Lição 7 | Engano fatal | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM
10/11/2025
Lição 7 | Engano fatal | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM
Em um mundo cheio de aparências, precisamos aprender a reconhecer nossos erros e a contar nossas histórias com honestidade. Admitir os tropeços é essencial para não cair de novo.
Deus é paciente conosco e está sempre disposto a nos ajudar a lidar com as consequências das escolhas erradas. Vamos falar sobre Josué no capítulo 10, no episódio dessa semana aqui no Código Aberto!
Perguntas para fazer para sua turma na Escola Sabatina:
Você já tomou alguma decisão importante sem antes consultar a Deus?
Que atalhos costumamos seguir na tentativa de resolver nossos problemas?
Por que a Bíblia mostra os erros dos líderes? O que podemos aprender com eles?
Você já fez uma promessa a Deus e não cumpriu?
Como podemos parar de mentir? Você já pediu ajuda para Jesus sobre esse tema?
Como falar a verdade mesmo quando ela vai doer?
Como podemos depender de Deus na prática, inclusive nesses momentos em que precisamos de coragem?
Fonte: Código Aberto
Legendas automáticas:
Seja bem-vindo ao Código Aberto, seu resumo semanal da lição de jovens. E agora a gente vai estudar a lição número sete, enganos fatais. Vem comigo. A lição dessa semana como sempre tá demais. É muito bom ter você comigo em mais uma semana aqui desse resumão da lição de jovens. um resumão com imagens para fixar o conteúdo, [música] com perguntas aqui na descrição que ajudam você a passar a lição. Talvez [música] muitos aqui são professores da classe de jovens e podem tornar o estudo mais dinâmico, [música] lançando perguntas para o seu público para que as respostas venham e haja mais participação na [música] classe. A gente quer aqui ajudar o máximo possível para tornar a lição mais dinâmica. >> [música] >> Vamos lá então. Engan os fatais, coloca aí para mim a tirinha na tela para você poder conferir, tirar lições, colocar suas impressões do tema da lição dessa semana. Muito bem, vamos pra parte de domingo, aprendendo com os erros. Um resumão. O que que fala aí na parte de domingo? Diz assim, ó. Nada viraliza mais do que um vídeo de erros de gravação, né? Seja uma gaf de um influenciador, um vacilo ao vivo ou um gol perdido, a maioria dos líderes [música] preferiria ser lembrada pelas conquistas. Artistas, políticos e técnicos controlam a sua imagem mostrando só o lado bom, né? Muita gente faz isso com as redes [música] sociais. Então, assim como hoje, os reis antigos celebravam [música] as suas vitórias, mas escondiam as suas derrotas. Diferente disso, a [música] Bíblia é surpreendentemente honesta. Ela registra erros e falhas do povo e de seus líderes para ensinar a transformar as nossas vidas, para servir de exemplo, né? No livro de Josué, [música] há uma história em que o povo foi enganado por visitantes e fez um acordo sem consultar a Deus. Quando a verdade veio à tona, a comunidade reclamou dos líderes [música] e Josué enfrentou uma crise de credibilidade. Mesmo assim, Deus ajudou a Josué a recuperar a confiança do povo. A Bíblia [música] não esconde esse erro para nos alertar sobre os perigos da autossuficiência e da falta de discernimento espiritual. No mundo cheio de aparências, essa história nos lembra da importância da honestidade, [música] que conhecer erros, gente, é essencial para não repetir as falhas. Deus é paciente e nos dá graça para recomeçar. Que ele nos conceda discernimento e coragem para mudar quando for preciso, né? Vamos lá, então. Segunda-feira, a lição continua com esse tema e o título é promessas que custam caro. Tanto as vitórias de Jericó quanto as vitórias de Ai assustaram as tribos de Canaã. Enquanto algumas se uniram contra Israel, os dibionitas decidiram enganar Josué para garantir um acordo de paz. É, foram estratégicos. Apresentaram roupas gastas, um pão velho e disseram que haviam vindo de longe. Deus tinha proibido alianças com os cananeus, mas Josué e os líderes fizeram um acordo sem consultar ao Senhor. Três dias depois, descobriram que os gibionitas moravam pertinho e embora irritados, os israelitas [música] cumpriram a promessa, tornando-os servos pro santuário, mas poupando as suas vidas. Essa história ensina a importância de cumprir promessas, mesmo sendo difíceis, [música] e buscar a direção de Deus antes de decidir. O Salmo 15 diz que aquele que jura [música] e cumpre, mesmo com prejuízo, é digno de morar com Deus. Esse salmo é muito legal. Gosto muito desse verso. Como você reage quando é pressionado e decidir rápido, sem tempo para orar? Você vai mesmo assim ou você para decide depois? As pessoas confiam nas suas promessas. E aí, qual que seria a sua resposta, hein? Bom, vamos avançar. [música] Parte de terça-feira contando a verdade. Os gibionitas eram guerreiros fortes e respeitados, [música] moradores lá do coração de Canaã. Mas o temor ao Deus de Israel os fez