisa importante, leiam os textos do André, o trabalho é brilhante e ele, já que a gente falou sobre tobogan, importante, então tô com medo onde a gente vai parar, né, gente? Tomogan assim, o baixíssimo, como a gente comentou agora, teve uma pessoa que certa feita te entregou o baixíssimo. Ah, que você quer comentar a respeito disso? Teve um ser humano que determinada feito, em uma determinada circunstância, olhou para um cara que parece Jesus e entregou ele no colo do capeta. Literalmente falou: "Vai pro colo do capeta". E foi o nosso querido Indiana Jones brasileiro aí, né? O o nosso queridíssimo não segurando para não não ser processado. Ah, tá. Não, você pode falar piada se você quiser. Agora ten com medo também. Não, é que a minha era muito ruim. Ah, não, foi, foi o nosso queridíssimo aí, Rodrigo Silva. Só procura o nome dele lá na revista Zelotes, você vai achar, inclusive ele falando mal da gente no Flow. Cara, a gente é muito famoso. Muito importante. Muito importante. Rodrigo Silva que lê, assim como outro pastor adventista que se chama Michelson Borges, os dois leem a revista Zelota no sigilo religiosamente. Religiosamente. Bons tempos, eram tempos imemoriais que a gente poôde vivenciar esse momento. Mas já rolou isso, né? Precisa ver como o André é um cara importante. Ele conseguiu ser enviado por causa do capeta pelo arqueólogo brasileiro que gosta de fazer turismo para Israel. Então é interessante isso aí. importante. Ele não tá fazendo turismo lá agora, não, né? Ai Jesus, segura minha língua. Não, você o outro. Mas é não. Ai, que vontade de falar uns bagulhos, mas a gente segura. A gente se segura porque a gente tem bom senso. É isso ai, que mundo diferente que a gente vive. Mas vamos lá. Queridos, queridas e queridos que estão aqui, né? H, não, não vou publicar essa informação, F por bom senso, mas alguém pode responder ali no chat. Eh, cara, se você fosse comentar isso, apresentar Andor, começando aqui o nosso tema, você fosse apresentar Andor pra galera, como é que você daria um enredo inicial assim? en redo inicial. É, é. A primeira coisa que eu diria é que não é uma história de Star Wars que é tão boa que não parece Star Wars. PR Carapa ficou contente com isso. Talvez ele assist pro pessoal assistir porque eu sei que muita gente, para quem eu indico, essa série, tá de saco cheio de Star Wars. Mas por culpa de Star Wars, por culpa de Star Wars. Exatamente. Por culpa da própria franquia. E eu diria que é a trajetória de radicalização de um Zé Ninguém e a construção de um movimento revolucionário no meio de uma ditadura. Sensacional, né? É bonito. É da hora porque assim, se você, na minha impressão, sei você concorda, se você tira todo o elemento do Star Wars, exceto esse enredo principal de que tem um império e uma rebelião, se você tira o elemento Star Wars, não faz nenhuma falta. Não, não faz. O universo, não faz falta o universo Star Wars paraa série, o que eu achei brilhante, para mim foi muito legal que o já não aguentava mais sabre de luz e escolhidos. É, escolhidos, principalmente. Já deu escolhido, né? Já deu de escolhido. Que quem nunca assistiu Star Wars, pelo amor de Deus, deveria assistir, nem que seja só para entender o que eu definiu a cultura geek e pop, né? você não precisa gostar, tem muita referência, aquela coisa toda. Tem a famosa família Skywalker, que é uma aristocracia definida porque é a força que isso. E aí essa família ela vai se perpetuando com heróis, né? Um herói atrás do outro e aí são os escolhidos, né? Aqueles caras selecionados, os iluminados que vão fazer as grandes vitórias e tal, os profetizados. Ah, isso é muito chato, com todo respeito, gente. É muito desagradável assim, não. Eu tenho zero paciência. Tipo, no primeira, na primeira levada, eu até, né, os primeiros três filmes lá, o clássico, tranquilo. Fizeram prequel ruim, mas tranquilo. Nos novos, quando recuperaram a família Skywalker de novo, eu falei: "Ah, não". Aí é, mas aí foi aquele essa, esse tal de episódio nove que nunca existiu. É. Não, a gente vai fingir que nunca exist. A gente vai fingir que não desistir aquela desgraça. Não pode, cara. É muito ruim. Que é isso? Você E aí eu ponto pra Duna nesse sentido de ser uma crítica a esse lance de você ter o escolhido. E o escolhido, na verdade, é uma coisa que é temerária, né? Pô, esse cara é o único poderoso, o único cara que faz tudo. E é Andor me parece meio que uma oposição disso, né? Total, total. Cara completamente distinto. O zerro. Quem é o personagem Andor? Personagem under é um, como que eu diria, um maloqueiro, um trambiqueiro de um planeta que é uma grande quebrada. Eh, um trambiqueiro que é adotado, é o filho adotivo de uma contrabandista que foi resgatado de um planeta em ele era um indígena de um planeta e foi resgatado de lá para essa contrabandista e esse planeta estava em plena destruição pela extração de riquezas inescrupulosas do império. Ele foi tirar de lá para uma confrabandista quando era moleque e desde então ele virou um trambiqueiro profissional e que odeio o império, mas não acredita em qualquer movimento. Tava pegando um pelo de gato, eh, gato, pegando no ar. Eh, senhor Miag, passa R. Eh, ele ele virou um tromiqueiro profissional que odeia o império, mas não tem qualquer esperança numa solução coletiva e ele só quer fazer fazer os corre dele eh até o dia que ele for pego. E aí esse dia começa a se aproximar, né? E aí ele começa a ver que é cada vez mais impossível não se envolver com a construção de uma luta coletiva. Forçado pela vida. Eu tenho que tomar essa posição. Forçado pela vida. Pô, esse comentário aqui é muito bom, cara. Cem faz parte da feira do rolo de peças da nav de Navinho. Exatamente. Exatamente isso. Ele faz parte do grande esquema que faz a feira do rolo das peças de nave, né? Então e esse lance é muito massa, cara. é um personagem que ele ele reúne muito muitos elementos sutis assim, mas é massa. O cara é indígena, o cara tem que fugir porque a o dedo dele foi destroçada. É uma contrabandista que pega o cara, ele vira trambiqueiro. Um trambiqueiro que faz parte de um planeta inteiro trambiqueiro e que o pessoal vai para lá só para fazer contrabanda e todo mundo sabe. É muito massa. É um personagem autenticamente latino-americano, né? Perfeito. Planeta dele é um planeta latino-americano. Aí a escolha do Diego Luna para ser o cara que vai vai ser o personagem é maravilhoso. Diego Luna, um mexicano para fazer esse personagem. Mexicano que já quando era moleque ia em manifestação em apoio a causa zapatista. Fica a informação aí. A gente verificou. Não, mas não importa. Ah, que bom. Ele verificou porque eu não tinha verificado. Verifiquei. Eu verifiquei quanto eu tava esperando. Eu fiquei com a fic. Eu fiquei com a FIC de que ele tinha alguma conexão com o Zapatistas e falou: "Eu vou passar essa informação e dizer: "Eu não verifiquei, mas Danice porque eu gostei da FIC". Ih, e não só isso. Uns anos atrás ele tava indo lá visitar chiapas e postando foto. Postando foto. Ah, pô, o cara é não é embaçado, cara. É, é, é embaçado, é embaçado. E isso, isso do, do, do CIA ser um personagem tão deserruela, mas que tem uma malandragem. Em geral, me parece que nos roteiros seria assim, você que tá acompanhando, vê se você confere e considera isso válido. Esses personagens que são outsider, são os pequenininhos, tal, eles vão e eles normalmente desestabilizam uma ordem no sentido assim, aí eles fazem porque eles têm uma coisa especial, então eles vão se tornando grandes líderes porque eles chegam fazendo o que eles têm vontade. E o Wandor não é isso. Ele não é um personagem que, tipo, ele é espontâneo. Ele tem suas vontades, ele tem suas contradições, ele fica puto com as ordens que ele recebe da rebelião ou de quem tá organizando a rebelião, mas ele é um cara que ao mesmo tempo, apesar de tudo isso, se submete a uma a uma ordem da da rebelião, de um grupo coletivo para fazer o trampo dele. Ele, eu achei isso na primeira temporada, isso fica muito claro, ele tá pulo da vida, mas ao invés dele fazendo o que ele tem vontade, ele se organiza junto com as pessoas e aí se submete, inclusive, a gente pede coisa para ele fazer. Sim. É, ele tem um senso de inovação, de criatividade, fazer as coisas do jeito dele, mas isso tá sujeito à lealdade que ele tem a causa. Então ele vai, ele vai lá pro pro planeta lá, como é que é? O Aldan Ald para roubar lá o roubar o banco do do império lá. Ele tem as suas inovações estratégicas, táticas ali para mudar os planos, o que fazer para para entrar lá no no banco, mas a lealdade dele é com aquela causa ali, né? Mesmo que naquela época ali ainda não tivesse completamente comprometido, né? Ele tava ali como mercenário, tal, mas mesmo assim na hora que o o cara lá oferece para ele, ah, cada um rouba metade, vamos embora, ele mata o cara na hora sem pestanejar, né? Não pensa duas vezes, que é uma cena que até assusta. É, assusta naquele momento e tá puxa, não tava esperando por essa. Imaginei que o cara ia ficar uma lição de moral, né? Tipo, eu falo assim: "Ah, seu bandidinho sem moral". E aí ele levanta e avisa os amiguinhos: "Olha, ele quer trair vocês". Não, ele vai lá dar uma balaço do maluco e falou: "Meu Deus, calma, Andor". Mas é porque ele é um personagem que ele é fora da lei, né? Ele é um personagem fora da lei. Ele não é um personagem idealizado. Ele é um fora da lei. Então ele faz umas paradas fal não precisava disso. Não é um personagem idealizado e não é um contexto idealizado também, né? É um é um contexto que exige dureza, né? Exige que as decisões sejam muito, muito traumáticas, especialmente nessa primeira temporada, na segunda também, né? Mas especialmente na primeira acho que fica muito claro como é difícil a articulação e mobilização dentro de uma ditadura, né? Opa. Toda essa esse arco de Aldim me faz muito eco de mobilizações aqui da ditadura militar. assalto a banco que fizeram aqui de como eles tinham que lidar com o traidor, fugir fugir imediatamente, sabe como é? Então é é um bagulho duro, difícil. Às vezes você tem que tomar umas decisões que depois os anos de bonança vão ser vistas como cruéis. Exatamente. E é o que o Kevin comentou aqui, ele mata o cara e na época ele nem tava fechadão com o movimento, tinha aceitado participar só do roubo. E era isso, ele falou o quê? Sou um ladrão mercenário aqui, vim ajudar vocês no roubo, depois vou pegar minha parte e ele pega a parte dele e vai embora. Ele não fecha com com o negócio. Mas a tomada de decisão dele ali, de eliminação desse outro cara, é uma um um ato de alguém que é fora da lei. Ele não tem essa moral do herói de maneira nenhuma. Ele não tem, mas ao mesmo tempo ele tá ali pelo certo. É, é aí que tá. É o pelo certo. O combinado é o combinado, pô. Não vai traição não. E é engraçado que que o e Kevin, a galera que tá tá trocando ideia com a gente, tem um um um texto muito famoso do Platão, que o pessoal lê pouco, que ele fala assim que a ética ela é algo inerente a qualquer organização humana, ainda que seja uma ética de ladrões. Aham. Porque quando você faz um grupo de de ladrões, você tem que no mínimo respeitar que eu não vou tomar a tua parte e eu também não vou te eliminar. Sim. e pra gente poder fazer o roubo, realizar o roubo e e ter o nosso sucesso. Então, eh, o Andor ali tá nesse limite de ética de ladrões, ética, ética de um grupo de ladrões que eu não posso roubar tua parte, então cada um faz o seu e eu também não vou te eliminar porque a gente a gente tem que cumprir aqui. Só que o cara ia roubar e ia eliminar os outros. Então, para evitar um mal maior com o grupo, ele elimina o cara e faz o corre dele. E ele não queria se lascar, né? Então é, é muito massa, pô. É muito massa. Antes a gente seguir mais um pouquinho, se vocês não assistiram, o Andro, assiste. Cara, essas essas essa o roubo ao Dani é muito legal de acompanhar essa essa cena. E essa essa eles vão para um planeta isolado, para quem não assistiu, vários spoilers também, eles vão para um para um planeta isolado, que é um planeta meio nativo, a galera tem suas