Documentário: Grand Canyon: milhões de anos ou um grande evento? | Ep. 7 | ORIGENS
21/01/2026
Documentário: Grand Canyon: milhões de anos ou um grande evento? | Ep. 7 | ORIGENS
O Grand Canyon seria resultado de milhares de anos ou de um evento cataclísmico? Neste episódio, exploramos a formação do cânion com base em evidências criacionistas e geológicas.
📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!
Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.
🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?
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Fonte: Origens NT
Legendas automáticas:
Esta é uma das imagens mais impressionantes do mundo. Um vale colossal com paredes que mergulham fundo na terra e se estendem por centenas de quilômetros. O Grand Canyon não é apenas um monumento natural, ele é um livro aberto escrito em pedra que revela capítulos inteiros da história da Terra. Por gerações, homens contemplaram Grand Canyon com espanto e reverência. Diante de sua vastidão e profundidade, surgi uma pergunta inevitável. Que força teria esculpido tamanha maravilha? Para alguns, a resposta repousa [música] no trabalho paciente do rio Colorado, que teria talhado lentamente o Kenion ao longo [música] de milhões de anos. Mas para outros, essa não é apenas uma cicatriz da erosão. É um vestígio de um evento [música] catastrófico. Um juízo global que devastou a Terra e que ao recuar deixou para trás não apenas marcas de destruição, mas uma beleza imponente, uma beleza nascida do caos, uma ferida que virou um monumento. Ne. Ah. [música] >> [música] [música] >> O Grand Canyon é uma das formações geológicas mais impressionantes da Terra. Esculpido nas terras do norte do Arizona, ele se estende por cerca de [música] 450 km de comprimento a uma profundidade que chega a quase 2 km. É como se [música] a crosta terrestre tivesse sido rasgada, revelando suas paredes camadas de rocha que contam uma história antiga e [música] profunda. Cada extrato, cada desnível, cada curva do canion revela não apenas [música] a força de sua origem, mas também a vastidão de um evento que moldou continentes. Não é apenas uma paisagem, é um monumento colossal da história do nosso planeta. Nessa temporada, a nossa equipe do Origens veio até o Arizona, nos Estados Unidos, gravar no espetacular Grand Canyon, um lugar único no mundo. Quem vai nos acompanhar nessa jornada, quem vai nos mostrar o lugar é o Nate, que vai ser o nosso guia, [música] que também é responsável pelo e Canon Ministries. Nate, o que é o Canyon Ministries e qual é a sua relevância? O Kenio Ministry está aqui há 28 anos, desde 1997, fazendo viagens cristãs pelo Rio e passeios pela região. Uma das grandes coisas que fazemos é ensinar sobre a geologia do Grand Canyon a partir de uma perspectiva bíblica da criação e do dilúvio. Ou seja, não estamos apenas levando as pessoas para os passeios e mostrando as rochas, mas também falando sobre o que as rochas significam, porque elas estão aqui e tudo isso apontando para a Bíblia e o que ela diz. Perfeito. E eu mal posso esperar para ver o Grand Canyon. >> Com certeza. Vamos dar uma olhada, >> por favor. Uma das coisas que mais se ouve por aí é que todo canion foi esculpido pelo rio Colorado. Mas o que te convence que esse [música] não foi o caso? Uma das coisas que realmente me convence é quando você olha para o próprio rio. Esse rio em média tem apenas 300 m de largura, mas o canon em média tem 16 km de largura. Esse rio é o que chamamos de um rio incapaz de esculpir esse canon. Mesmo que você desse tempo suficiente, é muito difícil explicar como esse rio conseguiria remover todo esse material. E aí surge outra grande questão. Uma vez que todo esse material foi removido, se o rio tivesse feito isso, onde estaria toda essa terra? Se o Kenion tivesse sido esculpido pelo rio Colorado, deveríamos encontrar toda essa terra entre 900 e 1000 km c acumulada no final do rio, formando um grande delta, certo? como acontece no rio Amazonas, que forma um delta enorme. Mas se você for até o fim do rio Colorado, não há um delta grande, só um delta pequeno. Então, para onde foi toda essa terra? Ela não está no final do rio como deveria estar. Na verdade, parte dela está no Oceano Pacífico e outra parte em desertos a sudoeste, como o deserto de Mojve e o