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A fé vem pelo ouvir

Documentário: Grand Canyon: milhões de anos ou um grande evento? | Ep. 7 | ORIGENS

Documentário: Grand Canyon: milhões de anos ou um grande evento? | Ep. 7 | ORIGENS

Documentário: Grand Canyon: milhões de anos ou um grande evento? | Ep. 7 | ORIGENS

O Grand Canyon seria resultado de milhares de anos ou de um evento cataclísmico? Neste episódio, exploramos a formação do cânion com base em evidências criacionistas e geológicas.

📌 Prepare-se para olhar a história do dilúvio de uma forma completamente diferente!

Que aprender mais sobre esses e outros assuntos?
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🟧 ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida e do universo com cientistas de diversas áreas.

🟩 A temporada Dilúvio da série ORIGENS explora evidências científicas, geológicas e arqueológicas de um possível evento global catastrófico. A partir do relato bíblico do Dilúvio, a série investiga formações rochosas, fósseis, a Arca de Noé e impactos ambientais que podem estar ligados a esse acontecimento. Com uma abordagem criacionista e interdisciplinar, esta temporada conecta ciência e fé para responder à pergunta: o Dilúvio foi real?

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Legendas automáticas:

Esta é uma das imagens mais
impressionantes do mundo. Um vale
colossal com paredes que mergulham fundo
na terra e se estendem por centenas de
quilômetros. O Grand Canyon não é apenas
um monumento natural, ele é um livro
aberto escrito em pedra que revela
capítulos inteiros da história da Terra.
Por gerações, homens contemplaram Grand
Canyon com espanto e reverência. Diante
de sua vastidão e profundidade, surgi
uma pergunta inevitável. Que força teria
esculpido tamanha maravilha? Para
alguns, a resposta repousa [música] no
trabalho paciente do rio Colorado, que
teria talhado lentamente o Kenion ao
longo [música] de milhões de anos. Mas
para outros, essa não é apenas uma
cicatriz da erosão. É um vestígio de um
evento [música] catastrófico. Um juízo
global que devastou a Terra e que ao
recuar deixou para trás não apenas
marcas de destruição, mas uma beleza
imponente, uma beleza nascida do caos,
uma ferida que virou um monumento.
Ne. Ah.
[música]
>> [música]
[música]
>> O Grand Canyon é uma das formações
geológicas mais impressionantes da
Terra. Esculpido nas terras do norte do
Arizona, ele se estende por cerca de
[música] 450 km de comprimento a uma
profundidade que chega a quase 2 km. É
como se [música] a crosta terrestre
tivesse sido rasgada, revelando suas
paredes camadas de rocha que contam uma
história antiga e [música] profunda.
Cada extrato, cada desnível, cada curva
do canion revela não apenas [música] a
força de sua origem, mas também a
vastidão de um evento que moldou
continentes. Não é apenas uma paisagem,
é um monumento colossal da história do
nosso planeta.
Nessa temporada, a nossa equipe do
Origens veio até o Arizona, nos Estados
Unidos, gravar no espetacular Grand
Canyon, um lugar único no mundo. Quem
vai nos acompanhar nessa jornada, quem
vai nos mostrar o lugar é o Nate, que
vai ser o nosso guia, [música] que
também é responsável pelo e Canon
Ministries. Nate, o que é o Canyon
Ministries e qual é a sua relevância? O
Kenio Ministry está aqui há 28 anos,
desde 1997, fazendo viagens cristãs pelo
Rio e passeios pela região. Uma das
grandes coisas que fazemos é ensinar
sobre a geologia do Grand Canyon a
partir de uma perspectiva bíblica da
criação e do dilúvio. Ou seja, não
estamos apenas levando as pessoas para
os passeios e mostrando as rochas, mas
também falando sobre o que as rochas
significam, porque elas estão aqui e
tudo isso apontando para a Bíblia e o
que ela diz.
Perfeito. E eu mal posso esperar para
ver o Grand Canyon.