tradições e aí tem um império que chega, coloniza e tá fazendo uma extração de de determinados recursos e tem um banker, tem um monte de coisa lá de modernização. Uhum. E nesse mesmo momento que tá apresentando a gente a esse universo, a gente descobre o passado do Andor como indígena, como alguém de um país, de um planeta nativo, rudimentar e tal. Então essas conexões elas são muito sutis, mas é muito legal, cara. A construção da história é muito boa. Eu sou sou fanático para esse bagulho aqui. Fala Brian. A gente não se conhece ainda, cara, mas a gente participa de bancas de TCC. Sim, deixa eu fazer o meu mechã agora que eu tô precisando aí fazer mais bank de de de TCC. de doutorado, mestrado. Ano passado eu participei da minha primeira de doutorado avaliador e tô topando. Claro. Bora trocar uma ideia. Meu e-mail tá em algum lugar aqui no aqui no canal mesmo. É fácil de achar o e-mail. Mandar, eu vou escrever um bannerzinho com meu e-mail. Ah, não, eu sei como achar. Como eu sou, cara, eu sou muito ruim de propaganda e autopromoção. O meu e-mail é essa chave do Pix maravilhosa que tá aqui embaixo. Então você pode utilizar tanto quanto e-mail quanto Pix. Mas não, para fazer parte da banca não tem Pix. Não faço nada obviamente, né? A gente só convidar que a gente tá trocando ideia, pô. Ia ser massa. Bora, bora trocar ideia. Mas vou deixar aí a chave do Pix rodando um pouquinho porque por motivos de vai que, né? Importante, vai que alguém vê. Mas é isso, pô. Pode crer. Kevin aqui. Tem toda a razão, cara. A caracterização dos planetas é muito legal. É muito legal. Eu também acho muito massa. E a e as os contrastes sim entre a um planeta que tem cara de capital, um planeta que tem cara de interior, o planeta que tem cara de de ser um planeta só de trambique mesmo, do rolo, de uma quebrada, pô, é muito massa. É o E isso você pega outras coisas de Sir ultimamente, tem uma uma sensação assim de que nada daquilo é real. Sim. E e claro, não é mesmo, tá sempre aquelas telas verde, aquelas [ __ ] toda lá, mas o underor ele tá muito preocupado com o chão, né? Ele tá assim, a câmera tá sempre no chão, tá sempre mostrando as texturas, mostrando os prédios, mostrando os buracos. Eh, e tem muita referência boa também, né? Tipo, claro, tem muita referência universo tipo perx e que é o planeta do Trambique, uma das grandes inspirações, se não me engano, e não verifiquei, não verifiquei. Informação não verificada. Informação não verificada. Fica aí o alerta. Uma das grandes inspirações, inspirações aí é a batalha de algos. Ah, que da hora. O o filme lá que da hora que é sobre a revolução angelina, né? A gente sabe isso. É verdade. Não, mas Dan a gente alguma coisa foi inspirada nesse filme, algo de errado. Tá certo. Mas não. E cara, você falou de de filmar o chão, tal, a cena da prisão, o episódio da prisão em que ele é preso, ele vai para aquela prisão, aquela prisão que todo o controle tá em você tá em contato com o pé no chão. Sim. E se você faz alguma coisa errada, você toma um choque. Ele é trocutado pro meio do seu pé, né? Coisa maravilhosa aqui. Eh, e aquele episódio inteiro, ele começa todas, praticamente todas as cenas mostrando o pé das pessoas. Sim. Então, o o Andor tá na prisão, começa mostrando o pé dele descalço, muda para uma cena da Mira dentro da num escritório dela lá e o a cena começa com ela com na bota dela, ela com pé seguro na com a bota dela no chão e aí ela no escritório ou ela na reunião e tal. Cara, isso é muito massa. Eu falei, cara, eles é muito bem construída essa série. Ela é muito muito muito boa. E aproveitando a Mira, aproveitando a personagem Mira, vai quem é personagem Mira, porque é uma das antagonistas da série, cara. A Dedra Mir é uma fascista desgraçada. A gente começou bem na apresentação. Você vai adorar essa personagem. eh, é uma das antagonistas aí da série. Ela é uma orfan que foi criada no orfanato do império, cresceu para ser uma uma militante fanática. Aí virou um quadro do do império, entrou pra inteligência, a CIA lá do império, que é a BSI lá. E ela desde o começo da primeira temporada, ela começa a construir essa obsessão por descobrir que quem está articulando essa revolução, né, essa rebelião e e enxergando padrões onde outras pessoas só vem roubos aleatórios. E ela é a pessoa que vai fazer o que o Cer não faz, né, que é contornar as regras e passar por cima do da organização para fazer o que ela acha certo. Sim. e que é descobrir quem quem são os responsáveis por essa rebelião, né? Eh, e ela assim é uma personagem muito bem construída, muito engraçada, porque você termina a série odiando essa mulher e e aí você vai descobrir que a atriz é uma pessoa maravilhosa, uma pessoa maravilhosa, inclusive proserdola de plantão, ela fez a voz da Jennifer no jogo The Witcher 3. Guarda essa informação. E e ela é uma uma voz ativa aí a favor da Palestina, cara. E aí é aquele negócio, né? A gente tem tem que fazer esse tipo de aviso. Por quê? Para você não confundir o personagem com o ator. Umas senhoras que vão no mercado e reclamam da atriz que tá fazendo a vila da novela e aí ela começa a gritar com a pessoa: "Sa pessoa horrível, não faça isso com a Verinha". Tá ligado? Sou sua atriz. Às vezes é importante avisar o Nerdola que isso, né? Também não pode confundir o personagem com com ator e com a atriz. Vai que ele reproduz a prática de senhoras do mercado. É trarder dó e a senhora do mercado tem muito pouca diferenças. Tem poucas diferenças. Pens bom, eu não vou falar com Mas vamos lá. Tirando essa parte importante aqui, a gente sim é a favor das fake news, desde que elas sejam legais, né? Mas a gente avisa daí que a gente não verificou a informação. É importante você avisar. Não pode soltar informação não verificada. Como se ela fosse verificada? Não foi verificado. Preciso criar um banner. Não foi verificado, ficou para outro momento. Pô, da hora o Kevin comentando que o Massacre de Gorman é bem o contexto dessa batalha que o que o André citou que o Massque de Gorman na segunda que é na segunda temporada também já vamos chegar nessa cena também que é uma cena poderosa, poderosa, muito bom da gente tocar as ideia, mas o ainda construindo a a mira, por exemplo, isso que você falou para mim é o que mais pega no roteiro inteiro e aí eu já vou entregar o ouro agora. O que mais pega para mim no roteiro inteiro da de Andor é que toda vez que alguém quer ser espontâneo e fazer o que deu vontade, ah, me deu vontade de fazer. Então, a mira para ela cumprir com a lei do império, ela quebra uma porrada de protocolo e de processo porque ela deu vontade. Então, eu quero pegar o cara que é o líder da rebelião, ela vai descumprindo uma porrada de lei para fazer isso. Mesma coisa o Sir lá, o Sim, o que é o cara que tem uma obsessão com Andor, né, o Sérgio Moro, né? que você falou é o Sérgio Moro. A gente teve uma conversa sobre el o Sérgio Moro ali é um personagem interessante, mas a gente já chega no Sérgio Moro que é o Silvo, mas a a Mira ela tem essa obsessão, ela faz isso. E toda vez que ela quebra a lei para os, na verdade não é nem lei, ela quebra protocolos, processos de organização, ela faz isso para fazer cumprir o o a obsessão dela em pegar o líder da rebelião, fazer o seu nome. Tem um lance ali de que ela quer crescer na empresa, né? Ela quer crescer dentro da do império lá, BSI, né? Ela quer crescer ali dentro. E toda vez que ela faz isso, ela tem efeitos catastróficos na tomada de decisão dela para ela e para outros. Sim. E é engraçado porque aí ela é recompensada em certo sentido porque por ela ter esse perfil, ela é chamada para um trabalho secreto que tem a ver com Gorman, que é que o Kevin comentou, né? Que tem a ver com o que eles vão fazer naquele planeta. Mas por causa desse perfil de passar por cima da lei, de ir fazer na obsessão dela. Mas ainda assim os efeitos desse perfil dela são terríveis para ela e para outros. Isso. Isso eu achei muito interessante. E também que é a mesma coisa que o Cal. Apresenta pra gente o Cal. Não, o Zero é um mimadinho aí de classe média. É o Sérgio Moro, mano. Não tem como igualzinho. Depois que o Bruno falou, não tem como desver. Você vê o Sir fala Sérgio M. É Sérgio M só não tem voz de pato. Mas se tivesse até a boquinha de discético. É o o CN é um mimadinho aí de classe média, nascido em Coruscante, o planeta capital, criado por uma mãe aí quase que literalmente leite com perira, literalmente, né? É o leitinho azul lá que ele come com ele fica comendo aquele cereal dele. [ __ ] maravilhosa aquela. E ele se enxerga como um herói, um cara que vai se tornar um herói do império, um herói da lei da ordem. Ele faz exatamente, ele faz isso num nível muito maior do que a Dedra, de passar por cima de ordem, passar por cima de protocolo. Ele faz o ele passa por cima de todo mundo, viola tudo quanto é protocolo de organização para fazer o que ele acha que vai tornar ele um herói, que ele é o escolhido para caçar o under. Exatamente. Ele é o escolhido para caçar o Cander. E ele passa por cima de todo mundo e ele se só se ferra por causa disso. Só se ferra toda vez. Não. E e é da hora porque ele a apresentação dele na série é ele com um uniforme todo na estica assim que é numa corporação policial pequena, como se fosse uma GCM menor sem de poder de polícia. É uma segurança terceirizada, né? É isso. Exatamente. Que nem tem al tanto tanto tanta gerência assim. Uhum. E ele é obsecado em fazer ser mais justo que a lei, né? Porque ele também quer crescer, essa coisa toda. E ele chega lá e a corporação ela é corrompida. Os caras são meio tipo, ah, mano, larga isso aí, nem tem importância e todo mundo é corrupto dentro do negócio, mas ele é um certinho assim. No primeiro episódio isso já me me conquistou porque não é nem que o negócio é corrupto, né? É que o chefe dele fala: "Ó, esses dois guardas que que o Andor matou, né? Ele não sabia quem era Andor, esses dois guardas que foram assassinado aí, eles estavam fazendo merda. Claramente estavam fazendo merda. Eles estavam num lugar que eles não podiam estar, num tipo de num tipo de bar que a gente não podia ter. E então, ó, consumindo coisas que eles não deveriam consumir, que não deveriam consumir. Então assim, eh, não investiga isso porque só vai ser ruim pra gente. Exatamente. Esses caras não merecem uma investigação. Muitas camadas de corrupção. Muitas camadas de corrupção. E aí o o o Ciro, ele não não só tem, acho que maior do que a obsessão dele pelo certo, é a obsessão dele pelo pela imagem. Sim. Da ordem, né? Então o ele não não se importa com o fato de que esses dois policiais morreram fazendo merda, de que eles não eles estavam na ilegalidade de investigar isso vai expor essas ilegalidades. Não, preocupação dele é dois policiais foram mortos. Precisamos vingar esses dois policiais. É a imagem da da corporação, né? A imagem da lei da ordem. Eh, isso vale mais do que qualquer outra coisa, mais do que o certo, inclusive. Sim, sim, sim, sim. A estética da ordem, da organização. E é muito louco porque aí o a corporação ela é pequena. O o Seri, ele é só um cara todo fardadinho, mimadinho. Ele quer ser mais justo que a lei na execução da lei. E aí quando ele vê que deu errado, ela já metem um spoiler aqui. A série começa com Andor matando dois policiais. Guarda informação aí. primeira cena do da série, provavelmente um monte de gente já ficou interessado só por esse fato. E aí menos 3 minutos da série. E aí o o por causa desse crime que o Andre comete em cima de outros crimes cometidos anterior, é muito crime em cima de crime, mas tudo bem, tem muito crime sendo cometido. Mas os do os crimes do C, a gente passa pano, a gente passa pano, lógico que a gente passa pano, porque quando é do nosso lado a gente fica feliz. Mas o o é crime atrás de crime. E o cara, esse Cal vai ver o o descobre quem é o Wer também por uma obsessão, ele é um maluco maluco. Ele fica obsecado em prender o Wor pela lei e pela ordem, pela imagem dele e ele passa a série inteira caçando o Andor e desrespeitando tudo quanto é protocolo para atingir o seu objetivo. Sim. E