deserto de Ansaboro. Alguns geólogos chegam a acreditar que a cidade de Los Angeles está sentada sobre sedimentos do Grand Canyon. Esses sedimentos foram levados até lá, mas o rio nunca passou por esse caminho. Então, olhando para algumas das evidências que temos, pode ser que o rio simplesmente não tenha sido capaz de cortar esse canion. Isso é fantástico. Tem outras coisas que quando você olha para o Grand Canyon pensa, bom, isso é uma marca do dilúvio? >> Sim, quando olhamos para algumas dessas camadas de rocha, elas não estão apenas aqui no Grand Canon. Algumas dessas camadas se estendem por todo o país, por todos os Estados Unidos. Algumas dessas camadas de rocha, como o tapete de aranito, que vamos ver mais tarde, se estendem daqui para vários continentes. Elas são encontradas na África, em partes da Europa e da Ásia. Então, se você tem a mesma camada de rocha depositada em vários continentes e essa camada foi depositada pela água, isso é um grande evento de água no mundo todo, um grande dilúvio mundial, certo? É isso que estamos vendo aqui. Agora, quando olhamos para o resto do canon, toda a escavação desse canon de novo, não me parece que o rio conseguiria cortar tudo, porque outras características que encontramos aqui mostram coisas diferentes. Exemplo, veja todas as montanhas que temos. Temos montanhas, pontos altos e vales. Os grandes canons nas laterais que seguem direções diferentes. Mas na maioria desses canons laterais, na maioria dos pontos e vales, não há água passando por eles. Então, se o rio Colorado escupiu o grande canion principal, o que esculpiu todos esses canions nas laterais? Como se estivéssemos olhando lá de cima? O que removeu todo esse material? Não há rio ali. Então, a ideia de que o rio teria feito tudo isso não parece ter muita consistência. Em nossas pesquisas sobre o dilúvio, percebemos que a principal diferença nas visões sobre como Grand Canon foi formado é o tempo. Algo no Grand Canyon te convence de que não foi só muita água, mas também um processo rápido de formação? Sim, essa é uma ótima pergunta. Pensando no tempo profundo e no que vemos nessas camadas de pedra, se você olhar para o canion, consegue ver como algumas dessas camadas são finas e planas. Temos faixas muito planas, como pontos de contato entre diferentes camadas. Alguns geólogos diriam que há milhares e milhares de anos de diferença quando uma camada de rocha foi depositada e quando outra camada de sedimento se formou por cima. Se fosse assim, deveríamos ver milhões de anos de erosão na superfície. Deveríamos ver muita matéria removida da superfície de cada camada, mas não é isso que vemos. O que vemos são rebaixos, depressões no meio, sem tempo para erosão. Caso contrário, veríamos vales, canais, marcas de desgaste, veríamos muito material removido e essas camadas não seriam rebaixadas. Seriam camadas como se fossem casas empilhadas umas sobre as outras, casas de erosão. E não é isso que vemos. Para mim, isso indica que essas camadas foram depositadas rapidamente. Elas se formaram juntas muito, muito rápido, sem milhões de anos de diferença entre elas. Então, a ideia de tempo profundo não parece se aplicar aqui, porque observamos coisas que vão contra essa noção de tempo profundo. Isso é fascinante. Alguns dias atrás, [música] entrevistamos um paleontólogo que disse que o registro fóssil é uma prova de deposição rápida, porque se há fósseis, houve deposição rápida. Então, é possível encontrar fósseis aqui no [música] Grand Canyol também? >> Com certeza. E uma das coisas que eu mais amo sobre os passeios de barco pelos canons ou ao longo dos rios é que podemos observar muitas destas camadas de rocha. E no Gran Canyon temos milhões de fósseis e vemos muitos deles. Agora, o interessante sobre a maioria dos fósseis que encontramos aqui é que eles não estão intactos e preservados. A maioria está quebrada, fragmentada e parece que foram violentamente destruídos pela água em uma catástrofe. Coisas como conchas e corais. O coral é bem resistente, certo? Se ele tivesse sido depositado lentamente, esse coral estaria intacto. Deveria ser encontrado como uma estrutura completa de corais ramificados quando finalmente exposto. Mas a maioria dos pedaços de coral não passam do tamanho de um dedo. Eles estão quebrados, fragmentados, arredondados. Temos