>> Com certeza. Vamos dar uma olhada,
>> por favor.
Uma das coisas que mais se ouve por aí é
que todo canion foi esculpido pelo rio
Colorado. Mas o que te convence que esse
[música] não foi o caso? Uma das coisas
que realmente me convence é quando você
olha para o próprio rio. Esse rio em
média tem apenas 300 m de largura, mas o
canon em média tem 16 km de largura.
Esse rio é o que chamamos de um rio
incapaz de esculpir esse canon.
Mesmo que você desse tempo suficiente, é
muito difícil explicar como esse rio
conseguiria remover todo esse material.
E aí surge outra grande questão. Uma vez
que todo esse material foi removido, se
o rio tivesse feito isso, onde estaria
toda essa terra?
Se o Kenion tivesse sido esculpido pelo
rio Colorado, deveríamos encontrar toda
essa terra entre 900 e 1000 km c
acumulada no final do rio, formando um
grande delta, certo?
como acontece no rio Amazonas, que forma
um delta enorme.
Mas se você for até o fim do rio
Colorado, não há um delta grande, só um
delta pequeno. Então, para onde foi toda
essa terra? Ela não está no final do rio
como deveria estar. Na verdade, parte
dela está no Oceano Pacífico e outra
parte em desertos a sudoeste, como o
deserto de Mojve e o deserto de
Ansaboro.
Alguns geólogos chegam a acreditar que a
cidade de Los Angeles está sentada sobre
sedimentos do Grand Canyon. Esses
sedimentos foram levados até lá, mas o
rio nunca passou por esse caminho.
Então, olhando para algumas das
evidências que temos, pode ser que o rio
simplesmente não tenha sido capaz de
cortar esse canion.
Isso é fantástico.
Tem outras coisas que quando você olha
para o Grand Canyon pensa, bom, isso é
uma marca do dilúvio?
>> Sim, quando olhamos para algumas dessas
camadas de rocha, elas não estão apenas
aqui no Grand Canon. Algumas dessas
camadas se estendem por todo o país, por
todos os Estados Unidos.
Algumas dessas camadas de rocha, como o
tapete de aranito, que vamos ver mais
tarde, se estendem daqui para vários
continentes. Elas são encontradas na
África, em partes da Europa e da Ásia.
Então, se você tem a mesma camada de
rocha depositada em vários continentes e
essa camada foi depositada pela água,
isso é um grande evento de água no mundo
todo, um grande dilúvio mundial, certo?
É isso que estamos vendo aqui.
Agora, quando olhamos para o resto do
canon, toda a escavação desse canon de
novo, não me parece que o rio
conseguiria cortar tudo, porque outras
características que encontramos aqui
mostram coisas diferentes. Exemplo, veja
todas as montanhas que temos. Temos
montanhas, pontos altos e vales. Os
grandes canons nas laterais que seguem
direções diferentes. Mas na maioria
desses canons laterais, na maioria dos
pontos e vales, não há água passando por
eles. Então, se o rio Colorado escupiu o
grande canion principal, o que esculpiu
todos esses canions nas laterais? Como
se estivéssemos olhando lá de cima? O
que removeu todo esse material? Não há
rio ali.
Então, a ideia de que o rio teria feito
tudo isso não parece ter muita
consistência.
Em nossas pesquisas sobre o dilúvio,
percebemos que a principal diferença nas
visões sobre como Grand Canon foi
formado é o tempo.
Algo no Grand Canyon te convence de que
não foi só muita água, mas também um
processo rápido de formação?
Sim, essa é uma ótima pergunta. Pensando
no tempo profundo e no que vemos nessas
camadas de pedra, se você olhar para o
canion, consegue ver como algumas dessas
camadas são finas e planas. Temos faixas
muito planas, como pontos de contato
entre diferentes camadas.
Alguns geólogos diriam que há milhares e
milhares de anos de diferença quando uma
camada de rocha foi depositada e quando
outra camada de sedimento se formou por
cima.
Se fosse assim, deveríamos ver milhões
de anos de erosão na superfície.