aí, novamente, assim como a Mera, a Meira lá, ele toda vez que ele faz o aquilo que ele tem vontade, que ele tem desejo para realizar o seu objetivo, descumprindo a organização, ele é punido. Sim. O o roteiro pune todo mundo que faz isso. É, ele se se ferra muito mais que a Dedra, inclusiveó só no final que a Dedra se ferra bem assim, né? Mas eh durante a série o Ciro é se ferra uma vez a cada dois episódios por descumprir esses protocolos aí. Um dos uma das melhores partes da série é ver o Círio se ferrar. É o quadro assim da Citycom. Veja o Sérgio Moro tomando Pronto. E aqui ó, como já que a gente falou Sérgio Moro e Círio, o Círio é bem inexperiente para o cargo que ele vai depois. Exato. Exatamente. Como um tal de Sérgio, na verdade, ele ocupa o cargo para cumprir uma função específica, que é um plano de acabar com a com a rebelião que tá por trás dele ou de para criar, por exemplo, a arma desse hora da morte. Ele tá sempre sendo uma peça no jogo e ele acha que ele é muito bom. Sim, ele acha que ele é muito bom e na verdade ele é só um otário. E aí um um otário de classe média, frustrado, ressentido, que se acha bonzão e que porque ele é o herói, ele tem que realizar aquele negócio e ele vai fazer seu salvador. Ele tem essa imagem de que ele é o salvador. O o Andor não tem essa imagem de que ele é salvador. Então o Andor ele submete as regras da rebelião. E aí a gente tem uma rebelião que se organiza e trabalha em processos organizados e um império que se se desestabiliza exatamente porque os agentes não estão organizados. Eles atuam para realizar o que eles consideram nobre, o que eles consideram certo e fazem paraa sua vontade. Isso me pega no roteiro por ser exatamente o contrário do que um texto de Hollywood faria. Não é o contrário especialmente de Star Wars, né? Absoluto. Absoluto. Tipo, eh, é muito louco porque o o Sírio e a o o império é ele é bastante organizado na série, né? Sim. Só que eh o Sírio, por exemplo, ao achar que ele não precisa se organizar, ao achar que ele pode passar por cima das coisas por para seguir sua obsessão pessoal aí, que vai tornar ele um herói, que vai concretizar aí a justiça e a ordem por ele agir espontaneamente, ele é usado por quem tá organizado. Justo. Então você pega, ele vai pra Gorman e aí é na segunda temporada, né, que o eles querem lá eh extrair um minério que só tem Gorman para poder construir a a estrela da morte. E única conexão grande com o universo grande conexão. Eh, e para isso eles precisam desestabilizar o planeta para justificar esse genocídio, né, que eles vão destruir o planeta para pegar os minérios, porque é vão pegar praticamente toda a a crosta do planeta, etc. Eh, e aí para isso a Dedra fala para eles, né, vocês precisam ter uma rebelião lá para fazer a coisa errada, coisa certa na hora errada. E aí ela vai e leva o Sírio, que é o marido dela nessa hora, né? E o sírio tá indo achando que vai para atrair a rebelião. Agora eu vou pegar o under. E aí no fim ele descobre que ele tava ajudando no genocídio. Exatamente. E entra em crise. E entra em crise. Entra em crise. Ele descobre no aos 45 do segundo tempo que ele estava sendo usado por quem estava de fato organizado enquanto ele tava fazendo o que dava na tele. E aí essa cena também é maravilhosa, porque o Siro descobre que ele tá participando de um genocídio, ele é um incompetente que ele faz. Ele só tem esse ar de que ele é nobre, de que ele é da moral, dos bons costumes, essa coisa toda. E bom, eu vou me controlar para outra janela que abriu aqui. Mas na hora que ele tá fazendo isso, no meio dessa crise, na cena, ele vê o Andor e o Andor era a grande obsessão dele. E fazia tempo que na história do Sir não aparecia o nome do Andor. Ele vê o Under, reconhece o Under e ele passou a série inteira caçando esse cara e ele vai atrás do Under para pegar o Under. Vou pegar o Andor no que ele tá indo pegar o Andor no meio dessa crise que tá numa guerra, tá numa luta, uma batalha naquela situação, ele pula em cima do Andor, vai para agredir o Andor, o Andor cai com aquela luta entre os dois e ele para olhando fixamente pro Andor, puto da vida, querendo destruir o Andor, o Andor olha para ele e fala: "Quem é você?" Porque a série inteira o Andor não fazia ideia de quem era o Sir que tava perseguindo ele. Isso é brilhante, mano. Isso é brilhante. que o cara passa a série inteira sem sendo perseguido por um cara e ele nem fazia ideia de que tinha esse grande plano. Sim. E aí o Andr tá vivendo a vida dele. O único que tava obsecado era o o Rai do Sir, ele era o único cara preocupado com essa perseguição. O Andrero perseguido, nem sabia porque ele tava preocupado com problemas maiores, né? Problemas coletivos. Ele não tava nessa examente nessa viagem aí de ser um herói romântico que vai salvar o mundo. E é justa como a gente tá falando, é oposto de Hollywood, é oposto de Star Wars, porque Star Wars desde o começo é isso, né? Assim, eu tenho muito carinho pelo pelos filmes, tirando episódio e tenho até pela pela segunda pela Purple, né, o episódio 1 2 3, eu tenho um carinho, eu tenho muito carinho pelo Jorge Lucas. Ele principalmente no 456 ali, ele tinha uma um paralelo claro ali com a a guerra no Vietnã, né? Vietnã em que a rebelião era os era os viets, os vietnamitas. Sim. Mas, eh, querendo ou não, o George Lucas ainda caía nas ciladas do herói romântico, na cilada eh da de ser um filme que tá ali mais preocupado em eh reciclar nostalgicamente alguns alguns tropos, alguns eh algumas estruturas narrativas. Daí o tem já tem muito texto do de marxista falando disso, do Frederick Jameson, do Mark Fisher falando de como o Star Wars sempre foi um um uma recu nostálgico desde o episódio 4ro. Era um recu nostálgico a sci-fi dos anos 50 e tudo mais, Space Opera. E sempre foi um bagulho do herói romântico, né? O herói romântico que passa por cima das regras, faz o que ele acha certo. Essa é Luke Skawalker faz isso, eh, Hansol faz isso, eh, é ter um crispe encantado, o Anakin faz isso, eh, até a hora que ele vira o Darth Vader, né? Estamos dando spoiler de todos os filmes aqui. Não tem nem Ah, pelo amor de Deus, não é spoiler, né, gente? Da que o mundo tá mundo aí, tá? É. E o único filme de Star Wars que fez diferente foi o episódio 8ito, né? Sim. que é o único o único bom da trilologia, né? Curiosamente que ele faz um movimento muito parecido, né? Que é de rebeldes achando que podem passar por cima da organização, que sabem mais do que a a rebelião organizada e a rebelião falando: "Não, não, não, não, você não sabe o que você tá fazendo". E eles tendam que engolir o que o que eles achavam que sabiam o que tava fazendo. E Andor faz a mesma coisa, né? Andor exatamente acaba com essa ideia de de herói romântico e tudo mais e mostra que eh a esperança, né? que a esperan uma nova esperança, esperança não sei o quê. E a rebelião são coisas construídas coletivamente, organizadas, com disciplina, trabalho duro. Disciplina. Exatamente. Não é tipo, me deu vontade, ai eu vim porque eu sou rebelde. Não, não é de eu sou rebelde não, meu irmão. Você tem que se organizar, tem que ser disciplinado. E é muito massa aqui, ó. O o Sir é morto por um militante pacifista de não violência. É verdade, cara. Essa cena também é muito boa. É, é o líder da do movimento pacifista de Gormon, que é um personagem, entre aspas, desnecessário. Ele poderia ser substituído por um poste, que não faria diferença, porque ele é um cara ali, um acessório para fazer a história desenrolar. Uhum. E ele mata o Siruel numa cena que o que mostra a futilidade da perseguição que o Sir tem com o Andor. É uma questão dele, é uma questão completamente fútil, individualista, eh fugaz, a frugalidade de sua, olha como isso tá bonito hoje na na linguagem. Mas ele tá ele ele tá nessa nessa nessa posição de fútil assim, cara, uma coisa interesseira só da sua posição. E aí quando um cara, um personagem aleatório acerta ele, essa cena é muito boa, porque o Silvio morre e a gente não sabe de onde veio o tiro. Parece um deus ex máquina ali para salvar o É, na verdade, um deus ex máquina para salvar o o o Andor. E quando a gente olha um personagem desnecessário, que mostra que toda essa cena foi toda a cena não, toda a trajetória do Sir foi fútil, foi inútil, foi do mesmo jeito, tipo, quem é você? E ele morre por um Zé Ninguém. E o Zé Ninguém mesmo que vira o herói que é o Andor, é porque ele tá organizado. E o Cb a perseguição dele, a trajetória dele é fútil. Então é essa cena de quem quem executa que é o tiozinho dos tecidos, tiozinho dos tecidos é um excelente nome aí pra gente criar um cara que seja tecladista de forró. E aí o o imagina na na sulanca lá de Caruaru, o cara faz tiozinho dos tecidos e vende os tecidos dele e o tapete que tem aqui em casa. Então imagina essa e esse cara completamente desnecessário. Uma morte fútil para um personagem que agiu de maneira fútil a sério. E é uma morte completamente eh sem glamor, né? Nenhum. Nenhum. Só toma o tiro, cai duro, acabou. Não, não tem nenhum melodrama, ele só morre. e toda essa essa esse arco do eh militante pacifista, né, dos militantes de Gorman também acho que é uma outra demonstração dessa dicotomia entre disciplina e organização e e rebeldia. Eh, e de onde vem essa disciplina, de onde vem essa organização, porque Gorman e o o Cer é mandado para lá pelo Luten, né, para ajudar eles a começar a fazer ação direta. Ah, eles querem roubar os carros forte do império aqui, tal. Aí o cara você chega lá e fala, ele olha, fala com o pessoal, aí ele volta, fala: "Lutei, não vai rolar, é um band de almofadinha de classe média, tá se radicalizando tarde demais, eles não vão aguentar a bronca. Vocês começarem, eles não vão aguentar o que vem depois. Então é melhor não mexer." E o Lutem fala: "Não interessa se eles não aguentam. Se eles não aguentar, é problema deles. E aí tem já tem uma dicotomia interessante aí que é o o e aí tem várias eh dicotomias aí, vários disputas, conflitos mesmo, conflitos, vários conflitos, várias formas diferentes de construir uma rebelião, uma revolução e que não são moralizadas, uma mais certa que a outra, uma, enfim, mas é muito interessante que o esse planeta que demorou demais para se organizar, que eh começou a querer partir para ação direta espontaneísta, sem se organizar propriamente, sem planejamento, sem nada, acaba caindo na armadilha do império e o Luen também, porque ele tava apoiando esse tipo de de movimento indisciplinado, esse movimento que não era organizado desde baixo com o tempo, porque o império queria justamente que uma rebelião mal organizada, despreparada, começasse naquele planeta para justificar, destruir o planeta inteiro, justificar o massacre subsequente. Eles são rebeldes, mata todo mundo. E exato. E depois o massacre que vem é justamente porque eles não estão preparados, né? Eles são massacr o o toda a a cena da luta do Sírio contra o Ander se dá no meio de um massacre de civis. Eh, e isso inclusive enfatiza o quão fútil é a luta do Sírio, né? que ele sai ali no meio daquele massacre desconsolado que acabou de descobrir que ele é cúmplice de um genocídio e ao invés de fazer alguma coisa a respeito, ele vê o Ander e fala: "Não, vou vou vou eh vingar, vou me vingar, vingar o meu o meu valor aqui, o meu orgulho ferido, eh, fazendo o que eu nasci para fazer, que é caçar o isso no meio de massacre de civismo, assim, eh, e isso é muito, isso é muito forte, é muito, é muito forte essa como o o como Gorman, como construir essa rebelião espontaneista, mal organizada de de ação direta de classe média ali de Gorman. Eh, acaba servindo aos propósitos do império. Sim. Acaba servindo os propósitos de construir a estrela da morte e inclusive acaba eh isso vai se reproduzindo em vários em várias escalas, né? tem nessas escalas maiores, mas por exemplo isso acontece logo de cara numa escala menor quando a Vel vai ajudar no roubo, né? Porque aí eu ia comentar isso exatamente essa cena que eu essa para mim é muito louco porque chega alguém para organizar um o roubo que o under não quer participar, o