fósseis de moluscos que também estão quebrados e moluscos são duros de quebrar. Mesmo assim, encontramos esses fósseis no mesmo local em que estamos agora. Encontramos braquiópodes, crinoides e corais, mas todos estão destruídos em um ambiente de destruição. Então, ao observar essas pedras, isso me mostra que elas foram depositadas em um processo catastrófico, tumultuado, exatamente como é descrito na Bíblia, no livro de Gênesis, sobre o dilúvio. É assim que encontramos esses fósseis. E eu adoro fósseis. Eles são como nossos melhores amigos aqui, porque nos mostram uma catástrofe que aconteceu. [música] Então, só pra gente entender melhor aqui, normalmente damos todo o crédito das formações que vemos na Terra ao dilúvio. Mas aqui no Grand Canyon dá para perceber dois processos diferentes. [música] Primeiro, as camadas sedimentares se depositaram, formaram os sedimentos, as camadas. Depois [música] essas camadas foram erudidas. Você consegue explicar isso melhor, por favor? >> Sim. Então, vemos isso como um processo em várias etapas. Primeiro, lá no fundo, aquela pedra cristalina que chamamos de basamento foi formada no terceiro dia da criação. Depois disso, talvez 16 anos mais tarde, temos o dilúvio, que entra nesse cenário e remove muita coisa e por cima disso, deposita milhares de pés de rocha. [música] Depois acreditamos que muita água de um massivo sistema de lagos que existia a oeste do canon explodiu por aqui e espalhou tudo. Então isso acontece em etapas e processos. E é por isso que temos um grande canion aqui e não grandes canionos em todo lugar, porque é necessário que vários passos desse processo aconteçam. E temos isso apenas aqui no canon, onde podemos ver todas essas camadas de pedra. E o que mais do Grand Canyon você pode nos mostrar? Temos muito mais. Falamos sobre o início do dilúvio. Agora vamos dar uma olhada no que chamamos de grande inconformidade, onde podemos ver os primeiros estágios do dilúvio, certo? >> Sim, por favor. Nate, o que você vai mostrar pra gente agora? >> Estamos vendo a grande inconformidade aqui no Liping Point, um dos meus pontos favoritos do Grand Canon. Na verdade, é porque é aqui que conseguimos observar o início da formação das camadas do Kenion. Um verdadeiro marco da erosão. >> Uau! Você está me levando de um lugar bonito para outro lugar ainda mais bonito. >> Este é o meu mirante favorito de todo o parque e, sem dúvida, o meu ponto preferido para olhar o Gran Canyon lá embaixo. A vista não se limita ao canion. Conseguimos enxergar também parte do deserto pintado ao longe. E é muito interessante. Aqui dá para ver bem mais do rio Colorado, não é >> isso mesmo. Temos longos trechos para percorrer como três diferentes vistas do rio Colorado que podemos observar, incluindo algumas corredeiras ao longe. Esses são os trechos de águas turbulentas que contornamos e pelos quais levamos as pessoas durante os passeios pelo Grand Canon lá embaixo. É realmente emocionante. >> Sim. Mas o que é exatamente a grande inconformidade? Bom, a grande inconformidade, se você olhar aqui perto do rio, há algumas pedras inclinadas, anguladas. Elas estão pouco espalhadas. E se você subir até a metade, onde o sol começa a brilhar, há uma colina. Você consegue ver lá na metade. E dali para cima, as pedras são em lâminas, ficam horizontais, todas em lâminas. E o mesmo caminho até o topo, todas horizontais e em lâminas. Então, as pedras inclinadas que estão abaixo encontram as pedras horizontais em uma inconformidade. É uma palavra longa, mas basicamente para os geólogos, uma inconformidade é onde as pedras não se encaixam. Ao olhar para as inconformidades, os geólogos acreditam que o que estamos vendo é uma enorme quantidade de rochas perdidas, entre outras rochas. Muitas vezes eles gostam de dizer que é uma enorme quantidade de tempo perdido. Eles dizem isso porque acreditam que deve ter passado um tempo tremendo para causar tanta erosão. [música] Essas rochas que vemos aqui deveriam continuar subindo, certo? Elas deveriam continuar se elevando, mas algo as cortou. E então depositamos mais de 1000 m de rochas por cima. Então temos as rochas inclinadas e depois as rochas horizontais. Quando olhamos para isso, o que vemos é uma fronteira erosiva. Agora, novamente, alguns geólogos diriam que estamos