Deveríamos ver muita matéria removida da
superfície de cada camada,
mas não é isso que vemos. O que vemos
são rebaixos, depressões no meio, sem
tempo para erosão.
Caso contrário, veríamos vales, canais,
marcas de desgaste, veríamos muito
material removido e essas camadas não
seriam rebaixadas. Seriam camadas como
se fossem casas empilhadas umas sobre as
outras, casas de erosão. E não é isso
que vemos. Para mim, isso indica que
essas camadas foram depositadas
rapidamente.
Elas se formaram juntas muito, muito
rápido, sem milhões de anos de diferença
entre elas. Então, a ideia de tempo
profundo não parece se aplicar aqui,
porque observamos coisas que vão contra
essa noção de tempo profundo.
Isso é fascinante.
Alguns dias atrás, [música]
entrevistamos um paleontólogo
que disse que o registro fóssil é uma
prova de deposição rápida, porque se há
fósseis, houve deposição rápida. Então,
é possível encontrar fósseis aqui no
[música] Grand Canyol também?
>> Com certeza. E uma das coisas que eu
mais amo sobre os passeios de barco
pelos canons ou ao longo dos rios é que
podemos observar muitas destas camadas
de rocha. E no Gran Canyon temos milhões
de fósseis e vemos muitos deles. Agora,
o interessante sobre a maioria dos
fósseis que encontramos aqui é que eles
não estão intactos e preservados.
A maioria está quebrada, fragmentada e
parece que foram violentamente
destruídos pela água em uma catástrofe.
Coisas como conchas e corais. O coral é
bem resistente, certo? Se ele tivesse
sido depositado lentamente, esse coral
estaria intacto. Deveria ser encontrado
como uma estrutura completa de corais
ramificados quando finalmente exposto.
Mas a maioria dos pedaços de coral não
passam do tamanho de um dedo. Eles estão
quebrados, fragmentados, arredondados.
Temos fósseis de moluscos que também
estão quebrados e moluscos são duros de
quebrar. Mesmo assim, encontramos esses
fósseis no mesmo local em que estamos
agora. Encontramos braquiópodes,
crinoides e corais, mas todos estão
destruídos em um ambiente de destruição.
Então, ao observar essas pedras, isso me
mostra que elas foram depositadas em um
processo catastrófico, tumultuado,
exatamente como é descrito na Bíblia, no
livro de Gênesis, sobre o dilúvio.
É assim que encontramos esses fósseis. E
eu adoro fósseis. Eles são como nossos
melhores amigos aqui, porque nos mostram
uma catástrofe que aconteceu. [música]
Então, só pra gente entender melhor
aqui,
normalmente damos todo o crédito das
formações que vemos na Terra ao dilúvio.
Mas aqui no Grand Canyon dá para
perceber dois processos diferentes.
[música]
Primeiro, as camadas sedimentares se
depositaram, formaram os sedimentos, as
camadas. Depois [música] essas camadas
foram erudidas. Você consegue explicar
isso melhor, por favor?
>> Sim. Então, vemos isso como um processo
em várias etapas. Primeiro, lá no fundo,
aquela pedra cristalina que chamamos de
basamento foi formada no terceiro dia da
criação.
Depois disso, talvez 16 anos mais tarde,
temos o dilúvio, que entra nesse cenário
e remove muita coisa e por cima disso,
deposita milhares de pés de rocha.
[música]
Depois acreditamos que muita água de um
massivo sistema de lagos que existia a
oeste do canon explodiu por aqui e
espalhou tudo.
Então isso acontece em etapas e
processos. E é por isso que temos um
grande canion aqui e não grandes
canionos em todo lugar, porque é
necessário que vários passos desse
processo aconteçam. E temos isso apenas
aqui no canon, onde podemos ver todas
essas camadas de pedra.
E o que mais do Grand Canyon você pode
nos mostrar? Temos muito mais. Falamos
sobre o início do dilúvio. Agora vamos
dar uma olhada no que chamamos de grande
inconformidade, onde podemos ver os
primeiros estágios do dilúvio, certo?