Andor olha e fala: "Mano, não estão organizados, não estão preparados para fazer uma ação direta". E aí ele tira o corpo fora. Aí o Lut manda então uma outra pessoa da rebelião, que é a Vel. A vel chega, ela encontra lá a companheira, porque ela tem uma relação que isso também é um veículo ofativo importante. E aí o roteiro, mais uma vez, e isso para mim é impressionante, não, o roteiro é implacável. Toda vez que alguém decide fazer uma ação espontânea sem respeitar a ordem, é punido. No caso, a ordem era: "Ninguém vai armado, só as duas, só as duas que sabem o que fazer com uma arma". Inclusive, ninguém vai armado. Aí um maluco desse movimento espontaneísta desorganizado, que tá querendo fazer geração direta, descumpre essa regra básica e vai armado. No que ele vai armado, ele entra em conflito com alguém que não tinha nada a ver com a história e acidentalmente executa uma das duas líderes que tinha chegado lá e com quem a gente tem algum vínculo como espectadores emocional com ela. Ou seja, o roteiro puniu mais uma vez uma ação espontaneista. Toda vez que alguém resolve agir de maneira espontânea, porque me deu vontade, é punido pelo roteiro. E toda vez, seja da rebelião, seja do império, e toda vez que alguém se submete a uma organização básica coletiva, é recompensado. E isso me leva a uma cena deprimente, mas que é importante a gente destacar. Toda vez que um personagem se submete a uma organização, é recompensado. Toda vez que ele não se submete, ele é punido. E a personagem BX apresenta ela pra gente, porque a gente vai chegar na cena mais dramática desse negócio. Pera aí, pera aí. Antes disso, vamos ver aqui os comentários que eu tô esquecendo. Eu gostei de Duna porque o herói já vem, já é meio vilão. É porque na verdade é esse o ponto ali. O o segredo de Duna é esse, Lisa, que o a ideia do eleito, a gente imediatamente se identifica com ele, porque a gente precisa desse salvador e a gente vê que ele tá ajudando o pessoal que que é que tá lascado. Só que esse poder desse salvador se converte imediatamente num poder executor contra inclusive a organização que eles estão fazendo ali. Ele toma decisões por conta dele. ele não respeita a a organização da luta coletiva. Então, por isso de Duno é maravilhoso, iscional e é uma crítica direta, longa alinhagem de sonhos heróicos, especialmente nerdolas, né? Sim, sim. Detro que dá letra para o império usar a rebelião. Exatamente. Ara é ligeira. Ela, por isso que ela tá naquele grupo seleto de quem vai planejar a a o a extração e destruição de Gorma, né? Ela porque ela sabe quebrar as leis para atingir seus objetivos e fazer esse tipo de malandragem que aquele uso da rebelião, uso de rebelião colorida, de revolução colorida, cara, tem muita coisa legalanda, pelo amor de Deus. É, é muita, muita reflexão interessante, obviamente, para benefício do império. Exatamente, K. Exatamente. Deixa eu ver se tem mais algum comentário que eu deixei passar que eu esqueci. Você tinha falado em apresenta o Ciro? Não, não era o Zero. Zero, que é um, é que os nomes Star Wars também são os nomezinhos desagradável de falar em português, o Ciril, mas pelo menos não tenho, porque assim, a gente sabe que ali no universo de Star Wars tem alguém que trabalha ali que é brasileiro. Por quê? Porque tem o Conde Doucu, é, tem aquele, como é que é? Tem um alguma coisa do pau. Ele tem algum brasileiro lá que tá morrendo de ri toda vez que ele trabalha com tem um brasileiro. Faz sentido. Faz sentido. Deve ser o Quando foi para Deve ser o cara da Disney. Porque na Disney, não sei se você já percebeu, todo personagem problemático se chama Bruno nos últimos anos. E Bruno não é um nome comum. Não é o nome que você vai falar qual que é o nome que eu vou botar no personagem. Bruno nos Estados Unidos. Eles nem sabem pronunciar Bruno. É Bruno. Ele não sabe falar Bruno. A Disney é Brunofóbic. Então eu acho, acho que tem algum algum cara que trabalha na Disney que se chama Bruno e ninguém que faz as animações gosta dele. E aí eles falam: "Já sei como a gente vai se vingar do Bruno. A gente vai todo personagem problemático, a gente vai fazer o quê? Nome Bruno. Aí eles vão fazer uma série sobre América Latina e precisa de um personagem que seja problemático, que é o do Encanto. Aham. Aí faz o Bruno. Aí faz o Bruno. Bruno é um nome que só tem no Brasil, meu amigo. Em nenhum outro país na América Latina tem um maluco chamado Bruno. E só tem aqui porque veio da Itália, porque tem um monte de colônia fascista e anarquista italiana que não fazia as duas coisas. Então aí botaram os nomes Bruno, mas aí o cara botou Bruno sendo uma série colombiana, um filme colombiano. Será que vem um gedai chamado do Bruno? Provavelmente ele vai ser problemático, ele vai ser alguém que que faz alguma coisa muito desagradável e o pessoal vai fazer piadinhas e músicas com ele. Mas comentário completamente aleatório, como eu tenho uma filha, eu tive que me aprofundar nesse universo Disney de desenhos. E aí, sabe por que o nome do cara é Bruno? Hã, do encanto. Hã, informação. Informação verificada. É só por causa da música do We don't Talk About Bruno. Não falamos de Bruno porque Bruno termina com no. We don't talk about Brun. No, no, no, no. Ah, só por isso. Só por isso. Que sem graça, né? Por causa da música. Aí para rimar com a musiquinha ficou p Falem do Nemic. Quer falar do Nemic antes da gente falar da BX? Vamos. Vamos falar do Nemic. Nemo que é importante Neno que é um um moleque um moleque juvenil aí que é um querido eh que ele é apresentado na primeira temporada no assalto aí a Aldani, ao banco de Aldani. Ele é um idealista aí, um rebelde que acredita na causa e um sonhador é o cara que é o cara que escreve a teoria e a propaganda e a agitação. E aí ele escreve o manifesto, né? Manifesto aí rebelde. E e ele morre logo depois. Coitado. Nem ele dura três episódios e morre. É, é o Nemes porque coitado, é um menino sem experiência metido num assalto a uma das maiores fortalezas do império no meio de uma ditadura militar fascista. Mas é legal porque ele é meio poeta, né? Ele é um cara sonhador, ele é um cara que ele escreve muito bem na O manifesto é muito legal e ele realmente acredita no negócio. E eu acho muito uma bruteza muito grande ele falecer, sofrer do falecimento, mas é uma bruteza que eu acho interessante no roteiro, porque não romantiza a luta do da rebelião. Sim, sim. E isso é muito massa também. Não é uma um ódio à rebelião. Não é tipo dizer assim: "A rebelião é legal, olha que fofa que ela é". Não, a rebelião ela é somente problemática. Um menino que escreveu o manifesto e que é um poeta e que é um menino todo animado e que acredita no negócio, ele morreu, mano. Morreu e não não por um ah porque a rebelião é ruim, é porque a revolução é um bagulho difícil, é um bagulho duro, cruel. Exatamente. É cruel. A luta política é difícil, é cruel. E e o Nem que é uma vítima dessa dessa luta, né? E e infeliz, né? Porque ele não morre em batalha, ele morre num acidente dentro da nave. Exato. Então assim, é por um efeito do processo, o cara morre entre aspas de maneira fútil, um acidente mesmo. Mas é não não romantiza a luta, não romantiza. E a Lisa tá desejando que a gente morra, tipo, o Nem que é vocês. Exatamente. Obrigado aí pelo carinho. Por isso que a gente vai fazer o quê? Evitar participar de assaltos. Nós já vamos deixar claro aqui que nós evitamos a prática do assalto. Nós não não não compactuamos. Não, não. Mentira. Não compactuamos com a nossa participação. Isso em assalto da banco. É exatamente. E no momento, no momento eu não compactuo com assaltos às 5 horas da manhã no ponto de ônibus. É isso aí. Eu não compactu isso eu posso afirmar. Eu não compactuo com dois caras numa moto. Isso eu posso afirmar com tranquilidade. Isso eu posso afirmar. É, espero a gente também espera que a gente não morra. A gente a gente trabalha para isso. A gente trabalha para não morrer literalmente. Então isso, vamos continuar trabalhando nessa, nessa metaí. A meta tá aberta e ela vai desdobrar um pouquinho, mas o Nem, apesar de morrer, ele ele é muito importante pr pra série, né? No último episódio ele tá aparecendo lá, que é uma um callback muito bom, um callback muito bom, que aí o líder da inteligência do imperial tá lá se ferrando, tá tudo desmoronando em volta dele, porque os planos da estrela da morte vazaram, a existência da da morte vazou e ele antes de se suicidar começa a escutar o manifesto do Nemic, que tá circulando por toda a galáxia. E é muito massa. E isso é muito legal. Muito dito isso, o Nem, que é o personagem que falece nesse processo, não há romantização da rebelião, não há romantização do próprio romance, da própria relação afetiva. É a própria, a grande romance que a gente tem na série é entre Andor e a outra personagem que é chamada BX, que eu vou a BX. Então, esse é o romance, o núcleo amoroso fundamental da série, mas nem essa relação entre os dois, ela é leve, romantizada, flores, vamos viver felizes para sempre. Apresenta pra gente a BX. BX é uma outra habitante do planeta do Trambique, Herrix, eh, cresceu aí com Under, eles namoraram aí no na primeira temporada eles estão separados, mas a segunda temporada eles já são um casal de novo. Eh, na primeira temporada, claro, porque o C ainda tá nessa vai não vai com a revolução. Quando no final da temporada ele se junta definitivamente à revolução, aí ele se torna um casal novamente. É, por motivos também de que o companheiro dela acaba falecendo no processo. É isso. nos primeiros episódios da primeira temporada e mereceu, né? É. X9 morre cedo. É. Aí ele acho que foi um momento moralizante do roteiro. Mas esse eu apoio. Esse moralismo contra X9 eu sempre apoio. O cara fez X9 foi canal por motivos de espontaneidade, né? Ele ele falou tava achando que era corno. Tô fulo da vida. A B tá pegando and e não tava. Não tava não tava. Significa que você aí que quer se vingar por ser corno. Você pode falecer. Exatamente. Fica aí a dica. Deixa, seja um corno manso. É melhor aí ter outros meios, né? Ou ou pelo menos conversa com a sua mulher antes de denunciar o amante dela pra polícia. Exatamente. Porque você pode acabar falecendo depois. Exato. Que a PM bate na sua casa, acha que você é o amante e te dá um tiro e você acaba. Aconteceu isso. Aconteceu. Aconteceu. Mas a a Big depois fica junto com com Andor e perdão. É, ela fica junto com o Andor. E aí a eles têm momentos ali românticos de casal muito bonitos porque são um casal comprometido com a luta juntos. Então eles são eh, então tem cenas românticas, mas também tem cenas de conversas difíceis, de luta conjunta. Eh, é um um relacionamento muito bonito de acompanhar, muito inspirador, que tem um final muito triste. É, é como diriam os jovens, a gente chipa o casal dentro, chipa muito, muito. Odeio essa expressão, até porque é atriz também a latina, né? Também é portriquenha, maravilhosa. E a gente tá ali chipando o casal de latino no planeta Paraguai. É, faz sentido. E é, eu fiquei muito feliz na segunda temporada quando já começou ele juntos, né? Já se uniram com razões das circunstâncias da vida. É. E é bonito mesmo a relação entre os dois, um apoia o outro, eles estão juntos na luta. É, ele resgata ela da tortura, né? Sim, sim. E aí eles vão juntos depois justiçar o torturador e destruir o o mecanismo de tortura que ele inventou. Eh, isso é muito da muito da hora. Sim. E cara, e ó que louco, tô pensando aqui antes da gente falar do desfecho, né, porque é um desfecho muito forte. Acho que é uma das cenas mais mais impactantes da série, mas a esse essa construção do roteiro que ela sempre pune a o espontaneismo e eh, como é que fala? Recompensa quem se organiza. Tem aquela cena do Will, o menino é o Will, acho que é o Will. Qual Wil? Wilkson. Wilkson. O o ele é um personagem muito secundário, mas que ele tá junto do braço do Andor, da BX, daquele planeta meio fazendo, que eles são isolados. Aquele menino lá, ele naquela cena daquele planeta em que o braço acaba falecendo também, todo mundo falece, eh, nessa cena do do que eles são