perdendo uma quantidade enorme de tempo. Existem alguns lugares na grande inconformidade onde eles dizem que estamos perdendo 1.hão2 milhões de anos do passado geológico da Terra. Então, basicamente, o que você está dizendo é que a grande inconformidade vai contra o conceito de tempo profundo. Exatamente. Então, se você olhar aqui, o que podemos ver são camadas dessas rochas lá embaixo que estão inclinadas. Mas se olharmos mais de perto, o que vemos é muita erosão. Não por uma quantidade massiva de tempo, mas na verdade o que estamos observando é um enorme plano de erosão, onde houve deslizamento. Então, o que estamos vendo é, na verdade, muita água escorrendo desde o início do planeta. É aqui que eu acredito que vemos o começo da formação das camadas no tempo de Noé. Essa enorme quantidade de água deslizando pelo terreno começou [música] a erodir a paisagem. Agora, o mais interessante é que essa grande inconformidade de que estamos falando não é encontrada apenas no fundo do Grand Canon. Trata-se de uma característica física mundial. Você pode ver a mesma erosão, a mesma inconformidade e as mesmas camadas de rochas em todo o norte da África. [música] Você pode ver no sul de Israel, pode ver em partes da Europa e da Ásia. Essa grande fronteira erosiva é um marco geológico importante. [música] Nós a vemos aqui no Arizona, no Grand Canyon, mas ela está presente em muitos outros lugares ao redor do mundo. >> Isso [música] é fascinante. E aqui podemos ver que o canion é plano no topo, não é? [música] E as montanhas mais altas também são planas e estão no mesmo nível. O que isso nos revela? O que isso quer dizer? >> [música] >> Isso é uma ótima observação. Nós podemos ver a plenitude do canon lá no topo, certo? E você olha para toda a paisagem e ela está completamente plana. Foi aplainada, foi nivelada. O que estamos vendo é a erosão no final do dilúvio. Então, enquanto as águas saem dos continentes, observamos uma enorme quantidade do que chamamos de erosão das rochas, a água atuando como uma grande força, removendo uma quantidade gigantesca de material. E você pode ver como é plano lá em cima. Imagine se as grandes águas do dilúvio estivessem cobrindo todo o planeta. Enquanto elas estão erodindo e saindo, estão puxando o material da paisagem e levam esse material até aquele ponto. E então temos um evento que transporta o canion por essas camadas. Mas lá no topo, quando você observa a paisagem por toda parte, ela está afundando. Houve deslizamento. E, curiosamente, estamos perdendo muitas camadas de rochas acima de nós. Estamos perdendo de 6.000 a 8000 m de sedimento no topo do Gran Canion. Material [música] que foi retirado, que deslizou do topo aqui e que não está mais presente. Ele foi removido no final do dilúvio, mas foi nivelado até aquele lugar. Uma boa observação, porque esta é uma característica muito única, não é mesmo? E como é possível saber [música] que perdemos algumas camadas acima? >> Essa é mais uma ótima pergunta. Se estivéssemos viajando para o norte, existem algumas formações rochosas. Na verdade, se você olhar a distância, consegue ver os penhascos no horizonte. Estes são os Vermilion Cliffs. Temos outro grande conjunto de camadas de sedimentos que repousa sobre as camadas superiores do Gran Canion. Então aqui a camada que estamos observando, esta é a camada caibabe. [música] Se você voltar um pouco, há outro setor de camada sobre essa. E se você seguir para o norte, ainda há mais. Você [música] continua indo para o norte, até Utá e pode ver cada vez mais camadas sobrepostas. Agora, se essas camadas estão justamente lá em cima sobre aquelas outras camadas, faz sentido que também deveríamos encontrá-las aqui inicialmente. Mas aqui nesta área elas deslizaram. >> [música] >> Chamamos essas camadas de grande escada porque essas camadas se espalham quase como degraus de uma escada. Então, a grande escada foi erudida e retirada daqui, mas encontramos essas camadas ainda mais ao norte. >> Bom, a Bíblia não é um livro de geologia, então ela não nos dá todas as respostas, mas quando você olha para o Grand Canyon e você [música] está aqui todos os dias há 11 anos, certo? E mesmo estudando tanto, Canion, ainda há coisas aqui que a gente não entende. Com certeza. Como qualquer bom cientista, devemos analisar as coisas e tentar