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A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: O OUTRO LADO DO "DECOLONIAL" [PARA ALÉM DA EPISTEMOLOGIA]

🔴AULIVE: O OUTRO LADO DO "DECOLONIAL" [PARA ALÉM DA EPISTEMOLOGIA]

🔴AULIVE: O OUTRO LADO DO "DECOLONIAL" [PARA ALÉM DA EPISTEMOLOGIA]

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Legendas automáticas:

pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade. Uma utopia,
livres do rio ao mar, um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho,
ser da terra, o sal. Seguimos trazendo a
boa nova. Todo dia útil até a vitória
final.
Filosofia,
economia, sociedade e religião.
Praticamos pologia diplomada, fazemos
propaganda e agitação. Fé, ciência do
mundo, luzes, testemunho, ser da terra,
o sal. Seguimos trazendo a boa nova,
todo dia útil até a vitória final.
Segundos
trazendo a boa nova, todo dia útil até a
vitória final.
Pela verdade, pela vida, pela luta
popular, pela realidade, uma utopia.
Livres do rio ao mar, um sonho pelo dia
da paz entre nós.
Guerra aos senhores, ouçam nossa voz.
O pressuposto de toda a existência
humana e, portanto, de toda a história é
que pessoas têm que estar em condições e
viver para fazer história.
Ciência do mundo, luz. Testemun ser da
terra o sal. Seguimos trazendo a boa
nova, todo dia útil até a vitória final.
Fé, ciência do mundo, luz, testemunho
ser da terra ou sal. Seguimos trazendo a
boa nova todo dia útil até a vitória
final.
Seguimos trazendo a boa nova, todo dia
útil até a vitória final.
Ciência do mundo, luz, deshun da terra,
o sal.
Seguimos trazendo a boa nova todo dia
útil
até a vitória final.
Bom dia. Tudo bem? Tão me ouvindo bem?
Como é que tá o som? O som tá bom?
Espero e desejo que sim.
E se nada dá errado, tem musiquinha de
fundo, mas ela não tá entrando. Ou seja,
tô sendo sabotado pelo stream. Cadê
minhas musiquinhas de fundo, Stream?
Hum.
Mas o som tá bom? Tá chegando bem o som
aí.
Vou ter que cantar desse jeito. A vida é
para quem sabe viver.
Procure aprender a arte
para quando apanhar não se abater.
Ganhar e perder faz parte. Aí agora sim.
E agora tem musiquinha de f.
Tava sendo sabotado, mas deu tudo certo.
Bom dia. Bom dia, minha gente querida.
Começando 15 minutos antes do horário
adequado, mais cedo da madrugada,
portanto,
por motivos de, assim como semana
passada, devido a questões de trabalho,
terei que encerrar um pouco antes da
nossa live. Então, vou começar um
pouquinho mais cedo também e a gente
tenta aproveitar um pouco mais.
Mas é isso.
Deixa eu ajudar aqui. Tá muito alto.
Pronto,
assim fica mais adequado.
Ai ai. Se você tá chegando aqui pela
primeira vez, buenos dias. Buenos dias
carapa. Como é que você tá? Tudo bem?
Espero desejo que sim, meu companheiro.
E se você tá chegando aqui pela primeira
vez, bom dia para você ou boa tarde ou
boa noite, depende da hora que você tá
assistindo aqui, onde você está. Não sei
se você tá na no transporte público, se
você está em casa, se você tá no
escritório, se você tá tentando dormir,
precisa de um barulho aí para poder te
ajudar. Se você está tomando banho, tem
gente que às vezes faz isso.
Estranho, mas tem. Bota um som lá e fica
nesse negócio. Mas se você tá chegando
por aqui, não esquece de curtir esse
vídeo, comentar para engajar. Mesmo que
você fala: "Pô, nem sei se é tão
interessante assim, só dá aquela força,
o canal é pequeno, não te dói nada."
a gente poder compartilhar, espalar,
espalhar aí a palavra por aí e considera
ser membro, membra, membre, membrezinha
aqui do canal, porque aqui no canal a
gente tem conteúdos exclusivos para
você, para você e todas as outras
pessoas que também fazem parte da
membresia do canal. Então não é só para
você, mas você pode acompanhar alguns
cursos bem bacanas como Marx e Religião,
evangélico de política no Brasil, ah,
como fazer o seu projeto de pesquisa,
eh, filosofia latino-americana e mais um
monte de coisa aí que a gente tem
bastante conteúdo acumulado já, né, e
pelo preço aí de muito mais barato que
um café expresso. Então você pode ser
convidado aí a participar e se você se
torna membro, membro, membro e membresia
aqui do canal, você também pode fazer
parte do nosso grupo do WhatsApp,
Primeira Igreja Barista do WhatsApp.
E aí você pode trocar uma ideia com a
gente lá. Inclusive os temas que tm
surgido aqui nas lives vem graças aos
debates que a gente tem por lá. Eu
agradeço muito a galera que tem apoiado,
tem suportado este canal em muitos
sentidos possíveis de dar suporte e
também de aguentar a gente. E além
disso, você participando lá, você acaba
tendo acesso a outros conteudinhos eh
exclusivos, como livrinhos, referências,
conteúdos aí que a gente vai
compartilhando, vai discutindo, vai
debatendo e a membresia que sustenta
esse canal, porque eu não sei se
perceberam, um canal bem pequenininho,
mas fiel e resistente aqui com uma
comunidade muito saudável que já tá
presente aqui no chat. Então, seja muito
bem-vindo, bem-vinda, bem-vindo,
convidado aí tá com a gente, tá bom?
Acho que esses são os avisos iniciais.
Se eu não esqueci nada,
esqueci, esquece de me apresentar. Meu
nome é Bruno Requidal, sou doutor em
economia política, mundial, mestre em
filosofia, graduado em filosofia,
formado em teologia, hoje atualmente
trabalhando como coordenador de curso de
prograduação, também professor de
licenciatura em educação no campo.
Espero ser útil e poder contribuir de
alguma maneira aqui, produzindo conteúdo
no canalzinho qualificado e acessível. É
isso.
Acho que não esqueci mais nada. Bom dia,
carapa. Buenos dias. Como é que tá? Tudo
bom? Espero desejo que sim.
Opa, cheguei. Tô no trabalho.
Bom dia, Cléber Lauer. Como é que você
tá, Cléber? Tudo bom, cara? E bom que
você tá no trabalho, significa que você
consegue algum rendimento. Que ruim que
a gente tem que trabalhar. Mas eu tô
aqui para tentar auxiliar durante o
trabalho.
Vamos ver em situação de CLD,
escritório. Vai me permitir assistir ao
live, graças a Deus, porque tem condição
material para ter internet, para poder
acompanhar o papo.
Além aí também de tá junto com a gente
contribuindo, porque Thiago tá lá no
nosso
grupo do Zap também é membro aqui do
canal. Eu agradeço muito porque tá
sempre fortalecendo. Eu peço desculpa
aqui pelo nariz trancado, mas é que
repentinamente no meio de um verão,
ficou frio pr caraca aqui em São Paulo.
E a minha rinite foi pro teto. Eu
acordei hoje, nossa, tá incomodado.
E ainda tem que gravar uns bagulhos à
tarde no escritório. Falando no
escritório, tem o estúdio lá no
escritório, eu vou gravar uns bagulhos e
aí como é que eu vou gravar com o nariz
desse jeito? Tudo trancado, mas não vai
dar certo. A gente vai, né, se dopar
para isso. Futuro clube do livro. É, eu
tô em dívida
por motivos de excesso de empregos
e falta de tempo, mas eu tô devendo
clube, nosso clube do livro mesmo. Mas
teremos, ó. Mas por outro lado, não sei
o que que vocês acham, eu posso estar
equivocado na minha interpretação e na
minha leitura. A gente não tem o clube
do livro, mas a gente faz react de livro
aqui constantemente react de texto. A
gente faz leitura comentada dia assim
dia também, ou seja, não tem o clube do
livro propriamente dito, mas estamos
lendo junto várias vezes
e já lemos os livros inteiros quase.
Aliás, se você que tá caindo de
para-quedas nesse canal, em algum
momento, a gente tem uma playlist muito
boa
que a gente não terminou ainda, mas ela
tá aqui no canal de leitura do manifesto
linha a linha, manifesto comunista,
assim como um que leu o primeiro
capítulo de As armas ideológicas da
morte do Fran Kilam, bom para caramba
também. Então, tudo aqui no canal, a
gente lê bastante texto.
Tem o clube do livro ainda? Não vai ter.
Tô prometendo há muito tempo.
Promessa é dívida. E dívida como um bom
corintiano, eu sei que a gente não
precisa pagar. Então vamos devagar.
Ai meu nariz, perdão.
Ah, vontade de espirrar. Perdão,
mas ficou frio, mano. Tá frio demais. É,
quebra, quebra a gente. Como é que a
gente consegue? Ai, maldito capitalismo
que destrói esse planeta e as condições
climáticas. Nenhuma previsibilidade,
tudo destruído.
Mas vamos sobreviver.
Exato. Eu pago quando puder e vocês vão
ficar satisfeitos com o pagamento. Ele
vai valer a pena. Vai ser com juros e
correção.
Ai, ai, ai. É, cara, a gente aprendeu
que não necessariamente o Corinthians
nos ensina. Eu como um bom corintiano, o
Corinthians nos ensina que não
necessariamente pagar a dívida é uma boa
ideia. Se ano começou pagando, a gente
tá tá até tá até estranhando o que tá
acontecendo. Tenho medo do que pode
acontecer daqui pra frente.
Ai ai. Ixi.
Ah, travou. Não, tá de boa.
Ai, perdão.
É, meu povo, mas hoje a gente vai tá
batendo um papo interessante
sobre decolonialidade, sobre pensamento
decolonial, sobre amenidades acadêmicas,
que parece que aí o pessoal dá bastante
valor para elas e a gente vai levar elas
a sério também. Então,
já a gente comenta sobre isso, dá só um
minutinho aqui, porque o algoritmo do
YouTube ele é muito exigente e ele
requer que a gente fique um tempo
trocando ideia pro pessoal chegar na
live e aí acontece isso. Transferban tá
valendo, tá, mas a gente tá superando
pouquinho a pouquinho, tá eliminando
transferban bansfer ban, que me deixa
muito preocupado porque significa
organização e o meu time não funciona na
base de organização. Corinthians
organizado,
ninguém nunca viu isso. A gente não sabe
o que pode acontecer.
me contrata para organizar teu canal.
Não dá pra gente ficar até mais tarde no
trabalho e roubar, quer dizer, de
emprestar o material da empresa para te
gravar teus cultos. É, então, então,
ó, eu até te contrataria,
mas
não tenho prata.
É plata ou plomo? Não tenho plata.
talvez também não.
Não vai rolar
um dia,
tipo se organizar esse canal mesmo, mas
ele vai ficar bom dia. Ó, vamos pensar
assim, o canal só produz conteúdo há do
anos. Começou em janeiro de 2024, nós
estamos em janeiro de 2026.
Em 2 anos ele até que tá bom, ele não tá
tão ruim, tá no meio de campo, tá?
Time de segunda divisão, de terceira
divisão que tá tentando subir, se
organizar,
que é o nosso canalzinho é praticamente
um mira-sol.
Ai, meu Deus do céu, meu nariz tá coando
muito.
Tá indo bem, só conteúdo da pesada. Tá
indo, pô. Tamos junto. Concordo também,
meu querido. Que no de cria. Adorei o
seu nome. Eh, para mim não aparece o
nome das pessoas, aparece só o nick do
arroinha lá. E aí eu achei excelente.
Que nós de cria é muito bom. Achei
totalmente excelente.
Ah, mas que bom, cara. Que bom conteúdo.
Tem sido massa. Espero poder contribuir
de alguma maneira adequadamente.
Carapa é um gênio publicitário. Ele é.
Eu não sou capaz de acompanhar ele. Mas
não é nem só das ideias. Eu não sou
capaz de acompanhar materialmente
falando,
falta tempo e recurso, mas tá melhorando
até o cenário tá mais adequado. Antes
era uma tristeza, era muita, muita
poluição visual. Melhorou a câmera nesse
período, melhorou o áudio. Me parece que
agora está bom. Vocês ouvem mais
adequadamente também, então estamos
melhorando.