>> Sim, por favor. Nate, o que você vai
mostrar pra gente agora?
>> Estamos vendo a grande inconformidade
aqui no Liping Point, um dos meus pontos
favoritos do Grand Canon. Na verdade, é
porque é aqui que conseguimos observar o
início da formação das camadas do
Kenion. Um verdadeiro marco da erosão.
>> Uau! Você está me levando de um lugar
bonito para outro lugar ainda mais
bonito.
>> Este é o meu mirante favorito de todo o
parque e, sem dúvida, o meu ponto
preferido para olhar o Gran Canyon lá
embaixo.
A vista não se limita ao canion.
Conseguimos enxergar também parte do
deserto pintado ao longe.
E é muito interessante. Aqui dá para ver
bem mais do rio Colorado, não é
>> isso mesmo. Temos longos trechos para
percorrer como três diferentes vistas do
rio Colorado que podemos observar,
incluindo algumas corredeiras ao longe.
Esses são os trechos de águas
turbulentas que contornamos e pelos
quais levamos as pessoas durante os
passeios pelo Grand Canon lá embaixo. É
realmente emocionante.
>> Sim. Mas o que é exatamente a grande
inconformidade?
Bom, a grande inconformidade, se você
olhar aqui perto do rio, há algumas
pedras inclinadas, anguladas. Elas estão
pouco espalhadas.
E se você subir até a metade, onde o sol
começa a brilhar, há uma colina. Você
consegue ver lá na metade. E dali para
cima, as pedras são em lâminas, ficam
horizontais, todas em lâminas. E o mesmo
caminho até o topo, todas horizontais e
em lâminas. Então, as pedras inclinadas
que estão abaixo encontram as pedras
horizontais em uma inconformidade. É uma
palavra longa, mas basicamente para os
geólogos, uma inconformidade é onde as
pedras não se encaixam.
Ao olhar para as inconformidades, os
geólogos acreditam que o que estamos
vendo é uma enorme quantidade de rochas
perdidas, entre outras rochas.
Muitas vezes eles gostam de dizer que é
uma enorme quantidade de tempo perdido.
Eles dizem isso porque acreditam que
deve ter passado um tempo tremendo para
causar tanta erosão. [música]
Essas rochas que vemos aqui deveriam
continuar subindo, certo? Elas deveriam
continuar se elevando, mas algo as
cortou.
E então depositamos mais de 1000 m de
rochas por cima.
Então temos as rochas inclinadas e
depois as rochas horizontais.
Quando olhamos para isso, o que vemos é
uma fronteira erosiva.
Agora, novamente, alguns geólogos diriam
que estamos perdendo uma quantidade
enorme de tempo. Existem alguns lugares
na grande inconformidade onde eles dizem
que estamos perdendo 1.hão2 milhões de
anos do passado geológico da Terra.
Então, basicamente, o que você está
dizendo é que a grande inconformidade
vai contra o conceito de tempo profundo.
Exatamente. Então, se você olhar aqui, o
que podemos ver são camadas dessas
rochas lá embaixo que estão inclinadas.
Mas se olharmos mais de perto, o que
vemos é muita erosão. Não por uma
quantidade massiva de tempo, mas na
verdade o que estamos observando é um
enorme plano de erosão, onde houve
deslizamento. Então, o que estamos vendo
é, na verdade, muita água escorrendo
desde o início do planeta. É aqui que eu
acredito que vemos o começo da formação
das camadas no tempo de Noé. Essa enorme
quantidade de água deslizando pelo
terreno começou [música] a erodir a
paisagem. Agora, o mais interessante é
que essa grande inconformidade de que
estamos falando não é encontrada apenas
no fundo do Grand Canon. Trata-se de uma
característica física mundial.
Você pode ver a mesma erosão, a mesma
inconformidade e as mesmas camadas de
rochas em todo o norte da África.
[música]
Você pode ver no sul de Israel, pode ver
em partes da Europa e da Ásia.