nesse planeta, eles falam: "Ó, vamos organizar as coisas pra gente ir embora e depois a gente volta". E aí esse menino, ele tem um romance com a filha de um dos fazendeiros. É. E ele resolve na hora que eles estão se organizando para ir embora, ir visitar ela e depois voltar rapidinho. Só vou dar uma porque deu vontade. No que ele faz isso é exatamente a cena que deflagra o desfecho desagradável e todo mundo sofre o efeito negativo dessa decisão dele. Sim, pessoal, porque ele tava a fim de encontrar a mina que ele gosta e não cumpriu a organização do grupo. O roteiro vai lá e pune, pune todo mundo. Toda vez que o personagem faz isso, seja da rebeliança, o roteiro pune. Eu achei isso muito louco, pô. Eu fico encantado porque eu fiquei pô, genial. Toda vez que um personagem, mesmo secundário, toma uma decisão por vontade, tipo, me deu vontade, porque eu gosto, porque eu amo, pelos meus sentimentos, pelo não sei o que lá, o roteiro pune, então ele quebra todo momento de moralizante ou todo momento meio romântico, ele vai lá e te destroça imediatamente. E não destroça falando tipo moralizando na direção oposta, né? Falando é errado, não é? Porque a a luta é dura, a vida é dura, a a revolução é um uma luta cruel contra um inimigo cruel. Sim. E não ter disciplina nessa hora da vazão sentimentalismo, espontaneismo pode custar sua vida. Tem que proibir o amor. A ali. Eu acho que tem que proibir o a romantização do amor. A gente tem que começar a lidar com o amor de maneira mais realista. É, aqui aqui você tem dois homens extremamente casados. É, isso chama casamento não, mas essa é uma parada forte porque a gente já vai falar inclusive sobre essas do amor, porque é sério, porque a personagem BX ela coloca a gente numas situações curiosas, mas o Kevin tem um outro ponto importante, esse menino tinha uma mulher em cada planeta. O que significa também que é verdade. Se a gente considerar que ele é um menino com muito, muito alibido, ele para onde ele vai, ele acaba romanceando com alguém. Não, mas calma, calma. Vamos, vamos dar uma, uma dá um desconto pro menino, coitado. É, dá um desconto pro menino, porque ele saiu daquele planeta da fazenda, nunca mais ia voltar e aí ele foi pra Gorman e aí ele entrou num relacionamento sério com uma das militantes de Gorman e e até a série acabar, ele ainda tava com ela, continua com ela. Inclusive, umas únicas únicas vezes em que o espontaneismo não é punido na hora que ele resolve ficar com ela ao invés de fugir com o Cásia. E não não sei se seria exatamente isso pontarido, porque ele escolhe ficar com a organização da base, né? Exatamente. Ele quer lutar. Então eu não sei se ele só escolhe a lealdade a organização que tá no chão ao invés de fugir pr pr pro planeta da da rebelião, né? Terei que rever essa cena por um detalhe importante. E aí nessa hora todo mundo, você termina essa cena pensando, morreram. Morreram porque é é o padrão da série, né? Imediatamente. Mas depois você descobre que eles são vivos. O menino só ficou meio manco. Verdade. Mas é, mas ainda assim porque ele queria lutar na organização. Sim. Ele não queria por lealdade. É os camaradas que ele fez ali, né? Não queria deixar eles para trás. Mas é muito louco isso aí. Isso aí o menino realmente tem bastante libido. Ele tá animado. Animado. É jovem. Um jovem, né? Jovem jovem. Mas bom, falando do menino, né? Não, antes da gente falar do menino, cara, essa cena é bizarra, né? que a BX era torturada, ela sofre um processo muito muito duro e isso vai conduzir a segunda temporada boa parte dos conflitos que ela tem com ela mesma, né? Ela tá em conflito direto com ninguém e com ela mesma. Contudo, porém, entretanto, tem a raio a tal da cena em que eles conseguem se livrar do torturador dela, que tá nos pesadeiros dela. E aí parece que é um desfecho que vai aliviar a gente. E agora a gente pode viver em paz com casalzão, um casal bonito, um casal poderoso, porém, com tudo, todavia, é tanto que até esse momento eles eram um casal em conflito, né? Eles eram um casal em conflito porque a Bic estava ali com muita dificuldade de lidar com os traumas que ela sofreu no final da última temporada. O C tava ali tentando ajudar ela, mas ele não tinha como ajudar a superar o trauma de uma tortura sozinho. E depois que eles se unem para matar o torturador e destruir o mecanismo de tortura, eles viram a vida deles em casal fica muito mais harmoniosa, né? Acaba os conflitos, eles estão eles, eles são mais felizes como casal. Eh, inclusive, só fazendo um parêntese aqui, que a a tortura também achei muito genial. Ah, sim, sim. forma como a tortura é apresentado, porque o império ele é ele é sempre apresentado como esse triunfo de modernização da tecnologia, da racionalidade e até a tortura deles é uma coisa desencarnada, né? É uma coisa não material, é um bagulho que é só na sua cabeça, é um bagulho que não não te deixa com marcas no corpo, igual as torturas que a gente tá acostumado a a conhecer e de estudar ditaduras militares, etc. a do império não é uma ditadura que fica só uma tortura que fica só na sua cabeça e que, claro, é extremamente cruel, extremamente desgraçada, mas que condiz muito com essa natureza do império assim, né? Em oposição, a rebelião, que é um bagulho mais pé no chão, mão na massa, eh, vida concreta, né? O o império não é o império é da abstração, da da burocracia, da da da fetixização, enfim. Sim, sim. Pô, isso é muito massa, cara. Muito. E a pô, voltando só para não perder o processo do que a a Big Sof, eles conseguem um espaço agora que eles são mais harmoniosos e aí o sonho deles é ir para pro planeta da resistência, que é o planeta mais seguro, então que eles estão conseguindo se isolar e ter uma vida em paz. E aí o Andra começa a fazer os planos de vamos viver tranquilo, vamos ficar por aqui, vamos se ajeitar e tal. É, eles se ajeitam, né? Eles vão pro planeta, tem uma casinha lá no meio do mato que o planeta ele é ele tem ele tá é uma base militar ali que é um acampamento guerrilheiro que é na selva, só que super organizado, tal. Eles têm a casinha deles, tem uma vida eh tranquila lá, exceto quando o CAN sai pra missão. Eh, e eles eles estão bem nesse sentido até o momento em que o Can eh vai numa missão e cai de para-quedas no meio do massacre de Gorman. que tá acontecendo justamente porque o Lut não seguiu o conselho dele, né? Exatamente. E ele vai e cai lá no meio e e ele quase quase é ele que paga o pato pelo reerro do do Luten. Mas esse esse massacre meio que abala a determinação dele, né? Sim, sim, sim, sim. E ele e ele volta pr pra casa e fala: "Não, BX, acabou. Vamos embora daqui. Vamos para um planetinha aí no meio do nada. Vamos fazer ficar na nossa vidinha juntos. Eu só quero ficar com você, não quero mais saber de rebelião, não quero te perder, não quero te deixar para trás. Eh, enfim. E aí vem a tal da cena. A tal da cena. E aí é exatamente esse comentário do Kevin aqui. Todo o tempo tá sendo discutida lealdade total à causa sobre sobre inclusive os relacionamentos. E é exatamente é essas contradições que são contradições muito fortes que nesse momento e agora vem o spoiler dos spoilers dos spoilers maior spoiler, spoiler possível. Quando eles então parece que vão ficar juntos e que o Andor tá querendo fugir pro canto dele, a BX quebra esse espontaneismo do Andor e ela se retira. É, ela abandona o Andor e fala, deixa a mensagem para ele dizendo: "Ó, quando a gente vencer, a gente se encontra de novo. De lealdade da lealdade à causa." Sim. E vai embora e deixa o under porque ele tem um papel a desempenhar. Sim. E ela fala, né? Enquanto eu tiver aí, você não vai entregar tudo que você tem porque você vai estar preocupado comigo. E ele fala, ela ela fala: "Eu escolho a rebelião." Essa cena é brutal. É brutal. Eu chorei igual um filho da [ __ ] Todo mundo que é gado de mulher de da sua esposa fica pensando, putz, já pensou? Já pensou? Cara, eu eu fiquei fiquei muito encantado com essa cena, porque eu falei, cara, ela e a causa mobiliza ela e mas assim, tem um desfecho no final que eu achei muito delicado, que é quando aparece ela com uma criança no colo. Tem uma cena muito simples que ela põe a mão na barriga quando ela tá falando. Uhum. Que aí tudo bem, dá a entender, mas não tem certeza. Mas quando aparece depois ela, ela longe, ela eh no outro planeta, tal, ela tá com filho no colo, que é o filho do Cáio. É, é uma cena para créditos, acho, né? É, é bem no finalzinho assim, tá fechando. Quando ela tá com esse filho no colo, é tipo assim, eu tô indo embora e a gente precisa vencer por causa da criança. Uhum. E eu falo isso do lugar de quem entende a necessidade de uma radicalização depois que descobre que vai ter um filho. Ele fala: "Mano, beleza, uma coisa eu ficar discursando, outra coisa eu me organizar, uma coisa é eu querer por liv ser um cara que fica falando os bagulhos ou até me organizar num partido, me organizar no coletivo, me porque qual é o futuro que essa criança vai ter?" Sim. Tava conversando essa e eh esses dias com a Abel Henrique. Ab Henrique, eu recomendo que vocês aí acompanhem. Ontem tava tava trocando ideia com ele, a gente foi lá gravar uns bagulhos e aí eu ele ele fala isso que ele falou a mesma mesma parada. Quando que ele se radicalizou? Quando que ele se organizou, quando ele começou a entender, cara, eu preciso ter uma posição mais crítica, tal, quando ele descobriu que ia ter um filho, uma filha. Putz, é isso, cara. Que mundo essa criança vai ter? Essa quando essa cena aparece lá no finalzinho, ela justifica a posição da BX. Uhum. Enquanto a gente não vencer, não tem muito seguro. Então, quando a gente quando a gente vencer com a rebelião, a gente volta, né? E ela ela não abandona a rebelião, né? Ela só se separa do Cácsi. Então, a rebelião sabe onde ela tá, ela continua atuando com a rebelião. Ela, só o Cá não sabe onde ela tá, né? E isso é muito massa. E é muito triste assim, porque você sabe o que vai acontecer com C, né? Eh, afinal Undor é uma série que é uma prquel de uma prquel e é uma série que mostra o passado do de um dos protagonistas do filme Hog One, que é o passado do episódio 4 de uma nova Esperança, que é o primeiro filme de Star Wars. Exato. E Ogan constrói a faz uma ressignificação aí de toda essa história do do primeiro Star Wars, eh, mostrando que a estrela da Morte, que é uma a arma de destruiução e massa do império, né, é sei lá, equivalente à bomba atômica aqui que a gente tem, mas que consegue destruir planetas. E a destruição da CA da morte no episódio 4 só é possível graças à organização e ao sacrifício de muitos militantes e muitos rebeldes. E o C é o cara que torna tudo isso possível e sacrifica a própria vida para que a estrela da morte possa ser destruída no Rogan. Então, carapa e ele morre, mas não na série, é no filme. É exato. Ele morre no filme do Rog One. Por isso que eu falei, ele morre no final, não na série, mas depois mente, né? Infelizmente aí acontece que não, mas a gente morre de medo, cara. Morremos de medo. Exatamente. Morremos de medo. Mas o ponto é esse, te coloca em crise, porque, pô, que mundo que essa criança vai viver, entendeu? A crise é essa. A crise é essa, minha posição em que mundo a criança vai viver, que mundo meu filho vai est, mundo minha filha vai est. Então é muito louco isso, muito louco. É uma atenção muito massa. E Jéssica tem um ponto, não esqueça de dar like, é o like, porque eu sempre esqueço, eu sempre esqueço. Perdão aí por todas as livre, né? É, se inscreve também, mas quem tá aqui já tá inscrito. É verdade. Que pessoa maluca acordaria das 9 horas da madrugada para acompanhar um papo sobre nós. Então estamos junto. Mas cara, eu acho essa cena muito muito muito forte, muito massa. E o que que ela tem a ver com jeúbica? [Risadas] Porque é isso, né? To toda todo crente que se envolve com o mundo pop, ele tem que falar: "E o que isso tem a ver com a Bíblia? Não. E o que isso tem a ver com Jesus? Não, a gente só tá discutindo p Jesus. Eu trouxe ele pra gente não ter que falar sobre isso, porque se ele auto se autoapresenta