Eh, tem até música no canal agora. Tem
música de fundo, tem live, né, que é a
saída que eu encontrei porque eu não
conseguia mais gravar vídeo. Tem que
mais que a gente tem aqui? Vídeos às
vezes tem vídeo introdutório, tem álbum
de música exclusivo para membresia do
canal.
Tá melhorando.
Às vezes é melhor ficar na segunda
enquanto organiza a casa e depois a
gente vai pra primeira divisão. Exato.
Exato. Sem dar uma pés um passo maior
que a perna, né? Não dá para disputar
Champions sem você tá preparado para
isso. Coitado do Mira Sol, esse ano vai
ter que jogar Libertadores, mas não tá
preparado para isso ainda. Vai ser
complicado, vai ser fácil. Então vamos
devagarzinho.
Vão dar início à produção de conteúdo
daqui uns dias. Torça por mim. Tô
torcendo já. Espero ter os deuses,
materialismo, diético e e maloqueragem
colocando a mão larada. Vai, em nome de
Jesus. Amém. Mas tô torcendo já, mano.
Que pô, espero que seja massa, que
curta. Eu, cara, comecei no desespero e
sem muito planejamento, fui organizando
de pouquinho depois
e hoje fica uma parada que eu gosto de
fazer, gosto de trocar ideia, gosto de
produzir algum conteúdo bacana, acho que
tem sido útil para algumas pessoas, o
que me deixa mais satisfeito, né? A
utilidade pública de alguma coisa que a
gente faz, acho que é o mais legal. E aí
tá entrando num clima bom, tá um
climinha bom, tá um climinha agradável.
Bom dia, Guinho, como é que você tá, meu
querido? Estamos falando sobre produção
de conteúdo. Se você não segue o canal
de Guinho, segue aqui o Guinho. Como é
que você tá, meu bom? Tudo bom? Siga o
canal do Guinho. Acompanha o nosso
brother lá também, que veio, vez por
outra também se arrisca nessa loucura
que a gente faz aqui de brincar, de
produzir conteúdo. Brincadeira séria.
Mas eu fico satisfeito. Que bom que tá
tá servindo para alguma coisa. Acho que
às vezes contribui e essa parte é
interessante.
E isso aí é a cada dois meses também cai
um cascalhinho. Cada dois meses, né? que
dois meses não dá para todo mês. E eu tô
achando que o YouTube Pilantra, senhor
YouTube, seu Pilantra, vai me dar um
calote esse mês, que eu já bati o
bagulho da meta lá no tempo adequado,
mas ele ainda não deu nenhum sinal de
que vai fazer a transferência, que tem
que ter juntar pelo menos $, né? E o meu
canal leva de um a dois meses para fazer
o ó. E aí eu tô achando que você vai me
calotar, seu pilantra. Ele já fez isso
uma vez.
YouTube,
vou trabalhar e deixar a live volando
aqui. Que bom, cara. Espero ser útil.
Espero ser útil. Hoje o papo vai ser
legal. Acho que vai ser descontraído e
vai falar um pouquinho sobre essa
temática aí que apareceu em alguns
nichos especializados
essa semana de decolonialidade. Vou dar
meu meu pitaco, meu pontinho.
Seu conteúdo é bom, por isso quero que
siga crescendo. Amém. Muito obrigado,
carapa, pelo apoio. Espalhando uma boa
palavra e se der grana fica melhor
ainda. Pois é. Pois é. Não, tá. E tá
funcionando porque a cada dois meses ele
paga conta de luz, né? E é internet.
Então, paga continha de luz, paga a
internet, tá sucesso. A gente tem um um
tem o baixo custo de vida aqui em casa,
então tá tá sucesso.
Alguém agora já pegou o conteúdo seu
para reagir tentando dar uma humilhada,
maninho? Cara,
não, não, não. Acho que que pegar o
conteúdo inteiro não. Já pegou, já teve
comentário
já assim, tipo, texto uma vez aquele,
como é que é o nome dele? Padre Eduardo,
padre, o tem cabeça de rolão, esqueci o
nome dele.
Direto no Brasil Paralelo.
Tudo bem. Esse irmão aí, esse mano já
fez uma vez um testão para reagir um um
em reação ao vídeo que eu fiz. Teve o
Iago Martins, né, que comentou, olha o
comunistinho aí no vídeo dele, depois
ele fez uns comentários no Twitter
aleatório dizendo que a gente é
irrelevante. Muito obrigado por
considerar nossa irrelevância.
Teve quem mais? Teve mais alguém?
Teve já comentários positivos. Positivos
teve bastante assim. Ah, tipo do cobor
do tio João lá, o tio João, tio João,
João, João Carvalho já comentou o nosso
canalzinho. Peter evil, Peter Evel,
muito obrigado, Petro. Quem mais já deu
um espitaco de dar uma força? João
Cobor, Piterivo.
Tem mais alguns cantos. É que minha
memória é uma desgraça. Depois eu vou
lembrar e me arrepender de não ter
lembrado. Foi mais coisas de comentário
positivo e de indicação. De negativo
não. Não. A gente apareceu no apareceu a
vez no Galansã fez no comecinho do
canal. A gravação era horrível. A gente
fez um reactuá.
Eh, onde mais,
pô, teve mais algum canto? Antes de ter
canal, eu dei entrevista para pessoal da
Ópera Mund
foi do canal, mas já era alguma
coisinha.
Mas cara, teve mais algum canal que fez
um um aparador com o nosso conteúdo?
Quero pelo canalzinho um pouco maior
assim,
mas não lembro, vou ficar na dívida. Foi
mal,
mas é isso. Ah, eu já fiquei muito
satisfeito de uma vez encontrar o Cobor
pessoalmente
e apareceu lá na firma que eu trabalho e
aí era um encontro com influencers e
tal, não sei o que lá. E aí ia ter um
rap hourzinho lá pós e aí eu tava no
trabalho, fui pro rap hour, aí chega lá
e tava os influencer, não sei quem pá.
Aí daqui a pouco eu sento um mano
encostando as minhas costas assim, aí eu
viro para trás. Aí o cobor falou: "Gosto
muito do seu conteúdo". Eu falei: "Mas o
senhor sabe que eu sou?" Eu falou: "Sim,
você reagiu meu o meu vídeo". A gente
começou a papear. Eu falei: "Caraca, que
da hora". Aí trocou uma ideia e falou:
"Pô, você é muito bom, mano. Você é
muito bom. A minha Aí ele contou, né,
que a companheira dele falou: "Pô, você
vê esse vídeo aqui que reagiram a teu
conteúdo?" Aí ele assistiu e falou: "Pô,
que legal". Aí a gente papeou e a gente
se encontrou mais umas duas vezes assim
se sombar em lugares aleatórios e ele
achou que eu tava lá junto com encontros
influencer, mas não é porque eu
trabalhava no local em que eles estavam.
Então acabamos trombando. Achei muito
legal. Fiquei feliz, pô. O cara
referenciou. Maió legal.
Bom dia, querido Igor. Bom dia, meu bom.
Tudo bem? Espero e desejo que sim.
Obrigado aí por sempre fortalecer,
aparecer com nós. Estamos junto. Grato.
Até hoje ninguém ainda nunca pegou os
jogamento do Bruno para refutar e
poderia pegar e me humilhar
tranquilamente. Às vezes eu já peguei
coisas que eu falei, for p isso aqui, eu
preciso melhorar, mas o grande ponto é
que o meu canal é pequeno, então não faz
cóssega, tá ligado? Galera não se
incomoda para não dizer que assim é tão
tão nada a ver assim.
Tem um canal grande, crente
que eu fiz uma provocação certa vez e
fiz um baitezinho, armadilha para eles e
eles caíram na minha armadilha.
Já contei essa história aqui, vou contar
rapidinho para quem não conhece.
Tinha um canal que quando eu fazia
react, porque eu não consigo mais fazer
os react por causa do tempo mesmo,
que o cara sempre ficava respondendo
perguntas,
então perguntas do internauta, né? O
pessoal manda pergunta e o tudólogo,
pastor responde tudo. E aí uma vez eu
falei: "Pô, vou fazer uma brincadeira
aqui, ver se os caras caem". E eles
caíram, que foi a seguinte, eu falei:
"Pô, obrigada". O cara leu a pergunta,
né? E aí eu falei: "Obrigado pela
pergunta". E respondi, acho que sei lá,
Rodrigo, Fernando, não importa quem fez
a pergunta, se é que você existe, porque
essa pergunta pode ter sido feita por
qualquer pessoa. A produção simplesmente
inventou e o cara tá respondendo aí. e
soltei.
Na semana seguinte,
os caras começaram o programa e fizeram
e o apresentador do programa fez assim,
fez uma introdução de que eles fazem
sempre, falou: "E você pode mandar essa
a sua pergunta e a e vai até pegar o
caderno aí e a sua pergunta ela será
lida, ó". E aí ele pega a plaquinha e
faz assim.
Aí ele mostra tipo como se fosse tipo
alguém realmente mandou essa pergunta e
aí ele volta e vai ler a plaquinha. Eu
falei: "Ah, caíram pilantra".
Aí imediatamente eu fiz o o eu gravei,
né? Printei a tela, fiz a a gravação da
tela e falei: "Muito obrigado aí por
responder a nosso questionamento. Parece
que vocês têm assistido o nosso canal,
né? Pela primeira vez vocês fizeram
isso. É malandradinha. Então a gente
aparece vez por outra assim, mas é raro,
é raro. O canal é pequeno, ninguém tá
interessado em discutir com o canal
pequeno. E olha que ele já reagiu assim
uma pai de gente. É, né? A gente reagi
um pouquinho. Bruno de Rit,
eu sei que programa é e qual pastora é.
É, não precisa de muito esforço. Daqui a
pouco vocês procuram aqui no canal, acab
maratonem os vídeos do canal que vocês
descobrem com facilidade
também. Não pegam para não tomar uma e
aumentar o que refund. É, então pode
ser. Eu gostaria, tem várias, vários que
eu puxo de debate que eu gostaria de ter
discussão, saca? Assim, gostaria de ter
conversa,
mas não estica muito. A galera não quer
papear porque querendo internet não é
para isso, né? Então acaba acaba não
rolando, mas isso é legal que um dia
tipo: "Ah, mano, vamos discutir, pô, não
gostei, vamos bater um papo, vamos, sei
lá, ia ser massa, eu ia gostar.
Ainda que fosse meio de de
ainda que fosse meio só para ser folgado
ou para tentar dar aquela humilhada e
lacrada, não tem problema. legal poder
discutir e conversar adequadamente. Ou
ver um conteúdo aqui aqui.
Ô, que bom, Diogo. Tamo junto, cara. Que
bom. Que bom que eu de alguma maneira tô
interessado em debate e demonstro isso,
porque eu tô mesmo. Tanto que assim,
você pode ver que agora sem sacanagem,
né? Eh, tipo,
que nem hoje a gente vai falar sobre
decolonialidade, né? O pensamento
decolonial. Eu poderia entrar no couro
de só falar issso aí é uma porcaria, não
serve para nada. Poderia entrar no couro
de dizer quem critica porque é branco,
eh, moderno, conservador, babaca.
Poderia ficar nesses extremos desse
negócio. Não, mano. Vamos discutir o
tema tentando complexificar um pouco,
apresentar outros aspectos, tá ligado? O
debate mesmo, eu acho mais interessante,
não rende na internet. Eu sei disso. É
uma estratégia puramente
porque produzir um conteúdo legal que eu
acho que é bacana, mas não rende, não
vira. A internet não foi feito para
isso. A gente tem que aceitar a
realidade disso. Então é é isso. A
estratégia de você ofender gratuitamente
ou só ationar é muito muito melhor, né?
Polarizar, fazer umas frases de efeito
poderosas assim, mas a gente vai
devagar, faz parte.
Pior que a galera não teres a galera não
teres apreço pelo saber é só compromisso
com o dogma. Então se um desses tigrão
de um passo, der um passo para trás,
eles vão perder a audiência para [ __ ]
Exato. Exatamente. Que é só você pisar
no acelerador. Eu acho muito louco isso
na internet, tá ligado? A galera só pisa
no acelerador. Ninguém pisa no freio.
Ninguém fala: "Pô, foi mal, pera aí,
pera aí, pera aí. Talvez esteja, pô, dei
mancada. É só no acelerador, tá ligado?
É só pilhado, pilhado, pilhado, pilhado.
E claro que tem a ver com o algoritmo,
porque o algoritmo se alimenta disso e
também a sua, o seu prestígio, vamos
dizer assim, né? Que o cara tá contigo,
ele tá te acompanhando, porque ele
confia muito no teu conteúdo. Se você
mostra uma fa, ele fala: "Ah, nem era
tão bom assim".