optar pela astúcia [música] e não pela força. Eles sabiam que jamais venceriam lutando contra Deus. Será que teria [música] sido diferente? Se se eles tivessem sido sinceros, como que seria, hein? A história de Raab sugere que sim. Se tivessem se aproximado com fé e verdade, Deus os teria acolhido. O problema era que eles desconheciam [música] a bondade de Deus e seguiam deuses temidos pela ira, não pela misericórdia. Isso não justifica a mentira, mas ajuda a entender porque que eles decidiram agir daquela maneira. A forma como [música] vemos Deus molda a nossa relação com ele. Às vezes, como os gibionitas, nós sabemos que Deus é poderoso, mas nós duvidamos do seu amor. Tentamos ganhar um favor com argumentos, quando o melhor caminho é confiar na sua bondade, chegar [música] a Deus, não por merecimento, mas porque ele é bom. Mas é importante que você tenha essa [música] visão sobre Deus, senão você nunca vai chegar nele dessa maneira. Deus não age com parcialidade e ele ama a todos, inclusive os estrangeiros. Se os gibionitas tivessem sido verdadeiros, poderiam ter um lugar na aliança, assim como foi com Raab. Mas a mentira os condenou a uma vida de difícil servidão, colhendo uma colheita amarga. Mas e aí, como a sua visão de Deus influencia a sua relação com ele? Como [música] o seu entendimento do caráter de Deus mudou com o tempo? Legal a gente refletir [música] e pensar nisso. Você pode perguntar isso lá na sua classe de jovens, OK? E você que tá estudando também. Parte de quarta-feira, [música] a gente tem aí o Compare para você ler outros textos da Bíblia. Eu faço um forte incentivo para você dar uma parada aí, [música] pausa aí o vídeo, lê essas passagens aí da Bíblia para você ter um panorama geral sobre a história da lição dessa semana e isso vai te ajudar também até a fazer [música] essa rede semântica aí na parte de quarta-feira. E como sempre você pode usar os comentários para isso, tá bom? Eu gosto de ler alguns comentários com a rede semântica. Quinta-feira nós temos aí a verdade que liberta. Que que fala a lição de quinta-feira? Diz assim, ó, que quando os dibionitas se viram encurralados, eles escolheram mentir. É uma tática que Satanás usa desde o início. Ele é chamado de o pai da mentira, a antiga serpente que engana todo mundo. Esse é o título de Satanás, como tá lá em Apocalipse 12, verso 9. No Éden, o engano rompeu a comunhão entre Deus e o homem. Desde então, o coração humano é enganoso e difícil de entender. Mas Jesus oferece um caminho diferente. Ele disse assim: "Eu sou o caminho, eu sou a verdade [música] e eu sou a vida". A verdade não é só uma ideia, mas uma pessoa. Jesus. João, então, revelou que ele se fez carne, cheio de graça e verdade. Quando mais estudamos a Bíblia, mais [música] conhecemos essa verdade. Hoje, muitos falam em verdades relativas, mas a Bíblia afirma que existe uma só verdade, gente. É Jesus. Ele disse assim, ó: "Conhecerão a verdade e a verdade vos [música] libertará". Essa liberdade é contra o pecado e contra o autoengano. Quando deixamos e Jesus revelar as mentiras que acreditamos, começamos a viver a verdadeira liberdade. E aí, que mentiras [música] você tem acreditado sobre você mesmo? Como Jesus pode ajudar você a abandoná-las e viver na liberdade da verdade? É tão bom, né? viver livres, sem o peso de uma mentira escondida, que você e eu possamos ver sempre uma verdade, porque é isso que agrada a Deus. E aí, resumando a parte de sexta-feira, um caminho melhor, diz assim, ó, que quando os israelitas descobriram o engano dos gibionitas, eles ficaram indignados. Mesmo assim, os líderes decidiram honrar o juramento feito, pois haviam prometido pelo Senhor. Os dionitas, então, aceitaram renunciar à idolatria e adorar a Deus. Então, preservar suas vidas não foi pecado. Honrar a palavra dada, gente, é um compromisso sério. Mesmo quando a promessa veio por meio de uma mentira. Nenhum interesse [música] próprio justifica quebrar um juramento. Isso é muito forte na Bíblia. Porém, o engano trouxe consequências. Os bibionitas foram obrigados a servir como carregadores e lenhadores. Um castigo por terem mentido. Se tivessem sido sinceros, Deus os teria abençoado plenamente como parte do povo. Gente, Deus ama o estrangeiro, ama todo aquele que se [música] aproxima com coração sincero. A história deles nos ensina que a falsidade traz humilhação e que a honestidade vale muito mais mesmo diante do medo ou da insegurança. que essa lição possa nos inspirar [música] a sermos cada dia mais verdadeiros e mais honestos e sermos fiéis à [música] aquilo que a gente promete também. Que Deus abençoe você. Obrigado por ter ficado comigo até o final. Não esqueça de compartilhar o link desse vídeo aí na sua classe de jovens. Vai lá no QR Code aqui da sexta-feira e promove também [música] o quiz aí na sua classe de jovens. Que Deus abençoe você e a gente se vê na semana que vem. Até lá. Ja. Oh. [música]