falando sobre Andor, ele já tá fazendo a conexão. Exatamente. Foi uma boa piada, né? Foi, foi boa. Então, beleza. Pronto. Ah, façam demandas agora aqui, ó. Falem da do discurso da mãe do que é a cena que tá na tamb. Discurso da mãe do Cer na primeira temporada e do enterro dela. Vai lá, mano. Lembra dessa cena maravilhosa? Essa cena é incrível, é linda. É a mãe do Can, ela tá velha, fica para trás. O Can chama ela para fugir com ele para um planeta porque ele conseguiu dinheiro lá do assalto a Dane. Ela não quer ir porque ela tá comprometida com a rebelião que ela não sabe o que é. Ela sabe, a rebelião tá aí. Ela sabe, graças a assalto tem a ela não sabe que o filho dela participou. Pô, putz, esse comentário é muito bom. A mãe do C, que é uma trambiqueira, contrabandista, ela se radicaliza ali naquele momento da idade dela, senhora, já depois de ter vivido um monte de coisa na vida, porque ela fica sabendo que teve assalto em Aldani. Se os caras estão fazendo isso lá, enche ela de esperança na quebrada que ela tá. Fala, [ __ ] isso, pô. E o, e ela não sabe que o ela mostra sem saber que o filho dela participou, né? que o filho dela é um dos heróis que ela tanto tava admirando. E aí ela morre ali numa ocupação imperial, né? Porque depois que o o Sírio faz as pataquadas dele lá e tenta pegar o o Andor lá e se ferra, o império ocupa diretamente Ferrex, né? E no meio dessa ocupação, a a mãe dele morre e ela deixa um recado, né? Sim. deixa um recado aí pro eh gravado para ser transmitido durante o funeral dela. E esse recado é tão inspirador que transforma o funeral em uma rebelião aberta contra o império, né? Sim, sim, sim. né? E e potencializada essa rebelião, porque o cara que tá como prefeito, que se autodenominou prefeito, que achei maravilhosa essa cena também, o cara do exército imperial é enviado lá para controlar o território lá de Ferits, porque teve aquela confusão. E ele chega e ele pergunta para pr pra Dedra, né, pra Mira, eh, eu posso ser chamado de prefeito? pega o título que você quiser. O cara tá ali só para tipo segreter e aí ele vai lá e ele como ele quer mostrar serviço, que ele é o cara tal, não sei o que lá, ele faz, ele quer ter ação direta de de reprimir constantemente os os rebeldes. Então ele quer mostrar serviço, ele quer ser o brabo novamente. Poderia ser organizado, poderia não, mas ele quer ser o brabo. E quando ele faz isso, ele deflagra uma rebelião muito pior. Sim, isso é muito muito massa. E o o discurso dela é muito doido, né? Porque ela fica animando o pessoal para pra luta e ela e só que é uma é uma animação de uma senhora. E eu isso achei muito massa, muit muito legal. Não jovem ousado, é uma senhora que fala: "Cara, já fui, mas vocês conseguem". Sim, eu acho isso muito bonito, assim, muito, muito massa. Buenos dias. Buenos dias, Thago dos Santos. Buenos dias. Buenos dias. Saudações de Rio das Outas. Saudações do Capão Redondo. Cá estamos gravando do Capão a Rio das Ostas tem muita quebrada conectada. Mas vamos lá, se puder. Claro que a gente ainda tem mais uns minutinhos aqui antes da gente fechar. Mas ele falou ali um bagulho, ele mandou outro comentário ali ah não, eu vou, eu vou pegar, vou pegar, vou pegar, vou pegar que o Mon Motma, Mon Motma é um nome difícil de falar, né? Luthen e Cleia. A Cléia, cara, eu deixei, achei ela extremamente desnecessária até o finalzinho. Aí no 45, segundo tempo, eu falei: "Ah, comecei a gostar dessa personagem". Não, que isso? Maravilhosa. Pô, eu achava meio muito chato, muito chato. Mas o papel dela era ser chato, então. Desagradável, zero carisma. Mas o carisma dela era esse. Cara de má assim. Ela ela que faz o bagulho acontecer, pô. É, ela p bota, então aí que tá, né? Ela bota o o lutem quando fica o coração molinho, ela vai lá e dá uma chicotada no lut. É sempre ela que faz o bagulho acontecer. Ela que impede o lut de se ferrar várias vezes até o final, né? Mas vamos lá. O o luten consegue apresentar o personagem Luten. Luten é um eh Você é o especialista em em Andor. É, você fez o a pós-graduação. Tem tem o curso, né? quiser fazer o um curso de de and aí com 40 horas de voluntariado. 40 horas de voluntariado e você sai com especialização em eh o Luten é um vendedor de obras de arte de antiguidades almofadinha na que vende antiguidades pra elite de Coruscante, que é a capital da galáxia. Mas isso é a o que ele quer que os outros vejam. Na verdade, ele é um dos grandes articuladores da rebelião, eh, um dos grandes articuladores, eh, que articula os quadros, articula os o assalto ao Dani, articula o várias ações diretas e faz que é o elo entre vários grupos diferentes. E no nos últimos episódios a gente descobre que ele era um um sargento imperial, né, que mudou de lado depois de ver o que que o império tava fazendo, depois de resgatar a Cleia de um massacre do qual ele era cúmplice. Exato. E adotar a Cleia como filha. E é um personagem muito interessante, muito complexo. Sim, sim. Eh, e vida dupla de porque é difícil entender a motivação dele. Sim. A gente só vai descobrir a motivação do Lute. É, a gente sabe que ele tem uma determinação muito forte, mas a gente não sabe qual o motivo, né? O que construiu aquilo. E ele é um personagem que toma muitas decisões certas e muitas decisões erradas, né? Decisão errada, ele é bom nisso. Ele é bom nisso. Mas é engraçado porque o a gente esses esse mistério do luten até o final da temporada é o que dá o carisma para personagem. Sim. Porque é engraçado, tem, por exemplo, desculpa de sair de um roteiro bom para um roteiro terrível de tipo Stranger Things, né? Nossa, terrível. Eu tô falando roteiro terrível. Ah, eu gosto de Stranger Things, é ruim, mas tudo bem. Tá, o roteiro de Stranger Things terrível. O antagonista, qual é a motivação dele? Só porque ele é mal. Mal por ser mal. Estupidez em qualquer sentido. Eh, mas no caso do Luen, a gente fica a série inteira falando: "Meu Deus, e qual que é a motivação desse desgraçado?" Porque do ponto de vista do império ele é do mal. Ele é um cara com a trama complicada. E do nosso ponto de vista que tem uma estrutura moral básica, quando você vê o Lutem tomando certas decisões, fala que canalha e depois fala que gênio. Então você fica no nesse limar, mas nunca apresenta a motivação dele no final das da da segunda temporada, ou seja, no final da série, quando mostra ele entrando em crise com massacre do qual ele tá participando num determinado planeta que a gente nem sabe qual é. Só sabe que a Cléia tá lá. Sim. e ele salva aquela criança e aí cria essa relação de afeto com a criança. Aí você faz OKud que entendi, entendi. O lutem tá arrependido nesse processo. Então isso é isso é má. Sim. E e eu acho que ele tem uma uma relação muito interessante e complexa aí com a rebelião, a revolução, porque ele ele é o equivalente à inteligência, né, da revolução. Ele ele é meio que o o espectro oposto aí da Dedra Mirror e da inteligência lá. Apesar que ele tem um papel muito grande de organizador também. Principalmente quando a rebelião tá ali na fase mais oculta. Sim. É, é, é a Dedra e o Luten. A Dedra com obsessão de perseguir o Lut e o Serial e o Andor, né? Os dois andares de de perseguições. E na época em que o só que a partir do momento em que a rebelião se organiza o suficiente para ter um planeta e uma base própria de operações, o Luting começa a perder força de de liderança, né? E e os a liderança da rebelião começa a ver ele com uma certa desconfiança, porque ele é autônomo, ele é muito autônomo, né? né? Ele é como é o cara da inteligência, ele não se submete e ele acaba, os erros que ele comete para voltar na nossa na dicotomia que a gente tava falando, né? Acabam acontecendo justamente por ele ser um organizador que tá desconectado da das organizações de base, né? Sim, sim, sim. Ele ele é o cara que ele tá ali nas manipulando as cordas ali, falando para onde vai cada organização, mas ele não tá ali para saber o o o dia a dia dessas organizações. Então, e é isso que leva ele a cometer os erros. Sim, sim, sim. É isso que leva ele a cometer todo o papel dele ali no massacre de Gorman. Ele acaba ajudando o império por não estar conectado e não ouvir o Cassan quando o Cassan vai lá e vê de perto o que que tá acontecendo. E o louco é que o Luten, em último instância, ele acaba sendo punido pela sequência de erros dele. Tipo, isso eu achei muito massa, porque no final, inclusive, ele tem que se submeter à causa e quando ele vai se submeter, ele tem que se se matar. Sim, exato. E bota aí mais uma vez a Cleia, ela não vai na porque ela poderia tentar salvar o Luten, ela poderia deixar o Lutemal. Não, ela em nome da rebelião vai lá e finaliza o a tentativa do Lutem se se matar. Sim, exatamente. Para não se entregar. Cara, eu acho isso uma sequência de construções que faz toda E aí o é a benef a rebelião é é é premiada, ela é beneficiada. A Cléia é premiada quando ela faz isso, porque ela consegue daí fugir pelo roteiro, ela vai pro pro planeta. Então mesmo a sequência de de ações que vão desencadeando eh esse conflito entre ação espontânea e e submissão e organização, quem submete organização é recompensado. A CL é recompensado no final. Ele tem toda uma uma relação aí que o o Lut ele é punido, mas no fim ele consegue alertar a rebelião sobre a existência de uma arma de destruição em massa. Sim. Para cuja construção ele contribuiu. Justo. Ele, apesar dele ser punido e ter contribuído pra construção dessa arma por não estar conectado com a base, ele consegue meio que se redimir avisando a rebelião dessa arma, porque ela ela tava sendo mantida em segredo, né? Eh, e a Cléa, ela justamente ela ela passa por ela termina a trajetória do Luten, porque os dois eram muito desconfiados dessa rebelião maior que se organizou, do planeta Ivin, da base guerrilheira lá e que sai do controle deles. Sai do controle deles e a Cléia vai para lá meio meio resistindo, né? Meio desconfiada. Ah, que que esses band de caipira vai fazer? Vou fazer o que lá? E você vê nos últimos episódios ela tendo, ela se encontrando lá, né? Sim, sim. Se encontrando um um um lugar confortável, uma um afeto, cuidado e e uma organização melhor do que ela esperava, assim, isso é muito legal. Esse esse é o ponto do Kevin que eu deixei aqui destacado enquanto a gente tá fazendo esse papo, é porque eu também é uma parada, cara, que eu tenho que pensar um pouco sobre essa relação de pai e filho da da Clé, porque é uma paternidade não assumida, mas ela acaba, ele se relaciona de uma maneira muito forte, mas é uma paternidade que não é assumida. Então tem uma relação clara que a gente vê de paternidade ali, paternidade e e ela como filha, mas não é assumida. Então é muito conflituoso, é uma situação muito esquisita, né? Eles se aceitam e não se aceitam ao mesmo tempo. Então a parada meio tem que olhar mais com cuidado esse negócio aí. Antes da gente voltar para outro outro assunto que a gente tava aqui, que é a apresentação de outros personagens maluco. Fala aíuna. Bom dia. Tá atrasado, mas estamos junto. Depois você volta aqui o papo que o papo tá legal. O papo tá massa. A gente conversando sobre coisas importantes, né? Finalmente um assunto relevante nesse canal. Até então era só assuntos irrelevantes religião, política, comunismo, Iago Martins, só coisa sem importância nenhuma. E agora finalmente algo que importa que é ando, né? Então, estamos aí falando de coisas assim importantes, importantes. Finalmente. Finalmente. A série não mostra força. Mostra um T bem. A série não mostra força, pelo menos até os últimos episódios da segunda temporada, quando é apresentado como horizonte de Andor. Excelente. Cara, você tem um comentário sobre a força? Só tem um, mas você pode pode mandar se quiser antes, não pode falar primeiro. Pô, a minha meu comentário aqui, cara, que que me parece que em teoria no universo Star Wars todo mundo tem certo acesso à força, mas só os eleitos iniciados que conseguem fazer aquele paranauê todo dos Jedi lá. Mas finalmente mostraram uma personagem ali que é meio curandeira, meio não sei o que lá, que tem uma