Então é isso, você tem que ser sempre o
super homem, você tem que estar sempre
tipo vencedor em tudo e é uma bosta de
ideia e uma porcaria de de
relação que a gente tem, né, com o
conteúdo e com as pessoas e com com o
debate.
Mas tem razão, cara. Perde audiência
mesmo. Se você desacelera, os caras
ficar, ah, tem mais tanta graça também,
né? Legal é poder
Exatamente. Exatamente.
Caraca, eu não faço ideia do que que a
gente tá falando. Bruno, você prefere o
tiposcidetes
de Yuri de facto?
de facto
Juno, você prefere o tipo
de facto
por tô travado aqui que eu não tô
entendendo.
Eu deveria entender, mas eu não tô
entendendo.
ou de facto ah,
o tipo de facto,
sei lá, eu não tô entendendo. Então,
perdão aí pela minha ignorância.
Agora um adendo. Visagismo, tá em dia,
hein, pai? Degradezinho no talento. Opa,
já o efeito molhado. Que é isso, hein?
Estamos no na pala hoje, mas eu tenho
motivo, tá?
O motivo é claro, eu tenho que gravar
hoje um conteúdo na firma que é um
conteúdo decente, né, assim, bem feito,
estruturado. E aí ontem eu fui pô pro
cabeleireiro, fui no Mendes, que é o
camarada aqui do lado de casa, é o
barbeiro aqui do lado de casa, que eu
sempre corto. Mendes, camarada, fui no
Mendes, mas o Mendes tá viajando, foi
pra terra dele em Aracaju e Arredores. E
aí eu falei, ih, lascou. Aí tava o outro
camarada lá, falei: "Pô, mano, Mendes
não tá aí, vou no outro, mano." Fui no
Biju, que é perto do Mendes. Aí eu
falei, pô, vou colar. Nunca tava
chegando, o Biju tava saindo de moto
falei: "Put,
aí eu fui num outro mano lá que é um um
novo lá que os caras criaram, que é mais
caro, mas os caras são bom, uma equipe
grande lá que é alfa não sei quê, tinha
aqui lá tal". Aí colei lá no alvo, não
sei quê. Aí eu aí consegui mas tive que
pagar um pouco mais caro, mas queria ter
no Mendes porque o Mendes é o meu
camarada lá de confiança. Mas é isso,
para dar o talento para o que hoje vou
gravar e vou gravar eu tenho que estar
na pala, tem que est daquele jeito, né?
Aí eu até separei a camisa bonita, raro
estar com a coisa mais estilosa, mas
hoje vou gravar um bagulhinho mais
bonitinho. Tem que estar no esquema.
Aliás, bom dia. Faltei no bom dia. Bom
dia. Bom dia, meu querido. Tá tudo em
paz.
Pode usufruir do viismo, visagismo e ser
de esquerda, mas sem dúvida tem que tá
bonito, tem que se sentir bem.
Autoestima tem que tá lá em cima, faz
diferença. Faz diferença. Tem que ter
autoestima, pô. Tem que manter lá em
cima. Eu achei da hora. Só que aí ontem
cheguei em casa, minha companheira não
curtiu muito não. Falou: "Pô, achei que
tava mais legal antes". Eu falei: "É,
foi mal aí, mas vou deixar no esquema. É
que ela não tinha visto ainda com o
gelzinho, o estilinho, mas tem que
descer, tem que fazer a sobrancelhazinha
aqui direitinho, fazer um esquema legal,
né? Eu só não tenho barba infelizmente
fica assim. Mas se eu tiro também esse
esses resquícios de pelos desencontrados
e mal feitos, e fica pior ainda. Então
eu acho que eu deixo assim e ficar menos
mais mais no esquema. Tem que curtir,
tem que curtir, tem que ter autoestima
aí. Tem que ter autoestima aí, pô. Cara,
esses dias o Miurinho, o Miurinho já é
engraçado. Abriu mão de uma viagem pra
China porque os ancap do canal dele não
iriam. Quê? Curti que ele ir para lá com
os irmãos. Imagina isso. Ele não foi.
Ele teve a chance de ir para China e não
foi.
[ __ ] irmão. Se tem viagem
de graça, eu vou. Não importa para onde,
pode ser para para uma cidade que eu já
fui em Pernambuco, que é Brejo da Madre
de Deus. Pode ser para lá. Eu vou. Eu
vou paraa bera. Mas é de graça. Eu vou
entender
que ele tá falando de Yuri Alberto.
É o paradoxo da soberania do direito.
Boné. Então eu sou um animal nessa
parte. Eu não faço ideia do que a gente
tá falando, nem do que seria do que
seria. Sem ideia.
Então pra firma você se arruma, né? Com
certeza. Pra gente que é ralé. Não, não.
Aí a gente vai pra realidade. Pra firma
eu me arrumo. Por quê? Porque o A a pra
firma você é obrigado a manter certos
padrões.
É o emprego, é a minha meu meu pescoço
está em jogo. A gente tem que ficar no
esquema. Ah, pronto. Comunist corta
cabelo. É, é. A gente corta no bairro
aqui. Porque não sei se já perceberam,
mas a quebrada é assim agora, né? É bar,
barbearia e igreja. Bar barbearia
igreja. Bar, barbearia e igreja. Fica,
né?
essa trinca a cada esquina que você vai
tem barbaria igreja. Barbaria igreja.
Fala aí, borduna. Cabei na régua. Tá no
esquema. Tá bonitinho, ó.
É. Pronto. Corta o cabelo. Pois é. Arte
da guerra tá lá e tá curtido pr É. Pois
é. Eu nem sei o que a gente tá falando
mais. Eu já me perdi que eu fiquei muito
tempo falando sobre cabelo.
É caro, lógico que é. Pô, é doideira. É
doideira. Melhor nem fazer essas contas.
Melhor nem fazer essas contas que a
gente fica triste. Vamos falar do
decolonial e os decoloniais e a visão
acadêmica BR deles. Vamos, vamos que
vamos, vamos falar deles. Aliás, quando
em viagem de cara, por exemplo, eu
apliquei para uma bolsa para ir pra
Malásia,
os fui aprovado e fui 20 dias lá.
Vamos viagem de graça. Vamos. Não
importa. É melhor nem saber quanto custa
depois.
Não foi tudo pago para [ __ ] que besteira
mano. Felipe Duran ia receber eles lá
também. Doideira, né, pô? Doideira. Ele
fez enquete us próprio. Ave Maria.
Não, como assim, velho? Como assim,
mano?
Não pode. Tem a chance de viajar, você
vai, mano. Não pode. Não importa para
onde. Bom dia, Felipe. Felipe, nosso
querido, primeira pessoa santificada no
na igreja barista. Santificada em vida,
beatificada em vida. Felip.
Barba, Bearia, Igreja e farmácia. É,
farmácia também tem aparecido bastante.
É verdade. Não vou negar.
Barbearia igreja. Impressionante.
No comunismo tem viagem internacional
grátis? Acho que não. Grátis não, mas
facilitada sim.
Eh, programando bonitinho, todo mundo
fica feliz.
Ai, ai, mas viagem é legal. Como que o
cara não aceita viajar? Eu tô tentando
cavar uma viagem pra China. Faz uma cota
já uns dois ano que eu tô tentando
cavar. Uma hora vai sair. A gente vai
cavando as viagens, né? Eu tô tentando
cavar, uma hora vai sair com tudo pago,
obviamente, né?
Ou quase tudo. Pelo menos estadia e
viagem, passagem. Aí alimentação, a
gente se vira. Ai, gato, derrubou os
bagulho aqui. Pera aí, para ver que o
meu gato cometeu um acidente. É tudo
amador aqui. Um minutinho.
Felinos. Tom, sobrevivemos.
Ai, Jesus Cristo.
E o like? Eu sempre esqueço de fazer
isso, gente. Dá o like, eu esqueço
disso. Obrigado, Guinho. Obrigado. Eu
sempre esqueço.
Pago pelo Xi, não diretamente pelo Xi,
mas por pessoas de lá, pessoas
acadêmicas de lá ou instituições
religiosas de lá. Estamos tentando cavar
aí. Ou as duas coisas articuladas.
Estamos tentando cavar já faz um tempo,
mas vamos cavar, né? Esperar o contato.
Contato vem e vai dar tudo certo. Jogo,
o jogo segue.
Deixa o like, moçada. Deixa o like. No
final é quem é soberano e quem tem poder
de manter posse para justificar a
soberania dos países independentes
pós-colonialismo. Mas em português fica
mais fácil.
Eu vou te dizer que em português que é
mais fácil.
Nós é tudo amador. É, a gente ama muito.
Não, cara, que é tudo. Um dia eu vou
mostrar, tem um vídeo que eu mostrava
como é que eu arrumava, acho que um dos
primeiros vídeos do canal, eu mostro na
abertura do vídeo como é que eu arrumava
o meu estúdio improvisado com as coisas
montadas em cima da minha cama. A
câmera, o computador ficava em cima da
câmera da da minha cama, né? Câmera,
comp ficava tudo em cima da cama. Eu
mostro como eu fazer isso. Hoje é outro
lugar, é na mesa que divide a sala que
tá aqui e a cozinha que tá aqui, mas
ainda é tudo muito amador, né? Meu
computador ele fica em cima de duas
caixas de jogo de tabuleiro.
Bem feito, né? Coisa bem feita aí. É TV.
TV ao vivo. Xing pix sem querer singem
pixes.
Bom dia, William. Como é que você tá,
meu querido? Tudo bom? Espero e desejo
que sim. Pô, tá ruim aqui a foco, foco.
Bom dia, bom. Bom, espero, desejo que as
coisas estejam boas por aí. Mas vamos lá
que a gente tem papo hoje para para
comentar, porque o tema é decolonial,
graças ao
texto do excelentíssimo Vladimir Safat,
é o qual nós não poderíamos ler porque
ele está privado,
ele foi colocado na versão só para
assinantes da revista Piauí, mas tivemos
acesso
e pudemos ler. E também depois teve o
vídeo comentado do Jones, que eu achei
muito bom, muito interessante também.
Então isso coloca algumas coisas na
ordem do dia. E lá no nosso grupo da
membreia do canal, o papo comeu solto a
respeito. Eu nem consegui acompanhar
todas as mensagens porque era muita
discussão, muito profunda, galera
respeitosa, mas sempre muito
qualificada.
E aí a gente trouxe para cá, graças ao
Thiago, inclusive, obrigado Thiago pela
dica de trazer esse papo sobre o
decolonial por cá, inclusive porque faz
parte da minha formação. Imagino que de
muitos de vocês também que tenham tido
contato ou com o termo ou com autores
relacionados a essa brincadeira.
Eh,
senhor Vlad como relógio barato acertou.
Enfim, calma, calma, tô brincando. Só
que não, não. Então, aí que tá. A certa
não, cara. Eu considero muitas
não considero nem tenho que falar isso,
porque se a gente for olhar por
impacto na na discussão pública,
produção acadêmica, trajetória, tal,
safado, tem um cara super gabaritado,
né, mano?
Então, muita humildade e respeito à
trajetória caminhada de cada um de cada
uma.
Mas dito isso, do ponto de vista de
posições políticas, tenho muitas
críticas a fazer, muitas mesmo. Sim. e
algumas teóricas, mas aí discussões
teóricas vão para outro âmbito. A maior
maior questões que eu teria seriam
questões
políticas, né, de posicionamento
político, né, de soluções políticas
encontradas. Aí eu tenho
pontos a discordar consideravelmente.
Mas do ponto de vista teórico, cara,
aprendo muito, aprendo muito. E esse
texto do Vladimir Safat é muito bom, é
um texto bem legal que eu não tenho o
que, eu não tenho o que, o que retirar,
né? Tenho, não tenho nada a tirar.
Talvez eu tenha acrescentar, mas não ao
texto, ao debate, que é diferente, que é
o texto tá fechadinho, redondo. Quem não
viu, veja. Quem não vai poder ver,
assiste pelo menos o vídeo do Jones, que
acho que ficou legal também o comentário
dele ao texto Safatle, com alguns pontos
que eu acho que a gente pode tensionar e
discutir hoje, que aí discute, tensiona
e agrega aos conteúdos já feitos, tanto
pelo Safatle quanto pelo Jones. O texto
safato é muito bom, então não vou aqui,
tá certo? A crítica tá correta.
apontamento tá muito bem feito, etc,
etc, etc. E a trajetória lá que ele
apresenta de surgimento da decolonial,
bom, a retomada que o Jones faz no vídeo
dele, bom. Então não é para dizer, viu?
