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Lição 7 | Engano fatal | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Lição 7 |  Engano fatal | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Lição 7 | Engano fatal | Pr Gustavo Marques | Escola Sabatina JOVEM

Em um mundo cheio de aparências, precisamos aprender a reconhecer nossos erros e a contar nossas histórias com honestidade. Admitir os tropeços é essencial para não cair de novo.

Deus é paciente conosco e está sempre disposto a nos ajudar a lidar com as consequências das escolhas erradas. Vamos falar sobre Josué no capítulo 10, no episódio dessa semana aqui no Código Aberto!

Perguntas para fazer para sua turma na Escola Sabatina:

Você já tomou alguma decisão importante sem antes consultar a Deus?
Que atalhos costumamos seguir na tentativa de resolver nossos problemas?
Por que a Bíblia mostra os erros dos líderes? O que podemos aprender com eles?
Você já fez uma promessa a Deus e não cumpriu?
Como podemos parar de mentir? Você já pediu ajuda para Jesus sobre esse tema?
Como falar a verdade mesmo quando ela vai doer?
Como podemos depender de Deus na prática, inclusive nesses momentos em que precisamos de coragem?

Legendas automáticas:

Seja bem-vindo ao Código Aberto, seu
resumo semanal da lição de jovens. E
agora a gente vai estudar a lição número
sete, enganos fatais. Vem comigo. A
lição dessa semana como sempre tá
demais.
É muito bom ter você comigo em mais uma
semana aqui desse resumão da lição de
jovens. um resumão com imagens para
fixar o conteúdo, [música]
com perguntas aqui na descrição que
ajudam você a passar a lição. Talvez
[música] muitos aqui são professores da
classe de jovens e podem tornar o estudo
mais dinâmico, [música] lançando
perguntas para o seu público para que as
respostas venham e haja mais
participação na [música] classe. A gente
quer aqui ajudar o máximo possível para
tornar a lição mais dinâmica.
>> [música]
>> Vamos lá então. Engan os fatais, coloca
aí para mim a tirinha na tela para você
poder
conferir, tirar lições, colocar suas
impressões do tema da lição dessa
semana. Muito bem, vamos pra parte de
domingo, aprendendo com os erros. Um
resumão. O que que fala aí na parte de
domingo? Diz assim, ó. Nada viraliza
mais do que um vídeo de erros de
gravação, né? Seja uma gaf de um
influenciador, um vacilo ao vivo ou um
gol perdido, a maioria dos líderes
[música] preferiria ser lembrada pelas
conquistas. Artistas, políticos e
técnicos controlam a sua imagem
mostrando só o lado bom, né? Muita gente
faz isso com as redes [música] sociais.
Então, assim como hoje, os reis antigos
celebravam [música] as suas vitórias,
mas escondiam as suas derrotas.
Diferente disso, a [música] Bíblia é
surpreendentemente honesta. Ela registra
erros e falhas do povo e de seus líderes
para ensinar a transformar as nossas
vidas, para servir de exemplo, né? No
livro de Josué, [música] há uma história
em que o povo foi enganado por
visitantes e fez um acordo sem consultar
a Deus. Quando a verdade veio à tona, a
comunidade reclamou dos líderes [música]
e Josué enfrentou uma crise de
credibilidade. Mesmo assim, Deus ajudou
a Josué a recuperar a confiança do povo.
A Bíblia [música] não esconde esse erro
para nos alertar sobre os perigos da
autossuficiência e da falta de
discernimento espiritual. No mundo cheio
de aparências, essa história nos lembra
da importância da honestidade, [música]
que conhecer erros, gente, é essencial
para não repetir as falhas. Deus é
paciente e nos dá graça para recomeçar.
Que ele nos conceda discernimento e
coragem para mudar quando for preciso,
né? Vamos lá, então. Segunda-feira, a
lição continua com esse tema e o título
é promessas que custam caro. Tanto as
vitórias de Jericó quanto as vitórias de
Ai assustaram as tribos de Canaã.
Enquanto algumas se uniram contra
Israel, os dibionitas decidiram enganar
Josué para garantir um acordo de paz. É,
foram estratégicos. Apresentaram roupas
gastas, um pão velho e disseram que
haviam vindo de longe. Deus tinha
proibido alianças com os cananeus, mas
Josué e os líderes fizeram um acordo sem
consultar ao Senhor. Três dias depois,
descobriram que os gibionitas moravam
pertinho e embora irritados, os
israelitas [música] cumpriram a
promessa, tornando-os servos pro
santuário, mas poupando as suas vidas.
Essa história ensina a importância de
cumprir promessas, mesmo sendo difíceis,
[música] e buscar a direção de Deus
antes de decidir. O Salmo 15 diz que
aquele que jura [música] e cumpre, mesmo
com prejuízo, é digno de morar com Deus.
Esse salmo é muito legal. Gosto muito
desse verso. Como você reage quando é
pressionado e decidir rápido, sem tempo
para orar? Você vai mesmo assim ou você
para decide depois? As pessoas confiam
nas suas promessas. E aí, qual que seria
a sua resposta, hein? Bom, vamos
avançar. [música] Parte de terça-feira
contando a verdade. Os gibionitas eram
guerreiros fortes e respeitados,
[música] moradores lá do coração de
Canaã. Mas o temor ao Deus de Israel os