sensibilidade ali com a força. Uhum. aparece indicando o under como um escolhido, vamos dizer assim, ó, você tem um papel para cumprir. Mas é muito, eu achei muito interessante porque isso abre os olhos da BX, porque a BX se sente mais balançada. A gente já depois do copo que ela tava grávida, que tem que ela vai se submeter às regras, tal, não sei o que lá. Mas eu achei uma participação da força lá muito mais pé no chão. Para mim fazer muito mais sentido que aquela aposta no limite em que você não não tem mais porque que a gente vai continuar lutando. Sim. Aí aparece esse limite uma cara aposta, mano. Vai ter que tomar essa decisão. E eu achei legal, achei sensível, achei muito delicado. É uma força sutil que aparece mais ou menos, a pessoa não tem controle sobre isso e dá mais humanidade, sei lá, para pr para essa experiência, sabe? que anima, que você ajuda. Então, achei achei muito sutil e e tira o peso dos eleitos, dos iluminados, dos únicos que são capazes de ter esse poder todo. É, é muito legal porque a força, para quem não tá familiarizado com o universo Star Wars, a força é a transcendência mística, a a esse negócio espiritual, o que dá substrato pra pra religiosidade no universo de Star Wars, né? E só que por conta das histórias de Star Wars, toda essa ênfase em escolhido, não sei o quê, essa transcendência sempre foi uma coisa muito idealista, muito mística e messiânica. No sentido da palavra, é, é no sentido mais reacionário, idealista e descolado da realidade possível, assim, no sentido de que existe uma teleologia, um propósito pré-definido para as coisas e e você só tem que cumpri-lo. Sim, sim, sim. E não na série Under foi só essa cena. Mas eu achei muito legal. E aí, inclusive conectando com esse outro comentário aí do do Víctorai, né? Ele aqui é que tava querendo falar. Quem diria que o que isso tem a ver com Jesus? O que isso tem a ver com Jesus? O que Andor tem a ver com a Bíblia? coisas que jamais faríamos, mas tem a ver discussão da religião. Mas eu acho muito legal essa cena, justamente pelo que ela traz de potencial pra gente entender essa força transcendente, essa religi essa essa substrato de religiosidade no universo de Star Wars, que aí pode falar de religião na vida real também, que seja revolução, etc. que essa visão da transcendência e da e da dessa ordem que que dá o substrato paraa sua mística, pro seu pra sua crença em algo que você não vê, pra sua esperança como algo muito mais dialético, justo. É algo que se que é construído através das contradições e da luta e da de se sentir parte daquilo ali, né? E e o que ela vê ali não é um um roteiro pré pré-definido, embora e e e é muito engraçado ela conseguir fazer isso sendo que o roteiro está pré-definido, porque é uma prol de uma prola, né? É, mas tá muito bem determinado, porque a gente a gente como espectador já sabe o resultado. Exato. Mas ela consegue e a série consegue passar aí de uma forma em que não é que o Andor é é o escolhido num roteiro que que Deus escreveu. Sim, sim. No final não vai aparecer andor ao lado de outros espiritualmente apresentados como espectros, né? O o Deus aí, a força eh escolheu ele como o aquele que vai eh ser o representante de uma de um polo, de uma luta nessa nessa nesse choque de contradições que é a construção dialética dessa dessa sociedade, né? e entender a a transcendência, a religiosidade, a mística dessa forma, eh, é muito fértil, muito bonito. Ali eu achei que pareceu nessa nessa, porque eu gostei muito de como foi sutil, que realmente aí tem um sentido meio de transcendência imanente, tá ligado? Tipo, é uma parada que a gente não tem controle, mas ela faz parte desse mundo. Uma parada que excede as nossas ações, mas ela faz parte desse mundo. No universo Star Wars, que a gente sai de Andor e vai pros eleitos, a aristocracia Skywalker, sei lá, eh, é uma é uma transcendência que realmente parece que já tem a armação feita. Uhum. Então, ah, você é o eleito, você vai fazer isso, no final, essa força conduz para vitória e você é a ponta de lança do negócio. E constrói, fica tão harmonioso que você perde essa dimensão dos conflitos, né? Fica, fica tipo, ah, já tava pr parado, a gente já sabia quem ganha no final e é a graça de Andora que não é quem ganha no final. A graça de Andor é essa construção de luta popular e organizada, porque uma coisa é o o cara que vai ser lembrado no filme no canon e tal, não sei o que lá e o herói. Outra coisa é a luta popular. Ali mostra a luta popular, as peças que morrem no processo, como é duro você tomar uma posição, você poder nenhum ter que ter que agir e sem romantização, que é diferente do que acontece no na dinâmica mais ampla lá. Pô, acho isso muito muito fera, muito fera. Porque a rebelião, como diria a Borduna, não é sobre uma pessoa, é um movimento. Resumiu de maneira muito simples de que a gente tá falando aqui há 1 hora 42 minutos. Mas é basicamente isso. E é verdade. Fica a dica aí, gente. Conhecer a revolução arelina, Vietnã, carago e tudo mais é importante. É importante conhecer esse processo, inclusive porque eles inspiram inclusive esse universo que nós estamos aqui discutindo. Deixa eu ver se tem mais alguma coisinha. T. Ó, dica, dica, dica aí para nós, hein. O filme Army of Shadows do Jean Pierre Nev tem muito da história do luten. O filme trata da Resistência Francesa. Caraca. Vivendo e aprendendo. A resistência francesa é uma grande inspiração, se não me engano, do Isso aqui me pegou. Os usuários eleitos da força. Jedais calvinistas. Exatamente. Os caras lutando ali para que todo mundo seja calmo. Ai meu pai que oitado. Pessoal chegou atrasado, mas chegou. Heritam junto pô. Depois você acompanha o papo aqui que eu acho que foi legal. E se você não assistiu Andor, a gente tá fazendo propaganda gratuita aqui. Justo. Justo. O [ __ ] para assistir o Rogon, ó que vale a pena. Rogon é bom. Rever bom. Rog é bom. O o monje representa uma outra aplicação da força. É cara, esse uso sutil da força eu acho muito mais legal, muito mais interessante que também a gente já tá cansado de espadinha que brilha. Espadinha que brilha, gente, ah, eu já cansei, eu tô até gosto. Se for bem escrito, eu gosto. Se for bem feito, é o jums, eu gostei das séries al da animação dos vídeos. Achei legal. Legal mesmo. É bom mesmo. Mas eu acho que é isso. E o que que isso se conecta com a salvação no Tod vez eu fazer essa piada. Mas é isso, minha gente. Eu acho que o papo foi muito mais, eu queria, era muito legal conversar sobre Andor, cara. Ainda mais para alguém que é especialista em Então é importante a gente falar sobre Andor. Andor, mas se todos esses spoilers eu Exato. Vale a pena, Lisa, mesmo com spoiler, vale a penair, porque é divertido mesmo. E eu acho que ela, a não romantização da luta, como eles fizeram ali, é muito bacana. Eu acho que ela anima. Ah, é o Mon Motma, ele é muito socialdemocrata. Ela, né? Ela muito, perdão, ela é muito socialdemocrata, cara. A Motma, acho que é o personagem mais fantasioso da série, né? que é o político rico que ajuda a revolução e não ajuda o fascismo. Eu não sei se é fantasioso ou se é uma caridade tão grande que alguém da elite participe de uma organização popular por sei lá qual o motivo, crise pessoal, porque é humanista, porque teve uma formação ainda que conservadora humanista, é tão difícil que a gente tem mais dificuldade de conectar ela com a base. É, e ela também tá desconectada, po. É só ver as tomadas de decisão dela. é completamente desconectada. Eu eu então só que ao mesmo tempo, agora pensando bem, ao mesmo tempo ela é uma personagem muito importante, muito importante para financiar a rebelião e para dar voz nos ambientes institucionais da posição de antipério. Sim. É, eu tenho eu tenho um carinho por ela. Tenho um carinho por ela, porque ela ela claramente ela é uma membra da elite humanista, meio conservadora, socialdemocrata, que só tá ali a princípio contra os abusos do império que estão violando a tal normalidade democrática da República. Eh, mas na hora do Vamos ver, quando o Luten leva a rebelião pro próximo estágio com o assalto a Aldan, ela não muda de lado. Sim. Ela continua do lado da rebelião e ela ela não gosta do que acontece. Ela fica muito eh brava lá com Lutem, briga com ele, eles ficam com uma relação cada vez mais desgastada, mas ela nunca deixa de apoiar a rebelião. Sim, sim, sim. E isso é muito legal. Eh, e ela busca meios, né? É engraçado isso. Ela busca meios dentro do mundo dela, né? Dentro do mundo do elites, do do socialite, o casamento da filha, mano. A casa é a casa da filha com filho de um bandido, né? Maluco, completamente canalha. Sim. Buscando ascensão social. É. E e e ao mesmo tempo ela ela tá desconectada das bases, por isso ela acaba não tendo que tomar as decisões tão difíceis que o Cen tem que tomar, que o Lut tem que tomar ou às vezes que o Luten se arroga no direito de tomar, né? Mas tanto que quando o C resgata ela e ele executa o motorista dela tem na frente dela, ela meu Deus, meu Deus. É exatamente a muito muito curiosa quea. Ah, ele v me minha filha segunda tia. Bora. E e mesmo assim ela tenta ali fazer, tomar as próprias decisões difíceis, fazer o que ela consegue fazer. Aquela o primeiro ato ali da segunda temporada, né, que é quando o Luten decide por ela que vai matar o amigo dela. Sim. E e ela fala: "Eu não entendo o que você quer dizer, ele como isso é bom para você", né? Não entendeu o que a gente quer dizer. E isso é muito é é muito lustrativo assim da posição dela, mas é de do papel que ela desempenha, apesar dessa posição, né? Sim. Sim. E eu acho da hora, cara, porque assim, a gente tem uma que é mais uma camada bacana da de uma elite humanista que se aproxima das lutas e que vai ter que tomar uma decisão no final. Ela acaba sendo pressionada. A filha dela é extremamente conservadora. Eu achei isso muito louco. A filha dela extremamente conservadora. São cenas delicadas, mas mostra que ela tá dentro de um culto. A, que é prima dela, né, que tá na rebelião efetiva, passa e fala: "Por que que ela tá fazendo isso?" Pô, ela gosta desse negócio. Faz parte daquela tradição raiz do povo dela, bem conservadora. Sim. E aí ela participa de um casamento conservador, todo esses processo e ela tem que lidar com isso. E eu gostei do desfecho de como ela lida, assim, que é aquela festa de o casamento em que ela começa a dançar, beber e tipo, mano, perdi a linha. É, é aqui que eu vou vou vou meio que que aliviar tal, não sei o que lá. E aí quando entra no conflito que ela vai ser executada, que aí ela [ __ ] vai para e van e aí tem uma história ainda não desenrolada. Mas eu achei legal, cara. Achei é mais difícil da gente entrar esse contato, porque é difícil imaginar o bom burguês. Uhum. É difícil imaginar alguém da elite que tem esse apoio, mas não é tão difícil assim. Se você pensar um pouquinho, você vai encontrar pessoas na sua cabeça que fazem esse tipo de coisa. E aí é interessante. Eu só queria um bilionário financiando uma revoluçãozinha. Tudo que a gente pede é tudo que a gente pede financia a gente aqui pra gente poder trabalhar, viver bem. Eh, eu vou passar rapidamente. Você não precisa comentar sobre isso. A gente só pode deixar na tela por um minuto para alguém printar em algum momento e soltar o print. Print na tela. E esse outro que eu também vou deixar só por um minuto. Ah, é. Acho que essa última cena que a gente tem que comentar antes da gente fechar aqui que eu ficou aberto e a gente não comentou a cena da prisão. Ah, sim, cara. É brutal essa cena da prisão. Ela é brutal e é maravilhosa, mas é brutal. E a gente tem que falar do arco da prisão. Quer puxar ou eu puxo? Ah, o arco da prisão é um dos melhores, né? É um momento em que o Can vê que não tem para onde correr do império, que ele foge para um planeta, um planeta meio Caribe assim, né? É um um resort. Resort. Um resort tá lá vivendo comidão inter falsa. E ele é preso porque tava passeando na no calçadão de Panema na hora errada. Quem mandou ser um imigrante nos Estados Unidos? É, basicamente é isso. O cara olha para