Eles estão tudo errado. Eles eh afogaram
peixes no lago,
cometendo crimes ambientais, afogando
peixes no lago. Não. Ou n eles agrediram
filhotes belos de gatos abandonados na
rua. Não, não é isso. Eu dizer que eles
estão tudo errado também, não. Então
vamos devagar. Vamos devagar. a gente
vai aqui agregar e fazer alguns
apontamentos críticos, especialmente nos
pontos cegos, seja da universidade, seja
do que eles comentaram, porque tem
alguns pontos cegos e aí não é por culpa
deles de ter que saber de tudo, né? Tem
culpa quem? E culpa todo mundo, não é?
Ter que pensar especificamente
em como
dentro da própria universidade existem
certos grupos e posições teóricas que
são marginalizadas, especialmente na
universidade brasileira
e que aí a gente tem que observando
esses grupos, talvez auxilie a gente a
fazer a complexificar um pouco a
observação de certos temas e e questões
que envolvem o decolonial. Tô aqui
falando em genérico que já já a gente
vai entrar no no tema dito e estrito.
Servimos bem para servir sempre. Amém.
Não sei por, mas é isso. Viu o ministro
do Canadá disse que a lei baseada em
regras criada pelo Ze? É,
o Zea nunca respeitou. Na verdade, é o
seguinte, o pessoal que era aliado dos
Estados Unidos achou,
sabe Deus por quê, que ia dar para ficar
vivendo daquele jeito lá, que eles vão
agredir os pequenos e nós aqui do norte,
do centro, né, do norte global, do
centro do mercado mundial, os aliados
aqui jamais seremos tocados. E que bom
que os Estados Unidos faz esse papel de
polícia do mundo, porque aí o resto
desse país não precisa se preocupar com
isso e ficava só fazendo suas transações
financeiras.
Quando os Estados Unidos decide por
questões de crises internas, ou seja,
problemas internos do império, ele está
em crise, tá em crise interna,
estrutural,
como solução partir por tudo ou nada e
quebrar as regras que eles mesmos
criaram e o papel que era desempenhado,
eles quebram as alianças que eles tinham
também com esses países de centro. E
agora esses países de centro estão se
vendo na posição daqueles países de
periferia que eram agredidos pelo
império. Aí ai acabou as regras. Qual?
Aquela que a gente deixava passar porque
a polícia do mundo aí podia funcionar e
a gente ficava de boa. Ninguém precisava
ficar com o exército peitelhando os
outros. Os Estados Unidos fazia o
trabalho sujo pra gente.
Agora que a sujeira bateu na porta de
casa. Ai gente, o pessoal aí também não
respeita mais esse acordo, né?
Que bom, né? Que bom que vocês
perceberam isso, mas não vem por uma
iluminação e pela por nobres valores,
né? Veio porque o os poderosos
resolveram pisar no pé de seus aliados
que se subjugavam a eles. Aí o pessoal
ficou chateado. Que pena,
que pena. Já sabíamos que isso
aconteceria. E se distanciou
oficialmente para os Estados Unidos e
abriu pra China? Sim, pelo menos no
discurso e nas alinhamentos de dos
primeiras movimentos de negócio tá
acontecendo isso, né? E a tendência é
que aconteça,
a tendência é que extensionamento vá o
Estados Unidos, né, com essa expressão
maluca, especialmente diante do grupo
que tá junto com Trump, recomendo que
vocês assistam a live que a gente falou
sobre Venezuela. lá a gente explica com
mais calma quem é esse grupo, quem são
os capitalistas em disputa, quais são os
capitais que estão em crise dentro dos
Estados Unidos, essa coisa toda, e como
isso desemboca no Trump, sendo um dos
representantes, tanto econômico quanto
político desse grupo.
Eh,
o objetivo é esse, né? é quebrar a
ordem, as ordens internacionais
estabelecidas, as relações comerciais,
as instituições vigentes. Por quê? Se
mantém a em condições normais de
temperatura e pressão, os Estados Unidos
só se lasca e o há uma nova ordem que
surge dentro das próprias contradições
dessas regras que eles criaram. Assim,
todo mundo sabe disso. Há quanto tempo
vocês vê a gente falando isso nesse
canal? Sem sacanagem.
Quem tá aqui há mais tempo, tudo bem que
só tem dois anos no canal, mas sempre
que a gente fala sobre análise de
conjuntura, sobre uma observação do que
tá acontecendo no mundo, a gente fala
isso sempre. E é isso. Assim, qualquer
pessoa com bom senso, tirando o
professor rock, porque não tem bom
senso, vai olhar e falar: "É isso, é
isso se continua como tava, os Estados
Unidos cai, cai, acabou e não tem o que
fazer. Há uma novo rearranjo, não
significa que nunca mais serve para
nada, que vai virar periferia do mundo.
Não, isso não vai ser mais a polícia e o
centro econômico. Há um rear arranjo,
mas isso é óbvio e notório. E eles
também sabem disso. Aí a solução que
eles estão encontrando é quebrar com
tudo. Acaba com tudo aí, acaba com toda
a ordem estabelecida porque ela não nos
beneficia. O que não significa que o
resultado será necessariamente positivo,
mas é porque no outro eles têm certeza
que será negativo.
Então é isso.
Negativo do ponto de vista de quem manda
no mundo, né? Assim de querer se manter
no poder.
O Trump só acelerando o isolamento dos
Estados Unidos. Sim, é o objetivo. Não é
tipo, ah, ele tá fazendo sem saber, não.
É o objetivo. A, é declarado, anunciado.
E do ponto de vista deles,
tem uma parada importante na hora de
fazer análise ou mesmo de participar de
debate e argumentação.
Você tem que se colocar na posição
do seu adversário pensar como ele
racionalmente, não no espantalho que eu
tenho dele. Se eu estivesse na posição
desse cara, se eu tivesse na posição do
meu adversário, se eu tivesse no lugar
dele assumindo as regras e como o o os
mecanismos de jogo que ele utiliza,
o que eu faria para me manter? O que é
racionalmente aceitável dentro desses
padrões de comportamento? O que que é
racional, lógico, encadeado para obter
de maneira eficaz um determinado
objetivo? Pô, é isso aí. Você entende a
racionalidade desse cara, desse
adversário, ainda que seja imbecil,
ainda que você fala: "Pô, essa
racionalidade ela é suicida, ela é
maluca, ela é inconsequente". Mas então,
mas é essa a saída que tem. Eu entendo
como racionalmente esse cara opera.
Então, pô, ajuda a ter uma certa
previsibilidade de presi. Caraca, hoje
tá difícil.
previsibilidade
dos próximos passos, mas também quando é
no caso dessa racionalidade quase
irracional ou suicida, né, como é desse
galera que o Trump encarna, eh você
saber que o próximo passo, a tendência é
destruir o que tá existindo. Esse é o
objetivo,
sem esperar que vá no final ter um
grande paraíso, um grande projeto, é o
destruir o que existe para espolhar o
máximo possível.
É isso que esses caras estão fazendo.
Vamos destruir o que tem para espolhar o
máximo. Ah, então a gente vai ter uma
nova ordem que a gente controla. Não,
esse cálculo não existe. O que existe é
destruir o que tá vigente, porque o que
está vigente impede que a gente continue
mantendo o nosso poder. Então, destrói,
espolia o máximo e a gente vê o próximo
resultado.
Entendendo isso, você fala: "Pô, é
pensado, saca? Ainda que seja idiota, é
pensado, porque você fala: "Pô, beleza,
não sou mais o centro do mundo, mas eu
consigo aqui criar um mínimo de projeto
que eu respiro um pouco, que eu diminuo
danos, que eu não, esses caras vão para
cima, eles vão para um tipo de
racionalidade que é um uma racionalidade
irracional porque ela destrói ou tende a
destruir as condições de sua própria
reprodução, mas para eles não importa.
Então, a gente é importante perceber
isso, faz parte dessa dessa análise, né?
Se puder fazer uma ponte do texto das
posições teóricas e as falas de Nego
Bispo, seria muito valioso. Cara, eu não
sei se eu vou conseguir. Vou tentar, mas
eu acho que eu não vou conseguir. Talvez
fique para outro dia, mas posso fazer
algum comentário. Eles respeitaram
quando foi conveniente. Exato. Aí
respeitaram daquelas, né? Eles
impuseram, mas eles mesmos não
respeitavam.
Hoje nem isso, não mesmo. Que sindia
chorando no inferno, vendo Trump
implodir a Outanha ONU. Exatamente.
Era a lei baseada em regras apenas para
países brancos e ricos. Exato. É, mas é
uma ordem pensada para proteger o G7. É
basicamente é isso.
Dinamarca está assustada com a polícia
como uma classe média alta tomando
enquadro pela primeira vez. É, não. A a
União Europeia inteira, o Canadá, todo
mundo tá assustado. Por tipo, caraca,
mano, que que a gente faz? Não vai dar
para fazer nada. Ou talvez ele esteja
feliz. Esse é alemão. Não precisa outra
coisa.
Fala Bruno, como é que tá? Tô bem, tô
vivo, sobrevivendo, então tá ótimo. Olá
gente, tudo certo? Tudo certo. RZ, bom
dia, meu querido. Que bom que você tá
aqui com a gente. Tamo junto, pô. Fala,
Bruno. Fala aí, Pedro. Como é que você
tá, irmão? De boa.
Salve. Fui seu aluno. Eu tô ligado. E
nós fomos camarada também de sala, eu
acho. Talvez, não sei. No antigo e sec.
acompanha seu canal desde início. Suas
elocubrações t feito fazer boas
sinapses. Que bom, que bom que a gente
tá encontrando sinapses de bo caminho.
Que bom que você tá aqui, mano. Tamo
junto, Pedro. Então, você que é um
especialista no assunto, a régua tá boa?
Você é um especialista no assunto? A
régua tá legal? Ficou bem feita? Se o
Veredito for assim, vou dar os parabéns
pro camarada que cortou. Senão vou
falar, você precisa aprender melhor.
Mas vamos lá, né, gente? Bora lá. Bom,
para começar, né? Para começar, para
começar, que a gente tem que ser mais
curto hoje nosso papo, mas vai dar
certo. Sobreviveremos
para começar. Eu
não é essa aqui que eu queria.
Pera aí, pera ver.
Pa pa.
Ah,
pô. Cadê a musiquinha legal de fundo que
eu tenho aqui para para esse momento de
papo?
Não, não é essa
aqui. Vou botar isso aqui. Bom, vamos
lá.
Vai começar. O som tá bom? Só espero que
o som esteja bom. Se não tiver, vocês me
avisam. Se tiver muito baixo também
vocês me avisam. Vou parabenizá-lo,
Igor. É que Pedro é especialista.
Mas ó, vamos lá. Gente, o para começar,
eu tive a minha formação
na graduação
com
um encantamento muito grande com
pragmatismo estadunidense. Acho que é
importante eu falar isso porque ajuda a
dizer o o chão no qual é o piso, o
background que eu tenho, sei lá o que
que vai ser.
O pragmatismo estadunidense me marca
muito, especialmente do ponto de vista
metodológico de como pensar e de como
produzir conteúdo dentro do âmbito da
filosofia, mas também das ciências
humanas, sociais. Então ele me marca
muito.
Mas na graduação, eu já tive contato com
a filosofia latino-americana por
questões muito específicas,
muito específicas. Isso. William James.
William James é
pure. Charles PSE. Gosto muito.
Inclusive
John Dewy foi o que mais me influenciou
ponto de vista de método. John Dewy.
John Dewy para mim é um cara genial
assim para mim, né? Ele mas não é muito
estudado na academia brasileira. Assim,
se você perguntar maior parte das
pessoas que fizeram filosofia ou outras
ciências sociais, ninguém estudou
pragmatismo, pragmatismo estadunidense,
quase. A gente, o grupo é uma combi, né?