fez optar pela astúcia [música]
e não pela força. Eles sabiam que jamais
venceriam lutando contra Deus. Será que
teria [música] sido diferente? Se se
eles tivessem sido sinceros, como que
seria, hein? A história de Raab sugere
que sim. Se tivessem se aproximado com
fé e verdade, Deus os teria acolhido. O
problema era que eles desconheciam
[música] a bondade de Deus e seguiam
deuses temidos pela ira, não pela
misericórdia. Isso não justifica a
mentira, mas ajuda a entender porque que
eles decidiram agir daquela maneira. A
forma como [música] vemos Deus molda a
nossa relação com ele. Às vezes, como os
gibionitas, nós sabemos que Deus é
poderoso, mas nós duvidamos do seu amor.
Tentamos ganhar um favor com argumentos,
quando o melhor caminho é confiar na sua
bondade, chegar [música] a Deus, não por
merecimento, mas porque ele é bom. Mas é
importante que você tenha essa [música]
visão sobre Deus, senão você nunca vai
chegar nele dessa maneira. Deus não age
com parcialidade e ele ama a todos,
inclusive os estrangeiros. Se os
gibionitas tivessem sido verdadeiros,
poderiam ter um lugar na aliança, assim
como foi com Raab. Mas a mentira os
condenou a uma vida de difícil servidão,
colhendo uma colheita amarga. Mas e aí,
como a sua visão de Deus influencia a
sua relação com ele? Como [música] o seu
entendimento do caráter de Deus mudou
com o tempo? Legal a gente refletir
[música] e pensar nisso. Você pode
perguntar isso lá na sua classe de
jovens, OK? E você que tá estudando
também. Parte de quarta-feira, [música]
a gente tem aí o Compare para você ler
outros textos da Bíblia. Eu faço um
forte incentivo para você dar uma parada
aí, [música] pausa aí o vídeo, lê essas
passagens aí da Bíblia para você ter um
panorama geral sobre a história da lição
dessa semana e isso vai te ajudar também
até a fazer [música] essa rede semântica
aí na parte de quarta-feira. E como
sempre você pode usar os comentários
para isso, tá bom? Eu gosto de ler
alguns comentários com a rede semântica.
Quinta-feira nós temos aí a verdade que
liberta. Que que fala a lição de
quinta-feira? Diz assim, ó, que quando
os dibionitas se viram encurralados,
eles escolheram mentir. É uma tática que
Satanás usa desde o início. Ele é
chamado de o pai da mentira, a antiga
serpente que engana todo mundo. Esse é o
título de Satanás, como tá lá em
Apocalipse 12, verso 9. No Éden, o
engano rompeu a comunhão entre Deus e o
homem. Desde então, o coração humano é
enganoso e difícil de entender. Mas
Jesus oferece um caminho diferente. Ele
disse assim: "Eu sou o caminho, eu sou a
verdade [música]
e eu sou a vida". A verdade não é só uma
ideia, mas uma pessoa. Jesus. João,
então, revelou que ele se fez carne,
cheio de graça e verdade. Quando mais
estudamos a Bíblia, mais [música]
conhecemos essa verdade. Hoje, muitos
falam em verdades relativas, mas a
Bíblia afirma que existe uma só verdade,
gente. É Jesus. Ele disse assim, ó:
"Conhecerão a verdade e a verdade vos
[música] libertará". Essa liberdade é
contra o pecado e contra o autoengano.
Quando deixamos e Jesus revelar as
mentiras que acreditamos, começamos a
viver a verdadeira liberdade. E aí, que
mentiras [música] você tem acreditado
sobre você mesmo? Como Jesus pode ajudar
você a abandoná-las e viver na liberdade
da verdade? É tão bom, né? viver livres,
sem o peso de uma mentira escondida, que
você e eu possamos ver sempre uma
verdade, porque é isso que agrada a
Deus. E aí, resumando a parte de
sexta-feira, um caminho melhor, diz
assim, ó, que quando os israelitas
descobriram o engano dos gibionitas,
eles ficaram indignados. Mesmo assim, os
líderes decidiram honrar o juramento
feito, pois haviam prometido pelo
Senhor. Os dionitas, então, aceitaram
renunciar à idolatria e adorar a Deus.
Então, preservar suas vidas não foi
pecado. Honrar a palavra dada, gente, é
um compromisso sério. Mesmo quando a
promessa veio por meio de uma mentira.
Nenhum interesse [música] próprio
justifica quebrar um juramento. Isso é
muito forte na Bíblia. Porém, o engano
trouxe consequências. Os bibionitas
foram obrigados a servir como
carregadores e lenhadores. Um castigo
por terem mentido. Se tivessem sido
sinceros, Deus os teria abençoado
plenamente como parte do povo. Gente,
Deus ama o estrangeiro, ama todo aquele
que se [música] aproxima com coração
sincero. A história deles nos ensina que
a falsidade traz humilhação e que a
honestidade vale muito mais mesmo diante
do medo ou da insegurança. que essa
lição possa nos inspirar [música] a
sermos cada dia mais verdadeiros e mais
honestos e sermos fiéis à [música]
aquilo que a gente promete também. Que
Deus abençoe você. Obrigado por ter
ficado comigo até o final. Não esqueça
de compartilhar o link desse vídeo aí na
sua classe de jovens. Vai lá no QR Code
aqui da sexta-feira e promove também
[música] o quiz aí na sua classe de
jovens. Que Deus abençoe você e a gente
se vê na semana que vem. Até lá.
Ja.
Oh. [música]

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