entender o que podemos. E ainda há muitos pontos que todos os cientistas, todos os geólogos, ainda estão tentando compreender e resolver. E na ciência da criação acontece a mesma coisa. Uma das coisas que ainda estamos tentando entender exatamente é o seguinte. Se você olhar para a parte inferior onde fica o rio, as pedras inclinadas, todas essas pedras inclinadas, acreditamos que elas são anteriores ao dilúvio. Elas são o que pensamos como sedimentos do pré-cambriano. Então, essas camadas de pedra que estamos observando, acreditamos que foram formadas ou depositadas desde a criação até o dilúvio. Mas os processos exatos, os mecanismos precisos, o momento certo, ainda não temos certeza. Talvez muitas delas tenham se formado no terceiro dia da criação ou durante a semana da criação, quando Deus trouxe toda a água para um lugar e a terra seca apareceu. Imagine a água saindo das fontes. Isso causaria muita erosão, causaria muita sedimentação, muito sedimento sendo formado. Mas além disso, as evidências que vemos aqui parecem indicar que este era um fundo de oceano antes do dilúvio. Então, imagine se isso fosse antes do dilúvio, estaríamos na água, no oceano. Parte da vida fóssil que vemos, começando nessas áreas aqui, começa a se transformar em um ambiente oceânico. Portanto, acreditamos que isso fazia parte do mundo pré-dilúvio, provavelmente um oceano pré-dilúvio. Exatamente. Quanto desse sedimento veio da semana da criação? Quanto veio da criação até o dilúvio, talvez 16 anos depois, ainda não temos precisão, mas continuamos trabalhando nessas ideias e tentando entender melhor. >> Isso é fascinante, [música] porque a gente acredita que Deus criou tudo, a gente acredita no dilúvio, mas também precisamos [música] ser honestos. Não temos todas as respostas e não queremos forçar interpretações que não [música] existem, não é mesmo? >> Com certeza. Temos que ser honestos e admitir que existem coisas que mesmo na ciência, mesmo na geologia, ainda precisamos descobrir. Então isso faz parte do nosso trabalho na ciência da criação. Como cientistas, investigamos o mundo, continuamos estudando e às vezes até mudamos e adaptamos nossos modelos, dependendo do que vemos aqui e do que encontramos na palavra de Deus. [música] Então, sim, precisamos ser honestos, precisamos ter integridade quando fazemos pesquisas e observar como tudo isso se alinha com o que estamos estudando. >> É a minha primeira vez aqui no Granny Canyon e eu estou simplesmente fascinada. Tudo aqui é absolutamente muito bonito, mas você está aqui há 11 anos, vem a Grand Canyon todos os dias, percorre esse lugar de cima a baixo e mesmo assim o Canion ainda consegue falar com você de causar fascínio. Como é admirar essa paisagem todos os dias? O que ela te conta? [música] Isso reflete o fato de que Deus se renova cada dia. Não é isso que a Bíblia nos diz? Ele se renova cada manhã. Cada vez que venho aqui e já estou há mais de 1000 dias no Gran Cion, vendo de cima a baixo, ainda descubro coisas novas. Há novas sombras, novas formações que aparecem, todas essas coisas diferentes que surgem. Na verdade, à distância percebi enquanto conversávamos [música] que há uma nova escadaria de pedras lá, onde algumas pedras mais distantes se quebraram. E eu nunca tinha visto isso antes. Então, há coisas que eu nunca tinha visto, animais que eu nunca tive a oportunidade de conhecer que vivem aqui neste canion. E o mais incrível é que temos tantas pessoas de todo o mundo que nos reúnem aqui. E a cada nova visita é um grupo completamente novo, uma família totalmente nova, uma experiência totalmente nova. Então, levar pessoas e abrir os olhos delas para ver este canyon e o que ele realmente revela nunca envelhece. Todo dia é novo, é fantástico. Eu amo isso. >> A grandiosidade do Grand Canyon assusta, impressiona e, acima de tudo, [música] nos convida à humildade. Diante de suas paredes imensas, esculpidas com força e tempo, percebemos quão pequenos somos diante de um mundo tão vasto, tão cheio de histórias, que não fomos nós que escrevemos. Estar aqui é mais do que observar [música] uma paisagem. É confrontado com a grandeza da criação, com a força das águas, [música] com o silêncio das pedras. Esta é sem dúvida uma experiência única na vida e este lugar é único no mundo. Oh. >> [música] [música]