O pessoal se encontra numa combi para
comer lá um no food truck, um espetinho,
é o suficiente. Enche a combi ali, tá
tudo certo. Então, quase ninguém
conhece. Charles purs, William James,
John Dewy, essa galera toda, ninguém
conhece, tá ligado? É, Dewi é [ __ ] Bom
para caramba. Bom para caramba. Meu meu
TCC foi sobre Dewy, minha monografia,
né? O método do John Dewy, eu gosto
muito, pô. Que legal. Aí, ó, se o seu
irmão estuda John De, ele já faz parte
dessa desse pessoal da Kombi que vai
comer espetinho. Inclusive aqui perto de
casa tem um espetinho maravilhoso. Vão
chamar de pósmoderno. É capaz. É capaz.
Especialmente porque o Richard Horting,
né, que é um neopragmatista,
ele acaba sendo uma ponta de lança dos
desdobramentos do pragmatismo nos
Estados Unidos. E ele se assume como
pós-moderno em crítica à racionalidade
moderna, mas não pós-moderno tilelê
francês. É uma outra pegada, uma parada
do pragmatismo. Quer dizer, razão nem é
tudo isso aí, hein? Essa racionalidade
que conhece o mundo e sabe de tudo e hum
não é bem isso aí não, hein? E tudo bem,
gente, porque é uma crítica básica, mas
vai, vamos lá.
Mas beleza.
Eh, e assim ainda acho o pessoal que lê
Hort achando que ele é um pósmoderno,
tal qual eh
Dele, Foucault, Derridar, sei lá. Não,
mano, vocês estão lendo errado, tão
lendo com orelha, mas tudo bem, é outro
tipo de crítica. Mas já já a gente chega
lá.
Ah, Jeová, nos ajude. Vamos lá. O, a
gente tava lá, eh, eu estudei muito
esses caras. Eu gostei muito deles. O
método pragmático me auxiliou muito a
ter muito pé no chão, assim, falar:
"Cara, pera aí, né?" Aquilo que a gente
comentou, acho que até na última live, o
mais importante não é o resultado que
esse cara chega, a sentença final, é o
método, é o caminho tomado. Ele eu
compartilho, discuto, aperfeiço faço
outras paradas. o caminho que você toma
para chegar no resultado.
Enquanto tava estudando pragmatismo,
eu tive contato com a filosofia
latino-americana e eu me encantei muito
por questões muito particulares também,
porque na universidade a gente teve
acesso a isso, mas é raro. Agora sim, se
quase ninguém estuda filosofia
estadunidense pragmatista, imagina a
filosofia latino-americana, pessoal nem
sabe de existência.
Tipo, quando eu chego em algum lugar
para contar sobre, para trabalhar
conteúdos desenvolvidos na filosofia
latino-americana, eu, nossa, parece que
eu tô trazendo assim a iluminação dos
céus, o pessoal, oh,
que coisa incrível e tal. E é um bagulho
que já tá aí há milando, sendo
construído, feito e tal, mas a
universidade brasileira rejeita
filosofia latino-americana, não lê autor
latino-americano, não lê, não lê. Ponto,
não lê. Ah, mas não sei. Não lê, não lê
autor latino-americano. Não considera
espanhol uma língua estrangeira.
Não considera, especialmente no âmbito
da filosofia. Não considera espanhol
língua estrangeira, não lê filosofia
latino-americana, considera aí, ah, tem
esse pessoal aí que fala da América
Latina, tão nem aí, ão nem aí. E aí
perde um uma produção de conteúdo
extremamente qualificada, conectada com
problemas da nossa realidade e que pensa
questões que não dá para você pensar a
partir de outro território. E aí aqui já
é um primeiro ponto. Território é um
elemento fundamental paraa produção de
conhecimento. Ninguém pensa desde o
abstrato e desde o além. E essa é uma
crítica que vai aparecendo, seja como no
movimento anticolonial, nas lutas, né,
efetivas por contra o colonialismo da
primeira metade do século XX e o início
da segunda metade do século XX,
eh, seja depois do pensamento
pós-colonial que vai aparecer numa
discussão epistemológica ou mesmo no
decolonial que vai vir tudo isso. Tem um
elemento que é importante, questão do
território, que você tem que considerar
aí falar: "Ah, pô, porque ninguém pensa
tejo universal." Esses âmbitos da
discussão epistemológica, eles têm um
desdobramento de você perceber que a
realidade depende do lugar de onde você
tá, as conexões que você enfrenta. E aí,
usando o que eu falei sobre pragmatismo,
quais problemas você tem que resolver?
Uma parada que eu aprendi com
pragmatismo é que você desenvolve
soluções para problemas existentes. Você
pensa para resolver problemas.
Ah, isso pode ser meio mecânico, meio
duro, sei lá, se dá o nome que você
quiser, não importa para mim. A gente
pensa para resolver problema.
Em cada território, momento e lugar e
contexto, você tem que resolver
problemas distintos. Isso faz com que as
sinapses tenham que correr para lugares
distintos. o trabalho conjunto e
coletivo de discussão, de argumentação,
de diálogo vá para ambientes distintos.
Então, resolvo problemas distintos em
contextos distintos, porque eu tô tendo
que enfrentar as outras coisas. É aí que
tá. Beleza? Beleza. Então, essa questão
de pensar o território é muito
importante. No pensamento brasileiro, na
universidade brasileira, academia
brasileira, ninguém tá nem aí pra
filosofia latino-americana, pro
pensamento. Ninguém tá nem aí. Ah, os
caras fala espanhol. Espanhol nem é
língua estrangeira.
reproduz uma parada que é uma
latinização preconceituosa, tipo assim,
ah, isso aí é, ai, eu já tive que ouvir
isso, mano. E de América Latrina, sabe
essas bobagens? Ai, ai, que ódio. Ou
ainda vou falar a universidade. Eu fui
na Universidade de São Carlos,
Universidade Federal de São Carlos, para
um congresso de filosofia
e fui apresentar. Eu
éramos em quatro amigos e que é o nome
de uma pizzaria aqui perto de casa e de
postos que você encontra por aí.
Mas éramos em quatro amigos, um grupo
bem diverso e interessante. E aí um de
do do grupo falou: "Pô, tô indo lá para
São Carlos para participar do concresto
de filosofia. Bora não tava num momento
que eu não queria ir e tal, mas aquela
pressão de grupo, falei: "Bora". Aí eu
mandei um trabalho bem provocativo, sem
vergonha, pilantra,
cujo título era:
"Eh,
o que é isto?" A filosofia
latino-americana.
E era uma brincadeira, na verdade, uma
crítica. O título, a palestra do
Heidegger, o que é isto à filosofia, que
é um livro, virou depois um livretinho.
O que é isto? A filosofia. Vocês podem
encontrar fácil esse texto. E aí, o que
é isto? A filosofia. No na palestra ele
fala que só dá para fazer filosofia em
grego ou alemão.
Aí eu pego exatamente esta frase e aí eu
faço aquela zoeira acadêmica, crítica e
qualificada com rigor. Mas eu dou uma
desmontada nessa brincadeira de que só
dá para fazer filosofia em grego alemão
para fazer uma crítica a partir da
América Latina, da filosofia
latino-americana pensada a partir do
território das questões da América
Latina, como ela se desenvolve aqui para
além do grego e do alemão. e fazendo
essa provocação, porque na filosofia
tradicional que a gente aprende e
reproduz, ela é grega ou alemã ou no
caso brasileiro muito marcada por
francesa. Então
pensar, eu tô colocando esse problema na
América Latina do pensar a partir do
território porque ninguém pensa a partir
do universal, ninguém pensa a partir do
além, ninguém começa, tipo, grandes
problemas aleatórios. parte dos
problemas que tem que resolver na vida,
no dia a dia. Espero que assim faça,
independentemente de onde esteja, seja
Kantin Conberg, que nunca saiu daquela
cidadezinha merda, seja
coitado, eu sou adoro Câtimo, mas tudo
bem.
Seja o o
Heráclito, vai que tá em Éfeso, seja o
Parmênides de Leia,
veja que eu estou falando lugares,
cidades, territórios em que eles estão.
Estão resolvendo seus problemas, estão
enfrentando seus problemas e daí surgem
pensamentos distintos, diferentes, né,
em diferentes contextos. E tudo bem,
isso é um uma questão séria da gente
considerar. a gente tem que levar isso
muito a sério para não cair em ideias
vagas de que o pensamento ele é
abstrato, ele é universalizante,
eh porque os efeitos disso é complicado.
O que não significa que não exista uma
pretensão universal, que não exista
eh uma busca por encontrar
elementos compartilháveis entre os seres
humanos. Não tá suave. E acho que a
gente tem que procurar isso, padrões,
compartilhar critérios comuns, essa
parada toda, pretendendo uma
universalidade. Acho que isso ajuda a
gente, inclusive a conviver, tem uma
ajuda a conviver.
Por isso que eu acho tão importante a
questão do da discussão sobre
racionalidade, sobre espaço público,
sobre discurso comum. Não é uma ilusão
de que, ah, isso vai salvar a gente,
não. É porque essas ideias, esses
projetos de tentar conviver, eles
auxiliam a gente a nos organizarmos sem
precisar se matar, né?
Então, beleza. E isso é fruto da
modernidade, diga-se de passagem.
Beleza, vamos lá. Vamos lá. Coisa de
cada vez. Tô trazendo uma questão.
Resolver a partir dos problemas, a
partir do território e olhar pra América
Latina. Por que olhar pra América
Latina? Porque eu fui formado depois
nesse processo de filosofia
latino-americana
que me conduz a ter conhecimento sobre o
pensamento decolonial, o que vai se
tornar esse pensamento decolonial.
Só que esse acesso da via filosofia
latino-americana. E toda vez que eu vejo
um debate sobre pensamento decolonial,
nunca é citado a filosofia
latino-americana, o pensamento
latino-americano.
que em especial,
porque
a gente tem que considerar isso, cara,
que mesmo dentro do âmbito dessa
decolonialidade, a academia nega e
abandona e não tá nem aí e não conhece
filosofia latino-americana,
não conhece. E ela também tem
contribuição pro pensamento decolonial.
Por que que eu tô puxando dando essas
voltas importantes?
Porque óbvio que é isso, o texto do
safato ele é perfeito, ele tá crítica,
perfeita crítica. O a reação que o Jones
faz ao ao texto excelente. Inclusive
para quem não puder ler o texto do
Safat, é uma excelente abordagem e a
exposição dos conteúdos centrais, mas
ali reproduz esse esse bagulho de que
não existe. E aí não é culpabilizando
que eles têm que conhecer, tá? Ninguém
tem obrigado a conhecer tudo, mas é que
há uma contribuição pro pensamento
decolonial ou paraa crítica a a
estrutura eurocurocêntrica. a esse tipo
de pensamento que se hegemoniza, como
diria o querido Anibalquirano, esse sim
muitas vezes citado, mas exceção quase
já digo porquê.
As ideias não se tornam hegemônicas só
porque elas são boas, elas se tornam
hegemônicas muitas vezes porque elas
chegam por meio de canhões. E isso é
importante, entendeu? essa crítica de
perceber de que, cara, não vou
reproduzir uma ideia simplesmente porque
parece que ela tá vigente, então muitas
vezes chega pro canhão. Então constrar
esses aspectos,
essas contribuições elas precisam ser
trazidas de volta, elas precisam fazer
parte do jogo, porque eu acho que elas
complexificam a nossa própria crítica ao
que é decolonial e também a nossa
aceitação de elementos importantes que
surgem da discussão decolonial. A gente
conseguir fazer crítica. Crítica não é
abandono, não é rechaço e jogar fora.
Crítica, como a gente já falou várias
vezes aqui, é você conseguir pôr em
crise o que está sendo dito. E aí tem
coisa que na hora que você põe em crise
fica, tem coisa que você na hora que
você põe em crise manda embora.
Aquela cena do Monte Python no filme da
vida de Brian ou A vida de Brian do
Monte Python, tem uma cena muito bacana
que na hora que tá aquele grupo
revolucionário, um dos muitos grupos
revolucionários judeus estão sentados
dentro uma sala e falando um discurso
bem inflamado, né? Porque Roma não nos
trouxe nada de importante? Porque Roma
só serve para nos oprimir e nos
escravizar? O que que eles fizeram de
bom? Aí o cara diz
que foi saneamento básico. Tá, tá, tá
tirando saneamento básico. Que mais?
Segurança. Ah, é verdade, é verdade.
Antes era muito Tá, tá, tá, tá. Tirando
samento básico e segurança. Que mais de
bom que eles trouxeram?
Vinho. Aí, tipo, vai falando, tá bom?