Essa grande fronteira erosiva é um marco
geológico importante. [música] Nós a
vemos aqui no Arizona, no Grand Canyon,
mas ela está presente em muitos outros
lugares ao redor do mundo.
>> Isso [música] é fascinante.
E aqui podemos ver que o canion
é plano no topo, não é? [música]
E as montanhas mais altas também são
planas e estão no mesmo nível. O que
isso nos revela? O que isso quer dizer?
>> [música]
>> Isso é uma ótima observação. Nós podemos
ver a plenitude do canon lá no topo,
certo? E você olha para toda a paisagem
e ela está completamente plana. Foi
aplainada, foi nivelada. O que estamos
vendo é a erosão no final do dilúvio.
Então, enquanto as águas saem dos
continentes, observamos uma enorme
quantidade do que chamamos de erosão das
rochas, a água atuando como uma grande
força, removendo uma quantidade
gigantesca de material. E você pode ver
como é plano lá em cima. Imagine se as
grandes águas do dilúvio estivessem
cobrindo todo o planeta. Enquanto elas
estão erodindo e saindo, estão puxando o
material da paisagem e levam esse
material até aquele ponto. E então temos
um evento que transporta o canion por
essas camadas. Mas lá no topo, quando
você observa a paisagem por toda parte,
ela está afundando. Houve deslizamento.
E, curiosamente, estamos perdendo muitas
camadas de rochas acima de nós. Estamos
perdendo de 6.000 a 8000 m de sedimento
no topo do Gran Canion. Material
[música] que foi retirado, que deslizou
do topo aqui e que não está mais
presente. Ele foi removido no final do
dilúvio, mas foi nivelado até aquele
lugar. Uma boa observação, porque esta é
uma característica muito única, não é
mesmo? E como é possível saber [música]
que perdemos algumas camadas acima?
>> Essa é mais uma ótima pergunta. Se
estivéssemos viajando para o norte,
existem algumas formações rochosas. Na
verdade, se você olhar a distância,
consegue ver os penhascos no horizonte.
Estes são os Vermilion Cliffs. Temos
outro grande conjunto de camadas de
sedimentos que repousa sobre as camadas
superiores do Gran Canion. Então aqui a
camada que estamos observando, esta é a
camada caibabe. [música]
Se você voltar um pouco, há outro setor
de camada sobre essa. E se você seguir
para o norte, ainda há mais. Você
[música] continua indo para o norte, até
Utá e pode ver cada vez mais camadas
sobrepostas. Agora, se essas camadas
estão justamente lá em cima sobre
aquelas outras camadas, faz sentido que
também deveríamos encontrá-las aqui
inicialmente. Mas aqui nesta área elas
deslizaram.
>> [música]
>> Chamamos essas camadas de grande escada
porque essas camadas se espalham quase
como degraus de uma escada. Então, a
grande escada foi erudida e retirada
daqui, mas encontramos essas camadas
ainda mais ao norte.
>> Bom, a Bíblia não é um livro de
geologia, então ela não nos dá todas as
respostas, mas quando você olha para o
Grand Canyon e você [música] está aqui
todos os dias há 11 anos, certo? E mesmo
estudando tanto, Canion, ainda há coisas
aqui que a gente não entende.
Com certeza. Como qualquer bom
cientista, devemos analisar as coisas e
tentar entender o que podemos. E ainda
há muitos pontos que todos os
cientistas, todos os geólogos, ainda
estão tentando compreender e resolver. E
na ciência da criação acontece a mesma
coisa. Uma das coisas que ainda estamos
tentando entender exatamente é o
seguinte. Se você olhar para a parte
inferior onde fica o rio, as pedras
inclinadas, todas essas pedras
inclinadas, acreditamos que elas são
anteriores ao dilúvio. Elas são o que
pensamos como sedimentos do
pré-cambriano. Então, essas camadas de
pedra que estamos observando,
acreditamos que foram formadas ou
depositadas desde a criação até o
dilúvio. Mas os processos exatos, os
mecanismos precisos, o momento certo,
ainda não temos certeza. Talvez muitas
delas tenham se formado no terceiro dia
da criação ou durante a semana da
criação, quando Deus trouxe toda a água
para um lugar e a terra seca apareceu.