ele: "Imigrante". E prendeu ele. É isso. E aí ele é preso quando ela há seis anos de cadeia sem motivo nenhum. Nenhum. Absolutamente não. Ah, você foi pego. Pronto, toma, toma essa aí. E é se anos que na verdade são uma prisão perpétua, que é o que ele descobre depois, né? Porque ele é mandado para um planeta prisão lá. É, tem várias prisões no meio do mar. E eles é um complexo industrial militar ali, onde eles estão construindo peças préfila da morte, não sabem. E eles são mão de obra escrava. Eh, e aí o que eles não sabem é que depois que acaba o a a prisão deles, eles são mandados para outro andar. Exatamente. E reseta a que é conhecido também como sistema carcerário brasileiro. Você o cara por nada é pego por uma merreca ou qualquer coisa que fez, vai parar lá dentro e fica depois preso nesse ciclo infinito de entradas e saídas como egresso e reingresso no no ex. Para ser igualzinho, só falta ficar igual aos Estados Unidos, que é botar os prisioneiros para trabalhar, né? Escrava que é que essa cena foi, acho que a cena, a primeira que a gente conversou, que a gente falou, como é que a Disney liberou essa, né? Foi a primeira que a gente conversou quando a gente assistiu a primeira temporada, a gente falou: "Meu irmão, como é que que a gente deixou o negócio dele? Porque é simplesmente uma crítica bizarra ao sistema prisional estadunidense, ao esquema antiimigração. É um bagulho que foi meu, como que você foi parar tão explicitamente assim, né? A gente consegue fazer os paralelos com o sistema carcelário brasileiro, mas o ponto é como rola na gringa, né? Sim. E aí a galera é obrigada a trabalhar para poder pagar sua pena. Sim, uma bizarrísimo. Mas o lance é aí eu tem um uma liderança interna que mantém a ordem porque ele tá buscando ser livre, ter o seu privilégio. Só que aí eles descobrem que tem esse ciclo infinito, que você nunca sai da prisão, você só muda de andar dentro da prisão. Você tá preso ali para sempre por rar da sua vida. E aí esse cara descobre isso por uma situação específica e a galera começa então a planejar uma rebelião. É. E é o o a trajetória desse personagem, desse líder, né? É a mesma trajetória do do Andor nesse nesse arco, que é descobrir que não tem como fugir da opressão, a não ser se rebelando. Não tem, não adianta ser bonzinho, não adianta ir para um canto, faz ficar na sua, uma hora vai chegar na sua porta. E aí o o Andor aprende ali que ele tem que se organizar e vira uma grande liderança na rebelião. Tentando convencer o cara de, cara, a gente tem que fazer alguma coisa. A gente tem que fazer alguma coisa. é a escola de de organização do under. Sim. E aí eles conseguem, né, depois de um de uma parada consegue fugir. E é brutal a cena final em que essa prisão ela tá no meio do mar, né? Então você só tem como sair se for nadando. Uhum. E dentro de um planeta. Ou seja, só vai sair primeiro nadando e depois você conseguir uma nave para ter depois é impossível de sair daquela desgraça. Sim. Então, o próprio processo de rebelião e de libertação que a gente comemora e você fala: "Pô, legal, todo mundo se libertou, o roteiro vai lá e mais uma vez quebra sua animação, sua sentido de moral alegre com a vitória do trabalhador e fala: "Então, um monte de gente vai morrer no processo". É, inclusive o Capatais que ajudou a organizar porque ele não sabe nadar, não sabe nadar. Aí, cara, é muito massa. É muito massa, porque toda hora que você se anima, você é quebrado com, ó, realidade, meus queridos. Então, é uma fantasia que te bota nessas contradições. Isso para mim é brilhante. Vale muito a pena assistir, gente, pelo amor de Deus. A gente aqui fazendo propaganda gratuita e a Disney nem vai me pagar nada. Pois é, [ __ ] [ __ ] desgraça. Mas é isso, minha gente. É isso. É isso. Tem considerações finais aí? Considerações finais? Eh, eu diria que a lição de Andre que é esperança tá aí, mas é difícil, tem que lutar, tem que se organizar. Organize-se em algum coletivo, em algum partido, faça as coisas coletivamente, não faça por conta própria e e que essa série quebre as pernas da Disney para ela parar de fazer bosta. recupera o universo Star Wars de maneira decente, mas não vai recuperar porque eles querem vender bonequinho. Eles querem vender bonequinho, mas Andor tá criando um problema dis porque tá gerando muita assinatura só para under. Só para under. E aí eles vão ver o que tem mais de Star Wars lá e só tem bosta. E não vai dar para vender bonequinho do Não dá para vender bonequinho do Não dá vender bonequinho do O pun doord ele é muito genérico. É, ele pode ser qualquer personagem. Funco de camponês, funco de minerador, funco de trambiqueiro. Não vai dar certo. É muito genérico. Não vai dar certo. [Música] Cara, a minha consideração final, minha gente, é que é o seguinte. Eu tenho um bagulho para combinar. Obras de ficção, eh, seja um romance, seja uma peça de teatro, seja uma música, seja um produto genérico da Disney, eh todos esses conteúdos, eles fazem parte desse âmbito que a gente chama do espiritual, vamos dizer assim, porque faz parte da história, faz parte do esquema material, mas é aquilo que a gente consome, que nos dá ideias. cria horizonte, você imagina utopias, você vivencia coisas que estão distantes, mas que fazem parte do seu dia a dia. Eu diria que é um laboratório experimental para aquilo que você gostaria de fazer, né? São cenários mentais. A gente cria cenários mentais, inclusive pelo romance, pela história. Então, esse exercício de fazer as leituras de roteiros bons, né? Não, roteiros ruins, importa porque roteiro ruim, lacaça de papel, coisa ruim. Meu Deus, vocês gostam dessas porcarias. Vou ofender gratuitamente. Eh, pegar essas palavras que, pô, faz a gente pensar, faz a gente trabalhar, faz a gente criar cenários mentais e ter tempo para digerir, né? Porque essa é uma outra parada que fica atrás de sério, atrás de sério, não, cara. Um tempo para digerir, discutir sobre, ajuda a gente a fazer esses experimentos com os nossos sentimentos. Eh, é meio que o que que eu vivenciaria nessa situação, o que que e isso eu acho muito importante porque faz parte de um processo de ampliação de consciência mesmo, de transformação de consciência, de tomada de consciência. E isso pode ser feito de n fatores, seja a gente assistindo uma série, seja lendo um livro, seja eh se você faz parte de uma tradução religiosa, vivenciar essas essas situações ela é muito importante. Aí eu te agradeço muito aí pelo fato, porque especialista emor é difícil de encontrar. O pessoal não coloca no lápis. Nem eu devia ter colocado, mas tudo bem. É isso aí, minha gente. Valeu demais. Valeu demais. É isso, cara. Ó, a galera curtiu te conhecer. Conheço, André. Ó, prazer conhecer vocês aí. Prazer, Borduna. André Canaciro, valeu demais, tamos juntos. Muito fera Kevin, que bom que você curtiu, mano. Vale muito a pena. Eu eu não vou fazer fazer dica de coisa ruim não. Eu falo da revista Zelota. Revista Zelota, fundada por André Carcin junto com Felipe Carmo. É coisa, só coisa boa. Tamo junto. Valeu demais, Thiago. Você também demais, mano. Tamos junto. Um abraço para Rio das Ostras. Um abraço para Rio das Ostias. Mas não todo mundo que tá em Rio das Ostras, porque tem uns caras lá que a gente conhece. Beleza. Próximo é de Power Rangers SPD. Pode ser, pode ser. A gente pode assistir aí Power Rangers SPD, a gente pode assistir. Eu tenho vontade de fazer vários papos dele sobre séries e coisas que eu gosto. Família Dinossauro. Eu não assisto faz mais de 20 anos, então é bom voltar a assistir. Formou a minha o meu conhecimento sobre comédia e meu amor sobre críticas, inclusive a terceira temporada. Fica dica. Assistam. Olha de novo. Eu tô fazendo propaganda pra Disney porque tá no aplicativo da Disney. Tá desgraça. Ô Disney, me paga alguma coisa. Nunca te pedi nada. Eh, eu sou consumidor desde criança. Eh, o a família dinossauro terceira temporada, o pessoal disse que é muito ruim, mas é porque ela ia ser cancelada e o pessoal avisou os diretores de que eles iam cancelar antes de terminar a terceira temporada. Aí eles começaram a vacalhar. Aí eles fizeram uma crítica metanarrativa à própria indústria da TV. Então, tipo, ela tem piadas internas e piadas que você tem que entender o contexto para você falar: "Caraca, por que que esses caras estão fazendo isso?" Então ela é muito boa, cara. Eu eu sou muito fã de família de dinossauro. Vou vou ter que fazer uma live com quatro pessoas para falar sobre família de dinossauro. Mas uma delas vai ser minha companheira que gosta muito, mas ela gosta só da piada mesmo, só do porque a Bruna é muito engraçada e gosta de diversão. A gente como nerds por esporte, a gente gosta de falar de cultura pop. É, adanta de por esporte. Então a gente pode estar aí falando de coisas diferentes. Quem sabe um dia a gente não briga aí falando de The Last of F porque você gosta mais do que eu, apesar de eu gostar também. Pô, mas dance para fazer bom para caramba, cara. Eu tenho minhas questões, mas eu gosto. Gost pô, eu gosto. Eu gostei. Achei muito delicada as coisas, como eles fizeram a construção. Achei bonito. Achei bonito. Achei a cheio bonito. Mas já discu dark? Não. Hum. Mas eu nem lembro mais nada. Eu lembro. Eu lembro que eu fiquei puto, porque no final eu queria voltar pro começo. No final eu queria voltar. Começo tava marcal. Mas é que pode ser. Pode ser. A gente vai trazer uns papos legal. Se nada dar errado, vou fazer um um papo também sobre comédia com o pessoal que gosta de comédia, porque eu gosto de roteiro de comédia. A gente vai discutir, porque eu eu manjo, é a primeira vez que eu me arrisco a te falar sobre coisas que não sejam de comédia sobre texto. Então vamos ver se eu consigo falar com outra parada. Mas é graça a você porque você tem um especialista. O quê? Das também não é especialista em em roteiros. Você é especialista em andor e em roteiros. Um crítico de cultura. O cara que traduz jogo tem que ser especialista em rolê. Não sei se você sabe isso. Se você tá falando, eu não acredito. É isso. Lógico que é. Lógico que é. O pessoal tá dizendo que você pode ver de slash na próxima. Aí eu preciso ter o cabelo um pouco mais enroladinho, né? Eu também acho. Eu achei slash de chapinha. Slash de chap. Isso aí é fez alisamento. Fez alisamento. O slash slash ni pânico que fez a Tá. Good play. Good play merece. Merece good play é legal. Eu me diverti. Apesar de que na terceira temporada eles começaram a dar um looping no roteiro que eu fiquei meio puto que não tinha retorno, mas ficou bom. Eu gosto de good plays. Gosto de good plays. Mas é isso, minha gente. Fiquem bem. Um excelente, pera aí, peraí que eu tenho que fazer um negócio aqui. É, cadê os bagulhos? Um excelente fim de semana, porque hoje é quarta-feira, então a gente se prepara pro fim de semana. É, e começa amanhã, né? É, é quarta-feira, feriado do corpo de quarta-feira à tarde já é já é feriado. É, exatamente. E qualquer quarta-feira à tarde você já começa a pensar, e não que eu faça isso, empresa, já começa a pensar como é que eu faço para tornar uma atividade de 20 minutos em 4 horas. Começa a fazer esse cálculo no seu dia a dia. Jamais faria isso. Não faço isso, empresa. Só uma piada. Piada. Car Cristo me pegou. Tinha que ser o PA, o nosso web master aí. Esse cara é um gênio. Pô, cara na crista é é bom. Caracista é bom. É bom. Quarta-feira semana é isso. Qualquer quarta-feira é isso. Mas pera aí que eu não po perder um pouco. Então final de semana que tá chegando a hora do almoço, o pessoal tá acordando e entrando na live. Tá vendo que é hora que o pessoal acorda no que 9:30 da manhã é madrugada. A gente que é maluco de acordar nessa hora da madrugada. É complicado. É complicado. É que para terminar eu sempre esqueço do bagulho aqui. Pera aí. E é isso, minha gente. Voltamos em breve. Não, não, não é essa. Errei a música aqui. Essa aqui. Valeu, minha gente. Praticamente fim de semana. Até vitória final. Até vitória final. Até a vitória final, minha gente. Valeu. Estamos junto. Um grande abraço. André, conheçam o André. É nós.