Tirando segurança, tirando básico,
tirando vinho, tirando não sei o quê,
tirando não sei o que lá. Realmente, o
que que é isso de bom? Aí, pessoal, é
nada, nada, nada. Exatamente. Esse do
rechaçar tudo, jogar fora, é postura
idiota. Então, que a gente não pode
fazer,
pô, que bosta que a gente é escravizado,
que a gente é oprimido, que sofreu um
mundo desse negócio. Mas, pô, que bom
que a gente consegue aproveitar esses
elementos a nosso favor, né? Então,
tipo, pá, como é que a gente vive dentro
das contradições existentes na realidade
e consegue pôr em crise pegar aquilo que
é bom, joga fora aquilo que é ruim.
Pronto. Então,
só pra gente poder ilustrar aqui de
maneira adequada.
Não tinha me atentado isso. Eu tô lendo
o chat, mas pronto, eu tô me assustando.
Mas é isso, essa é uma pequena
introdução aqui inicial pra gente ver
que apesar de discutir o tema
decolonial, ele também não pode ser
discutido em abstrato, tá?
Novamente o texto do Safat tá correto, o
vídeo de reação do Jones também, mas há
uns aspectos que podem contribuir pra
gente complexificar o debate e perceber
outros elementos, que é o que eu vou
fazer e o que nós estamos fazendo nesse
momento. Mas deixa eu só voltar aqui pro
chat um cadquinão, coitado. E pá,
justo, justo.
Quatro amigos. É, foi mal, gente. Eu não
lembrei que existia um grupo de standup
chamado quatro amigos.
Coitado do Cant. É, coitado. Nem viajar
por dia. O bichinho tá triste.
Coitadinho do Kant. Não, não dá, não dá.
Exatamente. Universalidade para diálogo,
né? Construída de maneira conjunta e
coletiva. Isso é um elemento importante.
Bom dia, Kevin. Como é que você tá, meu
querido? Espero desejo que bem. Que bom
que você tá deixando o like. Espero que
todos os humanos aqui presentes também.
Não,
deixemos aí se possível, obviamente
só citam francês. É, e os fed francês,
os franceses e os fit francês, porque é
o que fundou a universidade brasileira,
né, assim, a universidade basicamente
que reproduz francês,
especialmente no âmbito das ciências
humanas, filosofia e tal, é francês, pô.
Missão francesa de ultramar. Não, não é
sem querer que tem esse nome.
Universidade internacionalista, como foi
Universidade de Amizade dos POS Patríci
Mumbá. Ô louco, aí sim, hein?
Por que que a USP é filial do
departamento de sensos humanos de Paris?
Também exato. Exato. Eu não sei o que
que é exato, mas é exatamente isso.
Propaganda essencial.
Assim se criaram pessoas que não
entendem o próprio lugar tal qual
estadunidense que não manja de geografia
do próprio país. Pois é, né? E do dos
entender que você em seu território
resolve problemas distintos do cara de
outro lugar e que essas transições não
são simples, né? Mas é complicado. É
[ __ ] porque muitas pessoas, muitas vezes
as pessoas não estão preparadas para
crítica. Sim, sim, mas faz parte da
vida, né?
Bem-vindos ao jogo. É que a gente
entende crítica como falar mal, como
acabar. Eu tenho que te demolir, tá
ligado? Que é uma racionalidade imbecil,
assim, com todo respeito, tá? que aí é
uma outra parada que aí sim eu aprendi,
por exemplo, na filosofia
latino-americana
que na contribuição que ela dá,
inclusive para esse pensamento
decolonial e outras coisas da gente
conseguir
ter mais critérios de modos de atuação
na realidade que não seja meramente
eliminação do do alheio do outro, né?
Pode parecer uma coisa óbvia, mas assim,
em geral, a racionalidade e o pensamento
desenvolvido a partir da modernidade,
como ela se constitui na prática, se por
um lado ela contribui para pensar
diálogo, razoabilidade,
universalidade,
comunhão da diversidade, se por um lado
ela consegue fazer isso, ao mesmo tempo,
por outro ela se funda na violência e
eliminação tudo diferente ao mesmo
tempo. Você tem as duas coisas
constituindo esse esse momento
histórico, esse processo histórico ao
mesmo tempo. Então eu tenho que ter
critérios para conseguir burilar esse
negócio e falar: "Pô, essa parte aqui do
diálogo, da razoabilidade, eu preciso
dela. Essa parte da eliminação do outro,
ela inclusive me elimina". Então eu
tenho que me livrar disso aqui. Esse
negócio aqui não pode fazer parte do meu
modus operand sempre.
Não é só Cmit em relação a amigo e
inimigo, né? Tipo, você é meu amigo, te
protejo, você é meu inimigo, te elimino.
Não, calma, pera. No mundo há uma
complexidade um pouquinho maior.
Então a gente tem que aprender alguns
critérios, alguns recursos para poder
fazer essas seleções e também para sacar
que sim, na prática operacionalmente
esse modo de se relacionar com o mundo
busca a eliminação do do interlocutor.
Ele não considera um interlocutor, ele
elimina.
No debate, o debate teu objetivo é
eliminar o seu adversário e não produzir
o conhecimento comum.
A gente entende debate assim porque ele
reproduz esse modo de se relacionar no
mundo e tá errado.
Crítica é acabar com outro, né? Não, o
cara humilhou. Nossa, mano, que idiota.
Tá ligado? E tá produzindo conhecimento.
Produção de conhecimento, ela se dá no
discussão, ela se dá na crítica, se dá
no debate. Debate é espaço de produção
de conhecimento comum.
Qual que é o nosso objetivo? Tá ligado?
É óbvio que tem alguns espaços e alguns
interlocutores que são inimigos e eu
tenho que saber reconhecer o inimigo.
Preciso de critério para isso também. E
aí a brincadeira fica diferente. Mas são
critérios. É importante a gente pensar
um pouquinho, né?
Eh,
sim, sim. Não, mas você tem toda a
razão. Tem toda a razão, Gabriel. Aí que
tá o lance. A gente precisa buscar esses
critérios comuns, cara. Concordo
contigo. Concordo contigo. Essa essa
discussão do sobre universalidade, que é
um tema à parte, vamos dizer assim, mas
que vai acabar passando por aqui, ela
tem muitos modos de ser abordada e
trabalhada. E aprender esses métodos,
esses modos de trabalho é importante,
com critérios legais, né? Então é massa.
Aí volta paraa lógica atual das redes.
Exato. Um algoritmo pensado para isso e
o modo de uso dele também, né? Se você
quer crescer aqui, você tem que crescer
na na pancadaria.
E aí também no lance do, ah, se o cara
não falou que eu gosto de ouvir,
eu tenho que que parar de ouvir. Tipo
assim, o humano que você tá ouvindo, ele
tem que reproduzir
aquilo que você gosta.
Tipo, o cara tem que falar o que você
curte.
Tem que ser viés de confirmação, senão
você vai abandonar. Então aqui, se eu
fiz, se eu eu tenho certeza que algum
camarada chega aqui no na no nossa live,
eu falo: "Ó, o pensamento colonial tem
esse negócio, mas tem essa parada boa."
Na hora que eu falar, tem essa parada
boa aí, ó, faz decolonial aí, quer
levantar aspectos interessantes, tá? Eh,
acadêmico, não sei o que lá e reproduz
daí a
alguma taxação.
Por quê? Por que fala um bagulho que eu
nunca acho que não é assim? Porque eu
gosto mais do outro jeito de fazer.
Merda, né? É horrível. Mas é isso.
Usando um pouco da pós pós do ICL pós.
Faço lá o ICL pós. A Chain tem aquele
texto da universidade operacional.
Podemos dizer que a internet virou um
campo operacional onde se elimina, xinga
porque chama mais atenção. É, é, é uma
performance que ganha, né? Faz você
render bem. E o, o público que é isso,
tem muita coisa. muita coisa, muita
coisa pra gente pensar. Mas dito isso,
tem o pensamento latino-americano que é
importante da gente considerar. E aí eu
vou fazer um uns apontamentos. Por
exemplo,
a crítica que o Safatle, que o Jones
fazem estão corretos, né? O Jones dando
eando Safatle para facilitar, pra gente
não ficar só no texto do Safatle, porque
não tá acessível.
Ela vai para essa galera que se
constitui como decolonial,
eh, Walter Miolo, companhia, mas tem
outros outros grupos, né?
Tenha um, até mandei lá no grupo da
membresia umas divisões interessantes,
né, de como você pode perceber o que é
esse colonial, decolonial e tal, as
pessoas que se inserem nesse movimento,
toda essa trajetória,
mas é uma galera que parte da
epistemologia
para ver o mundo. Então é um pensamento
que eles chamam, né, pensamento de
fronteira.
É um negócio para você mudar o saber,
reconhecer os saberes e tal, para daí
você lidar com a realidade.
Assimilação de saberes e tal, que tem
seus aspectos interessantes. Mas qual o
problema? O problema é que parte já de
um ponto que é secundário, que é a
racionalização, sem considerar quais são
os problemas que fazem com que esse
saber surja,
saca? parte desse saber como um
conhecimento que tá desconectado de
elementos, apesar de falar sobre o
território, mas quais são os problemas
que esse pensamento tenta resolver?
Porque seja os problemas que ele tenta
resolver não são equivalentes aos
problemas que a gente tá tentando
resolver, ele pode ampliar meu
repertório,
mas ele não contribui como ferramenta de
resolução de de problemas. Eu tenho que
pesar quais são os problemas envolvidos
para surgir um tipo de pensamento e
saber outro. Tranquilo, fazer uma
crítica epistemológica, tal. E aí parte
da epistemologia pensar o que que é
ciência ou como diria o Juan Rossé
Bautista Segales,
eh, o que eu penso quando eu penso, como
eu penso e quanto eu penso,
essa essa reflexão sobre a ciência,
sobre o saber, sobre essa parada toda.
Parte daí para falar sobre a realidade,
sobre as relações interpessoais, sobre
relações políticas, sobre relações com o
mundo.
E é um caminho ruim, é um caminho
operacionalmente ruim e que dá efeitos
de você ter discussões tão abstratas que
você não consegue resolver problemas
efetivos. é distinto, por exemplo, do
caminho que o pessoal da filosofia
latino-americana acaba fazendo,
especialmente do movimento que vem da
tal da filosofia da libertação, que
acaba sendo uma nuance muito marcante da
filosofia latino-americana, porque teve
envolvimento político nas lutas
populares durante a segunda metade do
século XX aqui na América Latina, que
vem da teologia da libertação, essa
galera toda,
eh, e que se constitui porque tem
figuras também
intelectualmente ente muito impactantes,
muito fortes. Então você tem essas duas
coisas, vai, teve mobilização popular
que garante um espaço privilegiado para
esse grupo. Tem figuras muito fortes e
tem instituições muitas vezes ligadas a
ambientes religiosos que t grana para
sustentar o trabalho desses caras.
Então eles acabam meio que funcionando
num garantindo uma escola, mas que ela
não é tão amplamente conhecida, mas que
ela se fortalece e que ela dá
contribuições para esse pensamento
decolonial.
Só que o caminho que esse pessoal toma é
um caminho mais interessante novamente,
caminho como método, né? Não parte da
epistemologia para ver o mundo, parte da
dos problemas do mundo para fazer uma
crítica da epistemologia. E aí os
problemas do mundo que eles vêm num
primeiro momento é um problema político
de libertação efetiva da realidade
nacional, da população, que as lutas da
da na América Latina da segunda metade
do século XX que buscam revoluções.
Nesse processo de perceber a luta
política, eles eles acabam enfrentando
um problema que é, mas quais são os
critérios pra nossa tomada de decisão em
favor do das lutas populares do ponto de
vista acadêmico, né? Porque a galera tá
lutando, pô. Aí um acadêmico quer fazer
uma reflexão sobre isso, tá? Mas por que
que a gente apoia essa galera? A gente
tá engajado numa luta política, mas como
é que eu faço aqui um uma justificação,
uma legitimação do que a gente tá
fazendo? Porque eu tenho que dar razões
uns pros outros, a gente precisa dar
razões, né? Aí eles vão para um âmbito
da ética. Então, quais são esses
elementos centrais que nos dão
justificativa paraa conduta que a gente
toma na luta popular?
Política, ética. E aí na hora que eles
estão construindo isso, isso tá muito
conectado com prática efetiva da
realidade, eles têm que manejar um
problema conjunto, que é como isso
contribui para projetos de
desenvolvimento. E aí eles também têm
que acabar tocando no elemento econômico
que vai acompanhar esse pensamento.