Imagine a água saindo das fontes. Isso
causaria muita erosão, causaria muita
sedimentação, muito sedimento sendo
formado. Mas além disso, as evidências
que vemos aqui parecem indicar que este
era um fundo de oceano antes do dilúvio.
Então, imagine se isso fosse antes do
dilúvio, estaríamos na água, no oceano.
Parte da vida fóssil que vemos,
começando nessas áreas aqui, começa a se
transformar em um ambiente oceânico.
Portanto, acreditamos que isso fazia
parte do mundo pré-dilúvio,
provavelmente um oceano pré-dilúvio.
Exatamente. Quanto desse sedimento veio
da semana da criação? Quanto veio da
criação até o dilúvio, talvez 16 anos
depois, ainda não temos precisão, mas
continuamos trabalhando nessas ideias e
tentando entender melhor.
>> Isso é fascinante, [música]
porque a gente acredita que Deus criou
tudo, a gente acredita no dilúvio,
mas também precisamos [música] ser
honestos. Não temos todas as respostas e
não queremos forçar interpretações que
não [música] existem, não é mesmo?
>> Com certeza. Temos que ser honestos e
admitir que existem coisas que mesmo na
ciência, mesmo na geologia, ainda
precisamos descobrir. Então isso faz
parte do nosso trabalho na ciência da
criação. Como cientistas, investigamos o
mundo, continuamos estudando e às vezes
até mudamos e adaptamos nossos modelos,
dependendo do que vemos aqui e do que
encontramos na palavra de Deus. [música]
Então, sim, precisamos ser honestos,
precisamos ter integridade quando
fazemos pesquisas e observar como tudo
isso se alinha com o que estamos
estudando.
>> É a minha primeira vez aqui no Granny
Canyon e eu estou simplesmente
fascinada. Tudo aqui é absolutamente
muito bonito, mas você está aqui há 11
anos, vem a Grand Canyon todos os dias,
percorre esse lugar de cima a baixo e
mesmo assim o Canion ainda consegue
falar com você de causar fascínio.
Como é admirar essa paisagem todos os
dias? O que ela te conta?
[música]
Isso reflete o fato de que Deus se
renova cada dia. Não é isso que a Bíblia
nos diz? Ele se renova cada manhã. Cada
vez que venho aqui e já estou há mais de
1000 dias no Gran Cion, vendo de cima a
baixo, ainda descubro coisas novas. Há
novas sombras, novas formações que
aparecem, todas essas coisas diferentes
que surgem. Na verdade, à distância
percebi enquanto conversávamos [música]
que há uma nova escadaria de pedras lá,
onde algumas pedras mais distantes se
quebraram. E eu nunca tinha visto isso
antes. Então, há coisas que eu nunca
tinha visto, animais que eu nunca tive a
oportunidade de conhecer que vivem aqui
neste canion. E o mais incrível é que
temos tantas pessoas de todo o mundo que
nos reúnem aqui. E a cada nova visita é
um grupo completamente novo, uma família
totalmente nova, uma experiência
totalmente nova. Então, levar pessoas e
abrir os olhos delas para ver este
canyon e o que ele realmente revela
nunca envelhece. Todo dia é novo, é
fantástico. Eu amo isso.
>> A grandiosidade do Grand Canyon assusta,
impressiona e, acima de tudo, [música]
nos convida à humildade. Diante de suas
paredes imensas, esculpidas com força e
tempo, percebemos quão pequenos somos
diante de um mundo tão vasto, tão cheio
de histórias, que não fomos nós que
escrevemos. Estar aqui é mais do que
observar [música] uma paisagem. É
confrontado com a grandeza da criação,
com a força das águas, [música] com o
silêncio das pedras. Esta é sem dúvida
uma experiência única na vida e este
lugar é único no mundo.
Oh.
>> [música]
[música]

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