A partir dos anos 80, essa galera começa
a se voltar pro problema da
epistemologia.
Henrique Dúci, Franzin Kelamt, depois
surgiu José Bautista Segales, a Cátia
Comenares e mais uma galera que vai
formando um grupo aí que vai daí se
voltar pra questão da epistemologia
porque vai falar: "Ó, beleza, a gente
tentou processos revolucionários, a
gente conseguiu estabelecer aqui
projetos políticos, queremos seguir
marcha de desenvolvimento, estruturamos
uma base ética que justifica e legitima
nossas tomadas de posição,
mas parece que uma série de movimentos
que a gente toma
os efeitos dele na hora de analisar a
realidade estão sendo falhos. A análise
tá ruim, a gente não tá tendo capacidade
de fazer análise de conjuntura mais
interessantes.
Talvez seja um problema de se como
pensar o mundo. E aí vai pra questão da
epistemologia. E na hora que eles vão
paraa questão da epistemologia, a partir
dos anos 90, eles também estão alinhados
com esses movimentos que paralelamente
surgiram por questões eh de discutir o
chamado oriente, né, na África e
Oriente, que aí vem escola francesa,
essa coisa toda e que aparece lá nos
Estados Unidos com Walter Minholo,
Santiago Castro Gomes, Maldonado Torres,
essa galera toda. Ah, mas o pessoal aí é
meio latino-americano, mas escreve
inglês, meu irmão.
Escreve inglês pra Universidade Gringa.
O plano de trabalho não é resolver
problemas ligados a esses movimentos de
luta popular, é ligado pro âmbito da
academia. E nesse âmbito eles estão
discutindo, fazendo essas discussões que
vai formar esse movimento decolonial que
é epistemológico sobre outros saberes,
outro modo de ser, não sei quê, não sei
quê, não sei quê, outro modo de perceber
o mundo. E aí nesse nesse passo esses
grupos se alinham e aí essa galera do
pensamento de libertação
latino-americano também dá contribuições
pra discussão do pensamento colonial.
Mas veja que são trajetórias distintas e
que buscam resolver problemas distintos
também.
E aí as contribuições desse pessoal vai
para um âmbito muito mais prático,
distinto da galera da epistemologia. E a
crítica do Safat e do Jones vai para
essa galera que discute da a partir da
epistemologia, a partir desse problema
de reflexões epistemológicas que depois
tenta perceber o mundo. A crítica vai
para esse grupo que tá desconectado de
lutas populares, que é muito marcado
pelo academicismo e por pessoas que
enquanto sujeitos acadêmicos
em seu labor, seu trabalho, querem
resolver problemas acadêmicos. E aí eu
não posso ter expectativa também de que
o cara que é acadêmico, quer resolver
problema acadêmico, seja um um
revolucionário, porque ele já nem tá se
propondo a isso. Eu também não posso ter
essa expectativa sobre esse grupo. Então
é uma crítica válida para quem tá na
luta popular e fala: "Ó, tem que olhar
com desconfiança porque essa galera não
tá preocupada com a nossa luta popular".
Mas pra galera que tá na academia fala:
"Eu nem tava preocupado com isso mesmo."
Então eu não posso ter essa expectativa,
tá ligado? já já distingue um pouco
também o um uma abordagem de que assim a
expectativa é minha, não dessa galera
que tá fazendo essa essa essa discussão.
Mas beleza, é diferente da trajetória
desse pensamento latino-americano que
parte da ética, parte dessas questões
políticas vai pro âmbito epistemológico
e a partir dos anos 2000, ligado à onda
rosa aqui na América Latina com os
governos progressistas e com movimentos
populares mais radicalizados que estão
tentando se reorganizar, começa a
discutir a economia política de novo. E
aí durante os anos 2000, o próprio Dci
Hinelamtel Bautista Segales, a própria
Ktia Comenares, o próprio Garramon
Grossfogel aparece para voltar para cá
para acompanhar o processo lá na
Venezuela. Essa galera também tá tá
conectada com luta política. Pode ser
não a não é aquela que eu gosto, não é
não sei o quê, mas são movimentos
populares e que estão envolvidos com
tentar resolver problemas efetivos dos
Estados nacionais da América Latina
durante os anos 2000, nessa onda rosa
que a gente teve, que é do dos governos
chamados progressistas ou que são
progressistas, né, mas a esquerda que
rolou na América Latina toda.
E essa galera produz e se assume muitas
vezes como alguém que tá produzindo
conhecimento neoliberal, neoliberal. Mas
ô, olha o efeito, o efeito do ato falho,
né?
Conhecimento neoliberal e e parada
neoliberal, porque eu quero criticar a
galera que faz uma discussão
epistemológica.
Já saiu antes para essa galera. Perdão
aí, perdão aí. Voltando, é uma galera
que faz uma discussão decolonial,
mas que não é neoliberal ainda, porque é
distinto do processo da galera que tá
discutindo a epistemologia pela
epistemologia, porque essa galera da
discussão abstrata se adequa agora sim
ao projeto neoliberal efetivamente,
porque aí sim é uma discussão mais
individualizada, fragmentada de
coletivos, etc, etc, etc, etc.
Esse outro pessoal tá tentando fazer um
desenvolvimento propriamente dito, eh,
verdade por no calma,
tá envolvido com outro tipo de projeto,
com outro tipo de processo, saca? E
dentro das contradições, a gente pode
perceber essas contribuições, essas
essas diferenças, né? E aí dentro desse
pensamento decolonial ou chamado
decolonial, tal, tem esses aspectos que
a gente pode considerar ou deve
considerar. E aí tem uma parada só que
eu acho interessante, achei interessante
o Jones falar no vídeo dele que aí eu
vou fazer uma crítica ao modo como ele
abordou,
que ele falou assim, ó, olha bem e tal,
porque eu prefiro adotar
uma corrente anticolonial
e aí depois falou vê a corrente que você
vai adotar. Eu achei interessante ele
falar sobre isso. De um lado, eu
entendo. Eu entendo porque significa que
eu quando vou fazer uma produção de
conhecimento, eu não faço de mim por mim
mesmo. Então eu realmente eu me alinho a
correntes.
Mas o lance do adotar, né, de você de
acordo com a sua preferência pegar,
pensar esse ou aquele, aí eu acho ruim
no âmbito da produção de conhecimento,
porque não é o que você vai adotar,
cara. Você tem que ler de tudo e seja
crítico. E o meu critério não é a
corrente, se ela é legal ou não, se ela
é bonita ou feia. Meu critério é se ela
me ajuda ou não a resolver problema.
Qual problema eu tô enfrentando?
Esse me ajuda para isso e aquele me
ajuda para aquilo.
Simples assim.
Então, não é pela adoção do que você
acha mais interessante, mais feio, mais
bonito, mas não para resolver problema,
né? Quais problemas eu tenho que
enfrentar? Certos elementos me ajudam
aqui, os outros me ajudam lá e tá tudo
certo, né? Então isso, o critério tá na
resolução do problema da realidade. Aqui
que eu vou enfrentar e quais são os
efeitos que eu espero nesse
enfrentamento à realidade, porque aí,
cara, é é muito importante a gente a
gente considerar isso
para ir encaminhando aqui um uma
finalização, vamos dizer assim, desse
dessa minha longa longa longa longa
longuíssima explanação.
Eu dou aula em agora falando muito de
experiência local, comunitária muito
prática.
é muito localizada. Eu dou aula na
licenciatura em educação no campo,
professor de de licenciatura em educação
no campo, curso de pós de de um curso de
graduação, de um projeto muito
específico,
que precisa de recurso público para
funcionar.
E ele tá e e especificamente esse
projeto acaba atuando em comunidades
tradicionais
Quilombola, Caiçara e Guarani.
A discussão sobre projeto nacional de
desenvolvimento não resolve os problemas
na luta do território que esses caras
estão fazendo. Ela faz parte. Ela faz
parte. E essa é uma coisa que a gente
sempre discute lá nas aulas. Faz parte.
Eu tenho que pensar nisso,
mas a luta pela terra imediata ali
não ajuda, porque não é uma parada
média, longo prazo. Essa galera não pode
abrir mão do tipo de enfrentamento local
contra latifundiário, contra especulação
imobiliária, quanto não pode abrir mão
dessa parada porque ele tem que agora
fazer uma reflexão macro, não sei o que
lá. Isso vai contribuir, isso entra no
negócio, mas no dia a dia ele é
distinto. E mesmo na resistência luta
pela manutenção de tradições que são
importantes
paraa preservação daquele grupo, paraa
sua luta e resistência, porque aí é uma
outra parada assim, não é tipo assim,
ah, eu acho legal e porque eu acho
bonito que os povos tradicionais
mantenham sua tradição, a gente deixa
eles fazer as coisas dele lá. Não, não
pode ser assim. Pera aí, não, pera aí,
pera aí. Como é que a gente se organiza?
como é que a gente pensa a partir de
relações efetivas materiais, de lutas
constantes nessa realidade, nesse
conjunto, nesse coletivo, nesse nesse
contexto, né? E aí, por exemplo, um
discurso decolonial
e o pensamento dessa linha que eu trouxe
para vocês da América Latina, pensando a
partir da questão política, ética,
depois indo paraa reflexão
epistemológica, voltando pra realidade,
discutindo economia, política e tal,
nesse círculo, nesse espaço, nesse nesse
veio, as contribuições do pensamento de
colonial são muito importantes. E mesmo
dessas da discussão epistemológica
abstrata, que vem sabe Deus de onde, que
a gente tem que ser muito crítico na
recepção, elas também contribuem na
reflexão desse sujeito sobre o mundo.
Elas resolvem o problema do
desenvolvimento nacional, da soberania,
da autonomia? Não, definitivamente nem
penso sobre isso, infelizmente. Mas elas
também não se pretendem a isso. Elas
auxiliam em outros aspectos e esses
outros aspectos têm que ser
considerados, que são aspectos, gostem
vocês do nome ou não, subjetivos, no
sentido de materialmente subjetivos. de
reconhecimento de si enquanto sujeito,
de fortalecimento enquanto pessoa,
enquanto comunidade, de formação de
comunidade, de recuperação de elos
comunitários, ajuda para caramba, cara.
É muito importante é ver isso
acontecendo, tá ligado? falar assim:
"Pô, eu simplesmente trazer aqui
determinadas discussões que nada tem a
ver com essa esse espaço importante de
você fortalecer uma comunidade, de do
grupo ter ferramentas para se
reconhecer, para manejar com seus
problemas, para fazer reflexões que tm a
ver com recuperação de de tradições e de
seu posicionamento no mundo. É muito
importante.
Então, eu não posso simplesmente
rechaçar e jogar fora. Eu tenho que
saber fazer esse meio de campo. Ah, mas
também é só o pessoal branco, acadêmico,
que não sei o que lá. É verdade. Muita
galera aí, tem um monte de maluco aí que
é só universidade que tá fazendo isso aí
mesmo e só tá lá produzindo o conteúdo
deconial porque é bonito, é na moda que
consegue bolsa.
É verdade. É verdade. Mas por outro
lado, na prática, na real, esses
conteúdos muitas vezes chegam como no
numa divulgação e num processo aí de
popularização como reforço ou mesmo
recurso, ferramenta para fortalecimento
de grupos humanos em sua subjetividade,
materialmente falando.
E isso é importante, eu tenho que
considerar.
Eu tenho que considerar. E aí são
ambientes diferentes, enfrentando
problemas diferentes e buscando soluções
distintas. E aí conseguir balancear e
articular toda essa complexidade aí pra
gente não ficar só no gosto, não gosto,
feio, bonito.
Ai muito muito demodê, tá muito fora de
moda isso aí. Não, cara, não. Essas
discussões elas são sérias, tá ligado?
é uma parada importante. Então, acho
acho legal a gente a gente considerar
esses elementos para poder fazer uma
crítica um pouco mais complexa e sendo
leitor, leitora, né, daquilo que tá
diante de nós. marxista vejo muitas
limitações e muitos problemas essa
discussão epistemológica, muitas vezes
individualista,
fragmentária, que não considera uma
porrada de coisa, que é acho uma
porcaria, que fica inventando os nomes
que não faz sentido nenhum, mas ao mesmo
tempo enquanto pessoa convivendo na
comunidade, trabalhando em diferentes
coletivos, de diferentes locais,
percebendo os impactos, os efeitos que
esse tipo de discussão traz, que pode
ser útil na resolução de problemas, na
formação de subjetividades mais
consistentes, que se percebem no mundo
de outro modo e que ajuda como
ferramenta para enfrentamento de
questões. Fundamental. Então, tem que
saber aliar e saber resolver, olhar como
critério o problema que a gente tem que
resolver dentro dessa comunidade para
que consiga produzir, reproduzir,
desenvolver sua vida de maneira
minimamente equilibrada, né?
E acho que isso é é importante.
Inclusive, assim, é engraçado quando a
gente entra muito nessas discussões que
vai entrando nesse ambiente muito
distante da realidade macroeconômica e
considerações que a gente não pode
abandonar, obviamente que não. Eu falo
assim, é gente, só não esquece uma
coisa, fumaça não respeita a fronteira,
né?
Aí o pessoal aí aquele minuto que você
para crer, né? É, não. Então, a gente
tem que pensar assim, o conjunto como um
todo, estado como um todo, sociedade
como um todo e aí o papo fica fica
massa. Acho que foi massa, né? Que que
vocês acharam? Gostaram? Pontamentos
críticos. Foi legal? Era isso que eu
tinha para contribuir, meus
pitacos, meus pingados de breves
reflexões.
Meus pingadinhos de breves reflexões.
Mas ficou bonitinho.
Ficou, ficou bonitinho.
Eita, perdi um monte de mensagem aqui.
Link tava comentando a mesma coisa no
domingo à noite sobre ouvir quem
concorda com você. Aí ó,
o link. Gosto de jogar Zelda, não sei.
Piada idiota. Tem como colocar em
destaque o nome do texto que está se
discutindo? Cara, não, não peguei nenhum
texto específico. Eu hoje foi freestyle.
Hoje foi a partida foi tristemunho
a partir do meu testemunho.
O Nicoleles explicou isso bem como a
questão de da dissonância cognitiva ser
mais fácil que parece com o James que
aceita ali em aceitar a ilusão útil por
ser mais prático. Em suma, via de
confirmação é conveniente. Ah sim. Vixe.
Vi é muito conveniente, muito mais
fácil.
Economia política deixa de ser
xingamento. Ah, em nome de Jesus. É
fundamental,
pô. Aquela hora foi ato falha. Perdão,
foi sem querer. Ele ele pensa por isso
mesmo. Ele escolhe eh não sei quem
escolhe isso aqui. Pelo que ele acha que
é certo politicamente, ele chama de
decolonial de perfumaria porque não fez
nada e o marxismo fez. É.
É. Então, bom, eu aí vou vou me
resguardar a
ao silêncio conveniente.
Usar a ferramenta certa para o que ela
propõe ajuda muito. Exato. Não tem como
esperar que o martelo funcione para
furar a parede, tá ligado?
Ah, mas eu acho que tem que furar a
parede. É, meu martelo não fura a
parede. Não fura. Ele quebra, ele
estoura a parede. Não vai ser legal. Se
você for colocar um quadro na sua casa
tendo apenas um martelo,
não vai ficar legal.
Você tem uma ferramenta, utilize ela
para aquilo que ela foi feita, né? Não
dá para esperar que ela faça um negócio.
Assim como eu não posso esperar que as
pessoas façam uma parada pela qual elas
não se propõem. Eu
vou criticar dentro do que ela se
propõe, né? Acho que ajuda bastante.
Olá, bom dia. Bom dia, como é que você
tá? P espera de fique bem. Bruno, você é
primo do Peter Ubner? Por incrível que
pareça assim. E a gente não sabia disso.
O mundo ele é pequeno, um ovo e muito
mal frequentado. A gente não sabia
disso. Eu sou primo dele. Um dia,
aleatoriamente eu recebo uma mensagem no
Twitter. Bruno,
você é parente da Elsa?
Eu falei,
acho que ela é irmã do meu bisavô.
Ela, ele é minha avó. Eu falei, nós
somos primos. Nós descobrimos que éramos
primos. Eu e Peter Hubler. Eu e Peter
Rubler nos descobrimos primos. O mundo é
mal frequentado mesmo. Ele é um ovo.
Falei: "Caraca, velho, que doideira".
Não é mesmo? Que mundo pequeno é esse
que nós vivemos? Mas somos. Chegou no
final, mas tá tranquilo, tá de boa.
Ai, ai. Achei que teria texto. Perdão,
perdão. Eu no na próxima live eu vou ler
um trecho dos condenados da Terra do
France Falou. Esqueci de falar isso, né?
Pô, isso aqui era importante pro corte.
Problema da galera decolonial que apenas
discute o
elemento
epistemológico sem considerar a
realidade, sem considerar
partir da questão política, ética, de
outras outros problemas e necessidades
que a gente tem que enfrentar, é que leu
Anibalquirano como crítica da
colonialidade do saber, sem considerar a
colonialidade do poder. O Kirrano
critica as duas coisas, inclusive ele
começa pela colonialidade do poder. Você
não pode falar: "O problema é o saber
sem constrar o poder." Tá faltando a
crítica do poder. E aí você não pode
abandonar marx, não pode abandonar a
luta popular, não pode abandonar essas
paradas que fazem parte dessa crítica do
poder dentro do âmbito da modernidade e
mesmo da crítica da modernidade.
Assim como não lembro quem falou, mas eu
concordo plenamente. Lê pele negra
máscaras brancas sem ler os condenados à
terra. Como é que você faz um negócio
desse? Não pode. Se abstraiem um
elemento fundamental que considerar
essas lutas populares a a realidade
material, os problemas aos quais
efetivamente se tem enfrentado. Então,
não pode ir para âmbito epistemológico
sem considerar ética, política e o
elemento fundamental que é economia.
economia no sentido de que só dá pra
gente discutir as outras coisas se a
gente tá em condições de fazer isso.
Como já diria o Ben dito do materialismo
de Marx e Angels, eu só posso tá vivo se
tem condição de eu tá vivo. Essas
condições são os elementos de ponto de
partida pra gente criticar e desenvolver
todo o demais, tendo garantido as
condições da gente poder respirar,
comer, se desenvolver, ter tempo para
pensar, agora a gente consegue também
ver quais são os papéis desempenhados
por cada uma das ideias dentro dessa
reprodução social. Então, não dá para
discutir colonialidade de saber sem
considerar colonialidade do poder. Não
dá para discutir pele negra, máscaras
brancas sem considerar quem são os
condenados da Terra.
Acho que vai ficar bom esse corte aí.
Resume, não é? Já acabou. Perdão,
perdão. É que eu eu tenho que fazer os
bagulhos que eu falei hoje. Por isso que
eu tô na régua, gente. Então, perdão aí.
Se você for um giver, talvez, é, talvez
você consiga. Se você for uma giver,
você não precisa nem de um martelo, nada
que um chiclete, um clipse e um elástico
não resolva.
Adoro o Peter. Ah, que da hora. O Peter
é legal mesmo, cara. Que bagulho da
hora. É, é um bagulho muito particular,
né? É um negócio que eu sempre, sempre
que eu eu ouço o Peter, eu falo: "Cara,
é um,
um tipo de pensamento de humor que é
muito particular. É uma galera que
assim,
eu gosto, eu gosto, me pega, me pega".
Falou: "Cara, a construção do texto
dele, como ele pensa os bagulhos". Eu
falo: "Caraca, esse maluco é muito bom,
velho. Ele é muito embaçado." Só que não
é todo mundo que vai pegar. É um bagulho
bem particular mesmo. Eu gosto, eu
gosto. Peter não conheço. Conheça,
conheça Peter. Meu primo.
Meu primo. A gente não sabia que a gente
era primo. A gente se descobriu primo.
É, o Peter tá muito mais tempo na
internet que eu, mas muito mais. Nossa,
não tem nem comparação. Peter é legal,
cara. Professor de filosofia. Ele é
professorzas de filosofia. Excelente. Eu
não li ainda os Condenados da Terra,
infelizmente. Pronto, semana que vem a
gente vai ler. Então estejam aí porque a
gente vai ler trechos do dos condenados
da Terra. Sim, ele é muito único. Ele é
único, um F. O Peter é uma pessoa, cara,
a produção de conteúdo dele é única. É
isso. É único. Então, nem sei se todo
mundo saca e curte. Eu gosto muito,
muito mesmo. Mas eu sei que é um bagulho
muito específico, assim, fala: "Cara,
quem saca, quem pega o que tá rolando
fala: "Caraca, isso aqui é bom, hein,
mano". Qual que qualidade, qualidade, ó.
É bom, eu gosto. Tetra é bom. Tetra é
muito bom.
Mas é isso, Peblo.
Falei bastante. Espero que tenha sido
legal. Espero que vocês tenham tenham
curtido. Espero que rumine adequadamente
aí algumas ideias legais e a gente se vê
na semana que vem, né? Porque afinal a
gente já tá aí que de hoje?
Quarta-feira.
Quarta-feira,
quase fim de semana, como todos sabemos.
Então, sobreviveremos e estaremos muito
bem. E eu não posso esquecer
de dizer para vocês
que
Eita, puxa. Pera aí, tá travando tudo
aqui. Ah, não. Ah,
meu Deus.
aqui.
Se você é uma pessoa que tá aí
desempregada,
se você é uma pessoa que não tá
conseguindo aí aproveitar os seus dias
de maneira adequada, fala: "Pô, não
tenho tempo para nada, a vida tá me
sugando, ela tá me destruindo."
Não esqueça de ficar com mais ódio
ainda, sabendo que um bando de
desocupado,
que é funcionário público e recebe
dinheiro por ter sido eleito em algum
momento, em alguma eleição, tá andando
sei lá de onde para não sei onde, por
absolutamente nada,
seguindo o maluco completamente idiota
que simplesmente resolveu fazer uma
caminhada por saber o quê?
E ninguém tá entendendo, mas eles estão
andando e filmando e cada hora aparece
mais um elemento para se somar a esta
gang para ficar andando de um lado para
outro. Então você fica com mais ódio
ainda. Fala, eu queria ter tempo para
fazer alguma coisa. Esses caras t em vez
de fazer alguma coisa, ú caminhando aí
caminhando, andando, exindo
não é a canção. Eles conseguindo sabe
Deus o quê? A gente não entende muito
bem. Mas esse bando de animal que tá
fazendo isso, esse gado, precisa pelo
menos tomar alguns cuidados. Eu vou
fazer aqui algumas recomendações para
eles. Tome bastante vitamina C para não
ficar gripado, né? Especialmente menino
pavanato lá precisa tomar cuidado, né?
Aí ficar gripado, menino. Vai tomar e
fica no relento, fica gripado, não
entra, não entra. Fica gripado. Muita
vitamina C, hein? Passa bastante
protetor solar para não ficar
queimadinho. Vai ficar queimado, vai
ficar machucado, perigoso. Come banana,
muita banana para não dar câimbra, né?
Tem que aguentar aí uma jornada. Banana,
banana importante e hipogloss. Não
esqueçam do hipogloss. Passa direitinho
hipogloss porque de calça jeans, bermuda
jeans e falta de preparo vão ficar tudo
assado. Então não esquece aí, vitamina
C, protetor solar, banana e hipogloss. E
se vocês tiverem a capacidade de passar
o hipogloss na banana, mergulhar na
vitamina C e misturar com protetor e
comer, a gente vai ficar muito
satisfeito também. Desafio vocês a
fazerem isso de ficar muito mais mais
alegre caso vocês tornem esse tipo de
atitude. Então fiquem com bastante ódio
no coraçãozinho pensando nesses nessas
pessoas queridas que estão fazendo esse
incrível, essa essa passeada, essa
marcha de cascos que vai ser muito
legal, tá bom? Então fica aí com seu
ódio tranquilamente, tá tranquilo, ficar
todo mundo bem e eu desejo todos
assados, todo mundo assado. Tô desejando
muito que no dia que eles tiverem medo
dessa caminhada aí ficar tudo assado,
tudo machucado. Tem que ficar cheirando
hipoglose quando for fazer aquela junção
de gente lá que eles estão tentando
fazer para fazer uma bagunça. Tá bom?
Dito isso, minha gente, a gente vai
tentar aqui seguir
todo o dia útil, mas na verdade apenas
quartas-feiras, trazendo a boa nova.
>> É a vitória final. Fiquem bem, Deus
abençoe. Aproveitem a semana, aproveitem
o fim de semana, aproveitem.
Bom dia vocês fiquem bem. É nós. Estamos
juntos. Valeu, beijo.
Até semana que vem te ler os condenados
à terra.
Ai,

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